Não poderia ser diferente: a segunda apresentação do Queen e Paul Rodgers, em São Paulo, foi animada com a presença dos integrantes do Pânico na TV, da RedeTV!, Carioca e Christian Pior.
Claro que a caracterização não poderia deixar de faltar. Carioca abordava o espectador que chegava à casa de shows vestido de Freedie Mercury, já Christian despertou a curiosidade de todos. A dúvida ficou no ar: será ele Madonna, Cindy Lauper ou outra cantora? Façam suas apostas!

Veja Foto abaixo:

Fonte: O Fuxico

Brian May, Roger Taylor e o ex-vocalista do Bad Company falam sobre o disco novo, “The Cosmos Rocks”, e a turnê brasileira.
Assista Aqui
Fonte: Estadão

Muitos fãs de hoje nem tinham nascido quando o Queen estava no auge, mas cantam e se emocionam como se tivessem vivido a época de ouro da banda.

Eles entoam a música que virou o hino daqueles que a sociedade tanto valoriza: os vencedores!

A galera roqueira chegou cedo. “Dá pra lavar a alma de pessoas jovens como eu de ver o que é o rock and roll, o que aconteceu na história”, diz Tiago Caio Martelo, 21 anos, estudante.

“Queen é atemporal”, declara Marilu Araújo, engenheira química.

Tem família inteira que é fã! “Eu sou Queen maníaco”, diz Reinaldo Martinez Ruiz, engenheiro civil.

A disposição dos brasileiros é o que encanta os veteranos do Queen. O baterista Roger Taylor, ícone de uma geração, faz um elogio.

“A gente ama que todos cantem nos shows e o público aqui no Brasil é muito bom nisso”, diz o baterista.

O mestre da guitarra, Brian May, relembra o show antológico que fizeram com Freddie Mercury no primeiro Rock in Rio, em 1985.

“O Brasil mudou a nossa vida. Foi o primeiro lugar em que as pessoas realmente cantaram as letras e até de uma música que não considerávamos um grande hit, “Love of my Life”. O Brasil abraçou ela de coração e cantou para a gente. Foi muito emocionante!”, relembra.

Marta estava lá naquele dia. “O Freddie ali ficou perplexo, o Brian também e aquilo foi emocionante, emociona até hoje”, declara Marta Grisolia, organizadora do Queen’s Day.

Mas e agora, um show sem Freddie Mercury? O cantor morreu de AIDS em 1991.
“A sombra do Fredie Mercury é muito grande”, diz um fã.

“Não é para substituir. É como se fosse um tributo”, comenta outro.

A duas horas do show, os fãs já disputavam a ‘sessão gargarejo’ pra ver os ídolos de perto. Afinal, a espera foi longa. Há 23 anos, o Queen não tocava no Brasil.

Termina no Brasil a turnê do Queen com Paul Rogers. O vocalista ajudou a fundar duas bandas: o Free e o Bad Company. Paul despontou na década de 1970 e dizem que o jeito dele de cantar inspirou até Freddie Mercury.

“Os fãs têm sido fantásticos, os fãs do Queen e do Freddie e os meus também. Alguns ficavam em dúvida sobre essa união, mas o que a gente faz é o que nos mantém unidos até agora. É a química que temos quando tocamos juntos”, afirma Rogers.
Fonte: globo.com


Foto: BR Press: (São Paulo, BR Press) – Na segunda e última apresentação no Via Funchal, na última…

(São Paulo, BR Press) – Na segunda e última apresentação no Via Funchal, na última quinta-feira (27/11), Queen + Paul Rodgers mostraram que a banda de Freddie Mercury está mais viva do que nunca e ainda seguirá emocionando gerações e gerações. Neste sábado (29/11), eles fazem a última apresentação da turnê no Rio, na HSBC Arena.

Um show de duas horas e meia poderia cansar qualquer um, não? Porém, não os fãs do Queen, que pularam, cantaram e se emocionaram até o último instante. Na platéia estava a explicação para um sucesso tão duradouro: pais acompanhados de seus filhos, o que representa bem a paixão hereditária pelo grupo e a importância de seu retorno aos palcos.

Êxtase

Já nas primeiras músicas, o público se animou e logo fez coro nos principais sucessos do Queen, como Tie Your Mother Down, Another One Bites the Dust e I Want It All. Arriscando algumas palavras em português, o guitarrista Brian May foi o mais aplaudido durante o show e levou todos ao delírio em seus solos de guitarra.

O baterista e percussionista, Roger Taylor, também não ficou atrás, provocando olhares atentos e extasiados do público. Foi ele quem cantou as músicas A Kind of Magic e It’s Not True, esta última em homenagem ao adorado Freddie Mercury, que esteve presente muitas vezes durante o show, não só no telão, mas também na memória de cada fã que ajudou a lotar o Via Funchal.

De arrepiar

Como na apresentação de quarta-feira (26/11), o momento mais emocionante ficou por conta das lágrimas de Brian, ao assumir os vocais de Love of My Life. Apenas com seu violão, precisou interromper a canção por duas vezes para se recompor e seguir em frente. O público, fiel, o ajudou.

Mostrando profundo respeito pela história do Queen, o vocalista Paul Rodgers abriu espaço para os membros da formação original da banda em alguns momentos. Antes de completar duas horas de muita música, os fãs não davam mostras de cansaço e entoaram, incansáveis, Show Must Go On e Crazy Little Thing Called Love. Em Bohemian Rhapsody, Freddie Mercury apareceu no telão e assumiu a frente de um clássico, não só do Queen, mas também da história do rock.

Para o bis, a banda reservou The Cosmos Rockin, do novo álbum, e All Right Now, do Free, antigo grupo de Paul Rodgers. E para não deixar sombras de dúvidas que a Rainha ainda vive, fecharam com We Will Rock You e We Are The Champions, o auge de todo o show, e em seguida se despediram com o hino da Inglaterra, God Save The Queen. Na saída, sobravam sorrisos para todo lado. Era visível que ninguém se importaria de ficar por ali mais duas horas e meia.

Ingressos: R$ 120,00 a R$ 500,00. Bilheterias: diariamente, das 10h às 18h; vendas online: www.livepass.com.br; pelos fones (11) 3556 5151/ 0800 709 2371 (somente telefone fixo DDD 021); e nas Lojas Americanas Express.

HSBC Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca

Fonte: Silvio Luz/Especial para BR Press
http://br.noticias.yahoo.com

Brian May e Roger Taylor, membros da banda inglesa Queen, voltam ao Brasil para fazer shows depois de 23 anos. Desta vez, os dois contam com a companhia de Paul Rodgers, que aceitou o convite para reforçar o time desfalcado após a morte de Freddie Mercury, em 1991.
No show, que faz parte da turnê do novo CD batizado de The Cosmos Rocks, Mercury também ganha espaço. Um vídeo dele cantando aparece em um telão. Para divulgar a turnê, o grupo concedeu um entrevista exclusiva ao Terra em São Paulo.

Confira abaixo a entrevista com os três integrantes, começando pelo guitarrista Brian May.

Como foi o convite para Paul Rodgers cantar junto com o Queen?
Não foi apenas um convite. Foi um acontecimento. Algo orgânico. Eu, Roger e Paul tocamos juntos e sentimos algo especial sobre isso. Algo aconteceu. Sentimos algo positivo. E dissemos, vamos fazer uma parceria e ver no que dá. E essa é a história.

Em um momento do show Freddie Mercury pode ser visto cantando no telão enquanto vocês tocam ao vivo. Como é a reação do público?
Eles gostam. É uma idéia das idéias que fizeram o show alcançar o sucesso que alcançou. Não podemos negar o fato de que temos que mencionar o Fredy. Ele está sempre conosco. Então pensamos na possibilidade de tocar novamente com Freddie e de Paul cantar com o Freddie. É um bom momento. Mas o show não é só isso. O show é feito por nós que estamos aqui agora. Temos um material novo para mostrar. Mas de qualquer forma é bom ter esse link com o passado, pelo fato de sentirmos que Freddie ainda faz parte deste grupo.

Como o público recebeu o novo álbum de vocês intitulado The Cosmos Rocks?
Eu acho que The Cosmos Rocks tem funcionado muito bem. O álbum tem muita energia. O público sabe as letras e canta conosco nos shows. Tem sido bom.

Confira agora a entrevista com Roger Taylor:

Quais são suas lembranças dos shows do Queen no Brasil? Em 1981 no Morumbi em São Paulo e em 1985 no Rock in Rio?
Eu lembro muito bem dos dois primeiros shows no Morumbi em São Paulo. Foi incrível, nós estamos muito nervosos. Não sabíamos como seria. Éramos só quatro rapazes e 150 mil pessoas no estádio, 80 mil só no anel superior. E ficamos impressionados. E todo mundo cantou com paixão. É uma memória fantástica. Alguns anos depois, em 1985, fizemos dois shows no Rock in Rio. E foi fantástico novamente. O público brasileiro é fantástico. É um país fantástico.

É verdade que a música Say it’s not true foi gravado com o intuito de ajudar na prevenção da Aids?
Sim. Nós aderimos a campanha de prevenção a Aids encabeçada por Nelson Mandela. Colocamos essa música que é cantada por nós três no álbum. É uma canção triste sobre o momento em que uma pessoa com HIV positivo descobre isso ao abrir o exame em uma manhã. É uma música para fazer as pessoas pensarem e serem cuidadosas com essa doença que se alastra pelo planeta. E deixa a mensagem quanto a necessidade do uso de preservativos.

Confira agora o papo com Paul Rodgers, o vocalista que acompanha o Queen nesta turnê brasileira.

Como você reagiu quando soube que Freddie Mercury era seu fã?
Era algo que eu nunca tinha ouvido até me unir ao Queen. Fiquei muito feliz por ter servido de inspiração para Freddie porque tudo o que ele fazia é excepcional. Era um fantástico cantor, compositor e dançarino.

Como seus fãs reagiram quando souberam que você iria se unir ao Queen?
A maioria dos fãs reagiu muito bem. No papel podem parecer dois estilos diferentes e alguns podem ter estranhado, mas o fato é que quando tocamos juntos algo fantástico acontece. E acho que o público percebe isso.

Você ajudou a selecionar o repertório do novo CD e do show?
Sim. Quando nos reunimos Brian e Roger sugeriram que o CD tive metade das músicas do Queen e a outra metade de canções minhas. Mas Queen tem uma história muito longa e eu sugeri que eles tivessem mais espaço e foi isso que fizemos.

Você teve que aprender as músicas do Queen para se unir ao grupo?
Eu tive sim. Aprendi várias músicas e continuo aprendendo. No começo pensei em como deveria interpretar cada canção, mas agora deixo a música fluir nos shows. Estou buscando aprimorar.
Terra Música

É inegável que a ausência de Freddie Mercury, morto em 1991, compromete qualquer apresentação do Queen. Mesmo assim, os remanescentes da banda, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, conseguiram executar as obras da banda com excelência suficiente para contagiar o público que acompanhou o show do grupo nesta quarta-feira no Via Funchal, em São Paulo.

Com o apoio do vocalista Paul Rodgers, ex-Free e ex-Bad Company, a banda tocou músicas do novo álbum, The cosmos rocks, e principalmente os maiores sucessos da carreira, esses sim responsáveis pelo entusiamo dos paulistanos.

Seguindo o tema do trabalho mais recente, o show iniciou com uma “chuva de meteoros” em um grande telão, e com boa resolução no fundo do palco. Após gritos de “Queen, Queen” vindos da platéia, os músicos começaram sua apresentação com uma sequência de hits fortes como Fat bottomed girls, Another one bites the dust, I Want It All e I want to break free.

Embora houvesse um receio “pairando” sobre o “substituto” Rodgers, o experiente cantor não se intimidou e assumiu o cargo com responsabilidade trabalhando dentro de seu potencial vocal e sem imitar características que marcaram Mercury.

Após uma sequência de músicas fortes, a banda deixou o palco somente para Brian May e seu violão. Antes de tocar a música Love of my life, ele ainda disparou:

– Vocês têm que cantar para o Freddie.

Com a platéia cantando em alto e bom som, May se mostrou muito emocionado com a atitude.

Uma das surpresas da noite foi a participação de Roger Taylor dividindo o posto de “frontman” com May e Rodgers. Na segunda metade do show, uma bateria foi montada para o músico na frente do palco. Neste posto, o músico tocou e cantou as músicas I’m in love with my car e It´s a kind of magic.

Para encerrar o bloco principal do show, uma série de grandes sucessos da banda: Under pressure, Radio ga ga, Crazy little thing called love e Show must go on e Bohemian rhapsody.

Esta última música, uma das maiores composições da banda, teve um vídeo especial exibido durante sua execução. Várias imagens do grupo ainda com Mercury foram exibidas no telão fazendo com que os fãs se juntassem na parte central da platéia antes da pausa dos músicos.

Voltando para o bis novamente sob os gritos de “Queen, Queen”, os britânicos ainda apresentaram as contagiantes We will rock you, We are the champions e All right now, do Free, ex-banda de Paul Rodgers.

Fonte: jbonline.terra.com.br

BRIAN SP 26.11.08

COMO EU QR TER VISTO ELE AO VIVO.MAS EU AINDA VOU VER!

enviou “Em 1991 em São Paulo cinco músicos fãs de Queen, decidiram preservar sua memória, formando assim a banda QUEEN COVER. desde então o queen cover segue essa longa carreira de quase 17 anos encantando os fãs de queen até hoje.

o queen cover se apresentará dia 28/11/2008 (sexta-feira) no blackmore rock bar, em uma noite “especial queen cover” ,em comemoração ao show de “queen+paul rodgers”.

realmente vale á pena conferir o melhor cover oficial de queen no brasil,cantando seus grandes clássicos.

Al. Dos Maracatins, 1.325 – Moema / SP
Hora: 23:00
Maiores Informações:
www.balckmore.com.br
www.queen-cover.com
Fonte: http://www.balckmore.com.br
http://www.queen-cover.com

Sao Paulo 26th November 2008

HAMMER TO FALL Short Version
TIE YOUR MOTHER DOWN
Brian Speak
FAT BOTTOM GIRLS
ANOTHER ONE BITES THE DUST
I WANT IT ALL
BREAK FREE
C-LEBRITY
SURFS UP…SCHOOLS OUTS
Brian Speak
SEAGULL
LOVE OF MY LIFE
39
DRUM SOLO
I’M IN LOVE WITH MY CAR
IT’S A KIND OF MAGIC
SAY ITS NOT TRUE
BAD COMPANY
WE BELIEVE
GUITAR SOLO
BIJOU
LAST HORIZON
UNDER PRESSURE
RADIO GAGA
CRAZY LITTLE THING Short Version
SHOW MUST GO ON
BOHEMIAN RHAPSODY
COSMOS ROCKS
ALL RIGHT NOW
WWRY
WE ARE THE CHAMPIONS
SHOW MUST GO ON
BOHEMIAN RHAPSODY
COSMOS ROCKS
ALL RIGHT NOW
WWRY
WE ARE THE CHAMPIONS

http://www.brianmay.com/

Crítica do show escrita pela repórter Marilu Araujo, do portal Estadão.com.br.

Além da máteria, há uma galeria de fotos e um clipe de áudio de “Still Burnin”.

www.estadao.com.br

Leilao para encontrar com Brian May no Rio de Janeiro esta prestes a acabar.

Patrono da ONG ABC Trust abctrust.org.uk, em Londres, Brian May gentilmente se dispos a ajudar a organização mais uma vez.

Uma vez no Brasil,o guitarrista doou à ABC Trust a oportunidade de leiloar a chance de duas pessoas conhecê-lo no show do Rio de Janeiro, dia 29.

O leilão acontece online, por meio do site MercadoLivre Mercado Livre por meio do link MERCADO LIVRE

Os vencedores do leilão recebem ainda um exemplar da programação autografado e ajuda a ONG Action for Brazil’s Children Trust -para a qual todos os recursos arrecadados serão destinados – ABC TRUST
Para mais informacoes, por favor, entre em contato por meio do email roberta@abctrust.org.uk

Roger

Roger no show em SP em 26.11.08

Brian em SP 26.11.08

Foto do Brian no show em SP dia 26.11.08

Brian…perfeito..em SP-26.11

FOTO DO BRIAN NO SHOW DE SP EM 26.11.08

Banda inglesa tocou ‘A kind of magic’ e ‘Radio ga ga’ nesta quarta (26).
Vocalista morto em 1991 apareceu no telão cantando ‘Bohemian rhapsody’
Bastaram soar os primeiros riffs da guitarra de Brian May para que o público fosse ao delírio na noite desta quarta (26) em São Paulo. Fãs com idade média acima dos 30 anos praticamente lotaram o Via Funchal para ver o lendário guitarrista e o baterista Roger Taylor, ambos integrantes da formação original do Queen, tocarem com Paul Rodgers, ex-integrante do Bad Company que assumiu os vocais em 2005. Três outros músicos de apoio acompanharam a banda inglesa em cerca de duas horas de show.

Embora o trio tenha acabado de lançar um novo álbum de inéditas, ‘The cosmos rocks”, que marcou o retorno do grupo ao estúdio depois de 13 anos, foram os clássicos de toda a carreira da banda que serviram de recheio principal ao repertório. Conforme Taylor havia avisado em coletiva de imprensa na capital paulista no início da semana, a apresentação alternou climas variados, indo de baladas a canções barulhentas.

A estrutura do show abre espaço para que todos apareçam igualmente, o que deu um certo equilíbrio no resultado final. O guitarrista foi acompanhado por palmas em seus intermináveis solos, ao passo que o baterista mostrou fôlego e boa forma ao cantar e tocar “A kind of magic”, um dos clássicos do Queen nos anos 80 ao lado de “Radio ga ga”, que foi acompanhada de um imenso dial que girava no telão.

Esse, aliás, é um dos pontos altos da tecnologia utilizada, já que mostra imagens dos integrantes em tamanho descomunal, de maneira semelhante à turnê mais recente do Police. A maior diferença em relação à banda de Sting, talvez, é que May e companhia mantêm uma postura muito mais espontânea no palco, sem competições ou burocracias.

Depois de “Crazy little thing called love”, canção rockabilly dos anos 70 no melhor estilo Elvis, a banda emendou a épica “The show must go on”, do início dos 90. Mas a melhor parte ainda estava por vir. Quem cantou “Bohemian rhapsody”, hit absoluto do Queen lançado há três décadas, foi o próprio Freddie Mercury, que surgiu imponente no telão. O vocalista, morto de Aids em 1991, foi homenageado com um clipe em que aparecia em diversos momentos, lembrando o lado mais teatral que o grupo perdeu.

Naquele ponto, quem ainda não estava satisfeito lavou a alma cantando em coro os sucessos “We will rock you” e “We are the champions”, que fechou a apresentação em clima de final de campeonato.

g1.com

Com apenas dois membros de sua formação original, o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May, o Queen, que agora conta com Paul Rodgers nos vocais, fez um apanhado de seus maiores hits em um show com cerca de duas horas e meia no Via Funchal, em São Paulo, nesta quarta-feira (26).

Com clima de suspense e aos gritos de “Queen”, vindos das cerca de 5 mil pessoas que prestigiaram a apresentação, a banda deu início ao show. Do telão, uma enorme tela de LCD, começaram a chover meteoros até que os primeiros riffs de “Hammer To Fall” botaram fim a expectativa dos fãs paulistas.

E o que se viu em seqüência foi um enxurrada de hits das mais diferentes fases do grupo: “Tie Your Mother Down”, “Fat Bottomed Girls”, “Another One Bites The Dust”, “I Want It All” e “I Want To Break Free”.

A curiosidade em saber como ficariam os clássicos eternizados na voz de Freddie Mercury, agora cantados por Paul Rodgers, logo foi sanada. Mesmo não tendo o carisma e o vigor de Freddie, Rodgers conseguiu de forma honesta (sem imitar os trejeitos do ex-vocalista do Queen), comandar a massa, que cantou todos os hits, sem se importar com a ausência de seu ídolo.

O show mais parecia um imenso karaokê e serviu para reverenciar um dos maiores guitarristas da história do rock, Brian May.

Claro que a monotonia quase tomou conta dos presentes durante a execução de “C-lebrity” e “Surf’s Up … School’s Out”, ambas tiradas do álbum de inéditas “The Cosmos Rocks”, o primeiro sem Freddie. Mas o carisma de May e uma nova seqüência de clássicos foram suficientes para trazer a euforia de volta.

Rodgers deixou o palco para um dos momentos mais emocionantes da apresentação. Na ponta do palco, que ia até o meio da área VIP, Brian May arriscou algumas palavras em português e convidou o público para a primeira homenagem a Freddie Mercury dizendo: “Vocês querem cantar para o Freddie?”, para então tocar “Love Of My Life” no violão, enquanto a platéia se encarregava dos vocais. Neste momento, May não conseguiu esconder a emoção ao ouvir o coro dos brasileiros.

Ainda no clima intimista, foi à vez de Roger Taylor fazer sua aparição. Uma bateria foi montada na ponta do palco para que ele pudesse mostrar seu talento como baterista e vocalista em “I’m In Love With My Car”, “A Kind Of Magic” e “Say It’s Not True”, esta última tirada de “The Cosmos Rocks”.

No final da primeira parte do show vieram outras duas homenagens a Freddie Mercury. O ídolo se fez presente através do telão e em playback, primeiro em “Bijou”. E após a seqüência de clássicos – “Under Pressure”, “Radio Ga Ga”, “Crazy Little Thing Called Love” e “Show Must Go On” -, numa emocionante versão de “Bohemian Rhapsody”, com diversas imagens de diferentes fases de Freddie Mercury e do Queen, mostradas na gigante tela de LCD.

A pausa para o bis foi embalada pelos gritos e palmas características de “We Will Rock You”, e uma chuva de bastõezinhos de neon, que foram distribuídos na entrada do show.

Na volta, mais uma música nova, “Cosmos Rockin’”, e três clássicos: “All Right Now” (do Free, ex-banda de Paul Rodgers), “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, as duas últimas promovendo uma enorme festa entre os presentes.

O show que tinha tudo para ser uma espécie de banda cover de luxo do Queen foi salvo pelo carisma e, principalmente, pelo talento de Brian May, que com a ausência de Freddie Mercury, assumiu o posto de líder do Queen. Nesta quinta-feira (27) a banda faz seu último show em São Paulo, para depois encerrar sua turnê no próximo sábado (29), no Rio de Janeiro.

http://www.abril.com.br/

Paul e Brian durante show do Queen em São Paulo

Paul e Brian durante show do Queen em São Paulo 2008

Confira reportagem do Jornal SBT Brasil sobre o Show Queen + Paul Rodgers em São Paulo dia 26-11-2008

Para Assistir Clique Aqui

Banda fez a primeira de três apresentações no Brasil nesta quarta (26).
Brian May e companhia tocaram clássicos como ‘I want to break free’.


O vocalista Paul Rodgers e o guitarrista Brian May no primeiro de três shows da turnê ‘The Cosmos Rocks’ no Brasil. (Foto: Mateus Mondini


O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor em show no Via Funchal, em São Paulo, na noite desta quarta (26). (Foto: Mateus Mondini

Fonte: G1