Isso mesmo!! vocês já haviam visto o Brian de barba?

Rescentemente adqueri um livro, de 1981, intitulado “Queen – The First 10 yeras” e para minha surpresa tem uma foto do Brian de barba! isso de barba!!

Confesso que nunca havia visto. Decidi compartilhar aqui no QN.

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Fonte: Revista Queen – The First 10 yeras
[]’s Alexandre

Bom pessoal, nós do Queen Net sempre em datas comemorativas fizemos banners especiais pra cada data. Uma destas foi na copa de 2006.

Por nosso portal estar fora do ar não andamos fazendo isto, mas com a chegada da copa do mundo resolvemos relembrar o banner que usamos em 2006. onde os integrantes estão vestidos de camisa do Brasil. Disponibilizaremos também versões de cada membro da banda para que possam usar no MSN..

esperamos que gostem 🙂

O Banner Original

Logo Original

Os Avatares

Freddie Mercury p/ MSN Brian May p/ MSN Roger Taylor p/ MSN John Deacon p/ MSN

Para baixar todos Clique Aqui

Enquanto um vive crise econômica devastadora, o outro se mantém estável e atrativo para turistas. Seleção fará amistosos com os dois antes da Copa.

Se confirmar os amistosos contra Zimbábue e Tanzânia, a seleção brasileira vai experimentar dois lados diferentes da África. O Zimbábue, antiga Rodésia, vive grande decadência econômica e sérios problemas políticos, frutos da ditadura de Robert Mugabe. Já a Tanzânia é uma das nações mais estáveis do continente. Por isso – e por sua natureza exuberante – tornou-se um dos destinos preferidos dos turistas.

Tanzânia, terra de Freddy Mercury

Mas se é para falar de grandes pontos turísticos africanos, fale-se de Tanzânia. Aliás, é lá que fica a maior atração da África, ao menos no tamanho. O Monte Kilimanjaro é o lugar onde a África chega mais pertinho do céu. São 5891 metros de altura. Outro destino famoso é a ilha de Zanzibar, que se uniu ao então país chamado de Tanganica para formar a Tanzania. Zanzibar tem um filho ilustre, o roqueiro Freddy Mercury, líder da banda inglesa Queen. Tem também praias paradisíacas e a Cidade de Pedra, que como o próprio nome explica é como uma pequena cidade cheia de construções de pedra. Apesar de ter se unido ao continente, a Ilha de Zanzibar gosta de manter certa autonomia. Ao entrar lá, o visitante recebe um carimbo, como se estivesse em um novo país. Quase todos na ilha são mulçumanos, enquanto que no resto da Tanzânia há maior divisão entre mulçumanos (35%) e cristãos (30%).

O país tornou-se independente da Inglaterra no início dos anos 60 e unificou-se em 1964. Desde então experimenta uma estabilidade política e econômica maior do que a maioria dos outros países africanos.

para ler a matéria completa Clique Aqui

Fonte: www.globo.com

….
Sorteado nesta sexta-feira para enfrentar o australiano Peter Luczak, Federer tenta pela primeira vez a defesa do título de Paris e até brinca com a situação. Quando perguntado se tinha o sentimento de estar sob pressão, o suíço afirmou: “Eu gosto dessa música”, fazendo uma ironia lembrando do nome de uma música da banda Queen, chamada “Under Pressure”.

Clique Aqui para ler a matéria completa.

Fonte: www.uol.com.br

Freddie é citado na seção “conexões” da revista Superinteressante do mês de junho ( edição 279) . A matéria faz uma conexão de Lady Laura a Lady Gaga.

Clique na imagem abaixo para ampliar.

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Fonte: Revista Superinteressante
Enviado por:  Vick May

Mudança evita problemas judiciais que ocorreram no quinto game da série. Título terá músicas de Queen, Kiss e Black Sabbath, diz revista.

Detalhes da sexta versão da série musical “Guitar hero” que apareceram na nova edição da revista britânica especializada em games Official Xbox Magazine indicam que o título não terá avatares de músicos famosos.

A mudança teria sido feita por conta dos problemas judiciais enfrentados pela empresa por apresentar o guitarrista e vocalista da banda Nirvana, Kurt Cobain, em “Guitar hero 5” contra a vontade de sua viúva, Courtney Love. Problema similar foi visto com a banda No Doubt no game “Band hero”, da mesma empresa. As reclamações envolviam apresentar as versões virtuais dos músicos executando músicas de outras bandas.

Outros músicos, como Gene Simmons, do Kiss, e Lars Ulrich, do Metallica, fazem questão de estar em “Guitar hero 6” e, com a mudança, estarão apenas como guias do jogador no modo Quest, que permitirá que os gamers realizem missões para se tornar astros do rock.

A revista também confirma que as músicas de “Guitar hero 5” compradas pelo jogadores e armazenadas nos consoles serão compatíveis com o novo título, que promete voltar às origens da série, trazer novos modos de jogo, transformações para os personagens clássicos e músicas de bandas como Queen, Kiss e Black Sabbath.

A franquia “Guitar hero” já vendeu 44 milhões de cópias desde o seu lançamento em 2005 para o PlayStation 2. Nenhum detalhe adicional sobre as novas versões dos games musicais foi revelado, mas espera-se que eles possam ter uma versão para testes durante a Electronic Entertainment Expo (E3), que acontece em junho na cidade de Los Angeles, nos EUA. “Guitar hero 6” tem previsão para chegar às lojas norte-americanas no final do ano.

Fonte:  http://gazetaweb.globo.com

TANZÂNIA – Você sabia que o cantor Fred Mercury, vocalista da banda Queen, nasceu em Zanzibar, na Tanzânia? Os operadores brasileiros e venezuelanos que participam de uma famtrip para o destino tiveram a oportunidade de chegar até a porta da antiga casa do cantor, em Stone Town.

Em seguida, o grupo saiu para um passeio pela cidade histórica. Passeios pelo museu, mercado da cidade e – o mais emocionante – visita ao último mercado de escravos negros do mundo. Tudo muito rápido para que a viagem pudesse proseguir sem imprevistos. No mesmo dia, o grupo deixou a cidade com destino aos hotéis Singita. Foram três voos para chegar até o local

Na primeira noite no Singita Sasakwa nada de muitas atividades. Apenas inspeções nos próprios quartos e um jantar. Afinal, às 6h do dia seguinte, os operadores farão o seu primeiro safári da viagem.

Clique Aqui para saber como foi o dia do grupo, imagens de Stone Town e do Singita Sasakwa.

A The Marketing Collection, dirigida por Erik Sadao, convidou quatro operadoras – três brasileiras e uma venezuelana – para conhecer hotéis que a empresa representa no destino. Participam da viagem Nilma Freitas e Carina Pedron, da Queensberry, Ana Paula Simões, da Designer Tours, Mariana Ninno, da B360, e Javier Pont e Maria Lucy, da Ale Ale Tours (Venezuela).

Fonte: www.panrotas.com.br

A BBC iniciou uma votação no seu programa de TV “I’m In A Rock’N’Band”.

O show está tentando criar uma “fantasiosa” banda de rock  através de uma lista de 10 dos melhores vocalistas, bateristas, baixistas e guitarristas.

Clique aqui para mais informações e para votar no Freddie na categoria  Frontman.

Fonte: www.queenonline.com

Quando baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins estreou seu projeto paralelo, Taylor Hawkins and the Coattail Riders em 2006, ele queria manter um baixo perfil. Hawkins disse a Spinner.com que queria manter o auto-intitulado primeiro álbum discreto (‘low-key’).

“Nós quisemos fazê-lo como o Knack, justo, um pouco de rock de garagem”, disse Hawkins. “Eu era mais auto-consciente sobre a primeira gravação, por isso mantive discreto, só para que ninguém pensasse que eu estava indo fazer um Sgt. Pepper’s”.

Essa abordagem foi feita para o novo álbum Coattail Riders, Red Light Fever, que inclui grandes convidados colegas do Foo, Dave Grohl, The Cars’ Elliot Easton e do Queen, Brian May e Roger Taylor.

A dupla de músicos do Queen, em particular, teve um grande impacto sobre a gravação, disse Hawkins.

“Eles são como mentores, heróis musicais – as harmonias, o teatro, as paradas e inícios das músicas do Queen, eu sempre gostei disso”, disse. “Eles quase influenciaram a gravação, uma vez que colocaram suas partes sobre ela, porque eles foram envolvidos desde o início e me levaram nessa direção. A primeira gravação, eu realmente não fiz todas as harmonias. Aqui, eu decidi ir por esse caminho.”

Fonte: www.gibson.com

Direto do site NME, seção Daily Gossip (Fofoca Diária):

Brian May foi flagrado por um leitor no “Starbucks Café” em Hammersmith, no oeste de Londres,  estava seríssimos. Ele estava atualizando seu site e assistindo clipes de si mesmo no YouTube.

Fontes:  www.nme.com |   www.independent.co.uk

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=7N0T3U_W4E4&hl=pt_BR&fs=1&]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=jO_Ya65dZ8c&hl=pt_BR&fs=1&]

Fonte: The Official International Queen Fan Club http://www.queenworld.com

“He was universally loved in the community of rock music, and will be sorely missed.”
“Ele era muito querido na comunidade de música rock, e fará muita falta.”

Brian May
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Ronnie James Dio era líder do grupo Heaven & Hell, mas para os admiradores do rock mais pesado era acima de tudo um ex-Black Sabbath, uma das bandas mais icónicas das correntes do metal, que acabou por influenciar uma série de grupos.

O vocalista e músico Ronnie James Dio morreu ontem aos 67 anos, devido a um cancer no estômago que lhe havia sido diagnosticado há meses.

Fontes:
www.examiner.com
www.publico.pt

Slash deixou uma mensagem em seu facebook sobre a campanha SAVE-ME:

“Meu bom amigo Brian May está lutando por um tratamento digno aos animais no Reino Unido …  mas isto é também um problema mundial.  Junte-se a  SAVE ME.org.uk

Brian agradeceu em seu soapbox:  “THANK YOU SLASH – GREAT GUY” (Brian May)

Fonte: www.brianmay.com

Projeto sergipano que foi ampliado para o resto do Nordeste, o Coverama – maior festival de bandas cover do Brasil – chega a sua final amanhã em Fortaleza com “imitações” de seis bandas renomadas

Num duelo musical em busca de R$ 1.500, gravação de videoclipe e CD, além de cursos musicais e manutenção de todos os instrumentos da banda, os ingleses do Queen, os finlandeses do Nightwish, os norte-americanos do Alice in Chains e os brasileiros de Sepultura, Raimundos e Pitty se enfrentam em palcos cearenses pela primeira vez na história. Não, espera. Essas bandas já tem tudo isso. Tem algo de errado aí?

A verdade é que os representantes do Reino Unido, Estados Unidos e da Escandinávia não estarão pela primeira vez no Estado & muito menos os vocalistas Freddy Mercury (Queen) e Layne Staley (Alice in Chains), que morreram, respectivamente, em 1991 e 2002. Nem mesmo voltam ao Ceará os mineiros, baianos ou brasilienses, no Coverama Ceará, todas as bandas que competem são autenticamente cearenses.

Com a promessa de ser o maior festival de bandas cover de todo o Brasil, o Coverama apresenta sua fase final amanhã (domingo, 16) com a apresentação dos “imitadores“ de Sepultura (Devil-s Drink), Alice in Chains (Soulshine), Queen (Killer Queen), Raimundos (Nariz de Doze), Nightwish (Evernight) e Pitty (Tio Roy), escolhidos durante as três fases preliminares. “Foram três eliminatórias, cada uma com seis bandas e, de acordo com o voto do público, duas de cada fase se qualificaram para a grande final, neste domingo“, explicou Liana Marinho, produtora do festival.

“Houve uma divulgação pela cidade para que as bandas cover ficassem sabendo do festival. Eles nos mandaram material – para a produção escolher – e nós julgamos a qualidade do grupo e até mesmo caracterização, em casos de empate“, disse Liana. O processo é o mesmo que ocorreu nas quatro edições sergipanas do evento, da qual o Coverama Ceará “faz o cover“. O plano agora é de estender o projeto para todo o Nordeste.

Uma das seis finalistas é a Killer Queen, que há dois anos “imita“ os ingleses do Queen. A responsabilidade de encarnar Freddy Mercury nos palcos fica a cargo de Ítalo Arruda que, apesar de participar de vários outros projetos (assim como os outros integrantes), tem a Killer Queen como sua “menina-dos-olhos“. “A gente tem um repertório de 45 a 50 músicas deles, então nem precisamos ensaiar tanto o som. Nosso foco mesmo é tentar pegar todos os trejeitos, imitar toda a indumentária do Queen“, disse o vocalista.

O Coverama também alimenta o sonho de que o ídolo ouça os trabalho dos fãs. É o que conta Eliocir Andrade, que vai se apresentar com a banda Tio Roy em seu cover da Pitty. O grupo que toca “de Vanessa da Mata a Guns n- Roses”, vem se especializando no som da roqueira baiana e viu o Coverama Ceará como sua grande oportunidade. Afinal, como já diz o lema do festival, “Se quer copiar, copia direito”.

OS IMITADOS

Alice in Chains
Formada em 1987, em Seattle (EUA), a banda foi um dos maiores expoentes do grunge rock no mundo. Apesar da morte do vocalista original, Layne Staley, em 2002, a banda retornou em 2005 e gravou um novo álbum em 2009.

Nightwish
Um dos maiores nomes da música finlandesa e do metal sinfônico no mundo, a banda foi fundada em 1996. Misturando um fundo de canto lírico com uma roupagem metaleira, uma das marcas da banda é o forte vocal feminino.

Pitty
Depois de longa trajetória no underground, roqueira baiana formou sua banda em 2003 conquistando massivo sucesso de público com seu primeiro CD Admirável Chip Novo. Em oito anos de uma sólida carreira, a banda vem ajudando a inserir a Bahia no mapa do rock, e não só do axé.

Queen
Uma das maiores bandas da história do rock, o Queen foi formado oficialmente em 1971 e vendeu mais de 400 milhões de CDs no mundo todo. Com seu estilo de “rock de arena“, a banda sofreu a perda de seu líder Freddy Mercury em 1991, mas continua até hoje fazendo shows especiais.

Raimundos
Formada em 1987 em Brasília, a banda começou justamente como cover (dos Ramones) até atingir o sucesso com seu rock escrachado. Continua em atividade até hoje, depois de diversas mudanças de formação.

Sepultura
Banda de rock brasileira de maior sucesso no mundo, o Sepultura foi formado em 1984 pelos irmãos Igor e Max Cavalera. A banda de death metal segue em atividade até hoje com apenas um dos seus membros originais: o baixista Paulo Jr.

SERVIÇO
COVERAMA CEARÁ
Final do festival com a participação de bandas cover de Sepultura, Queen, Raimundos, Alice in Chains, Pitty e Nightwish. Amanhã, a partir das 16 horas no Reggae Club (rua José Avelino, 508 & Praia de Iracema). Abertura com show cover da banda System of a Down (DDevils) e encerramento com o grupo Upload. Ingressos à venda na loja Lan Graf do Shopping Iguatemi (avenida Washington Soares, 85 & Água Fria) e no local. Preço: R$ 10. Outras Informações: (85) 8667.0007.

NÚMEROS

80 mil É O PÚBLICO TOTAL ACUMULADO NA HISTÓRIA DO EVENTO
1.200 VOTARAM PARA ESCOLHER OS FINALISTAS
2.000 MÚSICOS JÁ SE INSCREVERAM PARA AS CINCO EDIÇÕES DO FESTIVAL, COM 195 BANDAS SUBINDO NOS PALCOS

Fonte: www.noolhar.com

Brian May e Roger Taylor, participaram no último dia 11 deste mês,  do show de “Taylor Hawkins & The Coattail Riders” no London Scala.

Brian e Roger tocaram:

I’m In Love With My Car – (Brian/Roger)
Long Away- (Brian/Roger)
Sleepin’ On The Sidewalk – (Brian/Roger)
Tenement Funster – (Brian/Roger)
Way Down -(Brian somente)
In Your Shoes – (Roger voz de apoio e tamborim / Rufus bateria)

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Confira trecho de Tenement Funster

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=cvXdpPkewAU]

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Your Shoes – Taylor Hawkins & Roger Taylor e Rufus Taylor (filho do Roger)

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=NkJLMZ-DiH0]

Fonte:  KQA – Fã Clube de Portugal

Banda deve seguir exemplos de Rolling Stones e Paul McCartney. Em crise, gravadora prefere investir em novos talentos musicais.

A EMI está prestes a perder uma das bandas mais antigas de seu selo: o Queen.

O grupo, há 40 anos com a gravadora, deve seguir os exemplos de Rolling Stones, Radiohead e Paul McCartney e não renovar o contrato com o selo musical assim que ele terminar.

Segundo o jornal britânico “The Times”, a banda, hoje liderada pelo guitarrista Brian May e pelo baterista Roger Taylor, recebeu uma oferta milionária da rival Universal pelos direitos de seu acervo.

Um porta-voz do Queen informou que a EMI declarou que não tem como competir com a oferta e que a prioridade da gravadora, no momento, é investir em novos talentos musicais.

Fonte:  www.g1.com

Começo de 2010, outono no hemisfério sul e você se depara com notícias de que o Brasil vai receber grandes shows de bandas veteranas, o que sempre balança nossos corações, não é? Quem é que não fica com vontade de ver aquele velho ídolo ainda em ação?

De qualquer forma, algumas dessas promessas soam muito estranhas.

Você vê chamadas para shows da “Banda de Frank Zappa”, para a “Banda de Janis Joplin”, e até para programas de TV anunciando a presença do ABBA em seus estúdios. Só que essas bandas já se separaram há séculos! Como isso é possível?

Pra você que também fica se perguntando como é que essas bandas ressurgiram do nada, fizemos uma pequena lista das atrações que estão chegando ou que passaram por aqui recentemente, para você não achar que voltou no tempo para 1972 a cada ver que ler um anúncio desses.
…..

 Queen – Em 2009, Brian May trouxe o Queen de volta à vida, mais uma vez, com Paul Rodgers nos vocais. Não que Rodgers não seja um excelente vocalista, mas vender como Queen uma formação sem Freddie Mercury, que foi frontman da banda por duas décadas, é quase um crime.

Leia matéria completa Clicando Aqui

Fonte:  www.virgula..com.br

por Seth Wickersham, especial para a revista ESPN

“Você veio de longe para conversar com o velhinho aqui?”, pergunta Brian May, o legendário guitarrista do Queen, sentado em um teatro no centro de Londres. A resposta é sim. Na verdade, estou um pouco irritado com o velhinho May. Mais especificamente, estou irritado com o que ele criou inconscientemente. Passei uma boa parte da minha vida em eventos esportivos – de jogos de hóquei universitário ao Super Bowl – e em todos os estádios a música pop não para de tocar nos alto-falantes. Não importa se a música tem uma letra brilhante ou é um verdadeiro lixo, ou se está relacionada ao esporte. Não importa se o artista é um deus do rock ou só tem um sucesso. Se é agitada, toca, e de alguma forma a musica se tornou sinônimo dos jogos tanto quanto uma Bud Light de US$ 12.

Coloco a culpa em May. Por quê? Bom, há uma lista das músicas mais tocadas nos eventos esportivos norte-americanos, compilada pela BMI, empresa de licenciamento. No primeiro lugar em 2009 estava a onipresente “We Will Rock You”, que May compôs há três décadas em um quarto de hotel na Inglaterra. Depois de todos esses anos, é impressionante vê-la reinar absoluta. É tão básica e simples, dois minutos e um segundo de duas batidas seguidas por palmas, sobrepostas pelos vocais poderosos de Freddie Mercury. “We Will Rock You” é um hit, e como qualquer música tocada repetidamente (e bota repetidamente nisso), pode começar a ficar um pouco cansativa – exceto, claro, quando é perfeita para o momento, como quando o time da casa derruba o quarterback.

Assim, em uma noite de janeiro, voei sobre o Atlântico ouvindo “We Will Rock You” várias vezes, esperando desenterrar um significado oculto, mas, no final, simplesmente fiquei com a música grudada na cabeça. Ainda penso nela quando entro no táxi para encontrar Brian May no Dominion Theatre, onde o musical “We Will Rock You” está em seu oitavo ano. Sou levado a uma suíte particular e recebo um programa do espetáculo, que folheio enquanto acontece a checagem de som. A batida e as palmas ecoam em meus ouvidos. Então, quando May entra, meu primeiro pensamento não foi o de que estou ante o 39º melhor guitarrista da história, de acordo com a Rolling Stone, ou de que May está no Hall da Fama e vendeu mais de 300 milhões de álbuns. Só quero saber por que raios ele fez isso conosco.

Faça um favor a você mesmo. Entre no YouTube e procure “You’ll Never Walk Alone”, dos jogos do Liverpool. Relaxe e aproveite um dos momentos mais bonitos em um evento esportivo: 45 mil pessoas de pé, balançando bandeiras e cantando em uníssono. Alguns torcedores estão dolorosamente fora do tom, mas todos no estádio bradam com a mesma intensidade que os jogadores exibem em campo, solidificando o laço que supostamente existe entre torcedor e time. Isso sim é música de estádio.

É diferente nos Estados Unidos, onde os DJs apertam o play o tempo inteiro, não apenas para levantar as multidões (“Tubthumping”, do Chumbawamba), mas também, às vezes, para acalmá-los (qualquer coisa da Susan Boyle). Nossa necessidade por essas músicas está enraizada em uma emoção misteriosa. Somos superficiais? Ficamos entediados facilmente? Cantar em uníssono não é a nossa? Ou será que há alguma coisa em cada música que ajuda a nos conectarmos com nós mesmos e com os outros, assim com o esporte faz?

www.espn.com.br

Está no youtube um vídeo do mais jovem “imitador” de Freddie Mercury.  Assista…

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=JZZ36oD-gM0]

Enviado por: Tainara Taylor