[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nOBGuPZ-hbc]
Enviado por: Gabriel

No dia 22 de agosto, próximo domingo, será lançado o livro “Queen Magic Works”, escrito pelo paulistano Marcelo Facundo Severo, que traça a biografia da banda de uma forma diferente: através de sua produção musical.
No livro, publicado pela editora Mandacaru, o autor passa por cada faixa de cada álbum do Queen – até o “Made in Heaven” – contando como cada música surgiu, qual a inspiração, quem tocou o quê e, pasmem, chega a mostrar quais modelos de instrumentos foram usados. Por tudo isto, pode-se afirmar que “Queen Magic Works” é uma verdadeira bíblia para os fãs da banda britânica.
“Eu enviei o livro para o Brian May, que me mandou um e-mail dizendo que gostou muito do trabalho, e que o nível de pesquisa que eu fiz lembra muito o que ele fez em sua tese de PHD”, conta Severo.
O evento de lançamento do livro será realizado no dia 22 de agosto, no Bar Little Darling – localizado na Av Irai, 229, Moema, na capital paulista – a partir das 18h. Além de uma sessão de autógrafos com o autor, haverá a apresentação da banda cover Magic Rockin, cujo guitarrista é o Marcelo Severo. O ingresso do evento custa 15 reais e pode ser adquirido na hora. Para reservas e mais informações, acesse o site do Little Darling (www.littledarling.com.br) ou ligue para (11) 5542-9912 ou (11) 5096-4035.
Na próxima quinta feira, 19 de agosto, a partir da zero hora, o blog Imprensa Rocker (www.imprensarocker.wordpress.com) irá inaugurar seu podcast, que será dedicado ao Queen e contará com a participação do autor do livro, falando mais sobre a obra, além, é claro, de músicas da banda.
Fonte: http://whiplash.net
Reunião inédita de artistas transformou a cidade em palco internacional e deu origem a apresentações inesquecíveis no primeiro Rock in Rio
Muito do que era inédito, superlativo em um festival de rock ficou para trás desde que, há 25 anos, armou-se numa ainda quase selvagem Barra da Tijuca o circo do Rock in Rio. A força do evento e de sua surpreendente reunião de grandes nomes da música, no entanto, alçaram a marca à estratosfera do show business internacional. E, se não foi possível, como previa o empresário Roberto Medina, repetir a dose em 1986, 1987 e 1988, pelo menos mais duas edições do festival já ocorreram na cidade. E o Rock in Rio tornou-se grife capaz de transferir prestígio para concertos em Portugal e na Espanha – reproduzindo à risca o logotipo formado por uma angulosa família de letras que, nos anos oitenta, eram “o que havia” de moderno.
Não é à toa que mesmo quem não está nem aí para o gênero deve ver com certa familiaridade o logotipo que, pela terceira vez no Brasil, é ressuscitado para a versão 2011 do festival. Quem esteve na Cidade o Rock original conta o feito com orgulho. Durante 10 dias, às vésperas do carnaval de 1985, as atenções do Brasil e de parte do mundo se voltaram para o Rio e para a constelação reunida na cidade por Medina, o empresário então com 37 anos que convenceu empresas a investir 11 milhões de dólares a partir de seus croquis e de suas descrições do que seria juntar, em um terreno pantanoso, um público de cerca de um milhão e meio de jovens.
A materialização definitiva do sonho de Medina – e a prova de que ele estava certo – veio na forma de apresentações memoráveis, como a de Freddie Mercury, do Queen, regendo a multidão no refrão de Love of my life; ou na poeira que três garotos sozinhos levantaram do gramado em frangalhos, tornando impossível esquecer o nome Paralamas do Sucesso.
Foi a primeira vez que o grande público teve contato com o heavy metal – algo que, diante da agressividade e das vertentes mais radicais que o gênero criaria nas duas décadas seguintes, hoje soa como música para vovôs saudosistas. O fato é que, desde então, o punho cerrado com indicador e dedo mínimo em riste – os chifres do ‘demo’ – entraram para a vida dos roqueiros tupiniquins, e o rock desandou a dar cria a se miscigenar Brasil afora.
O país, aliás, esteve representado com qualidade e diversidade, numa escalação que ia de Ney Matogrosso – a quem coube abrir o festival, na noite de 11 de janeiro – e passava por Rita Lee, Erasmo Carlos, Alceu Valença, Baby e Pepeu, Blitz e o Barão Vermelho ainda liderado por Cazuza.
Em janeiro de 1985, não havia como escapar do barulho. Os telejornais se fartavam com imagens como a do guitarrista Angus Young, líder do AC/DC, mostrando o traseiro entre um solo e outro; exibiam à exaustão o figurino multicolorido dos grupos de new wave – gênero quase falecido que foi representado pelo B-52’s e pelas já esquecidas Go Go’s –; faziam troça do caricato duelo do cantor Bruce Dickinson, do Iron Maiden, com o boneco Eddie, de três metros de altura, que até hoje ‘ataca’ nos shows da banda.
O noticiário do mês em que ocorreu o festival trazia novidades cintilantes como os primeiros estudantes de classe média que usavam computadores pessoais para estudar e o início da obrigatoriedade do uso de cinto de segurança nas ruas e estradas brasileiras. Ainda ecoavam as suspeitas de novo golpe militar, por conta da eleição de Tancredo Neves, e a grande preocupação mundial ainda era a Guerra Fria. A propaganda de cigarro – inclusive no Rock in Rio – era liberada e, na Playboy, a sensação eram as fotos inéditas de Luiza Brunet e Christiane Torloni.
Para o bem dos fãs do rock e dos negócios, a quarta versão, que Medina põe na rua a partir desta semana, se dará em um cenário econômico bem mais favorável que o quadro de recessão de meados dos anos 80. Se foi preciso, naquela época, convencer agentes e músicos de que era seguro fazer negócio com os brasileiros, no momento atual, com o país no roteiro de estrelas internacionais e com dois eventos mundiais agendados – a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 – é mais provável que Medina tenha à porta uma fila de pretendentes.
Fonte: www.veja.com.br

A energia do rock de mãos dadas com a competência da formação clássica musical. O que parecia apenas inusitado e diferente tornou-se um grande espetáculo, vibrante e cheio de vida. O Concerto “Queen Sinfônico” da Banda Sinfônica de Cubatão e Coral Zanzalá aterrisa agora no projeto Tocando Santos que reúne as melhores orquestras, bandas sinfônica se coros do estado de São Paulo. A apresentação será dia 22/8 às 19h30 no Teatro do SESC/Santos, com ingressos a preços populares.
O projeto é uma homenagem à banda inglesa de rock Queen. Em um trabalho cheio de detalhes, Sinfônica e Coral reúnem mais de 140 artistas no palco, entre músicos e cantores, realizando um trabalho surpreendente, de excelente qualidade artística e técnica. Pelo menos 13 das muitas canções imortalizadas pelo Queen estarão neste Concerto. As músicas, originalmente compostas para uma banda de rock and roll, receberam versões coral-sinfônicas, criadas com exclusividade por João Victor Bota. Na lista estão: “Bohemian Rhapsody”, “Radio Ga-ga”, “We are the champions”, “Somebody to love”, “Crazy little thing called love”, “How can I go on” e muito mais.
A direção musical do Maestro Marcos Sadao Shirakawa (Regente da Sinfônica) traz novamente ousadia, praticamente sua marca registrada. Destaque também para as maestrinas Maria Fernanda dos Santos Tavares e Nailse Cruz, respectivamente, regente titular e regente assistente do Zanzalá, responsáveis pelo trabalho de preparação dos solistas e demais atuações vocais. Além do coro composto por mais de 60 vozes, os cantores cubatenses Fabrício Rodrigues, Anderson Borges e Daniela Martins participam do Concerto como solistas.
A promessa é de repetir o sucesso das apresentações realizadas em Cubatão, Santos e cidades do interior paulista, onde os corações de mais de cinco mil pessoas foram simplesmente arrebatados. Independentemente do gosto e refinamento musical de cada ouvinte, não há como negar a importância da banda “Queen” na música universal e é essa genialidade que estará disponível a todos. Outras informações sobre a Banda Sinfônica estão no site www.sinfonicadecubatao.org.br .
O projeto Tocando Santos entra na 16º edição com apresentações mensais, sempre no SESC. Da região Metropolitana, apenas a Banda Sinfônica de Cubatão, Coral Zanzalá e Orquestra de Santos foram convidadas. O projetio homenageia três personalidades da área cultural: in memorian para Patrícia Galvão (Pagu), pelo centenário de seu nascimento e ao ao músico Johnny Alf, considerado o pai da bossa nova. A terceira homenageada é Aura Botto de Barros, de 95 anos, presidente do Centro de Expansão Cultural de Santos.
Queen – banda de rock que já vendeu mais de 300 milhões de cópias no mundo inteiro e é liderada atualmente por Brian May (guitarra) e Roger Taylor (bateria). Foi uma das mais populares bandas inglesas dos anos 70 e 80, sendo precursora do rock tal como hoje o conhecemos, com magníficas produções dos seus concertos e videoclipes das suas canções. Mesmo nunca tendo sido levada a sério pelos críticos da sua época, que consideravam a sua música “comercial” (a crítica de hoje considera a banda Queen como uma das melhores bandas de rock de todos os tempos), tornou-se sucesso de público graças à mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo e carisma da sua estrela maior e eterna, o vocalista Freddie Mercury.
“Queen Sinfônico” no Projeto Tocando Santos
Dia 22/8 (domingo) às 19h30
Local: Teatro do SESC/Santos – rua Conselheiro Ribas, 136 – Santos
www.sinfonicadecubatao.org.br
Texto: Morgana Monteiro
Fotos: Dilson Mato Grosso
Link para fotos
Fonte: www.cubatao.sp.gov.br
Artigo de Henrique Inglez de Souza, publicado no site Guitar Player, relata que o líder do SMASHING PUMPKINS, BILLY CORGAN, tem se inspirado nas bandas UFO, Queen e RAINBOW. A partir destes clássicos da década de 70, o músico tem adquirido inspiração para criar as músicas que vem disponibilizando na internet. “Estou feliz por conseguir soar de maneira clara no que estou fazendo”, declarou CORGAN ao Spin.com. “Tenho escutado muito do rock feito na metade dos anos 1970, como UFO, Rainbow e Queen. Do ponto de vista de produção, não há nada demais, porém você consegue ouvir tudo [o que cada instrumento faz]. Ou seja, quando Ritchie Blackmore toca, você pode identificá-lo”.
Veja mais detalhes no link abaixo.
Fonte desta matéria: Guitar Player
Fonte: http://whiplash.net
Parte do programa “Outras Frequências” em que o Biquini Cavadão fez uma versão exclusivíssima de “Dreamers Ball”, do Queen.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=gVmda9HOkBI]
Como alguns podem querer em MP3, decidimos editar e colocar pra download: Clique Aqui e Baixe
Para ouvir o programa por completo Clique Aqui
Fonte: http://programaoutrasfrequencias12.podomatic.com
Enviado por: Tainara Taylor
PRESS RELEASE QUEEN MAGIC WORKS – MARCELO FACUNDO SEVERO

Queen Magic Works, escrito por Marcelo Facundo Severo, conta a biografia de uma das bandas mais influentes do rock de uma forma diferente. Através de uma narrativa que aborda a produção musical da banda ao longo de sua carreira. Queen Magic Works ressalta o contexto histórico, os instrumentos, os estúdios e as inspirações das canções que marcaram gerações.
Inspirado pelo livro de Cláudio Dirani “Paul McCartney, todos os segredos”, o autor colocou em prática a idéia de escrever um livro sobre sua banda predileta, realizando muitas pesquisas em publicações e ouvindo, re-ouvindo, milhares de vezes cada música cada álbum resultando no produto final: Queen Magic Works.
Com lançamento previsto para agosto, pela editora Mandacaru, o livro contém detalhes dos integrantes (incluindo o período pré-Queen), e, principalmente um trabalho técnico analisando faixa a faixa de cada álbum.
Paixão, técnica e pesquisa se misturam na narrativa dessa biografia diferenciada, em cada canção, em cada álbum que em 40 anos de carreira embalaram e embalam multidões ao redor do mundo.
Marcelo se tornou fã do Queen após ouvir Bohemian Rhapsody em 1992, curiosamente, sua irmã esteve presente no show de 1981 no Morumbi, atualmente é colunista do fã clube da banda, Queen Net (www.queennet.com.br).
O livro está em Pré-Venda pelo site oficial: www.livroqueenmagicworks.com.br
Clique aqui e Participe da Promoção Queen net e concorra a 2 Livros!!
Contato com Marcelo:
Email: severomay@gmail.com e dayse.drovette@gmail.com
Fone: (11)8190-4014 com Dayse.
Brian foi perguntado em seu Soapbox:
O que você ouve?
Brian foi perguntado – Enquanto você toca um solo de guitarra, você às vezes faz uma expressão que indica que você não esta feliz com a maneira que o som da guitarra sai, ou talvez voce tenha tocado alguma coisa errada.
Brian Respondeu:
Haha, boa pergunta!
As vezes é doloroso! Tanto mentalmente quanto fisicamente também!! Especialmente quando meus dedos estão macios … como AGORA!!
Eu estou tentando fortalece-los para um programa de TV que vou tocar com Kerry … para John Barrowman…
É a dobra das notas que dói … especialmente quando vai para o fim do pescoço (braço da guitarra) – talvez por isso que algumas vezes soam melhor do que algumas notas.
Fonte: Soapbox Brian May – www.brianmay.com
Enviado / Traduzido por: Victoria
O blog “Fantástico – 30 anos atrás” relata fatos que ocorreram como diz o título. O blog fez a seguinte postagem:
A banda inglesa que começava a fazer sucesso na década de 70, visitou o Brasil pela primeira vez em 1981. O show foi no estádio do Morumbi, em São Paulo. Quatro anos depois a banda retornou ao país para participar da primeira edição do “Rock in Rio”, no Rio de Janeiro. O evento teve grande destaque por conta da visita de ídolos do rock internacional, que antes não costumavam fazer turnês pela América Latina. A música ‘Save Me’ é uma das mais conhecidas da banda, reveja quando o clipe foi exibido no Fantástico de 3 de agosto de 1980!
Assista:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KTow6dtan3g]
Fonte: fantastico.globo.com
Enviado por: Emanuella Gømes
Outra pesquisa na Gibson.com, a votação dos Top 50 vocalistas de todos os tempos.
Entre no endereço http://www.gibson.com/en-us/lifestyle/Default.aspx do lado direito está lá: Who is the greatest frontman (or frontwoman) of all time?
Não é preciso se inscrever, basta digitar o nome – Freddie Mercury – e clicar em Submit (enviar).
Vai até o dia 15 de agosto de 2010.
Por: Erika Pollice
Músico do sexteto do Programa do Jô toca nesta quarta e quinta-feira na Água Doce Cachaçaria
O músico Derico, saxofonista do sexteto do Programa do Jô, se apresenta em Blumenau nesta quarta e quinta-feira, às 21h, na Água Doce Cachaçaria. Derico traz à cidade o show Duo Sciotti, em que apresenta um repertório com grandes sucessos nacionais e internacionais, como Eric Clapton, Beatles, Queen, Marina Lima, Guilherme Arantes e João Bosco.
Os ingressos para a apresentação custam de R$ 70 a R$ 90 com rodízio de petiscos e escondidinho incluso. A Água Doce Cachaçaria fica na Rua Carlos Rieschbieter, 61, Bairro Victor Konder. Informações e reservas pelo telefone 3326-3750.
Na apresentação, Derico mostra toda a sua técnica no saxofone, que começou a exercer aos 11 anos, quando se tornou músico profissional. Derico é saxofonista do sexteto do Programa do Jô desde 1990. Além disso, já lançou dois livros, A Busca dos Óculos de Graal e Bobagens.com
Fonte: www.clicrbs.com.br
Na edição do dia 31/07/10 do Jornal da Band, passou uma matéria sobre o piano que fica na estação de SP e um álbum foi gravado com músicas tocadas por pessoas que frequentam a Estação da Luz, em São Paulo. Na matéria foi tocado, de fundo, Love of my life e We are the champions.
Não sabemos se estas músicas fazem parte do CD, mas entramos em contato com a CPTM para maiores informações e assim que responderem informamos. O CD se chama “Piano na Luz”.
Abaixo a matéria editada nas partes que toca Queen

Minhas memórias de infância têm forte cunho “televisivo”. Muitas das lembranças mais vívidas que tenho da década de 80 e do começo dos anos 90 estão mescladas com programas de TV ou trechos de telejornais.
Lembro, com bastante clareza, do ano de 1991. Eu tinha nove anos.
Daquele ano, as primeiras lembranças que me vêm à cabeça são do Jornal Nacional. Por alguns dias, no começo de 91, o telejornal seguia, diariamente, o mesmo roteiro:
– Notícias da Guerra do Golfo
– Agora vamos ao vivo ao Maracanã, onde acontece o Rock In Rio 2
– Agora, mais notícias do Golfo
_ Voltamos ao vivo ao Rock In Rio
– E vamos de novo ao Golfo
– E voltamos ao Rock In Rio
Juro que era assim! A invasão do Iraque por uma coalizão liderada pelos EUA dividia os blocos do programa – e a minha atenção – com o festival de pop rock realizado no Maracanã. Até hoje, não consigo pensar no Rock In Rio 2 sem lembrar do New Kids On The Block de jipes Humvee cruzando dunas e aviões A-10 dando rasantes e cidadãos isralenses lacrando suas casas e comprando máscaras contra gás por medo dos mísseis Scud que o Iraque lançava e que poderiam conter armas químicas.
O Queen, que está no título deste post, não tocou no Rock In Rio 2. Mas tocou no ROCK In Rio de verdade, o de 1985. Por que, então, comecei o texto com uma referência ao ano de 1991?
Porque naquele ano houve outro grande acontecimento que chamou a minha atenção e só ficou gravado tão profundamente nas minha memória por causa da TV. Freddie Mercury, vocalista do Queen, morreu em decorrência da aids e, pouco depois, o Fantástico exibiu este videoclipe:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4ADh8Fs3YdU]
A canção, que tinha o sugestivo título “O show tem que continuar”, foi, durante anos, a minha música preferida. O clipe, cuidadosamente montado com trechos de outros vídeos da banda, foi uma bela homenagem à vida e obra de um dos maiores cantores do rock.
Freddie Mercury era o cara. Dono de uma voz belíssima, ele também tinha uma técnica impecável. Ouça The Show Must Go On com cuidado e entenda a magnitude da estrela que se apagou em 1991.
Mas o Queen não era uma banda-de-um-homem-só. Longe disso. O grupo era um todo orgânico e coeso, em que cada integrante contribuía de maneira decisiva para a qualidade da música produzida. Eu, que era uma criança em 91, só fui descobrir isso mais tarde, quando conheci melhor a obra daqueles ingleses talentosos.
Além do virtuosismo de Mercury, a excelência da banda se deve ao guitarrista Brian May, ao baterista Roger Taylor e ao baixista John Deacon. Cada um deles é um especialista em seu próprio instrumento, com um adicional: todos eles também cantam, e essa habilidade era usada para produzir belíssimos acordes vocais, o que acabou se tornando uma das marcas registradas da banda.
O Queen soube, como poucas bandas souberam, ser uma ponte entre o rock e o pop. Suas músicas, sempre elegantes, eram apreciadas por um público muito amplo e conseguiam ser pop sem perder a energia e o espírito do rock.
Criativos e ecléticos, os caras compunham canções “com vocação para hino” (como We Will Rock You, We Are The Champions, Friends Will Be Friends), flertes com a música clássica (Bohemian Rhapsody, Who Wants To Live Forever), baladas poderosas (Love Of My Life, Spread Your Wings), odes ao pop (A Kind Of Magic, Somebody To Love) ou porradas roqueiras:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tUg9RWfPxwg]
Em comum em todas essas músicas (você, como bom usuário de internet, sabe que é só clicar nos títulos destacados em vermelho para ouvi-las, não é?), percebemos a classe, o bom gosto, o apuro técnico, mas principalmente o feeling de músicos fora de série, que formaram uma das mais importantes bandas de todos os tempos.
Tudo isso está expresso tanta na música quando no vídeo de The Sow Must Go On, o que tanto chamou a atenção de um menino de nove anos em 1991.
O problema, como todos (incluindo May, Taylor e Deacon) perceberam desde sempre, é que não há como continuar o show sem Freddie Mercury. Eles bem que tentaram, chamando um cara chamado Paul Rodgers para assumir os vocais. Mas não dá. Para os fãs, o Queen digno do nome sobrevive apenas na memória, como um velho programa de TV que saiu do ar mas que não conseguimos esquecer.
Fonte: http://wp.clicrbs.com.br

Uma dica de um Excelente DVD e que está por um preço super baixo:
Queen Rock Montreal & Live Aid
por apenas R$ 9,90 no submarino.com.br
Para maiores detalhes e comprar Clique Aqui
Enviado por: Hernandes
Edinho Santa Cruz e Banda trazem a Uberlândia a mais nova turnê, “Na estrada do Rock In Concert”
Os clássicos do rock como Pink Floyd, Paul MacCartney, The Beatles, Doobie Brothers, Queen, Creedance, Eagles, Dire Straits, entre outros que marcaram a história da música nas décadas de 70 e 80, serão as atrações na voz e nos instrumentos musicais de Edinho Santa Cruz e Banda. O show, no London Pub, hoje, às 23h-, faz parte do novo trabalho do grupo “Na estrada do Rock In Concert”.
Mineiro de Passos, o vocalista e compositor Edinho Santa Cruz, tocou por quatro anos no “Domingão do Faustão” e compôs canções para diversas novelas da rede Globo e recentemente para a “Ribeirão do Tempo” na Record. Além disso, já tocou no exterior e compôs uma canção no estúdio de Freddie Mercury, em Londres, em 2001, enquanto fazia um tributo ao músico. “Estava fazendo 20 anos da morte dele.”
O estilo musical do grupo, segundo Santa Cruz, é variado, mas há três anos, após a redução da banda de oito para quatro componentes decidiram optar pelos caminhos do rock clássico. Para compor o show, a banda conta ainda com uma orquestra sinfônica. “São músicas que marcaram nossas vidas e nós tínhamos uma vontade de tocá-las com a orquestra. É um show diferente e envolvente”, disse.
Na banda está Edinho Santa Cruz voz e vocal, Cillinho Siqueira no teclado, piano e voz, Glenio Salerno na bateria e Sandro de Lunna no baixo e violão. Com essa formação, conforme Santa Cruz, o grupo já tocou em Uberlândia. “Gosto muito da cidade”, afirmou.
Músico usa pseudônimo com compositor
O músico Edinho Santa Cruz é autor de diversos temas que fazem parte de trilhas sonoras de novelas, mas para esse trabalho ele usa um pseudônimo e assina como Eddy Benedict, do nome verdadeiro Edson Benedito. “Foi uma alternativa para separar as duas carreiras, de compositor e músico. Deu certo e atualmente tenho várias músicas lançadas e gravadas por outras pessoas”, disse.
O CD-solo do músico conta com nove canções, sendo duas em inglês e uma em espanhol. “Conto com a participação de Sérgio Sá e apenas duas canções não são inéditas.”
Saiba mais
Edinho Santa Cruz e Banda
Data: 31/07
Hora: 23h
Ingressos antecipados: R$ 10 (F) R$ 12 (M)
VIP: R$ 15
Mesa: R$ 60
Fonte: www.correiodeuberlandia.com.br
Edinho compôs uma música em homenagem ao Freddie, que foi tema do Queen’s Day 2003.
Nós do Queen Net fizemos um vídeo-clip com imagens do Queen para a música de Edinho.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=AQzqGFlGbZE]
No mês passado informamos que mais uma música havia sido tocada na série Glee (Another One Bites the Dust), só que não haviamos colocado a primeira tocada, que foi Sombody to love. Vale a pena!!
(O vídeo tem 7 minutos, Sombody to love é a partir de 3:12)
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=92mvXeKvqX8]
(para ver o post em que tocam Another One Bites the Dust Clique Aqui)
Enviado por Érica Pollice
No Programa Pânico, da rádio Jovem Pan de terça-feira, 29/07/2010, o entrevistado foi Thiago Correa, cantor e compositor conhecido por fazer versões “Samba-Rock” de sucessos antigos e atuais.
Na entrevista ele tocou uma versão de Crazy Little Thing Called Love.
Escute a parte que ele fala do Queen e ele cantando Crazy Little Thing Called Love
(áudio editado pelo Queen Net, abaixo a versão completa do programa)
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=xr1R5fFoD0w]
O áudio completo da entrevista pode ser baixado em: www.universopanico.com.br
Enviado por: Rodrigo
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