Depois de menos de uma semana – a campanha lançada por Roger Taylor começou na segunda-feira passada – de envios de material para a banda ‘tributo oficial’ do QUEEN, o nome de MARC MARTEL começa a ganhar preferência quase que unânime entre os fãs da banda que puderam apreciar ao material compartilhado por Taylor. Lembremos que possivelmente muito pouco do que foi enviado já foi analisado ou sequer visto, e que a triagem não tem nem cinco dias completos.

Martel, que no vídeo-teste apresentou uma versão para ‘Somebody to Love’, é vocalista profissional e dá expediente na banda de rock cristão DOWNHERE, oriunda do Canadá, e que já ganhou vários prêmios ao longo de sua carreira.

A banda, que teve seu primeiro registro fonográfico em 1999, é bastante atuante no meio gospel e a exemplo de bandas com os Beatles, tem dois vocalistas. Marc também toca guitarra no grupo.

O músico nunca se privou de homenagear Freddie Mercury, e vários vídeos dele coverizando clássicos do Queen podem ser vistos na internet. Um dos mais impressionantes data de 2007, quando acompanhado da banda da Renaissance Church, Martel interpretou ‘Bohemian Rhapsody’ – o que pode ser visto abaixo.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wGcDpnxtqsc]


Fonte: http://whiplash.net

O Globo, o jornal oficial do Rock in Rio, realizou ontem uma ação que surpreendeu e divertiu o público nas ruas da cidade.

Os sósias dos artistas Stevie Wonder, Elton John, Rihanna e Freddie Mercury circularam em pontos tipicamente cariocas realizando atividades bem cotidianas e confundindo não só fãs, mas também a imprensa, que chegou a divulgar que essa teria sido uma “pegadinha” idealizada pelos próprios artistas.

Os personagens comoveram a todos e geraram uma reação eufórica nos fãs. Tudo foi registrado por uma câmera oculta e o filme produzido com os melhores momentos será veiculado no site O Globo e nas redes sociais do jornal.

E não para por aí! A ação foi apenas uma prévia do que acontecerá durante o Rock in Rio, onde O Globo marcará presença na Cidade do Rock. Os sósias irão tirar fotos com o público num espaço especial criado pelo jornal. As fotografias, mediante autorização, poderão ser acessadas através de um aplicativo na fan page do Globo no Facebook (facebook.com/jornaloglobo). Através desta ferramenta, o usuário poderá criar uma capa exclusiva do jornal com sua foto e seu nome na chamada principal, bem como incluir matérias sobre o Rock in Rio escolhidas por ele. Esta capa personalizada poderá ser publicada no mural do usuário do Facebook e compartilhada com seus amigos.

O Rock in Rio acontece nos dias 23, 24, 25, 29 e 30 de setembro e 1º e 02 de outubro.

 

Fonte: www.portaldapropaganda.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Brian May deixou a seguinte mensagem em seu site oficial:

“Estive no Shepherds Bush Empire (Londres) no último dia 20 para ver o Mr. Big. Que banda incrível! Músicos sensacionais. Só os tinha visto anteriormente através do YouTube, mas conheço o material antigo. Fiquei embasbacado. Ao vivo, o fogo, a habilidade e a precisão são ainda maiores. Sorri o tempo inteiro. Poderia praticar até 2020 e ainda assim não conseguiria tocar como Paul Gilbert. Magnífico. Se você tiver a chance de vê-los na atual turnê, não deixe passar. Uma banda de rock de verdade, com músicos em seu máximo. Não tem como ser melhor”.


Fonte: http://whiplash.net

Os testes para a banda tributo ao QUEEN  liderados por ROGER TAYLOR começaram a ser enviados através do site QueenExtravaganza.com, e o baterista foi gentil o bastante para compartilhar alguns no YouTube. Os resultados têm sido… interessantes. Não deixe que o tipo bem contrário a um rockstar com camiseta da Old Navy lhe engane, o cara na foto acima poderia ser escolhido como o novo Freddie Mercury.

O cantor se apresenta com confiança e aponta pro ‘bigode ralo’ antes de apertar Play em seu equipamento. Pode-se notar, durantes as primeiras notas de ‘Somebody To Love’ o quão bagunçado o apartamento do músico está, para então – Wow! Se todo mundo na banda aprovada pelo Queen for tão bom quanto ‘Mark’, a coisa promete.

Confira Mark abaixo.

Claro, nem todo mundo vai ser tão bom assim. Esse jovem sofre de mau entendimento da língua inglesa e a péssima qualidade da música de fundo para sua versão de ‘Seven Seas of Rhye’. A camiseta do Queen deu um toque a mais, apesar de ser improvável que Mercury jamais usasse uma camiseta do merchandise de sua própria banda no palco.

E aqui a versão de um universitário para a mesma música. Há de se valorizar sua presença de palco, mas ele parece meio que contido num quarto de dormitório. Aquilo acima do ombro direito dele é uma caixa gigante de bolachas?

 

Fonte: http://whiplash.net

Matéria do Jornal Nacional sobre a homenagem a Freddie Mercury no Rock in Rio 2011.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=fl_jhNxdQkU]

Homenagem a Freddie Mercury Rock in Rio 2011. Milton Nascimento canta Love of my life, enquanto imagens do Freddie são mostradas no telão.

FESTA DO BIGODE – Homenagem ao cantor Freddie Mercury, a festa apóia o Freddie Mercury for A Day, data criada para lembrar o artista e angariar fundos para o trabalho contínuo no combate ao HIV. Para saber mais da causa entre no site oficial. Na festa, os organizadores distribuirão bigodes do Freddie Mercury e bandanas do Cazuza. O preço também é um atrativo: três garrafas de 600 ml ou 4 latinhas de cerveja saem por R$10,00. A casa não aceita cartões. Gafieira Elite, Rua Frei Caneca, 4, Centro. (2232-3217). R$15,00 (até 1 hora com nome na lista e/ou de bigode ou acessório que represente o Freddie Mercury) e R$20,00 (após 1 hora ou sem lista). 18 anos. Sábado, 24 de setembro, às 23h.


Fonte: www.jb.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Queen no Video News da Band.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=BypobyTmo08]

Reportagem do Jornal da Globo sobre sósias dos astros do Rock in Rio.

 

Dica de: Cristiane Rossatto

Clipe de Marc Martel teve quase 400 mil visualizações em apenas dois dias. Sósia concorre à vaga para acompanhar a banda Queen em turnê.

Um vídeo de Marc Martel, que participa de um concurso virtual para viajar em turnê com a banda Queen, teve quase 400 mil visualizações no YouTube em apenas dois dias. Nos comentários, os internautas destacam a semelhança de Martel com Freddie Mercury.

“O profeta retornou” e “Alguém tem um irmão gêmeo muito bom” estão entre os comentários do vídeo que destacam a semelhança entre Martel e Mercury. As imagens, em que Martel canta “Somebody to love”, foram publicadas no YouTube pela equipe do concurso QueenExtravaganza, organizado por Roger Taylor, do Queen.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dREKkAk628I]

Taylor promove um concurso virtual para escolher uma banda de cinco membros e três vocalistas que participará da turnê que comemora os 40 anos do Queen.


Fonte: www.globo.com

O «We Sing UK Hits», anunciado esta semana pela Nordic Games, vai incluir temas Karaoke de artistas e bandas do Reino Unido como Adele e Coldplay.

São mais de 40 temas também da autoria de artistas como Elton John, Leona Lewis, Queen e Radiohead.

«Hoje a Nordic Games revela o lançamento do We Sing UK Hits, mostrando seis décadas de música clássica britânica», afirmou um porta-voz da Nordic Games.

«Este é o primeiro jogo da série de videojogos de canções no Reino Unido a ser totalmente dedicado a músicas britânicas, e mantém-se como o único título a suportar quatro pessoas a cantar ao mesmo tempo», acrescentou.

O título chegará em exclusivo à Nintendo Wii no próximo dia 30 de Setembro, segundo o GodIsAGeek.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=myld2kW4NDw]


Fonte: http://diariodigital.sapo.pt

Post do site kibeloco.com.br

WHO WANTS TO LIVE FOREVER?

Senhoras e senhoras, com vocês, Marc Martel…

Em tempo: cadê o pessoal do Rock in Rio, que não convidou o Queen para tocar por aqui com esse cara no lugar do Freddie Mercury?

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dREKkAk628I]

E só para ratificar, olha o que ele faz com “Bohemian Rhapsody”…

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wGcDpnxtqsc]


E vocês aí escalando Milton Nascimento. Francamente!


Fonte: www.kibeloco.com.br

Vídeo oficial do projeto Queen Extravaganza


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Algumas audições Queen Extravaganza


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Dica de: Roberto Mercury

O livro é dividido entre oito ícones: The Rolling Stones, Pink Floyd, The Who, Led Zeppelin, David Bowie, Alice Cooper, Elton John e Queen.

Nesta sexta-feira (23) chega às livrarias de todo o Brasil o livro “A arte do rock”, de Paul Grushkin. A obra mostra como grandes ícones do gênero desenvolveram seus visuais e até mesmo suas identidades com ajuda de artistas de outras áreas durante as décadas de 1970, 1980 e 1990.

Durante as três décadas citadas foram criadas as mais gloriosas peças de arte gráficas do rock, transformando este gênero musical em um dos mais populares do mundo. Toneladas de dinheiro eram arrecadadas com a produção de gravações e eventos ao vivo, fazendo surgir grandes festivais, chamados de shows de rock. Para promovê-los, milhares de peças foram elaboradas culminando no desenvolvimento das artes gráficas: capas de disco, cartazes de shows, anúncios de jornal, displays colocados em lojas de discos, crachás de bastidores e todos os tipos de artigos oferecidos pelas gravadoras.

Lançado em outubro de 2010 na Inglaterra e Estados Unidos, o livro tem como base uma coleção particular, a de Rob Roth, um produtor de shows da Broadway com envolvimento direto no negócio rock`n roll. Ele juntou durante décadas diversas peças as quais chamou de “coisas incríveis do rock”, incluindo alguns itens de campanhas criadas para os maiores músicos do gênero.

O livro é dividido entre oito ícones: The Rolling Stones, Pink Floyd, The Who, Led Zeppelin, David Bowie, Alice Cooper, Elton John e Queen. Com base nas peças de “Ruth”, o autor Paul Grushkin recupera toda a composição da discografia e apresenta as peças publicitárias de divulgação e promoção de cada um desses grandes nomes do rock.

Cada parte do livro cobre uma determinada ação enfocando turnês e álbuns para mostrar as mudanças no design e estilos gráficos. Uma introdução coloca as imagens no contexto, descrevendo o desenvolvimento dos grupos e suas ações em termos de apresentação visual e discutindo a arte gráfica e seus criadores. Todos os itens apresentados têm legenda, com a coleção em geral destacando o excesso às vezes exorbitante, a inegável criatividade e as despesas monumentais envolvidas na promoção do rock nos anos 70, 80 e 90.

Um aspecto interessante mostrado no livro é como a arte desenvolvida para a promoção das bandas acabou moldando o comportamento e se tornando símbolos emblemáticos de muitas delas. A língua dos The Rolling Stones, o visual teatro de horror de Alice Cooper, o simbolismo do Pink Floyd, a feitiçaria do Led Zeppelin, o androgenismo de David Bowie e até a destruição de instrumentos do The Who foram incorporados a eles em meio à criação de peças gráficas, em um processo de trocas que ajudaram a desenvolver tanto o estilo do rock como novas técnicas visuais. O autor, Paul Grushkin, diz no livro, por exemplo, que Mick Jagger recrutava os principais artistas e fotógrafos para supervisionar os projetos da banda. O prefácio de Alice Cooper.

Serviço


A arte do rock
Autor: Paul Grushkin
Editora: Companhia Editora Nacional
Páginas: 256
Preço: R$ 98,00

Paralamas do Sucesso e Titãs abrem o Rock In Rio 2011 em um show conjunto e com a participação de Milton Nascimento na sexta-feira, 23. As três atrações cantarão virtualmente com Freddie Mercury, do Queen, através de uma exibição no telão do Palco Mundo, em comemoração ao aniversário de 25 anos do festival.

O Queen é responsável por uma das apresentações mais marcantes da história do festival. “Estamos produzindo um show que será um tributo ao público das três gerações do Rock in Rio”, disse Roberto Medina em entrevista ao Estado em abril.

Os grupos, que completam, ambos, 30 anos em 2012, tocam também com a Orquestra Sinfônica Brasileira e Maria Gadú a partir de 19h.


Para ler a matéria completa Clique Aqui


Fonte: www.estadao.com.br

Durante a 2ª Virada Cultural do Triangulo, que ocorreu das 18h do dias 16 de setembro de 2011, às 19:10 do dia 17 de setembro na cidade de Uberaba/MG, em vários pontos da cidade (Sesc, Praça Dom Eduardo, Praça Rui Barbosa, Calçadão, TEU e SESI), com público de quase 24 mil pessoas, ocorreu a campanha na Luta contra a AIDS, em parceria com a MERCURY PHOENIX TRUST e a SOCIEDADE VIVA CAZUZA, onde milhares de pessoas dividiram bandanas do CAZUZA e bigodes do FREDDIE MERCURY aderindo a de forma inusitada e divertida a esta importante ação.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=PuMbf4YRUg8]


Fonte: www.uniaodosartistas.com.br

“Se a nossa música está sendo tocada ao vivo enquanto ainda estamos vivos, gostaria que isso fosse feito com o nosso selo de aprovação”, diz Roger Taylor

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=G9EydYP4Pc8]

por Steve Baltin
19 de Set. de 2011 às 17:02

Roger Taylor, baterista do Queen, estava, recentemente, na cidade em que mora, quando viu um pôster que chamou sua atenção. “Dizia ‘Queen no palco’”, Taylor conta à Rolling Stone EUA. “Eu vi no mesmíssimo hall em que costumávamos tocar e tem uma foto bem ruim da banda. Existem tantas dessas bandas que fazem tributo e aí existem também shows orquestrais acontecendo. Muitas dessas coisas não estão à altura, então, queremos fazer tudo direito.”

Reunindo uma turnê de tributo digna de uma atração icônica – um grupo que se mantem tão popular que o cantor Freddie Mercury, morto em 1991, foi homenageado na home do Google há algumas semanas, na data em que faria aniversário de 65 anos – é uma tarefa complicada. Mas Taylor acha que encontrou uma solução criativa que, como ele explica, “manterá a música do Queen viva”. O baterista está pedindo ajuda do público para promover uma competição online para encontrar o grupo para o Queen Extravaganza, um evento que acontecerá em 2012 que contará com uma banda tocando o repertório do Queen, além de imagens inéditas e uma superprodução. A partir desta segunda, 19, as pessoas que acham que dão conta de tocar os riffs de guitarra de Brian May em “Sheer Heart Attack” ou para fazer o melhor vocal de Mercury em “Bohemian Rhapsody” pode submeter suas audições no site www.queenextravaganza.com.

É um empreendimento audacioso, mas que Taylor espera que se tornará uma forma duradoura de lidar com o fato que, conforme a lenda e o legado do Queen continuaram a crescer, ao longo das duas últimas décadas, eles tiveram que tentar diferentes maneiras de fazer turnês após a morte de Mercury. A mais bem-sucedida foi com Paul Rogers, mas Taylor acha que isso chegou ao fim.

A Rolling Stone EUA falou com Taylor a respeito do amor ao Queen, seu próprio futuro musical, alguns de seus não-hits favoritos do Queen e sobre o que os fãs podem esperar quando o Extravaganza cair na estrada em 2012.

É um conceito bastante interessante e audacioso o do Queen Extravaganza, afinal, não era tudo que o Queen fazia extravagante?
Fico muito feliz que ache isso. Além disso, pensamos que Extravaganza era o nome perfeito para algo produzido pelo Queen [risos]. Basicamente, estamos produzindo nosso próprio show, usando nossas próprias imagens e método de produção para fazer um show, porque, vamos combinar, estamos ficando velhos, mas há um monte de bandas de tributo, algumas ruins, outras boas. E organizamos algo que achamos que é puramente extraordinário.

Você fala em ter envelhecido, mas vocês têm se mantido ativos como banda e feito turnê com muitos vocalistas.
Claro, na semana passada mesmo Brian [May] e eu fizemos um evento de caridade para o aniversário de Freddie, tínhamos Jeff Beck, o que foi fantástico, e muitos outros caras, o cara do Keane, Tom Chaplin. Então, ainda podemos fazer isso, mas não acho que queira viajar mais ao redor do mundo fazendo isso. E, claro, não ter o Freddie sempre tornou tudo mais difícil para mim nos últimos 20 anos. É um grande obstáculo, mas esta é uma forma de manter nossa música viva e fazendo isso com os nossos próprios padrões.

Você irá se envolver de alguma forma musical no Queen Extravaganza?
Estamos montando o show agora, então, o que quis fazer foi deixar alguns momentos nos quais Brian e eu poderíamos aparecer e tocar. Então, esta seria uma opção. Mas, no geral, este show não contará com nenhum membro do Queen.

Até este momento, você ainda não viu nenhum teste, então quais aspectos tem achado fascinantes?
O que estou fazendo no momento é, na verdade, a criação do show, a escolha das músicas, as combinações, a ordem das coisas, as luzes. E também escolher elementos de filmagem e efeitos que queremos usar. Mas, como você disse, o processo de seleção ainda não teve início. Estou bem convencido que há por aí milhares de pessoas talentosas em seus quartos, ao redor do mundo, tocando bateria, guitarra e cantando. E eu quero encontrar algumas destas pessoas. E, claro, queremos jovens porque já não os somos [risos]. Então, gostaríamos de caras bonitões para estar nessa banda. Obviamente eles têm que ser bons músicos. Estamos bastante convencidos que eles estão por aí.

Você imagina isso como sendo um show em andamento além do próximo ano?
Em um mundo ideal, sim, e espero que seja algo contínuo. Somos uma banda global – América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia, Austrália. Todas estas coisas são possíveis, então poderia ser uma turnê sem fim.

Certamente o interesse existe, como as pessoas puderam ver a partir do destaque que o 65º aniversário do Freddie ganhou.
Tenho que admitir, Brian e eu ficamos constantemente maravilhados que nossa música ainda toca no rádio. Nos sentimos honrados e sortudos pelo fato de as pessoas ainda gostarem de nossas músicas e delas ainda fazerem sucesso. É um longo tempo na estrada.
Você diz ficar surpreso, mas com certeza sabe que o interesse existe. Não daria para fazer este show se ainda não houvesse tanto amor pela música.
Sim, se sentíssemos que nosso trabalho estava esquecido não faríamos isso, seria algo inútil. É realmente gratificante haver uma demanda para um trabalho desse. Muitos dos jovens não viram o Queen ao vivo, então esta é a chance de fazer algo mais o próximo possível de tal experiência.

Mas vocês fizeram uma turnê extensa com o Paul Rogers.
Sim, e aquilo foi agradável. Gosto de trabalhar com o Paul. Sempre enxergamos aquilo como algo temporário, mas Paul tem uma bela voz. Foi ótimo. Foi quase inesperado e meio que aconteceu organicamente. Acho que aquela fase terminou.

Há chances de alguns shows especiais com ele?
Eu não descartaria. Aliás, li outro dia que o Paul disse que não se importaria em fazer algo. Se algo aparecesse, poderíamos fazer. Talvez nas Olimpíadas ou algo do tipo. Eu certamente não descartaria. Ele é um cantor maravilhoso, não há dúvidas quanto a isso.

Depois de tantos anos, você tem a perspectiva de olhar para o trabalho de vocês e entender por que se trata de algo tão duradouro?
É uma pergunta complicada. Uma coisa que temos hoje, após todos estes anos, é definitivamente perspectiva e diria que o que contribuiu para isso foi que fizemos muitos discos diferentes; houve variedade e também qualidade. Eu diria que foi a qualidade, mas também diria que também foi a variedade de nossa música. Do hard rock para quase rockabilly, para um pouco de funk à grandiosidade.

Considerando que você tem ouvido as canções e visto imagens, há faixas para as quais você acabou desenvolvendo uma nova forma de apreciação?
Quando fazíamos os discos, nunca fazíamos singles, trabalhávamos nos discos e depois escolhíamos os singles. Então, na época, eu teria gostado de faixas completamente diferentes. Eu quero incluir nestes shows não só os singles, mas também outras faixas dos álbuns; quero transitar de forma profunda pelo catálogo. Acho que há verdadeiras preciosidades que merecem estar no show para que as pessoas consigam se deparar com um espectro completo da banda e não apenas uma nova versão do nosso show no Wembley Stadium [de 1986].

Quais destas faixas você gostaria de incluir no show?
Por exemplo, “In The Lap Of The Gods 1 and 2”, “Lazing On A Sunday Afternoon”, “I’m In Love With My Car”, mergulhar mesmo no catálogo. “You Take My Breath Away” estará lá. E, claro, há também alguns dos hits oitentistas que faziam ainda mais sucesso na Europa, como “Her Kind Of Magic”.

Há imagens inéditas?
Algumas nunca foram vistas. Há coisas de antes de 1973. Coisas em preto e branco e outros grandes momentos nunca vistos.

O que as pessoas poderão esperar do show, em termos de surpresas?
Isso é muito difícil. Ainda não chegamos nem na metade do caminho na elaboração do show. É difícil falar, mas terão surpresas e elas passarão por diversas fases do Queen e seus looks diferentes. É o máximo que posso falar.


Fonte: www.rollingstone.com.br

Na última noite a mãe de Freddie, Jer, e sua irmã, Kash participaram ao vivo do The One Show, na BBC. Elas foram entrevistadas ao vivo no estúdio e também apareceram em uma parte filmada na antiga casa de Freddie em Feltham, Middlesex. Roger também participou, com uma entrevista pré-gravada.

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Dica: Para ver com legenda, use a opção CC do youtube. Caso acima nao apareça clique no link que aparecerá;

http://www.youtube.com/watch?v=9nC07IWZEGw


Fonte: www.queenonline.com

Biquini Cavadão no Sarau, da Globo News, tocando Dreamers Ball

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eCxnfNlHyxw]

Mãe de Freddie Mercury, Jer, e a irmã, Kash, são entrevistadas no The One Show com Chris Evans e James Alex. Elas foram levadas de volta para a casa onde eles viveram quando vieram para a Inglaterra, e falou sobre a vida de Freddie naqueles dias. Roger Taylor também aparece em um clipe curto.

PS: Pode ser usado o sistema de legenda do Youtube, clicando em CC.

Fonte: www.brianmay.com
Dica de: Roberto Mercury