Brian…perfeito..em SP-26.11
FOTO DO BRIAN NO SHOW DE SP EM 26.11.08
Banda inglesa tocou ‘A kind of magic’ e ‘Radio ga ga’ nesta quarta (26).
Vocalista morto em 1991 apareceu no telão cantando ‘Bohemian rhapsody’
Bastaram soar os primeiros riffs da guitarra de Brian May para que o público fosse ao delírio na noite desta quarta (26) em São Paulo. Fãs com idade média acima dos 30 anos praticamente lotaram o Via Funchal para ver o lendário guitarrista e o baterista Roger Taylor, ambos integrantes da formação original do Queen, tocarem com Paul Rodgers, ex-integrante do Bad Company que assumiu os vocais em 2005. Três outros músicos de apoio acompanharam a banda inglesa em cerca de duas horas de show.
Embora o trio tenha acabado de lançar um novo álbum de inéditas, ‘The cosmos rocks”, que marcou o retorno do grupo ao estúdio depois de 13 anos, foram os clássicos de toda a carreira da banda que serviram de recheio principal ao repertório. Conforme Taylor havia avisado em coletiva de imprensa na capital paulista no início da semana, a apresentação alternou climas variados, indo de baladas a canções barulhentas.
A estrutura do show abre espaço para que todos apareçam igualmente, o que deu um certo equilíbrio no resultado final. O guitarrista foi acompanhado por palmas em seus intermináveis solos, ao passo que o baterista mostrou fôlego e boa forma ao cantar e tocar “A kind of magic”, um dos clássicos do Queen nos anos 80 ao lado de “Radio ga ga”, que foi acompanhada de um imenso dial que girava no telão.
Esse, aliás, é um dos pontos altos da tecnologia utilizada, já que mostra imagens dos integrantes em tamanho descomunal, de maneira semelhante à turnê mais recente do Police. A maior diferença em relação à banda de Sting, talvez, é que May e companhia mantêm uma postura muito mais espontânea no palco, sem competições ou burocracias.
Depois de “Crazy little thing called love”, canção rockabilly dos anos 70 no melhor estilo Elvis, a banda emendou a épica “The show must go on”, do início dos 90. Mas a melhor parte ainda estava por vir. Quem cantou “Bohemian rhapsody”, hit absoluto do Queen lançado há três décadas, foi o próprio Freddie Mercury, que surgiu imponente no telão. O vocalista, morto de Aids em 1991, foi homenageado com um clipe em que aparecia em diversos momentos, lembrando o lado mais teatral que o grupo perdeu.
Naquele ponto, quem ainda não estava satisfeito lavou a alma cantando em coro os sucessos “We will rock you” e “We are the champions”, que fechou a apresentação em clima de final de campeonato.
g1.com
Com apenas dois membros de sua formação original, o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May, o Queen, que agora conta com Paul Rodgers nos vocais, fez um apanhado de seus maiores hits em um show com cerca de duas horas e meia no Via Funchal, em São Paulo, nesta quarta-feira (26).
Com clima de suspense e aos gritos de “Queen”, vindos das cerca de 5 mil pessoas que prestigiaram a apresentação, a banda deu início ao show. Do telão, uma enorme tela de LCD, começaram a chover meteoros até que os primeiros riffs de “Hammer To Fall” botaram fim a expectativa dos fãs paulistas.
E o que se viu em seqüência foi um enxurrada de hits das mais diferentes fases do grupo: “Tie Your Mother Down”, “Fat Bottomed Girls”, “Another One Bites The Dust”, “I Want It All” e “I Want To Break Free”.
A curiosidade em saber como ficariam os clássicos eternizados na voz de Freddie Mercury, agora cantados por Paul Rodgers, logo foi sanada. Mesmo não tendo o carisma e o vigor de Freddie, Rodgers conseguiu de forma honesta (sem imitar os trejeitos do ex-vocalista do Queen), comandar a massa, que cantou todos os hits, sem se importar com a ausência de seu ídolo.
O show mais parecia um imenso karaokê e serviu para reverenciar um dos maiores guitarristas da história do rock, Brian May.
Claro que a monotonia quase tomou conta dos presentes durante a execução de “C-lebrity” e “Surf’s Up … School’s Out”, ambas tiradas do álbum de inéditas “The Cosmos Rocks”, o primeiro sem Freddie. Mas o carisma de May e uma nova seqüência de clássicos foram suficientes para trazer a euforia de volta.
Rodgers deixou o palco para um dos momentos mais emocionantes da apresentação. Na ponta do palco, que ia até o meio da área VIP, Brian May arriscou algumas palavras em português e convidou o público para a primeira homenagem a Freddie Mercury dizendo: “Vocês querem cantar para o Freddie?”, para então tocar “Love Of My Life” no violão, enquanto a platéia se encarregava dos vocais. Neste momento, May não conseguiu esconder a emoção ao ouvir o coro dos brasileiros.
Ainda no clima intimista, foi à vez de Roger Taylor fazer sua aparição. Uma bateria foi montada na ponta do palco para que ele pudesse mostrar seu talento como baterista e vocalista em “I’m In Love With My Car”, “A Kind Of Magic” e “Say It’s Not True”, esta última tirada de “The Cosmos Rocks”.
No final da primeira parte do show vieram outras duas homenagens a Freddie Mercury. O ídolo se fez presente através do telão e em playback, primeiro em “Bijou”. E após a seqüência de clássicos – “Under Pressure”, “Radio Ga Ga”, “Crazy Little Thing Called Love” e “Show Must Go On” -, numa emocionante versão de “Bohemian Rhapsody”, com diversas imagens de diferentes fases de Freddie Mercury e do Queen, mostradas na gigante tela de LCD.
A pausa para o bis foi embalada pelos gritos e palmas características de “We Will Rock You”, e uma chuva de bastõezinhos de neon, que foram distribuídos na entrada do show.
Na volta, mais uma música nova, “Cosmos Rockin’”, e três clássicos: “All Right Now” (do Free, ex-banda de Paul Rodgers), “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, as duas últimas promovendo uma enorme festa entre os presentes.
O show que tinha tudo para ser uma espécie de banda cover de luxo do Queen foi salvo pelo carisma e, principalmente, pelo talento de Brian May, que com a ausência de Freddie Mercury, assumiu o posto de líder do Queen. Nesta quinta-feira (27) a banda faz seu último show em São Paulo, para depois encerrar sua turnê no próximo sábado (29), no Rio de Janeiro.
http://www.abril.com.br/
Confira reportagem do Jornal SBT Brasil sobre o Show Queen + Paul Rodgers em São Paulo dia 26-11-2008
Para Assistir Clique Aqui
Banda fez a primeira de três apresentações no Brasil nesta quarta (26).
Brian May e companhia tocaram clássicos como ‘I want to break free’.

O vocalista Paul Rodgers e o guitarrista Brian May no primeiro de três shows da turnê ‘The Cosmos Rocks’ no Brasil. (Foto: Mateus Mondini

O guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor em show no Via Funchal, em São Paulo, na noite desta quarta (26). (Foto: Mateus Mondini
Fonte: G1
O repórter Jotabê Medeiros, do jornal O estado de S. Paulo, conversou com Roger Taylor, pelo telefone.
Leia Aqui a entrevista completa Clicando Aqui
Fonte: Estadão
Nota do Terra relata que Krist Novoselic, ex-baixista do NIRVANA, disse que foi auxiliado por Brian May, guitarrista do QUEEN, após sofrer um acidente durante apresentação na MTV norte-americana em 1992.
O que ocorreu é que, durante o show, transmitido ao vivo, Novoselic jogou seu instrumento para cima e tentou pegá-lo. Mas por um erro de cálculo, o baixo acabou atingindo-o na cabeça. “Quando vi, tinha sido atingido na frente de 300 milhões de pessoas”, disse Krist, que relatou ainda ter sido recebido por Brian May nos bastidores.
http://whiplash.net
Reportagem do programa TV Esporte Notícias, da Rede TV, sobre a volta do Queen no Brasil. Assista Aqui
Agradecimentos a Tainara
Em matéria publicada na Folha Online, o guitarrista Brian May defende a atual formação do QUEEN, que conta com Paul Rodgers no vocal: “Temos já três anos de interação com ele. Estivemos em duas turnês juntos. A diferença é que agora temos material novo, o que significa muito pra gente. Não estamos só repetindo o passado, sabe? Não estamos mortos. Claro que fazemos os hits. Lógico que sabemos que as pessoas querem ouvir as canções antigas. Então tocamos hits do Queen e alguns hits das bandas de Paul Rodgers. Não tocamos tudo porque demoraria 24 horas. E temos alguns momentos especiais, com Freddie cantando no telão, enquanto nós tocamos ao vivo”.
Fonte: http://whiplash.net
Banda inglesa vem ao Brasil com Paul Rodgers nos vocais.
Última apresentação do Queen no país foi no Rock in Rio de 1985.
Começa nesta quarta-feira (26) a mini-turnê da banda Queen pelo Brasil. O primeiro show da banda, que vem acompanhada do cantor Paul Rodgers, é em São Paulo, no Via Funchal. O grupo volta a tocar na capital paulista na quinta (27) e se apresenta no Rio de Janeiro no sábado (29).
A banda voltou a fazer turnês em 2005, assinando como Queen + Paul Rodgers (o volcalista original do Queen, Freddie Mercury, morreu em 1991). Em 2008, lançaram o disco “The cosmos rocks”, primeiro álbum de inéditas desde “Made in heaven”, de 1995. A última vez que a banda tocou no Brasil foi durante a primeira edição do festival Rock in Rio, em 1985.
Sobre as apresentações recentes da banda, Rodgers disse nesta terça (25), em entrevista coletiva em São Paulo, que “os shows dessa turnê são muito completos, com diversas mudanças de clima. É uma apresentação longa, mas parece que passa rapidinho”.
Queen no Brasil
São Paulo
Quando: quarta (26) e quinta (27), às 22h
Onde: Via Funchal, R. Funchal, 65, Vila Olímpia, tel. (11) 3188-4148
Quanto: Pista VIP (em pé): R$ 800 / Pista: R$ 270 / Mezanino: R$ 350 / Camarote: R$ 900
Rio de Janeiro
Quando: sábado (29), às 22h
Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 500 (camarote) / R$ 400 (vip) / R$ 180 (pista) / R$ 120 (cadeira)
Fonte: G1
O Terra fez uma entrevista exclusiva com o QUEEN + PR em São Paulo, confiram: VEJA AQUI
Fonte: www.terra.com.br
Em 1991 em São Paulo cinco músicos fãs de Queen, decidiram preservar sua memória, formando assim a banda QUEEN COVER. desde então o queen cover segue essa longa carreira de quase 17 anos encantando os fãs de queen até hoje.
o queen cover se apresentará dia 28/11(sexta-feira) no blackmore rock bar, em uma noite “especial queen cover” ,em comemoração ao show de “queen+paul rodgers”.
realmente vale á pena conferir o melhor cover oficial de queen no brasil,cantando seus grandes clássicos.
Al. Dos Maracatins, 1.325 – Moema / SP
Hora: 23:00
Fonte: http://www.balckmore.com.br/
http://www.queen-cover.com/agenda.html
A banda Extreme fez um “Queen Medley” em homenagem aos 17 anos da morte de Freddie Mercury em seu show dia 24 de novembro de 2008 realizado no “Astoria” casa de show na Inglaterra.
Para assistir parte do Medley: CLIQUE AQUI
En***** pelo Amigo Hugo Lima
Queen Net – Reportagem Jornal SBT Brasil SBT – Assista
Ontem, dia 25 de novembro de 2008, passou uma reportagem no JORNAL DO SBT sobre o show do Queen no Brasil.
Para os que não puderam ver, assistam no QN Tube: CLICANDO AQUI
Fonte: SBT Brasil
A equipe Queen Net de jornalismo, devidamente credenciada para participar da ultima coletiva de imprensa do Queen na turnê Queen + PR e o Queen`s Day Team apresenta aos fãs detalhes de tudo que aconteceu hoje.
Após as instruções de normas de conduta para a realização da coletiva de imprensa, a banda apareceu após cinco minutos das orientações dadas para os jornalistas.
A primeira parte foi uma sessão de fotos para a imprensa, na qual os fotógrafos que foram cadastrados devidamente credenciados, tiraram fotos por cerca de 4 minutos.
Logo em seguida, Queen e Paul Rodgers se dirigiram aos seus lugares na bancada. A imprensa credenciada pode então fazer as suas perguntas.
Há um clima de tensão e cansaço da banda com relação aos jornalistas tradicionais que não se preparam para uma coletiva e repetiram, como outros em vários países diferentes, as mesmas perguntas.
Surgia então, um certo repúdio da banda e piadas em relação aos mesmos questionamentos feitos em várias outras entrevistas anteriores.
Ao ser questionado sobre quem tocou baixo no novo CD “The Cosmos Rocks”, Paul foi bem enfático ao dizer que assumiu esse papel e que John Deacon é um baixista sensacional. Em meio a brincadeiras de Roger e Brian sobre o paradeiro de John, na pergunta: “Onde está John Deacon”, Roger brincou. Brian afirmou “Nós sentimos sua falta, mas nós respeitamos sua decisão, ele quer ter uma vida difrente…”.
O clima na entrevista era como um bate papo, no qual alguns jornalistas, apesar de insistirem em questionar Paul x Freddie, a banda respondia sempre da mesma forma: “O legal do Paul é que ele nunca, em nenhum momento, imita Freddie”, afirmou Roger Taylor.
Quando a jornalista do Queen Net questionou Paul, sobre o que seus fãs achavam de seu novo projeto, o ex-vocalista do Bad Company e Free foi enfático “Boa Pergunta, alguns fãs pensaram:” huuum, Queen?… bem isso pode não pode dar certo”, porém ao longo do percurso foram vendo que dá certo”
Brian também foi questionado sobre o que era mais dificil em sua opinião, se tocar, compor boas músicas de rock, ou escrever um livro de astrofisica.
A resposta: “com certeza, compor boas músicas, mas que o trabalho mais dificil era o do Paul, que é cantar nos shows”.
Outra pergunta interessante foi se houve alguma música no novo disco que foi mais produzida e qual foi a mais simples. Paul respondeu que a música mais tranquila foi Voodoo”, que foi algo que fluiu como uma Jam Session, Roger completou falando que a música mais elaborada foi “C-Lebrity” e Brian fechou a questão afirmando que “no novo disco não havia nenhuma “Bohemian Rhapsody” em termos de produção”.
Questionados sobre como se sentiam tocando em um local pequeno, já que o primeiro show da turne foi com 350 mil pessoas e no via funchal seriam 6 mil pessoas por noite, a resposta foi bem enfatica,”essa decisão cabe ao promotor do show” diz May.
O Queen Net disponibilizará em vídeo a coletiva de imprensa, realizando a cobertura completa sobre o retorno de Brian e Roger ao Brasil.
Redação de Jornalismo Queen Net Queen Fã Clube do Brasil.
Milene Durão MTE:13 619
Em 1985, o Queen pisava pela segunda e última vez no Brasil para tocar no Rock In Rio. Agora, 23 anos depois, metade da banda está de volta com outro vocalista e uma nova turnê. Brian May, Roger Taylor e o ex-Free Paul Rodgers, agregado ao nome do grupo, falaram com a imprensa nesta terça-feira (25), em São Paulo, sobre a nova fase e os shows que farão esta semana no país.
Queen + Paul Rodgers se apresenta nesta quarta (26) e quinta-feira (27) em São Paulo, no Via Funchal, e encerra sua passagem pelo Brasil no dia 29 no Rio de Janeiro, no HSBC Arena. A nova turnê faz parte do lançamento do álbum “The Cosmos Rocks”, que marca a volta do grupo aos estúdios depois de 13 anos e sem o vocalista Freddie Mercury, que morreu em 1991.
Para Brian May, guitarrista desde a formação original, a principal diferença entre a apresentação de 1985 e a atual é que agora eles tocam melhor. “Nosso show está completo. É longo, mas o tempo voa”, completa o baterista Roger. Com “longo”, ele refere-se ao setlist que a banda tem apresentado na nova turnê: são mais de 30 músicas, entre solos de baixo, guitarra e bateria.
Veja fotos do show de Queen + Paul Rodgers que vem ao Brasil
Queen vai relançar todos os seus álbuns de estúdio em vinil
Assista clipe de “Another One Bites The Dust”, do Queen
Prometem que os hits estão todos lá: “I Want To Break Free”, “Radio Ga Ga”, “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You” e “We Are The Champions”. O repertório de Queen + Paul Rodgers divide espaço com as novas composições assinadas ao lado de Rodgers, como “C-Lebrity”, “We Believe” e a faixa que dá título à turnê, “The Cosmos Rockin’”.
Segundo o trio, há momentos guardados para os velhos fãs, como a presença de Freddie Mercury num telão. “E temos o maior telão de LCD do mundo”, brinca Rodgers.
Sem o baixista original John Deacon, no palco o trio conta com Danny Miranda, ex-Blue Öyster Cult. Sobre a saída de Deacon e o que ele estaria achando da volta do Queen, Roger brinca: “ele desapareceu. Também gostaríamos de saber sua opinião”. Brian ri e, com um ar mais sério, completa: “temos que respeitar sua decisão”.
Com uma nova formação, o Queen abre as portas também para uma nova geração de fãs. Brian conta que fica deslumbrado com a platéia que tem aparecido nos shows. “São pessoas mais jovens. É fantástico! Na Alemanha é que ainda temos fãs mais velhos, mas na maioria dos lugares vão pessoas mais novas”.
“Nós queríamos chamar Beatles”
A pergunta que sempre surge no ar por onde quer que estejam Brian, Roger e Paul é: por que voltar a usar o nome Queen? De tanto ser questionado, Paul já leva na brincadeira: “vocês têm alguma sugestão de nome? Nós queríamos chamar Beatles, mas acho que não deixariam”.
Para Brian, que passou a metade de sua vida com o nome Queen, seria estúpido usar outro nome. “Não faria sentido fingir que não temos um passado porque são os mesmos integrantes fazendo a mesma música”.
Sem querer briga com os fãs mais xiitas, Paul faz questão de afirmar que não está substituindo ninguém. “Eu me juntei a eles, estou agregado. Por isso nos chamamos Queen + Paul Rodgers”.
A química é tão grande que, entre si, não poupam elogios. “Foi um desafio para mim porque Brian e Roger são músicos excepcionais”, diz Paul, sentado entre os músicos. “Paul foi ideal. Ele não tenta ser Freddie Mercury, além de ter sido um dos cantores preferidos dele [Freddie]“, lembra Roger.
——————————————————————————–
Da Redação
QUEEN + PAUL RODGERS
Quando: 26 e 27/11 em São Paulo
Onde: Arena Via Funchal (rua Funchal, 65, Vila Olímpia)
Preços: de R$ 270 a R$ 900
Informações: www.viafunchal.com.br
Quando: 29/11 no Rio de Janeiro
Onde: goo (avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)
Preços: de R$ 120 a R$ 500
Informações: www.hsbcarena.com.br
Banda se apresenta quarta (26) e quinta (27) em SP e sábado (29) no Rio.
‘Nosso reencontro foi um acidente feliz’, diz o guitarrista Brian May.
Lígia Nogueira
Do G1, em São Paulo
“Não mudamos nada nesse novo disco. Estou velho demais para mudar”, explicou o guitarrista Brian May, integrante original do Queen, em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (25) em São Paulo. Liderado pelo cantor Freddie Mercury, o Queen ficou famoso mundialmente nos anos 70 e 80 graças a hits como “We will rock you”, “I want to break free” e “Radio Ga Ga”. Com a morte do vocalista, em 1991, May e o baterista Roger Taylor decidiram dar continuidade às atividades do grupo.
Em 2005, o roqueiro Paul Rodgers – ex-Bad Company – foi convidado a atuar como vocalista. O trio lançou em setembro deste ano seu primeiro álbum de inéditas, “The cosmos rocks”. É esse trabalho que a banda traz ao Brasil em sua turnê mundial, que passa por São Paulo nesta quarta (26) e quinta (27) e pelo Rio de Janeiro no sábado (29). “Nesta nova fase, nada foi planejado”, dissse May. “Decidimos esperar para ver como seria a química entre nós três.”
Brian May, Paul Rodgers e Roger Taylor, do Queen, participam de coletiva de imprensa na manhã desta terça (25) em São Paulo. ‘Nosso reencontro foi um acidente feliz’, diz May. (Foto: Daigo Oliva / G1)
Questionado sobre a possibilidade de mudar o nome do grupo, uma vez que apenas dois integrantes fazem parte da formação original, o guitarrista respondeu com bom humor: “Não faria sentido nesse momento fingir que não temos um passado. Queria saber a opinião de vocês sobre como deveríamos nos chamar. Pensei em Beatles, mas não sei se fica legal.”
Voltar a tocar juntos foi um “acidente”, contaram Taylor e May. “Não tínhamos um plano, uma diretriz”, falou o guitarrista. “Reencontrei Paul numa situação que parecia ser o momento certo de fazermos algo juntos.” Rodgers concordou: “Tudo isso foi uma grande surpresa. Começamos a nos reunir só por diversão, e de repente acabou virando duas turnês mundiais e um disco novo.”
Segundo o baterista, “Paul Rodgers foi a escolha ideal para assumir os vocais”. “Ele não tentava ser Freddie Mercury, e era um dos cantores favoritos dele”. “Para mim, é um desafio muito excitante”, completou Rodgers. “Eles são músicos excepcionais e o repertório é muito amplo.”
“Nós tocamos muito melhor hoje”, disse Paul Rodgers. “Os shows dessa turnê são muito completos, com diversas mudanças de clima. É uma apresentação longa, mas parece que passa rapidinho.”
Os músicos se lembraram de quando tocaram em São Paulo em 1981. “Foi um momento memorável, o público foi fantástico. Foi um desafio muito grande, afinal, era uma platéia imensa e apenas nós quatro no palco.”
Os integrantes falaram ainda sobre a ausência do baixista John Deacon, que não faz parte da banda em sua fase atual. “Sentimos a falta dele, mas respeitamos a sua escolha.”
Queen no Brasil
São Paulo
Quando: quarta (26) e quinta (27), às 22h
Onde: Via Funchal, R. Funchal, 65, Vila Olímpia, tel. (11) 3188-4148
Quanto: Pista VIP (em pé): R$ 800 / Pista: R$ 270 / Mezanino: R$ 350 / Camarote: R$ 900
Rio de Janeiro
Quando: sábado (29), às 22h
Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 500 (camarote) / R$ 400 (vip) / R$ 180 (pista) / R$ 120 (cadeira)
Fonte: G1
Banda se apresenta em São Paulo e no Rio com dois integrantes da formação original, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor
A nova encarnação do Queen não é o Queen, apesar de ter o mesmo nome, repertório similar e dois membros da formação original. Confuso, não? “Somos uma junção. Sempre deixamos isso muito claro”, definiu o guitarrista Brian May em entrevista realizada nesta terça-feira (25). Seja como for, o fato é que ele e o baterista Roger Taylor, integrantes remanescentes do grupo inglês, uniram-se ao vocalista Paul Rodgers (ex-Bad Company e Free) para a “banda” chamada Queen + Paul Rodgers, que faz show quarta e quinta-feira (26 e 27) no Via Funchal, em São Paulo.
Iniciado há três anos, o projeto começou apenas por diversão, de acordo com os três músicos. “A idéia foi fazer alguns shows só para curtir. Mas a química entre nós rolou de maneira excelente”, explicou Rodgers. “O resultado foram duas turnês e um novo disco”, completou, falando sobre The Cosmos Rocks, CD lançado este ano apenas com faixas inéditas compostas pelos três. O trio decidiu manter o nome de Queen para o projeto, apenas acrescentando o nome do cantor inglês, fato que gerou bastante polêmica entre os fãs. “Não teria sentido mudarmos o nome. Seria como se fugíssemos de nosso passado, já que fazemos a mesma música”, disse May. “Poderíamos nos chamar Beatles, mas acho que não deixariam”, respondeu o vocalista, em tom de zoeira.
Segundo eles, os fãs têm gostado bastante da nova configuração da banda, mesmo com Paul no lugar do carismático vocalista Freddie Mercury, morto de AIDS em 1991, e sem o baixista John Deacon, que decidiu se aposentar da música. “Tem sido fantástico. Para nossa surpresa, encontramos muitos jovens nas platéias dos nossos shows”, exclamou Taylor. “Muitos deles cantam todas as músicas e até os solos de guitarra. Incrível!”, complementou May.
Os músicos garantem que cerca de cinco músicas do novo álbum estarão nos shows realizados por aqui. Tambem farão parte do repertório canções das bandas anteriores de Rodgers e, claro, os grandes sucessos do Queen: Bohemian Rhapsody, Crazy Little Thing Called Love, The Show Must Go On, Radio Ga Ga e por aí vai. O espetáculo também conta com a “participação” de Mercury, que aparece por meio de um telão. “Há um momento muito especial, em que ele faz um dueto com Paul, cantando e tocando piano. Nessa hora, as pessoas costumam se emocionar”, diz o guitarrista.
O Brasil será, por coincidência, a parada final da turnê de Queen e Paul Rodgers. Após tocarem em São Paulo, eles vão para o Rio de Janeiro, onde se apresentam dia 29 (sábado) no HSBC Arena, e c’est fini. “Estamos ocupados há muito tempo sem parar: excursionamos, fizemos o disco, ensaiamos e voltamos para a estrada. Agora, precisamos de um descanso”, desabafa Taylor, do alto de seus 59 anos.
Fonte: www.virgula.com.br
A password will be e-mailed to you.