A morte de Freddie Mercury fez Brian May pensar em suicídio. Seriamente deprimido e preocupado com seu próprio futuro, além de exausto após anos de trabalho, o guitarrista de viu impossibilitado em lidar com a perda, tendo um colapso físico e emocional.

Em desespero, se internou em uma clínica no Arizona, que o próprio descreve como um cruzamento entre uma universidade, um centro terapêutico e um manicômio.

“Estava completamente doente, ferido, despedaçado. Caí em depressão, consumido pelo sentimento de perda. Estando em uma banda, você acaba deixando família e amigos de lado.

Quando isso acaba, você se sente no limbo. Perdemos Freddie e meu pai morreu na mesma época. Não queria mais viver, estava perdido. Seguia em frente, mas não conseguia me orientar. Então fui para esse espaço, onde me isolei. Gradativamente, os sentimentos suicidas desapareceram”, declarou o músico ao Daily Mail.

A clínica o ajudou. “Falei sobre meus sentimentos e funcionou. O problema estava em mim. Assim que o consertei, as coisas voltaram a funcionar”. O desgaste ao manter em segredo a doença de Freddie ajudou Brian a ficar nesse estado. “Mentimos a todos para manter a privacidade dele. De certo modo, acabava negando até para mim mesmo. Esperava que uma cura aparecesse. Mas concordamos em tornar a vida o mais confortável e privada possível para Freddie”.


Fonte: http://whiplash.net
Dica de: Roberto Mercury

A homenagem ao Freddie começa perto dos 5:45 minutos

O Programa em 7 minutos é a reuinião de amigos com a finalidade de mostrar um pouco do que a cidade de São Paulo oferece. De forma dinâmica e descontraída você vai ficar por dentro dos roteiros alternativos dessa cidade caos. Pra entreter, tem performances épicas no fim de cada programa.. divirta-se…

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eBTCcslqJ38]

Dica de: Roberto Mercury

POR Pedro Moraes

Para receber as estrelas do Rock in Rio, a equipe de produção precisa se desdobrar com as exigências de tantos artistas. Nas três edições cariocas do festival, o produtor Amin Khader foi escalado para cuidar dos camarins e paparicar os músicos. Em 2001, a produtora Ingrid Berger dividiu a responsabilidade com ele e, desde então, é a responsável pelos bastidores do evento. “O mais difícil neste Rock in Rio vai ser o Axl Rose, ele é uma incógnita. Já o Elton John, que é conhecido por ser extravagante, chega sempre bem low profile”, diz Ingrid. Da primeira edição, em 1985, para cá, muita coisa mudou. “No primeiro dia, fomos lá e montamos tudo. Éramos eu, sete garçons e dois intérpretes”, lembra Amin. Mesmo com uma logística organizada em detalhes, tudo pode acontecer na Cidade do Rock. Em 2001, o estoque de comida previsto para atender ao backstage por uma semana acabou no primeiro dia. “Os caras passavam o som e ficavam lá o dia todo. Planejamos que eles ficariam no camarim apenas cinco horas”, lembra Ingrid, que, assim como Amin, contou a QUEM algumas das histórias de camarim do Rock in Rio.

QUEEN, 1985
  • Freddie Mercury exigiu uma garrafa de saquê aquecido a 20°, dez garrafas de uísque Johnnie Walker Black Label e cinco garrafas de uísque Royal Salute.
  • Os artistas brasileiros tiveram que ser levados para dentro de seus camarins para que o líder do Queen passasse pelos corredores.
  • Um contêiner inteiro servia para guardar as roupas de Mercury.
  • “Minutos depois que entrou no camarim, ele quebrou tudo. Jogou mamão no teto e o fogareiro do saquê estava botando fogo no carpete”, conta Amin, sobre o líder do Queen.

Matéria completa aqui

Fonte: http://revistaquem.globo.com

LONDRES, 6 de setembro de 2011 /PRNewswire/ — Em homenagem a Freddie Mercury no aniversário de 65 anos do seu nascimento, o Asian Awards esta manhã anunciou que a excelente contribuição de Freddie para com a música será honrada no dia 18 de outubro, na Grosvenor House, Park Lane, Londres.

Pouquíssimas pessoas sabem que Farrokh Bulsara, conhecido em todo o mundo como Freddie Mercury, era Parsis – originado da comunidade sul-asiática – nascido em Zanzibar e educado em Bombaim. O Asian Awards colocará os holofotes do mundo no legado musical deste homem icônico e inspirador, bem como na herança cultural de Freddie.

Um grupo de estrelas, incluindo a família de Freddie Mercury e seu colega de banda Brian May participarão do Awards que comemora as grandes conquistas de indivíduos nascidos na Índia ou que tenham origem familiar direta da Índia, Sri Lanka, Paquistão ou Bangladesh em todas as áreas da vida.

O Asian Awards foi uma ideia ambiciosa concebida por Paul Sagoo, empresário e fundador do Lemon Group, e realizada pela cofundadora Caroline Jackson Levy, Diretora Gerente do UBM Awards. “Nosso objetivo era comemorar o mais alto calibre de indivíduos da comunidade asiática de todas as esferas de atividade”, disse Sagoo. “O evento inicial do ano passado foi espetacular, elevando o nível do evento em 2011. Este ano, subiremos ainda mais”, acrescentou Jackson Levy.

Os bilhetes estão saindo muito rapidamente, por isso ligue para +44-(0)20-7234-8732 ou visite http://www.theasianawards.com/ para uma oportunidade de comemorar a Excelência Asiática e de networking com as estrelas asiáticas mais inspiradoras do mundo da música, negócios, esportes, artes, ciências e cinema.

SOBRE O ASIAN AWARDS

O Asian Awards, em parceria com Lebara, foi uma ideia ambiciosa concebida por Paul Sagoo, empresário e fundador do Lemon Group, e realizada pela cofundadora Caroline Jackson Levy, Diretora Gerente do UBM Awards. Uma comemoração da excelência na comunidade asiática global que foi lançada em 2010 para reconhecer e recompensar as grandes conquistas de indivíduos nascidos na Índia ou que tenham origem familiar direta da Índia, Sri Lanka, Paquistão ou Bangladesh em todas as áreas da vida – dos negócios às artes, cultura, esportes e serviço público. A cerimônia inaugural atraiu 1.000 pessoas das mais influentes da comunidade asiática e angariou mais de 100.000 libra esterlina para a sua instituição de caridade, Save the Children.

www.theasianawards.com

Fonte: UBM Awards
www.prnewswire.com.br


Por Regis Tadeu | Colunista yahoo

É engraçado como a morte faz com que certos artistas sejam elevados à categoria de semidivindades, não?  Jimi Hendrix, Jim Morrison, Janis Joplin, Kurt Cobain e, mais recentemente, Amy Winehouse… Todos eles receberam, pós-morte, um status de mitificação que não corresponde ao que produziam nos períodos que antecederam seus respectivos falecimentos. Todos receberam uma áurea de santidade que não correspondia ao que eram realmente como pessoas…

Freddie Mercury foi mais uma vítima desta “babação de ovo” por parte da mídia e do próprio público. No período que se sucedeu à sua morte, o cara foi alçado a uma posição quase mitológica por pessoas que, em sua imensa maioria, conheciam apenas meia dúzia de hits do Queen e só tinham visto o cara e a banda pela TV.

Ele foi um grande cantor? Sem dúvida alguma. Um dos melhores que o rock e, porque não dizer, a música em geral já viu e ouviu. Os cinco primeiros discos do Queen comprovam isto, fato este abordado em um texto que escrevi há alguns meses.

Foi um grande compositor? Sim, ele foi, mas não o gênio que todos apregoam. Afinal de contas, Mercury tinha ao seu lado três músicos talentosíssimos, dois deles sendo compositores tão bons quanto ele – o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May. Este trio, mais o tranquilo e competente baixista John Deacon, formaram um dos grupos mais criativos da história da música.

O problema é que este processo de endeusamento de um determinado artista quando ele morre costuma varrer para baixo do tapete da História as grandes mancadas, os defeitos de caráter, as canções ruins e os momentos constrangedores que tal artista brindou ao mundo. Hoje, quando todos tecem loas e elogios – justos, diga-se de passagem – ao vocalista do Queen, que estaria completando 65 anos se estivesse vivo, é preciso lembrar que seu endeusamento é injustificado e até mesmo injusto em relação seus companheiros de banda.  Afinal de contas, sempre que Mercury se aventurou a ficar longe de Taylor, May e Deacon, tudo o que ele fez foi criar inúmeros momentos de “vergonha alheia musical”.

Ah, você pensa que sou um cara insensível e quer provas disto? Ok…

Como é possível esquecer o terrível e cafonérrimo dueto que Mercury fez com a cantora lírica Montserrat Caballé na pavorosa “How Can I Go On”? E quando tentou embarcar em uma carreira solo por meio do patético disco Mr. Bad Guy, com canções terríveis como “Living on My Own”, “My Love is Dangerous” e “Man Made Paradise”? Isto ninguém lembra ou finge não lembrar na hora da “babação de ovo”, né?

Mesmo durante seus tempos de Queen, Mercury fez discos abomináveis – como Hot Space e The Miracle, com canções inacreditavelmente ridículas, como “I Was Born to Love You”, “Las Palabras de Amor”, “Back Chat”, “Calling All Girls”, “Scandal” e outras porcarias inomináveis.  Nem vou escrever a respeito do assassinato que ele cometeu ao regravar a clássica canção do The Platters, “Great Pretender”, porque aí já é covardia.

O intuito deste artigo não é denegrir a imagem e o bom trabalho que Mercury fez com o Queen até o disco The Game, mas sim lembrar as pessoas que tentam transformá-lo em mito que seu falecido ídolo tem “pés de barro”…


Fonte: http://colunistas.yahoo.net/posts/13338.html
Dica de: Roberto Mercury

Já imortalizado com um doodle do Google, na manhã do que teria sido o seu 65 º aniversário, mas Freddie Mercury também foi lembrado numa festa de aniversário com estrelas no Hotel Savoy na noite passada. A lenda do Queen que morreu em Novembro de 1991, foi celebrado por amigos famosos e fãs em uma noite de comédia e música, com alguns até mesmo escolhendo se vestir como Freddie em um tributo à estrela.

Em primeiro lugar e principal presença foi membro da banda e amigo de Mercury, Brian May.

Amigos de Freddie: O guitarrista do Queen, Brian May
e o empresário da banda, Jim Beach no hotel Savoy para comemorar o que teria sido o 65 º aniversário de Freddie
– Rex Features

O guitarrista se juntou ao baterista da banda, Roger Taylor, e Jim Beach, depois que ele publicou um blog na manhã em que ele elogiou seu amigo:

“Freddie teria 65 este ano, e mesmo que fisicamente ele não está aqui, sua presença parece mais forte do que nunca “, escreveu ele. “Freddie fez a última pessoa que estava no lá trás no lugar mais longe em um estádio, ser capaz de sentir que eles estavam conectados. Ele viveu a vida ao máximo. Devorou a vida. Ele celebrou cada minuto. E, como um grande cometa, ele deixou um rastro luminoso, que vai brilhar para a geração de muitos que virão. Feliz aniversário Freddie!”

Outras estrelas que compareceram para comemorar o ‘frontman’ foram as princesas Beatrice e Eugenie, as cantora, Nicola Roberts e a DJ, Fearne Cotton com seu namorado, Jesse Wood. Mas outras celebridades convidadas decidiram abraçar estilo excêntrico de Mercury e ir um passo adiante com suas roupas, na forma de um bigode.




Roger Taylor com o comediante Chris Evans, que estava usando um bigode Freddie Mercury  no Hotel Savoy

– Rex Features

O apresentador famoso e destemido, Chris Evans usava um chapéu, óculos escuros e um impressionante bigode preto, enquanto sua esposa, Natasha também usava alguns fios grossos faciais como um tributo

Ben Elton continuou o tema, mas não parecia tão deslocado como vários convidados que também usavam bigode para a noite e posou ao lado de brilhantes drag queens.

Amante da música: O dramaturgo, Ben Elton chega à celebração do que teria sido 65 º aniversário de Freddie Mercury e ele é acompanhado por um convidado vestindo fantasia.

Outros rostos famosos na festa incluiam o estilista Julien Macdonald e Tara Palmer-Tomkinson.

Mercury, que era bem conhecido por sua moda extravagante e presença de palco incrível, faleceu com a idade de 45 anos de broncopneumonia provocada pela Aids, a qual a estrela teria sido diagnosticado com a doença em 1987.

Muitas pessoas da elite de Londres se reuniram para celebrar o que teria sido 65 º aniversário de Freddie Mercury, no Hotel Savoy ontem. Em um evento chamado Freddie por um dia, os convidados, incluindo a princesa Beatrice, seu namorado Dave Clark, a princesa Eugenie, Fearne Cotton e Holly Branson festejaram com a os membros da banda Queen, Roger Taylor e Brian May. Eles se divertiram com seus bigodes e foram entretidos pelos comediantes Matt Lucas e Bill Bailey.



Brian e Anita /  Roger e sarina

Freddie Mercury deve estar olhando para baixo com um grande sorriso no rosto

Foi uma noite especial com apresentações acústicas do herói do Queen, Brian May e esforços mais otimista de Bill Bailey. Outros convidados foram Roger Taylor do Queen, Fearne Cotton e Nicola Roberts.


Fonte: www.brianmay.com

Depois de ter seu nome associado a muitas polêmicas, como o comentário sobre metrô em higienópolis que brincava com “judeus” e o campo de concentração Auschwitz, Danilo Gentili quer limpar sua barra.

O humorista do “CQC” (Band) é um dos garotos-propaganda de uma causa nobre.

Nesta segunda-feira (5), Freddie Mercury, do Queen, completaria 65 anos.  A data marca o início da parceria entre as ONGs Mercury Phoenix Trust e a Sociedade Viva Cazuza com objetivo de levantar fundos para as ações de combate a AIDS no Brasil. Varios artistas aderiram à causa, entre eles, Danilo Gentili, que aparecerá na campanha imitando Freddie Mercury.

Danilo diz que topou tirar a foto pela causa e não para “limpar sua barra”.

A campanha, que tem como objetivo conscientizar os jovens sobre a doença, ganhou apoio do Multishow, que irá exibir especiais de Freddie Mercury e de Cazuza.

Fonte: www.uol.com.br

Cantora participou do “Freddie For a Day”

Ivete Sangalo posou com o bigode característico do cantor Freddie Mercury para apoiar uma causa nobre, a “Freddie For a Day”, que arrecada doações para organizações dedicadas ao cuidado de portadores de HIV em todo o mundo.

A cantora baiana fez a inusitada foto para chamar atenção para a causa, que no Brasil ajudará a Sociedade Viva Cazuza, mantida pela mãe do artista, Lucinha Araújo, no Rio de Janeiro. Tanto Cazuza quanto Freddie foram vítimas de doenças provocadas pela Aids.


Fonte: www.globo.com

É uma das mais importantes bandas rock do Planeta e assinala este ano os 40 anos da sua formação. O guitarrista Brian May esteve à conversa com o PT Jornal a propósito dos primeiros anos dos Queen… e não só!

No ano em que se assinalam quatro décadas sobre a formação dos Queen, uma das mais importantes bandas rock do Mundo, acaba de ser reeditado o último pacote da discografia completa do coletivo inglês, liderado pelo malogrado Freddie Mercury, que ontem faria 65 anos de idade.

Por ocasião da exposição «Stormtroopers in Stilettos», que decorreu na Old Truman Brewery, em East End, em Londres, e que retrata os primeiros anos dos Queen, desde a sua formação até à edição do quinto disco «A Day at the Races (1976), o PT Jornal teve uma conversa exclusiva para Portugal com o guitarrista Brian May a propósito do período retratado na exposição, que entretanto segue um périplo pelo Mundo.



O que achou da exposição?

Bem, foi algo bastante emocional… Como havia a festa, havia muita gente… Normalmente, eu e o Roger controlamos as coisas, mas desta vez a editora disse que tratava de tudo e assim foi… E eles colocaram lá os meus arquivos, porque eu sou o arquivista do grupo e eles levaram muito material que tinha guardado, como posters, cartazes, bilhetes, fotos e outras coisas… Mas a editora recorreu também a muitas outras fontes e quando entrei viajei no tempo, porque está muito bem reconstruído o que foram aqueles tempos, mas também foi bastante doloroso… Foi difícil!…

Mas não tinha visto as fotos antes?

Algumas não…

E a exposição vai de encontro ao que recorda daqueles tempos?

Sim, mas também nos lembra muitas coisas que não queremos recordar. Lembro-me o quão pobre éramos e a dificuldade que tivemos, eram tempos difíceis, passámos o tempo a lutar contra tudo e contra todos, porque ninguém entendia o que estávamos a fazer, riam-se de nós, principalmente, a Imprensa… Não tínhamos dinheiro, não tínhamos poder, não tínhamos influência criativa sobre muitas coisas que fazíamos e tínhamos que lutar por cada centímetro que avançávamos… E, depois, vi fotografias que nunca tinha visto de amigos que já perdemos… Já estou habituado ao facto que termos perdido o Freddie, mas é algo com que vivo todos os dias e aprendi a viver em paz com isso, mas muitas das pessoas nas fotos já morreram e é como estar a olhar para um Mundo que já não existe. Por isso, encontrei muita tristeza, pois estão ali amigos, namoradas, artistas que já morreram e é um bocado pesado, pois a exposição está muito realista.

Mas houve uma parte boa, qual foi?

A parte boa é a possibilidade dos mais novos, que até têm uma banda, se inspirarem nesta exposição, verem que não foi fácil, que nós não fomos sempre estas mega-estrelas que somos agora e que as coisas nem sempre correram como queríamos. Espero que isto seja uma inspiração para os mais novos que têm um sonho e que se forem suficientemente fortes conseguem lá chegar.

Esta exposição refere-se apenas aos primeiros anos da banda. Gostariam de fazer uma com a carreira toda?

Não quero saber… [risos] Penso que a editora pretende fazer isso, mas para já fizeram um trabalho extraordinário, refazendo estes primeiros anos e com uma perspetiva diferente. A intenção deles nunca foi alcançar os convertidos, mas apresentar a banda àquelas pessoas que nunca ouviram falar dos Queen, ou nunca perceberam o que a banda fez… Ou seja, sobretudo, os mais novos e aqueles que vieram à exposição viram-nos num plano muito próximo daquilo que eles são. Naquela altura não éramos estrelas rock ricas, apesar de pretendermos sê-lo… [risos] Acho que está muito interessante, pois consegue ver-se para além da cena…

Mas há pessoas que não conhecem os Queen?

Sem dúvida, há toda uma nova geração a aparecer… Muitas vezes penso que tivemos muita sorte por continuarmos a estar atuais, de uma forma que nem os Beatles já estão… Pelo que me apercebo, o pessoal mais novo tende a não saber quem são os Beatles, mas estão ligados a nós… Não sei bem porquê, mas talvez porque nunca fomos apenas uma moda, num momento, mas construímos o que fizemos ao longo do tempo. Talvez por isso não tenhamos passado de moda.

O pensa que a música dos Queen representa para os mais novos?

Não sei, apenas lhes toco as músicas… Estivemos envolvidos na remasterização dos álbuns, recorrendo às velhas gravações e foi fantástico… As remasterizações estão lindas, mais limpas e mais perfeitas do que alguma vez estiveram! Isso deixa-me muito contente. Ouvindo agora o «The Millionaire Waltz» não consigo compreender como fizemos aquilo… É tão incrivelmente complexo e polido… Sinto-me maravilhado, porque éramos uns miúdos, mas conseguimos tudo à conta de muita força de vontade. Sinto-me muito orgulhoso com o que alcançámos.

Porque acha que a Imprensa era tão dura convosco?

Não sei… Talvez por termos feito um caminho ao lado, não termos seguido as raízes e a tenhamos deixado de lado e daí surgissem ciúmes, porque a Imprensa gosta de ajudar a construir as bandas. Talvez nós nunca tivéssemos tempo para ela, nem ela para nós…


D.R.

E isso era uma coisa da banda, ou apenas do Freddie?

Era da banda… Não tínhamos tempo para a Imprensa porque achávamos que eles não sabiam nada sobre o que estávamos a fazer e o que tentávamos era fazer algo diferente.

Há projetos para editar em DVD alguns dos grandes concertos dos Queen deste período, como o de Hyde Park, em 1976, porque não há nada editado ainda?

Sim, temos trabalhado sempre no sentido de trazer essas coisas ao público, mas queremos fazer coisas novas… Não quero viver eternamente no passado. Temos alguns bons projetos em agenda, um deles é o DVD completo do concerto que demos no «Rainbow Theatre» [1974], que muita gente nunca viu, outro da atuação em Budapeste [1986], que está muito bem filmado e editado, mas o que queremos fazer não é apenas restaurá-los, mas convertê-los em 3D, algo em que estou muito interessado. Já fizemos alguns testes… O grande problema é encontrar tempo para fazer estas coisas todas. Há tanta coisa a acontecer no presente, que trabalhar o passado torna-se difícil.

E há alguns inéditos para editar, ou as reedições são isso mesmo apenas?

Há algumas coisas, mas, na maioria dos casos, rejeitámo-las na altura por boas razões… Atualmente, eu e o Roger [Taylor] estamos a trabalhar num tema que encontrámos, que foi negligenciado e o pessoal esqueceu-se dele, mas poderá ser algo bom a fazermos… Não há um álbum inteiro, mas há algumas coisas interessantes para pegarmos. Fico relutante, porque não gosto de viver no passado. Podia passar o resto dos meus dias de volta dessas coisas, mas não quero, gosto do presente, a minha vida está diferente e não sou apenas Queen. Estou orgulhoso dos Queen, mas tive que crescer e há muitas coisas que queria fazer e não fiz… Por exemplo, prometi a mim mesmo que iria trabalhar para ajudar a cuidar de animais. Como raça sinto que estamos muito errados por abusarmos dos animais e toda a relação que nós, enquanto animais, temos com os animais está completamente errada e ando em campanha para tentar mudar isso. Não posso mudar muito, mas prometi a mim mesmo que dedicaria algum tempo a essa causa e é o que tenho feito. Portanto, quando os Queen chamam eu digo presente, mas musicalmente gosto de fazer coisas novas também. Ando há anos a fazer este álbum «Anthems» para a Kerry e isto é parte do futuro, pois estou a fazer coisas que nunca fiz, como trabalhar juntamente guitarras com orquestras, em grandes cenários e que vai para a estrada em maio… E nunca fiz um concerto inteiro com uma banda, uma orquestra e um coro completos em palco!… É muito trabalho, mas adoro estes desafios e não quero verdadeiramente passar todo o meu tempo a recriar o material dos Queen. Gosto muito do 3D, aqui na exposição já temos uma experiência com o «Bohemian Rapsody», mas ainda não está como queremos. Não sei porquê, mas o 3D é uma paixão que tenho.


D.R.

E ainda estão envolvidos no filme que vai ser feito sobre a vida do Freddie Mercury, com Sasha Cohen como protagonista?

Sim. Tivemos muita sorte, porque resistimos durante muito tempo a algo do género… Tivemos muitos convites e dissemos sempre que não, mas achámos que agora era o momento certo e as pessoas certas para o fazerem. O Peter Morgan é um excelente e respeitado argumentista, Sasha Baron Cohen tem uma enorme paixão pelo Freddie, é obcecado, e sei que fará um grande trabalho… Ele e o Freddie têm muitas parecenças, ambos são muito destemidos e atrevidos… O Freddie estava sempre a gozar consigo próprio e com os outros, algo que muita gente nunca entendeu… Penso que o Sasha será um ótimo canal para o Freddie.

Haverá igualmente alguém a fazer de Brian May, quem será?

Não sei quem será e não quero saber… [risos] Nós estaremos no filme, mas este é verdadeiramente sobre o Freddie, o seu espírito e como ele se relacionou connosco. Outra boa coisa foi termos encontrado o Graham King, um produtor independente, e em vez de assinarmos um contrato com um grande estúdio de Hollywood e perdermos o controlo sobre o filme, ele tem-nos ajudado sem nos tirar o controlo. Obviamente, faremos a música do filme e supervisionaremos isso tudo, mas temos uma espécie de missão a cumprir que é proteger o retrato do Freddie no filme.

O que pensa das bandas de agora e que conselho tem para lhes dar?

Acreditem, acreditem, acreditem e mantenham-se juntos. As pessoas têm algumas ideias, mas começam a ficar ricas e famosas e acham-se grandes de mais para os grupos e isso é o fim. A coisa mais preciosa que há é um grupo e o equilíbrio que isso dá. E se conseguirem complementar-se é a coisa mais preciosa que há, trabalhar em grupo…

Disse isso ao Dave Grohl, quando ele esteve na exposição?

Não preciso, porque ele sabe-o. O David passou por muito daquilo que nós passámos, porque também ele perdeu o companheiro de banda e o amigo mais chegado, pelo que partilhamos muito do entendimento destas coisas… Foi incrível que o David tenha continuado e criado novas coisas fantásticas, mas ele entende a dinâmica de um grupo e foi bastante inteligente ao perceber que tinha que dar liberdade ao Taylor [Hawkins] para que a força do grupo crescesse. Eles não são tolos…

Vocês foram sempre os mesmos quatro do princípio ao fim da banda, até que ponto essa química é importante para um grupo criar um som e uma carreira, como vocês fizeram?

É vital, é o ponto a partir do qual tudo se constrói. Tem que ser assim, porque é a nossa vida, passamos mais tempo com os companheiros de banda do que com a família. O grupo é como uma família e tem que ser uma forte e boa família…

Em que momento sentiram que tinham o Mundo aos vossos pés?

Penso que foi quando o tema «Another one bites the dust» atingiu o número 1. Já tínhamos tido outros grandes êxitos, mas este foi o que mais vendeu de todos, porque cruzou mercados, saiu do do rock’n’roll para o da música negra, para a América do Sul e Ásia e por momentos o Mundo foi nosso… Isto acontece a muita gente, porque a onda prossegue o seu caminho, não sei quem será agora… Quem será?

O que ouve atualmente?

Ouço, por exemplo, os Foo Fighters, mas ainda continuo a ouvir Jimi Hendrix, The Beatles, o novo álbum que fiz com a Kerry Ellis, porque estou a trabalhar na versão ao vivo e, então, tenho-o no carro…

O que pensa dos The Darkness afirmarem terem tirado muito de Queen?

Estou muito orgulhoso que eles nos tenham como influência e gosto bastante deles, porque têm o verdadeiro espírito do rock’n’roll. Eles cometeram um erro terrível que foi separarem-se. Isso foi uma tragédia, mas pode ser que a coisa funcione agora que estão novamente juntos e as pessoas estão à espera disso.

E prefere o estúdio ou o palco?

O palco, sem dúvida, os melhores momentos temo-los no palco, mas é preciso trabalhar em estúdio para que esses momentos aconteçam. Adoro o palco. Não tenho nenhuma chama ardente para ser Queen, mas sinto uma grande necessidade de estar em palco. Adoro tocar, sinto-me nas nuvens passado pouco tempo de estar em palco e quero continuar a fazê-lo. A sensação é a mesma, porque não há sensação melhor do que estar em palco e comunicar com uma audiência…

 

Fonte: www.ptjornal.com

Na última segunda-feira (5), Jer Bulsara, mãe de Freddie Mercury, participou da festa que homenageou os 65 anos que o líder do Queen completaria, se estivesse vivo. O evento aconteceu no Hotel Savoy, em Londres, e também contou com a presença do guitarrista Brian May.

Para comemorar a data, a banda disponibilizou na íntegra o famoso show no Wembley Stadium, realizado em julho de 1986, que contou com 28 clássicos do Queen.

Em Londres, festa que comemorou os 65 anos que Freddie Mercury completaria reuniu Brian May e sósias do líder do Queen  Foto: Getty Images

Em Londres, festa que comemorou os 65 anos que Freddie Mercury completaria reuniu Brian May e sósias do líder do Queen

O guitarrista Brian May aproveitou para fazer uma apresentação  Foto: Getty Images

O guitarrista Brian May aproveitou para fazer uma apresentação

Brian posou para foto com Jer Bulsara, mãe de Freddie Mercury  Foto: Getty Images

Brian posou para foto com Jer Bulsara, mãe de Freddie Mercury

Músicos subiram ao palco para homenagear o vocalista  Foto: Getty Images

Músicos subiram ao palco para homenagear o vocalista

Na cozinha, todos usavam o bigode que se tornou marca registrada de Freddie Mercury   Foto: Getty Images

Na cozinha, todos usavam o bigode que se tornou marca registrada de Freddie Mercury

A princesa Beatrice também esteve presente no evento  Foto: Getty Images

A princesa Beatrice também esteve presente no evento

Jer Bulsara, mãe de Freddie, marcou presença na festa  Foto: Getty Images

Jer Bulsara, mãe de Freddie, marcou presença na festa

Fonte: www.jb.com.br
www.terra.com.br

Concurso Cultural: Duelo de Bigodes – Freddie Mercury

1. Este Concurso Cultural é aberto a qualquer pessoa física residente e domiciliada no Brasil, realizado pela B2W COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO (“Americanas.com”), empresa com endereço na Rua Sacadura Cabral, 102, Saúde, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 00.776.574/0001-56, em todo o território nacional, no período de 06 de Setembro de 2011 até 09 de Setembro de 2011. 

1.1 A participação neste Concurso é voluntária e gratuita, não existindo qualquer intervenção direta ou indireta dos fatores pagamento ou sorte nem vinculação destes ou dos contemplados à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço, estando de acordo com o disposto no artigo 3º, inciso II, da Lei no. 5.768/71 e no artigo 30 do Decreto no. 70.951/72, Código de Defesa do Consumidor (Lei no. 8.078/90) e Código Civil Brasileiro (Lei no. 10.406/02). 

2. Para participar do concurso, os interessados deverão enviar uma foto homenageando o famoso bigode do cantor Freddie Mercury. Os autores dos 3 bigodes mais criativos, conforme análise de comissão julgadora, observado o disposto no item 5, abaixo, ganharão:

1º 01 Blu-ray: Queen Rock Montreal & Live Aid 
2º 01DVD Queen – Rock Montreal e Live Aid (Duplo) 
3º 01 DVD Queen Rock Montreal

2.1 Os prêmios são individuais e intransferíveis, e não poderão ser convertidos em dinheiro, nem tampouco trocados por outros itens de comercialização ou não da Americanas.com. 

2.2 O participante deverá seguir a @americanascom (www.twitter.com/americanascom) no Twitter, dar reply e enviar as suas fotos através de um link ou do serviço de upload de imagens, não se esquecendo da hashtag #SemanaFreddieMercury. O prazo final para o recebimento das fotos será  até às 23:59 do dia 09/09/2011 (horário de Brasília).

2.3 Durante o concurso, a Americanas.com, se reserva no direito de publicar em seu site as melhores fotos, pré-selecionadas pela comissão julgadora de acordo com os critérios estabelecidos pela mesma, caso julgue necessário.  

3. Os participantes poderão enviar mais de uma foto para o concurso cultural, no entanto, apenas uma foto por participante será selecionada. As fotos serão avaliadas pela Comissão Julgadora constituída por representantes da Americanas.com, levando em consideração a originalidade, criatividade e adequação ao tema. Os autores das melhores fotos serão premiados, sendo a decisão da Comissão Julgadora soberana e incontestável. Os contemplados serão notificados via e-mail ou direct message (Twitter) para que enviem seu endereços e nomes completos na forma a ser indicada. 

5.1 Se o contemplado não enviar as informações solicitadas no prazo de 7 dias a contar da notificação perderá o direito ao prêmio. 

5.2 Serão premiadas 3 pessoas no presente concurso. 

5.3  A distribuição dos prêmios será feita via correio, no prazo de 30 (trinta) dias a contar do envio das informações do contemplado para a empresa organizadora. A Americanas.com não se responsabiliza por qualquer problema, atraso e/ou extravio durante a entrega.  

6. É de responsabilidade exclusiva do vencedor a correta informação de seu endereço, e-mail e nome completo. 

7. O resultado do presente concurso cultural estará à disposição de todos no site no Twitter (http://twitter.com/americanascom) a partir do dia 13 de Setembro de 2011, ressalvados motivos de caso fortuito ou força maior que obriguem a Americanas.com a atrasar a divulgação. 

8. O presente concurso cultural e seu resultado poderão ser divulgados em quaisquer mídias, inclusive digitais. 

9. Os participantes e os contemplados deste Concurso declaram, desde já, serem autores das fotos enviadas, não tendo cometido plágio ou qualquer outra forma de apropriação autoral vedada pela lei e assumem total e exclusiva responsabilidade a respeito de todas e quaisquer eventuais reivindicações de terceiros que se sintam prejudicados pelo conteúdo postado e pela licença dos direitos de autor, ao mesmo tempo, cedem à Americanas.com, em caráter definitivo, sem quaisquer ônus ou custo, todos os direitos autorais sobre as referidas fotos, para qualquer tipo de utilização, publicação, reprodução por qualquer meio ou técnica, especialmente quando da divulgação do resultado. 

9.1 Caso a Comissão Julgadora verifique que uma ou mais fotos, enviadas por participantes diferentes, são similares ou idênticas ou ainda, poderiam ser interpretadas como plágio ou cópia, ainda que parcial, de outra frase, caso estas frases estejam entre as premiadas, a Americanas.com entrará em contato com os participantes, a fim de que estes comprovem suas autorias. Também não serão permitidas montagens, foto-montagem e ilustrações.  

9.2 Caso um participante contemplado seja desclassificado, a critério da Comissão Julgadora e nos termos desse regulamento, o prêmio será transferido para o próximo colocado dentro das condições aqui estabelecidas. 

10. O participante poderá ser excluído deste concurso em caso de suspeita ou comprovada fraude, ou infração a direitos das empresas envolvidas no concurso e/ou de terceiros, independente da responsabilização civil e criminal dos envolvidos. Além disso, a Americanas.com desclassificará e excluirá qualquer foto que, a seu critério, desrespeite a adequação ao objetivo do concurso, se utilize de linguagem inapropriada, mencione marcas próprias ou de terceiros, mencione personalidades ou pessoas famosas, utilize conteúdo protegido por lei, faça apologia ao racismo ou qualquer outra forma de discriminação, ou a atividades ilegais, possua conteúdo moralmente ofensivo, contenha qualquer material protegido por direitos autorais, ou de alguma maneira, viole a moral e os bons costumes. 

11. Os contemplados cedem, desde logo e de forma inteiramente gratuita, suas imagens, nomes e/ou sons de voz à Americanas.com, ou terceiros por ela autorizados, que poderão livremente utilizá-los, através de quaisquer mídias, inclusive digitais, sem limitação de tempo ou número de vezes, no Brasil ou exterior, sem ônus de espécie alguma para a Americanas.com. As fotos recebidas, premiadas ou não, passarão a ser de propriedade da Americanas.com, que poderá utilizá-las livremente e sem custo. 

12. Estão aptas a participar deste Concurso Cultural todas as pessoas físicas residentes e domiciliadas no Brasil. Respostas enviadas de outras localidades ou por não residentes poderão ser recepcionadas, mas não serão premiadas. 

12. Não poderão participar deste Concurso os não residentes e domiciliados no Brasil, assim como os diretores, administradores, prestadores de serviços e funcionários de empresas controladas, controladoras ou coligadas à Americanas.com, sendo de responsabilidade da comissão julgadora identificação e desclassificação dessas pessoas. 

14. A simples participação no presente concurso implica no total conhecimento das condições deste regulamento e sua plena aceitação. 

15.1 A Americanas.com se reserva o direito de requerer documentos que identifiquem os autores das fotos vencedoras, ou quaisquer outros que julgar pertinente para a entrega dos prêmios. 

16. O presente Regulamento poderá ser modificado e/ou este concurso poderá ser suspenso ou cancelado, sem aviso prévio, por motivo de força maior ou qualquer outro motivo imprevisto que esteja fora do controle da Americanas.com, e que comprometa o concurso de forma a impedir ou alterar substancialmente a condução deste como originalmente previsto.  

17. O esclarecimento de quaisquer dúvidas não previstas neste Regulamento, a solução de casos omissos e/ou controversos serão de competência da Comissão Julgadora, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis.


Fonte: www.americanas.com.br

Post no blog www.kibeloco.com.br sobre um Cover de Freddie.

Senhoras e senhores, com vocês, o Freddie Mercury de Alagoas

Cadê o Medina que não chama esse cara pro palco principal do Rock in Rio, p*%rra?

Dica do Lenin Medeiros.


 

Fonte: www.kibeloco.com.br

 

Dica de: Roberto Mercury

Grande parte da história do rock ganha homenagem ilustrada. Em O Fabuloso Mundo do Rock (V&R Editoras, 116 páginas, R$ 59,90), o artista argentino Andrés Cascioli apresenta belas e engraçadas caricaturas de alguns dos maiores ícones  do universo estilo musical.

A ideia do autor – que morreu em 2009 antes de ver a publicação finalizada – é disponibilizar ao público uma espécie de enciclopédia ilustrada do gênero mais barulhento e popular que se conhece. Bandas como Queen, Rolling Stones, Led Zeppelin, The Police, The Doors e Nirvana dividem espaço com Janis Joplin, Ozzy Osbourne, Michael Jackson, Beastie Boys, Amy Winehouse e Bob Marley, o que faz com que o leque atingido pelo desenhista se extenda para o reggae, hip hop, pop e outros sons.

Além da ilustrações, informações e curiosidades dos caricaturados preenchem as páginas. A saída tomada por Cascioli é tão divertida que a impressão que fica ao fim da leitura é de que o despretensioso guia musical deveria ser maior.


Fonte: www.dgabc.com.br

Escrito por Guilherme Alves | 05 Setembro 2011

Carta à Freddie Mercury

Querido Freddie, aonde quer que você esteja.

Hoje, aqui na Terra, é dia 05 de setembro de 2011. Dia em que você completaria 65 anos de idade.

Você seria uma das pessoas mais influentes do mundo. E com certeza, este mundo seria um lugar muito mais alegre com a sua presença.

Querido Freddie, você não imagina o que vem acontecendo conosco. Desastres naturais, guerras, corrupção. Cada dia que passa nos faz desejar que o mundo estivesse cheio de pessoas como você. Pessoas alegres, felizes, que não ligam para o que os outros falam de você. Pessoas que buscam a felicidade acima de tudo. Pessoas honestas que não ambicionam dinheiro, que não passariam por cima de qualquer um para obter mais poder.

Mas como você mesmo dizia, o show deve continuar. E esta carta esta sendo escrita para lembrar e celebrar as coisas boas da vida.

Querido Freddie, desde pequeno, ouvia as batidas de We Will Rock You vindas da sala, onde meu pai deleitava-se com discos do Queen. Discos que até hoje são tocados quase todo dia aqui em casa, e que com certeza farão parte da minha herança aos meus filhos. Desde pequeno, já era cativado pela sua incrível voz. Nunca ouvi nada igual! Queria que você soubesse que desde que você partiu deste mundo, não surgiu uma voz sequer que chegasse aos seus pés. Você continua sendo a lenda que era quando vivo.

Querido Freddie, como gostaria que você estivesse aqui. As músicas que você imortalizou ainda encantam nossas novas gerações. Novos fãs surgem todo dia, no mundo inteiro. E eu tenho certeza, cada um deles daria a própria vida para poder assistir você cantando. Para sentir a emoção de sua voz em suas peles. Para rir com você, chorar com você, cantar com você. Para poderem dizer para seus netos “eu vi Freedie Mercury”. É uma pena que isso não será possível.

Querido Freddie, o mundo necessita de ídolos como você. E bandas como a sua. Você ficaria envergonhado de ver alguns grupos que se consideram “bandas” hoje em dia. A música, uma das maiores invenções da humanidade, parece ter sido totalmente subvertida. Parece que hoje a somente  usam com fins lucrativos, comerciais, e não mais como um instrumento poderoso para carregar uma ideologia. Mas ainda existem aqueles que fazem jus ao seu legado! O Rock nunca irá morrer! Pensando bem, também temos algumas coisas novas que com certeza você gostaria de ouvir, e iria se divertir muito… e pessoas que você com certeza convidaria para aquelas suas festinhas!

Querido Freddie, confesso que ainda fico emocionado ouvindo algumas de suas músicas. Bohemian Rhapsody é simplesmente uma obra prima! E é impossível segurar as lágrimas quando ouço The Show Must Go On. Ah, o radio ainda existe! E continua tendo amantes como você! Seus amores e suas paixões, hoje, não seriam motivo para críticas, como foi em seu tempo. Se você ainda estivesse por aqui, seus fãs seriam mais campeões do que nunca! E garanto que teriam lhe encontrado alguém para amar!

Querido Freddie, você é meu ídolo, e não só meu. Você é ídolo de toda uma geração! De milhares de pessoas! Dentre todos aqueles que passaram por este mundo e dedicaram sua vida à música, você foi aquele que mais nos cativou. Sua voz, sua carisma, sua presença de palco, nada se iguala! E a sua alegria, sua felicidade, seus sentimentos, que transpareciam em suas canções! Você deixou saudades. Acho que ninguém pode dizer que foi mais feliz que você neste mundo. Gostaria muito de poder te agradecer por tudo o que você fez à humanidade, mas infelizmente, não posso. Ninguém pode. Tudo o que podemos fazer é prestar singelas homenagens, continuar ouvindo suas músicas, e claro, viver nossas vidas buscando a felicidade interna, buscando aquilo que nós mais queremos. Viver intensamente cada minuto, assim como você fez.

Querido Freddie, espero um dia te encontrar, onde quer que você esteja, para ouvir novamente sua doce e poderosa voz. Afinal, quem quer viver para sempre?

 

Fonte: www.galeriadorock.org.br
Dica de: Roberto Mercury

O guitarrista do Queen Brian May publicou um longo texto em uma página especial no Google em homenagem a Freddie Mercury, que faria 65 anos nesta segunda-feira (5).

May lembra, no texto, do exato momento em que conheceu Mercury e de como ele e os demais integrantes do Queen ficaram impressionados com sua voz. “Foi assustador! Ele era selvagem e não instruído, mas extremamente carismático. Em breve, ele começou sua evolução como um talento vocal de nível mundial, bem em frente aos nossos olhos”.

Segundo o guitarrista, Freddie Mercury era uma pessoa focada em realizar seus sonhos. “Ele nunca permitiu que nada ou ninguém ficasse no caminho de sua visão do futuro. Era realmente um espírito livre. Não há muitos assim neste mundo. Para conseguir isso, você deve ser, como Freddie era, destemido, sem medo de magoar as pessoas”.

Brian May finaliza a homenagem lembrando da presença que o antigo vocalista do Queen ainda tem nos dias de hoje: “Freddie faria 65 anos neste ano, e ainda que fisicamente não esteja aqui, sua presença parece mais potente do que nunca. Freddie fez com que a pessoa mais longe dentro de um show em estádio se sentisse conectada a ele. Ele provou às pessoas que um homem pode realizar seus sonhos –fez com que, através dele, elas pudessem vencer sua própria timidez e se tornar a poderosa figura de suas ambições. E ele viveu a vida intesamente. Devorou a vida. Celebrou cada minuto. E, como um grande cometa, deixou um rastro luminoso que brilhará para muitas gerações que virão. Feliz aniversário, Freddie!”

Nesta segunda-feira (5), a página inicial do Google homenageou Freddie Mercury com uma animação sobre o músico utilizando a música “Don’t Stop Me Now”, do Queen, que faz parte do álbum “Jazz”, de 1978.

Fonte: www.uol.com.br

A data que contabilizaria os 65 anos de Freddie Mercury não pode e não passou batido nem pelo Google. Merecido? A resposta está na extensa discografia do Queen (mesmo com os altos e baixos) e a carreira solo do cantor.

Por Claudio Campos

Freddie Mercury no clipe de We Will Rock You (foto: reprodução Youtube)

Freddie Mercury no clipe de We Will Rock You (foto: reprodução Youtube)

Contar aqui a história de Frarookh Bulsara não é necessário. Isto já foi contado em inúmeros sites, livros, especiais televisivos e revistas. Mas a data que contabilizaria os 65 anos de Freddie Mercury não pode e não passou batido nem pelo Google. Merecido? A resposta está na extensa discografia do Queen (mesmo com os altos e baixos) e a carreira solo do cantor.

Pode parecer um paradoxo, mas Freddie Mercury ao mesmo tempo em que se expressava megalomaníaco e excêntrico, se mostrava humilde – como muitas vezes demonstrou publicamente. Não gostava de expor sua vida pessoal – com o talento que tinha e voz privilegiava já era o suficiente para chamar a atenção do mundo. Foi idéia dele também incluir elementos operísticos no Queen.

O que era apenas um exercício vocálico no álbum Sheer Heart Attack (1974) concretizou-se de forma sublime no trabalho seguinte, A Night at the Opera (1975), “o disco branco do Queen”, um dos melhores álbuns de rock de todos os tempos, no qual ópera, hard rock, heavy metal, progressivo convivem de forma perfeita. Foi a partir daí que o Queen tornou-se uma das melhores bandas de rock de todos os tempos.

Nele, está Bohemian Rhapsody com seus “scaramouches” e “fandangos” – ainda não conhecer um ser humano que não goste dessa música – elevou o Queen ao estrelado. Frediie já tinha o esboço da canção no piano e quando um dia chegou ao estúdio, disse: “E aqui, queridos, é onde começa a parte de ópera”, para a estupefação dos três companheiros, que ficaram sem entender muito bem onde ele queria chegar com esta suíte em quatro partes. Era ópera entrando no rock!

Quem chegou a ter a oportunidade de ouvir o Smile, banda de seus colegas do Queen antes de Freddie Mercury, percebe, de cara, que apesar de Brian May e Roger Taylor, serem excelentes músicos, a banda precisava de um líder carismático, um sujeito que soubesse mexer com as multidões, e de idéias avançadas. E foi ele, que deu a sugestão de trocar o nome da banda para Queen. Além dele ser multi-instrumentista e formado em artes – era artista plástico.

A banda estrearia sua produção em álbuns em 1973, com Queen e em seguida Queen II. Não obtiveram muito sucesso. Mas com o terceiro álbum, Sheer Heart Attack (1973), a coisa mudaria de figura: veio uma sequência de álbuns incríveis, recheados de sucessos que são cantados e lembrados até hoje. We Will Rock You, Radio Gaga, Killer Queen, Somebody To Love, Love my Life, We Are The Champions, I Want To Be Free, e por aí vai.

Algumas curiosidades

Uma vez o lendário baixista do Sex Pistols, Sid Vicious entrou no estúdio errado e dá de cara com Freddie Mercury sentado ao piano e disse: “Ainda trazendo balé para as massas, não?”. O que Mercury respondeu: “Ah, sim, meu caro senhor Feroz. Fazemos o que podemos”.

Freddie viveu na Índia quando criança e seus pais, de origem persa, eram devotos do profeta Zoroastro.

Antes de entrar no Smile, Freddie tocou numa banda de Liverpool, de curta duração, chamada Ibex.

O visual que Freddie passou a adotar no final dos anos 1970, de cabelos curtos e bigode, era uma imitação da estética da moda de bares gays em São Francisco. Estética também utilizada pelo grupo Village People.

Curiosamente, antes do Queen lançar seu primeiro álbum, Freddie lançou um single com a canção “I Can Hear Music” , utilizando o pseudônimo Larry Lurex.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-tJYN-eG1zk]


Fonte: http://bagarai.com.br

Queen – Live At Wembley

  • Data: Segunda – 05 de setembro
  • Início: 18h35
  • Término: 20h

Realizado em 1986, no gigantesco estádio de Wembley, em sua Inglaterra natal, durante a A Kind of Magic Tour, o concerto Live at Wembley prova o que todos sabemos: sobre o palco, o Queen era uma banda inigualável.

Veja todos os horários deste programa
DATAHORÁRIOCANAL
05/0918:35TCM

 

Melhor doodle da história, para o melhor vocalista da história! Vejam:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KX2BQM0D01M]

 

Fonte: www.ahnegao.com.br