Mesmo quem não gosta de Beatles e até quem nasceu décadas depois da febre beatlemaníaca bate o olho na capa do Abbey Road e reconhece o disco logo de cara, certo?

Pois é, de tão icônicas que algumas capas de rock são, a Disney lançou uma série de capas reeditadas, usando crianças no lugar dos artistas. Entre as imagens estão a reedição do clássico Abbey Road, dos Beatles e do Queen II, segundo álbum do Queen.

A campanha foi criada para comemorar a estreia mundial da série I’m In The Band, que faz parte da programação americana do canal Disney XD desde o início de janeiro. As crianças, com idades entre 10 e 12, estão vestidas exatamente como os ídolos do rock.

O sitcom conta a história do adolescente Tripp Cambell (interpretado por Logan Miller), que realiza o sonho de se juntar a sua banda favorita, o Iron Weasel.  Na trama, o jovem ajuda seus ídolos a esquematizar um retorno épico. A série estreia no Brasil na segunda quinzena de março.

Fonte:
www.virgula.com.br
Enviado por: Gera Porto

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RIO – Em 1981, o Queen fez o que parecia impossível e era considerado loucura por outras bandas de rock: uma turnê na América do Sul, inclusive pelos países governados por ditaduras, como o Brasil. No estádio do Morumbi, em São Paulo, 130 mil pessoas cantaram “Love of my life”. O líder da banda, Freddie Mercury, emocionou-se e percebeu que sua música poderia ser sinônimo de libertação para os outros, assim como havia sido para ele. “Na América Latina houve um antes e um depois do Queen, em matéria de música e de shows”, escreve o francês Selim Rauer, cuja biografia “Freddie Mercury” está sendo lançada por aqui, pela editora Planeta. A obra indica que é possível dizer, ainda, que Mercury foi responsável por um antes e depois na cultura pop.

De origem persa, Mercury nasceu em Zanzibar, uma região insular da Tanzânia, na costa africana, em 5 de setembro de 1946. Ele foi batizado Farrokh Bulsara, teve uma educação religiosa, estudou num tradicional colégio inglês na Índia e só se mudou para o Reino Unido no início dos anos 1960. Bulsara era um garoto vindo de uma colônia que aterrissava no meio da revolução do rock.

“Queen não seria possível hoje”, diz autor

O Queen, então, foi formado nesse ambiente. A banda surgiu em 1970, a partir da dissolução do Smile, grupo do qual faziam parte o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor. O álbum de estreia, já com Mercury (devidamente rebatizado e assumindo uma identidade roqueira) e com o baixista John Deacon, foi lançado em 1973 e intitulado simplesmente “Queen”.

– Eu acho que a realidade da música hoje é outra. Bandas como Queen, Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd ou U2 não são mais possíveis. Vivemos outro tempo, e as novas gerações lidam de outra maneira com a música. Bandas reais significavam músicos reais, artistas reais. E, na minha opinião, não há muitos artistas reais na indústria musical hoje – explica, em entrevista ao GLOBO, Selim Rauer. – Freddie Mercury foi uma junção única de um artista real e de um músico original. Ele foi pioneiro. Como Gilles Deleuze costumava dizer: existem os criadores e existem aqueles que só seguem o que foi criado.

Hoje com 31 anos, Rauer lançou a primeira edição de seu livro em 2008. O autor tem formação em teatro, já dirigiu peças e escreve um blog para o site do jornal francês “Le Monde”, onde trata de temas aparentemente opostos, como a música do U2 e os pensamentos de Deleuze. Antes de escrever “Freddie Mercury”, ele havia publicado um romance, um ensaio sobre terrorismo e duas compilações de poemas.

– Esta biografia é muito diferente do que eu fiz antes, mas há pontos em comum nos temas – explica. – Minha experiência como dramaturgo e diretor de teatro certamente contribuiu para me dar ferramentas de interpretação do trabalho de Freddie Mercury. Eu percebi, durante a concepção do livro, que Freddie Mercury entendeu a complexidade do teatro. Ninguém podia se igualar a ele como intérprete, cantor e showman num palco.

Naturalmente, uma estrela como Mercury teve muitas outras biografias publicadas antes da de Rauer. O autor, porém, destaca um caráter singular em sua empreitada:

– Os outros que escreveram sobre ele eram jornalistas, críticos de música ou colaboradores próximos. Mas acho que é a primeira vez que um escritor faz um livro sobre Freddie Mercury. Isso quer dizer que eu procurei transcrever a complexidade de sua vida, o homem e o artista, enxergar seus conflitos. Meu objetivo foi fazer um ensaio biográfico.

Mas a grande dificuldade que todos sempre encontraram em tratar da vida de Mercury era a sua reclusão. O cantor que, no palco, se transformava numa “diva dos tempos modernos”, nas palavras de Rauer, tentava manter sua vida pessoal longe dos holofotes, bem diferente de estrelas como David Bowie e Mick Jagger. “Sua personalidade profunda e timidez o levavam a evitar tudo o que fosse mundano”, escreve Rauer.

Porém, às tentativas de preservar sua privacidade juntaram-se tentativas da imprensa de celebridades de devassar sua rotina, sobretudo quando se tratava de sua sexualidade. Em maio de 1988, o jornal britânico “The Sun” publicou fotos e revelações entregues por um ex-assistente de Mercury. A reportagem, intitulada “Todos os homens da rainha”, dizia que dois de seus ex-amantes haviam morrido de Aids e relatava o consumo de drogas.

“Freddie foi o sonho de uma criança nascida numa ilha da África, que venceu num país estrangeiro até se tornar um dos maiores artistas de sua geração. Sua vida foi ao mesmo tempo exemplar, fascinante, apaixonante e trágica”

Lembrando: era 1988. Estar contaminado com o vírus da Aids, naquela época, não significava apenas a certeza de morte, mas também uma condenação moral da conservadora opinião pública. Mercury descobrira ter a doença meses antes de a especulação aparecer na imprensa. Segundo a biografia, ele disse a seu companheiro, Jim Hutton: “Se quiser me abandonar, eu entendo”.

Hutton não o abandonou, assim como não o fizeram os outros integrantes do Queen. Enquanto negava a doença publicamente, Mercury chamou May, Taylor e Deacon para uma conversa. A banda estava reunida para gravar o álbum “The miracle”. “Acredito que vocês precisam ficar sabendo o que eu tenho. Até onde sei, não existe remédio para curar essa doença. Não sei quanto tempo ainda tenho diante de mim, mas quero que continuemos avançando e trabalhando como sempre fizemos”, disse. Todos entenderam e nunca falaram com ele sobre a Aids.

Mas as consequências da doença foram afetando-o aos poucos. Seus cabelos caíam, orifícios apareciam na pele, e as explicações públicas de que ele sofria do fígado não eram mais convincentes. No segundo semestre de 1991, ele lançou a música “The show must go on”, enquanto tomava a decisão de interromper o tratamento contra o avanço do HIV. “Era um modo de acelerar a morte”, escreve o biógrafo. Em 23 de novembro, a pedido do cantor, o mundo foi informado de sua verdadeira condição de saúde. No dia seguida, um domingo, Mercury morreu. O show deveria continuar. Mas de outro jeito.

“Uma vida apaixonante, fascinante e trágica”

– Freddie Mercury compreendeu que uma utopia não é impossível, é apenas o que você não alcançou. Quando você alcança a utopia, ela se torna realidade. Ele foi o sonho de uma criança chamada Farrokh Bulsara, nascida numa ilha da África, que venceu num país estrangeiro até se tornar um dos maiores artistas de sua geração e uma lenda mundial. Sua vida foi ao mesmo tempo exemplar, fascinante, apaixonante e trágica – diz Rauer.

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Fonte: oglobo.com

Um dos maiores vocalistas da história do rock, Paul Rodgers ficou mais conhecido aqui no Brasil por conta de sua recente reunião com o grupo Queen. Pena. O que muitos viram como um mero “substituto” de Freddie Mercury, além de ter uma grande voz, foi membro-fundador de duas bandas muito importantes para o rock. O Free, formado em 1968, podia ser comparada ao Led Zeppelin, com o seu blues misturado a um hard rock vigoroso, que pode ser conferido em canções como “Fire & water” e o clássico “All right now”.

Após a dissolução da banda, Rodgers partiu para outro projeto importante, o Bad Company, supergrupo formado em 1973 por Rodgers, Simon Kirke (também ex-Free), Mick Ralphs (do Mott the Hoople) e Boz Burrell (do King Crimson). O conjunto foi contratado pelo selo Swan Song, do Led Zeppelin, e o seu primeiro álbum, “Bad Company” (1974), foi direto para o topo da parada de discos, impulsionado por sucessos como “Seagull” e “Can’t get enough”.

Além do Free e do Bad Company, Paul Rodgers também formou as bandas The Firm (ao lado de Jimmy Page, ex-guitarrista do Led Zeppelin), o The Law (com Kenney Jones, baterista que substituiu Keith Moon no The Who), além de ter gravado diversos álbuns solo e dois discos – sendo um ao vivo – ao lado do guitarrista Brian May e do baterista Roger Taylor, no projeto Queen + Paul Rodgers.

Para resumir, todas essas suas andanças, o cantor lançou agora, com venda exclusiva pela internet, o CD duplo (com direito a um terceiro, com fotos e imagens de bastidores) “Live at Hammersmith Apollo”. Naturalmente, o álbum, que tem uma gravação excelente, conta com um pouquinho de tudo o que Paul Rodgers fez por aí. Do Free (com sucessos como “Wishing well”, “The stealer”, “Be my friend”, além das já citadas “All right now” e “Fire & water”) até chegar ao Queen (“Voodoo”), Rodgers ainda relembra o Bad Company (“Can’t get enough”, “Shooting star” e “Rock’ n’ roll fantasy”) e o The Firm (“Satisfaction Guaranteed”). Um verdadeiro tour de force em 78 minutos de duração – aliás, por que o CD é duplo??

Para quem ainda tem aquela ideia do Paul Rodgers “substituto” de Freddie Mercury, esse “Live at Hammersmith Apollo 2009” é uma ótima oportunidade para conhecer, ainda que de modo bem geral, um pouco da carreira desse que é um dos maiores vocalistas da história do rock – não à toa, até Robert Plant já reconheceu guardar certa inveja de Rodgers, no início de sua carreira. Depois, é só partir para os grandes álbuns do Free e do Bad Company. Assim, pode ser que fique claro o porquê de o cantor ter abandonado o barco do Queen. Talvez a companhia de Brian May e de Roger Taylor seja pouco demais para ele…

Fonte: www.sidneyrezende.com

Os músicos do Kiss Paul Stanley e Gene Simmons recentemente conversaram com Dylan Howard da Reuters TV sobre a festa que nunca acaba.
Sobre o fenômeno que a banda se tornou Paul Stanley comentou: “O Kiss é um ícone. Kiss se tornou maior que qualquer membro da banda e chegou a um ponto onde somos facilmente a banda mais reconhecível do mundo.”
A banda falou também sobre o fenômeno Lady Gaga:
Paul Stanley: “De tempos em tempos aparece alguem tentando fazer o que ela faz naturalmente. Ela é criativa, sua música é incrível. Até mesmo ‘Lady GaGa’, Gaga é uma referência à música ‘Radio Gaga’, do Queen.”

Gene Simmons: “Lady Gaga é um bom nome, mas Lady Kiss é muito melhor.”

Fonte: http://whiplash.net

O The Pulse of Radio relata: Quase um ano após a sua separação de Brian May e Roger Taylor do Queen, Paul Rodgers, diz que é a favor de uma parceria com os músicos em ocasiões especiais.

Após um período de cinco anos, Rodgers anunciou em maio que Queen + PAUL RODGERS havia encerrado as atividades. Embora alguns membros da indústria estivessem conscientes da separação iminente, os fãs que estavam esperando ansiosamente para que a banda finalmente anunciasse datas norte-americanas para divulgar seu álbum “The Cosmos Rocks” (2008), foram pegos desprevenidos com a notícia.

Rodgers explica que não há absolutamente nenhum ressentimento entre ele, May e Taylor, mas salienta que o seu tempo com o grupo foi mais longo do que ele imaginava.

“Isso meio que se intensificou um pouco, e foi muito divertido – Eu realmente gostei. Mas eu olhei pra trás e quanto tempo… Eu disse: ‘Ai, estou com esses caras já fazem quatro anos!’ E eu não quero perder meu próprio senso de identidade. Senti que estava sendo sugado para uma outra entidade – o que é uma coisa bonita – o que eles fazem. Então deixamos em aberto. Portanto, se houver algum trabalho beneficente ou alguns shows, sabe, poderíamos nos reunir e fazer isso. É assim que deixamos as coisas”.

Fontes:
www.whiplash.net
Traduzido por Karina Detrigiachi
Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth

REI DA RAINHA
BRIAN MAY
Por Steve Vai

“Eu não acho que foi realmente dito o sobre o brilho de  Brian May de como toca guitarra, o senso que muitas vezes é ofuscada pela música em si.  O álbum Queen II foi um dos momentos cruciais que apenas me jogou à parede.

“Ele é provavelmente um dos melhores guitarristas identificáveis, mais ainda do que Beck, Page e Clapton. Estão todos tão identificáveis, mas Brian May tem um tom tanto na cabeça e nos dedos. Ele fala volumes. Sua contribuição às guitarras orquestradas não tem precedentes. Não havia nada como ele antes dele. Para mim, era como quando Edward Van Halen veio e reformulou o som da guitarra elétrica. Isso é o que eu ouvi em escutar Brian May. É algo que é inerente ao cérebro do guitarrista.

“Lembro-me de trabalhar com Frank Zappa, pela primeira vez. Eu tinha acabado de me mudar para Los Angeles, e ninguém me conhecia. Eu tinha 21 anos. Eu saí para o Rainbow Bar and Grill, e Brian May estava lá. Eu não podia acreditar. Reuni um pouco de coragem e fui até ele e disse: ‘Muito obrigado por tudo que você fez. Eu toco guitarra. eu estou aqui na cidade com Frank Zappa. Ele disse: ‘Oh really? Por que você não chegou até nosso ensaio?

“Desci e ele me trouxe para o palco, ele me deixar tocar o violão, a guitarra que ele construiu com seu pai [a” Red Special “]. Eu não podia mesmo acreditar que eu tocaria este instrumento! Ele era tão gentil e tão carinhoso, e para quem? Esse garoto, você sabe? E eu tocava violão, e ele soou como Steve Vai. Então, quando ele tocou, ele soou como Brian May. Era muito claro para mim que o seu tom é entre os dedos e a cabeça.

“Ele é um ato da classe dos pés à cabeça, e ele mostra em seu modo de tocar. Eu posso ouvir qualquer guitarra e pantomima do som deles, mas eu não posso fazer Brian May. Ele é está em um terreno mais alto.”

Traduzido por:  Milene Durão
Fonte: www.brianmay.com

Livro conta a história do cantor do grupo Queen com ênfase na busca solitária por amor e prazer que o levaria à morte

ENVOLTO EM PROGRESSIVA aura mítica desde sua morte, causada pela Aids, Freddie Mercury (1946 – 1991) viveu como poucos o clichê “sexo, drogas e rock’n’roll”. O rock era pop e moldado para arenas e estádios, palcos dos lendários shows do Queen, o grupo britânico que deu fama mundial nos anos 70 e 80 ao seu vocalista descendente de indianos. O sexo foi buscado de forma desenfreada para amenizar a solidão vinda com a rotina desgastante das turnês. E as drogas foram o aditivo de uma vida intensa, recontada pelo escritor Selim Rauer na biografia Freddie Mercury (Planeta, 320 págs., R$ 49,90), lançada no Brasil neste mês de março.

Sem sensacionalismo, mas com adoração por Mercury, o autor reconstitui a trajetória de um ídolo que sofreu na infância ao ser separado dos pais para estudar em colégio interno longe da comunidade de raiz oriental em que nasceu. A providencial mudança para Londres, na adolescência, marcou o contato do rapaz com a cultura pop britânica e abriu o caminho da fama para o futuro astro. Com narrativa leve e agradável, a biografia detalha a gênese do Queen e explica o conceito de cada álbum/turnê da banda enquanto relembra a via-crúcis pessoal de Mercury, que passou a viver sua homossexualidade longe dos holofotes. A biografia não mascara o caráter promíscuo do artista, mas seu fato mais revelador é a informação de que os produtores do Queen precisaram negociar com os governos ditatoriais que reinaram na América do Sul dos anos 70 – inclusive o do Brasil – para que o grupo tivesse passe livre numa turnê desbravadora, feita quando tais países ainda não figuravam na rota internacional de shows.

Fonte:  istoegente.com.br

Versátil ex-baterista do Nirvana assume participação em outra banda, com integrantes do Queen: Taylor Hawkins and The Coattail Riders.

Ex-baterista do Nirvana, Dave Grohl parece seguir sua carreira com a mesma disposição de quando ela começou. Além do Foo Fighters e Them Crooked Vultures, ele também está envolvido no novo álbum de seu outro projeto pararelo: Taylor Hawkins and The Coattail Riders, que contará com inovadora participação de integrantes do Queen.

Ao lado do amigo baterista Taylor Hawkins, também do Foo Fighters, Dave Grohl desenvolve o segundo disco do The Coattail Riders, que deverá chegar às lojas já no mês de abril (19/04). Para aumentar ainda mais o prestígio do novo álbum, o projeto paralelo contará com o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, ambos do Queen, além do guitarrista do Cars, Elliot Easton.

Intitulado de Red Ligth Fever, o segundo disco do Taylor Hawkins and The Coattail Riders está em fase de finalização, restando apenas alguns últimos acertos finais. Entre as músicas selecionadas, destacam-se Way Down, Not Bad Luck e Hell to Pay. O último disco lançado pelo projeto foi em 2006.

Bateristas

Entre os músicos presentes no novo trabalho do   é impossível não deixar de notar a quantidade de bateristas envolvidos. Dos cincos músicos escalados, três são mestres das baquetas. No entanto, a missão ficará mesmo com Roger Taylor. Taylor Hawkins, lder do projeto e baterista do Foo Fighters, assumirá os vocais, assim como Dave Grohl, que também tocará guitarra.

Fonte:  noticias.yahoo.com

Show com a banda Classical Queen sexta-feira, 05/03 em SBC- SP.

Clube MESC salão social
Av. Robert Kennedy, 2113 SBC-SP
informações: 4344-5566
www.classicalqueen.com.br

Esta disponível no shop oficial do Queen, www.queenonline.com,  uma versão da Red Special,  guitarra de Brian May, que mede (34 x 28cm). Ela vem cuidadosamente anexada a uma placa, detalhando a historia da guitarra.

Maiores detalhes e para comprar: Clique Aqui

Fonte: www.queenonline.com

Em votação dos 40 melhores álbuns ao vivo, pela rádio Planet Rock, o Queen teve 2:  Live Killers (Nº 18) e Live at Wembley ’86 (Nº 26).

Lista dos 40:

01. THIN LIZZY – Live & Dangerous
02. DEEP PURPLE – Made In Japan
03. UFO – Strangers In The Night
04. THE WHO – Live At Leeds
05. AC/DC – If You Want Blood, You Got It
06. IRON MAIDEN – Live After Death
07. PINK FLOYD – PULSE
08. PETER FRAMPTON – Frampton Comes Alive
09. KISS – Alive
10. GENESIS – Seconds Out

(mais…)

A revistá época desta semana trás matéria sobre o rescente livro lançado sobre Freddie.

O livro “Freddie Mercury” aprofunda dados da vida e obra deste artista que desejava uma vida intensa, mais do que longa…

A versão online da revista Época está disponíverl apenas para assinantes, logo colocaremos a matéria por completo.

atualizado28 de fevereiro

Como prometido segue a matéria sobre Freddie e o novo livro biografia

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Fonte: revistaepoca.globo.com

Foi lançada uma Edição Especial para Colecionador do show Rock Montreal & Live Aid, o material vem em uma Lata personalizada. Custa em média R$ 49,90 e pode ser comprado na saraiva.com.br Clicando Aqui

Frequentemente eleito como o melhor show de todos os tempos, a formidável apresentação do Queen no Live Aid em 13 de julho de 1985 é um valioso extra deste DVD. Além do repertório conhecido mundialmente que fortaleceu a posição do Queen como a banda que melhor sabe entreter seu público, a apresentação da comovente composição de Freddie e Brian, “Is This the World We Created”, realizada mais tarde naquele dia, está incluída. Além disso – e aqui sim está o novo bônus – 11 minutos de gravações inéditas do ensaio do Queen para o Live Aid e uma entrevista com a banda. Para terminar, a curiosa participação da banda no programa de televisão norte-americano PM Magazine de 1982.

Faixas do DVD 1:

1. Intro
2. We Will Rock You
3. Let Me Entertain You
4. Play the Game
5. Somebody to Love
6. Killer Queen
7. I’m In Love with My Car
8. Get Down Make Love
9. Save Me
10. Now I’m Here
11. Dragon Attack
12. Now I’m Here (Reprise)
13. Love of My Life
14. Under Pressure
15. Keep Yourself Alive
16. Solo de Bateria
17. Solo de Guitarra
18. Crazy Little Thing Called Love
19. Jailhouse Rock
20. Bohemian Rhapsody
21. Tie Your Mother Down
22. Another One Bites the Dust
23. Sheer Heart Attack
24. We Will Rock You
25. We Are the Champions
26. God Save the Queen

Faixas do DVD 2:

1. Show
2. Bohemian Rhapsody
3. Radio Ga Ga
4. Hammer to Fall
5. Crazy Little Thing Called Love
6. We Will Rock You
7. We Are the Champions
8. Is This the World We Created
9. Ensaio
10. Bohemian Rhapsody
11. Radio Ga Ga
12. Hammer to Fall

Características Detalhadas:

Duração : Aprox. 140 Min
Formato de Tela : WIDESCREEN ANAMÓRFICO / FullScreen
Idioma : Inglês
Legenda : Espanhol / Inglês / Francês
Sistema de Som : Dolby Digital 5.1 / Dts 5.1 Surround / Dolby Digital Stereo
Tipo de Mídia : DVD
Classificação Indicativa : Livre
Codificação de Imagem : NTSC
Número de Mídias : 2

Trajetória de um dos maiores músicos britânicos da história, marcada por muitas polêmicas e um legado eterno.

Ele foi vocalista do Queen, banda que entrou para a história do rock mundial como aquela que sabia fazer um som diferente. Além de uma figura carismática, Freddie Mercury marcou os anos 70 com sua voz e o estilo irreverente de ser. Considerado um dos maiores cantores da história, deixou uma legião de fãs ao morrer em 1991, vítima de AIDS.

Nessa biografia, o jornalista Selim Rauer vai além do mito, revelando falhas e segredos de Freddie Mercury.

I.S.B.N.: 9788576654933
Cód. Barras: 9788576654933
Reduzido: 2869392
Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
Profundidade: 1 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2010
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 320

O livro custa em média R$ 49,90 e pode ser comprado na saraiva.com.br Clicando Aqui

Fontes: Enviado por Fábio Rocha
www.editoraplaneta.com.br
www.livrariasaraiva.com.br

A banda Classical Queen se apresentará em Recife nos dias 26 (sexta-feira) e 27 (sábado) de fevereiro.

Dia 26/02/2010 (sexta-feira)

SEXTA LIVE – TRIBUTO A QUEEN
The Pub apresenta a maior banda cover Queen das Américas, diretamente de São Paulo, Classical Queen interpretando um dos maiores nomes do pop mundial. Um show onde até a performace do vocalista, lembra o grande Freddie Mercury. Saiba um pouco mais sobre eles acessando www.classicalqueen.com.br. Participação especial da banda Alcatraz, tocando só clássicos do rock e dj Sardinha.

Maiores informações:

www.classicalqueen.com.br
www.thepubrecife.com.br

THE PUB

Av. Conselheiro Aguiar, nº 479
Fone: 81-3424.6317
e-mail: contato@thepubrecife.com.br

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Sábado, 27 Fevereiro 2010

TRIBUTO A QUEEN
O Downtown apresenta a banda paulista Classical Queen (classicalqueen.com.br). Um show fiel ao estilo Freddie Mercury seja no figurino, na musicalidade ou nos detalhes. A banda já se apresentou em programas como MTV Covernation e Os Imitadores do Faustão. É a única banda brasileira que aparece no site oficial do Queen.

Maiores informações:

www.classicalqueen.com.br
www.downtownpub.com.br

Downtown Pub

Rua Vigário Tenório, 105
Recife Antigo
81-3424.6317
downtown@downtown.com.brr

O canal de TV por assinatura Biography Channel exibirá no próximo sábado, 27/02/2010, às 20:00 um documentário sobre Freddie Mercury.

Canal: Biography Channel
Data: Sábado, 27 de fevereiro de 2010
Horário: 20:00

Fonte:  Enviado por:   Henrique Soares

Olimpíadas Vancouver 2010, Canadenses dão show na patinação ao som de Queen. A dupla usou a música “Bohemian Rhapsody” como tema de apresentação na Dança Livre.  Para assistir Clique Aqui

Fonte: terra.com.br

O Queen foi uma das melhores bandas de rock de todos os tempos, mas nunca faturou um Grammy. Eles concorreram duas vezes, uma em 1976 (com Bohemian Rhapsody) e outra em 1980 (com Another One Bites The Dust). Curiosamente, o Metallica levou uma estatueta em 1991, na categoria melhor performance de heavy metal, graças a uma releitura de Stone Cold Crazy, da banda britânica.

Para ver a matéria completa  Clique Aqui

Fonte: r7.com

Sem camisa, de avental vermelho, Michel e Eliéser  lavam louça na Casa Luxo. Enquanto exercem seus dotes para tarefas domésticas, exercitam outros, de viés artístico. Os dois relembram o sucesso romântico “How can I go on”, interpretado por Freddie Mercury e pela cantora lírica Montserrat Caballé. Os brothers encarnam tenores, enquanto conversam amenidades.

Fonte: globo.com

Segundo uma pesquisa científica, esses besouros não curtem Heavy Metal. Essa espécie está destruindo árvores, como pinheiros, importantes para o ecossistema.

Músicas do Queen, Guns n’ Roses, Rush Limbaug e até versões alteradas dos sons emitidos pelo animal faz com que o mesmo vá embora . Alguns insetos podem até lutar entre si, matando uns aos outros.

Para ver a notícia completa, clique aqui

Fontes:
Enviado por: Emanuella Gømes
http://hypescience.com/
http://www.msnbc.msn.com