Antonio Gonçalves Filho – O Estadao de S.Paulo

O jornalista e diretor de teatro francês Selim Rauer, um jovem de 32 anos conhecido por seus textos filosóficos e como encenador de autores difíceis como Büchner (Wozzek) e Bernard-Marie Koltès (Combat de Nègre et de Chiens), resolveu lançar há dois anos, na França, Freddie Mercury, a biografia do líder e vocalista da banda Queen, que agora chega ao Brasil pela Editora Planeta (tradução de Marly N Peres, 320 págs., R$ 49,90). O resultado é tão bom quanto seu primeiro romance, La Passion de Pier (edição Les Perséides, 2007), reflexão sobre a vida e o assassinato do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini (1922-1975). Em Freddie Mercury, Rauer não se limita a contar a ascensão e queda de um músico pop. Tenta entender o universo de um homem tímido e sofisticado que decidiu assumir a persona pública de um cantor de roupas extravagantes e repertório camp.

Foram 20 anos de carreira e mais de 300 milhões de discos vendidos desde que Farokh Bulsara, verdadeiro nome de cantor Freddie Mercury, formou o Queen no começo dos anos 1970 ao lado do guitarrista Brian May e do baterista Roger Taylor. Fosse outro biógrafo, o livro teria começado justamente aí. No entanto, Selim Rauer fez o movimento inverso, voltando à infância do vocalista, morto aos 45 anos, para descobrir como os oito anos que estudou num colégio interno marcaram sua vida.

Em linhas gerais, o biógrafo mostra como Mercury nunca esteve em sintonia com o mundo nem com ele mesmo. Nascido em Zanzibar numa família de origem persa e bastante tradicionalista, o cantor desembarcou na Inglaterra em 1964 para estudar design, exatamente quando a arte pop dominava o cenário – visual e musical, ao promover o psicodelismo. Foi no Soho e na Tate Gallery que Mercury formou seu gosto de futuro colecionador de arte, enquanto lavava pratos no aeroporto de Heathrow.

Essa primeira parte da biografia é a mais atraente. A parte central (o início e a evolução da carreira) é menos interessante. Rauer reserva o melhor para o fim, contando como Mercury assumiu sua homossexualidade e enfrentou dignamente a aids, que o matou no Natal de 1991.

Fonte: www.estadao.com.br

Lady Gaga está sendo processada pelo ex-namorado, o produtor Rob Fusari. Ele alega que colaborou nas músicas “Paparazzi” e “Beautiful Dirty Rich” e que transformou a cantora na personagem Lady Gaga.

Segundo o site Socialite LIfe, Rob afirma que foi o responsável pelo nome artístico da cantora, inspirado na música “Radio Ga Ga” do Queen.

Fusari recebeu o crédito como produtor do disco “The Fame”, mas alega que deixou de receber 20% dos royalties das músicas e 15% em merchandising. Ele recebeu US$611 mil, mas acredita ter direito a US$ 30 milhões.

Fonte: www.globo.com

Cover do grupo de Freddie Mercury se apresenta domingo e segunda-feira à noite

 

O argentino Pablo Padín interpreta Freddie Mercury

A banda Dios Salve a la Reina, conhecida mundialmente como God Save The Queen, se apresenta em Caxias do Sul, no domingo e na segunda-feira, a partir das 20h30min, no UCS Teatro. A God Save The Queen surgiu na cidade de Rosario no final dos anos 1990, mas sua fundação não tem nenhuma relação com a semelhança física do vocalista Pablo Padín com o líder da banda inglesa Freddie Mercury. É o resultado do gosto em comum de todos os integrantes, incluindo Francisco Calgaro (guitarra e teclados), Matías Albornoz (bateria) e Ezequiel Tibaldo (baixo), por Queen.

A turnê que vem para Caxias já passou pela Europa, com mais de 30 shows na Espanha, Inglaterra e Suíça. Se apresentaram diante de mais de 90 mil pessoas em cidades como Santiago de Compostela, Madri, Barcelona, Liverpool e Montreux. No ano passado, foram convidados para tocar no show do Deep Purple e ainda receberam elogios do baixista Roger Glover.

Além de Caxias, Novo Hamburgo, Pelotas e Porto Alegre recebem os argentinos, que depois seguem com a turnê mundial no continente asiático, onde realizarão quatro apresentações na Índia. O show é do DVD gravado ao vivo, em março de 2006, no estádio Luna Park, em Buenos Aires. O álbum contém 24 canções e se baseia no concerto que o Queen fez na Argentina em março de 1981.

Serviço

O que: Banda argentina Dios Salve a la Reina (God Save The Queen)
Quando: domingo e segunda, às 20h30min
Onde: no UCS Teatro (Bloco M da Cidade Universitária – % 3218.2039 e 3218.2298).
Quanto: R$ 60. Estudantes e idosos pagam R$ 30. Ingressos são limitados.
Ingressos: à venda no Posto da Júlio no Parque Cinqüentenário (Rua Júlio de Castilhos, 3.221 – 3225.4744) e na Brisa Esportes (Rua Os Dezoito do Forte, 1.471 – 3225.4467)
Duração: 1h40min

Fonte: www.clicrbs.com.br

Está disponível, em pré-venda, no shop oficial do Queen Online, o volume 3 da coleção “Singles Collection”.

O volume 3 continua a partir de emados dos anos 80. O box 3 inclui o primeiro single “lado A” escrito pelos 4 integrantes ” One Vision”.

Tracklisting

CD1:
1. It’s A Hard Life (2010 Digital Remaster)
2. Is This The World We Created? (2010 Digital Remaster)

CD2:
1. Hammer To Fall (Edit) (2010 Digital Remaster)
2. Tear It Up (2010 Digital Remaster)

CD3:
1. Thank God It’s Christmas (2010 Digital Remaster)
2. Man On The Prowl (2010 Digital Remaster)
3. Keep Passing The Open Windows (2010 Digital Remaster)

CD4:
1. One Vision (Single Version) (2010 Digital Remaster)
2. Blurred Vision (2010 Digital Remaster)

CD5:
1. A Kind Of Magic (2010 Digital Remaster)
2. A Dozen Red Roses For My Darling (2010 Digital Remaster)

CD6:
1. Friends Will Be Friends (2010 Digital Remaster)
2. Princes Of The Universe (2010 Digital Remaster)

CD7:
1. Pain Is So Close To Pleasure (Remix) (2010 Digital Remaster)
2. Don’t Lose Your Head (2010 Digital Remaster)

CD8:
1. Who Wants To Live Forever (2010 Digital Remaster)
2. Forever (Piano Version) (2010 Digital Remaster)

CD9:
1. One Year Of Love (2010 Digital Remaster)
2. Gimme The Prize (Kurgens Theme) (2010 Digital Remaster)

CD10:
1. I Want It All (Single Version) (2010 Digital Remaster)
2. Hang On In There (2010 Digital Remaster)

CD11:
1. Breakthru (2010 Digital Remaster)
2. Stealin’ (2010 Digital Remaster)

CD12:
1. The Invisible Man (2010 Digital Remaster)
2. Hijack My Heart (2010 Digital Remaster)

CD13:
1. Scandal (2010 Digital Remaster)
2. My Life Has Been Saved (2010 Digital Remaster)

Pra comprar Clique Aqui

Fonte: www.queenonline.com

O Queen Net em parceria com a Editora Planeta, estará sorteando 3 livros Freddie Mercury – por Selim Rauer.

Para participar é muito fácil, basta respoder a pergunta: Qual a característica mais marcante de Freddie pra você? E porque?
Envie sua resposta para: promocaoplaneta@queennet.com.br

Regulamento/Regras:

  • As 3 respostas mais criativas ganharão os livros.
  • As respostas serão escolhidas pela Equipe QN (Alexandre, Bruno, Milene e Erika).
  • Somente será aceito UMA resposta por e-mail.
  • A Promoção terá 15 dias de duração, começando dia 14/03/2010 e terminando dia 29/03/2010. O resultado será divulgado dia 03/04/2010.

Maiores detalhes acesse a página da promoção Clicando Aqui

Nossos sinceros agradecimentos a Editora Planeta por tornar possível esta promoção.

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon eram ingleses mas em momento algum se interessaram por futebol – e destes quatro, só Mercury teve um passado desportivo, como campeão nacional júnior de ténis de mesa. Eles era mais música. E da boa. Os Queen.

A digressão pela Argentina será sempre recordada como um hit na história da música moderna argentina. Não pelo mecanismo de endeusamento fanático, mas pelo nível musical, tecnológico e artístico, eles que tiveram a ousadia de entrar no país como personae non gratae do presidente da Junta Militar da Argentina e dar cinco concertos em três cidades (Buenos Aires, Rosario e Mar del Plata) para milhões de pessoas, entre 28 de Fevereiro e 12 de Março de 1981.

Para o tour na América do Sul (depois da Argentina, ainda houve Brasil, mas só em São Paulo, porque a prefeitura do Rio de Janeiro recusou ceder o Maracanã para um concerto), os Queen levaram um staff de 45 pessoas, entre músicos, técnicos, ajudantes, seguranças e managers. A estes somam-se os freelances, os contratados em cada um dos lugares da actuação para armar e desarmar o palco.

Queen é uma máquina oleada que funciona com devastadora perfeição em palco. Cada efeito luminoso traduz-se nas mudanças rítmicas de cada música, o que excita visualmente os espectadores. A roupa épica dos anos 70 é trocada por um estilo misto dos 50 com new wave.

Dos três concertos em Buenos Aires, o último deles é no estádio do Velez Sarsfield e é aí que se cruzam dois mundos: o da música e o do desporto. Dois génios: Queens vs. Maradona. Ou melhor, Queen e Maradona. Houve troca de camisolas (eis um momento histórico, Maradona vestido à inglesa), fotografias e até cantaram juntos o “Another One Bites The Dust”. E então, Friends Will Be Friends? Nada disso.

No ano seguinte, em 1982, começa a guerra das Malvinas, opondo os dois países, e Maradona nunca mais respeitou os ingleses – nem a rainha. Ao ponto de lhes ter marcado dois golos no Mundial-86: um ilegal, com a mão de Deus, o outro legítimo, na jogada do século XX, em que fintou seis ingleses. Hoddle, Reid, Sansom, Butcher, Fenwick e Shilton comeram relva (e poeira). Esses não lhe conseguiram tocar. E os outros é que não percebiam de futebol…

Fonte: www.ionline.pt

Os fãs do Foo Fighters ainda terão que esperar algum tempo até a banda lançar material novo. O guitarrista e vocalista Dave Grohl disse em entrevista para a Radio 6 da BBC que ele e seus companheiros de banda só devem voltar aos estúdios em setembro.

“Foo Fighters começou a compor e começaremos a gravar em setembro, então a vida está repleta de música”, comentou o ex-baterista do Nirvana. Este novo disco, o sétimo da carreira, deve ser produzido por Butch Vig, o mesmo produtor de “Nevermind”, do Nirvana.

A demora para o grupo voltar ao estúdio é devido aos trabalhos paralelos de alguns de seus integrantes. O baterista Taylor Hawkins lança no próximo dia 19 de abril um álbum com sua banda paralela, o Coattail Riders. O disco trará participação de Roger Taylor e Brian May, do Queen, e do próprio Dave Grohl.

Já Grohl está trabalhando no segundo álbum de estúdio de sua outra banda, o Them Crooked Vultures, grupo que traz na formação John Paul Jones, do Led Zeppelin, e Josh Hommer, do Queens of the Stone Age. O segundo trabalho do Them Crooked Vulture deve chegar às lojas no início do segundo semestre.

www.terra.com.br

A banda cover Classical Queen fará show dia 18 de março (quinta-feira) na casa Papagaio Vintem, em São Paulo.

Maiores detalhes:

www.classicalqueen.com.br
www.papagaiovintem.com.br

Papagaio Vintem

Rua Dr. Cesar, 706
Bairro Santana
São Paulo – SP
Fone: (11)2236-1196

Biografia de Freddie Mercury revela falhas e segredos do vocalista

da Folha Online

O estilo irreverente de Freddie Mercury sempre chamou a atenção para o vocalista do Queen, banda britânica que entrou para a história do rock mundial.

Agora, com a biografia escrita pelo jornalista francês Selim Rauer em mãos, os fãs poderão saber detalhes da vida e a carreira do artista. “Freddie Mercury” chega às livrarias do Brasil nesta quarta-feira (10), e revela falhas e segredos do líder do grupo –que morreu de Aids, em 1991.

Acesse a editoria de rock e pop da Livraria da Folha
Queen é eleita a melhor banda britânica de todos os tempos

Formado em filosofia, o autor deixa em evidência o aspecto carismático e despojado de Mercury e, ao falar sobre a trajetória marcante do músico, deixa claro como ele se tornou mito dos anos 70 e deixou uma legião de fãs por todo o mundo.

“Freddie Mercury”
Autor: Selim Rauer
Editora: Planeta
Páginas: 320
Quanto: R$ 39,90

Fonte:  www.folhaonline.com.br

Com o sucesso dos jogos musicais liderados pela franquia “Guitar Hero”, a Activision decidiu expandir a linha de produções no estilo mudando um pouco o estilo da brincadeira. Sai do foco o rock e sobe ao palco a música eletrônica arranjada por DJs.

Isso já dá motivos suficientes para “DJ Hero” introduzir um novo controle especial em formato de picape e mecânicas originais de jogo. Ainda assim, o jogo não deixa de colocar em prática muitos dos ensinamentos da franquia “Guitar Hero”. De maneira geral, o resultado é uma produção interessante e divertida, mas que acaba pecando por excesso de simplicidade.

Redação do UOL testa o game

O setlist variado conta com 93 faixas, todas combinações de duas músicas distintas e englobando um amplo e eclético leque de artistas e bandas, como Gorillaz, Queen, Marvin Gaye, The Killers, Foo Fighters, Daft Punk, Jackson 5 e muito mais. Todos curtinhos e empolgantes, geralmente focando em destacar e misturar os elementos mais marcantes de cada canção.

Para ler a matéria completa Clique Aqui

Fonte:
www.uol.com.br
Enviado por: Gera Porto

O Santos empatou por 1 a 1 com a Portuguesa neste domingo, no Canindé. O gol santista aconteceu só no final do segundo tempo. O Peixe continua líder do Campeonato Paulista e praticamente classificado para as semifinais. Mas seria o time santista o favorito ao título?

Pelo menos é o que podemos entender ao ouvir a música tocado no estádio, uma hora antes de começar o jogo. Naquela momento, os presentes no Canindé escutaram “We are the champions”, da banda Queen, tradicional música tocada após a conquista de um título. Ou será que a torcida da Lusa acredita que vai levar a taça?

Fonte: band.com.br

Mesmo quem não gosta de Beatles e até quem nasceu décadas depois da febre beatlemaníaca bate o olho na capa do Abbey Road e reconhece o disco logo de cara, certo?

Pois é, de tão icônicas que algumas capas de rock são, a Disney lançou uma série de capas reeditadas, usando crianças no lugar dos artistas. Entre as imagens estão a reedição do clássico Abbey Road, dos Beatles e do Queen II, segundo álbum do Queen.

A campanha foi criada para comemorar a estreia mundial da série I’m In The Band, que faz parte da programação americana do canal Disney XD desde o início de janeiro. As crianças, com idades entre 10 e 12, estão vestidas exatamente como os ídolos do rock.

O sitcom conta a história do adolescente Tripp Cambell (interpretado por Logan Miller), que realiza o sonho de se juntar a sua banda favorita, o Iron Weasel.  Na trama, o jovem ajuda seus ídolos a esquematizar um retorno épico. A série estreia no Brasil na segunda quinzena de março.

Fonte:
www.virgula.com.br
Enviado por: Gera Porto

Para mais Detalhes sobre o livro:  www.editoraplaneta.com.br

E para comprar o Livro Aqui

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RIO – Em 1981, o Queen fez o que parecia impossível e era considerado loucura por outras bandas de rock: uma turnê na América do Sul, inclusive pelos países governados por ditaduras, como o Brasil. No estádio do Morumbi, em São Paulo, 130 mil pessoas cantaram “Love of my life”. O líder da banda, Freddie Mercury, emocionou-se e percebeu que sua música poderia ser sinônimo de libertação para os outros, assim como havia sido para ele. “Na América Latina houve um antes e um depois do Queen, em matéria de música e de shows”, escreve o francês Selim Rauer, cuja biografia “Freddie Mercury” está sendo lançada por aqui, pela editora Planeta. A obra indica que é possível dizer, ainda, que Mercury foi responsável por um antes e depois na cultura pop.

De origem persa, Mercury nasceu em Zanzibar, uma região insular da Tanzânia, na costa africana, em 5 de setembro de 1946. Ele foi batizado Farrokh Bulsara, teve uma educação religiosa, estudou num tradicional colégio inglês na Índia e só se mudou para o Reino Unido no início dos anos 1960. Bulsara era um garoto vindo de uma colônia que aterrissava no meio da revolução do rock.

“Queen não seria possível hoje”, diz autor

O Queen, então, foi formado nesse ambiente. A banda surgiu em 1970, a partir da dissolução do Smile, grupo do qual faziam parte o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor. O álbum de estreia, já com Mercury (devidamente rebatizado e assumindo uma identidade roqueira) e com o baixista John Deacon, foi lançado em 1973 e intitulado simplesmente “Queen”.

– Eu acho que a realidade da música hoje é outra. Bandas como Queen, Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd ou U2 não são mais possíveis. Vivemos outro tempo, e as novas gerações lidam de outra maneira com a música. Bandas reais significavam músicos reais, artistas reais. E, na minha opinião, não há muitos artistas reais na indústria musical hoje – explica, em entrevista ao GLOBO, Selim Rauer. – Freddie Mercury foi uma junção única de um artista real e de um músico original. Ele foi pioneiro. Como Gilles Deleuze costumava dizer: existem os criadores e existem aqueles que só seguem o que foi criado.

Hoje com 31 anos, Rauer lançou a primeira edição de seu livro em 2008. O autor tem formação em teatro, já dirigiu peças e escreve um blog para o site do jornal francês “Le Monde”, onde trata de temas aparentemente opostos, como a música do U2 e os pensamentos de Deleuze. Antes de escrever “Freddie Mercury”, ele havia publicado um romance, um ensaio sobre terrorismo e duas compilações de poemas.

– Esta biografia é muito diferente do que eu fiz antes, mas há pontos em comum nos temas – explica. – Minha experiência como dramaturgo e diretor de teatro certamente contribuiu para me dar ferramentas de interpretação do trabalho de Freddie Mercury. Eu percebi, durante a concepção do livro, que Freddie Mercury entendeu a complexidade do teatro. Ninguém podia se igualar a ele como intérprete, cantor e showman num palco.

Naturalmente, uma estrela como Mercury teve muitas outras biografias publicadas antes da de Rauer. O autor, porém, destaca um caráter singular em sua empreitada:

– Os outros que escreveram sobre ele eram jornalistas, críticos de música ou colaboradores próximos. Mas acho que é a primeira vez que um escritor faz um livro sobre Freddie Mercury. Isso quer dizer que eu procurei transcrever a complexidade de sua vida, o homem e o artista, enxergar seus conflitos. Meu objetivo foi fazer um ensaio biográfico.

Mas a grande dificuldade que todos sempre encontraram em tratar da vida de Mercury era a sua reclusão. O cantor que, no palco, se transformava numa “diva dos tempos modernos”, nas palavras de Rauer, tentava manter sua vida pessoal longe dos holofotes, bem diferente de estrelas como David Bowie e Mick Jagger. “Sua personalidade profunda e timidez o levavam a evitar tudo o que fosse mundano”, escreve Rauer.

Porém, às tentativas de preservar sua privacidade juntaram-se tentativas da imprensa de celebridades de devassar sua rotina, sobretudo quando se tratava de sua sexualidade. Em maio de 1988, o jornal britânico “The Sun” publicou fotos e revelações entregues por um ex-assistente de Mercury. A reportagem, intitulada “Todos os homens da rainha”, dizia que dois de seus ex-amantes haviam morrido de Aids e relatava o consumo de drogas.

“Freddie foi o sonho de uma criança nascida numa ilha da África, que venceu num país estrangeiro até se tornar um dos maiores artistas de sua geração. Sua vida foi ao mesmo tempo exemplar, fascinante, apaixonante e trágica”

Lembrando: era 1988. Estar contaminado com o vírus da Aids, naquela época, não significava apenas a certeza de morte, mas também uma condenação moral da conservadora opinião pública. Mercury descobrira ter a doença meses antes de a especulação aparecer na imprensa. Segundo a biografia, ele disse a seu companheiro, Jim Hutton: “Se quiser me abandonar, eu entendo”.

Hutton não o abandonou, assim como não o fizeram os outros integrantes do Queen. Enquanto negava a doença publicamente, Mercury chamou May, Taylor e Deacon para uma conversa. A banda estava reunida para gravar o álbum “The miracle”. “Acredito que vocês precisam ficar sabendo o que eu tenho. Até onde sei, não existe remédio para curar essa doença. Não sei quanto tempo ainda tenho diante de mim, mas quero que continuemos avançando e trabalhando como sempre fizemos”, disse. Todos entenderam e nunca falaram com ele sobre a Aids.

Mas as consequências da doença foram afetando-o aos poucos. Seus cabelos caíam, orifícios apareciam na pele, e as explicações públicas de que ele sofria do fígado não eram mais convincentes. No segundo semestre de 1991, ele lançou a música “The show must go on”, enquanto tomava a decisão de interromper o tratamento contra o avanço do HIV. “Era um modo de acelerar a morte”, escreve o biógrafo. Em 23 de novembro, a pedido do cantor, o mundo foi informado de sua verdadeira condição de saúde. No dia seguida, um domingo, Mercury morreu. O show deveria continuar. Mas de outro jeito.

“Uma vida apaixonante, fascinante e trágica”

– Freddie Mercury compreendeu que uma utopia não é impossível, é apenas o que você não alcançou. Quando você alcança a utopia, ela se torna realidade. Ele foi o sonho de uma criança chamada Farrokh Bulsara, nascida numa ilha da África, que venceu num país estrangeiro até se tornar um dos maiores artistas de sua geração e uma lenda mundial. Sua vida foi ao mesmo tempo exemplar, fascinante, apaixonante e trágica – diz Rauer.

Para mais Detalhes sobre o livro:  www.editoraplaneta.com.br

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Fonte: oglobo.com

Um dos maiores vocalistas da história do rock, Paul Rodgers ficou mais conhecido aqui no Brasil por conta de sua recente reunião com o grupo Queen. Pena. O que muitos viram como um mero “substituto” de Freddie Mercury, além de ter uma grande voz, foi membro-fundador de duas bandas muito importantes para o rock. O Free, formado em 1968, podia ser comparada ao Led Zeppelin, com o seu blues misturado a um hard rock vigoroso, que pode ser conferido em canções como “Fire & water” e o clássico “All right now”.

Após a dissolução da banda, Rodgers partiu para outro projeto importante, o Bad Company, supergrupo formado em 1973 por Rodgers, Simon Kirke (também ex-Free), Mick Ralphs (do Mott the Hoople) e Boz Burrell (do King Crimson). O conjunto foi contratado pelo selo Swan Song, do Led Zeppelin, e o seu primeiro álbum, “Bad Company” (1974), foi direto para o topo da parada de discos, impulsionado por sucessos como “Seagull” e “Can’t get enough”.

Além do Free e do Bad Company, Paul Rodgers também formou as bandas The Firm (ao lado de Jimmy Page, ex-guitarrista do Led Zeppelin), o The Law (com Kenney Jones, baterista que substituiu Keith Moon no The Who), além de ter gravado diversos álbuns solo e dois discos – sendo um ao vivo – ao lado do guitarrista Brian May e do baterista Roger Taylor, no projeto Queen + Paul Rodgers.

Para resumir, todas essas suas andanças, o cantor lançou agora, com venda exclusiva pela internet, o CD duplo (com direito a um terceiro, com fotos e imagens de bastidores) “Live at Hammersmith Apollo”. Naturalmente, o álbum, que tem uma gravação excelente, conta com um pouquinho de tudo o que Paul Rodgers fez por aí. Do Free (com sucessos como “Wishing well”, “The stealer”, “Be my friend”, além das já citadas “All right now” e “Fire & water”) até chegar ao Queen (“Voodoo”), Rodgers ainda relembra o Bad Company (“Can’t get enough”, “Shooting star” e “Rock’ n’ roll fantasy”) e o The Firm (“Satisfaction Guaranteed”). Um verdadeiro tour de force em 78 minutos de duração – aliás, por que o CD é duplo??

Para quem ainda tem aquela ideia do Paul Rodgers “substituto” de Freddie Mercury, esse “Live at Hammersmith Apollo 2009” é uma ótima oportunidade para conhecer, ainda que de modo bem geral, um pouco da carreira desse que é um dos maiores vocalistas da história do rock – não à toa, até Robert Plant já reconheceu guardar certa inveja de Rodgers, no início de sua carreira. Depois, é só partir para os grandes álbuns do Free e do Bad Company. Assim, pode ser que fique claro o porquê de o cantor ter abandonado o barco do Queen. Talvez a companhia de Brian May e de Roger Taylor seja pouco demais para ele…

Fonte: www.sidneyrezende.com

Os músicos do Kiss Paul Stanley e Gene Simmons recentemente conversaram com Dylan Howard da Reuters TV sobre a festa que nunca acaba.
Sobre o fenômeno que a banda se tornou Paul Stanley comentou: “O Kiss é um ícone. Kiss se tornou maior que qualquer membro da banda e chegou a um ponto onde somos facilmente a banda mais reconhecível do mundo.”
A banda falou também sobre o fenômeno Lady Gaga:
Paul Stanley: “De tempos em tempos aparece alguem tentando fazer o que ela faz naturalmente. Ela é criativa, sua música é incrível. Até mesmo ‘Lady GaGa’, Gaga é uma referência à música ‘Radio Gaga’, do Queen.”

Gene Simmons: “Lady Gaga é um bom nome, mas Lady Kiss é muito melhor.”

Fonte: http://whiplash.net

O The Pulse of Radio relata: Quase um ano após a sua separação de Brian May e Roger Taylor do Queen, Paul Rodgers, diz que é a favor de uma parceria com os músicos em ocasiões especiais.

Após um período de cinco anos, Rodgers anunciou em maio que Queen + PAUL RODGERS havia encerrado as atividades. Embora alguns membros da indústria estivessem conscientes da separação iminente, os fãs que estavam esperando ansiosamente para que a banda finalmente anunciasse datas norte-americanas para divulgar seu álbum “The Cosmos Rocks” (2008), foram pegos desprevenidos com a notícia.

Rodgers explica que não há absolutamente nenhum ressentimento entre ele, May e Taylor, mas salienta que o seu tempo com o grupo foi mais longo do que ele imaginava.

“Isso meio que se intensificou um pouco, e foi muito divertido – Eu realmente gostei. Mas eu olhei pra trás e quanto tempo… Eu disse: ‘Ai, estou com esses caras já fazem quatro anos!’ E eu não quero perder meu próprio senso de identidade. Senti que estava sendo sugado para uma outra entidade – o que é uma coisa bonita – o que eles fazem. Então deixamos em aberto. Portanto, se houver algum trabalho beneficente ou alguns shows, sabe, poderíamos nos reunir e fazer isso. É assim que deixamos as coisas”.

Fontes:
www.whiplash.net
Traduzido por Karina Detrigiachi
Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth

REI DA RAINHA
BRIAN MAY
Por Steve Vai

“Eu não acho que foi realmente dito o sobre o brilho de  Brian May de como toca guitarra, o senso que muitas vezes é ofuscada pela música em si.  O álbum Queen II foi um dos momentos cruciais que apenas me jogou à parede.

“Ele é provavelmente um dos melhores guitarristas identificáveis, mais ainda do que Beck, Page e Clapton. Estão todos tão identificáveis, mas Brian May tem um tom tanto na cabeça e nos dedos. Ele fala volumes. Sua contribuição às guitarras orquestradas não tem precedentes. Não havia nada como ele antes dele. Para mim, era como quando Edward Van Halen veio e reformulou o som da guitarra elétrica. Isso é o que eu ouvi em escutar Brian May. É algo que é inerente ao cérebro do guitarrista.

“Lembro-me de trabalhar com Frank Zappa, pela primeira vez. Eu tinha acabado de me mudar para Los Angeles, e ninguém me conhecia. Eu tinha 21 anos. Eu saí para o Rainbow Bar and Grill, e Brian May estava lá. Eu não podia acreditar. Reuni um pouco de coragem e fui até ele e disse: ‘Muito obrigado por tudo que você fez. Eu toco guitarra. eu estou aqui na cidade com Frank Zappa. Ele disse: ‘Oh really? Por que você não chegou até nosso ensaio?

“Desci e ele me trouxe para o palco, ele me deixar tocar o violão, a guitarra que ele construiu com seu pai [a” Red Special “]. Eu não podia mesmo acreditar que eu tocaria este instrumento! Ele era tão gentil e tão carinhoso, e para quem? Esse garoto, você sabe? E eu tocava violão, e ele soou como Steve Vai. Então, quando ele tocou, ele soou como Brian May. Era muito claro para mim que o seu tom é entre os dedos e a cabeça.

“Ele é um ato da classe dos pés à cabeça, e ele mostra em seu modo de tocar. Eu posso ouvir qualquer guitarra e pantomima do som deles, mas eu não posso fazer Brian May. Ele é está em um terreno mais alto.”

Traduzido por:  Milene Durão
Fonte: www.brianmay.com

Livro conta a história do cantor do grupo Queen com ênfase na busca solitária por amor e prazer que o levaria à morte

ENVOLTO EM PROGRESSIVA aura mítica desde sua morte, causada pela Aids, Freddie Mercury (1946 – 1991) viveu como poucos o clichê “sexo, drogas e rock’n’roll”. O rock era pop e moldado para arenas e estádios, palcos dos lendários shows do Queen, o grupo britânico que deu fama mundial nos anos 70 e 80 ao seu vocalista descendente de indianos. O sexo foi buscado de forma desenfreada para amenizar a solidão vinda com a rotina desgastante das turnês. E as drogas foram o aditivo de uma vida intensa, recontada pelo escritor Selim Rauer na biografia Freddie Mercury (Planeta, 320 págs., R$ 49,90), lançada no Brasil neste mês de março.

Sem sensacionalismo, mas com adoração por Mercury, o autor reconstitui a trajetória de um ídolo que sofreu na infância ao ser separado dos pais para estudar em colégio interno longe da comunidade de raiz oriental em que nasceu. A providencial mudança para Londres, na adolescência, marcou o contato do rapaz com a cultura pop britânica e abriu o caminho da fama para o futuro astro. Com narrativa leve e agradável, a biografia detalha a gênese do Queen e explica o conceito de cada álbum/turnê da banda enquanto relembra a via-crúcis pessoal de Mercury, que passou a viver sua homossexualidade longe dos holofotes. A biografia não mascara o caráter promíscuo do artista, mas seu fato mais revelador é a informação de que os produtores do Queen precisaram negociar com os governos ditatoriais que reinaram na América do Sul dos anos 70 – inclusive o do Brasil – para que o grupo tivesse passe livre numa turnê desbravadora, feita quando tais países ainda não figuravam na rota internacional de shows.

Fonte:  istoegente.com.br

Versátil ex-baterista do Nirvana assume participação em outra banda, com integrantes do Queen: Taylor Hawkins and The Coattail Riders.

Ex-baterista do Nirvana, Dave Grohl parece seguir sua carreira com a mesma disposição de quando ela começou. Além do Foo Fighters e Them Crooked Vultures, ele também está envolvido no novo álbum de seu outro projeto pararelo: Taylor Hawkins and The Coattail Riders, que contará com inovadora participação de integrantes do Queen.

Ao lado do amigo baterista Taylor Hawkins, também do Foo Fighters, Dave Grohl desenvolve o segundo disco do The Coattail Riders, que deverá chegar às lojas já no mês de abril (19/04). Para aumentar ainda mais o prestígio do novo álbum, o projeto paralelo contará com o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, ambos do Queen, além do guitarrista do Cars, Elliot Easton.

Intitulado de Red Ligth Fever, o segundo disco do Taylor Hawkins and The Coattail Riders está em fase de finalização, restando apenas alguns últimos acertos finais. Entre as músicas selecionadas, destacam-se Way Down, Not Bad Luck e Hell to Pay. O último disco lançado pelo projeto foi em 2006.

Bateristas

Entre os músicos presentes no novo trabalho do   é impossível não deixar de notar a quantidade de bateristas envolvidos. Dos cincos músicos escalados, três são mestres das baquetas. No entanto, a missão ficará mesmo com Roger Taylor. Taylor Hawkins, lder do projeto e baterista do Foo Fighters, assumirá os vocais, assim como Dave Grohl, que também tocará guitarra.

Fonte:  noticias.yahoo.com

Show com a banda Classical Queen sexta-feira, 05/03 em SBC- SP.

Clube MESC salão social
Av. Robert Kennedy, 2113 SBC-SP
informações: 4344-5566
www.classicalqueen.com.br