Vídeos da apresentação de Brian e Merry em Londres.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ep_Dj7-uyTo]
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=kkGG_qQ_2Jw]
Fonte: www.brianmay.com
Vídeos da apresentação de Brian e Merry em Londres.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ep_Dj7-uyTo]
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=kkGG_qQ_2Jw]
Fonte: www.brianmay.com
Em matéria sobre o show da banda Supertramp, em que falam da ausência de Roger Hodgson, o Queen (Queen+Paul Rodgers) foi citado… criticado.
A ausência de Roger Hodgson não foi tão sentida como se poderia esperar e os Supertramp levaram ao delírio milhares de fãs que estiveram no Pavilhão Atlântico.
À partida, seria um pouco estranho assistir a um concerto de Supertramp sem a voz de Roger Hodgson. No entanto, a experiência não é tão bizarra como assistir à sobrevivência das bandas de Freddie Mercury (Queen) ou Jim Morrison (Doors), uma vez que Roger Hodgson nunca chegou a ser um líder assim tão carismático dos Supertramp. Alguns minutos depois, as canções resistem à mudança de timbre e com alguma boa vontade e muito saudosismo é natural que o público se entregue à celebração.
Para ler a matéria completa Clique Aqui
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt
A gravadora EMI, detentora dos direitos autorais da música We Will Rock You, da banda britânica Queen, enviou uma notificação extrajudicial ao Psol pedindo a retirada da vinheta da música da propaganda eleitoral do partido.
Segundo Fernando Amaral, advogado do Psol nacional, a notificação se tratou de uma tentativa de proposta amigável e o partido, “para evitar polêmica”, optou por suspender o uso da música nas próximas veiculações.
“A EMI mandou uma notificação extrajudicial para o Psol do Rio de Janeiro. Apesar de achar que a legislação permitiria o uso, primeiro porque não tem fim comercial, e, segundo, porque tem até discussão se esses acordes seriam protegidos. Para evitar polêmica, o Psol decidiu tirar a vinheta do ar”, disse ao Terra.
Fonte: www.terra.com.br

O KQA em parceria com o QUEENNET (Clube de Fãs do Brasil) tem o gosto de anunciar a abertura do concurso “Queen, a minha Paixão”.
Para participar basta os candidatos enviarem uma frase que contenha as palavras “Queen”, “Música” e “Paixão” para geral@keepqueenalive.com.
Todas as frases candidatas, serão após fecho de concurso colocadas no site do Keep Queen Alive, sendo duas delas premiadas.
Este concurso tem como objectivo oferecer dois exemplares do livro “Queen Magic Works”, autografados pelo seu autor Marcelo Facundo, e com a devida dedicatória a cada um dos vencedores.
O concurso está aberto a partir de hoje devendo os candidatos enviar as suas frases até dia 30 do presente mês.
Concurso válido apenas para residentes em Portugal.
Mais informação sobre “Queen Magic Works” .
Depois de tanto de tempo de espera parece que enfim teremos um filme sobre a vida de Freddie Mercury.
De acordo com o jornal inglês Sunday Express, os membros remanescentes do Queen, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, além do gerente da obra do grupo, Jim Beach, liberaram a utilização de suas músicas em uma cinebiografia do falecido vocalista.
“Até agora o filme nem sequer tem um título, mas Hollywood vem investindo na banda há anos, querendo fazer um filme sobre Freddie. Você não poderia fazê-lo sem a música, no entanto, e até agora, eles sempre disseram que não”, declarou ao jornal uma fonte não identificada de Hollywood.
Mercury faleceu em 1991, aos 45 anos, devido a complicações de saúde causadas pela AIDS. Ele foi membro fundador do Queen, em 1970, banda com a qual se tornou um dos maiores nomes do Rock em todos os tempos.
Fonte : http://kissfm.com.br
Enviado por: Emanuella Gomes

Parece que finalmente a história de vida extraordinária do cantor Freddie Mercury está prestes a ir a tela grande, depois dos produtores conseguirem conquistar os membros sobreviventes do Queen.
Só agora o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor, o baixista John Deacon e gerente Jim Beach, deram permissão para utilização da música da banda para ser usada em um filme sobre Freddie.
Uma fonte próxima revelou: “Até agora, o filme nem sequer tem um título, mas Hollywood vem investindo na banda há anos querendo fazer um filme sobre Freddie.
“Você não poderia fazê-lo sem a música, no entanto, e até agora, eles sempre disseram que não.”
Fonte: www.express.co.uk
Brian e Kerry falaram com Jane Witherspoon, da BBC News, em Londres nesta sexta-feira à tarde, 10 de setembro, no Hyde Park, durante o ensaio para o “15 Proms in the Park”.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=oByL5TuCki0]
Fonte: www.brianmay.com

O final da década de 1970 foi o período mais produtivo na carreira do Queen. Após o lançamento do clássico “A Night At Opera” em 1975 a banda parecia ter finalmente encontrado a fórmula do sucesso ao aliar um Hard Rock de primeira com influências da música erudita como fica evidente na clássica “Bohemian Rhapsody”.
Por Elias Rodigues Emidio
Após o não menos clássico “A Day At Races” de 1976, o quarteto bretão lançou aquele que é considerado por muitos o seu melhor disco após “A Night At Opera”, intitulado “News Of The World” mundialmente famoso pela dupla de hits matadora “We Will Rock You” / “We Are the Champions”, talvez as canções do Queen mais conhecidas do grande público. Entretanto, “News Of The World” é muito mais do que apenas o álbum que tem “We Will Rock You” ou “We Are the Champions” e possui outras canções igualmente memoráveis, que infelizmente são desconhecidas de grande parte das pessoas.O disco abre a todo vapor com sua dupla de hits. “We Will Rock You” é um momento mais experimental no disco composto pelo guitarrista Brian May com ritmo e melodia contagiantes marcados pelo uso de palmas e batucadas, a canção ainda tem um bom solo de guitarra quase ao seu final. Já “We Are the Champions” tem um clima mais operístico com os vocais mais arrastados de Freddy Mercury acompanhado apenas por piano com a explosão de energia típica da banda nos momentos do refrão, talvez o refrão mais famoso da história da música. Com o passar do tempo a música se tornou um verdadeiro hino das competições esportivas.
Já “Sheer Heart Attack” é um Hard Rock rasgado, rápido e sem firulas, comandado por um Riff de guitarra matador executado por May e pela batida certeira imposta pela bateria de Roger Taylor.
“All Dead All Dead” é um momento mais lírico no disco com a banda exercitando os vocais em arranjos maravilhosos acompanhados apenas pelo piano e por uma marcação simples da bateria.
“Spread Your Wings” começa com um clima ameno meio parecido com a canção anterior, rapidamente deixado de lado quando entra a bateria de Taylor e a guitarra de May que acrescentam peso à canção. Uma das melhores do disco.
Já “Fight Form The Inside” possui um clima mais Hard Rock com baixo e bateria impondo uma marcação mais pesada e com guitarra pautada na distorção.
“Get Down, Make Love” traz uma temática inovadora ao alternar passagens mais lentas com um casamentos perfeito entre baixo de Deacon e o piano de Freddy Mercury, com passagens mais rápidas encabeçadas por um poderoso riff executado por May, destaque também para o excelente trabalho vocal. m poucos termos: outro clássico absoluto do Queen.
Já “Sleep On The Sidewalk” é uma canção mais pesada que a faixa anterior, repetindo um conceito semelhante ao de “Fight Form The Inside”.
“Who Needs You” é momento mais boêmio no disco mesclando uma típica percussão caribenha acompanhado de um violão que confere um clima bem bossa nova a canção, uma das melhores músicas no disco. Merece destaque a excelente atuação de Mercury nos vocais nesta faixa.
“It’s Late” é um rockão de primeira por um riff de guitarra matador e pela interpretação nervosa de Freddy Mercury com direito a impressionantes arranjos vocais no refrão da música e dois ótimos solos de Brian May, outro clássico.
Para fechar com chave de ouro “My Melancholic Blues” outro momento mais lírico com Freddy Mercury interpretando a canção de modo belíssimo com acompanhamento do piano e com uma marcação simples da bateria de Taylor.
“News Of The World” é mais um registro do grupo inglês Queen em sua melhor forma e inquestionavelmente um disco clássico que merece ser ouvido por fãs do e velho Rock & Roll.
A fase áurea do Queen compreenderia toda a segunda metade da década de 70 com os posteriores lançamentos dos clássicos “Jazz” em 1978 e “The Game” em 1979. Depois disso a banda tentaria um infrutífera incursão em direção a Dance Music em “Hot Spaces” de 1982, posteriormente se aventurando pela onda eletrônica que invadiu o rock dos anos 80 como se vê no álbum “The Works” de 1984. Entretanto, não há menor dúvida de que o maior legado de toda sua carreira é o conjunto dos álbuns lançados entre 1975 e 1979.
Essencial em boas coleções.
Fonte : htttp://www.whiplash.net
Enviado por: Emanuella Gomes
Lembra de quando você era pequeno, pegava uma caneta como microfone, transformava o sofá em bateria e chamava a família para ver sua apresentação? Música de Brinquedo, novo show da Pato Fu, traz essas e outras lembranças da infância aos que escolheram passar a noite de sexta-feira (10) na companhia da banda mineira, no Teatro da UFPE. Depois de uma hora e meia de clássicos interpretados com brinquedos, os adjetivos usados pelo público para descrever o espetáculo eram os mesmos que se usa para qualificar – geralmente – uma criança: bonitinho, lindinho, fofinho…
A plateia praticamente lotada era formada quase que absolutamente por adultos. Mas esses logo viraram crianças. Foi só começarem a aparecer os primeiros brinquedos e o casal de fantoches manipulados pelos bonequeiros da companhia mineira Giramundo para que a infância voltasse a conduzir cada um nos gritos, palmas e estalar de dedos.
….
A noite terminou embalada por Love me tender (Elvis Presley), Made in Japan (Pato Fu) e Bohemian Rhapsody (Queen). E foi esta a brincadeira conduzida por Takai e companhia para crianças e, principalmente, para os adultos que teimam – e fazem bem – em não crescer.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=MWfhWMX8zwE]
Para ver a matéria completa Clique Aqui
Fonte: www.uol.com.br

“Rockmos!” é o nome do primeiro e único livro de fotos do Queen + PAUL RODGERS contendo 342 páginas com centenas de grandes figuras e histórias interessantes de 22 shows de 2005-2008 na Europa e América do Norte.
O prefácio foi escrito pelo guitarrista Brian May, o vocalista Paul Rodgers e o baterista Roger Taylor.
“Rockmos!” também está disponível em uma edição especial limitada de 111 exemplares numerados.
A data do lançamento oficial é 01 de outubro.
Para mais informações visite www.rockmos.de
Fonte: http://whiplash.net
O jingle do candidato a deputado estadual Claudir Maciel (PPS) se transformou em febre na internet e vem movimentando a campanha eleitoral em Santa Catarina.
Vereador pelo terceiro mandato em Balneário Camboriú, no litoral norte, Maciel criou uma versão da música “I want to break free”, sucesso do grupo britânico Queen, no início dos anos 19va80. O resultado surpreendeu até mesmo o candidato, que não esperava tantos acessos em sua página na internet.
“Foram mais de oito mil acessos à minha página em um dia, logo que divulguei o jingle”, afirma.
No Google, uma consulta pelo nome do candidato leva a 70 mil links. No Youtube, várias vídeos com o seu jingle contam com mais de 100 mil acessos. A música já se encontra na rede para downloads e uso em telefones celulares em vários sites.
Claudir disse que a intenção inicial foi a de realizar uma “paródia sobre a paródia”. Segundo ele, o jingle foi baseado em outra música que brinca com o hit do Queen, chamada “Os Quatis”. Formado em Administração e com habilitação em marketing, o candidato acredita que a estratégia de sua campanha acabou dando “mais do que certo”.
“Queríamos fazer uma sátira, pois achávamos que ‘quati’ rimava com ‘Claudir'”, confessa. “Não esperava tanto sucesso e tantos acessos em meu site. Mas acho que essa é função essencial de um jingle, ser lembrado pelo público em todas as camadas sociais”.
A música “I want to break free”, que fala sobre libertação, é considerada como um hino por grupos homossexuais em todo o mundo. O candidato catarinense em seu jingle troca o refrão “I want to break free” por “Eu vou votar no Claudir”.
Confira a letra do jingle do candidato:
“Eu vou votar no Claudir, eu vou votar no Claudir. Para deputado é o Claudir. Pra me unir, pra me ouvir, é o Claudir pra cumprir. Eu vou votar no Claudir, porque ele é bom. Eu vou votar no Claudir”.
[soundcloud url=http://soundcloud.com/user9340729/eu-vou-votar-no-claudir-23123]
Fonte: www.terra.com.br
Em matéria sobre lançamento do segundo trabalho ao vivo, a banda Skank citou a música Love of my life do Queen. Confira abaixo
…….
Ao assistir a gravação, nota-se que “Jackie tequila”, “Te ver” e outras “das antigas” animaram muito mais o público do Mineirão, mas Ferreti não acredita que faixas mais recentes, como a balada “Ainda gosto dela”, não sejam também “de estádio”.
“A banda mudou, tivemos algumas rupturas e o público passou a nos enxergar desse jeito. ‘Resposta’ foi lançado há 12 anos depois de uma série de músicas vibrantes, então nada mais choca. Os fãs também apreciam a ‘fase violão’: veja um DVD do Queen e me diga se ‘Love of my life’ não é música de estádio também?”, provoca.
para ver a matéria completa Clique Aqui
Fonte: www.g1.com
MELBOURNE – Hinos de clubes de futebol e músicas de pop ou rock foram banidos dos funerais nas igrejas católicas da Austrália, de acordo com as novas regras distribuídas nesta semana a padres e encarregados das cerimônias. Um funeral não deveria ser uma “comemoração” da vida do falecido, disse nas normas o arcebispo de Melbourne, Denis Hart, “mas uma despedida final sagrada. As comemorações de sua vida deveriam ser realizadas em eventos sociais antes e depois do velório”, afirmou.
“Os desejos do falecido, familiares e amigos devem ser levados em consideração… mas para planejar a liturgia o organizador deve moderar qualquer tendência a transformar o funeral em uma comemoração secular da vida do falecido”, esclarece. “Itens seculares nunca devem ser cantados ou tocados em um enterro católico, como canções românticas, músicas pop ou rock, canções políticas, ou hinos de clubes de futebol.”
Alguns organizadores de funerais, no entanto, disseram que a diretriz era insensível às necessidades dos parentes, pois muitas famílias em luto queriam incorporar apresentações multimídia, incluindo fotografias e vídeos da vida do falecido, além de músicas.
“Funerais se tornaram uma comemoração da vida das pessoas. Poucos não incluem uma apresentação em DVD”, disse John Fowler, gerente do Le Pine Funerals, ao jornal “Herald Sun”, de Melbourne.
Uma lista das músicas mais tocadas em funerais na Austrália aponta em primeiro lugar a versão de Frank Sinatra de “My Way”, seguida por “Wonderful World”, de Louis Armstrong, “Time To Say Goodbye”, por Andrea Bocelli e Sarah Brightman, e “Unforgettable”, de Nat “King” Cole.
Além desses, entre os 10 mais estavam “The Wind Beneath My Wings”, de Bette Midler, “Amazing Grace”, “We’ll Meet Again”, de Vera Lynn, “Over the Rainbow”, de Judy Garland, “Abide With Me” de Harry Secombe, e “Danny Boy.”
Na lista das 10 canções estranhas mais populares entre as músicas de funeral estavam “Another One Bites the Dust“, do Queen, “Highway to Hell”, do AC/DC, “Always Look on the Bright Side of Life”, do Monty Python, e “Ding Dong the Witch is Dead”, do filme “The Wizard of Oz.”
Fonte: http://oglobo.globo.com
….
O cantor também promete que as apresentações no Brasil terão músicas novas, do álbum que ainda está sendo gravado. Sem um título definido, Drake Bell conta que ele será finalizado até outubro e a previsão é que chegue às lojas no começo de 2011. Como em seus dois álbuns anteriores (”Telegraph” e “It´s Only Time”), o próximo trabalho do músico é pop. “Com as influências de sempre, como Beach Boys e Queen”, revela, contando que também é ele quem compõem todas as músicas, às vezes com a ajuda de amigos.
Para ler a matéria completa Clique Aqui
Fonte: www.abril.com.br
….
… ela falou ainda que ainda gosta de conversar com o pai Zezé Di Camargo sobre música. “Meu pai gosta de todo tipo de música, de Raul Seixas a Queen, Abba. A gente se entende por aí… Ele também gosta muito desses megashows, a gente conversa bastante sobre isso, o que tá rolando atualmente…”.
para ler a matéria completa Clique Aqui
Fonte: www.terra.com.br
O Concerto será dia 11/9 às 19h30 e marca, em grande estilo, o aniversário do Teatro de Praia Grande
As vozes que embalam o sonho musical de Cubatão são destaque neste fim de semana no Palácio das Artes em Praia Grande. O Coral Zanzalá se apresenta dia 11/9 às 19h30 em comemoração aos dois anos de vida do Teatro Municipal. O Concerto vai reunir um pouco do trabalho musical incessante dos cantores e regentes, empenho que tornou o Grupo um dos 13 melhores Corais do estado de São Paulo dentro do Festival Mapa Cultural.
O repertório para esta apresentação, que tem mais de 16 canções na lista, é eclético: vai do negro spiritual (música norteamericana criada nas igrejas protestantes do século passado) a MPB, passeando pelo solo da Música Internacional e até rock and roll. Entre as melodias estão “Walking down that glory road” (negro spiritual), “Faltando um pedaço” e “Capim” (Djavan), “Feijoada completa” e “Partido alto” (Chico Buarque), “Isn’t she lovely” (Stevie Wonder). Além das vozes, destaque para a atuação cenográfica dos cantores.
O Grupo traz, também, um pouco da interpretação vocal do projeto “Queen Sinfônico” realizado pelo Zanzalá e Banda Sinfônica de Cubatão, sucesso de público e crítica nas nove apresentações realizadas desde o ano passado. Para este Concerto estão previstas as músicas “Somebody to love” e “Love of my life”, contando com coral e solistas, dando vida às canções imortalizadas pela estrela maior da banda Queen, o vocalista Freddie Mercury.
O Coral Zanzalá tem uma história musical importante: surgiu em 1978, dentro do Conservatório Musical de Cubatão (hoje Escola Técnica de Música e Dança). De um grupo experimental foi oficializado pela Administração Municipal em 1993, com a incorporação de coralistas selecionados por meio de concurso seletivo. Hoje conta com cerca de 60 cantores, além de uma equipe técnica com regentes, músicos e preparadores vocais. Formado por adultos com experiência musical, apaixonados pela formação coral e determinação de se aprimorar ainda mais, a Equipe ensaia várias vezes por semana, o que torna possível um ritmo de trabalho bastante produtivo.
O repertório do Coral vai desde MPB, música mundial, sacra até canções eruditas. O foco não se perdeu: ainda é fazer música coral de qualidade, aliando a atuação cênica dos artistas, o que garante um resultado surpreendente e ousado. O Grupo é regido pela maestrina Maria Fernanda dos Santos Tavares e tem a direção de Nailse Machado Cruz. E uma curiosidade: o significado da palavra “Zanzalá” é “flor de Deus”, é o nome da flor “aleluia” que aqui, floresce no coração da Serra do Mar. Zanzalá também foi inspiração para o escritor cubatense Afonso Schmidt que batizou com esse nome, a Cubatão de seus sonhos, cheia de progresso e maravilhas.
Texto: Morgana Monteiro
Fonte: www.cubatao.sp.gov.br
O Led Zeppelin foi o mais votado, seguido por Queen e The Beatles, na votação recente da BBC2 e BBC Rádio.
Eis as 10 “Melhores Bandas” eleitas pelos espectadores / ouvintes :
1. Led Zeppelin
2. Queen
3. The Beatles
4. The Clash
5. The Jimi Hendrix Experience
6. Joy Division
7. Nirvana
8. Radiohead
9. Rolling Stones
10. The Smiths
Fonte: http://blitz.aeiou.pt
A password will be e-mailed to you.