Canção escrita por Brian May havia sido retirada da biblioteca do Yoto, serviço de streaming voltado ao público infantil

Como já noticiado, a plataforma de streaming infantil Yoto removeu em agosto último a música “Fat Bottomed Girls”, do Queen, de sua biblioteca. Especula-se que tenha sido pela letra da canção, vista como conteúdo sugestivo.

Mas nem tudo está perdido para a banda britânica. O site pornô americano CamSoda resolveu apostar na zoeira, oferecendo um lar para a canção pelo sugestivo valor de US$ 69 mil.

Em uma carta aberta aos dois membros ativos do grupo (via Metal Injecton), Brian May e Roger Taylor, o vice-presidente do CamSoda, Daryn Parker, escreveu:

“Caros Srs. May e Taylor,

Primeiro permitam-me dizer que Queen é um dos meus grandes tesouros e ainda me dá prazer. Meu nome é Daryn Parker, VP da plataforma líder de entretenimento adulto via webcam Camsoda, e como um fã de rock’n’roll e bundas grandes, estamos tristes de ouvir que ‘Fat Bottomed Girls’ foi removida de uma plataforma de streaming. Para preservar o legado do Queen, especialmente com respeito a ‘Fat Bottomed Girls’, estamos oferecendo US$ 69 mil pelos direitos totais de tocar a canção em streams de webcam ao vivo.

Aqui no CamSoda, acreditamos com convicção que garotas de bunda grande fazem o mundo do rock girar – como vocês todos e Freddie expressaram na canção.”

O restante do texto contém menções ao conteúdo desses streams misturados com trocadilhos fazendo referência à letra da música, composta originalmente por Brian May. Ainda não sabemos a resposta do Queen, que provavelmente sequer ligou para a exclusão do Yoto, uma vez que a banda continua presente em todas as principais plataformas de streaming do planeta.

Queen e “Fat Bottomed Girls”

Lançada em 1978 como parte do álbum “Jazz”, “Fat Bottomed Girls” é um dos grandes sucessos do Queen. Quando saiu como single ao lado de “Bicycle Race”, a canção alcançou o 24º lugar da parada Billboard Hot 100, entrando, posteriormente, para a compilação “Greatest Hits” (1981).

Conversando com a revista Total Guitar em 2011, o Brian May não deu muitos detalhes a respeito da inspiração para o single, mas revelou:

“Sempre achei uma má ideia explicar demais as músicas. Lembro de ter ficado muito decepcionado com o que Paul Simon disse sobre suas composições, destruiu a minha imaginação. Mas falando de ‘Fat Bottomed Girls’, havia muitas bundas envolvidas, não só as da minha experiência direta. E eu estava compondo uma música para Freddie cantar! Mas minha principal inspiração foi perceber que não eram apenas as pessoas com belezas glamourosas que alimentavam o romance rock’n’roll em turnês. Em muitos casos, eram jovens indisciplinados que se dedicavam às bandas de rock de uma forma muito modesta: sendo verdadeiros fãs.”

Fonte: https://igormiranda.com.br

Casas de Leilões Sotheby’s e Christie’s

“Na Sotheby’s e na Christie’s, Freddie encontrou especialistas que sabiam como intrigá-lo e com quem gostava de conversar.

 

 

Ele se ligou principalmente à Christopher Payne, conhecido na seção de móveis da Sotheby’s, que lhe deu conselhos valiosos para a compra de muitos itens franceses do século XIX, e à Martin Beisly, que gerenciava o departamento de pinturas da era vitoriana da Christie’s.

 

Mudando-se para Garden Lodge, Freddie quis colocar algo diferente nas paredes, e daí nasceu a paixão pela arte vitoriana.

Já havia optado por obras mais modernas, adquirindo gravuras de Dalí, Miró e Chagall.

Especialmente nos últimos dois anos de sua vida, ele folheou dezenas e dezenas de catálogos de casas de leilões de todo o mundo.

Uma vez ele me fez comprar uma pintura de uma cigana pelo telefone …

Ele estava na Suíça e me comunicou o teto de gastos que estava disposto a aceitar.

Aprendi rapidamente a navegar pelas ofertas, caso ele não pudesse comparecer pessoalmente às vendas.

 

Ele depositou total confiança em mim. Em algumas ocasiões, fui autorizado a oferecer até o dobro do valor inicial. Se ele desejasse algo, eu deveria ter confiança na intuição.

Quando você está em um leilão, não é difícil entender até onde os outros licitantes estão dispostos a ir.

Confesso que me diverti muito nessas ocasiões, fiquei emocionado.

Freddie sempre perguntava sobre os itens à venda, mas geralmente me delegava para ir lá.

Consegui os catálogos que poderiam interessá-lo, examinamos juntos e ele me mostrou os artigos que lhe chamaram a atenção.

Fazia uma vistoria para avaliar se era o caso dele ter visto pessoalmente.

Eu vasculhei as casas de leilões certificando-me de que não havia itens à venda que não tivéssemos notado no catálogo, depois informei Freddie sobre a condição dos itens e qualquer outra mercadoria que tivesse despertado meu interesse.

Então ele decidia se iria. Neste caso, ele examinava todas as exposições para ver se eu havia perdido alguma. Anotávamos no catálogo os que ele gostou e depois almoçávamos no Richoux’s.

Ele tentava não pensar no leilão até chegar em casa, onde voltaria ao assunto, lutando lucidamente contra a tentação de enfiar a mão na carteira. Ele havia comprado tantas coisas no calor do momento que Garden Lodge estava começando a achar difícil encontrar um lugar para novas compras.

No entanto, se ele se apaixonasse por um objeto, não havia como fazê-lo mudar de ideia. ”

 

– Peter Freestone.

A Kind of Magic – Queen Legendary Group

Freddie Mercury era o mestre da interação do público – e quanto maior o público, melhor.

Neste clipe do famoso show do Queen em 1982 no Milton Keynes Bowl, no Reino Unido, o cantor desafia a vasta multidão a igualar suas acrobacias vocais.

De todas as qualidades que rotineiramente fazem com que Freddie Mercury seja coroado como o maior vocalista de todos os tempos, sua capacidade de se conectar com o público foi fundamental.

Como vimos em episódios recentes de Queen The Greatest Live, a banda construiu intencionalmente um elemento de chamada e resposta em muitas de suas faixas mais conhecidas.

Mas isso não foi suficiente para Freddie, que frequentemente brincava com os fãs entre as músicas – e até desafiava estádios inteiros para acompanhar seus improvisos vocais a capella.

Isso faz parte do meu papel – tenho que conquistar o público, caso contrário não será um show de sucesso. É meu trabalho garantir que eu os conquiste e faça com que sintam que se divertiram. Sou muito frívolo e gosto de me divertir – e que melhor maneira de fazer isso do que no palco diante de 300 mil pessoas?” explicou certa vez o cantor.

O exemplo mais óbvio dos jogos vocais de Freddie pode ser a alegre seção ay-oh! da performance do Queen no Live Aid de 1985.

Mas para os conhecedores do Queen, o episódio desta semana se concentra em um momento menos conhecido, mas igualmente encantador, de um pouco mais cedo na década, quando o vocalista interrompe o show da banda no verão de 1982 no Milton Keynes Bowl, no Reino Unido, para colocar o público à prova.

Vou fazer você cantar como Aretha Franklin! promete Freddie enquanto ele se senta na beira do palco para bancar o mestre do coral – e com a multidão fazendo o seu melhor para igualar suas acrobacias vocais que desafiam a gravidade, o cantor termina com um endosso brincalhão: Tudo bem, você pode entrar na banda..

 

Próxima Semana: Rádio Ga Ga

Foto: © Queen Productions

 

Fonte: www.queenonline.com

Hidreley Dião, artista visual brasileiro que recria rostos de celebridades utilizando uma técnica que envolve inteligência artificial (IA), publicou nesta terça-feira (o5) uma imagem que homenageia Freddie Mercury, vocalista do Queen, que se estivesse vivo, completaria 77 anos.

O artista criou esta foto que ilustra este post e no perfil dele, onde você pode conferir o seu trabalho que

Voltando a Freddie Mercury, ele é uma das celebridades mais cobiçadas pelos usuários de softwares de IA para saber como seria seu rosto atualmente. Por conta disso, há diversas imagens de Freddie setentão circulando na internet.

Para imaginar o lendário cantor no mundo de hoje, a IA analisa grandes quantidades de dados relacionados à sua vida, música e performances. Isso inclui imagens de shows e entrevistas para que suas expressões sejam copiadas. Ao usar algoritmos de aprendizado profundo, essa nova tecnologia pode extrair padrões e insights desses dados, criando uma representação virtual de sua persona artística.

É importante notar que, embora a IA possa simular as características de um artista, inclusive sua voz, a verdadeira essência do talento de Freddie Mercury está em sua originalidade e autenticidade. O conteúdo gerado por IA deve ser visto como um tributo ou homenagem, em vez de um substituto para a experiência genuína de suas performances e gravações ao vivo.Confira abaixo imagens que imaginam o cantor ainda vivo:

Fonte: www.radiorock.com.br

 

Não foram poucas as vezes em que Brian May, eterno guitarrista do Queen, foi listado entre os maiores do rock inglês. Milhões de pessoas em todo o mundo o tem como ídolo, mas todo ídolo tem seus próprios ídolos. Em texto publicado pela Classic Rock, ele revelou que, para ele, John Lennon era “o cara mais legal do planeta”.

“[John Lennon, de um adolescente ressentido e nada sofisticado, se tornou o cara mais legal do planeta. […] Não há espaço suficiente aqui para listar todas as obras-primas de Lennon, mas ouça ‘Tomorrow Never Knows’, ‘Lucy In The Sky With Diamonds’, e depois ‘I Am The Walrus’ e ‘Strawberry Fields Forever’ e me diga que você não fica boquiaberto… Nunca foi criado algo como essas obras em toda a história.”

“Ele foi legal o suficiente para escrever a maior canção pop adolescente de todos os tempos (na minha humilde opinião): ‘I Want To Hold Your Hand’; para abraçar a psicodelia e torná-la musicalmente válida; para deixar os Beatles quando sentiu que tudo havia se tornado um jogo superficial que ele não queria mais jogar. E depois colocou sua alma inteira na promoção da paz em sua carreira solo, produzindo quase certamente os álbuns solo mais grandiosos, ousados e pessoalmente reveladores já feitos — incluindo músicas como ‘Jealous Guy’, a sincera ‘God’, e o eterno hino da humanidade, ‘Imagine’.

Fonte: https://whiplash.net

 

Curiosidades
Já que estamos no dia do aniversário de Freddie Mercury …

Quem fez a maioria dos bolos de aniversário de Freddie Mercury ?

 

▪️Jane Asher nasceu em Londres em 05 de Abril de 1946. É uma atriz, empresária e escritora. Foi noiva de Paul McCartney durante quase toda a década de 60 e sua musa inspiradora.

 

 

▪️Ela alcançou fama precoce como atriz infantil e trabalhou extensivamente no cinema e na TV ao longo de sua carreira.

▪️Jane também é conhecida por fornecer bolos e utensílios de cozinha especializados, e junto com Kim Brown, possuía uma loja de doces em Londres. Essa pequena loja é quem fornecia a maioria dos bolos de aniversário de Freddie Mercury.

 

 

▪️Jane e Kim são muito amigas de Fiona Moseley, a irmã de uma das estilistas do Queen – Diana Moseley.

 

Nota – Na foto dos bolos abaixo, nem todos foram feitos por Jane Asher.

Via
Freddie Mercury – Uma Biografia Intima
Por Peter Freestone e David Evans

 

18) The Royal Albert Hall

Kensington Gore, W8

Outro famoso local de concertos em Londres.

O Queen nunca tocou aqui (uma das razões é que o peso do equipamento de iluminação derrubaria o teto), mas Brian May Band tocou (1993, 1998) e Smile também (1969).

Também o concerto Princes Gala Trust com Brian e John aconteceu aqui em 1988.

Brian e Roger em 2010.

 

 

19) Imperial College

Imperial College Road SW7

E você está perguntando quem tocou aqui?

Resposta: Queen, Smile, 1984 e Wreckage.

O Imperial College viu o primeiro show sob o nome Queen.

John Deacon fez um teste aqui em 1971.

Brian estudou aqui.

É realmente um lugar lendário, não?!

A foto mostra o Imperial College of Science and Technology onde Brian estudou – não é na rua Imperial College Road, mas na Prince Consort Road.

Os concertos foram na União dos Estudantes do Imperial College, que também é um prédio diferente (detalhes no mapa).

Direções: Chegue ao Royal Albert Hall. Desça o lance de escadas em frente ao Albert Hall e caminhe em direção ao Royal College of Music. Caminhe para o oeste seguindo a Prince Consort Road à esquerda do Royal Albert Hall. No lado norte da Prince Consort Road, ao lado de uma igrejinha, fica o Beit Quadrangle, com o Imperial College Students Union (onde o Queen tocava).

Agora volte para o Royal College of Music e continue andando para o leste. No lado sul da Prince Consort Road – perto do cruzamento com a Exhibition Road – você verá o Imperial College of Science and Technology (onde Brian estudou).

 

20) Dominion Theatre

Tottenham Court Road W1

Este é o local da última apresentação ao vivo de Freddie – no musical Time, em 9 de abril de 1986.

Alguns anos atrás, foi onde o famoso musical We Will Rock You teve lugar.

Direções: Saia do metrô na Tottenham Court Road. O Dominion Theatre fica na junção da Oxford Street com a Tottenham Court Road.

 

21) Trident Sound Studios

17 St. Anne’s Court W1

O Queen gravou aqui todas as músicas de seus dois primeiros álbuns, exceto Night Comes Down.

Também Now I’m Here, In The Lap Of The Gods, Lily Of The Valley e alguns overdubs de Brian (vocal e guitarra) em Killer Queen, She Makes Me e Brighton Rock.

Direções: Saia do metrô na Leicester Square. Siga a Charing Cross Road caminhando para o norte em direção a Oxford Street e Tottenham Court Road.

Quando chegar a Cambridge Circus, vire à esquerda e caminhe para oeste seguindo a Shaftesbury Avenue.

Depois de um tempo, vire à direita e caminhe para o norte seguindo a Wardour Street.

Em seguida, procure St. Anne’s Court no lado leste da Wardour Street.

Entre no St. Anne’s Court e caminhe apenas alguns metros até ver a porta do Trident Sound Studios no lado esquerdo do St. Anne’s Court.

 

22) Marquee Club

90 Wardour Street

O Queen tocou lá em alguns shows memoráveis.

 

 

Fonte: www.queenconcerts.com

Grande fila se formou para receber as graças do sósia do sacerdote do rock, que, a cada novo casal abençoado, entoava um sonoro ‘EEEEEEÊ OOOÔ!’ com o braço erguido e o punho cerrado.

Um cover do Freddie Mercury, eterno líder da banda Queen, está “casando” pessoas em uma capelinha no The Town.

A organização do evento montou uma ‘igreja’ no festival que pode ser utilizada tanto para renovar votos de casamento quanto celebrar a amizade.

A estudante de odontologia Letícia Maia contou ao g1 que estava passando em frente ao local, viu Freddie e logo se interessou. “Falamos: vamos ter que casar de novo”, brincou ela, que estava acompanhada do marido, o engenheiro Brendo Carvalho.

“Ficamos assustados como ele se parecia com o Freddie Mercury e quisemos renovar os votos”, disse Brendo.

Uma grande fila se formou para receber as graças do sacerdote do rock, que, a cada novo casal abençoado, entoava um sonoro “EEEEEEÊ OOOÔ!” com o braço erguido e o punho cerrado.

“Foi para demonstrar nosso amor. Casaria de novo mil vezes”, declarou a estudante.

Fonte: https://g1.globo.com

 

Mesmo tendo chegado ao YouTube apenas em 2008, clipe de lendária banda de Rock já chegou a 1 bilhão de visualizações na rede

Não há dúvidas de que os Anos 70 foram fundamentais para a música. Até hoje, a influência desse período é sentida através do trabalho de artistas do Pop ao Rock, como ABBAQueenLed Zeppelin e tantos outros.

Ainda assim, e mesmo com a renovada popularidade que tem sido vista por artistas como o Fleetwood Mac, que viralizou no TikTok há pouco tempo, é compreensível que os números desses grupos na era do streaming estejam bem abaixo de artistas contemporâneos; afinal de contas, a contagem começou há pouquíssimo tempo.

Mesmo assim, alguns hits dessa época têm tido um destaque muito grande. “Dancing Queen”, por exemplo, já acumula mais de 750 milhões de visualizações no YouTube, superando grandes nomes do Pop mundial atual — a contagem está bem próxima, por exemplo, de “Levitating”, hit de Dua Lipa.

Queen tem o único clipe dos Anos 70 com 1 bilhão de visualizações

O caso mais impressionante é o do Queen, que conseguiu uma façanha histórica: com o clipe de “Bohemian Rhapsody”, que chegou ao YouTube em Agosto de 2008, a banda liderada por Freddie Mercury se tornou a primeira dos Anos 70 a entrar no Clube do Bilhão, termo usado para descrever vídeos que já somam mais de 1 bilhão de visualizações.

O vídeo, aliás, caminha para bater 1,7 bilhão de views ainda neste ano de 2023, o que reforça ainda mais a importância dessa banda tão lendária para a música. É claro que a cinebiografia do grupo, que leva o mesmo nome da canção, também deve ter contribuído para isso.

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Brian May concedeu uma entrevista à Guitar Player que será lançada em outubro de 2023 e nesta entrevista ele comenta sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) na música.

Nesta entrevista essencial, o guitarrista do Queen explica o papel de Eddie no EP de 1983 (Star Fleet) e que ele queria a bênção de Alex Van Halen antes de lançar este tributo épico no 40º aniversário.

Doutor May revela seus pensamentos e sentimentos sobre o futuro do Queen e explica os perigos que a IA representa para a música.

É, e minha maior preocupação com isso agora é na área artística. Acho que a esta altura do próximo ano o cenário será completamente diferente. Não saberemos qual é o caminho para cima. Não saberemos o que foi criado pela IA e o que foi criado pelos humanos. Tudo vai ficar muito confuso e acho que podemos olhar para 2023 como o último ano em que os humanos realmente dominaram o cenário musical. Eu realmente acho que pode ser tão sério e isso não me enche de alegria. Isso me deixa apreensivo e estou me preparando para ficar triste com isso.

Acho que muitas coisas boas virão da IA, porque ela aumentará os poderes dos humanos para resolver problemas. Mas o potencial da IA para causar o mal é, obviamente, incrivelmente enorme – não apenas na música, porque ninguém morre na música, mas pessoas podem morrer se a IA se envolver na política e na dominação mundial de várias nações. Acho que a coisa toda é extremamente assustadora. É muito mais abrangente do que alguém imaginava – bem, certamente do que eu imaginava.

Estou sempre fazendo partes de músicas. Eu faço muitas participações especiais nas faixas das pessoas; Eu gosto bastante disso. Mas é como se o universo fosse um lugar diferente agora, e houvesse ecos nossos naquele lugar. Mas onde realmente estamos como artistas, não tenho certeza. Ainda temos algo a dizer, mas os métodos e os meios de comunicação são muito diferentes agora. É uma espécie de luta para nos mantermos o controle disso, eu acho.

Temos jovens ao nosso redor, graças a Deus. Perguntamos a eles o que fazer. [risos] A combinação entre diferentes gerações pode produzir muitas coisas poderosas. Portanto, ainda temos os nossos métodos, e os nossos métodos são adquiridos através de anos e anos de experiência, tanto no estúdio como na estrada.

O engraçado é que eles esqueceram os métodos antigos, então às vezes, quando vou ao estúdio de outra pessoa, pergunto: E se você fizesse isso? e vou sugerir fazer algo que todos teriam feito há 40 anos. E eles dirão: Oh, sim. Nunca ouvimos falar disso!

Portanto, existe esse valor na combinação do antigo e do novo que lhe confere grande poder, e eu valorizo isso. Mas tenho que nadar bem rápido para continuar. Até mesmo poder ligar minha TV! [risos] Coloque dessa forma.

Fonte: www.guitarplayer.com

Nenhum show do Queen fica sem músicas que incentivam os fãs a cantar junto, e mesmo antes da agora lendária combinação de We Will Rock You e We Are The Champions fornecer o final definitivo para cantar junto, o Queen teve muitos hits que unificaram o público em um refrão massivo – como In The Lap Of The Gods.

Mesmo com a formação cantando harmonias de quatro vozes, sempre houve espaço para alguns milhares de backing vocals em um show do Queen. Como defensores apaixonados da participação do público, a banda tem muitos cantores para listar, desde Radio Ga Ga e Another One Bites The Dust até o final de We Will Rock You e We Are The Champions. Mas como vemos no último episódio de Queen The Greatest Live, mesmo os cortes mais profundos da banda poderiam transformar um estádio turbulento em um coral perfeito.

Abrindo (e fechando) o segundo lado do álbum Sheer Heart Attack de 1974, as duas versões de In The Lap Of The Gods foram arrancadas das profundezas emocionais por Freddie Mercury.

No início, grande parte de sua escrita era fantástica, mas no fundo, acho que ele estava abrindo seu coração. Freddie estava lutando com várias coisas e todos sabemos que sua sexualidade era bastante fluida. Foi difícil para ele expressar. Acho que você pode ouvi-lo nessa música, lutando com seus relacionamentos, colocando-os em palavras e música, disse Brian May à Uncut.

Enquanto Killer Queen e Now I’m Here foram escolhidos a dedo como singles de Sheer Heart Attack, o hardcore do Queen sempre manteve o refrão saudoso de In The Lap Of The Gods… Revisited perto de seus corações.

E quando o show da banda na véspera de Natal de 1975 no Hammersmith Odeon chegou ao fim, o público não se convenceu a se juntar a Freddie em um refrão que doía com uma emoção sem palavras (Whoa, whoa, la, la, la, oh!).

Avançando uma década para a Magic Tour de 1986, a música não perdeu nada de seu poder de união, com 144.000 fãs no Estádio de Wembley balançando em uníssono enquanto tocavam o refrão, e cantando junto cruzando sem esforço a barreira do idioma enquanto a banda iluminava o festival de Budapeste. Népstadion na Hungria. Mas, como Brian disse ao Uncut, talvez nunca tivesse funcionado sem um mestre de coro do calibre de Mercury:

Essa música é Freddie sendo magnífico e sendo um deus – no qual ele era muito bom.

 

Próxima semana: Jogos Vocais

Fonte: www.queenonline.com

Living On My Own está de aniversário hoje –

38 anos !

Living on My Own é uma canção de Freddie, originalmente incluída em seu primeiro Álbum solo – Mr. Bad Guy.

Foi lançada como single em 02 de Setembro de 1985 no Reino Unido, onde alcançou o número 50.

Em 1993, quase dois anos após a morte de Freddie, Living on My Own foi remixada e relançada, alcançando o número 01 no Reino Unido, tornando-se o primeiro hit solo de Mercury em primeiro lugar. Permaneceu no topo por 02 semanas.

Rumores dizem que a letra da música reflete a admiração de longa data de Freddie por Greta Garbo, que depois de pronunciar a frase famosa em 1941 –

I Want To Be Alone (Eu Quero Ficar Sozinha)

                                                     

abandonou Hollywood, e se recolheu às sombras da reclusão, se transformando em uma diva perfeita, apesar de que ela afirmava que havia dito Quero Que Me Deixem Em Paz. – ( I Want You To Leave Me Alone ).

O vídeo clipe foi gravado com câmeras de 35 mm na festa de aniversário de 39 anos de Freddie Mercury (o traje era fantasia preto e branco) na cidade de Munique, mostrando cenas reais da badalada festa que aconteceu em Setembro de 1985, e na época, foi proibido por ser considerado promíscuo.

 

E a letra ?

O clipe mostra todos curtindo, dançando e se exibindo naquela noite de esplendor, antes que todas as fantasias desapareçam … e Freddie está cantando, ele está gritando – eu fico tão só, só, só .. tem que haver algo no futuro … alguns bons tempos … para viver, para continuar. Estou vivendo sozinho … às vezes sinto que ninguém me avisa …

A música destaca claramente o que Freddie estava passando naquela época, mas acreditamos que ele fez muito para fazer essa música soar como uma música feliz …

 

Vídeo:

 

Foto – internet

Via Ava Foxfort

 

Essa foi a única coisa que o Queen comeu quando saiu em turnê

Não sei se eles tinham medo de carne americana …

O guitarrista do Kansas – Rich Williams – lembra como eram os membros do Queen.

Rich Williams

 

Rich Williams relembrou o que pensou dos membros do Queen quando a sua Banda e os britânicos fizeram uma turnê juntos. Além disso, ele relembrou o curioso hábito culinário que o Queen tinha quando tinha que parar para comer no meio da estrada.

(Via Ultimate Guitar)

Embora Kansas tenha começado sua carreira três anos depois do Queen, as duas Bandas eram contemporâneas, o que lhes permitiu fazer uma turnê pelos Estados Unidos juntos em determinado momento de sua carreira.

Agora, falando ao Rock History Book, Williams diz que tem ótimas lembranças dos caras legais do Queen.

Além disso, ambas as Bandas preferiram viajar juntas e ficar nos mesmos hotéis, quando dividiam a estrada e o palco.

Eles eram todos ótimos caras, simplesmente ótimos caras. Não sabíamos que Freddie era gay ou algo assim, mas realmente não teria importância de qualquer maneira …, mas foi muito divertido.

Roger Taylor não foi creditado, mas ele cantou na música do Kansas – Play the Game Tonight – fazendo backing vocals … as vozes mais altas pertenciam à ele … porque somos todos amigos e ele estava na cidade …

 

Play The Game Tonight

 

 

John Deacon era um cara muito quieto, eu não falava muito com ele.

 Brian era um cavalheiro britânico, um cara muito legal, interessante … e Freddie era um cara legal. Sim, sempre ficamos no mesmo hotel, viajamos mais ou menos juntos …

No entanto, foram suas escolhas na hora de recuperar as forças e comer algo que confundia o guitarrista do Kansas –

A coisa mais engraçada que me lembro é que sempre que nos encontrávamos em um restaurante em algum lugar da estrada, como quando estávamos viajando juntos, eles SEMPRE comiam sanduíches de queijo e tomate …

Não sei se eles tinham medo de carne americana ou vegetariana ou o quê, mas [ imitando o Queen]

Queijo e tomate para quatro, por favor … [Risos]

Eles eram caras muito bons !

 

Nota – Sabemos que aqui é um caso isolado.

Via https://www.rockfm.fm/…/esto-era-unico-que-queen-comian…

Queen Factory

 

13) Earls Court Exhibition Centre,

Warwick Road, W8

Outro local lendário de concertos.

O Queen tocou aqui dois shows famosos nos dias 6 e 7 de junho de 1977.

 

14) Garden Lodge

1 Logan Place

Freddie viveu aqui muitos anos e também aqui faleceu.

As paredes são muito mais altas do que costumavam ser (e também muito mais limpas).

 

Direções: Saia do metrô em Earls Court. Siga as indicações para ‘Earls Court Road Exit’. Saindo da estação, vire à esquerda e caminhe para o norte seguindo a Earls Court Road. Atravesse o cruzamento com Cromwell Road e continue seguindo Earls Court Road. Logo após o cruzamento com a Cromwell Road, no lado oeste da Earls Court Road você encontrará Logan Place. Caminhe quase até o final de Logan Place, até chegar a Logan Mews, e do lado esquerdo você encontrará uma parede de tijolos vermelhos com uma porta verde-escura. É aqui.

 

15) Logan Mews

À direita de Garden Lodge há um beco sem saída muito curto com algumas casas.

Essa foto mostra a casa onde os amigos de Freddie moravam (na parte direita da foto vocês podem ver um pedacinho do muro de Garden Lodge).

 

16) Carmelite Church

Kensington Church Street

John e Veronica se casaram aqui em 18 de janeiro de 1975.

 

17) Kensington Market, 49 Kensington High Street W8

Freddie e Roger tinham uma barraca no último andar do Market no início dos anos setenta, vendendo roupas usadas e arte (Freddie vendia muitas de suas próprias pinturas e desenhos aqui).

Freddie permaneceu no mercado, vendendo sapatos e botas, mesmo quando o Queen lançou seu primeiro álbum.

 

Nota: o mercado foi completamente demolido há alguns anos e substituído por escritórios e uma filial da PC World.

 

Fonte: www.queenconcerts.com

Queen X Beatles

Um famoso produtor explica o sucesso do Queen –

 

Eu nunca diria que alguém é melhor que os Beatles, mas … 

Steve Lillywhite explicou porque acha que a Banda de Freddie Mercury é mais relevante hoje do que os Fab Four.

A Banda de Liverpool mudou as regras do jogo e tornou-se um símbolo inegável da cultura popular. As obras que nos deixaram ainda ressoam pelo mundo, embora os anos tenham passado e novas figuras musicais tenham reclamado o seu lugar.

A posição dos Fab Four como a maior Banda da história foi largamente aceito por muitos nas décadas, desde que se separaram em 1970. Outros grupos, no entanto, ganharam o direito de partilhar a glória que os ingleses saborearam durante os seus anos ativos.

O produtor Steve Lillywhite sugeriu em entrevista ao Music Radar que considera maior a relevância atual do QUEEN, e deu uma explicação para esta posição.

Esta não é uma opinião qualquer, pois é uma pessoa com grande relevância na indústria musical e que tem a honra de ter trabalhado com Bandas e artistas como The Rolling Stones, U2, Peter Gabriel ou Siouxsie and The Banshees.

Lillywhite argumentou que os Beatles aperfeiçoaram todos os aspectos de suas criações, mas havia algo sobre o qual eles não estavam tão certos …

 

Você sempre pensa neles quando fala sobre as melhores Bandas da história, mas algumas pessoas pensam que eles nunca conseguiram fazer uma música para tocar em um estádio.

 

Eles nunca lançaram nada que possa ser usado em um grande evento esportivo.

Quando você fala sobre o melhor … eu nunca diria que existe alguém maior que os Beatles, mas há um debate agora em torno do QUEEN por causa de sua capacidade de transcender nos grandes eventos. Há muitos que pensam que eles são mais relevantes hoje ! 

 

Assim, sem rebaixar os Beatles do Olimpo da música, Steve Lillywhite garantiu que Freddie Mercury e cia libertam hoje mais paixões.

 

Além disso, sua música levanta o público de seus assentos com mais facilidade. O exemplo perfeito será sempre o show do Live Aid em 1985 ou músicas como We Will Rock You e We Are The Champions, que sempre funcionam muito bem em grandes eventos.

Como aponta a Ultimate Guitar, a relevância do QUEEN também é medida em informações que vieram à tona em Maio passado.

 

Nesta época, soubemos que os representantes da Banda estavam em negociações para vender todo o catálogo do grupo pela exorbitante quantia de 1 bilhão de dólares.

 

No caso particular da música dos Beatles, seus direitos passaram a ser propriedade de Michael Jackson quando ele pagou US$ 47,5 milhões em Agosto de 1985.

 

Atualmente, a propriedade está dividida entre Paul McCartney e a Sony Music.

 

Por outro lado, o maior valor até agora foi alcançado em 2021, quando Bruce Springsteen vendeu o seu catálogo, também à Sony, por 500 milhões de dólares.

 

Ninguém pode negar o legado deixado pelos Beatles, mas …

 

Via

https://www.rockfm.fm/al-dia/noticias/famoso-productor-explica-exito-queen-nunca-diria-que-alguien-mejor-que-the-beatles-pero-20230816_2857257?fbclid=IwAR1A04T8TmYJZ2UHP0txNnZYeFC1OOCOEIwOzEaYomVJ7dG8QZGwlH1DzhM

Em 16 de Agosto de 2023.

 

Queen Factory

Queen The Greatest Live: Os Fãs (Episódio 30)

Na nova entrevista em vídeo exclusiva desta semana, Brian May e Roger Taylor explicam seu vínculo único com o público do Queen – e como os fãs influenciaram tudo, desde a encenação da banda até a direção das composições desde os anos 70.

 

Os shows do Queen não acontecem no vácuo. Tão importante quanto o empurrão e puxão entre os quatro músicos é a troca de energia entre o palco e o público.

 

Como nunca aderiram à escola do ‘deus do rock intocável’ dos anos 70, na entrevista em vídeo exclusiva desta semana para o Queen The Greatest Live, Brian May e Roger Taylor explicam como a experiência do concerto ainda flui nos dois sentidos.

 

Acho que temos um relacionamento muito pessoal com o público. Não nos perdemos em ser deuses com fantasias e luzes. Ainda somos humanos e gostamos da interação. Acho que isso é algo um pouco diferente, diz Brian.

 

Roger Taylor acrescenta:

E esta é uma sensação maravilhosa e devemos envolver o público. E, você sabe, a única coisa que não éramos era olhar para o sapato… Quer dizer, eu lembro de algumas bandas, o guitarrista pode até ficar de frente para trás. É muito rude, sabe? 

 

Notoriamente, foi o amor do Queen pela participação do público que gerou clássicos de chamada e resposta como We Will Rock You, e como Brian nos conta, a reação dos fãs ainda é o melhor parâmetro para reforçar o setlist.

 

Se você coloca uma música nova lá e consegue uma ótima reação, você fica reforçado e pensa: Sim, faremos isso de novo na próxima noite. Então o público está moldando o que tocamos e acho que eles sabem disso. Claro, você busca coisas que produzem uma reação, seja ela feliz ou triste – mas algum tipo de reação.

 

Embora os shows do Queen tenham encorajado cada vez mais o público a se levantar, como Roger lembra, os fãs nem sempre foram tão livres para se soltarem, com a banda forçada nos primeiros anos a superar tudo, desde segurança pesada até regimes autoritários.

 

Nos anos 70, eram os temidos seguranças. Assim que alguém se levantava, dizia: ‘Você, sente-se, sente-se!’ Você sabe, eles viriam até você. E nós costumávamos encorajá-los a se revoltarem!

 

E se um show ainda se recusasse a pegar fogo, o Queen sempre teve sua arma não tão secreta na forma do mestre de cerimônias Freddie Mercury.

 

Ele foi incrível. Ele poderia simplesmente gritar: ‘Vamos!’, e então todo mundo se levantaria…, lembra Roger.

 

Próxima semana: Queen The Greatest Live – In The Lap Of The Gods

 

Foto © Queen Productions

Fonte: www.queenonline.com

Simon Fowler – Fotógrafo Queen

 

Tive a sorte de trabalhar com o Queen por mais de uma década, desde 1981.

 

Então, quando o escritório deles me deu autorização para compartilhar meu trabalho com o mundo, fiquei maravilhado.

 

Meu primeiro telefonema vindo do Queen Office foi assim:

No momento em que recebi a ligação, eu estava olhando para uma sessão de fotos que havia feito no dia anterior de outro cliente, e estava escolhendo minhas fotos favoritas.

Não consegui ouvir direito devido à um sotaque irlandês muito suave vindo do meu telefone, e qualquer um que me conhece sabe que nunca fui muito bom em multitarefa, na melhor das hipóteses !

Conversando juntos, a voz melodiosa me perguntou sobre uma possível filmagem, perguntando sobre minha disponibilidade, taxas, se eu tinha passaporte e todas as coisas de sempre. Eu perguntei quem era a Banda.

CREAM – ele disse

 

Ou, pelo menos, foi o que pensei que ele disse.

Tendo dito perdão? cerca de 4 vezes neste momento, eu não queria dizer isso de novo. Eu sabia que tinha ouvido mal, já que Eric Clapton definitivamente não havia reformado o Cream, mas tentando multitarefa, eu sabia que descobriria em algum momento e não pensei muito mais sobre isso.

Não até cerca de uma semana depois, quando o homem de fala mansa ligou de volta e disse –

Ok, você está aprovado. Vou reservar os vôos e o Hotel para você. Você vai para Munique

Eu disse Ótimo, qual é a Banda mesmo ?  Nesse ponto, acho que ele presumiu que eu era um pouco surdo.

‘QUEEEEN – ele disse

 

Eu o ouvi alto e claro naquele momento. Quase caí da cadeira quando percebi o trabalho que havia acabado de agendar.

Ele então disse:

Ouça, só para avisá-lo. Você pode ter apenas 10 minutos … ou nada. Eles não gostam de sessões de fotos.

Com isso passando pela minha cabeça, meu assistente Rob Brown e eu partimos para Munique, onde a Banda estava gravando Hot Space.

Lembro-me vividamente – havia um corredor fora do estúdio onde montei um pano de fundo de papel e minhas luzes. Não foi nada de especial, eu propositalmente queria que fosse uma configuração simples para focar na Banda – especialmente se eu tivesse apenas 10 minutos !

Mas três horas depois ainda estávamos filmando. Primeiro no corredor e depois eles me deixaram entrar no estúdio de gravação, tirando fotos espontâneas com os rapazes no trabalho.

Foi um privilégio surreal e absoluto começar minha jornada de trabalho com a primeira e única Rainha. Não são muitos os fotógrafos que testemunham um talento tão grande de tão perto. Tenho boas lembranças de trabalhar com a Banda e foi uma honra poder capturá-los repetidamente ao longo dos anos.

Eu, minha câmera e a Rainha❗️

Em resumo, meu relacionamento com o Queen começou com Hot Space, e correu até as sessões de Headlong e I’m Going Slightly Mad para o último Álbum na vida de Freddie – Innuendo.

No meio havia Radio Ga Ga, I Want To Break Free e It’s A Hard Life, The Works, depois Who Wants To Live Forever, The Miracle, é claro, mais alguns solo com Roger em Strange Frontier e I Was Born To Love You de Freddie. ”

Fonte – Mercury Phoenix Trust.

 

 Bem animado por ver que eles usaram uma das minhas fotos para a nova capa do single de Freddie. Obrigado pessoal !

 

– Simon Fowler, sobre a escolha de uma de suas fotos para Face It Alone, em seu Instagram.

 

▪️Nota – A foto escolhida faz parte das sessões de gravação do single Headlong.

 

Fontes –

– Instagram Simon Fowler

– SimonFowlerPhotography com

 

▪️Abaixo, foto original e a trabalhada para Face It Alone.

 

Original

 

Trabalhada

 

 

7) Ealing College

St Marys Road

Ealing W5

Freddie estudou aqui quando veio para o Reino Unido. Ele conheceu Tim Staffell, que estava na mesma classe, e fez seu primeiro show com Wreckage aqui.

Direções: Saia do metrô na Ealing Broadway. Siga as indicações para o Shopping Center e depois caminhe para o sul, seguindo a High Street.

Continue andando para o sul, seguindo Ealing Green, até chegar ao cruzamento com a Warwick Road.

No lado direito de Ealing Green está The Castle Inn (quarta foto) onde Freddie, Tim e seus amigos costumavam beber.

No lado esquerdo de Ealing Green você pode ver a Thames Valley University, que é o antigo Ealing College (primeira foto).

Do lado esquerdo do edifício existe um caminho – siga-o até chegar ao Students Union.

Entre no Students Union North Building e você verá o Freddie’s Bar (segunda e terceira foto).

 

 

8) Metropolis Studios

Chiswick High

Road W4

Parte do álbum Innuendo foi gravada aqui e foi o último estúdio inglês em que Freddie trabalhou.

O vídeo de Headlong foi filmado aqui e a parte externa do estúdio foi usada como pano de fundo para a seção de abertura do vídeo Innuendo.

Parte de Made In Heaven foi gravada aqui em março de 1994.

Direções: Saia do metrô em Turnham Green. Pegue Turnham Green e caminhe para o sul até a junção com Chiswick High Road. Vire à esquerda e caminhe para leste seguindo a Chiswick High Road. Atenção com o lado norte da Chiswick High Road. Deixe os Correios atrás de você, continue até chegar ao Powerhouse. Vire a esquerda. O Metropolis Studio fica perto da estação de ônibus.

 

9) Townhouse Studios

Goldhawk Road

Shepherds Bush

Saia do metrô na Goldhawk Road. Desça as escadas e vire à esquerda. Caminhe para o oeste seguindo a Goldhawk Road, até ver os Townhouse Studios no lado norte da Goldhawk Road. É um famoso estúdio de gravação de Londres.

O Queen trabalhou aqui muitas vezes.

Muitas partes da trilha sonora de Flash Gordon, bem como algumas faixas de A Kind Of Magic (Princes Of The Universe, Who Want To Live Forever) e The Miracle (Party, Miracle, Hang On In There), todas de Barcelona, exceto How Can I Go On, parte das músicas do The Cross, Shove Ir e canções de Brian, The Dark e Rollin’ Over.

O Yes costumava gravar muito nesses estúdios, e foi assim que Steve Howe e Freddie se tornaram amigos. Essa amizade levou a um encontro casual entre o guitarrista e o pianista no verão de 1989 na Suíça, no qual Steve acabou fazendo o tão celebrado solo de flamenco de Innuendo.

 

 

10) 100 Holland Road, W14

Freddie viveu aqui com Mary no início dos anos setenta.

A primeira sessão de fotos da banda foi feita por Doug Puddifoot aqui – e muitas dessas fotos foram usadas na parte de trás do primeiro álbum da banda.

 

 

11) 36 Sinclair Road, W14

Todos os membros da banda dividiram um apartamento aqui no início dos anos 70.

 

12) Kensington Pub

Russell Gardens, W14

Muitas reuniões da banda aconteceram neste pub, pois os membros moravam nas proximidades. Foi o pub onde Freddie conheceu Brian e Roger, onde Freddie conheceu Mary e onde Roger conheceu John Harris.

Direções: Saia do metrô em Kensington Olympia. Atravesse os trilhos de trem andando no viaduto pedonal. Quando você chegar à Russell Road, vire à esquerda e siga a Russell Road até o final da estrada e você verá o “The Kensington” à sua frente.

Atualização [2011]: o pub parece estar fechado (as janelas estão escurecidas e as portas estão trancadas com uma corrente).

 

 

Fonte: Queen Concerts

A prova de que Eddie Van Halen e Dave Lee Roth eram grandes fãs do Queen antes de qualquer uma das bandas se tornarem megaestrelas

No início de 1975, a carreira do Queen estava decolando. Eles alcançaram um trio de sucessos no Reino Unido com “Seven Seas Of Rhye”, “Killer Queen” e “Now I’m Here”, enquanto o álbum Sheer Heart Attack do ano anterior alcançou a quarta posição nas paradas britânicas.

A América também estava no caminho, pois Killer Queen e Sheer Heart Attack chegaram ao Top 20 nos Estados Unidos, enquanto a banda chegou na América no início de 1975 para sua primeira turnê como atração principal.

Entre seu crescente exército de fãs norte americanos estava uma jovem banda de Pasadena, Califórnia, que havia mudado seu nome, alguns anos antes, de Mammoth para Van Halen, em homenagem ao pródigo guitarrista Eddie Van Halen e seu irmão baterista Alex.

Nessa mesma época, o Van Halen estava fazendo seu nome no circuito de shows de Los Angeles. Seus primeiros sets se apoiavam fortemente em covers amplificados de tudo, desde “Waitin’ For The Bus” do ZZ Top até o clássico boogie-rock do Foghat, “Slow Ride”.

E então havia o Queen. Em um show na Pasadena High School em 25 de abril de 1975, o Van Halen tocou um cover do single mais recente da banda, “Now I’m Here”, e felizmente, alguém estava lá para gravá-lo em fita.

O áudio da apresentação foi lançado no YouTube e mostra o Van Halen tocando perfeitamente. Dave Lee Roth pode não ter o alcance de Freddie Mercury, mas ele é um dos poucos cantores que se iguala ao vocalista do Queen em termos de carisma. E o baixista Michael Anthony e Eddie Van Halen acertam em cheio nos vocais de apoio. Mas é Eddie quem rouba o show, intensificando o riff central da música e lançando alguns solos ardentes que apontam para o que surgiria alguns anos depois. “Obrigado”, diz Roth no final. “Um pouco de heavy rock.”

O Van Halen certamente foi um dos primeiros a adotar a música do Queen. Sheer Heart Attack havia sido lançado há menos de seis meses, enquanto “Now I’m Here” ainda não havia sido lançada como single nos Estados Unidos. Coincidentemente, a banda britânica tocou duas noites no Santa Monica Civic Auditorium de Los Angeles, menos de um mês antes – não é inconcebível que algum membro do Van Halen tenha assistido aos shows.

Eddie Van Halen e Brian May do Queen se conheceram pela primeira vez em outubro de 1978, quando o Van Halen abria para o Black Sabbath na turnê Never Say Die. Em uma entrevista, Brian May se lembra de ter sido convidado para um show em Munique pelo guitarrista Tony Iommi, e decidiu conferir a banda de abertura.

“Cheguei lá cedo, pensando: Eu me pergunto quem são esses caras do Van Halen? Eu penso: como eles são? E sentei lá ouvindo-os e meu queixo caiu. Observar Ed foi como assistir Jimi Hendrix pela primeira vez. Fiquei impressionado.”

Após o show, os dois começaram a conversar e Ed revelou a influência do guitarrista da banda inglesa em sua forma de tocar.

“Ele apontou pequenas partes em seus arranjos que foram inspirados por coisas que fizemos”, diz May. Uma dessas coisas era a técnica de ‘tapping’ que se tornou a assinatura de Eddie. “Ele disse: ‘Bem, você fez isso em “It’s Late”.’ E eu respondi: ‘Sim, só brinquei com a ideia porque vi um cara no Texas fazendo isso’. Eu fiz isso da forma mais rudimentar, e depois mudei para outra coisa. Considerando que Ed basicamente fez da guitarra um novo instrumento.”

Os dois gênios trabalhariam juntos no mini-álbum lançado em maio de 1983, Star Fleet Project, onde tocaram uma adaptação do tema de encerramento de um programa de TV de ficção científica infantil japonês.

“Foi um passo ao desconhecido para mim”, diz May sobre Star Fleet Project, lançado sob o nome de Brian May + Friends. “Mas foi uma chance de me divertir um pouco, tocar com caras que eu conhecia e gostava e, finalmente, ter a oportunidade de tocar com Ed.”

Na mesma entrevista, May também presta homenagem ao guitarrista que morreu em 2020. “Ele era incrivelmente animado, nada trazia problema para ele: ‘Sim, eu posso fazer isso’, ‘Ei, eu posso fazer isso.’ Posso ficar triste ao lembrar, mas tenho que pensar nisso por um ângulo diferente. Em todas as vezes que estive com ele, nunca vi Ed ser derrotado por nada, nunca vi aquele espírito vacilar.”

Fonte: www.maquiavelli.com