publico show wm montreal

vagnermarianolabaki@hotmail.com

queen montreal

vagnermarianolabaki@hotmail.com

Segundo o HSBC Arena os preços são:

VIP – R$ 400,00
Pista – R$ 180,00
Cadeira Nível 1 – R$ 250,00
Cadeira Nivel 3 (acima do camarote) R$ 120,00
Camarote – R$ 500,00

A meia entrada também pode ser comprada pela internet (existe essa opção) e deve levar os documentos originais no dia do show. Não serve xerox nem autenticada.

Clientes HSBC, tem desconto de 10% hoje nessa pré-venda.
A compra efetuada pela internet, a taxa de conveniência é de 20%.

Para comprar acesse:

http://www.hsbcarena.com.br/site/c_prog_queen.asp
Queenriocas/Marta Grisolia

começou HOJE a pré-venda para o show do Queen no
Rio, exclusiva para clientes do HSBC.
Os preços (sujeitos a ligeiras variações) são:

Pista: 186,30
Pista VIP: 414,00
Mezanino: 258,75
Cadeira: 124,20
Camarote: 517,50

Estes valores ao de entradas inteiras, e todos os valores JÁ estão com desconto de 10%.
Este preço é válido para comprar com cartão de débito.

Compras com cartão de crédito serão acrescidas de 15%.

O telefone para informações e compra é o 0**11-3556-5151. Escolha a opção 5 “falar com um atendente” pois o show ainda não consta na lista do HSBC.

Amanhã começarão as vendas para o público em geral, sem o referido desconto.
Queenriocas/Niege Caldas

Tentar acompanhar os astros da música no Brasil é uma brincadeira que sai muito caro. O Guia da Semana fez as contas pra você!

O show mais aguardado do ano está chegando. Madonna promete arrasar em solo tupiniquim nos dias 14 (RJ) e 18 (SP) de dezembro com a turnê Sticky and Sweet, mas por enquanto, é o bolso dos brasileiros que está arrasado. Isso porque os preços para ver a eterna rainha do pop de perto ficam entre R$ 160,00 e R$ 600,00.

Engana-se quem acha que esse é um “privilégio” da cantora americana. É cada vez mais comum grandes nomes da música cobrarem taxas exorbitantes no Brasil. A banda inglesa Queen, por exemplo, que faz duas apresentações no país em 26 e 27 de novembro, cobra até R$ 900,00 para os fãs cantarolarem ao vivo sucessos como We are the champions e We will rock you.

Para conseguir acompanhar todos os astros que passam pelo país é necessário abrir a carteira e desembolsar uma bela quantia. Só nos dois shows citados é possível gastar até R$ 1.500,00.

E apesar dos preços elevados, os fãs fazem questão de comparecer e ainda têm uma boa justificativa: “Estamos acostumados a estar tão distante das bandas aqui no Brasil, que cada vez que vem uma legal, temos que ir”, afirma o economista Fernando Torres, 25, que já garantiu o seu ingresso para o show do Queen por R$ 200,00. No entanto, ele afirma que seria capaz de gastar até R$ 800,00 para ver de perto os seus ídolos.

Valeu a pena?
Só em 2008, mitos como Bob Dylan, Rod Stewart e Ozzy Osbourne se apresentaram no país. Muitos dos fãs da nova e velha guarda sabiam que essa poderia ser uma chance única de prestigiarem seus ídolos, por isso não pensaram duas vezes antes de garantir seus ingressos. Mas, até que ponto vale a pena gastar mais de R$ 100,00, R$ 200,00 ou até R$ 300,00 em um único show?

Angélica Marcelino, 24, é fã de Rod Stewart e assim que a apresentação do cantor em território brasileiro foi confirmada, ela tratou de comprar o ingresso. “Paguei R$ 100,00 na meia entrada, e fiquei na arquibancada, longe do palco”, conta a estudante. Em São Paulo, o show de Stewart aconteceu no Parque Antártica em 5 de abril, e atraiu mais de 20 mil espectadores. Elogiado pela crítica, o cantor não deixou a desejar na opinião de Angélica. “Valeu a pena pagar R$ 100,00. É um preço razoável para o nível do artista. Além disso, foi uma chance de estar perto do meu ídolo”, conta satisfeita. Os preços dos ingressos do show do cantor variaram de R$ 140,00 a R$ 700,00.

Foi no Parque Antártica também que Ozzy Osbourne se apresentou. E os ingressos não saíram por menos de R$ 180,00. Mesmo assim, o “Príncipe das Trevas” conseguiu arrastar uma multidão para o estádio. “Não há nada que valha mais a pena”, afirma Fernando. Só nesse ano, o economista já garantiu a presença em mais de quatro espetáculos internacionais, entre eles Dream Theater e Joe Satriani. E nenhum deles ficou por menos de R$ 150,00. “Escutar minhas bandas preferidas ao vivo é indescritível”, justifica.

As apresentações de Bob Dylan no Brasil foram anunciadas ainda no final do ano passado. Em 2008, porém, quem já estava se preparando para curtir o show do cantor ficou alarmado quando os preços dos ingressos foram divulgados: para prestigiar Dylan seria preciso desembolsar de R$ 250,00 a R$ 900,00. “Os preços de todos os setores deste show foram exorbitantes, tornando elitista um show de puro rock´n´roll, o que é um contra-senso. O público, em sua maioria, era formado por pessoas que pareciam estar se portando no restaurante mais caro de São Paulo”, diz Gustavo Queiroz, 24, jornalista.

Apesar disso, Gustavo foi ao show de Bob Dylan. “Paguei caro pelo ingresso: R$ 250,00 na meia entrada e nem fiquei perto do palco”, conta. E não se arrependeu. “Dylan vale esse esforço. Até porque pode ter sido minha última chance de ver um show do cara”, justifica o jornalista.

Revoltado com o exagero nos preços dos ingressos, Gustavo até arrisca uma solução para esse “problema”. “O Bob Dylan, que tocou no Via Funchal, tem potencial de estádio. Na Argentina, ele tocou para um público muito maior, no estádio do River Plate, e por um preço bem mais acessível. Se o show dele em São Paulo tivesse sido no Parque Antártica, no Morumbi ou até no Pacaembu, o público certamente iria comparecer em peso e vibrar muito mais”, diz.

Hora de fazer as contas
É fato que, para prestigiar os shows citados acima, um fã teria que desembolsar uma boa grana. Para acabar com todas as dúvidas, o Guia da Semana fez as contas para você e chegou a conclusão de que para curtir os shows de Madonna, Queen, Ozzy Osbourne, Bob Dylan e Rod Stewart, você gastaria cerca de R$ 3.400,00 só com os ingressos. E aí, está disposto a pagar tudo isso?
Fonte: Yahoo

No dia 15 de novembro, sábado no Teatro Arthur Rubinstein, no Clube Hebraica, às 21 horas, Edinho Santa Cruz e Banda farão o show NA ESTRADA DO ROCK IN CONCERT, com grande orquestra.

O show será o mesmo do DVD, lançado recentemente pela Universal Music, e toda a renda da bilheteria será destinada ao Grupo Chaverim, uma Associação Assistencial e Beneficente dedicada a jovens e adultos portadores de deficiência.

Detalhes do CD/DVD “NA ESTRADA DO ROCK IN CONCERT”: Acesse Aqui

Detalhes do Show:
Dia: Sábado 15/11/2008
Local: Teatro Arthur Rubinstein – no Clube Hebraica
Horas: às 21 horas

Maiores informações:
contato@edinhosantacruz.com.br
www.edinhosantacruz.com.br
Fonte: Edinho Santa Cruz por e-mail

LONDRES – Brian May, guitarrista do Queen, teria ficado desapontado ao saber que sua participação no novo CD do Guns n’ Roses, Chinese democracy, pode ter sido vetada da sua versão final.

Em 99, o músico gravou partes da faixa Catcher n’ the rye, mas rumores apontam que sua guitarra não esteja presente no CD em si.

– É uma pena. Eu coloquei muito trabalho nesta faixa e acabei ficando bem orgulhoso – disse o guitarrista em seu blog oficial. – Eu entendo se Axl prefere que este álbum reflita o trabalho dos integrantes atuais e o momento que vive a banda.

Chinese democracy, que tem seu lançamento prometido há 14 anos, tem previsão de chegar às lojas nos EUA no dia 24 deste mês.
Fonte: jbonline.terra.com.br

FREDDIE

FREDDIE

Loja

Sem comentário..rsssssss

No último dia 04, no blog oficial de Paul Rodgers no site de relacionamentos “Myspace.com”, cujo título é Turnê na América do Sul foram mencionadas ou postadas seguintes datas:

SOUTH AMERICA SHOWS

1. Wed 19th Nov – Santiago, San Carlos de Apoquindo Stadium
2. Fri 21st Nov – Buenos Aires – Velez Sarsfield
3. Weds 26th Nov – Sao Paulo, Via Funchal Arena
4. Thu 27th Nov- Sao Paulo, Via Funchal Arena

5. Sat 29th Nov – Rio, HBS Arena

Significa que o show do dia 29 próximo será o último da tour do Q+PR para este ano.

Nos sites oficiais de Brian May, do Queen e no do HSBC Arena não constam tal data.

Procurados pela equipe de jornalismo do Queen Net, a assessoria de imprensa do HSBC não nega e não confirma o último concerto do Queen+Paul Rodgers no Brasil, apenas diz que estão em “negociações”.

Entretanto, a Assessoria de imprensa do Queen, afirma que o show será anunciado a qualquer momento, faltando somente os últimos acertos.
Redação de Jornalismo Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil
Agradecimentos a: Niege Caldas, Marta Grisolia

Pesquisa britânica para o lançamento do game Guitar Hero III elegeu o vocalista do Queen como o maior roqueiro de todos os tempos, seguido de Elvis e Hendrix

Ao que parece, a era dos videogames não dispensa – pelo contrário, aplaude – ícones do passado.

Uma pesquisa realizada pela revista britânica Q, parte de uma ação de lançamento do jogo Guitar Hero III: Legends of Rock, afirma que Freddie Mercury, do Queen, é o músico mais importante do rock. Logo atrás dele vêm Elvis Presley e Jimi Hendrix.

O público também constatou que o momento mais importante do rock foi quando Ozzy Osbourne comeu a cabeça de um morcego em seu show.

Além de Mercury, Elvis e Hendrix, estão na lista dos dez primeiros Ozzy Osborne, Jon Bon Jovi, Slash, Meat Loaf, Eric Clapton, Mick Jagger e David Bowie.

http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/1324/

O site da revista Época disponibilizou um infográfico interativo no qual há informações sobre o show do Queen + Paul Rodgers em São Paulo.

Para visualizar o Infografico é necessário ter instalado no seu computador o Flash Player. O link é
http://revistaepoca.globo.com/FlashShow/0,,18838,00.swf

Queenriocas/Época On Line

A já tradicional “We are the champions” foi a música que embalou o início de segunda-feira de Lewis Hamilton. O inglês aproveitou a noite em São Paulo, bebeu mais água que bebida alcoólica e percebeu o que conquistara no domingo à tarde: o título da F-1.

Durante entrevista no Hotel Hilton, afirmou que saiu renovado da comemoração, pois viu a felicidade geral dos funcionários da McLaren.

“Mais para o fim da noite, estava sentado lá e ouvi uma música, ‘We are the champions’, do Queen. Vi todos os membros de minha equipe, meus mecânicos, meus engenheiros, o pessoal de refeições, os chefes, meu pai, todo mundo. Todos estavam muito felizes”, declarou.

Continuação da Materia

“Ver o quanto você os deixou felizes, o quanto eles trabalharam e o quanto estão satisfeitos foi um sentimento que não pode ser colocado em palavras.”

O campeão sentiu-se bem consigo mesmo e considerou ter sido bem-sucedido no aprendizado, pois, em 2007, perdeu o título pelo mesmo ponto que neste ano deu-lhe a taça. “Foi realmente legal ver essa coisa, e, depois disso, estava pronto para ir para a cama. Aprendi minha lição do ano passado”, disse.

A noite de Hamilton foi sossegada, mas ele às vezes não consegue acreditar no que obteve: “Acordei relaxado nesta manhã, satisfeito e cheio de energia. Senti-me realmente revigorado. E vem à minha mente: ‘Wow, você é um campeão do mundo’. Nunca em milhões de anos pensei que estaria aqui. Tinha sonhado com isso _é por isso que parece que estou sonhando. É por isso que vem à minha cabeça, é para mostrar que é realidade. Então, é uma ótima sensação”.

O mais jovem campeão da história, entretanto, viveu uma grande angústia no fim do GP Brasil, pois estava abaixo da quinta posição e, por Felipe Massa estar em primeiro, o título ia para o brasileiro.

“As duas últimas voltas foram as mais duras de minha carreira inteira. Após a perda de posição [para Vettel], não havia nada a fazer”, disse o inglês, que relatou que estava com menos pressão aerodinâmica que os adversários, o que deixava a pilotagem em chuva mais difícil.

“Acho que, na décima curva, eles disseram-me que Glock estava logo à frente. Ele estava de pneus para seco e sofrendo. Se pudesse ultrapassá-lo, seria ótimo. Não sabia se estava próximo o bastante e somente restavam duas curvas.”

A confirmação do título só veio após o recebimento da bandeirada, o que significou tensão, mas tal sentimento foi seguido de felicidade por ter superado o piloto da Ferrari na classificação final do campeonato.

“Fui para a 11ª curva e vi Vettel ultrapassar [Glock]. Quando o alemão ia para a curva, subi por dentro. Nessa hora, relaxei e pensei que deveria ter feito isso. Esperava que a equipe dissesse: ‘Woo hoo, você venceu o campeonato’. Mas eles não disseram. Então, fiquei em pânico por um segundo. Uma vez que cruzei a linha, fui mais emocional que nunca”, revelou.

Hamilton lembrou que não mais carregará o número 22 no carro, como era neste ano por punição imposta a McLaren em 2007. Agora, será o número um. “Essa é a coisa mais legal que já existiu.”
Fonte: tazio.uol.com.br

A banda Bohemian Queen foi indicada para concorrer ao prêmio da Banca do Blues (RJ) nas categorias melhor banda cover e melhor vocal masculino (Érico Barbeitos)

A escolha definitiva fica por conta do conselho da Banca do Blues.

Na comunidade da Banca do Blues (no site de relacionamentos Orkut) está aberta a votação da escolha de melhor show realizado no local.

Quem quiser votar, o link é:
http://www.orkut. com.br/Main# CommPollResults. aspx?cmm= 19199902&pct=1225270380&pid=1363897933

Segue abaixo a relação das bandas selecionadas e categorias respectivamente.

1) MELHOR BANDA COVER
70 STREET
LIKE A ROLLING STONE
BOHEMIAN QUEEN
RIFF-RAFF
SLOWHANDS
MAMUTE

3) MELHOR VOCAL MASCULINO

ERICO BARBEITOS (BOHEMIAN QUEEN)
LUCIANO RIALY (YELLOW PLANE)
RENATO GRALHA (RIFF-RAFF)
ROGER FARNER (THE OCEAN)
PEDRO FREITAS (LIKE A ROLLING STONE)
MARCELO MANES (MOJO SOCIETY)

Redação de Jornalismo Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil

Gênero: Rock, Covers

Integrantes: Alírio Netto (vocal, piano e violão), Beto Péres (guitarra, piano, violão e backing vocal), Klaus Wurmbauer (baixo e backing vocal), Marcos Tani (vocal e violão) e Gustavo Gazeta (bateria).

A banda brasiliense Os 4 Rainhas voltam ao Bolshoi Pub para mais um tributo ao Queen. Em 2006, o grupo foi convidado para um feito inédito: acompanhar o Coral da Universidade de Brasília e tocar Bohemian Rhapsody ao vivo, na íntegra, – algo que nem o próprio Queen fazia em seus shows, devido à quantidade de vozes gravadas na opereta do meio da música. Por esse feito, dá para deduzir que se trata de um show imperdível em memória a um dos maiores grupos musicais de todos os tempos.

http://www.bolshoipub.com.br/eventos/08-11-2008

Brian May e Roger Taylor surpreenderam o cenário ao se reunirem com o famoso vocalista Paul Rodgers para voltarem aos palcos como Queen+Paul Rodgers. A nova formação, sem John Deacon, que preferiu continuar curtindo sua aposentadoria, fez vários shows, gravou um CD e um DVD ao vivo e agora, finalmente, lança seu álbum de estúdio.

O álbum consegue mesclar os estilos do Queen e de Paul Rodgers: arena rock com blues. Rodgers canta com voz mais grave e tem um alcance menor que o insubstituível Freddie Mercury, mas consegue trazer sua característica ‘bluesy’ ao grupo.

Com o Bad Company, banda que o projetou mundialmente, Rodgers cantava quase como se estivesse apenas falando, sem forçar a voz. Aqui não é tão diferente, mas o que fica evidente é sua incrível capacidade de interpretação, que acrescenta muita emoção às composições, todas de autoria de May, Rodgers e Taylor.

A música que abre o álbum, “Cosmos Rockin’”, é um rockão no estilo de “Tie Your Mother Down” e “Now I’m Here”. Suas partes instrumentais apresentam todas as características do Queen, é impossível não as identificar. Outra faixa que segue o mesmo formato é “C-Lebrity”, que parece “Hammer to Fall”, com um refrão que lembra The Who.

O momento pesado do disco está em “Warboys”. “Surf’s Up…School’s Out” também é um rock rápido, mas bem diferente dos trabalhos da carreira dos dois artistas – é o trabalho mais original do álbum, com vários elementos criativos: teclados com um toque dramático, gritos, gaita, bateria percussiva, muitos arranjos vocais, mudanças de clima, final falso, som de ondas no mar e pássaros. Por outro lado, “Time To Shine” carece de criatividade.

A influência ‘bluesy’ de Paul Rodgers está presente em “Still Burnin’”, um blues pesado carregado de guitarras. Encontramos em “Voodoo” aquele dueto voz e guitarra, como os blueseiros que tocam guitarra e cantam, mas é um pouco arrastada demais. “Through The Night” é um belo blues moderno, do tipo que David Coverdale adoraria cantar.

Há ótimas baladas em “The Cosmos Rocks”. Roger Taylor canta com emoção o início de “Say It’s Not True”, composição em que ele faz os vocais nos palcos há anos. Uma música muito típica de Rodgers é “Small” – nela se pode conferir o seu estilo de cantar quase falando. “We Believe” é aquela canção edificante, do tipo “dêem as mãos e cantem juntos”. A dobradinha piano mais vocal está em boa parte de “Some Things That Glitter”.

O Queen costumava fazer algumas músicas de estilos bem atípicos para uma banda de rock (como o vaudeville de “Seaside Rendezvous”). “Call Me” é um exemplo dessa marca registrada, com seu estilo de trilha musical alegre.

Enfim, “The Cosmos Rocks” não é daqueles álbuns do Queen que pareciam uma coletânea de sucessos, por trazerem várias faixas com aptidão de se tornarem ‘hits’ instantâneos. Está mais para aqueles discos que você ouve uma vez, acha mais ou menos, ouve duas, gosta um pouco mais e, depois da décima vez, já está cantando todas as músicas de cor.
http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/lancamentos/materia.asp?materiaID=2565

Os ingleses Queen vão lançar a sua discografia completa em vinil durante os próximos dois anos através da editora Hollywood Records, noticia o NME.com.

Os discos – desde a estreia com «Queen» (1973) até ao último «Cosmos Rocks» (2008) com o vocalista Paul Rodgers – serão acompanhados de material bónus como cartazes e imagens.

A primeira «fornada» traz «A Night At The Opera», «A Day At the Races», «Sheer Heart Attack», «Queen» e «The Cosmos Rocks», enquanto que na Primavera de 2009 serão editados «Flash Gordon», «News Of The World», «A Kind of Magic», «Innuendo» e uma edição especial de «Queen».

Entretanto, a banda vai lançar no cinema o filme/concerto «Queen + Paul Rodgers: Let the Cosmos Rock», que chega às salas norte-americanas no dia 6 de Novembro.

O filme recupera o recente espectáculo em Carcóvia, na Ucrânia, que teve uma assistência de mais de 350 mil pessoas.
Fonte: http://diario.iol.pt

Hard rock de toquio

guitarra do Brian May esposta na hard rock de Toquio no bairro de roppongi

Bom pessoal, está havendo uma votação para melhor performance ao vivo de diversas bandas. Dentre os concorrentes, está o Queen.
Vocês podem votar em mais de uma opção. Atualmente, Queen se encontra na segunda posição, atrás apenas de Led Zeppelin.
Dêem suas opiniões.

Para votar, basta entrar no site abaixo:
www.thisdayinmusic.com
Fonte: www.thisdayinmusic.com