Nada como começar um ano com o bom e velho rock n roll!!! Pela terceira vez acompanhamos o resultado final das 500 mais pedidas da radio KISS FM de Sao Paulo. Para ver como foi a eleição do ano anterior basta clicar AQUI. A noite eh apenas uma criança barulhenta, yeah!!

Veja as 10 Mais:

010 – AC/DC – You Shook Me All Night Long

009 – Rush – Tom Sawyer

008 – Metallica – One

007 – Iron Maiden – Fear of the Dark

006 – AC/DC – Money Talks

005 – Queen – Bohemian Rhapsody

004 – Deep Purple – Smoke on the Water

003 – AC/DC – Back in Black

002 – Led Zeppelin – Stairway to Heaven

001 – The Beatles – Help

para ver a lista completa Clique Aqui

 

Fonte: www.meteleco.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Já o KLB começou às 2h30 e fez várias homenagens nas músicas, como “We Will Rock You”, do Queen, “Pelados em Santos”, do Mamonas Assassinas, e “Anna Julia”, do Los Hermanos.

Matéria completa Clique Aqui


Fonte: www.g1.com

Acredite ou não, os retratos de celebridades em caixas de fósforos estão fazendo sucesso no mundo da arte.

Os pequenos pedaços de arte trazem desenhos a lápis, com os jogos de palitos de fósforos inteligentemente reorganizados para formar parte do quadro.

A artista Mike Bell passa horas em cada criação e vende suas obras por cerca de R$ 200 cada.

No detalhe, versão Freddie Mercury em caixinha de fósforos.

Para ver todos Clique Aqui


Fonte: www.r7.com
Dica de: Roberto Mercury

ADRIANA DEL RÉ

Em termos icônicos, o bigode de Freddie Mercury está para o cenário musical como o de Charles Chaplin está para o cinema e o de Salvador Dalí, para as artes visuais. Nos três casos, os donos dos valorosos ‘moustaches’ criaram uma estética que lhes conferiram, a seu modo, a physique du role do gênio transgressor. Dalí, na condição de mestre do surrealismo, se inspirou no pintor espanhol Diego Velázquez, nascido no fim do século 16, para arquear seus bigodes para o alto. Chaplin, como Carlitos, lapidou o adorável vagabundo que podia não ter onde cair morto, mas prezava por seu visual asseado.

E Farrokh Bulsara, na pele de Freddie Mercury, cunhou a figura de clone gay do machão dos anos 80, com cabelos curtos e bigode preto, deixando para trás o rosto liso e seu estilo meio glam da década de 70. Isso não quer dizer que seu emblemático bigode surgiu por causa de uma mera transição de década. Coincidentemente, aquele período foi crucial não só para ele como para o Queen, histórica banda inglesa que ele liderou. Na vida privada, Freddie conquistara reconhecimento, fama – e segurança para assumir sua homossexualidade. Já como vocalista e compositor do Queen, viu o grupo chegar ao topo das paradas da Europa e dos EUA.

Morto há 20 anos, em novembro de 1991, vítima de aids, o cantor lutou por sua música até o fim, seja como integrante da banda, seja como artista solo. E também se envaideceu, e se excedeu, e brigou, e reverenciou. Ele, inevitavelmente, é a grande estrela do novo livro Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Rock de Todos os Tempos, do jornalista inglês Phil Sutcliffe. É que, apesar de serem peças importantes, o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor e o baixista caladão John Deacon (que deixou a banda em 1997) acabam sendo – e se portando como – coadjuvantes dessa história.

A obra, caprichada, recupera entrevistas que o próprio Sutcliffe fez com a banda, além de outros textos publicados e um vasto material iconográfico, incluindo mais de 500 imagens de shows, fotos dos músicos, cartazes de shows, capas de discos, canhotos de ingressos e programas de concertos. Ainda em comemoração aos 40 anos do grupo, que foi formado em 1971, a gravadora Universal relançou, ao longo deste ano, toda a discografia do Queen remasterizada. São 15 CDs no total. A última leva que chegou às lojas agrupa os últimos quatro álbuns, o ótimo The Works (com Radio Ga Ga e I Want to Break Free), A Kind of Magic (do qual saiu mais um punhado de sucessos, como Who Wants To Live Forever e Friends Will Be Friends), The Miracle e Innuendo, além do póstumo Made in Heaven (veja abaixo).

Jogando os holofotes sobre Freddie, Phil Sutcliffe acredita que o Queen, mesmo composto por músicos aplicados e talentosos, nunca teria “chegado lá sem o arrebatador de estádios que foi Freddie Mercury”. Em seu livro, o jornalista volta às raízes de seu protagonista, que mesmo quando ainda não era ninguém, já descia pela King’s Road, em Londres, metido a astro, em um terno de veludo vermelho com guarnições de pele de raposa.

Freddie (apelido que ganhou na época da escola) nasceu Farrokh Bulsara, em 1946, na ilha de Zanzibar, no leste da África. Filho de pais indianos, estudou num internato. Em 63, quando Zanzibar tornou-se independente, sua família foi para a Inglaterra. Lá, mais tarde, ele conheceria Brian, Roger e John e, nos anos 70, buscaria seu lugar ao sol tendo sempre como foco aquilo para o qual tinha certeza de que estava predestinado: o sucesso. E conseguiu. Deixou sua marca na história da música. Sua voz ficou eternizada. E seu bigode? Bom, esse entrou para o imaginário coletivo – junto com os de Chaplin e Dalí.


Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-variedades/
Dica de: Roberto Mercury

No do Jornal da Band de hoje, 29/12/2011, a música Bicycle Race foi tocada em matéria sobre bicicletas.

Chega às bancas de todo o Brasil a edição especial da revista Roadie Crew, lançada dentro da série criada pela publicação: Classic Series. O intuito é disponibilizar edições especiais abrangendo temas específicos do mundo do Classic Rock e do Heavy Metal, num formato ainda inédito no Brasil. Para a missão, a revista, que é a maior e mais conceituada publicação de Rock pesado da América Latina, conta com a parceria do jornalista Bento Araujo, editor da revista poeira Zine.

“Esse é o terceiro número da Classic Series e nele abordamos tudo o que aconteceu de importante dentro do Rock no ano de 1981. O Heavy Metal e o Rock estavam mais fortes do que nunca e grupos e artistas como Black Sabbath, Judas Priest, AC/DC, Rush, Iron Maiden, Thin Lizzy, Ozzy Osbourne, Def Leppard, Venom, Journey, Whitesnake, Saxon, Van Halen, Foreigner, Triumph e Motörhead estavam lançando alguns de seus trabalhos definitivos. Além disso, em 1981, o Queen aportou pela primeira vez no Brasil e realizou dois shows históricos por aqui e tantos outros na Argentina. A passagem deles foi um divisor de águas na nossa cena e foi uma verdadeira aventura mergulhar nesses acontecimentos e escrever um dos artigos principais desta edição”, afirma Bento, que conclui: “Tem muita história pra relembrar desse ano histórico para a música.”

Os principais discos lançados há 30 anos também mereceram destaque nesse especial segundo Bento: “Estamos apresentando nada menos do que os 81 melhores álbuns lançados em 1981. Então tem desde gigantes como AC/DC, Rush, Kiss e Iron Maiden, até Tygers Of Pan Tang, Demon, Riot, Raven, Rose Tattoo, Baron Rojo, Patrulha do Espaço, Riff e Ocean, por exemplo. Outros destaques são os 12 meses de 1981 passados a limpo, mês a mês, com os principais acontecimentos do ano e tudo sobre o festival Heavy Metal Holocaust, um marco da época, que hoje é totalmente esquecido.”

O novo número da Classic Series traz também muitas fotos inéditas de arquivos e duas entrevistas exclusivas. Uma com Paul Di’Anno, falando tudo sobre o álbum Killers do Iron Maiden, mais as turnês pela Europa, EUA e Japão e a sua traumática saída da banda naquele ano de 1981. A outra entrevista é com Eddie Van Halen, e foi feita pelo nosso colaborador Steven Rosen. O papo permaneceu arquivado até hoje e só depois de 30 anos foi finalmente publicado pela Classic Series!

Adquira já a sua pelo fone (11) 5058-0447 ou escreva para assinaturas@roadiecrew.com


Fonte: http://whiplash.net

Com a chegada do fim do ano, começam as tradicionais festas de confraternização. Na Fórmula 1 não é diferente. Enquanto na Ferrari Felipe Massa e Fernando Alonso se vestiram de Papai Noel, no evento de final de ano da Mercedes a surpresa ficou por conta de um karaokê. Michael Schumacher não resistiu e foi cantar com os amigos. A música esolhida: Bohemian Rhapsody, do Queen.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jWMQOOkap_I]


Fonte: www.ig.com.br

 

Dica de: Rodrigo Baillo

Brian May entrou no espírito festivo do Natal e vestiu-se como Pai Noel para surpreender os fãs no musical Queen We Will Rock You em Londres na segunda-feira (26/12).

O roqueiro britânico usou uma peruca, chapéu e roupa de Papai Noel. May fez questão de manter sua aparência em segredo e nem mesmo os membros do elenco sabia que era o lendário guitarrista se juntando a eles.

Uma fonte disse ao The Sun, “No começo o elenco não tinham certeza quem estava debaixo da barba falsa e da fantasia. Ninguém suspeitava que era a lenda da guitarra.”



Fonte: www.falandoderock.com
Dica de: Roberto Mercury

A tradicional Radio Classic Rock de São Paulo, Kiss FM, 102.1, está fazendo a sua tradicional eleição, através dos ouvintes, das 500+ musicas classic rock de todos os tempos.

Eleição que ocorre desde 2001 e já se tornou muito especial entre os ouvintes da rádio. A votação ocorre no site da rádio www.kissfm.com.br,precisa se cadastrar e procurar a eleição das 500+ que está na home e ter um pouco de paciência para sair da introdução que é uma propaganda, clicar no ícone de saída e descer a página e depois voltar para o topo, onde irá aparecer as noticias, geralmente está na notícia 3, ir para a noticia 1, clicar nas 500+, colocar o email e senha, pronto para votar.

A música com mais chances de ganhar é Bohemian Rhapsody, que já venceu 4 vezes, mas nos dois últimos anos perdeu para Starwain to Heaven. Portanto, vamos votar em massa em Bohemian Rhapsody para que ela ganhe e seja uma justa homenagem aos 40 anos do Queen, 20 anos da morte de Freddie e 30 anos da vinda do Queen ao Brasil. Pode votar quantas vezes quiser, a votação deve encerrar nos próximos dias.

Votem bastante!

Segue a relação dos vencedores:

2001 – 1 – Starwain to Heaven, 2 – Smoken on the water, 3 – Bohemian Rhapsody

2002 – 1 – Starwain to Heaven, 2 – Bohemiah Rhapsody, 3 – Smoken on the Water

2003 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Smoken on the Water

2004 – 1 – Smoken on the Water, 2 – Bohemian Rhapsody, 3 – Starwain to Heaven

2005 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Somoken on the Water

2006 – 1 – Starwain to Heaven, 2 – Bohemian Rhapsody, 3 – Help

2007 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Help

2008 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Help

2009 – 1 – Starwain to Heaven – 2 – Black in Back, 3 – Bohemian Rhapsody

2010 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Help


Fonte: www.kissfm.com.br

Fundador do Festival de Montreux, Claude Nobs saiu da cozinha para temperar um dos encontros mais célebres de músicos do jazz, pop e rock
Fundador do Festival de Montreux, Claude Nobs saiu da cozinha para temperar um dos encontros mais célebres de músicos do jazz, pop e rock

Às margens do Lago Geneva, ao pé dos Alpes, a pequena cidade suíça de Montreux é produtora de uvas, queijos e vinhos nobres, porém sua fama se deve mesmo ao festival de jazz que passou a sediar em 1967. A criação do evento, que em 2012 completará 45 anos de intensa atividade musical, se deve a Claude Nobs, um ex-cozinheiro e agente de turismo que teve a ideia de lançar o festival depois de uma temporada nos Estados Unidos, quando conheceu os irmãos turcos Ahmet e Nesuhi Ertegün, então proprietários da gravadora Atlantic.

Com o apoio de tão respeitados e poderosos amigos, Nobs voltou à Suíça disposto a transformar sua cidade natal em um centro para a divulgação do jazz. Com o sucesso da empreitada original, quando se apresentaram nomes como Charles Lloyd Quartet, Keith Jarrett e Jack DeJohnette, o festival não só ganhou expressão internacional, como se abriu para uma imensa gama de estilos e manifestações musicais.

Devido ao progressivo crescimento do público, há tempos o festival não se limita ao célebre cassino onde tudo começou, apresentando os shows de seus artistas em múltiplas locações como o Miles Davis Hall, o Auditorium Stravinski, o Montreux Jazz Café (hoje, uma franquia espalhada pelo planeta, ao modo do Hard Rock Café), o Convention Centre, o Cassino Barrière, o Studio 41 e o Montreux Jazz Club.

Desde 2004, com permissão dos artistas e suas respectivas gravadoras, parte do incomensurável arquivo dos shows ocorridos ao longo da história do festival vem sendo disponibilizada em CD, DVD, Blu-ray e MP3 pelo conglomerado inglês Eagle Rock Entertainment. Até a presente data, mais de 80 destes registros antológicos já vieram a público – inclusive, conforme atestam as materializações no Brasil, por meio de distribuição pela gravadora ST2, dos recém-lançados CDs e DVDs de Status Quo, Gary Moore, Paul Rodgers & Friends, Rockpile e Average White Band.

PAUL RODGERS & FRIENDS – LIVE AT MONTREUX 1994

Apesar da grande disponibilidade de shows diversos do cantor inglês em DVD tanto aqui quanto lá fora, este lançamento se justifica plenamente por sua singularidade artística.     Em junho de 1994, para divulgar seu então recém-editado álbum Muddy Water blues, Paul Rodgers adentrou ao palco de Montreux na companhia de um megaestelar rol de convidados. Se sua banda de apoio já trazia Jason Bonham (ex-Bonham, ex-Led Zeppelin e futuro Black Country Communion, na bateria), Neal Schon (ex-Santana, ex-Journey, na guitarra) e John Smithson (ex-Ken Hensley Band, ex-Bonham), o que dizer das aparições ao longo daquele show de Brian May (Queen), Steve Kukather (Toto) e dos renomados bluesmen Eddie Kirkland, Robert Lucas, Sherman Robertson, Kenny Neal e Luther Allison?
No repertório, material que Rodgers imortalizou junto aos grupos Free e Bad Company é executado de forma vigorosa junto a standards do blues (Crossroads, Hoochie coochie man, Good morning little school girl, I’m ready). Em meio a múltiplos e faiscantes solos de guitarra, sobressai a voz poderosa e transbordante de feeling de Paul Rodgers – mais que Rod Stewart, Robert Plant, Mick Jagger ou Ian Gillan, um cantor que claramente não apenas se manteve no topo da forma ao longo de décadas, mas que conseguiu melhor do que todos os seus pares sumarizar a potência máxima e a testosterona do rock.

PICTURES – STATUS QUO LIVE AT MONTREUX 2009
São poucos os grupos de rock que podem comemorar 40 anos de estrada com dignidade. Pioneiros na arte de bater cabeça (filmagens do início de carreira mostram seus membros chacoalhando crânios pelo menos uma década antes do advento do heavy metal!); recordistas de vendas graças a 60 singles e mais de 35 álbuns cravados nas paradas de sua nativa Inglaterra (um recorde só batido pelos Rolling Stones), os veteranos músicos do Quo – como são carinhosamente chamados pelos fãs – realmente fazem por merecer respeito.Acostumado a receber críticas pelo aspecto repetitivo das suas composições, Status Quo prova em Pictures (editado aqui tanto em CD quanto em DVD) como aprendeu a tirar proveito dos eventuais defeitos. Em quase uma hora e meia de apresentação, as guitarras Telecaster dos fundadores Rick Parfitt e Francis Rossi desfecham hit após hit, sem pausas para fôlego. Um repertório empolgante que percorre as origens psicodélicas do quarteto (Ice in the sun, Pictures of matchstick men) até seu último sucesso (Beginning of the end, de 2007), sem deixar de fora o inexorável hard-boogie – Caroline, Down down, Rockin’ all over the world, Junior’s wailing – que lhes rendeu fama transcontinental, na década de 70.

ROCKPILE – LIVE AT MONTREUX 1980
Blues, pub-rock, rockabilly, power pop e rock & roll – ao modo de Chuck Berry, Buddy Holly e do cast da mítica Sun Records – faziam parte do cardápio servido pelo supergrupo inglês Rockpile. De vida breve (1976 a 1981), porém luminosa, este quarteto era formado pelos virtuoses Dave Edmunds (vocal, guitarra), Nick Lowe (vocal, baixo), Billy Bremmer (vocal, guitarra) e Terry Williams (bateria).Em 1980, no topo da forma, Rockpile tocou em Montreux um repertório mesclado entre temas de seu único álbum de estúdio (o genial Seconds of pleasure; inexplicavelmente jamais editado no Brasil) e material dos álbuns solo de Lowe e Edmunds, além de versões pinçadas de contemporâneos como Elvis Costello (Girls talk), Graham Parker (Crawling from the wreckage) e de suas mais gratas e primitivas influências (é de Jerry Lee Lewis a canção que fecha a mil por hora o set do grupo; Let’s talk about us). Curiosidade: além de ter integrado o grupo de rock progressivo galês Man, Terry Williams emprestaria suas baquetas para Dire Straits, Tina Turner, Bill Wyman, Dion, The Everly Brothers, B.B. King e Bob Dylan.

AVERAGE WHITE BAND – LIVE AT MONTREUX 1977
Considerada por muitos como a banda britânica que melhor se aproximou da soul-music norte- americana, a Average White Band surgiu ao final de 1972, na Escócia. Seu álbum de estreia para o selo MCA, Show your hand (1973), foi até bem recebido pela crítica, mas foi apenas quando se viu contratada pela Atlantic e lançou o bem azeitado Average white band (1974) que o grande público lhe deu atenção. Foi dessa gravação, aliás, que foi extraído o single racha-assoalho Pick up the pieces; êxito massivo nas paradas dos dois lados do Atlântico.Por ocasião do show registrado em Montreux, o baterista original, Robbie McIntosh (morto por overdose de heroína, durante uma festa, em 1974), havia cedido seu lugar para Steve Ferrone, porém a AWB continuava soando tão afiada quanto em seus primórdios. Funky até o talo, seu set no festival levou o público a dançar e aplaudir de pé, sob o empuxo de uma fieira de sucessos como Cut the cake, Work to do, Person to person e a infalível Pick up the pieces. Ao final, uma rendição impecável, com quase 12 minutos de duração, para I heard it through the grapevine, do mestre Marvin Gaye.

GARY MOORE – LIVE AT MONTREUX 2010

Morto trágica e precocemente, aos 58 anos de idade, em 6 de abril de 2011, o irlandês Gary Moore possuía um portfólio dos mais impressionantes. Ainda adolescente, ficou conhecido ao estampar um anúncio no tabloide inglês Melody Malker desafiando ninguém menos do que Alvin Lee – então reconhecido como o guitarrista mais rápido do mundo – para um “duelo de cordas”. Informado acerca da exímia habilidade do rival no instrumento, o então líder do Ten Years After preferiu não se arriscar e ignorou o repto. Ainda assim, a ousadia de Moore jamais seria esquecida.Para um guitarrista influenciado por Clapton, Hendrix e, em particular, Peter Green (de quem herdou a Gibson Les Paul que passou a empunhar dos 80 para cá), a música vertida por Moore só poderia soar como capturada para a posteridade em Live at Montreux 2010: pesada, hipereletrificada, devastadora. Presente em várias edições prévias do festival, Moore nos brinda lá com aquela que seria sua última apresentação oficial. No palco, ele eviscera sua Gibson sem dó ou piedade, extraindo frases velocíssimas, a ponto de induzir vertigem nos ouvintes. Se há pontos altos no show, estes haveriam de ser sua versão para o standard do blues Walking by myself (Jimmy Rogers), além de três canções inéditas – a saber, Oh wild one, Where are you now? e Days of heroes – e suas impactantes Over the hills and far away e Empty rooms.

Quem se apresentou em Montreux

Sigur Ros, Ella Fitzgerald, Tricky, Radiohead, Oscar Peterson, Van Morrison, Bootsie Collins, Etta James, Count Basie, Ice T, Johnny Cash, Ray Charles, Simply Red, Flaming Lips, Bob Dylan, Tony Bennett, Talking Heads, Mose Allison, Flora Purim, King Crimson, Peter Tosh, Underworld, Rory Gallagher, Nina Simone, The Roots, Maria Bethânia, Cassandra Wilson, Air, Prince, Saxon, Magma, PFM, Gnarls Barkley, Leonard Cohen, New Order, Paulinho da Viola, U.N.K.L.E., Sarah Vaughn, Chuck Berry, Muddy Waters, Wilco, Wu-Tang Clan, Elis Regina, Saxon, Mongo Santamaria, Carl Craig, Chico Science, Arcade Fire, Stan Getz, Dizzy Gillespie, Massive Attack, Regina Spektor, Motorhead, John McLaughlin, Buddy Guy, Run DMC, Dexter Gordon, Sarah Vaughan, Soft Machine, Eric Clapton, João Gilberto, ZZ Top, Yes, Cypress Hill, Chico César, Jethro Tull, Jamiroquai, The Roots, Gilberto Gil e Roberta Flack, entre outros.

• Festival de lendas

• A história do Festival de Jazz de Montreux começa em 1967. O evento durou apenas três dias, tendo como destaques as performances do saxofonista Charles Lloyd e do pianista Keith Jarrett.
• Em 1971, Aretha Franklin se viu convencida a figurar como atração principal do festival daquele ano depois que Claude Nobs a presenteou com uma… caixa de chocolates!
• Em 1973, a artista folk e militante pacifista Joan Baez surpreendeu a todos quando chegou a Montreux montada em um cavalo.
• Foi um incêndio que consumiu parte do cassino de Montreux durante um show de Frank Zappa & The Mothers Of Invention que inspirou o Deep Purple a compor a antológica Smoke on the water.
• 1973 também foi o ano que assinalou a primeira aparição de Miles Davis em Montreux. O trompetista voltaria ao palco suíço para mais sete apresentações.
• Em sua juventude, Freddie Mercury, vocalista do Queen, viveu durante vários anos em Montreux. A cidade também serviu de inspiração para a música A winter’s tale, gravada pelo Queen no álbum Made in heaven, pouco antes da morte do cantor.


Fonte: www.divirta-se.uai.com.br

O vídeo do tema «Thriller», do falecido cantor Michael Jackson, foi nomeado pela comunidade dos músicos como «o melhor de sempre», numa altura em que se contam quase três décadas desde a sua criação.

O videoclipe realizado por John Landis («An American Werewolf In London») mostra o mestre dançarino a transformar-se em criaturas como um lobisomem ou um zombie.

A votação do musicradar.com colocou em segundo lugar o vídeo do tema «Telephone» de Lady Gaga. O pódio completa-se com «Bohemian Rhapsody», dos Queen.

«A Lady Gaga esteve muito perto de [ultrapassar] o Thriller, mas ainda parece justo que tenha ficado em primeiro lugar o trabalho que levou ao nascimento dos vídeos pop como eventos culturais», referiu Will Groves, editor do MusicRadar.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt

Publicidade destaca recurso Hangout, do Google Plus

O Google divulgou na semana passada uma publicidade com os personagens do filme Muppets tocando a música Under Pressure, clássico do Queen com a participação de David Bowie.

O vídeo chama a atenção para o recurso da rede social Google Plus (ou Google Mais) chamado Hangout, que permite fazer uma conferência com amigos.

Os Muppets voltaram às telas de cinema neste ano, com um novo longa metragem.

A música Under Pressure (Sob Pressão) foi lançada em 1981.


Fonte: www.r7.com

Tudo começou em 1998, quando os fundadores da Google, Larry Page e Sergey Brin, mudaram o logotipo da empresa para indicar sua presença no Burning Man Festival, no deserto de Nevada. Eles colocaram o símbolo do festival – dois rabiscos e um losango em formato de homem – atrás da segunda letra ‘o’ da palavra Google. Era uma brincadeira para os funcionários, informando-os que eles estariam “fora do escritório”.

Em 2000, Larry e Sergey pediram ao então estagiário Dennis Hwang para produzir um doodle para o Dia da Bastilha. O desenho foi tão bem recebido pelos usuários que Hwang foi nomeado “Chefe de Doodles” e os desenhos se tornaram uma marca registrada da empresa.

Em 2011, o Google publicou 256 doodles, de diversos países e para celebrar vários motivos: independência de países, datas de falecimento ou nascimento de pessoas consagradas, eventos comemorativos, produtos inventados, entre outros.

2. Dont Stop Me Now
Quando: 5 de setembro
Localização: global

Freddie Mercury é considerado por críticos e por votações populares como um dos maiores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo. Para marcar a data em que o cantor faria 65 anos, o Google preparou um doodle em forma de vídeo com a música “Don’t Stop Me Now”, da banda Queen (da qual Freddie Mercury era vocalista).

O doodle: o vídeo levou três meses para ser criado, e segundo sua criadora, Jennifer Hom, a intenção era fazer a homenagem mais colorida possível, refletindo a vida do saudoso vocalista. A animação segue a letra à risca em diversos momentos, incluindo uma parte que Mercury pula em direção ao céu e monta nas costas de um tigre.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KX2BQM0D01M]

Para ver todos Clique aqui

Fonte: www.tecmundo.com.br

FELIZ NATAL
Nós, da Equipe Queen Net, gostariamos de desejar a todos nossos usuários um Feliz Natal.

Que Deus abençoe a todos!!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FIUmggOhHCM]

Correspondente da BBC conta porque não gosta do grupo de Freddie Mercury e lembra do momento-chave de sua carreira no Brasil

Na bancada do “Redação SporTV”, o correspondente da BBC Tim Vickery não polemiza somente com suas opiniões sobre futebol – a mais marcante é a defesa do fim dos campeonatos estaduais (assista ao vídeoclicando aqui). Como bom inglês, é amante do rock n’roll. Mas nutre desprezo por uma banda de seu país muito famosa no Brasil: o Queen. Para Tim, um brasileiro fã da banda de Freddie Mercury é como um inglês considerar pagode a genuína música verde-amarela.

– Ele não tem os tijolos de conhecimento. Aí chega Queen, Elton John, aquelas coisas quase carnavalescas das roupas e cai no gosto. Acho que falta conhecimento do próprio desenvolvimento da música. De como o rock n´roll e o rhythm and blues surgiram. Quando o Queen estourou aqui era uma coisa muito importada para vocês. Talvez aquilo representasse uma certa liberdade no clima de ditadura, no início dos anos 80. Hoje em dia talvez fosse diferente. O Queen era de extrema-direita, foi tocar na África do Sul, na época do apartheid. Entrou na lista negra dos Estados Unidos. Eu não tenho nenhum amigo que gosta – garante Tim.
Fã de Rolling Stones, Beatles e de música negra americana – de Sam Cooke a Public Enemy, passando por James Brown, Steve Wonder e a turma da Motown –, Tim Vickery tentou ser baixista, mas tocava como se estivesse usando uma luva de boxe. A paixão pela bola foi transmitida pelo pai, um quase jogador profissional de futebol e cricket. Houve pressão para que ele se tornasse um craque dos gramados.

– Mas eu era muito ruim. Não herdei talento algum. Herdei o fascínio. Meu pai tinha pouca escolaridade, mas analisava muito bem o jogo. Sempre me senti mais confortável analisando o que estava acontecendo no campo – lembra Tim, nascido nos arredores de Londres há 46 anos.


Fonte: http://sportv.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Programa para a N1 da disciplina Edição em Rádio (UFRN).

O Documentário explana a história do Queen e a presença de Freddie Mercury. Com músicas para recordar.

Narração: Camillo Emanuel
Duração: 26’30”

Lista de Músicas: We Will Rock You, Somebody To Love, Radio Ga Ga, We Are The Champions, How Can I Go On, Love Of My Life, Barcelona, Under Pressure, I Want To Break Free.

Dica de: Roberto Mercury

Fátima Lima, artesã cearense, criou várias cabaças com ídolos da música, como tema incluindo Freddie Mercury.

 

Fonte: http://cabacacomart.blogspot.com/2011/12/roqueiros.html
Dica de: Roberto Mercury



Coral promoveu "Natal do Rock" em São Paulo
Coral promoveu "Natal do Rock" em São Paulo



Na última sexta-feira (16), um coral se reuniu na Galeria do Rock de São Paulo para uma interpretação especial de clássicos do rock. O maestro André Juarez e o coral da USP realizaram, em mais de 400 vozes, apresentações de músicas de grupos como Beatles, Queen e Kiss.

Os grupos se distribuíram pelos andares da galeria para a performance. A ideia foi realizar uma apresentação especial de natal, mas substituindo as músicas tradicionais por clássicos do rock. Várias pessoas se reuniram no local para acompanhar a nova tradição do natal paulista.

“Nossa ideia é trazer um evento diferente para o centro tradicional de São Paulo e envolver nosso público, especialmente composto por formadores de opinião, na luta pela restauração desta área da cidade”, contou Antonio de Souza Neto, administrador da galeria.

Assista as apresentações de “Bohemian Rhapsody“, do Queen, e “Yesterday“, dos Beatles:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KRBLUVeuYlo]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=BpVdMROFZgI]


Fonte: www.cifraclubnews.com.br

Guitarrista do Sepultura. São-paulino. Um dos maiores nomes do heavy metal mundial. Respeitado por grandes lendas do rock n’ roll… Com vocês: Andreas Kisser!

Quais são as suas maiores influências musicais?

EU ESCUTO DE TUDO, MAS A MINHA RAIZ É O ROCK E HEAVY METAL. COMECEI ESCUTANDO O QUEEN E O KISS, DEPOIS COISAS MAIS PESADAS COMO O IRON MAIDEN, JUDAS PRIEST E SEMPRE O BOM E VELHO TRIO: BLACK SABBATH, LED ZEPPELIN E DEEP PURPLE. EU GOSTO MUITO DE MÚSICA CLÁSSICA, ESTUDO VIOLÃO CLÁSSICO HÁ MUITOS ANOS, GOSTO DE BLUES, SEMPRE FAÇO UMA JAM COM AMIGOS BLUESEIROS NO BRASIL QUANDO POSSÍVEL.

É verdade que na infância você ouvia discos sertanejos do seu pai? Isso te influenciou de algum modo?

SIM, MEU PAI TINHA UMA COLEÇÃO DE DISCOS, PRINCIPALMENTE DA DUPLA TONICO E TINOCO E DO SERGIO REIS. EU ESCUTEI MUITO ISSO NA INFÂNCIA E CLARO QUE EU CARREGO ALGUMAS INFLUÊNCIAS. EU GOSTO MUITO DA VIOLA CAIPIRA, TEM UMA MUSICA DO SEPULTURA, A KAIWOAS, QUE TEM UMA FORTE INFLUÊNCIA DA VIOLA E SUAS MELODIAS.

Qual foi o momento mais marcante da sua carreira até agora?

DIFÍCIL DIZER MAS ACREDITO QUE SEJA O AGORA, O MOMENTO QUE ESTAMOS VIVENDO. APESAR DAS MUDANÇAS, CONTINUAMOS FORTES E ATIVOS NO CENÁRIO METAL MUNDIAL E ISSO JÁ É UMA BELA CONQUISTA, 26 ANOS DE HISTÓRIA E AINDA AMANDO O QUE FAÇO, ME SINTO MUITO PRIVILEGIADO DE FAZER PARTE DE UMA BANDA COMO O SEPULTURA.

No Sepultura, como é a escolha do repertório de shows e discos?

GERALMENTE FOCAMOS NO TRABALHO NOVO E COMPLETAMOS COM OS TEMAS MAIS ANTIGOS, TEMOS MUITAS MUSICAS, MAS ISSO NUNCA FOI PROBLEMA, ALIÁS, É SOLUÇÃO. TEMOS MUSICAS MUITO DIFERENTES UMAS DAS OUTRAS E SEMPRE MONTAMOS UM SET QUE REPRESENTA A HISTÓRIA DA BANDA, INDEPENDENTE DAS FORMAÇÕES QUE JÁ PASSARAM PELA BANDA.

Você já tocou com diversos astros do rock mundial. Com quem você mais gostou de tocar?

PUTZ, MUITO DIFÍCIL, MAS A TOUR COM O ANTHRAX ESTE ANO FOI FANTÁSTICA. ALÉM DE FAZER PARTE DA BANDA POR DUAS SEMANAS, EU TIVE O PRIVILÉGIO DE TOCAR JUNTO COM METALLICA, SLAYER, MEGADETH E O PROPRIO ANTHRAX NAS JAMS NO FINAL DOS SHOWS DO BIG 4 NA EUROPA, UM DOS MOMENTOS MAIS INPORTANTES DA MINHA CARREIRA. NÃO POSSO DEIXAR DE MENCIONAR A JAM QUE FIZ COM RONNIE JAMES DIO EM SAO PAULO, TOQUEI MOB RULES DO BLACK SABBATH, UMA GRANDE HONRA. AQUI NO BRASIL TIVE O PRIVILÉGIO DE DIVIDIR O PALCO E ESTÚDIO COM BANDAS COMO OS PARALAMS DO SUCESSO, TITÃS, SKANK, NANDO REIS, IRA, ED MOTTA E TANTOS OUTROS GRANDES NOMES DA MUSICA BRASILEIRA.

Como surgiu o convite pro Rock in Rio, e a ideia de dividir o palco com o Tambours du Bronx?

NÓS TEMOS UMA HISTÓRIA COM O ROCK IN RIO, FOI NOSSO PRIMEIRO GRANDE FESTIVAL EM 1991, ABRIU AS PORTAS PARA O SEPULTURA NO BRASIL. DEPOIS FIZEMOS O DE 2001, E 2004 EM LISBOA, TODOS GRANDES SHOWS. NESTE ANO O ROCK IN RIO TROUXE O PALCO SUNSET QUE MISTUROU ARTISTAS NACIONAIS CONSAGRADOS COM ARTISTA EUROPEUS, FOI UM PALCO INOVADOR. FOMOS CONVIDADOS A FECHAR O DIA DO HEAVY METAL E TROUXEMOS O TAMBOURS DU BRONX, GRUPO PERCUSSIVO QUE CONHECEMOS NA FRANÇA HÁ ALGUNS ANOS E QUE PARTICIPARAM DO NOSSO ÚLTIMO DISCO, KAIROS. FOI UMA MISTURA QUE DEU MUITO CERTO E QUE VAMOS REPETIR NO PRÓXIMO ANO EM ALGUNS FESTIVAIS DA EUROPA.

Recentemente o Lobão disse que os músicos brasileiros são menosprezados nos festivais internacionais de música no Brasil. Qual sua opinião em relação a esse tipo de evento, você concorda com o Lobão?

NÃO DIRIA MENOSPREZADOS MAS O TRATAMENTO É DIFERENTE, PRINCIPALMENTE POR QUE A MAIORIA DOS MÚSICOS E BANDAS DO BRASIL NÃO SÃO CONHECIDOS FORA DAQUI. AS BANDAS DE FORA CONTAM COM EQUIPES MUITO EXPERIENTES QUE FAZEM SHOWS E GRANDES FESTIVAIS PELO MUNDO E TEM UMA MANEIRA DE TRABALHAR QUE DE VEZ EM QUANDO CHOCA COM DIFERENTES CULTURAS EM DIFERENTES PAÍSES. QUEM MANDA NO PALCO É O HEADLINER, OU SEJA, A ATRAÇÃO PRINCIPAL QUE TEM O SEU PALCO MONTADO E A GRANDE MAIORIA ESTA ALI PRA VER A BANDA PRINCIPAL. ALGUNS SÃO MAIS DUROS QUE OS OUTROS E POR ISSO ACONTECEM ESTES EMBATES.

O que você acha das bandas que satirizam o heavy metal?

ACHO NORMAL, O HEAVY METAL É UM DOS ESTILOS MUSICAIS MAIS INFLUENTES DO MUNDO E É NATURAL QUE ACONTEÇA ISSO, ACONTECE COM TODOS OS ESTILOS E O HM NÃO FICA DE FORA.

Se você pudesse participar de algum álbum da história do rock, qual seria? Por quê?

A NIGHT AT THE OPERA DO QUEEN, PRA MIM É A OBRA PRIMA DO ROCK, UMA MESCLA PERFEITA DE ROCK AND ROLL E MUSICA ERUDITA.

Para o Andreas Kisser, a vida é… (?)

O PRESENTE.

Fonte: Sepultura: Blog do Brunocos entrevista Andreas Kisser – Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_844/144305-sepultura.html#ixzz1hDmA81iq