O programa Leitura Dinâmica, da Rede TV,  exibiu uma matéria no dia 13 /01/2011, chamada:Grupos consagrados vão se arriscar no mundo cinematográfico, dentre as bandas Green Day e Queen, sobre o lançamento de filmes com suas músicas de sucesso.

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Dica de: Rodrigo Baillo

Os fãs do Queen terão muitas oportunidades para comemorar as quatro décadas da banda inglesa, formada em 1971.

O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor anunciaram que dois filmes relacionados ao grupo serão lançados em 2011 e em 2012.

O primeiro é a versão cinematográfica do musical teatral “We Will Rock You”. Para o ano que vem ficou a cinebiografia do vocalista Freddie Mercury (morto em 1991), estrelada por Sacha Baron Cohen.



Fonte: www.band.com.br

Londres – Brian May e Roger Taylor, membros da banda britânica Queen, anunciaram em sua página oficial na internet a adaptação cinematográfica do musical “We Will Rock You”.

Este projeto, que ainda está em fase de desenvolvimento, contará com o roteiro do britânico Peter Morgan (“Frost/Nixon”, “A Outra”).

Morgan também é o roteirista de um filme dedicado à vida do músico Freddie Mercury, longa-metragem que gera grande expectativa entre os seguidores do Queen e estreará no primeiro semestre de 2012.

Este último filme, que começará a ser gravado em poucos meses, será protagonizada pelo polêmico Sacha Baron Cohen (“Borat”, “Brüno”) que, segundo May, “está entrando no papel de uma maneira que encantaria Freddie”. No ano de seu 40º aniversário, os membros do grupo de rock estão embarcados em vários projetos.

“Haverá muita atividade” comentou Brian May, se refirindo não só aos dois filmes, mas também à remasterização dos primeiros discos do grupo e à exposição “Stormtroopers in Stilettos”. A exibição, que será inaugurada em Londres nos próximos meses, documentará a evolução da banda desde seus primeiros anos.

Fonte: www.uol.com.br


Show com a banda cover Lurex em Betim, MG, dia 15 de janeiro.

O Daily Mail, famoso tablóide inglês, publicou em seu site alguns dos mais famosos episódios de desperdício e flagrante queima de dinheiro feito por rockstars. Freddie está na lista.

Freddie Mercury

Peixes bonitos: £1.000.000 (R$3.550.000).
Apaixonado por carpas, o extravagante líder do Queen tinha uma coleção cujo valor atingiu mais de R$ 3,5 milhões. Tragicamente, após sua morte, todos, exceto cinco dos 89 peixes – estimados em até R$ 35 mil cada – morreram em um acidente bizarro de jardinagem quando paisagistas em sua casa em Londres cortaram a energia de seu tanque.

Para ver a lista completa Clique Aqui

Fonte: http://whiplash.net
Dica: Paulo Alexandre

O Queen está no CD Gods Of Guitar (Deuses da guitarra) com a música One vision, que é a faixa 1 do disco 1.

CD 1
1 QUEEN One Vision
2 THE ROLLING STONES Start Me Up
3 DIRE STRAITS Money For Nothing
4 THIN LIZZY The Boys Are Back In Town
5 KISS Crazy Crazy Nights
6 BUZZCOCKS Ever Fallen In Love (With Someone You Shouldn’t‘ve)
7 BACHMAN-TURNER OVERDRIVE You Ain’t Seen Nothing Yet
8 FREE All Right Now
9 CREAM Sunshine Of Your Love
10 QUEENS OF THE STONE AGE Feel Good Hit Of The Summer
11 THE STRANGLERS Peaches
12 THE ALLMAN BROTHERS BAND Jessica
13 GARY MOORE FEAT.PHIL LYNOTT Parisienne Walkways
14 FAITH NO MORE Epic
15 THE KILLERS When You Were Young
16 ZZ TOP Give Me All Your Lovin’
17 THE TROGGS Wild Thing
18 RUSH The Spirit Of Radio
19 LYNYRD SKYNYRD Free Bird
CD 2
1 BON JOVI These Days
2 U2 Beautiful Day
3 DAVID BOWIE Rebel Rebel
4 BRYAN ADAMS The Only Thing That Looks Good On Me Is You
5 STATUS QUO Pictures Of Matchstick Men
6 THE WHO Who Are You
7 RAMONES Blitzkrieg Bop
8 RAINBOW Since You’ve Been Gone
9 MOTÖRHEAD Ace Of Spades
10 BLACK SABBATH Paranoid
11 RED HOT CHILI PEPPERS Higher Ground
12 WOLFMOTHER Woman
13 FALL OUT BOY This Ain’t A Scene, It’s An Arms Race
14 NICKELBACK Rockstar
15 THE MOODY BLUES Question
16 STEPPENWOLF Born To Be Wild
17 DEEP PURPLE Smoke On The Water
18 DEREK AND THE DOMINOS Layla
19 PAUL McCARTNEY & WINGS Live and Let Die

Propaganda:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eXbPT2bZY84]

 

Fonte: www.queenonline.com

QOL (Queen Online) está entrando numa nova fase em um ano importante para o Queen, o aniversário de 40 anos. Para lançar o novo contrato com a gravadora Island Records, haverá muita novidade. Uma enorme quantidade de trabalho já está acontecendo nos bastidores, para relançar por completo todo conjunto de LP’s e CD’s originais do Queen. Eu sei que nossos fãs vão apreciar a atenção dada ao detalhe, ttrazendo os primeiros álbuns mais perto do que nunca a magia do vinil original, mas com o benefício da tecnologia up-to-the-minute. Os preparativos também estão em bom caminho para o ”Stormtroopers in Stilettoes” exposição em Londres, na Primavera, que irá destacar em alguns aspectos inovadores do crescimento do ’Pré Queen’. O trabalho é agora totalmente toma forma para o filme muito elogiado da vida de Freddie. Peter Morgan emitiu um primeiro esboço do filme, que deixou todo mundo muito animado, e Sacha Baron Cohen é escolhido para entrar no papel, de uma maneira que certamente adoraria Freddie! Toda a equipe trabalha agora na preparação para uma sessão no final deste ano, e um lançamento no outono de 2012. *Também estamos colocando as forças para o WWRY, o filme, e novamente, nós já temos um ótimo roteiro para a obra de Ben”.

“Roger e eu estaremos trabalhando juntos em novos projetos para a peça WWRY, também, começando com o lançamento iminente do show na Noruega, no próximo mês. E temos um par de novidades interessantes no estúdio, sobre o qual falaremos logo. Eu vou estar fazendo alguns shows no Reino Unido trazendo”Anthems” à vida com Kerry Ellis em salas de concerto, incluindo o Albert Hall em maio. Mas Roger e eu mantemos uma porta sempre aberta de idéias para o Queen, que, de alguma forma, se recusa a cair!”

Felicidades e um Feliz Ano Novo!

Brian May

“WOW! 40 anos de Queen. Quem poderia imaginar isso? Como Brian já disse todas as informações sobre os nossos 40 anos, vou ser breve. Eu não posso acreditar que foi há tanto tempo e que ainda estamos em aí de forma tão grande. Surpreso e agradecido!”

Roger Taylor


Tradução: Vick May

Fonte: www.queenonline.com

Confira entrevista com marcelo Facundo, onde ele fala de sua paixão pelo Queen, sobre sua banda e sobre o livro Magic Works.


1-     Como e quando o Queen entrou em sua vida?

R: Minha primeira lembrança relativa ao Queen é de 1981, quando minha irmã mais velha foi ao show do Morumbi, eu me recordo do pessoal em casa comentando sobre o show. Porém em 1992 após a morte do Freddie minha outra irmã comprou o vinil do Greatest Hits e eu fiquei completamente alucinado pelas harmonias, solos de guitarra e composições da banda, foi um choque!!!

2-     E a partir daí?

R: Comecei a comprar tudo que me aparecia pela frente da banda, é até engraçado que eu ganhei um pôster da antiga Somtrês, e nele falava muito do álbum Queen II. Eu então corri aos sebos na rua 24 de maio (galeria do rock – SP) para comprar o mesmo, ou seja, meu primeiro álbum foi o Queen II, um disco sem nenhum hit mas fantástico, até hoje é um dos meus prediletos.

É engraçado pois não é muito comum agente ser iniciado no Queen com um álbum tão “maluco”.

3-     Você também é músico, toca inclusive na banda tributo Magic Rockin, já teve outras bandas tributo ao Queen?

R: Sim, na verdade musico amador, pois o que me sustenta é outra coisa (risos). Bom antes da Magic Rockin eu havia tocado na banda Queen Unplugged por volta de 2002 e 2003. Após este período eu fiquei uns cinco anos sem tocar efetivamente em banda nenhuma, até que em 2008 eu e alguns velhos amigos resolvemos realizar o sonho de tocar só Queen, nascia assim o Magic Rockin.

4-     Qual é a proposta da banda?

R: O nosso enfoque é totalmente musical, não ligamos para a parte visual, admiro muito bandas como o God Save the Queen e outras cujos integrantes se parecem bastante fisicamente com o Queen, mas acho patético criar uma caricatura dos ídolos, não me pareço com o Brian em nada fisicamente portanto não quero por uma peruca e achar que sou ele, acho fundamental recriar os climas musicais com a banda, são eles que vão instigar os fãs.

Eu na verdade sou chato pra caramba em relação a banda quero que toquemos o mais “Queen” possível, ou seja o mais próximo do som da banda possível.


Queen Magic Works
Queen Magic Works



5-     E como surgiu a idéia de escrever um livro?

R: Sempre fui fascinado pelo lado técnico da música: saber como eram as gravações, os instrumentos utilizados, as inspirações. Passei boa parte dos anos “garimpando” estas informações em livros, sites, capas de discos, revistas importadas. Em 2006 li o livro Paul McCartney Todos os Segredos do meu amigo Cláudio Dirani, ai resolvi trabalhar nisso, o próprio Cláudio me ajudou muito, fazendo minhas escritas ficarem algo parecido com um livro, e assim foi.

6-     Quais as dificuldades encontrou para escrever o livro?

R. A principal dificuldade é o fato de eu não ser um escritor, portanto tive que aprender “na marra” um monte de regrinhas, ao mesmo tempo muita gente me ajudou muito (O Alexandre e todo o pessoal do queennet, o Cláudio Dirani, o pessoal da editora foi fantástico: Flávio, Mariana, Solange) todo mundo abraçou o projeto e ele aconteceu.

7-     Que pontos você destacaria do livro?

R. São tantos (risos). Os bastidores das gravações de todos os discos são fantásticos, podemos através deles descobrir porque Hot Space foi tão polêmico, porque o Queen II foi tão rebuscado, porque o News of the World foi bem diferente do que a banda estava fazendo, etc.

Tem algumas coisas muito legais relacionadas às músicas, por exemplo: você sabia que tem uma canção de Made in Heaven, que iniciou nas sessões do The Game? Tem uma canção do A Night at the Opera que foi gravada nas sessões do Sheer Heart Attack? O Freddie só compôs efetivamente uma canção para A Kind of Magic? O Brian e o Roger por muito pouco quase saíram no tapa na gravação de uma canção do Jazz?.

Na verdade modéstia a parte é uma delicia ler os fatos e descobrir coisas fantásticas sobre as musicas e os discos.

8-     É um livro técnico?

R. Não. Para quem curtir o lado técnico tem muita informação, algumas delas polêmicas, já que muitas delas não se encontram em qualquer literatura e só a banda saberia dizer a verdade, mas eles não lembram mais. Nestes casos é ouvido puro!

Porém o livro conta fatos sobre os discos e as músicas. Não precisa saber o que é uma guitarra pra curtir a leitura, somente é preciso gostar do Queen!

9-     Onde agente encontra o livro para vender?

R. No site www.livroqueenmagicworks.com.br, na livraria cultura, no site da editora hucitec www.hucitec.com.br.

10- E como tem sido a recepão pro parte dos fãs?

R. Muito, mais muito positivo, já estamos caminhando para a segunda impressão e as pessoas que leram tem me dado um excelente feedback, todos parecem ter adorado o livro e já estão me pedindo outro.

11- Mas e ai!! existirão outros?

R. (risos) Não sei. Bom, após a conclusão do livro eu só queria descansar, agora fico pensando “Hum já descobri tanta coisa a mais”, bom quem sabe em 2011 eu faça alguma coisa voltada para os shows da banda.




Site oficial do livro:  www.livroqueenmagicworks.com.br
Site banda Magic Rockin:  www.magicrockin.com

Contato com Marcelo:
Email: severomay@gmail.com e dayse.drovette@gmail.com
Fone: (11)8190-4014

O canal Globo News passou especial sobre o Rock in Rio no programa Arquivo N.

Assista abaixo:

Parte 1:

Parte 2:

Propaganda:


Ser um pequeno roqueiro no Brasil em meados dos anos 1970 e início dos 1980 exigia uma decisão salomônica: Queen ou Kiss? Não havia jeito de gostar dos dois. Eles não tocavam exatamente o mesmo tipo de som, mas amizades eram cimentadas com a resposta certa e desfeitas com a errada. Hoje é difícil entender o porquê desse Palmeiras ou Corinthians do glitter rock, mas é fácil ver o que essas bandas tinham em comum: não tinham medo do ridículo.

Os norte-americanos do Kiss, como se sabe, usavam caras pintadas e uniformes satânicos. Os ingleses, por sua vez, tinham na figura de Freddie Mercury (1946-1991) um showman que se vestia de arlequim, fazia “air guitar” e usava roupas estrambóticas, depois substituídas pela inacreditável fase da camiseta regata com bigode.

Musicalmente, entretanto, o Queen sempre arriscou muito mais. Neste ano, em que completa quatro décadas de nascimento, será possível reavaliar o trabalho da banda que emplacou sete álbuns mais duas coletâneas em primeiro lugar nas paradas do Reino Unido.

DISCOS, FILMES

Entre 1973 e 1995, o Queen lançou 15 discos de estúdio e todos eles serão relançados em 2011. O pacote sai pelo selo Island (Universal), que comprou em 2010 os direitos da EMI, que lançou o grupo em 1973. A corrida começou anteontem, com o relançamento na Inglaterra das duas coletâneas campeãs de venda, “Greatest Hits” (1981) e “Greatest Hits 2” (1991).

Em março, chegam às lojas os primeiros cinco CDs. Até o fim do ano, saem mais dois pacotes de cinco, cobrindo toda a discografia. Com tudo o que uma grande banda merece: remasterização, extras, livrinhos etc. A Universal não confirmou data de lançamento no Brasil.

O ano Queen prevê ainda outros eventos. Um galpão em Londres abrigará uma exposição interativa e gratuita abrangendo os cinco primeiros anos da banda, até 1976. Salas temáticas, áudio de arquivo pessoal, roupas e objetos esquecidos fazem parte da mostra, que vai de 25 de fevereiro a 12 de março.

Na cola da exposição, a BBC prepara um documentário com imagens inéditas de arquivo. E, finalmente, houve o anúncio das filmagens em 2011 de uma cinebiografia do Queen. O papel de Freddie Mercury, inicialmente reservado para Johnny Depp, agora está nas mãos de Sacha Baron Cohen, que já tem ampla familiaridade com bigodes devido a seu personagem Borat.

ÓPERA

Mas, voltando à música, o Queen sempre arriscou muito mais. Se o Kiss apenas engatinhava no abecedário do rock, Freddie Mercury tomava as rédeas do Queen numa batalha em terras nunca dantes conquistadas pelo reino dos três acordes.

A primeira grande música da banda foi “Killer Queen”, single que chegou em 1974 ao segundo lugar das paradas. Nela, Mercury tocava um piano com clima de vaudeville e liderava um curiosíssimo coral inspirado em uma de suas grandes paixões, a ópera.

A união de rock com canto lírico chegou ao auge no disco seguinte, a obra-prima “A Night at the Opera” (1975), que trazia a canção mais importante do grupo, “Bohemian Rhapsody”. Uma espécie de “Stairway to Heaven” (Led Zeppelin, 1971) às avessas, a música de seis minutos e quatro partes mergulhava em “mamma mias” e “figaros” antes de descambar para o metal pesado.

Depois disso, tudo ficou mais fácil. O Queen havia conseguido compor um trabalho absolutamente original e bastava seguir o caminho. Mas não foi bem assim.

Após alguns bons álbuns no final dos anos 1970, o ponto de virada aconteceu em 1980, com “The Game”. Foi quando Mercury e companhia incorporaram os sintetizadores e, maravilhados com os barulhinhos espaciais, cometeram discos odiados com toda a força pelos fãs, como o estranho “Hot Space” (1982).

Curiosamente, uma nova leva de súditos, mais afeita à música pop do que ao rock, foi formada. O Queen nos anos 1980 se tornou uma das maiores bandas do mundo, com discos recheados de hits radiofônicos suspeitos ou infantilóides, como “Body Language”, “Radio GaGa”, “I Want to Break Free” ou “A Kind of Magic”.

O ridículo, às vezes, pode valer a pena.

O 40º aniversário do Queen esta na lista do  site Telegraph, dentre os 100 motivos para se festejar em 2011.

Dentre os acontecimentos estão:  um filme estrelado por Sacha Baron Cohen e escrito por Peter Morgan (Frost / Nixon, A Rainha e The Deal),  uma exposição na Old Truman Brewery em Brick Lane (25 fevereiro – 12 março) que trás recordações, fotografias e salas temáticas. Haverá também um documentário da BBC com May e Roger. E… você pode esperar – muitos outros eventos especiais.

Clique para ler a lista completa

Fonte: www.queenonline.com

Bohemian Rhapsody ficou em segundo lugar na votação da Kiss FM 2010/2011.

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Outras colocações de músicas do Queen dentre as 100 mais:

43 – Queen – We Will Rock You
37 – Queen – Another One Bites the Dust
23 – Queen – A Kind of Magic
19 – Queen – We Are the Champions

Fonte:  http://www.meteleco.com

Freddie está em matéria da  na nova edição da revista Revolver, que relembra ídolos falecidos do rock e metal.

A revista trás como matéria principal entrevista com Brenna Gray, viúva do baixista do Slipknot, Paul Gray,  em que presta homenagem a seu finado marido.

Fontes:  http://whiplash.net   |   http://www.roadrunnerrecords.com

Que tal começar 2011 com o pé direito ouvindo o melhor do Queen ao vivo? Nesta sexta-feira, dia 7 de janeiro, a Bohemian Queen estará de volta ao palco do Saloon 79, em Botafogo/RJ, iniciando o ano novo com muito rock, relembrando os maiores sucessos do Queen! Estão todos convidados!


Serviço:

Data: 07/01 – Sexta-feira
Horário: 22:00h
Onde: Saloon 79
Rua Pinheiro Guimarães, 79 (Botafogo)
(reservas: 3239-0735 / 9994-3793 / 9675-2000)
Ingresso: R$ 12,00

Informações:
www.saloon79.com.br

bq@bohemianqueen.com.br
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=12840313

Na semana passada a Rádio  Bélga ‘Radio 2′ listou os  1000 clássicos mais tocados do ano. O Queen ficou em primeiro lugar com Bohemian Rhapsody’, seguido por  Summer of ’69 , de Bryan Adams e  De roos de Ann Christy.

O top 10:

1 Bohemian rhapsody – Queen
2 Summer of ’69 – Bryan Adams
3 De roos – Ann Christy
4 Dancing queen – ABBA
5 Porselein – Yasmine
6 You’re the first, my last, my everything – Barry White
7 Imagine – John Lennon
8 Child in time – Deep Purple
9 Paradise by the dashboard light – Meat Loaf
10 Pastorale – Liesbeth List & Ramses Shaffy

Fonte: www.nieuwsblad.be

Kerry Ellis se apresentou com o coro marculino Only Men Aloud, no canal de TV Galês  S4C. …  com uma performace fabulosa de “Somebody To Love “.

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Fonte: www.brianmay.com

O ano de 2010 chega ao fim com muitos títulos no esporte, muitos deles embalados por canções que marcaram a vida dos que brilharam no lugar mais alto do pódio. Em 2011, os vitoriosos esperam ouvir as mesmas músicas quando, novamente, estiverem no lugar de destaque. O ponteiro Murilo, da seleção brasileira de vôlei, conta que se emociona com “We are the champions”. Foi ao som da banda Queen que a equipe de Bernardinho comemorou o tricampeonato mundial, em setembro, na Itália.

– É uma canção que espero ouvir em vários momentos da minha vida. Faz lembrar vitórias e isso é muito bom – explicou o jogador, eleito o melhor atleta do Brasil em 2010.

Também é com a balada do grupo que Fabiana Murer quer festejar em 2011. Em 2010, no entanto, foi ao som de Skank, com a música “Vou deixar”, que a saltadora saiu da sombra da musa russa Yelena Isinbayeva e conquistou o título da Diamond League, uma das principais competições de atletismo.

– Muitas coisas boas aconteceram para mim em 2010. Foi deixando a vida me levar, igual aquela música. Mas a “We are the champions” é muito especial – disse a atleta, também eleita o destaque brasileiro no ano.

Pentacampeã mundial de vôlei de praia ao lado da companheira Larissa, Juliana curte ouvir “Pescador de Ilusões”, do Rappa. Acredita que a letra da música remete um pouco da sua vida, da sua trajetória de superaçã nas arreias. O judoca Leandro Gulheiro, por outro lado, deixa as palavras de lado. Gosta de ver suas conquistar embaladas por óperas.

Maior destaque do Brasil no pentatlo moderno, Yane Marques não tem uma canção especial para as suas vitórias. Independentemente do ano, a atleta quer comemorar suas conquistas com músicas de Ivete Sangalo. A campeã mundial de maratonas aquáticas, Ana Marcela Cunha, faz coro com a compatriota, mas não dispensa o hino nacional.

– É o que melhor representa a nossas conquistas. Sempre toca quando ganhamos alguma coisa. Espero ouvir muitas e muitas outras vezes – finalizou a nadadora.

Axl Rose: o melhor de sempre

Axl Rose bateu Freddie Mercury, do Queen, e Robert Plant do Led Zeppelin na lista dos melhores vocalistas de sempre para os leitores do site Musicradar.com.

A publicação online pede para relembrar o líder dos Guns n’ Roses nos anos 80, descrevendo-o como: «perigoso, zangado, combativo e controverso».

A lista de dez vocalistas e mentores inclui ainda o recentemente desaparecido Ronnie James Dio (Black Sabbath e Heaven & Hell), John Lennon, Bruce Dickinson dos Iron Maiden, Thom Yorke dos Radiohead e Kurt Cobain dos Nirvana.

Axl Rose também é notícia por ter processado os criadores do jogo de vídeo “Guitar Hero”, por usarem um avatar do ex-guitarrista dos Guns n’ Roses, Slash.

Veja a lista dos melhores vocalistas de sempre para o Musicradar em baixo:

Axl Rose
Freddie Mercury
Robert Plant
Ronnie James Dio (Black Sabbath, Dio)
John Lennon
Bruce Dickinson (Iron Maiden)
Thom Yorke (Radiohead)
Kurt Cobain (Nirvana)
Matt Bellamy (Muse)
Paul McCartney

Fonte: http://cotonete.clix.pt

O modelo brasileiro  Jesus Luz assinou com a Record Entretenimento um contrato para o lançamento de um álbum, “From Light”.

Dentre as músicas um remix da música do Queen Flash.

Confira na propaganda vinculada na TV.

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Matt Bellamy, Tom Morello, Mark Knopfler, Kurt Cobain e Angus Young na capa da BLITZ de janeiro. As guitarras, os 50 melhores solos e os conselhos dos mestres na primeira edição de 2011. Mas há mais!

Podíamos começar por dizer que nunca se viu uma BLITZ com tantas guitarras dentro – não estaríamos a mentir, mas seria redutor. Depois de um “primeiro volume” dedicado aos Heróis da Guitarra , onde pontificavam Jimi Hendrix, Jimmy Page e Slash (e outros!) a BLITZ de janeiro de 2011 traz à capa uma nova fornada de guitarristas celebrados da história do rock – mas vamos mais longe, como se verá a seguir.

Na linha da frente da capa está Matt Bellamy , dos Muse , por muitos considerado o melhor guitarrista do rock do século XXI e que, nesta edição, nos desvenda os segredos por detrás das suas guitarras originais – mas já lá vamos. Atrás dele – mas não em importância, claro – encontramos Mark Knopfler , o “senhor” do som dos Dire Straits; Tom Morello , autor de todos os riffs e solos corpulentos dos Rage Against The Machine; Angus Young , incansável motor dos trepidantes AC/DC; e ainda uma escolha singular, a de Kurt Cobain , que pelo seu caráter icónico nem sempre é lembrado como guitarrista – mas é dele a fúria vital que saía das guitarras dos Nirvana, provavelmente a última banda a virar do avesso uma geração.

Quem estiver do lado do rock – e do instrumento que lhe está inevitavelmente associado – não sai da BLITZ nº 55 de mãos a abanar. Senão vejamos: Matt Bellamy , figura de proa dos Muse e estudioso da guitarra, mostra-nos as suas guitarras personalizadas, com explicações pormenorizadas e o know how imprescindível do construtor de guitarras Hugh Manson, que ajuda o guitarrista a concretizar os sonhos elétricos dos Muse.

“Ainda não me senti confortável com outra guitarra [que não seja minha]. Mal pego numa Stratocaster, acabo a tocar riffs do Jimi Hendrix” Matt Bellamy

Num artigo imprescindível para quem faz do domínio da guitarra a sua aspiração maior, desvendam-se os segredos da DeLorean , 007 , Bomber , MB-1 Red Glitter , Keytar e Casino Caster – por outras palavras, as guitarras que fizeram a imagem de marca dos Muse. Saiba ainda como conseguir o som dos Muse sem uma guitarra personalizada – está tudo nos efeitos!

Ao longo de seis páginas, poderá encontrar aqueles que consideramos os 50 melhores solos de guitarra de todos os tempos . Os critérios? Vários: não só a execução técnica e a complexidade do solo, mas também a importância que conquistou na história do rock, a emotividade, e até – porque não? – a enganadora simplicidade de alguns casos. Encontramos ainda, por detrás da lista, explicações pormenorizadas sobre cada uma destas instituições do rock e derivados, da inspiração de Slash à meticulosidade de Ritchie Blackmore. Ou, por outras palavras, tudo o que sempre quis saber sobre o cume de hinos como “Stairway To Heaven” (Led Zeppelin) , “November Rain” (Guns N’Roses) ou até “Paranoid Android” (Radiohead) . Revivemos os momentos mais inspirados de nomes como Jimi Hendrix , Stevie Ray Vaughan , Josh Homme , Brian May , Dimebag Darrell e, claro, dos nobres cavalheiros que ilustram a capa da BLITZ – entre muitos outros.

“O andamento desse solo está errado” Eric Clapton sobre o solo que fez para “Crossroads”, dos Cream.

Saber tocar guitarra ajuda, mas o rock’n’roll é feito de outras “manhas”. Num artigo intitulado “Os 29 Mandamentos do Rock’n’roll” , revelamos-lhe tudo o que é preciso para vencer no mundo do rock, pelas palavras de quem sabe do que fala. E quem fala é Slash (Guns N’Roses, Velvet Revolver) , Johnny Marr (Smiths) , Jerry Cantrell (Alice In Chains) e Lenny Kravitz .

Matéria na íntegra Clique Aqui

Fonte: http://blitz.aeiou.pt