O fã e torcedor do Goias Gabriel Gonçalves Carvalho, uniu seu amor ao Queen e a seu time de futebol e fez uma faixa com suas duas paixões. Segue abaixo imagem e depoimento dele.

“Ontem, 08/09/10,  no jogo Goias 3×1 Guarani estreiei a faixa do Queen, que é o brasão da banda com as cores do Goias Esporte Clube, e pelo visto deu sorte ao time que estava ha 12 jogos sem vencer pelo campeonato.” (Gabriel Gonçalves Carvalho)

 

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Foto do site www.goiasec.com.br
Enviado por: Gabriel Carvalho

No dia 18 de outubro vai ser lançado o quarto volume do Singles Box.

Esse será o quarto e último volume. Contém singles de 1989 (The Miracle) a 1999 (Greatest Hits III).

Os extras principais serão: “Queen Talks” (Um conjunto de conversas entre os integrantes), uma versão ao vivo de “Stone Cold Crazy” feita em 1974 em Londres e o “Rock in Rio Blues”, gravado pela primeira e única vez no Rock in Rio, em janeiro de 1985.

Lista dos Cd’s:

Queen The Singles Collection Volume 4

CD Single 1
1. The Miracle
2. Stone Cold Crazy (Live)

CD Single 2
1. Innuendo
2. Bijou

CD Single 3
1. I’m Going Slightly Mad
2. The Hitman

CD Single 4
1. Headlong
2. All God’s People

CD Single 5
1. The Show Must Go On
2. Queen Talks

CD Single 6
1. Bohemian Rhapsody
2. These Are The Days Of Our Lives

CD Single 7
1. Heaven For Everyone (Single Version)
2. It’s A Beautiful Day

CD Single 8
1. A Winter’s Tale
2. Rock In Rio Blues

CD Single 9
1. Too Much Love Will Kill You
2. I Was Born To Love You

CD Single 10
1. Let Me Live
2. We Will Rock You (Live)
3. We Are The Champions (Live)

CD Single 11
1. You Don’t Fool Me (Edit)
2. You Don’t Fool Me (Album Version)

CD Single 12
1. No-One But You (Only The Good Die Young)
2. We Will Rock You (The Rick Rubin ‘Ruined’ Remix)
3. The Prize (Instrumental Remix for ‘The Eye’)

CD Single 13
1. Under Pressure Rah Mix (Radio Edit)
2. Under Pressure (Mike Spencer Remix)
3. Under Pressure (Live At Knebworth)

Fonte: www.queenonline.com
Enviado por: Emanuella Gomes

Confira entrevista de Marcelo Facundo, autor do livro Magic Works, ao programa Noite Total da rádio CBN.

O livro faz um rastreamento da história do Queen disco a disco. Confira abaixo:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=AhNn97YFCLY]

Fonte: http://cbn.globoradio.globo.com

O site da Uol postou um vídeo intitulado: IRRITA FÃ: Queen canta DORMI NA PRAÇA em português. No vídeo Brian e Freddie estão cantando Love of my life.

Para assistir  Clique Aqui

Fonte: www.uol.com.br

Mais uma vez a série Glee canta uma música do Queen, desta vez Bohemian Rhapsody.

O vídeo foi retirado do youtube por questão de direitos autorais, mas pode ser visto no site da MTV
http://www.mtv.co.uk/events/vmas

Dica: Este episódio passará amanhã, 08/09/2010, às 22:00 horas no Canal Fox.

Foi postado no kibeloco uma paródia com a música Bohemian Rhapsody.

MIDICHLORIAN RHAPSODY
Da série “Paródias de uma galáxia muito… muito distante”:

Fonte: www.kibeloco.com.br
Enviado por: Vick May

Brian deixou uma mensagem de felicitações a Freddie em seu soapbox:

Feliz aniversário “MERCURIAL ONE ”
Espero que a Cristal esteja gelada!

Love Bri

Ele foi perguntado por um fã que não entende a frase: “Espero que a Cristal esteja gelada”, e respondeu:

Ah –  Cristal era a champagne favorita de Freddie. Normalmente, ele tinha uma geladeira cheia dela em sua casa, em caso de visitas inesperadas!

Bri

Fonte: www.brianmay.com

….
Mas o público que foi ao evento também ouviu na voz da dupla Use Somebody, do Kings of Leon, uma versão instrumental de Slow Dancing In a Burning Room, de John Mayer, We Will Rock You, do Queen, e I Gotta Feeling, do Black Eyed Peas.
….

Para ler a notícia completa Clique Aqui

Fonte: www.r7.com

Cantor teve uma das mais belas vozes que o rock mundial já presenciou


Farrokh Bulsara, mais conhecido como Fredie Mercury, faz aniversário neste domingo (5). Se estivesse vivo, o artista faria 64 anos.

Com sua voz extraordinária, ele fez fama no grupo Queen. Ao lado dos britânicos, o compositor participou de eternos hits do rock como Love of my Life, Bohemian Rhapsody, Somebody to Love, We are the Champions e outras.

Mercury nasceu na localidade da Cidade de Pedra, na ilha Zanzibar, ex-colônia britânica, hoje pertencente à Tanzânia, na África Oriental.

Seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram indianos da religião zoroastriana. Mercury foi educado na St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombaim, na Índia, onde começou a ter aulas de piano.

Depois de se formar em sua terra natal, o rapaz de 18 anos e sua família mudaram-se em 1964 para a Inglaterra, devido a uma revolução iniciada em Zanzibar.

A partir daí, o rock and roll entrou de vez na vida de um dos melhores cantores que o gênero presenciou.

Freddie Mercury morreu de complicações em decorrência de Aids em 24 de novembro de 1991.

Fonte: www.r7.com

Há algo de espantoso e mágico quando Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor unem as suas vozes em estúdio. Em “Night at the Opera”, o trio vocal dos Queen construiu autênticas obras primas no universo das harmonias. Se escutarmos com atenção “The Prophet Song” é das melhores canções que os Queen fizeram e que nunca obteve o crédito devido. Foi a partir dessa veia operática fundida num Hard Rock potentissimo que os Queen se tornaram numa das bandas favoritas de muito boa gente.

Ao quarto álbum de estúdio, “A Night at The Opera”, o grupo acertou num Jackpot musical que os catapultou para uma outra “galáxia estratosférica” e que só os “protegidos dos Deuses” têm de vez em quando a sorte de tocar.

Neste disco, está cá tudo daquilo a que se pode chamar de o melhor dos Queen”. Guitarras pomposas (“Death on Two Legs” e “Sweet Lady”); baladas mercuriais (“Love of My Life”); odisseias espaciais a roçar o Rock Progressivo (“The Prophets Song); canções Pop inescapáveis (“You´re My Best Friend”) e temas de cariz mais duvidoso (como “39” ou “Seaside Rendezvous”) mas muito orelhudas ou comerciais.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wHEf1zhfrzM]

A pairar sobre esta panóplia de estilos e cruzamento de influências há”Bohemian Rhapsody”. O “killer tune” de todos os “killer tunes”. A balada de chorar as “pedras da calçada” travestida de Heavy Metal. Pelo meio ainda há uma secção “operática”: de meter inveja a muitos tenores e sopranos do mundo clássico..

Um disco que complementa muito bem qualquer discografia básica. Não só para quem gosta de Queen, mas também para todos aqueles que algum dia tiveram curiosidade em saber o que há para lá do universo de “Bohemian Rhapsody”.

Artigo escrito por Bolin1976
Fonte: http://blitz.aeiou.pt

Uma notícia boa sobre o Freddie hoje no dia de seu aniversário. Mais uma vez ele fica em primeiro lugar em uma pesquisa (Greatest Rock Legend of All Time).

O vocalista do Queen, Freddie Mercury foi nomeado “Maior lenda do rock de todos os tempos”. Esse cantor extravagante, que morreu em 1991, alcançou o primeiro lugar na enquete da pesquisa realizada no site OnePoll.com.

Mercury, que bateu Elvis Presley para reivindicar o título, vendeu 300 milhoes de discos após formar o Queen em 1970. Ele era conhecido por sua presença  carismática de palco durante seus 21 anos com a banda.

David Bowie, 63, foi o terceiro na enquete. O próximo foi o vocalista do Bon Jovi, Jon Bom Jovi, 48, seguido de Jimi Hendrix, Kurt Cobain, Jim Morrison, Slash, 45, e Bono, 50.

“Freddie Mercury tinha toda a voz, a imagem, a presença no palco, tudo” citou o porta-voz do OnePoll.com, Daily Star.

“Ele era idolatrado pelo mundo por milhões de fãs e sua lenda viverá para sempre. Ele combinou seu ouvido para a música com uma habilidade de agradar o público de um estádio, e milhões ficaram arrasados quando o HIV finalmente o matou em 1991″, acrescentou.

Fonte: www.hindustantimes.com
Tradução Vick May

Por Gabriela Brasileiro

A marca registrada do vocalista do Queen passou muitos séculos à margem da moda. Tudo indica que os primeiros bigodudos tenham surgido em 53 a.C., na região da Gália. Esse povo pintava seus pelos de verde e azul (as cores nacionais), como mostra de sua rebeldia contra o Império Romano.

Se já era símbolo de “gentinha bárbara”, na Idade Média a fama do bigode ficou ainda mais baixa. O pessoal começou a desenhar a pelagem em representações do demônio e aí pronto: o acessório preferido de Salvador Dalí e Hitler virou indício de adoração ao diabo.

Já nas décadas de 1970 e 80, a comunidade gay nova-iorquina deixou o buço cabeludo em reação à forte repressão por parte dos policiais. Prova disso é que grandes artistas homossexuais cultuavam seus bigodes, como o grupo Village People e, claro, Freddie Mercury.

Fonte : http://super.abril.com.br
Enviada por: Emanuella Gomes

Freddie Mercury está novamente nos Trending Topics do Twitter no Brasil. O motivo: Como o dia 05 de setembro é o seu aniversário, se tornou o assunto do Twitter, com direito a muitas felicitações devido à data.

Enviado por: Emanuella Gomes

Há exatos 64 anos, na ilha de Zanzibar, parte da Tanzânia, nascia aquele que viria a se tornar um dos maiores nomes da música mundial, Farokh Bommi Bulsara.

Filho de pais indianos, Bommi e Jer Bulsara, Farokh foi educado em escola inglesa na Índia, lá teve o primeiro contato com a música tendo aulas de piano. Foi nesta escola, St. Peter Boarding School, que começou a ser chamado de Freddie.

Freddie se formou em sua terra natal e em 1964, já com 18 anos, se mudou junto com sua família para Inglaterra.

Já na Inglaterra, Freddie, formou-se em Design Gráfico e Artístico, na Ealing Art College. Foi na faculdade que conheceu Tim Staffell, que tinha uma banda chamada Smile, que tinha Brian May e Roger Taylor como integrantes, Freddie ia sempre aos ensaios da banda.

Em 1970 Tim deixa a banda e Freddie acaba ficando como vocalista, e muda o nome da banda para Queen. Neste mesmo período Freddie decide mudar seu nome para Mercury.

Foi em 1970 também que Freddie conheceu Mary Austin, que se tornou uma pessoa muito especial para ele. Eles viveram juntos por cerca de 5 anos e foi a ela que se assumiu ser bissexual. Mesmo com o fim do relacionamento os dois se mantiveram grandes amigos. Freddie declarou que Mary era acima de tudo o verdadeiro amor de sua vida.

Freddie levou a vida de maneira intensa, em todos os sentidos, como sempre declarava. No início da década de 90 surgiram rumores de que ele estaria com AIDS, até então uma doença discriminatória, ele sempre negou. Porém em 23 de novembro de 1991, um dia antes de falecer, Freddie declarou estar com AIDS. No dia 24 de novembro de 1991, em sua casa, Garden Lodge, Freddie veio a falecer ao Lado de seu último companheiro Jim Hutton.

Mas a data de hoje, 5 de setembro, não é para tristezas e sim para muito alegria, pois foi quando nasceu um pequeno Indiano que conquistou o mundo, com suas músicas, suas letras, seu carisma e seu amor pela vida.

Parabéns Freddie, nós sempre te amaremos…

clipe legendado de In My Defence
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=VsXyNsHBWpg]

Foram adicionados novos vídeos no canal oficial do Brian May no youtube. Confira aparições recentes de Brian e Kerry Ellis nos vídeos abaixo:
Brian May and Kerry Ellis Michael Ball Show 2 Sept 2010 (ITV1)

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=kfRJuIWEXe4]

Kerry Ellis and Brian May Tonight’s The Night 21 Aug 2010 (BBC One)


[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=WbPGZ4kFNyo]

Vamos recordar Freddie em discurso directo. Hoje, 3 de Setembro comemora-se o “Freddie Mercury Day” iniciativa associada ao fundo de luta contra a SIDA “Mercury Phoenix Trust”, 2 dias antes de passar mais um aniversário de Fred (5 de Setembro faria 64 anos).

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4FNoIDgNE6o&feature=player_embedded]

Eis algumas das mais emblemáticas ( e raras) declarações que Mercury deu ao longo da carreira. Estão todas reunidas no livro “Freddie Mercury Auto-Retrato” e aqui reproduzo algumas em jeito de homenagem (penso que, quem não conhece, terá interresse em ler):

“Não vou ser uma estrela, vou ser uma lenda! Quero ser o Rudolph Nureyev do rock n’ roll!”

“Quando os Queen começaram, todos queriamos alcançar o topo da tabela de vendas e não nos íamos contentar com nada menos do que isso. Tem que se ter muita confiança para vencer neste meio. É inútil dizer-se que não se precisa dela. Se se começa a dizer, “se calhar não sou assim tão bom, se calhar é melhor contentar-me com o 2º lugar” mais vale desistir (…). Tinhamos muita garra, tínhamos todos, também, um ego muito grande”.

Eu sou o único da banda que é do meio artístico. os outros são todos cientistas. O Roger vem da Biologia, o John da Electrónica e o Brian da Física. nem em sonhos teria imaginado que alguém como o Brian, um astrónomo (…) pegasse numa guitarra e se tornasse um roqueiro e aí o têm!”

“Nunca me considerei o líder dos Queen. Quanto muito a pessoa mais importante…”

“Não se pode andar a bradar aos céus “sou um músico maravilhoso! Ontem à noite escrevi uma canção estupenda” tem que se fazer tudo para ser descoberto. parte do talento é fazer com que a música toque as pessoas. Não basta ser um músico maravilhoso e um compositor notável, hà por aí muitos.É preciso exigir mais de nós (…)”

“Não posso viver permanentemente uma vida a 4. Devido ao nosso trabalho, viamo-nos com frequencia e tal como na vida, estar sempre rodeado das mesmas pessoas leva-nos à loucura. Por isso, quando acaba o trabalho eu sigo a minha vida e eles a deles. Pode acontecer não falarmos meses a fio, fazermos uma digressão e continuarmos em sintonia. A música é o que nos aproxima e aprendemos a aceitar-nos instintivamente. (…) Sim, discutimos muito mas no fim o que realmente importa é que acabamos por ter um bom produto, um bom material. Usamos a nossa inteligência.”

“É muito fácil ser-se egoísta e dizer-se “Sim, sou o maior!”. os egos podem descontrolar-se e todo o tipo de coisas pode acontecer, por isso é preciso ter os pés bem assentes na terra. Imagino que a isto  se chama ser-se PROFISSIONAL.”

“Nunca esquecerei o “A Night At The Opera”. Dos primeiros 4 albuns foi o que mais tempo levou a fazer. Não estávamos preparados para aquilo. Era mais importante fazer o album da maneira que nós queríamos depois de demorarmos tanto tempo com ele”

“Meus queridos, sejamos francos, somos a banda mais tresloucada que já existiu”

“A minha responsabilidade para com o público é realizar um bom espectáculo e assegurar que disfrutam de um bom e sólido entretenimento por parte dos Queen. Apenas isso. tenho que conseguir conqusitá-los e fazer-lhes sentir que se divertiram, ou não será um concerto bem sucedido. (…) sei que é um lugar comum dizer “tive-os na palma da mão” mas sinto que quanto mais depressa conseguir isso melhor, porque o que interessa é a sensação de se ter tudo sob controlo. Quando isso acontece sei que está tudo bem.”

“Sou tão poderoso em palco que sinto que criei um mosntro. Quando estou a actuar sou extrovertido mas por dentro sou completamente diferente. Em palco sou um machão, um objecto sexual e sou muito arrogante, por isso a maioria das pessoas não me leva muito a sério. Mas não é assim que eu sou. Eles não sabem o que sou verdadeiramente por dentro.”

“As pessoas acham que se sou um desvairado no palco também o devo ser na vida. Mas não sou. Essa coisa de eu viver uma vida de excessos é completamente desmesurada. Limito-me a viver coma lguns excessos mas não sou sempre um alucinado (…). Sou espalhafatoso, tenho muita energia e gosto de fazer as coisas depressa(…). Por causa da personagem que encarno em palco as pessoas pensam que sou sempre assim. se fosse, teria morrido hà muito tempo.”

“Já lá vão os tempos em que devido às expectativas das pessoas, achava que tinha que reproduzir fora do palco essa imagem do Freddie Mercury. Descobri que podemos tornar-nos pessoas muito solitárias se o fizermos. Como tal, não tenho medo de sair do palco e ser efectivamente o que sou – que pode ser muito aborrecido e trivial para algumas pessoas. (…) de facto algumas pessoas quando em cionhecem ficam desiludidas pois esperam que eus eja, exactamente, como no palco.”

“Sou um ser  humano e gostava que as pessoas percebessem que sou mau e bom, como toda a gente. Tenhos os mesmos sentimentos e o mesmo tipo de natureza destrutiva. Penso que as pessoas me deviam permitir essa liberdade. Gosto de pensar que estou a ser o meu verdadeiro eu e estou-me nas tintas para o que os outros pensam.”

“Essencialmente as pessoas querem arte, espectáculo e ver-nos sair das nossas limusinas. por isso vemos os albuns e os concertos como duas esferas diferentes de trabalho. Estar em estúdio e estar em palco frente a um público que nos leva ao rubro são sensações completamente diferentes.”

“Somos muito exigentes  connosco próprios (…) gritamos que nos fartamos , damos cabo dos camarins e libertamos toda a nossa tensão. Somos muito esquisitos com tudo, até com o ar que nos rodeia. Uma noite o Roger estava de tão mau humor que atirou com a maldita bateria pelo palco. Quase me acertou coma quilo, podia ter morrido. (…).

Bohemian Rhapsody foi muito pensada, era algo que queria fazer hà muito tempo e o 4º disco era o momento. (…) fiz alguma pesquisa. Apesar de ser burlesca e uma simulação paródica de Opera queria uma coisa muito ao estilo Queen. (…) queria ser escandaloso com as vozes porque estamos sempre a ser comparados com outras pesssoas, o que é muito estúpido.”

“Querem saber segredos do ofício? Muito bem, foi uma tarefa e pêras! Foi feita em 3 secções definitivas, que foram encaixadas umas nas outras. cada uma exigiu muita concentração. A secção de Ópera no meio foi a que nos pôs mais à prova pois queriámos recriar apenas com 3 de nós uma grande secção de acordes líricos harmoniosos – Brian, Roger e eu a cantar. Isto envolveu uma série de sobreposição de faixas e outras tantas coisas. Acho que nós os 3 criámos uma peça com um efeito de um coro de 160 a 200 pessoas.”

“Ninguém gosta do meu verdadeiro EU. No fundo eles estão todos apaixonados pela minha fama e pelo meu estrelato. (…). Eu quero ter um relacionamento mas é como se tivesse que estar sempre a lutar por isso. (…) Tenta-se separar uma coisa da outra e não é fácil pois são 2 lados da mesma moeda. Tive aventuras amorosas que correram mal e é muito difícil encontrar alguém genuíno. Não se consegue perceber se nos querem a nós ou ao FREDDIE MERCURY a super estrela…e ele é alguém muito diferente.”

“Claro que tive vários amantes. Mais do que a Liz Taylor! Homens e mulheres. Mas os meus casos não duravam. Todos correram mal. (…) Não me apaixono da mesma forma por um homem e por uma mulher. São coisas diferentes.”

“O sucesso trouxe-me milhões de libras e uma adulação mundial, mas não aquilo de que todos precisamos. (…) a maior parte das pessoas questiona como “é que o Freddie pode ser uma pessoa solitária? ele tem dinheiro, carros, motoristas, é adorado mundialmente, tem pessoas literalmente a cairem-lhe aos pés, TUDO. Bem pode aparentar-se ter tudo e não ter nada de facto. Sabem, por vezes este tipo de solidão, independentemente de todas as pessoas à nossa volta é a mais dolorosa.”

“Lembrem-se de que fomos responsáveis pela febre dos telediscos”

“Estou tão farto destas pessoas que não admitem que tudo o que fazemos transpira originalidade!”

“Afinal o que sabem os jornalistas e os críticos? Nada! Que se fodam.”

“Eu e a horrenda imprensa britÂnica estamos bem um para o outro. Eles odeiam-me e eu odeio-os”.

“Penso que o I Want To Break Free resulta bem pelo burlesco.  Tem um elemento de comédia, diversão, uma paródia à “Coronation Street” (novela britânica ). Em Inglaterra todos perceberam, se divertiram, entenderam que NADA tinha de sexual…nos EUA foi um escandalo, foi censurada, incrível!”

“Hà pessoas que se contentam com o 2º lugar. Eu não. Assumo-o como uma derrota. Quando se vive a experiÊncia de se ser o 1º, o númro 2 não é suficiente.”

“Quando morrer quero ser recordado como um músico de alguma substância e valor. Não sei como irei ser recordado. Não pensei nisso. Assunto arrumado. Não, não penso nisso. Não me ponho a matutar “Valha-me Deus! será que se vão lembrar de mim depois de morrer?” É com eles! Quem é que se vai ralar com isso depois de eu morrer? Eu não.”

“Acho que o Bob Geldof é a Madre Teresa do Rock n’ Roll. O live Aid é uma muito boa causa e ao empenhar-se verdadeiramente numa coisa dsete género , penso que o Bob Geldof  fez algo maravilhoso”.

“O LIVE AID vai ser caótico. Tem que ser. É QUE NÃO SOMOS PROPRIAMENTE UMAS CRIANÇAS BEM COMPORTADAS, VERDADE? E essa vai ser a melhor parte. Muito atrito e todos a tentar superar-nos uns aos outros e a ter a melhor actuação”

Freddie inicialmente não queria actuar no Live Aid , nunca pretendera ter qualquer papel político ou ser bandeira de qualquer causa, mas Geldof lá o convenceu. O LIVE AID 85, além de um dos maiores eventos musicais de sempre, acabaria por oferecer aos Queen um ponto muito alto da sua carreira. O medley da banda, com um Freddie particularmente endiabrado em palco seria considerado posteriormente pela imprensa musical, o “melhor momento ao vivo de sempre de uma banda”. A reacção do público em Wembley surpreendeu os Queen (por força do vídeo “Radio GaGa” a multidão começou a bater palmas em uníssono no refrão).

Freddie e May voltaria ao palco mais tarde para interpretar a lindíssima “Is This The World We Created”.

Coloco o vídeo da actuação em Wembley pois parece-me a  melhor forma de homenagear Mercury e os Queen.

Para terminar, uma célebre frase de Fred no fim de um concerto ( Bowl, se não me engano)

“Deus vos abençoe, tenham sonhos cor-de-rosa…seus estupores”

PS: Matéria escrita em português de Portugal

Artigo escrito por DWilde
Fonte: http://blitz.aeiou.pt

Muita pesquisa, técnica e paixão foram os ingredientes usados por Marcelo Facundo Severo para escrever “Queen – Magic Works”, livro lançado recentemente pela editora Mandacaru contendo a história de uma das mais influentes e amadas bandas da história do Rock mundial.

Mais do que uma simples biografia da banda, em “Queen – Magic Works” o autor “ressalta o contexto histórico” no qual o grupo surgiu e dá detalhes para alimentar a admiração dos fãs falando sobre os instrumentos utilizados, os locais onde os clássicos foram gravados e o que inspirou a banda a compor determinadas músicas.

O livro também traz informações sobre a trajetória musical dos quatro integrantes antes de se unirem e formarem o Queen. Além disso, há um extenso trabalho de análise das faixas de todos os álbuns.

O autor, Marcelo Facundo Severo, é fã da banda há 20 anos e colunista do fã-clube Queen.net. O livro pode ser comprado pelo site www.livroqueenmagicworks.com.br. E fique ligado que em breve o Território da Música fará uma promoção com sorteios de exemplares do livro.

Fonte: www.territoriodamusica.com

Brian May e Roger Taylor estarão amanhã, 3 de setembro, na estréia do musical We Will Rock You, no teatro Beatrix em Utrecht, na Holanda.

O elenco do musical, após inteso período de ensaios está pronto para estréia.

Fonte: http://musical.blog.nl

Além das apresentações das cheerleaders na sede do grupo do Brasil no Mundial da Turquia, o público tem se divertido na Arena Abdi Ipekçi com um duelo de karaokê. As músicas têm versão em turco e inglês. A escolha do vencedor é feita através de um sensor que mede as palmas para cada concorrente. “We are the champions” e “We will rock you”, do Queen; e “I will survive”, sucesso da década de 70 na voz de Gloria Gaynor, são algumas das canções que fazem parte do repertório dos participantes. Os mais desafinados têm sido ajudados por outros torcedores.

Se a ordem, vinda do animador, é mesmo fazer barulho, o desafio seguinte envolve todo o ginásio. Quanto mais palmas, mais chances tem o jogador virtual que aparece no telão de ter uma cobrança perfeita de lance livre. O vencedor ganha brindes do campeonato. Durante todas as partidas estão sendo lançadas ao público camisas e mini bolas.

Fonte: www.globoesporte.com

Por João Gobo (www.rockbrigade.com.br)

No último domingo, dia 22 de agosto, aconteceu o lançamento do livro Queen Magic Works, de autoria de Marcelo Facundo Severo. O evento ocorreu no bar Little Darling, em São Paulo e a ROCK BRIGADE não poderia ficar de fora!!! Segundo o autor, esse trabalho é fruto de muitas pesquisas, trabalho duro e dedicação à obra do quarteto inglês. Esse é, aliás, o foco principal. Contar a história da banda, tendo como enfoque a produção musical do Queen.

Durante o evento, Marcelo explicou um pouco sobre sua abordagem para a composição do livro e mostrou curiosidades, como a versão demo, de algumas músicas, entre elas Keep Yourself Alive, Fell Like que seria rebatizada posteriormente como Under Pressure, entre outras. Também autografou os exemplares dos presentes e por fim tocou com sua banda Magic Rockin que presta tributo ao grupo britânico.

A apresentação, recheada de clássicos, agradou muito aos presentes. Músicas como One Vision, Tie Your Mother Down, Somebody To Love, Another One Bites To Dust, Under Pressure, A Kind Of Magic, I Want To Break Free, Love Of My Life, Bohemian Rhapsody e outras tantas, literalmente, arrancaram pessoas de suas cadeiras!!!

Um evento que merece menção não apenas por se tratar de uma banda mundialmente respeitada e idolatrada, mas pela iniciativa do autor em compartilhar conhecimento, preenchendo um pouco a lacuna cultural que ainda existe por aqui!!!

Fonte: www.rockbrigade.com.br

Para comrpar o livro, acesse o site oficial  www.livroqueenmagicworks.com.br