Dica de: Rodrigo Baillo

Brian May entrou no espírito festivo do Natal e vestiu-se como Pai Noel para surpreender os fãs no musical Queen We Will Rock You em Londres na segunda-feira (26/12).

O roqueiro britânico usou uma peruca, chapéu e roupa de Papai Noel. May fez questão de manter sua aparência em segredo e nem mesmo os membros do elenco sabia que era o lendário guitarrista se juntando a eles.

Uma fonte disse ao The Sun, “No começo o elenco não tinham certeza quem estava debaixo da barba falsa e da fantasia. Ninguém suspeitava que era a lenda da guitarra.”



Fonte: www.falandoderock.com
Dica de: Roberto Mercury

A tradicional Radio Classic Rock de São Paulo, Kiss FM, 102.1, está fazendo a sua tradicional eleição, através dos ouvintes, das 500+ musicas classic rock de todos os tempos.

Eleição que ocorre desde 2001 e já se tornou muito especial entre os ouvintes da rádio. A votação ocorre no site da rádio www.kissfm.com.br,precisa se cadastrar e procurar a eleição das 500+ que está na home e ter um pouco de paciência para sair da introdução que é uma propaganda, clicar no ícone de saída e descer a página e depois voltar para o topo, onde irá aparecer as noticias, geralmente está na notícia 3, ir para a noticia 1, clicar nas 500+, colocar o email e senha, pronto para votar.

A música com mais chances de ganhar é Bohemian Rhapsody, que já venceu 4 vezes, mas nos dois últimos anos perdeu para Starwain to Heaven. Portanto, vamos votar em massa em Bohemian Rhapsody para que ela ganhe e seja uma justa homenagem aos 40 anos do Queen, 20 anos da morte de Freddie e 30 anos da vinda do Queen ao Brasil. Pode votar quantas vezes quiser, a votação deve encerrar nos próximos dias.

Votem bastante!

Segue a relação dos vencedores:

2001 – 1 – Starwain to Heaven, 2 – Smoken on the water, 3 – Bohemian Rhapsody

2002 – 1 – Starwain to Heaven, 2 – Bohemiah Rhapsody, 3 – Smoken on the Water

2003 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Smoken on the Water

2004 – 1 – Smoken on the Water, 2 – Bohemian Rhapsody, 3 – Starwain to Heaven

2005 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Somoken on the Water

2006 – 1 – Starwain to Heaven, 2 – Bohemian Rhapsody, 3 – Help

2007 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Help

2008 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Help

2009 – 1 – Starwain to Heaven – 2 – Black in Back, 3 – Bohemian Rhapsody

2010 – 1 – Bohemian Rhapsody, 2 – Starwain to Heaven, 3 – Help


Fonte: www.kissfm.com.br

Fundador do Festival de Montreux, Claude Nobs saiu da cozinha para temperar um dos encontros mais célebres de músicos do jazz, pop e rock
Fundador do Festival de Montreux, Claude Nobs saiu da cozinha para temperar um dos encontros mais célebres de músicos do jazz, pop e rock

Às margens do Lago Geneva, ao pé dos Alpes, a pequena cidade suíça de Montreux é produtora de uvas, queijos e vinhos nobres, porém sua fama se deve mesmo ao festival de jazz que passou a sediar em 1967. A criação do evento, que em 2012 completará 45 anos de intensa atividade musical, se deve a Claude Nobs, um ex-cozinheiro e agente de turismo que teve a ideia de lançar o festival depois de uma temporada nos Estados Unidos, quando conheceu os irmãos turcos Ahmet e Nesuhi Ertegün, então proprietários da gravadora Atlantic.

Com o apoio de tão respeitados e poderosos amigos, Nobs voltou à Suíça disposto a transformar sua cidade natal em um centro para a divulgação do jazz. Com o sucesso da empreitada original, quando se apresentaram nomes como Charles Lloyd Quartet, Keith Jarrett e Jack DeJohnette, o festival não só ganhou expressão internacional, como se abriu para uma imensa gama de estilos e manifestações musicais.

Devido ao progressivo crescimento do público, há tempos o festival não se limita ao célebre cassino onde tudo começou, apresentando os shows de seus artistas em múltiplas locações como o Miles Davis Hall, o Auditorium Stravinski, o Montreux Jazz Café (hoje, uma franquia espalhada pelo planeta, ao modo do Hard Rock Café), o Convention Centre, o Cassino Barrière, o Studio 41 e o Montreux Jazz Club.

Desde 2004, com permissão dos artistas e suas respectivas gravadoras, parte do incomensurável arquivo dos shows ocorridos ao longo da história do festival vem sendo disponibilizada em CD, DVD, Blu-ray e MP3 pelo conglomerado inglês Eagle Rock Entertainment. Até a presente data, mais de 80 destes registros antológicos já vieram a público – inclusive, conforme atestam as materializações no Brasil, por meio de distribuição pela gravadora ST2, dos recém-lançados CDs e DVDs de Status Quo, Gary Moore, Paul Rodgers & Friends, Rockpile e Average White Band.

PAUL RODGERS & FRIENDS – LIVE AT MONTREUX 1994

Apesar da grande disponibilidade de shows diversos do cantor inglês em DVD tanto aqui quanto lá fora, este lançamento se justifica plenamente por sua singularidade artística.     Em junho de 1994, para divulgar seu então recém-editado álbum Muddy Water blues, Paul Rodgers adentrou ao palco de Montreux na companhia de um megaestelar rol de convidados. Se sua banda de apoio já trazia Jason Bonham (ex-Bonham, ex-Led Zeppelin e futuro Black Country Communion, na bateria), Neal Schon (ex-Santana, ex-Journey, na guitarra) e John Smithson (ex-Ken Hensley Band, ex-Bonham), o que dizer das aparições ao longo daquele show de Brian May (Queen), Steve Kukather (Toto) e dos renomados bluesmen Eddie Kirkland, Robert Lucas, Sherman Robertson, Kenny Neal e Luther Allison?
No repertório, material que Rodgers imortalizou junto aos grupos Free e Bad Company é executado de forma vigorosa junto a standards do blues (Crossroads, Hoochie coochie man, Good morning little school girl, I’m ready). Em meio a múltiplos e faiscantes solos de guitarra, sobressai a voz poderosa e transbordante de feeling de Paul Rodgers – mais que Rod Stewart, Robert Plant, Mick Jagger ou Ian Gillan, um cantor que claramente não apenas se manteve no topo da forma ao longo de décadas, mas que conseguiu melhor do que todos os seus pares sumarizar a potência máxima e a testosterona do rock.

PICTURES – STATUS QUO LIVE AT MONTREUX 2009
São poucos os grupos de rock que podem comemorar 40 anos de estrada com dignidade. Pioneiros na arte de bater cabeça (filmagens do início de carreira mostram seus membros chacoalhando crânios pelo menos uma década antes do advento do heavy metal!); recordistas de vendas graças a 60 singles e mais de 35 álbuns cravados nas paradas de sua nativa Inglaterra (um recorde só batido pelos Rolling Stones), os veteranos músicos do Quo – como são carinhosamente chamados pelos fãs – realmente fazem por merecer respeito.Acostumado a receber críticas pelo aspecto repetitivo das suas composições, Status Quo prova em Pictures (editado aqui tanto em CD quanto em DVD) como aprendeu a tirar proveito dos eventuais defeitos. Em quase uma hora e meia de apresentação, as guitarras Telecaster dos fundadores Rick Parfitt e Francis Rossi desfecham hit após hit, sem pausas para fôlego. Um repertório empolgante que percorre as origens psicodélicas do quarteto (Ice in the sun, Pictures of matchstick men) até seu último sucesso (Beginning of the end, de 2007), sem deixar de fora o inexorável hard-boogie – Caroline, Down down, Rockin’ all over the world, Junior’s wailing – que lhes rendeu fama transcontinental, na década de 70.

ROCKPILE – LIVE AT MONTREUX 1980
Blues, pub-rock, rockabilly, power pop e rock & roll – ao modo de Chuck Berry, Buddy Holly e do cast da mítica Sun Records – faziam parte do cardápio servido pelo supergrupo inglês Rockpile. De vida breve (1976 a 1981), porém luminosa, este quarteto era formado pelos virtuoses Dave Edmunds (vocal, guitarra), Nick Lowe (vocal, baixo), Billy Bremmer (vocal, guitarra) e Terry Williams (bateria).Em 1980, no topo da forma, Rockpile tocou em Montreux um repertório mesclado entre temas de seu único álbum de estúdio (o genial Seconds of pleasure; inexplicavelmente jamais editado no Brasil) e material dos álbuns solo de Lowe e Edmunds, além de versões pinçadas de contemporâneos como Elvis Costello (Girls talk), Graham Parker (Crawling from the wreckage) e de suas mais gratas e primitivas influências (é de Jerry Lee Lewis a canção que fecha a mil por hora o set do grupo; Let’s talk about us). Curiosidade: além de ter integrado o grupo de rock progressivo galês Man, Terry Williams emprestaria suas baquetas para Dire Straits, Tina Turner, Bill Wyman, Dion, The Everly Brothers, B.B. King e Bob Dylan.

AVERAGE WHITE BAND – LIVE AT MONTREUX 1977
Considerada por muitos como a banda britânica que melhor se aproximou da soul-music norte- americana, a Average White Band surgiu ao final de 1972, na Escócia. Seu álbum de estreia para o selo MCA, Show your hand (1973), foi até bem recebido pela crítica, mas foi apenas quando se viu contratada pela Atlantic e lançou o bem azeitado Average white band (1974) que o grande público lhe deu atenção. Foi dessa gravação, aliás, que foi extraído o single racha-assoalho Pick up the pieces; êxito massivo nas paradas dos dois lados do Atlântico.Por ocasião do show registrado em Montreux, o baterista original, Robbie McIntosh (morto por overdose de heroína, durante uma festa, em 1974), havia cedido seu lugar para Steve Ferrone, porém a AWB continuava soando tão afiada quanto em seus primórdios. Funky até o talo, seu set no festival levou o público a dançar e aplaudir de pé, sob o empuxo de uma fieira de sucessos como Cut the cake, Work to do, Person to person e a infalível Pick up the pieces. Ao final, uma rendição impecável, com quase 12 minutos de duração, para I heard it through the grapevine, do mestre Marvin Gaye.

GARY MOORE – LIVE AT MONTREUX 2010

Morto trágica e precocemente, aos 58 anos de idade, em 6 de abril de 2011, o irlandês Gary Moore possuía um portfólio dos mais impressionantes. Ainda adolescente, ficou conhecido ao estampar um anúncio no tabloide inglês Melody Malker desafiando ninguém menos do que Alvin Lee – então reconhecido como o guitarrista mais rápido do mundo – para um “duelo de cordas”. Informado acerca da exímia habilidade do rival no instrumento, o então líder do Ten Years After preferiu não se arriscar e ignorou o repto. Ainda assim, a ousadia de Moore jamais seria esquecida.Para um guitarrista influenciado por Clapton, Hendrix e, em particular, Peter Green (de quem herdou a Gibson Les Paul que passou a empunhar dos 80 para cá), a música vertida por Moore só poderia soar como capturada para a posteridade em Live at Montreux 2010: pesada, hipereletrificada, devastadora. Presente em várias edições prévias do festival, Moore nos brinda lá com aquela que seria sua última apresentação oficial. No palco, ele eviscera sua Gibson sem dó ou piedade, extraindo frases velocíssimas, a ponto de induzir vertigem nos ouvintes. Se há pontos altos no show, estes haveriam de ser sua versão para o standard do blues Walking by myself (Jimmy Rogers), além de três canções inéditas – a saber, Oh wild one, Where are you now? e Days of heroes – e suas impactantes Over the hills and far away e Empty rooms.

Quem se apresentou em Montreux

Sigur Ros, Ella Fitzgerald, Tricky, Radiohead, Oscar Peterson, Van Morrison, Bootsie Collins, Etta James, Count Basie, Ice T, Johnny Cash, Ray Charles, Simply Red, Flaming Lips, Bob Dylan, Tony Bennett, Talking Heads, Mose Allison, Flora Purim, King Crimson, Peter Tosh, Underworld, Rory Gallagher, Nina Simone, The Roots, Maria Bethânia, Cassandra Wilson, Air, Prince, Saxon, Magma, PFM, Gnarls Barkley, Leonard Cohen, New Order, Paulinho da Viola, U.N.K.L.E., Sarah Vaughn, Chuck Berry, Muddy Waters, Wilco, Wu-Tang Clan, Elis Regina, Saxon, Mongo Santamaria, Carl Craig, Chico Science, Arcade Fire, Stan Getz, Dizzy Gillespie, Massive Attack, Regina Spektor, Motorhead, John McLaughlin, Buddy Guy, Run DMC, Dexter Gordon, Sarah Vaughan, Soft Machine, Eric Clapton, João Gilberto, ZZ Top, Yes, Cypress Hill, Chico César, Jethro Tull, Jamiroquai, The Roots, Gilberto Gil e Roberta Flack, entre outros.

• Festival de lendas

• A história do Festival de Jazz de Montreux começa em 1967. O evento durou apenas três dias, tendo como destaques as performances do saxofonista Charles Lloyd e do pianista Keith Jarrett.
• Em 1971, Aretha Franklin se viu convencida a figurar como atração principal do festival daquele ano depois que Claude Nobs a presenteou com uma… caixa de chocolates!
• Em 1973, a artista folk e militante pacifista Joan Baez surpreendeu a todos quando chegou a Montreux montada em um cavalo.
• Foi um incêndio que consumiu parte do cassino de Montreux durante um show de Frank Zappa & The Mothers Of Invention que inspirou o Deep Purple a compor a antológica Smoke on the water.
• 1973 também foi o ano que assinalou a primeira aparição de Miles Davis em Montreux. O trompetista voltaria ao palco suíço para mais sete apresentações.
• Em sua juventude, Freddie Mercury, vocalista do Queen, viveu durante vários anos em Montreux. A cidade também serviu de inspiração para a música A winter’s tale, gravada pelo Queen no álbum Made in heaven, pouco antes da morte do cantor.


Fonte: www.divirta-se.uai.com.br

O vídeo do tema «Thriller», do falecido cantor Michael Jackson, foi nomeado pela comunidade dos músicos como «o melhor de sempre», numa altura em que se contam quase três décadas desde a sua criação.

O videoclipe realizado por John Landis («An American Werewolf In London») mostra o mestre dançarino a transformar-se em criaturas como um lobisomem ou um zombie.

A votação do musicradar.com colocou em segundo lugar o vídeo do tema «Telephone» de Lady Gaga. O pódio completa-se com «Bohemian Rhapsody», dos Queen.

«A Lady Gaga esteve muito perto de [ultrapassar] o Thriller, mas ainda parece justo que tenha ficado em primeiro lugar o trabalho que levou ao nascimento dos vídeos pop como eventos culturais», referiu Will Groves, editor do MusicRadar.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt

Publicidade destaca recurso Hangout, do Google Plus

O Google divulgou na semana passada uma publicidade com os personagens do filme Muppets tocando a música Under Pressure, clássico do Queen com a participação de David Bowie.

O vídeo chama a atenção para o recurso da rede social Google Plus (ou Google Mais) chamado Hangout, que permite fazer uma conferência com amigos.

Os Muppets voltaram às telas de cinema neste ano, com um novo longa metragem.

A música Under Pressure (Sob Pressão) foi lançada em 1981.


Fonte: www.r7.com

Tudo começou em 1998, quando os fundadores da Google, Larry Page e Sergey Brin, mudaram o logotipo da empresa para indicar sua presença no Burning Man Festival, no deserto de Nevada. Eles colocaram o símbolo do festival – dois rabiscos e um losango em formato de homem – atrás da segunda letra ‘o’ da palavra Google. Era uma brincadeira para os funcionários, informando-os que eles estariam “fora do escritório”.

Em 2000, Larry e Sergey pediram ao então estagiário Dennis Hwang para produzir um doodle para o Dia da Bastilha. O desenho foi tão bem recebido pelos usuários que Hwang foi nomeado “Chefe de Doodles” e os desenhos se tornaram uma marca registrada da empresa.

Em 2011, o Google publicou 256 doodles, de diversos países e para celebrar vários motivos: independência de países, datas de falecimento ou nascimento de pessoas consagradas, eventos comemorativos, produtos inventados, entre outros.

2. Dont Stop Me Now
Quando: 5 de setembro
Localização: global

Freddie Mercury é considerado por críticos e por votações populares como um dos maiores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo. Para marcar a data em que o cantor faria 65 anos, o Google preparou um doodle em forma de vídeo com a música “Don’t Stop Me Now”, da banda Queen (da qual Freddie Mercury era vocalista).

O doodle: o vídeo levou três meses para ser criado, e segundo sua criadora, Jennifer Hom, a intenção era fazer a homenagem mais colorida possível, refletindo a vida do saudoso vocalista. A animação segue a letra à risca em diversos momentos, incluindo uma parte que Mercury pula em direção ao céu e monta nas costas de um tigre.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KX2BQM0D01M]

Para ver todos Clique aqui

Fonte: www.tecmundo.com.br

FELIZ NATAL
Nós, da Equipe Queen Net, gostariamos de desejar a todos nossos usuários um Feliz Natal.

Que Deus abençoe a todos!!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FIUmggOhHCM]

Correspondente da BBC conta porque não gosta do grupo de Freddie Mercury e lembra do momento-chave de sua carreira no Brasil

Na bancada do “Redação SporTV”, o correspondente da BBC Tim Vickery não polemiza somente com suas opiniões sobre futebol – a mais marcante é a defesa do fim dos campeonatos estaduais (assista ao vídeoclicando aqui). Como bom inglês, é amante do rock n’roll. Mas nutre desprezo por uma banda de seu país muito famosa no Brasil: o Queen. Para Tim, um brasileiro fã da banda de Freddie Mercury é como um inglês considerar pagode a genuína música verde-amarela.

– Ele não tem os tijolos de conhecimento. Aí chega Queen, Elton John, aquelas coisas quase carnavalescas das roupas e cai no gosto. Acho que falta conhecimento do próprio desenvolvimento da música. De como o rock n´roll e o rhythm and blues surgiram. Quando o Queen estourou aqui era uma coisa muito importada para vocês. Talvez aquilo representasse uma certa liberdade no clima de ditadura, no início dos anos 80. Hoje em dia talvez fosse diferente. O Queen era de extrema-direita, foi tocar na África do Sul, na época do apartheid. Entrou na lista negra dos Estados Unidos. Eu não tenho nenhum amigo que gosta – garante Tim.
Fã de Rolling Stones, Beatles e de música negra americana – de Sam Cooke a Public Enemy, passando por James Brown, Steve Wonder e a turma da Motown –, Tim Vickery tentou ser baixista, mas tocava como se estivesse usando uma luva de boxe. A paixão pela bola foi transmitida pelo pai, um quase jogador profissional de futebol e cricket. Houve pressão para que ele se tornasse um craque dos gramados.

– Mas eu era muito ruim. Não herdei talento algum. Herdei o fascínio. Meu pai tinha pouca escolaridade, mas analisava muito bem o jogo. Sempre me senti mais confortável analisando o que estava acontecendo no campo – lembra Tim, nascido nos arredores de Londres há 46 anos.


Fonte: http://sportv.globo.com
Dica de: Roberto Mercury

Programa para a N1 da disciplina Edição em Rádio (UFRN).

O Documentário explana a história do Queen e a presença de Freddie Mercury. Com músicas para recordar.

Narração: Camillo Emanuel
Duração: 26’30”

Lista de Músicas: We Will Rock You, Somebody To Love, Radio Ga Ga, We Are The Champions, How Can I Go On, Love Of My Life, Barcelona, Under Pressure, I Want To Break Free.

Dica de: Roberto Mercury

Fátima Lima, artesã cearense, criou várias cabaças com ídolos da música, como tema incluindo Freddie Mercury.

 

Fonte: http://cabacacomart.blogspot.com/2011/12/roqueiros.html
Dica de: Roberto Mercury



Coral promoveu "Natal do Rock" em São Paulo
Coral promoveu "Natal do Rock" em São Paulo



Na última sexta-feira (16), um coral se reuniu na Galeria do Rock de São Paulo para uma interpretação especial de clássicos do rock. O maestro André Juarez e o coral da USP realizaram, em mais de 400 vozes, apresentações de músicas de grupos como Beatles, Queen e Kiss.

Os grupos se distribuíram pelos andares da galeria para a performance. A ideia foi realizar uma apresentação especial de natal, mas substituindo as músicas tradicionais por clássicos do rock. Várias pessoas se reuniram no local para acompanhar a nova tradição do natal paulista.

“Nossa ideia é trazer um evento diferente para o centro tradicional de São Paulo e envolver nosso público, especialmente composto por formadores de opinião, na luta pela restauração desta área da cidade”, contou Antonio de Souza Neto, administrador da galeria.

Assista as apresentações de “Bohemian Rhapsody“, do Queen, e “Yesterday“, dos Beatles:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KRBLUVeuYlo]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=BpVdMROFZgI]


Fonte: www.cifraclubnews.com.br

Guitarrista do Sepultura. São-paulino. Um dos maiores nomes do heavy metal mundial. Respeitado por grandes lendas do rock n’ roll… Com vocês: Andreas Kisser!

Quais são as suas maiores influências musicais?

EU ESCUTO DE TUDO, MAS A MINHA RAIZ É O ROCK E HEAVY METAL. COMECEI ESCUTANDO O QUEEN E O KISS, DEPOIS COISAS MAIS PESADAS COMO O IRON MAIDEN, JUDAS PRIEST E SEMPRE O BOM E VELHO TRIO: BLACK SABBATH, LED ZEPPELIN E DEEP PURPLE. EU GOSTO MUITO DE MÚSICA CLÁSSICA, ESTUDO VIOLÃO CLÁSSICO HÁ MUITOS ANOS, GOSTO DE BLUES, SEMPRE FAÇO UMA JAM COM AMIGOS BLUESEIROS NO BRASIL QUANDO POSSÍVEL.

É verdade que na infância você ouvia discos sertanejos do seu pai? Isso te influenciou de algum modo?

SIM, MEU PAI TINHA UMA COLEÇÃO DE DISCOS, PRINCIPALMENTE DA DUPLA TONICO E TINOCO E DO SERGIO REIS. EU ESCUTEI MUITO ISSO NA INFÂNCIA E CLARO QUE EU CARREGO ALGUMAS INFLUÊNCIAS. EU GOSTO MUITO DA VIOLA CAIPIRA, TEM UMA MUSICA DO SEPULTURA, A KAIWOAS, QUE TEM UMA FORTE INFLUÊNCIA DA VIOLA E SUAS MELODIAS.

Qual foi o momento mais marcante da sua carreira até agora?

DIFÍCIL DIZER MAS ACREDITO QUE SEJA O AGORA, O MOMENTO QUE ESTAMOS VIVENDO. APESAR DAS MUDANÇAS, CONTINUAMOS FORTES E ATIVOS NO CENÁRIO METAL MUNDIAL E ISSO JÁ É UMA BELA CONQUISTA, 26 ANOS DE HISTÓRIA E AINDA AMANDO O QUE FAÇO, ME SINTO MUITO PRIVILEGIADO DE FAZER PARTE DE UMA BANDA COMO O SEPULTURA.

No Sepultura, como é a escolha do repertório de shows e discos?

GERALMENTE FOCAMOS NO TRABALHO NOVO E COMPLETAMOS COM OS TEMAS MAIS ANTIGOS, TEMOS MUITAS MUSICAS, MAS ISSO NUNCA FOI PROBLEMA, ALIÁS, É SOLUÇÃO. TEMOS MUSICAS MUITO DIFERENTES UMAS DAS OUTRAS E SEMPRE MONTAMOS UM SET QUE REPRESENTA A HISTÓRIA DA BANDA, INDEPENDENTE DAS FORMAÇÕES QUE JÁ PASSARAM PELA BANDA.

Você já tocou com diversos astros do rock mundial. Com quem você mais gostou de tocar?

PUTZ, MUITO DIFÍCIL, MAS A TOUR COM O ANTHRAX ESTE ANO FOI FANTÁSTICA. ALÉM DE FAZER PARTE DA BANDA POR DUAS SEMANAS, EU TIVE O PRIVILÉGIO DE TOCAR JUNTO COM METALLICA, SLAYER, MEGADETH E O PROPRIO ANTHRAX NAS JAMS NO FINAL DOS SHOWS DO BIG 4 NA EUROPA, UM DOS MOMENTOS MAIS INPORTANTES DA MINHA CARREIRA. NÃO POSSO DEIXAR DE MENCIONAR A JAM QUE FIZ COM RONNIE JAMES DIO EM SAO PAULO, TOQUEI MOB RULES DO BLACK SABBATH, UMA GRANDE HONRA. AQUI NO BRASIL TIVE O PRIVILÉGIO DE DIVIDIR O PALCO E ESTÚDIO COM BANDAS COMO OS PARALAMS DO SUCESSO, TITÃS, SKANK, NANDO REIS, IRA, ED MOTTA E TANTOS OUTROS GRANDES NOMES DA MUSICA BRASILEIRA.

Como surgiu o convite pro Rock in Rio, e a ideia de dividir o palco com o Tambours du Bronx?

NÓS TEMOS UMA HISTÓRIA COM O ROCK IN RIO, FOI NOSSO PRIMEIRO GRANDE FESTIVAL EM 1991, ABRIU AS PORTAS PARA O SEPULTURA NO BRASIL. DEPOIS FIZEMOS O DE 2001, E 2004 EM LISBOA, TODOS GRANDES SHOWS. NESTE ANO O ROCK IN RIO TROUXE O PALCO SUNSET QUE MISTUROU ARTISTAS NACIONAIS CONSAGRADOS COM ARTISTA EUROPEUS, FOI UM PALCO INOVADOR. FOMOS CONVIDADOS A FECHAR O DIA DO HEAVY METAL E TROUXEMOS O TAMBOURS DU BRONX, GRUPO PERCUSSIVO QUE CONHECEMOS NA FRANÇA HÁ ALGUNS ANOS E QUE PARTICIPARAM DO NOSSO ÚLTIMO DISCO, KAIROS. FOI UMA MISTURA QUE DEU MUITO CERTO E QUE VAMOS REPETIR NO PRÓXIMO ANO EM ALGUNS FESTIVAIS DA EUROPA.

Recentemente o Lobão disse que os músicos brasileiros são menosprezados nos festivais internacionais de música no Brasil. Qual sua opinião em relação a esse tipo de evento, você concorda com o Lobão?

NÃO DIRIA MENOSPREZADOS MAS O TRATAMENTO É DIFERENTE, PRINCIPALMENTE POR QUE A MAIORIA DOS MÚSICOS E BANDAS DO BRASIL NÃO SÃO CONHECIDOS FORA DAQUI. AS BANDAS DE FORA CONTAM COM EQUIPES MUITO EXPERIENTES QUE FAZEM SHOWS E GRANDES FESTIVAIS PELO MUNDO E TEM UMA MANEIRA DE TRABALHAR QUE DE VEZ EM QUANDO CHOCA COM DIFERENTES CULTURAS EM DIFERENTES PAÍSES. QUEM MANDA NO PALCO É O HEADLINER, OU SEJA, A ATRAÇÃO PRINCIPAL QUE TEM O SEU PALCO MONTADO E A GRANDE MAIORIA ESTA ALI PRA VER A BANDA PRINCIPAL. ALGUNS SÃO MAIS DUROS QUE OS OUTROS E POR ISSO ACONTECEM ESTES EMBATES.

O que você acha das bandas que satirizam o heavy metal?

ACHO NORMAL, O HEAVY METAL É UM DOS ESTILOS MUSICAIS MAIS INFLUENTES DO MUNDO E É NATURAL QUE ACONTEÇA ISSO, ACONTECE COM TODOS OS ESTILOS E O HM NÃO FICA DE FORA.

Se você pudesse participar de algum álbum da história do rock, qual seria? Por quê?

A NIGHT AT THE OPERA DO QUEEN, PRA MIM É A OBRA PRIMA DO ROCK, UMA MESCLA PERFEITA DE ROCK AND ROLL E MUSICA ERUDITA.

Para o Andreas Kisser, a vida é… (?)

O PRESENTE.

Fonte: Sepultura: Blog do Brunocos entrevista Andreas Kisser – Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_844/144305-sepultura.html#ixzz1hDmA81iq

Na noite de natal o canal AE Mundo irá apresentar o show Queen & Paul Rodgers, a partir das 23:30.


Finalizado com os vocais previamente gravados de Freddie Mercury, morto em 24 de novembro de 1991, em consequência da AIDS, o disco póstumo ‘Made In Heaven’, lançado em 1995, estreou no topo das paradas inglesas e já conquistou quatro discos de Platina. Segundo o jornal ‘The Guardian’, o álbum vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo.

Para ver todos Clique Aqui

 

Fonte: www.terra.com.br

Quem disse que gastar tardes e tardes brincando com bloquinhos de montar não leva ninguém a lugar algum? Fale isso para o programador de computadores, físico e famoso acadêmico Stephen Hawking.

Quando era pequeno, esse célebre inglês era doido por pecinhas de construir. Recentemente ele redescobriu essa paixão, que se transformou em hobby. Agora, ele não consegue mais parar de brincar e construir figurinhas famosas usando Lego.

Entre as suas últimas criações estão modelos do protagonista do filme Kick Ass, interpretado no cinema por Aaron Johnson, de Olivia Wilde em Tron – O Legado e até mesmo de Freddie Mercury.

As esculturas têm cerca de 12 polegadas de altura.

Freddie Mercury em sua versão de 12 polegadas toda feita de Lego. E aí, já vai recuperar seu balde de pecinhas e tentar copiar essas obras de arte?

Para ver todos Clique Aqui

Fonte: www.r7.com

Segunda parte (de N a Z) da retrospectiva do ano guiada pelo alfabeto, apresentada pelo Chuck, o Queen foi a letra “Q”.

A partir dos 5:50 minutos.

Canções que lideraram as paradas de sucesso norte-americanas na década de 80, incluindo artistas como Michael Jackson, Guns N’ Roses, Bon Jovi, U2, Whitney Houston e muito mais…

O Queen aparece com duas músicas:

Crazy Little Thing Called Love

Another One Bites The Dust

Para ver a lista e ouvir Clique Aqui

Fonte: www.uol.com.br

O show que o Foo Fighters fez em Western Springs, na Nova Zelândia, causou vibrações similares a tremores vulcânicos.

De acordo com a Rolling Stone, a apresentação do último dia 13 causou o alarme devido aos pulos de cerca de 50 mil fãs que acompanhavam a apresentação.

As vibrações foram detectadas por duas estações sismicas e cientistas da Auckland GeoNet comentaram que a primeira onda “sismica” rolou durante a apresentação de Tenacious D, mas que foi no show do Foo Fighters que as coisas ficaram realmente fortes.

“A causa das vibrações, provavelmente, foi devido a dança de 50 mil fãs, que significam cerca de 5 mil toneladas de massa sobre o solo durante o show”, divulgou uma fonte do instituto.

No setlist tocaram a música do Queen Tie your mother down.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5NgMUg_bNLU]

Fonte: www.dropmusic.com.br

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Queen e Talenthouse estão juntas para trazer uma oportunidade única na vida de remixadores, músicos e produtores: a chance de remixar uma das maiores canções de todos os tempos “Don’t Stop Me Now “.

O vencedor será apresentado no site oficial do Queen e em seus canais de mídia social, incluindo as páginas no Facebook e YouTube. Ele também receberá US $ 1.000, o software Avid Pro Tools e tempo de estúdio com um engenheiro de masterização no Metropolis Studios em Londres, onde o Queen gravou seus álbuns ‘Made In Heaven’ e ‘Innuendo’.

O prazo para inscrições é 13 de dezembro de 2011. Todos os remixes submetidos vão para a votação do público no Facebook e Twitter entre 14 de dezembro e 21 de dezembro de 2011. Os finalistas serão analisados e julgados por Brian May e Roger Taylor, juntamente com os convidados especiais Justin Shirley-Smith e Kris Fredriksson.

Os finalistas serão anunciados em 18 de janeiro de 2012.

Para mais informações e detalhes de como participar Clique Aqui

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Fonte: www.queenonline.com