O repórter Jotabê Medeiros, do jornal O estado de S. Paulo, conversou com Roger Taylor, pelo telefone.
Leia Aqui a entrevista completa Clicando Aqui
Fonte: Estadão
O repórter Jotabê Medeiros, do jornal O estado de S. Paulo, conversou com Roger Taylor, pelo telefone.
Leia Aqui a entrevista completa Clicando Aqui
Fonte: Estadão
Nota do Terra relata que Krist Novoselic, ex-baixista do NIRVANA, disse que foi auxiliado por Brian May, guitarrista do QUEEN, após sofrer um acidente durante apresentação na MTV norte-americana em 1992.
O que ocorreu é que, durante o show, transmitido ao vivo, Novoselic jogou seu instrumento para cima e tentou pegá-lo. Mas por um erro de cálculo, o baixo acabou atingindo-o na cabeça. “Quando vi, tinha sido atingido na frente de 300 milhões de pessoas”, disse Krist, que relatou ainda ter sido recebido por Brian May nos bastidores.
http://whiplash.net
Reportagem do programa TV Esporte Notícias, da Rede TV, sobre a volta do Queen no Brasil. Assista Aqui
Agradecimentos a Tainara
Em matéria publicada na Folha Online, o guitarrista Brian May defende a atual formação do QUEEN, que conta com Paul Rodgers no vocal: “Temos já três anos de interação com ele. Estivemos em duas turnês juntos. A diferença é que agora temos material novo, o que significa muito pra gente. Não estamos só repetindo o passado, sabe? Não estamos mortos. Claro que fazemos os hits. Lógico que sabemos que as pessoas querem ouvir as canções antigas. Então tocamos hits do Queen e alguns hits das bandas de Paul Rodgers. Não tocamos tudo porque demoraria 24 horas. E temos alguns momentos especiais, com Freddie cantando no telão, enquanto nós tocamos ao vivo”.
Fonte: http://whiplash.net
Banda inglesa vem ao Brasil com Paul Rodgers nos vocais.
Última apresentação do Queen no país foi no Rock in Rio de 1985.
Começa nesta quarta-feira (26) a mini-turnê da banda Queen pelo Brasil. O primeiro show da banda, que vem acompanhada do cantor Paul Rodgers, é em São Paulo, no Via Funchal. O grupo volta a tocar na capital paulista na quinta (27) e se apresenta no Rio de Janeiro no sábado (29).
A banda voltou a fazer turnês em 2005, assinando como Queen + Paul Rodgers (o volcalista original do Queen, Freddie Mercury, morreu em 1991). Em 2008, lançaram o disco “The cosmos rocks”, primeiro álbum de inéditas desde “Made in heaven”, de 1995. A última vez que a banda tocou no Brasil foi durante a primeira edição do festival Rock in Rio, em 1985.
Sobre as apresentações recentes da banda, Rodgers disse nesta terça (25), em entrevista coletiva em São Paulo, que “os shows dessa turnê são muito completos, com diversas mudanças de clima. É uma apresentação longa, mas parece que passa rapidinho”.
Queen no Brasil
São Paulo
Quando: quarta (26) e quinta (27), às 22h
Onde: Via Funchal, R. Funchal, 65, Vila Olímpia, tel. (11) 3188-4148
Quanto: Pista VIP (em pé): R$ 800 / Pista: R$ 270 / Mezanino: R$ 350 / Camarote: R$ 900
Rio de Janeiro
Quando: sábado (29), às 22h
Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 500 (camarote) / R$ 400 (vip) / R$ 180 (pista) / R$ 120 (cadeira)
Fonte: G1
O Terra fez uma entrevista exclusiva com o QUEEN + PR em São Paulo, confiram: VEJA AQUI
Fonte: www.terra.com.br
Em 1991 em São Paulo cinco músicos fãs de Queen, decidiram preservar sua memória, formando assim a banda QUEEN COVER. desde então o queen cover segue essa longa carreira de quase 17 anos encantando os fãs de queen até hoje.
o queen cover se apresentará dia 28/11(sexta-feira) no blackmore rock bar, em uma noite “especial queen cover” ,em comemoração ao show de “queen+paul rodgers”.
realmente vale á pena conferir o melhor cover oficial de queen no brasil,cantando seus grandes clássicos.
Al. Dos Maracatins, 1.325 – Moema / SP
Hora: 23:00
Fonte: http://www.balckmore.com.br/
http://www.queen-cover.com/agenda.html
A banda Extreme fez um “Queen Medley” em homenagem aos 17 anos da morte de Freddie Mercury em seu show dia 24 de novembro de 2008 realizado no “Astoria” casa de show na Inglaterra.
Para assistir parte do Medley: CLIQUE AQUI
En***** pelo Amigo Hugo Lima
Queen Net – Reportagem Jornal SBT Brasil SBT – Assista
Ontem, dia 25 de novembro de 2008, passou uma reportagem no JORNAL DO SBT sobre o show do Queen no Brasil.
Para os que não puderam ver, assistam no QN Tube: CLICANDO AQUI
Fonte: SBT Brasil
A equipe Queen Net de jornalismo, devidamente credenciada para participar da ultima coletiva de imprensa do Queen na turnê Queen + PR e o Queen`s Day Team apresenta aos fãs detalhes de tudo que aconteceu hoje.
Após as instruções de normas de conduta para a realização da coletiva de imprensa, a banda apareceu após cinco minutos das orientações dadas para os jornalistas.
A primeira parte foi uma sessão de fotos para a imprensa, na qual os fotógrafos que foram cadastrados devidamente credenciados, tiraram fotos por cerca de 4 minutos.
Logo em seguida, Queen e Paul Rodgers se dirigiram aos seus lugares na bancada. A imprensa credenciada pode então fazer as suas perguntas.
Há um clima de tensão e cansaço da banda com relação aos jornalistas tradicionais que não se preparam para uma coletiva e repetiram, como outros em vários países diferentes, as mesmas perguntas.
Surgia então, um certo repúdio da banda e piadas em relação aos mesmos questionamentos feitos em várias outras entrevistas anteriores.
Ao ser questionado sobre quem tocou baixo no novo CD “The Cosmos Rocks”, Paul foi bem enfático ao dizer que assumiu esse papel e que John Deacon é um baixista sensacional. Em meio a brincadeiras de Roger e Brian sobre o paradeiro de John, na pergunta: “Onde está John Deacon”, Roger brincou. Brian afirmou “Nós sentimos sua falta, mas nós respeitamos sua decisão, ele quer ter uma vida difrente…”.
O clima na entrevista era como um bate papo, no qual alguns jornalistas, apesar de insistirem em questionar Paul x Freddie, a banda respondia sempre da mesma forma: “O legal do Paul é que ele nunca, em nenhum momento, imita Freddie”, afirmou Roger Taylor.
Quando a jornalista do Queen Net questionou Paul, sobre o que seus fãs achavam de seu novo projeto, o ex-vocalista do Bad Company e Free foi enfático “Boa Pergunta, alguns fãs pensaram:” huuum, Queen?… bem isso pode não pode dar certo”, porém ao longo do percurso foram vendo que dá certo”
Brian também foi questionado sobre o que era mais dificil em sua opinião, se tocar, compor boas músicas de rock, ou escrever um livro de astrofisica.
A resposta: “com certeza, compor boas músicas, mas que o trabalho mais dificil era o do Paul, que é cantar nos shows”.
Outra pergunta interessante foi se houve alguma música no novo disco que foi mais produzida e qual foi a mais simples. Paul respondeu que a música mais tranquila foi Voodoo”, que foi algo que fluiu como uma Jam Session, Roger completou falando que a música mais elaborada foi “C-Lebrity” e Brian fechou a questão afirmando que “no novo disco não havia nenhuma “Bohemian Rhapsody” em termos de produção”.
Questionados sobre como se sentiam tocando em um local pequeno, já que o primeiro show da turne foi com 350 mil pessoas e no via funchal seriam 6 mil pessoas por noite, a resposta foi bem enfatica,”essa decisão cabe ao promotor do show” diz May.
O Queen Net disponibilizará em vídeo a coletiva de imprensa, realizando a cobertura completa sobre o retorno de Brian e Roger ao Brasil.
Redação de Jornalismo Queen Net Queen Fã Clube do Brasil.
Milene Durão MTE:13 619
Em 1985, o Queen pisava pela segunda e última vez no Brasil para tocar no Rock In Rio. Agora, 23 anos depois, metade da banda está de volta com outro vocalista e uma nova turnê. Brian May, Roger Taylor e o ex-Free Paul Rodgers, agregado ao nome do grupo, falaram com a imprensa nesta terça-feira (25), em São Paulo, sobre a nova fase e os shows que farão esta semana no país.
Queen + Paul Rodgers se apresenta nesta quarta (26) e quinta-feira (27) em São Paulo, no Via Funchal, e encerra sua passagem pelo Brasil no dia 29 no Rio de Janeiro, no HSBC Arena. A nova turnê faz parte do lançamento do álbum “The Cosmos Rocks”, que marca a volta do grupo aos estúdios depois de 13 anos e sem o vocalista Freddie Mercury, que morreu em 1991.
Para Brian May, guitarrista desde a formação original, a principal diferença entre a apresentação de 1985 e a atual é que agora eles tocam melhor. “Nosso show está completo. É longo, mas o tempo voa”, completa o baterista Roger. Com “longo”, ele refere-se ao setlist que a banda tem apresentado na nova turnê: são mais de 30 músicas, entre solos de baixo, guitarra e bateria.
Veja fotos do show de Queen + Paul Rodgers que vem ao Brasil
Queen vai relançar todos os seus álbuns de estúdio em vinil
Assista clipe de “Another One Bites The Dust”, do Queen
Prometem que os hits estão todos lá: “I Want To Break Free”, “Radio Ga Ga”, “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You” e “We Are The Champions”. O repertório de Queen + Paul Rodgers divide espaço com as novas composições assinadas ao lado de Rodgers, como “C-Lebrity”, “We Believe” e a faixa que dá título à turnê, “The Cosmos Rockin’”.
Segundo o trio, há momentos guardados para os velhos fãs, como a presença de Freddie Mercury num telão. “E temos o maior telão de LCD do mundo”, brinca Rodgers.
Sem o baixista original John Deacon, no palco o trio conta com Danny Miranda, ex-Blue Öyster Cult. Sobre a saída de Deacon e o que ele estaria achando da volta do Queen, Roger brinca: “ele desapareceu. Também gostaríamos de saber sua opinião”. Brian ri e, com um ar mais sério, completa: “temos que respeitar sua decisão”.
Com uma nova formação, o Queen abre as portas também para uma nova geração de fãs. Brian conta que fica deslumbrado com a platéia que tem aparecido nos shows. “São pessoas mais jovens. É fantástico! Na Alemanha é que ainda temos fãs mais velhos, mas na maioria dos lugares vão pessoas mais novas”.
“Nós queríamos chamar Beatles”
A pergunta que sempre surge no ar por onde quer que estejam Brian, Roger e Paul é: por que voltar a usar o nome Queen? De tanto ser questionado, Paul já leva na brincadeira: “vocês têm alguma sugestão de nome? Nós queríamos chamar Beatles, mas acho que não deixariam”.
Para Brian, que passou a metade de sua vida com o nome Queen, seria estúpido usar outro nome. “Não faria sentido fingir que não temos um passado porque são os mesmos integrantes fazendo a mesma música”.
Sem querer briga com os fãs mais xiitas, Paul faz questão de afirmar que não está substituindo ninguém. “Eu me juntei a eles, estou agregado. Por isso nos chamamos Queen + Paul Rodgers”.
A química é tão grande que, entre si, não poupam elogios. “Foi um desafio para mim porque Brian e Roger são músicos excepcionais”, diz Paul, sentado entre os músicos. “Paul foi ideal. Ele não tenta ser Freddie Mercury, além de ter sido um dos cantores preferidos dele [Freddie]“, lembra Roger.
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Da Redação
QUEEN + PAUL RODGERS
Quando: 26 e 27/11 em São Paulo
Onde: Arena Via Funchal (rua Funchal, 65, Vila Olímpia)
Preços: de R$ 270 a R$ 900
Informações: www.viafunchal.com.br
Quando: 29/11 no Rio de Janeiro
Onde: goo (avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)
Preços: de R$ 120 a R$ 500
Informações: www.hsbcarena.com.br
Banda se apresenta quarta (26) e quinta (27) em SP e sábado (29) no Rio.
‘Nosso reencontro foi um acidente feliz’, diz o guitarrista Brian May.
Lígia Nogueira
Do G1, em São Paulo
“Não mudamos nada nesse novo disco. Estou velho demais para mudar”, explicou o guitarrista Brian May, integrante original do Queen, em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (25) em São Paulo. Liderado pelo cantor Freddie Mercury, o Queen ficou famoso mundialmente nos anos 70 e 80 graças a hits como “We will rock you”, “I want to break free” e “Radio Ga Ga”. Com a morte do vocalista, em 1991, May e o baterista Roger Taylor decidiram dar continuidade às atividades do grupo.
Em 2005, o roqueiro Paul Rodgers – ex-Bad Company – foi convidado a atuar como vocalista. O trio lançou em setembro deste ano seu primeiro álbum de inéditas, “The cosmos rocks”. É esse trabalho que a banda traz ao Brasil em sua turnê mundial, que passa por São Paulo nesta quarta (26) e quinta (27) e pelo Rio de Janeiro no sábado (29). “Nesta nova fase, nada foi planejado”, dissse May. “Decidimos esperar para ver como seria a química entre nós três.”
Brian May, Paul Rodgers e Roger Taylor, do Queen, participam de coletiva de imprensa na manhã desta terça (25) em São Paulo. ‘Nosso reencontro foi um acidente feliz’, diz May. (Foto: Daigo Oliva / G1)
Questionado sobre a possibilidade de mudar o nome do grupo, uma vez que apenas dois integrantes fazem parte da formação original, o guitarrista respondeu com bom humor: “Não faria sentido nesse momento fingir que não temos um passado. Queria saber a opinião de vocês sobre como deveríamos nos chamar. Pensei em Beatles, mas não sei se fica legal.”
Voltar a tocar juntos foi um “acidente”, contaram Taylor e May. “Não tínhamos um plano, uma diretriz”, falou o guitarrista. “Reencontrei Paul numa situação que parecia ser o momento certo de fazermos algo juntos.” Rodgers concordou: “Tudo isso foi uma grande surpresa. Começamos a nos reunir só por diversão, e de repente acabou virando duas turnês mundiais e um disco novo.”
Segundo o baterista, “Paul Rodgers foi a escolha ideal para assumir os vocais”. “Ele não tentava ser Freddie Mercury, e era um dos cantores favoritos dele”. “Para mim, é um desafio muito excitante”, completou Rodgers. “Eles são músicos excepcionais e o repertório é muito amplo.”
“Nós tocamos muito melhor hoje”, disse Paul Rodgers. “Os shows dessa turnê são muito completos, com diversas mudanças de clima. É uma apresentação longa, mas parece que passa rapidinho.”
Os músicos se lembraram de quando tocaram em São Paulo em 1981. “Foi um momento memorável, o público foi fantástico. Foi um desafio muito grande, afinal, era uma platéia imensa e apenas nós quatro no palco.”
Os integrantes falaram ainda sobre a ausência do baixista John Deacon, que não faz parte da banda em sua fase atual. “Sentimos a falta dele, mas respeitamos a sua escolha.”
Queen no Brasil
São Paulo
Quando: quarta (26) e quinta (27), às 22h
Onde: Via Funchal, R. Funchal, 65, Vila Olímpia, tel. (11) 3188-4148
Quanto: Pista VIP (em pé): R$ 800 / Pista: R$ 270 / Mezanino: R$ 350 / Camarote: R$ 900
Rio de Janeiro
Quando: sábado (29), às 22h
Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 500 (camarote) / R$ 400 (vip) / R$ 180 (pista) / R$ 120 (cadeira)
Fonte: G1
Banda se apresenta em São Paulo e no Rio com dois integrantes da formação original, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor
A nova encarnação do Queen não é o Queen, apesar de ter o mesmo nome, repertório similar e dois membros da formação original. Confuso, não? “Somos uma junção. Sempre deixamos isso muito claro”, definiu o guitarrista Brian May em entrevista realizada nesta terça-feira (25). Seja como for, o fato é que ele e o baterista Roger Taylor, integrantes remanescentes do grupo inglês, uniram-se ao vocalista Paul Rodgers (ex-Bad Company e Free) para a “banda” chamada Queen + Paul Rodgers, que faz show quarta e quinta-feira (26 e 27) no Via Funchal, em São Paulo.
Iniciado há três anos, o projeto começou apenas por diversão, de acordo com os três músicos. “A idéia foi fazer alguns shows só para curtir. Mas a química entre nós rolou de maneira excelente”, explicou Rodgers. “O resultado foram duas turnês e um novo disco”, completou, falando sobre The Cosmos Rocks, CD lançado este ano apenas com faixas inéditas compostas pelos três. O trio decidiu manter o nome de Queen para o projeto, apenas acrescentando o nome do cantor inglês, fato que gerou bastante polêmica entre os fãs. “Não teria sentido mudarmos o nome. Seria como se fugíssemos de nosso passado, já que fazemos a mesma música”, disse May. “Poderíamos nos chamar Beatles, mas acho que não deixariam”, respondeu o vocalista, em tom de zoeira.
Segundo eles, os fãs têm gostado bastante da nova configuração da banda, mesmo com Paul no lugar do carismático vocalista Freddie Mercury, morto de AIDS em 1991, e sem o baixista John Deacon, que decidiu se aposentar da música. “Tem sido fantástico. Para nossa surpresa, encontramos muitos jovens nas platéias dos nossos shows”, exclamou Taylor. “Muitos deles cantam todas as músicas e até os solos de guitarra. Incrível!”, complementou May.
Os músicos garantem que cerca de cinco músicas do novo álbum estarão nos shows realizados por aqui. Tambem farão parte do repertório canções das bandas anteriores de Rodgers e, claro, os grandes sucessos do Queen: Bohemian Rhapsody, Crazy Little Thing Called Love, The Show Must Go On, Radio Ga Ga e por aí vai. O espetáculo também conta com a “participação” de Mercury, que aparece por meio de um telão. “Há um momento muito especial, em que ele faz um dueto com Paul, cantando e tocando piano. Nessa hora, as pessoas costumam se emocionar”, diz o guitarrista.
O Brasil será, por coincidência, a parada final da turnê de Queen e Paul Rodgers. Após tocarem em São Paulo, eles vão para o Rio de Janeiro, onde se apresentam dia 29 (sábado) no HSBC Arena, e c’est fini. “Estamos ocupados há muito tempo sem parar: excursionamos, fizemos o disco, ensaiamos e voltamos para a estrada. Agora, precisamos de um descanso”, desabafa Taylor, do alto de seus 59 anos.
Fonte: www.virgula.com.br
**Tue 25 Nov 08**
FREDDIE ROCKS
This painting by Lena K. captures the indomitable spirit of Freddie really well, I think … thanks Lena …

and …
Dear Freddie ..
You’ll be hearing a big resonance in Brazil, the day after tomorrow … It won’t be 1986 again, but there will be some great new energy flowing … I feel it already. And your songs will be filling the air. Rock !!!
Love
Bri
© brianmay.com
Mais ou menos traduzindo:
“Esta pintura de Lena K. capta realmente bem o espírito indomáveis de Freddie, eu acho … Obrigado Lena …
e …
Caro Freddie ..
Você estará ouvindo uma grande ressonância no Brasil, depois de amanhã … Não será 1986 novamente, mas haverá alguma nova grande energia fluindo … Acho que isto já é sentido. E suas músicas vão estar enchendo o ar. Rock!
Amor
Bri”
Lindo!!! Lindo!!! Lindo!!! Simplesmente Lindo!!!
Fonte: brianmay.com
Banda se apresenta quarta (26) e quinta (27) em SP e sábado (29) no Rio.
‘Nosso reencontro foi um acidente feliz’, diz o guitarrista Brian May. Não mudamos nada nesse novo disco. Estou velho demais para mudar”, explicou o guitarrista Brian May, integrante original do Queen, em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (25) em São Paulo. Liderado pelo cantor Freddie Mercury, o Queen ficou famoso mundialmente nos anos 70 e 80 graças a hits como “We will rock you”, “I want to break free” e “Radio Ga Ga”. Com a morte do vocalista, em 1991, May e o baterista Roger Taylor decidiram dar continuidade às atividades do grupo.
Em 2005, o roqueiro Paul Rodgers – ex-Bad Company – foi convidado a atuar como vocalista. O trio lançou em setembro deste ano seu primeiro álbum de inéditas, “The cosmos rocks”. É esse trabalho que a banda traz ao Brasil em sua turnê mundial, que passa por São Paulo nesta quarta (26) e quinta (27) e pelo Rio de Janeiro no sábado (29). “Nesta nova fase, nada foi planejado”, dissse May. “Decidimos esperar para ver como seria a química entre nós três.”
Questionado sobre a possibilidade de mudar o nome do grupo, uma vez que apenas dois integrantes fazem parte da formação original, o guitarrista respondeu com bom humor: “Não faria sentido nesse momento fingir que não temos um passado. Queria saber a opinião de vocês sobre como deveríamos nos chamar. Pensei em Beatles, mas não sei se fica legal.” Segundo o baterista, “Paul Rodgers foi a escolha ideal para assumir os vocais”. “Ele não tentava ser Freddie Mercury, e era um dos cantores favoritos dele”. “Para mim, é um desafio muito excitante”, completou Rodgers. “Eles são músicos excepcionais e o repertório é muito amplo.”
Os músicos se lembraram de quando tocaram em São Paulo em 1981. “Foi um momento memorável, o público foi fantástico. Foi um desafio muito grande, afinal, era uma platéia imensa e apenas nós quatro no palco.”
Os integrantes falaram ainda sobre a ausência do baixista John Deacon, que não faz parte da banda em sua fase atual. “Sentimos a falta dele, mas respeitamos a sua escolha.”
Queen no Brasil
São Paulo
Quando: quarta (26) e quinta (27), às 22hOnde: Via Funchal, R. Funchal, 65, Vila Olímpia, tel. (11) 3188-4148
Quanto: Pista VIP (em pé): R$ 800 / Pista: R$ 270 / Mezanino: R$ 350 / Camarote: R$ 900
Rio de Janeiro
Quando: sábado (29), às 22h
Onde: HSBC Arena, Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 500 (camarote) / R$ 400 (vip) / R$ 180 (pista) / R$ 120 (cadeira)
Fonte: http://g1.globo.com

O próximo fim de semana será intenso para os amantes do rock na Barra. No sábado, dia 29, depois de 23 anos, o grupo Queen volta à cidade para mais um show da turnê The Cosmos Rock, em que Paul Rodgers assume os vocais no lugar do lendário Freddie Mercury, morto em 1991. O show, na Arena, promete lembrar todos os antigos sucessos da banda, além de músicas do CD mais recente lançado pelo agora trio: Paul Rodgers, Brian May e Roger Taylor.
No dia seguinte, é a vez do rock brazuca tomar conta do palco a Arena. O show Rock de todos os tempos vai começar por volta das 15h, com apresentação da novata Playmobile, banda formada via Internet. Depois, sobem ao palco os mineiros do trike, os Detonautas e o Biquini Cavadão. Encerrando a noite, o Capital Inicial.
Fonte: oglobo
Cantor ainda é referência para várias idades e classes sociais
Dolores Mendes
O ano era 1985. No palco do Rock in Rio, Freddie Mercury começava a cantar “Love of my Life”. O público cantou mais alto. Ele se calou e deixou que milhares de brasileiros gritassem um inglês quase perfeito da música mais comercial do Queen. No final, o vocalista elogiou: “Beautiful”.
Freddie Mercury morreu no dia 24 de novembro de 1991, um dia depois de ter anunciado que estava com aids. Sua casa, que foi passada por testamento à sua ex-namorada Mary Austin, recebeu muitos buquês de flores na época e continua a receber até hoje.
A morte do cantor foi uma perda para fãs do mundo inteiro e sua voz continua sendo ouvida por gente de várias idades e classes sociais.
O professor Winston Bacelar, 42 anos, mantém os discos em vinil e, de tanto ouvi-los, contagiou toda a família. “Sempre gostei das novidades que o grupo implementava, das junções rock e música clássica, continuo ouvindo vinil até hoje”, afirmou.
Os filhos de Winston aprenderam a gostar de Freddie Mercury e cantam “Bycicle Race” com facilidade. “De tanto ouvir as músicas do Queen, eles aprenderam e gostam muito”, disse o professor, fã desde 1984.
O cartunista Maurício Ricardo Quirino não só ouve como também canta. A banda da qual faz parte, Octopus, faz cover do Queen e o resultado é sempre surpreendente.
“As pessoas gostam tanto do Queen, que, quando anunciamos um cover no London, não colocamos menos de mil pessoas lá dentro”, afirmou Maurício Ricardo. Ele se apaixonou pelo rock da banda inglesa em 1975, quando a música era mais pesada, mais guitarra, depois o Queen deu uma amenizada no ritmo, mas não perdeu os fãs.
Maurício Ricardo tinha 17 anos quando saiu de Uberlândia para ver o primeiro show de rock no Morumbi, em São Paulo. “Foi um megaespetáculo e eu tive a oportunidade de ver a performance tão falada do Freddie Mercury ao vivo, foi emocionante”, afirmou.
Vocalista criou geração sem preconceitos
Quando começaram a circular pelo mundo as piadinhas de que o visual “macho” de Freddie Mercury não passava de uma máscara para um homem bastante afeminado, os fãs masculinos do cantor começaram a ser chamados de simpatizantes de gay.
Poucos se importaram com isso e, com o tempo, a bissexualidade de Freddie foi ofuscada pelo talento com a música. “Nós que sempre fomos apaixonados pelo rock do Queen acabamos nos livrando da homofobia, a banda deixou uma legião de fãs heterossexuais que não se importam com a opção sexual de Freddie Mercury, porque eles eram muito bons e se impuseram pela arte”, disse o chargista Maurício Ricardo.
Ele lembra que, como Freddie, também os cantores brasileiros Renato Russo e Cazuza morreram com aids e, embora tenha significado uma grande perda para o mundo do rock, contribuíram com a disseminação de uma cultura menos preconceituosa, sem homofobia e de puro amor ao rock.
Freddie Mercury era bissexual, nasceu na Tanzânia. Depois de se formar em sua terra natal, mudou-se com a família em 1964 para a Inglaterra.
Ele tinha 18 anos e formou-se em Design Gráfico e Artístico na Ealing Art College. Freddie era aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A.
Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile — Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista —, e levou Freddie para participar dos ensaios.
Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda, que passa a se chamar Queen. Freddie decide mudar o seu nome para Mercury. Ainda em 1970 ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu sua orientação sexual e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida.
Queen sem Freddie vem ao Brasil nesta semana
O nome chega a causar confusão: Queen + Paul Rodgers. “Mas quem é esse tal de Paul Rodgers, que acha que pode substituir o lendário Freddie Mercury nos vocais do sagrado Queen?”
Rodgers é, simplesmente, um dos maiores nomes do rock da década de 70. Quando ajudou a fundar o Free e o Bad Company, inseriu no gênero um estilo de cantar que foi imitado por muitos, inclusive por Freddie Mercury. “Freddie (morto em novembro de 1991, vítima da aids) tinha-me como inspiração, o que me surpreendeu quando eu soube. Brian (May, guitarrista) e Roger (Taylor, baterista) me disseram que o álbum `Fire and Water`, do Free, era uma espécie de `Bíblia` para Freddie, um disco que o inspirou muito”, afirmou Rodgers por telefone.
Segundo o simpático vocalista, a união não veio para que um substituto de Mercury se intrometesse na história de um dos maiores nomes da trajetória do rock: “Eu não me uni ao Queen. Nós unimos forças. Por isso nos chamamos Queen + Paul Rodgers. Estamos nessa pela música”, disse.
Tudo começou em 2005, quando May e Taylor decidiram chamar o vocalista de 58 anos para tocar em dois shows em Londres. “Tudo uma brincadeira”, afirmou Rodgers. As duas partes gostaram tanto do resultado, que uma turnê européia seguida por uma mundial se estabeleceram após o choque. Sem o baixista John Deacon, Danny Miranda, ex-Blue Öyster Cult, foi recrutado.
No início, Rodgers disse que os shows seriam bem diferentes dos que o público paulistano verá nas próximas quarta e quinta-feira, no Via Funchal. “Íamos tocar metade das músicas do Queen e metade da minha carreira com o Free e o Bad Company. Mas como o Queen não saía em turnê por tanto tempo (desde 1986, com sua formação original), decidimos de comum acordo que seria melhor deixarmos a maior parte das músicas do repertório para as músicas do Queen.”
Os fãs poderão escutar boa parte das músicas que transformaram Freddie em um herói: “We Will Rock You”, “Love Of My Life”, “Radio Ga Ga” e “The Show Must Go On” são algumas delas. Para encarnar na pele do insubstituível Mercury, Rodgers disse ter se esforçado ao máximo: “Conhecia bem as músicas óbvias, como `We Will Rock You`, `We Are the Champions` e `Tie Your Mother Down`, mas tive de aprender músicas como `I Want You Break Free` e `The Show Must Go On`.”
Os obstáculos de Rodgers não parariam por aí. Além de estar mexendo com um público que já consumiu perto de 300 milhões de cópias de discos, o cantor teve que dar uma recauchutada na voz. “Não mudamos o tom de nenhuma música. Muita gente acha que estamos dois tons abaixo do da época do Freddie, mas não. Tive de treinar muito a minha voz. Esse foi o meu maior desafio, mas adorei o processo”, afirmou Paul.
Além dos clássicos do Queen e de pitadas esporádicas de Bad Company e Free, as apresentações da próxima semana terão canções do novo álbum lançado pelo quarteto chamado “The Cosmo Rock”. De acordo com Rodgers, fã de Otis Redding, B. B. King e Albert King, tanto os fãs do Queen como os seus têm aprovado a união: “Este é um projeto revolucionário, que só poderia funcionar dessa maneira, porque obviamente, Freddie não pode estar aqui.” O álbum duplo “Return of the Champions”, de 2005, é uma boa amostra do que esperar da performance do trio ao vivo.
Sobre Freddie Mercury, Rodgers diz se arrepender de não ter tido oportunidade para conversar quando se encontraram uma única vez. “Foi em 1974 quando o Queen veio fechar contrato com o meu empresário, o Peter Grant, também empresário do Led Zeppelin. Não tive tempo de falar com ele, só de dar um alô. Quanto mais conheço seu trabalho, mais o admiro.”
Serviço
Queen + Paul Rodgers. Via Funchal. Rua Funchal, 65, Vila Olímpia, Zona Sul de São Paulo (11) 3188-4148. Dias 26 (quarta) e 27 (quinta), às 22h. De R$ 270 (pista) a R$ 900 (camarote). Mais informações, acesse.
Vocalista era o melhor compositor da banda
Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como “Bohemian Rhapsody”, “Somebody To Love”, “Love Of My Life” e “We Are the Champions”.
Em 25 de novembro de 1992 foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie) em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar.
Os membros remanescentes dos Queen fundaram uma associação de caridade em seu nome, The Mercury Phoenix Trust, e organizaram, em 20 de abril de 1992, no Wembley Stadium, o concerto beneficente The Freddie Mercury Tribute Concert para homenagear o trabalho e a vida de Freddie. O cantor também ficou conhecido pelo pseudônimo Larry Lurex e pelo apelido Mr. Bad Guy.
Curiosidades
* Freddie Mercury, por toda sua vida, nunca soube dirigir nenhum automóvel
* Freddie Mercury tinha uma paixão peculiar por gatos. Essa paixão era tão exagerada, que, durante o intervalo de gravações do álbum “Innuendo”, ele apresentou uma música em homenagem a sua gata, Delilah (Dalila). O problema é que o baterista, Roger Taylor, não gostou da música e saiu do estúdio, só voltando no dia seguinte. Mesmo assim, a música “Delilah” foi gravada
* Seu maior sonho era cantar ao lado de Montserrat Caballé, realizando-o em 1988, com o álbum “Barcelona”.
* Freddie nunca se casou com Mary Austin, foram apenas namorados. Mesmo depois de terminar, continuaram grandes amigos. Grande parte de sua herança foi destinada a ela.
* Também morreu no mesmo dia o baterista da banda Kiss, Eric Carr. A banda jamais viajava junto de avião. Dos quatro integrantes, viajam de dois em dois em aviões separados, pois se o avião caísse, a banda poderia continuar com os outros dois integrantes.
PROVÁVEIS MÚSICAS DO SHOW
“Hammer To Fall”
“Tie Your Mother Down”
“Fat Bottom Girls”
“Another One Bites the Dust”
“I Want it All”
“I Want To Break Free”
“C-lebrity”
“Surfs Up… Schools Outs Seagull’ (Bad Company)”
“Love of my Life”
“39”
“Solo de bateria”
“I’m in Love with My Car”
“A Kind of Magic”
“Say its Not True”
“Voodoo”
“Feel Like Making Love (Bad Company)”
“We Believe”
“Solo de guitarra”
“Bijou”
“Last Horizon”
“Radio Ga Ga”
“Crazy Little Thing Called Love”
“The Show Must Go On”
“Bohemian Rhapsody”
“Cosmos Rockin’”
“All Right Now (Free)”
“We Will Rock You”
“We Are the Champions”
http://www.correiodeuberlandia.com.br/texto/2008/11/23/33346/o_legado_de_freddie_mercury.html
Por: Karine Tavares
Não vai ter lama do primeiro Rock in Rio, nem a presença insubstituível do vocalista Freddie Mercury,
morto em 1991. Ainda assim, esta será uma chance única de relembrar os sucessos do Queen
ao vivo, num show em que o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor estarão acompanhados
do cantor Paul Rodgers. Um das mais importantes da história do rock, a banda se apresentará
somente no próximo sábado, na HSBC Arena.
A passagem pela cidade faz parte da turnê de lançamento do álbum “The Cosmos Rocks”, que
marca a volta do grupo aos estúdios depois de 13 anos e é seu primeiro disco sem Freddie Mercury.
No domingo, o rock continua com o festival “Rock de todos os tempos.
O Globo – Barra / Por Marta Grisolia
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