Descubra por que “Don’t Stop Me Now”, do Queen, é considerada a música que deixa as pessoas mais felizes

A presença marcante da canção “Don’t Stop Me Now”, do Queen, em listas de músicas que estimulam o bom humor tem despertado a atenção de especialistas e curiosos sobre o impacto da música no bem-estar. Ao analisar a popularidade desse hit criado em 1978, observa-se que diversos fatores contribuem para a percepção de felicidade atribuída à faixa. O ritmo acelerado, a melodia otimista e a letra envolvente colaboram para transformar a experiência de escutá-la em um momento de energia positiva.

O sucesso da música está diretamente relacionado ao efeito que ela provoca em quem escuta. Estudos sobre a relação entre música e emoções indicam que determinadas composições conseguem ativar áreas do cérebro responsáveis por sensações de prazer e satisfação. “Don’t Stop Me Now” figura com frequência no topo de rankings relacionados ao estímulo do bom humor, o que demonstra seu alcance e influência no cotidiano de diferentes gerações.

Quais fatores contribuem para o sentimento de felicidade ao ouvir “Don’t Stop Me Now”?

Há uma combinação de elementos que faz com que a música do Queen seja repetidamente citada como capaz de elevar o ânimo. A canção possui um arranjo instrumental vibrante, com batidas empolgantes e solos envolventes de guitarra. Além disso, o vocal marcante de Freddie Mercury transmite intensidade e liberdade, reforçando a atmosfera de euforia.

O refrão contagiante, aliado à letra que fala sobre aproveitar o momento e celebrar a vida, aproxima a música de experiências pessoais alegres. Esse conjunto facilita a identificação do ouvinte com a mensagem e permite que se crie uma associação imediata entre o som e sensações agradáveis.

Como a música “Don’t Stop Me Now” foi reconhecida cientificamente como estimulante do bom humor?

A escolha de “Don’t Stop Me Now” como faixa associada à felicidade não é apenas resultado da popularidade popular. Pesquisadores de universidades renomadas fizeram análises considerando critérios como tempo da música, escalas musicais e ritmo, relacionando esses dados ao impacto emocional gerado nas pessoas. Estudos apontaram que músicas em tons maiores, com batidas rápidas e letras positivas, aumentam a produção de dopamina, hormônio ligado ao prazer e à motivação.

Fonte: https://www.terra.com.br

 

Bruce Dickinson presenciou a cena nos bastidores logo depois do Iron Maiden fazer sua estreia no Brasil

As apresentações do Queen na primeira edição do Rock in Rio, em 1985, entraram para a história da música. No entanto, nem tudo correu bem por completo. Freddie Mercury se irritou depois do show, graças a um detalhe que foi mal recebido pelo público.

Curiosamente, a história foi contada por Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, no podcast Psycho Schizo Espresso (via Rock and Roll Garage), em 2021. A banda de heavy metal fez sua estreia no Brasil no festival e tocou em apenas uma noite, a primeira das duas nas quais o Queen se apresentou.

Bruce se lembra da revolta causada quando Mercury apareceu com a peruca e os seios falsos usados no clipe de “I Want to Break Free”. O cantor contou:

“Duas ou três das músicas deles não foram bem aceitas pelo público. Então, quando eles começaram a cantar ‘I Want to Break Free’, eles não gostaram muito de Freddie se vestindo com roupas femininas, mas Freddie obviamente não entendeu o que estava errado.”

Dickinson aponta para o fato de que o Brasil estava saindo do período da ditadura militar, iniciada em 1964. Com isso, manifestações sexuais explícitas ainda não eram tão bem recebidas pelo público brasileiro e, para alguns, a música do Queen representava um hino de liberdade. Bruce concluiu:

“Quando o Queen saiu do palco, Freddie imediatamente caiu em prantos. Ele simplesmente não tinha ideia do motivo da reação do público. Alguém rapidamente lhe explicou que ‘I Want to Break Free’ era considerada uma música de liberdade por lá [especialmente no contexto pós-ditadura]. Ele ficou muito chateado.”

Fonte: https://igormiranda.com.br

 

O álbum de estreia solo de Freddie Mercury, “Mr. Bad Guy”, terá uma edição especial de 40º aniversário lançada em dezembro. O trabalho, que marcou a primeira incursão solo do vocalista do Queen, será relançado em vinil para celebrar a data.

Lançado originalmente no final de abril de 1985, “Mr. Bad Guy” representou a saída de Mercury das composições do Queen. O álbum combinou sua escrita com um som vibrante e inspirado no pop, focado na dança.

Quarenta anos após seu lançamento inicial, a nova edição de “Mr. Bad Guy” estará disponível em vinil verde translúcido de 180g a partir de 5 de dezembro. Uma versão em LP picture disc também será lançada, exclusiva.

Na época do lançamento original, Mercury comentou sobre o álbum: “Eu tinha muitas ideias ansiosas para serem expressas e havia muitos territórios musicais que eu queria explorar, o que eu realmente não conseguia fazer dentro do Queen”.

“Mr. Bad Guy” revelou um lado distinto do cantor, com uma sonoridade mais dançante que já havia sido sugerida no álbum “Hot Space” do Queen. O projeto foi uma declaração de apreço à cena clubber e uma oportunidade para Freddie mostrar mais de si mesmo.

As gravações de “Mr. Bad Guy” ocorreram ao longo de vários meses no Musicland Studio, em Munique. A produção foi conduzida por Mercury e Reinhold Mack, que já colaboravam com o Queen desde o álbum “The Game”, de 1980.

Fonte: https://disconecta.com.br

Com o clássico álbum de 1975 do Queen relançado em vinil cristalino de edição limitada – e sua música mais famosa celebrando meio século – Brian May e Roger Taylor nos levam aos bastidores em uma série de vídeos exclusiva lançada ao longo de novembro.

“É como comprar um carro novo e ver o que você pode fazer com ele.” Brian May

“Na verdade, acho que Queen II foi a primeira vez que nos foi permitida uma certa liberdade no estúdio, enquanto que com o primeiro álbum não tínhamos essa liberdade.” Roger Taylor

Agora, enquanto o clássico quarto álbum celebra seu 50º aniversário com um novo relançamento comemorativo em vinil transparente, o episódio desta semana de Queen The Greatest traz novas entrevistas exclusivas nas quais Brian May e Roger Taylor relembram como as primeiras experiências da banda em estúdio moldaram sua identidade.

 

Fonte: www.queenonline.com

 

Veja o primeiro episódio abaixo:

Queen The Greatest Special – ‘O Caminho para Bohemian Rhapsody’ (Episódio 1)

No universo do rock, Queené que chega mais próximo de um consenso. Pegue as grandes publicações de música, por exemplo, e encontrará o quarteto britânico sempre entre os melhores. Uma história bem escrita por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacone que agora inspira novas linhas na pena da Montblanc.

A casa alemã anunciou o lançamento da Montblanc Great Characters Homage to Queen, linha de cinco designs em homenagem à banda. O objetivo é homenagear a genialidade e a personalidade vibrante do grupo que mudou a história do rock.

O lançamento dá sequência à série Great Characters, de tributos prestados pela Montblanc a grandes personalidades. Linhas anteriores já incluíram tributos a outros artistas da música, como Elvis Presley, Miles Davise os Beatlesmas não somente. Atletas como Muhammad Ali, atores como James Dean e inclusive grandes pensadores como Albert Einstein já nomearam outras coleções.

Como é a linha?

Cada instrumento da coleção Great Characters Homage to Queen se concentra em homenagear um capítulo da história do grupo. A começar pela Special Edition, envolta em resina azul-escura e detalhes banhados a ouro. O tributo aqui remete imediatamente à capa da coletânea Greatest Hits II (1991), que inclui, aliás, hits absolutos como Under Pressure e I Want to Break Free.

 

 

No corpo da caneta, os instrumentos da banda estão inscritos em relevo. O desenho inclui até o microfone de Freddie Mercury, cujo pedestal, aliás, inspira também o clipe da peça. Já a silhueta superior da tampa evoca a coroa que o rockstar usava em cena. A pena, toda em ouro 14 quilates, por outro lado, evoca o brasão da banda, com suas referências astrológicas e a fênix da imortalidade.

Edições limitadas

A linha ainda inclui a Limited Edition 1975. Limitado a 1.975 peças, o design faz relação a A Night at the Opera, lançado – isso mesmo – em 1975. Seu corpo em laca preta e branca remete ao famoso figurino de arlequim de Freddie Mercury.

Great Characters Homage to Queen – Limited Edition 1975

 

Já a Limited Edition 95 imortaliza a energia do Live Aid. Nela, portanto, seis títulos de músicas são inscritos em ouro, uma referência ao line-up do Queen no icônico festival de julho de 1985.

 

Limited Edition 30, por sua vez, é uma homenagem a Made in Heaven, de 1995, único disco lançado pelo grupo com o nome original Queen após a morte de Freddie Mercury, em 1991. Seu desenho combina ouro branco, com detalhes em safira e laca azul. A linha se completa com a Limited Edition 8, em laca carmim, diamantes e ouro — homenagem única direta à personalidade e ao talento de Mercury.

Onde encontrar a homenagem de Montblanc ao Queen?

Os modelos Montblanc Great Characters Homage to Queen Special Edition e Limited Edition 1975 estão disponíveis a partir de novembro de 2025 em boutiques Montblanc no site da marca.

 

Fonte: www.seudinheiro.com

Sempre acreditei em ‘Bohemian Rhapsody’ desde o início. Lembro-me de ter pensado, na primeira vez que Fred nos apresentou a ideia que tinha para a música, ‘Oh, isto é algo especial.’ E era mesmo. Roger Taylor

Bohemian Rhapsody celebrou dia 31  de outubro o seu 50º aniversário.

A canção, que passou nove semanas consecutivas em 1º lugar na tabela de singles do Reino Unido no seu lançamento original, também está a ser relançada hoje em vinil azul transparente de 7 polegadas e em vinil azul transparente de 12 polegadas. Está disponível exclusivamente em picture disc de 12 polegadas e em cassete azul, com venda direta ao consumidor.

1975 foi um ano crucial para o Queen.

A Night At The Opera e Bohemian Rhapsody os impulsionaram a novos patamares comerciais e artísticos, consolidando seu status como uma das bandas mais visionárias que a Grã-Bretanha já produziu. Artistas tão diversos quanto Foo Fighters e Brian Wilson, dos Beach Boys, elogiaram seu brilho multifacetado, com este último descrevendo Bohemian Rhapsody como “uma realização e a resposta a uma prece adolescente por música artística”.

O single continua sendo votado como o melhor de todos os tempos, tendo recentemente alcançado o topo da parada popular do Hall da Fama das 300 melhores rádios do Reino Unido, escolhida pelos ouvintes da Gold Radio.

Bohemian Rhapsody permaneceu nove semanas consecutivas em primeiro lugar no Reino Unido, um recorde, selando a ascensão do Queen à grandeza, enquanto seu videoclipe é inegavelmente a música mais influente da história. Vídeo histórico.

Após ser relançado em 1991, depois da morte de Freddie Mercury, Bohemian Rhapsody alcançou novamente o primeiro lugar no Reino Unido. Em 2004, foi incluído no Grammy Hall of Fame e, em 2022, o single foi selecionado para preservação no Registro Nacional de Gravações da Biblioteca do Congresso dos EUA.

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Encomende Bohemian Rhapsody: https://Queen.lnk.to/BoRhap50th

Encomende A Night at the Opera: https://Queen.lnk.to/ANightAtTheOpera

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Os ícones do rock Queen estão celebrando o 50º aniversário de seu monumental álbum multiplatina de 1975, A Night At The Opera, e do lendário single certificado Diamante, Bohemian Rhapsody, com luxuosas reedições em vinil.

 

Lançado originalmente em novembro de 1975 e com a formação clássica de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, A Night At The Opera foi a maior declaração artística do Queen e o álbum de maior sucesso até então, alcançando o primeiro lugar em cinco países, incluindo o Reino Unido.

Celebrando 50 anos desde seu lançamento original, A Night At The Opera foi relançado em vinil cristalino com selos dourados em 18 de outubro no Reino Unido (como parte do National Album Day) e em 17 de outubro no resto do mundo.

Ambos os relançamentos serão lançados pela Universal em todo o mundo, exceto nos EUA, onde serão lançados pela Hollywood Records.

A Night At The Opera foi um álbum extremamente importante para nós.  Ele nos abriu as portas para o mundo, diz o guitarrista do Queen, Sir Brian May.

 

Estávamos no auge da nossa confiança. Parecia que não havia nada que não pudéssemos fazer, e isso transparece no álbum, acrescenta o baterista Roger Taylor.

O Queen gravou A Night At The Opera com o produtor Roy Thomas Baker em vários estúdios, incluindo o lendário Rockfield Studios, no sul do País de Gales. O álbum foi criado em um contexto de mudanças, com a banda tendo recentemente se libertado de um contrato de gerenciamento financeiramente debilitante e assinado com John Reid, empresário de Elton John.

Como resultado, uma nova sensação de liberdade permeia A Night At The Opera . Construindo sobre as ambiciosas bases musicais estabelecidas por seus três primeiros álbuns (Queen I, de 1973, e Queen II e Sheer Heart Attack, de 1974), este é o som de uma banda livre de expectativas ou limites.

Nós realmente sentíamos que podíamos tentar qualquer coisa naquele momento. Como compositores, estávamos nos desafiando e competindo uns com os outros da melhor maneira possível, lembra o guitarrista Brian May.

 

Nós realmente sentíamos que podíamos tentar qualquer coisa naquele momento.  Como compositores, estávamos nos desafiando e competindo uns com os outros da melhor maneira possível, lembra o guitarrista Brian May.

Nós realmente sentíamos que podíamos tentar qualquer coisa naquele momento, lembra o guitarrista Brian May.

A Night At The Opera contém um universo musical inteiro em suas 12 canções, abrangendo praticamente todos os estilos imagináveis, do hard rock visceral e com toques de glam rock da faixa de abertura, Death On Two Legs, ao hino vibrante e jovial de Roger Taylor, I’m In Love With My Car, da emocionante e sincera Love Of My Life, de Freddie Mercury, ao folk nostálgico e inspirado em ficção científica de ’39, de Brian May.

Em outros momentos, eles evocam o pop-rock perfeito de You’re My Best Friend, de John Deacon, a homenagem irreverente de Mercury a Noel Coward em Seaside Rendezvous e a encantadora canção Good Company, de May, com sua banda de jazz de um homem só, além dos riffs divertidos de Sweet Lady, do guitarrista, e sua impressionante e épica faixa de oito minutos, The Prophet’s Song, com múltiplas camadas.

Se alguma canção define a ambição que impulsionou A Night At The Opera, é Bohemian Rhapsody. Esta fusão deslumbrante de balada existencial, potência do hard rock e grandiosidade operística, concebida por Mercury e meticulosamente construída pela banda, é mais do que apenas a canção mais conhecida do Queen; tornou-se um hino para todas as gerações subsequentes que se deixaram envolver por sua majestade.

Em seu lançamento original, A Night At The Opera deu ao Queen seu primeiro álbum número 1 no Reino Unido e liderou as paradas em cinco países. Alcançou o 4º lugar nos EUA, onde recebeu certificação de platina tripla por vendas superiores a três milhões de cópias.

Foi realmente um álbum divisor de águas para nós. Graças em grande parte a Bohemian Rhapsody, as pessoas sabiam quem éramos – não apenas no Reino Unido, mas na América, Austrália, em todos os lugares, diz Sir Brian May hoje. 

É um álbum tão eclético. É louco, é maravilhoso e tem um pouco de tudo, acrescenta Roger Taylor.

 

Fonte: www.queenonline.com

Duelo vocal entre cantor e público do estádio de Wembley entrou para a história da música popular; show foi eleito o maior da história do rock em estudo formal

A apresentação do Queen durante o Live Aid, em 1985, se tornou um dos eventos mais emblemáticos da carreira da banda e da história do rock. No momento principal, Freddie Mercury improvisou um duelo vocal com o público. E nenhum envolvido esperava que isso acontecesse.

Em entrevista de 2023 ao The Guardian (via Guitar Player), o guitarrista Brian May relembrou o momento. Entre o final de “Radio Ga Ga” e o início de “Hammer to Fall”, o público estava batendo palmas a pedidos de Freddie, que então desafiou a plateia a acompanhar seus vocais.

May ficou atônito. Ele disse:

“Não tínhamos a menor ideia que isso ia acontecer. Não foi planejado. Sempre ficou a cargo de Freddie, se ele queria fazer algo, e ele se sentiu confiante o suficiente naquele momento. Freddie tinha uma aptidão, precisa ser dito – ele conseguia se conectar. Ele se conectava com todo mundo. Assim que ele fez o ‘Ay yo”, era história – o estádio implodiu. Eu lembro de olhar pro Roger [Taylor, baterista do Queen] pensando: ‘Parece que funcionou!”

Ouvido mais recentemente pela Guitar World, o também músico Bob Geldof, organizador do Live Aid, destacou a importância do trecho de improviso para o grupo conquistar a plateia. Afinal de contas, aquelas pessoas não estavam ali para ver o Queen.

“Foi diferente porque não era um público do Queen. Todos aqueles ingressos para o Live Aid foram vendidos antes de sermos anunciados no show. E mesmo assim eles reagiram daquela forma. Ver isso acontecer me deu um arrepio na espinha.”

O show do Queen no Live Aid ajudou a revitalizar o grupo após um período de declínio. Em 2005, uma pesquisa feita pelo Channel 4 britânico elegeu a apresentação como a maior da história do rock. As vendas de discos aumentaram e o grupo lançou em 1986 o álbum A Kind of Magic, com regravações das canções compostas para o filme Highlander — O Guerreiro Imortal.

Naquele mesmo ano, o quarteto completo pelo baixista John Deacon realizou sua última turnê com Freddie Mercury. O cantor viria a falecer em 1991 de complicações relacionadas a Aids.

A proposta ao Queen
Como citado, o Queen não fazia parte do Live Aid quando a programação inicial foi anunciada. Bob Geldof não tinha certeza se a banda tinha o mesmo apelo popular de antes. Após convencimento por parte do promotor Harvey Goldsmith, o criador do evento decidiu recrutar o grupo.

O problema era que o Queen estava recém-saído de uma turnê mundial cansativa — com direito a uma passagem pelo Rock in Rio no início daquele ano — e não tinham interesse na proposta. Mesmo assim, o empresário do quarteto, Jim Beach, concordou em sondar os integrantes quanto ao interesse.

Bob ficou na espera por uma resposta até um dia seu telefone tocar. Era Freddie, querendo saber da ideia.

Geldof lembrou:

“Eu disse: ‘Escute, Fred. Honestamente, se houve um dia um palco construído especialmente para você, é esse’. Ele falou: ‘O que você quer dizer com isso?’ E eu respondi: ‘Bem, meu querido, o mundo!’ Houve uma pausa e ele disse: ‘Acho que sei o que você quer dizer’.”

Fonte: https://rollingstone.com.br/

Greatest Hits Radio – ‘A História de Bohemian Rhapsody’

Eleita como a música nº 1 no Top 500

A Greatest Hits Radio vai explorar esta canção tão amada no seu 50º aniversário em A História de Bohemian Rhapsody, narrado por Claire Sturgess e com entrevistas exclusivas com Brian May e Roger Taylor.

O programa revela como as sementes para esta faixa icônica foram plantadas já no primeiro álbum da banda, graças à música My Fairy King; como gravar no icônico estúdio Rockfields ajudou a fortalecer os laços da banda e por que Kenny Everett foi fundamental para o seu sucesso.

A dupla também discute o videoclipe inovador, filmado nos estúdios Elstree pela Unidade de Vídeo Esportivo de Transmissão Externa da BBC por £8.000 (R$ 56.571,36 aproximadamente)

O documentário já está disponível para ouvir exclusivamente no aplicativo Rayo.

Mais de 21.000 votos de ouvintes foram contabilizados, e as 500 músicas mais votadas deste ano foram tocadas na Greatest Hits Radio a partir de segunda-feira, 27 de outubro, culminando com a apresentação da música número um às 17h no programa Drivetime Show de Simon Mayo, na sexta-feira, 31 de outubro.

O documentário será transmitido na Greatest Hits Radio no domingo, 2 de novembro, às 13h (horário de Brasília)

 

Fonte: www.queenonline.com

Em homenagem ao 50º aniversário de Bohemian Rhapsody, Brian May e Roger Taylor colaboraram com a Soundwaves Art e o artista Tim Wakefield para lançar uma coleção especial e limitada de obras de arte criadas a partir das ondas sonoras originais da música.

As obras foram assinadas à mão por Brian e Roger na Inglaterra, em outubro de 2025, e os lucros serão destinados à Nordoff Robbins, a maior instituição de caridade independente de musicoterapia do Reino Unido. Essa instituição utiliza o poder da música para enriquecer a vida de pessoas com doenças terminais, deficiências e sentimentos de isolamento.

A obra também inclui uma letra manuscrita de Brian e Roger, adicionada digitalmente a cada peça. Apenas 50 impressões assinadas e 6 originais disponíveis.

Clique aqui para mais informações e para fazer seu pedido.

 

Fonte: www.queenonline.com

Queen The Greatest Special – ‘O Caminho para Bohemian Rhapsody’ (Episódio 1)
Bem-vindos a este especial Queen The Greatest, no qual celebramos o 50º aniversário da fenomenal ‘Bohemian Rhapsody’.

Há 50 anos, em 31 de outubro de 1975, a obra-prima do Queen foi lançada e iniciou a jornada para se tornar uma das maiores canções de todos os tempos.

É interessante. Bohemian Rhapsody é vista como um grande passo criativo para o Queen, mas, internamente, não foi essa a sensação. É um dos fios condutores da evolução do Queen. Basta olhar para o primeiro álbum, com My Fairy King.

Brian May

No segundo álbum, Queen II, há uma faixa monumentalmente longa e complexa chamada March of the Black Queen. Ela envolveu muitos ensaios, muita cantoria e tinha muitas seções diferentes. É muito mais complexa em muitos aspectos do que Bohemian Rhapsody.

Roger Taylor

Neste episódio especial de Queen The Greatest, Brian May e Roger Taylor relembram com exclusividade como Bohemian Rhapsody causou um grande impacto na indústria musical, pegando todos de surpresa. Todos, exceto a banda, que a essa altura já estava acostumada com os voos de fantasia extraordinários de Freddie.

 

Fonte: Queenonline.com

Who Wants To Live Forever’ do Queen aparece como a faixa principal no novo trailer de Stranger Things 5 para sua última temporada.

A Netflix dividiu sua última temporada em três partes separadas. Os oito episódios finais serão divididos em novembro e dezembro.

A versão de Stranger Things 5

 

O vídeo original da música.

 

Fonte: www.queenonline.com

Poucas bandas na história do rock possuem tantos hits quanto o Queen. Mundialmente reconhecida por sua sonoridade ampla e inovadora, a lendária banda inglesa construiu um catálogo invejável, repleto de músicas que ultrapassaram a barreira do tempo e se tornaram clássicos absolutos.

Uma dessas canções é “Under Pressure”, composta em parceria com o genial David Bowie. A faixa integra o álbum “Hot Space” (1982) e ultrapassou 2 bilhões de reproduções no Spotify – número que atesta sua relevância e popularidade.

Mas o fato de “Hot Space” conter um sucesso tão estrondoso significa que o disco é bom? Não na opinião de Régis Tadeu. Em vídeo publicado em seu canal do YouTube – intitulado “Queen – Por Que a Banda Começou a Fazer Música Ruim?” -, o crítico musical não poupou críticas ao álbum.

“O verdadeiro desastre veio com o ‘Hot Space’, em 1982. Esse disco todo é uma tentativa desastrosa de mergulhar de cabeça no pop/funk/disco da época (…). A ideia já era péssima no papel, mas o resultado foi um dos álbuns mais constrangedores, mais mal recebidos da história da música em todos os tempos.”

Regis reconhece que “Under Pressure” é o grande momento de “Hot Space”. Quanto ao restante do trabalho, ele não demonstrou muita empolgação.

“Exceto por ‘Under Pressure’, que é aquele dueto magistral com o David Bowie, o disco inteiro é uma bagunça terrível, com faixas como as pavorosas ‘Las Palabras de Amor’, ‘Body Language’ e aquela ‘Back Chat’. (…) Eram canções péssimas, que já soavam datadas na época, já soavam forçadas, como se o Queen tivesse tentando ser algo que não era e nunca foi.”

O vídeo completo pode ser visto a seguir. Regis fala sobre “Hot Space” por volta dos 11 minutos.

Fonte: https://whiplash.net

 

No dia 19 de dezembro de 2025 a banda paulista Special Queen se juntará à Banda Nacional Sinfônica para homenagear o Queen, unindo rock e música sinfônica.

Sobre a Special Queen

Formada em 2019, em São Paulo, a Special Queen reúne os maiores sucessos da banda em um show que traz toda a energia de um legítimo show do Queen, com direito a figurinos clássicos de todos os integrantes da banda e performance fiel. A Special Queen é a atual campeã do Coverground, um dos maiores festivais cover do Brasil. A banda se destaca por uma performance energética e cativante, reproduzindo fielmente o repertório, figurino e trejeitos.

Os integrantes da Special Queen possuem uma sintonia ímpar por tocarem juntos há mais de 10 anos.

O vocalista Pedro Caio, com sua desenvoltura e ousadia, traz ao público a experiência única de um show do Queen e mata um pouquinho da saudade dos fãs da lenda chamada Freddie Mercury.

O guitarrista Vinicius Weigert, com sua réplica da icônica guitarra Red Special, se destaca pela sua técnica e seu timbre altamente fiel ao guitar hero Brian May.

Na bateria, Henrique Ferreira traz toda a energia das baquetas de Roger Taylor.

O baixista Guilherme Ferreira, reproduz fielmente todas as linhas do grande compositor John Deacon.

 

Sobre a Banda Sinfônica Nacional

A Banda Sinfônica Nacional é composta por músicos oriundos de diversos estados do Brasil e países do mundo como Inglaterra e Estados Unidos da América. Músicos bacharéis, mestres e doutores em música. Com um vasto repertório musical corta o Brasil de norte a sul com músicas de todas as regiões nacionais.E com grandes clássicos mundiais. Teve sua estréia no XXRioHapFestival na cidade do Rio de Janeiro.

       

 

Detalhes do Evento:

Data: 19 de dezembro de 2025 – Sexta-feira

Horário: 20 horas

Local: Multiplan Hall – Shopping Park Jacarepaguá

Endereço: Estrada de Jacarepaguá, 6069 – Jacarepaguá – Rio de Janeiro/RJ – CEP: 22753-033

Link para compra de ingressos: Sympla

 

Fique atualizado com o Evento no Facebook:

Special Queen e Banda Nacional Sinfônica

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅24/10 – Prêmio Destaque – Americana – São Paulo

📅31/10 – Recreativo Central – Sorocaba – São Paulo

 

Classical Queen

📅25/10 – Vare’ A Gourmet – Paraguai

📅26/10 – Oktoberyvá – São Paulo – São Paulo

 

Lurex

📅26/10 – Oktoberfest – Contagem – Minas Gerais

 

Projeto Musical Freddie Mercury & Banda (Ítalo Arruda)

📅26/10 – Oktoberfest Ruazinha – Fortaleza – Ceará

 

Queen Of Magic

📅26/10 – Buffet de comida caseira Dona Cleide – Águas Claras – Distrito Federal

 

Queen Tribute Brazil

📅31/10 – The Rock Bar  – Jóquei Clube – Gávea – Rio de Janeiro – RJ

Special Queen

📅 30/10 – Shopping Praça da Moça – Diadema – São Paulo

 

Thiago Millores

📅 25/10 – Festival Blend BBq – Recreio Shopping – Rio de Janeiro

Começou na última quarta-feira, 22 de outubro, a segunda temporada do Black Sabbath Ballet. A apresentação no Sadler’s Wells, em Londres, contou com a participação especial de Tony Iommi. Ao final do espetáculo, o guitarrista e único membro de todas as formações da banda, subiu ao palco e participou da execução de “Paranoid”.

O momento rendeu uma homenagem de Brian May. Presente no evento, o integrante do Queen exaltou a aparição do colega de instrumento e melhor amigo em suas redes sociais.

“Uau! O verdadeiro pai do heavy metal fazendo aquela linda guitarra cantar como um pássaro hoje à noite em Sadler’s Wells. Tony Iommi, uma orquestra de 40 músicos e um elenco de 50 dançarinos – coroando uma grande produção do Black Sabbath Ballet. Orgulhoso de chamar esse gênio infinitamente modesto e generoso de meu amigo.”

Dirigido por Carlos Acosta e executado pelo Royal Birmingham Ballet, o Black Sabbath Ballet executa performances tendo oito músicas da banda como trilha sonora: “Black Sabbath”, “Paranoid”, “Iron Man”, “War Pigs”, “Solitude”, “Orchid”, “Laguna Sunrise” e “Sabbath Bloody Sabbath”.

Realizada em 2023, a primeira temporada foi um grande sucesso. A repercussão fez com que uma turnê pela Europa acontecesse no ano seguinte, com a América do Norte recebendo o espetáculo entre maio e junho de 2025.

 

Fonte: https://whiplash.net

Dia Nacional do Álbum: Lançamento de ‘A Night At The Opera’ no Reino Unido
“A Night At The Opera foi um álbum extremamente importante para nós”, diz o guitarrista do Queen, Sir Brian May. “Ele abriu o mundo para nós.”

“Estávamos no auge da nossa confiança”, acrescenta o baterista Roger Taylor. “Parecia que não havia nada que não pudéssemos fazer, e isso transparece naquele álbum.”

Já disponível – A reedição comemorativa de 50 anos de ‘A Night At The Opera’ do Queen está disponível em vinil transparente com selos dourados e foi lançada hoje como parte do Dia Nacional do Álbum no Reino Unido.

Clique aqui para encomendar “Uma Noite na Ópera” – Edição de 50º Aniversário:

A linha completa de produtos “Uma Noite na Ópera” pode ser encontrada em www.queenonlinestore.com

Sobre o Dia Nacional do Álbum: O tema deste ano celebra o Rock, seguindo as edições anteriores que, entre outros temas, se concentraram nos álbuns dos anos 90, Mulheres na Música, Álbuns de Estreia e, no ano passado, Grandes Grupos Britânicos.

O Dia Nacional do Álbum é organizado em conjunto pela BPI – a associação britânica de gravadoras e selos independentes (BRIT Awards e Mercury Prize) – e pela ERA, a associação de entretenimento digital e varejo (Record Store Day). Apresentado em associação com a parceira oficial de transmissão BBC Radio 2 e agora em seu 8º ano desde seu lançamento em 2018, o Dia Nacional do Álbum reúne a comunidade musical mais uma vez para celebrar e promover a arte do álbum, e homenageia os artistas que contam suas histórias por trás dessas obras significativas e influentes.

O Dia Nacional do Álbum, em 18 de outubro, coincide com a semana do Prêmio Mercury, que também celebra o formato de álbum, e este ano aconteceu em Newcastle-upon-Tyne.

www.nationalalbumday.co.uk

 

 

 

Fonte: www.queenonline.com

 

Cadbury lança campanha criativa que transforma Freddie Mercury e a banda Queen em barras Heroes, celebrando a rica cultura musical do Reino Unido.

 

A Cadbury lançou uma nova campanha que destaca Freddie Mercury e a banda Queen por meio das barras Cadbury Heroes.

Desenvolvida pela agência VCCP e pelo estúdio de conteúdo Girl&Bear, a ação utiliza a técnica de stop motion, dirigida por Anthony Farquar-Smith e produzida pela Not to Scale, resultando em um anúncio visualmente marcante e com tom lúdico.

A campanha recria a icônica banda britânica como se estivesse se apresentando em um estádio feito de doces, com os integrantes transformados em chocolates e embalagens individuais que refletem suas personalidades.

O objetivo é fortalecer a conexão da marca com a música, cultura e história britânicas, oferecendo aos consumidores uma experiência memorável e divertida.

“As melhores coisas da vida realmente são All Heroes, No Zeros, assim como Cadbury Heroes”, disse Simon Connor, diretor criativo da VCCP, segundo informações do Marketing Directo.

Cadbury expande campanha no Reino Unido com ícones culturais transformados em chocolates 

A recente campanha da Cadbury no Reino Unido ganhará continuidade com a inclusão de outros personagens britânicos emblemáticos transformados em chocolates.

Entre os próximos destaques estão Robin Hood e seu bando, personagens de “Orgulho e Preconceito”, em celebração ao 250º aniversário da obra de Jane Austen, e até a rena do Papai Noel, como homenagem ao período natalino.

A iniciativa combina referências culturais e humor com a experiência sensorial do chocolate, com o objetivo de estimular o engajamento do público e reforçar a posição da Cadbury como uma marca criativa e culturalmente relevante.

 

Por meio dessa estratégia de edições limitadas e conteúdo que une cultura, entretenimento e produto, a Cadbury busca fortalecer a conexão emocional com seus consumidores, consolidando as barras Cadbury Heroes como um produto divertido e inspirador no mercado britânico.

“Esta campanha surgiu de uma observação simples, mas poderosa: os Heroes são cheios de sucessos. Não apenas um ou dois favoritos, mas uma mistura genuinamente incrível, com algo para todos. Parecia uma analogia brilhante para as escalações que todos conhecemos e amamos, onde todos têm algo especial para trazer”, comentou Emma Paxton, gerente de marketing da Mondelez, segundo o Creative Salon.

 

“Celebrando o melhor dos heróis britânicos no Cadbury Heroes. Quem não gostaria de ver Freddie Mercury como Crunchie Bits, Brian May como Dairy Milk, Roger Taylor como Dinky Decker e John Deacon como Caramel? Heróis de sobra!”, falou Chris Birch e Jonny Parker, CCOs da VCCP, ainda de acordo com a publicação.

 

 

Ficha Técnica
Anunciante: Mondelēz
Diretor De Marketing: Simon Crowther
Gerente De Marketing: Emma Paxton
Gerente De Marca: Christina Bland
Gerente De Marca Júnior: Emma Holt
Executiva Da Marca: Hollie Grubb

Título Da Campanha: Todos Os Heróis. Sem Zeros

Agência De Publicidade: Vccp
Diretores De Negócios: Jonny Parker E Chris Birch
Vice-Presidente: David Boscawen
Diretor Criativo: Simon Connor
Criativos: Adam Jackson E Ted Price
Sócio-Gerente: Matt Smith
Diretor De Negócios: Rob Gray
Diretora De Contas Sênior: Bella Johnston
Gerente De Contas Sênior: Maya Hussey
Diretor De Planejamento De Grupo: Gethin James
Diretor De Planejamento: Andy Nicholls
Planejador Sênior: Jack Mccormack
Estúdio De Criação De Conteúdo: Girl&Bear
Produtor: Tuesday Birmingham
Produtora Criativa Integrada Sênior: Georgina Ehmcke
Designer Sênior: Matt Montgomery-Taylor
Designer: Jonathan Harper
Gerente Assistente Do Artlab: Nick Norman
Artista Criativo Sênior: Toby Kadir
Chefe De Assuntos De Transmissão: Alexia Collins
Produtora: Sem Escala
Diretor: Anthony Farquar Smith
Produtor Musical: Dan O’rourke, Pippa Hall
Produtor: Giles Nathan
Gerente De Produção: Marie Jordan
Designer De Produção: Gordon Allen
Diretor De Fotografia: Malcom Headley @Malcolmhadley
Editar: Corte Final
Editor: James Rosen
Empresa De Pós-Produção: 1920vfx & Selected Works
Pós-Produção: Heather Brown E Nicola Simmons.
Casa Da Cor: Etc
Colorista: Megan Lee
Empresa De Pós-Produção De Áudio: Factory
Engenheiro De Som: Jack Hallett
Composição Musical: Siren
Social: Elvis
Corretor De Licenciamento De Talentos: Sonia Bouadma
Fundição Tipográfica: Marcas
Agente De Fotógrafo: Crxss Agency, John Cross
Fotógrafo De Fotos: Wilson Hennessy

 

Foto: Pexels

 

Fonte: www.acontecendoaqui.com.br

 

Dica de Roberto Mercury

Fique ligado na Noite do Queen na BBC.

Neste sábado, na BBC2, como parte das comemorações dos 50 anos de Bohemian Rhapsody e A Night At The Opera.

A programação é a seguinte (horário de Brasília)

16h25 – 40 Sucessos de 1975 na BBC – Quarenta sucessos essenciais do ano de 1975, selecionados dos arquivos da BBC.

18h55 – A História de Bohemian Rhapsody – A história completa da música icônica do Queen

19h55 – Queen: O Lendário Concerto de 1975 – Véspera de Natal de 1975 no Hammersmith Odeon, em Londres

20h55 Queen na BBC – Uma viagem pelo arquivo com uma hora de material incrível do Queen.

*****

Álbum A Night At The Opera e single Bohemian Rhapsody: relançamentos luxuosos em vinil para comemorar seu 50º aniversário

Pré-venda de Bohemian Rhapsody: https://Queen.lnk.to/BoRhap50th

Pré-venda de A Night at the Opera: https://Queen.lnk.to/ANightAtTheOpera

Linha completa de produtos: https://queenonlinestore.com/

 

Fonte: www.queenonline.com

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