Embora o cantor e compostior americano Adam Lambert tenha recentemente desmentido os rumores sobre uma próxima turnê com o Queen, todos os fãs da banda desconfiavam que algo estava acontecendo. E esse “algo” acabou de ser confirmado como umas das atrações principais do festival de música Sonisphere, no Reino Unido, que acontecerá nos dias 6-8 julho em Knebworth. A banda será a atração principal do segundo dia de Sonisphere, se apresentando no palco APOLLO no sábado, 7 de julho. Brian May e Roger Taylor, para este concerto único e especial, serão acompanhados por Adam Lambert.

Knebworth é um lugar histórico para o Queen e seus fãs, já que foi palco, em agosto de 1986, da última performance do grupo ao vivo com Freddie Mercury , antes de sua morte.


“A julgar pela minha caixa de entrada do meu e-mail , esta decisão vai fazer um monte de gente muito feliz. É um desafio digno para nós, e tenho certeza que Adam se reuniria com a aprovação de Freddie! E que lugar melhor para revisitar, e caminhar nesses caminhos emocionais do que Knebworth?”

Disse Brian em um comunicado. Lambert acrescentou:

Eu estou completamente impressionado com o fenômeno Queen. A idéia de dividir o palco para uma apresentação completa é tão lindamente surreal. Estou honrado em ser capaz de pagar meus respeitos à memória de Freddie. Ele é um herói pessoal meu e eu sou profundamente grato pela oportunidade de cantar músicas tão poderosas para os fãs desta banda lendária. Eu sei que a noite será um grande marco para mim, e com o apoio de Brian, Roger e do resto da banda, eu sei que a magia vai estar em exibição.

Roger, emocionado, disse:

Eu me lembro de Knebworth como sendo o show mais incrível, com o público mais incrível e o som no palco era totalmente perfeito Era a última apresentação em frente a uma platéia ao vivo para Freddie. Será um verdadeiro desafio para completar o círculo, voltando com Adam.

Bilhetes à venda para público à partir de quinta-feira, 23 de fevereiro, às 9:00 (horário da Inglaterra) em http://www.sonispherefestivals.com / 0844 871 8803 ao preço de £ 145 por um ingresso pelo fim de semana (£ 180 com 4 dias de camping; £170 com 3 dias de camping), com um número muito limitado de bilhetes disponíveis para apenas um dia por 75 libras. A relação entre Lambert e o Queen começou na final do American Idol 2009 e ganhou força quando eles tocaram juntos no MTV European Music Awards, onde a banda ganhou seu prêmio de Ícone Global. Kiss e Faith No More serão, respectivamente, as atrações principais nos outros dois dias do festival.



A organização do festival itinerante SONISPHERE «direção essa que assumidamente estuda uma data no Brasil no futuro» anunciou a lineup final da edição britânica de 2012, e dentre as mais de 20 bandas confirmadas, KISS, FAITH NO MORE e QUEEN fecham as três noites.

O Kiss  volta ao Reino Unido para seu único show em festival na Europa nesse ano, com os ícones do Metal alternativo Faith No More fazendo o único show na Inglaterra nessa tour, e os seminais roqueiros do Queen  – com o vocalista Adam Lambert – fazendo sua única aparição em festivais no mundo todo esse ano.

Entre os demais artistas confirmados, também estão o ‘god of fuck’ em pessoa, MARILYN MANSON, o REFUSED reunido, o MASTODON, THE DARKNESS e os monstros do GOJIRA.

O Sonisphere ocorre de 6 a 8 de julho em Knebworth, Herts, Inglaterra. Os ingressos podem ser comprados a partir do dia 23 de fevereiro no site: www.sonispherefestivals.com


Fonte: www.queenonline.com  |  http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury  e  Gustavo da Silva Sleman

O embrião do Queen foi a banda Smile, formada em 1968 por Brian May e Tim Staffell, estudantes do Imperial College em Londres. Através de um anúncio no mural da escola adquiriram o baterista Roger Taylor. Em 1969 embora apenas tendo se apresentado para platéias de amigos, conseguiram apoio da gravadora Mercury Records. No Ealing College of Art Tim Staffell apresentou a banda a Freddie Bulsara (vocalista de uma outra banda, Wreckage, que mais tarde mudaria seu nome para Freddie Mercury). Em 1970 Stafelll abandonou o Smile. Brian e Roger se juntaram a Freddie e fundaram a banda Queen. Após experimentar alguns baixista a formação se estabilizou com John Deacon. Após ensaios exaustivos e dezenas de apresentações na escola gravaram as primeiras demos, que apesar da pouca repercussão lhes valeram o apoio da pequena gravadora Trident em 1972. A partir de um acordo entre Trident e EMI foi lançado o álbum Queen em 1973 e iniciaram sua primeira turnê abrindo para a banda Mott The Hoople (rapidamente se tornando mais importante no show que a banda principal). Depois do lançamento de Queen II em 1974 a banda seguiu sua primeira turnê como headliner. Em meio às primeiras apresentações fora da Inglaterra (nos Estados Unidos) tiveram que interromper temporariamente as atividades em virtude de uma crise de hepatite de Brian May (que não participaria do início das gravações do próximo álbum em virtude da doença). Sheer Heart Atack foi lançado em 1974 e se tornou um sucesso mundial. A turnê mundial que se seguiu teve de ser extendida, chegando a banda a se apresentar em lugares diferentes em um mesmo dia. A pressão dos shows levou Freddie Mercury a contrair uma séria infecção na garganta em meio a turnê que desta vez não chegou a ser interrompida apesar de algumas datas canceladas. Bohemian Rhapsody foi lançada em 1975. Uma verdadeira ópera rock, no sentido mais literal das palavras. Taxada de experimentalista pela gravadora uma música como aquela dificilmente chegaria a ser um hit. Mais do que isso, porém, Bohemian Rhapsody se tornou no maior clássico da banda e seu primeiro single a chegar ao número 1. O álbum A Night At The Opera (o primeiro a ter o nome de um dos filmes dos irmãos Marx) de 1975 se tornou o seu primeiro álbum a vender mais de 1 milhão de cópias e alavancou as vendas dos álbuns anteriores. Desde os Beatles nenhuma banda inglesa havia conseguido colocar quatro álbuns entre os 20 mais vendidos de uma só vez. O próximo álbum, A Day At The Races, mesmo antes de sair às lojas já havia vendido antecipadamente meio milhão de cópias a mais que o previsto. A sequência de álbuns e singles de sucesso prosseguiu incansável, News Of The World (1977, com os sucessos We Will Rock You e We Are The Champions), Jazz (1978), Live Killers (gravação ao vivo de 1979), The Game (1980, com a polêmica Another One Bites The Dust, acusada de ter mensagens subliminares de incentivo ao uso da maconha) e a trilha sonora para o filme Flash Gordon (1980). A banda entra na década de 80 com o acréscimo de instrumentos eletrônicos e um começo de flerte com a dance music. The Works (1984) lança os hits Radio Ga Ga e I Want To Break Free nas rádios e MTV, marcando a fase de maior repercussão da banda. Em 1986 foi lançado A Kind Of Magic, trilha sonora para o filme Highlander, e Live Magic, um novo registro ao vivo. Os membros da banda gravaram ainda, durante os anos 80, vários álbuns solos. O destaque obviamente ficou para Freddie Mercury, com o hit I Was Born To Love You (tema de novela no Brasil) e um ábum de grande repercussão com a cantora clássica Montserrat Caballe (destacando as músicas Barcelona, tema das Olimpíadas e How Can I Go On). Roger por suas vez chegou a gravar três álbuns com seu projeto solo, The Cross. Tendo sido eleita melhor banda dos anos 80 em dezenas de pesquisas em todo o mundo a banda encerra a década de 80 com o album The Miracle, lançado em maio de 89. Em fevereiro de 91 lanca Innuendo (Insinuaçao), album que marca a despedida do vocalista e líder Freddie Mercury. Com menções depressivas e letras subjetivas, um Freddie Mercury fraco insinua um dificil adeus, com músicas como The Show Must Go On (O show Deve Continuar) e These Are The Days Of Our Lives (Esses São os Dias de Nossas Vidas). Alguns meses após o lançamento de Innuendo, Fred assumiria oficialmente ser HIV positivo, vindo a falecer de broncopneumonia em sua casa, 24 horas depois. Em entrevista à imprensa britânica o guitarrista Brian May lamenta a morte do companheiro de banda, dizendo ter perdido um irmão. Ainda em 91 é lançado o album coletânea Greatest Hits II. Em junho de 92, a banda realiza com sucesso um tributo em homenagem a Fred. O show conta com participações de astros e bandas consagradas, tendo toda a sua renda revertida para o combate à AIDS. No mesmo ano lança o album ao vivo Live At Wembley ’86. Só em novembro de 95 é lançado Made In Heaven, um album póstumo com faixas ineditas. Dois anos depois, os integrantes se reencontrariam para o lançamento de Queen Rocks, com a belíssima canção, No One But You homenageando Freddie Mercury. O último album oficial da 2ª melhor banda do mundo (segundo a a Channel4, HMV e Classic FM), foi lançado em novembro de 99. A coletânea Greatest Hits III conta com a participação de George Michael, David Bowie, entre outros…

Imagens da Banda:

Vídeo da Música Bohemian Rhapsody:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Yt04jEYFg80]

Dica de: Roberto Mercury
Fonte: Whiplash
Editado Por: Jack Smith
Equipe RealNerd


Ontem à noite,17/02/2012, Brian subiu ao palco na Itália e tocou “I Who Have Nothing” e “We Will Rock You” com Irene Fornaciari e Kerry Ellis, no Festival de Sanremo.

Confira abaixo a apresentação:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=uivEU2u7fBg]


Fonte: www.queenonline.com

Show com a banda Classical Queen no dia 24 de fevereiro de 2012, sexta-feira, no Teatro Municipal de Santos.

Ingressos já a venda no telefone (13) 3016-5511. (Horário comercial)
Maiores informações:  www.classicalqueen.com.br

Dica de: Roberto Mercury

A banda Black Sabbath cancelou quase todas as apresentações da sua nova turnê nesta sexta-feira (17). O motivo é o estado de saúde do guitarrista Tony Iommi, que foi diagnosticado em janeiro com um linfoma.

De acordo com o comunicado divulgado pela assessoria do grupo, o músico não poderá viajar porque precisa continuar o tratamento da doença.
(www.bonde.com.br)

Ozzy Osbourne sobre Tony Iommi: “Se ele morrer, eu o mato”

Ozzy Osbourne falou aos fãs sobre os progressos na luta contra o câncer de Tony.

Iommi, de 63 anos, revelou no mês passado que foi diagnosticado com um linfoma em fase inicial. Em entrevista ao “The Boneyard”, Ozzy Osbourne, companheiro de banda do músico no Black Sabbath, revelou: “Ele vai vencer. Acreditem em mim, este tipo tem mais determinação que qualquer pessoa que eu conheça. Ele vai ficar bem. É só um daqueles testes que acontecem na vida”.

Ozzy acrescentou ainda: “Quando caiu a bomba do câncer do Tony, eu vim para a Inglaterra. Teria sido muito mau se eu ficasse em L.A. ele tem muito apoio, não só de cada um de nós da banda, mas dos fãs, é inacreditável. É um dos problemas que se tem na vida. Ele não vai morrer, garanto-vos. Eu disse-lhe que se ele morrer, eu o mato”.

(www.myway.pt)

Tony Iommi teve sua biografia anunciada pra lançamento, na Inglaterra, em outobro do ano passado

Escrita em parceria com o jornalista TJ Lammers, tem 352 páginas sobre a vida de excessos e a carreira de sucesso do guitarrista e compositor do grupo que muitos consideram criadora do estilo heavy metal. A biografia conta com relatos de astros do rock n’ roll que foram influenciados pelo “Mestre do Riffs”, como Eddie Van Halen, Brian May, James Hetfield e o parceiro de banda, Ozzy Osbourne.

Amigo de Brian, Tony Iommi participou do Tributo a Freddie Mercury em 1992

Brian May, Roger Taylor e John Deacon entram em ação com vários convidados e muitas dessas participações foram emocionantes.

Quem não se lembra de “I Want It All” com o vocalista Roger Daltrey do The Who e guitarrista Tony Iommi do Black Sabbath?

O mais interessante foi ver Brian May apresentar Tony Iommi e ainda tocarem o riff de Heaven And Hell. E Stone Cold Crazy com James Hetfield do Metallica nos vocais e Tony Iommi.

(http://pt.wikipedia.org)

I Want It All
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=qXO6BYFDiC8]

Stone Cold Crazy
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2QwUp_MDHU4]

Com nome engraçado e pretensioso, o grupo tem visual inspirado no rock dos anos 70 e se debruça em uma mistura de pop e rock teatral. A banda tem sido comparada ao Queen, e ao vocaalista Freddie Mercury devido as influências setentistas da banda.


Fonte: www.redetv.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Na seção de Humor do site Whiplash.net existe uma categoria chamada “Separados no nascimento”, hoje postaram do Brian, Separados no nascimento:  Brian May e Alain Prost.


Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

 

Dica de: Gustavo Leal

“O único que quero é ser feliz , me divertir e ganhar muito dinheiro para comprar umas coisas…” ( Freddie Mercury)

Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em design gráfico e artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, quando Freddie projetou o famoso símbolo da banda.
Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em design gráfico e artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, quando Freddie projetou o famoso símbolo da banda.

Em 1985, quando Gloria Maria, da Globo, perguntou a Freddie Mercury o que ele fazia para cuidar da sua voz ele foi cínico na resposta: Mostrou o cigarro aceso na mão… E completou: – Voz…? Não penso nisso…Nem se precisa  dizer o quanto ela ficou sem jeito..

Ponto, a propósito, para a GLOBONEWS, que levou ao ar o vídeo com a história do vocalista e líder do grupo QUEEN, editada , neste final  monótono do ano, quando se repetem exaustivamente as “aparições”d’habitude (?)…

Formado em design e profundo conhecedor das artes e moda – até desenhou alguns modelitos – , Mercury, grande admirador de Lohn Lennonm,  surpreendia pela beleza e alcance de sua voz, reconhecidos pela cantora lírica Montsserrat Caballé,  com quem cantou “Bohemian Rhapsody” e “Barcelona”.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=oqU_e8RQe7A]
“Contam alguns que, durante as gravações do álbum Barcelona, ele desafiou Montserrat Caballé, uma das cantoras líricas mais conhecidas no mundo, para ver quem possuía maior fôlego. Mercury venceu com uma grande vantagem” (wikipedia)

Caballé, aliás, tornou-se grande admiradora de Fredie. Compareceu a seu funeral em 1991 e no ano seguinte, na Olimpíada de Barcelona, propiciou a montagem de um dueto virtual com ele em torno da música “Barcelona”, gravada em 1988

Mas, para mim, mero ouvinte ,  ele chegou ao máximo com o seu “We are the Champions” , que cantou, com acompanhamento de toda a galera , no I Rock in Rio.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dzA_iwJWYDc]
Queen – We Are The Champions [Rock In Rio ’85] Can be found on “Rock You From Rio 1985” Queen: Freddie Mercury Vocals Brian May

Mesmo os mais reticentes com a música pop contemporânea, carregada de ritmos dissonantes, letras incompreensíveis e cantores de mau gosto, numa época de metaleiros soberanos no gênero,  ficaram embasbacados com sua performance. (Eu inclusive…)

Ele se ocultava atrás dos seus personagens, como lembra Brian May , o guitarrista do grupo, desde o começo da carreira de Freddie. Sempre foi um tímido. E saltava de um sucesso romântico gravado originalmente  pelos The Platters em 1956  , “THE GREAT  PRETENDERS”, com a  qual parecia se identificar– sempre falava no fingimento – para as mais vibrantes faixas hard rock e glam rock dos discos do QUEEN, com a maior maestria e naturalidade. O glam rock era uma abreviação de glamour rock, uma variante extravagante do rock, própria da Inglaterra, mas forte presença no Brasil, com os “Secos e Molhados” e “Rita Lee& Tutti Frutti”,  na mesma época (anos 70) , carregada de  androgenia, com muita purpurina, maquiagem forte e vestes exageradas.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-xoN58VMzYQ]

Mas mesmo com toda essa extravagância,  Freddie Mercury sugeria um romântico, mesmo – ou principalmente – quando, no episódio relatado acima com Glória Maria, se comportava como um cínico. Talvez porque  tenha carregado consigo, em sua trajetória, o caráter místico da família parsi, onde nasceu em Zanzibar, à época colônia britânica e hoje pertencente à Tanzânia, na África Oriental (wiki), daí retirando um certo sentimentalismo por trás da rebeldia, do sexo e, certamente, drogas.  Seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram parsis zoroastrianos de Guzerate, na Índia e foram para a Inglaterra em 1964.

Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em design gráfico e artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, quando Freddie projetou o famoso símbolo da banda.

Algo que poucos fãs sabem é que, na escola de artes em que se bacharelou, Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A. Possui uma série de trabalhos em arte visual, hoje disponíveis em alguns sites na Internet.

Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.

Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda, que passa a se chamar Queen.

(…)

Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como “Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love”, “Love of My Life” e “We Are the Champions” – hinos eloquentes e de estruturação extraordinária, particulares e sempiternos. Suas exibições ao vivo eram lendárias. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais, envolvendo o público no show, tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970, enchendo estádios de todo o mundo nos anos 80.

(wikipedia)

Há vinte anos de sua morte – (14 de novembro 1991) , a personalidade marcante de Freddie Mercury ainda ressoa por todos os cantos do mundo, ecoando os acordes pos modernos do grande Hino ao Amor   (irrecuperável ) , “I Was Born To Love You”,  de um tempo conturbado pela tragédia da AIDS, justo quando o mundo parecia ter alcançado o caminho do Fim da História. Tudo em vão…Estávamos apenas entrando numa destas dobradiças míticas do eterno retorno da Humanidade.

O Glam rock (abreviação de Glamour Rock) é um gênero musical (sendo um subgênero do rock) criado na Inglaterra , conhecido também como glitter rock. Foi um estilo de música nascido no final dos anos 60 e popularizado no início dos anos 70. Era principalmente um fenômeno inglês que foi difundido em meados de 1971 e 1973. Nos EUA, o Glam rock teve um menor impacto e foi apenas difundido por fãs de música nas cidades de Nova Iorque e Los Angeles.

O Glam foi marcado pelos trajes e performances com muitos cílios postiços, purpurinas, saltos altos, batons, lantejoulas, paetês e trajes elétricos dos cantores. Eram os tempos da androginia e do glamour e suas músicas agitadas de rock n’ roll esbanjavam energia sexual. A ênfase lírica abordava a “revolução adolescente” (T. Rex – “Children of the Revolution “, Sweet – “Teenage Rampage“) assim como uma ampla notoriedade na direção de temas heterosexuais, sobre a decadência e fama[1].

Os cantores de Glam freqüentemente vestem-se de forma andrógina, com maquiagem vistosas, trajes extravagantes não diferentes aos que Liberace e Elvis Presley vestiam quando tocavam em cabarés. Um exemplo famoso seria David Bowie durante a fase de Ziggy Stardust e Aladdin Sane. Ambigüidade sexual percebida era em resumo uma moda: algumas bandas começaram a tocar com trajes patentemente ridículos. O Glam Rock se diferencia do Glam Metal, por ter um som menos pesado.

Fonte: www.paulotimm.com.br
Dica de: Roberto Mercury














Fonte: http://collectorsroom.blogspot.com
Dica de: Roberto Mercury
Por Barbara di Lorenzzo

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara[1] (Stone Town, 5 de setembro de 1946 — Londres, 24 de novembro de 1991), foi o vocalista da banda de rock britânica Queen. É considerado pelos críticos e por diversas votações populares[4][5] um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo.

Freddie Mercury em concerto com o Queen em 1978
Freddie Mercury em concerto com o Queen em 1978

Informação geral

Nome completo Farrokh Bulsara
Apelido Freddie Mercury
Nascimento 5 de Setembro de 1946
Local de nascimento Stone Town
Zanzibar
Data de morte 24 de novembro de 1991 (45 anos)
Local de morte Londres, Inglaterra
Reino Unido Gêneros Rock, hard rock, glam rock
Instrumentos vocal, piano, teclado e guitarra
Período em atividade 1969 – 1991
Afiliações Queen, Wreckage/Ibex, Montserrat Caballé
Página oficial QueenOnline

Assinatura

Biografia

Freddie Mercury nasceu na localidade da Cidade de Pedra, em Zanzibar, à época colônia britânica e hoje pertencente à Tanzânia, na África Oriental. Seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram parsis zoroastrianos de Guzerate, na Índia. Mercury foi educado na St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombaim, onde deu seus primeiros passos no âmbito da canção, ao ter aulas de piano.    Foi na escola que ele começou a ser chamado “Freddie” e, com o tempo, até os seus pais passaram a chamá-lo assim.
Depois de se formar em sua terra natal, Freddie e sua família mudaram-se em 1964 para a Inglaterra, devido a uma revolução iniciada em Zanzibar. Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em design gráfico e artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, quando Freddie projetou o famoso símbolo da banda.
Algo que poucos fãs sabem é que, na escola de artes em que se bacharelou, Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A. Possui uma série de trabalhos em arte visual, hoje disponíveis em alguns sites na Internet.
Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.
Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda, que passa a se chamar Queen. Freddie decide colocar Mercury no nome. Ainda em 1970, ele conheceu Mary Austin, sua namorada, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu ser bissexual.[6] Os dois, mesmo separados, mantiveram forte laço de amizade até o fim de sua vida. De acordo com declaração do cantor e de seus companheiros de banda, Mary inspirou Freddie na música “Love of My Life”.
No visual de Freddie Mercury, há uma mudança que não deixa de ser notada: se, na era Glam dos anos 1970, o cabelo comprido, o delineador preto, as unhas pintadas , os maillots de bailado e o sapato de salto alto eram moda, estes iriam dar lugar a uma postura mais “macho”: cabedal preto, chapéu de polícia, cabelo curto e, meses mais tarde, bigode: essa seria a sua imagem de marca na década de 1980. Nessa época, seus amigos descobriram sua bissexualidade, pois ele passou a levar rapazes e algumas garotas para dormir em seu quarto.
Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como “Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love”, “Love of My Life” e “We Are the Champions” – hinos eloquentes e de estruturação extraordinária, particulares e sempiternos. Suas exibições ao vivo eram lendárias. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais, envolvendo o público no show, tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970, enchendo estádios de todo o mundo nos anos 80.
Estátua de Freddie Mercury em Montreux, Suíça.
Estátua de Freddie Mercury em Montreux, Suíça.
  • Freddie Mercury lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público.
  • Em 1991, após ficar muito doente, surgiam rumores de que estaria com AIDS, o que se confirmou afinal, através de uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer.
  • Freddie faleceu na noite de 24 de novembro de 1991, em sua casa, chamada Garden Lodge. Sua morte causou repercussão e tristeza em todo o mundo. Sua casa foi passada por testamento à ex-namorada, Mary Austin, que recebeu muitos buquês de flores na época e continua a recebê-los até hoje.
  • O corpo de Freddie Mercury foi cremado e suas cinzas foram espalhadas na margem do Lago Genebra na Suíça
  • Em 25 de novembro de 1992, foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie), em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar.

Os membros remanescentes do Queen fundaram uma associação de caridade em seu nome, a The Mercury Phoenix Trust, e organizaram, em 20 de abril de 1992, no Wembley Stadium, o concerto beneficente The Freddie Mercury Tribute Concert, para homenagear o trabalho e a vida de Freddie.

No início da carreira, o cantor também era conhecido pelo pseudônimo de Larry Lurex. Também era conhecido pelo apelido Mr. Bad Guy.
Freddie Mercury era proprietário de uma voz potente. Contam alguns que, durante as gravações do álbum Barcelona, ele desafiou Montserrat Caballé, uma das cantoras líricas mais conhecidas no mundo, para ver quem possuía maior fôlego. Mercury venceu com uma grande vantagem.
Em 1992, um ano depois da morte de Freddie Mercury, realizam-se os Jogos Olímpicos de Barcelona, durante os quais Montserrat Caballé intrepreta a famosa canção “Barcelona” (gravada em 1988) em dueto virtual com o cantor falecido. Ainda hoje o dueto é recordado como um marco histórico da música.

Discografia-solo

  • Mr. Bad Guy (1985)
  • Barcelona (álbum) (1988 – com Montserrat Caballé)
  • The Freddie Mercury Album (versão estadunidense – 1992)
  • The Great Pretender (1992)

Curiosidades

  • Freddie Mercury não tinha carta de condução.
  • Freddie tinha uma paixão peculiar por gatos. Essa paixão era tão exagerada que, durante o intervalo de gravações do álbum Innuendo, ele apresentou uma música em homenagem a sua gata, Delilah. O problema é que o baterista, Roger Taylor, não gostou da música e saiu do estúdio, só voltando no dia seguinte. Mesmo assim, a música homônima ao felino foi gravada.
  • Seu maior sonho, musicalmente falando, era cantar ao lado de Montserrat Caballé, realizando-o em 1988, com o álbum Barcelona.
  • No anime chamado Cromartie High School, há um personagem chamado Freddie, uma paródia do vocalista da banda Queen.
  • Freddie também aparece no anime e no mangá Beck – Mongolian Chop Squad, em sonhos tidos pelos protagonistas dos mesmos.
  • Freddie nunca se casou com Mary Austin, foram apenas namorados. Mesmo depois de terminarem, continuaram grandes amigos. Grande parte de sua herança foi destinada a ela.
  • Morreu no mesmo dia que o baterista da banda Kiss, Eric Carr.
  • Diz uma “lenda” que o Queen jamais viajava junto, de avião. Os quatro integrantes viajavam de dois em dois em aviões separados, pois, se o avião caísse, a banda poderia continuar com os outros dois integrantes.
  • John Deacon, baixista da banda, era muito próximo a Freddie, tendo dividido várias composições de sucesso com o cantor. Em homenagem ao amigo decidiu se retirar do mundo da música após o final do Queen.
  • Sua bebida preferida era champagne.
  • Era grande admirador de John Lennon.
  • Fã declarado de Freddie, Akira Toriyama, o criador do anime Dragon Ball, fez o professor de baseball de Gohan em homenagem a Freddie.
  • Em 05 de Setembro de 2011, o website de busca, Google, homenageou o cantor. Na página, existe um doodle musical, que executa a “Don’t Stop Me Now”, grande sucesso da sua carreira.


Fonte: http://blogrockkclub.blogspot.com  / com Fonte de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Freddie_Mercury
Dica de: Roberto Mercury

Já foi dito aqui que os 20 anos da morte de Freddie Mercury, em 2011, provocaram uma enxurrada de produtos capaz de manter a cabeça dos fãs do Queen ocupada por um bom tempo. A cereja desse bolo acaba de sair no Brasil: Days of Our Lives (Universal), DVD que em quase três horas destrincha a carreira da banda por meio de depoimentos de Brian May e Roger Taylor e colaboradores e muitas imagens de arquivo, algumas raras, como a primeira aparição do Queen na TV. Não há, necessariamente, um fio condutor da história, a não ser o nítido empenho do quarteto em fazer música como uma grandiosa forma de arte. Seus eventuais exageros, tidos como cafonice, o transformaram em janela para as pedras da imprensa, ao mesmo tempo em que a popularidade do Queen só crescia. O filme não esconde essa mágoa. Aliás, não esconde nada, ou quase nada, nem as escolhas infelizes, as tensões internas, a deliberada negação da doença de Freddie perante a mídia e os esforços do cantor em trabalhar até o último suspiro. Aliás, esses momentos finais encerram de maneira tocante o documentário honesto e direto de uma banda que brigou pra chegar ao topo e lá permanecer. Tarefa cumprida.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KVs7cjybOPk]


Fonte: http://wp.clicrbs.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Leonardo Laruccia, 13/02/2012, Conceitual, Inspiração

O mito. Pra quem não sabe, Farrokh Bulsara é o verdadeiro nome do finado cantor Freddie Mercury, da banda Queen. Eu poderia fazer um texto sobre a banda e analisar a fundo todas as canções geniais compostas pelos músicos ingleses. Mas, hoje, não farei isso.

Então, você pode se perguntar: O que você vai fazer então? Pois bem. O Freddie Mercury é muito conhecido pelo seu competentíssimo lado musical como compositor e cantor. Mas, o que pouca gente tem conhecimento, é o fato dele ser um designer gráfico formado pela Ealing Art College. A propósito, dizer que ele foi apenas “um designer gráfico” pode ser um insulto aos mais exigentes, pois Farrokh se mostrava um excelente criador nos tempos de universidade.

Com sua mudança para Inglaterra e o envolvimento com os músicos que, tempos depois, formariam o Queen, o cantor-designer acabou deixando a sua atividade de formação de lado para investir em sua carreira de frontman de sucesso.

Porém, seus conhecimentos acadêmicos ajudaram a banda, pois quem desenvolveu o famoso e criativo símbolo da banda foi Farrokh Bulsara, ou, agora, Freddie Mercury.


Para não me prolongar muito – e ser chato, abaixo seguem algumas de suas criações e rascunhos (possivelmente feitos nos anos 1970). Caso conheçam mais alguma e queiram completar ainda mais este texto, sintam-se a vontade!



Como vocês podem ver, Mercury tinha uma ligação grande com o design de moda.

Até a próxima! Quem quiser entrar em contato, me siga no Twitter, me adicione no Facebook e me mande um e-mail no leonardo@chocoladesign.com

Fonte: www.chocoladesign.com
Dica de: Roberto Mercury
on “Maddog” Hall (Foto: Allan Melo (TechTudo))
on “Maddog” Hall (Foto: Allan Melo (TechTudo))

As noites na Campus Party são sempre movimentadas, mas a última foi especial para os “campuseiros”. O diretor executivo da Linux Internacional, Jon “Maddog” Hall, divertiu o público ao subir no palco de Software Livre de pijama e fazer a coreografia da música “We Will Rock You” do Queen.

A hashtag #ToDePijama foi parar nos Trending Topics do Twitter e diversos participantes acompanharam Maddog com seus pijamas azuis e brancos. Os que ainda não tinham pego seu kit de boas-vindas, distribuído pela organização do evento, puderam aderir à moda pegando um dos pijamas jogados por ele próprio do palco.

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Conhecido por divulgar o Linux e o software livre pelo mundo, Maddog já é “figurinha” carimbada no evento, e não exige tratamento especial: dorme no camping junto com os outros participantes.

A Campus Party 2012 acontece no Anhembi Parque, em São Paulo, entre os dias 6 a 12 de fevereiro de 2012, e reúne os principais temas e personagens

Além de guitarrista do Queen, Brian May é doutor em astrofísica. O interessado em astronomia pode atuar em diversos campos, como, por exemplo, em engenharia espacial Getty Images

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Fonte: www.bol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Por: www.mdig.com.br

Uma singela citação na última semana sobre o especial de Sexta com Bohemian Rhapsody foi o bastante para recebermos algumas ótimas dicas que devem ilustrar os próximos posts musicais de sexta-feira. O primeiro foi enviado pelo amigo Victor Marcelo Rodrigues e mostra BrodyWorld ao estilo one-man-band interpretando magistralmente o que ele chama de “Bro-hemian Rhapsody” no seu estúdio caseiro.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4TriVCB_WXQ]

O segundo é uma dica do amigo Padre Torque e fará a alegria dos queenmaníacos geeks e profissionais da área de eletrônica. Atente que nenhum efeito ou amostragem digital foram usados, toda a interpretação foi realizada por uma banda composta por:

  • Console Atari 800xl;
  • Drive de disquete de 3.5″;
  • Drive de disquete de 8″;
  • HP ScanJet 3C;
  • Osciloscópio Eico monocanal;
  • Osciloscópio Tektronix TDS210;

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ht96HJ01SE4]


Fonte: www.mdig.com.br
Dica de: Gustavo Leal

Com um cachê de mais de R$ 25 mil, a britânica Ruth Flowers, 69 anos, vem se destacando como DJ em festas pelo mundo.

A vovó tem seis anos de carreira. Segundo ela, tudo começou quando discotecou na festa do neto, então com nove anos de idade. Um empresário soube e a lançou.

Desde então, Ruth já se apresentou em países como Alemanha, França e Estados Unidos, além da Inglaterra, onde ela vive.

No set list da vovó DJ está, é claro, muita música eletrônica, mas ela reconhece que não aguenta o gênero durante a noite toda.

Por isso, canções de Freddie Mercury também agitam a pista quando Ruth está no comando dos pickups.

A partir de 4 minutos:


Fonte: www.r7.com

O Delta Blues Bar, orgulhosamente apresenta… Queen Cover com a Classical Queen!!

Um evento mais que especial, com uma consagrada banda, tocando os marcantes sucessos do Queen! Você não pode perder!!

Marque em sua agenda, compartilhe e venha curtir com a gente o verdadeiro show dessa banda.

Esperamos todos vocês, mas lembrem-se: Cheguem Cedo!

DIA 10/02/2012, sexta-feira
Maiores detalhes:  DELTA 19 3242.8166 | www.deltabluesbar.com.br

Participante do ‘American Idol’ disse que foi mal interpretado e que não sairá em turnê com Brian May e Roger Taylor

O cantor Adam Lambert não é o novo vocalista do Queen
O cantor Adam Lambert não é o novo vocalista do Queen

RIO – Adam Lambert desmentiu os rumores de que sairia em turnê com os músicos remanescentes do Queen. Segundo a imprensa internacional, o cantor, famoso após participar da oitava edição do “American Idol”, ocuparia o lugar do vocalista Freddie Mercury, morto em 1991.

Em entrevista recente, Adam teria confirmado que iria encabeçar uma turnê do Queen ao lado de Brian May e Roger Taylor, ex-companheiros de Mercury. No entanto, Lambert disse que se referia à apresentação que o trio fez junto durante o MTV European Music Awards, em novembro.

“Oooh, aqueles repórteres espertos tirando minhas citações de contexto… eu não confirmei nenhuma participação especial. Eu estava falando sobre o EMA”, disse o cantor, em seu perfil no Twitter. “Dito isto, estou verdadeiramente lisonjeado por suas gloriosas conclusões, senhor jornalista!”, completou, irônico.

Um porta voz do selo do Queen, Hollywood Records, admitiu que ter havido discussões sobre a integração de Lambert à banda, mas nenhum acordo foi oficializado. Em entrevista à revista “Rolling Stone”, o representante disse, no entanto, que novas participações não estão descartadas. “Adam pode cantar com o Queen no festival Sonisphere. Mas isso não está confirmado, nada foi assinado”, completou.

Fonte: www.oglobo.com