Teclado terá 25 teclas e game ensinará a tocar o instrumento real.

produtora Harmonix irá apresentar ‘Rock band 3’ oficialmente apenas na feira Electronic Entertainment Expo (E3), que acontece entre os dias 15 e 17 de junho na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, mas o jornal norte-americano USA Today já teve oportunidade de testar o game musical. A publicação confirma que o keytar, um teclado muito famoso na década de 80, é o novo instrumento do título que trará, também, uma lista musical inédita.

O teclado possui 25 teclas e também poderá ser utilizado no novo modo de jogo, o Rock Band Pro. Ele permitirá que os jogadores utilizem os controles para tentar tocar os instrumentos de “modo real’. Para este novo modo de jogo, além do teclado, a Harmonix está criando novos controles em forma de guitarra.

A Harmonix liberou a lista parcial de músicas que estarão em “Rock band 3”:
“Combat baby” – Metric;
“Dead end friends” – Them Crooked Vultures;
“Get free” – The Vines;
“Lasso” – Phoenix;
“Me enamora” – Juanes;
“Oh my god” – Ida Maria;
“Portions of foxes” – Rilo Kiley;
“The hardest button to button” – The White Stripes;
“Been caught stealing” – Jane’s Addiction;
“In the meantime” – Spacehog;
“Plush” – Stone Temple Pilots;
“Walkin’ on the sun” – Smash Mouth;
“Crazy train” – Ozzy Osbourne;
“Here I go again” – Whitesnake;
“I love rock and roll” – Joan Jett;
“Just like heaven” – The Cure;
“Rainbow in the dark” – Dio;
“The power of love” – Huey Lewis and the News;
“Sister christian” – Night Ranger;
“Bohemian rhapsody” – Queen;
“Break on through” – The Doors;
“Crosstown traffic” – Jimi Hendrix.

Fonte: www.globo.com

O programa “I’m in a Rock ‘n’ Roll Band!” da BBC, apresentado por Jonahtan Ross, realizou uma votação pública, ao vivo, ao longo de suas 6 edições para definir os roqueiros favoritos do Reino Unido, assim como a formação da banda ideal de todos os tempos.

A seleção final para a banda foi composta dos seguintes integrantes:
Freddie Mercury – Vocalista
Jimi Hendrix – Guitarrista
Flea – Baixista
John Bonham – Baterista

Além de ganhar na categoria de melhor vocalista com Freddie, o Queen, junto com os Beatles, foi finalista na categoria de melhor banda, vencida pelo Led Zeppelin.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=oH2Yt0TzzdY]

Tradução / Enviada por:  Elimister

Fonte: www.queenonline.com

O gerente do hotel onde a seleção brasileira está hospedada chama-se… Xuxa. Na verdade se escreve Shousha, mas você pergunta pro cara o nome dele, ouve a resposta e começa a dar risada. É coincidência demais! Pois bem. Shousha é suíço. Não imaginem um sujeito alto, loiro, com cara de europeu. Ele é filho de egípcio com francesa, então tem pele morena e um aspecto do Oriente Médio mesmo.

Conversando sobre a Tanzânia com ele, uma frase me chamou a atenção. “A Tanzânia é a Suíça da África”.
(mais…)

Queen – I Want To Break Free (1984)
Freddie Mercury, um dos gays mais famosos da história do rock, canta apaixonadamente sobre a necessidade de se libertar e se apaixonar “de verdade”. Parece até que ele tentou disfarçar colocando no clipe uma dona de casa como o personagem “preso”. Mas como é ele mesmo que faz o papel da dona de casa, não disfarçou muita coisa né?

Para ver a matéria completa:  Clique Aqui

Fonte: www.virgula.com.br

…Foi em Stone Town (Cidade de Pedra), uma das atrações turísticas mais visitadas da ilha, que nasceu, em 1946, Faroukh Bulsara, mais conhecido por Freddie Mercury…

Matéria completa Clique Aqui

Fonte:  www.globo.com

Clique e Participe!!
Clique e Participe!!

O Queen Net em parceria com o site SimpliVideo irá promover  um concurso cultural e sortearemos 3 DVDs.

1º Lugar: DVD Queen Live In Japan
2º Lugar: DVD Queen A Night At The Races
3º Lugar: DVD Queen Magic Moments

Para participar é muito fácil, Faça uma frase usando as palavras:
“Queen, Rock, Japão, A Night At The Races, Magic Moments e Queen Net.”

 Clique Aqui e Participe!!

Realização:

  

Uma homenagem ao Brian em um Pub em Cascavél, Paraná,  fica bem na entrada . O Pub se chama Hooligans.

Clique para ampliar
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 Site do Pub:  http://www.hooliganspub.com.br
Foto enviado por Erika Pollice

Venha presenciar a melhor banda Queen Tribute do mundo. Nesta atração internacional, fiel aos arranjos originais, ao timbre vocal, a indumentária e aos trejeitos de Freddy. Diretamente do leste europeu (Belgrado-Sérvia), pela primeira vez no Brasil, exclusivamente no palco do Bolshoi.

Assista trecho
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=TwB_0cu7jl4]

Data: 12 de Junho
Local: Bolshoi Pub
Endereço:  Rua T-53/T-2, n 1140, Setor Bueno Goiânia GO, CEP 74215-150
Telefones: (62) 3285 – 6185 | (62) 3274 – 1309
Site:  www.bolshoipub.com.br
Dúvidas:  Clique Aqui

Enviado por: Gabriel Carvalho

 

Poucas bandas de rock tiveram tantas músicas aproveitadas em trilhas sonoras quanto o Queen, banda inglesa formada por Freddy Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor.

Uma busca simples no imdb mostra que o Queen esteve na trilha de mais de 120 filmes e séries, isso se não levarmos em conta que nem todas as obras possuem a informação correta neste site. Deve ser muito mais.

Recentemente tivemos Another One Bites the Dust tocando em Homem de Ferro 2. No ano passado, Under Pressure apareceu em World’s Greatest Dad.

Mas isso vem de longo tempo atrás. No final redentor de A Vingança dos Nerds, ouvimos We Are The Champions. Aliás, o que é um final redentor sem We Are The Champions? Ela toca em dezenas de filmes e seriados, como The Big Bang Theory, South Park e The Sopranos.
(mais…)

  Splitscreen Entertainment anunciou “Whole Lotta Love”, um novo álbum que contará com todas as canções populares elogiando a figura feminina que se tornaram famosas pelos maiores nomes da música rock e pop.

  O álbum será gravado por músicos de renome do rock de ontem e de hoje, juntamente com um número seleto de estrelas em ascensão. “Whole Lotta Love” vai ser uma festa repleta de estrelas de grande e encantadoras senhoras .

  Phil Lewis, da LA Guns warhorse Hollywood, toca  Fat Bottomed Girls, música favorita de sua juventude no Reino Unido.

  “Whole Lotta Love: An All-Star Salute to Fat Chicks” está agendado para ser lançado no dia 31 de agosto de 2010 e está disponível em pré-venda no SplitScreen Entertainment. Os primeiros 500 que comprarem na pré-venda receberão na hora um download gratuito de “Fat Bottomed Girls” e um item surpresa bônus no momento da entrega do álbum.

Fonte:  www.queenonline.com
Enviado / Traduzido por:  Rodrigo Chaves

Depois de “Somebody to love”, mais uma música do Queen é cantada pelo elenco da série Glee. A música da vez é “Another one bites the dust”.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=iEOCu1GyHWE]

Enviado por: Emanuella Gømes

O Queen Net em parceria com o site SimpliVideo.com.br irá promover um concurso cultural e sortearemos 3 DVD’s.

Em breve colocaremos os detalhes da promoção!

Clique Aqui e confira lista de CDs e DVDs que a Simplivideo disponibiliza.

Desde já agradecemos a parceria e disponibilidade em fazermos esta promoção.

Um novo video ‘ensaio’ do próximo álbum de Kerry Ellis, produzido por Brian May, está disponível no You Tube.

 O vídeo mostra Kerry e Brian tocando uma versão acústica da música ‘Some Things That Glitter’ do Queen + Paul Rodgers .

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=W-RGiiHlF2I]

Fonte: www.queenonline.com

Aproveitando a vinda do Aerosmith ao Brasil, o portal G1 fez uma relação de 15 discos para entender o Hard Rock. O álbum “A night at the Opera” é um dos álbuns citados. Veja o que foi dito sobre o álbum:

Queen – “A night at the opera” (1975)
Apesar de passear por diversos gêneros ao longo da carreira, o Queen ganhou fama com suas guitarras altas e por introduzir elementos sinfônicos e teatrais no hard rock. Além da imortal “Bohemian rhapsody”, faixas como a vingativa “Death on two legs” atestam a criatividade do guitarrista Brian May, enquanto “Love of my life” é um dos melhores exemplares de balada roqueira.

Para ver a matéria completa, clique aqui

Fonte: www.globo.com
Enviado por: Emanuella Gømes

We Will, We Will Catch you! promises Brian May
Nós vamos, Nós vamos pegar você! Promete Brian May

Brian May  |  Dead Fox
Brian May | Dead Fox

A lenda do rock, Brian May, ofereceu uma recompensa de 500 libras para encontrar o assassino cruel de uma jovem raposa. O guitarrista do Queen, ofereceu o dinheiro para obter informações depois que uma jovem carcaça foi encontrado na borda da Floresta Hiraethog no último domingo. O animal foi encontrado morto com corda de nylon laranja amarrado com um forte nó em torno de uma perna para trás, enquanto a outra perna de trás tinha sido arrancada.

A corda tinha dois laços amarrados na outra extremidade, o que, a RSPCA disse que poderia indicar que a raposa foi amarrada. “Havia um pouco de osso retalhado da perna superior projetando para baixo de seu corpo”, disse Judi Hewitt, um membro do País de Gales contra crueldade animal (WAAC), que encontrou a raposa, enquanto fora em um passeio com o marido. “Acredito que este pobre animal foi utilizado para divertimento de cães jovens. “Ela foi, então, despejada na mata até uma vala em cima de e ervas secas. “Foi o cheiro da decomposição que deu o seu paradeiro”, acrescentou.

O guitarrista Brian decidiu fazer um pronunciamento oferecendo uma recompensa por informações que levem à condenação de quem matou a jovem raposa em seu website Save Me.

“Decidi contribuir com esta recompensa em dinheiro”, disse Brian. “Eu não pedi nada parecido até agora, no Save Me, mas eu acho que essa é uma oportunidade para o Save Me de usar a sua voz e poder para o bem, para tentar obter justiça para esta pobre criatura. “Se você quiser ajudar, eu vou tentar organizar um canal rapidamente, para o dinheiro fluir em linha reta em um fundo para esse tipo de coisa.

Ms Hewitt disse que a “a pequena raposa” foi “torturada até a morte”. “As pessoas que fizeram isso são más e bandidos covardes”, disse ela. “Se alguém souber quem fez essa coisa cruel e terrível, eu espero que façam a coisa certa e contate a polícia.”

Fred Armstrong fiscal da RSPCA viu os ferimentos do filhote em primeira mão após a reunião com a Sra. Hewitt na floresta. “Esta foi realmente uma descoberta angustiante e as circunstâncias em que este pobre animal foi encontrado me faz suspeitar de crime e crueldade”, disse ele. “Eu não acho que seja provável que a corda tenha se enrolado em torno da perna da raposa por acidente. “É mais provável que um ser humano tenha amarrado a corda na perna do animal e, portanto, preocupa-me que um crime foi cometido.

“Eu também acho que o fato de que esta raposa tenha sido encontrada em um local remoto é prova contra nenhum acidente e que as pessoas responsáveis pelo sofrimento do animal pensaram que nunca seria encontrado. “Peço qualquer um que possa saber o que aconteceu com este animal jovem, por favor entrar em contato comigo.”

Qualquer um com informação é convidado a entrar em contato com a RSPCA 0300 1234 999 em North Wales Police ou em 0845 6071001 (linha de Gales) ou 0845 6071002 (linha Inglesa).

Fonte: http://www.denbighshirefreepress.co.uk
Tradução Érika Pollice

Brian May

O estilo do veterano roqueiro Brian May, incorpora a gama completa do que uma guitarra é capaz de – a partir de placas de ameaça, a la “Death on Two Legs”, aos arpejos delicados de “It’s Late”, que facilmente rolam em seu AC30. Ele é a dinâmica encarnada. Com artefatos originais à sua disposição, tais como a “guitarra lareira” que ele construiu com seu pai, ele tem sido um dos orquestradores mais aventureiros no estúdio sem nenhuma perda de poder ou grandeza em um contexto ao vivo. Quem pode esquecer as reinterpretações que fazem do Live Killers estar entre os álbuns mais essenciais ao vivo de todos os tempos? O homem impõe respeito, tendo fornecido o modelo para triturar com bom tom e gosto o contexto das músicas que são inesquecíveis. Nisto, ele evitou a crítica vigilante típica que assola muitos músicos que também possuem capacidade técnica notável. Ele é agora e para sempre, a realeza do rock and roll. – Sanders Shane.

Fonte:  http://www.gibson.com/

As duas faces da Rainha: Artigo de opinião sobre a obra dos Queen

Começo pelo seguinte: Dizer á partida que não gostamos de um disco apenas por ser demasiado comercial e vender muitas cópias, não é um juízo correcto. Um disco, para merecer tal estatuto, possui certamente qualidades que o tornam apelativo a um grande número de pessoas e esse facto não deve ser desprezado. Podemos, isso sim, após o termos ouvido, concluir que não gostamos dele e essa conclusão deve partir da nossa apreciação pessoal e nunca baseada apenas naquilo que ouvimos dizer. Este é um artigo de opinião sobre a obra dos Queen, que divido em duas fases: o período entre 1973/1979 e o período entre 1980/1991. O segundo corresponde á consagração global dos Queen e, não por acaso, eu aprecio mais o primeiro.

Como toda a gente deste fórum, tomei conhecimento dos Queen através dos seus Hiper-Mega êxitos, mas a grandeza desta banda pode também ser medida pelas pérolas que não figuram nos seus Greatest Hits e que são bem capazes de surpreender a maioria das pessoas!

Lançado em 1973, o primeiro álbum “Queen” , não foi de todo um sucesso, mas continha já uma ideia dos predicados desta que era uma banda de Rock, mas diferente das demais que pululavam por toda a velha Albion . Temas como Keep Yourself Alive e Liar eram duros e apelativos, mas não conseguiram furar os Tops . Um ano depois, o segundo álbum, “Queen II” , apesar de continuar a senda de insucesso, foi uma declaração de intenções por parte da banda: Não obstante a sua curta duração, é uma obra massiva, onde a máxima Less is More não cabe. As pistas disponíveis em estúdio não pareciam ser suficientes e deve ter sido um pesadelo para o produtor. Múltiplas camadas de vozes, várias mudanças inesperadas dentro do mesmo tema, aquele som de guitarra único multiplicado por cem…Não gerou sucessos e sofreu de uma certa dispersão criativa, mas hoje, figura sempre na lista dos mais significativos discos dos Queen. Vale mesmo a pena ouvir a The March of The Black Queen .

Como era hábito na altura, o próximo disco saiu logo no final desse mesmo ano e funcionou como a chave que lhes abriu a porta para o sucesso, via um single estranho e inesperado chamado Killer Queen . Mais focado, variado e surpreendente, o álbum “Sheer Heart Attack” foi um sucesso. Continha malhas de rock pesado ( Brighton Rock , Stone Cold Crazy , Now i´m here ), ao lado de músicas de cabaret burlesco como Bring Back that Leroy Brown !

Entre 1975 e 1976, os Queen consolidariam o seu sucesso com aqueles que considero os seus melhores álbuns e que, na minha opinião, devem ser ouvidos como um todo: “A Night at The Opera” e “A Day at the Races” . Estes Queen são únicos e não encontram pares dentro do panorama musical da altura. Sobre a Bohemian Rhapsody , estamos conversados. É um clássico absoluto. Eles movem-se com desenvoltura pelo Rock, pela Pop e por desvarios operáticos, sem nunca caírem em facilitismos e simplicidade. Tudo isto, sem perderem o rumo. Se virem o Making of do “A Night at…” ficarão assustados com as camadas de instrumentos e vozes que uma canção conseguia ter!

Destes dois discos saíram a Bohemian , a Love of My Life , a Somebody to Love , a Tie Your Mother Down … mas quero salientar aquele que para mim é o mais belo momento de Freddie Mercury, em todo o seu esplendor e que não figura nos Greatest Hits: You take My Breath Away . Um sonho.

“News of the World” , de 1977, seria um disco um pouco estranho, principalmente pelos pouco ortodoxos dois primeiros temas, que de uma só assentada, seriam clássicos eternos com uma dimensão imensurável: We Will Rock You e We Are the Champions . Ao seu lado, duas malhas de Rock pesadão: Sheer Heart Attack e It’s Late . “Jazz” de 1978, seria o princípio do fim dos Queen desafiadores e experimentais, os meus preferidos. Começa com uma exótica Mustapha e produziria grandes êxitos como a Don´t Stop Me Now Fat Bottomed Girls a ou a Bicycle Race .

Com o mercado Britânico aos seus pés, os Queen queriam agora chegar ao mais difícil, vasto e apelativo mercado Americano. Para isso, seria necessário mudar de estratégia. Uma mensagem, para chegar a um grande número de pessoas, deve ser o mais objectiva e concisa possível e foi essa a direcção que eles tomaram. Após o disco ao vivo “Live Killers” e a banda sonora de “Flash Gordon” , surgia em 1980, um álbum chamado “The Game” . Another one Bites the Dust (Funk) e Crazy Little Thing Called Love (Rockabilly), simples e eficazes, conquistaram imediatamente os ouvintes Americanos!

O disco seguinte, “Hot Space” , uma abordagem Funk pouco compreendida pelos fãs, seria salvo pelo Mega-Hit Under Pressure , o célebre dueto de freddie com David Bowie.

É nesta altura que Freddie Mercury adopta a sua imagem mais famosa com aquele característico bigode, que eu costumo usar como a barreira de divisão entre os meus Queen Preferidos e os que já não aprecio tanto. Sim, isso mesmo: Um bigode como Benchmark , lol!

Dois anos depois, em 1984, “The Works” com temas como Radio Gaga , I Want To Break Free e Hammer to Fall colocaria definitivamente a banda num patamar de colossos do qual não mais sairiam. Deixariam de lado as canções complexas e desafiantes para se concentrarem em êxitos adequados a serem cantados por estádios a abarrotar por esse mundo fora. Apesar de ser a sua época mais famosa, não são estes os Queen de que mais gosto, embora tenham merecido essa consagração.

O resto é história. O Live Aid , a Magic Tour de 1986, uma mão cheia de êxitos, a morte de Freddie e a consequente sucessão de lançamentos desnecessários e reuniões mal conseguidas, que em nada dignificaram aquela que é a banda do coração de milhões de fãs por todo o mundo. O epitáfio perfeito teria sido mesmo o último e brilhante álbum gravado pela banda, “Innuendo” .

É grande o legado deste grupo de quatro grandes músicos e compositores, dos quais destaco um som de guitarra inconfundível entre todas as guitarras e a memória de uma voz imortal e de um brilhante condutor de multidões, como poucos o foram. É caso para dizer God Save The Queen .
Artigo escrito por porcoespinho

Fonte:  http://blitz.aeiou.pt

Foi lançado um DVD do Queen, não oficial, chamado “A Night at the Races”. Não há detalhes sobre qual show é, mas é da década de 70.

Informações:

Gêneros: SHOW/CLIPES, ROCK
Região: 4
Ano de Lançamento: 2010
Distribuidora: Gema Music
Duração: 0 minutos
Peso: 110 gr
Legenda: Não Disponível
Formato da Tela: Não Disponível
Processo Digital: Ntsc
Extras: Não Disponível

Músicas:

01. Procession
02. Tie Your Mother Down
03. Ogre Battle
04. White Queen (As It Began)
05. Somebody To Love
06. Killer Queen
07. Good Old Fashioned Loverboy
08. The Millionaire Waltz
09. Your’re My Best Friend
10. Bring Back That Leroy Brown
11. Death On Two Legs
12. Doing All Right
13. Brighton Rock
14. 39
15. You Take My Breath Away
16. White Man
17. The Prophet’s Song
18. Bohemian Rhapsody
19. Keep Yourself Alive
20. Stone Cold Grazy
21. In The Lap Of The Gods
22. Now I’m Here
23. Liar
24. Rock N’roll Medley
25. Lucille
26. Jailhouse Rock
27. Saturday Night’s All Right For Fighting
28. Stupid Cupid
29. Be Bop A Lula

Sugestão de compra: http://www.simplivideo.com.br/produto-458-queen_a_night_at_the_races_dvd

Fonte: www.videolar.com

O colunista do site da revista Época,  Luís Antônio Giron, citou Freddie no artigo que tem como título “Sexo com gagueira -Como Lady Gaga ficou nua e fritou nossos ouvidos”. Vejam o trecho:

[…]Conta a história que Stefani (Lady Gaga) foi apelidada por seu parceiro musical – Rob Fusari, com quem compôs canções para Britney Spears, Pussycat Dolls e New Kids on the Block – porque ela sintetizava perfeitamente os versos do rock “Radio Ga Ga”, da banda britânica Queen: “Vemos shows, vemos as estrelas/ Em vídeos por horas a fio/ Mal usamos nossos ouvidos/ Como a música mudou todos esses anos (…) Tudo o que ouvimos é Rádio ga ga/ Rádio blablablá”. É uma crítica à degradação da qualidade da música popular planetária, da qual Freddy Mercury, o líder do Queen, foi um dos últimos guardiões (ao lado do sexo e do rock’n’roll). No início, a menina baixinha, morena e nariguda tocava piano e cantava canções ao estilo de Cole Porter. Depois adotou o rock e passou a se apresentar em clubes sujos, cantando e se acompanhado em um teclado Yamaha barato. Então apaixonou-se pela Factory, a gangue-oficina do artista plástico Andy Warhol, aproximou-se da música dançante retrô e criou seu visual extravagante como uma forma de chamar atenção. Atenção que a maluquete moreninha não recebia com sua boa voz e sua técnica pianística razoável.[…]

Para ver a matéria completa clique aqui

Enviado por: Emanuella Gømes
Fonte: http://revistaepoca.globo.com