RIO – A Creedence Clearwater Revisited se apresenta domingo no Citibank Hall, no Rio. Os mais desavisados podem achar que se trata da banda que estourou nos anos 1960 com hits como “Have you ever seen the rain?”. Não é. Com uma mudança no nome que para alguns passa despercebida, Stu Cook e Doug Clifford, respectivamente o baixista e o baterista originais do Creedence Clearwater Revival, estão na estrada desde 1995, numa espécie de tributo ao grupo. Mas a nova formação não conta com John Fogerty, que é o dono da voz marcante e o compositor dos maiores sucessos da banda. Coincidência ou não, o anúncio da banda na página da casa de shows traz apenas o nome Creedence Clearwater. Não é um caso isolado na música pop. Várias outras bandas famosas voltaram à ativa sem a presença de integrantes importantes, dividindo a opinião dos fãs. Veja abaixo.

BeatlesAté mesmo os Beatles seguiram por um período sem um de seus integrantes originais. Em 1964, em meio à sequência de shows que o grupo vinha fazendo, Ringo Starr sofreu uma grave infecção de garganta. Para evitar que os compromissos fossem descumpridos, os outros três integrantes tiveram que aceitar um substituto. O sortudo foi Jimmy Nicol (ele está na foto da direita), que tinha apenas 24 anos e viveu a experiência de ser um beatle por um breve período. A passagem do músico acabou mais tarde resultando no título de uma canção do disco “Sgt Peppers”, “Getting Better”. Sempre que perguntavam para Nicol como ele estava se sentindo, ele respondia: melhor a cada instante.

The Doors Em 2002, os ex-membros do The Doors Ray Manzarek (é ele na foto da direita) e Robby Krieger recrutaram o vocalista do The Cult, Ian Astbury, e saíram em turnê como The Doors of the 21st Century. O baterista original do grupo, John Densmore, não gostou da história e entrou com um processo judicial para impedir que o nome fosse usado. Com o apoio família de Morrison, ele acabou ganhando o processo, e seus ex-companheiros de banda tiveram de mudar o nome do projeto para “Riders on the Storm”. Atualmente, depois de várias mudanças no nome e na formação, o grupo segue batizado como “Manzarek, Krieger”, e tem Dave Brock, ex-vocalista de uma banda tributo ao Doors, nos vocais.

Lynyrd Skynyrd O grupo americano Lynyrd Skynyrd, famoso por hits como “Free Bird” e “Sweet Home Alabama”, teve um fim trágico no auge, em 1977, depois que o vocalista e compositor Ronnie Van Zant e outros membros morreram num acidente aéreo. Então, dez anos depois, integrantes remanescentes resolveram reativar a banda. Para a vaga deixada por Ronnie, eles chamaram Johnny Van Zant, seu irmão mais novo. O grupo teve algumas mudanças em sua formação e continua em atividade até hoje. No ano passado, foi uma das atrações do Festival SWU, em Paulínia.

Thin Lizzy O grupo irlandês Thin Lizzy teve inúmeras formações durante os anos 70 e 80, mas sempre com a liderança do baixista e vocalista Phil Lynott, que morreu em 1986 por complicações de saúde causadas pelo uso contínuo de drogas. Em 1996, o guitarrista John Sykes, que participou da fase mas pesada da banda, resolveu reativá-la para fazer uma homenagem à vida e à obra de Lynott. Desde então, não pararam mais. Sykes abandonou o projeto em 2010, e, para seu lugar entraram o guitarrista Vivian Campbell e o vocalista Ricky Warwick.

Queen O Queen resolveu ir em frente mesmo sem Freddie Mercury e John Deacon. Em 2005, Brian May e Roger Taylor saíram em turnê com o vocalista Paul Rodgers. Para não parecer que estavam substituindo Mercury, batizaram o projeto de Queen + Paul Rodgers. O projeto rendeu um CD com inéditas, “The cosmos rocks”, e, quando parecia que ia deslanchar de vez, Paul Rodgers se demitiu para voltar ao Bad Company. Em fevereiro, o grupo anunciou que voltará, com Adam Lambert – segundo colocado da edição 2009 do “American Idol” – nos vocais. A primeira apresentação da Queen + Adam Lambert será no festival britânico Sonisphere, em julho, em Knebworth.

 

Fonte: www.yahoo.com.br

Outro dia, dando uma zapeada na web, deparei-me com uma notícia espantosa. Uma publicação britânica organizara uma eleição para escolher o melhor vocalista de rock de todos os tempos. Para minha surpresa, ganhara Liam Gallagher, ex-vocalista do Oasis, grupo anteriormente liderado por ele por seu irmão, Noel.

Santa ignorância, mas quem organiza um pleito assim não pode esperar lá muita coisa. Quando a Fifa fez o mesmo para escolher o melhor jogador da história, deu Maradona na cabeça, com Pelé em segundo lugar.

Se coisas desse tipo surpreendem de um lado, não chegam a espantar de outro. Como quase todas as eleições são realizadas pela Internet, quem é mais jovem e não viveu os tempos passados tende a supervalorizar os ídolos recentes, em detrimento dos ícones do passado.

No caso, dava pra fazer uma lista inteira de vocalistas melhores e, principalmente, com mais presença de palco do que Liam Gallagher: Robert Plant (Led Zeppelin), Joey Ramone (Ramones), Mick Jagger (Rolling Stones), Pete Townshend (The Who), só pra ficar nos que me vieram à cabeça agora.

Mas, se eu tivesse de escolher somente um, não teria dúvidas: cravaria Freddie Mercury.

Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, nasceu no Zanzibar, à época uma possessão britânica. Jovem, foi de mala e cuia para a metrópole inglesa, e começou a se descobrir. Literalmente.

Corajoso, assumiu sua condição bissexual sem pestanejar, mesmo sabendo do preconceito de que certamente seria vítima no futuro. Estudou e graduou-se designer com méritos na Ealing Art College. Mas o centro do palco era seu destino.

Reunido com mais dois colegas de turma, Brian May (guitarra) e Roger Taylor (bateria), Freddie chamou um baixista (John Deacon) e deu início a uma banda de rock diferente de tudo que se vira até então. Nascia então o Queen.

Com um visual claramente irônico, Freddie vestia-se como “machão” no palco: jaquetas de couro, chapéu de polícia, calças escuras e, é claro, o indefectível bigode proeminente. Provavelmente, Freddie queria demonstrar, com seus trejeitos, o quão ridículo era o preconceito contra os bi e os homossexuais. Para sua glória suprema, seu visual acabou resultando na associação da figura do “machão” ao de uma “bicha enrustida”. Daí figuras caricatas, como Pit Bicha e afins, claramente inspiradas no figurino de Mercury nos palcos.

A despeito do visual, ou, talvez, por causa mesmo do visual, Freddie tinha uma presença de palco absurda. Sem ele, parecia só um amontoado de estruturas, luzes e caixas de som. Com ele, parecia que aquele espaço tinha sido dominado por algum tipo de entidade, capaz de hipnotizar o público e fazê-lo entoar cada letra de uma canção. Freddie Mercury era, por assim dizer (e com trocadilho, por favor), a “Rainha” dos palcos. Nunca antes e – nunca depois -algum vocalista conseguiu uma interação tão profunda com a platéia. Ou quem mais seria capz de reger um coral de 500 mil pessoas no Rock in Rio I, a cantar Love of my life?

A bissexualidade, entretanto, cobrou um preço alto. Mercury contraiu AIDS e morreria ainda muito jovem, aos 45 anos, em 1991. Para o palco, ficou o vazio. Para o coração dos fãs, ficou a saudade. E, para os jovens de hoje e de amanhã, ficaram as músicas e a mensagem que elas trazem.

Uma sugestão para lembrar que percorrer o passado é sempre uma experiência engrandecedora.

 

Fonte: www.blogdomaximus.com
Dica de: Roberto Mercury

Acompanhante de luxo: as mais emblemáticas parcerias de Dave Grohl

O “cara mais legal do rock”, Dave Grohl jamais se contentou em ser apenas o baterista do Nirvana ou o líder do Foo Fighters. A seguir, listamos algumas das aparições ou parcerias mais emblemáticas do músico desde o fim do Nirvana, em 1994.

Por Pablo Miyazawa

10 – Com o Cage the Elephant
Em outubro do ano passado, o Cage the Elephant fazia turnê nos Estados Unidos com o Foo Fighters quando tiveram um imprevisto: o baterista Jared Champion entrou em cirurgia de urgência para tratar uma apendicite. O próprio Grohl se ofereceu para tocar com os pupilos em alguns shows, para a surpresa da plateia desavisada.
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9 – Com (e para) Paul McCartney
O eterno beatle jamais escondeu seu respeito por Dave Grohl: as parcerias ao vivo são diversas (a mais recente foi no final da cerimônia do Grammy 2012, ao lado de Bruce Springsteen e Joe Walsh, do The Eagles). Mas uma das mais tocantes foi quando Grohl apresentou “Band on the Run” ao lado da banda pessoal de McCartney, em um evento na Casa Branca. Na plateia, além de Paul, o próprio dono da casa, o presidente Obama.
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8 – Com o Them Crooked Vultures
Entre um disco e outro do Foo Fighters, Grohl sempre busca algo para se ocupar. Em 2009, juntou os velhos amigos Josh Homme (Queens of the Stone Age) e John Paul Jones (Led Zeppelin) para um projeto independente. O Them Crooked Vultures gravou um disco em tempo recorde e saiu em turnê pela Europa e, posteriormente, tocou em outros continentes. O Brasil acabou não vendo o supertrio ao vivo.
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7 – Com o Led Zeppelin
Gravando um DVD no mítico estádio Wembley, o Foo Fighters teve o privilégio de tocar para uma das plateias mais apaixonadas do mundo. Ao final, a cereja do bolo: a presença da dupla Jimmy Page e John Paul Jones, do Led Zeppelin, para uma releitura do hino absoluto “Rock & Roll”. Grohl, que jamais escondeu sua devoção pelo falecido John Bonham, espancou a bateria. O baterista Taylor Hawkins cuidou dos vocais.
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6 – Com o Queen
Outros músicos que não raramente dividem palco com o Foo Fighters são Roger Taylor e Brian May: quando o Queen foi indicado ao Hall da Fama do Rock & Roll, Grohl e o baterista Taylor Hawkins participaram da homenagem no palco. O Foo Fighters também já pagou tributo à influência da banda inglesa, convidando May a tocar na cover de “Have a Cigar”, do Pink Floyd e, posteriomente, na faixa “Tired of You” (de One by One).
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5 – Com o Tenacious D
A amizade vem de longa data – Grohl gravou as baterias do primeiro disco do duo formado por Jack Black e Kyle Gass; posteriormente, participou do filme da dupla, Tenacious D: A Palheta do Destino, interpretando ninguém menos que o demônio. Quando pode, Grohl participa dos shows do Tenacious D, como nesta apresentação completa no evento de games Blizzcon, em Anaheim, em 2010.
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4 – Com o Probot
Em 2003, Dave Grohl tirou do papel a ideia de fazer um álbum de heavy metal com participações de seus principais heróis no gênero. O Probot rendeu um único disco, cujos instrumentos foram gravados quase que inteiramente por Grohl; as vozes são de vocalistas como Lemmy Kilmister (Motörhead, que também tocou o baixo de “Shake Your Blood”), Cronos (Venom), King Diamond e o brasileiro Max Cavalera (em “Red War”).
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3 – Com o Queens of the Stone Age
Em 2002, o Foo Fighters passava por uma crise de relacionamento interno. Para se afastar da tensão e respirar novos ares, Grohl aceitou o convite de Josh Homme para gravar o disco do Queens of the Stone Age, Songs for the Deaf. Como se não fosse o suficiente, o baterista saiu em turnê com o QOTSA como integrante fixo da banda. Após diversos shows, Grohl retomou o Foo Fighters e gravou One by One.
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2 – Com Tom Petty
Após a morte de Kurt Cobain, Dave Grohl demorou um tempo até se interessar por música novamente. Um dos primeiros convites que surgiram foi para acompanhar a banda de Tom Petty, como baterista (eles chegaram a tocar juntos em uma performance no programa Saturday Night Live). Mesmo tentado pela possibilidade de tocar com um de seus ídolos, Grohl acabou optando por seguir carreira com sua própria banda, o Foo Fighters.
1 – Com a Backbeat Band
Em 1994, Grohl fez parte da superbanda que gravou a trilha sonora do filme Backbeat – Os Cinco Rapazes de Liverpool, que retrata os primeiros passos dos Beatles. Além de Grohl na bateria, a banda continha Greg Dulli (Afghan Whigs), Dave Pirner (Soul Asylum), Thurston Moore (Sonic Youth), Don Flemming (Gumball) e Mike Mills (R.E.M.). Ao vivo, há registro de apenas uma apresentação da formação completa, na cerimônia do MTV Video Music Awards daquele ano.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=oFzL0X9pLNA]

 

Fonte: www.rollingstone.com.br
Enviada por:
Eneida Mercury May Taylor

Companhia da Saúde e do Sorriso em mais uma apresentação no Complexo Hospitalar Dr. Clementino Fraga, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Dublando a música de Freddie Mercury e Montserrat Caballé, How can I go on.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=owDjiGeYqao]

 

Dica de Roberto Mercury

Canta desde pequenino e ainda se lembra de esconder da mãe a roupa que usava como vocalista de uma das bandas que teve. João Paulo Rodrigues quer vingar no mundo do espetáculo, mas garante que vai acabar o curso de Direito e exercer advocacia. Para já, brilha em ‘A Tua Cara não Me É Estranha’, aos domingos, e está feliz com o “imenso carinho e apoio” que lhe têm dado.

Quando o abordam falam-lhe de alguma interpretação em específico?

Gostam de todas, mas o Freddie Mercury foi aquele impacto. As pessoas esperavam um João Paulo que viam na televisão e de repente gostaram de me ouvir cantar. Em termos vocais gostaram muito da Aretha Franklin.

Abaixo ‘Freddie Mercury’ por João Paulo Rodrigues, I want to break free, no “A Tua Cara Não Me é Estranha”

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=i–_akdGboY]

Fonte: www.jn.pt

Este é o segundo clipe da Clock Opera em 2012 que trata de temas sobre a intensidade da vida e nossas escolhas. O primeiro, Once and for All, mostrava um velhinho que não conseguia declarar seu amor. Desta vez, temos uma fã de Freddie Mercury ajudando outro casal de velhinhos, agora dois homens, a estarem juntos para sempre.

Man Made mostra um pouco da pegada em que a jovem vive, fazendo vídeos com panquecas, cantando com um secador de cabelo como microfone imitando seu ídolo e curtindo um tempo com o namorado – que não apenas é seu cúmplice, mas parece também seguir o mesmo estilo de vida dela.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=PaWj1mhx35Y]

 

Fonte: http://musicapave.com
Dica de: Roberto Mercury

11º ANIVERSÁRIO KISS FM
The End Pink Floyd, U2 Zen Garden e God Save The Queen
Data:13 de julho
Horário:21h00
Setor
Preço (R$)
Pista Premium (em pé)
Pista (em pé)
Mezanino
Camarote
250,00
130,00
150,00
250,00

Classificação etária : 14 anos

VALE-CONSUMAÇÃO para alimentos e bebidas: compre antecipado e ganhe 20% de bônus (pague R$ 25,00 e ganhe R$ 30,00. Sem limite na compra). Saiba mais

SERVIÇO:

Bilheterias da Via Funchal
R. Funchal, 65 – Funcionamento: diariamente, das 12h00 às 22h00
Informações: (11) 3846-2300
Vendas Online: Clique aqui
Ingressos para grupos: Clique aqui
Somente cartões de crédito (Mastercard, Diners e VISA) Taxa de conveniência: 20%
Informações sobre ingressos meia-entrada, clique aqui

 

Fonte: www.viafunchal.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em entrevista ao Noisecreep, Jeff Scott Soto comentou os cinco álbuns que mudaram sua vida. São eles:

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Queen – A Night At The Opera (1975): “Para mim, essa é a banda definitiva de todos os tempos. Performances lendárias e canções que só eles se atreveriam a juntar em um disco. O brilho vocal não apenas em ‘Bohemian Rhapsody’, como em ‘The Prophet Song’, misturado com novidades como ‘Lazing On A Sunday Afternoon’ e ‘Seaside Rendezvous’. O Queen se superou nesse álbum. Até hoje ele soa incrível para mim! A sincronia vocal de Freddie, Brian e Roger me fez querer ter uma banda com múltiplos vocalistas”.

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The Jackson Five – Diana Ross Presents The Jackson Five (1969): “O primeiro disco do Jackson Five me fez querer ser um cantor. Tinha 4 anos quando saiu e o impacto foi grande. A inocência capturada nesses garotos evidenciava que se tornariam ícones do mundo da música”.

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Van Halen – Van Halen I (1978): “Quando era mais novo, detestava Rock. Ouvia sons da Motown e os hits do rádio. Eddie Van Halen mudou o rumo da minha vida quando ouvi ‘Eruption’. David Lee Roth era um Deus para todos os novos vocalistas, nem tanto pela técnica, mas pelo estilo, o rei do palco. Esse álbum ainda vale ouro após tantos anos”.

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Journey – Evolution (1979): “Lembro de escutar ‘Lovin’, Touchin’, Squeezin’’ pela primeira vez e pensar que se tratava de algo familiar. Cresci ouvindo Sam Cooke e agora estava ouvindo um cantor de Rock no estilo do velho R&B junto de uma banda poderosa. Steve Perry era e ainda é um mentor em minha carreira”.

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Styx – The Grand Illusion (1977): “Foi provavelmente a primeira banda de Rock que funcionou comigo. ‘Come Sail Away’ é uma espécie de ‘Bohemian Rhapsody’ americana. Eles também possuíam três grandes vocalistas em Dennis DeYoung, Tommy Shaw e James Young, mostrando como diversificar a fórmula. Decorei cada letra e nota desse disco. ‘Castle Walls’ e ‘Fooling Yourself’ são brilhantes”.

Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Rio de Janeiro, RJ – Um caos organizado. Esse era o método de trabalho do diretor australiano Russell Mulcahy, um dos mestres daquilo que hoje os historiadores informais chamam de “a era de ouro do videoclipe”. Um período de revoluções que se estende de 1975 (quando o Queen gravou um proto-clipe para a bombástica Bohemian Rhapsody) até 1992, quando os Guns N’Roses gastaram US$ 1,5 milhão num superproduzido vídeo de oito minutos de duração para a canção November Rain.

“Naquela época ninguém sabia bem o que estava fazendo, acabávamos atirando para todo lado”, diz Russell, diretor de clipes como os de Rio (Duran Duran) e de Total Eclipse of the Heart (Bonnie Tyler), em um dos documentários da caixa de três DVDs Video Killed the Radio Star, que a Coqueiro Verde está lançando no País (o que o canal pago VH1 exibe no próximo dia 26).

“November Rain foi o último vídeo da trilogia que o Guns N’Roses produziu para o disco Use Your Illusion e que muitos consideraram grandiloquente e excessiva, não representativa do que era a banda. Já naquela época, os clipes estavam nas mãos das gravadoras e não dos artistas e diretores”, comenta o jornalista americano Stephen Pitalo, do blog The Golden Age of Music Video (goldenage ofmusicvideo.com), que prepara um livro sobre o tema. “O diretor de November Rain, Andy Morahan, me disse que até hoje ele não sabe muito bem sobre o que são esses vídeos!”.

Os 15 maiores videoclipes da história

1. Bohemian Rhapsody (Queen)

2. Video Killed the Radio Star (The Buggles)

3. Rio (Duran Duran)

4. Every Breath You Take (The Police)

5. Jump (Van Halen)

6. Thriller (Michael Jackson)

7. Like a Virgin (Madonna)

8. Walk This Way (Run-DMC e Aerosmith)

9. Sledgehammer (Peter Gabriel)

10. Girls, Girls, Girls (Mötley Crüe)

11. Faith (George Michael)

12. One (Metallica)

13. Losing My Religion (R.E.M)

14. Smells Like Teen Spirit (Nirvana)

15. November Rain (Guns N’Roses)

 

Fonte: http://gazetaweb.globo.com

Dica de: Roberto Mercury


Notícia Atualizada em16/03/2012 | Vídeo com legenda em português.

Dia 12/03/2012, foi noticiado no site Oficial do Brian (www.brianmay.com) que na série de comédia ‘Family Guy’ teria a música “Killer Queen”, no episódio 16 da 10ª temporada, o episódio chama-se ‘Killer Queen’.

O álbum “News of the World” é bastante citado durante o episódio e nos créditos finais a música ‘Killer Queen’ é tocada.

O vídeo abaixo mostra somente as partes em que o Queen é citado e não o episódio completo

Se não iniciar automaticamente clique na tela ou Clique Aqui para Assistir


Fonte: www.brianmay.com

“Like a Crazy Magic”, música da banda “Helio Lima Arguments” que foi feita em homenagem ao Queen, agora na versão “Live” do show de lançamento na Saraiva Mega Store. Na letra é citado vários álbuns, músicas e fases do Queen !!!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ci4–8lJB7w]

Like a Crazy Magic

Explanation
Notebook
Bad history
Brothers and sisters

Fast to play
Play the game
Invisible man
Easy to say

American style
Italian food
Games of money
Doing all right

This is a hotel
Back to the light
And you dont speak nothing
Just sing with me

I go crazy!!
Just sing with me…

Innuendo
A kind of magic
The works
Higlander. Higlander
Dont stop me now
Nevermore

She likes hot space
She makes me …..

This is your moment
Invisible man
And you dont speake nothing
Jus try with me I go crazy
I go crazy

A banda:
Helio Lima – Voz, Guitarra, Composição
Amanda Labruna – Backing Vocal, Sintetizadores
Fernando Silvestre – Guitarras
Marcos Cesar – Baterias


Nome da banda: Helio Lima Arguments
Estilo: Rock e rock alternativo.
Single do álbum: “Like a Crazy Magic”
O que há na canção: Uma homenagem ao Queen já que todos nós somos fãs. Na letra,  vários álbuns e momentos da carreira do Queen são citados.


 

Dica de: Roberto Mercury

Sexta-feira (16/03/2012), a casa Crossroads abre espaço para a banda Sivermoon em show temático, de tributo ao Queen e ao rock da década de 80. Entre os sucessos que a banda selecionou para apresentar, “I Want to Break Free”, “Don’t Stop Me Now” e “Love of My Life”, do Queen – sem deixar de lado clássicos oitentistas como “Take on Me”, do A-Ha, “Don’t Stop Believin’”, do Journey, e “The Final Countdown”, do Europe.

Serviço:
Sexta-feira, 16/03/2012
Silvermoon – Tributo ao Queen e anos 80
Entrada R$ 25,00 (masculino) e R$ 20,00 (feminino)
Crossroads
Avenida Iguaçu, 2.310 – Água Verde
Informações: 41 3243.3711
De terça a sábado, a partir das 21h
www.crossroads.com.br

Abaixo a banda tocando ‘I Want to Break Free’ no dia 04/02/2012, no Blood Rock Bar – Curitiba.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=C_P0CjaIXLQ]

Fonte: www.paranashop.com.br

O campeão de brilheterias e lenda da luta livre profissional, Dwayne “The Rock” Johnson, cantou uma versão reescrita para a música “We Will Rock You” do QUEEN na noite passada no programa de televisão da WWE Raw.

The Rock, que no ano passado decidiu fazer um retorno em tempo parcial aos ringues enquanto estrelava filmes de sucesso como “Velozes e Furiosos 5” e “Journey 2: A Ilha Misteriosa”, executou o Hino classico dos esportes mas com uma letra depreciativa a John Cena, seu adversário na Wrestlemania do próximo mês.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9f30OLpFGDU]

 

Fonte:  http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

LONDRES, 4 Mar (Reuters) – A cantora britânica de soul e R&B Emeli Sande voltou ao topo das paradas britânicas com seu álbum de estreia, desbancando a premiada Adele, afirmou a Companhia das Paradas Oficiais no domingo.

O álbum “Our Version of Events”, de Sande, vendeu quase 250 mil cópias desde o seu lançamento na semana passada.

Adele, que ganhou vários prêmios nos eventos recentes do Grammy e do Brit Awards, caiu para o segundo lugar com seu álbum “21”.

Nas paradas de singles, o músico e cantor multi-instrumental de origem belga-australiana Goyte ficou em primeiro lugar com “Somebody that I used to know” com participação da neozelandesa Kimbra.

O rapper britânico Dappy foi um dos estreantes na parada que ficou em segundo lugar com “Rockstar”, com participação do guitarrista do Queen, Brian May.

(Por Avril Ormsby)

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=J5tKSeSF8-w]

Fonte: www.reuters.com

No proximo sábado, 24 de março, mais um show do Classical Queen. Desta vez no  Blackmore Rock Bar II, com Bon Jovi Cover e a Old 80s tocando o melhor do rock dos anos 80!

Maiores informações: www.classicalqueen.com.br

 

Fonte: www.classicalqueen.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Blaze Bailey, Brian Johnson e Paul Rodgers: eles aceitaram o desafio de ocupar o lugar de ídolos. Foto: Divulgação/Getty Images
Blaze Bailey, Brian Johnson e Paul Rodgers: eles aceitaram o desafio de ocupar o lugar de ídolos

Durante 20 anos, Freddie Mercury liderou o Queen em uma das carreiras mais bem-sucedidas da história da música. No entanto, com sua morte, em 1991, a lendária banda britânica tomou a decisão de encerrar suas atividades – algo que só viria a mudar em 2003, quando anunciou o projeto Queen + Paul Rodgers, responsável pela primeira turnê do grupo desde a perda de seu protagonista.

Paul Rodgers - Em 2007, mais de uma década depois da morte de Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor decidiram trazer o Queen de volta à ativa, com Paul Rodgers nos vocais. Apresentando-se como Queen + Paul Rodgers, o projeto rendeu DVD e giro pelo mundo. Em 2012, a dupla anunciou nova turnê, desta vez com o cantor Adam Lambert, famoso por participar do reality American Idol, no posto; veja outros substitutos da música  Foto: Getty Images

Paul Rodgers – Em 2007, mais de uma década depois da morte de Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor decidiram trazer o Queen de volta à ativa, com Paul Rodgers nos vocais. Apresentando-se como Queen + Paul Rodgers, o projeto rendeu DVD e giro pelo mundo. Em 2012, a dupla anunciou nova turnê, desta vez com o cantor Adam Lambert, famoso por participar do reality American Idol, no posto

Brian Johnson - Bon Scott pode até ser considerado até hoje a verdadeira voz do AC/DC, mas são inegáveis as enormes mudanças ocorridas no grupo após sua morte, em 1980. Naquele ano, a banda anunciou rapidamente seu substituto e lançou aquele que segue sendo o album mais vendido do rock: Back in Black. Com sua voz única, o carismático e sorridente Brian Johnson acabou se tornando quase tão emblemático ao grupo australiano quanto o lendário guitarrista Angus Young  Foto: Getty Images

Brian Johnson – Bon Scott pode até ser considerado até hoje a verdadeira voz do AC/DC, mas são inegáveis as enormes mudanças ocorridas no grupo após sua morte, em 1980. Naquele ano, a banda anunciou rapidamente seu substituto e lançou aquele que segue sendo o album mais vendido do rock: Back in Black. Com sua voz única, o carismático e sorridente Brian Johnson acabou se tornando quase tão emblemático ao grupo australiano quanto o lendário guitarrista Angus Young

Ronnie James Dio - A saída de Ozzy do Black Sabbath, em 1978, deu à banda a voz que se tornou um dos maiores símbolos da história do metal. Com talento inversamente proporcional à altura, o baixinho Dio veio do Rainbow para fazer barulho frente ao quarteto, na que é por muitos considerada uma das melhores substituições do rock. Pouco antes de morrer, em 2010, ele voltou a se reunir com o grupo, adotando o nome Heaven and Hell, referência ao disco homônimo de 1980  Foto: Getty Images

Ronnie James Dio – A saída de Ozzy do Black Sabbath, em 1978, deu à banda a voz que se tornou um dos maiores símbolos da história do metal. Com talento inversamente proporcional à altura, o baixinho Dio veio do Rainbow para fazer barulho frente ao quarteto, na que é por muitos considerada uma das melhores substituições do rock. Pouco antes de morrer, em 2010, ele voltou a se reunir com o grupo, adotando o nome Heaven and Hell, referência ao disco homônimo de 1980

David Coverdale - Em 1973, o então desconhecido David Coverdale, que mais tarde viria a fundar o Whitesnake, se juntou ao Deep Purple, dividindo os vocais com o baixista Glenn Hughes. Burn, Stormbringer e Come Taste the Band são ainda considerados alguns dos trabalhos mais marcantes do quinteto, um dos mais importantes da história do hard rock britânico  Foto: Getty Images

David Coverdale – Em 1973, o então desconhecido David Coverdale, que mais tarde viria a fundar o Whitesnake, se juntou ao Deep Purple, dividindo os vocais com o baixista Glenn Hughes. Burn, Stormbringer e Come Taste the Band são ainda considerados alguns dos trabalhos mais marcantes do quinteto, um dos mais importantes da história do hard rock britânico

Sammy Hagar - A entrada de Sammy Hagar como substituto de David Lee Roth deu novo fôlego ao Van Halen. Já uma banda bem-sucedida na ocasião, em 1985, o cantor ajudou a banda a chegar pela primeira vez ao topo das paradas de sucesso americanas, com o disco 5150. Depois de gravar mais três discos, o vocalista deixou o quarteto. Gary Cherone entrou em seu lugar em fase de baixa do grupo, que trouxe Lee Roth de volta para uma reunião, em 2007  Foto: Getty Images

Sammy Hagar – A entrada de Sammy Hagar como substituto de David Lee Roth deu novo fôlego ao Van Halen. Já uma banda bem-sucedida na ocasião, em 1985, o cantor ajudou a banda a chegar pela primeira vez ao topo das paradas de sucesso americanas, com o disco 5150. Depois de gravar mais três discos, o vocalista deixou o quarteto. Gary Cherone entrou em seu lugar em fase de baixa do grupo, que trouxe Lee Roth de volta para uma reunião, em 2007

Blaze Bailey - Tudo bem, Bruce Dickinson também foi um substituto. Mas é difícil considerá-lo uma 2ª opção no Iron Maiden, pois foi com ele que a banda se tornou o que é hoje. Em 1993, no entanto, Bruce a deixou e foi substituído por Blaze Bailey, na que foi uma das mais criticadas mudanças do rock. Em sua última turnê, de Virtual XI, em 1998, o clima era tão ruim que o suplente sequer viajava junto com seus colegas e, pelas costas, era achincalhado por eles  Foto: Divulgação

Blaze Bailey – Tudo bem, Bruce Dickinson também foi um substituto. Mas é difícil considerá-lo uma 2ª opção no Iron Maiden, pois foi com ele que a banda se tornou o que é hoje. Em 1993, no entanto, Bruce a deixou e foi substituído por Blaze Bailey, na que foi uma das mais criticadas mudanças do rock. Em sua última turnê, de Virtual XI, em 1998, o clima era tão ruim que o suplente sequer viajava junto com seus colegas e, pelas costas, era achincalhado por eles

William DuVall - Durante muito tempo, o Alice in Chains permaneceu inativo. Curiosamente, a morte do vocalista Layne Staley por overdose, em 2002, parece ter mudado os rumos da banda. Dois anos depois da tragédia, os integrantes remanescentes do quarteto voltaram a tocar juntos e, finalmente, em 2007, confirmaram William DuVall como seu novo vocalista  Foto: Getty Images

William DuVall – Durante muito tempo, o Alice in Chains permaneceu inativo. Curiosamente, a morte do vocalista Layne Staley por overdose, em 2002, parece ter mudado os rumos da banda. Dois anos depois da tragédia, os integrantes remanescentes do qu

Phil Collins - Talvez o caso do Genesis seja um dos mais curiosos de substituições no mundo da música. Baterista da banda, Phil Collins assumiu os vocais quando Peter Gabriel decidiu deixá-la para seguir carreira solo. Com o tempo, ele levou o grupo a se consolidar como um dos nomes mais bem-sucedidos da história rock, com mais de 150 milhões de discos vendidos  Foto: Getty Images

Phil Collins – Talvez o caso do Genesis seja um dos mais curiosos de substituições no mundo da música. Baterista da banda, Phil Collins assumiu os vocais quando Peter Gabriel decidiu deixá-la para seguir carreira solo. Com o tempo, ele levou o grupo a se consolidar como um dos nomes mais bem-sucedidos da história rock, com mais de 150 milhões de discos vendidos

Tim Ripper Owens - A história de Tim Ripper Owens é tão curiosa que, em 2001, foi adaptada para os cinemas pelo longa Rock Star, estrelado por Mark Wahlberg e Jennifer Aniston. No entanto, as pressões mercadológicas fizeram com que a saga do cantor cover transformado em astro do rock com o Judas Priest caísse na mesmice de sempre: em 2003, Rob Halford, o Metal God, anunciava seu retorno ao grupo que o consagrou, dez anos após deixá-lo  Foto: Getty Images

Tim “Ripper” Owens – A história de Tim “Ripper” Owens é tão curiosa que, em 2001, foi adaptada para os cinemas pelo longa Rock Star, estrelado por Mark Wahlberg e Jennifer Aniston. No entanto, as pressões mercadológicas fizeram com que a saga do cantor cover transformado em astro do rock com o Judas Priest caísse na mesmice de sempre: em 2003, Rob Halford, o “Metal God”, anunciava seu retorno ao grupo que o consagrou, dez anos após deixá-lo

Andi Deris - Apesar de a saída de Michael Kiske ser até hoje alvo de contestações por parte de fãs do Helloween, é fato que, quando esta ocorreu, a banda se afastava a cada dia mais de suas raízes metaleiras. O cantor de hard rock Andi Deris o substituiu e, mesmo sendo infinitamente inferior a seu antecessor tecnicamente, fez com que o quinteto retornasse ao estilo que o consagrou, voltando a ser um nome respeitado no meio  Foto: Getty Images

Andi Deris – Apesar de a saída de Michael Kiske ser até hoje alvo de contestações por parte de fãs do Helloween, é fato que, quando esta ocorreu, a banda se afastava a cada dia mais de suas raízes metaleiras. O cantor de hard rock Andi Deris o substituiu e, mesmo sendo infinitamente inferior a seu antecessor tecnicamente, fez com que o quinteto retornasse ao estilo que o consagrou, voltando a ser um nome respeitado no meio

Jon Stevens - Apesar de o INXS só ter voltado a gravar um disco com J.D. Fortune nos vocais, em 2005, o primeiro substituto de Michael Hutchence na banda foi o cantor neozelandês Jon Stevens, que ficou no posto entre os anos de 2002 e 2004. Em 1997, morreu o cantor original do grupo, que, depois disso, permaneceu quase cinco anos fora de atividade  Foto: Getty Images

Jon Stevens – Apesar de o INXS só ter voltado a gravar um disco com J.D. Fortune nos vocais, em 2005, o primeiro substituto de Michael Hutchence na banda foi o cantor neozelandês Jon Stevens, que ficou no posto entre os anos de 2002 e 2004. Em 1997, morreu o cantor original do grupo, que, depois disso, permaneceu quase cinco anos fora de atividade

Michale Graves - Depois de batalhas judiciais com o vocalista original, Glenn Danzig, que deixou a banda em 1983, o Misfits voltou à ativa em 1995 com Michale Graves como cantor. A formação rendeu três discos, até ele abandonar o grupo, em 2000 - levando seu fundador, Jerry Only, a ocupar o posto desde então  Foto: Getty Images

Michale Graves – Depois de batalhas judiciais com o vocalista original, Glenn Danzig, que deixou a banda em 1983, o Misfits voltou à ativa em 1995 com Michale Graves como cantor. A formação rendeu três discos, até ele abandonar o grupo, em 2000 – levando seu fundador, Jerry Only, a ocupar o posto desde então

Steve Augeri - A saída definitiva de John Perry do comando do Journey, em 1998, parecia que iria marcar de vez o fim da banda. No entanto, o guitarrista Neal Schon e o baixista Ross Valory, da formação original, insistiram em manter o grupo norte-americano vivo, trazendo Steve Augeri para o posto de cantor. Em 2006, ele foi substituído por Jeff Scott Soto, que um ano depois deu lugar a Arnel Pineda nos vocais  Foto: Getty Images

Steve Augeri – A saída definitiva de John Perry do comando do Journey, em 1998, parecia que iria marcar de vez o fim da banda. No entanto, o guitarrista Neal Schon e o baixista Ross Valory, da formação original, insistiram em manter o grupo norte-americano vivo, trazendo Steve Augeri para o posto de cantor. Em 2006, ele foi substituído por Jeff Scott Soto, que um ano depois deu lugar a Arnel Pineda nos vocais

John Corabi - Apesar da qualidade vocal e da habilidade para escrever canções, John Corabi fracassou em sua curta passagem pelo Mötley Crüe, no qual substituiu Vince Neil entre os anos de 1992 e 1997. O fiasco nas vendagens de Mötley Crüe, de 1994, e a posterior baixa aceitação dos fãs durante a turnê, fez os norte-americanos voltarem atrás e trazerem o vocalista que os consagrou de volta ao barco  Foto: Getty Images

John Corabi – Apesar da qualidade vocal e da habilidade para escrever canções, John Corabi fracassou em sua curta passagem pelo Mötley Crüe, no qual substituiu Vince Neil entre os anos de 1992 e 1997. O fiasco nas vendagens de Mötley Crüe, de 1994, e a posterior baixa aceitação dos fãs durante a turnê, fez os norte-americanos voltarem atrás e trazerem o vocalista que os consagrou de volta ao barco

Anette Olzon - Poucos dias depois de se apresentar em São Paulo como uma das atrações principais do extinto festival Live and Louder, em 2007, o Nightwish expulsou Tarja Turunen do posto de vocalista da banda. A sueca Annete Olson, sua substituta, foi escolhida após uma série de testes realizados pelo quinteto, o grande responsável por introduzir vocais femininos líricos com sucesso no heavy metal   Foto: Getty Images

Anette Olzon – Poucos dias depois de se apresentar em São Paulo como uma das atrações principais do extinto festival Live and Louder, em 2007, o Nightwish expulsou Tarja Turunen do posto de vocalista da banda. A sueca Annete Olson, sua substituta, foi escolhida após uma série de testes realizados pelo quinteto, o grande responsável por introduzir vocais femininos líricos com sucesso no heavy metal

 

Johnny Solinger – Depois de uma apresentação marcada por garr

Johnny Solinger - Depois de uma apresentação marcada por garrafas voadoras e vaias, realizada na edição brasileira do festival Monsters of Rock, em 1996, Sebastian Bach foi expulso do Skid Row. Fisicamente bastante parecido com o vocalista original, Johnny Solinger foi recrutado para substituí-lo - o que faz até hoje apesar da irrelevância cada vez maior do grupo no meio do hard rock norte-americano  Foto: Getty Images

afas voadoras e vaias, realizada na edição brasileira do festival Monsters of Rock, em 1996, Sebastian Bach foi expulso do Skid Row. Fisicamente bastante parecido com o vocalista original, Johnny Solinger foi recrutado para substituí-lo – o que faz até hoje apesar da irrelevância cada vez maior do grupo no meio do hard rock norte-americano

Digão - Quando Rodolfo abandonou o Raimundos em 2001, a solução encontrada pela banda foi semelhante à tomada pelo Genesis para substituir Peter Gabriel: colocar um de seus integrantes para assumir os vocais. O desafio coube ao guitarrista Digão, que em 2009 passou o posto para Tico Santa Cruz, reassumindo-o na sequência, no ano seguinte  Foto: Renato Beolch/Terra

Digão – Quando Rodolfo abandonou o Raimundos em 2001, a solução encontrada pela banda foi semelhante à tomada pelo Genesis para substituir Peter Gabriel: colocar um de seus integrantes para assumir os vocais. O desafio coube ao guitarrista Digão, que em 2009 passou o posto para Tico Santa Cruz, reassumindo-o na sequência, no ano seguinte

Derrick Green - A demissão da mulher de Max Cavalera, Gloria Bujnowski, do posto de empresária do Sepultura levou o vocalista a abandonar a banda, em 1997. Para seu lugar foi chamado o norte-americano Derrick Green. Contudo, apesar de sua superioridade como cantor, o enfraquecimento do quarteto ficou notório por ter perdido sua grande referência no palco - fato recrudescido com a saída do baterista Igor Cavalera, em 2006  Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Derrick Green – A demissão da mulher de Max Cavalera, Gloria Bujnowski, do posto de empresária do Sepultura levou o vocalista a abandonar a banda, em 1997. Para seu lugar foi chamado o norte-americano Derrick Green. Contudo, apesar de sua superioridade como cantor, o enfraquecimento do quarteto ficou notório por ter perdido sua grande referência no palco – fato recrudescido com a saída do baterista Igor Cavalera, em 2006

Zélia Duncan - Passaram-se quase 25 anos até que Os Mutantes finalmente resolvessem substituir Rita Lee nos vocais do grupo. Em 2006, Sérgio Dias e Arnaldo Baptista se uniram a Zélia Duncan para uma turnê, que rendeu o disco Mutantes Ao Vivo - Barbican Theatre, Londres. A formação, no entanto, não durou, com a cantora abandonando o projeto no ano seguinte  Foto: Getty Images

Zélia Duncan – Passaram-se quase 25 anos até que Os Mutantes finalmente resolvessem substituir Rita Lee nos vocais do grupo. Em 2006, Sérgio Dias e Arnaldo Baptista se uniram a Zélia Duncan para uma turnê, que rendeu o disco Mutantes Ao Vivo – Barbican Theatre, Londres. A formação, no entanto, não durou, com a cantora abandonando o projeto no ano seguinte

Edu Falaschi - Em 1999, quando lançou o disco Fireworks, o Angra era o grande representante do metal melódico nacional, com André Matos nos vocais. No ano seguinte, no entanto, devido a problemas com empresários, o quinteto se separou e trouxe Edu Falaschi para o posto. A passagem durou mais de uma década, rendeu 3 discos de estúdio, mas foi encerrada no ano passado, quando o cantor foi achincalhado depois do show do grupo no Rock in Rio devido a limitações vocais  Foto: Getty Images

Edu Falaschi – Em 1999, quando lançou o disco Fireworks, o Angra era o grande representante do metal melódico nacional, com André Matos nos vocais. No ano seguinte, no entanto, devido a problemas com empresários, o quinteto se separou e trouxe Edu Falaschi para o posto. A passagem durou mais de uma década, rendeu 3 discos de estúdio, mas foi encerrada no ano passado, quando o cantor foi achincalhado depois do show do grupo no Rock in Rio devido a limitações vocais

 

Fonte: www.terra.com.br


Freddie Mercury

Freddie Mercury foi consagrado nos anos 1970 como vocalista do Queen, mas continua fazendo inveja a muitos astros quando o assunto é popularidade. Tanto que seu nome aparece na lista dos 100 maiores cantores de todos os tempos da revista Rolling Stone e foi um dos assuntos mais comentados do twitter no dia 24 de novembro. Essa é a data da morte do cantor, que deixou o mundo com bem menos graça há 20 anos.

Freddie Mercury: vídeos dos momentos marcantes da carreira do cantor


Nessa compilação de vídeos feita pela Revista Super Interessante, você confere alguns dos momentos mais marcantes da carreira dele.

Bohemian Rhapsody (1975)


Em 1975, o Queen já era conhecido por sucessos como Killer e admirado pelos entendidos de música. Mas foi o quarto álbum do grupo, “A night at the opera”, que consagrou a banda de uma maneira definitiva. O maior sucesso do disco é, justamente, Bohemian Rhapsody.

I want to break free (1984)


Apesar da bissexualidade de Freddie Mercury ser bastante conhecida, a música “I want to break free” foi escrita pelo baixista John Deacon para falar sobre a liberação feminina. E só. Mesmo assim, o clipe imortalizou a imagem de Freddie com uniforme de empregada doméstica e o bigode que ele passou a
usar nos anos 80.

Apresentação ao vivo no Live Aid (1985)


O Live Aid, realizados em 1985, foi um dos primeiro grandes festivais a reunir artistas por uma causa nobre. O objetivo era arrecadar dinheiro para erradicar a fome no norte da África e cada banda tinha direito a 20 minutos de apresentação. Como o vídeo deixa claro, foi tempo suficiente para que a
performance do Queen ganhasse da Rádio BBC de Londres o título de melhor apresentação ao vivo de todos os tempos.

The Great Pretender (1987)


Esse hit foi gravado em 1955 pelo grupo The Platters, mas só chegou ao top 5 das paradas de sucesso britânicas cerca de 30 anos depois. O motivo é bem simples: foi quando Freddie Mercury apresentou sua versão da música, que segundo ele resumia um pouco de sua carreira nos palcos. Vale a pena
conferir.

Google Doodle (2011)


Pois é, já chegamos em 2011. Foi este ano que o google decidiu homenagear Freddie Mercury em um Doodle especial no aniversário de seu nascimento. O vídeo traz a canção “Don’t stop me now”, lançada em 1979. Enquanto isso, a animação mostra imagens de toda a carreira do artista em desenho.

Homenagem a Freddie Mercury é destaque dos teatros em Buenos Aires

O dançarino argentino Hernán Piquín na pele de Freddie Mercury
O dançarino argentino Hernán Piquín na pele de Freddie Mercury

 

BUENOS AIRES – Uma homenagem a Freddie Mercury é um dos grandes sucessos deste verão. O dançarino argentino Hernán Piquín é a grande estrela de “Freddie”, um espetáculo sobre a vida e obra do lendário líder do Queen. O show inclui no repertório grandes sucessos da banda, como “We are the champions”, “Somebody to love”, “Bohemian rhapsody”, “We will rock you” e “Radio ga ga”. Quem viu recomenda. Em cartaz no teatro Astros, Avenida Corrientes 746, às quintas-feiras (21h), às sextas (21h30m), aos sábados (20h e 23h) e aos domingos (20h). Telefone para outras informações: 4325-9991.

 

 

 

 

Fonte: http://oglobo.globo.com
Dica de: Roberto Mercuty