Primeira apresentação de bateria do pequeno Moisés, de apenas cinco anos, numa exibição de alunos da escola Dominante Musical., onde toca We Will Rock You.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=3uU_Z2iz0g8]
A Ultimate Classic Rock publicou lista das 10 melhores duplas de guitarrista e vocalista da história do rock, levando em conta o entrosamento entre ambos, tanto para compor músicas quanto para se apresentar nos palcos.
Confira a relação, assinada por Spencer Kaufman:
10 – Ozzy Osbourne/Tony Iommi (BLACK SABBATH)
09 – Brian Johnson/Angus Young (AC/DC)
08 – Freddie Mercury/Brian May (QUEEN)
07 – Axl Rose/Slash (GUNS N’ROSES)
06 – Steven Tyler/Joe Perry (AEROSMITH)
05 – David Lee Roth/Eddie Van Halen (VAN HALEN)
04 – Bono/The Edge (U2)
03 – Roger Daltrey/Pete Townshend (THE WHO)
02 – Robert Plant/Jimmy Page (LED ZEPPELIN)
01 – Mick Jagger/Keith Richards (THE ROLLING STONES)
Fonte: www.whiplash.net
Sósia de Freddie Mercury leva surra no UFC, mas vence após brigão de rua escorregar no octógono.
Em 1996, o UFC promoveu um grandioso torneio entre oito lutadores de destaque no seu plantel de lutadores da época. Entre eles estavam atletas do calibre de Tank Abbott, Don Frye, Gary Goodridge e Mark Hall, que prometiam um show com muita emoção para os fãs.
De um lado do torneio, o briguento Tank Abbott se destacou e fez sucesso com os torcedores ao desfilar seu estilo barrigudo e desferir duros golpes em seus dois primeiros adversários, que não demoraram a ir à lona em menos de três minutos.
Na outra chave, o sério wrestler Don Frye, com um bigode a la Freddie Mercury, venceu Mark Hall rapidamente, mas sofreu contra o canadense Gary Goodridge e chegou desgastado para fazer a final.
Como as regras previam apenas um round de 30 minutos na final, Frye pensava em fazer o combate durar mais para igualar o desgaste físico dos lutadores. Mas ele se esqueceu de avisar o rival, que partiu para o tudo ou nada, sua única tática, e com um jab conseguiu um knock down.
Em segundos, a luta de tornou uma de briga de rua, com os dois desferiram inúmeros golpes, sempre com Abbott em vantagem devido ao enorme punch de suas mãos. Mas, em um momento de pura sorte para Frye, o barrigudo brigador se desequilibrou e caiu, se tornando uma vítima fácil para o rival que, ensanguentado, finalizou com um mata leão.
Fonte: www.r7.com

O livro “40 Years of Queen” é um livro oficial, e tras nele todas as fases da banda. Ele mostra e conta a história de um grupo fantasticamente talentoso e popular que tem mantido uma enorme quantidade de fãs ao longo de toda a sua história. O livro apresenta a banda, seus membros, gravações e shows através de fotos e de escritos originais, bem como através de objetos únicos de recordações que fazem parte da coleções particular dos membros da Banda.
O livro dá aos fãs acesso sem precedentes a todas as áreas frequentadas pela Banda, e a possibilidade de colocar as mãos em algumas recordações incríveis pela primeira vez: passes de backstage, setlists, letras manuscritas, artes dos álbuns, posters e cartazes ultra-raros, itinerário original dos tours da Banda, postais, albuns com edição limitada, convites para as festas realizadas nas turnes, e muito mais!
Fonte: www.queenonline.com

Três músicas gravadas por Michael Jackson e Freddie Mercury em 1983 serão lançadas em breve, as datas, entretanto, ainda não foram divulgadas, segundo as informações do site da revista musical NME.
A primeira das três faixas é a versão demo de State of Shock, lançada em 1984. As outras duas, ainda inéditas, se chamam Victory e There Must Be More To Life Than This.
Roger Taylor, baterista do Queen, disse que está trabalhando no lançamento das músicas, mas não deu mais detalhes devido a impedimentos legais. O músico apenas contou que as canções são “incríveis”.
A versão demo de State of Shock e Vitory seriam lançadas em 2002, mas foram adiadas sem nenhum motivo aparente.
Fonte: http://www.rna.ao/radiofm/
Documentário para rádio, parte do TCC em Rádio e TV pela USJT. Sobre o tema: cosplay e sósias, na qual Roberto Mercury é um dos entrevistados como sósia do Freddie Mercury.
Para ouvir acesse: http://www.usjt.br/radio_web/player.php?p=1&c=46

Lady GaGa disse ter desatado a chorar quando Brian May, guitarrista dos Queen, aceitou tocar em “You and I”, canção do seu novo álbum Born This Way . “Atirei-me para o chão a chorar quando ele aceitou tocar numa canção minha. Chamo-me GaGa por causa de “Radio Gaga” dos Queen”, disse a norte-americana ao jornal britânico The Sun.
Numa outra entrevista, ao também britânico Daily Star, GaGa disse também que já está ansiosa por voltar à estrada: “Coço-me como uma viciada em heroína a tentar voltar ao palco. Mal posso esperar. Espero começar uma nova digressão no final do ano ou no início do próximo”.
Chegou ontem às lojas digitais um novo tema de Born This Way , que sai para as lojas na próxima segunda-feira (23 de maio): ouça abaixo “Hair”.
Fonte: http://blitz.aeiou.pt
Brian May e Kerry Ellis estiveram no programa The Paul Franks Show na BBC WM, um pouco antes das 6 da tarde, antecedendo o show Anthems no Birmingham Symphony Hall.
Dica: Utilze a opção CC do youtube para exibir a legenda em português.
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Fonte: www.brianmay.com
O clipe abaixo é parte de uma campanha nacional do dia anti-Aids na Bulgária chamado Candlelight Day. Agora no seu sétimo ano consecutivo, é organizada por uma coalizão de ONGs locais, com o apoio da Organização das Nações Unidas UNFPA e Y-Peer. A campanha visa sensibilizar para as questões relacionadas com a AIDS, incluindo a educação e prevenção. Candlelight Day acontece em 15 de maio.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=6ARbnM0rk8Y]
Fonte: www.queenonline.com
Palácio de Buckingham substitui troca de guarda por flashmob em homenagem ao casamento real

LONDRES – Os turistas que se aglomeraram nesta segunda-feira em frente ao Palácio de Buckigham para ver a troca de guarda presenciaram, na verdade, uma outra mudança. No lugar dos soldados com os tradicionais chapéus pretos e uniformes vermelhos, cem dançarinos fizeram uma coreografia em homenagem ao casamento real do príncipe William e Kate Middleton, ocorrido no último dia 29.
O grupo, que estava misturado à multidão, dançou em frente ao palácio acompanhado por uma compilação de músicas, entre elas o hit do Queen “We Will Rock You”.
O aparente flashmob foi, na verdade, organizado pelo palácio para marcar uma recepção em homenagem a jovens artistas. A maioria dos dançarinos eram estudantes da University of East London.
Uma das participantes, Lucy Sam, disse que a coreografia usou técnicas de dança urbana para celebrar o casamento real.
A apresentação agradou turistas como a canadense Suzanne Kootes, de Toronto, que achou a coreografia “fantástica” e “fez com que quisesse me juntar a eles”.
Fonte: http://oglobo.globo.com
Roger irá fazer uma apresentação de 20 minutos na abertura do Wintersall Charity Concert 2011, que acontecerá no dia 4 de junho.
Ele será acompanhado por Spike Edney (teclados), Steve Stroud (baixo), seu filho Rufus (bateria) e Jason Falloon (guitarra), e de Jeff Beck, que prometeu juntar-se a Roger no palco.
Outros artistas que também participarão: Eric Clapton, Gary Brooker, Lulu, Paul Carrack, Georgie Fame, and Daniele de Niesse.
Fonte: www.queenonline.com
News Of The World
Feelings, Feelings (Take 10, July 1977)
Spread Your Wings (BBC Session, October 1977)
My Melancholy Blues (BBC Session, October 1977)
Sheer Heart Attack (Live in Paris, February 1979)
We Will Rock You (Fast) (Live in Tokyo, November 1982)
Jazz
Fat Bottomed Girls (Single Version)
Bicycle Race (Instrumental)
Don’t Stop Me Now (With Long-Lost Guitars)
Let Me Entertain You (Live in Montreal, November 1981)
Dreamers Ball (Early Acoustic Take, August 1978)
The Game
Save Me (Live in Montreal, November 1981)
A Human Body (B-Side)
Sail Away Sweet Sister (Take 1 With Guide Vocal, February 1980)
It’s A Beautiful Day (Original Spontaneous Idea, April 1980)
Dragon Attack (Live in Milton Keynes, June 1982)
Flash Gordon
Flash (Single Version)
The Hero (October 1980… Revisited)
The Kiss (Early Version, March 1980)
Football Fight (Early Version, No Synths! – February 1980)
Flash (Live in Montreal, November 1981)
The Hero (Live in Montreal, November 1981)
Hot Space
Staying Power (Live in Milton Keynes, June 1982)
Soul Brother (B-Side)
Back Chat (Single Remix)
Action This Day (Live in Tokyo, November 1982)
Calling All Girls (Live in Tokyo, November 1982)
Fonte: www.queenonline.com
Vote no Queen para um dos 25 melhores eventos da história do estádio de Wembley.
Os eventos vencedores receberão uma instalação dedicada no estádio, assegurando um lugar permanente na história rica de Wembley e nos corações dos fãs.
Para votar Clique Aqui

Fonte: www.queenonline.com
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Compre o livro com um preço super especial e autografado pelo autor.
Marcelo Facundo Severo conta as nuances da produção de quatorze álbuns da banda inglesa Queen, o livro conta detalhadamente os estúdios, os instrumentos e a inspiração da banda, Além de destacar o contexto histórico da banda na época da produção dos discos. Para comprar acesse o site oficial do livro: www.livroqueenmagicworks.com.br |
![]() | No site você também encontra o livro do U2 Na rota da BR U2, de Claudio Dirani. Breve descrição do livro: Depois de três anos de um árduo – mas divertido – trabalho, os fãs do U2 vão poder finalmente contar com mais um livro nacional sobre o grupo. E desta vez, com histórias contadas por esses próprios fãs sobre suas aventuras ao lado da banda entre 1998 e 2006,,, Na Rota da BR-U2 – e a Saga da Invasão Irlandesa no Brasil foi concebido em uma reunião informal entre Claudio D. Dirani (hoje jornalista na rádio Alpha FM 101.7) e a designer gráfica Glaucy Marques Vulcano no final de 2006/início de 2007 em uma cafeteria da Avenida Paulista. A ideia original se baseava em um livro sobre o U2, que contasse os segredos de suas gravações. Só que este plano mudou rápido, quando foi notada a raridade de textos que falassem da relação da banda com o próprio país. Apesar dos poucos shows até então (sem contar os próximos três da U2 360º), as ligações de Bono, The Edge, Adam e Larry com o Brasil são bastante estreitas. Em 2000, por exemplo, o U2 fez questão de aceitar o convite da Rede Globo para fazer um show especial, mesmo sem que a Elevation Tour tocasse nosso solo nos meses seguintes. Assim, o autor (que já escrevera U2 – História e Canções Comentadas, além de Paul McCartney – Todos os Segredos da Carreira Solo), começou a escavar histórias de cada era, entrevistar pesoas que falaram e interagiram com a banda no palco, e muito mais pesquisas, para montar seu próximo trabalho. “Além das histórias dos fãs, eu também estive lá, enfrentei milhões de contratempos “Segunda-Feira Sangrenta” para comprar ingressos para a turnê Vertigo”, explica Claudio. “Sem falar da minha relação com muitas pessoas da lista Ultraviolet-U2, que me ajudaram muito, muito mesmo a finalizar o livro”. Antes da obra chegar agora, em Abril, o processo para deixá-la a gosto do leitor foi bem árduo. Além de muitas entrevistas que foram complicadas de serem conseguidas, alguns simplesmente se recusaram a responder. “A Katilce, por exemplo. Foi mencionada no livro, mas ficou incomunicável. Talvez tenha sentido um certo gosto do estrelato”, lamenta o autor, que estár presente nas três apresentações do U2 no Morumbi, dias 9, 10 e 13 de abril. Já Na Rota da BR-U2 e a Saga da Invasão Irlandesa no Brasil deve chegar bem perto destas datas. “Como foi produzido com apoio de um sócio e não de uma editora convencional (dando mais liberdade e democracia ao seu criador – e também a quem adquire o produto), a primeira tiragem será limitada. Por isso, estou aceitando apenas encomendas de fãs do U2 que fizerem os pedidos via UV e este site”, conclui o autor. Disponível também no site: www.livroqueenmagicworks.com.br |
Por: Vinicius Canova
Passaram-se então, dez anos corridos desde que o Rock in Rio deu as caras em seu país de origem pela última vez, o nosso grande e diversificado caldeirão de gêneros e gostos chamado Brasil. Durante esse período viajando mundo afora, o festival percorreu o continente europeu, passando por Portugal – em Lisboa – e Espanha, em Madrid.
Posso dizer que o meu primeiro contato com o RIR foi durante o show do Queens of the Stone Age, (durante a terceira edição do festival, em 2001) já que me lembro muito bem das controvérsias que o cercaram, inclusive da antítese que levou o baixista da banda à época, ser preso.
“ – Vi mulheres nuas durante o carnaval, pensei que era legalizado”, justificou o músico. A passagem, mesmo que emblemática, não conseguiu superar o vislumbre que tive ao perceber, durante o show do Red Hot Chili Peppers que o que eu realmente queria, um dia, era estar presente no maior festival de rock da América do Sul.
O som do dueto feito pelo baixista Flea e o guitarrista John Frusciante antes da execução de Californication ainda ecoam na minha cabeça, mesmo que visto e escutado apenas pela televisão, aproximadamente três mil quilômetros de distância do evento. Dez anos depois, junto toda a minha motivação (e dinheiro suado) e compro adiantado quatro dos seis ingressos antes mesmo de anunciarem sequer uma atração do line-up, na confiança de que não teria como ser diferente ou minimamente pior do que a escalação do festejo em 2001. Enganei-me, e feio.
Eu sempre tive consciência de que o público brasileiro é tão miscigenado em gostos musicais quanto em suas próprias raças propriamente ditas. Não vejo mesmo em todo teor do meu otimismo, que um dia haverá um evento grandioso que envolva apenas as figuras do bom e velho Rock n’ Roll. Mas não sou xiita, acho que todo festival tem espaço para todos os gostos, mas, especialmente no “ROCK in Rio”, ênfase no ROCK, deveriam ser resguardadas sim, as devidas proporções.
Muitas bandas boas foram deixadas de fora e a metade das atrações principais fazem parte do rol de música pop e do axé music, que já preenchem o ano todo rodando o Brasil em micaretas, carnavais e carnavais fora de época; sendo o suficiente para acalentar o público alvo dos artístas em questão.
E o Rock? Se não fossem os porões, nos lugares ditos “undergrounds” que ainda cultivam certa idolatria e reverência aos mais pomposos ídolos do gênero musical, os fãs estariam à mercê de festivais como o Rock in Rio – que progressivamente vão aderindo ao clamor popular –, deixando de respeitar assim, inclusive o seu histórico.
Não há como comparar: em 1985, ano de estréia do RIR, os brasileiros foram ao apogeu da emoção presenciando de perto um dos maiores músicos que a história já conheceu: Freddie Mercury à frente do Queen – apesar de não gostar do papel de liderança, a disparidade entre o talento dele para o resto de tudo que se poderia ouvir ou ver, era latente. Além do Queen, não é necessário nem comentar a presença de Ozzy Ousbourne, né?
Já em 1991, o Guns N’ Roses fez, segundo o próprio vocalista Axl Roses, uma de suas melhores apresentações de sua existência, o Sepultura ainda com sua formação integrando os irmãos Cavalera mandaram ver no albúm Arise e o Judas Priest, no Pain Killer. Em 2001, já tragando as veias da música pop e comercial, o festival traz Oasis, R.E.M., Sandy & Junior, Britney Spears e o mais vaiado de todos os tempos: Carlinhos Brown. Mas também foram ao palco Queens of the Stone Age, Iron Maiden, Guns n’ Roses e outras ótimas bandas, como o Deftones, que mostraram a que vieram e mantiveram o nível do festival aceitável e até certo ponto, blindado das críticas.
Em 2011, a bola da vez é Shakira, Cláudia Leite, Ivete Sangalo e Coldplay. As atrações foram anunciadas pelos organizadores do Rock in Rio e compõem os principais shows do festival. Realmente não dá pra entender! No último dos meus pensamentos mais sórdidos e pessimistas não teria enxergado tamanho desrespeito, nem essa total falta de sensibilidade. Os organizadores conseguiram atravessar – e muito, muito mesmo – a linha do razoável, chegando em primeiro lugar no molde do que pode ser tachado de desprezível.
Muitas bandas boas ficaram de fora. Na tentativa de levar ao público a prata da casa, lançou-se a banda Glória – uma banda emo (com gritos) – no palco Mundo, deixando no Sunset (palco secundário) o Sepultura – e toda a sua bagagem musical: Inexplicável e inadmissível. Salvam o festival: Metallica, Guns N’ Roses e Red Hot.
Estou me sentindo extremamente lesado, além de estar muito decepcionado. Esperei dez anos para que o bom filho tornasse a sua casa, para que eu pudesse então, apreciá-lo de perto e, acabo me deparando tamanha deformação.
Eu ainda tenho sorte, porque além do festival vou ao Rio de Janeiro para fazer turismo, já que não conheço o Estado. Mas existem outros como eu, que confiaram na linha tradicional do festival e se adiantaram na compra dos ingressos. Infelizmente, há apenas que se constatar que aquele Rock in Rio com que sonhava a criança de doze anos foi apenas um resquício efêmero de otimismo e um vislumbre panorâmico de um cenário inexistente. A realidade é bem pior, muito pior mesmo!
Fonte: www.rondoniadinamica.com
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