Há exatos 64 anos, na ilha de Zanzibar, parte da Tanzânia, nascia aquele que viria a se tornar um dos maiores nomes da música mundial, Farokh Bommi Bulsara.

Filho de pais indianos, Bommi e Jer Bulsara, Farokh foi educado em escola inglesa na Índia, lá teve o primeiro contato com a música tendo aulas de piano. Foi nesta escola, St. Peter Boarding School, que começou a ser chamado de Freddie.

Freddie se formou em sua terra natal e em 1964, já com 18 anos, se mudou junto com sua família para Inglaterra.

Já na Inglaterra, Freddie, formou-se em Design Gráfico e Artístico, na Ealing Art College. Foi na faculdade que conheceu Tim Staffell, que tinha uma banda chamada Smile, que tinha Brian May e Roger Taylor como integrantes, Freddie ia sempre aos ensaios da banda.

Em 1970 Tim deixa a banda e Freddie acaba ficando como vocalista, e muda o nome da banda para Queen. Neste mesmo período Freddie decide mudar seu nome para Mercury.

Foi em 1970 também que Freddie conheceu Mary Austin, que se tornou uma pessoa muito especial para ele. Eles viveram juntos por cerca de 5 anos e foi a ela que se assumiu ser bissexual. Mesmo com o fim do relacionamento os dois se mantiveram grandes amigos. Freddie declarou que Mary era acima de tudo o verdadeiro amor de sua vida.

Freddie levou a vida de maneira intensa, em todos os sentidos, como sempre declarava. No início da década de 90 surgiram rumores de que ele estaria com AIDS, até então uma doença discriminatória, ele sempre negou. Porém em 23 de novembro de 1991, um dia antes de falecer, Freddie declarou estar com AIDS. No dia 24 de novembro de 1991, em sua casa, Garden Lodge, Freddie veio a falecer ao Lado de seu último companheiro Jim Hutton.

Mas a data de hoje, 5 de setembro, não é para tristezas e sim para muito alegria, pois foi quando nasceu um pequeno Indiano que conquistou o mundo, com suas músicas, suas letras, seu carisma e seu amor pela vida.

Parabéns Freddie, nós sempre te amaremos…

clipe legendado de In My Defence
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=VsXyNsHBWpg]

Foram adicionados novos vídeos no canal oficial do Brian May no youtube. Confira aparições recentes de Brian e Kerry Ellis nos vídeos abaixo:
Brian May and Kerry Ellis Michael Ball Show 2 Sept 2010 (ITV1)

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=kfRJuIWEXe4]

Kerry Ellis and Brian May Tonight’s The Night 21 Aug 2010 (BBC One)


[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=WbPGZ4kFNyo]

Vamos recordar Freddie em discurso directo. Hoje, 3 de Setembro comemora-se o “Freddie Mercury Day” iniciativa associada ao fundo de luta contra a SIDA “Mercury Phoenix Trust”, 2 dias antes de passar mais um aniversário de Fred (5 de Setembro faria 64 anos).

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4FNoIDgNE6o&feature=player_embedded]

Eis algumas das mais emblemáticas ( e raras) declarações que Mercury deu ao longo da carreira. Estão todas reunidas no livro “Freddie Mercury Auto-Retrato” e aqui reproduzo algumas em jeito de homenagem (penso que, quem não conhece, terá interresse em ler):

“Não vou ser uma estrela, vou ser uma lenda! Quero ser o Rudolph Nureyev do rock n’ roll!”

“Quando os Queen começaram, todos queriamos alcançar o topo da tabela de vendas e não nos íamos contentar com nada menos do que isso. Tem que se ter muita confiança para vencer neste meio. É inútil dizer-se que não se precisa dela. Se se começa a dizer, “se calhar não sou assim tão bom, se calhar é melhor contentar-me com o 2º lugar” mais vale desistir (…). Tinhamos muita garra, tínhamos todos, também, um ego muito grande”.

Eu sou o único da banda que é do meio artístico. os outros são todos cientistas. O Roger vem da Biologia, o John da Electrónica e o Brian da Física. nem em sonhos teria imaginado que alguém como o Brian, um astrónomo (…) pegasse numa guitarra e se tornasse um roqueiro e aí o têm!”

“Nunca me considerei o líder dos Queen. Quanto muito a pessoa mais importante…”

“Não se pode andar a bradar aos céus “sou um músico maravilhoso! Ontem à noite escrevi uma canção estupenda” tem que se fazer tudo para ser descoberto. parte do talento é fazer com que a música toque as pessoas. Não basta ser um músico maravilhoso e um compositor notável, hà por aí muitos.É preciso exigir mais de nós (…)”

“Não posso viver permanentemente uma vida a 4. Devido ao nosso trabalho, viamo-nos com frequencia e tal como na vida, estar sempre rodeado das mesmas pessoas leva-nos à loucura. Por isso, quando acaba o trabalho eu sigo a minha vida e eles a deles. Pode acontecer não falarmos meses a fio, fazermos uma digressão e continuarmos em sintonia. A música é o que nos aproxima e aprendemos a aceitar-nos instintivamente. (…) Sim, discutimos muito mas no fim o que realmente importa é que acabamos por ter um bom produto, um bom material. Usamos a nossa inteligência.”

“É muito fácil ser-se egoísta e dizer-se “Sim, sou o maior!”. os egos podem descontrolar-se e todo o tipo de coisas pode acontecer, por isso é preciso ter os pés bem assentes na terra. Imagino que a isto  se chama ser-se PROFISSIONAL.”

“Nunca esquecerei o “A Night At The Opera”. Dos primeiros 4 albuns foi o que mais tempo levou a fazer. Não estávamos preparados para aquilo. Era mais importante fazer o album da maneira que nós queríamos depois de demorarmos tanto tempo com ele”

“Meus queridos, sejamos francos, somos a banda mais tresloucada que já existiu”

“A minha responsabilidade para com o público é realizar um bom espectáculo e assegurar que disfrutam de um bom e sólido entretenimento por parte dos Queen. Apenas isso. tenho que conseguir conqusitá-los e fazer-lhes sentir que se divertiram, ou não será um concerto bem sucedido. (…) sei que é um lugar comum dizer “tive-os na palma da mão” mas sinto que quanto mais depressa conseguir isso melhor, porque o que interessa é a sensação de se ter tudo sob controlo. Quando isso acontece sei que está tudo bem.”

“Sou tão poderoso em palco que sinto que criei um mosntro. Quando estou a actuar sou extrovertido mas por dentro sou completamente diferente. Em palco sou um machão, um objecto sexual e sou muito arrogante, por isso a maioria das pessoas não me leva muito a sério. Mas não é assim que eu sou. Eles não sabem o que sou verdadeiramente por dentro.”

“As pessoas acham que se sou um desvairado no palco também o devo ser na vida. Mas não sou. Essa coisa de eu viver uma vida de excessos é completamente desmesurada. Limito-me a viver coma lguns excessos mas não sou sempre um alucinado (…). Sou espalhafatoso, tenho muita energia e gosto de fazer as coisas depressa(…). Por causa da personagem que encarno em palco as pessoas pensam que sou sempre assim. se fosse, teria morrido hà muito tempo.”

“Já lá vão os tempos em que devido às expectativas das pessoas, achava que tinha que reproduzir fora do palco essa imagem do Freddie Mercury. Descobri que podemos tornar-nos pessoas muito solitárias se o fizermos. Como tal, não tenho medo de sair do palco e ser efectivamente o que sou – que pode ser muito aborrecido e trivial para algumas pessoas. (…) de facto algumas pessoas quando em cionhecem ficam desiludidas pois esperam que eus eja, exactamente, como no palco.”

“Sou um ser  humano e gostava que as pessoas percebessem que sou mau e bom, como toda a gente. Tenhos os mesmos sentimentos e o mesmo tipo de natureza destrutiva. Penso que as pessoas me deviam permitir essa liberdade. Gosto de pensar que estou a ser o meu verdadeiro eu e estou-me nas tintas para o que os outros pensam.”

“Essencialmente as pessoas querem arte, espectáculo e ver-nos sair das nossas limusinas. por isso vemos os albuns e os concertos como duas esferas diferentes de trabalho. Estar em estúdio e estar em palco frente a um público que nos leva ao rubro são sensações completamente diferentes.”

“Somos muito exigentes  connosco próprios (…) gritamos que nos fartamos , damos cabo dos camarins e libertamos toda a nossa tensão. Somos muito esquisitos com tudo, até com o ar que nos rodeia. Uma noite o Roger estava de tão mau humor que atirou com a maldita bateria pelo palco. Quase me acertou coma quilo, podia ter morrido. (…).

Bohemian Rhapsody foi muito pensada, era algo que queria fazer hà muito tempo e o 4º disco era o momento. (…) fiz alguma pesquisa. Apesar de ser burlesca e uma simulação paródica de Opera queria uma coisa muito ao estilo Queen. (…) queria ser escandaloso com as vozes porque estamos sempre a ser comparados com outras pesssoas, o que é muito estúpido.”

“Querem saber segredos do ofício? Muito bem, foi uma tarefa e pêras! Foi feita em 3 secções definitivas, que foram encaixadas umas nas outras. cada uma exigiu muita concentração. A secção de Ópera no meio foi a que nos pôs mais à prova pois queriámos recriar apenas com 3 de nós uma grande secção de acordes líricos harmoniosos – Brian, Roger e eu a cantar. Isto envolveu uma série de sobreposição de faixas e outras tantas coisas. Acho que nós os 3 criámos uma peça com um efeito de um coro de 160 a 200 pessoas.”

“Ninguém gosta do meu verdadeiro EU. No fundo eles estão todos apaixonados pela minha fama e pelo meu estrelato. (…). Eu quero ter um relacionamento mas é como se tivesse que estar sempre a lutar por isso. (…) Tenta-se separar uma coisa da outra e não é fácil pois são 2 lados da mesma moeda. Tive aventuras amorosas que correram mal e é muito difícil encontrar alguém genuíno. Não se consegue perceber se nos querem a nós ou ao FREDDIE MERCURY a super estrela…e ele é alguém muito diferente.”

“Claro que tive vários amantes. Mais do que a Liz Taylor! Homens e mulheres. Mas os meus casos não duravam. Todos correram mal. (…) Não me apaixono da mesma forma por um homem e por uma mulher. São coisas diferentes.”

“O sucesso trouxe-me milhões de libras e uma adulação mundial, mas não aquilo de que todos precisamos. (…) a maior parte das pessoas questiona como “é que o Freddie pode ser uma pessoa solitária? ele tem dinheiro, carros, motoristas, é adorado mundialmente, tem pessoas literalmente a cairem-lhe aos pés, TUDO. Bem pode aparentar-se ter tudo e não ter nada de facto. Sabem, por vezes este tipo de solidão, independentemente de todas as pessoas à nossa volta é a mais dolorosa.”

“Lembrem-se de que fomos responsáveis pela febre dos telediscos”

“Estou tão farto destas pessoas que não admitem que tudo o que fazemos transpira originalidade!”

“Afinal o que sabem os jornalistas e os críticos? Nada! Que se fodam.”

“Eu e a horrenda imprensa britÂnica estamos bem um para o outro. Eles odeiam-me e eu odeio-os”.

“Penso que o I Want To Break Free resulta bem pelo burlesco.  Tem um elemento de comédia, diversão, uma paródia à “Coronation Street” (novela britânica ). Em Inglaterra todos perceberam, se divertiram, entenderam que NADA tinha de sexual…nos EUA foi um escandalo, foi censurada, incrível!”

“Hà pessoas que se contentam com o 2º lugar. Eu não. Assumo-o como uma derrota. Quando se vive a experiÊncia de se ser o 1º, o númro 2 não é suficiente.”

“Quando morrer quero ser recordado como um músico de alguma substância e valor. Não sei como irei ser recordado. Não pensei nisso. Assunto arrumado. Não, não penso nisso. Não me ponho a matutar “Valha-me Deus! será que se vão lembrar de mim depois de morrer?” É com eles! Quem é que se vai ralar com isso depois de eu morrer? Eu não.”

“Acho que o Bob Geldof é a Madre Teresa do Rock n’ Roll. O live Aid é uma muito boa causa e ao empenhar-se verdadeiramente numa coisa dsete género , penso que o Bob Geldof  fez algo maravilhoso”.

“O LIVE AID vai ser caótico. Tem que ser. É QUE NÃO SOMOS PROPRIAMENTE UMAS CRIANÇAS BEM COMPORTADAS, VERDADE? E essa vai ser a melhor parte. Muito atrito e todos a tentar superar-nos uns aos outros e a ter a melhor actuação”

Freddie inicialmente não queria actuar no Live Aid , nunca pretendera ter qualquer papel político ou ser bandeira de qualquer causa, mas Geldof lá o convenceu. O LIVE AID 85, além de um dos maiores eventos musicais de sempre, acabaria por oferecer aos Queen um ponto muito alto da sua carreira. O medley da banda, com um Freddie particularmente endiabrado em palco seria considerado posteriormente pela imprensa musical, o “melhor momento ao vivo de sempre de uma banda”. A reacção do público em Wembley surpreendeu os Queen (por força do vídeo “Radio GaGa” a multidão começou a bater palmas em uníssono no refrão).

Freddie e May voltaria ao palco mais tarde para interpretar a lindíssima “Is This The World We Created”.

Coloco o vídeo da actuação em Wembley pois parece-me a  melhor forma de homenagear Mercury e os Queen.

Para terminar, uma célebre frase de Fred no fim de um concerto ( Bowl, se não me engano)

“Deus vos abençoe, tenham sonhos cor-de-rosa…seus estupores”

PS: Matéria escrita em português de Portugal

Artigo escrito por DWilde
Fonte: http://blitz.aeiou.pt

Muita pesquisa, técnica e paixão foram os ingredientes usados por Marcelo Facundo Severo para escrever “Queen – Magic Works”, livro lançado recentemente pela editora Mandacaru contendo a história de uma das mais influentes e amadas bandas da história do Rock mundial.

Mais do que uma simples biografia da banda, em “Queen – Magic Works” o autor “ressalta o contexto histórico” no qual o grupo surgiu e dá detalhes para alimentar a admiração dos fãs falando sobre os instrumentos utilizados, os locais onde os clássicos foram gravados e o que inspirou a banda a compor determinadas músicas.

O livro também traz informações sobre a trajetória musical dos quatro integrantes antes de se unirem e formarem o Queen. Além disso, há um extenso trabalho de análise das faixas de todos os álbuns.

O autor, Marcelo Facundo Severo, é fã da banda há 20 anos e colunista do fã-clube Queen.net. O livro pode ser comprado pelo site www.livroqueenmagicworks.com.br. E fique ligado que em breve o Território da Música fará uma promoção com sorteios de exemplares do livro.

Fonte: www.territoriodamusica.com

Brian May e Roger Taylor estarão amanhã, 3 de setembro, na estréia do musical We Will Rock You, no teatro Beatrix em Utrecht, na Holanda.

O elenco do musical, após inteso período de ensaios está pronto para estréia.

Fonte: http://musical.blog.nl

Além das apresentações das cheerleaders na sede do grupo do Brasil no Mundial da Turquia, o público tem se divertido na Arena Abdi Ipekçi com um duelo de karaokê. As músicas têm versão em turco e inglês. A escolha do vencedor é feita através de um sensor que mede as palmas para cada concorrente. “We are the champions” e “We will rock you”, do Queen; e “I will survive”, sucesso da década de 70 na voz de Gloria Gaynor, são algumas das canções que fazem parte do repertório dos participantes. Os mais desafinados têm sido ajudados por outros torcedores.

Se a ordem, vinda do animador, é mesmo fazer barulho, o desafio seguinte envolve todo o ginásio. Quanto mais palmas, mais chances tem o jogador virtual que aparece no telão de ter uma cobrança perfeita de lance livre. O vencedor ganha brindes do campeonato. Durante todas as partidas estão sendo lançadas ao público camisas e mini bolas.

Fonte: www.globoesporte.com

Por João Gobo (www.rockbrigade.com.br)

No último domingo, dia 22 de agosto, aconteceu o lançamento do livro Queen Magic Works, de autoria de Marcelo Facundo Severo. O evento ocorreu no bar Little Darling, em São Paulo e a ROCK BRIGADE não poderia ficar de fora!!! Segundo o autor, esse trabalho é fruto de muitas pesquisas, trabalho duro e dedicação à obra do quarteto inglês. Esse é, aliás, o foco principal. Contar a história da banda, tendo como enfoque a produção musical do Queen.

Durante o evento, Marcelo explicou um pouco sobre sua abordagem para a composição do livro e mostrou curiosidades, como a versão demo, de algumas músicas, entre elas Keep Yourself Alive, Fell Like que seria rebatizada posteriormente como Under Pressure, entre outras. Também autografou os exemplares dos presentes e por fim tocou com sua banda Magic Rockin que presta tributo ao grupo britânico.

A apresentação, recheada de clássicos, agradou muito aos presentes. Músicas como One Vision, Tie Your Mother Down, Somebody To Love, Another One Bites To Dust, Under Pressure, A Kind Of Magic, I Want To Break Free, Love Of My Life, Bohemian Rhapsody e outras tantas, literalmente, arrancaram pessoas de suas cadeiras!!!

Um evento que merece menção não apenas por se tratar de uma banda mundialmente respeitada e idolatrada, mas pela iniciativa do autor em compartilhar conhecimento, preenchendo um pouco a lacuna cultural que ainda existe por aqui!!!

Fonte: www.rockbrigade.com.br

Para comrpar o livro, acesse o site oficial  www.livroqueenmagicworks.com.br

Video da cantora Pink, da “Funhouse Tour”, gravado na Austrália, em que ela canta Bohemian Rhapsody e usa uma jaqueta amarela. Vale a pena assistir…

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ZRLwsr_j2S4]

Dica da Eripa Pollice

Adam Lambert discutiu os boatos de que lhe foi oferecido o cargo de vocalista do Queen.
Adam, que cantou com a banda de Brian May e Roger Taylor no American Idol, colocou o boato na mídia.

“Eu acho que aquilo foi um boato de internet” disse ele para o Undercover News.
“Basicamente eles me disseram ‘adoraríamos trabalhar com você de novo algum dia e falar sobre uma possível colaboração’. As palavras ‘Você poderia ser o nosso novo vocalista’ nunca foram ditas”.

Adam descreveu seu desempenho como “surreal”, e ainda disse: “Eu não poderia acreditar que eu estava lá com Brian May e Roger Taylor. Foi bizarro. Foi como um sonho.”

abaixo video da final do American Idols em que o QUEEN tocou com os finalistas Adam Lambert e Kris Allen

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2tqR3GUdopA]

Fonte: www.fleckingrecords.co.uk
Traduzido por: Vick may

A estilista britânica Zandra Rhodes afirmou ao site da revista “Vogue” inglesa que adoraria vestir a cantora Lady Gaga. “Adoro o modo como ela coloca sua visão em suas roupas – eu poderia fazer para ela um caftã transparente e ela ficaria fabulosa”, conta Zandra.

A estilista, que está constantemente em São Francisco desenhando fantasias para a ópera Aida, explicou como ela gostaria de ter Lady Gaga no estúdio para uma prova de roupas. “Se ela algum dia quiser que eu desenhe algo para ela, vou fazer o que fiz com Freddie Mercury e Queen –  ela pode escolher o que quiser que eu faço”, afirma Zandra Rhodes. “É apenas uma questão de ver como as coisas acontecem. Ela pode provar algumas peças e nós partimos daí”, continua.

Fonte: www.abril.com.br

“Anthems”, o álbum de estréia  da estrela do We Will Rock You Kerry Ellis será lançado dia 13 de setembro. O álbum, produzido por Brian May, inclui versões de dois clássicos do Queen: ‘Save Me’ e ‘No One But You “, além de material novo escrito por Brian.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ut5QjyHDg54]

O álbum está em pré-venda na amazon.com, para comprar Clique Aqui

Músicas do CD:

1. Dangerland
2. Anthem
3. I Can’t Be Your Friend (This Can’t Be Over)
4. Defying Gravity
5. I’m Not That Girl
6. You Have To Be There
7. Love It When You Call
8. Save Me
9. Diamonds Are Forever
10. No-One But You (Only The Good Die Young)
11. I Loved A Butterfly*
* AKA ‘Some Things That Glitter’ taken from the Queen + Paul Rodgers album, ‘The Cosmos Rocks’.

Fonte: www.queenonline.com
Enviado por Vick May

O deputado estadual Lindolfo Pires (DEM/PB) viu sua fama alcançar nível nacional na semana passada com a versão “eleitoral” de “Beat It”, de Michael Jackson. Mas a euforia chegou ao fim nesta quarta-feira (25), depois de uma ação movida pela Sony Music, que detém os direitos sobre as músicas do astro pop. A versão integral com o refrão “Pires, Pires, Pires”, que estava disponível para download no site de campanha, foi retirada. Mesmo assim, no YouTube, as cópias do vídeo se multiplicam e as exibições ultrapassam as 100 mil visitas desde que o primeiro foi postado, em 19 de agosto. A gravadora não descarta cobrar indenização do deputado.

Ao jornal PB Agora, Lindolfo define o jingle como uma paródia. “Não estou comercializando ou vendendo essa música, foi uma brincadeira de um amigo nosso”, afirmou. Apesar de ter retirado o material do ar, ele nega que tenha sido notificado. “Nós não fomos comunicados de absolutamente nada, tudo que sabemos são através de informações que estão chegando extra-oficialmente”, disse ao jornal paraibano.

Exemplos de candidatos que passam por cima de direitos autorais não faltam na atual campanha eleitoral. Hit nos anos 90, “Macarena” do grupo Los del Río agora toca para o líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza. A campanha presidencial de Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, usa uma vinheta com a batida inicial de “We will rock you“, do Queen. Segundo a equipe responsável, são usados apenas três acordes, e o trecho não chega a identificar a música com o candidato.

Dentro da lei, o uso de canções não sai barato. A mesma música pode ser ouvida atualmente em horário nobre em um comercial do Citröen C4. A agência responsável pela propaganda da montadora não revela quanto desembolsou para utilizar o sucesso composto por Brian May e a inconfundível batida inicial. Mas levantamento no mercado mostra que os valores podem ultrapassar os R$ 500 mil no caso de sucessos internacionais de medalhões da música pop. Atualmente, “We will rock you” e outras gravações do Queen são tema de um musical – devidamente licenciado – na Inglaterra.

No caso de artistas nacionais, a inserção de suas músicas em filmes publicitários rende em média R$ 100 mil aos autores numa única campanha. Recentemente, uma agência de publicidade ofereceu cerca de R$ 200 mil para usar trecho de uma famosa canção na propaganda institucional de um grupo empresarial. Com a queda na venda de discos e da arrecadação de direitos autorais, a publicidade tem sido uma interessante – e providencial – fonte de renda para os artistas.

O advogado Alexandre Lyrio, sócio do escritório Castro, Barros, Sobral, Gomes Advogados, que representa a APDIF (Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos), afirma que o uso das músicas sem o pagamento de diretos autorais é ilegal. Segundo ele, a dificuldade maior é que a febre provocada pela internet torna as liminares inócuas. “Enquanto um autor retira o vídeo do ar, usuários recolocam. Além disso, como se trata de hits com alto poder de comunicação, a mensagem já foi passada”, diz.

Claudir Maciel (PPS) também tenta chamar a atenção do eleitorado por meio de uma música famosa. O jingle do candidato a deputado estadual em Santa Catarina toma como base “I want to break free” (“Eu vou votar no Claudir”) do Queen. No site de sua campanha, Maciel argumenta que a versão tem origem em outro viral do YouTube, “Comprei um quati”, este sim com inspiração declarada do grupo inglês, que circula na rede desde 2007. A EMI, que detém os direitos da música, analisa os detalhes e pretende processar o candidato caso seja comprovado o uso da gravação original da música.

Para Lyrio, os casos não podem ser tratados como simples paródias porque envolvem associação ideológica. “Os prejuízos para o artista são incalculáveis. Se esses casos não forem tratados com seriedade, amanhã um artista nacional pode estar sendo lesado. A operação maliciosa de uma obra autoral pode ter inclusive implicações criminais”, alerta.

Fonte: www.estadao.com.br

Steve Johnson, da Icon Vs. Icon, conduziu recentemente uma entrevista com o ex-integrante do Guns N’ Roses  e atual baterista  do ADLER’S APPETITE, STEVEN ADLER, onde ele falou sobre sua nova autobiografia, “My Appetite for Destruction: Sex, and Drugs, and Guns N’ Roses”. Alguns trechos do bate-papo seguem abaixo:

Icon Vs. Icon: Estando na indústria musical por tanto tempo quanto você está, ainda há surpresas?

Adler: A surpresa é que não há mais indústria musical. Eu tive sorte o bastante para ainda pegar o período final do mundo do entretenimento, onde você trabalhava muito, você fazia shows, você tocava em qualquer lugar, e você divulgava seus trabalhos. Você fazia tudo o que podia e era alguém superior. Os poucos superiores, assinavam contratos e tinham que gravar. Hoje em dia, qualquer um está gravando. Fazem isso em seus quartos. Então, se você reparar nessas bandas que estão chegando… Não sei… você costumava ver alguém andando pela Sunset Boulevard, e sabia diferenciar um cara de colarinho azul e um astro. As pessoas se preocupavam com a aparência. Eu vejo esses vídeos das bandas atuais, e eu juro que eles são os mesmos caras que me atenderam no Burger King! Você sabe do que estou falando! Eles não se importam com a aparência deles! Cuide da sua cara! Esteja bem! Penteie seu cabelo! Faça alguma coisa! É entretenimento! É assim que me sinto com relação a isso. Eu tive sorte de pegar o tempo em que era real. Não era uma fantasia, era uma performance. Atualmente existem bandas que tocam com playback, que porcaria é essa? [risos]

Icon Vs. Icon: Parece, especialmente nas mídias de rock, que eles tendem a focar principalmente no fato de você pintar o AXL ROSE de uma forma negativa. Isso sempre te deixou num patamar ruim ou se tornou parte da carga?

Adler: Não. AXL é uma das pessoas mais maravilhosas que eu tive em minha vida. Ele é um vocalista incrível. Ele é um dos maiores vocalistas. Você tem FREDDIE MERCURY. Você tem ROBERT PLANT. Você tem STEVEN TYLER. Você tem AXL ROSE. Foi uma benção poder trabalhar com esse cara. Eu quero que ele seja parte da minha vida. Ele é meu irmão. Como eu disse uma vez, irmãos brigam. Já chega de brigas… Vamos em frente… Eu quero terminar o que comecei com ele e com o pessoal. Eu tenho certeza absoluta que eles também querem. AXL foi nada menos que uma influência maravilhosa, e uma pessoa maravilhosa pra mim! Eu o amo e quero que ele faça mais parte da minha vida. Eu sou grato por ter tido uma história com ele. Nenhum clima ruim. Tudo é amor e respeito.

Fonte: http://whiplash.net

Quer ser Freddie por um dia, mas não têm a coragem para se vestir como ele? Aqui está uma forma fácil e divertida de se juntar. Tudo que você precisa é de uma foto de si mesmo. Entre no link e participe.

Por favor, envie este link para todos os seus amigos e ajude a apoiar o Mercury Phoenix Trust

www.universalmusiconline.com/ffad

Nós queremos levar isso em todo lugar! Você pode ajudar. Obrigado.

Fonte: BrianMay.com

Na manhã desta quarta-feira a MTV Games divulgou a lista oficial de músicas do jogo “Rock Band 3”. São 83 canções divididas por décadas em que fizeram sucesso.

Durante a feira E3, nos Estados Unidos, em junho, a produtora Harmonix havia liberado um demo, com algumas músicas do jogo, como “Break On Through”, do The Doors, e “Bohemian Rhapsody”, do Queen.

O game chegará ao mercado americano no dia 29 de outubro para as plataformas Xbox 360, PlayStation 3, Wii e Nintendo DS.

Na manhã desta quarta-feira a MTV Games divulgou a lista oficial de músicas do jogo “Rock Band 3”. São 83 canções divididas por décadas em que fizeram sucesso.

Durante a feira E3, nos Estados Unidos, em junho, a produtora Harmonix havia liberado um demo, com algumas músicas do jogo, como “Break On Through”, do The Doors, e “Bohemian Rhapsody”, do Queen.

O game chegará ao mercado americano no dia 29 de outubro para as plataformas Xbox 360, PlayStation 3, Wii e Nintendo DS.

1970: • Queen, “Bohemian Rhapsody”

Fonte:  www.abril.com.br

O vocalista Andre Matos participou, mais uma vez, do concerto popular Clássicos do Rock, ao lado da Orquestra de Câmara da ULBRA em Gravataí/RS no último domingo, dia 22.

Dois vídeos postados no YouTube mostram o cantor executando as canções “Bohemian Rhapsody” (do QUEEN) e “Sabbath Bloody Sabbath” (BLACK SABBATH).

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=gntn3_qo-3A&feature=player_embedded]

Fonte : http://whiplash.net
Enviado por: Emanuella Gømes

Demorou, mas elas apareceram. Hits internacionais e sucessos do último carnaval deixaram as rádios e se transformaram em paródias nas eleições 2010. Vale tudo para chamar a atenção dos eleitores.

Freddie Mercury, que descansava em paz até o início da campanha no rádio e na TV no Brasil, também virou cabo eleitoral, desta vez em Santa Catarina. É lá que o clássico “I Want to Break Free” – em português, “eu quero me libertar” – virou jingle do candidato à Assembleia Legislativa Claudir Maciel (PSB).

A música do Queen na versão brasileira ficou: “Eu vou votar no Claudir, porque ele é bom. Pra deputado é Claudir pra unir, pra me ouvir, é o Claudir pra cumprir”.

[soundcloud url=”http://soundcloud.com/user9340729/eu-vou-votar-no-claudir-23123″]

Fonte: www.ultimosegundo.com.br

________________________________

No dia seguinte o candidato respondeu a matéria, segue abaixo:

Candidato a deputado estadual nega ter plagiado Queen

Claudir Maciel (PPS) diz que não baseou seu jingle de campanha em música da banda inglesa, mas em paródia sobre quatis.

O candidato a deputado estadual Claudir Maciel (PPS-SC) fez um jingle com o ritmo e a melodia de “I Want to Break Free”, da banda inglesa Queen. Apesar das similaridades com o hit de 1984, a assessoria do candidato diz que não se baseou na banda de Fred Mercury, mas em “Comprei um quati“, vídeo amador feito no youtube no ritmo da música do Queen.

A música do Youtube troca o refrão do hit oitentista, “God knows I want to break free” (Deus sabe como eu quero ser livre), por “Fugiu, minha coleção de quati”. A música, que o candidato diz ter se baseado, mostra um homem narrando a compra e a fuga de diversos quatis – pequeno animal parente do guaxinim.

No jingle, a música ganha a letra “Eu vou votar no Claudir, porque ele é bom. Pra deputado é Claudir pra unir, pra me ouvir, é o Claudir pra cumprir”.

Fonte: www.ultimosegundo.com.br

Banda Sinfônica de Cubatão e Coral Zanzalá brilharam na noite deste domingo (22/8), com teatro lotado. A apresentação fez parte do projeto Tocando Santos.

A Banda Sinfônica de Cubatão e o Coral Zanzalá brilharam no Teatro de Sesc em Santos com o espetáculo “Queen Sinfônico”. A apresentação deste domingo (22/8) lotou os 785 lugares na platéia. Meia hora antes do espetáculo começar, muita gente ainda procurava por ingressos – que já haviam se esgotado no dia anterior. Os fãs do Queen compareceram em massa: pareciam prestar homenagem a uma das bandas de rock mais importantes da história da música.
No palco, mais de 140 artistas, entre músicos e cantores, interpretaram 13 canções imortalizadas pela estrela maior do Queen, o vocalista Freddie Mercury. As composições, feitas originalmente para uma banda de rock, receberam versões coral-sinfônicas, sem, contudo, perderem seu vigor. “Bohemian Rapsody”, “Radio ga-ga”, “We are the champions”, “We will rock you”: a cada canção, o público se encantava com o som diferenciado dos Grupos Artísticos de Cubatão.
O “Queen Sinfônico” contou, ainda, com a participação de solistas, cantores cubatenses como Anderson Borges. O dueto de Fabrício Rodrigues e Daniela Martins em “How can I go on” levantou a platéia, que ao fim da canção, aplaudiu em pé. O espetáculo tem sido sucesso por onde passa. Desde estreou, ano passado, já foram nove apresentações em Cubatão, cidades da Baixada Santista e até interior do estado.
A direção musical do Maestro Marcos Sadao Shirakawa (regente da Sinfônica) trouxe novamente ousadia, sua marca registrada. Destaque também para as maestrinas Maria Fernanda dos Santos Tavares e Nailse Cruz, respectivamente, regente titular e regente assistente do Zanzalá, responsáveis pelo trabalho de preparação dos solistas e demais atuações vocais. Esta apresentação no Sesc integrou o projeto Tocando Santos, que entra na sua 16º edição reunindo os mais importantes grupos sinfônicos do estado. Aqui da região, apenas a Banda Sinfônica, Coral Zanzalá e Orquestra de Santos foram convidados a participar.

Texto: Morgana
Fonte: www.cubatao.sp.gov.br

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de forma totalmente segura (via pagseguro do Uol), formas de pagamento:

Cartão de Débito;   Boleto bancário;   *Cartões de crédito em até 12 vezes

* cartão de crédito a partir de quinta-feira.


No dia 19 de Agosto de 1951, nascia em Leicester, Inglaterra, John Richard Deacon.

Hoje John completa  59 anos de vida.

Parabéns John!!!!!