Video da cantora Pink, da “Funhouse Tour”, gravado na Austrália, em que ela canta Bohemian Rhapsody e usa uma jaqueta amarela. Vale a pena assistir…
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ZRLwsr_j2S4]
Dica da Eripa Pollice

Adam Lambert discutiu os boatos de que lhe foi oferecido o cargo de vocalista do Queen.
Adam, que cantou com a banda de Brian May e Roger Taylor no American Idol, colocou o boato na mídia.
“Eu acho que aquilo foi um boato de internet” disse ele para o Undercover News.
“Basicamente eles me disseram ‘adoraríamos trabalhar com você de novo algum dia e falar sobre uma possível colaboração’. As palavras ‘Você poderia ser o nosso novo vocalista’ nunca foram ditas”.
Adam descreveu seu desempenho como “surreal”, e ainda disse: “Eu não poderia acreditar que eu estava lá com Brian May e Roger Taylor. Foi bizarro. Foi como um sonho.”
abaixo video da final do American Idols em que o QUEEN tocou com os finalistas Adam Lambert e Kris Allen
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2tqR3GUdopA]
Fonte: www.fleckingrecords.co.uk
Traduzido por: Vick may
A estilista britânica Zandra Rhodes afirmou ao site da revista “Vogue” inglesa que adoraria vestir a cantora Lady Gaga. “Adoro o modo como ela coloca sua visão em suas roupas – eu poderia fazer para ela um caftã transparente e ela ficaria fabulosa”, conta Zandra.
A estilista, que está constantemente em São Francisco desenhando fantasias para a ópera Aida, explicou como ela gostaria de ter Lady Gaga no estúdio para uma prova de roupas. “Se ela algum dia quiser que eu desenhe algo para ela, vou fazer o que fiz com Freddie Mercury e Queen – ela pode escolher o que quiser que eu faço”, afirma Zandra Rhodes. “É apenas uma questão de ver como as coisas acontecem. Ela pode provar algumas peças e nós partimos daí”, continua.
Fonte: www.abril.com.br
“Anthems”, o álbum de estréia da estrela do We Will Rock You Kerry Ellis será lançado dia 13 de setembro. O álbum, produzido por Brian May, inclui versões de dois clássicos do Queen: ‘Save Me’ e ‘No One But You “, além de material novo escrito por Brian.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ut5QjyHDg54]
O álbum está em pré-venda na amazon.com, para comprar Clique Aqui
Músicas do CD:
Fonte: www.queenonline.com
Enviado por Vick May
O deputado estadual Lindolfo Pires (DEM/PB) viu sua fama alcançar nível nacional na semana passada com a versão “eleitoral” de “Beat It”, de Michael Jackson. Mas a euforia chegou ao fim nesta quarta-feira (25), depois de uma ação movida pela Sony Music, que detém os direitos sobre as músicas do astro pop. A versão integral com o refrão “Pires, Pires, Pires”, que estava disponível para download no site de campanha, foi retirada. Mesmo assim, no YouTube, as cópias do vídeo se multiplicam e as exibições ultrapassam as 100 mil visitas desde que o primeiro foi postado, em 19 de agosto. A gravadora não descarta cobrar indenização do deputado.
Ao jornal PB Agora, Lindolfo define o jingle como uma paródia. “Não estou comercializando ou vendendo essa música, foi uma brincadeira de um amigo nosso”, afirmou. Apesar de ter retirado o material do ar, ele nega que tenha sido notificado. “Nós não fomos comunicados de absolutamente nada, tudo que sabemos são através de informações que estão chegando extra-oficialmente”, disse ao jornal paraibano.
Exemplos de candidatos que passam por cima de direitos autorais não faltam na atual campanha eleitoral. Hit nos anos 90, “Macarena” do grupo Los del Río agora toca para o líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza. A campanha presidencial de Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, usa uma vinheta com a batida inicial de “We will rock you“, do Queen. Segundo a equipe responsável, são usados apenas três acordes, e o trecho não chega a identificar a música com o candidato.
Dentro da lei, o uso de canções não sai barato. A mesma música pode ser ouvida atualmente em horário nobre em um comercial do Citröen C4. A agência responsável pela propaganda da montadora não revela quanto desembolsou para utilizar o sucesso composto por Brian May e a inconfundível batida inicial. Mas levantamento no mercado mostra que os valores podem ultrapassar os R$ 500 mil no caso de sucessos internacionais de medalhões da música pop. Atualmente, “We will rock you” e outras gravações do Queen são tema de um musical – devidamente licenciado – na Inglaterra.
No caso de artistas nacionais, a inserção de suas músicas em filmes publicitários rende em média R$ 100 mil aos autores numa única campanha. Recentemente, uma agência de publicidade ofereceu cerca de R$ 200 mil para usar trecho de uma famosa canção na propaganda institucional de um grupo empresarial. Com a queda na venda de discos e da arrecadação de direitos autorais, a publicidade tem sido uma interessante – e providencial – fonte de renda para os artistas.
O advogado Alexandre Lyrio, sócio do escritório Castro, Barros, Sobral, Gomes Advogados, que representa a APDIF (Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos), afirma que o uso das músicas sem o pagamento de diretos autorais é ilegal. Segundo ele, a dificuldade maior é que a febre provocada pela internet torna as liminares inócuas. “Enquanto um autor retira o vídeo do ar, usuários recolocam. Além disso, como se trata de hits com alto poder de comunicação, a mensagem já foi passada”, diz.
Claudir Maciel (PPS) também tenta chamar a atenção do eleitorado por meio de uma música famosa. O jingle do candidato a deputado estadual em Santa Catarina toma como base “I want to break free” (“Eu vou votar no Claudir”) do Queen. No site de sua campanha, Maciel argumenta que a versão tem origem em outro viral do YouTube, “Comprei um quati”, este sim com inspiração declarada do grupo inglês, que circula na rede desde 2007. A EMI, que detém os direitos da música, analisa os detalhes e pretende processar o candidato caso seja comprovado o uso da gravação original da música.
Para Lyrio, os casos não podem ser tratados como simples paródias porque envolvem associação ideológica. “Os prejuízos para o artista são incalculáveis. Se esses casos não forem tratados com seriedade, amanhã um artista nacional pode estar sendo lesado. A operação maliciosa de uma obra autoral pode ter inclusive implicações criminais”, alerta.
Fonte: www.estadao.com.br
Steve Johnson, da Icon Vs. Icon, conduziu recentemente uma entrevista com o ex-integrante do Guns N’ Roses e atual baterista do ADLER’S APPETITE, STEVEN ADLER, onde ele falou sobre sua nova autobiografia, “My Appetite for Destruction: Sex, and Drugs, and Guns N’ Roses”. Alguns trechos do bate-papo seguem abaixo:
Icon Vs. Icon: Estando na indústria musical por tanto tempo quanto você está, ainda há surpresas?
Adler: A surpresa é que não há mais indústria musical. Eu tive sorte o bastante para ainda pegar o período final do mundo do entretenimento, onde você trabalhava muito, você fazia shows, você tocava em qualquer lugar, e você divulgava seus trabalhos. Você fazia tudo o que podia e era alguém superior. Os poucos superiores, assinavam contratos e tinham que gravar. Hoje em dia, qualquer um está gravando. Fazem isso em seus quartos. Então, se você reparar nessas bandas que estão chegando… Não sei… você costumava ver alguém andando pela Sunset Boulevard, e sabia diferenciar um cara de colarinho azul e um astro. As pessoas se preocupavam com a aparência. Eu vejo esses vídeos das bandas atuais, e eu juro que eles são os mesmos caras que me atenderam no Burger King! Você sabe do que estou falando! Eles não se importam com a aparência deles! Cuide da sua cara! Esteja bem! Penteie seu cabelo! Faça alguma coisa! É entretenimento! É assim que me sinto com relação a isso. Eu tive sorte de pegar o tempo em que era real. Não era uma fantasia, era uma performance. Atualmente existem bandas que tocam com playback, que porcaria é essa? [risos]
Icon Vs. Icon: Parece, especialmente nas mídias de rock, que eles tendem a focar principalmente no fato de você pintar o AXL ROSE de uma forma negativa. Isso sempre te deixou num patamar ruim ou se tornou parte da carga?
Adler: Não. AXL é uma das pessoas mais maravilhosas que eu tive em minha vida. Ele é um vocalista incrível. Ele é um dos maiores vocalistas. Você tem FREDDIE MERCURY. Você tem ROBERT PLANT. Você tem STEVEN TYLER. Você tem AXL ROSE. Foi uma benção poder trabalhar com esse cara. Eu quero que ele seja parte da minha vida. Ele é meu irmão. Como eu disse uma vez, irmãos brigam. Já chega de brigas… Vamos em frente… Eu quero terminar o que comecei com ele e com o pessoal. Eu tenho certeza absoluta que eles também querem. AXL foi nada menos que uma influência maravilhosa, e uma pessoa maravilhosa pra mim! Eu o amo e quero que ele faça mais parte da minha vida. Eu sou grato por ter tido uma história com ele. Nenhum clima ruim. Tudo é amor e respeito.
Fonte: http://whiplash.net
Quer ser Freddie por um dia, mas não têm a coragem para se vestir como ele? Aqui está uma forma fácil e divertida de se juntar. Tudo que você precisa é de uma foto de si mesmo. Entre no link e participe.
Por favor, envie este link para todos os seus amigos e ajude a apoiar o Mercury Phoenix Trust
www.universalmusiconline.com/ffad
Nós queremos levar isso em todo lugar! Você pode ajudar. Obrigado.
Fonte: BrianMay.com
Na manhã desta quarta-feira a MTV Games divulgou a lista oficial de músicas do jogo “Rock Band 3”. São 83 canções divididas por décadas em que fizeram sucesso.
Durante a feira E3, nos Estados Unidos, em junho, a produtora Harmonix havia liberado um demo, com algumas músicas do jogo, como “Break On Through”, do The Doors, e “Bohemian Rhapsody”, do Queen.
O game chegará ao mercado americano no dia 29 de outubro para as plataformas Xbox 360, PlayStation 3, Wii e Nintendo DS.
Na manhã desta quarta-feira a MTV Games divulgou a lista oficial de músicas do jogo “Rock Band 3”. São 83 canções divididas por décadas em que fizeram sucesso.
Durante a feira E3, nos Estados Unidos, em junho, a produtora Harmonix havia liberado um demo, com algumas músicas do jogo, como “Break On Through”, do The Doors, e “Bohemian Rhapsody”, do Queen.
O game chegará ao mercado americano no dia 29 de outubro para as plataformas Xbox 360, PlayStation 3, Wii e Nintendo DS.
1970: • Queen, “Bohemian Rhapsody”
Fonte: www.abril.com.br
O vocalista Andre Matos participou, mais uma vez, do concerto popular Clássicos do Rock, ao lado da Orquestra de Câmara da ULBRA em Gravataí/RS no último domingo, dia 22.
Dois vídeos postados no YouTube mostram o cantor executando as canções “Bohemian Rhapsody” (do QUEEN) e “Sabbath Bloody Sabbath” (BLACK SABBATH).
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=gntn3_qo-3A&feature=player_embedded]
Fonte : http://whiplash.net
Enviado por: Emanuella Gømes
Demorou, mas elas apareceram. Hits internacionais e sucessos do último carnaval deixaram as rádios e se transformaram em paródias nas eleições 2010. Vale tudo para chamar a atenção dos eleitores.
Freddie Mercury, que descansava em paz até o início da campanha no rádio e na TV no Brasil, também virou cabo eleitoral, desta vez em Santa Catarina. É lá que o clássico “I Want to Break Free” – em português, “eu quero me libertar” – virou jingle do candidato à Assembleia Legislativa Claudir Maciel (PSB).
A música do Queen na versão brasileira ficou: “Eu vou votar no Claudir, porque ele é bom. Pra deputado é Claudir pra unir, pra me ouvir, é o Claudir pra cumprir”.
[soundcloud url=”http://soundcloud.com/user9340729/eu-vou-votar-no-claudir-23123″]
Fonte: www.ultimosegundo.com.br
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No dia seguinte o candidato respondeu a matéria, segue abaixo:
Claudir Maciel (PPS) diz que não baseou seu jingle de campanha em música da banda inglesa, mas em paródia sobre quatis.
O candidato a deputado estadual Claudir Maciel (PPS-SC) fez um jingle com o ritmo e a melodia de “I Want to Break Free”, da banda inglesa Queen. Apesar das similaridades com o hit de 1984, a assessoria do candidato diz que não se baseou na banda de Fred Mercury, mas em “Comprei um quati“, vídeo amador feito no youtube no ritmo da música do Queen.
A música do Youtube troca o refrão do hit oitentista, “God knows I want to break free” (Deus sabe como eu quero ser livre), por “Fugiu, minha coleção de quati”. A música, que o candidato diz ter se baseado, mostra um homem narrando a compra e a fuga de diversos quatis – pequeno animal parente do guaxinim.
No jingle, a música ganha a letra “Eu vou votar no Claudir, porque ele é bom. Pra deputado é Claudir pra unir, pra me ouvir, é o Claudir pra cumprir”.
Fonte: www.ultimosegundo.com.br
Banda Sinfônica de Cubatão e Coral Zanzalá brilharam na noite deste domingo (22/8), com teatro lotado. A apresentação fez parte do projeto Tocando Santos.
A Banda Sinfônica de Cubatão e o Coral Zanzalá brilharam no Teatro de Sesc em Santos com o espetáculo “Queen Sinfônico”. A apresentação deste domingo (22/8) lotou os 785 lugares na platéia. Meia hora antes do espetáculo começar, muita gente ainda procurava por ingressos – que já haviam se esgotado no dia anterior. Os fãs do Queen compareceram em massa: pareciam prestar homenagem a uma das bandas de rock mais importantes da história da música.
No palco, mais de 140 artistas, entre músicos e cantores, interpretaram 13 canções imortalizadas pela estrela maior do Queen, o vocalista Freddie Mercury. As composições, feitas originalmente para uma banda de rock, receberam versões coral-sinfônicas, sem, contudo, perderem seu vigor. “Bohemian Rapsody”, “Radio ga-ga”, “We are the champions”, “We will rock you”: a cada canção, o público se encantava com o som diferenciado dos Grupos Artísticos de Cubatão.
O “Queen Sinfônico” contou, ainda, com a participação de solistas, cantores cubatenses como Anderson Borges. O dueto de Fabrício Rodrigues e Daniela Martins em “How can I go on” levantou a platéia, que ao fim da canção, aplaudiu em pé. O espetáculo tem sido sucesso por onde passa. Desde estreou, ano passado, já foram nove apresentações em Cubatão, cidades da Baixada Santista e até interior do estado.
A direção musical do Maestro Marcos Sadao Shirakawa (regente da Sinfônica) trouxe novamente ousadia, sua marca registrada. Destaque também para as maestrinas Maria Fernanda dos Santos Tavares e Nailse Cruz, respectivamente, regente titular e regente assistente do Zanzalá, responsáveis pelo trabalho de preparação dos solistas e demais atuações vocais. Esta apresentação no Sesc integrou o projeto Tocando Santos, que entra na sua 16º edição reunindo os mais importantes grupos sinfônicos do estado. Aqui da região, apenas a Banda Sinfônica, Coral Zanzalá e Orquestra de Santos foram convidados a participar.
Texto: Morgana
Fonte: www.cubatao.sp.gov.br
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No dia 22 de agosto, próximo domingo, será lançado o livro “Queen Magic Works”, escrito pelo paulistano Marcelo Facundo Severo, que traça a biografia da banda de uma forma diferente: através de sua produção musical.
No livro, publicado pela editora Mandacaru, o autor passa por cada faixa de cada álbum do Queen – até o “Made in Heaven” – contando como cada música surgiu, qual a inspiração, quem tocou o quê e, pasmem, chega a mostrar quais modelos de instrumentos foram usados. Por tudo isto, pode-se afirmar que “Queen Magic Works” é uma verdadeira bíblia para os fãs da banda britânica.
“Eu enviei o livro para o Brian May, que me mandou um e-mail dizendo que gostou muito do trabalho, e que o nível de pesquisa que eu fiz lembra muito o que ele fez em sua tese de PHD”, conta Severo.
O evento de lançamento do livro será realizado no dia 22 de agosto, no Bar Little Darling – localizado na Av Irai, 229, Moema, na capital paulista – a partir das 18h. Além de uma sessão de autógrafos com o autor, haverá a apresentação da banda cover Magic Rockin, cujo guitarrista é o Marcelo Severo. O ingresso do evento custa 15 reais e pode ser adquirido na hora. Para reservas e mais informações, acesse o site do Little Darling (www.littledarling.com.br) ou ligue para (11) 5542-9912 ou (11) 5096-4035.
Na próxima quinta feira, 19 de agosto, a partir da zero hora, o blog Imprensa Rocker (www.imprensarocker.wordpress.com) irá inaugurar seu podcast, que será dedicado ao Queen e contará com a participação do autor do livro, falando mais sobre a obra, além, é claro, de músicas da banda.
Fonte: http://whiplash.net
Reunião inédita de artistas transformou a cidade em palco internacional e deu origem a apresentações inesquecíveis no primeiro Rock in Rio
Muito do que era inédito, superlativo em um festival de rock ficou para trás desde que, há 25 anos, armou-se numa ainda quase selvagem Barra da Tijuca o circo do Rock in Rio. A força do evento e de sua surpreendente reunião de grandes nomes da música, no entanto, alçaram a marca à estratosfera do show business internacional. E, se não foi possível, como previa o empresário Roberto Medina, repetir a dose em 1986, 1987 e 1988, pelo menos mais duas edições do festival já ocorreram na cidade. E o Rock in Rio tornou-se grife capaz de transferir prestígio para concertos em Portugal e na Espanha – reproduzindo à risca o logotipo formado por uma angulosa família de letras que, nos anos oitenta, eram “o que havia” de moderno.
Não é à toa que mesmo quem não está nem aí para o gênero deve ver com certa familiaridade o logotipo que, pela terceira vez no Brasil, é ressuscitado para a versão 2011 do festival. Quem esteve na Cidade o Rock original conta o feito com orgulho. Durante 10 dias, às vésperas do carnaval de 1985, as atenções do Brasil e de parte do mundo se voltaram para o Rio e para a constelação reunida na cidade por Medina, o empresário então com 37 anos que convenceu empresas a investir 11 milhões de dólares a partir de seus croquis e de suas descrições do que seria juntar, em um terreno pantanoso, um público de cerca de um milhão e meio de jovens.
A materialização definitiva do sonho de Medina – e a prova de que ele estava certo – veio na forma de apresentações memoráveis, como a de Freddie Mercury, do Queen, regendo a multidão no refrão de Love of my life; ou na poeira que três garotos sozinhos levantaram do gramado em frangalhos, tornando impossível esquecer o nome Paralamas do Sucesso.
Foi a primeira vez que o grande público teve contato com o heavy metal – algo que, diante da agressividade e das vertentes mais radicais que o gênero criaria nas duas décadas seguintes, hoje soa como música para vovôs saudosistas. O fato é que, desde então, o punho cerrado com indicador e dedo mínimo em riste – os chifres do ‘demo’ – entraram para a vida dos roqueiros tupiniquins, e o rock desandou a dar cria a se miscigenar Brasil afora.
O país, aliás, esteve representado com qualidade e diversidade, numa escalação que ia de Ney Matogrosso – a quem coube abrir o festival, na noite de 11 de janeiro – e passava por Rita Lee, Erasmo Carlos, Alceu Valença, Baby e Pepeu, Blitz e o Barão Vermelho ainda liderado por Cazuza.
Em janeiro de 1985, não havia como escapar do barulho. Os telejornais se fartavam com imagens como a do guitarrista Angus Young, líder do AC/DC, mostrando o traseiro entre um solo e outro; exibiam à exaustão o figurino multicolorido dos grupos de new wave – gênero quase falecido que foi representado pelo B-52’s e pelas já esquecidas Go Go’s –; faziam troça do caricato duelo do cantor Bruce Dickinson, do Iron Maiden, com o boneco Eddie, de três metros de altura, que até hoje ‘ataca’ nos shows da banda.
O noticiário do mês em que ocorreu o festival trazia novidades cintilantes como os primeiros estudantes de classe média que usavam computadores pessoais para estudar e o início da obrigatoriedade do uso de cinto de segurança nas ruas e estradas brasileiras. Ainda ecoavam as suspeitas de novo golpe militar, por conta da eleição de Tancredo Neves, e a grande preocupação mundial ainda era a Guerra Fria. A propaganda de cigarro – inclusive no Rock in Rio – era liberada e, na Playboy, a sensação eram as fotos inéditas de Luiza Brunet e Christiane Torloni.
Para o bem dos fãs do rock e dos negócios, a quarta versão, que Medina põe na rua a partir desta semana, se dará em um cenário econômico bem mais favorável que o quadro de recessão de meados dos anos 80. Se foi preciso, naquela época, convencer agentes e músicos de que era seguro fazer negócio com os brasileiros, no momento atual, com o país no roteiro de estrelas internacionais e com dois eventos mundiais agendados – a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 – é mais provável que Medina tenha à porta uma fila de pretendentes.
Fonte: www.veja.com.br

A energia do rock de mãos dadas com a competência da formação clássica musical. O que parecia apenas inusitado e diferente tornou-se um grande espetáculo, vibrante e cheio de vida. O Concerto “Queen Sinfônico” da Banda Sinfônica de Cubatão e Coral Zanzalá aterrisa agora no projeto Tocando Santos que reúne as melhores orquestras, bandas sinfônica se coros do estado de São Paulo. A apresentação será dia 22/8 às 19h30 no Teatro do SESC/Santos, com ingressos a preços populares.
O projeto é uma homenagem à banda inglesa de rock Queen. Em um trabalho cheio de detalhes, Sinfônica e Coral reúnem mais de 140 artistas no palco, entre músicos e cantores, realizando um trabalho surpreendente, de excelente qualidade artística e técnica. Pelo menos 13 das muitas canções imortalizadas pelo Queen estarão neste Concerto. As músicas, originalmente compostas para uma banda de rock and roll, receberam versões coral-sinfônicas, criadas com exclusividade por João Victor Bota. Na lista estão: “Bohemian Rhapsody”, “Radio Ga-ga”, “We are the champions”, “Somebody to love”, “Crazy little thing called love”, “How can I go on” e muito mais.
A direção musical do Maestro Marcos Sadao Shirakawa (Regente da Sinfônica) traz novamente ousadia, praticamente sua marca registrada. Destaque também para as maestrinas Maria Fernanda dos Santos Tavares e Nailse Cruz, respectivamente, regente titular e regente assistente do Zanzalá, responsáveis pelo trabalho de preparação dos solistas e demais atuações vocais. Além do coro composto por mais de 60 vozes, os cantores cubatenses Fabrício Rodrigues, Anderson Borges e Daniela Martins participam do Concerto como solistas.
A promessa é de repetir o sucesso das apresentações realizadas em Cubatão, Santos e cidades do interior paulista, onde os corações de mais de cinco mil pessoas foram simplesmente arrebatados. Independentemente do gosto e refinamento musical de cada ouvinte, não há como negar a importância da banda “Queen” na música universal e é essa genialidade que estará disponível a todos. Outras informações sobre a Banda Sinfônica estão no site www.sinfonicadecubatao.org.br .
O projeto Tocando Santos entra na 16º edição com apresentações mensais, sempre no SESC. Da região Metropolitana, apenas a Banda Sinfônica de Cubatão, Coral Zanzalá e Orquestra de Santos foram convidadas. O projetio homenageia três personalidades da área cultural: in memorian para Patrícia Galvão (Pagu), pelo centenário de seu nascimento e ao ao músico Johnny Alf, considerado o pai da bossa nova. A terceira homenageada é Aura Botto de Barros, de 95 anos, presidente do Centro de Expansão Cultural de Santos.
Queen – banda de rock que já vendeu mais de 300 milhões de cópias no mundo inteiro e é liderada atualmente por Brian May (guitarra) e Roger Taylor (bateria). Foi uma das mais populares bandas inglesas dos anos 70 e 80, sendo precursora do rock tal como hoje o conhecemos, com magníficas produções dos seus concertos e videoclipes das suas canções. Mesmo nunca tendo sido levada a sério pelos críticos da sua época, que consideravam a sua música “comercial” (a crítica de hoje considera a banda Queen como uma das melhores bandas de rock de todos os tempos), tornou-se sucesso de público graças à mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo e carisma da sua estrela maior e eterna, o vocalista Freddie Mercury.
“Queen Sinfônico” no Projeto Tocando Santos
Dia 22/8 (domingo) às 19h30
Local: Teatro do SESC/Santos – rua Conselheiro Ribas, 136 – Santos
www.sinfonicadecubatao.org.br
Texto: Morgana Monteiro
Fotos: Dilson Mato Grosso
Link para fotos
Fonte: www.cubatao.sp.gov.br
Artigo de Henrique Inglez de Souza, publicado no site Guitar Player, relata que o líder do SMASHING PUMPKINS, BILLY CORGAN, tem se inspirado nas bandas UFO, Queen e RAINBOW. A partir destes clássicos da década de 70, o músico tem adquirido inspiração para criar as músicas que vem disponibilizando na internet. “Estou feliz por conseguir soar de maneira clara no que estou fazendo”, declarou CORGAN ao Spin.com. “Tenho escutado muito do rock feito na metade dos anos 1970, como UFO, Rainbow e Queen. Do ponto de vista de produção, não há nada demais, porém você consegue ouvir tudo [o que cada instrumento faz]. Ou seja, quando Ritchie Blackmore toca, você pode identificá-lo”.
Veja mais detalhes no link abaixo.
Fonte desta matéria: Guitar Player
Fonte: http://whiplash.net
Parte do programa “Outras Frequências” em que o Biquini Cavadão fez uma versão exclusivíssima de “Dreamers Ball”, do Queen.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=gVmda9HOkBI]
Como alguns podem querer em MP3, decidimos editar e colocar pra download: Clique Aqui e Baixe
Para ouvir o programa por completo Clique Aqui
Fonte: http://programaoutrasfrequencias12.podomatic.com
Enviado por: Tainara Taylor
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