Você sabia que o lendário guitarrista e astrofísico britânico Dr. Sir Brian May compôs o emblemático riff de “Tie Yout Mother Down” no topo de um vulcão?

Todo fã do lado roqueiro do Queen certamente conhece essa faixa, que abre seu quinto álbum, A Day at the Races (1976), e foi seu segundo single. Em entrevista para a Guitar World, May relembrou que compôs aquele riff em circunstâncias no mínimo extraordinárias.

Eu compus o riff no topo de um vulcão, em Tenerife. Sério mesmo. E eu pensei: o que vou fazer com isso? Tudo que eu conseguia ouvir na minha cabeça era ‘Tie Your Mother Down’ [amarre a sua mãe] — o que não me parecia um título de música muito razoável. Eu me lembro de voltar para os caras e dizer: ‘Eu tenho esse riff’, e todos eles gostaram.

 

Quando perguntaram do que ela falava, eu respondi ‘Tudo que tenho é esse título — Amarre a Sua Mãe — que obviamente não podemos usar’. E Freddie disse ‘Como assim, não podemos usar? Claro que podemos!’

Aí comecei a pensar ‘Beleza, essa música é sobre crescer e ficar frustrado com os pais’. E tem um senso de humor nela. Foi bem rápido escrever essa letra, que tenho bastante orgulho. Porque naquela época eu ainda era um garoto, não exatamente um homem. E essa música é o grito de frustração de um garoto.

Conhecida pelo riff poderoso e pelo vocal contagiante de Freddie Mercury, Tie Your Mother Down não fez um grande sucesso em seu lançamento: não passou da posição #31 no Reino Unido e #49 nos Estados Unidos. Mesmo assim, ganhou mais reconhecimento com o passar do tempo, e se tornou uma das favoritas dos fãs em seus shows.

 

Fonte:: https://whiplash.net

 

Brian May, um dos fundadores do Queen, foi eleito em 2020 o melhor guitarrista de todos os tempos pelos leitores da revista Total Guitar. No resultado dessa votação, o músico bateu outros nomes sagrados como Eric Clapton, Jimmy Page, Jimi Hendrix e Eddie Van Halen. Na ocasião, o músico se limitou a dizer que ficou surpreso com a votação e “estava sem palavras”.

Durante uma recente participação no programa “The Howard Stern Show” da SiriusXM, May foi convidado a falar sobre o sentimento de ter sido reconhecido como o melhor de todos. Ele respondeu: “Você não pode dizer quem é melhor. A coisa boa sobre tocar guitarra é que todo mundo é diferente. Você não pode realmente classificar as pessoas. Claro que também tenho os meus favoritos. Mas o fato de as pessoas me colocarem nessa posição me faz sorrir. É uma sensação adorável”.

Ele acrescentou: “Há pessoas que ouço todos os dias que fazem coisas que eu nunca poderia fazer… Não sou o maior guitarrista do mundo, mas obrigado por dizer isso. Bem, eu posso falar com a guitarra, posso fazê-la cantar. Isso é tudo o que eu faço”.

Para May, nenhum guitarrista deveria achar  que tem algo a provar: “Não é uma competição. Kurt Cobain [líder do Nirvana] é um ótimo exemplo. Não há muita coisa técnica lá, e ele não trabalhou tão duro para ser técnico, e ainda assim ele nos dá um legado de algumas das maiores músicas de guitarra de todos os tempos. Portanto, não se trata de técnica. É sobre o que você coloca nisso e o que você sente e como esse sentimento se transmite em sua guitarra”.

Confira a declaração do guitarrista do Queen abaixo:

 

Fonte: https://www.radiorock.com.br

 

Freddie e Elton !

Uma das várias diversões de Freddie e Elton era dar apelidos femininos aos seus amigos mais próximos.

De certa forma, designar alguém com o nome de drag foi minha maneira de dizer à eles que os amava: drag é um esporte comunitário – gosto de envolver todos.

– Elton John.

Os apelidos e suas origens –

O próprio Freddie era Melina, em homenagem à cantora e atriz grega Melina Mercouri.

Brian era Maggie. Freddie pegou na música de Rod Stewart – Maggie May.

 

Roger era Liz da atriz Elizabeth Taylor. Por causa dos olhos.

 

John acabou virando Belisha Deacon, porque Freddie não conseguia pensar em uma atriz com o nome de Deacon. O mais próximo era o farol (belisha deacon), com suas luzes piscantes nas calçadas para pedestres.

De qualquer modo, o mais comum dele ser chamado era Deaky.

 

Jim Hutton virou Lauren Hutton, modelo e atriz americana.

Elton John era Sharon, porque Freddie achava o nome Elton muito comum.

 

Rod Stewart era Phyllis – nome de drag queen.

 

John Reid era Beryl, em homenagem à atriz Beryl Reid.

 

Joe Fanelli era Liza de Liza Minnelli.

 

Peter Straker era Syretta, o mais próximo de Straker.

Peter Freestone era Phoebe, também o mais próximo de Peter.

 

E nem Mary escapou ….

Era Steve uma referência à Steve Austin do seriado na época – O Homem De Seis Milhões De Dólares –

 

 

Fonte – Lounder

Queen The Greatest Live: Tie Your Mother Down (Episódio 10)

Revisitando o famoso show da banda no Milton Keynes Bowl em junho de 1982, onde Freddie Mercury, Roger Taylor, Brian May e John Deacon chamaram a atenção com uma performance espetacular ao vivo de um de seus maiores hinos do rock.

Na entrevista em vídeo exclusiva do episódio passado,  Brian May e Roger Taylor explicaram o papel vital da iluminação na experiência ao vivo do Queen.

Agora, neste episódio, vemos o resultado emocionante de todo o trabalho árduo da banda nos bastidores, como o poder da formação através de uma performance impressionante de Tie Your Mother Down que manteve o Milton Keynes Bowl encantado em 5 de junho de 1982.

 

A última das quatro datas no Reino Unido na Hot Space Tour de 1982 em apoio ao décimo álbum do Queen, o Milton Keynes Bowl era então um dos maiores novos locais ao ar livre do país e exigia uma apresentação à altura. Como Roger disse em uma entrevista nos bastidores antes do show: É um campo grande. Espero que corra bem.

Os shows ao ar livre estão repletos de todo tipo de coisas inesperadas, acrescentou Brian.

No evento, a performance clássica e a produção épica do Queen no Milton Keynes Bowl entrariam para a história do rock ‘n’ roll e mais tarde seriam lançadas na íntegra no DVD e CD de 2004, Queen On Fire: Live At The Bowl.

Enquanto a banda abria o setlist com a faixa-título de sua recente trilha sonora de Flash Gordon, eles deixaram a multidão com um grande número antes de se reagrupar para o bis.

Escrito por Brian e a faixa de abertura do álbum do Queen de 1976, A Day At The Races, Tie Your Mother Down era a candidato perfeita.

Foi construído em torno de um riff que eu tinha há muito tempo”, disse Brian à Absolute Radio. “Eu sei muito bem onde toquei pela primeira vez. Foi no topo de uma cordilheira vulcânica em Tenerife, onde eu estava fazendo meu doutorado. Eu tinha um pequeno violão que comprei em Santa Cruz e me lembro de tocar aquele riff e curtir a sensação de dobrar a corda. E eu sentei lá assistindo o pôr do sol e cantando junto com ele.

 

No momento em que o Queen tocou Tie Your Mother Down no Milton Keynes Bowl, a música havia se tornado um hino de hard rock – e com Freddie Mercury comandando o palco sob o brilho do equipamento de iluminação mais ambicioso da banda até hoje, continua sendo um momento eletrizante na história do Queen.

Foto: © Queen Productions Ltd.

 

Fonte: www.queenonline.com

A WINTER’S TALE

(10ª música do 15º álbum)

 

– Última canção escrita por Freddie Mercury, composta em um momento de descanso (e de graça) enquanto o cantor se encontrava em Montreux, durante o inverno de 1991.

– Embora possa ser um empréstimo de The Winter’s Tale (Contos de Inverno) de Shakespeare, seu tema, em troca, nada deve à obra do dramaturgo inglês.

– Aproveitando a tranquilidade desta cidade que tanto amava, Mercury decide prestar homenagem.

– A letra descreve o modo de vida campestre que tanto aprecia a estrela de tempos em tempos, e destaca a beleza do lugar:

 

So quiet and peaceful/Tranquil and blissful/There’s a kind of magic in the air

(Tão quieto e pacífico/Tranquilo e feliz/Há uma espécie de magia no ar)

 

– A parte instrumental criada pelo Queen para Made In Heaven evoca as canções de Natal que as estrlas pop gostam de lançar no final do ano no mais puro estilo da tradição anglo-saxão. A Winter’s Tale aparece como segundo single do álbum em 11 de dezembro de 1995.

– O grupo realiza uma segunda mistura, A Winter’s Tale (Cozy Fireside Mix), na qual a voz predomina sobre os sintetizadores. Seria proposta à audiência na versão remasterizada de Made In Heaven em 2011.

 

O castelo nevado de Chillon, em Montreux, uma das paisagens apreciadas por Freddie, longe da agitação de Londres.

 

Vídeo oficial de A Winter’s Tale

 

A Winter’s Tale (Cozy Fireside Mix)

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Teo Torriatte

Data de lançamento: 25 de março de 1977

Lado A: Teo Torriate (Brian May)
Lado B: Good Old-Fashioned Lover Boy (Freddie Mercury)

Álbum: A Day At The Races

 

Teo Torriatte
Em 1975 o Queen se apresentou no Japão e ficou surpresa com a maneira como foi recebida. No ano seguinte, eles foram muito bem recebidos novamente e Brian resolveu escrever uma música em agradecimento ao povo japonês.

Em 2007, Brian declarou:

…. Eu nunca tinha experimentado nada parecido com o amor que nos foi dado quando éramos um jovem grupo de rock no Japão.  Então, de repente, senti que queria dizer (em nome do Queen) que senti falta deles e que não esqueceríamos. 

A música é uma requintada balada de piano que encerra A Day At The Races em estilo magnífico. Foi escrita por Brian e contou com a tradução lírica de Chika Kujiraoka.

Foi lançada como single somente no Japão, tendo como lado B a música Good Old-Fashioned Lover Boy, de autoria de Freddie. Foi também tocada apenas nas turnês japonesas, e foi tocada em 1979, 1981 e 1982

Em 2005, Teo Torriatte foi remixada para o álbum de compilação japonês Jewels II, enquanto, mais significativamente, foi lançada no álbum de conscientização Songs For Japan, compilado como uma resposta às consequências do devastador terremoto e tsunami de magnitude 9,0 que destruiu partes do Japão, em 11 de março de 2011.

A música foi tocada nas datas da turnê japonesa por Queen + Paul Rodgers e Queen + Adam Lambert, cantada por Brian e muitas vezes fortemente abreviada.

 

Vídeo Oficial

 

Queen + Paul Rodgers 

 

Queen + Adam Lambert

 

 

Good Old-Fashioned Lover Boy

É uma música de autoria de Freddie e foi inspirada no music hall.

A música é um inocente romance escolar, e Freddie faz uma serenata para o objeto de sua afeição enquanto oferece uma noite de vinho, jantar, dança e libertinagem.  Ele está claramente se divertindo com seu charme de amante e, devido à sua natureza romântica, espera que o brilho e o champanhe não desapareçam na manhã seguinte.

Em 1977, Freddie disse à Kenny Everett sobre a música: [É] um dos meus números de vaudevilleEu sempre faço uma faixa de vaudeville, embora Lover Boy seja mais direto do que Seaside Rendezvous, por exemplo.  É bem simples, piano e vocais com uma batida cativante; o álbum precisa disso para facilitar.

A letra é dedicada a David Minns, por quem Freddie se apaixonou alguns meses antes. Foi rejeitada pela imprensa musical britânica, mas mesmo assim é um clássico da banda, sendo obrigatória em todos os shows.  Esta mesma canção marcou a virada de página na história do grupo, pois a partir do álbum seguinte, o Queen se voltou para um outro tipo de rock.

Foi lançada como faixa principal do primeiro EP do Queen, em maio de 1977, embora apenas no Reino Unido;  os EUA receberam Long Away no mês seguinte, enquanto Good Old-Fashioned Lover Boy foi o lado B japonês de Teo Torriatte (Let Us Cling Together) em março de 1977. O EP foi um movimento calculado para relançar três das faixas menos conhecidas do Queen de seu auge (Death On Two Legs (Dedicated to……, Tenement Funster e White Queen (As It Began) foram as outras).

Um vídeo oficial nunca foi feito, embora a banda  tenha entrado nos estúdios para uma aparição no Top Of The Pops em 14 de junho de 1977 (transmitido no dia seguinte), apresentando uma faixa de apoio especialmente regravada com um som mais agressivo.  Nesta nova versão podemos ver a Red Special de May e a bateria de Roger tiveram mais destaque.

Esta versão permaneceu inédita até 2002, quando apareceu como um vídeo bônus no lançamento do DVD Greatest Video Hits 1.  Até então, uma versão recortada e colada pelos Torpedo Twins Rudi Dolezal e Hannes Rossacher, que compilou imagens da aparição de junho de 1977 na Earl’s Court Arena, permaneceu o vídeo promocional oficial.  A música foi tocada ao vivo entre 1977 e 1978 como parte do medley, mas foi lançada quando o Queen começou a se concentrar mais em ser uma banda de rock ao vivo.

 

Good Old-Fashioned Lover Boy no Top Of The Pops

 

Vídeo Oficial

 

Fontes

Livros: Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen: Complete Works – George Purvis

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Sites:

www.queenpedia.com

www.queenvault.com

A reverência de Freddie ao público !
▪️Uma reverência ou inclinação é o ato de baixar o tronco e a cabeça como um gesto social em direção à outra pessoa.
▪️É mais proeminente nas culturas asiáticas, com a extensão do movimento em arco do braço.
▪️O movimento de inclinar a cabeça ou o corpo para a frente é especialmente uma forma de mostrar respeito à alguém ou expressar agradecimento às pessoas que o viram executar algo …
O agradecimento !
Abaixo, em Knebworth, em 09 de Agosto de 1986.
A sua última reverência –
Obrigado, gente linda
Vocês foram ótimos …
Vocês foram um público muito especial
Muito obrigado !
Boa noite, bons sonhos …
Nós amamos vocês …
Créditos do vídeo: pittrek81

 O grupo histórico e Adam Lambert anunciaram uma série de datas para a América do Norte.

O Queen e Adam Lambert anunciaram ontem, 24 de março, o retorno da turnê “Rhapsody” – depois de uma pausa de quatro anos. A tour está anunciada para a América do Norte, com passagem por várias cidades como Toronto (Canadá), Detroit, Nova Iorque, Boston, Filadélfia, Atlanta, Nashville, St. Paul, Chicago, Dallas, Denver, São Francisco e Los Angeles, nos Estados Unidos.

Os shows começam a partir de 4 de outubro em Baltimore, Maryland, encerrando dia 11 de novembro em Los Angeles, Califórnia.

“A nossa química está melhor que nunca”, disse o guitarrista Brian May à norte-americana Rolling Stone. “Nos entendemos melhor que nunca e nos sentimos mais livres na forma como interpretamos as coisas. Estamos muito felizes. Temos uma nova produção e novidades”, acrescentou o músico inglês.

 

Fonte: https://m80.iol.pt

 

 

 

O papagaio Frederico chamou atenção dos internautas, após ser gravado cantando algumas músicas. Tanto no Tik Tok quanto no Instagram, o animal possui vídeos interagindo, se declarando para os tutores e improvisando algumas canções, entre elas uma da banda Queen e do Tiririca.

|Fonte: https://ocp.news/

No programa ‘Faustão na Band’, a banda Queen Experience levanta auditório do Faustão com show energético!

Fonte: Youtube Faustão na Band

YOU DON’T FOOL ME

(9ª música do 15º álbum)

– You Don’t Fool Me é uma das três canções do álbum criadas com Freddie em maio de 1991, junto com A Winter’s Tale e Mother Love.

– Nesse momento gravam-se poucas palavras, e a parte instrumental é produzida depois da morte do cantor.

– A canção tem uma duração surpreendente na versão CD do álbum (5:24), embora poucas coisas, além do solo de guitarra de Brian, embelezam sua melodia reconhecidamente eficaz.

– Como Freddie gravou poucas estrofes, a canção repete em “loop” as partes instrumentais e se alonga até a saciedade.

– O grupo no início nos tinha acostumados a temas de longa duração, com monumentos rock como The March Of The Black Queen e Bohemian Rhapsody, porém neste caso o tema parece durar para o simples prazer das discotecas a quem vai destinado.

– Para a versão em vinil, You Don’t Fool Me seria editada e reduzida a 4:40

– A canção seria eleita como quinto single de Made In Heaven em fevereiro de 1996. Nesta ocasião, o grupo irá propor seu remix a vários DJs, e assim, surgiriam inúmeras versões. Cabe destacar o nome de alguns destes remix: Dancing Divaz Club Mix, Late Mix, Sexy Club Mix, Freddy’s Club Mix e Dub Dance Single Mix.

– A canção tem um êxito relativo, apesar de uma difusão massiva na rádio. Porém, torna-se em um dos momentos chaves do álbum unicamente pelo seu ritmo e melodia.

 

Sala de produção do Mountain Studios de Montreux, onde veio à luz muitos temas do Queen, entre eles, os primeiros esboços de You Don’t Fool Me, em maio de 1991.

 

Vídeo oficial de You Don’t Fool Me

 

Dancing Divaz Club Mix

 

Late Mix

 

Sexy Club Mix

 

Freddy’s Club Mix

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Flash A ah …

Essa foi a música tema do filme de quadrinhos de 1980 – Flash Gordon.

Escrita por Brian May, é uma estrutura agradável e dá ao Álbum Flash Gordon uma sensação de nostalgia crescente, mesmo para quem não cresceu assistindo ao filme.

Você sabe como começa, apenas uma única nota de baixo, repetido ao infinito, acompanhado para uma ênfase ocasional pelo piano, seguida de uma sensação de pavor aconchegante.

Então a gritaria começa. Cada Flash a-ah unido por algum tipo de resposta de sintetizador de guitarra.

Mas o sinistro está lá. Tentando transformar um romance em um tema de suspense. Felizmente, deixando-os guerrear um com o outro.

E o Queen era perfeito para esse trabalho. E aconteceu na hora certa. Uma chance de brincar com sua recém-descoberta paixão por sintetizadores, uma chance de acampá-la ao extremo, enquanto também faz algo que eles nunca fizeram antes.

A Banda parece se divertir um pouco com a construção de um mundo de ficção científica.

É o tipo certo de exagero !

Mas nem todo mundo gostou da gravação do Queen. Brian relembrou a história da música para o The Independent, em 23 de Março de 2012 –

Fomos contratados para fazer o trabalho por Mike Hodges, que era o diretor de Flash Gordon e Dino De Laurentis, aquele famoso produtor de cinema italiano. Ele fez aquele grande remake de King Kong – bilhões de dólares – mas a combinação dele e Mike Hodges era muito estranha, porque para Dino era um filme muito sério e para Mike era uma paródia.

Então houve esse confronto, e tenho quase certeza de que foi ideia do Mike nos contratar para o trabalho e o que aconteceu foi que entramos e vimos alguns dos lançamentos do filme e adoramos, e todos nós saímos e fizemos alguns demos separadamente – Roger, John, Freddie e eu, e chegou um dia em que todos entramos no estúdio e as reproduzimos para Mike e Dino e perguntamos – ‘ Foi isso que descobrimos. O que vocês acham ? ‘

Houve um momento horrível quando Mike pulou para cima e para baixo dizendo – ‘ É brilhante, é brilhante ‘, e Dino sentou-se lá com um rosto pálido e branco como um lençol e obviamente não gostou, e quando se tratou do tema, eu tinha escrito – você sabe – Flash – bem, Dino disse – ‘ É muito bom, mas não é para o meu filme. ‘

Então todos nós ficamos um pouco taciturnos e fomos embora. Mas o que eu acho que aconteceu foi que Mike foi até Dino e disse – ‘ Você tem que ter fé aqui. Isso é algo que vai funcionar e Brian realmente capturou a essência do filme nesta música. ‘

Mas foi uma grande aventura naquela época. Acho que nunca houve um longa-metragem com música de fundo feito por uma Banda de Rock antes – foi uma partida realmente perigosa. Você tinha que ter sua base de cordas para criar emoção. Isso nunca foi feito. E para seu crédito, Dino concordou e foi muito favorável. 

Brian May

 

Flash’s Theme

 

 

Fontes –

Ava Foxfort

Songfacts

Um vídeo se tornou viral nas redes sociais, supostamente mostrando o coro militar norte-coreano cobrindo o clássico da banda britânica Queen, “I want to break free”, com a presença do líder supremo do país, Kim Jong-un.

 

Verificação de fatos

O Newschecker analisou o vídeo e notou que os movimentos labiais das cantoras não estão em sincronia com a música, levantando dúvidas. Ao notar uma marca d’água que dizia larsvonretriever, foi feita uma pesquisa de palavras-chave para North Korea break free lars von retriever, que levou a um vídeo do Youtube, datado de 10 de janeiro de 2023, e intitulado I Want to Break Free’ (Queen) Performed In North Korea.

O vídeo foi enviado por Lars Von Retriever, cuja biografia dizia: Eu sou apenas um cachorro tentando fazer o mundo Metal e Rock Again. Canções icônicas de metal e rock. Ironia, memes, metal. Vozes 100% reais, indicando que este vídeo poderia ter sido uma sátira.

 

 

A descrição da canção dizia: Imagens muito raras do girl group norte-coreano Moranbong Band e do Coro Militar Norte-Coreano. Tomando isso como uma deixa, foi feita uma pesquisa de palavras-chave relevante e foi encontrado este vídeo, datado de 22 de março de 2020, e intitulado Moranbong Band & State Merited Chorus – The 70th anniversary of The Workers’ Party of Korea.

 

Uma comparação de ambos os vídeos prova que é a mesma banda e em nenhum momento do segundo vídeo, o coro militar norte-coreano nem a banda Moranbong tocaram I Wanna break free do Queen.

A banda Moranbong é a própria girl band aprovada pelo Estado de Kim Jong-un, formada em julho de 2012, onde o líder norte-coreano supostamente escolhe a dedo os membros. Há vários vídeos das apresentações conjuntas da banda com o coral militar do estado.

Um vídeo da banda, datado de 25 de setembro de 2017, onde se pode ver que o vídeo viral incluiu clipes desta performance também.

 

Uma comparação com este vídeo, também, intitulado Ri Sol-Ju Reaparece com Kim Jong-Un em fevereiro – 16 – 2021, indicou que o clipe viral tomou partes desta performance, com Kim Jong-Un sentado com a sua mulher, Ri Sol-ju.

 

Ao escanear os comentários no vídeo viral, foi  descoberto que o áudio foi retirado do vídeo do Youtube, datado de 7 de dezembro de 2022, intitulado Epic 6500-person Pub Choir sings ‘I Want To Break Free’ (Queen).

De acordo com a descrição, Envolva seu cérebro em torno do VÍDEO MAIS AMBICIOSO DE TODOS OS TEMPOS!!! Por favor, aproveite esta versão de “I Want To Break Free” do Queen, realizada por 6.500 pessoas em 10 shows e capturada com amor pela Sleepy Mountain Films. VOCÊ ESTAVA LÁ? VOCÊ ESTÁ UM POUCO ORGULHOSO? Deixe-nos um comentário e deixe-nos saber como é ver todas essas pessoas felizes trabalhando juntas!, confirmando que é a mesma versão no clipe viral.

Conclusão

O vídeo viral da banda militar norte-coreana tocando o hit do Queen, I Wanna break free, é um clipe digitalmente alterado, combinando visuais de várias apresentações conjuntas de uma girl band norte-coreana e do coro militar do estado, juntamente com o áudio de um evento não relacionado.

 

Fonte: https://newschecker.in/

 

Agradecimento especial para a minha amiga Teresa Mercury pela descoberta da matéria original.

TOO MUCH LOVE WILL KILL YOU

(8ª música do 15º álbum)

 

– Em 1988, pouco antes do início das sessões de trabalho de The Miracle, Brian May pega alguns dias de descanso na sua propriedade em Los Angeles, durante os quais compõe Too Much Love Will Kill You com dois de seus amigos compositores, Elizabeth Lamers e Frank Muster.

– Quando o Queen inicia as gravações do álbum, Brian faz seus colegas escutarem o tema, que de imediato seduz Freddie.

– Porém, de acordo com uma nova regra de ouro do grupo, nos créditos devem aparecer May, Taylor, Mercury e Deacon.

– Brian informa a seus companheiros que não escreveu o tema sozinho, e, assim como All God’s People que Freddie compôs com Mike Moran, Too Much Love Will Kill You é descartada da lista de temas do álbum.

– Em 1992, quando Brian publica seu primeiro álbum solo, Back To The Light, o defende com o single Too Much Love Will Kill You, que aparece no mês de agosto.

– O videoclipe é uma produção no mais puro estilo da década de 1990: as imagens do guitarrista caminhando pela beira-mar, às vezes lentas, em ocasiões borradas, que se misturam com primeiros planos onde ele não parece sentir-se à vontade com seu papel de cantor.

– Não é a primeira ocasião em que o público escuta esta canção, porque May já a havia interpretado ao piano e voz durante o concerto em homenagem a Freddie Mercury em 20 de abril de 1992 em Wembley.

– Com o apoio de Spike Edney no teclado, ele canta para 72.000 expectadores convencidos por esta balada inédita.

Brian recordaria:

Realmente era um desafio que eu deveria enfrentar. E desejava fazê-lo por Freddie […]. Eu tinha a sensação de que esta canção era a melhor maneira de expressar-me, porém também era o melhor que poderia oferecer nesse momento. Quando me aproximava do piano, dizia a mim mesmo: ‘É realmente necessário fazê-lo?’. Foi difícil, muito difícil.

– O tema foi um êxito em muitos países.

– Apesar de Too Much Love Will Kill You não ter sido conservada para o álbum The Miracle, Freddie Mercury teve tempo de gravar uma versão em 1988 no Mountain Studios de Montreux.

– E quando foi o momento de eleger as canções para Made In Heaven, a Brian pareceu lógico resgatá-la dos arquivos do Queen e oferecê-la a Freddie, a quem tanto havia gostado.

Antes de ser imortalizada na voz de Freddie Mercury em Made In Heaven, Too Much Love Will Kill You foi o maior êxito na carreira solo de Brian May.

 

Vídeo oficial de Too Much Love Will Kill You, com o Queen

 

Too Much Love Will Kill You, no The Freddie Mercury Tribute Concert

 

Vídeo oficial de Too Much Love Will Kill You, com Brian May

 

Too Much Love Will Kill You com Brian May, Luciano Pavarotti e Roger Taylor, em 2003

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Queen The Greatest Live: Under The Lights (Episódio 9)

Em uma nova entrevista exclusiva, Brian May e Roger Taylor explicam por que a iluminação é tão importante para a experiência ao vivo do Queen – e relembram as produções mais ambiciosas da banda ao longo das décadas.

Era muito parecido com um forno de pizza. Brian May

Quando o Queen se formou em 1970, a banda estava determinada que seus shows ao vivo iriam deslumbrar todos os sentidos.

Agora, em uma entrevista exclusiva para o episódio 9 do Queen The Greatest Live, Brian May e Roger Taylor explicam por que a iluminação é uma parte vital dos espetáculos audiovisuais da banda – e revelam seus momentos favoritos sob as luzes.

Nas duas horas e meia em que estamos no palco, temos controle total do ambiente – isso significa som, luzes, temperatura, tudo.   Sempre pensamos que as luzes não são apenas objetos para iluminar, são objetos em si e fazem parte do ambiente. E isso é uma coisa meio rock ‘n’ roll, eu acho. Acho que absorvemos isso vendo coisas que gostávamos quando éramos crianças, diz Brian.

Surgindo no circuito de Londres no final dos anos 60, a formação do Queen assistiu a evolução da iluminação dos shows de rock em primeira mão e, tendo se inspirado em pioneiros como Pink Floyd, eles resolveram ir ainda mais longe.

Havia tantos atos por aí que tinham centenas de luzes, todas as cores diferentes, e ficavam brancas. Então tivemos a ideia de ter apenas vermelho, verde e branco. E foi muito eficaz, lembra Roger.

À medida que suas salas de concerto cresciam rapidamente no início dos anos 70, as produções do Queen se tornaram cada vez mais ambiciosas e, nas últimas cinco décadas, a programação trabalhou com os maiores visionários do setor de iluminação e com a tecnologia de ponta.

(Na verdade, na época da Hot Space Tour de 1982, o equipamento de iluminação era tão pesado que um show proposto no Royal Albert Hall foi cancelado por temores de que o famoso teto abobadado não pudesse suportá-lo.)

Nesta nova entrevista, Roger relembra um equipamento de iluminação pioneiro apelidado de Coroa que podia ser levantado e abaixado durante o show (uma novidade no rock ‘n’ roll), bem como os bancos de iluminação suspensos coloquialmente conhecidos como Bic razors e muito copiado desde então.

No entanto, o baterista também explica como, em um show do Queen, às vezes menos é mais:

Às vezes, a luz mais eficaz é um único refletor poderoso, para focar toda a arena naquele artista.

Enquanto isso, Brian reflete sobre os pods de iluminação dinâmica que responderam a seus solos de guitarra, bem como o infame equipamento de ‘forno de pizza’ cujas lâmpadas de tungstênio tornavam os shows uma provação física para a banda.

Naquela época, eram quentes, eram incandescentes, todos, eram todos de tungstênio. E quando desceu, era como um forno de pizza. E Rog costumava ficar com medo. Havia fumaça saindo de seu banco quando ele saiu para o bis. Não sei bem como sobrevivemos a isso!

 

Também tínhamos uma configuração diferente em que tínhamos luzes nos pods, e em cada pod havia um homem executando e operando para que você pudesse realmente interagir com esses pods. E há algumas imagens minhas fazendo o solo de guitarra e tocando no pod e meio que movendo-o. Ele meio que interage comigo e fala comigo quando estou tocando.

 

Foi muito divertido. Michael Jackson viu isso e disse, eu quero isso. E ele fez.

Foto © Queen Productions Ltd.

 

Próxima semana: Queen – Tie Your Mother Down

 

Fonte: www.queenonline.com

Queen na Argentina 1981

A censura de Get Down, Make Love.

Apesar de aprovar a entrada da Banda para fazer suas apresentações, a ditadura militar argentina tinha censurado uma música que entrou nas famosas listas negras das músicas proibidas.

Essa música foi removida do Álbum edição argentina, (e não  arranhada como diz o locutor Bebe Sanzo em um documentário) ficando o Álbum com 10 temas, em vez de 11 …

O Álbum é News Of The World e a música proibida – Get Down, Make Love.

 

Era a época em que os títulos eram traduzidos para espanhol, significando Deita-te, faz amor, por isso foi eliminada da edição argentina, tendo sido considerada como conteúdo sexual explícito.

A música foi censurada durante a ditadura militar argentina, mas isso não impediu a Banda de tocá-la em sua passagem por aquele país, em 1981. Ela foi incluída nos shows, respeitando o setlist de The Game Tour tal como vinham apresentando nos EUA, Europa e Japão.

Desta forma, por ter um tema à menos, o Álbum se tornou uma peça muito procurada por colecionadores, contou o jornalista Alfredo Rosso –

Algumas cópias do Álbum – que hoje são objetos de coleção – saíram sem este tema, que era o primeiro do lado B …

 

Prensagem estrangeira incluindo Get Down Make Love que abre o lado B do vinil.

 

 

O próprio General Roberto Viola, que poucos dias depois assumiria como Presidente da Nação, reuniu-se com a Banda, em um encontro desconfortável.

Títulos em espanhol, edição argentina censurada.

 

Interessado por uma certa abertura cultural, tentou apaziguar o regime com o público jovem, e de alguma forma, intimidar com uma conversa que não convenceu muito, aparentemente teria dito que –

De forma alguma, o Queen poderia interpretar ‘ Não chores por mim, Argentina ‘ do musical ‘ Evita ‘ escrito por ingleses. ” (Andrew Lloyd Weber e Tim Rice).

Edição argentina em que a canção não foi incluída diretamente. Os títulos foram traduzidos para o espanhol.

 

Álbum de edição estrangeira ( fora da Argentina)

 

Documentos desclassificados da última ditadura argentina. O rótulo do documento dizia: Singles cujas letras são consideradas impróprias para serem transmitidas pelos Serviços de Radiodifusão.
A longa lista inclui tópicos de todos os tipos.

 

Entre essa longa lista e muitas outras canções, está Get Down Make Love. A música foi censurada em 15/01/79.

 

Get Down, Make Love.

 

Fonte: Grupo Dear Queen – Roxana Luciana Braca

HEAVEN FOR EVERYONE

(7ª música do 15º álbum)

 

– No início do ano de 1988, quando o The Cross, o novo grupo de Roger Taylor, grava seu primeiro álbum, Shove It, o baterista pede a Freddie Mercury que cante em uma de suas novas composições: Heaven For Everyone.

– O tema é tranquilo e melodioso, e sua letra trata do comportamento humano em um mundo em que tudo está bem.

– Freddie se presta ao jogo, esperando que sua notoriedade possa ajudar seu amigo a lançar seu novo projeto musical. Então gravam duas versões da canção.

– A primeira, cantada por Freddie, com incursões de Roger na introdução.

– A segunda, que serve de single ao álbum, está interpretada por Roger, e tão somente conserva alguns discretos coros de Freddie.

– Em 1995 se utiliza a voz de Freddie para esta nova versão do tema que seria o primeiro single de Made In Heaven.

– Dois videoclipes são preparados para apoiar o título.

– O primeiro vídeo, obra de David Mallet, mistura imagens do grupo com extratos do filme Le voyage dans la Lune (Viagem à Lua) de Georges Méliès (1902).

– Este vídeo aparece no VHS Greatest Flix III, que contém os vídeos do grupo, assim como alguns extratos de concertos.

– O segundo, é uma realização de Simon Pummell, a raiz da colaboração entre o Queen e o British Film Institute. O título é Evolution e aparece no VHS Made In Heaven – The Films.

– Para que a canção pudesse ocupar um lugar em Made In Heaven, Roger teve que propor uma versão diferente daquela do The Cross. O Queen, então, trabalha em setembro de 1995 no Townhouse Studios em uma edição que contenha unicamente a voz de Freddie, e as faixas instrumentais são regravadas por John e Brian.

O videoclipe de Heaven For Everyone utiliza algumas imagens do filme Le voyage dans la Lune (Viagem à Lua) de Georges Méliès (1902). Uma vez mais o amor de Roger pela ficção científica se manifesta em um videoclipe do Queen.

 

Vídeo oficial de Heaven For Everyone, com o Queen

 

Vídeo oficial de Heaven For Everyone, com o The Cross

 

Le voyage dans la Lune, filme mudo de 1902 com aproximadamente 14 minutos de duração.

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Post informativo !

Para a AIDS, não existe padrão –

Zalcitabina – o medicamento contra a Aids, lançado em 92.

Apenas 01 ano depois …

Durante os anos 80 e 90, foram revelados muitos casos da doença, que é intitulada como AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Alguns deles vieram à público por atingirem celebridades mundialmente conhecidas, como é o caso de Freddie Mercury.

Freddie escondeu até 24h antes de sua morte que era soropositivo. Reconhecido pelo seu amor à vida e ao trabalho, ele parou os tratamentos por alegar que a vida já não era mais divertida e aceitou o seu destino.

Naquela época, os medicamentos eram limitados, pois era uma descoberta muito recente. Muitos portadores do vírus só tinham ciência quando o caso já estava em seu estado avançado, por isso vinham a óbito pouco tempo depois da descoberta.

Hoje em dia, porém, com os avanços da medicina e da ciência, já se pode manter a estabilidade da doença por mais tempo. Apesar de não curar, é possível oferecer uma vida mais longa e saudável, se o portador mantiver o tratamento corretamente, para evitar que o caso seja agravado e que doenças relacionadas à AIDS, como tuberculose e pneumonia, venham a ser desenvolvidas no organismo.

Freddie faleceu em 1991 e no ano seguinte, surgiu o DDC, ou Zalcitabina, que servia como alternativa ao AZT, o que ele usava na época.

A Zalcitabina tem mostrado reduzir os níveis de HIV em indivíduos infectados. Uma correlação foi estabelecida entre a redução da carga viral e o retardo na progressão para doença e morte.

A AIDS não tem cara, gênero ou idade. Portanto, a prevenção ainda é o melhor remédio.

Abrace esta causa !

Fonte para base e composição de texto –

Faculdade de Ciências Médicas de São José dos Campos / SP – Humanitas

www.humanitas.edu.br

 

 

 

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