O Jornal da Globo do dia 24/11/2011, encerrou lembrando os 20 anos da morte de Freddie Mercury.

A partir de:  1:58

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Dica de: Fabio Moyses

Matéria do Jornal do SBT sobre os 20 anos da morte de Freddie Mercury.

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Freddie Mercury faleceu no dia 24 de novembro de 1991, completando hoje 20 anos da morte do líder do Queen. São muitas homenagens para o artista neste dia, entre elas tem até um Freddie Mercury feito de LEGO. Quem fez a homenagem foi um legolista chamado Iain Heath, que se baseou nas imagens do show do Queen que aconteceu no Wembley Stadium em 1986. Ian quis transmitir a energia e alegria de Freddie Mercury em sua criação de LEGO. E pelo visto ele conseguiu. Veja mais imagens a seguir.


Fonte: www.r7.com

NO programa Leitura Dinâmica, da Rede TV, de hoje, 24/11/2011, o programa iniciou com uma matéria sobre os 20 anos da morte de Freddie Mercury.

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Nnuma lista feita pela revista Rolling Stone, o guitarrista do Queen ficou na 26 posição.

Fonte: www.rollingstone.com

Na manhã de hoje, 24 de novembro, o canal Globo News encerrou seu primeiro jornal lembrando os 20 anos da morte de Freddie.

Abaixo o vídeo:

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Fonte: www.g1.com.br

LONDRES, 23 Nov 2011 (AFP) -O aniversário de 20 anos da morte de Freddie Mercury, vítima de Aids, é lembrado na quinta-feira, mas a estrela do carismático líder do Queen brilha com mais força do que nunca e seus companheiros continuam vivendo de seus antigos sucessos.

A mítica banda de rock britânica, que completa este ano 40 anos, está entre as que venderam mais discos em todos os tempos, cerca de 300 milhões, segundo fontes, a maioria nas últimas duas décadas.

O guitarrista do Queen, Brian May, e o baterista, Roger Taylor, têm mais trabalho do que nunca e algumas músicas de Mercury, como “Boehmian Rhapsody” e “Don’t Stop me Now”, se tornaram clássicos.

Nos anos após a morte do cantor, que para o jornal britânico The Independent “pareceu apenas um susto na carreira”, o valor do Queen subiu muito e diversos artistas o citam entre suas influências, incluindo Lady Gaga, Robbie Williams e Muse.

Mercury morreu aos 45 anos em sua casa em Londres, no dia 24 de novembro de 1991, em consequência de uma broncopneumonia causada pela Aids, enfermidade que tinha sido diagnosticada vários anos antes.

Seus admiradores lembram-se dele por suas cativantes atuações ao vivo, sua surpreendente voz e por hits inesquecíveis como “We are the Champions”, hino inevitável de qualquer final esportiva, “Killer Queen”, “Crazy Little Thing Called Love” ou “Barcelona”, interpretada em dueto com a soprano espanhola Monserrat Caballé.

O musical “We Will Rock You”, que estrou em 2002, continua cheio em todas as suas apresentações em Londres e foi montado em vários países. O interesse que Mercury desperta impulsionou a produção de um filme biográfico, protagonizado pelo excêntrico Sacha Baron Cohen (intérprete de “Borat”) e que se concentrará nos anos anteriores à extraordinária apresentação do Queen no show Live Aid, em Londres, em 1985.

“Mesmo que não esteja fisicamente presente, sua presença parece mais poderosa do que nunca”, escreveu May em um blog em setembro, pelo que seria o 65º aniversário de Mercury.

“Devorava a vida. Comemorava cada minuto. E, como um grande cometa, deixou uma estrela luminosa que brilhará durante muitas gerações”, acrescentou na ocasião.

Um dia antes de morrer, Mercury confirmou em um comunicado que tinha Aids. Em menos de 24 horas, entrou em coma e morreu, depois de ter conservado sua doença em segredo, sem nunca expressar seu sofrimento.

Mercury disse em uma entrevista em 1987 que não tinha medo de se tornar um velho de 70 anos rico e solitário. “Vivi uma vida plena e se morresse amanhã, não me importaria. Fiz realmente de tudo”, disse.

Nascido como Farrokh Bulsara, no dia 5 de setembro de 1946, em uma família indiana que morava em Zanzibar e educado em um internato de estilo inglês na Índia, o tímido adolescente chegou a Londres quando sua família fugiu da revolução no pequeno país africano em 1964.

Sua imagem mais clássica é com uma jaqueta de estilo militar amarela e calça branca que usou durante a turnê de 1986, bigode e o punho no alto, na pose imortalizada em estátua erguida em sua homenagem na cidade suíça de Montreux, às margens do lago Genebra.

Passado o luto, os três colegas da banda produziram músicas inteiras com pedaços da voz de Mercury que ele, já gravemente enfermo, tinha gravado em 1991, durante as preciosas horas em que recuperava alguma vitalidade.

O álbum resultante, “Made in Heaven”, lançado em 1995, se tornou um dos mais famosos do Queen.

Para os integrantes da banda, enfrentar a vida sem Mercury não foi fácil. May mergulhou em uma profunda depressão, depois de perder também seu pai e após o fim de seu casamento, e pensou em suicídio.

Taylor, assim como May, produziu alguns álbuns solo nos anos 1990, mas apesar dos esforços para se distanciar do Queen, aprendeu a viver com a lenda.

O baixista John Deacon se aposentou em 1997, embora seus companheiros tenham sua benção para seguir em frente.

O lançamento de “We Will Rock You”, que foi visto por 13 milhões de pessoas no mundo, deu a eles uma nova vida ao oferecer aos fãs uma volta a todos os seus grandes sucessos.

O Queen voltou a sair em turnê em 2005, desta vez com o ex-vocalista da banda Free, Paul Rodgers, com quem gravaram o, até agora último, álbum de estúdio “The Cosmos Rocks” (2008).

Fonte: www.g1.com.br

Abaixo Clip Legendado da música  “In My Defence”


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Em novembro completa-se 20 anos da morte de Freddie Mercury, cantor conhecido por sua extravagância e genialidade e que morreu aos 45 anos em Londres, um dia após confessar que portava o vírus da Aids.

“Freddie Mercury morreu pacificamente nesta noite em sua casa de Kensington, em Londres. Sua morte é resultado de uma broncopneumonia causada pela Aids”, informou em 24 de novembro de 1991 seu representante em um breve comunicado.

Nascido na Tanzânia e criado na Índia, Mercury deixou como legado hinos como “I Want To Break Free”, “Don’t Stop Me Now” e “Bohemian Rhapsody”, cantados com sua voz única, sempre interpretados de maneira teatralizada, em um estilo impossível de imitar.

Alguns tentaram copiar o líder da Queen, mas ninguém foi capaz de reproduzir a personalidade arrebatadora e carismática deste “showman” de grandes dentes, que se transformou em um dos ícones dos anos 1980 apesar de, como ele próprio dizia, ser muito tímido.

Entre as muitas fotos que circulam por conta do aniversário de morte do cantor, uma se destaca por expressar bem sua personalidade. Mercury, com uma capa e coroa reais, desfila como uma verdadeira “queen” (gíria inglesa para o homossexualismo) britânica, durante uma apresentação no estádio londrino de Wembley, em julho de 1986.

A banda Queen transformou a cena musical dos anos 1970 e 1980, e vendeu mais de 300 milhões de discos, a maioria depois da morte de seu vocalista, nascido em 5 de setembro de 1946 e batizado como Farrokh Bulsara.

Em sua juventude, trocou esse nome difícil de pronunciar por Freddie e, quando já se dedicava profissionalmente à música, substituiu seu sobrenome por Mercury (Mercúrio, mensageiro dos deuses).

A carreira de Freddie Mercury, um homem culto que estudou desenho e adorava ópera, esteve sempre unida à do guitarrista Brian May, do baterista Roger Taylor e do baixista John Deacon.

Os quatro músicos criaram a Queen em 1971 e gravaram 12 álbuns de estúdio, entre eles os aclamados “Sheer Heart Attack” (1974) e “A Night at the Opera” (1975), com um som que misturava rock, heavy metal e glam, dominado pela guitarra de May e, sobretudo, pela imponente voz de Mercury.

Embora alguns critiquem o toque “kitsch” do grupo, seus shows tinham um caráter antológico e suas canções perduraram por todos esses anos.

Contudo, os fãs do cantor não possuem um túmulo para prestar homenagens a ele, já que seu corpo foi cremado em Londres e as cinzas foram espalhadas em um lago suíço dias depois.

Em seu velório, foi executada a canção “Barcelona”, gravada em 1987 pelo músico britânico com sua idolatrada cantora lírica Montserrat Caballé, que se tornou hino dos Jogos Olímpicos de 1992, quando Mercury já havia morrido.


Fonte: www.atarde.com.br

Nesta quinta-feira (24), é lembrado o aniversário de 20 anos da morte de Freddie Mercury.

O líder do Queen foi vítima de Aids, mas nunca foi esquecido pelos fãs e companheiros de banda, que continuam vivendo de seus antigos sucessos.

O Queen, uma banda de rock britânica, completa 40 anos em 2011. O grupo está entre os que venderam mais discos em todos os tempos: são cerca de 300 milhões.

O guitarrista do Queen, Brian May, e o baterista, Roger Taylor, têm mais trabalho do que nunca.

Algumas músicas de Mercury se tornaram clássicas, como por exemplo os hits Boehmi Rhapsody e Don’t Stop me Now.

Segundo o jornal britânico The Independent a morte de Mercury foi um susto na carreira. Os integrantes da banda sofreram para superar a perda. Mas, apesar de tudo, o Queen não ficou parado.

O conceito da banda subiu e diversos artistas o citam entre suas influências, inclusive Lady Gaga, Robbie Williams e Muse.

Mercury morreu aos 45 anos, em consequência de uma broncopneumonia causada pela Aids, que já tinha sido diagnosticada vários anos antes e conservada em segredo pelo próprio cantor.

Os fãs lembram dele por suas cativantes atuações ao vivo, sua surpreendente voz e por músicas inesquecíveis como We Are The Champions, Killer Queen, Crazy Little Thing Called Love e Barcelona.

Em 1987, Mercury concedeu uma entrevista e declarou que não tinha medo de se tornar velho.

– Vivi uma vida plena e se morresse amanhã, não me importaria. Fiz realmente de tudo!


Fonte: www.r7.com

Surgiram mais detalhes sobre a cinebiografia em que Sacha Baron Cohen (foto; Borat, Brüno) irá interpretar Freddie Mercury, o vocalista da banda britânica Queen, falecido em 24 de novembro de 1991, vítima de consequências da AIDS.

O produtor Graham King disse ao CinemaBlend que pretende dar início ao projeto no início do próximo ano. “Quem é melhor para interpretar Freddie Mercury do que Sacha Baron Cohen? Ele é tão talentoso e você vê um lado dele em Hugo que ninguém nunca tinha visto antes. Muito emocionante e muito sincero.”

Peter Morgan (Frost/Nixon, A Rainha) escreveu um script, mas King ainda não comentou se será esse o roteiro utilizado. Como Morgan disse ao CinemaBlend no ano passado, Sacha Baron foi o único a agradecer a existência do projeto: “Sacha foi a única pessoa que me pediu para escrever o roteiro. Ele foi o cara que me ligou“.

Fonte: www.cinema10.com.br

Brian May colaborou com Gaga no single You and I

O guitarrista do Queen, Brian May, revelou que é um grande fã de Lady Gaga e que se sente inspirado tanto por sua música quando por sua personalidade.

O músico colaborou com a pop star na faixa You and I, que faz parte do último álbum dela, Born This Way, e durante as gravações disse ter ficado espantado com o talento dela.

“Fiquei encantado em trabalhar com Lady Gaga. Ela é fantástica, muito inspiradora.”

Brian também confessou ser um grande fã do reality show britânico The X Factor e adorou ver os participantes interpretarem músicas do Queen e de Gaga no episódio do fim de semana passado.

Não costumava ver o programa, mas tenho que admitir que estou viciado agora. É muito interessante. Há alguns cantores muito interessantes lá.”

Gaga, cujo verdadeiro nome é Stefani Joanne Angelina Germanotta, escolheu seu nome artístico a partir de uma música do Queen, Radio Gaga.

May subiu ao palco com a pop star durante o MTV Video Music Awards, em agosto, onde apresentaram o single You and I.


Fonte: www.ofuxico.com.br

O programa Extrato MTV listou “Os maiores esculachos da música”, Freddie ficou em quinto lugar.

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Fonte: www.mtv.com.br

Produtor fala bastante sobre a produção e diz que acha a voz do ator fantástica

Graham King, produtor do filme sobre a vida de Freddie Mercury, conversou com os nossos parceiros do Collider neste fim de semana.

King disse que pretende começar o filme, que tem Sacha Baron Cohen no papel principal desde janeiro, em breve, mas que o roteiro ainda está sendo desenvolvido. “Estou muito empolgado em fazer esse filme, em mostrar a vida desse cara. Depois de passar bastante tempo ao lado de Brian May, Roger Taylor e Jim Beach [empresário do Queen], esse se tornou um projeto muito empolgante para mim. O roteiro está sendo escrito e estamos tomando muito cuidado com ele. Temos que acertar, do contrário seremos massacrados pela crítica e fãs. É a história de um ícone, além de ser fantástica, maravilhosa, engrandecedora e emotiva, repleta de boa música. Temos que acertar”.

O produtor diz também que Sacha Baron Cohen pode até cantar algumas das músicas. “Veremos. Freddie tinha uma voz única. Sacha cantou em Sweeney Todd e tem uma voz fantástica também. . Aquela era a voz dele no filme. Ainda não fizemos os testes necessários para ver se dá certo, mas veremos”.

King voltou a garantir que tem os direitos de uso de todas as músicas para o filme, incluindo “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “We Are the Champions”, “Another One Bites The Dust” e “You’re My Best Friend”, e disse que o texto se baseia em diversas produções distintas, além de conversas com os integrantes do Queen. “Estou ouvindo as histórias de Brian e Roger, vendo muitos documentários e, claro, assistindo ao Live Aid inúmeras vezes. São os melhores 22 minutos da história das performances do rock and roll”, completa.

O dramaturgo Peter Morgan (A Rainha) cuida do roteiro. A trama se concentra nos anos de formação da banda, até o show no Live Aid, em 1985. Os últimos anos de Mercury não devem ser recontados. O vocalista do Queen morreu em 1991 com apenas 45 anos.

Fonte: http://omelete.uol.com.br

Richard Burnett do Xtra! (site de notícias sobre gays e lésbicas, do Canadá) recentemente conduziu uma entrevista com o vocalista Rob Halford do JUDAS PRIEST. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

Sobre o Judas Priest ter sido indicado ao Rock And Roll Hall Of Fame ter algo a ver com o fato de você ser gay:

Halford: “Eu não sei, terei que pensar; alguém lá de dentro deve ser gay. É uma boa pergunta, mas eu me considero um gay com letras minúsculas, não como meu bom amigo (o diretor pornô e drag queen) Chi Chi LaRue?. Eu amo todos os meus amigos, e se chegarmos a entrar para a Hall da Fama, com certeza será um grande momento, não apenas para a banda e nossos fãs, mas para toda comunidade LGBT”.

Sobre o seu look, todo em couro:

Halford: “Tudo veio da minha própria imaginação, porque eu nunca olhei para o couro como algo gay”.

Como foi o breve encontro com Freddie Mercury do QUEEN, que morreu de AIDS há 20 anos, completados neste mês:

Halford: “Eu estava indo para Mykonos com uns amigos de Londres. Nós fizemos o que todo mundo faz: clubes e festas. Freddie estava segurando uma bebida na outra extremidade do bar. Éramos como dois navios passando um ao lado do outro, a noite. Ele acenou, eu acenei. O lugar estava lotado, e não tivemos a chance de nos falar naquele dia”.


Fonte: http://whiplash.net

Anime japonês “Cromartie High School” tem um personagem em homenagem a Freddie Mercury.

Abaixo  vídeo feito por um fã da série com cenas do anime com a música “I Guess We’re Falling Out”, do Queen.

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Dica de: Hugo Lima

O Queen Live At Wembley Super Deluxe Gift Box Set resgata não apenas os shows no lendário estádio inglês, como também toda a atmosfera da Magic Tour, com reproduções de souvenirs da época. A caixa, que vem em forma de um contêiner, traz réplicas de ingressos, a camiseta oficial da excursão, cachecol e uma versão em miniatura do Freddie Mercury inflável, que surgia durante a execução de “A Kind Of Magic”.

Até mesmo o mapa da turnê, originalmente desenhando pelo pai de Brian May, Harold, comparece no kit. E claro que o DVD duplo trazendo as apresentações de 11 e 12 de julho de 1986 também constam no box, junto com o CD que traz o áudio completo do segundo dia.

Fonte: http://whiplash.net