Venha presenciar a melhor banda Queen Tribute do mundo. Nesta atração internacional, fiel aos arranjos originais, ao timbre vocal, a indumentária e aos trejeitos de Freddy. Diretamente do leste europeu (Belgrado-Sérvia), pela primeira vez no Brasil, exclusivamente no palco do Bolshoi.

Assista trecho
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=TwB_0cu7jl4]

Data: 12 de Junho
Local: Bolshoi Pub
Endereço:  Rua T-53/T-2, n 1140, Setor Bueno Goiânia GO, CEP 74215-150
Telefones: (62) 3285 – 6185 | (62) 3274 – 1309
Site:  www.bolshoipub.com.br
Dúvidas:  Clique Aqui

Enviado por: Gabriel Carvalho

 

Poucas bandas de rock tiveram tantas músicas aproveitadas em trilhas sonoras quanto o Queen, banda inglesa formada por Freddy Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor.

Uma busca simples no imdb mostra que o Queen esteve na trilha de mais de 120 filmes e séries, isso se não levarmos em conta que nem todas as obras possuem a informação correta neste site. Deve ser muito mais.

Recentemente tivemos Another One Bites the Dust tocando em Homem de Ferro 2. No ano passado, Under Pressure apareceu em World’s Greatest Dad.

Mas isso vem de longo tempo atrás. No final redentor de A Vingança dos Nerds, ouvimos We Are The Champions. Aliás, o que é um final redentor sem We Are The Champions? Ela toca em dezenas de filmes e seriados, como The Big Bang Theory, South Park e The Sopranos.
(mais…)

  Splitscreen Entertainment anunciou “Whole Lotta Love”, um novo álbum que contará com todas as canções populares elogiando a figura feminina que se tornaram famosas pelos maiores nomes da música rock e pop.

  O álbum será gravado por músicos de renome do rock de ontem e de hoje, juntamente com um número seleto de estrelas em ascensão. “Whole Lotta Love” vai ser uma festa repleta de estrelas de grande e encantadoras senhoras .

  Phil Lewis, da LA Guns warhorse Hollywood, toca  Fat Bottomed Girls, música favorita de sua juventude no Reino Unido.

  “Whole Lotta Love: An All-Star Salute to Fat Chicks” está agendado para ser lançado no dia 31 de agosto de 2010 e está disponível em pré-venda no SplitScreen Entertainment. Os primeiros 500 que comprarem na pré-venda receberão na hora um download gratuito de “Fat Bottomed Girls” e um item surpresa bônus no momento da entrega do álbum.

Fonte:  www.queenonline.com
Enviado / Traduzido por:  Rodrigo Chaves

Depois de “Somebody to love”, mais uma música do Queen é cantada pelo elenco da série Glee. A música da vez é “Another one bites the dust”.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=iEOCu1GyHWE]

Enviado por: Emanuella Gømes

O Queen Net em parceria com o site SimpliVideo.com.br irá promover um concurso cultural e sortearemos 3 DVD’s.

Em breve colocaremos os detalhes da promoção!

Clique Aqui e confira lista de CDs e DVDs que a Simplivideo disponibiliza.

Desde já agradecemos a parceria e disponibilidade em fazermos esta promoção.

Um novo video ‘ensaio’ do próximo álbum de Kerry Ellis, produzido por Brian May, está disponível no You Tube.

 O vídeo mostra Kerry e Brian tocando uma versão acústica da música ‘Some Things That Glitter’ do Queen + Paul Rodgers .

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=W-RGiiHlF2I]

Fonte: www.queenonline.com

Aproveitando a vinda do Aerosmith ao Brasil, o portal G1 fez uma relação de 15 discos para entender o Hard Rock. O álbum “A night at the Opera” é um dos álbuns citados. Veja o que foi dito sobre o álbum:

Queen – “A night at the opera” (1975)
Apesar de passear por diversos gêneros ao longo da carreira, o Queen ganhou fama com suas guitarras altas e por introduzir elementos sinfônicos e teatrais no hard rock. Além da imortal “Bohemian rhapsody”, faixas como a vingativa “Death on two legs” atestam a criatividade do guitarrista Brian May, enquanto “Love of my life” é um dos melhores exemplares de balada roqueira.

Para ver a matéria completa, clique aqui

Fonte: www.globo.com
Enviado por: Emanuella Gømes

We Will, We Will Catch you! promises Brian May
Nós vamos, Nós vamos pegar você! Promete Brian May

Brian May  |  Dead Fox
Brian May | Dead Fox

A lenda do rock, Brian May, ofereceu uma recompensa de 500 libras para encontrar o assassino cruel de uma jovem raposa. O guitarrista do Queen, ofereceu o dinheiro para obter informações depois que uma jovem carcaça foi encontrado na borda da Floresta Hiraethog no último domingo. O animal foi encontrado morto com corda de nylon laranja amarrado com um forte nó em torno de uma perna para trás, enquanto a outra perna de trás tinha sido arrancada.

A corda tinha dois laços amarrados na outra extremidade, o que, a RSPCA disse que poderia indicar que a raposa foi amarrada. “Havia um pouco de osso retalhado da perna superior projetando para baixo de seu corpo”, disse Judi Hewitt, um membro do País de Gales contra crueldade animal (WAAC), que encontrou a raposa, enquanto fora em um passeio com o marido. “Acredito que este pobre animal foi utilizado para divertimento de cães jovens. “Ela foi, então, despejada na mata até uma vala em cima de e ervas secas. “Foi o cheiro da decomposição que deu o seu paradeiro”, acrescentou.

O guitarrista Brian decidiu fazer um pronunciamento oferecendo uma recompensa por informações que levem à condenação de quem matou a jovem raposa em seu website Save Me.

“Decidi contribuir com esta recompensa em dinheiro”, disse Brian. “Eu não pedi nada parecido até agora, no Save Me, mas eu acho que essa é uma oportunidade para o Save Me de usar a sua voz e poder para o bem, para tentar obter justiça para esta pobre criatura. “Se você quiser ajudar, eu vou tentar organizar um canal rapidamente, para o dinheiro fluir em linha reta em um fundo para esse tipo de coisa.

Ms Hewitt disse que a “a pequena raposa” foi “torturada até a morte”. “As pessoas que fizeram isso são más e bandidos covardes”, disse ela. “Se alguém souber quem fez essa coisa cruel e terrível, eu espero que façam a coisa certa e contate a polícia.”

Fred Armstrong fiscal da RSPCA viu os ferimentos do filhote em primeira mão após a reunião com a Sra. Hewitt na floresta. “Esta foi realmente uma descoberta angustiante e as circunstâncias em que este pobre animal foi encontrado me faz suspeitar de crime e crueldade”, disse ele. “Eu não acho que seja provável que a corda tenha se enrolado em torno da perna da raposa por acidente. “É mais provável que um ser humano tenha amarrado a corda na perna do animal e, portanto, preocupa-me que um crime foi cometido.

“Eu também acho que o fato de que esta raposa tenha sido encontrada em um local remoto é prova contra nenhum acidente e que as pessoas responsáveis pelo sofrimento do animal pensaram que nunca seria encontrado. “Peço qualquer um que possa saber o que aconteceu com este animal jovem, por favor entrar em contato comigo.”

Qualquer um com informação é convidado a entrar em contato com a RSPCA 0300 1234 999 em North Wales Police ou em 0845 6071001 (linha de Gales) ou 0845 6071002 (linha Inglesa).

Fonte: http://www.denbighshirefreepress.co.uk
Tradução Érika Pollice

Brian May

O estilo do veterano roqueiro Brian May, incorpora a gama completa do que uma guitarra é capaz de – a partir de placas de ameaça, a la “Death on Two Legs”, aos arpejos delicados de “It’s Late”, que facilmente rolam em seu AC30. Ele é a dinâmica encarnada. Com artefatos originais à sua disposição, tais como a “guitarra lareira” que ele construiu com seu pai, ele tem sido um dos orquestradores mais aventureiros no estúdio sem nenhuma perda de poder ou grandeza em um contexto ao vivo. Quem pode esquecer as reinterpretações que fazem do Live Killers estar entre os álbuns mais essenciais ao vivo de todos os tempos? O homem impõe respeito, tendo fornecido o modelo para triturar com bom tom e gosto o contexto das músicas que são inesquecíveis. Nisto, ele evitou a crítica vigilante típica que assola muitos músicos que também possuem capacidade técnica notável. Ele é agora e para sempre, a realeza do rock and roll. – Sanders Shane.

Fonte:  http://www.gibson.com/

As duas faces da Rainha: Artigo de opinião sobre a obra dos Queen

Começo pelo seguinte: Dizer á partida que não gostamos de um disco apenas por ser demasiado comercial e vender muitas cópias, não é um juízo correcto. Um disco, para merecer tal estatuto, possui certamente qualidades que o tornam apelativo a um grande número de pessoas e esse facto não deve ser desprezado. Podemos, isso sim, após o termos ouvido, concluir que não gostamos dele e essa conclusão deve partir da nossa apreciação pessoal e nunca baseada apenas naquilo que ouvimos dizer. Este é um artigo de opinião sobre a obra dos Queen, que divido em duas fases: o período entre 1973/1979 e o período entre 1980/1991. O segundo corresponde á consagração global dos Queen e, não por acaso, eu aprecio mais o primeiro.

Como toda a gente deste fórum, tomei conhecimento dos Queen através dos seus Hiper-Mega êxitos, mas a grandeza desta banda pode também ser medida pelas pérolas que não figuram nos seus Greatest Hits e que são bem capazes de surpreender a maioria das pessoas!

Lançado em 1973, o primeiro álbum “Queen” , não foi de todo um sucesso, mas continha já uma ideia dos predicados desta que era uma banda de Rock, mas diferente das demais que pululavam por toda a velha Albion . Temas como Keep Yourself Alive e Liar eram duros e apelativos, mas não conseguiram furar os Tops . Um ano depois, o segundo álbum, “Queen II” , apesar de continuar a senda de insucesso, foi uma declaração de intenções por parte da banda: Não obstante a sua curta duração, é uma obra massiva, onde a máxima Less is More não cabe. As pistas disponíveis em estúdio não pareciam ser suficientes e deve ter sido um pesadelo para o produtor. Múltiplas camadas de vozes, várias mudanças inesperadas dentro do mesmo tema, aquele som de guitarra único multiplicado por cem…Não gerou sucessos e sofreu de uma certa dispersão criativa, mas hoje, figura sempre na lista dos mais significativos discos dos Queen. Vale mesmo a pena ouvir a The March of The Black Queen .

Como era hábito na altura, o próximo disco saiu logo no final desse mesmo ano e funcionou como a chave que lhes abriu a porta para o sucesso, via um single estranho e inesperado chamado Killer Queen . Mais focado, variado e surpreendente, o álbum “Sheer Heart Attack” foi um sucesso. Continha malhas de rock pesado ( Brighton Rock , Stone Cold Crazy , Now i´m here ), ao lado de músicas de cabaret burlesco como Bring Back that Leroy Brown !

Entre 1975 e 1976, os Queen consolidariam o seu sucesso com aqueles que considero os seus melhores álbuns e que, na minha opinião, devem ser ouvidos como um todo: “A Night at The Opera” e “A Day at the Races” . Estes Queen são únicos e não encontram pares dentro do panorama musical da altura. Sobre a Bohemian Rhapsody , estamos conversados. É um clássico absoluto. Eles movem-se com desenvoltura pelo Rock, pela Pop e por desvarios operáticos, sem nunca caírem em facilitismos e simplicidade. Tudo isto, sem perderem o rumo. Se virem o Making of do “A Night at…” ficarão assustados com as camadas de instrumentos e vozes que uma canção conseguia ter!

Destes dois discos saíram a Bohemian , a Love of My Life , a Somebody to Love , a Tie Your Mother Down … mas quero salientar aquele que para mim é o mais belo momento de Freddie Mercury, em todo o seu esplendor e que não figura nos Greatest Hits: You take My Breath Away . Um sonho.

“News of the World” , de 1977, seria um disco um pouco estranho, principalmente pelos pouco ortodoxos dois primeiros temas, que de uma só assentada, seriam clássicos eternos com uma dimensão imensurável: We Will Rock You e We Are the Champions . Ao seu lado, duas malhas de Rock pesadão: Sheer Heart Attack e It’s Late . “Jazz” de 1978, seria o princípio do fim dos Queen desafiadores e experimentais, os meus preferidos. Começa com uma exótica Mustapha e produziria grandes êxitos como a Don´t Stop Me Now Fat Bottomed Girls a ou a Bicycle Race .

Com o mercado Britânico aos seus pés, os Queen queriam agora chegar ao mais difícil, vasto e apelativo mercado Americano. Para isso, seria necessário mudar de estratégia. Uma mensagem, para chegar a um grande número de pessoas, deve ser o mais objectiva e concisa possível e foi essa a direcção que eles tomaram. Após o disco ao vivo “Live Killers” e a banda sonora de “Flash Gordon” , surgia em 1980, um álbum chamado “The Game” . Another one Bites the Dust (Funk) e Crazy Little Thing Called Love (Rockabilly), simples e eficazes, conquistaram imediatamente os ouvintes Americanos!

O disco seguinte, “Hot Space” , uma abordagem Funk pouco compreendida pelos fãs, seria salvo pelo Mega-Hit Under Pressure , o célebre dueto de freddie com David Bowie.

É nesta altura que Freddie Mercury adopta a sua imagem mais famosa com aquele característico bigode, que eu costumo usar como a barreira de divisão entre os meus Queen Preferidos e os que já não aprecio tanto. Sim, isso mesmo: Um bigode como Benchmark , lol!

Dois anos depois, em 1984, “The Works” com temas como Radio Gaga , I Want To Break Free e Hammer to Fall colocaria definitivamente a banda num patamar de colossos do qual não mais sairiam. Deixariam de lado as canções complexas e desafiantes para se concentrarem em êxitos adequados a serem cantados por estádios a abarrotar por esse mundo fora. Apesar de ser a sua época mais famosa, não são estes os Queen de que mais gosto, embora tenham merecido essa consagração.

O resto é história. O Live Aid , a Magic Tour de 1986, uma mão cheia de êxitos, a morte de Freddie e a consequente sucessão de lançamentos desnecessários e reuniões mal conseguidas, que em nada dignificaram aquela que é a banda do coração de milhões de fãs por todo o mundo. O epitáfio perfeito teria sido mesmo o último e brilhante álbum gravado pela banda, “Innuendo” .

É grande o legado deste grupo de quatro grandes músicos e compositores, dos quais destaco um som de guitarra inconfundível entre todas as guitarras e a memória de uma voz imortal e de um brilhante condutor de multidões, como poucos o foram. É caso para dizer God Save The Queen .
Artigo escrito por porcoespinho

Fonte:  http://blitz.aeiou.pt

Foi lançado um DVD do Queen, não oficial, chamado “A Night at the Races”. Não há detalhes sobre qual show é, mas é da década de 70.

Informações:

Gêneros: SHOW/CLIPES, ROCK
Região: 4
Ano de Lançamento: 2010
Distribuidora: Gema Music
Duração: 0 minutos
Peso: 110 gr
Legenda: Não Disponível
Formato da Tela: Não Disponível
Processo Digital: Ntsc
Extras: Não Disponível

Músicas:

01. Procession
02. Tie Your Mother Down
03. Ogre Battle
04. White Queen (As It Began)
05. Somebody To Love
06. Killer Queen
07. Good Old Fashioned Loverboy
08. The Millionaire Waltz
09. Your’re My Best Friend
10. Bring Back That Leroy Brown
11. Death On Two Legs
12. Doing All Right
13. Brighton Rock
14. 39
15. You Take My Breath Away
16. White Man
17. The Prophet’s Song
18. Bohemian Rhapsody
19. Keep Yourself Alive
20. Stone Cold Grazy
21. In The Lap Of The Gods
22. Now I’m Here
23. Liar
24. Rock N’roll Medley
25. Lucille
26. Jailhouse Rock
27. Saturday Night’s All Right For Fighting
28. Stupid Cupid
29. Be Bop A Lula

Sugestão de compra: http://www.simplivideo.com.br/produto-458-queen_a_night_at_the_races_dvd

Fonte: www.videolar.com

O colunista do site da revista Época,  Luís Antônio Giron, citou Freddie no artigo que tem como título “Sexo com gagueira -Como Lady Gaga ficou nua e fritou nossos ouvidos”. Vejam o trecho:

[…]Conta a história que Stefani (Lady Gaga) foi apelidada por seu parceiro musical – Rob Fusari, com quem compôs canções para Britney Spears, Pussycat Dolls e New Kids on the Block – porque ela sintetizava perfeitamente os versos do rock “Radio Ga Ga”, da banda britânica Queen: “Vemos shows, vemos as estrelas/ Em vídeos por horas a fio/ Mal usamos nossos ouvidos/ Como a música mudou todos esses anos (…) Tudo o que ouvimos é Rádio ga ga/ Rádio blablablá”. É uma crítica à degradação da qualidade da música popular planetária, da qual Freddy Mercury, o líder do Queen, foi um dos últimos guardiões (ao lado do sexo e do rock’n’roll). No início, a menina baixinha, morena e nariguda tocava piano e cantava canções ao estilo de Cole Porter. Depois adotou o rock e passou a se apresentar em clubes sujos, cantando e se acompanhado em um teclado Yamaha barato. Então apaixonou-se pela Factory, a gangue-oficina do artista plástico Andy Warhol, aproximou-se da música dançante retrô e criou seu visual extravagante como uma forma de chamar atenção. Atenção que a maluquete moreninha não recebia com sua boa voz e sua técnica pianística razoável.[…]

Para ver a matéria completa clique aqui

Enviado por: Emanuella Gømes
Fonte: http://revistaepoca.globo.com

Isso mesmo!! vocês já haviam visto o Brian de barba?

Rescentemente adqueri um livro, de 1981, intitulado “Queen – The First 10 yeras” e para minha surpresa tem uma foto do Brian de barba! isso de barba!!

Confesso que nunca havia visto. Decidi compartilhar aqui no QN.

Clique para ver em tamanho real
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Fonte: Revista Queen – The First 10 yeras
[]’s Alexandre

Bom pessoal, nós do Queen Net sempre em datas comemorativas fizemos banners especiais pra cada data. Uma destas foi na copa de 2006.

Por nosso portal estar fora do ar não andamos fazendo isto, mas com a chegada da copa do mundo resolvemos relembrar o banner que usamos em 2006. onde os integrantes estão vestidos de camisa do Brasil. Disponibilizaremos também versões de cada membro da banda para que possam usar no MSN..

esperamos que gostem 🙂

O Banner Original

Logo Original

Os Avatares

Freddie Mercury p/ MSN Brian May p/ MSN Roger Taylor p/ MSN John Deacon p/ MSN

Para baixar todos Clique Aqui

Enquanto um vive crise econômica devastadora, o outro se mantém estável e atrativo para turistas. Seleção fará amistosos com os dois antes da Copa.

Se confirmar os amistosos contra Zimbábue e Tanzânia, a seleção brasileira vai experimentar dois lados diferentes da África. O Zimbábue, antiga Rodésia, vive grande decadência econômica e sérios problemas políticos, frutos da ditadura de Robert Mugabe. Já a Tanzânia é uma das nações mais estáveis do continente. Por isso – e por sua natureza exuberante – tornou-se um dos destinos preferidos dos turistas.

Tanzânia, terra de Freddy Mercury

Mas se é para falar de grandes pontos turísticos africanos, fale-se de Tanzânia. Aliás, é lá que fica a maior atração da África, ao menos no tamanho. O Monte Kilimanjaro é o lugar onde a África chega mais pertinho do céu. São 5891 metros de altura. Outro destino famoso é a ilha de Zanzibar, que se uniu ao então país chamado de Tanganica para formar a Tanzania. Zanzibar tem um filho ilustre, o roqueiro Freddy Mercury, líder da banda inglesa Queen. Tem também praias paradisíacas e a Cidade de Pedra, que como o próprio nome explica é como uma pequena cidade cheia de construções de pedra. Apesar de ter se unido ao continente, a Ilha de Zanzibar gosta de manter certa autonomia. Ao entrar lá, o visitante recebe um carimbo, como se estivesse em um novo país. Quase todos na ilha são mulçumanos, enquanto que no resto da Tanzânia há maior divisão entre mulçumanos (35%) e cristãos (30%).

O país tornou-se independente da Inglaterra no início dos anos 60 e unificou-se em 1964. Desde então experimenta uma estabilidade política e econômica maior do que a maioria dos outros países africanos.

para ler a matéria completa Clique Aqui

Fonte: www.globo.com

….
Sorteado nesta sexta-feira para enfrentar o australiano Peter Luczak, Federer tenta pela primeira vez a defesa do título de Paris e até brinca com a situação. Quando perguntado se tinha o sentimento de estar sob pressão, o suíço afirmou: “Eu gosto dessa música”, fazendo uma ironia lembrando do nome de uma música da banda Queen, chamada “Under Pressure”.

Clique Aqui para ler a matéria completa.

Fonte: www.uol.com.br

Freddie é citado na seção “conexões” da revista Superinteressante do mês de junho ( edição 279) . A matéria faz uma conexão de Lady Laura a Lady Gaga.

Clique na imagem abaixo para ampliar.

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Fonte: Revista Superinteressante
Enviado por:  Vick May

Mudança evita problemas judiciais que ocorreram no quinto game da série. Título terá músicas de Queen, Kiss e Black Sabbath, diz revista.

Detalhes da sexta versão da série musical “Guitar hero” que apareceram na nova edição da revista britânica especializada em games Official Xbox Magazine indicam que o título não terá avatares de músicos famosos.

A mudança teria sido feita por conta dos problemas judiciais enfrentados pela empresa por apresentar o guitarrista e vocalista da banda Nirvana, Kurt Cobain, em “Guitar hero 5” contra a vontade de sua viúva, Courtney Love. Problema similar foi visto com a banda No Doubt no game “Band hero”, da mesma empresa. As reclamações envolviam apresentar as versões virtuais dos músicos executando músicas de outras bandas.

Outros músicos, como Gene Simmons, do Kiss, e Lars Ulrich, do Metallica, fazem questão de estar em “Guitar hero 6” e, com a mudança, estarão apenas como guias do jogador no modo Quest, que permitirá que os gamers realizem missões para se tornar astros do rock.

A revista também confirma que as músicas de “Guitar hero 5” compradas pelo jogadores e armazenadas nos consoles serão compatíveis com o novo título, que promete voltar às origens da série, trazer novos modos de jogo, transformações para os personagens clássicos e músicas de bandas como Queen, Kiss e Black Sabbath.

A franquia “Guitar hero” já vendeu 44 milhões de cópias desde o seu lançamento em 2005 para o PlayStation 2. Nenhum detalhe adicional sobre as novas versões dos games musicais foi revelado, mas espera-se que eles possam ter uma versão para testes durante a Electronic Entertainment Expo (E3), que acontece em junho na cidade de Los Angeles, nos EUA. “Guitar hero 6” tem previsão para chegar às lojas norte-americanas no final do ano.

Fonte:  http://gazetaweb.globo.com

TANZÂNIA – Você sabia que o cantor Fred Mercury, vocalista da banda Queen, nasceu em Zanzibar, na Tanzânia? Os operadores brasileiros e venezuelanos que participam de uma famtrip para o destino tiveram a oportunidade de chegar até a porta da antiga casa do cantor, em Stone Town.

Em seguida, o grupo saiu para um passeio pela cidade histórica. Passeios pelo museu, mercado da cidade e – o mais emocionante – visita ao último mercado de escravos negros do mundo. Tudo muito rápido para que a viagem pudesse proseguir sem imprevistos. No mesmo dia, o grupo deixou a cidade com destino aos hotéis Singita. Foram três voos para chegar até o local

Na primeira noite no Singita Sasakwa nada de muitas atividades. Apenas inspeções nos próprios quartos e um jantar. Afinal, às 6h do dia seguinte, os operadores farão o seu primeiro safári da viagem.

Clique Aqui para saber como foi o dia do grupo, imagens de Stone Town e do Singita Sasakwa.

A The Marketing Collection, dirigida por Erik Sadao, convidou quatro operadoras – três brasileiras e uma venezuelana – para conhecer hotéis que a empresa representa no destino. Participam da viagem Nilma Freitas e Carina Pedron, da Queensberry, Ana Paula Simões, da Designer Tours, Mariana Ninno, da B360, e Javier Pont e Maria Lucy, da Ale Ale Tours (Venezuela).

Fonte: www.panrotas.com.br