Crédito: Reprodução/Instagram

 

Por mais que o Queen fosse uma banda eclética, depois do lançamento do Jazz, em 1978, acho que pouca gente imaginaria que eles lançariam dois compactos com estilos músicas que em sete discos de estúdio ainda não haviam sido abordados: o rockabilly o funk rock! E quis Deus, ou melhor, Freddie Mercury que o Queen retornasse ao topo das paradas e a liderança nas vendas com estas canções. Mais importante, ambas elevaram a banda ao topo pela primeira vez nos EUA, o maior mercado consumidor do mundo, conquista que os músicos almejavam há muito tempo.

 

No caso da primeira canção, seriam necessários 15 minutos para que Freddie Mercury compusesse Crazy Little Thing Called Love. E ele aproveitou que a banda estava desfalcada de Brian May para gravá-la rapidamente no estúdio, afinal ele sabia que o guitarrista não seria convencido tão fácil de seguir por esta linha. Para piorar, o produtor alemão Mack pediria para que Brian May gravasse o solo da canção com uma Telecaster, e não com a sua amada ‘Red Special’. Mas o inesperado single lançado às pressas que com que a banda atingisse o topo das paradas americanas pela primeira vez na carreira acabaria por convencer o guitarrista de que Freddie estava certo, mais uma vez.

 

 

Aproveitando o momento, Freddie Mercury se une ao baixista John Deacon para criar um funk misturado com disco music em Another One Bites the Dust. De início, a banda somente lançou a canção no seu álbum de estúdio. Mas Michael Jackson daria a letra.  O Rei do Pop (que na época ainda não era rei, mas já tinha faro comercial) disse ter ficado impressionado com a faixa e que ela seria um sucesso nos EUA, o que se concretizou e colocou o The Game no topo das vendas por lá também.

 

 

Ao final de 1980, os quatro integrantes do Queen entrariam para o Livro dos Recordes como os diretores de empresa mais bem remunerados do mundo. Nas quantias atuais pode não parecer muito, mas naquela época £ 700 mil para cada um era um montante bastante significativo para um artista do rock.

 

A mudança no eixo de principal de compositor do Queen é somente uma das razões da banda ter retornado ao topo e ido além. Não era recente que o grupo gravava seus discos fora do Reino Unido para fugir dos impostos, mas seria esta a primeira vez que o Queen utilizaria as instalações do Musicland Studios, em Munique, na Alemanha. E não apenas isso, a banda encontraria por lá o seu produtor da década:  Reinhold Mack, ou simplesmente Mack. Para muitos, Mack teria para o Queen nos anos 80, o papel que Roy Thomas Baker teve na década anterior. E com o Queen, Mack, por mais que tivesse trabalhado como engenheiro de som de diversos dinossauros do rock, se consagraria produtor. Foi ele o responsável por trazer um toque moderno e jovial ao Queen, mas nas canções mais ao estilo clássico da banda, as ofuscadas Save Me e Play the Game.

 

Crédito: Rufus46, Wikipédia

 

Crédito: Peter Ratty Hince

 

Há um último detalhe que não pode passar batido para essa nova fase do Queen, que é o escritório… ou melhor, o Suggar Shack, uma boate. Além de citado na canção Dragon Attack, o “The Shack” teve um importante papel na sonoridade do Queen, afinal era para lá que os membros da banda iam após as sessões de gravação e, entre uma bebida e sabe-se lá mais o quê, ouviam nas caixas de som da boate as demos recém gravadas. Ocorre que bem provavelmente não são nas caixas de som de uma pista de dança de uma boate onde um bom rock pesado soa bem. Ali, era necessário ter algum groove, um balanço, ou melhor, como definiria Freddie Mercury, eram necessárias pausas.

 

Freddie percebeu então que o Queen poderia incluir algumas pausas em suas canções, por mais que isso viesse a bater de frente com a visão que Brian May tinha para a banda. Mas o sucesso dos hits deixou claro quem estava certo na queda de braço. Isso levaria o Queen para caminhos tortuosos, mas isso é assunto para um outro texto!

 

Se você gostou do texto, no vídeo mais recente para o meu canal, conto a história do período entre 1978 e 1981 do Queen, que inclui a história contada acima e ainda falo de cada disco de estúdio nessa época. E como vídeo no YouTube não tem limitação de tamanho, aproveito para falar também da primeira vinda do Queen ao Brasil, em 1981, e da segunda vinda à América Latina, no mesmo ano, que foi um desastre quase completo.

 

Ainda é um trabalho humilde, feito sozinho, no facão e na enxada, mas com muito carinho. Espero que gostem!

Fonte:

A Verdadeira História do Queen: Os Bastidores e os Segredos de uma das Maiores Bandas de Todos os Tempos, por Mark Blake. Editora Seoman; 2015.

O Queen começou a gravar a famosa Bohemian Rhapsody em 24 de agosto de 1975 no Rockfield Studios, um estúdio de gravação perto de Monmouth, no País de Gales.

No filme, Rockfield Farm foi filmado em Stockers Farm, uma fazenda localizada em uma área de conservação ao sul de Rickmansworth, Hertfordshire.

A fazenda está localizada no Grand Union Canal e é composta por pitorescos edifícios tradicionais de tijolos e celeiros construídos em madeira com telhados de barro vermelho de 20 metros de altura e classificados como de interesse histórico e arquitetônico.

Este local foi usado tanto para as filmagens dos quartos da banda quanto para a sala de gravação.

 

Na verdade, o designer de produção transformou um celeiro de 200 anos em um estúdio de gravação dos anos 1970 ao construir uma cabine de gravação na qual o console (que parece quase o de Star Trek!) foi construído do zero, inspirando-se no existente nos estúdios de gravação da Basing Street, em Londres.

 

 

 

Créditos a quem de direito.

 

Fonte: Movie Travel, por Greta Cinalli

Pesquisa e Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

O rascunho da letra de Freddie Mercury, a ser leiloado na Sotheby’s, também revela uma versão inicial do verso Mama, just kill a man

Um rascunho inicial da música Bohemian Rhapsody a ser leiloado na Sotheby’s revela um título provisório diferente para o hit de 1975, até então desconhecido pelos fãs e estudiosos da banda.

Em uma das 15 páginas dos primeiros rascunhos da ópera rock, o compositor Freddie Mercury escreveu as palavras Mongolian Rhapsody perto do topo – mas riscou a primeira palavra e escreveu Bohemian acima dela, relata o New York Times.

O rascunho está entre os pertences de Mercury – incluindo seus móveis, figurinos e rascunhos de outros sucessos do Queen, como Somebody to Love, We Are the Champions e Killer Queen – sendo vendidos por sua amiga e herdeira Mary Austin, que em abril disse a BBC que ela estava fazendo isso para colocar seus assuntos em ordem.

A letra de Bohemian – ou Mongolian – Rhapsody foi escrita em papel de carta da extinta companhia aérea British Midland, entre os rabiscos de Mercury.

Em 1976, Mercury disse que nos estágios iniciais de composição da música, quase a rejeitei, mas depois ela cresceu. Os rascunhos são estimados em £ 1,2 milhão (cerca de R$ 8 milhões).

Vários biógrafos do Queen disseram ao New York Times que não sabiam desse título provisório.

Uma das 15 páginas de rascunhos de Bohemian Rhapsody, com Mongolian Rhapsody riscado no topo. Fotografia: Sotheby’s / Queen Music Ltd – Sony Music Publishing UK Ltd

O rascunho do Bohemian Rhapsody também revela uma versão inicial de outro verso. Em vez de “Mama, just killed a man / Put a gun against his head, pulled my trigger, now he’s dead (Mamãe, acabei de matar um homem / Coloquei uma arma na cabeça dele, puxei meu gatilho, agora ele está morto), diz:

Mama    (mamãe)

There’s a war began ( Uma guerra começou)

I’ve got to leave tonight (Eu tenho que sair esta noite)

I’ve got to stand and fight (Eu tenho que ficar e lutar)

 

As famosas exclamações da música estão todas lá – Galileo, fandango, Scaramouche e thunderbolts and lightning (raios e relâmpagos) – ao lado de outras palavras deixadas no chão da sala de edição: matador e Belladonna.

Gabriel Heaton, um especialista no departamento de livros e manuscritos da Sotheby’s, observou que as várias folhas de letras exibem a extensa reformulação que fazia parte de seu processo de composição e acrescentou: O cuidado e os detalhes desses rascunhos são ainda mais notáveis quando eles relacionar-se com um homem que tantas vezes subestimou seu processo de composição. As páginas testemunham as muitas horas que ele dedicou ao aperfeiçoamento de seu ofício, enquanto experimenta e brinca com a linguagem, aprimora e molda as letras e harmonias dessas canções que, para muitos de nós, simplesmente sempre estiveram presentes em nossas vidas.

O guitarrista do Queen Brian May e o baterista Roger Taylor se recusaram a comentar sobre a descoberta.

Bohemian Rhapsody foi o primeiro single do quarto álbum do Queen, A Night at the Opera.

Inicialmente, passou nove semanas como número 1 no Reino Unido e mais cinco após a morte de Mercury em 1991.

Nos Estados Unidos, alcançou a 9ª posição em seu lançamento original, mas subiu para a 2ª posição em 1992 depois de ser destaque no filme Wayne’s World. .

Continua sendo o terceiro single mais vendido do Reino Unido de todos os tempos – certificado quatro vezes como platina – classificado em 17º lugar na lista da Rolling Stone das 500 melhores canções de todos os tempos e, em 2018, deu o título à cinebiografia do Queen dirigida por Bryan Singer.

 

Fonte: www.theguardian.com

Queen The Greatest Live: Dragon Attack (Episódio 19)

O Queen pode ter inúmeras canções de sucesso para escolher, mas quando se trata de construir o setlist, a banda sempre traz algumas surpresas para manter o público em alerta.

Neste último episódio, revisitamos uma performance pulsante de Dragon Attack que inesperadamente segue para um clássico que agrada ao público.

 

 

Algumas músicas não são negociáveis em uma setlist do Queen. Um show sem hinos como Another One Bites The Dust, Radio Ga Ga e We Will Rock You – para citar apenas três – seria impensável.

Mas com uma vasta discografia e riqueza de cortes mais profundos à sua disposição, a banda sempre jogou bolas curvas no setlist para o hardcore do Queen – muitas vezes seguindo sem esforço entre os números no calor do momento.

Neste último episódio do Queen The Greatest Live, conversamos com a banda no Milton Keynes Bowl, Buckinghamshire, em 5 de junho de 1982 – um show lendário que viu o show de guitarra de Brian May, Dragon Attack, transformado para agradar ao público.

Lançado como o lado B do single Another One Bites The Dust – e um destaque do álbum The Game de 1980 – o estilo funk de Dragon Attack foi aromatizado pelas longas noites que a programação passou na discoteca do centro de Munique, Sugar Shack, enquanto gravava no Musicland Studios . O clube é até referenciado na letra do Dragon Attack (Leve-me para a sala onde o preto é todo branco e o branco é todo preto / Leve-me de volta ao Shack, canta Freddie Mercury).

Foi feito tarde da noite, ou de manhã cedo, provavelmente muito bêbado, explicou Brian sobre a gravação. Mas talvez Dragon Attack sempre tenha sido mais adequado para o palco, com a música tocada consistentemente entre 1980 e 1985, e seu formato elástico muitas vezes emocionantemente improvisado pela banda.

Para esta performance particularmente memorável – e para o deleite da multidão de Milton Keynes – Dragon Attack repentinamente flui para uma reprise do hino favorito dos fãs Now I’m Here, de Sheer Heart Attack de 1974. E para os olhos de águia, preste atenção no momento logo no início, quando Brian quebra uma corda de guitarra em seu Red Special – mas muda para um sobressalente e segue em frente.

Próxima semana: Queen The Greatest Live – Is This The World We Created

Foto © Queen Productions Ltd

 

Fonte: www.queenonline.com

   Lista de prêmios e indicações recebidos pelo Queen ! – Parte 02/04

 

Premiação de Música da Billboard

–  O Billboard Music Awards é uma premiação anual da revista Billboard. Os prêmios são baseados em dados de vendas da Nielsen SoundScan e informações de rádio da Nielsen Broadcast Data Systems.

– 2019 – Banda Queen – Melhor Artista De Rock – Indicado.

– 2019 – Bohemian Rhapsody – A Melhor E Original Trilha Sonora – Indicado.

 

1974

– Sounds – 3ª Melhor Nova Banda Britânica –  9ª Melhor Banda Internacional

– Disco – 10ª Brightest Hope

– NME – 2° novo nome mais promissor.

 

1975

– Melody Maker – Banda do Ano.

– Record Mirror – 2º Melhor Revelação Britânica, 2º Melhor Single (Killer Queen), 9º Grupo Internacional.

– NME – 8º Melhor Grupo Britânico, 7º Melhor Banda de Palco, 4º Grupo Mais Promissor do Mundo, 3º Novo Nome Mais Promissor, 17º Melhor Grupo Mundial.

– Disco – Top Live Band, Top International Group, Top British Group, Top Single (Killer Queen), 3º Melhor Álbum (Sheer Heart Attack), 5º Melhor Álbum (Queen II).

– Prêmio Leão de Ouro (Bélgica) para Freddie Mercury por Killer Queen.

– Carl Allen Award por contribuição para a Indústria da Dança de Salão.

 

1976

– NME – 1ª Banda Britânica, 2º Grupo, 5º Grupo Mundial, 3ª Banda Mundial, Freddie Mercury – 7º Cantor Mundial, Brian May – 3º Top Guitarrista, 1º Single Britânico (Bohemian Rhapsody), 2º Álbum (A Night At The Opera).

– Record Mirror / Disc – 1º Melhor Grupo Britânico, 1º Grupo Mundial, nº 1 Single (Bohemian Rhapsody), nº 6 Álbum (A Night At The Opera), Freddie Mercury: 5º Cantor Britânico, 6º Cantor Mundial, 4º Compositor Britânico , 5º Compositor Mundial, Brian May – 4º Músico Britânico, 4º Músico Mundial.

– Sounds – Melhor Banda, Melhor Álbum (A Night At The Opera), Melhor Single (Bohemian Rhapsody.

– Prêmio Ivor Novello para Freddie Mercury por Bohemian Rhapsody.

 

  Prêmio Ivor Novello

 

1977

– Brit Award – Melhor Single Britânico dos Últimos 25 Anos (Bohemian Rhapsody)

 

– Indicações ao Grammy Award – Melhor Performance Vocal Pop por um Duo, Grupo ou Coro e Melhor Arranjo para Vozes – (Bohemian Rhapsody)

– Europe One Radio – Banda de Rock com mais potencial.

 

 

1979

– Music Life, Japão – Melhor Grupo, Melhor Álbum (Jazz), Melhor Single, Melhor Cantor, Melhor Guitarrista, Melhor Baterista, Melhor Baixista.

 

 1980

– Juno Awards, Canadá – Melhor Grupo, Melhor Single Internacional (Another One Bites The Dust), Melhor Álbum Internacional (The Game).

 

– Record World USA – Top Male Group, Top Producer, Top Disco Crossover (todos premiados por Another One Bites The Dust)

– Dick Clark Awards EUA – Melhor Banda

– Circus Magazine EUA – 2º Melhor Grupo, 1º Show ao Vivo, Álbum nº 1 (The Game), Single nº 1 (Another One Bites The Dust), Single nº 3 (Crazy Little Thing Called Love), Freddie Mercury – 2º Vocalista Masculino / 3º Melhor Compositor / 3º Melhor Tecladista.

3º Melhor Guitarrista, 3º Melhor Baixista, 3º Melhor Baterista.

 

 

Eu sempre disse que seríamos grandes … e somos !

Freddie Mercury.

 

Continua  …

 

▪️Se você perdeu a 1a parte e se interessou, ela está aqui 👇

A Majestade Do Queen – Parte 01/04

 

Fonte – Queenpedia

A Kind Of Magic (Álbum)

Data de lançamento: 2 de junho de 1986

Melhor posição no Reino Unido: 1ª. Posição

Melhor posição nos Estados Unidos: 47ª. posição

Gravado entre setembro de 1985 a março de 1986 no The Townhouse Studios em Londres; Musicland Studios em Munique e Mountain Studios em Montreux.

 

 

– Após a turnê para divulgação do álbum The Works, o Queen estava planejando umas merecidas férias. Mas o sucesso estrondoso do show do Live Aid no dia 13 de julho de 1985 mudou os planos.

– Após o show eles se sentiram revigorados e resolveram entrar no estúdio para gravar algo.

– Em setembro de 1985 eles entraram no Mountain Studios e duas semanas depois nascia One Vision, e a partir daí, eles decidiram trabalhar em seu décimo segundo álbum de estúdio.

 

 

– Durante as sessões, a banda foi abordada pelo diretor Russel Mulcahy que queria que a banda fizesse a música tema do filme Highlander, estrelado por Christopher Lambert e Sean Connery. Após assistir uma prévia de 20 minutos do filme, a banda ficou tão empolgada que eles acabaram fazendo a trilha sonora completa.

– No segundo semestre de 1985, eles começaram a trabalhar nas músicas para Highlander.

– Como antes, a banda caiu em velhos hábitos, muitas vezes trabalhando solo em suas próprias canções, o que explica as estranhas formações de instrumentação: John toca guitarras em Pain Is So Close To Pleasure e Don’t Lose Your Head, e decidiu não ter qualquer guitarra em One Year Of Love.

 

 

 

 

– Who Wants to Live Forever, de Brian, é, essencialmente, um dueto entre Freddie e Brian, com acompanhamento orquestrado pela Orquestra Filarmônica de Londres; a percussão foi tocada pela orquestra e programada por Brian.

 

 

 

– A faixa-título foi escrita completamente por Roger antes de ser levada por Freddie, que adicionou o riff de baixo e a transformou de uma canção de rock cinematográfico (como ouvido nos créditos finais de Highlander) em uma canção pop contagiante.

 

 

– No filme pode ser encontrada também uma versão cover de New York, New York.

 

– O álbum apresentava nove canções, sendo que uma – One Vision – foi lançada em novembro de 1985 e fez parte da trilha sonora do filme Águia de Aço, estrelado por Louis Gosset Junior.

 

– Supõe-se que o álbum tenha vendido tão bem não apenas pelo maravilhoso show do Queen no Live Aid, mas também porque uma semana após o lançamento do álbum, a banda saiu em sua maior turnê até aquele momento (Magic Tour)

– Esta também foi a última turnê de Freddie Mercury….

 

– A Kind Of Magic se tornou o primeiro novo lançamento do Queen a aparecer em CD, e um material adicional foi lançado: remixes estendidos de A Kind Of Magic e Friends Will Be Friends. 

 

 

– Foi lançada também uma versão instrumental de Who Want To Live Forever (intitulada Forever) foram lançados como material bônus.

– Em 1991, quando a Hollywood Records adquiriu o catálogo anterior do Queen, apenas Forever e o remix estendido de One Vision foram lançados.

 

Fonte:

Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc
Sites: www.queenpedia.com
www.queenvault.com

– É a Ponte Hammersmith, uma bela ponte suspensa que atravessa o Tâmisa no oeste de Londres, que é o pano de fundo do primeiro encontro entre Queen e John Reid.

A sequência começa com Freddie Mercury vestindo uma jaqueta branca inesquecível saindo do Rutland Arms, um pub localizado no 15 Lower Mall, no bairro de Hammersmith.

– Essa jaqueta de couro branca, com detalhes em formato de asas, que no filme desperta a hilaridade dos demais membros da banda que, se divertindo, dizem “𝑣𝑜𝑐𝑒̂ 𝑝𝑎𝑟𝑒𝑐𝑒 𝑢𝑚 𝑙𝑎𝑔𝑎𝑟𝑡𝑜 𝑏𝑟𝑎𝑣𝑜!” aparentemente, de acordo com o figurinista Julian Day, foi encontrada no apartamento de Jimi Hendrix quando ele morreu.

 

Créditos a quem de direito.

 

Fonte: Movie Travel, por Greta Cinalli

Pesquisa e Tradução: Helenita dos Santos Melo

Las Palabras de Amor (The Words Of Love)

Data de lançamento: 1 de junho de 1982

Melhor posição nas paradas: 17° lugar na parada britânica.

Lado A: Las Palabras de Amor (The Words Of Love) (Brian May)

Lado B: Cool Cat (John Deacon/Freddie Mercury)

Músicos Freddie Mercury: vocal principal, backing vocal

Brian May: backing vocal, guitarra elétrica e acústica, sintetizador, piano

Roger Taylor: bateria, backing vocal

John Deacon: baixo

Gravado Musicland Studios, Munique: junho-dezembro de 1981

Produtores: Queen, Reinhold Mack

Engenheiro de som: Reinhold Mack

Assistente de engenheiro de som: Stephan Wissnet

Álbum: Hot Space

 

 

– A admiração do guitarrista por novas culturas foi canalizada em Las Palabras De Amor (The Words Of Love), escrita após os primeiros shows da banda na América do Sul em 1981.

– Sobre esta turnê, Brian comenta:

Eles conheciam todas as músicas. Essas pessoas não falam inglês, mas podem cantar junto com todas as músicas do Queen! Então eles eram obviamente fãs genuínos, e eles eram loucos!

– Escrita e gravada para o álbum Hot Space no inverno de 1981, a música é um apelo por amor e esperança em todas as sociedades do mundo.

– Definida com um luxuoso acompanhamento de violão, a música explode em um hino tradicional do Queen, e o sintetizador hipnótico entrelaçado é talvez a primeira integração bem-sucedida desse instrumento em uma música do Queen.

Em 2003, Brian comentou sobre a música:

A era minimalista do Queen, apreciada por alguns, mas não por outros, mas essa faixa em particular não era minimalista, é realmente bastante romântica. Eu estava tocando teclado nesta música, Freddie parecia menos inclinado tocar teclados, e muitas ideias vieram de teclados ao invés de guitarras. Eu gosto da música, pintada com um pincel bem leve.

 

– Em uma entrevista ao International Musician & Recording World em 1982, Brian comentou sobre seu modo de escrever músicas:

Eu escrevo melhor quando não estou na guitarra; talvez alguns riffs ou a base, mas estranhamente, você geralmente tem mais perspectiva sobre uma música quando está em um instrumento ao qual não está acostumado. Não estou acostumado a tocar piano e acho isso bastante inspirador, porque seus dedos caem em padrões diferentes. Considerando que em uma guitarra, eu pego e sei onde meus dedos vão cair. Principalmente eu fico sozinho em algum lugar e penso sobre isso (a música). Essa é a melhor maneira. Eu não acho que minhas composições mudaram tanto quanto os outros do grupo. Costumo escrever material mais tradicional do Queen como Las Palabras De Amor. Eu ainda costumo escrever melodias e aquele tipo de coisas pesadas, que o grupo faz bem no seu melhor; a guitarra e o piano que têm esse tipo de som grosso. Eu realmente gosto disso, embora hoje em dia seja usado com um pouco mais de moderação.

 

 

– Existe uma versão demo da música, com vocais consideravelmente alterados e um arranjo mais áspero, enquanto uma segunda versão da música foi mixada, mas não lançada. Esta versão coloca mais ênfase nas guitarras, vocais e bateria, enquanto empurra o sintetizador ainda mais para trás na mixagem.

 

– É surpreendente  a falta de inclusão da música no cenário ao vivo; embora a banda tenha ensaiado uma versão em Leeds em 31 de maio de 1982, e Brian tenha tocado um trecho da música antes de Love Of My Life no Milton Keynes Bowl em 5 de junho de 1982.

– A primeira exibição ao vivo que a música receberia seria no Concert For Life em 20 de abril de 1992, onde foi apresentada com o roqueiro italiano Zucchero nos vocais.

 

 

– Mais significativamente, a música foi apresentada na etapa sul-americana da turnê Queen + Paul Rodgers ‘The Cosmos Rock’ de 2008, com Brian nos vocais principais, e recebeu uma resposta arrebatadora do público.

 

– Apropriadamente, a música foi ressuscitada em setembro de 2015 na turnê Queen + Adam Lambert ‘Don’t Stop Them Now’ na América do Sul, novamente com Brian nos vocais.

 

– Embora um vídeo não tenha sido especialmente preparado para o single, a banda apareceu no Top Of The Pops pela primeira vez em cinco anos, tocando a música em 10 de junho de 1982, a transmissão saindo no dia seguinte. O resultado deixa muito a desejar: chegando ao final de uma cansativa turnê europeia, com um público pouco receptivo ao novo material, a banda está claramente desinteressada em estar no programa e faz uma performance sem inspiração.

 

COOL CAT

– Esta foi uma colaboração entre John Deacon e Freddie Mercury, e um dos raros exemplos de uma composição conjunta em um álbum do Queen. Essa faixa também marcou a primeira vez que esses dois músicos trabalharam juntos, embora na época não tivessem nenhum tipo de relacionamento especial, como o baixista testemunhou mais tarde:

Não nos vemos muito socialmente quando não estamos trabalhando. Todos nós temos nossos próprios amigos. Por exemplo, eu nunca pensaria em ir à casa de Fred e ele nunca iria à minha. Somos polos opostos nesse sentido.

– Mesmo assim, há força na unidade, e desse entendimento artístico mútuo nasceu a música de maior sucesso artístico do álbum Hot Space: uma música de incrível sensualidade, com refrões que apresentam uma melodia irresistível.

– O primeiro uso efetivo do falsete de Freddie está em Cool Cat, uma deliciosa fatia de funk legal do Hot Space que apresenta John no baixo e guitarras rítmicas, sintetizador e bateria eletrônica (Roger e Brian não estão presentes), justificando assim o primeiro esforço colaborativo entre vocalista e baixista.

– Gravada durante a segunda metade de 1981 durante as sessões preliminares do Hot Space, Cool Cat originalmente apresentava David Bowie nos backing vocals e estava programado para ser o lado B de Under Pressure. Bowie protestou, no entanto, para irritação da banda:

David acabou de fazer uma faixa de apoio. Acho que ninguém pensou mais sobre isso, exceto que era uma bela ornamentação. Acabamos de lhe enviar uma nota de cortesia dizendo que tínhamos usado e ele disse: ‘Quero que tirem, porque não estou satisfeito com isso.’ era para ser lançado, então isso realmente nos atrasou. Isso atrasou o lançamento do álbum, explicou Brian em 1982.

 

– Uma versão remixada, sem os vocais de Bowie, foi incluída no lançamento do álbum em maio de 1982 e se tornou o lado B de Las Palabras De Amor (The Words Of Love) no mês seguinte.

 

– Mack, o produtor do disco, explicou em uma entrevista com Martin Popoff em 2018 como o vocalista, com seus padrões exigentes, gravaria suas faixas vocais:

Freddie foi excelente. Quero dizer, ele geralmente fazia uma tomada e era isso. […] Ele meio que olhava pela janela e dizia: ‘Você não parecia estar muito animado com isso. Deixa eu fazer outro.” […] Então, ele fez outro e, sabe, foi isso. Talvez em algumas das notas mais altas, ele tentou três ou quatro vezes para obtê-lo, mas é isso.

 

Fontes: Georg Purvis. Queen: Complete Works.

Bernoît Clerc.  Queen all the songs: the story behind every track.

STAR FLEET

Apresentando Brian May, Edward Van Halen, Alan Gratzer, Phil Chen, Fred Mandel

2 CDs, vinil single e LP / DELUXE BOX SET – Gold Series

Lançamento em 14 de julho de 2023

Lançamento do single digital Star Fleet (versão individual editada) – disponível hoje, 1º de junho

Pré-encomende o Star Fleet Project: http://www.BrianMay.lnk.to/StarFleetProject

Ouça Star Fleet (versão single editada / mix 2023): https://BrianMay.lnk.to/StarFleetSingle

Está tudo aqui. Tudo isso. Cada nota que tocamos nesses dois dias está aqui, em exibição pela primeira vez. Vou levá-lo aos bastidores daquele estúdio conosco por dois dias inesquecivelmente emocionantes.

Como tudo começou…

Quando o Queen fez uma pausa na primeira parte de 1983, Brian May fez bom uso de seu tempo. Acordando uma manhã em Los Angeles, ele decidiu telefonar para alguns amigos e convidá-los para colaborar em algumas faixas nos famosos estúdios Record Plant da Califórnia. A colaboração resultante foi um grande sucesso, e Brian mais tarde moldaria as gravações em um mini-álbum exclusivo, Brian May + Friends: Star Fleet Project.

 

O lançamento

Este terceiro lançamento da Brian May Gold Series oferece uma edição em caixa extensivamente revisitada e expandida dessas sessões agora lendárias.

O conjunto é um documento completo dos dois dias, 21 e 22 de abril de 1983, que May passou na Record Plant, em Los Angeles, acompanhado pelos principais astros do rock Edward Van Halen (guitarra), Alan Gratzer (bateria), Phil Chen (baixo ) e Fred Mandel (teclados).

A caixa inclui um espetacular CD de 23 faixas repleto de material inédito.

Contendo 2 CDs, 1 LP de vinil e um single de vinil, além de outros itens de colecionador, Brian May + Friends: Star Fleet Sessions será lançado em uma caixa Deluxe Edition mundialmente no dia 14 de julho.

Um single duplo A-side exclusivo de 7”, também disponível em CD, chega no mesmo dia, 14 de julho, com novas versões de single mixadas de Star Fleet e Let Me Out.

Uma versão especial em vinil vermelho estará disponível exclusivamente na loja online oficial do Queen e está disponível para pré-encomenda em: https://www.queenonlinestore.com/Brian-May/Starfleet/

O lançamento do box set em 14 de julho é inaugurado com um single digital independente especial, Star Fleet (Edited Single Version), que se torna disponível para coincidir com o anúncio do box set de hoje, 1º de junho. A faixa digital única está disponível imediatamente para download e streaming digital.

Como May escreve em suas notas introdutórias na capa da caixa:

Vamos dar tudo a você. Cada tomada de cada música. As coisas que deram errado, as risadas, a descoberta de coisas novas para fazer. Mas não será apenas uma remasterização – resgatamos tudo das multifaixas originais, todos os detalhes magnificamente remixados e muito mais! Você ouvirá todas as gravações das sessões históricas de 1983, além de fragmentos de conversas, gravações e experimentação musical.

O miniálbum original de 3 faixas, lançado em 31 de outubro de 1983, apresentava uma versão completa de Star Fleet, a releitura hard rock de May da música característica da série de ficção científica infantil japonesa de mesmo nome.

O programa era uma exibição regular compulsiva para Brian e seu filho de 4 anos, Jimmy, na TV nas manhãs de sábado, inspirando o apego de Brian à música-título, escrita pelo músico inglês Paul Bliss.

O álbum também trazia Let Me Out, incluindo amplas oportunidades para May e Van Halen solo, e “Blues Breaker” uma peça de 13 minutos de improvisação completamente espontânea de todos os membros deste ‘supergrupo’ de músicos.

May diz:

Se Paul não tivesse escrito uma música muito cativante como tema da série dramática de ficção científica para crianças, as coisas teriam sido diferentes. A melodia característica começou a ficar na minha cabeça, e eu podia ouvir meu próprio arranjo da melodia se desenvolvendo em minha mente. Mas como registrar isso?

Então, uma manhã, acordei em Los Angeles, em uma pausa das atividades com o Queen, e fiz alguns telefonemas. Contei a história do que aconteceu a seguir no material que você encontrará nesta caixa. O resultado foi algo que vou guardar para sempre.

Fizemos uma pequena preparação, ao telefone e em casa com minúsculos amplificadores Rockman e fones de ouvido. Então entramos. As fitas rolaram. Meu vizinho de Los Angeles, Alan Gratzer, deu uma surra em seu kit com as baquetas mais gordas e pesadas que eu já vi. Phil Chen, um amigo que conheci quando ele tocou com Rod Stewart, trouxe seu estilo incomum de tocar rock funk para a festa, junto com sua ensolarada energia caribenha e humor. E Fred Mandel, um dos tecladistas mais elegantes que já conheci, fez cócegas nos marfins e em alguns patches de sintetizador muito técnicos para dar vida aos riffs espaciais. Ed (ainda não posso chamá-lo de Eddie Van Halen porque ele mais de uma vez me disse que achava chato!) tocava guitarra como se fosse um piano… batendo e estalando, e deslizando e pulando pelo braço como um elétrico sprite – sempre com um sorriso atrevido. Se alguma coisa que ele fez foi difícil para ele, ele nunca demonstrou. Um original total. Pura diversão. Que privilégio eterno tocar com ele.

Uma demonstração superlativa de paixão e propósito de volta ao básico, Star Fleet transborda com a liberdade de uma pausa improvisada dos trabalhos diários para todos os envolvidos.

O disco surgiu em 20 de outubro de 1983 como um conjunto de trabalho de guitarra empolgante, espontâneo rock’n’roll e melodia vibrante, infundida com química palpável e respeito entre os músicos. Gerando um single na faixa-título, o miniálbum alcançou o primeiro lugar nas paradas de rock britânicas.

Agora, é claro, o recorde é em parte uma celebração daqueles que perdemos: uma chance de nos reunirmos com grandes talentos perdidos.

Como diz Brian, Tem sido muito emocionante abrir o cofre para encontrar essas fitas onde, em um piscar de olhos, estou trocando licks com meus amigos, incluindo o fantástico Ed Van Halen. É altamente emocionante, especialmente porque Ed infelizmente não está mais por perto. Desde então, também perdemos Phil – então o resto de nós apreciamos esses momentos fugazes juntos.

A trupe também trabalhou em uma música anterior de May, o blues Let Me Out, enquanto o set fecha com a titânica Blues Breaker, quase 13 minutos de uma escaldante interação de guitarra entre Brian e Edward: não tanto um duelo, mas uma troca de ideias e paixões.

Como Brian explica,

foi inspirado em Blues Breakers de John Mayall, o álbum com Eric Clapton lendo The Beano na capa. Edward disse: ‘Isso é ótimo para mim, não toco assim há anos. É daqui que eu venho! Eu não vim fazendo escutas e todos os fogos de artifício. Eu cresci fazendo blues, querendo ser como Eric Clapton e fazer algo melódico.

Se essa sensação de libertação ressoa, o mesmo acontece com o espírito de aventura compartilhada.

Houve muito entusiasmo, muita exploração, descoberta e espanto. E alguns momentos verdadeiramente mágicos quando tudo se juntou – uma fusão de energias!, diz Brian

Em dois CDs, um LP de vinil de 12″ e um single de vinil de 7″, a caixa ‘Star Fleet Sessions‘ abriga a prova.

Apresentado em vinil vermelho transparente de 180g, a edição original do LP foi tratada com uma nova mixagem completa, executada pelos engenheiros de som do Queen, Justin Shirley-Smith e Kris Fredriksson, sob a direção de Brian em seu estúdio em Surrey a partir das fitas multipista originais e, diz Brian, corte na metade da velocidade para máxima fidelidade. O single traz duas faixas.

O lado A é uma versão editada de Star Fleet, com novas harmonias de guitarra de introdução de Brian. O lado B espelha o lado B original Son of Star Fleet que Brian explica foi uma forma de incluir o resto da versão longa original da gravação em um disco de 7”; efetivamente toda a gravação é dividida entre os dois lados.

O CD1 Star Fleet Project + Beyond apresenta a versão única da faixa-título ao lado das versões completas do álbum Let Me Out e Blues Breaker. Também está incluída uma entrevista com Cynthia Fox conduzida na estação de rádio KMET de Los Angeles em outubro de 1983, no dia do lançamento do single, e uma entrevista da Rockline com Bob Coburn. Uma versão ao vivo de Let Me Out do Palace Theatre em LA segue, seguindo para We Will Rock You e uma reformulação da adorada versão rápida da mesma música. A formação de May, o poderoso baterista Cozy Powell, o baixista Neil Murray, o guitarrista Jamie Moses, o tecladista Spike Edney e as backing vocals Cathy Porter e Shelley Preston encontram a The Brian May Band em chamas. Por fim, o CD1 fecha com a versão LP completa de Star Fleet, exatamente como no dia em que aconteceu, diz Brian, como se estivéssemos na sala.

CD2 Star Fleet – The Complete Sessions apresenta 23 faixas que vão mais fundo nessa sala. O disco apresenta uma mixagem recém-criada a partir de todas as fitas analógicas originais, apresentando canções em processo de evolução (algumas com vocais guia), além de discussões, brincadeiras, risadas e, diz Brian, “alguns ‘erros‘, se é que existem coisas“. Amplificadores estouram, microfones quebram, cordas estalam – os resultados levam você o mais próximo possível da Record Plant em abril de 1983.

E os fãs do Van Halen, tomem nota: o Star Fleet apresenta oito solos de guitarra de Edward, nunca trilhando o mesmo caminho duas vezes, diz Brian. Ed era uma alma maravilhosa. Ouvindo ele e eu, me sinto completamente superado por ele no estúdio. Mas de uma forma muito agradável – que alegria para mim estar perto de um cara que podia fazer tudo isso. Tal privilégio.

Então, você vai nos ouvir no estúdio trocando licks, acrescenta May.

Nós limpamos a mixagem e agora o som do EVH é maior que a vida. Você ouvirá o desenvolvimento de seu solo, que sempre considerei uma das melhores coisas que ele fez… um verdadeiro clássico imortal das peças de Ed Van Halen.

Um crachá e um livreto com extensas notas completam o conjunto de caixas. Um pôster será exclusivo para os pedidos de box set feitos através do site QueenOnline.com, onde também estarão disponíveis álbuns de vinil preto de 180g, cassete e discos de imagem.

Completo com uma recriação digital da arte do material original de 1983, Star Fleet Sessions não apenas brilha de novo. Ao longo de 136 minutos de áudio, o box leva você para trás da cortina, destacando a eletricidade que tornou o projeto um capítulo tão especial na vida e na carreira de Brian.

Está tudo aqui. Tudo isso ! Cada nota que tocamos nesses dois dias inesquecíveis e emocionantes está aqui, em exibição pela primeira vez. Ouvir essas sessões, especialmente por meio da nova restauração e mixagens que já produzimos, ainda me dá arrepios, diz ele. Uma cápsula do tempo de um momento irrepetível, esta caixa tão esperada e cuidadosamente selecionada prova o porquê.

 

BRIAN MAY + FRIENDS: STAR FLEET PROJECT – 40th Anniversary Edition

TRACKLISTINGS

Star Fleet Sessions Box Set  

Format: 2CD + LP (Vinil vermelho) + 7” (Vinil Preto)

CD1: Star Fleet Project + Beyond

  1. Star Fleet (Edited Single Version / 2023 Mix)
  2. Let Me Out (2023 Mix)
  3. Blues Breaker (2023 Mix)
  4. Cynthia Fox Release Day Interview 1983
  5. Bob Coburn Rockline Interview 1984
  6. Let Me Out (Live at The Palace Theater, LA / 1993)
  7. We Will Rock You (Live at The Palace Theater, LA / 1993)
  8. We Will Rock You – Fast (Live at The Palace Theater, LA / 1993)
  9. Star Fleet (Complete Version / 2023 Mix)

CD2: Star Fleet The Complete Sessions

  1. Star Fleet (Take 1)
  2. Star Fleet (Take 2)
  3. Star Fleet (Take 3)
  4. Star Fleet (Take 4)
  5. Star Fleet (Take 5)
  6. Solo Jam
  7. Star Fleet (Take 7)
  8. Star Fleet (Take 8)
  9. Star Fleet (Take 10)
  10. Star Fleet (Take 11)
  11. Star Fleet (Alternative Overdub EVH Solo)
  12. Jam
  13. Let Me Out (Rehearsal 1)
  14. Let Me Out (Rehearsal 2)
  15. Boogie Woogie Jam
  16. Let Me Out (Take 1)
  17. Jazz Police
  18. Let Me Out (Take 3)
  19. Let Me Out (Take 4)
  20. Jam (Let’s Do The Show Right Here)
  21. Let Me Out (Take 6)
  22. Funky Jam
  23. Let Me Out (Take 7 False Start)

LP: Star Fleet Project (180g Red Vinyl)

1.    Star Fleet (2023 Mix)

2.   Let Me Out (2023 Mix)

3.    Blues Breaker (2023 Mix)

7” Single Star Fleet 

  1. Star Fleet (Edited Single Version / 2023 Mix)
  2. Son Of Star Fleet (2023 Mix) – Exclusive to the box set 7”

Star Fleet Project + Beyond

Format: 1CD

  1. Star Fleet (Edited Single Version / 2023 Mix)
  2. Let Me Out (2023 Mix)
  3. Blues Breaker (2023 Mix)
  4. Cynthia Fox Release Day Interview 1983
  5. Bob Coburn Rockline Interview 1984
  6. Let Me Out (Live at The Palace Theater, LA / 1993)
  7. We Will Rock You (Live at The Palace Theater, LA / 1993)
  8. We Will Rock You – Fast (Live at The Palace Theater, LA / 1993)
  9. Star Fleet (Complete Version / 2023 Mix)

Star Fleet Project

Format: 1LP 180g black vinyl / 1LP picture disc / Cassette

  1. Star Fleet (2023 Mix)
  2. Let Me Out (2023 Mix)
  3. Blues Breaker (2023 Mix)

Star Fleet / Let Me Out – Double A Side Single

Format: 7” Vinyl (Red Vinyl) / CD Single

 

Fonte: www.queenonline.com

Uma emocionante exposição está sendo montada em Londres para contar a história do Queen de uma maneira totalmente nova.

Através das lentes estereoscópicas (3D) da câmera pessoal de Brian May, imagens inéditas estão sendo compartilhadas com o público pela primeira vez.

Desde os primeiros dias da banda, Brian carregava consigo uma câmera estéreo (3D), permitindo que capturasse momentos raros nos bastidores das turnês e gravações do Queen.

Agora, décadas depois, essas fotos poderão ser observadas através de uma exposição intitulada Queen Will We Rock You In 3-D. Ela será aberta ao público a partir desta sexta-feira, dia 2 de junho, e seguirá até 5 de setembro na Proud Galleries da capital britânica.

De acordo com o material de divulgação, algumas das imagens foram capturadas no palco, enquanto outras mostram momentos descontraídos nos bastidores, proporcionando vislumbres únicos da banda como nunca visto ante.

O texto ressalta:

Freddie Mercury, uma figura enigmática e zelosa de sua privacidade, raramente era fotografado fora dos palcos. No entanto, aqui podemos testemunhar sua interação lúdica e despreocupada com a câmera de Brian, revelando raros vislumbres desse carismático showman vistos através dos olhos de seu colega de banda e amigo próximo.

A magia de Queen Will Rock You in 3D reside no fato de que as imagens ganham vida em três dimensões através do engenhoso OWL Stereoscopic Viewer, projetado pelo próprio Brian. Saiba mais AQUI.

Dica de Roberto Mercury

 

Fontes: www.queenonline.com e www.radiorock.com.br.

 

Adam Lambert  não acredita que sua jornada com o Queen acabou.

O American Idol admite que achou sua primeira apresentação com o guitarrista Sir Brian May, 75, e o baterista Roger Taylor, 73, no show de talentos em 2009, seria a única. Ele nunca imaginou que eles teriam continuam se apresentando juntos em todo o mundo por mais de uma década.

Questionado se ele acha que haverá outra turnê pelo Reino Unido, Adam, 41 anos, disse ao Metro.co.uk:

Não que eu saiba, mas sei que não está fora de questão. Quer dizer, nós temos que continuar, não é?

 

O verão passado foi um prazer, nos divertimos muito. Foi uma turnê muito bonita e estávamos muito animados para voltar à estrada na frente dos fãs. E 10 shows esgotados no O2 foi um grande marco para mim, pessoalmente. Estou muito grato pela jornada que estamos juntos.

 

Eu sei que quando eu me apresentei com eles pela primeira vez, pensei que provavelmente seria algo único e então uma coisa levou a outra e foi uma bola de neve e se tornou esse lindo relacionamento que continuamos nos últimos 10 anos ou mais anos. E estou encantado, estou muito animado para voltar à estrada nos Estados Unidos.

A Rhapsody Tour da América do Norte começa em outubro.

Sobre o futuro deles, ele acrescentou: E não acho que seja o fim. Acho que provavelmente há mais de onde isso veio.

Brian revelou anteriormente que ainda existem alguns fãs que estão insatisfeitos com a turnê de Queen + Adam Lambert, mas ele insiste que o falecido vocalista Freddie Mercury – que morreu em 1991 aos 45 anos devido a complicações de AIDS – ficaria feliz que a banda continuasse a tocar música.

Ele disse anteriormente:

Há pessoas que gostam de nós nem deveríamos subir no palco sem Freddie. Mas acho que teria sido muito triste, e não é isso que Freddie também gostaria. Ele gostaria que continuássemos desenvolvendo. E, claro, porque estamos continuando e desenvolvendo, isso mantém seu legado vivo.

 

Apesar de suas próprias habilidades vocais surpreendentes, Brian acha que Freddie teria ficado com um pouco de inveja da incrível voz de Adam para cantar.

Ele disse:

 

Já ouvi um bilhão de vozes em minha vida e nunca ouvi uma voz como a de Adam. Vez após vez, consigo imaginar Freddie dizendo: ‘Seu b******!’ Porque o alcance de Adam é tão ridículo, não é? E muitas vezes, eu me peguei desejando que Freddie e Adam pudessem ter ficado juntos, porque eles teriam se divertido muito. Eles são tão parecidos em alguns aspectos, pessoal e musicalmente.

 

www.music-news.com

Aeroporto de Heathrow

– Uma pequena curiosidade: na cena em que vemos o jovem Freddie Mercury descarregando as bagagens do avião, o Aeroporto de Heathrow e a antiga torre de controle conhecida por sua fachada de tijolos vermelhos e cúpula de radar branca são claramente visíveis atrás dele.

– Lá desde 1955, a icônica torre de nove andares não existe mais, na verdade foi demolida em 2013 para modernizar e ampliar o aeroporto.

– Freddie Mercury realmente trabalhou em Heathrow, não como um atendente de bagagem como vemos no filme, mas nas instalações onde as refeições servidas nos aviões eram preparadas.

 

Créditos a quem de direito.

Fonte: Movie Travel, por Greta Cinalli

Pesquisa e Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

 

Mais um volume disponível.

Vamos conhecer mais um pouco do álbum Jazz

Acesse aqui e leia o volume completo.

 

Se tiver perdido algum volume ou quiser saber um pouco mais sobre a história do projeto ou do autor, acesse aqui

Play the Game

Data de lançamento: 30 de maio de 1980

Melhor posição nas paradas: 14° lugar na parada britânica. 42° lugar na parada americana
Lado A: Play The Game (Freddie Mercury)
Lado B: A Human Body (Roger Taylor)

Álbum: The Game

 

– Play The Game é uma balada cativante de Freddie Mercury cheia de romantismo.  Nessa época, as músicas de Freddie começaram a se concentrar principalmente na busca do amor e da felicidade, e a maioria de suas letras adotava uma abordagem mais literal.

– Play The Game é um apelo direto por amor e romance.

– De acordo com Peter Phoebe Freestone, assistente pessoal de Freddie, a música foi escrita sobre o então amante de Freddie, Tony Bastin, que não estava seguindo as regras arbitrárias de amor de Freddie na época, e recebeu sumariamente um relógio Rolex de presente – o presente de despedida do cantor para os amantes.

– Com o lançamento da música, o Queen entrou para a era dos sintetizadores.

– A música representa uma transição bem sucedida para uma década que foi marcada pelo uso de sintetizadores em vários tipos de correntes musicais novas como new wave e hip-hop.

– Construída como uma balada de piano lânguida, escrita na mesma linha de faixas anteriores como Jealousy e You Take My Breath AwayPlay The Game é levado a alturas extraordinárias pelo solo de Brian, e o piano de Freddie é excelente.

– Foi o terceiro single lançado do álbum The Game. O single subiu para o 14° lugar nas paradas britânicas. Neste single, Roger Taylor estreia o seu sintetizador Oberheim OB-X, o que permitiu ao Queen criar sons revolucionários.

– Em 2014, uma versão ligeiramente editada foi lançada na compilação Queen Forever, que cortou os swoops sintéticos introdutórios, apresentando-a mais no estilo de quando tocada ao vivo.

– A revista do Fã-Clube Oficial da primavera de 1980 relatou que uma versão alternativa foi gravada com Andy Gibb. A faixa, ainda sem título, é uma das composições de Freddie e ele ficou muito impressionado com a voz de Andy Gibb, o irmão mais novo dos irmãos Gibb (que formou os Bee Gees em 1958), estava naquela época desfrutando de seu status de galã adolescente e artista solo. Esta gravação foi negada por todos, mas só o tempo dirá se isso realmente existe ou não.

 

Andrew Roy Gibb (Andy Gibb) – (Manchester, 5 de março de 1958 – Oxford, 10 de Março de 1988) 

 

– O vídeo da música apresenta efeitos visuais notáveis e Freddie Mercury segura um microfone sem fio na mão, objeto revolucionários para os cantores dos anos 80.

– O vídeo foi filmado em 29 de maio de 1980 no Trillion Studios de Londres e teve Brian Grant assinando a direção. O vídeo é considerado inovador porque apresenta técnicas inovadoras como câmera lenta e reversa, tonando o vídeo um produto inconfundível para a época.

– O destaque do vídeo é uma troca divertida entre Freddie e Brian, onde o primeiro arrebata a guitarra do segundo – não The Red Special, pois Brian recusou seu precioso instrumento para ser submetido a tal abuso, mas uma imitação barata da Fender Stratocaster – e foge com ele, apenas para jogá-lo de volta para o guitarrista a tempo de seu solo.

– Outro detalhe que chamou a atenção dos fãs do Queen foi fato de que John Deacon não estava usando seu baixo Fender Precision, mas sim um Kramer Custom DMZ 4001 e Brian May também não estava usando a sua querida guitarra Red Special e sim uma Fender Stratocaster.

– A maior mudança aconteceu no visual de Freddie Mercury que apareceu com um bigode que se tornaria sua marca eterna. Na década de 80, usar um bigode significava um pertencimento à comunidade gay, embora a sexualidade do cantor ainda fosse um segredo. O vídeo de Play the Game representa um verdadeiro renascimento para o Queen, que conseguiu modernizar sua imagem no espaço de um único vídeo.

– A música ficou melhor no cenário ao vivo, onde foi um dos pilares do set entre 1980 e 1982 (a música também foi ensaiada para a turnê Queen Works! de 1984, mas não entrou no set list.

– Brian foi encarregado de preencher o som no lugar dos sintetizadores nas apresentações ao vivo, o que ele fez com desenvoltura.

– Uma versão ao vivo especialmente animada foi lançada no Queen Rock Montreal, enquanto uma versão com Morgan Fisher auxiliando nos sintetizadores foi lançada no Queen On Fire: Live At The Bowl.

– A música foi trazida de naftalina para a turnê de festivais de primavera / verão de 2016 do Queen + Adam Lambert pela Europa, servindo como uma introdução a Killer Queen e novamente como uma apresentação completa na turnê de verão de 2018.

 

Vídeo oficial de Play The Game

 

Play The Game – Live at Montreal

 

A Human Body

– Foi composta por Roger e deveria integrar o álbum, mas foi substituída por Comming Soon.

– De acordo com o co-produtor Mack, A Human Body de Roger foi originalmente planejado para aparecer no The Game no lugar de  Coming Soon:

Lembro que Roger escreveu três faixas para The Game, e as três causaram problemas na banda: havia uma música chamada Coming Soon que Roger, a princípio, achou que estaria no single, deixando um lugar no álbum para outra sua, A Human Body. Mas Brian e Freddie objetaram que se A Human Body fosse incluído, o álbum seria muito melódico, já que eles já haviam escrito três músicas para ele. Finalmente, eles convenceram Roger, que estava especialmente orgulhoso de A Human Body, e optou por Coming Soon.

– Nesta música, Roger Taylor presta uma homenagem à Robert Falcon Scott, um renomado explorador britânico que perdeu a vida em 1912 durante uma expedição à Antártida. As conquistas de Robert são muito comemoradas no Reino Unido. Mas, mesmo assim, ele é um personagem polêmico porque acredita-se que foi por causa de seus erros de comando que toda a sua equipe morreu quando retornaram ao acampamento base após chegarem ao Pólo Sul.

 Robert Falcon Scott

– Roger assume o vocal principal neste rocker de ritmo médio e acústico, tocando a maioria dos instrumentos (indicando que pode ter sido originalmente planejado para Fun In Space), com vocais de apoio proeminentes de Roger, Freddie e Brian.

– A música foi negligenciada, devido ao seu status de não-álbum, aparecendo como lado B de Play The Game em maio de 1980, e incluída no álbum de raridades The Complete Vision, disponível apenas no box set de 1985 The Complete Works. A música foi finalmente lançado em 2009 na coleção The Singles Collection – Volume 2 e dois anos depois na reedição de The Game.

Georg Purvis. Queen: Complete Works.

Bernoît Clerc.  Queen all the songs: the story behind every track

 

A Stereoscopic Society tem o orgulho de anunciar a nomeação de Sir Brian May PhD como seu patrono!

O guitarrista e compositor, cantor e arranjador do Queen foi premiado com o título de cavaleiro na lista de honras de ano novo de 2023 por seus serviços à música e à caridade.

Em 2009, ele criou sua instituição de caridade para o bem-estar animal, The Save Me Trust, para proteger e cuidar da vida selvagem e, em particular, das espécies nativas da Grã-Bretanha.

No entanto, ele é igualmente conhecido e altamente considerado na comunidade estereoscópica e seu Brian May Archive of Stereoscopy, também uma instituição de caridade, abriga a maior coleção do mundo de imagens estereoscópicas. Ele também é um astrofísico talentoso e trabalhou com a NASA para produzir imagens 3-D de asteroides e planetas.

A Stereoscopic Society é o clube estereoscópico mais antigo do mundo, tendo sido fundado em 1893, então este ano marca seu 130º aniversário.

A paixão de Sir Brian pela estereoscopia remonta à sua infância e sua associação com a Sociedade remonta a muitos anos, na década de 1970, quando seu vizinho, que era o presidente da Sociedade na época, o convidou para uma das reuniões da sociedade em Londres.

Que melhor maneira de reconhecer essa longa associação e o trabalho que ele faz para aumentar o perfil de todas as coisas 3-D do que convidá-lo a se tornar o primeiro patrono da The Stereoscopic Society?

Bem-vindo de volta Sir Brian!

 

Nota: Estereoscopia é uma técnica usada para se obter informações do espaço tridimensional, através da análise de duas imagens obtidas em pontos diferentes.

estereoscopia humana é a análise de duas imagens da cena que são projetadas nos olhos em pontos de observação ligeiramente diferentes (distância pupilar), sendo que o cérebro funde as duas imagens no córtex visual, e nesse processo, o indivíduo obtém informações quanto à profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos, gerando uma sensação de visão tridimensional. 

 

Fontes: www.queenonline.com e Estereoscopia (archive.org)

Lista de prêmios e indicações recebidos pelo Queen ! – Parte 01/04

 

Induções

2001 – Queen foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em Cleveland, Ohio.

2002 – Queen recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

               

 

2003 – Queen foi a primeira Banda, em vez de apenas individual, à ser introduzida no Songwriters Hall of Fame.

2004 – A Banda foi introduzida no UK Music Hall of Fame.

Bohemian Rhapsody foi introduzida no Grammy Hall of Fame.

Queen foi introduzido no Rock Walk of Fame (em Guitar Center no Sunset Boulevard de Hollywood).

 

2006 – Queen foi a primeira Banda à entrar no VH1 Rock Honors.

2009 – We Will Rock You e We Are the Champions foram introduzidos no Grammy Hall of Fame.

2018 – Queen foi premiado com o Grammy Lifetime Achievement Award.

 

Prêmios – Brit Awards – Resultado

1977 – Bohemian Rhapsody – Single Britânico do Ano – Vencedor.

1982 – Greatest Hits – Álbum Britânico do Ano – Indicado.

1985 – Álbum The Works – Álbum Britânico do Ano – Indicado.

Queen – Melhor Grupo Britânico – Indicado.

1990 – The Invisible Man – Vídeo Britânico do Ano – Indicado.

Queen – Contribuição Excepcional para a Música – Vencedor.

1992 – This Are The Days Of Our Lives – Single Britânico do Ano – Vencedor.

Queen – Melhor Grupo Britânico – Indicado.

Freddie Mercury – Contribuição Excepcional Para A Música – Vencedor.

2005 – We Are The Champions – Canção Britânica de 25 anos – Indicado.

 

Prêmios Ivor Novello

1976 – Bohemian Rhapsody – Disco Britânico Mais Vendido – Vencedor.

 

1981 – Flash – A Melhor Canção, Tema ou Pontuação de Filme – Indicado.

Another One Bites the Dust – Hit Internacional Do Ano – Indicado.

1987 – Banda Queen – Contribuição Excepcional Para a Música Britânica – Vencedor.

1992 – These Are The Days Of Our Lives – Melhores Vendas Lado A – Vencedor.

The Show Must Go On – Melhor Canção Musicalmente e Liricamente ( letra) – Indicado.

2005 – Banda Queen – Coleção De Músicas Excepcionais- Vencedor.

 

Premiação de Música da Billboard

O Billboard Music Awards é uma premiação anual da revista Billboard. Os prêmios são baseados em dados de vendas da Nielsen SoundScan e informações de rádio da Nielsen Broadcast Data Systems.

2019 – Banda Queen – Melhor Artista De Rock – Indicado.

2019 – Bohemian Rhapsody – A Melhor E Original Trilha Sonora – Indicado.

 

Continua ….

Fonte – Queenpedia

 

Locações do filme ‘Bohemian Rhapsody’ – A Casa Da Família Bulsara

– As filmagens da rua onde Freddie Mercury morava com seus pais, Bomi e Jer Bulsara e sua irmã Kashmira, foram realizadas na Malyons Road em Ladywell, no bairro londrino de Lewisham, no sudeste de Londres.

 

– A verdadeira casa para a qual a família Bulsara se mudou de Zanzibar em 1964 está localizada na 22 Gladstone Avenue, em Feltham, no oeste de Londres.

 

– As filmagens foram feitas inicialmente nesta mesma casa onde Freddie Mercury morava com sua família, mas a equipe de filmagem teve que suspendê-los devido ao barulho dos aviões do aeroporto de Heathrow nas proximidades.

 

– No entanto, ainda usaram o layout da casa original para reconstruir os interiores.

 

 

– Em setembro de 2016, esta pequena casa geminada foi premiada com a placa azul que o English Heritage reserva à memória daqueles que souberam distinguir-se ao longo da vida com o seu trabalho artístico e político.

– O evento contou com a presença de Brian May e da irmã de Freddie Mercury, Kashmira Cooke.

 

Créditos a quem de direito.

 

Fonte: Movie Travel, por Greta Cinalli

Pesquisa e Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Segundo matéria divulgada no site Ultimate Classic Rock no dia de hoje, 27 de maio, o Queen estaria negociando a venda de todo o seu catálogo.

Reproduzimos aqui a matéria do referido site.

 

Os direitos do catálogo do Queen podem mudar de mãos em breve por cerca de US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 5,5 bilhões), de acordo com vários especialistas de alto nível da indústria musical.

O processo de venda do catálogo está em estágio inicial, como relata a Music Business Worldwide.

Se o negócio for fechado, marcaria de longe a maior venda de catálogo de um único artista da história, mais do que dobrando a venda de US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,5 bilhoes) de Bruce Springsteen, que envolveu as fitas masters e seus catálogos de publicação em 2021.

Se for fechado, o dinheiro será dividido igualmente entre o espólio de Freddie Mercury e os companheiros de banda sobreviventes Brian May, Roger Taylor e John Deacon.

Várias grandes empresas de música, incluindo o Universal Music Group, têm disputado a potencial aquisição, juntamente com grupos de patrimônio privado.

Uma possível complicação é o fato de que o Disney Music Group – que tem um acordo de distribuição global com o Universal Music Group – atualmente possui o catálogo da banda na América do Norte.

Não há como questionar o sucesso comercial da discografia do Queen, que inclui 15 álbuns de estúdio, 10 álbuns ao vivo e dois álbuns de trilha sonora. A banda vendeu 300 milhões de discos em todo o mundo e alcançou nove sucessos no Top 20 da Billboard Hot 100, incluindo dois líderes das paradas, Another One Bites the Dust e “Crazy Little Thing Called Love.

A banda teve um grande aumento nas vendas físicas e de streaming após o lançamento do filme biográfico de 2018 Bohemian Rhapsody, que arrecadou mais de US$ 910 milhões em todo o mundo contra um orçamento de aproximadamente US$ 50 milhões.

A Queen Productions Ltd., corporação de propriedade da banda, registrou receitas recordes de £ 72,77 milhões (aproximadamente R$ 448 milhões) em 2019 e  £ 39,19 milhões (aproximadamente R$ 241 milhões) em 2021, com quase tudo vindo de royalties.

 

Fonte: http://ultimateclassicrock.com/queen-catalog-sale/

 

Dica de Arnaldo Silveira via QueenChat

 

FREDDIE MERCURY

– Freddie foi fortemente influenciado por Bandas de rock pesadas, ousadas e baseadas no blues, como Jimi Hendrix e Cream.

– Quando se tratava de cultura, Freddie era como uma esponja, absorvendo ideias de todas as fontes possíveis.

 

1) Elvis Presley

Quando eu era pequeno, eu estava no coral e só gostava de cantar. Eu copiava as canções de Elvis Presley, então de repente percebi que poderia realmente escrever canções e fazer minha própria música – chame isso de um dom natural, ou o que quer que seja …

 

Freddie disse que até estilizou seus vocais em Crazy Little Thing Called Love para soar como o Rei do Rock’n’Roll.

 

2) David Bowie

O público quer uma sensação do tipo showbiz. Por que você acha que pessoas como David Bowie e Elvis Presley fizeram tanto sucesso ? Porque eles dão champanhe ao público no café da manhã ? Não, porque são o que o povo quer.

 

3️) Liza Minnelli

Mercury adorava o filme Cabaret, de 1972, ambientado em Berlim nos anos 30 e estrelado por Liza Minnelli como a jovem americana Sally Bowles.

Gosto do tipo de cabaré. Na verdade, uma das minhas primeiras inspirações veio do Cabaret. Eu absolutamente adoro Liza Minnelli, ela é totalmente uau. A maneira como ela canta suas músicas – a energia pura …

 

Freddie disse que, como Banda, o Queen tem mais em comum com Liza Minnelli do que com Led Zeppelin.

Estamos mais na tradição do showbiz do que na tradição do rock’n’roll. Liza Minnelli transborda talento. Tem energia e resistência, que transmite em palco, e a forma como se entrega ao público é uma boa influência. Há muito a aprender com ela.

 

4️) John Lennon

Em 09 de Dezembro de 1980, durante um show em Londres, o Queen cantou Imagine em homenagem à John Lennon, que havia sido assassinado em Nova York no dia anterior.

John Lennon era maior que a vida e um gênio absoluto. Mesmo em um estágio muito inicial quando eles eram os Beatles, eu sempre preferi as coisas de John Lennon. Não sei por que. Ele simplesmente tinha aquela mágica … quando soube que Lennon estava morto, fiquei chocado e pasmo.

 

5) Ella Fitzgerald

Mercury adorou seu tempo na Suíça e visitou o Festival de Jazz de Montreux em 1978 – quando Stan Getz, Count Basie e Ray Charles estavam entre os artistas, e ele gostou do canto de Ella Fitzgerald.

É por isso que algo como Living On My Own tem scat, algo como Ella Fitzgerald fez há muito tempo – e não é uma tendência atual.

 

6️) Aretha Franklin

Eu amo Aretha Franklin acima de todos os outros cantores. Ela deve ter uma das melhores vozes de todos os tempos e canta como um sonho. Eu gostaria de poder cantar tão bem quanto ela. É tão natural e ela coloca toda a sua emoção nisso. Cada palavra que ela canta é tão cheia de significado e expressão. Eu poderia ouvi-la para sempre. Ainda consigo ver Aretha como parte do meu mundo.

Eu adoraria que Aretha cantasse Somebody To Love, na verdade.

 

7️) Joni Mitchell

Uma das estrelas contemporâneas dos anos 70 que inspiraram Mercury foi a cantora e compositora canadense Joni Mitchell.

Gosto muito de Joni Mitchell e fico constantemente impressionado com seu fraseado vocal, bem como com as coisas incríveis que ela escreve.

 

8️) Tears For Fears

Gostei do Tears For Fears, porque eles escreveram músicas com as quais eu realmente me identifiquei. Eles tinham muito ritmo e ao mesmo tempo muita agressividade.

 

9️) Boy George

Em meados dos anos 80, Mercury saía com Boy George – eles foram fotografados no Fashion Aid Charity Show, no Royal Albert Hall de Londres em 1985.

Boy George tem uma ótima imagem, mas não importa quão boa seja sua imagem ou quão maravilhoso seja o vídeo. Se suas músicas não fossem boas, elas não venderiam. Boy George tem um grande talento. Eu gosto muito dele. Nós nos tornamos bons amigos.

 

10) Elton John

Elton John e Freddie Mercury tiveram uma amizade próxima e espirituosa, dando nomes carinhosos um ao outro, Sharon e Melina.

Elton é um bom e velho biscoito. Eu o amo até a morte e acho que ele é fabuloso. Para mim, ele é como uma das últimas atrizes de Hollywood que valem a pena. Ele foi um pioneiro no rock’n’roll. A primeira vez que o encontrei, ele foi maravilhoso, uma daquelas pessoas com quem você pode se relacionar instantaneamente. Ele disse que gostou de Killer Queen e qualquer um que diga isso vai para o meu livro branco. Meu livro preto está estourando pelas costuras !

 

1️1) Montserrat Caballé

Para mim, uma lenda é alguém como Montserrat Caballé. Ela é a lenda e eu sou apenas uma velha prostituta !

 

12) Luciano Pavarotti

Freddie disse à amigos que ficou maravilhado depois de vê-lo se apresentar em Un Ballo In Maschera de Verdi na Royal Opera House de Londres.

Freddie sempre foi tão entusiasmado com a música. Ele costumava me mostrar vídeos da soprano operística Montserrat Caballé. Foi ótimo. O que eu amava em Freddie era que ele era tão visionário. Ele fez Bohemian Rhapsody, então foi tão aventureiro novamente com o Barcelona em 1988, que estava introduzindo a ópera no rock’n’roll.

Pavarotti e Nessun Dorma vieram depois disso. Freddie era um inovador.

– Dave Clark.

 

13)  – Robert Plant

Eu diria que o Led Zeppelin é o maior, e como Banda de rock eles mereciam o tipo de sucesso que obtiveram.

Robert Plant é um dos vocalistas mais originais do nosso tempo. Ele sempre foi meu cantor favorito. E ele disse coisas boas sobre mim.

 

14) Jimi Hendrix

Quando Freddie ainda era Farrokh Bulsara, um estudante e aspirante à músico no Ealing Art College no final dos anos 60, ele mantinha uma fotografia de seu ídolo Jimi Hendrix no espelho de seu quarto.

Jimi Hendrix era um showman mestre e um músico dedicado. Eu percorria o país para vê-lo, sempre que ele tocava, porque ele realmente tinha tudo que qualquer estrela do rock’n’roll deveria ter; todo o estilo e presença. Ele não precisou forçar nada. Ele apenas fazia uma entrada e todo o lugar pegava fogo. Ele estava vivendo tudo o que eu queria ser. Hendrix é muito importante. Ele é meu ídolo. Ele meio que resume, com sua apresentação no palco, todo o trabalho de um astro do rock. Não há como compará-lo com ninguém e não há ninguém que possa ocupar o lugar dele.

 

JOHN DEACON

– John contou com suas influências como Chic, Michael Jackson e Stevie Wonder. Seus baixistas favoritos eram Chris Squire da Banda de rock progressivo Yes e John Entwistle baixista do The Who.

– Deacon geralmente tocava baixo com os dedos, usando apenas uma palheta em algumas músicas, e uma marca registrada da forma de tocar de Deacon são suas execuções de baixo.

– Uma crítica de Sheer Heart Attack de 1975 disse –

Somente no final, um novo iniciado no Queen reconheceria a marca registrada inconfundível de John Deacon … o músico menos conhecido do Queen é um dos mais capazes de sua geração de rock.

 

ROGER TAYLOR  

– Taylor aprendeu sozinho a afinar sua bateria, inspirado por Keith Moon do Who por causa dos ótimos sons de bateria nos seus primeiros discos.

– Ele afirmou que seu modelo inicial como baterista foi Mitch Mitchell do Jimi Hendrix Experience.

Ainda acho que ouvir Mitch Mitchell, especialmente as primeiras coisas com Hendrix, é simplesmente fantástico. Essa fusão de técnica de jazz e riffs maravilhosos, mas com esse ataque feroz em todo o kit, tinha muitas influências de jazz, acho.

 Na verdade, para mim, ele tocou o kit como uma música, foi simplesmente maravilhoso. Integração total na música. Não apenas marcando o tempo.

 

– Taylor também expressou grande admiração por John Bonham do Led Zeppelin.

O maior baterista de rock and roll de todos os tempos foi John Bonham, que fez coisas que ninguém jamais imaginou ser possível antes com a bateria. E também o melhor som de sua bateria – eles soavam enormes, e apenas um bumbo. Tão rápido que ele fez mais com um bumbo do que a maioria das pessoas poderia fazer com três, se pudessem controlá-los. E ele tinha técnica para queimar e um poder fantástico e um tremendo senso de rock and roll.

– No entanto, por pura técnica, Roger descreveu o baterista de jazz e big band Buddy Rich como  o melhor que já vi .

– Falando ao Modern Drummer em 1984, Roger também descreveu Keith Moon, o baterista do Who, como  absolutamente brilhante … ele tinha um estilo totalmente único, ele não devia nada à ninguém.

 

BRIAN MAY

– As primeiras influências de Brian incluíram Cliff Richard e os Shadows, que ele diz serem  a(s) coisa(s) mais metálica(s) na época.

– May sempre afirmou que os Beatles, Led Zeppelin, The Who e Jimi Hendrix foram as maiores influências sobre ele. Na entrevista do Queen For An Hour na BBC Radio 1 em 1989, May listou Hendrix, Jeff Beck e Eric Clapton como seus heróis da guitarra.

– E em uma entrevista de 1991 para a revista Guitar World, Brian se referiu ao The Who como minha inspiração e, ao ver o Led Zeppelin, afirmou –

 Costumávamos olhar para aqueles caras e pensar – ‘ É assim que deve ser feito … ‘

– May disse ao Guitarist em 2004

Eu acho que ninguém sintetizou melhor a composição de riffs do que Jimmy Page – ele é um dos grandes cérebros da música rock.

 

– Brian também cita Rory Gallagher como uma grande influência, dizendo –

Ele era um mágico. Ele era uma das poucas pessoas daquela época que conseguia fazer sua guitarra fazer qualquer coisa, ao que parecia. Lembro-me de olhar para aquela Stratocaster surrada e pensar – ‘ Como esse (som) sai de lá ? ‘

 

– De acordo com Brian,  … foi Rory que me deu meu som, e esse é o som que ainda tenho.

– Brian também citou Steve Hackett, guitarrista da Banda de rock progressivo Genesis, em particular seu solo de guitarra de harmonia no final da épica canção da Banda de 1971 – The Musical Box.

– Hackett disse sobre Brian –

Da mesma forma, sua abordagem enérgica à guitarra me inspirou.

 

 

 

Esta matéria foi feita a pedido do amigo Fernando Lima

 

Publicado em 01 de Outubro de 2021.

Por Martin Chilton

UDiscover Music

Na última quarta-feira dia 24 de maio, a Beat Games e a Sony lançaram oficialmente Beat Saber para PlayStation VR2.

O popular jogo rítmico de realidade virtual já está disponível na PS Store e chega com um pack exclusivo do Queen.

Segundo os desenvolvedores, quem possui a versão de PS4 do game (PlayStation VR) tem direito a upgrade gratuito para a nova geração.

Além disso, todos os DLCs adquiridos podem ser transferidos sem custos para a atual edição — agora com suporte completo a desempenho aprimorado.

 

Músicas do Queen em Beat Saber

Quanto ao conjunto Queen Music Pack, 11 músicas adicionais são adicionadas no catálogo de Beat Saber.

A expansão também inclui silhuetas dos integrantes da banda em um ambiente personalizado, show de luzes e compatibilidade com a mecânica Arc & Chain Notes. Confira abaixo a lista completa de faixas obtidas via DLC pago:

  • Another One Bites the Dust
  • Bohemian Rhapsody
  • Crazy Little Thing Called Love
  • Don’t Stop Me Now
  • I Want It All
  • Killer Queen
  • One Vision
  • Somebody to Love
  • Stone Cold Crazy
  • We Are The Champions
  • We Will Rock You

 

 

Beat Saber pode ser adquirido na PS Store por R$ 159,90.

Queen Music Pack está disponível por R$ 74,90 em licença híbrida (PS4/PS5).

 

Fonte: https://meups.com.br/

 

Dica de Roberto Mercury

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