Peter Freeston, secretário pessoal e amigo de Freddie, comentou sobre a morte de Jim hutton em seu Facebook: “Muitos de vocês se lembrarão do Jim dos dias maravilhosos nas convenções. Eu também me lembro do jovem cabeleireiro que conheci em Selfridges, em Londres, no início dos anos 70! Pelo menos agora ele está em paz!”

Peter colocou uma foto em que disse ser a última que estão juntos:

Peter Freeston e Jim Hutton

Agradecimentos a Érika

O Fã Clube Oficial do Queen (queenworld.com) confirmou hoje a morte de Jim Hutton.

“É com grande tristeza que venho lhes dizer que o adorável Jim Hutton faleceu. Ele morreu em sua casa ontem à tarde na Irlanda.

Ele era um homem encantador, engraçado e que Freddie amava muito, por isso deixa a esperança que após a morte Jim e Freddie se reencontrem. Isso vai ser uma festa bastante surpreendente!
Meus pensamentos estão com sua família e amigos. Descanse em paz meu amigo.

Jacky

Fonte: www.queenworld.com

Tem sido publicado relatos (não necessariamente verdadeiros) que Jim Hutton, ex-amante do Freddie e autor de “Mercury and Me” faleceu hoje em sua casa na Irlanda.

Acredita-se que foi devido a complicações relacionadas à Aids

OBS: Não se tem certeza se esta é uma é notícia fictícia ou real. Estamos confirmando e assim que tivermos notícias postamos aqui.

Fontes:  queenzone.com | queenworld.com

As donas da festa
Biss, Brasil 2000, Edição Especial e Metrópole, megabandas de Maringá, fazem a festa no final de ano

Abba, Bee Gees, Celly Campelo, Queen e Village People ainda reinam em formaturas, festas de casamentos e confraternizações de fim de ano. Graças às megabandas, especializadas em eventos, músicas como “Dancing Queen”, “Biquini de Bolinha Amarelinha” e “We Will Rock You” são interpretadas em muitos shows, garantindo coro uníssono e alguns passos coreográficos do público – até as crianças sabem fazer o “YMCA” com os braços.

Para ler a matéria por completo clique aqui

Fonte: odiariomaringa.com.br

O baterista Roger Taylor nunca foi tímido para falar o que pensa. Embora talvez não seja tão evidente nos milhões de hits vendidos que ele tenha escrito para o QUEEN, a perspectiva de Roger, “fale-como-você-vê” tornou-se sua marca, tanto nas raras entrevistas que ele dá quanto em seu trabalho solo.

Revendo dois álbuns solos de Taylor, “Happiness?” (1994) e “Electric Fire” (1998), ambas as obras refletem opiniões pessoais de Taylor sobre questões como a obsolescência nacional, a violência doméstica e pobreza.

Nas músicas de Taylor, nos deparamos com as reflexões contemporâneas sobre a vida, muitas vezes ricamente melancólico, com letras socialmente conscientes pedindo justiça, a consciência e a igualdade.

Uma citação feita por Taylor que disse: “Nós estrelas (pop), somos pessoas, não andróides. Temos pontos de vista. Eu tenho opiniões e não vejo por que eu não deveria usar um pouco da minha arte para colocá-las. Acho que a música é uma das forças mais poderosas de mídia no mundo hoje”.

Doze anos se passaram desde a última vez em que Taylor se expressou tão abertamente (com o álbum “Electric Fire”). E qualquer pensamento com o passar dos anos pode ser imediatamente dissipado com a chegada de um novo álbum solo de Taylor, “The Eye Unblinking (Everything is Broken)”, no dia 4 de janeiro.

“O que aconteceu com a canção de protesto?”, pergunta Taylor, lamentando “a música é agora tão polida, brilhante e previsível, nos esquecemos de tentar ‘dizer alguma coisa com ela”.

“Estou ficando velho, tenho o direito de dizer algo sobre o ‘estado de controle’ sob o qual vivemos – impotentes para fazer algo sobre isso”.

A música de Taylor transparece como frustração e fúria, e pesa para os eleitos para governar a nossa vida quotidiana:

… “No caso de você ainda não ter notado… A rua está cheia de buracos… Nós estamos lutando uma guerra inútil que está matando os nossos jovens soldados, e que nós simplesmente não podemos nos dar ao luxo… A nação não só quebrou, mas está totalmente falida… Estamos sendo espiados por 5 milhões de câmeras… Nós temos milhares de regras mesquinhas e regulamentos – mais do que nunca – não são as pessoas que perguntam perplexas e confusas… Como uma nação, nós próprios somos quase nada, incluindo a ‘nossa’ água, electricidade, gás, espaço aéreo e os principais fabricantes. A privacidade pessoal é inexistente. Estamos sem rumo”.

“Estou p*** – você deve estar também”.

Taylor incentiva os outros compartilhando seus sentimentos de frustração, de modo semelhante ao se expressar. O single “The Eye Unblinking (Everything is Broken)” também terá uma faixa totalmente instrumental, que Taylor chama de “quase completamente nu” para fornecer um meio para outros escreverem e executarem suas próprias cançãos de protesto.

“Você sabe para quem enviá-la”, diz Taylor.

“The Eye Unblinking (Everything is Broken)” será lançado no dia 4 de janeiro.

Fonte: http://whiplash.net
Fonte desta matéria (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

Abrimos espaço para dar uma dica de um DVD do Queen, muitos procuram por este show em DVD e ele não foi lançado oficialmente pelo Queen.

DVD Live in Rock in Rio 1985

Queen foi uma banda de rock que já vendeu mais de trezentos milhões de cópias no mundo inteiro. Foi uma das mais populares bandas inglesas dos anos 1970 e 1980, sendo precursora do rock, com magníficas produções dos seus concertos e videoclipes das suas canções. A banda tornou-se a das mais famosas entre o público, graças à sua mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo e carisma da sua estrela maior, o vocalista Freddie Mercury. Vale a pena cconferir!

Músicas

1. Tie Your Mother Down
2. Seven Seas of Rhye
3. Keep Yourself Alive
4. Liar
5. It´s a Hard Life
6. Now I´m Here
7. Is This World We Created
8. Love of My Life
9. Brighton Rock
10. Hammer to Fall
11. Bohemian Rhapsody
12. Radio Ga-Ga
13. I Want to Break Free
14. We Will Rock You
15. We Are the Champions
16. God Save the Queen

Informações

#  Procedência: Nacional
# Estúdio: Neo Editora
# Tempo: 60
# Cor: Colorido
# Ano de Lançamento: 2009
# Elenco: QUEEN
# Recomendação: livre
# Região do DVD: Multi-Região
# Legendas: Inglês
# Idiomas / Sistema de som:
Inglês – Dolby Digital 2.0
Inglês – Dolby Digital 5.1
# Formato de tela: FullScreen

O DVD custa: R$ 17,90

pode ser comprado no site do www.submarino.com.br

Para Comprar Clique Aqui

Fonte: Dica da amiga Caroline Roberta

A Musica “It’s A Kind Of Magic” é a mais baixada pelos brasileiros entre as músicas mais baixadas no site da EMI Brasil, emi.com.br, está em primeiro lugar no TOP 100.

O Queen está também no topo da lista (n º 1) dentre os 100 artistas mais baixados.

TOP 10 Músicas

1. A Kind Of Magic – Queen

2.Terra Tombada – Chitãozinho & Xororó

3.See Emily Play – Pink Floyd

4.Arnold Layne – Pink Floyd

5.Tomorrow People – Ziggy Marley and The Melody Makers

6.The Prettiest Star – David Bowie

7.The Jean Genie – David Bowie

8.Kids – Robbie Williams, Kylie Minogue

9.Buenos Aires – Carlos Gardel

10.That Girl (Urban Mix) – Shaggy, Maxi Priest

TOP 10 Músicas

1.Queen

2.Abel Ferreira

3.Johnny Alf

4.Gilson Peranzzetta

5.Racionais MCs

6.Trilha Sonora – Trilhas e Temas

7.Jorge Mautner

8.Marcos Valle

9.Wanderley Cardoso

10.Claudette Soares

fonte: www.brianmay.com

Veja esta canção
Cinebiografias de ídolos musicais estão a caminho das telas de cinema

Uma recente safra de cinebiografias passou em revista vida e obra de ídolos da música como Ray Charles, Johnny Cash, Bob Dylan, Edith Piaf e Ian Curtis. Os próximos projetos do gênero mantêm a diversidade de ritmos e a relevância artística dos homenageados.

Entre os filmes já concluídos, três se destacam: Serge Gainsbourg, Vie Héroïque tem como personagem o grande ídolo da música francesa. O longa sobre a trajetória do autor do sussurante hit erótico Je T’aime moi non Plus estreia em janeiro na França e chama a atenção pela impressionante caracterização do ator Eric Elmosnino como Serge.

Com estreia prevista para este final de semana na Inglaterra, Nowhere Boy tem foco na juventude de John Lennon (Aaron Johnson), destacando os conflitos familiares, a paixão pelo rock’n’roll e a amizade com George Harrison e Paul McCartney, com quem faria história nos Beatles. Em março, entra em cartaz nos EUA The Runaways, que passa em revista a história da seminal banda de rock dos anos 1970 formada por garotas ainda adolescentes. No elenco estão Kristen Stewart (da saga Crepúsculo), como a guitarrista Joan Jett, e Dakota Fanning, no papel da cantora Cherie Currie.

Na lista de cinebiografias anunciadas, está a que traz Michael Douglas vivendo o pianista Liberace. Bob Marley, o guitarrista Jimi Hendrix, o cantor Freddie Mercury e o o baterista maluquinho Keith Moon, do The Who, são nomes que podem chegar às telas, em projetos anunciados.

Fonte: www.clicrbs.com.br

A destaque deste ano do Pop Internacional, Lady Gaga, mencionou na data de hoje em entrevista à Daily Record que a principal inspiração musical que ela tem é do falecido vocalista do Queen, Freddie Mercury.

Gaga disse que tem se inspirado na Madonna e ultimamente no Michael Jackson, mas a sua principal inspiração é Freddie Mercury.

Na entrevista a cantora também fez questão de explicar que o ‘Gaga’ em seu nome é devido a música Radio Gaga, hit lançado pelo Queen.

Fonte: dailyrecord.co.uk

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9UNM9NGLIgI] Obrigada Deus é Natal
Oh meu amor nós tivemos nossa parte de lágrimas
Oh meu amigos nós tivemos nossas esperanças e medos
Oh meus amigos esse foi um longo e árduo ano
Mas agora é Natal
Sim é Natal
Obrigada Deus é Natal

A lua e as estrelas parecem terrivelmente frias e brilhantes
Vamos esperar a neve fazer esse Natal verdadeiro
Meu amigo o mundo fará parte dessa noite especial

Porque é Natal
Sim é Natal
Obrigado Deus é Natal
Por uma noite

Obrigado Deus é Natal sim
Obrigado Deus é Natal
Obrigado Deus é Natal
Pode ser Natal?
Deixe ser Natal
Todo dia

Oh meu amor nós temos vivido em dias confusos
Oh meu amigo nós temos os caminhos mais estranhos
Todos os meus amigos nesse dia dos dias
Obrigado Deus é Natal
Sim é Natal
Obrigado Deus é Natal
Por um dia

Obrigado Deus é Natal
Sim é Natal
Obrigado Deus é Natal Oooh sim
Obrigado Deus é Natal
Sim sim sim sim é Natal
Obrigado Deus é Natal
Por um dia

Um Natal muito feliz para vocês todos

DEIXE SUA MENSAGEM DE NATAL CLIQUE AQUI

Brian postou em seu soapbox imagens, de Jen Waitt, dele com os Muppets. E comentou:

Saudações de Natal Muppet do incrivel Jen Waitt, seu trabalho artistico é sempre algo que tenho orgulho de por nesse soapbox.

Love
Bri

… e completou

E em algum muppet stereo…!

ok, nao estou dizendo que isso esta no alto padrao de sempre – em termo de simulaçao 3d … mas para algo feito em casa… eu me darei 5 em 10 por tentar!

Felicidades Bri

Fonte: www.brianmay.com

O site oficial do Brian, www.brianmay.com,  disponibilizou a tradução, em texto, dos comentários de Brian e Roger sobre as músicas do CD  Absolute Greatest.

Para fazer o o download do arquivo (em pdf) Clique Aqui

Fonte: www.brianmay.com

QUEEN NA CAPA DA BLITZ #43
Revista nas bancas a 29 de Dezembro, com Queen, Them Crooked Vultures (entrevista a Dave Grohl), os Melhores do Ano, Jeff Buckley (artigo exclusivo), Rua da Saudade e muitos outros.
Os QUEEN são a banda de capa da BLITZ de Janeiro, nas bancas Terça-feira, 29 de Dezembro .

Num dos desafios de mais complicada resolução de que há memória, apenas uma leitora – que tenhamos dado conta – adivinhou que eram de Freddie Mercury as mãos que, ontem à tarde, avançámos como pista.

As mãos-mistério...
... são de Freddie Mercury, o herói dos Queen

Até hoje uma das bandas mais queridas do público português, os QUEEN esfumaram-se com a morte de Freddie Mercury. Para trás ficaram fases bem distintas de uma carreira que, entre 1977 e 1982, atingiu um pico vertiginoso. É essa idade de ouro dos ingleses que recordamos no épico artigo de capa sobre os Queen.

Era o som de “dois estrondos no chão e uma salva de palmas” – o bater colectivo dos pés e o estalar da carne na carne. O som que ecoava dos Wessex Studios de Londres tinha características hipnóticas e primitivas. E enquanto naquele verão de 77 os Sex Pistols estavam fechados no Estúdio B, a trabalhar no que se viria a tornar Never Mind The Bollocks… , outra das mais notórias e controversas bandas do rock inglês estava na porta ao lado, no hall espaçoso de igreja gótica que constituía o Estúdio A.

Os membros dos Queen estavam, dependendo de qual deles conta a história, ou sentados num piano de cauda a bater com os pés num estrado de bateria, ou em placas de madeira recolhidas estúdio fora. Ninguém tem a certeza absoluta. Quaisquer que tenham sido as ferramentas ao seu dispor, 15 takes mais tarde, os Queen acertaram com o ritmo daquela que se tornaria uma das suas canções mais duradouras, “We Will Rock You”. Até os seus vizinhos novatos estavam intrigados com a presença da realeza rock.

“Os Sex Pistols vieram conversar connosco”, recorda agora Brian May, guitarrista dos Queen. “Meu Deus, lembro-me como se tivesse sido ontem. Falei sobre música com o John Lydon, que parecia muito cortês – e, é claro, houve aquela conversa lendária do Freddie Mercury com o Sid Vicious”.

Na mitologia do rock está gravada uma breve troca de palavras entre o “enfant terrible” dos Pistols e o colorido cantor dos Queen. Diz-se que Vicious lhe perguntou “Ah, Freddie Mercury, continuas apostado em trazer o ballet às massas, hã?”. E a resposta imediata de Mercury: “Oh sim, Mr. Ferocious, querido, fazemos o nosso melhor”.

E se na mesma banda se juntasse gente dos Led Zeppelin, Foo Fighters/Nirvana e Queens of the Stone Age? O resultado são os THEM CROOKED VULTURES , super-grupo nascido nos sonhos de Dave Grohl. Lia Pereira falou com o ex-colega de Kurt Cobain sobre tudo e mais alguma coisa.

para ler a matéria completa Clique Aqui

Fonte:  http://blitz.aeiou.pt/

Release oficial do CD Single Roger Taylor The Unblinking Eye Edição Limitada
Tradução Milene Durão

Roger Taylor nunca foi tímido para falar o que vem na sua cabeça. Embora talvez não seja tão evidente nas vendas multi – milhonárias de hits que ele tenha escrito para o Queen (embora muitos consideram “Radio Ga Ga”, a declaração de uma canção do Queen), Roger,  diga como-você-vê em perspectiva tornou-se sua marca, tanto nas raras entrevistas que ele dá e definidas em seu trabalho solo.

Relembrando dois álbuns solos de Taylor, “Happiness? “(1994) e” Electric Fire “(1998) e você lembrará de uma forte observação isso está no coração das composições de Taylor. Ambas as obras refletem opiniões pessoais de Taylor sobre questões como a obsolescência nacional, a violência doméstica e pobreza.

Nas músicas de Taylor deparamos com as reflexões contemporâneas sobre a vida, muitas vezes ricamente melancólica, com letras socialmente conscientes pedindo justiça, a consciência e a igualdade.

Uma citação a partir do momento que Taylor disse: “Nós (pop stars), somos pessoas e não andróides. Temos pontos de vista. Eu tenho opiniões e não vejo por que eu não deveria usar um pouco da minha arte para expô-las. Acho que a música é uma das forças mais poderosas de mídia no mundo hoje”.

Doze anos se passaram desde a última vez que Taylor expressou-se tão abertamente (com “Electric Fire”). Qualquer pensamento que o passar dos anos pode ter acrescentado a Taylor’s são imediatamente dissipadas com a chegada (4 de janeiro) de um novo single solo, “The Unblinking Eye (Everything is Broken)”.

“O que aconteceu com a canção de protesto?”, Observa Taylor para o novo single  e pergunta, lamentando “a música é agora tão polida, brilhante e previsível, que nos esquecemos de tentar ‘dizer alguma coisa com ela”.

“Estou ficando velho como todo mundo, tenho o direito de dizer algo sobre o” estado de controle” que vivemos – impotentes para fazer algo sobre isso. ”
Então, o que fez Taylor se irritar suficientemente para agora querer ir a público com suas preocupações?

Em que transparece como frustração e fúria,  a canção de Taylor pede aos eleitos fazer algo ao governar a nossa vida quotidiana:

… “No caso de você não terem notado … A rua está cheia de buracos … Nós estamos lutando uma guerra inútil que está matando os nossos jovens soldados, e que nós simplesmente não podemos nos dar ao luxo …. a Nação não está só quebrada mas totalmente falida … estamos sendo espiados por 5 milhões de câmeras … Nós temos milhares de leis mesquinhas e regulamentos – que mais do que nunca – não é atoa que as pessoas estão perplexas e confusas … Como uma nação, nós  não possuímos quase nada, incluindo a “nossa” água, electricidade, gás, espaço aéreo e seus principais fabricantes . A privacidade pessoal é inexistente. Estamos sem rumo.

“Estou de saco cheio – você devia estar também”.

Taylor incentiva outros compartilhando seus sentimentos de frustração, se expressando de semelhante. O single “The Eye Unblinking (Everything is Broken)”  também irá conter uma faixa totalmente instrumental que Taylor chamou de ” Almost Completely Nude ” para oferecer uma forma veículo para as pessoas escreverem e executarem suas próprias canções de protesto.
“Você sabe  para quem enviá-la “, diz Taylor.

“The Eye Unblinking (Everything is Broken)”, será lançado no dia  4 de janeiro.

Disponível em www.queenonline.com agora para pré-encomenda.

P.S. Abordagem activa de Taylor a questões de interesse pessoal não tem sido confinado somente em sua música: quando o magnata da mídia Rupert Murdoch tentou comprar clube de futebol Manchester United, Taylor financiou os adeptos do clube em suas tentativas de bloquear a venda, e historicamente os ajudou a ter sucesso.

O CD está em pré-venda no shop oficial do Queen, para comprar Clique Aqui

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=K8ZtaDOniZ0]

Fonte: www.queenonline.com

Brian May, guitarrista do Queen, poderá receber homenagem do conselho local de Feltham, em Londres.

Um vereador da região, Peter Hills, quer fazer a homenagem a seu filho mais famoso. Brian declarou: “é uma coisa bem pensada”. Hills acrescentou que Brian é um modelo para os jovens da região.

A possível homenagem a Brian vem logo após o lançamento de um memorial em homenagem a Freddie Mercury, também em Feltham, no mês passado. Freddie viveu em Feltham depois de mudar para o Reino unido de Zanzibar.

Fonte: www.gear4music.com

A atriz Brittany Murphy morreu aos 32 anos de idade, vítima de uma parada cardíaca, segundo o site TMZ.

Na trajetória de trabalho da atriz, um de seus trabalhos foi a dublagem da personagem Glória em “Happy Feet – O pinguim”. Em uma das cenas, a atriz dubladora solta a voz cantando a música “Somebody to Love” , do álbum “A day at the races”.

Para ver o vídeo Clique Aqui


Enviado por: Emanuella Gømes
Fonte: www.yahoo.com.br

Caco, o sapo e Miss Piggy, a  porquinha, foram no programa The One Show da BBC, e foram entrevistados pelos anfitriões Adrian Chiles e Bleakley Christine. O clipe dos Nuppets + Queen foi mostrado durante o programa.

Infelizmente o programa só esta disponivel pra moradores do Reino Unido.

Fonte: www.brianmay.com

O single de Roger Taylor  The Unblinking Eye (Everything Is Broken) será lançado em breve em CD Edição Limitada. O site oficial do Queen, www.queenonline.com, ainda não divulgou detalhes.

Fonte: www.queenonline.com

Quando o Queen anunciou que se reuniria com Paul Rodgers para a gravação de um álbum de inéditas e duas turnês, muita gente perguntou: “Quem é esse cara que vai substituir Freddie Mercury?”. Não muito conhecido no Brasil, lá fora, Rodgers não precisava provar nada a ninguém. Quando foi chamado para ocupar o posto de vocalista do Queen (que passou a se chamar Queen + Paul Rodgers), Rodgers já contabilizava quase 40 anos de carreira. O cantor fez a sua estreia a frente do conjunto Free. Dois anos depois, a banda era uma das mais executadas no Reino Unido, com o sucesso “Right Now”, uma mistura de rock e blues que fez a fama da banda.

Se o Free durou pouco (apenas cinco anos), a carreira de Paul Rodgers estava só começando. Em 1974, ele fundou o Bad Company, que lançou o seu primeiro disco no mesmo ano. O álbum “Bad Company” trazia sucessos como “Can’t Get Enough”, “Seagull” e “Bad Company”. Elas, inclusive, foram relembradas nas turnês que o cantor fez ao lado de Brian May e Roger Taylor.

Oito anos (e seis discos) depois, foi a vez de Rodgers seguir para a carreira solo. O sucesso, contudo, foi bem menor, o que o motivou a, em 1985, montar a banda The Firm, ao lado de Jimmy Page, ex-guitarrista do Led Zeppelin. Foram apenas dois álbuns lançados: “The Firm” (1985) e “Mean Business” (1986). E que álbuns…

Mais alguns discos solos e eis que Paul Rodgers é convidado para integrar o Queen. Apesar da falta de Freddie Mercury, a união foi muito bem-sucedida, com duas mega-turnês – a segunda foi encerrada com três apresentações no Brasil no final do ano passado (resenha aqui) – e a gravação do mediano “The Cosmos Rocks” (2008).

Como pôde ser notado, Paul Rodgers não é apenas o cara que “tirou uma casquinha do Queen”. Não à toa, foi eleito o 3º melhor cantor de rock de todos os tempos, em enquete realizada pela rádio britânica Planet Rock no início desse ano. A frente dele, apenas Robert Plant (Led Zeppelin) e… Freddie Mercury.

Com o anúncio da dissolução do Queen + Paul Rodgers, resta saber qual o presente que o cantor dará para os seus fãs nesses seus 60 anos…

“The Show Must Go On” (com o Queen)

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=uJfvMRREeD0&feature=player_embedded]

Fonte: www.sidneyrezende.com