O músico Elton John decidiu relatar em páginas de um livro suas experiências pessoais com a Aids. Na obra intitulada ‘Love Is The Cure’ (na tradução, ‘O Amor é a Cura’), o cantor pretende ainda trazer lembranças da convivência com pessoas próximas que contrairam a doença, como Freddie Mercury, do Queen.

“Esta é uma doença que não deve ser curada por uma vacina milagrosa, mas mudando os corações e mentes”, explicou Elton John. “Por que não estamos fazendo mais isso? Esta é uma questão que eu pensei profundamente a respeito e quis responder – e ajudar a mudá-la – ao escrever este livro”, completou o cantor.

A publicação da editora Hodder and Stoughton vai ganhar também uma versão em áudio, que será registrada na voz do próprio Elton John. A verba arrecadada com o livro será revertida para a Fundação Elton John. O título ‘Love Is The Cure: Ending The Global Aids Epidemic’ deve ser lançado em julho.


Fonte: http://revista.cifras.com.br

Roger Taylor e Brian May anunciaram que finalmente obteveram permissão para compartilhar com o mundo três colaborações entre Freddie Mercury e Michael Jackson.

As músicas foram gravadas no início dos anos 80 e não foram publicadas, ainda estão sendo organizadas e deverão ser lançadas este ano, mas não há nenhuma data confirmada ainda.

Freddie Mercury era o líder da banda Queen, com quem teve sucessos como “Bohemian Rhapsody”, “We Are The Champions”, “Killer Queen” e “Crazy Little Thing Called Love”. Ele também teve carreira solo. Freddie  morreu em 1991 por causa de broncopneumonia complicada pela AIDS, que foi diagnosticada no final de 1987.

Michael Jackson, também conhecido como o “Rei do Pop”, iniciou sua carreira musical quando era muito pequeno, no grupo de seus irmãos “Jackson 5”. Como solista teve sucessos como “Billie Jean”, “Thriller” “Beat It”, “Black & White” e muitos mais. Ele morreu em junho de 2009, devido a parada cardíaca. A autópsia determinou que a morte foi causada por intoxicação aguda de propofol, em combinação com benzodiazepinas sedativo.

Este ano vamos saber como soará com duas das maiores estrelas da música cantando, três músicas juntos.


Fonte: www.qbit.mx

No dia 3 de fevereiro, será realizado em São Paulo, um dos melhores e mais importantes tributos ao Queen. A Via Funchal vai receber o show do God Save The Queen. A apresentação faz parte da turnê iniciada no segundo semestre de 2011 com o objetivo de celebrar o aniversário de 65 anos do inesquecível Freddie Mercury.

A banda surgiu na cidade de Rosário, na Argentina, e é composta por Pablo Padin (vocal), Francisco Calgaro (guitarra), Ezeguiel Tibaldo (baixo) e Matias Albornoz (bateria).

Nas apresentações, o God Save The Queen procura reproduzir com capricho, fidelidade e energia as características que marcaram o Queen como uma das melhores bandas da história.

Grandes clássicos como “Will Rock You”, “Crazy Little Thing Called Love” e “Love Of My Life” são tocados durante o show, que desperta emoções e revive um pouco do que é o Queen.

SERVIÇO

Data: 03 de fevereiro/2012 (sexta-feira)
Horário: 22h00
Abertura da casa:  20h00
Duração: até 120 min
Local: Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia
Capacidade: 3.075  lugares
Classificação Etária: 12 anos

Horário da bilheteria, localizada na casa: das 12h00 às 22h00  (de segunda à domingo)

PREÇOS

Platéia VIP: R$ 220,00
Platéia Premium: R$ 180,00
Platéia 1: R$ 120,00
Platéia 2: R$  80,00
Mezanino Central: R$ 120,00
Mezanino Lateral: R$ 100,00
Camarote: R$ 180,00

Cartões de Crédito: Visa, Mastercard e Diners
Cartões de  Débito:  Visa Electron (somente na bilheteria)

Estudantes têm direito a 50% de desconto no valor do ingresso em qualquer setor da casa
Os ingressos de estudantes são vendidos apenas nas bilheterias da Via Funchal

INFORMAÇÕES

Site: www.viafunchal.com.br
Tel: (11) 3846-2300
Vendas online: viafunchal.showare.com.br
Estacionamento na porta: R$  30,00 c/manobrista  (NETPARK)
Estacionamento VIP (dentro da Via Funchal – vagas limitadas):  R$ 50,00 (vendido nas bilheterias e pelo site)
Acesso a deficientes

Por: Álvara Bianca (Colaboradora Reduto do Rock)
Edição: Diego Centurione
Fonte: Via Funchal


Fonte: http://redutodorock.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Meme de Freddie Mercury postado pelo blog Minganei.com.br

Dica de: Roberto Mercury

Estátua de Freddie Mercury é colocada na entrada do Rock Pub em São Petersburgo, na esquina da Av. Newsky com A St.Michael’s está sentado Farrock Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury – a voz e o carisma do Queen!



 

Fonte: http://d-stroz.livejournal.com
Dica de: Roberto Mercury

Agressivo, performático e politicamente incorreto, Jonnata Doll é do tempo que rock tinha atitude. A palavra virou clichê, mas ele é nossa aposta na música para 2012

Quando Dado Villa-Lobos chamou o cearense Jonnata Doll para cantar no seu show na Praça Verde do Centro Dragão do Mar, afirmando ser alguém que “logo todos vão conhecer”, uma parte do público levou um susto. Contrastando com a figura séria e sóbria do guitarrista da Legião Urbana, o vocalista dos Garotos Solventes remexia seus 57 kg como se estivesse pisando em brasa quente. Por um instante, o anfitrião parecia um coadjuvante.

Diferente da figura que se joga no chão, berra e se contorce, Jonnata Araújo dos Santos, 30, é bem dócil fora do palco e até se diz tímido. Convidado pelo O POVO para contar sobre sua vida e sua carreira, ele antes pediu uma cerveja para acalmar os nervos antes de falar. Citando os bares e bordéis da região, e o Motel 90 (onde se já se apresentou), ele mesmo sugeriu que a conversa acontecesse no Passeio Público.

A atração de Jonnata Doll – homenagem à banda New York Dolls – pelo lado marginal da sociedade é como uma resposta aos seus primeiros anos de vida. Crescendo sob as duras regras de uma família evangélica, ele parecia não se interessar muito pelas proibições e já sonhava ter uma banda. Mais ainda quando descobriu o rock no filme The Wall, do diretor Alan Parker baseado no disco da banda Pink Floyd. Morador do Bairro Álvaro Weyne, ele se juntou a uma turma de amigos que apelidou de Jack Boys e passou a perambular pela Cidade trajando jaqueta e blusa do Ramones.

Para realizar seu sonho adolescente, por volta dos 16 anos, Jonnata Doll montou a banda Kohbaia e começou a cantar sobre viciados, prostitutas e outros personagens do submundo. Com o grupo, ele até tocou no Hospital Psiquiátrico Mira y López, só para os pacientes. Implodida por conta de um dos maiores clichês do rock, o abuso das drogas, a banda deu lugar em 2009 aos Garotos Solventes. Ele mesmo já teve problemas com drogas e, negando os arrependimentos, transformou suas experiências em música. No entanto, a mudança para “um esquema mais profissional” não trouxe prejuízo para as performances do vocalista que continua transformando cada show num happening.

Quando pisa num palco, Jonnata se entrega de tal forma que nem ele sabe onde vai acabar. Incorporando deuses da música como Michael Jackson, Freddie Mercury e Jim Morrison, ele se joga no chão, lambe o pedestal do microfone e se rebola como se seu corpo fosse feito de borracha. “Parece que eu tenho que me ferir pro público gostar”, confessa ele meio contrariado antes de mostrar algumas marcas que ganhou. Outra vez, numa calourada, o público começou a arrancar-lhe a roupa até que não lhe sobrasse uma gravata borboleta pra lhe cobrir as vergonhas. “Às vezes isso incomoda. Eu sou músico e quero que a música venha em primeiro lugar”.

Formado em Ciências Sociais, hoje Jonatta divide suas atenções com a música e o trabalho como observador de campo da Fiocruz, onde acompanha viciados em crack. Entre os planos, pretende conhecer melhor a cena musical paulista junto com os Garotos Solventes, com quem também quer gravar logo em breve. Até lá, ele segue falando sobre drogas, desilusões amorosas, prostituição adolescente, pedófilos e outros assuntos nada amenos.

Por quê
ENTENDA A NOTÍCIA

Jonnata Doll é um dos artistas mais autênticos da cena roqueira fortalezense. Vocalista e principal compositor da banda Garotos Solventes, ele transforma o submundo da Cidade em música.


Fonte: www.opovo.com.br

A banda tocou The Show Must Go on

No fim de semana do dia 4 de dezembro a banda HELLLIGHT realizou seu primeiro festival, intitulado ‘Legion Of Nexus’ que contou com a participação, além da HELLLIGHT, das bandas Senta Púa e Arranged by Nameless. O festival aconteceu na conhecida casa de shows paulistana Blackmore Rock Bar.

“Realmente foi uma experiência única ter o prazer de montar nosso Festival! Apesar de ter dado muito trabalho, o resultado foi bem legal e nos divertimos muito. Queremos agradecer as bandas Senta Púa e AbN por aumentar ainda mais a qualidade do festival e aos jornalistas e público presente, não vemos a hora de fazer o Legion 2!”

Em sua apresentação, o grupo executou músicas de seus 3 álbuns e de seu mais recente EP ‘The Light That Brought Darkness’ que conta, além da faixa título com versões de clássicos de lendas como Black Sabbath, Danzig e Queen. Vale lembrar que esse EP é distribuído gratuitamente via download e pode ser baixado através do link:
http://www.metalmedia.com.br/helllight/downloads/helllight_thelight.rar

Fonte: http://whiplash.net

O Especial “A Night At The Opera”, um tributo ao Queen, é a atração desta sexta-feira, 06, às 23h. O couvert é R$ 12.

Endereço: Av. Faria Lima, 486.
Telefone: 3348-0791
Site: www.barvalentino.com.br

Por Ana Bittencourt

O doodle especial do Google, em homenagem ao 65º aniversário de Freddie Mercury, foi eleito como um dos melhores doodles de 2011. O design temático ficou em 19º lugar na classificação geral proposta pelo site de pesquisas.  A classificação foi comemorada pelo site Freddie for a Day.

Doodle é uma logo personalizada que o Google cria em homenagem a uma data especial ou comemorativa. Essa logo é colocada na página de buscas principal do Google e é deixada nela até o término do dia. No caso específico do líder do Queen, a homenagem trás um vídeo com cerca de 1’30”, mostrando uma animação colorida, enfatizando o dinamismo e a diversidade da carreira do cantor.

Criada pela equipe de ilustradores, animadores e engenheiros do Google, o doodle estava disponível para usuários fora dos Estados Unidos no dia 05 de setembro, data em que se comemoraria o 65º aniversário do cantor.

Os doodles do Google já homenagearam personalidades como Martin Luther King Jr. (1º lugar), Charlie Chaplin (5º lugar) e Les Paul (11º eleito). Para ver a lista completa dos melhores doodles de 2011, é só clicar aqui.

Assista Freddie Mercury Google Doodle abaixo.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KX2BQM0D01M]

 

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/grings
Dica de: Roberto Mercury

No programa Agora É Tarde, da Band,  de terça-feira, Queen + Paul Rodgers foram citados em entrevista dos Raimundos.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ZL4hfe_WvlQ]

“Caricatura de Freddie Mercury que pra mim é o maior vocalista de rock de todos os tempos”. André Camargo

André faz caricaturas por encomenda, caricaturas para ilustrar convites de casamento, formatura e outros, além de caricaturas personalizadas em canecas e camisetas. Também faço caricaturas ao vivo em festas e eventos. Há mais de dez anos publico Charges e Tirinhas em jornais e revistas do PR e SC.


Maiores informações: http://andrecamargocaricaturas.blogspot.com


Fonte: http://andrecamargocaricaturas.blogspot.com

Dica de: Roberto Mercury

Nada como começar um ano com o bom e velho rock n roll!!! Pela terceira vez acompanhamos o resultado final das 500 mais pedidas da radio KISS FM de Sao Paulo. Para ver como foi a eleição do ano anterior basta clicar AQUI. A noite eh apenas uma criança barulhenta, yeah!!

Veja as 10 Mais:

010 – AC/DC – You Shook Me All Night Long

009 – Rush – Tom Sawyer

008 – Metallica – One

007 – Iron Maiden – Fear of the Dark

006 – AC/DC – Money Talks

005 – Queen – Bohemian Rhapsody

004 – Deep Purple – Smoke on the Water

003 – AC/DC – Back in Black

002 – Led Zeppelin – Stairway to Heaven

001 – The Beatles – Help

para ver a lista completa Clique Aqui

 

Fonte: www.meteleco.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Já o KLB começou às 2h30 e fez várias homenagens nas músicas, como “We Will Rock You”, do Queen, “Pelados em Santos”, do Mamonas Assassinas, e “Anna Julia”, do Los Hermanos.

Matéria completa Clique Aqui


Fonte: www.g1.com

Acredite ou não, os retratos de celebridades em caixas de fósforos estão fazendo sucesso no mundo da arte.

Os pequenos pedaços de arte trazem desenhos a lápis, com os jogos de palitos de fósforos inteligentemente reorganizados para formar parte do quadro.

A artista Mike Bell passa horas em cada criação e vende suas obras por cerca de R$ 200 cada.

No detalhe, versão Freddie Mercury em caixinha de fósforos.

Para ver todos Clique Aqui


Fonte: www.r7.com
Dica de: Roberto Mercury

ADRIANA DEL RÉ

Em termos icônicos, o bigode de Freddie Mercury está para o cenário musical como o de Charles Chaplin está para o cinema e o de Salvador Dalí, para as artes visuais. Nos três casos, os donos dos valorosos ‘moustaches’ criaram uma estética que lhes conferiram, a seu modo, a physique du role do gênio transgressor. Dalí, na condição de mestre do surrealismo, se inspirou no pintor espanhol Diego Velázquez, nascido no fim do século 16, para arquear seus bigodes para o alto. Chaplin, como Carlitos, lapidou o adorável vagabundo que podia não ter onde cair morto, mas prezava por seu visual asseado.

E Farrokh Bulsara, na pele de Freddie Mercury, cunhou a figura de clone gay do machão dos anos 80, com cabelos curtos e bigode preto, deixando para trás o rosto liso e seu estilo meio glam da década de 70. Isso não quer dizer que seu emblemático bigode surgiu por causa de uma mera transição de década. Coincidentemente, aquele período foi crucial não só para ele como para o Queen, histórica banda inglesa que ele liderou. Na vida privada, Freddie conquistara reconhecimento, fama – e segurança para assumir sua homossexualidade. Já como vocalista e compositor do Queen, viu o grupo chegar ao topo das paradas da Europa e dos EUA.

Morto há 20 anos, em novembro de 1991, vítima de aids, o cantor lutou por sua música até o fim, seja como integrante da banda, seja como artista solo. E também se envaideceu, e se excedeu, e brigou, e reverenciou. Ele, inevitavelmente, é a grande estrela do novo livro Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Rock de Todos os Tempos, do jornalista inglês Phil Sutcliffe. É que, apesar de serem peças importantes, o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor e o baixista caladão John Deacon (que deixou a banda em 1997) acabam sendo – e se portando como – coadjuvantes dessa história.

A obra, caprichada, recupera entrevistas que o próprio Sutcliffe fez com a banda, além de outros textos publicados e um vasto material iconográfico, incluindo mais de 500 imagens de shows, fotos dos músicos, cartazes de shows, capas de discos, canhotos de ingressos e programas de concertos. Ainda em comemoração aos 40 anos do grupo, que foi formado em 1971, a gravadora Universal relançou, ao longo deste ano, toda a discografia do Queen remasterizada. São 15 CDs no total. A última leva que chegou às lojas agrupa os últimos quatro álbuns, o ótimo The Works (com Radio Ga Ga e I Want to Break Free), A Kind of Magic (do qual saiu mais um punhado de sucessos, como Who Wants To Live Forever e Friends Will Be Friends), The Miracle e Innuendo, além do póstumo Made in Heaven (veja abaixo).

Jogando os holofotes sobre Freddie, Phil Sutcliffe acredita que o Queen, mesmo composto por músicos aplicados e talentosos, nunca teria “chegado lá sem o arrebatador de estádios que foi Freddie Mercury”. Em seu livro, o jornalista volta às raízes de seu protagonista, que mesmo quando ainda não era ninguém, já descia pela King’s Road, em Londres, metido a astro, em um terno de veludo vermelho com guarnições de pele de raposa.

Freddie (apelido que ganhou na época da escola) nasceu Farrokh Bulsara, em 1946, na ilha de Zanzibar, no leste da África. Filho de pais indianos, estudou num internato. Em 63, quando Zanzibar tornou-se independente, sua família foi para a Inglaterra. Lá, mais tarde, ele conheceria Brian, Roger e John e, nos anos 70, buscaria seu lugar ao sol tendo sempre como foco aquilo para o qual tinha certeza de que estava predestinado: o sucesso. E conseguiu. Deixou sua marca na história da música. Sua voz ficou eternizada. E seu bigode? Bom, esse entrou para o imaginário coletivo – junto com os de Chaplin e Dalí.


Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-variedades/
Dica de: Roberto Mercury

No do Jornal da Band de hoje, 29/12/2011, a música Bicycle Race foi tocada em matéria sobre bicicletas.

Chega às bancas de todo o Brasil a edição especial da revista Roadie Crew, lançada dentro da série criada pela publicação: Classic Series. O intuito é disponibilizar edições especiais abrangendo temas específicos do mundo do Classic Rock e do Heavy Metal, num formato ainda inédito no Brasil. Para a missão, a revista, que é a maior e mais conceituada publicação de Rock pesado da América Latina, conta com a parceria do jornalista Bento Araujo, editor da revista poeira Zine.

“Esse é o terceiro número da Classic Series e nele abordamos tudo o que aconteceu de importante dentro do Rock no ano de 1981. O Heavy Metal e o Rock estavam mais fortes do que nunca e grupos e artistas como Black Sabbath, Judas Priest, AC/DC, Rush, Iron Maiden, Thin Lizzy, Ozzy Osbourne, Def Leppard, Venom, Journey, Whitesnake, Saxon, Van Halen, Foreigner, Triumph e Motörhead estavam lançando alguns de seus trabalhos definitivos. Além disso, em 1981, o Queen aportou pela primeira vez no Brasil e realizou dois shows históricos por aqui e tantos outros na Argentina. A passagem deles foi um divisor de águas na nossa cena e foi uma verdadeira aventura mergulhar nesses acontecimentos e escrever um dos artigos principais desta edição”, afirma Bento, que conclui: “Tem muita história pra relembrar desse ano histórico para a música.”

Os principais discos lançados há 30 anos também mereceram destaque nesse especial segundo Bento: “Estamos apresentando nada menos do que os 81 melhores álbuns lançados em 1981. Então tem desde gigantes como AC/DC, Rush, Kiss e Iron Maiden, até Tygers Of Pan Tang, Demon, Riot, Raven, Rose Tattoo, Baron Rojo, Patrulha do Espaço, Riff e Ocean, por exemplo. Outros destaques são os 12 meses de 1981 passados a limpo, mês a mês, com os principais acontecimentos do ano e tudo sobre o festival Heavy Metal Holocaust, um marco da época, que hoje é totalmente esquecido.”

O novo número da Classic Series traz também muitas fotos inéditas de arquivos e duas entrevistas exclusivas. Uma com Paul Di’Anno, falando tudo sobre o álbum Killers do Iron Maiden, mais as turnês pela Europa, EUA e Japão e a sua traumática saída da banda naquele ano de 1981. A outra entrevista é com Eddie Van Halen, e foi feita pelo nosso colaborador Steven Rosen. O papo permaneceu arquivado até hoje e só depois de 30 anos foi finalmente publicado pela Classic Series!

Adquira já a sua pelo fone (11) 5058-0447 ou escreva para assinaturas@roadiecrew.com


Fonte: http://whiplash.net

Com a chegada do fim do ano, começam as tradicionais festas de confraternização. Na Fórmula 1 não é diferente. Enquanto na Ferrari Felipe Massa e Fernando Alonso se vestiram de Papai Noel, no evento de final de ano da Mercedes a surpresa ficou por conta de um karaokê. Michael Schumacher não resistiu e foi cantar com os amigos. A música esolhida: Bohemian Rhapsody, do Queen.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jWMQOOkap_I]


Fonte: www.ig.com.br