Queen no Video News da Band.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=BypobyTmo08]

Reportagem do Jornal da Globo sobre sósias dos astros do Rock in Rio.

 

Dica de: Cristiane Rossatto

Clipe de Marc Martel teve quase 400 mil visualizações em apenas dois dias. Sósia concorre à vaga para acompanhar a banda Queen em turnê.

Um vídeo de Marc Martel, que participa de um concurso virtual para viajar em turnê com a banda Queen, teve quase 400 mil visualizações no YouTube em apenas dois dias. Nos comentários, os internautas destacam a semelhança de Martel com Freddie Mercury.

“O profeta retornou” e “Alguém tem um irmão gêmeo muito bom” estão entre os comentários do vídeo que destacam a semelhança entre Martel e Mercury. As imagens, em que Martel canta “Somebody to love”, foram publicadas no YouTube pela equipe do concurso QueenExtravaganza, organizado por Roger Taylor, do Queen.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dREKkAk628I]

Taylor promove um concurso virtual para escolher uma banda de cinco membros e três vocalistas que participará da turnê que comemora os 40 anos do Queen.


Fonte: www.globo.com

O «We Sing UK Hits», anunciado esta semana pela Nordic Games, vai incluir temas Karaoke de artistas e bandas do Reino Unido como Adele e Coldplay.

São mais de 40 temas também da autoria de artistas como Elton John, Leona Lewis, Queen e Radiohead.

«Hoje a Nordic Games revela o lançamento do We Sing UK Hits, mostrando seis décadas de música clássica britânica», afirmou um porta-voz da Nordic Games.

«Este é o primeiro jogo da série de videojogos de canções no Reino Unido a ser totalmente dedicado a músicas britânicas, e mantém-se como o único título a suportar quatro pessoas a cantar ao mesmo tempo», acrescentou.

O título chegará em exclusivo à Nintendo Wii no próximo dia 30 de Setembro, segundo o GodIsAGeek.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=myld2kW4NDw]


Fonte: http://diariodigital.sapo.pt

Post do site kibeloco.com.br

WHO WANTS TO LIVE FOREVER?

Senhoras e senhoras, com vocês, Marc Martel…

Em tempo: cadê o pessoal do Rock in Rio, que não convidou o Queen para tocar por aqui com esse cara no lugar do Freddie Mercury?

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dREKkAk628I]

E só para ratificar, olha o que ele faz com “Bohemian Rhapsody”…

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wGcDpnxtqsc]


E vocês aí escalando Milton Nascimento. Francamente!


Fonte: www.kibeloco.com.br

Vídeo oficial do projeto Queen Extravaganza


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Algumas audições Queen Extravaganza


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Dica de: Roberto Mercury

O livro é dividido entre oito ícones: The Rolling Stones, Pink Floyd, The Who, Led Zeppelin, David Bowie, Alice Cooper, Elton John e Queen.

Nesta sexta-feira (23) chega às livrarias de todo o Brasil o livro “A arte do rock”, de Paul Grushkin. A obra mostra como grandes ícones do gênero desenvolveram seus visuais e até mesmo suas identidades com ajuda de artistas de outras áreas durante as décadas de 1970, 1980 e 1990.

Durante as três décadas citadas foram criadas as mais gloriosas peças de arte gráficas do rock, transformando este gênero musical em um dos mais populares do mundo. Toneladas de dinheiro eram arrecadadas com a produção de gravações e eventos ao vivo, fazendo surgir grandes festivais, chamados de shows de rock. Para promovê-los, milhares de peças foram elaboradas culminando no desenvolvimento das artes gráficas: capas de disco, cartazes de shows, anúncios de jornal, displays colocados em lojas de discos, crachás de bastidores e todos os tipos de artigos oferecidos pelas gravadoras.

Lançado em outubro de 2010 na Inglaterra e Estados Unidos, o livro tem como base uma coleção particular, a de Rob Roth, um produtor de shows da Broadway com envolvimento direto no negócio rock`n roll. Ele juntou durante décadas diversas peças as quais chamou de “coisas incríveis do rock”, incluindo alguns itens de campanhas criadas para os maiores músicos do gênero.

O livro é dividido entre oito ícones: The Rolling Stones, Pink Floyd, The Who, Led Zeppelin, David Bowie, Alice Cooper, Elton John e Queen. Com base nas peças de “Ruth”, o autor Paul Grushkin recupera toda a composição da discografia e apresenta as peças publicitárias de divulgação e promoção de cada um desses grandes nomes do rock.

Cada parte do livro cobre uma determinada ação enfocando turnês e álbuns para mostrar as mudanças no design e estilos gráficos. Uma introdução coloca as imagens no contexto, descrevendo o desenvolvimento dos grupos e suas ações em termos de apresentação visual e discutindo a arte gráfica e seus criadores. Todos os itens apresentados têm legenda, com a coleção em geral destacando o excesso às vezes exorbitante, a inegável criatividade e as despesas monumentais envolvidas na promoção do rock nos anos 70, 80 e 90.

Um aspecto interessante mostrado no livro é como a arte desenvolvida para a promoção das bandas acabou moldando o comportamento e se tornando símbolos emblemáticos de muitas delas. A língua dos The Rolling Stones, o visual teatro de horror de Alice Cooper, o simbolismo do Pink Floyd, a feitiçaria do Led Zeppelin, o androgenismo de David Bowie e até a destruição de instrumentos do The Who foram incorporados a eles em meio à criação de peças gráficas, em um processo de trocas que ajudaram a desenvolver tanto o estilo do rock como novas técnicas visuais. O autor, Paul Grushkin, diz no livro, por exemplo, que Mick Jagger recrutava os principais artistas e fotógrafos para supervisionar os projetos da banda. O prefácio de Alice Cooper.

Serviço


A arte do rock
Autor: Paul Grushkin
Editora: Companhia Editora Nacional
Páginas: 256
Preço: R$ 98,00

Paralamas do Sucesso e Titãs abrem o Rock In Rio 2011 em um show conjunto e com a participação de Milton Nascimento na sexta-feira, 23. As três atrações cantarão virtualmente com Freddie Mercury, do Queen, através de uma exibição no telão do Palco Mundo, em comemoração ao aniversário de 25 anos do festival.

O Queen é responsável por uma das apresentações mais marcantes da história do festival. “Estamos produzindo um show que será um tributo ao público das três gerações do Rock in Rio”, disse Roberto Medina em entrevista ao Estado em abril.

Os grupos, que completam, ambos, 30 anos em 2012, tocam também com a Orquestra Sinfônica Brasileira e Maria Gadú a partir de 19h.


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Fonte: www.estadao.com.br

Durante a 2ª Virada Cultural do Triangulo, que ocorreu das 18h do dias 16 de setembro de 2011, às 19:10 do dia 17 de setembro na cidade de Uberaba/MG, em vários pontos da cidade (Sesc, Praça Dom Eduardo, Praça Rui Barbosa, Calçadão, TEU e SESI), com público de quase 24 mil pessoas, ocorreu a campanha na Luta contra a AIDS, em parceria com a MERCURY PHOENIX TRUST e a SOCIEDADE VIVA CAZUZA, onde milhares de pessoas dividiram bandanas do CAZUZA e bigodes do FREDDIE MERCURY aderindo a de forma inusitada e divertida a esta importante ação.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=PuMbf4YRUg8]


Fonte: www.uniaodosartistas.com.br

“Se a nossa música está sendo tocada ao vivo enquanto ainda estamos vivos, gostaria que isso fosse feito com o nosso selo de aprovação”, diz Roger Taylor

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=G9EydYP4Pc8]

por Steve Baltin
19 de Set. de 2011 às 17:02

Roger Taylor, baterista do Queen, estava, recentemente, na cidade em que mora, quando viu um pôster que chamou sua atenção. “Dizia ‘Queen no palco’”, Taylor conta à Rolling Stone EUA. “Eu vi no mesmíssimo hall em que costumávamos tocar e tem uma foto bem ruim da banda. Existem tantas dessas bandas que fazem tributo e aí existem também shows orquestrais acontecendo. Muitas dessas coisas não estão à altura, então, queremos fazer tudo direito.”

Reunindo uma turnê de tributo digna de uma atração icônica – um grupo que se mantem tão popular que o cantor Freddie Mercury, morto em 1991, foi homenageado na home do Google há algumas semanas, na data em que faria aniversário de 65 anos – é uma tarefa complicada. Mas Taylor acha que encontrou uma solução criativa que, como ele explica, “manterá a música do Queen viva”. O baterista está pedindo ajuda do público para promover uma competição online para encontrar o grupo para o Queen Extravaganza, um evento que acontecerá em 2012 que contará com uma banda tocando o repertório do Queen, além de imagens inéditas e uma superprodução. A partir desta segunda, 19, as pessoas que acham que dão conta de tocar os riffs de guitarra de Brian May em “Sheer Heart Attack” ou para fazer o melhor vocal de Mercury em “Bohemian Rhapsody” pode submeter suas audições no site www.queenextravaganza.com.

É um empreendimento audacioso, mas que Taylor espera que se tornará uma forma duradoura de lidar com o fato que, conforme a lenda e o legado do Queen continuaram a crescer, ao longo das duas últimas décadas, eles tiveram que tentar diferentes maneiras de fazer turnês após a morte de Mercury. A mais bem-sucedida foi com Paul Rogers, mas Taylor acha que isso chegou ao fim.

A Rolling Stone EUA falou com Taylor a respeito do amor ao Queen, seu próprio futuro musical, alguns de seus não-hits favoritos do Queen e sobre o que os fãs podem esperar quando o Extravaganza cair na estrada em 2012.

É um conceito bastante interessante e audacioso o do Queen Extravaganza, afinal, não era tudo que o Queen fazia extravagante?
Fico muito feliz que ache isso. Além disso, pensamos que Extravaganza era o nome perfeito para algo produzido pelo Queen [risos]. Basicamente, estamos produzindo nosso próprio show, usando nossas próprias imagens e método de produção para fazer um show, porque, vamos combinar, estamos ficando velhos, mas há um monte de bandas de tributo, algumas ruins, outras boas. E organizamos algo que achamos que é puramente extraordinário.

Você fala em ter envelhecido, mas vocês têm se mantido ativos como banda e feito turnê com muitos vocalistas.
Claro, na semana passada mesmo Brian [May] e eu fizemos um evento de caridade para o aniversário de Freddie, tínhamos Jeff Beck, o que foi fantástico, e muitos outros caras, o cara do Keane, Tom Chaplin. Então, ainda podemos fazer isso, mas não acho que queira viajar mais ao redor do mundo fazendo isso. E, claro, não ter o Freddie sempre tornou tudo mais difícil para mim nos últimos 20 anos. É um grande obstáculo, mas esta é uma forma de manter nossa música viva e fazendo isso com os nossos próprios padrões.

Você irá se envolver de alguma forma musical no Queen Extravaganza?
Estamos montando o show agora, então, o que quis fazer foi deixar alguns momentos nos quais Brian e eu poderíamos aparecer e tocar. Então, esta seria uma opção. Mas, no geral, este show não contará com nenhum membro do Queen.

Até este momento, você ainda não viu nenhum teste, então quais aspectos tem achado fascinantes?
O que estou fazendo no momento é, na verdade, a criação do show, a escolha das músicas, as combinações, a ordem das coisas, as luzes. E também escolher elementos de filmagem e efeitos que queremos usar. Mas, como você disse, o processo de seleção ainda não teve início. Estou bem convencido que há por aí milhares de pessoas talentosas em seus quartos, ao redor do mundo, tocando bateria, guitarra e cantando. E eu quero encontrar algumas destas pessoas. E, claro, queremos jovens porque já não os somos [risos]. Então, gostaríamos de caras bonitões para estar nessa banda. Obviamente eles têm que ser bons músicos. Estamos bastante convencidos que eles estão por aí.

Você imagina isso como sendo um show em andamento além do próximo ano?
Em um mundo ideal, sim, e espero que seja algo contínuo. Somos uma banda global – América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia, Austrália. Todas estas coisas são possíveis, então poderia ser uma turnê sem fim.

Certamente o interesse existe, como as pessoas puderam ver a partir do destaque que o 65º aniversário do Freddie ganhou.
Tenho que admitir, Brian e eu ficamos constantemente maravilhados que nossa música ainda toca no rádio. Nos sentimos honrados e sortudos pelo fato de as pessoas ainda gostarem de nossas músicas e delas ainda fazerem sucesso. É um longo tempo na estrada.
Você diz ficar surpreso, mas com certeza sabe que o interesse existe. Não daria para fazer este show se ainda não houvesse tanto amor pela música.
Sim, se sentíssemos que nosso trabalho estava esquecido não faríamos isso, seria algo inútil. É realmente gratificante haver uma demanda para um trabalho desse. Muitos dos jovens não viram o Queen ao vivo, então esta é a chance de fazer algo mais o próximo possível de tal experiência.

Mas vocês fizeram uma turnê extensa com o Paul Rogers.
Sim, e aquilo foi agradável. Gosto de trabalhar com o Paul. Sempre enxergamos aquilo como algo temporário, mas Paul tem uma bela voz. Foi ótimo. Foi quase inesperado e meio que aconteceu organicamente. Acho que aquela fase terminou.

Há chances de alguns shows especiais com ele?
Eu não descartaria. Aliás, li outro dia que o Paul disse que não se importaria em fazer algo. Se algo aparecesse, poderíamos fazer. Talvez nas Olimpíadas ou algo do tipo. Eu certamente não descartaria. Ele é um cantor maravilhoso, não há dúvidas quanto a isso.

Depois de tantos anos, você tem a perspectiva de olhar para o trabalho de vocês e entender por que se trata de algo tão duradouro?
É uma pergunta complicada. Uma coisa que temos hoje, após todos estes anos, é definitivamente perspectiva e diria que o que contribuiu para isso foi que fizemos muitos discos diferentes; houve variedade e também qualidade. Eu diria que foi a qualidade, mas também diria que também foi a variedade de nossa música. Do hard rock para quase rockabilly, para um pouco de funk à grandiosidade.

Considerando que você tem ouvido as canções e visto imagens, há faixas para as quais você acabou desenvolvendo uma nova forma de apreciação?
Quando fazíamos os discos, nunca fazíamos singles, trabalhávamos nos discos e depois escolhíamos os singles. Então, na época, eu teria gostado de faixas completamente diferentes. Eu quero incluir nestes shows não só os singles, mas também outras faixas dos álbuns; quero transitar de forma profunda pelo catálogo. Acho que há verdadeiras preciosidades que merecem estar no show para que as pessoas consigam se deparar com um espectro completo da banda e não apenas uma nova versão do nosso show no Wembley Stadium [de 1986].

Quais destas faixas você gostaria de incluir no show?
Por exemplo, “In The Lap Of The Gods 1 and 2”, “Lazing On A Sunday Afternoon”, “I’m In Love With My Car”, mergulhar mesmo no catálogo. “You Take My Breath Away” estará lá. E, claro, há também alguns dos hits oitentistas que faziam ainda mais sucesso na Europa, como “Her Kind Of Magic”.

Há imagens inéditas?
Algumas nunca foram vistas. Há coisas de antes de 1973. Coisas em preto e branco e outros grandes momentos nunca vistos.

O que as pessoas poderão esperar do show, em termos de surpresas?
Isso é muito difícil. Ainda não chegamos nem na metade do caminho na elaboração do show. É difícil falar, mas terão surpresas e elas passarão por diversas fases do Queen e seus looks diferentes. É o máximo que posso falar.


Fonte: www.rollingstone.com.br

Na última noite a mãe de Freddie, Jer, e sua irmã, Kash participaram ao vivo do The One Show, na BBC. Elas foram entrevistadas ao vivo no estúdio e também apareceram em uma parte filmada na antiga casa de Freddie em Feltham, Middlesex. Roger também participou, com uma entrevista pré-gravada.

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Dica: Para ver com legenda, use a opção CC do youtube. Caso acima nao apareça clique no link que aparecerá;

http://www.youtube.com/watch?v=9nC07IWZEGw


Fonte: www.queenonline.com

Biquini Cavadão no Sarau, da Globo News, tocando Dreamers Ball

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eCxnfNlHyxw]

Mãe de Freddie Mercury, Jer, e a irmã, Kash, são entrevistadas no The One Show com Chris Evans e James Alex. Elas foram levadas de volta para a casa onde eles viveram quando vieram para a Inglaterra, e falou sobre a vida de Freddie naqueles dias. Roger Taylor também aparece em um clipe curto.

PS: Pode ser usado o sistema de legenda do Youtube, clicando em CC.

Fonte: www.brianmay.com
Dica de: Roberto Mercury

Peter Hook fica de fora da reunião do New Order e anfineta: “é como o Queen sem Freddie Mercury”

O músico Peter Hook tornou pública sua insatisfação com a reunião do New Order, banda da qual foi um dos fundadores, sem sua presença.

Em um anúncio feito nesta sexta-feira (9), Hook afirmou que ficou sabendo da volta do New Order na segunda-feira e que foi pego “totalmente de surpresa!”. “Todo mundo sabe que o New Order sem Peter Hook é como Queen sem Freddie Mercury, U2 sem The Edge, Sooty sem Sweep!”, disse.

O baixista afirmou ainda que os demais integrantes da banda não chegaram a questionar se ele estaria interessado em participar da reunião, que tem como objetivo arrecadar fundos para as despesas médicas de Michael Shamberg, um amigo do grupo.

Hook acrescentou: “não compreendo a decisão tomada pelos outros três. Gostaria que eles tivessem falado comigo. Não concordo com os métodos usados por eles e sinto que teria sido cortês e profissional se eles tivessem falado comigo antes de fazer o anúncio. É muito triste’.

O álbum mais recente do New Order é “Waiting for the Sirens’ Call”, de 2005. Peter Hook deixou a banda em definitivo no ano de 2007.


Fonte: www.uol.com.br

Queen fazendo coro; Lobão abandonando palco; Iron Maiden para 250 mil pessoas; e outros fatos memoráveis

O Brasil já foi palco de três edições do Rock in Rio: nos anos de 1985, 1991 e 2001. E muitos artistas renomados passaram pelos palcos da Cidade Maravilhosa, como foram os casos de Queen, Barão Vermelho, Iron Maiden, Guns ‘N Roses e Queens of the Stone Age.

Queen – Rock in Rio I (1985)
O grupo britânico Queen foi a grande atração do primeiro Rock in Rio. Até mesmo os integrantes da banda consideraram a participação no festival brasileiro uma das melhores e maiores já feitas na história da banda. E foi durante a execução de Love of My Life, que Freddie Mercury regeu o público na Cidade do Rock.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jp6uqhdI7Xw]


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Fonte: www.contigo.com.br


Parte I

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Parte II
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=pA_Y_gBnaRY]

Um show histórico do Rock in Rio poderá ser reproduzido na Marquês de Sapucaí, em 2013. Essa é a intenção do carnavalesco Alexandre Louzada, da Mocidade Independente de Padre Miguel, que escolheu o festival como enredo de seu Carnaval daqui a dois anos.

A ideia é reproduzir, na avenida do samba, o momento em que o público cantou Love of my Life com Freddie Mercury, em seu show no primeiro Rock in Rio, em 1985.

Louzada teve experiências de sucesso ao promover a mistura de ritmos em desfiles de escolas de samba. No Rio, foi campeão com um enredo sobre Chico Buarque, na Mangueira, e com outro sobre Roberto Carlos, neste ano, pela Beija-Flor. Em São Paulo, venceu com a Vai-Vai e um enredo sobre o maestro João Carlos Martins.


Fonte: www.veja.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Em comemoração de nosso primeiro aniversário!
Data: 18 de setembro, às 19 hs
Local: Gambalaia (espaço de artes e convivência)
Endereço: Rua das Monções, número 1018, Vila Guiomar, Santo André.
Entrada: R$ 10.00

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=cHeNuZxZgSU]

Fonte: http://www.gambalaia.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O paranaense Nicolas tem apenas seis anos, mas vem fazendo sucesso de gente grande em um vídeo que foi postado no Youtube, no qual ele aparece interpretando um dos grandes sucessos da cantora francesa Edith Piaf (1915-1963), “Non, je ne regrette rien”.

Em entrevista ao UOL Notícias,a mãe de Nicolas, Taila Mineo, afirma que o garoto “começou a cantar desde que aprendeu a falar”. “O pai trabalha como músico. E a gente sempre incentivou o Nicolas a cantar desde um ano de idade”, conta.

“Nós ouvimos muito rock clássico aqui em casa. O Nicolas gosta de cantar ‘My Love’, do Paul McCartney, Freddie Mercury [líder da banda inglesa Queen], e tudo que tiver dos Beatles”, lista a mãe.

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Fonte: www.uol.com.br