11º ANIVERSÁRIO KISS FM
The End Pink Floyd, U2 Zen Garden e God Save The Queen
Data:13 de julho
Horário:21h00
Setor
Preço (R$)
Pista Premium (em pé)
Pista (em pé)
Mezanino
Camarote
250,00
130,00
150,00
250,00

Classificação etária : 14 anos

VALE-CONSUMAÇÃO para alimentos e bebidas: compre antecipado e ganhe 20% de bônus (pague R$ 25,00 e ganhe R$ 30,00. Sem limite na compra). Saiba mais

SERVIÇO:

Bilheterias da Via Funchal
R. Funchal, 65 – Funcionamento: diariamente, das 12h00 às 22h00
Informações: (11) 3846-2300
Vendas Online: Clique aqui
Ingressos para grupos: Clique aqui
Somente cartões de crédito (Mastercard, Diners e VISA) Taxa de conveniência: 20%
Informações sobre ingressos meia-entrada, clique aqui

 

Fonte: www.viafunchal.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em entrevista ao Noisecreep, Jeff Scott Soto comentou os cinco álbuns que mudaram sua vida. São eles:

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Queen – A Night At The Opera (1975): “Para mim, essa é a banda definitiva de todos os tempos. Performances lendárias e canções que só eles se atreveriam a juntar em um disco. O brilho vocal não apenas em ‘Bohemian Rhapsody’, como em ‘The Prophet Song’, misturado com novidades como ‘Lazing On A Sunday Afternoon’ e ‘Seaside Rendezvous’. O Queen se superou nesse álbum. Até hoje ele soa incrível para mim! A sincronia vocal de Freddie, Brian e Roger me fez querer ter uma banda com múltiplos vocalistas”.

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The Jackson Five – Diana Ross Presents The Jackson Five (1969): “O primeiro disco do Jackson Five me fez querer ser um cantor. Tinha 4 anos quando saiu e o impacto foi grande. A inocência capturada nesses garotos evidenciava que se tornariam ícones do mundo da música”.

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Van Halen – Van Halen I (1978): “Quando era mais novo, detestava Rock. Ouvia sons da Motown e os hits do rádio. Eddie Van Halen mudou o rumo da minha vida quando ouvi ‘Eruption’. David Lee Roth era um Deus para todos os novos vocalistas, nem tanto pela técnica, mas pelo estilo, o rei do palco. Esse álbum ainda vale ouro após tantos anos”.

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Journey – Evolution (1979): “Lembro de escutar ‘Lovin’, Touchin’, Squeezin’’ pela primeira vez e pensar que se tratava de algo familiar. Cresci ouvindo Sam Cooke e agora estava ouvindo um cantor de Rock no estilo do velho R&B junto de uma banda poderosa. Steve Perry era e ainda é um mentor em minha carreira”.

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Styx – The Grand Illusion (1977): “Foi provavelmente a primeira banda de Rock que funcionou comigo. ‘Come Sail Away’ é uma espécie de ‘Bohemian Rhapsody’ americana. Eles também possuíam três grandes vocalistas em Dennis DeYoung, Tommy Shaw e James Young, mostrando como diversificar a fórmula. Decorei cada letra e nota desse disco. ‘Castle Walls’ e ‘Fooling Yourself’ são brilhantes”.

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Rio de Janeiro, RJ – Um caos organizado. Esse era o método de trabalho do diretor australiano Russell Mulcahy, um dos mestres daquilo que hoje os historiadores informais chamam de “a era de ouro do videoclipe”. Um período de revoluções que se estende de 1975 (quando o Queen gravou um proto-clipe para a bombástica Bohemian Rhapsody) até 1992, quando os Guns N’Roses gastaram US$ 1,5 milhão num superproduzido vídeo de oito minutos de duração para a canção November Rain.

“Naquela época ninguém sabia bem o que estava fazendo, acabávamos atirando para todo lado”, diz Russell, diretor de clipes como os de Rio (Duran Duran) e de Total Eclipse of the Heart (Bonnie Tyler), em um dos documentários da caixa de três DVDs Video Killed the Radio Star, que a Coqueiro Verde está lançando no País (o que o canal pago VH1 exibe no próximo dia 26).

“November Rain foi o último vídeo da trilogia que o Guns N’Roses produziu para o disco Use Your Illusion e que muitos consideraram grandiloquente e excessiva, não representativa do que era a banda. Já naquela época, os clipes estavam nas mãos das gravadoras e não dos artistas e diretores”, comenta o jornalista americano Stephen Pitalo, do blog The Golden Age of Music Video (goldenage ofmusicvideo.com), que prepara um livro sobre o tema. “O diretor de November Rain, Andy Morahan, me disse que até hoje ele não sabe muito bem sobre o que são esses vídeos!”.

Os 15 maiores videoclipes da história

1. Bohemian Rhapsody (Queen)

2. Video Killed the Radio Star (The Buggles)

3. Rio (Duran Duran)

4. Every Breath You Take (The Police)

5. Jump (Van Halen)

6. Thriller (Michael Jackson)

7. Like a Virgin (Madonna)

8. Walk This Way (Run-DMC e Aerosmith)

9. Sledgehammer (Peter Gabriel)

10. Girls, Girls, Girls (Mötley Crüe)

11. Faith (George Michael)

12. One (Metallica)

13. Losing My Religion (R.E.M)

14. Smells Like Teen Spirit (Nirvana)

15. November Rain (Guns N’Roses)

 

Fonte: http://gazetaweb.globo.com

Dica de: Roberto Mercury


Notícia Atualizada em16/03/2012 | Vídeo com legenda em português.

Dia 12/03/2012, foi noticiado no site Oficial do Brian (www.brianmay.com) que na série de comédia ‘Family Guy’ teria a música “Killer Queen”, no episódio 16 da 10ª temporada, o episódio chama-se ‘Killer Queen’.

O álbum “News of the World” é bastante citado durante o episódio e nos créditos finais a música ‘Killer Queen’ é tocada.

O vídeo abaixo mostra somente as partes em que o Queen é citado e não o episódio completo

Se não iniciar automaticamente clique na tela ou Clique Aqui para Assistir


Fonte: www.brianmay.com

“Like a Crazy Magic”, música da banda “Helio Lima Arguments” que foi feita em homenagem ao Queen, agora na versão “Live” do show de lançamento na Saraiva Mega Store. Na letra é citado vários álbuns, músicas e fases do Queen !!!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ci4–8lJB7w]

Like a Crazy Magic

Explanation
Notebook
Bad history
Brothers and sisters

Fast to play
Play the game
Invisible man
Easy to say

American style
Italian food
Games of money
Doing all right

This is a hotel
Back to the light
And you dont speak nothing
Just sing with me

I go crazy!!
Just sing with me…

Innuendo
A kind of magic
The works
Higlander. Higlander
Dont stop me now
Nevermore

She likes hot space
She makes me …..

This is your moment
Invisible man
And you dont speake nothing
Jus try with me I go crazy
I go crazy

A banda:
Helio Lima – Voz, Guitarra, Composição
Amanda Labruna – Backing Vocal, Sintetizadores
Fernando Silvestre – Guitarras
Marcos Cesar – Baterias


Nome da banda: Helio Lima Arguments
Estilo: Rock e rock alternativo.
Single do álbum: “Like a Crazy Magic”
O que há na canção: Uma homenagem ao Queen já que todos nós somos fãs. Na letra,  vários álbuns e momentos da carreira do Queen são citados.


 

Dica de: Roberto Mercury

Sexta-feira (16/03/2012), a casa Crossroads abre espaço para a banda Sivermoon em show temático, de tributo ao Queen e ao rock da década de 80. Entre os sucessos que a banda selecionou para apresentar, “I Want to Break Free”, “Don’t Stop Me Now” e “Love of My Life”, do Queen – sem deixar de lado clássicos oitentistas como “Take on Me”, do A-Ha, “Don’t Stop Believin’”, do Journey, e “The Final Countdown”, do Europe.

Serviço:
Sexta-feira, 16/03/2012
Silvermoon – Tributo ao Queen e anos 80
Entrada R$ 25,00 (masculino) e R$ 20,00 (feminino)
Crossroads
Avenida Iguaçu, 2.310 – Água Verde
Informações: 41 3243.3711
De terça a sábado, a partir das 21h
www.crossroads.com.br

Abaixo a banda tocando ‘I Want to Break Free’ no dia 04/02/2012, no Blood Rock Bar – Curitiba.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=C_P0CjaIXLQ]

Fonte: www.paranashop.com.br

O campeão de brilheterias e lenda da luta livre profissional, Dwayne “The Rock” Johnson, cantou uma versão reescrita para a música “We Will Rock You” do QUEEN na noite passada no programa de televisão da WWE Raw.

The Rock, que no ano passado decidiu fazer um retorno em tempo parcial aos ringues enquanto estrelava filmes de sucesso como “Velozes e Furiosos 5” e “Journey 2: A Ilha Misteriosa”, executou o Hino classico dos esportes mas com uma letra depreciativa a John Cena, seu adversário na Wrestlemania do próximo mês.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9f30OLpFGDU]

 

Fonte:  http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

LONDRES, 4 Mar (Reuters) – A cantora britânica de soul e R&B Emeli Sande voltou ao topo das paradas britânicas com seu álbum de estreia, desbancando a premiada Adele, afirmou a Companhia das Paradas Oficiais no domingo.

O álbum “Our Version of Events”, de Sande, vendeu quase 250 mil cópias desde o seu lançamento na semana passada.

Adele, que ganhou vários prêmios nos eventos recentes do Grammy e do Brit Awards, caiu para o segundo lugar com seu álbum “21”.

Nas paradas de singles, o músico e cantor multi-instrumental de origem belga-australiana Goyte ficou em primeiro lugar com “Somebody that I used to know” com participação da neozelandesa Kimbra.

O rapper britânico Dappy foi um dos estreantes na parada que ficou em segundo lugar com “Rockstar”, com participação do guitarrista do Queen, Brian May.

(Por Avril Ormsby)

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=J5tKSeSF8-w]

Fonte: www.reuters.com

No proximo sábado, 24 de março, mais um show do Classical Queen. Desta vez no  Blackmore Rock Bar II, com Bon Jovi Cover e a Old 80s tocando o melhor do rock dos anos 80!

Maiores informações: www.classicalqueen.com.br

 

Fonte: www.classicalqueen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Blaze Bailey, Brian Johnson e Paul Rodgers: eles aceitaram o desafio de ocupar o lugar de ídolos. Foto: Divulgação/Getty Images
Blaze Bailey, Brian Johnson e Paul Rodgers: eles aceitaram o desafio de ocupar o lugar de ídolos

Durante 20 anos, Freddie Mercury liderou o Queen em uma das carreiras mais bem-sucedidas da história da música. No entanto, com sua morte, em 1991, a lendária banda britânica tomou a decisão de encerrar suas atividades – algo que só viria a mudar em 2003, quando anunciou o projeto Queen + Paul Rodgers, responsável pela primeira turnê do grupo desde a perda de seu protagonista.

Paul Rodgers - Em 2007, mais de uma década depois da morte de Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor decidiram trazer o Queen de volta à ativa, com Paul Rodgers nos vocais. Apresentando-se como Queen + Paul Rodgers, o projeto rendeu DVD e giro pelo mundo. Em 2012, a dupla anunciou nova turnê, desta vez com o cantor Adam Lambert, famoso por participar do reality American Idol, no posto; veja outros substitutos da música  Foto: Getty Images

Paul Rodgers – Em 2007, mais de uma década depois da morte de Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor decidiram trazer o Queen de volta à ativa, com Paul Rodgers nos vocais. Apresentando-se como Queen + Paul Rodgers, o projeto rendeu DVD e giro pelo mundo. Em 2012, a dupla anunciou nova turnê, desta vez com o cantor Adam Lambert, famoso por participar do reality American Idol, no posto

Brian Johnson - Bon Scott pode até ser considerado até hoje a verdadeira voz do AC/DC, mas são inegáveis as enormes mudanças ocorridas no grupo após sua morte, em 1980. Naquele ano, a banda anunciou rapidamente seu substituto e lançou aquele que segue sendo o album mais vendido do rock: Back in Black. Com sua voz única, o carismático e sorridente Brian Johnson acabou se tornando quase tão emblemático ao grupo australiano quanto o lendário guitarrista Angus Young  Foto: Getty Images

Brian Johnson – Bon Scott pode até ser considerado até hoje a verdadeira voz do AC/DC, mas são inegáveis as enormes mudanças ocorridas no grupo após sua morte, em 1980. Naquele ano, a banda anunciou rapidamente seu substituto e lançou aquele que segue sendo o album mais vendido do rock: Back in Black. Com sua voz única, o carismático e sorridente Brian Johnson acabou se tornando quase tão emblemático ao grupo australiano quanto o lendário guitarrista Angus Young

Ronnie James Dio - A saída de Ozzy do Black Sabbath, em 1978, deu à banda a voz que se tornou um dos maiores símbolos da história do metal. Com talento inversamente proporcional à altura, o baixinho Dio veio do Rainbow para fazer barulho frente ao quarteto, na que é por muitos considerada uma das melhores substituições do rock. Pouco antes de morrer, em 2010, ele voltou a se reunir com o grupo, adotando o nome Heaven and Hell, referência ao disco homônimo de 1980  Foto: Getty Images

Ronnie James Dio – A saída de Ozzy do Black Sabbath, em 1978, deu à banda a voz que se tornou um dos maiores símbolos da história do metal. Com talento inversamente proporcional à altura, o baixinho Dio veio do Rainbow para fazer barulho frente ao quarteto, na que é por muitos considerada uma das melhores substituições do rock. Pouco antes de morrer, em 2010, ele voltou a se reunir com o grupo, adotando o nome Heaven and Hell, referência ao disco homônimo de 1980

David Coverdale - Em 1973, o então desconhecido David Coverdale, que mais tarde viria a fundar o Whitesnake, se juntou ao Deep Purple, dividindo os vocais com o baixista Glenn Hughes. Burn, Stormbringer e Come Taste the Band são ainda considerados alguns dos trabalhos mais marcantes do quinteto, um dos mais importantes da história do hard rock britânico  Foto: Getty Images

David Coverdale – Em 1973, o então desconhecido David Coverdale, que mais tarde viria a fundar o Whitesnake, se juntou ao Deep Purple, dividindo os vocais com o baixista Glenn Hughes. Burn, Stormbringer e Come Taste the Band são ainda considerados alguns dos trabalhos mais marcantes do quinteto, um dos mais importantes da história do hard rock britânico

Sammy Hagar - A entrada de Sammy Hagar como substituto de David Lee Roth deu novo fôlego ao Van Halen. Já uma banda bem-sucedida na ocasião, em 1985, o cantor ajudou a banda a chegar pela primeira vez ao topo das paradas de sucesso americanas, com o disco 5150. Depois de gravar mais três discos, o vocalista deixou o quarteto. Gary Cherone entrou em seu lugar em fase de baixa do grupo, que trouxe Lee Roth de volta para uma reunião, em 2007  Foto: Getty Images

Sammy Hagar – A entrada de Sammy Hagar como substituto de David Lee Roth deu novo fôlego ao Van Halen. Já uma banda bem-sucedida na ocasião, em 1985, o cantor ajudou a banda a chegar pela primeira vez ao topo das paradas de sucesso americanas, com o disco 5150. Depois de gravar mais três discos, o vocalista deixou o quarteto. Gary Cherone entrou em seu lugar em fase de baixa do grupo, que trouxe Lee Roth de volta para uma reunião, em 2007

Blaze Bailey - Tudo bem, Bruce Dickinson também foi um substituto. Mas é difícil considerá-lo uma 2ª opção no Iron Maiden, pois foi com ele que a banda se tornou o que é hoje. Em 1993, no entanto, Bruce a deixou e foi substituído por Blaze Bailey, na que foi uma das mais criticadas mudanças do rock. Em sua última turnê, de Virtual XI, em 1998, o clima era tão ruim que o suplente sequer viajava junto com seus colegas e, pelas costas, era achincalhado por eles  Foto: Divulgação

Blaze Bailey – Tudo bem, Bruce Dickinson também foi um substituto. Mas é difícil considerá-lo uma 2ª opção no Iron Maiden, pois foi com ele que a banda se tornou o que é hoje. Em 1993, no entanto, Bruce a deixou e foi substituído por Blaze Bailey, na que foi uma das mais criticadas mudanças do rock. Em sua última turnê, de Virtual XI, em 1998, o clima era tão ruim que o suplente sequer viajava junto com seus colegas e, pelas costas, era achincalhado por eles

William DuVall - Durante muito tempo, o Alice in Chains permaneceu inativo. Curiosamente, a morte do vocalista Layne Staley por overdose, em 2002, parece ter mudado os rumos da banda. Dois anos depois da tragédia, os integrantes remanescentes do quarteto voltaram a tocar juntos e, finalmente, em 2007, confirmaram William DuVall como seu novo vocalista  Foto: Getty Images

William DuVall – Durante muito tempo, o Alice in Chains permaneceu inativo. Curiosamente, a morte do vocalista Layne Staley por overdose, em 2002, parece ter mudado os rumos da banda. Dois anos depois da tragédia, os integrantes remanescentes do qu

Phil Collins - Talvez o caso do Genesis seja um dos mais curiosos de substituições no mundo da música. Baterista da banda, Phil Collins assumiu os vocais quando Peter Gabriel decidiu deixá-la para seguir carreira solo. Com o tempo, ele levou o grupo a se consolidar como um dos nomes mais bem-sucedidos da história rock, com mais de 150 milhões de discos vendidos  Foto: Getty Images

Phil Collins – Talvez o caso do Genesis seja um dos mais curiosos de substituições no mundo da música. Baterista da banda, Phil Collins assumiu os vocais quando Peter Gabriel decidiu deixá-la para seguir carreira solo. Com o tempo, ele levou o grupo a se consolidar como um dos nomes mais bem-sucedidos da história rock, com mais de 150 milhões de discos vendidos

Tim Ripper Owens - A história de Tim Ripper Owens é tão curiosa que, em 2001, foi adaptada para os cinemas pelo longa Rock Star, estrelado por Mark Wahlberg e Jennifer Aniston. No entanto, as pressões mercadológicas fizeram com que a saga do cantor cover transformado em astro do rock com o Judas Priest caísse na mesmice de sempre: em 2003, Rob Halford, o Metal God, anunciava seu retorno ao grupo que o consagrou, dez anos após deixá-lo  Foto: Getty Images

Tim “Ripper” Owens – A história de Tim “Ripper” Owens é tão curiosa que, em 2001, foi adaptada para os cinemas pelo longa Rock Star, estrelado por Mark Wahlberg e Jennifer Aniston. No entanto, as pressões mercadológicas fizeram com que a saga do cantor cover transformado em astro do rock com o Judas Priest caísse na mesmice de sempre: em 2003, Rob Halford, o “Metal God”, anunciava seu retorno ao grupo que o consagrou, dez anos após deixá-lo

Andi Deris - Apesar de a saída de Michael Kiske ser até hoje alvo de contestações por parte de fãs do Helloween, é fato que, quando esta ocorreu, a banda se afastava a cada dia mais de suas raízes metaleiras. O cantor de hard rock Andi Deris o substituiu e, mesmo sendo infinitamente inferior a seu antecessor tecnicamente, fez com que o quinteto retornasse ao estilo que o consagrou, voltando a ser um nome respeitado no meio  Foto: Getty Images

Andi Deris – Apesar de a saída de Michael Kiske ser até hoje alvo de contestações por parte de fãs do Helloween, é fato que, quando esta ocorreu, a banda se afastava a cada dia mais de suas raízes metaleiras. O cantor de hard rock Andi Deris o substituiu e, mesmo sendo infinitamente inferior a seu antecessor tecnicamente, fez com que o quinteto retornasse ao estilo que o consagrou, voltando a ser um nome respeitado no meio

Jon Stevens - Apesar de o INXS só ter voltado a gravar um disco com J.D. Fortune nos vocais, em 2005, o primeiro substituto de Michael Hutchence na banda foi o cantor neozelandês Jon Stevens, que ficou no posto entre os anos de 2002 e 2004. Em 1997, morreu o cantor original do grupo, que, depois disso, permaneceu quase cinco anos fora de atividade  Foto: Getty Images

Jon Stevens – Apesar de o INXS só ter voltado a gravar um disco com J.D. Fortune nos vocais, em 2005, o primeiro substituto de Michael Hutchence na banda foi o cantor neozelandês Jon Stevens, que ficou no posto entre os anos de 2002 e 2004. Em 1997, morreu o cantor original do grupo, que, depois disso, permaneceu quase cinco anos fora de atividade

Michale Graves - Depois de batalhas judiciais com o vocalista original, Glenn Danzig, que deixou a banda em 1983, o Misfits voltou à ativa em 1995 com Michale Graves como cantor. A formação rendeu três discos, até ele abandonar o grupo, em 2000 - levando seu fundador, Jerry Only, a ocupar o posto desde então  Foto: Getty Images

Michale Graves – Depois de batalhas judiciais com o vocalista original, Glenn Danzig, que deixou a banda em 1983, o Misfits voltou à ativa em 1995 com Michale Graves como cantor. A formação rendeu três discos, até ele abandonar o grupo, em 2000 – levando seu fundador, Jerry Only, a ocupar o posto desde então

Steve Augeri - A saída definitiva de John Perry do comando do Journey, em 1998, parecia que iria marcar de vez o fim da banda. No entanto, o guitarrista Neal Schon e o baixista Ross Valory, da formação original, insistiram em manter o grupo norte-americano vivo, trazendo Steve Augeri para o posto de cantor. Em 2006, ele foi substituído por Jeff Scott Soto, que um ano depois deu lugar a Arnel Pineda nos vocais  Foto: Getty Images

Steve Augeri – A saída definitiva de John Perry do comando do Journey, em 1998, parecia que iria marcar de vez o fim da banda. No entanto, o guitarrista Neal Schon e o baixista Ross Valory, da formação original, insistiram em manter o grupo norte-americano vivo, trazendo Steve Augeri para o posto de cantor. Em 2006, ele foi substituído por Jeff Scott Soto, que um ano depois deu lugar a Arnel Pineda nos vocais

John Corabi - Apesar da qualidade vocal e da habilidade para escrever canções, John Corabi fracassou em sua curta passagem pelo Mötley Crüe, no qual substituiu Vince Neil entre os anos de 1992 e 1997. O fiasco nas vendagens de Mötley Crüe, de 1994, e a posterior baixa aceitação dos fãs durante a turnê, fez os norte-americanos voltarem atrás e trazerem o vocalista que os consagrou de volta ao barco  Foto: Getty Images

John Corabi – Apesar da qualidade vocal e da habilidade para escrever canções, John Corabi fracassou em sua curta passagem pelo Mötley Crüe, no qual substituiu Vince Neil entre os anos de 1992 e 1997. O fiasco nas vendagens de Mötley Crüe, de 1994, e a posterior baixa aceitação dos fãs durante a turnê, fez os norte-americanos voltarem atrás e trazerem o vocalista que os consagrou de volta ao barco

Anette Olzon - Poucos dias depois de se apresentar em São Paulo como uma das atrações principais do extinto festival Live and Louder, em 2007, o Nightwish expulsou Tarja Turunen do posto de vocalista da banda. A sueca Annete Olson, sua substituta, foi escolhida após uma série de testes realizados pelo quinteto, o grande responsável por introduzir vocais femininos líricos com sucesso no heavy metal   Foto: Getty Images

Anette Olzon – Poucos dias depois de se apresentar em São Paulo como uma das atrações principais do extinto festival Live and Louder, em 2007, o Nightwish expulsou Tarja Turunen do posto de vocalista da banda. A sueca Annete Olson, sua substituta, foi escolhida após uma série de testes realizados pelo quinteto, o grande responsável por introduzir vocais femininos líricos com sucesso no heavy metal

 

Johnny Solinger – Depois de uma apresentação marcada por garr

Johnny Solinger - Depois de uma apresentação marcada por garrafas voadoras e vaias, realizada na edição brasileira do festival Monsters of Rock, em 1996, Sebastian Bach foi expulso do Skid Row. Fisicamente bastante parecido com o vocalista original, Johnny Solinger foi recrutado para substituí-lo - o que faz até hoje apesar da irrelevância cada vez maior do grupo no meio do hard rock norte-americano  Foto: Getty Images

afas voadoras e vaias, realizada na edição brasileira do festival Monsters of Rock, em 1996, Sebastian Bach foi expulso do Skid Row. Fisicamente bastante parecido com o vocalista original, Johnny Solinger foi recrutado para substituí-lo – o que faz até hoje apesar da irrelevância cada vez maior do grupo no meio do hard rock norte-americano

Digão - Quando Rodolfo abandonou o Raimundos em 2001, a solução encontrada pela banda foi semelhante à tomada pelo Genesis para substituir Peter Gabriel: colocar um de seus integrantes para assumir os vocais. O desafio coube ao guitarrista Digão, que em 2009 passou o posto para Tico Santa Cruz, reassumindo-o na sequência, no ano seguinte  Foto: Renato Beolch/Terra

Digão – Quando Rodolfo abandonou o Raimundos em 2001, a solução encontrada pela banda foi semelhante à tomada pelo Genesis para substituir Peter Gabriel: colocar um de seus integrantes para assumir os vocais. O desafio coube ao guitarrista Digão, que em 2009 passou o posto para Tico Santa Cruz, reassumindo-o na sequência, no ano seguinte

Derrick Green - A demissão da mulher de Max Cavalera, Gloria Bujnowski, do posto de empresária do Sepultura levou o vocalista a abandonar a banda, em 1997. Para seu lugar foi chamado o norte-americano Derrick Green. Contudo, apesar de sua superioridade como cantor, o enfraquecimento do quarteto ficou notório por ter perdido sua grande referência no palco - fato recrudescido com a saída do baterista Igor Cavalera, em 2006  Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Derrick Green – A demissão da mulher de Max Cavalera, Gloria Bujnowski, do posto de empresária do Sepultura levou o vocalista a abandonar a banda, em 1997. Para seu lugar foi chamado o norte-americano Derrick Green. Contudo, apesar de sua superioridade como cantor, o enfraquecimento do quarteto ficou notório por ter perdido sua grande referência no palco – fato recrudescido com a saída do baterista Igor Cavalera, em 2006

Zélia Duncan - Passaram-se quase 25 anos até que Os Mutantes finalmente resolvessem substituir Rita Lee nos vocais do grupo. Em 2006, Sérgio Dias e Arnaldo Baptista se uniram a Zélia Duncan para uma turnê, que rendeu o disco Mutantes Ao Vivo - Barbican Theatre, Londres. A formação, no entanto, não durou, com a cantora abandonando o projeto no ano seguinte  Foto: Getty Images

Zélia Duncan – Passaram-se quase 25 anos até que Os Mutantes finalmente resolvessem substituir Rita Lee nos vocais do grupo. Em 2006, Sérgio Dias e Arnaldo Baptista se uniram a Zélia Duncan para uma turnê, que rendeu o disco Mutantes Ao Vivo – Barbican Theatre, Londres. A formação, no entanto, não durou, com a cantora abandonando o projeto no ano seguinte

Edu Falaschi - Em 1999, quando lançou o disco Fireworks, o Angra era o grande representante do metal melódico nacional, com André Matos nos vocais. No ano seguinte, no entanto, devido a problemas com empresários, o quinteto se separou e trouxe Edu Falaschi para o posto. A passagem durou mais de uma década, rendeu 3 discos de estúdio, mas foi encerrada no ano passado, quando o cantor foi achincalhado depois do show do grupo no Rock in Rio devido a limitações vocais  Foto: Getty Images

Edu Falaschi – Em 1999, quando lançou o disco Fireworks, o Angra era o grande representante do metal melódico nacional, com André Matos nos vocais. No ano seguinte, no entanto, devido a problemas com empresários, o quinteto se separou e trouxe Edu Falaschi para o posto. A passagem durou mais de uma década, rendeu 3 discos de estúdio, mas foi encerrada no ano passado, quando o cantor foi achincalhado depois do show do grupo no Rock in Rio devido a limitações vocais

 

Fonte: www.terra.com.br


Freddie Mercury

Freddie Mercury foi consagrado nos anos 1970 como vocalista do Queen, mas continua fazendo inveja a muitos astros quando o assunto é popularidade. Tanto que seu nome aparece na lista dos 100 maiores cantores de todos os tempos da revista Rolling Stone e foi um dos assuntos mais comentados do twitter no dia 24 de novembro. Essa é a data da morte do cantor, que deixou o mundo com bem menos graça há 20 anos.

Freddie Mercury: vídeos dos momentos marcantes da carreira do cantor


Nessa compilação de vídeos feita pela Revista Super Interessante, você confere alguns dos momentos mais marcantes da carreira dele.

Bohemian Rhapsody (1975)


Em 1975, o Queen já era conhecido por sucessos como Killer e admirado pelos entendidos de música. Mas foi o quarto álbum do grupo, “A night at the opera”, que consagrou a banda de uma maneira definitiva. O maior sucesso do disco é, justamente, Bohemian Rhapsody.

I want to break free (1984)


Apesar da bissexualidade de Freddie Mercury ser bastante conhecida, a música “I want to break free” foi escrita pelo baixista John Deacon para falar sobre a liberação feminina. E só. Mesmo assim, o clipe imortalizou a imagem de Freddie com uniforme de empregada doméstica e o bigode que ele passou a
usar nos anos 80.

Apresentação ao vivo no Live Aid (1985)


O Live Aid, realizados em 1985, foi um dos primeiro grandes festivais a reunir artistas por uma causa nobre. O objetivo era arrecadar dinheiro para erradicar a fome no norte da África e cada banda tinha direito a 20 minutos de apresentação. Como o vídeo deixa claro, foi tempo suficiente para que a
performance do Queen ganhasse da Rádio BBC de Londres o título de melhor apresentação ao vivo de todos os tempos.

The Great Pretender (1987)


Esse hit foi gravado em 1955 pelo grupo The Platters, mas só chegou ao top 5 das paradas de sucesso britânicas cerca de 30 anos depois. O motivo é bem simples: foi quando Freddie Mercury apresentou sua versão da música, que segundo ele resumia um pouco de sua carreira nos palcos. Vale a pena
conferir.

Google Doodle (2011)


Pois é, já chegamos em 2011. Foi este ano que o google decidiu homenagear Freddie Mercury em um Doodle especial no aniversário de seu nascimento. O vídeo traz a canção “Don’t stop me now”, lançada em 1979. Enquanto isso, a animação mostra imagens de toda a carreira do artista em desenho.

Homenagem a Freddie Mercury é destaque dos teatros em Buenos Aires

O dançarino argentino Hernán Piquín na pele de Freddie Mercury
O dançarino argentino Hernán Piquín na pele de Freddie Mercury

 

BUENOS AIRES – Uma homenagem a Freddie Mercury é um dos grandes sucessos deste verão. O dançarino argentino Hernán Piquín é a grande estrela de “Freddie”, um espetáculo sobre a vida e obra do lendário líder do Queen. O show inclui no repertório grandes sucessos da banda, como “We are the champions”, “Somebody to love”, “Bohemian rhapsody”, “We will rock you” e “Radio ga ga”. Quem viu recomenda. Em cartaz no teatro Astros, Avenida Corrientes 746, às quintas-feiras (21h), às sextas (21h30m), aos sábados (20h e 23h) e aos domingos (20h). Telefone para outras informações: 4325-9991.

 

 

 

 

Fonte: http://oglobo.globo.com
Dica de: Roberto Mercuty

Liam Gallagher, ex-estrela do Oasis, encabeçou uma pesquisa votado por ouvintes de uma rádio popular. Freddie Mercury, Dave Gahan (Depeche Mode), Dave Grohl (Foo Fighter), e Matt Bellamy (Muse) completam a lista das cinco melhores posições.

A lista dos 20 melhores vocalistas votados pelos ouvintes Xfm é:

1. Liam Gallagher
2. Freddie Mercury
3. Dave Gahan
4. Dave Grohl
5. Matt Bellamy
6. Brandon Flowers
7. Morrissey
8. Jim Morrison
9. Kurt Cobain
10. Alex Turner
11. Paul Weller
12. Mick Jagger
13. Tom Meighan
14. Eddie Vedder
15. Joe Strummer
16. Ian Curtis
17. Caleb Followill
18. Ian Brown
19. Thom Yorke
20. Chris Martin


Fonte: www.electric-banana.co.uk

Kings & Queens Night – Elvis e Queen

10. Março. Sábado – Kings & Queens Night

THE PRESLEY’S BAND (Elvis) – THE PRESLEY`S BAND. A banda homenageia Elvis Presley. O repertório é cheio de rock, blues e rockabilly. O público faz uma viagem aos anos 50, 60 e 70 em releituras impecáveis do artista responsável por uma revolução musical e social em todo o mundo. A banda é liderada pelo baixista do Pato Fu – Ricardo Koctus. Saiba mais sobre a banda acessando: www.myspace.com/thepresleysband .

LUREX (Queen) – Banda formada em outubro de 2000. Seus integrantes são Reinaldo (voz e teclado), Fillipe Glauss (guitarra e backing vocal), Renato (bateria e voz) e Francisco (baixo e voz). O Lurex faz homenagem ao Queen – banda de grande importância no cenário do rock mundial, seja pelas composições elaboradas e vocais marcantes, ou pela extravagância e carisma de seu vocalista Freddie Mercury. A banda Lurex vem se apresentando em várias casas de show, bares, festivais e eventos em BH e cidades do interior, tocando um repertório que passa por todas as fases da banda inglesa Queen, tornando realidade um sonho de seus integrantes em poder tocar as músicas de seus ídolos e descobrindo a cada dia inúmeros fãs do Queen de todas as idades, confirmando no palco a magia que somente uma banda como o Queen possui. O Lurex apresenta-se com a intenção de que seu público sinta-se o mais próximo possível de uma apresentação do Queen.

O b abre às 22h. Fem:$15 // Masc:$20 // ou Consumação de $80 sem pagar entrada.

 

Fonte:www.estudiobmusicbar.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Confira uma pequena entrevista que Lara Fabian deu a um site da República-Tcheca, país onde ela irá se apresentar na Segunda-feira dia 12 de Março, em Praga, em que eça cita Freddie Mercury.

Você canta em francês, italiano, espanhol, Português, Alemão e Inglês. Por quê?
Isso me dá a oportunidade de me comunicar com diferentes culturas. Ao mesmo tempo, é para mim uma espécie de desafio. Capturar a emoção em um idioma diferente é uma forma de expressá-la de outra forma.

De acordo com você, em que língua você decide cantar?
Com isso eu não tenho qualquer problema, porque a música é claramente sobre o que quero dizer.

Você se move em vários estilos musicais. O que é essencial para você?
É um tipo clássico de foco. Quero dizer melodias limpas para ricas harmonias.

Alguns meios de comunicação se referem a você como a nova Celine Dion. O que você acha?
Eu acho que é um elogio ser comparado a uma cantora fantástica, assim como Celine Dion. Meus amores são, no entanto, especialmente Barbra Streisand, Freddie Mercury e Maria Callas. Mas não vou dizer o porquê. O amor não se pode explicar. Estamos todos profundamente comovidos com o meu exemplo …

O que você vê como a beleza da música?
A harmonia, simplicidade e a capacidade de capturar a emoção.

Você escreve músicas para outros artistas. Com quem você mais gostaria de colaborar?
Com quem quiser compartilhar músicas comigo.

O que podemos esperar do seu concerto em Praga?
Deixe-me fazê-lo simplesmente. Para o concerto de Praga podem esperar todo o meu coração.


Fonte Traduzida: http://larafabianbrasil.blogspot.com  |  Fonte Original: www.novinky.cz
Dica de: Roberto Mercury

Aos 10 anos de idade, o cantor Freddie Mercury venceu um campeonato de tênis de mesa da St. Peter’s School, onde estudou durante 8 anos. Foi nesta escola que ele começou a ser chamado de Freddie e montou a The Hectics, sua primeira banda.

Fonte: www.bistrocultural.com
Dica de: Roberto Mercury

Camiseta que junta: Hello Kitty + Freddie Mercury = HELLO FREDDIE!!!

Camisa à venda no site do Ebay (www.ebay.com)

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Obviamente uma morte não é um fato agradável, mas eu sempre tento manter as coisas positivas, e com um pouco de humor… mesmo que negro. Este vídeo vai certamente alegrar o seu dia. Embora muito macabro, é engraçado.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=bIx-xOzIMVU]


Fonte: http://www.e-go.gr
Dica de: Roberto mercury