Ele é charmoso. É natural. É peludo e sensual. Sim, é ele mesmo: o bigode

Depois de alguns anos de reclusão, o bigode volta a ser motivo de comemoração no rosto de homens e até de mulheres – estas com bigodes postiços, é claro. Tudo começou no início dos anos 2000, com uma barba meio mal feita, daquelas que deixa um bigodinho raso à vista. Algumas pessoas gostaram da ideia e resolveram deixar o bigode, afinal, eles não são permanentes, como tatuagens. Se não gostou, é só tirar.

Então, o bigode cresceu, com a adesão de pessoas no mundo inteiro. E atingiu o ápice com várias celebridades mantendo um bigode por opção. Logo estava consolidado: ter bigode é algo cool.

É difícil precisar o surgimento do bigode, mas o primeiro retrato de um homem com a cara sem barbas, exceto naquela região em cima da boca e abaixo do nariz, data, aproximadamente, de 300 a.C., na região que hoje é o Irã. Nos séculos seguintes, eles entraram e saíram de linha muitas vezes, entretanto, mais uma vez, eles deram a volta por cima.

Essa moda recente dos bigodes não se limita apenas em manter um no próprio rosto. Ela ultrapassa os limites do corpo humano e envolve artigos e acessórios, como bigodes falsos, copos, chaveiros, camisetas e, pasmen, travesseiros em forma de bigode. Uma verdadeira religião do bigode.

Um mês só para eles
Não existe nada mais másculo do que um bigode, existe? Então, nada mais justo que os homens criarem um mês especialmente para a celebração do bigode e, de quebra, cuidar da saúde masculina no mundo moderno. O mês escolhido foi novembro, e foi criada uma fundação internacional, a Movember, para angariar novos membros e organizar atividades envolvendo os bigodeiros no mundo inteiro.

A expressão vem de “mo”, gíria em inglês para mustache, mais november: o Movember. Funciona assim: no primeiro dia de novembro, os homens começam de rosto totalmente lisinho. Ao longo do mês, vão cultivando seus mustaches. Durante esse período do ano, a fundação também estimula a adoção de hábitos saudáveis e encoraja os homens a fazerem exames de rotina, para evitar doenças como o câncer de próstata e testículo. O Brasil ainda não dispõe de uma seção própria no site da fundação, mas é possível conferir ações, eventos e notícias deles no site http://www.movember.com/.

Os bigodudos mais famosos da praça
Francamente, o sucesso de várias personalidades não existiria sem a presença de um bom bigode. Ou você acha mesmo que Albert Einstein teria conseguido desenvolver a complexa teoria da relatividade sem a saudosa companhia dos pelinhos embaixo do nariz? Relembre alguns dos principais bigodudos da história na nossa galeria: Nietzsche, Freddie Mercury, Antônio Fagundes, Brad Pitt, Felipão, Borat, Geraldo Rivera, Tom Selleck, Johnny Depp, Jenson Button, Sebastian Vettel, Marcelo Faria, Ronaldo, Shahid Kahn, Tarcísio Meira, Terrence Howard e até Tiririca e Miley Cyrus.

Cartola – Agência de Conteúdo
Especial para o Terra


Fonte: http://vamosrirmais.terra.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O humorista Hurnert, Casseta e Planeta,  foi entrevistado no programa “Estúdio i”, da Globo News, e mostro um dos trabalhos que fizeram na década de 80, o Planeta Diário, um dos personagens é um super-homem de bigode, que fez lembrarem Freddie.


[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Kh5PukayC-E]

Trecho de Bohemian Rhapsody foi tocada no BBB 12 no perfil de Analice.

Graham Hartmann do site Loudwire recentemente conduziu uma entrevista com o vocalista Rob Halford e o baixista Ian Hill da lenda Britânica do heavy metal JUDAS PRIEST. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

Loudwire: Em seu trabalho inicial, pode-se ouvir a influência de BLACK SABBATH. Como o seu som desenvolvido ao longo dos anos 70, vocês sentem que tiveram qualquer influência sobre o Black Sabbath, quando eles também começaram a tocar mais rápido – especialmente durante os anos do Dio?

Halford: Eu não penso assim. Pelo fato de nós sermos do mesmo lugar, há provavelmente na mente de algumas pessoas um crossover ou influência. É apenas o fato de que ambos somos bandas de heavy metal, é o alicerce que nos conecta. São os riffs, não são? Os outros elementos são totalmente separados. Acho que o SABBATH tem a quantidade de um som único e estilo assim como o PRIEST tem. Se você colocar um álbum do SABBATH para tocar, você diz, “Isso é SABBATH”. E se você colocar um álbum do PRIEST, “Isso é definitivamente PRIEST”. Portanto, há uma distinção de diferença, só que ambos vivem no mesmo mundo metal.

Hill: Com certeza, na época em que tudo era muito experimental de qualquer forma, voltando no final dos anos 60 e início dos anos 70, o metal nem sequer existia – era chamado de outras coisas como rock progressivo ou blues progressivo ou rock pesado. Tudo estava em um núcleo e tinham uma espécie de similaridade, mas depois tudo começou a ramificar-se e as pessoas ganharam identidades e direções. Todo mundo encontra seu próprio nicho, se você é talentoso e é bom o suficiente.

Loudwire: Rob, tem sido mencionado que você é um dos vocalistas mais talentosos na música. Que outros cantores você acha que são talentoso?

Halford: Obviamente pessoas que conheço, como meus amigos Robert Plant, David Coverdale e Roger Daltrey. Pessoas do meu próprio mundo e que cresceram no mundo da música como David Bowie e Freddie Mercury. Mais recentemente, Corey (Taylor) do SLIPKNOT tem uma grande voz, quando ele não está fazendo aquela coisa (Halford então imita um vocal gutural). A cantora de STAIND (Aaron Lewis), Phil (Anselmo), quando ele cantava no PANTERA – “Cowboys From Hell” – grande voz. Vocais mudam, não é mesmo? Os caras do LINKIN PARK. É engraçado porque você ouve um monte de bons cantores agora, mas você normalmente vê dois cantores ou um cantor fazendo duas coisas. Eles cantam com uma voz muito doce e melódica, em seguida, eles vão para o que chamamos de “voz de cachorro” – e isso não é depreciativo. Eles cantam muito melodicamente e depois vão para (Halford novamente imita vocais guturais). É um estilo muito invulgar de música que está acontecendo agora e muitas bandas estão fazendo isso porque é o gosto, essa é a moda. Eu gosto de ouvir um cantor cantar. Eu gosto de ouvir o que eles estão cantando em cima da melodia e das notas, porque é quando a distinção de seu estilo e caráter aparece.

Tradução: A Ilha do Metal

Fonte: http://whiplash.net

Quem suspirou (e muito) com o ator Ricardo Tozzi como Douglas de “Insensato Coração” deve estar ansioso para vê-lo na minissérie “Dercy de Verdade”, com estreia prevista para 10 de janeiro. Na trama que vai contar a história de vida da inesquecível Dercy Gonçalves, ele vai estar com esse visual aí da foto: um bigodinho no estilo Freddie Mercury.  Ricardo será  o acrobata Vito Tadei, uma das paixões de protagonista.

 

Fonte: www.redebomdia.com.br

Antes que venham dizer que a Taverna do Peregrino exalta a homofobia, gostaria de deixar ressaltado que este tópico tem o intuito de documentar as celebridades da música, que com muita coragem resolveram assumir sua preferência sexual contraditória, tão pouco temendo a rejeição dos fãs e o falatório da mídia. Claro que a revelação de alguns tornou-se nada mais que a confirmação de algo que já sabíamos de antemão, uma vez que as evidências eram bem nítidas.

Se você tem certo posicionamento religioso, guarde-o consigo, porque aqui sublimaremos o talento musical. Vejamos agora os 10 armários mais escancarados da música, que vão do rock’n’roll ao estilo pop. Já sei, vocês estão sentindo falta de alguns nomes como Phil Oakley (The Human League), Marc Almond (Soft Cell), Mika, Renato Russo (Legião Urbana e Solo), Darren Hayes (Savage Garden), Sylvester (Solo), Ney Matogrosso (Secos & Molhados e Solo), Mark Feehily (Westlife) e Michael Stipe (R.E.M.), mas a lista é limitada em apenas dez escolhas, portanto, eis as selecionadas.

FREDDIE MERCURY (QUEEN E SOLO)
Freddie Mercury (1946-1991) é o maior exemplo de que um grande talento não pode ser esmorecido por mera opção homoafetiva, já que o cantor esbanjava qualidades artísticas, e um detalhe tão peculiar como esse não tem a menor significância para fãs e admiradores. Antes de assumir sua homossexualidade, Mercury viveu por cinco anos com sua namorada Mary Austin, que posteriormente se tornou a musa inspiradora por trás do hitLove Of My Life“.
Queen – I Want to Break Free

ROB HALFORD (JUDAS PRIEST)
Nem mesmo o couro, os rebites em aço e o excesso de testosterona, livraram o heavy metal de ter um impactante representante da comunidade gay. Durante sua carreira como vocalista do Judas Priest, Rob Halford vivenciou um conflito que se findou em depressão e no uso de substâncias entorpecentes. O grito de liberdade foi transmitido em uma ousada entrevista a MTV News, em 1998, quando declarou que finalmente se sentia confortável para tornar sua sexualidade pública.

Painkiller
NEIL TENNANT (PET SHOP BOYS)
Em agosto de 1994, uma matéria da revista britânica Attitude Gay Lifestyle anunciava algo supostamente bombástico, Neil Tennant, finalmente havia declarado sua homossexualidade: “Sim, sou gay“. A notícia não poderia ser mais hilária, já que as evidências eram tão cristalinas ao longo de sua carreira, bastava observar os vídeos do Pet Shop Boys ou os trejeitos de seu vocalista em ação.
West End Girls
ANDY BELL (ERASURE E SOLO)
Além ter sido vocalista do Erasure, Andy Bell é um fervoroso defensor dos direitos gays, e até onde fiquei sabendo, jamais escondeu sua condição homossexual. A extravagância é uma das principais características deste artista britânico, e podemos constatar isso no videoclipe “Oh L’amour“, onde ousadamente traja uma cinta-liga preta com espartilhos. Em dezembro de 2004, Andy anunciou publicamente que é HIV-positivo desde junho de 1998, data em que descobriu a enfermidade por análise laboratorial.
A Little Respect
ELTON JOHN (SOLO)
Acredito que Sir Elton John tem enorme prazer em provocar os milhares de cristãos fervorosos ao redor do mundo, primeiro por constituir uma atípica família com seu marido David Furnish e seu filho Zachary Jackson Levon Furnish-John; e segundo por dizer abertamente que Jesus Cristo fora gay durante sua vida terrestre. O queridinho da nobreza britânica é um dos principais defensores da causa homoafetiva, não poupando nem mesmo as crenças religiosas.

Nikita
RICKY MARTIN (MENUDO E SOLO)
De todos os artistas da lista, Ricky Martin foi o último a sair do armário, já que a preocupação com destino de sua carreira era extremamente sufocante. Aos 38 anos, contrariando recomendações, Ricky, assume sas rédeas de sua vida, declarando em seu blog: Tenho orgulho de dizer que sou um felizardo homossexual. Sou muito abençoado em ser o que sou. Esses anos em silêncio e reflexão me fizeram mais forte, lembrando-me de que aceitação vem de dentro e que esse tipo de verdade me dá o poder de conquistar emoções que eu nem sabia que existiam”. Independente da escolha deste porto-riquenho, ainda o veremos arrebatar milhares de fãs mulheres em todo o globo terrestre, considerando que muitas delas terão a esperança de muda-lo algum dia.

Maria

JIMMY SOMERVILLE (BRONSKI BEAT, THE COMMUNARDS E SOLO)

No começo de sua atuação como vocalista e compositor, Jimmy Somerville não teve dificuldades em pôr à mostra sua preferência por jovens rapazes esportistas, que inclusive poderemos observar nos vídeoclipes de sua carreira. Jimmy esteve à frente de duas famosas bandas do Synthpop britânico (Bronski Beat e The Communards), que marcaram o cenário gay oitentista por todo o mundo.

Bronski Beat – Smalltown Boy
CAZUZA (BARÃO VERMELHO E SOLO)

Cazuza (1958-1990) era debochado, mimado e inconsequente, mas acima de tudo um gênio do rock brasileiro, que assumiu sua bissexualidade em meio aos tabus dos anos 80. Assim como Freddie Mercury, o ex-vocalista do Barão Vermelho foi mais uma das vítimas que sucumbiram perante o temível vírus HIV, que por pura ignorância era chamado de “praga gay”.

Exagerado
GEORGE MICHAEL (WHAM! E SOLO)
George Michael foi aclamado como símbolo sexual desde seu surgimento musical na dupla Wham! (1981). Embora sempre fora discreto com sua sexualidade, Mr. Michael passou por uma situação bem constrangedora em 1998, quando foi detido pela polícia de Los Angeles por praticar atos obscenos em um banheiro público. Numa entrevista para o Independent News em 2007, Michael confessou porque demorou tanto tempo para sair do armário, já que sua mãe poderia se assustar com a revelação.



Wham! – Wake Me Up Before You Go-Go

BOY GEORGE (CULTURE CLUB E SOLO DJ)

O comportamento e o visual andrógeno de Boy George já causaram muitas polêmicas no inicio da década de 1980, alguns até chegaram afirmar que o artista era uma mulher travestida de drag queen. Boy George tinha uma atração pessoal por heterossexuais e simpatizantes indecisos, algo que inevitavelmente o levava a frustações e decepções amorosas, como ocorrera em seu relacionamento secreto com John Moss, baterista do Culture Club. E as histórias não param por aí, portanto, se quiser saber mais sobre a escandalosa “Boneca Emília” do movimento New Romantic britânico, existe um ótimo filme chamado “Worried About The Boy“, produzido pela BBC de Londres.

Culture Club – Do You Really Want to Hurt Me?
Fonte: http://tavernadoperegrino.blogspot.com
Dica de: Roberto Mercury

Esta semana é marcada por diversos acontecimentos que fizeram história na música. Começando, precisamente, por esta segunda-feira, dia 9, foi quando em 1976 o Queen liderava a lista de singles britânica com a música ‘Bohemian Rhapsody’.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=fJ9rUzIMcZQ]

 

Fonte:  http://cotonete.clix.pt

O músico Elton John decidiu relatar em páginas de um livro suas experiências pessoais com a Aids. Na obra intitulada ‘Love Is The Cure’ (na tradução, ‘O Amor é a Cura’), o cantor pretende ainda trazer lembranças da convivência com pessoas próximas que contrairam a doença, como Freddie Mercury, do Queen.

“Esta é uma doença que não deve ser curada por uma vacina milagrosa, mas mudando os corações e mentes”, explicou Elton John. “Por que não estamos fazendo mais isso? Esta é uma questão que eu pensei profundamente a respeito e quis responder – e ajudar a mudá-la – ao escrever este livro”, completou o cantor.

A publicação da editora Hodder and Stoughton vai ganhar também uma versão em áudio, que será registrada na voz do próprio Elton John. A verba arrecadada com o livro será revertida para a Fundação Elton John. O título ‘Love Is The Cure: Ending The Global Aids Epidemic’ deve ser lançado em julho.


Fonte: http://revista.cifras.com.br

Roger Taylor e Brian May anunciaram que finalmente obteveram permissão para compartilhar com o mundo três colaborações entre Freddie Mercury e Michael Jackson.

As músicas foram gravadas no início dos anos 80 e não foram publicadas, ainda estão sendo organizadas e deverão ser lançadas este ano, mas não há nenhuma data confirmada ainda.

Freddie Mercury era o líder da banda Queen, com quem teve sucessos como “Bohemian Rhapsody”, “We Are The Champions”, “Killer Queen” e “Crazy Little Thing Called Love”. Ele também teve carreira solo. Freddie  morreu em 1991 por causa de broncopneumonia complicada pela AIDS, que foi diagnosticada no final de 1987.

Michael Jackson, também conhecido como o “Rei do Pop”, iniciou sua carreira musical quando era muito pequeno, no grupo de seus irmãos “Jackson 5”. Como solista teve sucessos como “Billie Jean”, “Thriller” “Beat It”, “Black & White” e muitos mais. Ele morreu em junho de 2009, devido a parada cardíaca. A autópsia determinou que a morte foi causada por intoxicação aguda de propofol, em combinação com benzodiazepinas sedativo.

Este ano vamos saber como soará com duas das maiores estrelas da música cantando, três músicas juntos.


Fonte: www.qbit.mx

No dia 3 de fevereiro, será realizado em São Paulo, um dos melhores e mais importantes tributos ao Queen. A Via Funchal vai receber o show do God Save The Queen. A apresentação faz parte da turnê iniciada no segundo semestre de 2011 com o objetivo de celebrar o aniversário de 65 anos do inesquecível Freddie Mercury.

A banda surgiu na cidade de Rosário, na Argentina, e é composta por Pablo Padin (vocal), Francisco Calgaro (guitarra), Ezeguiel Tibaldo (baixo) e Matias Albornoz (bateria).

Nas apresentações, o God Save The Queen procura reproduzir com capricho, fidelidade e energia as características que marcaram o Queen como uma das melhores bandas da história.

Grandes clássicos como “Will Rock You”, “Crazy Little Thing Called Love” e “Love Of My Life” são tocados durante o show, que desperta emoções e revive um pouco do que é o Queen.

SERVIÇO

Data: 03 de fevereiro/2012 (sexta-feira)
Horário: 22h00
Abertura da casa:  20h00
Duração: até 120 min
Local: Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia
Capacidade: 3.075  lugares
Classificação Etária: 12 anos

Horário da bilheteria, localizada na casa: das 12h00 às 22h00  (de segunda à domingo)

PREÇOS

Platéia VIP: R$ 220,00
Platéia Premium: R$ 180,00
Platéia 1: R$ 120,00
Platéia 2: R$  80,00
Mezanino Central: R$ 120,00
Mezanino Lateral: R$ 100,00
Camarote: R$ 180,00

Cartões de Crédito: Visa, Mastercard e Diners
Cartões de  Débito:  Visa Electron (somente na bilheteria)

Estudantes têm direito a 50% de desconto no valor do ingresso em qualquer setor da casa
Os ingressos de estudantes são vendidos apenas nas bilheterias da Via Funchal

INFORMAÇÕES

Site: www.viafunchal.com.br
Tel: (11) 3846-2300
Vendas online: viafunchal.showare.com.br
Estacionamento na porta: R$  30,00 c/manobrista  (NETPARK)
Estacionamento VIP (dentro da Via Funchal – vagas limitadas):  R$ 50,00 (vendido nas bilheterias e pelo site)
Acesso a deficientes

Por: Álvara Bianca (Colaboradora Reduto do Rock)
Edição: Diego Centurione
Fonte: Via Funchal


Fonte: http://redutodorock.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Meme de Freddie Mercury postado pelo blog Minganei.com.br

Dica de: Roberto Mercury

Estátua de Freddie Mercury é colocada na entrada do Rock Pub em São Petersburgo, na esquina da Av. Newsky com A St.Michael’s está sentado Farrock Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury – a voz e o carisma do Queen!



 

Fonte: http://d-stroz.livejournal.com
Dica de: Roberto Mercury

Agressivo, performático e politicamente incorreto, Jonnata Doll é do tempo que rock tinha atitude. A palavra virou clichê, mas ele é nossa aposta na música para 2012

Quando Dado Villa-Lobos chamou o cearense Jonnata Doll para cantar no seu show na Praça Verde do Centro Dragão do Mar, afirmando ser alguém que “logo todos vão conhecer”, uma parte do público levou um susto. Contrastando com a figura séria e sóbria do guitarrista da Legião Urbana, o vocalista dos Garotos Solventes remexia seus 57 kg como se estivesse pisando em brasa quente. Por um instante, o anfitrião parecia um coadjuvante.

Diferente da figura que se joga no chão, berra e se contorce, Jonnata Araújo dos Santos, 30, é bem dócil fora do palco e até se diz tímido. Convidado pelo O POVO para contar sobre sua vida e sua carreira, ele antes pediu uma cerveja para acalmar os nervos antes de falar. Citando os bares e bordéis da região, e o Motel 90 (onde se já se apresentou), ele mesmo sugeriu que a conversa acontecesse no Passeio Público.

A atração de Jonnata Doll – homenagem à banda New York Dolls – pelo lado marginal da sociedade é como uma resposta aos seus primeiros anos de vida. Crescendo sob as duras regras de uma família evangélica, ele parecia não se interessar muito pelas proibições e já sonhava ter uma banda. Mais ainda quando descobriu o rock no filme The Wall, do diretor Alan Parker baseado no disco da banda Pink Floyd. Morador do Bairro Álvaro Weyne, ele se juntou a uma turma de amigos que apelidou de Jack Boys e passou a perambular pela Cidade trajando jaqueta e blusa do Ramones.

Para realizar seu sonho adolescente, por volta dos 16 anos, Jonnata Doll montou a banda Kohbaia e começou a cantar sobre viciados, prostitutas e outros personagens do submundo. Com o grupo, ele até tocou no Hospital Psiquiátrico Mira y López, só para os pacientes. Implodida por conta de um dos maiores clichês do rock, o abuso das drogas, a banda deu lugar em 2009 aos Garotos Solventes. Ele mesmo já teve problemas com drogas e, negando os arrependimentos, transformou suas experiências em música. No entanto, a mudança para “um esquema mais profissional” não trouxe prejuízo para as performances do vocalista que continua transformando cada show num happening.

Quando pisa num palco, Jonnata se entrega de tal forma que nem ele sabe onde vai acabar. Incorporando deuses da música como Michael Jackson, Freddie Mercury e Jim Morrison, ele se joga no chão, lambe o pedestal do microfone e se rebola como se seu corpo fosse feito de borracha. “Parece que eu tenho que me ferir pro público gostar”, confessa ele meio contrariado antes de mostrar algumas marcas que ganhou. Outra vez, numa calourada, o público começou a arrancar-lhe a roupa até que não lhe sobrasse uma gravata borboleta pra lhe cobrir as vergonhas. “Às vezes isso incomoda. Eu sou músico e quero que a música venha em primeiro lugar”.

Formado em Ciências Sociais, hoje Jonatta divide suas atenções com a música e o trabalho como observador de campo da Fiocruz, onde acompanha viciados em crack. Entre os planos, pretende conhecer melhor a cena musical paulista junto com os Garotos Solventes, com quem também quer gravar logo em breve. Até lá, ele segue falando sobre drogas, desilusões amorosas, prostituição adolescente, pedófilos e outros assuntos nada amenos.

Por quê
ENTENDA A NOTÍCIA

Jonnata Doll é um dos artistas mais autênticos da cena roqueira fortalezense. Vocalista e principal compositor da banda Garotos Solventes, ele transforma o submundo da Cidade em música.


Fonte: www.opovo.com.br

A banda tocou The Show Must Go on

No fim de semana do dia 4 de dezembro a banda HELLLIGHT realizou seu primeiro festival, intitulado ‘Legion Of Nexus’ que contou com a participação, além da HELLLIGHT, das bandas Senta Púa e Arranged by Nameless. O festival aconteceu na conhecida casa de shows paulistana Blackmore Rock Bar.

“Realmente foi uma experiência única ter o prazer de montar nosso Festival! Apesar de ter dado muito trabalho, o resultado foi bem legal e nos divertimos muito. Queremos agradecer as bandas Senta Púa e AbN por aumentar ainda mais a qualidade do festival e aos jornalistas e público presente, não vemos a hora de fazer o Legion 2!”

Em sua apresentação, o grupo executou músicas de seus 3 álbuns e de seu mais recente EP ‘The Light That Brought Darkness’ que conta, além da faixa título com versões de clássicos de lendas como Black Sabbath, Danzig e Queen. Vale lembrar que esse EP é distribuído gratuitamente via download e pode ser baixado através do link:
http://www.metalmedia.com.br/helllight/downloads/helllight_thelight.rar

Fonte: http://whiplash.net

O Especial “A Night At The Opera”, um tributo ao Queen, é a atração desta sexta-feira, 06, às 23h. O couvert é R$ 12.

Endereço: Av. Faria Lima, 486.
Telefone: 3348-0791
Site: www.barvalentino.com.br

Por Ana Bittencourt

O doodle especial do Google, em homenagem ao 65º aniversário de Freddie Mercury, foi eleito como um dos melhores doodles de 2011. O design temático ficou em 19º lugar na classificação geral proposta pelo site de pesquisas.  A classificação foi comemorada pelo site Freddie for a Day.

Doodle é uma logo personalizada que o Google cria em homenagem a uma data especial ou comemorativa. Essa logo é colocada na página de buscas principal do Google e é deixada nela até o término do dia. No caso específico do líder do Queen, a homenagem trás um vídeo com cerca de 1’30”, mostrando uma animação colorida, enfatizando o dinamismo e a diversidade da carreira do cantor.

Criada pela equipe de ilustradores, animadores e engenheiros do Google, o doodle estava disponível para usuários fora dos Estados Unidos no dia 05 de setembro, data em que se comemoraria o 65º aniversário do cantor.

Os doodles do Google já homenagearam personalidades como Martin Luther King Jr. (1º lugar), Charlie Chaplin (5º lugar) e Les Paul (11º eleito). Para ver a lista completa dos melhores doodles de 2011, é só clicar aqui.

Assista Freddie Mercury Google Doodle abaixo.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KX2BQM0D01M]

 

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/grings
Dica de: Roberto Mercury

No programa Agora É Tarde, da Band,  de terça-feira, Queen + Paul Rodgers foram citados em entrevista dos Raimundos.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ZL4hfe_WvlQ]

“Caricatura de Freddie Mercury que pra mim é o maior vocalista de rock de todos os tempos”. André Camargo

André faz caricaturas por encomenda, caricaturas para ilustrar convites de casamento, formatura e outros, além de caricaturas personalizadas em canecas e camisetas. Também faço caricaturas ao vivo em festas e eventos. Há mais de dez anos publico Charges e Tirinhas em jornais e revistas do PR e SC.


Maiores informações: http://andrecamargocaricaturas.blogspot.com


Fonte: http://andrecamargocaricaturas.blogspot.com

Dica de: Roberto Mercury