Vídeo do backstage do show do Queen, na California, com a presença de Michael Jackson.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=LIc4Bwn30pM]

Dica: Clique em CC para exibir legenda em portugês


Dica de: Roberto Mercury

Jon Bon Jovi & Friends tocam Under Pressure em Show em New York.

 

Dida de: Roberto Mercury

O pessoal do Loudwire recebeu a presença do frontman do JUDAS PRIEST  Rob Halford e o baixista Ian Hill, para uma entrevista realizada em Nova York. Durante o bate-papo de 30 minutos, os músicos responderam perguntas enviadas pelos seguidores do Loudwire no Facebook. Halford e Hill responderam às perguntas dos fãs com muitos detalhes e profundidade.

Joe de Connecticut pergunta: No trabalho inicial da banda, se percebe uma grande influência de BLACK SABBATH. Com o desenvolvimento do som de vocês ao longo dos anos 70, vocês sentiram que também estavam servindo de inspiração ao Black Sabbath, quando eles começaram a tocar mais rápido – especialmente na época de Dio?

Halford: Eu não penso assim. O fato de que nós tenhamos vindo do mesmo lugar provavelmente fazem com que algumas pessoas vejam isso como um crossover ou influência. Pelo fato das duas bandas tocarem metal, existe uma certa conexão. Ambas tem riffs, não é? Mas em alguns outros elementos, somos totalmente distintos. Eu acho que o Sabbath tem um som e um estilo único ao que o Priest faz. Se você colocar um álbum de Black Sabbath, você dirá: “Isso é Black Sabbath”, mas se você colocar um album do Priest: “Opa, isso definitivamente é Judas Priest”, então há uma diferença, a única semelhança é que ambas vivem no mesmo mundo do heavy metal.

Hill: Naquela época, tudo era muito experimental, de qualquer forma, por volta dos anos 60 e início dos anos 70, o metal nem sequer existia, era chamado de outras coisas como rock progressivo, blues progressivo ou rock pesado. Tudo estava em um núcleo e tudo era muito igual, mas depois as pessoas começaram a mostrar suas identidades, tomando uma nova direção. Todo mundo encontra sua própria saída, basta ser talentoso e bom o suficiente.

Halford: Você tem que ser original. Ninguém quer uma imitação.

Eddie de Alabama pergunta: Qual álbum que vocês mais gostaram de fazer?

Halford: Gostamos de todos, mas na minha perspectiva quando você faz o seu primeiro registro é mais divertido, porque você não está sob pressão ou stress. Você não precisa tentar ser melhor do que ninguém, basta fazer o seu melhor dentro do estúdio. Quando você se torna bem sucedido a pressão começa a aparecer, mas quando você está fazendo seu primeiro disco, rola aquele sentimento de calma, sem preocupações com o que você está fazendo.

Hill: É verdade porque em seu primeiro álbum, geralmente o seu repertório inteiro vai ser só deste disco (risos). Você está gravando as músicas que te farão entrar no negócio. As pessoas dizem que o segundo álbum é o mais importante porque você tem menos tempo para compor, porque você vai estar ocupado fazendo a tour do primeiro álbum.

Robert T. pergunta: Rob, sempre é mencionado que você é um dos vocalistas mais talentosos na música. Quais outros vocalistas você considera ter um grande talentoso?

Halford: Obviamente pessoas que conheço, amigos como Robert Plant, David Coverdale e Roger Daltrey. Pessoas que eu admirou um bom tempo como David Bowie e Freddie Mercury. Mais recentemente, Corey Taylor do SLIPKNOT, ele tem uma grande voz quando não está fazendo essas coisas (Halford imita um vocal gutural). A vocalista do STAIND, Aaron Lewis, Phil Anselmo, ele cantando “Cowboys from Hell” – grande voz. Agora quando há mudanças nos vocais? Como fazem os caras do LINKIN PARK.

É engraçado porque você ouve um monte de vocalistas bons, mas agora, você vê que tem dois vocalistas, ou um só fazendo as duas coisas. Eles cantam com uma voz doce e melódica, e do nada, eles vão para o que chamamos de “voz de cachorro” – e isso não é legal. Eles cantam suavemente e depois começam a gritar (Halford imitando vocal gutural novamente). É um estilo muito incomum de música, mas agora muitas dessas bandas estão fazendo isso porque esta na moda. Eu gosto de ouvir um vocalista cantar. Eu gosto de ouvir o que eles estão cantando sobre a melodia e as notas, porque é quando você demonstra o seu estilo e caráter.


Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

A Banda Sinfônica de Cubatão e Coral Zanzalá apresentam o espetáculo Queen Sinfônico e reúnem em um só palco mais de 140 músicos e cantores. O espetáculo traz para os nossos ouvidos as melodias de uma das mais importantes bandas de rock do planeta em uma versão sinfônica. A promessa é de repetir o sucesso das apresentações realizadas em 2009 e 2010, onde o coração de mais de cinco mil pessoas foram simplesmente arrebatados, em concertos em Cubatão, Santos, Tatuí e Mogi das Cruzes. É um trabalho cheio de detalhes, Sinfônica e Coral realizam um projeto surpreendente, de excelente qualidade artística.

Pelo menos 13 das muitas canções imortalizadas pela estrela maior do Queen, o vocalista Freddie Mercury, estarão presentes neste concerto. As músicas, originalmente compostas para uma banda de rock, receberam versões coral-sinfônico, criadas com exclusividade por João Victor Bota, como “Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love”, “Crazy Little Thing Called Love”, “How Can I Go On” receberam uma nova roupagem. A direção musical de Marcos Sadao Shirakawa traz novamente a ousadia, praticamente marca registrada dele, que é o maestro titular da Banda Sinfônica de Cubatão.

Destaque também para as maestrinas Maria Fernanda dos Santos Tavares e Nailse Cruz, respectivamente, regente titular e regente assistente do Coral Municipal Zanzalá, responsáveis pelo trabalho de preparação dos solistas e demais atuações vocais. Independentemente do gosto e refinamento musical de cada ouvinte, não há como negar a importância da banda inglesa “Queen” na música universal e é essa genialidade que estará disponível a todos.

O concerto Queen Sinfônico volta a ser destaque em outubro, quando a Banda Sinfônica de Cubatão e Coral Zanzalá apresentarão no Teatro Coliseu – Santos, no dia 26 de outubro às 20h30.

Teatro Coliseu
Rua Amador Bueno, 237
Centro – Santos – SP
(13) 4062 0016


Fonte: www.compreingressos.com
Dica de: Roberto Mercury


Fãs da Banda Queen podem comemorar duas vezes. Uma, porque esse ano a banda completaria 40 anos de existência. A segunda, pelo lançamento do livro que celebra esses 40 anos de história trazendo materiais raríssimos, totalmente inéditos.

A ideia foi compilar posteres, itinerários de turnês, manuscritos de letras, fotos, documentos do backstage e várias informações que pouca gente sabia sobre o Queen. Quem foi a campo para resgatar toda essa história foi o jornalista Harry Doherty. Brian May e  Roger Taylor assinam os prefácios do livro.

O lançamento do livro será em outubro, tanto nos Estados Unidos quanto na Inglaterra. Ainda não há notícias se essa versão será traduzida e trazida para o Brasil.

Confira alguns materiais inéditos que o livro trará:

  • Pôster de um show em Liverpool no Natal de 1973;
  • Pôster e ingresso de show no Rainbow Theatre (Londres) em 1974;
  • O kit de imprensa do Queen para a primeira turnê da banda nos Estados Unidos, em 1973, incluindo release, fotos e um pôster;
  • Um mapa da turnê europeia de 1974, desenhado a mão;
  • Quatro cartas manuscritas que a banda enviou ao seu fã-clube em 1975;
  • Compacto em vinil azul com “Bohemian Rhapsody”;
  • Pôster autografado do disco “A Day At The Races”;
  • Crachá de acesso aos bastidores da turnê europeia de 1979;
  • Ingresso da premiére do filme “Flash Gordon” em 1980;
  • Convite para a festa de encerramento da turnê Hot Space em 1982;
  • Quatro letras manuscritas do disco “The Works”;
  • Pôster da turnê Crazy (1979);
  • Cartela de adesivos;
  • CD com entrevistas na rádio BBC 1, transmitida originalmente em dezembro de 1977

________________
Atualizado em 16/10/2011 às 21:48, com informação adicional pelo comentário do usuário Hedner Schran

O livro está disponível a venda no Brasil na Livraria Cultura, com o preço de: R$ 85,10 reais + frete.  para maiores informações Clique Aqui

Está disponível também na amazon.com, com um valor bem inferior, aproximadamente R$ 40,00 reais + frete. Para maiores informações Clique Aqui


Fonte: www.susse.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Irmão de Marc Martel canta Somebody to Love em audição para o Queen Extravaganza.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=W9marUNpg0E]


Dica de: Roberto Mercury

Mano Madison no programa so SBT – “Se Ela Dança Eu Danço”, do dia 13/10/2011, interpretando I want to break free.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FUr2wtyM8QQ]

Dica de: Roberto Mercury

Animação em 3D da música Tie your mother down.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=vKUew7hfesQ]


Dica de: Roberto Mercury

A banda Argentina Dios Salve a La Reina fará show em São Paulo,na casa de shows Via Funchal, no dia 03 de fevereiro de 2012.

Data:03 de fevereiro 2012
Horário:22h00
Setor
Preço (R$)
Platéia VIP
Platéia Premium
Platéia 1
Platéia 2
Mezanino Central
Mezanino Lateral
Camarote
220,00
180,00
120,00
80,00
120,00
100,00
180,00

Classificação etária : 12 anos


Maiores informações:  www.viafunchal.com.br

Dica de: Roberto Mercury

4 – Red Special / Brian May (Queen)

Uma das guitarras mais peculiares e especiais desta lista é a Red Special de Brian May, do Queen, pelo fato de ela ter sido idealizada, desenhada e construída pelo próprio com a ajuda de seu pai, que era técnico em eletrônica. Também conhecida como Old Lady, o instrumento foi concebido basicamente com o uso de pedaços de madeira de uma mesa velha e de uma moldura de lareira, além de uma agulha de tricô, dentre outras parafernalhas. Apenas os captadores, um set de pickups Burns Tri-Sonic com coberturas metálicas, não foram fabricados pelos May.

O resultado é umas das guitarras mais famosas e misteriosas do rock. Vários fabricantes e luthiers já tentaram copiar seu som. Alguns chegaram perto e só. O som tirado por Brian Bay é de fácil identificação. Original. Apenas o técnico australiano Greg Fryer teve a honra de explorar o instrumento, claro, com autorização do astro. E Fryer, além de reformar a Red Special, construiu duas réplicas fidedignas.

para ver a matéria completa Clique Aqui


Fonte: www.yahoo.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Royal Philharmonic Orchestra, de Londres, apresenta “Symphonic Queen” em homenagem ao saudoso astro

A Royal Philharmonic Orchestra, de Londres, considerada a orquestra oficial da Grã-Bretanha – e a favorita da Rainha Elizabeth II –, apresentou à plateia moscovita um espetáculo emocionante na sexta-feira, 7. Tendo à frente o consagrado Maestro Matthew Freeman, a Filarmônica britânica fez o concerto-homenagem a Freddie Mercury, o líder do Queen, falecido há 20 anos, em 1991. O concerto se chamou “Symphonic Queen”, e incluiu no programa os mais apreciados sucessos da banda inglesa.

A memória de Freddie Mercury continua a ser cultuada por milhares e milhares de fãs na Rússia –, curiosamente, gente mais jovem, já que a fama e os sucessos do Queen praticamente só chegaram aos russos após a morte do ídolo. Antes disso, na época áurea da carreira do grupo londrino – os anos de 1970 e 80 – a então União Soviética não facilitava a entrada das culturas de massa ocidentais no país.



O Maestro Matthew Freeman à frente da Royal Philharmonic Orchestra, de Londres, na homenagem em Moscou ao líder do Queen
O Maestro Matthew Freeman à frente da Royal Philharmonic Orchestra, de Londres, na homenagem em Moscou ao líder do Queen



Fonte: www.diariodarussia.com.br

“Vocês são ótimos, bons demais. O nível é de enlouquecer a mente; é realmente uma emoção descobrir  alguns de vocês, continuem aparecendo.” Roger

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ir3epC8XhWA]


Fonte: www.queenonline.com

Sepultura: os discos que mudaram a vida de Andreas Kisser

Em entrevista ao Noisecreep, Andreas Kisser falou sobre os cinco álbuns que mudaram sua vida.

“A Night At The Opera” – Queen (1975)

Foi o primeiro disco que tive, entre 1979 e 80. Lembro que tive que convencer meu pai a comprar. Ele não gostava de Rock and Roll, só ouvia música brasileira e clássica. Adorei desde a primeira vez que escutei, especialmente a masterpiece “Bohemina Rhapsody”. Uma mistura perfeita de Rock, Folk e Música Clássica, ainda uma das minhas favoritas de todos os tempos.

“Alive II” – KISS (1977)

Um vizinho mais velho tinha uma coleção de discos incrível. Ele costumava fazer compilações em K7 para mim. Um dia, vi a capa do segundo disco ao vivo do KISS. Fiquei chocado, muito impressionado. Tive que comprá-lo. O KISS era uma das poucas bandas que era fácil achar discos no Brasil. O disco é intenso, com uma platéia que fez eu me sentir na arena. Também amo o quarto lado, com as faixas inéditas.

“Paranoid” – Black Sabbath (1970)

Quando ouvi a faixa-título pela primeira vez, fiquei louco. Tinha uma fita com ela gravada várias vezes, deixava rolar sem parar. Tinha um efeito hipnótico. Esse álbum conta com as músicas mais vigorosas e riffs mais conhecidos de todos os tempos. Eles mudaram a música com o som cru e pesado. É a melhor banda da história.

“Ride The Lightning” – Metallica (1984)

Com esse álbum vi a possibilidade de misturar agressividade e melodias de guitarras limpas. É um trabalho essencial. A primeira música que aprendi foi “The Call Of Ktulu”, a faixa instrumental. Foi um desafio. Era uma verdadeira escola aprender aquele tipo de riff. Em 1992, fiz uma jam com o Metallica, quando James Hetfield sofre o acidente que lhe causou queimaduras. Foi uma grande experiência.

“Schizophrenia” – Sepultura (1987)

Minha primeira experiência de gravação. Também foi minha estréia no Sepultura e aidna é um dos álbuns mais importantes de minha vida. É um disco muito intenso e cru. Gravamos em dois ou três dias e aprendi muito durante o processo. Meu estilo de tocar mudou, já que precisava adaptar algumas posições que os riffs pediam. Com esse álbum fomos apresentados ao mundo e nossas vidas mudaram. Foi como passar para outra fase da vida, de garoto para homem.


Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

Desde a primeira publicação sobre a estátua de Freddie no Rock in Rio 2011, que no começo todos achamos ser real, o artista que a faz entrou em contato com o site e postou comentários na notícia, informando ser uma estátua viva.

Por último ele nos mandou uma mensagem, que autorizou publicarmos – e achamos legal mostrar a todos, falando que os comentários no Queen Net sobre a primeira aparição dele o fez fazer melhorar o personagem. Segue abaixo a primeira imagem e a mensagem dele, e logo abaixo pequena entrevista para conhecermos mais esse artista que fez grande sucesso no Rock in Rio.



Primeira foto publicada de Denis "Estátua"
Primeira foto publicada de Denis "Estátua"



Mensagem enviada por Denis:

“Quero agradecer a vocês, porque o primeiro personagem que fiz para o rock in rio foi o Freddie vestido de coroa e manto de rainha. Os fãs do Queen Net não curtiram, e percebi que tinha que mudá-lo, graças a vocês foi o sucesso que foi. Obrigado aos fãs do Queen Net por me mostrarem a melhor forma de homenagear Freddie Mercury.
Obrigado, Denis Estatua”


Pequena entrevista com Denis:

Queen Net: Você faz o personagem da estátua viva do Freddie, você também é fã do Queen e Freddie?

Denis: Gosto muito do Queen e virei fã do Freddie fazendo a pesquisa para o personagem, que figura fantástica ele foi.

Queen Net: Há quanto tempo você é estátua viva do Freddie?

Denis: Fiz o Freddie exclusivamente para o Rock in Rio, não o fazia antes e só farei em evento que tenha alguma coisa a ver com o Queen ou ao Freddie. O único lugar que usarei fora disto será no largo do machado neste sábado, que ali estão os fã do meu trabalho e quero mostrar para eles, e somente neste sábado, depois disto só para eventos do Queen e Freddie ou televisão.

Queen Net: Sua participação no Rock in Rio foi por algum concurso ou convite?

Denis: O Produtor do rock Streep já conhecia meu trabalho.

Queen Net: Como foi a receptividade do publico no Rock in Rio?

Denis: O público enlouqueceu, tirei em media 5 fotos por segundo durante dez horas diárias, foi muito bom ter tido este privilégio, agradeço a Deus e ao Freddie esta oportunidade.

Queen Net: Gostaria de deixar alguma mensagem aos fãs do Queen?

Denis: Tenho muitas coisas a dizer, mas vou tentar simplificar: Vocês admiram o Cara certo!!!


Abaixo matéria do Jornal Nacional sobre Queen e Dênis “Estátua” Ribeiro, estátua viva de Freddie.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eDcwc5VE-Rg]

Já está disponível em pré-venda, na amazon.com, a Box (Wembley Roadie Cube Box Set) comemorativa do 25º aniversário do show de Wembley.

O preço: $279.01 dólares.

Para comprar Clique Aqui

O conteúdo da box:

Livro de fotos contendo imagens raras do show de Wembley
2 CD’s
2 DVD’s
Réplica dos ingressos do show e passaporte VIP
Re-impressão do cartaz do show
Desenho feito a mão do Tour Map feito por Harold May (pai de Brian May)
Cachecol réplica “Friends Will Be Friends”
Réplica da camisa havaiana da turnê
Boneco inflável de 30cm do Freddie Mercury no estilo desenho animado
Caixa no estilo flight case

Lady Gaga pode se tornar a nova vocalista do Queen. Em uma entrevista dada por Brian May nesta quarta-feira (5), o guitarrista disse que o grupo está procurando um vocalista para sair em turnê com o Queen, e afirmou que Gaga está entre os possíveis nomes para assumir o cargo.

Falando ao Daily Express, May comentou sobre sua recente participação no single “You & I”, de Gaga, e falou sobre a vontade de ter a cantora pop no Queen. “Sempre conversamos sobre sair em turnê, mas ainda temos o problema da falta de vocalista. Trabalhei com Lady Gaga e ela é muito criativa, e é uma pessoa com a qual estamos conversando para se tornar a vocalista, para estar à frente da banda. Ela não é apenas uma cantora, ela escreve seu próprio material”.

O guitarrista também comentou sobre um novo projeto, que contara com duetos com diversos artistas em um programa de televisão. “Quase apertei o botão do ‘sim’. Estávamos discutindo a ideia de um programa de TV onde teríamos todos esses convidados. Ainda não está certo, mas estamos de olho nisso. Lady Gaga disse que gostaria de fazer algo conosco”.

Gaga e May se apresentaram juntos recentemente, no show de abertura do VMA 2011, premiação de MTV norte-americana que aconteceu em agosto.


Fonte: www.uol.com.br

Ontem à noite, Brian e Roger estiveram presentes no BMI Awards para receber o Icon Award em nome do Queen. Confira as imagens abaixo, mais um vídeo da noite, que inclui entrevistas com Roger e Brian na chegada do evento.

“Estou muito, muito feliz”, disse May ao BBC6 Music News. “Isso significa muito, eu acho, principalmente porque é um prêmio americano e, embora a gente seja muito ligado com a América, nós nunca conquistamos muitos prêmios. Por isso é bom ter esse tributo a partir de nossos pares.”

BMI honra compositores que tiveram “uma influência única e permanente em gerações de criadores de música”, como ícones. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon se juntaram a uma lista de homenageados em 2010, que inclui Don Black, Van Morrison, Donovan, os Bee Gees, James Brown, Willie Nelson, e muito mais.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=D4xf8eTTWv0]

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

 

Fonte: www.queenonline.com

No final da música “Mais uma vez”, a banda emendou a bateria-assinatura e o solo de guitarra de “We will rock you” , do Queen.

 

para ler a matéria completa Clique Aqui

Fonte:  www.correio24horas.com.br

Outro destaque foi uma tentativa mais ou menos bem-sucedida de Tico Santa Cruz em repetir o “Tu, Tu, Pá” de ‘We Will Rock You’ feito pelo Queen no Rock in Rio de 1985. O vocalista combinou a repetição do feito histórico com a arena, que teve a frente fazendo som de bumbo e o ‘fundão’ fazendo a caixa da bateria.

Para ler a matéria completa Clique Aqui

Fonte: www.mtv.com.br