No dia 15 de novembro, sábado no Teatro Arthur Rubinstein, no Clube Hebraica, às 21 horas, Edinho Santa Cruz e Banda farão o show NA ESTRADA DO ROCK IN CONCERT, com grande orquestra.

O show será o mesmo do DVD, lançado recentemente pela Universal Music, e toda a renda da bilheteria será destinada ao Grupo Chaverim, uma Associação Assistencial e Beneficente dedicada a jovens e adultos portadores de deficiência.

Detalhes do CD/DVD “NA ESTRADA DO ROCK IN CONCERT”: Acesse Aqui

Detalhes do Show:
Dia: Sábado 15/11/2008
Local: Teatro Arthur Rubinstein – no Clube Hebraica
Horas: às 21 horas

Maiores informações:
contato@edinhosantacruz.com.br
www.edinhosantacruz.com.br
Fonte: Edinho Santa Cruz por e-mail

LONDRES – Brian May, guitarrista do Queen, teria ficado desapontado ao saber que sua participação no novo CD do Guns n’ Roses, Chinese democracy, pode ter sido vetada da sua versão final.

Em 99, o músico gravou partes da faixa Catcher n’ the rye, mas rumores apontam que sua guitarra não esteja presente no CD em si.

– É uma pena. Eu coloquei muito trabalho nesta faixa e acabei ficando bem orgulhoso – disse o guitarrista em seu blog oficial. – Eu entendo se Axl prefere que este álbum reflita o trabalho dos integrantes atuais e o momento que vive a banda.

Chinese democracy, que tem seu lançamento prometido há 14 anos, tem previsão de chegar às lojas nos EUA no dia 24 deste mês.
Fonte: jbonline.terra.com.br

FREDDIE

FREDDIE

Loja

Sem comentário..rsssssss

No último dia 04, no blog oficial de Paul Rodgers no site de relacionamentos “Myspace.com”, cujo título é Turnê na América do Sul foram mencionadas ou postadas seguintes datas:

SOUTH AMERICA SHOWS

1. Wed 19th Nov – Santiago, San Carlos de Apoquindo Stadium
2. Fri 21st Nov – Buenos Aires – Velez Sarsfield
3. Weds 26th Nov – Sao Paulo, Via Funchal Arena
4. Thu 27th Nov- Sao Paulo, Via Funchal Arena

5. Sat 29th Nov – Rio, HBS Arena

Significa que o show do dia 29 próximo será o último da tour do Q+PR para este ano.

Nos sites oficiais de Brian May, do Queen e no do HSBC Arena não constam tal data.

Procurados pela equipe de jornalismo do Queen Net, a assessoria de imprensa do HSBC não nega e não confirma o último concerto do Queen+Paul Rodgers no Brasil, apenas diz que estão em “negociações”.

Entretanto, a Assessoria de imprensa do Queen, afirma que o show será anunciado a qualquer momento, faltando somente os últimos acertos.
Redação de Jornalismo Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil
Agradecimentos a: Niege Caldas, Marta Grisolia

Pesquisa britânica para o lançamento do game Guitar Hero III elegeu o vocalista do Queen como o maior roqueiro de todos os tempos, seguido de Elvis e Hendrix

Ao que parece, a era dos videogames não dispensa – pelo contrário, aplaude – ícones do passado.

Uma pesquisa realizada pela revista britânica Q, parte de uma ação de lançamento do jogo Guitar Hero III: Legends of Rock, afirma que Freddie Mercury, do Queen, é o músico mais importante do rock. Logo atrás dele vêm Elvis Presley e Jimi Hendrix.

O público também constatou que o momento mais importante do rock foi quando Ozzy Osbourne comeu a cabeça de um morcego em seu show.

Além de Mercury, Elvis e Hendrix, estão na lista dos dez primeiros Ozzy Osborne, Jon Bon Jovi, Slash, Meat Loaf, Eric Clapton, Mick Jagger e David Bowie.

http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/1324/

O site da revista Época disponibilizou um infográfico interativo no qual há informações sobre o show do Queen + Paul Rodgers em São Paulo.

Para visualizar o Infografico é necessário ter instalado no seu computador o Flash Player. O link é
http://revistaepoca.globo.com/FlashShow/0,,18838,00.swf

Queenriocas/Época On Line

A já tradicional “We are the champions” foi a música que embalou o início de segunda-feira de Lewis Hamilton. O inglês aproveitou a noite em São Paulo, bebeu mais água que bebida alcoólica e percebeu o que conquistara no domingo à tarde: o título da F-1.

Durante entrevista no Hotel Hilton, afirmou que saiu renovado da comemoração, pois viu a felicidade geral dos funcionários da McLaren.

“Mais para o fim da noite, estava sentado lá e ouvi uma música, ‘We are the champions’, do Queen. Vi todos os membros de minha equipe, meus mecânicos, meus engenheiros, o pessoal de refeições, os chefes, meu pai, todo mundo. Todos estavam muito felizes”, declarou.

Continuação da Materia

“Ver o quanto você os deixou felizes, o quanto eles trabalharam e o quanto estão satisfeitos foi um sentimento que não pode ser colocado em palavras.”

O campeão sentiu-se bem consigo mesmo e considerou ter sido bem-sucedido no aprendizado, pois, em 2007, perdeu o título pelo mesmo ponto que neste ano deu-lhe a taça. “Foi realmente legal ver essa coisa, e, depois disso, estava pronto para ir para a cama. Aprendi minha lição do ano passado”, disse.

A noite de Hamilton foi sossegada, mas ele às vezes não consegue acreditar no que obteve: “Acordei relaxado nesta manhã, satisfeito e cheio de energia. Senti-me realmente revigorado. E vem à minha mente: ‘Wow, você é um campeão do mundo’. Nunca em milhões de anos pensei que estaria aqui. Tinha sonhado com isso _é por isso que parece que estou sonhando. É por isso que vem à minha cabeça, é para mostrar que é realidade. Então, é uma ótima sensação”.

O mais jovem campeão da história, entretanto, viveu uma grande angústia no fim do GP Brasil, pois estava abaixo da quinta posição e, por Felipe Massa estar em primeiro, o título ia para o brasileiro.

“As duas últimas voltas foram as mais duras de minha carreira inteira. Após a perda de posição [para Vettel], não havia nada a fazer”, disse o inglês, que relatou que estava com menos pressão aerodinâmica que os adversários, o que deixava a pilotagem em chuva mais difícil.

“Acho que, na décima curva, eles disseram-me que Glock estava logo à frente. Ele estava de pneus para seco e sofrendo. Se pudesse ultrapassá-lo, seria ótimo. Não sabia se estava próximo o bastante e somente restavam duas curvas.”

A confirmação do título só veio após o recebimento da bandeirada, o que significou tensão, mas tal sentimento foi seguido de felicidade por ter superado o piloto da Ferrari na classificação final do campeonato.

“Fui para a 11ª curva e vi Vettel ultrapassar [Glock]. Quando o alemão ia para a curva, subi por dentro. Nessa hora, relaxei e pensei que deveria ter feito isso. Esperava que a equipe dissesse: ‘Woo hoo, você venceu o campeonato’. Mas eles não disseram. Então, fiquei em pânico por um segundo. Uma vez que cruzei a linha, fui mais emocional que nunca”, revelou.

Hamilton lembrou que não mais carregará o número 22 no carro, como era neste ano por punição imposta a McLaren em 2007. Agora, será o número um. “Essa é a coisa mais legal que já existiu.”
Fonte: tazio.uol.com.br

A banda Bohemian Queen foi indicada para concorrer ao prêmio da Banca do Blues (RJ) nas categorias melhor banda cover e melhor vocal masculino (Érico Barbeitos)

A escolha definitiva fica por conta do conselho da Banca do Blues.

Na comunidade da Banca do Blues (no site de relacionamentos Orkut) está aberta a votação da escolha de melhor show realizado no local.

Quem quiser votar, o link é:
http://www.orkut. com.br/Main# CommPollResults. aspx?cmm= 19199902&pct=1225270380&pid=1363897933

Segue abaixo a relação das bandas selecionadas e categorias respectivamente.

1) MELHOR BANDA COVER
70 STREET
LIKE A ROLLING STONE
BOHEMIAN QUEEN
RIFF-RAFF
SLOWHANDS
MAMUTE

3) MELHOR VOCAL MASCULINO

ERICO BARBEITOS (BOHEMIAN QUEEN)
LUCIANO RIALY (YELLOW PLANE)
RENATO GRALHA (RIFF-RAFF)
ROGER FARNER (THE OCEAN)
PEDRO FREITAS (LIKE A ROLLING STONE)
MARCELO MANES (MOJO SOCIETY)

Redação de Jornalismo Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil

Gênero: Rock, Covers

Integrantes: Alírio Netto (vocal, piano e violão), Beto Péres (guitarra, piano, violão e backing vocal), Klaus Wurmbauer (baixo e backing vocal), Marcos Tani (vocal e violão) e Gustavo Gazeta (bateria).

A banda brasiliense Os 4 Rainhas voltam ao Bolshoi Pub para mais um tributo ao Queen. Em 2006, o grupo foi convidado para um feito inédito: acompanhar o Coral da Universidade de Brasília e tocar Bohemian Rhapsody ao vivo, na íntegra, – algo que nem o próprio Queen fazia em seus shows, devido à quantidade de vozes gravadas na opereta do meio da música. Por esse feito, dá para deduzir que se trata de um show imperdível em memória a um dos maiores grupos musicais de todos os tempos.

http://www.bolshoipub.com.br/eventos/08-11-2008

Brian May e Roger Taylor surpreenderam o cenário ao se reunirem com o famoso vocalista Paul Rodgers para voltarem aos palcos como Queen+Paul Rodgers. A nova formação, sem John Deacon, que preferiu continuar curtindo sua aposentadoria, fez vários shows, gravou um CD e um DVD ao vivo e agora, finalmente, lança seu álbum de estúdio.

O álbum consegue mesclar os estilos do Queen e de Paul Rodgers: arena rock com blues. Rodgers canta com voz mais grave e tem um alcance menor que o insubstituível Freddie Mercury, mas consegue trazer sua característica ‘bluesy’ ao grupo.

Com o Bad Company, banda que o projetou mundialmente, Rodgers cantava quase como se estivesse apenas falando, sem forçar a voz. Aqui não é tão diferente, mas o que fica evidente é sua incrível capacidade de interpretação, que acrescenta muita emoção às composições, todas de autoria de May, Rodgers e Taylor.

A música que abre o álbum, “Cosmos Rockin’”, é um rockão no estilo de “Tie Your Mother Down” e “Now I’m Here”. Suas partes instrumentais apresentam todas as características do Queen, é impossível não as identificar. Outra faixa que segue o mesmo formato é “C-Lebrity”, que parece “Hammer to Fall”, com um refrão que lembra The Who.

O momento pesado do disco está em “Warboys”. “Surf’s Up…School’s Out” também é um rock rápido, mas bem diferente dos trabalhos da carreira dos dois artistas – é o trabalho mais original do álbum, com vários elementos criativos: teclados com um toque dramático, gritos, gaita, bateria percussiva, muitos arranjos vocais, mudanças de clima, final falso, som de ondas no mar e pássaros. Por outro lado, “Time To Shine” carece de criatividade.

A influência ‘bluesy’ de Paul Rodgers está presente em “Still Burnin’”, um blues pesado carregado de guitarras. Encontramos em “Voodoo” aquele dueto voz e guitarra, como os blueseiros que tocam guitarra e cantam, mas é um pouco arrastada demais. “Through The Night” é um belo blues moderno, do tipo que David Coverdale adoraria cantar.

Há ótimas baladas em “The Cosmos Rocks”. Roger Taylor canta com emoção o início de “Say It’s Not True”, composição em que ele faz os vocais nos palcos há anos. Uma música muito típica de Rodgers é “Small” – nela se pode conferir o seu estilo de cantar quase falando. “We Believe” é aquela canção edificante, do tipo “dêem as mãos e cantem juntos”. A dobradinha piano mais vocal está em boa parte de “Some Things That Glitter”.

O Queen costumava fazer algumas músicas de estilos bem atípicos para uma banda de rock (como o vaudeville de “Seaside Rendezvous”). “Call Me” é um exemplo dessa marca registrada, com seu estilo de trilha musical alegre.

Enfim, “The Cosmos Rocks” não é daqueles álbuns do Queen que pareciam uma coletânea de sucessos, por trazerem várias faixas com aptidão de se tornarem ‘hits’ instantâneos. Está mais para aqueles discos que você ouve uma vez, acha mais ou menos, ouve duas, gosta um pouco mais e, depois da décima vez, já está cantando todas as músicas de cor.
http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/lancamentos/materia.asp?materiaID=2565

Os ingleses Queen vão lançar a sua discografia completa em vinil durante os próximos dois anos através da editora Hollywood Records, noticia o NME.com.

Os discos – desde a estreia com «Queen» (1973) até ao último «Cosmos Rocks» (2008) com o vocalista Paul Rodgers – serão acompanhados de material bónus como cartazes e imagens.

A primeira «fornada» traz «A Night At The Opera», «A Day At the Races», «Sheer Heart Attack», «Queen» e «The Cosmos Rocks», enquanto que na Primavera de 2009 serão editados «Flash Gordon», «News Of The World», «A Kind of Magic», «Innuendo» e uma edição especial de «Queen».

Entretanto, a banda vai lançar no cinema o filme/concerto «Queen + Paul Rodgers: Let the Cosmos Rock», que chega às salas norte-americanas no dia 6 de Novembro.

O filme recupera o recente espectáculo em Carcóvia, na Ucrânia, que teve uma assistência de mais de 350 mil pessoas.
Fonte: http://diario.iol.pt

Hard rock de toquio

guitarra do Brian May esposta na hard rock de Toquio no bairro de roppongi

Bom pessoal, está havendo uma votação para melhor performance ao vivo de diversas bandas. Dentre os concorrentes, está o Queen.
Vocês podem votar em mais de uma opção. Atualmente, Queen se encontra na segunda posição, atrás apenas de Led Zeppelin.
Dêem suas opiniões.

Para votar, basta entrar no site abaixo:
www.thisdayinmusic.com
Fonte: www.thisdayinmusic.com

FREDDIE MERCURY E MONTSERRAT

FREDDIE E MONTSERRAT…
UMA MISTURA MARAVILHOSA!!!!!

THE KING

ESTA FOTO É MARAVILHOSA!!!
FREDDIE ESTA MAGNIFICO…
SEM PALAVRAS,PARA TAMANHA BELEZA
E SIMPATIA…

Viagem direto para o passado do rock

Show do Queen, banda clássica, sem sua figura de frente, Fred Mercury, tem ingressos a preços absurdos

As bandas Queen, que toca aqui novembro, e The Doors, tentam seguir sem suas “almas”Certa vez, Frank Zappa cunhou a seguinte frase: “Um ouvinte típico de rock é um garoto tão analfabeto que não consegue ler nem o selo do disco que acabou de comprar.” Exageros à parte, a sentença cabe, muitas vezes, quando o assunto é show de rock maistream no Brasil. Certos croquetes que vêm ao País são empanados em tamanha picaretagem que a azia é imediata.

A próxima investida pelos palcos brasileiros é da banda Queen, que vem com dois membros originais mais o vocalista Paul Rodgers (ex-Free, ex-Bad Company). Assistir ao Queen sem que seja Freddie Mercury entoando hinos como “Bohemian Rhapsody” e “Love of My Life” é como os Rolling Stones decidirem que sairão em turnê sem Mick Jagger.

Pois os dias 26 e 27/11 estão reservado para tal apresentação. O Via Funchal será o palco para que o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor (os dois remanescentes da formação original do grupo fundado em 1970) pichem com tintas vencidas o legado de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.
Os ingressos para os shows estão sendo vendidos pelo site www.viafunchal. com.br e no telefone (11) 3188-4148. Quem quiser entradas para assistir à apresentação pode preparar o discurso para o avalista. Uma pista VIP (em pé) está sendo vendida por R$800. Quem quiser pagar menos terá de sacar R$ 270 (pista). O ingresso mais caro é para o setor de camarotes, R$ 900. Brian May e Roger Taylor retornam ao Brasil após 20 anos. O repertório será dividido entre o novo álbum, The Cosmos Rocks, além de sucessos de uma carreira de mais de 30 anos. Vale lembrar que este é o primeiro disco do grupo em 13 anos e o primeiro sem o vocalista e alma da banda Freddie Mercury.

The Cosmos Rocks dói no ouvido. Sua primeira frase sintetiza o clichê que a banda destila por suas 14 faixas. “Que planeta é esse? Que seja o do rock’n’roll”, canta uma voz sinistra na abertura de “Cosmos Rockin”. Imagine o restante do CD? Não é à toa que John Deacon, baixista da primeira formação do grupo e compositor de sucessos como “Another One Bites the Dust” e “I Want to Break Free”, não deu às caras no projeto. Deacon só aceitaria o retorno da banda com George Michael nos vocais. Michael mostrou ser a pessoa certa – caso isso existisse – quando interpretou a canção “Somebody To Love” na homenagem realizada a Freddie Mercury no estádio de Wembley, em 1993.

Casa cheia — Não é surpresa se os ingressos já estiverem esgotados. Na última passagem pelo País, em 2006, o Creedence Clearwater Revisited (referência a Creedence Clearwater Revival) encheu seus shows. A banda excursiona há anos sem seu líder, vocalista e mentor John Fogerty. “Toda banda troca o vocalista”, explicou o baixista Stu Cook à época. “Fogerty é apenas o cantor. E quem toca melhor? Achamos que somos nós”, falou, nervoso. Nos áureos tempos, Fogerty, que compunha a maioria das músicas, escreveu “Who’ll Stop the Rain”, uma crítica aos demais integrantes que começavam a se meter demais nas composições.
E imagine o The Doors sem Jim Morrison? Pois no Brasil, a presença do grupo – que na sua última passagem teve de utilizar por lei o nome Riders On The Storm – é eira e vezeira. Pobre rock ‘n’roll.

http://www.bemparana.com.br/index.php?n=86346&t=viagem-direto-para-o-passado-do-rock

O programa ‘Limite’, da ESPN Brasil, que fala do automobilismo mundial sempre escolhe bandas, principalmente de Rock, para servirem de música de fundo enquanto ocorre a apresentação do mesmo. Na edição semanal exibida ontem (28/11), a banda escolhida foi o Queen, tocando Crazy Little Thing Call Love, We Are The Champions, etc.

Quem tiver esse canal pago e quiser ver a reprise, abaixo segue o dia e os horários:

– 31/10 às 03h00
– 31/10 às 07h07


A cantora Katy Perry resolveu mostrar o guarda-roupa variado. Depois de se vestir de ovo, ela apareceu vestida de Freddie Mercury, ex-vocalista do Queen, com direito a bidoge e tudo mais. O look diferente tinha motivo: a comemoração dos 24 anos da cantora, em Los Angeles. Algum palpite de qual será o próximo personagem de Perry?

Fonte: Globo.com

Roger Taylor

Mestre da bateria