Magnum Borini, faz documentários de filas de shows e esse é sobre o Queen + PR em SP.
Bacana, vale a pena dar uma olhada e ainda votar para que passe na TV.
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Domingo – 1º de março
22h: A&E Music – Queen: Rock Montreal
Um dos shows mais lembrados da banda Queen foi realizado em 1981 no fórum de Montreal, em Quebec, no Canadá. Na ocasião, a intenção da banda liderada por Freddy Mercury foi registrar o espetáculo em forma de documentário. Durante duas noites, o Queen tocou sucessos como We Will Rock You, Love of My Life, Save Me, Crazy Little Thing Called Love, Bohemian Rhapsody, Killer Queen, Another One Bites the Dust, Somebody To Love e We Are the Champions.
Fonte: A&E Music
A palavra do dia 18 de Fevereiro de 2009 no Calendário de 365 Novas Palavras do Merriam-Webster é “SCARAMOUCH”. Depois de dar a definição na parte da frente da página, a de trás continua relatando: “Na comédia dell’arte, Scaramouch (Fanfarrão/Palhaço) era um personagem vulgar que estava constantemente sendo agredido pelo Harlequin (Arlequim), o que pode explicar porque seu nome é baseado num Italiano significando “Skirmish” (alguém que arma pequenos esquemas/guerrinhas) ou “Minor Fight” (Luta Menor). O personagem se tornou popular na Inglaterra devido à brilhante atuação de Tiberio Fiurelli em fins de 1600, e durante aquele tempo, o nome Scaramouch também ganhou notoriedade como uma palavra depreciativa usada para designar um bufão covarde ou um patife. Atualmente, poucas pessoas usam a palavra (que também pode ser pronunciada como “SCARAMOUCHE”), mas se você escutar a música “BOHEMIAN RHAPSODY” do Queen, você a encontrará no verso “I see a little silhouetto of a man/Scaramouche, Scaramouche, will you do the fandango?”
brianmay.com
Produtora de conteúdos sobre música fez uma sondagem sobre os ídolos que mais fantasias de proximidade provocam nos fãs. Elvis Presley, Madonna e Freddie Mercury no pódio. Em quem votaria?
Elvis Presley, Madonna e Freddie Mercury, o desaparecido vocalista dos Queen, são os três artistas que mais fãs gostavam, e em dois dos casos, gostariam de ter conhecido.
A produtora de conteúdos musicais americana Music Choice fez uma sondagem sobre os ídolos mais venerados no país e revelou agora o resultado em formato top 10. Seis dos eleitos já não estão entre nós.
Veja em baixo o top e diga de sua justiça: Como verdadeiro fã, com que artista gostaria mesmo de trocar dois dedos de conversa (ou mais), claro, cara a cara?
1. Elvis Presley
2. Madonna
3. Freddie Mercury
4. John Lennon
5. Bono (U2)
6. Bob Marley
7. Jimi Hendrix
8. Jim Morrison (The Doors)
9. Michael Jackson
10. Robbie Williams
http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/40773
O site Votenumber1.com tem o prazer de anunciar que o “votando no melhor álbum de rock ao vivo de todos os tempos” começa hoje, às 20h! Os indicados são:
Peter Frampton – Frampton comes alive!
Journey – Captured
Queen – Live at Wembley
Kiss alive!
Bon Jovi – One wild night
Led Zeppelin – The song remains the same
Deep Purple – Made in Japan
Aerosmith – Live Bootleg
Cheap Trick – Live from Budokan
Bruce Springsteen and the E Street Band – Live 1971-1985
Como você pode fazer para que o seu álbum favorito receba votos:
– fale com seus amigos…emails chegam rápido!
– coloque um post nos fóruns da banda
– anuncie no Facebook, Myspace, ou qualquer site social… as pessoas adoram votar em música!
Acesse AQUI e vote.
queenworld.com
A foto da caricatura pode ser vista em:
http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2009/02/213_516-painel.jpg
A caricatura acima é uma reprodução de um painel de 2m20cm pintado pelo ilustrador Alan Souto Maior para um casal de moradores da Barra. Nele estão retratadas 104 personalidades famosas. Estão ali, um Michael Jackson ainda negro, o John Travolta dos tempos da brilhantina, a Cássia Eller cantando a bonequinha de luxo Audrey Hepburn, Cazuza e Freddie Mercury cantando lado a lado.
– Levei seis meses para fazer esse painel. Teve um momento que eu nem tinha mais posição para pintar. Mas foi um dos meus melhores trabalhos – conta o ilustrador.
Mais sobre o trabalho do Alan, você pode ler no GLOBO Barra que chega hoje às bancas e que assinantes veem no Globo Digital.
Você, caro leitor, é capaz de identificar essas cenas? Consegue achar outras personalidades? O desafio está lançado! Escreva contando quais são as personalidades que você enxerga.
http://oglobo.globo.com/rio/bairros/post.asp?t=onde-esta-wally&cod_Post=159212&a=350
Paul Rodgers foi entrevistado pela Revista Record Collector Magazine no mês de janeiro.
A entrevista pode ser encontrada na edição 358 na revista, nas páginas 73 a 75.
Confiram uma prévia da entrevista:
RC: É impressionante quando se pensa em alguns dos guitarristas com quem você trabalhou através dos anos – Paul Kossoff, Jimmy Page e Brian May… é um belo de um trio hein?
PR: Todos eles tem uma coisa em comum – eles tem um som “assinado” nas suas guitarras, então eles são completamente únicos. Você sabe que é o Brian tocando desde a primeira nota, você sabe que é o Jimmy Page e você sabe que é o Koss. O Koss é mais simplista, ele soa mais Soul enquando o Brian é bem mais amplo e pega muito do teatro também.
É legal, porque quando eu pedi pra ele tocar no meu cd “Tribute To Muddy Waters” com o Jeff Beck e o David Gilmour e todos aqueles guitarristas excelentes, ele disse “ah… eu não sei se consigo tocar blues.” e eu disse “bom.. eu acho que você consegue sim… A musica lembra Crazy Little Thing Called Love, então pensa assim e toca como você tocaria normalmente, porque isso é que é o Blues – você toca aquilo que você sente”. Ele saiu, tocou o solo e disse “como ficou?” e eu disse “tá fantástico” (rs)… então, o Bri sabe tocar Blues, porque é só uma questão de sentir a musica.
RC: Quão fã do Queen você era antes?
PR: Eu sempre fui fã do Queen. Eu não saía e comprava cada CD, mas sempre que eu ouvia a musica deles eu ficava impressionado com um monte de coisa, a produção era sempre incrível, a guitarra também era obviamente incrível e única, e, geralmente era sempre uma música com alguma coisinha diferente… Tinha muita coisa excelente na música deles. A frase que me vem a cabeça é “Ótimo Rock’n’ Roll”.
RC: Voce acha que Q+PR vai se tornar uma parceria de longa data?
PR: A primeira vez que eu cantei com eles, eu pensei “nossa, aí estão dois músicos fantásticos que cuidaram do nome e do legado até agora, e tudo que eles precisam é de um vocalista”. É um desafio enorme entrar nessa, mas eu me sinto bem, porque eu estou tocando com músicos excelentes que respondem ao que eu faço, e eu respondo ao que eles fazem também. Eu estou muito empolgado com tudo isso. Então, vamos ver aonde isso nos leva agora.
Fonte: www.brianmay.com
Curt Smith , da banda Tears for Fears, em uma entrevista, fala de John Deacon, seu jeito de tocar e de se relacionar com a banda.
É muito bom saber que mesmo após anos afastado, este grande músico não é esquecido.
A entrevista pode ser vista no:
http://www.facebook.com/home.php # / vídeo / video.php? v = 1015195705029 & OID = 2207234029
ou
http://www.youtube.com/watch?v=AaKD0lW6aLM
http://www.queenzone.com/queenzone/news_view.aspx?news_id=5330
As lendas do Rock, Queen possibilita a você se tornar um “singstar” para PLAYSTATION ® 3 e PlayStation ® 2
Quer tudo isto? Agora você já pode!
Neste Março, os amantes do rock podem recriar a emoção e a magia do icônico concerto do Queen em estádios na sua própria sala, graças a Singstar ® Queen da Sony Computer Entertainment Europe (SCEE) – uma experiência que lhe permite pegar um microfone e mandar os maiores hits da lendária banda dominadora dos hits em 30 anos de carreira com seus amigos.
Exclusivo para o PlayStation ® e aquecido pelos imensamente populares downloads do Queen SongPacks em SingStore, Singstar Queen vai estar disponível em ambos PLAYSTATION ® 3 (PS3 ™) e PlayStation ® 2, em regiões PAL, dando a cada um momento do Queen no seu home-estádio.
A tracklist é embalada com os clássicos que fizeram do Queenuma das bandas preferidas do mundo – um grupo tão popular que vendeu mais de 300 milhões de álbuns no mundo inteiro e teve um hit musical criado em sua honra, We Will Rock You. Bohemian Rhapsody e We Are The Champions estão aí – como se Another One Bites the Dust e Don’t Stop Me Now. Independentemente da sua faixa favorita, você será motivado a agarrar o microfone e seguir os passos para se tornar o lendário Freddie Mercury para agitar da sua sala até o telhado.
Com estelares faixas a partir dos anos 70. Anos 80 e 90 (25 faixas de PS3 e 20 sobre a PlayStation 2), Singstar rock Queen vai mexer com os SingStars que gostam de jogar sozinho, SingStars que gostam de duetos e, muito possivelmente, os vizinhos do lado quando ouvirem o seu desempenho através das paredes.
E – para aqueles PS3 SingStars comprarem faixas de SingStore, o download das faixas do Singstar Queen Faixas estão disponíveis para baixar agora mesmo!
Aqui está toda a tracklist do Singstar Queen:
PS3:
PLAYSTATION 3
A Kind of Magic
Another One Bites The Dust
Bicycle Race
Bohemian Rhapsody
Breakthru
Crazy Little Thing Called Love
Don’t Stop Me Now
Fat Bottomed Girls
I Want It All
Hammer to Fall
I Want To Break Free
I Want It All
Innuendo
One Vision
Innuendo
Play The Game
Killer Queen
Somebody to Love
One Vision
These Are The Days Of Our Lives
Play The Game
Tie Your Mother Down
Radio Ga Ga
Under Pressure
Somebody to Love
We Are The Champions
The Show Must Go On
We Will Rock You
Who Wants To Live Forever
You’re My Best Friend
Under Pressure
PLAYSTATION 2
PlayStation 2
Another One Bites The Dust
Bicycle Race
Bohemian Rhapsody
Breakthru
Crazy Little Thing Called Love
Don’t Stop Me Now
Fat Bottomed Girls
I Want It All
I Want To Break Free
Innuendo
Play The Game
Somebody to Love
One Vision
These Are The Days Of Our Lives
Under Pressure
Tie Your Mother Down
We Are The Champions
We Will Rock You
Who Wants To Live Forever
You’re My Best Friend
Se prepare para o Singstar agitar você no PS3 e PlayStation 2 xom as músicas épicas do Queen em Março.
– A data de lançamento no Reino Unido é em 13 de Março, e para o restante dos territórios com PAL no dia 18 de Março.
– A Data de lançamento para USA/Canadá ainda não foi confirmada mas será divulgada em breve.
www.brianmay.com
Mais uma jovem cantora pop, que faz referencia ao Queen.
>> O seu nome artístico Lady GaGa é uma referência à canção Radio Ga Ga, um sucesso de 1984 do grupo inglês Queen (então com Freddie Mercury nos vocais). O nome de batismo da cantora é Stefania Germanotta.
>> Logo, GaGa estourava nas paradas Canadenses, e seu álbum foi lançado no dia 19 de Agosto do ano passado, dando também início a Mini-tour Haus of GaGa, que divulgava seu primeiro álbum. O CD recebeu uma re-edição, contendo mais faixas, e foi lançado mundialmente no dia 28 de Outubro de 2008, mas só agora começa a fazer sucesso.
Reportagem na íntegra em: http://www.opovo.com.br/opovo/buchicho/852216.html
O Rock Star Internacional, Roger Taylor da banda Queen condenou estranhos de pôr em risco a subsistência dos pescadores que trabalham na área onde ele é proprietário de uma casa, no Helford. (Cornualha – Inglaterra). Suas palavras vêm com um programa de televisão BBC1 que ontem destacou as dificuldades do pescador, na aldeia, que querem construir um novo cais, mas foram inpedidos pelos proprietários secundários das casas. Como destaque na Packet ontem, pescador Chris Bean tem procurado por cinco anos para a construção do quebra-mar no riacho. Planos para o novo cais e de pista foram aprovados pelo Conselho Distrital de Kerrier quase dois anos atrás, para a satisfação dos órgãos locais conservação.
Mas ele está em espera, porque os membros do Helford Village Society – que é dominada por proprietários de segundas residências na aldeia – forçaram uma revisão judicial da decisão do Conselho. Vai custar Kerrier um montante considerável de dinheiro para colocar o seu caso e contribuintes municipais terão de pagar a fatura.
O baterista Roger Taylor ouviu sobre a situação dos pescadores, quando ele chegou na casa após uma turnê pela América do Sul e encontrou uma carta dos pescadores pedindo-lhe para apoiar sua causa. Ele seria especialmente afectado pelo novo cais como sua casa está em frente, do outro lado do rio. Sr. Taylor, que foi trazido nas proximidades Truro e gasta uma grande quantidade de tempo na sua casa Helford e na área circundante, disse: “Eu vivi e cresci na Cornualha e não vejo uma única razão pela qual o Quebra-mar não deve ser construído . Os pescadores trabalham lá durante o ano inteiro e vivem lá durante o ano inteiro e têm uma vida dura. É um pouco de uma piada de que não seja permitido. “Acrescentou ainda que ele não acredita que o quebra mar mudaria o cenário de forma alguma.
“Aqueles caras que vivem e trabalham lá durante todo o ano, por que eles não devem ter um bom em vez de antiquado quebra-mar? Um belo quebra mar de granito tornaria a vida dos pescadores. As pessoas que não vivem lá e não sabem muito do espaço devem apenas calarem as bocas e continuarem com as suas vidas “, disse ele. A família do Sr. Taylor mudou-se para Cornualha quando ele era jovem e ele atendeu internato em Truro.
http://www.thisisthewestcountry.co.uk/news/cornwall_news/4065108.Roger_Taylor_wades_into_Helford_jetty_uproar/
“A Life In His Own Words” agora em livro.
“Freddie Mercury: uma vida em suas próprias palavras” já está disponível em livro e com uma nova cobertura:
– Publicado 5 de Janeiro de 2009,
– 176 páginas
– Editora: Omnibus Press
– Idioma: Inglês
– ISBN 184772650X
– Disponível no Amazon Books e em outros vendedores.
Apesar de estar na ribalta por mais de 20 anos e vendendo quase 200 milhões de álbuns, Freddie Mercury era uma pessoa muito reservada – evitava entrevistas, já que ele era tímido e ficava bastante desconfortável na companhia de alguém que pudesse se intrometer na sua famosa “família real” de amigos íntimos.
Este livro leva-nos à viagem do Queen: três universitários e um frustrado estudante de belas artes, cansado de não ter dinheiro, tendo a indústria da música em seus próprios termos. Estimulados por um quase incontrolável, ambicioso e decidido Mercury, o Queen foi bem sucedido, tornando-se a maior banda para as gerações vindouras.
Elaborado e editado por Greg Brooks e Simon Lupton, com um prefácio da mãe de Freddie, Jer Bulsara.
© brianmay.com
http://www.brianmay.com/queen/queennews/queennews.html – Acesso em 28/01/2009
Crianças na Venezuela aprendem música tocando Queen.
Existe um sistema de educação musical inacreditável na Venezuela chamado “El sistema” que encoraja crianças, que vivem na pobreza, a aprenderem música clássica. Esse sistema começou em Barquisimeto onde foi gravado o álbum do Queen.
O álbum “Queen Guitar Rhapsodies” by Carlos Bunell foi lançado em Outubro do ano passado.
Mais detalhes, acesse:
queenguitarrhapsodies.co.uk
www.carlosbonell.com
Para ver o vídeo sobre o sistema (de arrepiar): Clique Aqui
brianmay.com
JA SAIU O GUITAR HERO METALLICA COM PARTICIPAÇÃO DO QUEEN COM A FAIXA STONE COLD CRAZY
A banda de rock Metallica divulgou em seu site oficial a lista completa das músicas que estarão no jogo que levará o nome do grupo – Guitar Hero: Metallica. Previsto para lançamento em março de 2009, o jogo seguirá os moldes de Guitar Hero: Aerosmith, com grandes hits da banda além de várias covers.
Confira abaixo a lista completa com as músicas do jogo.
Metallica:
* All Nightmare Long
* Battery
* Creeping Death
* Disposable Heroes
* Dyers Eve
* Enter Sandman
* Fade To Black
* Fight Fire With Fire
* For Whom The Bell Tolls
* Frantic
* Fuel
* Hit The Lights
* King Nothing
* Master of Puppets
* Mercyful Fate (Medley)
* No Leaf Clover
* Nothing Else Matters
* One
* Orion
* Sad But True
* Seek And Destroy
* The Memory Remains
* The Shortest Straw
* The Thing That Should Not Be
* The Unforgiven
* Welcome Home (Sanitarium)
* Wherever I May Roam
* Whiplash
Outros artistas:
* Alice In Chains – No Excuses
* Bob Seger – Turn The Page
* Corrosion of Conformity – Albatross
* Diamond Head – Am I Evil?
* Foo Fighters – Stacked Actors
* Judas Priest – Hell Bent For Leather
* Kyuss – Demon Cleaner
* Lynyrd Skynyrd – Tuesdays Gone
* Machine Head – Beautiful Mourning
* Mastodon – Blood And Thunder
* Mercyful Fate – Evil
* Michael Schenker Group – Armed and Ready
* Motorhead – Ace of Spades
* Queen – Stone Cold Crazy
* Samhain – Mother of Mercy
* Slayer – War Ensemble
* Social Distortion – Mommy’s Little Monster
* Suicidal Tendencies – War Inside My Head
* System of a Down – Toxicity
* The Sword – Black River
* Thin Lizzy – The Boys Are Back in Town
http://jogos.br.msn.com/noticias/gh-metallica-ja-tem-lista-de-musicas/
Em entrevista, New Max, do Expensive Soul, cita o Queen e a música Bohemian Rhapsody. Veja o trecho:
Tu vens de uma família de músicos e a tua mãe até entra no disco…
A minha mãe participa na «América Eléctrica», naquela parte fadista. Foi o meu baixista que sugeriu umas guitarras portuguesas na canção. Eu tinha comprado uma, fui à internet ver a afinação e pensei logo na minha mãe. Foi um orgulho para mim e para ela. Nunca teve uma carreira porque tinha filhos e os tempos eram outros. A aceitação era diferente. O meu pai ainda toca no Casino de Espinho. Em casa, eu e o meu irmão (Hugo Novo, dos GNR e Loopless) sempre tivemos música. Lembro-me de o meu irmão estudar e de o meu pai ensaiar na sala com a minha mãe. O que me fez mudar o sentimento pela música foi o «Bohemian Rapsody» dos Queen. Depois, tive uma fase reggae em que só ouvia Bob Marley. Noutra altura, ouvia Jamiroquai. Depois, comecei a fazer uns beats e o Demo convidou-me. Daí surgiram os Expensive Soul.
E onde é que aparecem os Queen no «Phalasolo»?
A influência dos Queen está no «América Eléctrica» e na «Marcha». São as harmonias e as guitarras. Essas são as marcas dos Queen. Também sou grande fã dos Beach Boys.
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Veja entrevista completa
Entrevista com New Max: Alma Cara
Davide Pinheiro
O primeiro disco português de 2009 começou por ser uma «pasta sem nome» no computador de New Max, o cérebro dos Expensive Soul. «Phalasolo» é um acto de resistência à tão falada crise.
Como é que apareceu a ideia de um álbum a solo?
Foi há três anos. Tenho um estúdio em casa e vou arrumando as coisas numa pasta. Esta não tinha nome. Fiquei com vinte e tal muitas músicas. Nos últimos meses, por necessidade própria, juntei tudo.
Mas o universo não é assim tão diferente dos Expensive Soul…
É mais alternativo. Nos Expensive Soul, tudo são canções. O meu disco é mais cantado. Não é tanto para adolescentes como os Expensive Soul. O fundamental neste álbum é a soul. Expensive Soul é mais R&B. Este é mais pessoal.
O «Phalasolo» surge num momento em que a soul voltou ao mainstream…
Sim, por causa da Amy Winehouse. O que eu oiço mais são coisas mais antigas como Al Green. Pessoal de 60 e 70. Estas foram as referências para o «Phalasolo». Há cinco anos, quando comecei a ouvir este som, parti dos nomes do presente: D`Angelo, Common e só depois é que percebi a origem. No disco, tentei ir à raiz e acrescentar alguma coisa moderna. Os artistas novos como a Amy e a Duffy foram todos para trás e tentaram fazer uma cópia. A Amy será a mais actual mas, por exemplo, o Raphael Saadiq (produtor) vai buscar muito à Motown. Eu tentei fazer isso mas com mais hip hop e funk. Coisas maisupbeat e rápidas.
E os Expensive Soul?
Estamos a trabalhar num novo disco. Este timing [de edição de «Phalasolo»] não foi o melhor. Esta era a altura para ter saído o terceiro de Expensive só que o meu álbum atrasou. Nesta altura, somos independentes. Vamos ver se as editoras nos podem ajudar mas parece-me que não será grande coisa.
Porque é que o «Phalasolo» foi oferecido gratuitamente para download?
Tem a ver com a experiência dos Expensive Soul. Com a venda de discos, não se passa nada. As pessoas conhecem-nos mas isso não corresponde a vendas. Houve canções que tocaram muito mas nunca vendemos. E nós surgimos logo no ano em que o mercado caiu mais (2004). O «Alma Cara» vendeu 5000 cópias. Nunca ganhei nada com discos. Só com concertos e direitos de autor. A percentagem para a editora é enorme. Pensei no passo seguinte. Ou punha as canções no iTunes – o que é complicado porque os artistas portugueses têm pouca visibilidade – ou tentava outra forma de financiamento com patrocínios e outros apoios. O formato disco não vai desaparecer mas está a cair. Isto poderá ser o futuro.
Sentes-te melhor como cantor ou produtor?
Acima de tudo, sou cantor mas a faceta de produtor complementa-me. No dia em que só cantar, vou sentir falta do resto. Quando chegar aos 60 anos, posso não ter voz mas continuarei a produzir.
Tu vens de uma família de músicos e a tua mãe até entra no disco…
A minha mãe participa na «América Eléctrica», naquela parte fadista. Foi o meu baixista que sugeriu umas guitarras portuguesas na canção. Eu tinha comprado uma, fui à internet ver a afinação e pensei logo na minha mãe. Foi um orgulho para mim e para ela. Nunca teve uma carreira porque tinha filhos e os tempos eram outros. A aceitação era diferente. O meu pai ainda toca no Casino de Espinho. Em casa, eu e o meu irmão (Hugo Novo, dos GNR e Loopless) sempre tivemos música. Lembro-me de o meu irmão estudar e de o meu pai ensaiar na sala com a minha mãe. O que me fez mudar o sentimento pela música foi o «Bohemian Rapsody» dos Queen. Depois, tive uma fase reggae em que só ouvia Bob Marley. Noutra altura, ouvia Jamiroquai. Depois, comecei a fazer uns beats e o Demo convidou-me. Daí surgiram os Expensive Soul.
E onde é que aparecem os Queen no «Phalasolo»?
A influência dos Queen está no «América Eléctrica» e na «Marcha». São as harmonias e as guitarras. Essas são as marcas dos Queen. Também sou grande fã dos Beach Boys.
Os Expensive Soul trouxeram a neo soul para Portugal?
Sim, A Kika Santos apareceu muito antes de nós, embora em inglês, e passou ao lado. Nos Expensive Soul, fizemos as primeiras partes dela. Foi muito bom para nós. Nós já temos praticamente tudo em português. No fundo, fomos pioneiros da nova soul cá.
Os convidados são pessoas do teu círculo…
São as pessoas com quem me identifico e que querem mudar isto. Por acaso, estou em pré-produção com o Virgul. Não sei se vai sair este ano por causa dos Da Weasel. Ainda estamos a ver. Creio que eles vão entrar em estúdio brevemente. Voltando aos convidados, são pessoas que vão lá a casa.
E foi tudo feito em casa…
Foi tudo feito em casa. Não foi um mês de estúdio. Houve meses em que eu nem peguei nas músicas. Nos últimos meses, é que foi a sério. Havia canções com cento e tal pistas.
Como é que foi trabalhar com o Rui Reininho?
Somos amigos desde os «Revistados». Ele vive na minha terra que é Leça da Palmeira. Volta e meia vai lá a minha casa. É uma pessoa fantástica e divertida mas muito profissional. Eu lembrei-me logo de uma música para ele que até esteve para ser usada no próximo disco dos Expensive Soul. Ele foi lá a minha casa e escolheu a mesma. Dos «grandes», ele é o que está sempre aí. Vai a festas de hip hop, canta.
Que significado tem a expressão «Phalasolo»?
A ideia não foi minha. Tinha o disco pronto e faltava-me o título. Ainda por cima, não havia um tema específico. Phala é hindu e significa fruto de muito trabalho. Foi dos trabalhos mais completos. «Phalasolo» significa quase fá-lo a solo.
Até agora, houve 40 mil pessoas a descarregar o disco. É um bom número?
Não estava à espera. Toda a gente tem achado a ideia muito boa. Acho que as pessoas estão a ver as coisas de outra forma. Estou a sentir um retorno incrível. Isto é tão pequenino que temos que nos ajudar uns aos outros.
Fonte: diariodigital.sapo.pt
Roger Taylor e Rufus Tiger se juntaram com o tecladista suporte do Queen, Spike Edney, para o concerto da SAS band no sábado.
Assista a performance de Rufus Tiger na Bateria, Roger Taylor Patti Russo nos vocais e a SAS Band (que conta com Jamie Moses na guitarra)
http://www.youtube.com/watch?v=Xw_JXndPdQw
www.brianmay.com
Se você perdeu o show da semana passada, esta é a sua chance! Hoje,
dia 23/01 (sexta-feira), a Bohemian Queen fará um show extra no Saloon
79!
Pra quem quiser chegar mais cedo, a partir das 19h será realizada a
última etapa da primeira fase do Duelo no Saloon, festival de novas
bandas. Às 23h, a Bohemian Queen entra no palco para finalizar a noite
com os maiores sucessos do Queen!
Data: 23/01 – Sexta
Horário: 23:00h
Onde: Saloon 79
Rua Pinheiro Guimarães, 79 (Botafogo)
www.saloon79.com.br (reservas: 3181-4513 / 9333-3793)
Ingresso: R$ 10,00
Informações: bq@bohemianqueen.com.br
Site Oficial: www.bohemianqueen.com.br
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=12840313
Bohemian Queen são:
Érico Barbeitos – vocais, guitarra
Rafael Barreto – teclados, vocais
Bernardo Corrêa – guitarra, vocais
Felipe Moura – baixo, vocais
Kiko Imamura – bateria, vocais
www.bohemianqueen.com.br
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