Dica de: Gustavo Leal

“O único que quero é ser feliz , me divertir e ganhar muito dinheiro para comprar umas coisas…” ( Freddie Mercury)

Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em design gráfico e artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, quando Freddie projetou o famoso símbolo da banda.
Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em design gráfico e artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, quando Freddie projetou o famoso símbolo da banda.

Em 1985, quando Gloria Maria, da Globo, perguntou a Freddie Mercury o que ele fazia para cuidar da sua voz ele foi cínico na resposta: Mostrou o cigarro aceso na mão… E completou: – Voz…? Não penso nisso…Nem se precisa  dizer o quanto ela ficou sem jeito..

Ponto, a propósito, para a GLOBONEWS, que levou ao ar o vídeo com a história do vocalista e líder do grupo QUEEN, editada , neste final  monótono do ano, quando se repetem exaustivamente as “aparições”d’habitude (?)…

Formado em design e profundo conhecedor das artes e moda – até desenhou alguns modelitos – , Mercury, grande admirador de Lohn Lennonm,  surpreendia pela beleza e alcance de sua voz, reconhecidos pela cantora lírica Montsserrat Caballé,  com quem cantou “Bohemian Rhapsody” e “Barcelona”.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=oqU_e8RQe7A]
“Contam alguns que, durante as gravações do álbum Barcelona, ele desafiou Montserrat Caballé, uma das cantoras líricas mais conhecidas no mundo, para ver quem possuía maior fôlego. Mercury venceu com uma grande vantagem” (wikipedia)

Caballé, aliás, tornou-se grande admiradora de Fredie. Compareceu a seu funeral em 1991 e no ano seguinte, na Olimpíada de Barcelona, propiciou a montagem de um dueto virtual com ele em torno da música “Barcelona”, gravada em 1988

Mas, para mim, mero ouvinte ,  ele chegou ao máximo com o seu “We are the Champions” , que cantou, com acompanhamento de toda a galera , no I Rock in Rio.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dzA_iwJWYDc]
Queen – We Are The Champions [Rock In Rio ’85] Can be found on “Rock You From Rio 1985” Queen: Freddie Mercury Vocals Brian May

Mesmo os mais reticentes com a música pop contemporânea, carregada de ritmos dissonantes, letras incompreensíveis e cantores de mau gosto, numa época de metaleiros soberanos no gênero,  ficaram embasbacados com sua performance. (Eu inclusive…)

Ele se ocultava atrás dos seus personagens, como lembra Brian May , o guitarrista do grupo, desde o começo da carreira de Freddie. Sempre foi um tímido. E saltava de um sucesso romântico gravado originalmente  pelos The Platters em 1956  , “THE GREAT  PRETENDERS”, com a  qual parecia se identificar– sempre falava no fingimento – para as mais vibrantes faixas hard rock e glam rock dos discos do QUEEN, com a maior maestria e naturalidade. O glam rock era uma abreviação de glamour rock, uma variante extravagante do rock, própria da Inglaterra, mas forte presença no Brasil, com os “Secos e Molhados” e “Rita Lee& Tutti Frutti”,  na mesma época (anos 70) , carregada de  androgenia, com muita purpurina, maquiagem forte e vestes exageradas.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-xoN58VMzYQ]

Mas mesmo com toda essa extravagância,  Freddie Mercury sugeria um romântico, mesmo – ou principalmente – quando, no episódio relatado acima com Glória Maria, se comportava como um cínico. Talvez porque  tenha carregado consigo, em sua trajetória, o caráter místico da família parsi, onde nasceu em Zanzibar, à época colônia britânica e hoje pertencente à Tanzânia, na África Oriental (wiki), daí retirando um certo sentimentalismo por trás da rebeldia, do sexo e, certamente, drogas.  Seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram parsis zoroastrianos de Guzerate, na Índia e foram para a Inglaterra em 1964.

Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em design gráfico e artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, quando Freddie projetou o famoso símbolo da banda.

Algo que poucos fãs sabem é que, na escola de artes em que se bacharelou, Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A. Possui uma série de trabalhos em arte visual, hoje disponíveis em alguns sites na Internet.

Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.

Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda, que passa a se chamar Queen.

(…)

Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como “Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love”, “Love of My Life” e “We Are the Champions” – hinos eloquentes e de estruturação extraordinária, particulares e sempiternos. Suas exibições ao vivo eram lendárias. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais, envolvendo o público no show, tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970, enchendo estádios de todo o mundo nos anos 80.

(wikipedia)

Há vinte anos de sua morte – (14 de novembro 1991) , a personalidade marcante de Freddie Mercury ainda ressoa por todos os cantos do mundo, ecoando os acordes pos modernos do grande Hino ao Amor   (irrecuperável ) , “I Was Born To Love You”,  de um tempo conturbado pela tragédia da AIDS, justo quando o mundo parecia ter alcançado o caminho do Fim da História. Tudo em vão…Estávamos apenas entrando numa destas dobradiças míticas do eterno retorno da Humanidade.

O Glam rock (abreviação de Glamour Rock) é um gênero musical (sendo um subgênero do rock) criado na Inglaterra , conhecido também como glitter rock. Foi um estilo de música nascido no final dos anos 60 e popularizado no início dos anos 70. Era principalmente um fenômeno inglês que foi difundido em meados de 1971 e 1973. Nos EUA, o Glam rock teve um menor impacto e foi apenas difundido por fãs de música nas cidades de Nova Iorque e Los Angeles.

O Glam foi marcado pelos trajes e performances com muitos cílios postiços, purpurinas, saltos altos, batons, lantejoulas, paetês e trajes elétricos dos cantores. Eram os tempos da androginia e do glamour e suas músicas agitadas de rock n’ roll esbanjavam energia sexual. A ênfase lírica abordava a “revolução adolescente” (T. Rex – “Children of the Revolution “, Sweet – “Teenage Rampage“) assim como uma ampla notoriedade na direção de temas heterosexuais, sobre a decadência e fama[1].

Os cantores de Glam freqüentemente vestem-se de forma andrógina, com maquiagem vistosas, trajes extravagantes não diferentes aos que Liberace e Elvis Presley vestiam quando tocavam em cabarés. Um exemplo famoso seria David Bowie durante a fase de Ziggy Stardust e Aladdin Sane. Ambigüidade sexual percebida era em resumo uma moda: algumas bandas começaram a tocar com trajes patentemente ridículos. O Glam Rock se diferencia do Glam Metal, por ter um som menos pesado.

Fonte: www.paulotimm.com.br
Dica de: Roberto Mercury














Fonte: http://collectorsroom.blogspot.com
Dica de: Roberto Mercury
Por Barbara di Lorenzzo

Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara[1] (Stone Town, 5 de setembro de 1946 — Londres, 24 de novembro de 1991), foi o vocalista da banda de rock britânica Queen. É considerado pelos críticos e por diversas votações populares[4][5] um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo.

Freddie Mercury em concerto com o Queen em 1978
Freddie Mercury em concerto com o Queen em 1978

Informação geral

Nome completo Farrokh Bulsara
Apelido Freddie Mercury
Nascimento 5 de Setembro de 1946
Local de nascimento Stone Town
Zanzibar
Data de morte 24 de novembro de 1991 (45 anos)
Local de morte Londres, Inglaterra
Reino Unido Gêneros Rock, hard rock, glam rock
Instrumentos vocal, piano, teclado e guitarra
Período em atividade 1969 – 1991
Afiliações Queen, Wreckage/Ibex, Montserrat Caballé
Página oficial QueenOnline

Assinatura

Biografia

Freddie Mercury nasceu na localidade da Cidade de Pedra, em Zanzibar, à época colônia britânica e hoje pertencente à Tanzânia, na África Oriental. Seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram parsis zoroastrianos de Guzerate, na Índia. Mercury foi educado na St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombaim, onde deu seus primeiros passos no âmbito da canção, ao ter aulas de piano.    Foi na escola que ele começou a ser chamado “Freddie” e, com o tempo, até os seus pais passaram a chamá-lo assim.
Depois de se formar em sua terra natal, Freddie e sua família mudaram-se em 1964 para a Inglaterra, devido a uma revolução iniciada em Zanzibar. Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em design gráfico e artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, quando Freddie projetou o famoso símbolo da banda.
Algo que poucos fãs sabem é que, na escola de artes em que se bacharelou, Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A. Possui uma série de trabalhos em arte visual, hoje disponíveis em alguns sites na Internet.
Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.
Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda, que passa a se chamar Queen. Freddie decide colocar Mercury no nome. Ainda em 1970, ele conheceu Mary Austin, sua namorada, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu ser bissexual.[6] Os dois, mesmo separados, mantiveram forte laço de amizade até o fim de sua vida. De acordo com declaração do cantor e de seus companheiros de banda, Mary inspirou Freddie na música “Love of My Life”.
No visual de Freddie Mercury, há uma mudança que não deixa de ser notada: se, na era Glam dos anos 1970, o cabelo comprido, o delineador preto, as unhas pintadas , os maillots de bailado e o sapato de salto alto eram moda, estes iriam dar lugar a uma postura mais “macho”: cabedal preto, chapéu de polícia, cabelo curto e, meses mais tarde, bigode: essa seria a sua imagem de marca na década de 1980. Nessa época, seus amigos descobriram sua bissexualidade, pois ele passou a levar rapazes e algumas garotas para dormir em seu quarto.
Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como “Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love”, “Love of My Life” e “We Are the Champions” – hinos eloquentes e de estruturação extraordinária, particulares e sempiternos. Suas exibições ao vivo eram lendárias. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais, envolvendo o público no show, tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970, enchendo estádios de todo o mundo nos anos 80.
Estátua de Freddie Mercury em Montreux, Suíça.
Estátua de Freddie Mercury em Montreux, Suíça.
  • Freddie Mercury lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público.
  • Em 1991, após ficar muito doente, surgiam rumores de que estaria com AIDS, o que se confirmou afinal, através de uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer.
  • Freddie faleceu na noite de 24 de novembro de 1991, em sua casa, chamada Garden Lodge. Sua morte causou repercussão e tristeza em todo o mundo. Sua casa foi passada por testamento à ex-namorada, Mary Austin, que recebeu muitos buquês de flores na época e continua a recebê-los até hoje.
  • O corpo de Freddie Mercury foi cremado e suas cinzas foram espalhadas na margem do Lago Genebra na Suíça
  • Em 25 de novembro de 1992, foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie), em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar.

Os membros remanescentes do Queen fundaram uma associação de caridade em seu nome, a The Mercury Phoenix Trust, e organizaram, em 20 de abril de 1992, no Wembley Stadium, o concerto beneficente The Freddie Mercury Tribute Concert, para homenagear o trabalho e a vida de Freddie.

No início da carreira, o cantor também era conhecido pelo pseudônimo de Larry Lurex. Também era conhecido pelo apelido Mr. Bad Guy.
Freddie Mercury era proprietário de uma voz potente. Contam alguns que, durante as gravações do álbum Barcelona, ele desafiou Montserrat Caballé, uma das cantoras líricas mais conhecidas no mundo, para ver quem possuía maior fôlego. Mercury venceu com uma grande vantagem.
Em 1992, um ano depois da morte de Freddie Mercury, realizam-se os Jogos Olímpicos de Barcelona, durante os quais Montserrat Caballé intrepreta a famosa canção “Barcelona” (gravada em 1988) em dueto virtual com o cantor falecido. Ainda hoje o dueto é recordado como um marco histórico da música.

Discografia-solo

  • Mr. Bad Guy (1985)
  • Barcelona (álbum) (1988 – com Montserrat Caballé)
  • The Freddie Mercury Album (versão estadunidense – 1992)
  • The Great Pretender (1992)

Curiosidades

  • Freddie Mercury não tinha carta de condução.
  • Freddie tinha uma paixão peculiar por gatos. Essa paixão era tão exagerada que, durante o intervalo de gravações do álbum Innuendo, ele apresentou uma música em homenagem a sua gata, Delilah. O problema é que o baterista, Roger Taylor, não gostou da música e saiu do estúdio, só voltando no dia seguinte. Mesmo assim, a música homônima ao felino foi gravada.
  • Seu maior sonho, musicalmente falando, era cantar ao lado de Montserrat Caballé, realizando-o em 1988, com o álbum Barcelona.
  • No anime chamado Cromartie High School, há um personagem chamado Freddie, uma paródia do vocalista da banda Queen.
  • Freddie também aparece no anime e no mangá Beck – Mongolian Chop Squad, em sonhos tidos pelos protagonistas dos mesmos.
  • Freddie nunca se casou com Mary Austin, foram apenas namorados. Mesmo depois de terminarem, continuaram grandes amigos. Grande parte de sua herança foi destinada a ela.
  • Morreu no mesmo dia que o baterista da banda Kiss, Eric Carr.
  • Diz uma “lenda” que o Queen jamais viajava junto, de avião. Os quatro integrantes viajavam de dois em dois em aviões separados, pois, se o avião caísse, a banda poderia continuar com os outros dois integrantes.
  • John Deacon, baixista da banda, era muito próximo a Freddie, tendo dividido várias composições de sucesso com o cantor. Em homenagem ao amigo decidiu se retirar do mundo da música após o final do Queen.
  • Sua bebida preferida era champagne.
  • Era grande admirador de John Lennon.
  • Fã declarado de Freddie, Akira Toriyama, o criador do anime Dragon Ball, fez o professor de baseball de Gohan em homenagem a Freddie.
  • Em 05 de Setembro de 2011, o website de busca, Google, homenageou o cantor. Na página, existe um doodle musical, que executa a “Don’t Stop Me Now”, grande sucesso da sua carreira.


Fonte: http://blogrockkclub.blogspot.com  / com Fonte de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Freddie_Mercury
Dica de: Roberto Mercury

Já foi dito aqui que os 20 anos da morte de Freddie Mercury, em 2011, provocaram uma enxurrada de produtos capaz de manter a cabeça dos fãs do Queen ocupada por um bom tempo. A cereja desse bolo acaba de sair no Brasil: Days of Our Lives (Universal), DVD que em quase três horas destrincha a carreira da banda por meio de depoimentos de Brian May e Roger Taylor e colaboradores e muitas imagens de arquivo, algumas raras, como a primeira aparição do Queen na TV. Não há, necessariamente, um fio condutor da história, a não ser o nítido empenho do quarteto em fazer música como uma grandiosa forma de arte. Seus eventuais exageros, tidos como cafonice, o transformaram em janela para as pedras da imprensa, ao mesmo tempo em que a popularidade do Queen só crescia. O filme não esconde essa mágoa. Aliás, não esconde nada, ou quase nada, nem as escolhas infelizes, as tensões internas, a deliberada negação da doença de Freddie perante a mídia e os esforços do cantor em trabalhar até o último suspiro. Aliás, esses momentos finais encerram de maneira tocante o documentário honesto e direto de uma banda que brigou pra chegar ao topo e lá permanecer. Tarefa cumprida.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KVs7cjybOPk]


Fonte: http://wp.clicrbs.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Leonardo Laruccia, 13/02/2012, Conceitual, Inspiração

O mito. Pra quem não sabe, Farrokh Bulsara é o verdadeiro nome do finado cantor Freddie Mercury, da banda Queen. Eu poderia fazer um texto sobre a banda e analisar a fundo todas as canções geniais compostas pelos músicos ingleses. Mas, hoje, não farei isso.

Então, você pode se perguntar: O que você vai fazer então? Pois bem. O Freddie Mercury é muito conhecido pelo seu competentíssimo lado musical como compositor e cantor. Mas, o que pouca gente tem conhecimento, é o fato dele ser um designer gráfico formado pela Ealing Art College. A propósito, dizer que ele foi apenas “um designer gráfico” pode ser um insulto aos mais exigentes, pois Farrokh se mostrava um excelente criador nos tempos de universidade.

Com sua mudança para Inglaterra e o envolvimento com os músicos que, tempos depois, formariam o Queen, o cantor-designer acabou deixando a sua atividade de formação de lado para investir em sua carreira de frontman de sucesso.

Porém, seus conhecimentos acadêmicos ajudaram a banda, pois quem desenvolveu o famoso e criativo símbolo da banda foi Farrokh Bulsara, ou, agora, Freddie Mercury.


Para não me prolongar muito – e ser chato, abaixo seguem algumas de suas criações e rascunhos (possivelmente feitos nos anos 1970). Caso conheçam mais alguma e queiram completar ainda mais este texto, sintam-se a vontade!



Como vocês podem ver, Mercury tinha uma ligação grande com o design de moda.

Até a próxima! Quem quiser entrar em contato, me siga no Twitter, me adicione no Facebook e me mande um e-mail no leonardo@chocoladesign.com

Fonte: www.chocoladesign.com
Dica de: Roberto Mercury
on “Maddog” Hall (Foto: Allan Melo (TechTudo))
on “Maddog” Hall (Foto: Allan Melo (TechTudo))

As noites na Campus Party são sempre movimentadas, mas a última foi especial para os “campuseiros”. O diretor executivo da Linux Internacional, Jon “Maddog” Hall, divertiu o público ao subir no palco de Software Livre de pijama e fazer a coreografia da música “We Will Rock You” do Queen.

A hashtag #ToDePijama foi parar nos Trending Topics do Twitter e diversos participantes acompanharam Maddog com seus pijamas azuis e brancos. Os que ainda não tinham pego seu kit de boas-vindas, distribuído pela organização do evento, puderam aderir à moda pegando um dos pijamas jogados por ele próprio do palco.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=bFLInCMwlTw]

Conhecido por divulgar o Linux e o software livre pelo mundo, Maddog já é “figurinha” carimbada no evento, e não exige tratamento especial: dorme no camping junto com os outros participantes.

A Campus Party 2012 acontece no Anhembi Parque, em São Paulo, entre os dias 6 a 12 de fevereiro de 2012, e reúne os principais temas e personagens

Além de guitarrista do Queen, Brian May é doutor em astrofísica. O interessado em astronomia pode atuar em diversos campos, como, por exemplo, em engenharia espacial Getty Images

Para ver todos Clique Aqui

 

Fonte: www.bol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Por: www.mdig.com.br

Uma singela citação na última semana sobre o especial de Sexta com Bohemian Rhapsody foi o bastante para recebermos algumas ótimas dicas que devem ilustrar os próximos posts musicais de sexta-feira. O primeiro foi enviado pelo amigo Victor Marcelo Rodrigues e mostra BrodyWorld ao estilo one-man-band interpretando magistralmente o que ele chama de “Bro-hemian Rhapsody” no seu estúdio caseiro.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4TriVCB_WXQ]

O segundo é uma dica do amigo Padre Torque e fará a alegria dos queenmaníacos geeks e profissionais da área de eletrônica. Atente que nenhum efeito ou amostragem digital foram usados, toda a interpretação foi realizada por uma banda composta por:

  • Console Atari 800xl;
  • Drive de disquete de 3.5″;
  • Drive de disquete de 8″;
  • HP ScanJet 3C;
  • Osciloscópio Eico monocanal;
  • Osciloscópio Tektronix TDS210;

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ht96HJ01SE4]


Fonte: www.mdig.com.br
Dica de: Gustavo Leal

Com um cachê de mais de R$ 25 mil, a britânica Ruth Flowers, 69 anos, vem se destacando como DJ em festas pelo mundo.

A vovó tem seis anos de carreira. Segundo ela, tudo começou quando discotecou na festa do neto, então com nove anos de idade. Um empresário soube e a lançou.

Desde então, Ruth já se apresentou em países como Alemanha, França e Estados Unidos, além da Inglaterra, onde ela vive.

No set list da vovó DJ está, é claro, muita música eletrônica, mas ela reconhece que não aguenta o gênero durante a noite toda.

Por isso, canções de Freddie Mercury também agitam a pista quando Ruth está no comando dos pickups.

A partir de 4 minutos:


Fonte: www.r7.com

O Delta Blues Bar, orgulhosamente apresenta… Queen Cover com a Classical Queen!!

Um evento mais que especial, com uma consagrada banda, tocando os marcantes sucessos do Queen! Você não pode perder!!

Marque em sua agenda, compartilhe e venha curtir com a gente o verdadeiro show dessa banda.

Esperamos todos vocês, mas lembrem-se: Cheguem Cedo!

DIA 10/02/2012, sexta-feira
Maiores detalhes:  DELTA 19 3242.8166 | www.deltabluesbar.com.br

Participante do ‘American Idol’ disse que foi mal interpretado e que não sairá em turnê com Brian May e Roger Taylor

O cantor Adam Lambert não é o novo vocalista do Queen
O cantor Adam Lambert não é o novo vocalista do Queen

RIO – Adam Lambert desmentiu os rumores de que sairia em turnê com os músicos remanescentes do Queen. Segundo a imprensa internacional, o cantor, famoso após participar da oitava edição do “American Idol”, ocuparia o lugar do vocalista Freddie Mercury, morto em 1991.

Em entrevista recente, Adam teria confirmado que iria encabeçar uma turnê do Queen ao lado de Brian May e Roger Taylor, ex-companheiros de Mercury. No entanto, Lambert disse que se referia à apresentação que o trio fez junto durante o MTV European Music Awards, em novembro.

“Oooh, aqueles repórteres espertos tirando minhas citações de contexto… eu não confirmei nenhuma participação especial. Eu estava falando sobre o EMA”, disse o cantor, em seu perfil no Twitter. “Dito isto, estou verdadeiramente lisonjeado por suas gloriosas conclusões, senhor jornalista!”, completou, irônico.

Um porta voz do selo do Queen, Hollywood Records, admitiu que ter havido discussões sobre a integração de Lambert à banda, mas nenhum acordo foi oficializado. Em entrevista à revista “Rolling Stone”, o representante disse, no entanto, que novas participações não estão descartadas. “Adam pode cantar com o Queen no festival Sonisphere. Mas isso não está confirmado, nada foi assinado”, completou.

Fonte: www.oglobo.com

Publicada em 05, Feb, 2012 por André Punski (ROCK SP) (www.musicao.com.br)

A Argentina está exportando covers e projetos de altíssimo nível para o mundo, o primeiro de maior evidencia foi o “The Beats” que faz um belo trabalho com a obra do quarteto inglês “The Beatles”; desta vez foi com outro quarteto, também inglês, aonde o grau de perfeição chega a espantar, o “Queen”.

Com a casa cheia os presentes sanaram parte de uma carência que perdurará para sempre, jovens viram algo mitológico e muitos reviveram uma época onde foi possível crer que o “Queen” realmente existiu.

A semelhança de Pablo Padin com o ícone Freddie Mercury é algo indescritível, até mesmo de perto é algo estrondoso. Já os outros integrantes são parecidos por estarem com cortes de cabelo, roupas e pelos trejeitos; pois de perto não há tanta semelhança quanto a fisionomia.

O set list executado não deu folga e sem pudor músicas como “Under Pressure”, “We Will Rock You”, “Radio Ga Ga” e “Play The Game” levantaram o público. Outras como “One Vision”, “Fat Bottomed Girls”, “Another One Bites The Dust” e “Bohemian Rhapsody” soltaram o grito do pessoal. Mas a emoção veio mesmo em “Somebody To Love”, “Love Of My Life” e “We Are The Champions” e os mais exaltados não tiveram como conter o choro.

Para o bis, Pablo voltou enrolado na bandeira do Brasil, o que para nós é fazer a média. Nós sempre exigentes e participativos nos shows e espetáculos, somos recíprocos quando o artista merece.

O evento foi tratado como um espetáculo, um mezanino esteve montado e acomodou o público de forma organizada e respeitosa.

SET LIST: 1. One Vision / 2. Under Pressure / 3. Radio Ga Ga / 4. Somebody To Love / 5. Play The Game / 6. Fat Bottomed Girls / 7. In The Lap Of The Gods/Seven Seas Of Rhye / 8. Crazy Little Thing Called Love / 9. Another One Bites The Dust / 10. Kind Of Magic / 11. I Want It All / 12. Guitar Solo / 13. Now I´m Here / 14. Save Me / 15. Love Of My Life / 16. Killer Queen / 17. Keep Yourself Alive / 18. Drums Solo / 19. I Want To Break Free / 20. Bohemian Rhapsody. BIS: 21. The Show Must Go On / 22. We Will Rock You / 23. We Are The Champions

Algumas fotos:
(Fotos do site: www.musicao.com.br) Para mais fotos Clique Aqui

http://www.musicao.com.br/siteadmin/gallery/290/Freddie-Mercury-3.jpg

http://www.musicao.com.br/siteadmin/gallery/290/Freddie-Mercury-4.jpg

http://www.musicao.com.br/siteadmin/gallery/290/Freddie-Mercury-5.jpg

http://www.musicao.com.br/siteadmin/gallery/290/freddie-brian-1.jpg

http://www.musicao.com.br/siteadmin/gallery/290/freddie-john-brian.jpg

http://www.musicao.com.br/siteadmin/gallery/290/dios-salve-a-la-reina-1.jpg

Fonte: www.musicao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Adam se apresentou com a banda no EMA 2011
Adam se apresentou com a banda no EMA 2011

www.mtv.com.br

“De forma alguma tentarei substituir Freddie Mercury. É impossível”, contou Adam Lambert ao jornal Daily Star ao confirmar que fará uma série de apresentações com Brian May e Roger Taylor em um retorno do Queen para este ano.

A ideia, segundo Lambert, é “fazer um tributo cantando músicas foda” . “Queremos manter a música viva para os fãs e tentar dar energia suficiente para deixar Freddie orgulhoso”, explicou o vencedor do American Idol.

Os três ainda não discutiram a criação de músicas novas, mas o cantor acha a possibilidade interessante.

Adam Lambert se apresenta ao lado de Brian May e Roger Taylor
Adam Lambert se apresenta ao lado de Brian May e Roger Taylo

www.virgula.com.br

dam Lambert, segundo colocado do reality show musical American Idol de 2009, vai assumir o posto de vocalista do Queen. O cantor já havia se apresentando com a banda em novembro, durante o European Music Awards, premiação da MTV. “É para manter a música viva. Isso é para os fãs”, disse Lambert em entrevista ao tabloide britânico Daily Star. “E dar uma energia a elas da qual Freddie Mercury teria orgulho”, completou.

Segundo informações do jornal, a reestreia do grupo será no festival Sonisphere, marcado para acontecer entre os dias 6 e 8 de julho na Europa. “Após o EMA, eu ouvi algumas pequenas reclamações de pessoas que disseram: ‘Você não pode substituir Freddie Mercury’. Mas eu já sabia isso”, disse Lambert. “Eu não tenho intenção de substituí-lo. Isso é impossível.”

Sobre a possibilidade do Queen lançar um disco de inéditas com Lambert no vocal, o músico disse que ainda não houve uma discussão a respeito, mas afirmou estar preparado. “Eu estaria tranquilo em gravar com Brian May e Roger Taylor. Ser chamado para ser frontman do Queen é a melhor coisa que pôde acontecer.”



Fontes:  www.mtv.com.br  |  www.virgula.com.br

Mais dois portais divulgaram a notícia de que Adam Lambert sairá em turnê com o Queen



O Queen já escolheu o substituto de Freddie Mercury: agora a força está com Adam Lambert!
O Queen já escolheu o substituto de Freddie Mercury: agora a força está com Adam Lambert!



www.jb.com.br

Quem não fica saudoso quando o assunto é Freddie Mercury, não é mesmo, minha gente? Mas, se você é daqueles ‘pudicos’ que não conseguem nem pensar em um retorno da banda sem seu líder, é melhor nem continuar lendo a nota a seguir. Pois o Queen está de volta mesmo!

No comando da banda, Adam Lambert, ex-‘American Idol’, que já havia, aliás, se apresentado com o grupo durante o MTV Europe Music Awards.

O grupo se apresenta em julho, no festival itinerante Sonisphere, pela Europa. Já sobre um álbum com faixas inéditas, ainda não há nada confirmado. Será que o resultado será digno, galera?

www.dropmusic.com.br

Adam Lambert, que participou do American Idol, é o novo vocalista do Queen, pelo menos para a próxima turnê do grupo.

Lambert foi chamado por Brian May depois que cantou, ao lado da banda, as canções The Show Must Go On e We Are the Champions durante o MTV European Music Awards em novembro passado. O vocalista afirma que “não tem intenção” de substituir Freddie Mercury (como se isso fosse capaz).

“A intenção é homenagear Freddie a a banda cantando suas canções. Isso mantém a música viva para seus fãs”, explicou ao The Daily Star.

No ano passado até o nome de Lady Gaga foi espalhado como possível vocalista do Queen, talvez tivesse sido melhor se fosse ela mesmo.


Fontes:  www.jb.com.br   |   www.dropmusic.com.br


Matéria publicada no site: http://whiplash.net escrita por Leandro Anhelli


Perfeccionismo. Esta é a palavra que me veio à mente após assistir à apresentação realizada pela banda tributo GOD SAVE THE QUEEN nesta sexta-feira de muito calor em São Paulo. Já muito conhecido dos brasileiros (a banda tem passado por aqui todo ano, desde 2008), os nossos “hermanos” argentinos Pablo, Francisco, Matias e Ezequiel são fiéis ao grupo que prestam homenagem: o grandioso QUEEN.

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash! ou de seus editores.

God Save The Queen – Via Funchal, São Paulo – SP

Fotos por Leandro Anhelli (www.anhelli.com.br)

A apresentação não teve pista e a plateia se dividiu nas muitas mesas espalhadas pela Via Funchal lotada. De onde eu estava, ao lado da mesa de som, procurei observar se havia muitos lugares vazios na parte de baixo da casa e percebi que praticamente não tinha espaço algum. Até as mesas mais distantes do palco tinham sido compradas e estavam ocupadas.

Casa cheia e todos prontos para ouvir clássicos de uma das maiores bandas de Rock do mundo, a começar por “One Vision”, que abriu o show, às 22:30hs, inicialmente marcado para 22hs. Devidamente caracterizados como seus ídolos, os músicos foram recebidos com entusiasmo pelo público e emendaram logo no início mais duas grandes músicas: “Under Pressure” e “Radio Ga Ga”.

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O som, já desde o início, estava ótimo e se ouvia com perfeição todos os instrumentos, tocados com igual perfeição pelos músicos. A qualidade de som, aliada às luzes coloridas do palco deixavam claro que seria mais uma grande homenagem ao QUEEN.

Se no palco os músicos faziam muito bem a parte deles, em canções como “Crazy Little Thing Called Love” e “Another One Bites The Dust” os fãs acompanhavam com palmas e engrandeciam ainda mais o espetáculo, obedecendo aos pedidos do vocalista. Pablo tem um timbre de voz bastante parecido com o de Freddie Mercury e o incorpora de forma realmente fiel, tanto nos trajes e trejeitos, quanto ao cantar e tocar piano.

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Nem preciso dizer que grande parte das canções foi cantada pelo público a plenos pulmões, como em “I Want It All”, que foi seguida por um solo de guitarra de Francisco.

Para fechar a primeira parte do show, antes do famoso bis, a banda escolheu o grito de liberdade de “I Want To Break Free”, com Pablo voltando ao palco caracterizado como mulher, e ainda “Bohemian Phapsody”, que fez o público levantar das cadeiras para aplaudir.

As luzes se apagaram à meia-noite e poucos segundos depois se acenderam novamente, para a banda retornar com “The Show Must Go On”, “We Will Rock You”, com Pablo enrolado em uma bandeira do Brasil, e então “We Are The Champions”.

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Embora depois dessa trinca final a casa ainda continuava com as luzes apagadas, tudo indicava que realmente o show havia acabado e muitos dos presentes, inclusive este redator que vos escreve, já se preparavam para se retirar, quando o grupo retornou ao palco novamente para tocar uma canção que não estava inicialmente no set list que o operador da mesa de som utilizava como referência.

Com toda a plateia em pé, o hino do Rock “Tie Your Mother Down” fechou a apresentação do GOD SAVE THE QUEEN, com quase duas horas de duração.

Resumo da noite: uma Via Funchal lotada de fãs para receber de braços abertos os também fãs (e músicos) do GOD SAVE THE QUEEN, todos juntos para prestar uma linda homenagem a esse gigante do Rock, o QUEEN.

Certamente o legado deixado pela formação clássica da banda está em boas mãos com o GOD SAVE THE QUEEN. Voltem sempre a São Paulo e ao Brasil.

Agradecimentos a Miriam Martinez pela atenção e credenciamento.

Banda:

Pablo Padin (vocais/violão/piano)

Francisco Calgaro (guitarra)

Matias Albornoz (bateria)

Ezequiel Tibaldo (baixo)

Set List:

1. One Vision
2. Under Pressure
3. Radio Ga Ga
4. Somebody To Love
5. Play The Game
6. Fat Bottomed Girls
7. In The Lap Of The Gods/Seven Seas Of Rhye
8. Crazy Little Thing Called Love
9. Another One Bites The Dust
10. Kind Of Magic
11. I Want It All
12. Solo Guitarra
13. Now I´m Here
14. Save Me
15. Love Of My Life
16. Killer Queen
17. Keep Yourself Alive
18. Solo Bateria
19. I Want To Break Free
20. Bohemian Rhapsody

Bis

21. The Show Must Go On
22. We Will Rock You
23. We Are The Champions

Bis 2

24. Tie Your Mother Down

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Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Em matéria do “Globo Reporter”, desta sexta-feira – 03/02/2012, sobre o Arquipélago de Zanzibar, Freddie foi citado como filho ilustre da ilha.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=WSXyJjJ2yng]

Pablo Padin interpreta Freddie Mercury; Sérgio Faga, Bruce Dickinson; e Sandro Peretto, John Lennon
Pablo Padin interpreta Freddie Mercury; Sérgio Faga, Bruce Dickinson; e Sandro Peretto, John Lennon

DAVID SHALOM
Direto de São Paulo

Desde que a música como a conhecemos surgiu, pessoas se dedicam à execução de canções daqueles que as influenciaram. Do erudito Wolfgang Amadeus Mozart aos meninos de Liverpool dos Beatles, todos interpretaram covers em algum momento de suas carreiras – até por este ser o primeiro passo dado por um jovem quando adquire o primeiro instrumento: aprender músicas de seus artistas preferidos para tocar com os amigos, fazendo surgir mais e mais grupos do gênero. Nos últimos anos, no entanto, este nicho tem crescido de tal forma que uma avalanche de projetos altamente profissionais vêm se destacando ao criar uma carreira sólida girada exclusivamente em torno de seus ídolos.

Com altos investimentos em formação musical, equipamentos, estrutura e vestimentas, essas bandas contam com uma estrutura até há pouco tempo tida como irreal para qualquer trabalho do gênero. Se antes eram vistas como hobbies ou pontes para a realização de negócios autorais, com raros shows feitos em bares e botequins, hoje elas contam com empresários, contratos, turnês, fãs e todas as características próprias dos artistas em que se inspiram.

“No Brasil temos uns mil covers de Iron Maiden. Então, para se destacar no meio desse mar de bandas você precisa ter um diferencial”, explica Eric Claros, 29, baterista do Children of the Beast, tributo oficial ao Iron Maiden no País. “Assim, compramos todos os equipamentos iguais aos dos caras da banda: o baixo do Steve Harris, a guitarra signature do Dave Murray, a bateria que o Nicko (Mc Brain) usou quando tocou por aqui, com todos os pratos iguais.”

E os investimentos não se limitam ao gasto com instrumentos. O enorme volume de conjuntos com essa proposta obriga os músicos a de fato procurar personificar o artista, tanto musicalmente quanto na forma de se vestir, falar e se mover. “Nosso espetáculo é 50% música, 50% produção”, conta Sandro Peretto, 38, o “John Lennon” da All You Need is Love, principal banda brasileira de tributo aos Beatles da atualidade, que investiu até em sessões de fonoaudiologia para soar igual ao ídolo, inclusive no sotaque e na voz naturalmente anasalada. “Estudamos toda a movimentação deles em arquivos, vídeos, entrevistas, discursos. A ideia é que o público viaje nessa ideia de que está vendo os Beatles mesmo”.

O verdadeiro teatro armado por esses músicos é capaz de conferir a quem os assiste a verdadeira sensação de estar vendo o ídolo no palco, fator primordial para o seu sucesso. O Children, por exemplo, leva a seus shows diversos cenários, uma verdadeira bagagem com roupas feitas por encomenda para serem trocadas durante a apresentação, além de um boneco do Eddie, o mascote dos britânicos, com quase três metros de altura, conferindo ainda mais realismo ao espetáculo. “Quando tocamos em São Paulo as pessoas acham legal. Mas, ao viajarmos para lugares mais distantes, cidades do interior onde o Iron provavelmente nunca vai pisar, os caras têm a impressão de estar vendo a banda original, chegando ao ponto de se dirigirem a nós chorando após o fim do set”, conta Claros, que acaba de retornar de Assunção, Paraguai, onde fez show com o sexteto para quase oito mil pessoas.

Cruzando fronteiras
Com ao menos dez passagens pelo Brasil, o quarteto argentino Dios Salve La Reina, desde 1998 dedicado a coverizar os principais sucessos do Queen, é um dos melhores exemplos de bandas tributo com popularidade além da fronteira de seu país. Seus integrantes, que se apresentam nesta sexta-feira (2) no Via Funchal, em São Paulo, já realizaram turnês pela América Latina e Europa, chegando a fazer uma média de 80 shows por ano, número invejável até para grupos com material próprio conceituados no mercado.

“Parece mais fácil fazer uma banda tributo, mas, pelo menos no nosso caso, não é bem assim”, garante o cantor Pablo Padin, 36, que, assim como o líder do Queen, veste jaqueta amarela, coroa e toca piano nos shows, dando ao público a ilusão de estar vendo o próprio Freddie Mercury sobre o palco. “Temos a preocupação de prestar o tributo como eles merecem e a prova de que o público percebe isso reside no fato de estarmos sempre por todos os lados, viajando e tocando em países diferentes”.

Profissão Cover
Os investimentos e o enorme número de shows culminam, naturalmente, em uma verdadeira virada na realidade desses músicos. Isso porque, se antes precisavam trabalhar em serviços comuns para obter sustento, eles acabam se vendo na urgência de deixar seus empregos para poder se dedicar inteiramente à corrida agenda tão recorrente de seus ídolos. “Nosso baixista acabou de largar um cargo de analista financeiro para viver de música porque não conseguia conciliar as duas coisas”, exemplifica Claros, produtor de vídeos nas horas vagas. “Ele precisava tomar uma decisão e, claro, preferiu tocar do que ficar trabalhando de terninho em escritório”.

Se, com seus 60 shows anuais, a maioria dos integrantes do Children ainda consegue manter o trabalho comum nos dias úteis, complementares à renda da banda, os músicos do Dios Salve a La Reina já vivem em outro estágio. Assim como o próprio Queen, os argentinos se dedicam em tempo integral à banda, conseguindo há pelo menos três anos obter o sustento proveniente apenas dos palcos. “Graças a Deus conseguimos nos virar bem com aquilo que ganhamos nos shows. A cada dia que passa parece que vamos deixar de viajar ou, quem sabe, viajar menos. Mas, quando menos esperamos, aparecem mais e mais datas para fazermos e acabamos não parando nunca”, conta Padin.

No sentido de produção, o All You Need is Love foi ainda mais longe. Depois de obter sucesso com sua performance em shows por todo o território brasileiro, o empresário do quarteto conseguiu fazer algo praticamente impensável a qualquer grupo dedicado a covers. Com os direitos de execução das canções dos Beatles cedidos pela gravadora que os detém, a Sony Music, a banda lançou em 2010 seu primeiro DVD, com vendagens acima de 25 mil cópias.

“É incrível o que conseguimos em tão pouco tempo”, exalta Peretto, atualmente focado na pré-produção do segundo DVD do grupo. “Não sei se dá para ficarmos milionários com este trabalho e esse não é nem de longe o nosso objetivo. Mas, se isso acontecer, teremos a certeza de ter chegado onde queríamos, que é tocar por todo o mundo. Por que não?”.

Próximos eventos:
Dios Salve a La Reina (God Save the Queen) – São Paulo
Data: 03 de fevereiro
Local: Via Funchal – R. Funchal, 65 Horário: 22h00
Informações: (11) 3846-2300
Preços
Platéia VIP: R$ 220
Platéia Premium: R$ 180
Platéia 1: R$ 120
Platéia 2: R$ 80
Mezanino Central: R$ 120
Mezanino Lateral: R$ 100
Camarote: R$ 180

Children of the Beast – São Paulo
Data: 4 de fevereiro
Local: Manifesto Bar – Rua Iguatemi, 36 – Itaim Bibi
Horário: 22h
Informações: (11) 3168-9595

All You Need is Love – Araçatuba
Data: 11 de fevereiro
Local: Espaço Bela Vista – Rodovia Nametala Rezek, S/N – Traitu
Informações: (18) 3624-6076


Fonte: www.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury

‘A ideia é fazer um tributo ao Freddie (Mercury, líder do Queen, morto em 1991) e à banda cantando algumas boas canções’, diz ele ao TMZ.

Adam Lambert (Foto: Getty Images)
Adam Lambert (Foto: Getty Images)

Adam Lambert, ex-candidato do “American Idol”, contou que vai substituir Freddie Mercury em shows do Queen.

“A ideia é fazer um tributo ao Freddie (Mercury) e à banda cantando algumas boas canções. É para manter a música viva para os fãs e dar a eles a energia que Freddie se orgulharia”, disse Adam ao site TMZ.

Freddie Mercury, líder do Queen, morreu em decorrência do vírus HIV em 1991. Adam já tinha cantado “We are the champions”, hit da banda inglesa, em uma apresentação no “American Idol” na grande final de 2009.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0BiegN4-iT4]


Fonte: www.globo.com
Dica de: Roberto Mercury