Escolher as piores tatuagens do rock não é tarefa fácil. Por outro lado, é mais difícil ainda escolher pessoas tão dedicadas à música. Claro que camisetas e adesivos de bandas são legais, mas nada se compara a dedicação e o amor de um fã por uma banda, ao demonstrar isso em uma tattoo. Tatuar o nome do artista favorito, um título de uma música ou parte de uma letra, pode ser uma experiência legal. Mas, você também corre o risco de acabar com uma terrível imagem marcada em seu corpo para sempre. Sem mais delongas, vamos apresentar a vocês mais algumas das piores tatuagens feitas por fãs de Rock.

02. Só um pouquinho louco:

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Esse cara provavelmente acha que ter uma tatuagem no couro cabeludo é ser ousado, mas todos nós sabemos, que se ele ficar doente, com essas palavras de Freddie Mercury em sua cabeça, ele vai deixar o cabelo crescer e fingir que isso nunca aconteceu. Na verdade, ele vai deixar crescer até a barba e começar a ouvir bandas indie. Ele nunca mais vai querer ouvir “Bicycle Race”, ele vai entender pefeitamente o que Freddie quis dizer.

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Fonte: http://http://whiplash.net

Queen vai lançar série de duetos de Freddie Mercury e Michael Jackson em 2012
Baterista Roger Taylor nega disco de inéditas com demos de Mercury

Michael Jackson e Freddie Mercury
Michael Jackson e Freddie Mercury

Alguns duetos de Freddie Mercury e Michael Jackson serão lançados em 2012, pelos integrantes remanescentes do Queen.

No final de outubro, o guitarrista Brian May anunciou que lançaria um novo álbum com gravações inéditas de Mercury. Agora, no entanto, Roger Taylor eliminou essa possibilidade.

Em entrevista à revista Ultimate Classic Rock, o baterista revelou que ele e May vasculharam os arquivos da banda, mas que não há material suficiente para um disco inteiro. “Devo dizer, não haverá um álbum. Simplesmente não há o suficiente, e a última coisa que eu quero fazer é ter que ‘raspar o tacho'”, explicou.

Ainda assim, os fãs de Mercury terão a oportunidade ouvir algumas raridades. “Há algumas faixas ótimas que Freddie gravou com Michael Jackson, em que eu e Brian estamos trabalhando e que estão muito boas. Então em algum momento, acho que elas vão ser lançadas, quando encontrarmos uma boa ocasião. (…) Temos umas coisas interessantes, que provavelmente vão sair no fim do ano que vem”, contou Taylor.

Atualmente, Taylor e May estão trabalhando em uma continuação para o musical de teatro We Will Rock You, escrito com o comediante Ben Elton. Outro plano dos integrantes remanescentes é uma turnê, com Lady Gaga sendo cotada como vocalista, entrando no lugar de Paul Rodgers, que deixou o grupo em 2009.

Fonte: www.uol.com.br

Queen citado em trechos não-publicado de ‘W.A.R. – The Unauthorized Biography of William Axl Rose’, biografia de Axl Rose de autoria de Mick Wall, publicada em 2007. Traduzido com consentimento do autor por Nacho Belgrande para o LoKaos Rock Show.

… Ele disse que àquela época havia por volta de 70 novas músicas em vários estágios de produção, e que ele já tinha gravado “pelo menos dois álbuns” de material. Algumas delas eram “avançadas demais” para que os fãs gostassem. “É tipo, ‘Hmm, eu tipo que manter a expectativa um pouco mais. Vamos dar tempo ao tempo. ’”

E concluindo, Axl disse que ele comparava o que ele estava tentando fazer com sua nova banda como algo parecido com “escutar Queen. Eles tinham todo tipo de músicas de diferentes estilos em seus discos, e isso é algo que eu curto. Porque eu ouço muitas coisas, e eu não gosto de ser estereotipado a esse ponto, e isso é algo que o Guns N’ Roses parece compartilhar com o Queen um pouco. Com Appetite, apesar de parecer ter sempre o mesmo som, se você puxar, você consegue pesar umas partes pequenas de influências diferentes.”


Fonte: http://http://whiplash.net

O baterista do QUEEN, Roger Taylor, desmentiu oficialmente os relatos sobre possíveis planos de um novo álbum da banda com os vocais de Freddie Mercury, retirados a partir de gravações demos.

Em uma conversa exclusiva com o Ultimate Classic Rock, Taylor disse que enquanto não exista planos para tal álbum, eles estão de fato trabalhando nas músicas que Mercury gravou com Michael Jackson para uma lançamento futuro.

“Eu tenho que te dizer, não haverá um álbum. Mas há algumas faixas que Freddie gravou com Michael Jackson, onde Brian e eu estamos trabalhando, e elas são boas. Então, em algum momento elas virão à tona, quando nós sentimos que é um bom momento. Eu não quero criar nenhum tipo de especulações. Mas, provavelmente, em algum momento no próximo ano”.

Taylor estará em Los Angeles na segunda-feira para julgar a rodada final dos testes do “Queen Extravaganza”, um reality show norte-americano em busca de talentos, criado pelo próprio baterista, para montar um grupo de músicos e cantores em memória a música e ao legado do Queen. Esse novo grupo será oficialmente selecionado para a Queen Extravaganza Live tour em 2012.


Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

 

Enviado por: Rafael Macêdo

No último dia 24 de novembro, completaram-se vinte anos da morte de Freddie Mercury (1946-1991), vocalista e líder da banda britânica Queen.

O grupo foi um dos mais importantes das décadas de 70 e 80. Com shows e videoclipes célebres, o Queen tinha em Freddie Mercury muito mais que uma voz notável – tinha também um extraordinário showman.

A seleção de fotografias deste post contempla dezesseis anos da carreira de Freddie Mercury, entre 1970 e 1986.

Alexandre Belém



1. Freddie Mercury – 1970. (Michael Ochs Archives/Getty Images)


2. Freddie Mercury – 1970. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

3. Freddie Mercury – 1970. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

4. Integrantes do Queen, Roger Taylor, Freddie Mercury, Brian May e John Deacon, Londres – 1973. (Michael Putland/Getty Images)


5. Freddie Mercury – 1974. (Michael Putland/Getty Images)


6. Freddie Mercury 1975. (Chris Walter/WireImage/Getty Images)

7. Integrantes do Queen, John Deacon, Freddie Mercury, Roger Taylor e Brian May em programa de televisão na Holanda – 1974. (Gijsbert hanekroot/Redferns/Getty Images)


8. Freddie Mercury – 1975. (Fin Costello/Redferns/Getty Images)

9. Freddie Mercury durante show do Queen em Nova York – 1977. (Richard E. Aaron/Redferns/Getty Images)


10. Freddie Mercury e Brian May durante show do Queen em Nova York – 1977. (Richard E. Aaron/Redferns/Getty Images)

11. Freddie Mercury e John Deacon – 1977. (Marty Temme/WireImage/Getty Images)

12. Freddie Mercury em Chicago – 1977. (Paul Natkin/WireImage/Getty Images)

13. Freddie Mercury durante show do Queen na cidade de Inglewood, Califórnia – 1978. (George Rose/Getty Images)

14. Freddie Mercury e Brian May durante show do Queen na cidade de Inglewood, Califórnia – 1978. (George Rose/Getty Images)

15. Integrantes do Queen, Brian May, Roger Taylor, Freddie Mercury e John Deacon – 1978. (RB/Redferns/Getty Images)

16. Freddie Mercury – 1978. (Ed Perlstein/Redferns/Getty Images)

17. Freddie Mercury – 1979. (John Rodgers/Redferns/Getty Images)

18. Freddie Mercury durante show do Queen na Alemanha – 1979. (Ellen Poppinga/K & K/Redferns/Getty Images)

19. Freddie Mercury durante show do Queen na Holanda – 1980. (Rob Verhorst/Redferns/Getty Images)

20. Freddie Mercury durante show do Queen na Holanda – 1980. (Michael Montfort/Michael Ochs Archives/Getty Images)

21. Freddie Mercury – 1980. (Paul Natkin/WireImage/Getty Images)

22. Freddie Mercury e Roger Taylor em Los Angeles – 1980. (Marty Temme/WireImage/Getty Images)

23. Freddie Mercury e Brian May – 1980. (Paul Natkin/Wire Image/Getty Images)

24. Freddie Mercury e Brian May em Los Angeles – 1980. (Marty Temme/WireImage/Getty Images)

25. Freddie Mercury – 1982. (Steve Jennings/WireImage/Getty Images)

26. Freddie Mercury – 1982. (Steve Jennings/WireImage/Getty Images)

27. Freddie Mercury – 1982. (Steve Jennings/WireImage/Getty Images)

28. Freddie Mercury – 1982. (Steve Jennings/WireImage/Getty Images)

29. Freddie Mercury retira o bigode – 1984. (Steve Wood/Express/Getty Images)

30. Freddie Mercury durante show do Queen na Suíça – 1984. (David Redfern/Redferns/Getty Images)
31. Freddie Mercury durante show do Queen na Suíça – 1984. (Suzie Gibbons/Redferns/Getty Images)

32. Freddie Mercury – 1986. (Dave Hogan/Hulton Archive/Getty Images)
33. Freddie Mercury – 1986. (Suzie Gibbons/Redferns/Getty Images)
Fonte: www.veja.com.br
Dica de: Rafael Macêdo

Em 1991 o mundo perdia um dos maiores ícones da música mundial. Freddie Mercury é um nome que ecoa nos ouvidos e corações de inúmeras gerações e continua influenciando artistas até hoje. Há 20 anos esta lenda deixava uma lacuna na história da música. Suas composições tornaram-se verdadeiros hinos e multidões ainda as entoam por todos os cantos do mundo.

Para homenagear Freddie Mercury e todo seu legado, Fernando Zimmermann, cantor profissional e professor de técnica vocal, uniu-se a um time especialmente selecionado com nomes atuantes na cena catarinense. O tributo, que conta com a parceria do Estudio Taj Mahal de Produções, acontece no dia 09 de dezembro de 2011 no John Bull Pub e promete ser um verdadeiro espetáculo. Com canções que fizeram sucesso junto à banda inglesa Queen e números selecionados da carreira solo de Mercury, o evento contará, ainda, com a participação especial da soprano Masami Ganev, cantora lírica de forte atuação no estado, que fará, junto com Fernando Zimmermann dois números do disco Barcelona, gravado em parceria com Montserrat Cabalé.

A banda contará com Luciano Bilu (guitarra), Vagner Pichinati (baixo), Juninho Uhlig (teclados) e Fernando Panchiniak (bateria). Garanta seu ingresso e não perca este grande espetáculo!

Na ocasião ainda haverá sorteios de brindes (pernoites do Motel 2001, camisetas da Liverpool Camisetas, DVDs e mais)!

Patrocínio: Motel 2001, Liverpool Camisetas, WTravel Agência de Viagens, Academia da Cerveja.
Apoio: Visual Brasil Mídia Exterior, GuiaFloripa.

Serviço
O que: Tributo Freddie Mercury por Fernando Zimmermann e Convidados
Quando: 09 de dezembro, sexta-feira, 23 horas
Onde: John Bull Pub, Lagoa da Conceição
Ingressos antecipados: www.blueticket.com.br e Lojas Multisom credenciadas (Shoppings Iguatemi, Beira-Mar, Floripa e Itaguaçu)
Valores: R$ 25,00 (Lote 1), R$ 30,00 (Lote 2), R$ 40,00 (Lote 3) e R$ 50,00 (Lote 4).

Mais informações: www.johnbullfloripa.com.br ou pelo fone (48) 3232-8535 (John Bull Pub)

Dica de: Roberto Mercury

O músico Freddie Mercury (1946-1991) parece ser a nova inspiração de Joe Jonas, 22.

Conhecido pelo estilo fashionista, o irmão do meio dos Jonas Brothers tem ostentado bigodinho em suas últimas aparições.

O vocalista do Queen, bissexual assumido, foi quem imortalizou a moda na década de 70.

Joe acaba de passar uns dias em praias do sul dos Estados Unidos, com amigos e familiares, para comemorar o Dia de Ação de Graças.

O cantor Joe Jonas, irmão do meio do grupo Jonas Brothers, que tem sido visto com bigode à la Freddie Mercury
O cantor Joe Jonas, irmão do meio do grupo Jonas Brothers, que tem sido visto com bigode à la Freddie Mercury

Fonte: www.bol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

No último 24 de novembro, o mundo da música relembrou os 20 anos da morte do vocalista do Queen, Freddie Mercury, em sua mansão, em Londres. Ele foi vítima de uma broncopneumonia, doença que o acometeu quando já estava bastante fragilizado pelo vírus HIV. No dia anterior, ele havia admitido publicamente pela primeira vez sofrer da doença. Ele estava com 45 anos de idade. Relembre alguns dos momentos mais marcantes da carreira do artista que foram registrados em vídeo.


Rock in Rio – “Love of My Life” (1985) – Queen e Rock in Rio viraram praticamente sinônimos desde que o grupo britânico fez uma linda performance na primeira edição do festival. O desafio é não se arrepiar ao som de todo o público cantando a faixa e sendo regido por Mercury. Na edição de 2011, o momento foi lembrado durante a cerimônia de abertura e a faixa foi interpretada por Milton Nascimento.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8oioH8A818w]

Clipe de “A Kind of Magic” (Queen) – O vídeo é um resultado da parceria entre a banda e o diretor de clipes e de cinema Russell Mulcahy. Ele dirigiu o vídeo, em que Freddie se traveste de mágico, e usou diversas músicas do Queen no filme Highlander, como “Hammer to Fall” e “Princes of the Universe”. Boa parte das faixas foram compostas para o filme, tendo em mente o clima das cenas que foram sonorizadas. As faixas continuaram servindo de trilha nos outros títulos da franquia. Embora nenhum disco específico de Highlander tenha sido lançado pelo Queen, o álbum de 1986 A Kind of Magic traz na tracklist a maior parte das músicas do filme, algumas com arranjos diferentes.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=YWf5BLUOhNM&ob=av2n]

Freddie Mercury faz cover the “The Great Pretender” (The Platters) – Um dos marcos da carreira solo do vocalista foi com o cover do hit do Platters “The Great Pretender”. Em 1987, ele tornou a canção da década de 50 popular novamente. Para a gravação do vídeo, Mercury raspou seu característico bigode, pelo qual era conhecido havia anos. Esse clipe acabou se tornando um dos mais famosos de sua carreira.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-2k5TLvEK-0]

Último clipe do Queen em que apareceu – “These Are the Days Of Our Lives” (1991) Já bastante magro, Mercury ainda voltaria a aparecer em um clipe do Queen. O último vídeo do qual ele fez parte foi rodado em maio de 1991, “These Are the Days Of Our Lives”. A esta altura, a banda já sabia da doença do artista havia muito tempo, assim como os amigos mais próximos dele, mas Mercury seguia mantendo o assunto como privado. No mês seguinte, com o fim do trabalho de promoção do disco Innuendo, ele se retirou de cena e passou a maior parte do tempo em casa, descansando, até sua morte, pouco tempo depois. Curiosamente, o Queen não pôde estar reunido por completo nessa última gravação de videoclipe. O guitarrista Brian May estava fora do país em trabalhos promocionais e as cenas com ele foram feitas separadamente e inseridas posteriormente na edição.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ymLiw8dnHO4]

Freddie Mercury só aparece em imagens de arquivo – “The Show Must Go On” (Queen) – Esse vídeo foi marcante, na realidade, exatamente pela ausência de Freddie. Doente, ele não poderia participar da gravação, fazendo com que o videoclipe fosse montando somente em imagens de arquivo. Esse foi um importante momento da carreira dele exatamente porque começou a suspeitar-se de que ele não estava bem e esse fato aumentou a especulação – ainda mais em uma faixa cuja letra diz que “o show deve continuar”.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Zqct2SGoDE0]

Freddie Mercury e Monserrat Caballé – “How Can I Go On?” – Dentro e fora do Queen, diversas parcerias de Mercury ficaram famosas. Ele gravou “Under Pressure” com David Bowie. Também trabalhou ao lado de Michael Jackson, sendo que esses trabalhos ainda inéditos estão para ser lançados em 2012 (algumas das faixas, contudo, estão na internet). Uma das que ficaram mais marcadas foi o dueto ao lado da cantora lírica espanhola Monserrat Caballé. A dupla gravou o disco Barcelona (1988) e duas canções ficaram bem famosas à época: a que dá título ao trabalho e “How Can I Go On”.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=qbUo0wdEd4k]

Clipe de “I Want to Break Free” (Queen) – Conforme Freddie deixou bem claro no vídeo anterior, a letra da música, embora fale sobre querer se libertar, NÃO tem a ver com a bandeira dos direitos dos homossexuais, embora na época isso fosse amplamente concluído pelas pessoas e assim divulgado. Não ajudou a provar o ponto de Freddie o fato de que a personagem reprimida escolhida por ele para representar a letra no videoclipe da música foi uma dona de casa interpretada por ele.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eM8Ss28zjcE]

Freddie Mercury dando entrevista para Glória Maria – Esse é um clássico para os brasileiros, mas chegou a repercutir fora do país também. Na já citada vinda do Queen ao país para participar do Rock in Rio, em 1985, o vocalista concedeu entrevista à então muito jovem Glória Maria. Jovem e um pouco despreparada. A jornalista se atrapalhou com o inglês, repetiu perguntas e, na ocasião, Freddie basicamente inventou o conceito de “trollar” um repórter.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=d–jqGZkgUM]

Live Aid (1985) – “Radio Ga Ga” – No mesmo 1985, o grande performer que era Mercury emocionou outra plateia. Na imagem, veja o público do Live AID, 72 mil pessoas, acompanhar em uníssono com vozes e palmas a faixa “Radio Ga Ga” (inclusa no disco The Works, de 1984). Mais uma que entrou para a história.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=LncAQR47eZo]

Queen at Wembley – “We Will Rock You” – A já citada performance empolgante de Freddie Mercury fazia do show do Queen algo especial em shows de arenas e estádios. Um dos VHS/DVDs mais famosos da banda (que foi lançado como CD também) vem de uma dessas apresentações, em Wembley, na Inglaterra. O material foi relançado em versões diferentes ao longo dos anos, teve edição dupla e de aniversário. Uma das músicas tocadas nesse show, referente à turnê Magic, era a mais do que lendária “We Will Rock You”, garantia de barulho em qualquer performance.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=t4MJqLmKfHo]


Fonte: http://rollingstone.com.br

A Frama lançará uma coleção de cadernos chamada de “Rock Classic” 2011/2012 com temas de diversos artistas e bandas, entre elas temos Queen.


Queen é uma banda que foi liderada por Freddie Mercury e já vendeu mais de 300 milhões de álbuns no mundo inteiro. A crítica atual considera o Queen como uma das melhores bandas de rock de todos os tempos. São autores de clássicos como “Bohemian Rhapsody”, “We are the champions” e “We will rock you”.




Fonte e maiores informações: http://frama.com.br/rock/
Dica de: Roberto Mercury

Classical Queen – Dia 02 de Dezembro em São Paulo

The Wall Café
Rua Treze de Maio 152, Bixiga – São Paulo – SP
Telefones: 11 5844-0066 ou 11 3255-9642

Maiores detalhes:
www.thewallcafe.com.br

www.classicalqueen.com.br


Dica de: Roberto Mercury

Abaixo alguns trechos de vídeos da apresentação da SAS Band, em Clapham 25-11-11, com participação de Brian May e Kerry Ellis, em tributo aos 20 anos sem Freddie Mercury.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=XB99aGDj6JM]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=anIW-KxrMQo]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=gBiUsqsVzrs]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=bnJp-awHpWo]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=IlFU-_ey23Q]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Qm1hAHbAoYs]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=kLqKIfDwvUw]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2OMD9HTab_4]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Btx8yYFc6SA]


Dica de: Roberto Mercury


A estátua de Freddie Mercury está frente ao lago, em Montreux, desde 1996. (swissinfo)


Por Luigi Jorio, swissinfo.ch

Em 24 de novembro de 1991 morria Freddie Mercury, líder do grupo Queen e legenda do rock. Em Montreux, onde viveu e gravou discos, encontramos Peter Freestone, assistente pessoal e grande amigo de Freddie.

Ele viu mais de 300 concertos do Queen e diz que o mais incrível foi em São Paulo.

Vinte anos atrás, o mundo da música perdia uma das figuras mais extravagantes e talentosas da histórica do rock. Há 20 anos, Peter Freestone perdia um grande amigo, que ainda hoje recorda com afeto e emoção.

Durante 12 anos, Peter Freestone viveu ao lado de Freddie Mercury, 24 horas por dia, 365 dias por ano, até o momento de sua morte. Foi o assistente, o cozinheiro, o motorista e amigo fiel da voz do Queen. “Freddie era um astro e eu vivia só para ele”, diz com modéstia aquele que assistiu os concertos no mundo inteiro e frequentou os grandes nomes da música, de Michael Jackson a David Bowie.

swissinfo.ch encontrou Peter Freestone, 56 anos, em um bar em Montreux, às margens do lago Léman. “Ouve a música!”, diz e indica uma caixa de som no bar. “Pode apostar, é uma música do Queen.”

swissinfo.ch: Como se faz para ser assistente pessoal de um astro?

Peter Freestone: Encontrei esse trabalho no momento certo, em 1979. Eu era mestre do guarda-roupa da Opera Real de Londres e Freddie foi convidado para um evento beneficente. Depois de vê-lo cantar Crazy little thing called love e Bohemian Rhapsody fui cumprimentá-lo e ele elogiou meu trabalho.

Duas ou três semanas depois, o empresário do Queen me chamou perguntando se eu podia cuidar dos figurinos de uma turnê pela Inglaterra. Fiz isso no primeiro ano, depois Freddie me convidou para trabalhar na casa dele em Londres. Em 12 anos de trabalho, nunca assinamos um contrato.

swissinfo.ch: O que o senhor fazia?

P. F.: Atendia telefone, recebia visitas, fazia compras, pagava as contas, cozinhava, lavava roupa. Fazia tudo para que Freddie pudesse se concentrar exclusivamente em sua música.

swissinfo.ch: E o pagamento?

P. F.: Em torno de 6 mil libras por ano. Mas eu não gastava nada. Quem gastava era Freddie. Então meu salário seria de 25 mil libras. Férias praticamente não tinha. Acompanhava Freddie nas férias dele, mas eu sempre tinha o que fazer. Uma vez perguntei se podia sair duas semanas e ele me respondeu: “Mas acabamos de voltar das férias!” (risos).

swissinfo.ch: Freddie era amigo mas o senhor trabalhava para ele. Como encontrar um equilíbrio?

P. F.: Minha relação com Freddie dependia muito das circunstâncias. Mudava continuamente, de profissional a uma relação de pura amizade. Hoje ele brigava comigo, não porque tinha feito algo errado, mas simplesmente porque precisava desabafar. Ele sabia que eu o compreendia. Sempre pedia minha opinião, mas depois fazia como passava pela cabeça dele. (risos).

Com Freddie imperavam os valores da amizade. Para mim foi o amigo mais leal, generoso e gentil que eu conheci. Fomos até juntos estudar em um convento na Índia. Eu aprendi muito com ele.

swissinfo.ch: O Freddie “verdadeiro” era muito diferente do superastro dos palcos?

P. F.: Todos conhecem seu lado musical, o artista, os shows. Poucos sabem que Freddie era uma pessoa muito tímida, pacata. Adorava ficar na Garden Lodge, sua casa em Londres. Não importava a hora em que ia dormir, levantava sempre às nove da manhã. Tomava chá, se vestia como queria e brincava com os gatos, depois tratava dos peixes. Essas coisas o faziam extremamente feliz.

Quando saia, às vezes trajava jeans, casaco de pele e óculos de sol. Nesse momento Freddie tornava-se o astro e se mostrava como os fãs queriam ver.

Adorava rir. Em público fechava a boa porque tinha vergonha de seus dentes. Nunca tratou porque tinha medo de prejudicar a voz. Em casa, às vezes compensava: ria muito, sem vergonha.

Peter Freestone.

swissinfo.ch: Fale dos concertos. Quantos viu?

P. F.: Na plateia, só dois. Nos bastidores pelos menos 300. O mais incrível foi em São Paulo, no Brasil. Havia 139 mil pessoas. Não sei descrever, mas era uma atmosfera excepcional, única.

Freddie se apresentou duas vezes em Montreux, no Festival Rosa de Ouro. Por exigência da televisão teve de cantar em playback, coisa que ele detestava. No festival de San Remo também ocorreu isso. Foram somente essas duas vezes que ele cantou em playback.

Antes de entrar no palco, bebia sempre um chá de limão com mel. Não sei se ele realmente precisava. Depois do concerto tinha que sair e era uma festa. Com toda a adrenalina que tinha não podia voltar para o hotel.


swissinfo.ch: Freddie vinha a Montreux para gravar. Quais são suas recordações?

P. F.: A primeira vez foi em 1981. No Estúdio Mountain gravamos Under Pressure com David Bowie. Naquela época a Suíça era como um sonho, um lugar mítico onde todos queriam vir. Ainda hoje, ao ver os Alpes tenho uma sensação particular. As montanhas estão aqui há milhões de anos, mas a cada manhã parecem diferentes.

Hoje milhões de fãs de todo o mundo vêm a Montreux para ver a estátua de Freddi. Quando vêm aqui são bombardeados de emoções. Para eles também é especial. Em Londres, onde era a casa dele, as emoções são menores.

swissinfo.ch: Como era o dia em Montreux?

P. F.: Muito chato. Às duas da tarde entrávamos no estúdio de gravação. Todo dia. Às vezes Freddie ficava duas horas, outras até às quatro da manhã, conforme a inspiração. Enquanto eles gravavam eu esperava.

Na cidade não tinha muito o que fazer, tinha no máximo um par de casas noturnas. Vinha-se a Montreux somente para trabalhar. Não dava tempo de fazer mais nada. Para ir do Palace Hotel ao estúdio tinha 500 metros, mas Freddie queria sempre ir de carro para não perder tempo.

No início ele detestava a tranquilidade de Montreux. No final era justamente o que ele gostava. A serenidade do lugar o atraia nos últimos anos de vida.

swissinfo.ch: Como as coisas mudaram depois que Freddie anunciou que era soropositivo?

P. F.: No começo, Freddie parou de sair. Depois continuou a fumar e a beber. Em outubro de 1989, o médico disse-lhe que morreria antes do Natal. Mas sua força de vontade o fez viver mais dois anos. Freddie sabia que nada podia fazer contra a doença. Era isso e pronto.

Mas não abandonou e se concentrou a fundo na música, que era sua vida. Aliás, quando soube que estava doente (1987, ndr) fez The Miracle, Innuendo e Barcelona. Trabalhava mais que antes. Sabia que tinha o tempo contado e queria fazer o máximo.

De minha parte, pensava ter suportado bem a morte de Freddie. Depois me dei conta que não era assim. Três anos depois escrevi um livro e foi uma terapia para mim: pude colocar para fora minha dor. Freddie me dizia sempre que se fosse escrito um livro sobre ele, devia contar as coisas brutas.

No meu livro também falo de coisas negativas, das festas e das drogas. Não menti. E Freddie acreditava na sinceridade. Sinto falta dele. Por vezes penso na vida que levamos. Mas depois me digo que foi uma sorte viver doze anos com ele. Mesmo se Freddie dizia sempre para não pensar no passado.

swissinfo.ch: o senhor deu muitas entrevistas depois da morte de Freddie. Já disse tudo?

P. F.: Não. Há coisas que as pessoas não devem saber. Gosto de conversar com os fãs, mas há coisas que guardo para mim há anos. Quando me abordam respondo com prazer o que vi. Passei doze anos incríveis e tudo está gravado em minha mente.



Luigi Jorio, swissinfo.ch
Montreux
Adaptação: Claudinê Gonçalves


Fonte:
Dica de: Roberto Mercury

O jornalista britânico Phil Sutcliffe prefere Bruce Springsteen.Morte de Freddie Mercury completou 20 anos nesta quinta-feira (24).

Phil Scutliffe escreve sobre música desde 1974 e jamais foi um “especialista” em Queen. Alguns anos atrás, porém, recebeu um convite: era para fazer um texto biográfico sobre a influente banda britânica formada por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, cujo auge se deu nas décadas de 1970 e 80. A encomenda integra um livro ilustrado que saiu lá fora em 2009 e acaba de ganhar versão nacional. Ainda que o principal atrativo de “Queen: história ilustrada da maior banda de rock de todos os tempos” (Editora Globo) sejam mesmo as fotos – e outras imagens que compõem a iconografia do grupo –, o nome que lemos na capa é o de Sutcliffe.

Ele, a propósito, prefere o título original,Queen: the ultimate illustrated history of the crown kings of rock – ou “Queen: a história ilustrada definitiva dos reis coroados do rock”, em tradução livre. Nesta entrevista ao G1, por telefone, o autor fala também sobre “a coragem de Freddie Mercury”, sobretudo em seus últimos dias. Nesta quinta-feira (24), faz exatamente 20 anos que Mercury morreu, vítima de complicações decorrentes da Aids. A seguir, os principais trechos da conversa com Scutliffe.

G1 – O que você acha do título que o livro recebeu no Brasil?
Phil Sutcliffe – Oh! (risos). É um título diferente do original… Eu acho que the crown kings of rock é muito melhor. E não só por causa da ironia, por ser uma banda chamada Queen, a coisa da realeza… Pessoalmente, eu não os chamaria assim [a maior banda de rock de todos os tempos]: trata-se de uma das grandes bandas da história.

G1 – Qual seria, então, a maior banda de todos os tempos?
Sutcliffe – Na minha opinião? Quando você se depara com essa pergunta, você tem de dizer a coisa mais óbvia, clichê: os Beatles.

G1 – Já que é assim, qual a segunda maior?
Sutcliffe – Não sei se você os considera uma banda, mas os meus favoritos de todos os tempos – até mais que os Beatles – são o Bruce Springsteen and the E Street Band. Eu estou fazendo um livro sobre eles, um livro que parece não ter fim. Eu preciso viver por tempo o suficiente para conseguir terminá-lo (risos).

G1 – De onde veio a ideia de escrever sobre o Queen?
Sutcliffe – O convite veio do editor, que fica em Minneapolis [EUA]. É algo comum, que acontece no jornalismo em toda parte: o amigo do amigo de alguém veio e disse: “Phil, você sabe um pouco de Queen, gosta de Queen, então por que não escreve?”. E, na verdade, eu já tinha escrito um livro sobre o AC/DC para esta mesma série da editora, com o mesmo formato – “a história ilustrada de…”. Mas é claro que existe uma equipe [de pessoas envolvidas], pesquisadores do acervo fotográfico. Esse é o lado embaraçoso de ter o meu nome na capa. Escrevi mais que qualquer outra pessoa [neste livro], concordo, mas há outros 20 e tantos escritores.

G1 – Você já tinha escrito sobre o Queen antes de receber essa proposta?
Sutcliffe – Sim, sim. Escrevo sobre o Queen desde os anos 1970, mas não era exatamente uma especialidade minha, e jamais tinha escrito um livro. [Antes disso] a maior coisa que tinha feito sobre o Queen era uma entrevista com o Brian May, em 1991, para uma matéria de capa da “Q Magazine” [revista de música].

O estranho para mim é que você normalmente odeia quando mentem para você, mas eu acho que Brian estava absolutamente certo ao mentir para mim. Eu o admiro, foi uma boa coisa: uma desonestidade completamente justificável, porque Freddie não queria que isso se tornasse público. “
Phil Sutcliffe, jornalista britânico

G1 – A sua opinião sobre a banda mudou depois de ter escrito o livro?
Sutcliffe – Tenho certeza que sim. Aprendi muito mais sobre eles, e acho que Freddie foi o mais surpreendente. Porque ele é originalmente de Zanzibar [antiga colônia britânica, na África] – quer dizer, você já ouviu alguém lhe dizer que é de Zanzibar? É bastante inusitado. E ele também passou um tempo na Índia [de onde eram seus pais], porque tinha sangue indiano, obviamente. Freddie é quase de outro planeta, e isso está em sua personalidade e em seu background, em sua cultura.

G1 – Dentre as histórias que descobriu por causa do livro, qual mais lhe surpreendeu?
Sutcliffe – Eu não conhecia inteiramente a história da doença do Freddie e de sua morte. Para mim, está claro que é uma das histórias mais importantes sobre eles. Eu sabia alguma coisa sobre o assunto, mas foi interessante para mim, uma experiência estranha. Quando entrevistei Brian [em 1991] – o que aconteceu oito ou nove meses antes de Freddie morrer –, fiz perguntas sobre os muitos rumores que havia na época: “Freddie está ok? Ele está bem ou está doente?”. E o Brian mentiu para mim, dizendo que Freddie estava bem, que não havia com que se preocupar.

G1 – Qual foi sua reação ao saber da verdade?
Sutcliffe – O estranho para mim é que você normalmente odeia quando mentem para você, mas eu acho que Brian estava absolutamente certo ao mentir para mim. Eu o admiro, foi uma boa coisa: uma desonestidade completamente justificável, porque Freddie não queria que isso se tornasse público. Mas o que mais me impressionou, durante as pesquisas que fiz sobre a sequência de eventos da época, foi a coragem que Freddie demonstrou. Quando estava muito perto da morte, mesmo assim ele ainda queria cantar, praticamente com o último suspiro que existia em seu corpo. Algo muito tocante – e como se a música fosse seu sangue vital, e ele provou isso.

G1 – O que você planeja fazer nesta quinta-feira, 24 de novembro, quando se completam 20 anos da morte de Freddie Mercury?
Sutcliffe – Oh, sério?! Eu tinha me esquecido [da data], não tinha me dado conta! Eu quero ter bons pensamentos sobre Freddie, que merece bons pensamentos de todos nós. Ele era um homem verdadeiramente maravilhoso e exótico, muito talentoso, as pessoas o amavam. Mas Freddie também era muito corajoso. O preconceito dizia que, se você fosse gay, você não poderia ser corajoso. Mas ele provou que, sim, você pode enfrentar uma das piores coisas que pode acontecer uma pessoa: uma doença que mata gradualmente e dolorosamente, ao longo de dois ou três anos. Uma doença que, basicamente, devora o corpo e mata. E ele a enfrentou, com uma coragem incrível. Ele estaria [hoje] com certeza sorrindo e tocando. O maior show do paraíso (risos)… Isso lhe parece bom?

G1 – Talvez. Mas com quem ele estaria tocando, se fosse o caso, no paraíso?
Sutcliffe – Quer saber com quem? Com Jimi Hendrix, de quem era um tremendo fã. Assim que soube da morte de Jimi Hendrix [em 1970], Freddie teve de sair do trabalho, em um pequeno mercado em Londres, e voltar correndo para casa, porque não conseguia continuar. Brian May me contou que tudo que havia no flat de Freddie, naquela época, remetia a Jimi Hendrix. Havia pinturas na parede e várias outras coisas. Freddie era um bom artista e fazia ele mesmo essas pinturas.


Fonte: www.g1.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A banda mineira Lurex Queen Cover é um desses tributos ao grupo de Freddie Mercury. Formada em 2000 pelos irmãos Amand, Reinaldo (vocais e teclado) e Renato (bateria), Franscisco (baixo) e Filipe (guitarra e violão), o Lurex já está em total sintonia com o grupo de Freddie Mercury, tanto em som quando em figurino.

Se você estiver a fim de uma experiência no melhor estilo do Queen brasileiro, pode até se deixar confundir pelo som dos mineiros, cujo vocalista já assumiu bigodão à la Freddie Mercury e treina constantemente para chegar ao timbre inesquecível do cantor. Mas o que garante mesmo a sensação de voltar no tempo é a produção, que conta com vários dos famosos figurinos de Mercury.

 

Fonte: www.jb.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Rock de Todos os Tempos

  • Início das inscrições: 24 de Nov. de 2011 às 12:05
  • Fim das inscrições: 11 de Dez. de 2011 às 23:59
  • Exibição dos resultados: 16 de Dez. de 2011 às 18:00

No dia 24 de novembro, completam-se 20 anos da morte de Freddie Mercury. Para lembrar a carreira do frontman do Queen, tido até hoje como um dos maiores astros do rock, escolheremos os três leitores mais criativos, que levarão para casa o recém lançado livro Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Rock de Todos os Tempos, da Globo Livros (acesse a fanpage do livro no Facebook).

Escolheremos três histórias distintas, com no máximo 60 palavras (preposições e artigos não contam como palavras). Os temas são:

– Os shows no Morumbi, em São Paulo, em 1981.

– O clássico show no Rock in Rio, em 1985.

– O que seria um show do Queen com Freddie Mercury hoje.


Fonte: www.rollingstone.com.br
Dica de: Roberto Mercury

“Ele tinha um apetite inesgotável”, diziam os amigos. Para o vocalista dos Queen não havia limites para o prazer. A promiscuidade e a generosidade de um homem que se dizia só. Texto de Luís Guerra .

Os amigos já sabiam, o meio artístico já suspeitava. Mas o resto do mundo foi apanhado de surpresa: a 23 de Novembro de 1991 Freddie Mercury revelava, por fim, que estava a morrer de Sida. Um dia depois, falecia no quarto da sua mansão de Kensington, não resistindo a uma bronco-pneumonia.

Ao longo da maior parte da sua vida, Freddie Mercury vestiu a pele de estrela rock. Fora dos palcos, viveu uma vida de extravagâncias sem limites. A homossexualidade do cantor era conhecida no meio, mas durante sete anos Freddie viveu com uma mulher, Mary Austin, que conheceu ainda antes de os Queen chegarem à ribalta. A ruptura entre os dois dá-se no final dos anos 70, quando Freddie, incapaz de suster o segredo, lhe revela: “sou bissexual”. A namorada corrigiu-o: “não, és homossexual”. Austin manteve-se próxima de Mercury até ao fim da vida deste e herdou a maior parte da fortuna do artista.

A lista de namorados de Freddie era, segundo os amigos, um inventário em permanente actualização. No documentário Freddie’s Loves , exibido por um canal televisivo inglês em 2004, antigos parceiros sexuais puseram a nu pormenores íntimos da vida do vocalista dos Queen. Freddie fazia rodear-se permanentemente de ex-namorados, que praticamente viviam em sua casa e a quem apelidava de nomes femininos como Sophie ou Phoebe. Os quase 30 quartos da manhão de Kensington acolhia um jardineiro (na verdade, o cabeleireiro Jim Hutton, último namorado de Freddie), assistentes pessoais (creditados mesmo em álbuns dos Queen), um cozinheiro (mais um ex-amante, o americano Joe Vanelli) e figuras pitorescas como um transformista negro (apelidado de Black Bitch) e Peter Straker, um histriónico cantor de musicais (o melhor amigo do cantor). Mary Austin, a namorada “enganada”, era uma espécie de enfermeira e tê-lo-á ajudado, em 1982, a livrar-se da teia do LSD e da heroína. Todos os elementos da “família” tinham uma função e, alguns deles, estiveram com o cantor, quase moribundo, no momento da sua morte.

Este apetite “caseiro” (descrito pela imprensa como “reclusão” e que Mercury comparou à abstinência de uma “freira”) surge imediatamente a seguir a Freddie ter tomado conhecimento da sua condição. Em 1987, Freddie descobre que dois homens com quem manteve casos amorosos haviam falecido, vítimas de Sida. Os jornais não tardam em colocá-lo em papel. Em Mercury & Me , Jim Hutton recorda o processo: “Normalmente, Freddie teria ignorado qualquer especulação da imprensa, mas aquilo parecia ter mexido com ele. Quando nos conhecemos, ele já tinha tido a sua dose de viver na alta roda. Sexo, drogas e rock’n’roll com uma quantidade de estranhos de uma noite só”. As análises clínicas confirmariam o pior.

No início dos anos 80 – com a descoberta dos clubes nova-iorquinos e a mudança para Munique -, Freddie encontrou uma base para dar largas à sua extravagância. “O excesso é parte da minha natureza. Preciso de perigo e excitação”, cita o Mirror em 1991. Mas Mercury não conseguia manter uma relação por muito tempo e procurava, sobretudo, companheiros de uma só noite, a quem agradecia (pagava?) com um relógio Cartier. A vida sexual de Mercury era uma roleta russa: “Já tentei os dois lados – homens e mulheres. Mas deu tudo errado. Os “one-night stands” sou eu a desempenhar um papel. Posso ser um bom amante, mas não sou um bom companheiro para ninguém”.

O lado selvagem de Mercury era dominante na sua personalidade. “Estou atolado em dinheiro. É vulgar mas maravilhoso. Tudo o que quero da vida é ganhar dinheiro e gastá-lo”, cita o The Sun. E era imperioso gastá-lo em grande estilo, mesmo que para isso fosse preciso fretar um avião Concorde para atravessar o Atlântico e recrutar um “catering” de cocaína para servir os amigos. Os seus amantes mais duradouros foram agraciados com carros, diamantes e dinheiro. Mas, como nos piores contos de fadas, o lado glamoroso não bastava: “a fama e o sucesso deram-me tudo excepto uma relação amorosa permanente. Eu devoro as pessoas e pareço destruí-las. Às vezes acordo com suores frios, com medo de morrer sozinho”.

Artigo de Luís Guerra, publicado originalmente na BLITZ nº 20

Fonte: http://blitz.aeiou.pt
Dica de: Roberto Mercury

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Dica de: Robeorto Mercury

Sem dúvidas, o QUEEN  provou, que eles sempre souberam como animar a festa. Comemorando  seus 40 anos como um grupo, a banda fez por merecer, com uma enxurrada de lançamentos, além de uma revisão completa da expansão de suas obras gravadas. Uma reedição oferece um ponto de vista mais claro de uma obra clássica da banda. Em homenagem aos vinte anos da morte de Freddie Mercury, o Ultimate Classic Rock elaborou uma lista com os dez melhores álbuns do Queen.

01. A Night At The Opera (1975)
02. News Of The World (1977)
03. The Game (1980)
04. A Day At The Races (1976)
05. Sheer Heart Attack (1974)
06. Queen (1973)
07. Jazz (1978)
08. The Works (1984)
09. Queen II (1974)
10. Innuendo (1991)

Fonte: http://whiplash.net