Na batida de We Will Rock You, nova propaganda anuncia o novo sabão OMO!!
Fonte: www.youtube.com/omobrasil
Dica de: Roberto Mercury
Na batida de We Will Rock You, nova propaganda anuncia o novo sabão OMO!!
Fonte: www.youtube.com/omobrasil
Dica de: Roberto Mercury

O Guitarrista da banda Queen, disse que gostaria de estar no AC/DC, mas acha que não tem “Tamanho e forma” para a banda.
O guitarrista admira os australianos, e disse que adoraria se juntar a eles se seu próprio grupo não tivesse existido. O músico de 64 anos, chegou a desafiar estar em uma banda que é o oposto do Queen, originalmente dirigida pelo falecido Freddie Mercury.
“Eu provavelmente teria gostado de estar no AC/DC. Mas eu sou o tipo errado de tamanho e forma, infelizmente “, disse Brian para o jornal britânico “The Independent”.
“Porque é diferente do Queen. O Queen foi muito eclético – essa é a palavra não é? – e nós apenas andamos sobre todos os limites que existiam, mas o AC/DC está em um sentido oposto. Eles sabem o seu estilo e é incrivelmente puro e eu tenho um grande respeito por isso. Cada nota que eles tocam é completamente AC/DC”
Brian é conhecido por seu distintivo timbre assim como pelo fato de ter construído (com seu pai) sua própria guitarra, chamada de Red Special. Ele também escreveu várias músicas famosas da banda como “We Will Rock You”, “Tie Your Mother Down”, “The Show Must Go On” “Who Wants to Live Forever” e “I Want It All”.
Fonte: www.falandoderock.com
Dica de: Roberto Mercury
Bom, não são poucos os shows históricos que o Queen estava presente… mas esse tem algo de especial, como pode um show ser tão pequeno e ao mesmo tempo tão histórico?
Pois então, como dito no Days Of Our Lives, documentário do Queen, a banda andava meio por baixo em 1984. Depois do sucesso estrondoso do The Game (1980), mas os fiascos do Flash Gordon OST (1980) e Hot Space (1982 – não é um disco ruim ao vivo, mas foi mal produzido) EM SEQUÊNCIA, o Queen resolveu dar um tempo. Nessa época surgiram alguns discos solo de Roger Taylor, o Star Fleet Project, de Brian May e
Eddie Van Halen, e o Mr. Bad Guy, do Freddie Mercury. Em 1984 a banda resolveu voltar pra estúdio pra ver o que dava. Constantes brigas e várias “saídas da banda” pelos 4 membros. O Queen parecia cada vez mais perto do fim. Com apenas um sucesso recente (Radio Gaga – single lançado antes do The Works em si), andava fazendo alguns shows, inclusive um em playback (festival de Sanremo – porém contra a vontade da banda), surge a oportunidade de alavancar as vendas do disco – agora já lançado – e voltar pros holofotes: duas datas no Rock In Rio e um show no Live Aid.
E o Queen aproveitou bem essas duas oportunidades. A primeira entrou pra história do festival brasileiro, já
a segunda… é considerada simplesmente a maior performance da história do Rock. E faz jus a essa definição: Queen tocando muito como sempre, sem os limitadores de som que tinha pras outras bandas, e com Freddie Mercury fazendo TODOS os agudos das músicas do The Works (exceto Hammer To Fall, mas ele nunca fez exatamente igual ao vivo). Após o show mesmo, Freddie Mercury e Brian May ainda retornariam para um dos números do fechamento do festival, tocando Is This The World We Created…?
Enfim, show absolutamente histórico, vale a pena conferir.
Fonte: http://natadorock.blogspot.com.br
Dica de: Roberto Mercury

ISBN: 9788579271823.
Queen Nos Bastidores
Autor: HINCE, PETER.
Editora: Prumo.
Sinopse: Imagine como seria conviver com uma das maiores bandas de rock da história, em turnês pelos quatro cantos do mundo, com acesso VIP a alguns dos maiores e melhores palcos do planeta. Peter Hince não precisou imaginar. Durante mais de uma década, ele viveu uma história com a qual as pessoas apenas sonham, trabalhando para o Queen como chefe da equipe técnica da banda. Ele era responsável por garantir que todas as performances do artista ocorressem sem falhas e também participava das festas regadas a sexo, drogas e muito rock ‘n’ roll. Muitos livros já foram escritos sobre Queen e Freddie Mercury, mas este é o primeiro relato de alguém que tinha livre acesso a tudo o que acontecia atrás dos palcos e das câmeras. Repleto de fotografias exclusivas do próprio autor, este livro perspicaz e tocante é uma verdadeira fonte de entretenimento e informação. Leitura obrigatória para qualquer fã de música.
| ISBN | 9788579271823 |
| Gênero | Artes |
| Seção | Fotografia |
| Editora | Prumo |
| Título Original | Livro – Queen – Nos Bastidores |
| Autor | Peter Hince |
| País de Origem | Brasil |
| Idioma | Português |
| Ano de Lançamento | 2012 |
| Ano / Edição | 2012 |
| Número de Páginas | 296 |
| Acabamento | Brochura |
| Altura | 23 cm |
| Largura | 16 cm |
| Comprimento | 3 cm |
| Peso | 360 g |
Preço a partir de R$ 30.00 reais
Fonte: www.boaviagemdistribuidora.com.br | www.citylar.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Abrimos esta seção para que os fãs possam expor seus depoimentos em relação a banda. Um show, um encontro de fãs, uma viagem relacinada a banda… etc..
Apenas cinco mil unidades do Queen Orb Gift Box estão disponíveis no mercado
Depois da maçã USB dos Beatles, é a vez de outra banda britânica, o Queen do saudoso Freddie Mercury, ganhar uma “caixa” num formato da nova era.
Quem nunca cantarolou canções como We Will Rock You ou We Are The Champions? Para os fãs do bom e velho rock n´roll essas canções são consideradas clássicas e a banda responsável por esses sucessos, o Queen, já está completando 40 anos de existência. E que tal ter um box especial com todos os álbuns da banda remasterizados?
O box, intitulado Queen Orb Gift Box, vai além de um simples kit com alguns CDs e DVDs e os fãs da banda poderão ter uma experiência de música digital inédita.
De acordo com o Technabob, a caixa vem com um globo de ouro, como se fosse a parte de um cetro de uma rainha de verdade e também um pingente da banda. Mas o mais interessante é que o globo se transforma em um pen drive quando aberto.
E dentro do pen drive, os usuários encontrarão os 15 discos de estúdio do Queen remasterizados, disponíveis nos formatos MP3 320 Kbps e no wave 24 bits 44.1 kHz.
Segundo o Everything USB, os fãs ainda terão acesso a uma galeria de imagens digital da banda.
Apenas cinco mil unidades do Queen Orb Gift Box estarão disponíveis no mercado e cada caixa poderá ser adquirida por aproximadamente US$ 350.
Fonte: www.yahoo.com.br
A NME anunciou ontem (21 de março) que está lançando uma nova pesquisa para eleger o “‘NME’s Ultimate Icon” (ícone final da música dos últimos 60 anos). E a decisão será inteiamente feita por você!!
A lista possui 60 músicos, incluindo Elvis Presley, Kurt Cobain, Strummer Joe, Madonna, Alex Turner, Morrissey, Noel Gallagher, Bjork, Patti Smith, Matt Bellamy e mais de 50 outros (incluindo Freddie Mercury).
Fonte: www.brianmay.com
No dia 22 de Março de 1984; Freddie Mercury, John Deacon, Brian May e Roger Taylor estavam vestidos de mulher, gravando um dos melhores videoclipes da história, “I Want to Break Free”. A imagem do Freddie de vestido e bigode com um aspirado de pó está na memória da maioria das pessoas que cresceram vendo MTV. Já a imagem de Freddie dançando de colete de vaquinha, fazendo uma coreografia afetada no meio de uma cortina de fumaça, essa todo mundo esquece… Ainda bem que o Baú MTV1 está aí para refrescar a sua memória.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Vng-lF2Ftl4]
Fonte: www.mtv.com.br
Nothing But Thieves, é uma banda composta por jovens músicos, e está fazendo sucesso com sua versão para a canção The Show Must Go On, do Queen.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=BBO041VsxW0]
A banda é composta por:
Conor Mason – Vocais, guitarra, teclados
Joe Langridge-Brown – guitarra, teclados, vocal de apoio
Dom Craik – guitarra, teclados, vocal de apoio
Dave Dickinson – Bateria e Percussão
—————————————————————————————————————–
Fonte: www.brianmay.com
Dica de: Roberto Mercury
QUEEN TRIBUTO MAGIC ROCKIN e Abertura PLAFT ROCK de SP
![]() | TOCA DO REI 2ª VEZ EM JUNDIAÍ!!! Site da Banda Ingresso único: R$ 10,00
Fonte: http://www.facebook.com/events/299493770071952 |
Na semana passada, a atriz Gillian Anderson, casada com Mark Griffiths e mãe de três filhos, contou à revista voltada para o público gay Out detalhes de sua vida sexual nunca antes assumidos publicamente. Conhecida por sua atuação na série Arquivo X, ela afirmou ter tido um longo relacionamento com uma garota quando estava no colégio, apesar de nunca ter deixado de gostar também de homens.
Pensando neste tema, o Terra preparou um especial com mais de 30 nomes da dramaturgia e da música que assumiram ser bi ou homossexuais. Na lista, músicos como Freddie Mercury, Michael Stipe (R.E.M.), Rob Halford (Judas Priest) e Lance Bass (N´Sync), e atores como Marco Nanini, Neil Patrick Harris, Jodie Foster e Cynthia Nixon (Sex and the City).

Desde o início da carreira, Freddie Mercury, o lendário vocalista do Queen, foi aberto em relação à sua condição sexual. Portador do vírus HIV, o cantor morreu no dia 24 de novembro de 1991 na casa onde vivia com seu companheiro de longa data, Jim Hutton
Para ver a lista completa Clique Aqui
Fonte: www.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Jatinhos, mansões e casamentos. O site Terra divulgou hoje um apanhado de extravagâncias de músicos brasileiros e internacionais, que gastaram milhões em itens, digamos, pouco convencionais ou acessível a nós, reles mortais. Confira:

Gusttavo Lima, cantor do hit ‘Balada Boa’, mostrou no Twitter que o sucesso vem rendendo bons frutos. Em seu perfil no microblog, o mineiro publicou uma foto de seu jatinho personalizado, que costuma usar para as viagens de seus compromissos
O Iron Maiden viaja pelo mundo a bordo de seu Boeing 757, batizado como “Ed Force One”. O avião foi totalmente redecorado e customizado para a banda e transporta os músicos, a equipe e mais de 10 toneladas de equipamento

A cantora Pink contratou 70 músicos para tocarem no funeral de seu cão, um buldogue chamado Elvis. A orquestra só interpretou músicas do rei do rock
O vocalista do Queen, Freddie Mercury, organizou uma festa pra lá de inusitada no lançamento do disco ‘Jazz’, de 1978. A festa contava com anões hermafroditas, servindo cocaína completamente nus, e dançarinas da ilha de Samoa, fumando cigarro pela vagina

A casa em que a cantora Britney Spears mora, na Califórnia, custa aproximadamente R$ 16 milhões. Mas o detalhe é que a propriedade não é sua: Britney desembolsa US$ 25 mil por mês só para pagar o aluguel

Justin Bieber é dono de um Cadillac CTS inspirado no “Batmóvel”. O veículo do cantor teen é personalizado, tem a inscrição “JB” no painel lateral, o símbolo do Batman na dianteira e na traseira do carro e também a inscrição “Batmóvel”

Michael Jackson tinha um zoológico e um parque de diversões dentro do rancho de Neverland, onde passou boa parte de sua vida. A propriedade foi comprada por uma imobiliária americana por mais de US$ 25 milhões

Quando ainda eram casados, Katy Perry quis agradar o agora ex-marido, Russell Brand, e o presenteou com um carro Bentley Brooklands, avaliado em US$ 300 mil
Logo após dar à luz Marcelo, que hoje tem 2 anos, Ivete Sangalo comprou um jatinho, modelo Citation Excel, avaliado em US$ 10 milhões

Não satisfeita com os 10 quartos, duas piscinas, uma adega, quadras de tênis, sala de jogos e centro multimídia de sua mansão em Surrey, na Inglaterra, Adele quer mais: a cantora decidiu construir um heliponto na propriedade para facilitar seus deslocamentos

A cantora Liza Minelli e o produtor David Gest se casaram em 2002, em Manhattan. A cerimônia custou R$ 6,8 milhões. Dentre os 850 convidados, estavam o astro pop Michael Jackson e a atriz Elizabeth Taylor. O divórcio aconteceu um ano depoisa
Fonte: www.gaz.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Europop
Sexta – 23/mar – 23:30h
A nova edição da pista mais europeia dos pampas dá um salve a rainha, a inglaterra, aos mustaches, a música boa e ao freddie mercury! Pq ao falar da europa não podemos esquecer da monarquia! E para entrar bemmm no clima do velho continente tem rodadas a noite toda do mágico drink EARL GREY VODCA MARTINI, que deixou muita gente libidinosa na ultima edição.
No som o melhor do POP inglês, sueco, espanhol, britânico… de QUEEN a JESSIE J, de FLORENCE a SPICE GIRLS!
A Retro Fashion ainda vai presentear o povo com camisetas estampas com ícones europeus: Rolling Stones, Amy Wnehouse ou David Bowye. A escolha é do vencedor!!
Faz o Freddie, leva teu moustache e te joga ao som do que é feito por lá e tb do que bomba nas pistas da EUROPA!
Line UP: Pig (Lez Girls), Vitor X (Ipanema FM), Julia Franz (Dead Disco), Pablo Nob (Fantastika)
R$ 20,00, na hora
R$ 15,00, na lista
Av Goethe, 141
Porto Alegre, Brazil 90430-100
Maiores informações: www.astroclub.com.br
Fonte: www.astroclub.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Cover da Banda Queen produzido no Estúdio BYZ Brasil

Neste vídeo foram gravados 54 canais de Voz para o coro !
| Equipamentos usados (Gear): Guitarra (Guitar): Bateria (Drums): Baixo (Bass): Teclado (Keyboard): | [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=IOob5tTsxVo] |
O vídeo é dedicado a Marco Aurélio Bertozzi, Sandra Zanetti Bertozzi, Edmir Frutuoso, Sandra Januario, Fátima Zanetti Munhoz Correa e José Carlos Munhoz Correa.
Dica de: Roberto Mercury
![]() | Com uma seleção de alguns dos maiores hits desse maravilhoso grupo(Queen, o duo H2! e sua equipe, mais uma vez, convida a todos para vivenciar um momento único. Serviço: |
Abaixo vídeo com Bohemian Rhapsody
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=RbPtxokRzBM]
Maiores informações: Gambalaia – Espaço De Artes E Convivência no Facebook
Fonte / link no Facebook: http://www.facebook.com/events/138059332986412/
Dica de: Roberto Mercury
Se tivesse que apresentar a um alienígena a música feita pelos habitantes do planeta Terra, Fito Paez listaria canções do brasileiro Chico Buarque, do francês Jacques Brel, do norte-americano Marvin Gaye, do britânico Freddie Mercury, do italiano Giuseppe Verdi, do cubano Pablo Milanés, do espanhol Juan Manuel Serrat e do conterrâneo Charly Garcia, entre outros. Pensando nessa possibilidade, ele fez o álbum Canciones para aliens, lançado agora no Brasil.
No disco, o artista argentino deixa de lado a porção de autor para recriar, em versões em espanhol, músicas que, ele afirma, estão gravadas em sua memória sentimental. “A ideia de Canciones para aliens surgiu depois de eu gravar uma versão de Esta tarde vi llover, de Armando Manzanero, com Leo Sujatovich, produtor do álbum. Ocorreu-me que podíamos fazer uma série de gravações para enviar ao espaço, como uma mensagem em uma garrafa, para que alguém as escutasse em algum lugar recôndito do universo”, contou Paez.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=HOKyrdGQ6YY]
Fonte: www.correiobraziliense.com.br
Dica de: Roberto Mercury
RIO – A Creedence Clearwater Revisited se apresenta domingo no Citibank Hall, no Rio. Os mais desavisados podem achar que se trata da banda que estourou nos anos 1960 com hits como “Have you ever seen the rain?”. Não é. Com uma mudança no nome que para alguns passa despercebida, Stu Cook e Doug Clifford, respectivamente o baixista e o baterista originais do Creedence Clearwater Revival, estão na estrada desde 1995, numa espécie de tributo ao grupo. Mas a nova formação não conta com John Fogerty, que é o dono da voz marcante e o compositor dos maiores sucessos da banda. Coincidência ou não, o anúncio da banda na página da casa de shows traz apenas o nome Creedence Clearwater. Não é um caso isolado na música pop. Várias outras bandas famosas voltaram à ativa sem a presença de integrantes importantes, dividindo a opinião dos fãs. Veja abaixo.
BeatlesAté mesmo os Beatles seguiram por um período sem um de seus integrantes originais. Em 1964, em meio à sequência de shows que o grupo vinha fazendo, Ringo Starr sofreu uma grave infecção de garganta. Para evitar que os compromissos fossem descumpridos, os outros três integrantes tiveram que aceitar um substituto. O sortudo foi Jimmy Nicol (ele está na foto da direita), que tinha apenas 24 anos e viveu a experiência de ser um beatle por um breve período. A passagem do músico acabou mais tarde resultando no título de uma canção do disco “Sgt Peppers”, “Getting Better”. Sempre que perguntavam para Nicol como ele estava se sentindo, ele respondia: melhor a cada instante.
The Doors Em 2002, os ex-membros do The Doors Ray Manzarek (é ele na foto da direita) e Robby Krieger recrutaram o vocalista do The Cult, Ian Astbury, e saíram em turnê como The Doors of the 21st Century. O baterista original do grupo, John Densmore, não gostou da história e entrou com um processo judicial para impedir que o nome fosse usado. Com o apoio família de Morrison, ele acabou ganhando o processo, e seus ex-companheiros de banda tiveram de mudar o nome do projeto para “Riders on the Storm”. Atualmente, depois de várias mudanças no nome e na formação, o grupo segue batizado como “Manzarek, Krieger”, e tem Dave Brock, ex-vocalista de uma banda tributo ao Doors, nos vocais.
Lynyrd Skynyrd O grupo americano Lynyrd Skynyrd, famoso por hits como “Free Bird” e “Sweet Home Alabama”, teve um fim trágico no auge, em 1977, depois que o vocalista e compositor Ronnie Van Zant e outros membros morreram num acidente aéreo. Então, dez anos depois, integrantes remanescentes resolveram reativar a banda. Para a vaga deixada por Ronnie, eles chamaram Johnny Van Zant, seu irmão mais novo. O grupo teve algumas mudanças em sua formação e continua em atividade até hoje. No ano passado, foi uma das atrações do Festival SWU, em Paulínia.
Thin Lizzy O grupo irlandês Thin Lizzy teve inúmeras formações durante os anos 70 e 80, mas sempre com a liderança do baixista e vocalista Phil Lynott, que morreu em 1986 por complicações de saúde causadas pelo uso contínuo de drogas. Em 1996, o guitarrista John Sykes, que participou da fase mas pesada da banda, resolveu reativá-la para fazer uma homenagem à vida e à obra de Lynott. Desde então, não pararam mais. Sykes abandonou o projeto em 2010, e, para seu lugar entraram o guitarrista Vivian Campbell e o vocalista Ricky Warwick.
Queen O Queen resolveu ir em frente mesmo sem Freddie Mercury e John Deacon. Em 2005, Brian May e Roger Taylor saíram em turnê com o vocalista Paul Rodgers. Para não parecer que estavam substituindo Mercury, batizaram o projeto de Queen + Paul Rodgers. O projeto rendeu um CD com inéditas, “The cosmos rocks”, e, quando parecia que ia deslanchar de vez, Paul Rodgers se demitiu para voltar ao Bad Company. Em fevereiro, o grupo anunciou que voltará, com Adam Lambert – segundo colocado da edição 2009 do “American Idol” – nos vocais. A primeira apresentação da Queen + Adam Lambert será no festival britânico Sonisphere, em julho, em Knebworth.
Fonte: www.yahoo.com.br
A password will be e-mailed to you.
Outro dia, dando uma zapeada na web, deparei-me com uma notícia espantosa. Uma publicação britânica organizara uma eleição para escolher o melhor vocalista de rock de todos os tempos. Para minha surpresa, ganhara Liam Gallagher, ex-vocalista do Oasis, grupo anteriormente liderado por ele por seu irmão, Noel.
Santa ignorância, mas quem organiza um pleito assim não pode esperar lá muita coisa. Quando a Fifa fez o mesmo para escolher o melhor jogador da história, deu Maradona na cabeça, com Pelé em segundo lugar.
Se coisas desse tipo surpreendem de um lado, não chegam a espantar de outro. Como quase todas as eleições são realizadas pela Internet, quem é mais jovem e não viveu os tempos passados tende a supervalorizar os ídolos recentes, em detrimento dos ícones do passado.
No caso, dava pra fazer uma lista inteira de vocalistas melhores e, principalmente, com mais presença de palco do que Liam Gallagher: Robert Plant (Led Zeppelin), Joey Ramone (Ramones), Mick Jagger (Rolling Stones), Pete Townshend (The Who), só pra ficar nos que me vieram à cabeça agora.
Mas, se eu tivesse de escolher somente um, não teria dúvidas: cravaria Freddie Mercury.
Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, nasceu no Zanzibar, à época uma possessão britânica. Jovem, foi de mala e cuia para a metrópole inglesa, e começou a se descobrir. Literalmente.
Corajoso, assumiu sua condição bissexual sem pestanejar, mesmo sabendo do preconceito de que certamente seria vítima no futuro. Estudou e graduou-se designer com méritos na Ealing Art College. Mas o centro do palco era seu destino.
Reunido com mais dois colegas de turma, Brian May (guitarra) e Roger Taylor (bateria), Freddie chamou um baixista (John Deacon) e deu início a uma banda de rock diferente de tudo que se vira até então. Nascia então o Queen.
Com um visual claramente irônico, Freddie vestia-se como “machão” no palco: jaquetas de couro, chapéu de polícia, calças escuras e, é claro, o indefectível bigode proeminente. Provavelmente, Freddie queria demonstrar, com seus trejeitos, o quão ridículo era o preconceito contra os bi e os homossexuais. Para sua glória suprema, seu visual acabou resultando na associação da figura do “machão” ao de uma “bicha enrustida”. Daí figuras caricatas, como Pit Bicha e afins, claramente inspiradas no figurino de Mercury nos palcos.
A despeito do visual, ou, talvez, por causa mesmo do visual, Freddie tinha uma presença de palco absurda. Sem ele, parecia só um amontoado de estruturas, luzes e caixas de som. Com ele, parecia que aquele espaço tinha sido dominado por algum tipo de entidade, capaz de hipnotizar o público e fazê-lo entoar cada letra de uma canção. Freddie Mercury era, por assim dizer (e com trocadilho, por favor), a “Rainha” dos palcos. Nunca antes e – nunca depois -algum vocalista conseguiu uma interação tão profunda com a platéia. Ou quem mais seria capz de reger um coral de 500 mil pessoas no Rock in Rio I, a cantar Love of my life?
A bissexualidade, entretanto, cobrou um preço alto. Mercury contraiu AIDS e morreria ainda muito jovem, aos 45 anos, em 1991. Para o palco, ficou o vazio. Para o coração dos fãs, ficou a saudade. E, para os jovens de hoje e de amanhã, ficaram as músicas e a mensagem que elas trazem.
Uma sugestão para lembrar que percorrer o passado é sempre uma experiência engrandecedora.