Liam Gallagher, do grupo Oasis, foi eleito melhor líder musical de todos os tempos, à frente de nomes como Bono Vox, Freddy Mercury, Paul McCartney e John Lennon, em uma votação realizada entre os leitores da revista britânica “Q”.

Liam ocupa o primeiro posto de uma lista de 20 músicos que  “Q” publicará em sua edição de maio, que estará à venda no dia 27.

Em declarações à revista, Liam Gallagher disse estar à altura de Elvis Presley, o rei do rock. “Estamos Elvis e eu. Não saberia dizer qual dos dois é o melhor”.

Em agosto passado, seu irmão Noel decidiu deixar o Oasis, uma das bandas mais populares dos últimos anos, devido aos atritos com Liam, e seguirá em carreira solo.

Entre as figuras incluídas na lista da “Q” estão Bono (2º), Freddie Mercury (3º), Damon Albarn (4º) e Chris Martin (5º), bem como Paul McCartney (9º), John Lennon (10º) e Robbie Williams (11º).

Os irmãos Gallagher foram sempre centro das atenções dos tablóides britânicos por sua forma de vida tão extravagante e suas arejadas disputas pessoais.

O Oasis foi criado em 1991 por Liam Gallagher (vocalista), Paul Arthurs (guitarra), Paul McGuigan (baixo) e Tony McCarroll (bateria). Pouco tempo depois, se uniu a eles Noel Gallagher (guitarra).

Até junho de 2009, o Oasis tinha vendido mais de 50 milhões de discos no mundo todo e suas músicas já estiveram várias vezes entre as mais vendidas no Reino Unido.

Fonte: www.uol.com.br

Freddie Mercury (de branco) ao lado de seus companheiros da banda Queen: vida do cantor revela a autoconstrução de um dos principais mitos da história da música pop

Por DELLANO RIOS

Livro sobre bastidores do Rock in Rio ´85 e biografia assinada pelo jornalista francês Selim Rauer revelam o estranho caso do líder do Queen, Freddie Mercury, cuja vida se confundia com a própria mitologia em torno da banda

O punk inglês, desperto no final dos anos 70, era uma metralhadora giratória. Onde a cusparada ácida acertasse, certamente, estaria alguém que a mereceria. No entanto, os ataques nem sempre eram aleatórios. Na música, os punks se insurgiam contra uma instituição que se consolidou nos anos 70: o rock que trocaram a rebeldia primitiva pelo hedonismo; os clubes pelas arenas; a economia de acordes pela suntuosidade de arranjos; o olho no olho do público transmutou-se em distância, em luxo desmedido, limusines, mansões e drogas caras.

Poucas figuras encarnaram tão bem este novo tipo de roqueiro quanto Freddie Mercury (1946 – 1991). Nascido em Zanzibar, com ascendência indiana, ele foi o líder de uma das principais bandas dos anos 1970 e 1980, Queen, que na ambígua referência à realeza trazia algo de luxo e ostentação. E é a figura de Mercury que chama atenção aos riscos de endossar a crítica punk e rejeitar o rock agigantado. À frente do Queen, o cantor operou o milagre de produzir música para as massas, sem trocar um alcance maior pela perda de qualidade.

É a história deste rockstar, ponto exato entre o bom e o mau gosto, entre “alta” e “baixa” cultura, que cobre as páginas de “Freddie Mercury”, do escritor francês Selim Rauer. O livro acompanha a trajetória de Mercury de seu nascimento numa ilhota que hoje faz parte da Tanzânia ao crescimento desmedido do sucesso com sua banda. O ponto final fica um pouco além da morte do cantor, em 1991, em decorrência da Aids, apontando a vaga deixada por sua partida e o desafio que a vida (e o show business) legou ao restante do Queen, os ingleses Brian May (guitarra), Roger Taylor (bateria) e John Deacon (baixo).

Freddie, o Grande

Na orelha da biografia “Fred Mercury”, Selim Rauer transcreve uma frase atribuída ao líder do Queen: “Eu não serei conhecido, eu serei uma lenda…”. As mais de 300 páginas que se seguem são o desabrochar desta máxima, que vai sendo ilustrada em detalhes, ganhando contornos mais nítidos, drama, comédia, tragédia.

O autor procura manter o difícil equilíbrio crítico, aquele que foge da apologia ao biografado, sem cair na obsessão por desfazer o mito. O biografado, para piorar, levou uma vida incomum: as aventuras e desventuras vividas por Freddie Mercury eram tentativas de fazer coincidir o homem e o mito.

“Freddie Mercury”, em certo sentido, é a clássica biografia de astro do rock. É recheada de momentos majestosos e míticos, caso da explosão do sucesso com “Bohemian Rhapsody” (1975, do disco “A Night at the Opera”)e do show do grupo no Rock in Rio de 1985. Não faltam a barra pesada um tanto glamourosa da combinação sexo e drogas. Por outro lado, há o homem em contradição, que tenta manter uma ilha de privacidade para pode respirar. Nela, habitaram seus amores e decepções, e os momentos de fragilidade diante da exigência da glória.

Biografia
“Freddie Mercury”
Selim Rauer
R$ 49,90
320 PÁGINAS
2010
PLANETA
TRADUÇÃO: Marly N. Peres

Transformação no Rock in Rio

O publicitário Cid Castro criou a logomarca do Rock in Rio, marco na história da música pop no Brasil (pois estabeleceu a ponte definitiva por onde passariam as grandes bandas gringas). Duas décadas e meia depois da primeira edição do festival, realizada em 1985, ele lança o livro de memórias “Metendo o pé na lama”. Nele reconstitui seu envolvimento com a organização do festival, desde quando este mal passava de uma ideia extravagante até os três dias de barulho, lama e caos na recém-construída Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

E o Queen? O grupo de Freddie Mercury é protagonistas de algumas páginas da obra, mais especificamente quando Cid Castro faz um relato do primeiro dia do festival. O quarteto inglês era uma das maiores atrações do evento. Depois de uma primeira década de existência gloriosa, o Queen vivia um novo momento de auge (comprovado um pouco mais tarde em performances históricas no Wembley Arena e no Live Aid).

A banda já tinha dado às caras por aqui quatro anos antes. Na ocasião, Freddie Mercury havia se confirmado como um dos grandes mestres de cerimônia do rock. No palco, não era apenas a grande estrela, como as magnéticas divas da ópera. Mercury era o maestro que fazia a plateia cantar e provocava ondas no mar de pessoas com apenas com um aceno.

A rainha e o súdito

Em “Metendo o pé na lama”, Cid Castro conta a história da transformação, radical, de Freddie Mercury. O soberano indisposto e cheio de exigências impossíveis terminou a noite assombrado diante do retorno da gigantesca plateia ao espetáculo que comandara com o Queen.

Antes do show, lembra o autor, a produção do Rock in Rio estava em polvorosa. “O motivo era simples: a Rainha da Inglaterra insistia em não se apresentar aos súditos”. O cantor exigia que os corredores ficassem vazios para sua passagem (operação que exigiria a remoção apressada de uma pequena multidão de 300 pessoas, entre equipe técnica, jornalistas e penetras). No fim, o astro foi levado ao palco cercado por seguranças. “Aos poucos, a supremacia inglesa foi massacrada pelo entusiasmo tupiniquim. (…) ´We are the champions´, cantado a uma só voz pela plateia, superava o artista. Essa emoção tocou o intocável Fred”.

MEMÓRIAS
” Metendo o pé na lama”
Cid Castro
R$ 39,90
264 PÁGINAS
2010
TINTA NEGRA

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com
Enviado por: Emanuella Gømes

Pablo Padín no papel de Freddie Mercury é o que mais impressiona no grupo argentino God Save The Queen Foto: Javier Fernandez, Divulgação

Babiana Mugnol | babiana.mugnol@pioneiro.com

No palco do UCS Teatro, os argentinos da Dios Salve a la Reina, conhecida como God Save The Queen, deixam de ser os caras comuns que são quando não estão caracterizados. Se tornam ídolos como os do próprio grupo inglês, porque o show agrada a plateia com sua nostalgia _ até porque pouca gente que foi ver o cover do Queen no domingo à noite nasceu depois dos anos 1980. O público cantou junto os principais sucessos, como a aguardada We Are The Champions, que inclusive encerrou a apresentação de cerca de 1h30min. Empolgante também é ver o público se unindo ao grupo com as palmas sincronizadas na música Radio Ga Ga e We Will Rock You.

Agora, sem dúvida, o que mais chamou atenção durante todo o show foi a semelhança visual com o grupo original, provocada não só pelo figurino e repetição da performance extravagante do líder do grupo. Quem foi ao camarim depois do show para conferir de perto se Pablo Padín era mesmo tão parecido com Freddie Mercury não se decepcionou. Realmente sua semelhança chega a ser surreal mesmo quando ele tira o bigode. Nos bastidores, os músicos reforçam a impressão que se tem ao observá-los no palco, de que prestam um tributo, e não tentam imitá-los no dia a dia. São talentosos, tocam bem, mas conscientes de que alcançar o mesmo tom de Freddie Mercury e sua banda é impossível.

Fonte: www.clicrbs.com.br/pioneiro

Em show realizado ontem, dia 21/03/2010, a banda Eskimo com participação especial de Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão, tocou I want to break free. Bruno é fã declarado do Queen.

Assista

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=PSED5JtrIxo]

Enviado por:  Tainara Taylor

A crise vivida pela indústria fonográfica desde o surgimento do mp3, no fim dos anos 1990, afetou diretamente o modo como consumimos o produto música. Se antes as grandes gravadoras monopolizavam o mercado, impondo preços e formatos a seus clientes, hoje a internet democratizou o acesso à música, criando um acervo imenso de álbuns na rede mundial de computadores. Esse livre acesso à música via internet causou uma verdadeira reviravolta nas pretensões das grandes gravadoras, especialmente da gigante inglesa EMI, uma das maiores distribuidoras de música do mundo.

A EMI viveu 50 anos de lucros exorbitantes, tendo em seu catálogo bandas como: Beatles, Queen, Iron Maiden, Pink Floyd, entre outros. Mesmo assinando contratos milionários com os melhores artistas britânicos e de todo o mundo, a gravadora não conseguiu manter os mesmos números com mais uma transição de formato musical. Se na passagem do vínil para o CD, as vendagens de discos aumentaram, com a incorporação da música em formato digital e sem valor algum na internet, a quantidade de CDs comercializados diminuiu drasticamente nos últimos anos.

O capítulo mais recente desta história indica um caminho preocupante para a EMI. O The Wall Street Journal divulgou em seu site oficial que a EMI teria feito um acordo para liberar todo seu acervo na América do Norte em troca de US$ 150 milhões por ano. O acordo beneficiaria diretamente grandes concorrentes da EMI, como: Warner, Universal e Sony.

Para ver a matéria completa, clique aqui

Fonte: www.obaoba.com.br
Enviado por: Emanuella Gømes

Devido a uma falha no sistema de e-mail, na semana passada, o prazo para a envio de sua história para o livro”Bohemian Rhapsodies – True Tales by Queen Fans and Celebrities” foi estendido para 31 de março. Qualquer pessoa que enviou sua história do início de março até dia 11 (de março) é pedido que reenvie.

Lamentamos muito pelo inconveniente, mas odiariamos perder suas histórias, arte, fotos, etc, e não se tornar  parte do livro por causa de dificuldades técnicas com o site. O progresso com a classificação das histórias recebidas está indo bem. Os fãs do Queen tem grandes histórias, etc, para compartilhar e mal podemos esperar para publicá-los! Mais informações veja no site sobre a publicação.

Acesse o site e envie ou reenvie sua história Clicando Aqui

Para entender como será feita a seleção das histórias Leia Aqui

Fonte: www.brianmay.com

Antonio Gonçalves Filho – O Estadao de S.Paulo

O jornalista e diretor de teatro francês Selim Rauer, um jovem de 32 anos conhecido por seus textos filosóficos e como encenador de autores difíceis como Büchner (Wozzek) e Bernard-Marie Koltès (Combat de Nègre et de Chiens), resolveu lançar há dois anos, na França, Freddie Mercury, a biografia do líder e vocalista da banda Queen, que agora chega ao Brasil pela Editora Planeta (tradução de Marly N Peres, 320 págs., R$ 49,90). O resultado é tão bom quanto seu primeiro romance, La Passion de Pier (edição Les Perséides, 2007), reflexão sobre a vida e o assassinato do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini (1922-1975). Em Freddie Mercury, Rauer não se limita a contar a ascensão e queda de um músico pop. Tenta entender o universo de um homem tímido e sofisticado que decidiu assumir a persona pública de um cantor de roupas extravagantes e repertório camp.

Foram 20 anos de carreira e mais de 300 milhões de discos vendidos desde que Farokh Bulsara, verdadeiro nome de cantor Freddie Mercury, formou o Queen no começo dos anos 1970 ao lado do guitarrista Brian May e do baterista Roger Taylor. Fosse outro biógrafo, o livro teria começado justamente aí. No entanto, Selim Rauer fez o movimento inverso, voltando à infância do vocalista, morto aos 45 anos, para descobrir como os oito anos que estudou num colégio interno marcaram sua vida.

Em linhas gerais, o biógrafo mostra como Mercury nunca esteve em sintonia com o mundo nem com ele mesmo. Nascido em Zanzibar numa família de origem persa e bastante tradicionalista, o cantor desembarcou na Inglaterra em 1964 para estudar design, exatamente quando a arte pop dominava o cenário – visual e musical, ao promover o psicodelismo. Foi no Soho e na Tate Gallery que Mercury formou seu gosto de futuro colecionador de arte, enquanto lavava pratos no aeroporto de Heathrow.

Essa primeira parte da biografia é a mais atraente. A parte central (o início e a evolução da carreira) é menos interessante. Rauer reserva o melhor para o fim, contando como Mercury assumiu sua homossexualidade e enfrentou dignamente a aids, que o matou no Natal de 1991.

Fonte: www.estadao.com.br

Lady Gaga está sendo processada pelo ex-namorado, o produtor Rob Fusari. Ele alega que colaborou nas músicas “Paparazzi” e “Beautiful Dirty Rich” e que transformou a cantora na personagem Lady Gaga.

Segundo o site Socialite LIfe, Rob afirma que foi o responsável pelo nome artístico da cantora, inspirado na música “Radio Ga Ga” do Queen.

Fusari recebeu o crédito como produtor do disco “The Fame”, mas alega que deixou de receber 20% dos royalties das músicas e 15% em merchandising. Ele recebeu US$611 mil, mas acredita ter direito a US$ 30 milhões.

Fonte: www.globo.com

Cover do grupo de Freddie Mercury se apresenta domingo e segunda-feira à noite

 

O argentino Pablo Padín interpreta Freddie Mercury

A banda Dios Salve a la Reina, conhecida mundialmente como God Save The Queen, se apresenta em Caxias do Sul, no domingo e na segunda-feira, a partir das 20h30min, no UCS Teatro. A God Save The Queen surgiu na cidade de Rosario no final dos anos 1990, mas sua fundação não tem nenhuma relação com a semelhança física do vocalista Pablo Padín com o líder da banda inglesa Freddie Mercury. É o resultado do gosto em comum de todos os integrantes, incluindo Francisco Calgaro (guitarra e teclados), Matías Albornoz (bateria) e Ezequiel Tibaldo (baixo), por Queen.

A turnê que vem para Caxias já passou pela Europa, com mais de 30 shows na Espanha, Inglaterra e Suíça. Se apresentaram diante de mais de 90 mil pessoas em cidades como Santiago de Compostela, Madri, Barcelona, Liverpool e Montreux. No ano passado, foram convidados para tocar no show do Deep Purple e ainda receberam elogios do baixista Roger Glover.

Além de Caxias, Novo Hamburgo, Pelotas e Porto Alegre recebem os argentinos, que depois seguem com a turnê mundial no continente asiático, onde realizarão quatro apresentações na Índia. O show é do DVD gravado ao vivo, em março de 2006, no estádio Luna Park, em Buenos Aires. O álbum contém 24 canções e se baseia no concerto que o Queen fez na Argentina em março de 1981.

Serviço

O que: Banda argentina Dios Salve a la Reina (God Save The Queen)
Quando: domingo e segunda, às 20h30min
Onde: no UCS Teatro (Bloco M da Cidade Universitária – % 3218.2039 e 3218.2298).
Quanto: R$ 60. Estudantes e idosos pagam R$ 30. Ingressos são limitados.
Ingressos: à venda no Posto da Júlio no Parque Cinqüentenário (Rua Júlio de Castilhos, 3.221 – 3225.4744) e na Brisa Esportes (Rua Os Dezoito do Forte, 1.471 – 3225.4467)
Duração: 1h40min

Fonte: www.clicrbs.com.br

Está disponível, em pré-venda, no shop oficial do Queen Online, o volume 3 da coleção “Singles Collection”.

O volume 3 continua a partir de emados dos anos 80. O box 3 inclui o primeiro single “lado A” escrito pelos 4 integrantes ” One Vision”.

Tracklisting

CD1:
1. It’s A Hard Life (2010 Digital Remaster)
2. Is This The World We Created? (2010 Digital Remaster)

CD2:
1. Hammer To Fall (Edit) (2010 Digital Remaster)
2. Tear It Up (2010 Digital Remaster)

CD3:
1. Thank God It’s Christmas (2010 Digital Remaster)
2. Man On The Prowl (2010 Digital Remaster)
3. Keep Passing The Open Windows (2010 Digital Remaster)

CD4:
1. One Vision (Single Version) (2010 Digital Remaster)
2. Blurred Vision (2010 Digital Remaster)

CD5:
1. A Kind Of Magic (2010 Digital Remaster)
2. A Dozen Red Roses For My Darling (2010 Digital Remaster)

CD6:
1. Friends Will Be Friends (2010 Digital Remaster)
2. Princes Of The Universe (2010 Digital Remaster)

CD7:
1. Pain Is So Close To Pleasure (Remix) (2010 Digital Remaster)
2. Don’t Lose Your Head (2010 Digital Remaster)

CD8:
1. Who Wants To Live Forever (2010 Digital Remaster)
2. Forever (Piano Version) (2010 Digital Remaster)

CD9:
1. One Year Of Love (2010 Digital Remaster)
2. Gimme The Prize (Kurgens Theme) (2010 Digital Remaster)

CD10:
1. I Want It All (Single Version) (2010 Digital Remaster)
2. Hang On In There (2010 Digital Remaster)

CD11:
1. Breakthru (2010 Digital Remaster)
2. Stealin’ (2010 Digital Remaster)

CD12:
1. The Invisible Man (2010 Digital Remaster)
2. Hijack My Heart (2010 Digital Remaster)

CD13:
1. Scandal (2010 Digital Remaster)
2. My Life Has Been Saved (2010 Digital Remaster)

Pra comprar Clique Aqui

Fonte: www.queenonline.com

O Queen Net em parceria com a Editora Planeta, estará sorteando 3 livros Freddie Mercury – por Selim Rauer.

Para participar é muito fácil, basta respoder a pergunta: Qual a característica mais marcante de Freddie pra você? E porque?
Envie sua resposta para: promocaoplaneta@queennet.com.br

Regulamento/Regras:

  • As 3 respostas mais criativas ganharão os livros.
  • As respostas serão escolhidas pela Equipe QN (Alexandre, Bruno, Milene e Erika).
  • Somente será aceito UMA resposta por e-mail.
  • A Promoção terá 15 dias de duração, começando dia 14/03/2010 e terminando dia 29/03/2010. O resultado será divulgado dia 03/04/2010.

Maiores detalhes acesse a página da promoção Clicando Aqui

Nossos sinceros agradecimentos a Editora Planeta por tornar possível esta promoção.

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon eram ingleses mas em momento algum se interessaram por futebol – e destes quatro, só Mercury teve um passado desportivo, como campeão nacional júnior de ténis de mesa. Eles era mais música. E da boa. Os Queen.

A digressão pela Argentina será sempre recordada como um hit na história da música moderna argentina. Não pelo mecanismo de endeusamento fanático, mas pelo nível musical, tecnológico e artístico, eles que tiveram a ousadia de entrar no país como personae non gratae do presidente da Junta Militar da Argentina e dar cinco concertos em três cidades (Buenos Aires, Rosario e Mar del Plata) para milhões de pessoas, entre 28 de Fevereiro e 12 de Março de 1981.

Para o tour na América do Sul (depois da Argentina, ainda houve Brasil, mas só em São Paulo, porque a prefeitura do Rio de Janeiro recusou ceder o Maracanã para um concerto), os Queen levaram um staff de 45 pessoas, entre músicos, técnicos, ajudantes, seguranças e managers. A estes somam-se os freelances, os contratados em cada um dos lugares da actuação para armar e desarmar o palco.

Queen é uma máquina oleada que funciona com devastadora perfeição em palco. Cada efeito luminoso traduz-se nas mudanças rítmicas de cada música, o que excita visualmente os espectadores. A roupa épica dos anos 70 é trocada por um estilo misto dos 50 com new wave.

Dos três concertos em Buenos Aires, o último deles é no estádio do Velez Sarsfield e é aí que se cruzam dois mundos: o da música e o do desporto. Dois génios: Queens vs. Maradona. Ou melhor, Queen e Maradona. Houve troca de camisolas (eis um momento histórico, Maradona vestido à inglesa), fotografias e até cantaram juntos o “Another One Bites The Dust”. E então, Friends Will Be Friends? Nada disso.

No ano seguinte, em 1982, começa a guerra das Malvinas, opondo os dois países, e Maradona nunca mais respeitou os ingleses – nem a rainha. Ao ponto de lhes ter marcado dois golos no Mundial-86: um ilegal, com a mão de Deus, o outro legítimo, na jogada do século XX, em que fintou seis ingleses. Hoddle, Reid, Sansom, Butcher, Fenwick e Shilton comeram relva (e poeira). Esses não lhe conseguiram tocar. E os outros é que não percebiam de futebol…

Fonte: www.ionline.pt

Os fãs do Foo Fighters ainda terão que esperar algum tempo até a banda lançar material novo. O guitarrista e vocalista Dave Grohl disse em entrevista para a Radio 6 da BBC que ele e seus companheiros de banda só devem voltar aos estúdios em setembro.

“Foo Fighters começou a compor e começaremos a gravar em setembro, então a vida está repleta de música”, comentou o ex-baterista do Nirvana. Este novo disco, o sétimo da carreira, deve ser produzido por Butch Vig, o mesmo produtor de “Nevermind”, do Nirvana.

A demora para o grupo voltar ao estúdio é devido aos trabalhos paralelos de alguns de seus integrantes. O baterista Taylor Hawkins lança no próximo dia 19 de abril um álbum com sua banda paralela, o Coattail Riders. O disco trará participação de Roger Taylor e Brian May, do Queen, e do próprio Dave Grohl.

Já Grohl está trabalhando no segundo álbum de estúdio de sua outra banda, o Them Crooked Vultures, grupo que traz na formação John Paul Jones, do Led Zeppelin, e Josh Hommer, do Queens of the Stone Age. O segundo trabalho do Them Crooked Vulture deve chegar às lojas no início do segundo semestre.

www.terra.com.br

A banda cover Classical Queen fará show dia 18 de março (quinta-feira) na casa Papagaio Vintem, em São Paulo.

Maiores detalhes:

www.classicalqueen.com.br
www.papagaiovintem.com.br

Papagaio Vintem

Rua Dr. Cesar, 706
Bairro Santana
São Paulo – SP
Fone: (11)2236-1196

Biografia de Freddie Mercury revela falhas e segredos do vocalista

da Folha Online

O estilo irreverente de Freddie Mercury sempre chamou a atenção para o vocalista do Queen, banda britânica que entrou para a história do rock mundial.

Agora, com a biografia escrita pelo jornalista francês Selim Rauer em mãos, os fãs poderão saber detalhes da vida e a carreira do artista. “Freddie Mercury” chega às livrarias do Brasil nesta quarta-feira (10), e revela falhas e segredos do líder do grupo –que morreu de Aids, em 1991.

Acesse a editoria de rock e pop da Livraria da Folha
Queen é eleita a melhor banda britânica de todos os tempos

Formado em filosofia, o autor deixa em evidência o aspecto carismático e despojado de Mercury e, ao falar sobre a trajetória marcante do músico, deixa claro como ele se tornou mito dos anos 70 e deixou uma legião de fãs por todo o mundo.

“Freddie Mercury”
Autor: Selim Rauer
Editora: Planeta
Páginas: 320
Quanto: R$ 39,90

Fonte:  www.folhaonline.com.br

Com o sucesso dos jogos musicais liderados pela franquia “Guitar Hero”, a Activision decidiu expandir a linha de produções no estilo mudando um pouco o estilo da brincadeira. Sai do foco o rock e sobe ao palco a música eletrônica arranjada por DJs.

Isso já dá motivos suficientes para “DJ Hero” introduzir um novo controle especial em formato de picape e mecânicas originais de jogo. Ainda assim, o jogo não deixa de colocar em prática muitos dos ensinamentos da franquia “Guitar Hero”. De maneira geral, o resultado é uma produção interessante e divertida, mas que acaba pecando por excesso de simplicidade.

Redação do UOL testa o game

O setlist variado conta com 93 faixas, todas combinações de duas músicas distintas e englobando um amplo e eclético leque de artistas e bandas, como Gorillaz, Queen, Marvin Gaye, The Killers, Foo Fighters, Daft Punk, Jackson 5 e muito mais. Todos curtinhos e empolgantes, geralmente focando em destacar e misturar os elementos mais marcantes de cada canção.

Para ler a matéria completa Clique Aqui

Fonte:
www.uol.com.br
Enviado por: Gera Porto

O Santos empatou por 1 a 1 com a Portuguesa neste domingo, no Canindé. O gol santista aconteceu só no final do segundo tempo. O Peixe continua líder do Campeonato Paulista e praticamente classificado para as semifinais. Mas seria o time santista o favorito ao título?

Pelo menos é o que podemos entender ao ouvir a música tocado no estádio, uma hora antes de começar o jogo. Naquela momento, os presentes no Canindé escutaram “We are the champions”, da banda Queen, tradicional música tocada após a conquista de um título. Ou será que a torcida da Lusa acredita que vai levar a taça?

Fonte: band.com.br

Mesmo quem não gosta de Beatles e até quem nasceu décadas depois da febre beatlemaníaca bate o olho na capa do Abbey Road e reconhece o disco logo de cara, certo?

Pois é, de tão icônicas que algumas capas de rock são, a Disney lançou uma série de capas reeditadas, usando crianças no lugar dos artistas. Entre as imagens estão a reedição do clássico Abbey Road, dos Beatles e do Queen II, segundo álbum do Queen.

A campanha foi criada para comemorar a estreia mundial da série I’m In The Band, que faz parte da programação americana do canal Disney XD desde o início de janeiro. As crianças, com idades entre 10 e 12, estão vestidas exatamente como os ídolos do rock.

O sitcom conta a história do adolescente Tripp Cambell (interpretado por Logan Miller), que realiza o sonho de se juntar a sua banda favorita, o Iron Weasel.  Na trama, o jovem ajuda seus ídolos a esquematizar um retorno épico. A série estreia no Brasil na segunda quinzena de março.

Fonte:
www.virgula.com.br
Enviado por: Gera Porto

Para mais Detalhes sobre o livro:  www.editoraplaneta.com.br

E para comprar o Livro Aqui

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RIO – Em 1981, o Queen fez o que parecia impossível e era considerado loucura por outras bandas de rock: uma turnê na América do Sul, inclusive pelos países governados por ditaduras, como o Brasil. No estádio do Morumbi, em São Paulo, 130 mil pessoas cantaram “Love of my life”. O líder da banda, Freddie Mercury, emocionou-se e percebeu que sua música poderia ser sinônimo de libertação para os outros, assim como havia sido para ele. “Na América Latina houve um antes e um depois do Queen, em matéria de música e de shows”, escreve o francês Selim Rauer, cuja biografia “Freddie Mercury” está sendo lançada por aqui, pela editora Planeta. A obra indica que é possível dizer, ainda, que Mercury foi responsável por um antes e depois na cultura pop.

De origem persa, Mercury nasceu em Zanzibar, uma região insular da Tanzânia, na costa africana, em 5 de setembro de 1946. Ele foi batizado Farrokh Bulsara, teve uma educação religiosa, estudou num tradicional colégio inglês na Índia e só se mudou para o Reino Unido no início dos anos 1960. Bulsara era um garoto vindo de uma colônia que aterrissava no meio da revolução do rock.

“Queen não seria possível hoje”, diz autor

O Queen, então, foi formado nesse ambiente. A banda surgiu em 1970, a partir da dissolução do Smile, grupo do qual faziam parte o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor. O álbum de estreia, já com Mercury (devidamente rebatizado e assumindo uma identidade roqueira) e com o baixista John Deacon, foi lançado em 1973 e intitulado simplesmente “Queen”.

– Eu acho que a realidade da música hoje é outra. Bandas como Queen, Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd ou U2 não são mais possíveis. Vivemos outro tempo, e as novas gerações lidam de outra maneira com a música. Bandas reais significavam músicos reais, artistas reais. E, na minha opinião, não há muitos artistas reais na indústria musical hoje – explica, em entrevista ao GLOBO, Selim Rauer. – Freddie Mercury foi uma junção única de um artista real e de um músico original. Ele foi pioneiro. Como Gilles Deleuze costumava dizer: existem os criadores e existem aqueles que só seguem o que foi criado.

Hoje com 31 anos, Rauer lançou a primeira edição de seu livro em 2008. O autor tem formação em teatro, já dirigiu peças e escreve um blog para o site do jornal francês “Le Monde”, onde trata de temas aparentemente opostos, como a música do U2 e os pensamentos de Deleuze. Antes de escrever “Freddie Mercury”, ele havia publicado um romance, um ensaio sobre terrorismo e duas compilações de poemas.

– Esta biografia é muito diferente do que eu fiz antes, mas há pontos em comum nos temas – explica. – Minha experiência como dramaturgo e diretor de teatro certamente contribuiu para me dar ferramentas de interpretação do trabalho de Freddie Mercury. Eu percebi, durante a concepção do livro, que Freddie Mercury entendeu a complexidade do teatro. Ninguém podia se igualar a ele como intérprete, cantor e showman num palco.

Naturalmente, uma estrela como Mercury teve muitas outras biografias publicadas antes da de Rauer. O autor, porém, destaca um caráter singular em sua empreitada:

– Os outros que escreveram sobre ele eram jornalistas, críticos de música ou colaboradores próximos. Mas acho que é a primeira vez que um escritor faz um livro sobre Freddie Mercury. Isso quer dizer que eu procurei transcrever a complexidade de sua vida, o homem e o artista, enxergar seus conflitos. Meu objetivo foi fazer um ensaio biográfico.

Mas a grande dificuldade que todos sempre encontraram em tratar da vida de Mercury era a sua reclusão. O cantor que, no palco, se transformava numa “diva dos tempos modernos”, nas palavras de Rauer, tentava manter sua vida pessoal longe dos holofotes, bem diferente de estrelas como David Bowie e Mick Jagger. “Sua personalidade profunda e timidez o levavam a evitar tudo o que fosse mundano”, escreve Rauer.

Porém, às tentativas de preservar sua privacidade juntaram-se tentativas da imprensa de celebridades de devassar sua rotina, sobretudo quando se tratava de sua sexualidade. Em maio de 1988, o jornal britânico “The Sun” publicou fotos e revelações entregues por um ex-assistente de Mercury. A reportagem, intitulada “Todos os homens da rainha”, dizia que dois de seus ex-amantes haviam morrido de Aids e relatava o consumo de drogas.

“Freddie foi o sonho de uma criança nascida numa ilha da África, que venceu num país estrangeiro até se tornar um dos maiores artistas de sua geração. Sua vida foi ao mesmo tempo exemplar, fascinante, apaixonante e trágica”

Lembrando: era 1988. Estar contaminado com o vírus da Aids, naquela época, não significava apenas a certeza de morte, mas também uma condenação moral da conservadora opinião pública. Mercury descobrira ter a doença meses antes de a especulação aparecer na imprensa. Segundo a biografia, ele disse a seu companheiro, Jim Hutton: “Se quiser me abandonar, eu entendo”.

Hutton não o abandonou, assim como não o fizeram os outros integrantes do Queen. Enquanto negava a doença publicamente, Mercury chamou May, Taylor e Deacon para uma conversa. A banda estava reunida para gravar o álbum “The miracle”. “Acredito que vocês precisam ficar sabendo o que eu tenho. Até onde sei, não existe remédio para curar essa doença. Não sei quanto tempo ainda tenho diante de mim, mas quero que continuemos avançando e trabalhando como sempre fizemos”, disse. Todos entenderam e nunca falaram com ele sobre a Aids.

Mas as consequências da doença foram afetando-o aos poucos. Seus cabelos caíam, orifícios apareciam na pele, e as explicações públicas de que ele sofria do fígado não eram mais convincentes. No segundo semestre de 1991, ele lançou a música “The show must go on”, enquanto tomava a decisão de interromper o tratamento contra o avanço do HIV. “Era um modo de acelerar a morte”, escreve o biógrafo. Em 23 de novembro, a pedido do cantor, o mundo foi informado de sua verdadeira condição de saúde. No dia seguida, um domingo, Mercury morreu. O show deveria continuar. Mas de outro jeito.

“Uma vida apaixonante, fascinante e trágica”

– Freddie Mercury compreendeu que uma utopia não é impossível, é apenas o que você não alcançou. Quando você alcança a utopia, ela se torna realidade. Ele foi o sonho de uma criança chamada Farrokh Bulsara, nascida numa ilha da África, que venceu num país estrangeiro até se tornar um dos maiores artistas de sua geração e uma lenda mundial. Sua vida foi ao mesmo tempo exemplar, fascinante, apaixonante e trágica – diz Rauer.

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Fonte: oglobo.com