Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Rock de Todos os Tempos

  • Início das inscrições: 24 de Nov. de 2011 às 12:05
  • Fim das inscrições: 11 de Dez. de 2011 às 23:59
  • Exibição dos resultados: 16 de Dez. de 2011 às 18:00

No dia 24 de novembro, completam-se 20 anos da morte de Freddie Mercury. Para lembrar a carreira do frontman do Queen, tido até hoje como um dos maiores astros do rock, escolheremos os três leitores mais criativos, que levarão para casa o recém lançado livro Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Rock de Todos os Tempos, da Globo Livros (acesse a fanpage do livro no Facebook).

Escolheremos três histórias distintas, com no máximo 60 palavras (preposições e artigos não contam como palavras). Os temas são:

– Os shows no Morumbi, em São Paulo, em 1981.

– O clássico show no Rock in Rio, em 1985.

– O que seria um show do Queen com Freddie Mercury hoje.


Fonte: www.rollingstone.com.br
Dica de: Roberto Mercury

“Ele tinha um apetite inesgotável”, diziam os amigos. Para o vocalista dos Queen não havia limites para o prazer. A promiscuidade e a generosidade de um homem que se dizia só. Texto de Luís Guerra .

Os amigos já sabiam, o meio artístico já suspeitava. Mas o resto do mundo foi apanhado de surpresa: a 23 de Novembro de 1991 Freddie Mercury revelava, por fim, que estava a morrer de Sida. Um dia depois, falecia no quarto da sua mansão de Kensington, não resistindo a uma bronco-pneumonia.

Ao longo da maior parte da sua vida, Freddie Mercury vestiu a pele de estrela rock. Fora dos palcos, viveu uma vida de extravagâncias sem limites. A homossexualidade do cantor era conhecida no meio, mas durante sete anos Freddie viveu com uma mulher, Mary Austin, que conheceu ainda antes de os Queen chegarem à ribalta. A ruptura entre os dois dá-se no final dos anos 70, quando Freddie, incapaz de suster o segredo, lhe revela: “sou bissexual”. A namorada corrigiu-o: “não, és homossexual”. Austin manteve-se próxima de Mercury até ao fim da vida deste e herdou a maior parte da fortuna do artista.

A lista de namorados de Freddie era, segundo os amigos, um inventário em permanente actualização. No documentário Freddie’s Loves , exibido por um canal televisivo inglês em 2004, antigos parceiros sexuais puseram a nu pormenores íntimos da vida do vocalista dos Queen. Freddie fazia rodear-se permanentemente de ex-namorados, que praticamente viviam em sua casa e a quem apelidava de nomes femininos como Sophie ou Phoebe. Os quase 30 quartos da manhão de Kensington acolhia um jardineiro (na verdade, o cabeleireiro Jim Hutton, último namorado de Freddie), assistentes pessoais (creditados mesmo em álbuns dos Queen), um cozinheiro (mais um ex-amante, o americano Joe Vanelli) e figuras pitorescas como um transformista negro (apelidado de Black Bitch) e Peter Straker, um histriónico cantor de musicais (o melhor amigo do cantor). Mary Austin, a namorada “enganada”, era uma espécie de enfermeira e tê-lo-á ajudado, em 1982, a livrar-se da teia do LSD e da heroína. Todos os elementos da “família” tinham uma função e, alguns deles, estiveram com o cantor, quase moribundo, no momento da sua morte.

Este apetite “caseiro” (descrito pela imprensa como “reclusão” e que Mercury comparou à abstinência de uma “freira”) surge imediatamente a seguir a Freddie ter tomado conhecimento da sua condição. Em 1987, Freddie descobre que dois homens com quem manteve casos amorosos haviam falecido, vítimas de Sida. Os jornais não tardam em colocá-lo em papel. Em Mercury & Me , Jim Hutton recorda o processo: “Normalmente, Freddie teria ignorado qualquer especulação da imprensa, mas aquilo parecia ter mexido com ele. Quando nos conhecemos, ele já tinha tido a sua dose de viver na alta roda. Sexo, drogas e rock’n’roll com uma quantidade de estranhos de uma noite só”. As análises clínicas confirmariam o pior.

No início dos anos 80 – com a descoberta dos clubes nova-iorquinos e a mudança para Munique -, Freddie encontrou uma base para dar largas à sua extravagância. “O excesso é parte da minha natureza. Preciso de perigo e excitação”, cita o Mirror em 1991. Mas Mercury não conseguia manter uma relação por muito tempo e procurava, sobretudo, companheiros de uma só noite, a quem agradecia (pagava?) com um relógio Cartier. A vida sexual de Mercury era uma roleta russa: “Já tentei os dois lados – homens e mulheres. Mas deu tudo errado. Os “one-night stands” sou eu a desempenhar um papel. Posso ser um bom amante, mas não sou um bom companheiro para ninguém”.

O lado selvagem de Mercury era dominante na sua personalidade. “Estou atolado em dinheiro. É vulgar mas maravilhoso. Tudo o que quero da vida é ganhar dinheiro e gastá-lo”, cita o The Sun. E era imperioso gastá-lo em grande estilo, mesmo que para isso fosse preciso fretar um avião Concorde para atravessar o Atlântico e recrutar um “catering” de cocaína para servir os amigos. Os seus amantes mais duradouros foram agraciados com carros, diamantes e dinheiro. Mas, como nos piores contos de fadas, o lado glamoroso não bastava: “a fama e o sucesso deram-me tudo excepto uma relação amorosa permanente. Eu devoro as pessoas e pareço destruí-las. Às vezes acordo com suores frios, com medo de morrer sozinho”.

Artigo de Luís Guerra, publicado originalmente na BLITZ nº 20

Fonte: http://blitz.aeiou.pt
Dica de: Roberto Mercury

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=N6ROx977ZBg]


Dica de: Robeorto Mercury

Sem dúvidas, o QUEEN  provou, que eles sempre souberam como animar a festa. Comemorando  seus 40 anos como um grupo, a banda fez por merecer, com uma enxurrada de lançamentos, além de uma revisão completa da expansão de suas obras gravadas. Uma reedição oferece um ponto de vista mais claro de uma obra clássica da banda. Em homenagem aos vinte anos da morte de Freddie Mercury, o Ultimate Classic Rock elaborou uma lista com os dez melhores álbuns do Queen.

01. A Night At The Opera (1975)
02. News Of The World (1977)
03. The Game (1980)
04. A Day At The Races (1976)
05. Sheer Heart Attack (1974)
06. Queen (1973)
07. Jazz (1978)
08. The Works (1984)
09. Queen II (1974)
10. Innuendo (1991)

Fonte: http://whiplash.net

O Jornal da Globo do dia 24/11/2011, encerrou lembrando os 20 anos da morte de Freddie Mercury.

A partir de:  1:58

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5oeFIdVmL8w]


Dica de: Fabio Moyses

Matéria do Jornal do SBT sobre os 20 anos da morte de Freddie Mercury.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=khjujKQJI00]

Freddie Mercury faleceu no dia 24 de novembro de 1991, completando hoje 20 anos da morte do líder do Queen. São muitas homenagens para o artista neste dia, entre elas tem até um Freddie Mercury feito de LEGO. Quem fez a homenagem foi um legolista chamado Iain Heath, que se baseou nas imagens do show do Queen que aconteceu no Wembley Stadium em 1986. Ian quis transmitir a energia e alegria de Freddie Mercury em sua criação de LEGO. E pelo visto ele conseguiu. Veja mais imagens a seguir.


Fonte: www.r7.com

NO programa Leitura Dinâmica, da Rede TV, de hoje, 24/11/2011, o programa iniciou com uma matéria sobre os 20 anos da morte de Freddie Mercury.

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[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=hFK4BinxnOQ]

Nnuma lista feita pela revista Rolling Stone, o guitarrista do Queen ficou na 26 posição.

Fonte: www.rollingstone.com

Na manhã de hoje, 24 de novembro, o canal Globo News encerrou seu primeiro jornal lembrando os 20 anos da morte de Freddie.

Abaixo o vídeo:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=IT7m5HrHmaw]


Fonte: www.g1.com.br

LONDRES, 23 Nov 2011 (AFP) -O aniversário de 20 anos da morte de Freddie Mercury, vítima de Aids, é lembrado na quinta-feira, mas a estrela do carismático líder do Queen brilha com mais força do que nunca e seus companheiros continuam vivendo de seus antigos sucessos.

A mítica banda de rock britânica, que completa este ano 40 anos, está entre as que venderam mais discos em todos os tempos, cerca de 300 milhões, segundo fontes, a maioria nas últimas duas décadas.

O guitarrista do Queen, Brian May, e o baterista, Roger Taylor, têm mais trabalho do que nunca e algumas músicas de Mercury, como “Boehmian Rhapsody” e “Don’t Stop me Now”, se tornaram clássicos.

Nos anos após a morte do cantor, que para o jornal britânico The Independent “pareceu apenas um susto na carreira”, o valor do Queen subiu muito e diversos artistas o citam entre suas influências, incluindo Lady Gaga, Robbie Williams e Muse.

Mercury morreu aos 45 anos em sua casa em Londres, no dia 24 de novembro de 1991, em consequência de uma broncopneumonia causada pela Aids, enfermidade que tinha sido diagnosticada vários anos antes.

Seus admiradores lembram-se dele por suas cativantes atuações ao vivo, sua surpreendente voz e por hits inesquecíveis como “We are the Champions”, hino inevitável de qualquer final esportiva, “Killer Queen”, “Crazy Little Thing Called Love” ou “Barcelona”, interpretada em dueto com a soprano espanhola Monserrat Caballé.

O musical “We Will Rock You”, que estrou em 2002, continua cheio em todas as suas apresentações em Londres e foi montado em vários países. O interesse que Mercury desperta impulsionou a produção de um filme biográfico, protagonizado pelo excêntrico Sacha Baron Cohen (intérprete de “Borat”) e que se concentrará nos anos anteriores à extraordinária apresentação do Queen no show Live Aid, em Londres, em 1985.

“Mesmo que não esteja fisicamente presente, sua presença parece mais poderosa do que nunca”, escreveu May em um blog em setembro, pelo que seria o 65º aniversário de Mercury.

“Devorava a vida. Comemorava cada minuto. E, como um grande cometa, deixou uma estrela luminosa que brilhará durante muitas gerações”, acrescentou na ocasião.

Um dia antes de morrer, Mercury confirmou em um comunicado que tinha Aids. Em menos de 24 horas, entrou em coma e morreu, depois de ter conservado sua doença em segredo, sem nunca expressar seu sofrimento.

Mercury disse em uma entrevista em 1987 que não tinha medo de se tornar um velho de 70 anos rico e solitário. “Vivi uma vida plena e se morresse amanhã, não me importaria. Fiz realmente de tudo”, disse.

Nascido como Farrokh Bulsara, no dia 5 de setembro de 1946, em uma família indiana que morava em Zanzibar e educado em um internato de estilo inglês na Índia, o tímido adolescente chegou a Londres quando sua família fugiu da revolução no pequeno país africano em 1964.

Sua imagem mais clássica é com uma jaqueta de estilo militar amarela e calça branca que usou durante a turnê de 1986, bigode e o punho no alto, na pose imortalizada em estátua erguida em sua homenagem na cidade suíça de Montreux, às margens do lago Genebra.

Passado o luto, os três colegas da banda produziram músicas inteiras com pedaços da voz de Mercury que ele, já gravemente enfermo, tinha gravado em 1991, durante as preciosas horas em que recuperava alguma vitalidade.

O álbum resultante, “Made in Heaven”, lançado em 1995, se tornou um dos mais famosos do Queen.

Para os integrantes da banda, enfrentar a vida sem Mercury não foi fácil. May mergulhou em uma profunda depressão, depois de perder também seu pai e após o fim de seu casamento, e pensou em suicídio.

Taylor, assim como May, produziu alguns álbuns solo nos anos 1990, mas apesar dos esforços para se distanciar do Queen, aprendeu a viver com a lenda.

O baixista John Deacon se aposentou em 1997, embora seus companheiros tenham sua benção para seguir em frente.

O lançamento de “We Will Rock You”, que foi visto por 13 milhões de pessoas no mundo, deu a eles uma nova vida ao oferecer aos fãs uma volta a todos os seus grandes sucessos.

O Queen voltou a sair em turnê em 2005, desta vez com o ex-vocalista da banda Free, Paul Rodgers, com quem gravaram o, até agora último, álbum de estúdio “The Cosmos Rocks” (2008).

Fonte: www.g1.com.br

Abaixo Clip Legendado da música  “In My Defence”


[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=VsXyNsHBWpg]



Em novembro completa-se 20 anos da morte de Freddie Mercury, cantor conhecido por sua extravagância e genialidade e que morreu aos 45 anos em Londres, um dia após confessar que portava o vírus da Aids.

“Freddie Mercury morreu pacificamente nesta noite em sua casa de Kensington, em Londres. Sua morte é resultado de uma broncopneumonia causada pela Aids”, informou em 24 de novembro de 1991 seu representante em um breve comunicado.

Nascido na Tanzânia e criado na Índia, Mercury deixou como legado hinos como “I Want To Break Free”, “Don’t Stop Me Now” e “Bohemian Rhapsody”, cantados com sua voz única, sempre interpretados de maneira teatralizada, em um estilo impossível de imitar.

Alguns tentaram copiar o líder da Queen, mas ninguém foi capaz de reproduzir a personalidade arrebatadora e carismática deste “showman” de grandes dentes, que se transformou em um dos ícones dos anos 1980 apesar de, como ele próprio dizia, ser muito tímido.

Entre as muitas fotos que circulam por conta do aniversário de morte do cantor, uma se destaca por expressar bem sua personalidade. Mercury, com uma capa e coroa reais, desfila como uma verdadeira “queen” (gíria inglesa para o homossexualismo) britânica, durante uma apresentação no estádio londrino de Wembley, em julho de 1986.

A banda Queen transformou a cena musical dos anos 1970 e 1980, e vendeu mais de 300 milhões de discos, a maioria depois da morte de seu vocalista, nascido em 5 de setembro de 1946 e batizado como Farrokh Bulsara.

Em sua juventude, trocou esse nome difícil de pronunciar por Freddie e, quando já se dedicava profissionalmente à música, substituiu seu sobrenome por Mercury (Mercúrio, mensageiro dos deuses).

A carreira de Freddie Mercury, um homem culto que estudou desenho e adorava ópera, esteve sempre unida à do guitarrista Brian May, do baterista Roger Taylor e do baixista John Deacon.

Os quatro músicos criaram a Queen em 1971 e gravaram 12 álbuns de estúdio, entre eles os aclamados “Sheer Heart Attack” (1974) e “A Night at the Opera” (1975), com um som que misturava rock, heavy metal e glam, dominado pela guitarra de May e, sobretudo, pela imponente voz de Mercury.

Embora alguns critiquem o toque “kitsch” do grupo, seus shows tinham um caráter antológico e suas canções perduraram por todos esses anos.

Contudo, os fãs do cantor não possuem um túmulo para prestar homenagens a ele, já que seu corpo foi cremado em Londres e as cinzas foram espalhadas em um lago suíço dias depois.

Em seu velório, foi executada a canção “Barcelona”, gravada em 1987 pelo músico britânico com sua idolatrada cantora lírica Montserrat Caballé, que se tornou hino dos Jogos Olímpicos de 1992, quando Mercury já havia morrido.


Fonte: www.atarde.com.br

Nesta quinta-feira (24), é lembrado o aniversário de 20 anos da morte de Freddie Mercury.

O líder do Queen foi vítima de Aids, mas nunca foi esquecido pelos fãs e companheiros de banda, que continuam vivendo de seus antigos sucessos.

O Queen, uma banda de rock britânica, completa 40 anos em 2011. O grupo está entre os que venderam mais discos em todos os tempos: são cerca de 300 milhões.

O guitarrista do Queen, Brian May, e o baterista, Roger Taylor, têm mais trabalho do que nunca.

Algumas músicas de Mercury se tornaram clássicas, como por exemplo os hits Boehmi Rhapsody e Don’t Stop me Now.

Segundo o jornal britânico The Independent a morte de Mercury foi um susto na carreira. Os integrantes da banda sofreram para superar a perda. Mas, apesar de tudo, o Queen não ficou parado.

O conceito da banda subiu e diversos artistas o citam entre suas influências, inclusive Lady Gaga, Robbie Williams e Muse.

Mercury morreu aos 45 anos, em consequência de uma broncopneumonia causada pela Aids, que já tinha sido diagnosticada vários anos antes e conservada em segredo pelo próprio cantor.

Os fãs lembram dele por suas cativantes atuações ao vivo, sua surpreendente voz e por músicas inesquecíveis como We Are The Champions, Killer Queen, Crazy Little Thing Called Love e Barcelona.

Em 1987, Mercury concedeu uma entrevista e declarou que não tinha medo de se tornar velho.

– Vivi uma vida plena e se morresse amanhã, não me importaria. Fiz realmente de tudo!


Fonte: www.r7.com

Surgiram mais detalhes sobre a cinebiografia em que Sacha Baron Cohen (foto; Borat, Brüno) irá interpretar Freddie Mercury, o vocalista da banda britânica Queen, falecido em 24 de novembro de 1991, vítima de consequências da AIDS.

O produtor Graham King disse ao CinemaBlend que pretende dar início ao projeto no início do próximo ano. “Quem é melhor para interpretar Freddie Mercury do que Sacha Baron Cohen? Ele é tão talentoso e você vê um lado dele em Hugo que ninguém nunca tinha visto antes. Muito emocionante e muito sincero.”

Peter Morgan (Frost/Nixon, A Rainha) escreveu um script, mas King ainda não comentou se será esse o roteiro utilizado. Como Morgan disse ao CinemaBlend no ano passado, Sacha Baron foi o único a agradecer a existência do projeto: “Sacha foi a única pessoa que me pediu para escrever o roteiro. Ele foi o cara que me ligou“.

Fonte: www.cinema10.com.br

Brian May colaborou com Gaga no single You and I

O guitarrista do Queen, Brian May, revelou que é um grande fã de Lady Gaga e que se sente inspirado tanto por sua música quando por sua personalidade.

O músico colaborou com a pop star na faixa You and I, que faz parte do último álbum dela, Born This Way, e durante as gravações disse ter ficado espantado com o talento dela.

“Fiquei encantado em trabalhar com Lady Gaga. Ela é fantástica, muito inspiradora.”

Brian também confessou ser um grande fã do reality show britânico The X Factor e adorou ver os participantes interpretarem músicas do Queen e de Gaga no episódio do fim de semana passado.

Não costumava ver o programa, mas tenho que admitir que estou viciado agora. É muito interessante. Há alguns cantores muito interessantes lá.”

Gaga, cujo verdadeiro nome é Stefani Joanne Angelina Germanotta, escolheu seu nome artístico a partir de uma música do Queen, Radio Gaga.

May subiu ao palco com a pop star durante o MTV Video Music Awards, em agosto, onde apresentaram o single You and I.


Fonte: www.ofuxico.com.br

O programa Extrato MTV listou “Os maiores esculachos da música”, Freddie ficou em quinto lugar.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Dl8Mu2trcsU]


Fonte: www.mtv.com.br