Brian e Roger tocaram no Collar and Coats Gala Ball na noite do dia 25/11/10, dividiram o palco com nomes como Roger Daltrey e Patti Russo.

O set list foi:

01. Respect – Patti
02. Lady Marmalade – Patti
03. I Got A Feelin’ – Ryan Molloy
04. Place Your Hands – Ryan Molloy
05. Let’s Hang On – Ryan Molloy
06. Rip It Up – Roger Taylor
07. Heroes – Roger Taylor
08. Dancing Queen – The Fabba Girls
09. Baba O’Riley – Roger Daltrey
10. Behind Blue Eyes – Roger Daltrey
11. Can’t Explain- Roger Daltrey
12. Summertime Blues – Roger Daltrey
13. Bring It On Home To Me – Roger Daltrey
14. Hound Dog – Brian May
15. Walkin’ The Dog – Roger Daltrey
16. Under Pressure – Roger Taylor and Patti Russo
17. I Want It All – Roger Daltrey
18. We Will Rock You – All
19. With A Little Help – All

Fonte: www.queenonline.com

Dois dias atrás, em 24 de novembro, completaram 19 anos da morte do incomparável Freddie Mercury. Para lembrar a data, o site da “Mojo” publicou uma matéria com depoimentos do baterista do Queen, Roger Taylor, falando da obra mais revolucionária de Freddie: “Bohemian Rhapsody”.

Confira a matéria na íntegra, em português, com exclusividade no IMPRENSA ROCKER!

Se há uma canção que representa a singularidade de Freddie Mercury, é “Bohemian Rhapsody”: líder das paradas por noves semanas durante o natal, na virada de 1975 para 1976, e canção que confirmou a incomparável extravagância e ambição musical do Queen.

“Na época, Freedie estava chegando a uma espécie de auge criativo no qual estava absolutamente voando”, lembra o baterista do Queen, Roger Taylor, direcionando sua memória para o período que gerou a música mais desafiadora e épica da banda. “Ele gostava muito de diferentes tipos de música, mas todas elas eram bem dramáticas. Com relação à “Bohemian Rhapsody”, Freddie nos apresentou a canção inteira na forma de blocos de harmonia rabiscados na parte de trás de uma agenda telefônica. Eram quatro partes diferentes, que gravamos separadamente. Nós sabíamos que ela era uma espécie de quebra-cabeça e que seria muito complicado juntar tudo, especialmente a parte operística. Sabíamos onde as batidas encaixavam, mas havia muitos espaços vazios que precisaram ser preenchidos mais tarde. Basicamente, Freddie tinha a canção inteira mapeada em sua cabeça”.

A complexidade da faixa era tão grande, que ela foi montada em seis diferentes estúdios – começando com os ensaios em Hertfordshire e culminando numa sessão no “Wessesx Studios”, em Londres, onde a banda e o produtor Roy Thomas Baker lutaram com o problema de fazer caber 120 faixas vocais (cantadas por Mercury, May e Taylor) nos 25 canais disponíveis.

“Aqueles backing vocals levaram uma semana para serem gravados”, continua Taylor. “E trabalhávamos duro todos os dias, os três cantando as partes”.

Este espírito de intenso esforço e atenção a detalhes ecoou através do quarto álbum do Queen, “A Night At The Opera”. Taylor cita “tentar recriar instrumentos de sopro com nossas bocas e batuques na mesa” em “Seaside Rendezvous” como exemplos do excêntrico espírito de aventura da banda. A banda também estava ciente de que, por causa de sua pirotecnia neo-operística, “Bohemian Rhapsody” era vital para o impacto do álbum.

“Nós sabíamos que ela era o “magnum opus” do disco”, confirma Taylor. “Ela era bem longa, mas sabia desde cedo que seria o single”.

Totalizando 5 minutos e 55 segundos, “Bohemian Rhapsody” é essencialmente uma canção sem refrão de quatro movimentos: A seção introdutória definida pelo vocal de Freddie questionando “Is this the real life? / Is this just fantasy?”; a seção confessional “Mama, just killed a man”, que culmina no solo de guitarra de Brian May e na cavalgada neo-operística de personagens góticos (Scaramouche, Galileo, Beelzebub, com alguns “bismillah’s”, “mama mia’s” e um rápido “Fígaro”, jogado como tempero). A seção com o riff pesado de Hard Rock (imortalizada na cena do carro no filme “Quanto Mais Idiota Melhor”); e a seção final, que culmina na insistência do protagonista de que “nada realmente importa para mim” (Nota do Tradutor: tradução da parte final da letra, em que o personagem diz “nothing really matters to me”), e que leva a canção a um final resignado.

O puro drama evocado pelo ornamentado lirismo de Mercury, ao longo dos anos, tem gerado muita especulação a respeito do significado da canção. Alguns a enxergam como uma declaração referente à sexualidade do cantor (geralmente dando o papel da “Mama” à ex-amante de Mercury, Mary Austin); outros sugerem que a canção está relacionada a um pacto faustiano com o demônio (N.R.: Fausto é o protagonista de uma popular lenda alemã de um pacto com o demônio).

“Não me peça para explicar sobre o que ela fala, porque eu não tenho uma porra de idéia”, gargalha Taylor. “É mais a vibração e o remorso na música que acabam funcionando. Então ela se torna terrivelmente gótica. Mas Fred estava vivendo numa espécie de mundo de fantasia. Nada relacionado à Tolkien, mas havia uma pintura chamada “The fairy feller’s Máster-Stroke” que ele usou (como inspiração para uma canção de mesmo nome no álbum “Queen II”) e que sintetiza onde estava a cabeça de Freddie na época. Tudo era Beelzebub e Bismillah. Muito dramático”.

O apoio inicial à idéia de lançar “Bohemian Rhapsody” como single veio de uma lugar bem improvável: o radialista e comediante Kenny Everett defendeu o Queen em seu programa na “Capital Radio”, em Londres, e tocou uma versão ainda inacabada da música.

“Este tipo de coisa seria impensável hoje em dia”, diz Taylor. “Mas éramos muito amigos de Kenny na época. Ele era uma fã desde “Killer Queen” (lançada em outubro de 1974). Nós agendamos uma audição do álbum, ainda não finalizado, para ele ouvir. Kenney apenas disse, “por favor, por favor, por favor, posso gravá-la e tocar no programa”? Nós dissemos “sim”, e ele acabou tocando “Bohemian Rhapsody” no rádio antes de terminarmos ela. Os ouvintes a adoraram, então ele a tocou muitas vezes e acabou sendo vital para i sucesso do disco”.

Lançada em 10 de outubro de 1975, “Bohemian Rhapsody” começou sua escalada ao topo das paradas britânicas, se tornando um improvável nº 1 no natal, mas não antes de diversas partes da gravadora da banda externarem suas preocupações com a duração da faixa.

“Nossa gravadora norte-americana (“Elektra”) tentou editá-la, mas não funcionou”, diz Taylor. “A versão final era muito longa e as pessoas se convenceram de que durava 7 minutos, quando na verdade não tinha nem 6 minutos. No final, entretanto, houve apenas uma versão da faixa e foi com a duração que queríamos. Para ser honesto, nós éramos arrogantes demais para deixar que dissessem o que fazer, em primeiro lugar.

O melodrama que definiu “Bohemian Rhapsody” foi mais tarde reforçado pelo seu vídeo, dirigido por Bruce Gowers (mais recentemente ele ficou famoso pelo trabalho no “American idol”).

“A razão principal para termos feito o vídeo foi porque estávamos em turnê e não poderíamos participar do programa “Top of The Pops”, que era garantia de sucesso na época”, explica Roger Taylor. “Estávamos sentados, tentando achar um jeito de aparecer no programa no mesmo momento em que estaríamos em Liverpool. Nossa empresa de gerenciamento tinha uma unidade de transmissão externa para fazer material de esportes para a “ITV”, então pensamos: “Por que não filmamos o ensaio”? No último dia, antes de carregarmos os caminhões, nos filmamos tocando a canção em Elstree. Lembro de bater no gongo no fim da música e me sujar todo, e então ter que me limpar para entrar no ônibus e começar a turnê britânica. Cinco dias depois, o vídeo estava na TV. Então de repente percebemos que poderíamos ser vistos na Austrália e no resto do mundo enquanto estávamos em nossas camas”.

Se o video de “Bohemian Rhapsody” agora é visto como um momento pioneiro na televisão, a faixa em si continuou a ressoar ao longo dos anos, inclusive em dezembro de 1991 quando, junto com “These Are The Days Of Our Lives”, liderou as paradas novamente, logo após a trágica morte de Mercury.

“Eu realmente acho que ela é uma grande obra”, conclui Roger. “E, como eu disse, a canção foi, de verdade, uma criação de Freddie”.

Notícia original do site: www.mojo4music.com
Matéria traduzida n aíntegra para português por: http://imprensarocker.wordpress.com
Notícia via:  http://whiplash.net

O site Virgula listou 11 “herdeiros” de Freddie Mercury, veja abaixo.

MIKA

MIKA O discípulo mais aplicado de Freddie hoje em dia. As roupas, a dança, a expressão corporal, a voz e a sonoridade desse inglês (que arrebentou no Planeta Terra) devem muito ao Queen e seu vocalista.

GEORGE MICHAEL

GEORGE MICHAEL Quando Freddie morreu, Michael foi apontado como seu sucessor natural, pelo timbre da voz. Michael cantou com o Queen num tributo a Freddie, depois lançado em disco no EP Five-Live.

LADY GAGA

LADY GAGA Lady Gaga… Radio Gaga… sacou?

THE KILLERS

THE KILLERS A banda de Las Vegas é grande fã de Queen. Deixaram isso bem explícito no clipe de sua música Spaceman, baseado no vídeo de It’s A Hard Life, do Queen.

MCFLY

MCFLY A banda inglesa já gravou duas covers de Queen: Don’t Stop Me Now e Crazy Little Thing Called Love.

GREEN DAY

GREEN DAY Os punks noventistas curtem muito mandar um We Are The Champions ao vivo.

KANYE WEST

KANYE WEST O rapper ególatra se juntou a cinco outros MCs, sob a batuta do produtor Rick Rubin, para fazer uma versão de We Are The Champions.

NINE INCH NAILS

NINE INCH NAILS O grupo de rock industrial de Trent Reznor já lançou uma versão de Get Down, Make Love, do Queen.

ROBBIE WILLIAMS

ROBBIE WILLIAMS O ex-Take That já teve a honra suprema de gravar uma versão de We Are The Champions com Brian May e Roger Taylor

MUSE

MUSE A banda britânica sempre teve o Queen entre suas inspirações. O álbum Absolution, de 2003, é onde isso fica mais nítido.

GUNS N’ROSES

GUNS N’ROSES A banda de Axl Rose, que sempre teve mania de grandeza como Freddie, já tocou uma versão de We Will Rock You em shows.

Fonte: http://virgula.uol.com.br

Brian deixou um comentário em seu soapbox sobre os 19 anos da morte de Freddie. E postou uma foto usando uma camisa com Freddie.

Tradução por Rodrigo Baillo

“Este não é um dia que eu celebro. O dia em que perdemos Freddie não é uma lembrança feliz. Então me perdoe por ter ficado quieto. Mas eu me senti muito bem usando minha camiseta ao estilo Freddie durante todo o dia de hoje…

Tentei agir naturalmente, como se fosse normal. Mas é surreal, na verdade, andar por aí usando uma camiseta com uma foto de um de seus melhores amigos, que se tornou um ícone mundial – mas que não está mais aqui. Hey Freddie.

Bri”

Fonte: www.brianmay.com

Aniversário de morte do cantor inglês é um dos assuntos mais comentados do dia nas redes sociais. Relembre grandes momentos da sua carreira.

Não é uma data redonda, mas, pelo jeito, não faz diferença: hoje fãs relembram acaloradamente, pelo Twitter, a morte, há 19 anos, do cantor britânico Freddie Mercury, líder da banda Queen. Nesta videogaleria, você assiste a apresentações ao vivo de seis marcos do grupo, que comprovam o potencial de showman de Mercury. Com o Queen, ele marcou a música do século XX com canções que mais parecem hinos.

Love Of My Life

Gravada em 1975, no disco A Night At The Opera, Love Of My Life causou comoção quando foi dedicada pelo astronauta israelense Illan Ramon, na missão Columbia, de 2003, a sua mulher, assim que o ônibus espacial entrou na órbita da Terra. Momentos depois, Ramon morreu, quando a nave desintegrou.

We Will Rock You / We Are The Champions
Gravada em 1977 no disco News Of The World, We Will Rock You encerrou todos os shows da banda desde então. Considerada algo próximo de um hino, tem riff e versos dos mais conhecidos da música pop. Nesta apresentação, o Queen emenda com We Are The Champion, do mesmo álbum. É conhecida como tema de competições esportivas.

Somebody To Love
Gravada no disco A Day At The Races, lançado em 1976, a canção ganhou uma nova versão em 1992 na voz de George Michael, em apresentação ao vivo no estádio de Wembley, na Inglaterra, que marcou um ano da morte de Mercury.

I Want To Break Free
Um dos poucos sucessos do Queen que não foram compostos por Freddie Mercury. Canção do baixista John Deacon, gravada no disco The Works, lançado em 1983, I Want To Break Free destacou-se na voz de Mercury e ainda mais quando ganhou um videoclipe em que ele contracena com a banda vestido de empregada doméstica, chocando os conservadores da época.

Bohemian Rhapsody

Em 2008, uma pesquisa no Reino Unido escolheu Bohemian Rhapsody como a melhor canção pop de todos os tempos. Gravada em 1975, a música aproximou o grupo do rock progressivo, pelo andamento incomum e o coro de vozes bem trabalhado.

Links dos vídeos no post original, Clique Aqui

Fonte: http://veja.abril.com.br

Há 19 anos o mundo da música perdia uma das vozes mais potentes e conhecidas do Rock na Roll. Aos 45 anos de idade o cantor Freddie Mercury, fundador da banda britânica Queen, morria devido a um ‘simples’ resfriado, agravado pelo fato de o cantor ser portador do vírus da AIDS.
Considerado um dos maiores intérpretes e compositores da história do Rock, Freddie Mercury nasceu em Zanzibar, na África, sob o nome de Farokh Bulsara, e se mudou com a família para a Inglaterra quando tinha 18 anos. Largou a faculdade de Artes na metade do curso e encontrou refúgio como cantor de pequenas bandas de Rock and Roll. Em 1970, se juntou ao guitarrista Brian May e ao baterista Roger Taylor para criar o Queen, que mais tarde iria contar com o baixista John Decon.

O Queen estourou em 1973 quando lançou o álbum de mesmo nome do conjunto e rapidamente se tornou um dos grupos mais conhecidos do mundo. O ápice da banda foi em 1975, com o disco “A Night at the Opera”, que apresentou ao mundo o single “Bohemian Rhapsody”, eleito pelos ingleses, em 2008, a melhor música já composta. No Brasil, Freddie Mercury tocou duas vezes com o Queen, em 1981, em São Paulo, e 1985, no Rock in Rio.

Mesmo abalado, o cantor não parou de trabalhar e mostrou que a doença não era motivo para desistir da vida. Freddie escondeu a doença até o fim, só revelando ser HIV positivo menos de 24 horas antes de morrer. O álbum “The Great Pretender” foi lançado exatamente um ano depois de sua morte, só com inéditas gravadas nos últimos dias de vida do cantor. O título do disco sonoriza a homenagem abaixo, feita ao cantor pela internet.

Fonte: www.bol.com.br

Hoje, dia 24 de novembro de 2010, fazem 19 anos que um dos maiores vocalistas e maior frontman do mundo do Rock faleceu, vitima do virus da AIDS.

Freddie Mercury, integrante e vocalista da banda inglesa Queen, veio a falecer um dia após informar a todos que possuia o vírus da AIDS, sendo que morreu em sua residência em Londres, gerando uma comoção mundial e um alerta sobre a terrível doença que o fez perecer.

Com isso, deixamos nossa homenagem a um dos maiores e melhores vocalistas que mundo pode ver, e que deixou milhões de fãs com saudade da sua irreverência e de seu vigor nos palcos, comandando milhares de pessoas em seus shows.

Freddie, sentimos a sua falta!

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Mauricio Macri fazia uma imitação de Freddie Mercury, seu ídolo

Mauricio Macri engoliu bigode em festa
Mauricio Macri engoliu bigode em festa

O prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, se engasgou e acabou engolindo seu bigode postiço durante uma performance durante seu casamento com a estilista Juliana Awada, no sábado, segundo o jornal argentino “Perfil”. O político fazia uma imitação de Freddie Mercury, vocalista da banda Queen, ídolo de sua adolescência.

Macri cantava “Love of My Life” quando acabou sugando o bigode, ao tomar ar, e engasgou, assustando os cerca de 200 convidados que acompanhavam a cerimônia. Tossindo bastante, Macri foi socorrido pelo secretário de Saúde da cidade, Jorge Lemus, que era um dos convidados. Notando que Macri não conseguia cuspir o bigode, Lemos recomendou que ele o engolisse.

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“Quem fez isso foi o Freddie, para que ele não cante mais”, disseram os convidados, depois que a situação se normalizou. O jornalista Jorge Vidal comentou o caso no Twitter. “Ontem, Macri cantou uma música do Queen. Não chegou à segunda porque engasgou com um bigode falso. Veio o médico para atendê-lo. Muito divertido”.

O prefeito tem costume de se fantasiar de Freddie Mercury e já o fez outras vezes. No final da festa, voltou a cantar e dedicou mais duas músicas à esposa.

Fonte: www.correio24horas.com.br

Olá pessoal, estamos fazendo uma página especial sobre a 25ª Convenção do Fã Clube Internacional Oficial – Internacional Queen Fan Club Convention.

Nossa amiga Érica Pollice foi a única brasileira a participar da 25º Edição, ela fez algumas filmagens, tirou fotos e escrevreu como foi para compartilhar com outros fãs.

Fizemos 3 vídeos; um com partes da convenção, outro um passeio em Frente a casa do Freddie – Garden Lodge e outro com fotos.

Por FAMOSIDADES

SÃO PAULO – Uma das vantagens dos atores é poder encarnar seus próprios ídolos, ou então um grande ícone da história, seja para o cinema ou para ensaios fotográficos.

Sacha Baron Cohen, humorista conhecido pelos filmes “Borat” e “Brüno”, está sendo cotado para viver Freddie Mercury. Será que os fãs do Queen vão aprovar a escolha?

 

Para ver a galeria completa Clique Aqui

Fonte: www.msn.com
Enviado por: Tainara Taylor

 

Os membros da Família Real, veteranos da guerra, viuvas da guerra e estrelas da musica pop se juntaram para prestar uma homenagem aos militares e mulheres mortos na guerra.

Aqueles que fizeram “o último sacrifício pelo seu país” foram homenageados ao vivo no Festival Real da Recordação (Royal Festival of Remembrance), no Royal Albert Hall em Londres na noite de sábado.

O evento deste ano centrou-se nas recentes perdas de soldados britânicos no Afeganistão e em outros lugares. Suas histórias pessoais foram mostradas à uma platéia de amigos e familiares em telões.

A Rainha, o Príncipe de Gales e o primeiro-ministro, David Cameron, estavam presentes no evento, organizado pela emissora Huw Edwards.

O guitarrista do Queen, Brian May, se apresentou com a cantora Kerry Ellis, saudando Sua Majestade assim que deixou o palco.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5a7HIOWelSI&hd]

Tradução: Vick May

 

Fonte: www.brianmay.com

O site de humor www.naosalvo.com.br fez uma brincadeira com pessoas famosas que usam bigode.  Mostrando “A importância de um bigode”. No final da matéria ainda diz : “Use bigode. Vire um macho de respeito”.

Freddie está dentre os famosos:

Para ver todos Clique Aqui

Fonte: www.naosalvo.com.br

O vocalista do DEF LEPPARD, Joe Elliott, estará tocando em dez shows  com o DOWN N’ OUTZ em abril de 2011 como convidado especial da turnê britânica de PAUL RODGERS (BAD COMPANY, FREE, QUEEN).

Elliot: “Estou muito feliz por isso. Fui convidado pessoalmente pelo Paul para fazer essa turnê, mal posso esperar. Obviamente o show de Sheffield será muito especial para mim, eu também estou bastante ansioso para tocar no lendário Royal Albert Hall”

Em outras notícias do DOWN N’ OUTZ, foi anunciado que a banda se separou do baixista Ronnie Garrity. Elliott rápido em comentar: “De certeza desejamos tudo de bom ao Ronnie em sua futura empreitada. Nós anunciaremos um novo baixista em breve”.

Fonte: http://whiplash.net
Enviado por: Paulo Alexandre

Freddie foi citado em matéria da revista isto É, sobre o humorista Eduardo Sterblitch, que faz o personagem Freddie Mercury Prateado, no programa Pânico na TV.

 

Clique para ver a matéria completa
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Mais uma vez a música do Queen é utilizada em propaganda de carro, desta vez foi “I Want to break free”, na propaganda do novo SW4 da Toyota.

Assista:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=CZzDmvkFr6k]

Queen Magic Works
Queen Magic Works

Mais opções de compra do livro Magic Works, lançado pelo brasileiro Marcelo Severo Facundo.

Além de poder comprar diretamente pelo site oficial do livro:  www.livroqueenmagicworks.com.br duas novas opções; uma é pelo site da Editora: www.hucitec.com.br e a outra na loja Micro Shopping, no Shopping Internaional, em Guarulhos.

Quando se fala em rock ‘n roll e jogos eletrônicos, a primeira associação que vem à cabeça de qualquer um é o sucesso recente de títulos como Rock Band ou Guitar Hero. Na verdade, astros do rock vem flertando com esta nova mídia desde os primórdios do Atari 2600. Muitas destas tentativas naufragaram nas vendas ou jamais saíram do papel, enquanto outras alcançaram um resultado expressivo, em vendas ou prestígio.

Queen The eYe

Nos anos 90, as parcerias se intensificariam, com diferentes graus de sucesso. Em 1998, seria lançado Queen: The eYe, um jogo de ação e aventura com músicas e conceitos tirados da banda Queen. Ambientado em um futuro distópico, o jogador era lançado em uma era onde todo o trabalho artístico e criativo era censurado e onde a sociedade era controlada por uma Inteligência Artificial conhecida como The eYe. No papel de Dubroc, um agente secreto do sistema, o jogador descobria um banco de dados repleto de músicas de rock e era sentenciado à morte. Dubroc, influenciado por sua descoberta e fugindo da condenação passa a enfrentar a tirania de The eYe.

Queen: The eYe foi distribuído em 5 CDs de instalação que, além dos arquivos do próprio jogo, continham mais de 50 faixas do Queen em versões raras e instrumentais de seus maiores sucessos. Apesar do jogo ter sofrido vendas inexpressivas, devido a uma jogabilidade fraca e quase nenhuma divulgação, as músicas dos CDs o tornaram um item de colecionador para qualquer fã.

Para ler a matéria completa Clique Aqui

Fonte: http://revista.cifras.com.br

Cantora Katy Perry cantando Don’t Stop Me Now em show.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9lFydAH5I5k]

Propaganda vinculada na TV do show God Save the Queen, que acontecerá sexta-feira 19 de novembro de 2010 no HSBC Brasil.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=NsutmW3DVEg]

São Paulo
Local: HSBC Brasil
Data: Sexta-feira 19 de novembro

 

Outras datas e locais:

Rio de Janeiro
Local: Vivo Brasil
Data: Quarta-feira 17 de novembro
——————–
Porto Alegre
Local: Bar Opinião
Data: Quinta-feira 2 de dezembro
———————–
Caxias do Sul
Local: All need Master Hall
Data: sábado 4 de dezembro

Ola pessoal,

Faz mais de um ano que nosso Portal sofreu uma invasão e saiu do ar por alguns meses, sendo que temporariamente colocamos este blog para continuar atualizando os nossos usuários com noticias da banda.

Antes mesmo de termos sofrido a invasão, fizemos uma campanha pedindo a ajuda dos fãs para que pudéssemos migrar para um sistema mais seguro, tendo em vista que o site vinha sofrendo tentativas de invasão. Infelizmente aconteceu o pior e conseguiram tirar o site do ar. Se há uma notícia boa nisso tudo é que nenhuma informação foi perdida do banco de dados, ou seja, todo o conteúdo: contas de usuários, notícias, fórum e seus posts, comentários, fotos, enquetes…, nada foi afetado.

Embora não tenhamos atingido um número significativo de doações, contratamos uma empresa para o trabalho ser feito. Porém tivemos problemas com esta empresa e mais uma vez o retorno do site foi adiado. Mas contratamos outra empresa que colocará o nosso Portal no ar em breve… Bem breve.

O motivo desta mensagem é unicamente para agradecer aos que nos ajudaram tanto financeiramente como por apoio moral, pois o site é feito por todos nós, fãs do Queen. E um dos motivos que nos dá ânimo em continuar é a participação, as visitas, comentários, a interatividade, que sempre foi um ponto forte em nosso Portal. E ao falarmos “nosso Portal”, cada um de vocês pode ler como “meu Portal”, pois o Queen Net apenas tem administradores, o verdadeiro dono é cada fã que visita, comenta, manda noticia, manda mensagem parabenizando pelo site, etc.

E por estar completando um ano que utilizamos o blog, gostaríamos de compartilhar alguns números, que nos dá mais alegria em continuar.

Nestes 12 meses tivemos 445 notícias publicadas – que dá uma média de 37 notícias por mês.

Tivemos 1.609 comentários, nas 445 notícias, que dá uma média de quase 4  comentários por notícia.

Tivemos também 39.887 referências de sites externos.

Só temos a agradecer a todos.

Outra novidade que queremos comunicar, é que em comemoração aos 12 anos do Queen Net e a volta de nosso portal ao ar (que está próximo), iremos fazer uma super promoção. Vamos sortear 12 itens, dentre eles: CDs, DVDs, livros, singles, itens de colecionador, pôsteres. Serão 12 ganhadores. Logo divulgaremos mais informações sobre a promoção.

Também queremos dar boas-vindas a dois novos membros da Equipe Queen Net, que vem para somar e trazer mais informações sobre o Queen. São eles; Átila Reis – mais conhecido como Doc, dono do site Queen é uma religião,  e um dos moderadores da maior comunidade Queen em português do Orkut, a Queen Brasil, e Victória, conhecida como Vick May.

E pra terminar gostaríamos de informar outra novidade, agora temos novos domínios. Agora todos os caminhos levam ao Queen Net!! Além de nosso endereço   www.queennet.com.br e dos domínios   www.queenbrasil.com |   www.queenbrasil.com.br (que é uma parceria do Queen Net e da comunidade Queen Brasil), temos 4 novos endereços:

www.freddiemercury.com.br

www.brianmay.com.br

www.rogertaylor.com.br

www.johndeacon.com.br

além do site parceiro    www.queensday.com.br e outro site que fará parte do novo portal Queen Net www.queencollection.com.br dedicado aos fãs colecionadores.

Grande abraço a todos e muito obrigado a cada fã que acessa o site.