Por Gabriela Brasileiro
A marca registrada do vocalista do Queen passou muitos séculos à margem da moda. Tudo indica que os primeiros bigodudos tenham surgido em 53 a.C., na região da Gália. Esse povo pintava seus pelos de verde e azul (as cores nacionais), como mostra de sua rebeldia contra o Império Romano.
Se já era símbolo de “gentinha bárbara”, na Idade Média a fama do bigode ficou ainda mais baixa. O pessoal começou a desenhar a pelagem em representações do demônio e aí pronto: o acessório preferido de Salvador Dalí e Hitler virou indício de adoração ao diabo.
Já nas décadas de 1970 e 80, a comunidade gay nova-iorquina deixou o buço cabeludo em reação à forte repressão por parte dos policiais. Prova disso é que grandes artistas homossexuais cultuavam seus bigodes, como o grupo Village People e, claro, Freddie Mercury.
Fonte : http://super.abril.com.br
Enviada por: Emanuella Gomes








Muita pesquisa, técnica e paixão foram os ingredientes usados por Marcelo Facundo Severo para escrever “Queen – Magic Works”, livro lançado recentemente pela editora Mandacaru contendo a história de uma das mais influentes e amadas bandas da história do Rock mundial.


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