Brian May comentou novos detalhes sobre um futuro lançamento do show em Hammersmith Odeon 1975. Brian falou:

“Faremos o nosso melhor para repor a coisa toda, tão longe quanto possível. O projeto será, provavelmente, em duas etapas .. montagem de uma parte do concerto de um programa de televisão, e então, provavelmente, alguns meses mais tarde, ou seja, um DVD de todo o show.

Felicidades

Brian”.

http://www.brianmay.com

Na opinião dos leitores do IG MÚSICA, o melhor rock de todos os tempos é “Stairway to Heaven”, canção lançada pelo Led Zeppelin em 1971. Até as 14h da tarde desta terça-feira (14), a música liderava a enquete especial do Dia Mundial do Rock com 11% dos votos.

O segundo lugar era disputado palmo a palmo entre “Rock and Roll All Nite”, do Kiss, e “Bohemian Rhapsody”, do Queen, ambas com 7% dos votos. “Satisfaction”, dos Rolling Stones, e “Sweet Child o’ Mine”, do Guns’n’Roses, tinham 6% dos votos cada uma.

Para votar: CLIQUE AQUI
Fonte: http://musica.ig.com.br

Foi há precisamente 24 anos o dia em que a música mudou o mundo. Sim, foi no dia 13 de Julho de 1985 que se deu o memorável Live Aid organizado por Bob Geldof. Os Queen actuaram no palco de Londres em “prime share” britânico e simplesmente arrasaram. Foram considerados a melhor actuação do evento pelo prórpio Bob Geldof. Freddie Mercury mostrou-se a todo o mundo como um verdadeiro monstro em palco e o mundo ficou de vez rendido aquela que era e ainda hoje é considerada como uma das melhores live bands de sempre!

Aqui fica um video a recordar essa memorável actuaçao: CLIQUE AQUI
Fonte: Queen Fan Club Portugal – KQA

Show com a banda Classical Queen tocando os maiores sucessos do Queen e ainda: Barra Trio (de São Paulo, lançando seu quarto CD Cover) Silver Rocks & Back Berry

Um super palco, som, iluminação, transmissão simultânea do show em 3 telões.

Gravação de um DVD Ao Vivo de todo o evento, incluindo entrevistas com a galera.

Local
Av. Comendador Pereira Inacio, 1801 – Sorocaba – SP
Info: 15. 3211-8353
www.classicalqueen.com.br

Veja vídeo do especial do Jornal da Record “Estrelas Perdidas” Freddie Mercury, exibido dia 11/07.

Para assistir: CLIQUE AQUI

Bem antes de o U2 estrear a “Zoo TV Tour”, em 1992, existia uma banda que adorava fazer shows megalômanos. Na verdade, os que dizem que o U2 inaugurou essa tendência das grandes turnês, certamente, não parou para pensar que o Queen já fazia isso com, pelo menos, dez anos de antecedência. Para se ter uma ideia, todo o aparato de iluminação da “Works Tour” (1984/85) serviu para os demais artistas que subiram ao palco da primeira edição do Rock in Rio, em 1985. Isso porque, não haveria tempo suficiente para fazer a troca do jogo de luzes. A verdade é que, àquela época, quando o U2 engatinhava em seu quarto álbum (“The Unforgettable Fire”), lançado um ano antes do festival (que já foi) carioca, a coisa já era grandiosa para o Queen.

Dessa forma, nada mais justo que o Queen, agora acompanhado do cantor Paul Rodgers, lance um DVD com o registro de um show filmado em uma praça pública na Ucrânia, com um público estimado em 350 mil pessoas. Toda a grandiosidade da apresentação pode ser checada nesse vídeo, com ótimas tomadas do sempre eficiente diretor David Mallet.

O problema desse show na Ucrânia é que ele foi o terceiro da turnê do Queen + Paul Rodgers que varreu a Europa até o seu encerramento no Brasil, em novembro do ano passado. Ou seja, a banda não estava suficientemente entrosada, e o repertório também ainda não era o oficial, que se firmou no decorrer da turnê. Assim, canções como “A Kind Of Magic” e “Radio Ga Ga” ficaram de fora. E isso sem contar com o fato de que apenas três canções do álbum que ora estava sendo divulgado, “The Cosmos Rocks”, entraram no repertório.

Mas, levando-se em conta o fato de os sucessos que entraram no decorrer da turnê já estarem presentes no DVD “Return Of The Champions” (2005), bem como o fato de “The Cosmos Rocks” ser um álbum bem mediano, a opção de privilegiar o belo visual ucraniano mostrou-se acertada. Ou seja, temos mais um megalômano DVD do Queen. E, a partir do momento em que o nome da antiga banda de Freddie Mercury está em jogo, nada mais justo e correto que o vídeo seja megalômano mesmo.

E quem curtiu esse encontro de Brian May e Roger Taylor com Paul Rodgers, um dos maiores cantores da história do rock, não vai se decepcionar. Aliás, pode até se decepcionar um pouco pela quantidade de músicas repetidas do DVD anterior, “Return Of The Champions”. Muita coisa aparece de novo aqui. “Tie Your Mother Down”, “Love Of My Life”, “39″, “Crazy Little Thing Called Love”, “Bohemian Rhapsody” (com Freddie Mercury no telão novamente), “I Want It All”, “We Are The Champions”… Uma pena, tendo em vista o tamanho do repertório do Queen que poderia ser mais bem explorado na voz de Paul Rodgers.

Os momentos, digamos, diferentes acabam sendo poucos, como as novas “Cosmos Rockin’” e “C-lebrity”, além da comovente “Bijou” (com nova participação virtual de Freddie) e do belo solo de bateria de Roger Taylor. As canções fora do repertório do Queen também ganham nova fôrma, como, por exemplo, “Bad Company” e “Seagull”, ambas do repertório do Bad Company, banda de Rodgers e que voltou a se reunir recentemente.

Enfim, se você curte ver Paul Rodgers a frente do Queen, e também não espera nada de novo desse encontro, mas apenas curtição, “Live In Ukraine” é uma grande pedida. Caso contrário, melhor não perder o seu tempo.
Fonte: www.sidneyrezende.com

Estrelas Perdidas

A série, que vai ao ar de 06/07 até o próximo sábado (11/07), vai apresentar histórias de vida e de música de estrelas que encantaram gerações e conquistaram a eternidade.

Os repórteres da Record pesquisaram a biografia dos maiores ídolos de todos os tempos e revelam novos detalhes sobre as carreiras de sucesso. Trajetórias que de repente foram interrompidas sem que ninguém esperasse.

A série mostra o reinado de Elvis Presley, a rebeldia de Jenis Joplin. No Brasil, o sucesso dos sertanejos que se despediram deixando milhões de fãs apaixonados. Mamonas Assassinas, Cazuza, Renato Russo, Raul Seixas e a herança de um País pródigo em cantoras. Um reencontro com estrelas que vencem o tempo e os modismos.

O Freddie Mercury aparece em chamada na tv, vão falar sobre ele também (eu acredito), eles não divulgaram no site os dias em que cada artista irá aparecer.

O jornal começa às 19:50hs

Atualização 10/07/2009
Para ver a chamada do Especial: Clique Aqui

Fonte: www.rederecord.com.br/

Brian May anunciou em seu soapbox que o antigo video do show Hammersmith de 1975 foi restaurado e em breve será lançado oficialmente.

Porém as músicas: Seven Seas of Rhye, See What a Fool I’ve been e god save the Queen serão disponibilizadas apenas no formato de audio.

De acordo com ele, até stills (formato de imagem com fotografia já que as imagens capturadas pelas cameras são ruins) de parte do concerto seria legal ter, e os que contribuissem para o material final ganhariam um prêmio para o novo lançamento.
fonte: queenzone.com

Brian May, irritou-se, pois ficou sabendo que na internet, após a morte de Michael, há quem venda os singles compostos e cantados por Freddie e Michael.
May revelou que Michael costumava ir ver o show do Queen quando eles estavam nos EUA e que ele e Freddie se tornaram amigos nessa época o que permitiu que eles gravassem algumas músicas juntos na casa do Michael, essas músicas nunca foram oficialmente gravadas e divulgadas. Brian diz que ficou extremamente irritado em saber que 2 destas músicas, State Of Shock e There Must Be More To Life Than This estavam sendo compartilhadas pelo youtube. Ele esbravejou: os ladrões de música trabalhando como sempre.
Além de uma falta de respeito total, com certeza tem gente que se esquece dos direitos autorias, e outros trâmites legais.

http://www.queenzone.com

Embora futebol seja Papo de Homem, o esporte favorito do país do Carnaval ainda tem como forte aliado o Rock n’ Roll e, por isso, ganha a simpatia até de amebas futebolísticas como eu. A Revista Placar, numa sacada bem humorada, conseguiu de uma maneira prática, exemplificar o que o futebol tem em comum com o rock comparando os 12 maiores times do Brasil com bandas que ainda batem um bolão. E não é que tem a ver?

Grêmio = Sepultura
Um de nossos sucessos internacionais. Mas na terra do molejo e do samba faceiro – exceção feita ao seu público fiel – muitos acham que eles pegam pesado demais.

Corinthians = Michael Jackson
Um dos mais populares da história, envolveu-se em escâncalos e até mudou de cor. Tem apostado em criancinhas como Lulinha e Dentinho.

Palmeiras = Aerosmith
Update – Legenda da Foto da banda: KISS + Aerosmith (perfeita parceria)
A banda tem enorme tempo de estrada. Mas suas músicas só atingem o estrelato quando faz alguma parceria.

São Paulo = Queen
Já foi eleita a melhor do mundo uma quantidade de vezes…

Santos = Beatles
Nos anos 60, não tinha pra ninguém, até hoje é lembrado no mundo inteiro pelos sucessos de 40 anos atrás.

Vasco = Oasis
Banda de qualidade e importância inquestionáveis. Todo mundo quer gostar dela quando ouve, mas a imagem do líder Euricão Gallagher faz muita gente sentir aversão.

Internacional = Led Zeppelin
Reinou nos anos 70 e morreu nos 80. Seus líderes conseguiram juntar os cacos e voltar nos anos 2000, com uma inesquecível turnê mundial.

Atletico MG = Raul Seixas
Mesmo sem ter alcançado o estrelato tantas vezes, conseguiu se consolidar como um dos artistas mais populares do país. Seus fãs são tão apaixonados que tem fama de malucos.

Fluminense = Titãs
Banda charmosa e simpática. No Brasil, é querida por muitos. O problema é que ninguém nunca ouviu falar fora de nossas fronteiras.

Botafogo = Rolling Stones
Seria o maior da década de 60, se não houvesse um rival mais popular. Teve seus Satisfacion em Garrincha. Há alguns anos retomou o rumo e está feliz da vida.

Cruzeiro = Paralamas do Sucesso
Na América do Sul é respeitado e campeão de vendas. Mas quando participa de um festival com bandas européias é café com leite.

Flamengo= Jorge Ben Jor
Há muito tempo não produz um grande sucesso, mas é incrível como segue popular e nunca sai da moda.

Fonte: http://hitnarede.com

Em uma matéria da revista Superinteressante – A Arte do Tijolo – diz que como brinquedo o Lego anda meio caído, mas entre os artistas ele é tendência.

Dentre as imagens históricas e artistas mostrados, está a imagem de Freddie, como podem ver a baixo:

Nesta terça-feira, 07 de julho, a partir das 23:00, a banda Classical Queen se apresenta em São José dos Campos, no Dunluce Irish Pub, tocando os grandes sucessos do Queen.

Endereço:
Dunluce Irish Pub:
Praça Gastão Vidigal, 04 – São José dos Campos

Informações e listas: www.2020fm.com


Fonte:

Los Angeles (EUA), 26 jun (EFE).- A morte de Michael Jackson elevou o “Rei do Pop” ao Olimpo dos mitos da música que morreram antes do tempo, como Elvis Presley, John Lennon, Bob Marley e Freddie Mercury.
Michael morreu ontem aos 50 anos, de forma inesperada, em sua casa alugada no luxuoso bairro de Bel Air, em Los Angeles, poucas semanas antes de sua esperada volta aos palcos, em shows marcados em Londres, que já tinha os ingressos esgotados.
Apesar das acusações de pedofilia, julgadas em 2005, o Rei do Pop soube manter seu legado musical intacto e afastado das notícias que falavam de sua ruína e questionavam sua moralidade.
Sua morte foi o último capítulo de uma vida de estrela incompreendida, a quem sua legião de admiradores nunca deu as costas e que deu seu adeus como mandam os cânones do mundo da música.
Seus fãs mostraram seu apoio incondicional, inclusive nos momentos mais difíceis, como por exemplo, quando foi acusado de abuso sexual infantil, mas foi declarado inocente, ou quando a opinião pública criticava suas excentricidades.
Com sua morte, o pop perdeu um rei e ficou sem um herdeiro claro, da mesma forma quando Elvis Presley morreu, depois de sofrer um infarto em 1977, aos 42 anos. Os dois são considerados os ícones mais relevantes da história da música moderna.
John Lennon, símbolo do ativismo pacifista, morreu aos 40 anos, depois de receber um tiro em 1980.
O abuso de drogas teve muito a ver com a morte de muitas estrelas da música, como foi o caso do vocalista do grupo The Doors, Jim Morrison, que apareceu morto em uma banheira, por overdose, quando tinha 28 anos, a mesma idade do guitarrista Jimi Hendrix, que morreu asfixiado por seu próprio vômito, em 1970.
Bob Marley morreu em decorrência de um câncer, em 1981, e a aids complicou a saúde do cantor do grupo Queen, Freddie Mercury, que morreu em 1991, vítima de uma pneumonia.
O depressivo Kurt Cobain, líder de Nirvana, se matou com um tiro, depois de uma overdose de heroína, em abril de 1984.
Michael Jackson, famoso desde a infância como integrante do grupo Jackson Five e um mito em vida, continuará na história por sua herança artística, que incluem 13 Grammys, o primeiro deles, quando tinha 20 anos.
A glória chegou com o disco “Thriller” (1982), álbum que revolucionou o pop, não só pelas canções, mas também pelos vídeo clipes.
A coreografia com zumbis da canção que deu nome ao LP ou ao tantas vezes imitado passo “moonwalk” que Michael fez em sua apresentação da música “Billie Jean” continuam sendo referências atualmente.
“Thriller”, reeditado em 2008, em comemoração aos 25 anos de seu lançamento, é o trabalho fonográfico mais vendido na história, com mais de 100 milhões de cópias no mundo todo, oito Grammy e quase 60 discos de platina, e que rendeu a Michael a coroa de rei absoluto da música pop.
Jackson deixou outros discos memoráveis como “Bad” (1987) e “Dangerous” (1991). EFE

Fonte: www.g1.com

A revista Rolling Stone publicou um pouco da história de Michael e nela podemos ver Michael como fã do Freddie e a amizade entre os dois. Citação do fragmento que relata:

“Vim ver um amigo”, avisa Michael, que tenta se esquivar educadamente de uma moça equipada com parafernália de vídeo de última geração. Ela bloqueia o corredor que conduz ao labirinto de camarins embaixo do L.A. Forum. “Posso dizer para meus telespectadores que Michael Jackson é fã do Queen?” “Sou fã de Freddie Mercury”, ele dispara, passando por ela e entrando em uma sala comprida cheia com integrantes do Queen, esposas, roadies e amigos. Um homem corpulento com aparência de zagueiro de futebol americano está ajudando o vocalista Freddie Mercury a fazer exercícios de alongamento que levarão seus músculos desgastados pela estrada a agüentar o último show da turnê mais recente pelos Estados Unidos. A banda está animada. Michael está acanhado, fica parado quietinho à porta até que Freddie o avista, levanta de um salto e o prende em um abraço. Freddie convidou Michael. Passou a semana toda ligando, principalmente para falar sobre a possibilidade de trabalharem juntos. E eles resolveram experimentar essa parceria no próximo álbum dos Jacksons. Apesar de não terem muita coisa em comum – Freddie comemorou um aniversário recente pendurando-se pelado em um lustre -, os dois ficaram amigos desde que Michael ouviu o material que o Queen tinha gravado para The Game e insistiu para que o single fosse “Another One Bites the Dust”.

“Agora ele me escuta, certo, Freddie?”

“Certo, irmãozinho.”

O zagueiro acena. Freddie faz um movimento com o cigarro na direção das travessas de frutas, aves e doces. “Você e os seus amigos podem ficar à vontade.” Nosso acompanhante, um guarda-costas de rosto gentil e punhos enormes, consulta a segurança para saber sobre a localização dos assentos. No momento, o papo todo gira em volta do show business. De fofoca, para ser mais específico. Michael está questionando um dançarino que conhece a respeito da crise recente de um superastro. Ele quer saber qual é o problema. A resposta do dançarino vem em forma de mímica, com o dedo colocado na lateral do nariz. Michael reconhece que vai atrás desse tipo de fofoca. “Sempre quero saber o que faz bons artistas desmoronarem”, ele diz. “Sempre tento descobrir. Porque simplesmente não consigo acreditar que é a mesma coisa que os pega uma vez depois da outra.” Até agora, seus próprios vícios – o palco, a dança, os desenhos animados – estão livres de toxinas.

Algo está agindo sobre Michael Jackson agora, mas não é nenhuma substância química. Ele se agita como uma abelha presa dentro de um pote de geléia. É a sala em que estamos, ele explica. Tantas vezes já exercitou e aqueceu as cordas vocais aqui mesmo, enlouqueceu neste lugar, tremendo como algum cavalo de corrida pronto para disparar pela pista ao entrar em sua roupa coberta de lantejoulas. “Não agüento isto aqui”, ele praticamente grita. “Não consigo ficar parado.” Logo, precisa ser segurado, para seu próprio bem. Randy Jackson dispara para dentro da sala, segura o irmão com um abraço de urso e o ajuda a dissipar um pouco da energia com uma espécie de luta. Esta não é a mesma criatura que tentou se esconder atrás de uma batatinha. Agora Michael está lutando boxe com o guarda-costas, perguntando a cada minuto que horas são, até que o homem, misericordioso, bate a mão grande no ombro de seu protegido e solta um “Vamos lá”.

Freddie Mercury e companhia já começaram a se deslocar pelo corredor estreito. Antes que alguém possa segurá-lo, Michael sai atrás deles, esbaldando-se no rugido grave do público lá fora, dando pulinhos para dar uma olhada em Freddie, que ergue o punho e se prepara para subir a escada que leva ao palco. “Aaaah, Freddie está com tudo”, orgulha-se Michael. “Tenho inveja dele neste momento. Você nem sabe o quanto.” O restante da banda sobe a escada e a cortina preta do palco se fecha. Michael dá meia-volta e se deixa ser conduzido para a escuridão da arena
Fonte: www.rollingstone.com.br

PS: Tentei traduzir as palavras que Brian postou em seu site sobre o falecimento de Michael Jackson, me desculpem se estiver com erros.

“Difícil saber o que dizer – o que sentir. Eu me peguei imaginando o que poderia acontecer nessa turnê do Michael, o número de datas de shows que ele marcou na Inglaterra era loucura. Eu senti que talvez fosse impossível. Fiquei muito chocado em saber que ele se foi tão de repente. Muito triste. É claro que ainda penso nele como um garoto, ele costumava ir nos ver (Queen) tocar quando estávamos em turnê pelos EUA e ele e Freddie se tornaram amigos próximos, próximos o suficiente para gravarem diversas faixas de músicas juntos na casa do Michael, músicas estas que nunca viram a luz do dia (nunca foram disponibilizadas). Michael foi o garoto estrela dos Jackson Five e sempre o que mais brilhava. Eu me lembro que no show deles, eles tentaram a todo custo, que todos os irmãos aparecessem igualmente durante as apresentações, mas era absurdamente óbvio de que todas as fãs mulheres queriam na verdade era ver o pequeno Michael. Foi o Michael que ouviu a nossa música “Another One Bites the Dust” quando ele veio nos ver na turnê “The Game” e nos disse que seríamos loucos se não colocássemos essa música no single. É claro que isso foi antes de começar a monstruosa carreira solo do Michael, mas ele já estava em busca da fusão entre o Funk e o Rock, Black and White, e o álbum Thriller foi a consumação do que ele queria. Existem muitas similaridades entre estes álbuns e o nosso “Hot Space”. Michael acertou em cada aspecto, inclusive no tempo de realização, pois o mundo estava pronto para tudo aquilo. De forma engraçada, depois que Freddie e Michael passaram algum tempo gravando juntos, Freddie voltou e tocou conosco o trabalho em andamento e ele nos disse que Michael viria com um grande álbum o qual o título seria BAD. Um pouco mais tarde, Freddie sorriu, com aquele pequeno, cosnpiratório e perverso sorriso que ele tinha e disse: “Eu tive uma idéia perfeita para o título do nosso álbum, vocês podem amar ou odiar, mas pensem sobre o assunto, nós podemos chama-lo de GOOD” !!!

Eu creio que o mundo é mais colorido graças ao trabalho de michael, ele foi um verdadeiro e maravilhoso cantor ao ponto máximo e teve uma grande equipe a sua volta, incluindo é claro, o genial Quincy Jones. Eu acho que Michael tem as qualidades de um grande artista, ele dedicou todo seu corpo e alma para sua arte. Eu só espero que ele tenha falecido feliz, com grandes esperanças e antecipação de sua gloriosa volta e turnê. Descanse em paz Michael.
Bri”

Fonte: www.brianmay.com

O cantor e compositor Michael Jackson, 50, morreu na tarde desta quinta-feira (25), após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, em Los Angeles. A informação foi confirmada pelo jornal “Los Angeles Times” e pela rede de TV NBC.

De acordo com o jornal, Jackson não estava respirando quando os paramédicos chegaram a sua residência, em Holmby Hills, por volta das 12h20 (horário local). Michael recebeu uma massagem cardiopulmonar ainda na ambulância e seguiu direto ao hospital da Universidade da Califórnia, que fica a dois minutos da casa do cantor.

O cantor tinha uma série de 50 shows em Londres, que começaria em 13 de julho.

A temporada de apresentações, intitulada “This Is It”, estava originalmente marcada para começar no dia 8 de julho, mas foi adiada pelos organizadores em cinco dias por questões de logística.

Os adiamentos alimentaram as especulações de que Jackson estaria com problemas de saúde. Segundo a agência de notícias EFE, o presidente da produtora da turnê, Randy Phillips, avisou que o adiamento não teria “absolutamente nada a ver com a saúde” do cantor. Em dezembro do ano passado, o jornal sensacionalista “The Sun” publicou que Michael Jackson estaria com câncer de pele, mas a informação foi negada no mesmo dia.

Colocados à venda em março, os ingressos para as apresentações de Michael Jackson em Londres se esgotaram em apenas cinco horas. De acordo com cálculos da revista norte-americana “Billboard”, os shows poderiam render mais de US$ 50 milhões ao cantor.

Michael Jackson teve umas gravações com Freddie, embora nunca tenham sido lançadas.
Fonte: uol.com.br


O DVD Live In Ukraine já se encontra disponível na loja saraiva.com.br para venda, embora pareça ser Pré-venda. O valor está 34,90 Veja Aqui

O recém-lançado DVD Queen + Paul Rodgers Live In Ukraine está em 2º no UK Music DVD Charts.

“A historia de anvil” impediu Brian, Roger e Paul de chegarem ao 1º lugar.

Para ver a lista completa CLIQUE AQUI
Fonte: Queen Online

Como todos sabem, o Dream Theater lançou um cover/medley do Queen com as músicas “Tenement Funster”, “Flick Of The Wrist” e “Lily Of The Valley”, certo? Agora, o guitarrista da banda, Brian May, resolveu comentar sobre o cover/medley a pedidos de fãs que não paravam de mandar mensagens para ele.

Em resposta à pergunta se ele havia ouvido o cover/medley, Brian respondeu: “Pu$% M#$%#, Dream Theater parece ser ótimo, obrigado. Belo feito. Excelentes vocais, excelente união dos músicos, grande produção e atenção ao solo de ‘Tenement Funster’. Meu Deus! Obrigado, eu amei. É algo significante para nós. OK, agora eu tenho que ouvir mais. É ótimo ouvir alguém fazendo algo nosso. E além do mais adicionando coisas próprias.”

Para fazer o download do medley: Clique Aqui
Fonte:
whiplash.net
Tradução por: http://www.dreamtheaterbr.blogspot.com


Quem foi aos shows do Queen + Paul Rodgers que aconteceram no Brasil no ano passado, pode se preparar. Saíram essa semana, no Reino Unido, o DVD e CD duplo “Live In Ukraine”, gravado durante a “Cosmos Rocks Tour”. O show aconteceu no dia 12 de setembro do ano passado, na Praça da Liberdade, na Ucrânia e teve a sua renda revertida ao tratamento de doentes da Aids no país.

Trezentas e cinquenta mil pessoas compareceram ao show, que ainda foi televisionado para mais de 20 milhões de pessoas. Ainda não há previsão de lançamento do DVD no Brasil.
Fonte: www.sidneyrezende.com