Brian e Roger estiveram ontem em Utrecht, na Holanda, para uma conferência de imprensa de lançamento do Musical We Will Rock You.

Fonte: www.brianmay.com
Brian e Roger estiveram ontem em Utrecht, na Holanda, para uma conferência de imprensa de lançamento do Musical We Will Rock You.

Fonte: www.brianmay.com
Ontem, dia 22/06/2010, fez precisamente trinta e um anos do lançamento do primeiro álbum ao vivo dos Queen.
Live Killers foi gravado durante a Jazz Tour, este álbum tem a curiosidade de devido à falta de dados na capa, não se saber de que concertos foram retiradas as canções que o compõe.
Fonte: KQA Fã Clube Portugal
Brian May, guitarrista dos Queen, parece ter confirmado numa entrevista com o site sueco DN que um Guitar Hero: Queen vai ser lançado no próximo ano.
O guitarrista disse ainda que os jogadores vão experimentar verdadeiramente um concerto dos Queen no jogo, mas que não podia revelar detalhes específicos.
Se é próprio guitarrista da banda que o disse, então é provavelmente verdade. Para além disso, os Queen estão já envolvidos no mundo dos videojogos, relembro que já foi lançado um Singstar: Queen.
Vamos ver se a Activision anuncia o jogo até ao final do ano.
Fonte: www.eurogamer.pt
.. Entre as músicas interpretadas por Netinho, a música de trabalho “Apertadinho”, antigos sucessos como “Pra Te Ter aqui”, “Onde Você Se Esconde”, “Preciso de Você” e “Milla”, além da música “Love of My Life”, imortalizada por Freddie Mercury e interpretada lindamente pelo cantor Netinho, a pedido de Manno Goes.
Para ler a matéria completa Clique Aqui
Netinho é fã declarado do Queen, abaixo confira vídeo dele falando de seu amor ao Queen e interpretando love of my life.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4Xga_19GT2k]
Fonte: www.carnasite.com.br
O site oficial do Queen – Queen Online – foi informado de que o museu Madame Tussauds, de Viena, planeja exibir uma estátua de Freddie Mercury a partir de abril do próximo ano.
Fonte: www.queenonline.com
Os últimos 6 vinis remasterizados já estão disponíveis em pré-venda no shop oficial do Queen: Queen Online Store.
Eles podem ser comprados separados ou em um pacote com todos, que dá um desconto de mais de 11 libras.
Os álbuns disponíveis são: Hot Space, The Works, The Miracle, Made In Heaven, Jazz, The Game
Fonte: www.queenonline.com
Eu sabia que KATY PERRY tinha um pouco de atração pelo Queen e Freddie Mercury.
Mas eu não tinha idéia que ela estava beirando o território dos fanáticos.
A cantora do I Kissed A Girl revelou que ela quer uma tatuagem gigante do rosto do Freddie. Durante uma entrevista com Florence Welch do Florence and the Machine para o MySpace, ela disse: “Eu quase fiz uma enorme tatuagem do rosto de Freddie Mercury em minhas costas há alguns anos atrás. É provavelmente melhor que eu não tenha feito, mas ainda quero fazer”
Eu não faria se eu fosse você, Katy. A tattoo é para a vida, não apenas enquanto você é uma jovem estrela pop.
Na mesma entrevista, ela também revelou que ela sofre uma aflição não muito elegante – “parping” (gases em excesso, flatulência).
Ela diz: “Eu peido muito. Sou muito agitada e eu sou um pouco “gasosa”. Tive tantos momentos embaraçosos, mas eu não me importo.”
Tradução: Erika Pollice
Fonte: www.thesun.co.uk
JEDWARD aparece em seu ultimo visual – fazendo homenagem à Freddie Mercury.
Os gêmeos mostraram que ainda podem atrair as hordas de jovens que os seguiram desde do show X Factor Live, assinando autógrafos antes de sua última noite na turnê do programa.
Vestidos com a jaqueta de motoqueiro amarelo fluorescente no qual a estrela dos anos 80 ficou simbolizada, a dupla de irlandeses foram cercados por uma multidão quando eles deixaram hotel Malmaison Liverpool antes de ir ao Echo Arena para uma performance. “No doubt they want to break free… ” (Sem dúvida, eles querem se libertar …)
Tradução: Erika Pollice
Fonte: www.thesun.co.uk

CAMERATA SANTA CECÍLIA – “O Show Deve Continuar”
Por: Luana Neres de Sousa
Fundada em 1997, sob direção do maestro Carlos Vitorino, a Camerata Santa Cecília é composta por alunos, professores e funcionários da PUC-GO, bem como por pessoas da comunidade em geral. Tem por principal objetivo difundir o canto coral em seus variados estilos em toda região centro-oeste, além de contribuir para a complementação educacional do estudante da PUC-GO. Em seus treze anos de atuação, a Camerata Santa Cecília participou de variados eventos e encontros de corais em todo o país, tendo conquistado diversos prêmios e troféus. Estão entre os seus principais trabalhos a realização do espetáculo musical “Morte e Vida Severina” e a gravação do CD “Sons do Cerrado”, com peças folclóricas arranjadas para a execução no formato coral.
No espetáculo “O Show Deve Continuar”, a Camerata Santa Cecília objetiva transmitir as mensagens atemporais impressas nas canções imortalizadas pela voz de Freddie Mercury, que abordam desde a conscientização ambiental e o amor em suas mais diversas manifestações, até temas relacionados à paz entre as nações. Clássicos da banda britânica Queen como “Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love”, “Radio Gaga”, “We are the Champions”, “The Miracle” e “The Show Must Go On”, compõem o repertório deste espetáculo, garantindo o entretenimento e propondo ao público um convite à reflexão.
Local: Teatro Católica (PUC/GO)
Data: 17/06/2010
Horário: 20:30
Preços: Entrada Franca
Fonte: www.agitogoiania.com.br
Enviada por: Gabriel Carvalho

A EMI Music e o Queen darão continuidade ao relançamento de todos os álbuns gravados em estúdio, com data final prevista para 30 de agosto de 2010.
A embalagem dos álbuns vão incluir todos detalhes das versões originais, em seus 12 formatos originais, cartazes de bônus, fotos extras e todo conteúdo original serão reproduzidos fielmente.
Este último conjunto de lançamento contém 6 álbuns clássicos: Jazz, The Game, Hot Space, The Works, The Miracle e Made in Heaven.
Jazz / UK Cat no. QUEENLP 7 / ICPN 5099968486815
The Game / UK Cat no. QUEENLP 8 / ICPN 5099968486112
Hot Space / UK Cat no. QUEENLP 10 / ICPN 5099968486419
The Works / UK Cat no. QUEENLP 11 / ICPN 5099968487317
The Miracle / UK Cat no. QUEENLP 13 / ICPN 5099968487812
Made in Heaven / UK Cat no. QUEENLP 15 / ICPN 5099968486518
Em breve estarão disponíveis para pré-venda.
Os álbuns nao foram lançados em ordem cronológica.
O primeiro conjunto de álbuns lançado contém os álbuns: Queen II, Sheer Heart Attack, A Night At The Opera and A Day At the Races.
O segundo com os álbuns: Queen, juntamente com o News Of The World, Flash Gordon, A Kind of Magic e Innuendo.
Clique Aqui para ver os dois primeiros conjuntos de álbuns.
Fonte: www.queenonline.com
Matéria retirada do site http://whiplash.net Crédtitos texto: Por Doctor Robert | Em 04/06/10
O ano de 1974 começava de maneira muito animadora para o Queen. Após o lançamento de seu segundo álbum, sob o sintomático título de “Queen II”, uma turnê pelo Reino Unido e pelos Estados Unidos, ao lado do Mott The Hoople, mostrava ao mundo uma banda roubando a cena e prestes a estourar. Mas tudo quase veio por água abaixo, quando o guitarrista Brian May adoeceu, contraindo hepatite, forçando a banda a abortar precocemente sua excursão pela América do Norte. Com May convalescendo ainda no hospital, cujo estado pioraria com uma úlcera estomacal, os demais membros começavam a trabalhar novas ideias em estúdio, elaborando canções nos mais variados estilos. Nascia assim “Sheer Heart Attack”, o álbum de transição entre o início promissor e o estouro mundial do Queen, gravado entre julho e setembro daquele ano, em quatro estúdios diferentes.
A própria abertura do disco traça este elo, amarrando o final de seu registro anterior ao início deste. Após alguns segundos onde se pode ouvir o barulho de uma típica festinha interiorana inglesa e ruídos que lembram um parque de diversões, alguém assobia “Oh, I Do Like to Be Beside the Seaside”, a mesma canção cantarolada ao final de “Seven Seas Of Rhye” em “Queen II”. Paralelo a isso, num crescente fade in, surge a guitarra de Brian May com o riff cortante e veloz de “Brighton Rock”, composição sua que se tornaria, com o passar dos anos, cenário perfeito para desfilar seu longo solo de guitarra ao vivo. Em uma ótima canção, cuja letra fala sobre aventuras extraconjugais, Freddie Mercury lança mão de seu grande alcance vocal de modo muito interessante, fazendo as vozes do homem e da mulher, quase que como em um diálogo. Sem falar no show que May nos proporciona, usando os recursos e efeitos de estúdio como uma extensão de suas habilidades nas seis cordas. A levada instrumental da parte do solo de guitarra é uma herança dos tempos de Smile, a banda anterior ao Queen de May e Roger Taylor – fazia parte de uma música chamada “Blag”.
Dando sequência ao vinil, os suaves estalos de dedos no início de “Killer Queen” impõem um perfeito contraste ao peso da faixa anterior. Nesta canção, trabalhada pela banda enquanto o guitarrista ainda repousava doente, Mercury apresenta uma composição ao mesmo tempo delicada e elaborada, onde homenageia uma famosa prostituta de luxo. A irresistível levada ao piano, combinada com a trabalhada cozinha de Roger Taylor e John Deacon e as camadas de guitarras acrescidas depois por May (que, por sinal, perpetua um belíssimo solo) demonstravam ao mundo um pouco do real poder de fogo da banda. Atestando sua qualidade veio o conceituado prêmio Ivor Novello de melhor canção do ano da Inglaterra. Foi ainda o primeiro grande êxito da banda mundialmente.
Ouvindo o álbum, fica evidente a melhoria na produção e mixagem das canções, fruto da parceria com Roy Thomas Baker, que já havia trabalhado com a banda nos dois registros anteriores. E a evolução sonora continua com uma suíte interessante (e recentemente regravada pelo Dream Theater), formada pela interligação de “Tenement Funster”, boa canção escrita e cantada por Roger Taylor sobre um jovem roqueiro rebelde, com duas composições de Mercury, “Flick Of The Wrist” e “Lily Of The Valley” – a primeira mais agressiva, com Freddie cantando em duas faixas de oitavas diferentes, e a segunda mais singela, com mais um belo trabalho de Brian May e suas guitarras orquestradas – trazendo em sua letra mais uma referência a “Seven Seas Of Rhye”, do álbum anterior. Brian May é o autor da próxima música, “Now I’m Here”, segundo single de sucesso do álbum, e presença obrigatória nos shows da banda até sua última turnê. A canção foi escrita por ela ainda no hospital, com referências à turnê da banda junto ao Mott The Hoople. May gravou, ainda, o piano na faixa. Aqui, tanto ele quanto Mercury usam à perfeição o efeito delay, proporcionando um leve eco na guitarra e maior nos vocais, em sua introdução – tudo repetido à perfeição ao vivo. O interessante era que, nos shows, em meio a truques de iluminação e fumaça, um roadie vestido de Freddie se alternava com o próprio no palco, no início da música onde o vocalista canta “Now I’m Here… Now I’m There…” (agora estou aqui… agora estou lá…), criando um truque de ilusão interessante (alguém aí já assistiu ao velho VHS “Live At The Rainbow”, de 1974?).
Freddie Mercury encontrava-se em grande fase como compositor, prestes a atingir seu auge. Idéias criativas pareciam brotar em profusão a cada momento. Prova disso fica na variedade de estilos de composições que levam sua assinatura neste disco. A faixa seguinte, a caótica “In The Lap Of The Gods” demonstra sua versatilidade ao piano e conta com grande contribuição do batera Roger Taylor nas vocalizações extremamente agudas. Já “Stone Cold Crazy”, de autoria assinada em conjunto pelos quatro membros, é uma verdadeira paulada. Autêntico heavy metal sobre gangsteres e Al Capone, com certeza é a faixa mais pesada gravada pelo Queen em sua carreira. Curiosamente ela foi uma das primeiras composições surgidas quando ainda da formação da banda alguns anos antes, derivada de uma outra canção de Mercury em seus tempos de Wreckage, e talvez a primeira canção executada ao vivo pelo Queen em um palco – em uma versão um pouco mais lenta, e com letras diferentes, segundo relatos dos próprios membros. A faixa ganhou ainda uma sobrevida muitos anos mais tarde, ao fazer parte da trilha sonora da infame comédia “O Homem da Califórnia”, com Brendan Fraser (o mesmo ator de “A Múmia”), bem como na releitura feita pelo Metallica, que lhes valeu até um Grammy de melhor performance heavy metal em 1991.
Acalmando os ânimos, “Dear Friends” traz a banda exercitando seus vocais novamente, abrindo passagem para a primeira composição do baixista John Deacon a ser registrada, a deliciosa “Misfire”, semi-folk e semi-reggae onde ele assume ainda o violão e quase todas as guitarras. A seguir, mais uma extravagância de Mercury: “Bring Back That Leroy Brown”. Esta faixa põe em cheque toda a versatilidade musical da banda, com sua levada meio jazzística, que nos remete aos tempos do cabaré e aos antigos filmes musicais da Metro, tão admirados pelo seu compositor. Instrumentos como contrabaixo acústico e um ukelele-banjo dão as caras nesta mini salada musical de pouco mais de dois minutos, cuja parte instrumental foi executada muito tempo encerrando os memoráveis medleys que a banda fazia nos palcos. Nos vocais foram usados efeitos interessantes, alterando a rotação das fitas de gravação – assim como em “In The Lap Of The Gods”.
“She Makes Me”, composta e cantada por Brian May, pode ser considerada a canção “menos boa” da obra. Sua levada arrastada, meio chapada, tem suas qualidades, mas destoa um pouco do restante. Traz John Deacon novamente no violão, e um final com efeitos sonoros chamados por Brian de “sons de um pesadelo em Nova York”. Enfim temos “In The Lap Of The Gods… Revisited”, de Mercury, que, apesar do nome, não lembra em nada a canção homônima anterior, fechando o disco com chave de ouro. Feita como peça para os encerramentos de seus shows (objetivo melhor conseguido com “We Are The Champions”), foi brilhantemente resgatada e executada na “Magic Tour”, de 1986 (conforme pode ser conferido no álbum “Live At Wembley ‘86”). E, ao vivo, a exemplo do que se ouve no estúdio, acabavam “explodindo” tudo (que também pode ser conferido no citado VHS “Live At The Rainbow”).
Embora não seja seu melhor trabalho, “Sheer Heart Attack” quase chega lá, figurando como um marco na carreira do Queen. Foi o momento definitivo onde a banda e o produtor começaram a usar todos os recursos que os estúdios podiam proporcionar em favor das músicas, assim como seus ídolos Jimi Hendrix e Beatles costumavam fazer. E graças a este álbum, seu sucesso, suas extravagâncias e experimentações, a banda ganhou moral junto à gravadora e sedimentou o terreno para o surgimento de sua maior obra-prima, “A Night At The Opera”, em um momento onde passavam por grandes atritos com seus empresários e representantes… mas isso já é assunto para outra oportunidade…
P.S.: A música de nome “Sheer Heart Attack”, composição quase punk de Roger Taylor e executada por muito tempo ao vivo pela banda, faz parte do álbum “News Of The World”, de 1977, e não deste homônimo.
Faixas
1. “Brighton Rock” (Brian May) – 5:08
2. “Killer Queen” (Freddie Mercury) – 3:01
3. “Tenement Funster” (Roger Taylor) – 2:48
4. “Flick of the Wrist” (Freddie Mercury) – 3:19
5. “Lily of the Valley” (Freddie Mercury) – 1:43
6. “Now I’m Here” (Brian May) – 4:10
7. “In the Lap of the Gods” (Freddie Mercury) – 3:20
8. “Stone Cold Crazy” (Mercury/May/Taylor/Deacon) – 2:12
9. “Dear Friends” (Brian May) – 1:07
10. “Misfire” (John Deacon) – 1:50
11. “Bring Back That Leroy Brown” (Freddie Mercury) – 2:13
12. “She Makes Me (Storm Trooper in Stilettos)” (Brian May) – 4:08
13. “In the Lap of the Gods … Revisited” (Freddie Mercury) – 3:42
Produzido por Roy Thomas Baker e Queen.
Nota: 10
Fonte: Matéria retirada do site http://whiplash.net Crédtitos texto: Por Doctor Robert | Em 04/06/10
Teclado terá 25 teclas e game ensinará a tocar o instrumento real.

produtora Harmonix irá apresentar ‘Rock band 3’ oficialmente apenas na feira Electronic Entertainment Expo (E3), que acontece entre os dias 15 e 17 de junho na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, mas o jornal norte-americano USA Today já teve oportunidade de testar o game musical. A publicação confirma que o keytar, um teclado muito famoso na década de 80, é o novo instrumento do título que trará, também, uma lista musical inédita.
O teclado possui 25 teclas e também poderá ser utilizado no novo modo de jogo, o Rock Band Pro. Ele permitirá que os jogadores utilizem os controles para tentar tocar os instrumentos de “modo real’. Para este novo modo de jogo, além do teclado, a Harmonix está criando novos controles em forma de guitarra.
A Harmonix liberou a lista parcial de músicas que estarão em “Rock band 3”:
“Combat baby” – Metric;
“Dead end friends” – Them Crooked Vultures;
“Get free” – The Vines;
“Lasso” – Phoenix;
“Me enamora” – Juanes;
“Oh my god” – Ida Maria;
“Portions of foxes” – Rilo Kiley;
“The hardest button to button” – The White Stripes;
“Been caught stealing” – Jane’s Addiction;
“In the meantime” – Spacehog;
“Plush” – Stone Temple Pilots;
“Walkin’ on the sun” – Smash Mouth;
“Crazy train” – Ozzy Osbourne;
“Here I go again” – Whitesnake;
“I love rock and roll” – Joan Jett;
“Just like heaven” – The Cure;
“Rainbow in the dark” – Dio;
“The power of love” – Huey Lewis and the News;
“Sister christian” – Night Ranger;
“Bohemian rhapsody” – Queen;
“Break on through” – The Doors;
“Crosstown traffic” – Jimi Hendrix.
Fonte: www.globo.com
O programa “I’m in a Rock ‘n’ Roll Band!” da BBC, apresentado por Jonahtan Ross, realizou uma votação pública, ao vivo, ao longo de suas 6 edições para definir os roqueiros favoritos do Reino Unido, assim como a formação da banda ideal de todos os tempos.
A seleção final para a banda foi composta dos seguintes integrantes:
Freddie Mercury – Vocalista
Jimi Hendrix – Guitarrista
Flea – Baixista
John Bonham – Baterista
Além de ganhar na categoria de melhor vocalista com Freddie, o Queen, junto com os Beatles, foi finalista na categoria de melhor banda, vencida pelo Led Zeppelin.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=oH2Yt0TzzdY]
Tradução / Enviada por: Elimister
Fonte: www.queenonline.com
O gerente do hotel onde a seleção brasileira está hospedada chama-se… Xuxa. Na verdade se escreve Shousha, mas você pergunta pro cara o nome dele, ouve a resposta e começa a dar risada. É coincidência demais! Pois bem. Shousha é suíço. Não imaginem um sujeito alto, loiro, com cara de europeu. Ele é filho de egípcio com francesa, então tem pele morena e um aspecto do Oriente Médio mesmo.
Conversando sobre a Tanzânia com ele, uma frase me chamou a atenção. “A Tanzânia é a Suíça da África”.
(mais…)
Queen – I Want To Break Free (1984)
Freddie Mercury, um dos gays mais famosos da história do rock, canta apaixonadamente sobre a necessidade de se libertar e se apaixonar “de verdade”. Parece até que ele tentou disfarçar colocando no clipe uma dona de casa como o personagem “preso”. Mas como é ele mesmo que faz o papel da dona de casa, não disfarçou muita coisa né?
Para ver a matéria completa: Clique Aqui
Fonte: www.virgula.com.br
…Foi em Stone Town (Cidade de Pedra), uma das atrações turísticas mais visitadas da ilha, que nasceu, em 1946, Faroukh Bulsara, mais conhecido por Freddie Mercury…
Matéria completa Clique Aqui
Fonte: www.globo.com

O Queen Net em parceria com o site SimpliVideo irá promover um concurso cultural e sortearemos 3 DVDs.
1º Lugar: DVD Queen Live In Japan
2º Lugar: DVD Queen A Night At The Races
3º Lugar: DVD Queen Magic Moments
Para participar é muito fácil, Faça uma frase usando as palavras:
“Queen, Rock, Japão, A Night At The Races, Magic Moments e Queen Net.”
Realização:
Uma homenagem ao Brian em um Pub em Cascavél, Paraná, fica bem na entrada . O Pub se chama Hooligans.

Site do Pub: http://www.hooliganspub.com.br
Foto enviado por Erika Pollice
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