A Kind Of Magic (Roger Taylor)

Data de lançamentos: 17 de março de 1986

Melhor posição nas paradas: 3° lugar na parada britânica. 42° lugar na parada americana

Lado A: A Kind Of Magic
Lado B: A Dozen Red Roses For My Darling (Roger Taylor)

 

– A Kind of Magic é a faixa-título do 12º álbum de estúdio do Queen e foi escrita por Roger.

– Brian a descreveu como sendo bastante lúgubre e pesada. E complementa dizendo que Freddie a reestruturou totalmente para torná-lo um tipo de coisa comercialmente acessível, colocando esse tipo de coisa [baixo] e fazendo pequenos mantras com isso.

 

 

– Roger comenta:

Originalmente, era muito mais fílmico; na verdade, foi usado no final do filme [Highlander] com os créditos finais, e era muito menos orientado a ‘salto’, tinha um ritmo muito mais quebrado e era uma espécie de conceito maior. Nós então retrabalhamos, e eu sei que Freddie se interessou pela música; e nós a retrabalhamos em um single, na verdade.

 

 

– A letra fala das maravilhas da humanidade e se encaixa com perfeição ao tema do filme Highlander – mortalidade e existência – e lembra um pouco One Vision,  também escrita por Roger.

 

– Sobre a música, Roger comenta:

a música é uma linha real do filme, e foi daí que a música veio. É apenas sobre um imortal, eu suponho: ‘Essa raiva que dura mil anos, em breve irá embora’ e tudo isso. Ela foi escrita para o filme e se tornou muito popular no palco, e eu lembro que quando a tocamos na turnê de 1986, ela caiu incrivelmente bem.

 

– Freddie, sentindo uma ótima música enterrada dentro de uma boa ideia, assumiu o controle da música, pegando emprestado uma variação da linha de baixo de Keep Passing The Open Windows e acelerando o ritmo, transformando a música em um single pop e amigável para as paradas.

 

– O vídeo da música foi filmado no Playhouse Theatre.

– Brian comentou sobre o local em 2003:

Naquela época, estava praticamente abandonado, não estava em uso, e acho que havia um ponto de interrogação sobre seu futuro, então era um momento perfeito para entrarmos e fazer com que pareça ainda mais abandonado.

 

– Russell Mulcahy (o mesmo do filme Highlander, o guerreiro imortal) foi o diretor do vídeo.

– O teatro estava abandonado e depois do lançamento do vídeo, foi restaurado e se tornou um espaço cultural para a cidade de Londres.

 

Teatro na gravação do clipe

 

  Após a reforma

 

– O vídeo mostra May, Taylor e Deacon disfarçados de mendigos. Então Mercury aparece como um mágico que os transforma em estrelas de rock. Foi o primeiro vídeo do mundo a ser lançado como um VHS-single.

 

Brian explicou em 2003,

Todos nós pensamos que era uma boa ideia para Freddie ser um mago e para nós sermos os caras que ele transforma de vagabundos em estrelas do rock glamourosas.

 

– A música foi tocada ao vivo apenas para a turnê Magic.

– Colocado entre o primeiro medley e Under Pressure, A Kind Of Magic seria regularmente estendido bem além da marca normal de quatro minutos, permitindo muita improvisação instrumental que faltava na maioria dos outros números, antes de terminar de uma forma tipicamente grande.

 

Vídeo de A Kind Of Magic

 

Trailer do filme Highlander

 

Queen – A Kind of Magic (Live In Budapest 1986)

 

Clique aqui e veja a matéria que preparamos sobre A Dozen Red Roses for My Darling.

 

 

Fontes:

Livros: Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen: Complete Works – Georg Purvis

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

 

Sites:

www.queenpedia.com

www.queenvault.com

 

I WAS BORN TO LOVE YOU

(6ª música do 15º álbum)

 

– Assim como Made In Heaven, I Was Born To Love You é retirada do álbum Mr. Bad Guy, que Freddie publica em 1985.

– A canção é o primeiro single extraído do álbum em abril de 1985, ilustrado com um videoclipe de David Mallet em que aparece o Freddie’s Army (O exército de Freddie), constituído por duzentas mulheres vestidas pela estilista Diana Moseley.

– O Queen decide dar importância a este título em 1994, com alguns arranjos mais rock.

– Esta nova versão será utilizada em 1997 por Maurice Béjart no seu ballet Le presbytère n’a rien perdu de son charme ni le jardin de son éclat, cuja música está assinada por Mozart e Queen.

– O tema seria interpretado com regularidade no palco por Queen + Adam Lambert a partir de agosto de 2014, quando o grupo realiza seus primeiros concertos no país do sol nascente.

– Assumindo que Freddie não poderia oferecer à música a produção que merecia na época, Brian decide retrabalhá-la em seu estúdio pessoal:

 

Freddie havia gravado às pressas. Então eliminamos todos os arranjos originais e, com meticulosidade, amor e devoção, reeditamos as partes de voz. Passei meses reconstruindo o tema com nossos arranjos para fazer parecer que nós quatro estávamos juntos no estúdio.

 

– O trabalho é extraordinário. A canção ganha vida graças à maravilhosa rítmica do duo Taylor/Deacon, e a Red Special faz as honras com um solo muito heavy.

– Em I Was Born To Love You se incluem alguns extratos de canções famosas gravadas por Freddie Mercury. Assim, vocês podem ouvir aos 4:29 ele exclamando Ah, ah, ah, it’s magic!, e depois I get so lonely, lonely, lonely, yeah, das frases que procedem, respectivamente, das canções A Kind Of Magic e Living On My Own.

Freddie e a atriz Debbie Ash no videoclipe da versão original de I Was Born To Love You de 1985.

 

 

Vídeo oficial de I Was Born To Love You, com o Queen

 

Vídeo de I Was Born To Love You, com Freddie Mercury solo

 

 

O episódio 42 do Queen The Greatest é sobre o ballet de Maurice Béjart, onde foi também a última apresentação de John Deacon

 

 

I Was Born To Love You, com Queen + Adam Lambert

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

O Rei de Rhye – Freddie Mercury.

Minhas letras e músicas são principalmente fantasias, eu as invento. Elas não são realistas, elas são meio que fadas do ar, na verdade …

 Freddie Mercury.

 

– Rhye é uma terra de fantasia que Freddie sonhou na infância com sua irmã Kashmira.

   Freddie e Kashmira.

 

– Um reino cercado por sete mares e repleto de fadas e outras criaturas mágicas que convivem em harmonia.

– Até que uma noite, quando uma criatura maligna veio para tirar o poder do rei de Rhye e trazer a ruína para a terra prometida.

– Haverá tempo suficiente para a paz na terra onde as guerras nunca cessam ?

         

– Será somente fantasia?

– Nos primeiros Álbuns do Queen, Freddie Mercury escreveu várias canções sobre um lugar imaginário chamado Rhye. No entanto, durante suas entrevistas, ele não falou muito sobre o significado de Rhye, ou qualquer uma de suas canções em geral. Quando questionado especificamente sobre o significado da música Seven Seas Of Rhye, ele simplesmente descreveu o assunto da música como uma invenção de sua imaginação.

Contos de Fadas e Fantasia são bons para as crianças?

– Especialistas indicam que os contos de fadas são histórias essenciais para a infância. Eles não apenas cativam a imaginação das mentes jovens, mas também aumentam sua criatividade e habilidades de raciocínio.

– Os contos de fadas podem levar as crianças à uma terra de fantasia, mas à medida que crescem, as verdades morais dessas histórias permanecem em seus corações e mentes, até transportando-as às canções, se você for seguir a carreira musical.

– Eles trazem o desenvolvimento da alfabetização precoce também.

 

Se você quer que seus filhos sejam inteligentes, deixe-os que leiam contos de fadas. Se você quer que eles sejam mais inteligentes, leia você mais contos de fadas para eles.

Albert Einstein.

 

Contos de Fadas contém muitas coisas além de elfos e fadas, e além de anões, bruxas, trolls, gigantes ou dragões. Contém os mares, o sol, a lua, o céu, a terra … e tudo o que nela há.

Alegria, alegria além das paredes do mundo, que nos permite ver a realidade sob uma luz renovada e purificada, e oferece ‘consolo’ para a tristeza das crianças.

 J.R.R. Tolkien.

 

Músicas do Queen por Freddie, fazendo referência ao mundo encantado

Seven Seas Of Rhye

Nevermore

Lily Of The Valley

My Fairy King

Ogre Battle

The March Of The Black Queen

Bohemian Rhapsody

Great King Rat

 

 

Fontes –

fantasy.bnf.fr

Medium

 

MY LIFE HAS BEEN SAVED

(5ª música do 15º álbum)

– Assinada por John Deacon, a primeira versão de My Life Has Been Saved foi composta e gravada em 1988 durante as sessões de The Miracle.

– Descartada da tracklist do álbum, tem ao menos a honra de aparecer no lado B de Scandal.

– Como estava disposto a lhe oferecer uma segunda oportunidade, John a recupera para Made In Heaven.

– O tema sofreu um rejuvenescimento, mesmo que, ao contrário de I Was Born To Love You, por exemplo, tenha sofrido poucas modificações em relação à versão original, exceto pela adição de inúmeras faixas de sintetizadores.

  • Outra mudança: ao finalizar o tema de 1989, Freddie Mercury pronuncia algumas palavras, que se escutam aos 3:00:

I’m in the dark/I’m blind/I don’t know what’s coming to me

(Eu estou no escuro/Eu estou cego/Eu não sei o que está vindo para mim)

– O conteúdo destas frases sem dúvida, pareciam muito sombrias para aparecer nessa nova versão, e Deacon as elimina da canção.

– O tema faz parte daqueles que se recuperam desde o princípio do projeto Made In Heaven.

– Em 1994, sempre na frente dos métodos de produção, o trio trabalha de uma maneira revolucionária: Brian limpa alguns temas no Allerton Hill Studio e Roger, frequentemente na companhia de John, na sua casa, no Cosford Mill Studios.

– O guitarrista vai detalhar, em plena realização do álbum, a maneira em que os músicos abordam o projeto:

Não paramos de nos comunicar durante todo o processo de produção para que cada um saiba o que o outro está fazendo, e temos um sistema de compartilhamento de fitas para ouvir o que cada um fez. É como gravar através de correio eletrônico! Porém, também previmos passar um tempo juntos para a gravação e já contamos com duas semanas no Metropolis Studios. Porém, de uma maneira geral, fizemos tudo separadamente.

– O videoclipe de My Life Has Been Saved é obra de Nichola Bruce.

– O filme, 0, está disponível no VHS Made In Heaven – The Films.

Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de My Life Has Been Saved:

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

No dia de hoje, 14 de março de 2023, nosso querido guitarrista Brian May foi agraciado com o título de cavaleiro do Império Britânico (Sir) pelo Rei Charles III.

A cerimônia aconteceu no Palácio de Buckingham e Brian ficou tão emocionado com a homenagem que disse que estava sem palavras para expressar o que estava sentindo.

Ele que também é astrofísico, filantropo e ativista a favor dos animais,  recebeu a homenagem por seus serviços à música e à caridade.

Ao lado do guitarrista no caso real hoje estavam a embaixadora do Reino Unido em Kiev, Dame Melinda Simmons, a saxofonista YolanDa Brown OBE (Ordem do Império Britânico) e o ex-secretário permanente do Tesouro, Sir Tom Scholar.

Sir Brian, que estava acompanhado por sua esposa Anita Dobson no palácio, foi originalmente premiado com um CBE (Comandante da Ordem do Império Britânico) por seus serviços à música e caridade em 2005 pela falecida Rainha Elizabeth II.

  Anita e Brian

 

Ostentando sua nova patente e um elegante colete de veludo, Sir Brian posou do lado de fora do Palácio de Buckingham.

Sir Brian May após ser nomeado Cavaleiro do Rei Carlos III durante uma cerimônia de posse no Palácio de Buckingham, em Londres, por serviços prestados à música e à caridade. Data da foto: terça-feira, 14 de março de 2023.

 

Fonte: www.express.co.uk

Freddie Mercury – The Final Act

O lado humano e respeitoso na análise da Aids e Freddie Mercury –

– Freddie Mercury – The Final Act – é um documentário britânico de 2021, dirigido por James Rogan e produzido pela Rogan Productions para a rede BBC, e conta a extraordinária história da batalha de Freddie Mercury contra a AIDS, e o concerto inovador que o Queen realizou em sua memória depois que ele morreu.

Em 24 de Novembro de 1991, Freddie Mercury faleceu silenciosamente aos 45 anos, em sua casa em Kensington. Sua morte ocorreu apenas 24 horas depois que ele anunciou publicamente que tinha AIDS.

Assim, o ícone que definiu grande parte do rock dos anos 80 no Reino Unido se foi. A morte de Mercury enviou ondas de choque em todo o mundo – e não é difícil perceber o porque. Ao longo de sua vida, o vocalista do Queen foi tão cheio de vida, tão exuberante, que a ideia de que ele estava morto parecia difícil de entender e ainda mais difícil de aceitar.

Nas semanas após sua morte, o legado de Freddie Mercury foi arrastado pelos tabloides. Em uma coluna de jornal, ele foi descrito como um pervertido, enquanto outros jornalistas focaram em sua sexualidade e seu diagnóstico de AIDS como uma crítica moral cruel.

– Esse tempo difícil é explorado no novo documentário da BBC 2 – Freddie Mercury -The Final Act.

O filme acompanha os últimos meses de vida do cantor e culmina com o Freddie Mercury Tribute Concert, realizado em 20 de Abril de 1992, no Estádio de Wembley.

Por meio de entrevistas com os colegas de Banda de Freddie, sua irmã, seus amigos e outras pessoas que viveram a epidemia de AIDS, Freddie Mercury – The Final Act dá uma visão de como era viver um momento no tempo em que ser gay ou bissexual transformou você em um pária social.

James Rogan, diretor do Documentário, era apenas uma criança quando Mercury morreu. Ele ficou chocado ao descobrir o quão cruéis os tabloides foram em sua avaliação do vocalista do Queen nos dias e semanas após sua morte.

Sou essencialmente um cineasta de direitos humanos, então estou bastante acostumado a observar abusos de direitos humanos e documentei muitos ao longo dos anos.   Mas acho inescrupuloso – alguém se pergunta como alguém publica algumas das coisas que foram ditas sobre Freddie depois que ele morreu, e qual é a conversa consigo mesmo – o que aquele jornalista está dizendo para si mesmo enquanto escreve essas coisas …

Haviam manchetes como ‘ Eu atiraria no meu filho se ele tivesse AIDS ‘, e outras em que eles te pegavam desprevenido e você lia e pensava – ”Como isso conseguiu sair impresso?

Simplesmente não consigo entender isso. E então você ouve Margaret Thatcher dizendo que as crianças estão sendo ensinadas que tem o direito inalienável de ser gay como se isso fosse uma coisa ruim, e você percebe que é um produto de seu tempo, disse James ao PinkNews.

 

Dan Hall é o produtor de Freddie Mercury – The Final Act – e ele também era um jovem gay que estava em processo de aceitar sua própria sexualidade, quando o cantor morreu em 1991. Olhando para trás naquela época, ele acha que as pessoas usaram a celebridade de Freddie para desumanizá-lo nas semanas e meses após sua morte – e é por isso que eles decidiram dissipar essa fama e lembrar o público de que por trás do artista havia um homem que sofria, assim como tantos outros que enfrentavam problemas relacionados à AIDS.

-Dan explica

Isso é simplesmente terrível e o reduz a não ser um ser humano, a ser apenas um artista. E, portanto, realmente não importa quando ele morre, e é por isso que imediatamente após sua morte as pessoas começam a fazer manchetes sujas sobre sua vida suja e sórdida, porque ele não é um homem – ele não é uma pessoa que morreu com dor. Ele é uma celebridade cujo único papel é entreter.

Ao equipará-lo à outras pessoas que viveram a epidemia de AIDS, e ao equipará-lo à irmã, para quem ele não é uma celebridade, apenas um irmão – ele se torna uma pessoa que sofre e é envergonhada pela sociedade. E dessa forma, ele é o mesmo que outras pessoas com AIDS.

Estávamos tão interessados na edição que as histórias de todos que aparecem no Documentário foram tratadas com o mesmo respeito. Só porque um de vocês vende muitos discos, sua voz não é mais nem menos válida do que a de qualquer outra pessoa. 

Os membros do Queen – Brian May e Roger Taylor – ficaram horrorizados com o tratamento dos tabloides para com seu amigo. Ninguém poderia ter ficado mais enojado com os maus-tratos dos tabloides à Freddie do que seus companheiros de Banda.

Ambos aparecem no Documentário e falam de maneira comovente e honesta sobre seu amigo íntimo. Ao longo do filme, Brian e Roger refletem sobre alguns dos piores exemplos dos tabloides perseguindo Freddie.

Jornais publicaram peças investigativas e especulativas questionando se ele havia contraído o HIV, enquanto outros chamaram a atenção para sua aparência cada vez mais magra em uma tentativa de descobrir o que estava acontecendo nos bastidores. A mensagem de Brian e Roger é clara –

O que os tabloides esqueceram foi que Freddie era um ser humano, um homem que estava sofrendo e lutando e provavelmente apavorado com o que era então um diagnóstico terminal.

No Documentário, Roger Taylor diz –

Ficamos muito zangados com o que aconteceu com nosso amigo. Estamos com raiva. Estamos muito zangados com o que aconteceu. Você não pode olhar para essa situação e não ficar com raiva. As pessoas com esta doença morrem sozinhas. As pessoas morreram sem o reconhecimento de sua humanidade. As pessoas ficavam envergonhadas, e não acho que você possa responder à isso com nada além de raiva – e também com um leve alarme de que esses comportamentos ainda existem hoje … 

Dan Hall aponta que, em sua essência, Freddie Mercury – The Final Act é uma história sobre aliados – é um documentário que centra aqueles que amavam Freddie exatamente por quem ele era, e serve como um poderoso lembrete do poder que os aliados podem ter quando eles defendem seus amigos.

Em um nível humano simples, aquela Banda era uma espécie de família, e eles haviam perdido um ente querido, e queriam expressar seu amor publicamente.

Para mim, meus dois momentos favoritos no filme são a entrevista que tivemos com Roger, que disse – ‘ Tivemos que defender nosso amigo, nosso melhor amigo … ‘ – e é um homem heterossexual dizendo isso . O outro momento é Brian May indo à TV em 1991, dizendo – ‘ Temos que parar de dizer que ser gay é errado … ‘ Eu, como um homem enrustido, vendo um homem heterossexual muito, muito influente e mundialmente famoso dizer isso – o poder e a importância dos aliados não podem ser subestimados … 

James Rogan espera que o amor desses aliados transpareça em Freddie Mercury – The Final Act.

Em um nível humano simples, aquela Banda era uma espécie de família e eles perderam um ente querido e queriam expressar seu amor publicamente, e acho que isso é a coisa mais humana do mundo. E essa foi uma bela resposta ao que foi uma vida extraordinária …

 

 

Nota final –

Freddie Mercury – The Final Act ganha prêmio Rose d’Or

Poucos dias depois de vencer o Emmy Internacional de Programação Artística, Freddie Mercury – The Final Act ganhou mais um prêmio. Desta vez o Rose d’Or de Melhor Documentário Artístico.

O Documentário está disponível no canal Star +.

 

 

Fonte –

Pink News

24 de Novembro de 2021

Por Patrick Kelleher

MOTHER LOVE

(4ª música do 15º álbum)

– Sem dúvida, o tema mais sombrio do álbum, mas também um dos mais bem sucedidos, Mother Love é a última canção gravada por Freddie Mercury em 22 de maio de 1991, em Montreux. A letra, de Brian, é muito pesada, e está acompanhada de uma melodia de infinita melancolia.

– Freddie canta o desejo de voltar atrás no tempo, de rebobinar sua vida até voltar a encontrar-se nos braços reconfortantes de sua mãe, quando todavia não era mais que um menino:

I don’t want to make no waves/But you can give me all the love that I crave/

I can’t take it if you see me cry/I long for peace before I die

All I want is to know that you’re there/You’re gonna give me all your sweet/Mother love

(Eu não quero fazer nenhuma onda/Mas você pode me dar todo o amor que eu desejo/Eu não aguento se você me ver chorar/Eu anseio por paz antes de morrer

Tudo que eu quero é saber que você está aí/Você vai me dar todo seu doce/Amor de mãe)

 

– Muito maltratado pela enfermidade, Freddie grava somente as duas primeiras estrofes da canção.

– Emocionado, Brian relataria:

[Ele] estava exausto pelo esforço. Nós nos esforçamos o máximo possível na penúltima estrofe, até ele dizer: ‘Não estou muito bem. Vamos deixar aqui por hoje. Vou terminá-la quando eu voltar na próxima vez’. Porém, evidentemente, não voltou mais ao estúdio depois desse dia.

 

– A nota mais alta do tema, no 1:50, ao cantor resulta, em particular, difícil de alcançar, como confirmaria o guitarrista:

Toma uma ou duas vodkas, se levanta e começa […]. Aqui está um homem que não pode se levantar sem um sofrimento incrível, extremamente doente, com nada além de pele cobrindo seus ossos e você pode ouvir o poder, a vontade que ele ainda tinha.

 

– Brian May grava a última estrofe durante as últimas sessões do mês de setembro de 1995 no Townhouse Studios de Londres.

– Com uma voz cálida e quase trêmula, imprime à canção uma grande carga emocional. Acrescenta também um solo de guitarra com um som estranho. Para esta ocasião, utiliza uma Parker Fly.

– Porém, o mais curioso do tema aparece no final. Para representar a volta, Brian, John e Roger criam uma montagem de áudio que aparece de repente aos 4:06.

– Escutam-se diversos extratos da discografia de Freddie, misturados com um efeito de rebobinagem de fita: a introdução de One Vision, assim como o tradicional scat de Freddie ao seu público (extraído do Live At Wembley Stadium), misturado com um fugaz extrato de Tie Your Mother Down.

– Depois do efeito de rebobinagem da fita, Freddie é descoberto, aliás Larry Lurex, cantando a primeira frase de sua versão do tema Goin’ Back de Carole King, gravada em 1973:

I think I’m going back/To the thing I learned so well in my youth

Acho acho que vou voltar/Para as coisas que eu aprendi tão bem na minha juventude

– Brian dirá:

Tenho um apego particular por ‘Mother Love’. Contém um extrato de ‘Goin’ Back’, que é a primeira coisa que Freddie cantou em um estúdio de gravação. Escrevi à Carole King para pedir sua autorização, e ela foi muito compreensiva e nos apoiou de uma maneira extraordinária.

 

– Finalmente a canção se conclui com o pranto de um bebê, que evoca a ideia de que a oração de Freddie foi cumprida e que ele encontrou os braços de sua mãe.

 

A mãe de Freddie Mercury, Jer Bulsara, mostra uma fotografia do bebê Farrokh.

 

Vídeo oficial de Mother Love

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Banda argentina God Save The Queen se apresenta no Brasil este mês

Datas:

– Dia 23 de março no Vibra (antigo Credicardhall), em São Paulo – 21:00hs

Compre seu ingresso aqui

 

– Dia 24/03 – Rio de Janeiro – Qualistage na Barra da Tijuca – 21:30hs

Compre seu ingresso aqui

 

Sobre a banda:

Com 20 anos de atividade, GOD SAVE THE QUEEN apresenta o maior show de sua história, já visto por mais de 300.000 expetadores, de 30 países, nos 5 continentes.

A banda é liderada por Pablo Padin (Voz, piano e violão), Ezequiel Tibaldo (Baixo), Dani Marcos(Guitarra Red Special e violões) e Matias Albornoz (Bateria).

A banda Queen número 1 do mundo festeja seus 20 anos de carreira, após terem sido escolhidos pela 20th Century Fox & e pelo próprio Queen para promover o filme oficial Bohemian Rhapsody com seu show mais ambicioso, percorrendo todas etapas da carreira do Queen, com ênfase do concerto do Live Aid de 1985.

A banda celebra a criação de um novo conceito de espetáculos, orientado para espaços massivos, onde propõe uma viagem sem respiro pela carreira do Queen, desde 1973 à 1995, com hits emocionantes como Bohemian Rhapsody, We will Rock you, We are the Champions, entre outros tantos.

 

Consagrada como nunca, a banda assumiu novos desafios, compartilhando palco com artistas da magnitude de Aerosmith, The Verve, Erasure, e tocando para os públicos mais diversos, levando a música do Queen as massas como era o desejo de Freddie Mercury.

 

 

Siga o God Save The Queen:

Instagram: @godsavethequeenok

Spotify – God Save the Queen

God Save The Queen | Linktree

Fonte: God Save The Queen – Press Release

Queen The Greatest Live. 

A série The Greatest retorna com uma celebração de um ano do Queen Live.

Uma série de 50 semanas no YouTube que vai aos bastidores para revelar o que é necessário para criar um show do Queen com momentos de performances icônicas e demonstrando por que a banda é considerada o melhor ato ao vivo. https://Queen.lnk.to/TheGreatestLive

Queen The Greatest Live: One Vision (Episódio 8)

Para relembrar alguns dos números de abertura mais emblemáticos do Queen, revisitamos a lendária Magic Tour de 1986 para ver como esses enormes shows em estádios foram iniciados em grande estilo com o One Vision.

Queen The Greatest Live, continua com outro exemplo de Queen iniciando as coisas em grande estilo com um número de abertura incrível.

Quando o Queen realizou sua agora lendária Magic Tour nos estádios europeus em 1986, o número de abertura teria que ser algo muito grande para cativar as enormes multidões. Afinal, Freddie havia prometido seu retorno a Wembley e sua cidade natal pela primeira vez desde o Live Aid ’85:

Vamos tocar no maior palco já construído em Wembley, com o maior show de luzes já visto.

E, claro, à verdadeira moda do Queen, a banda não decepcionou.

 

Concluindo nossa retrospectiva de alguns dos números de abertura mais icônicos do Queen, agora revisitamos a lendária Magic Tour de 1986 para ver como a banda iniciou esses enormes shows em estádios em grande estilo com o One Vision.

O episódio 8 de Queen The Greatest Live captura a emoção da primeira fila no Estádio de Wembley, quando a banda subiu ao palco naquele verão armada com uma nova música que representou um dos momentos mais agitados de seu catálogo.

Lançado como um single #7 no Reino Unido em novembro de 1985 e apresentado no álbum A Kind of Magic do ano seguinte, One Vision foi uma colaboração estreita entre os quatro membros da banda. Roger Taylor liderou a escrita de letras (o baterista admitiu que a parte I had a dream foi cortada pela metade do famoso discurso de Martin Luther King), enquanto o corte final contou com as harmonias de guitarra de três partes de Brian May e os vocais de Freddie Mercury que foram tecidos em uma tapeçaria sonora rodopiante pelo produtor Reinhold Mack.

Como a abertura de seus shows no Estádio de Wembley de 11 e 12 de julho de 1986, a banda levou One Vision para o próximo nível da original de estúdio, com Brian adicionando pirotecnia de guitarra e Freddie acelerando a multidão de 144.000 pessoas na icônica jaqueta amarela de estilo militar criada por sua designer e amiga Diana Moseley. Quase quatro décadas depois, ainda é um momento clássico do Queen.

One Vision seria a abertura do show todas as noites durante sua turnê de 26 datas no Reino Unido e na Europa de 1986, incluindo no que seria o último show da banda, no Knebworth Park, Reino Unido, em 9 de agosto.

Foto: Denis O’Regan. © Queen Produções Ltd.

 

Próxima semana: Queen – Sob as luzes

 

Fonte: www.queenonline.com

As personalidades contrastantes do Queen !

– Composta por quatro músicos superestrelas, a Banda foi inquestionavelmente liderada pelo vocalista e virtuoso vocal Freddie Mercury.

– Assim como os Beatles fizeram uma década antes, o Queen aproveitou as personalidades únicas de cada membro para criar um som que mudou o cenário musical para sempre.

– O Queen é um estudo de como estilos díspares podem se unir para criar algo maior do que a soma de suas partes. De muitas maneiras, as diferenças na Banda foram mostradas em como o estilo de Freddie contrastava com os outros três membros.

 

FREDDIE

– Freddie era um showman que vislumbrava claramente o quadro geral, imaginando uma música desde sua concepção até sua apresentação no palco.

– Incorporando o treinamento de música clássica em suas composições, ele desafiou o status quo do mundo do rock, apresentando um som que possuía elementos de baladas, rock e ópera.

 

BRIAN

– O futuro astrofísico Brian May era o yin do yang de Mercury, com as melodias suaves deste sendo sonoramente equilibradas pelos acordes poderosos de May.

– O paladar musical de Brian May era tão vasto quanto seu intelecto, abrangendo desde hard rock clássico como Hammer To Fall até a mais suave das baladas encontradas nas belas melodias de Love Of My Life.

– Enquanto Freddie atraiu a atenção com seu carisma e acrobacias de palco, Brian atraiu a atenção com seu estilo e virtuosidade na guitarra. Com uma atenção precisa aos detalhes, May atuou como um mestre artesão, criando um estilo e um som que era diferente de qualquer outro que veio antes ou depois dele. Ele era nada menos que um maestro de guitarra.

 

 

ROGER

– O baterista/vocalista Roger Taylor gostava de injetar um pouco de humor em sua escrita, como mostra a música I’m In Love With My Car.

– Roger Taylor era um baterista vistoso, um bom vocalista por mérito próprio e excelente compositor.

 

 

JOHN

– O baixista John Deacon foi um contribuidor frequente de composição, escrevendo alguns dos maiores sucessos da Banda, incluindo You’re My Best Friend e Another One Bites The Dust.

– John Deacon parecia evitar os holofotes, preferindo ser a base sobre a qual as canções foram construídas. Lento e constante, as linhas de baixo de Deacon eram a cola que mantinha tudo junto.

 

O brilho de Freddie Mercury

– Quando a Banda se apresentava ao vivo, no entanto, os três membros da seção rítmica estavam dispostos a assumir um papel mais coadjuvante, para que a estrela de Mercury pudesse brilhar mais.

– A história tem visto muitas Bandas quebrarem e queimarem com uma personalidade dominante na mistura. No entanto, May, Taylor e Deacon entenderam que deixar Mercury assumir a liderança no palco – e muitas vezes no estúdio também trouxe o melhor do vocalista.

– Freddie tinha uma personalidade dominante, querendo ser o centro das atenções o tempo todo. Os holofotes o energizaram. Os outros foram espertos o suficiente para perceber que Mercury era uma estrela genuína.

 

A soma dos 4

– Por mais autoconfiante que Mercury fosse, foi o que os outros contribuíram que fez do Queen a potência que eles eram. O fracasso comercial do Álbum solo de Freddie, feito sem a ajuda de seus companheiros confirmou esse ponto. Provou que mesmo as mentes mais criativas têm suas limitações e muitas vezes é preciso outra voz ou ideia para elevar algo de bom à ótimo.

– Embora ninguém duvide de que Mercury era a força motriz da Banda, todos os membros da banda eram compositores contribuintes. Quando se tratava de composição, eles eram muito colaborativos, com diferentes membros assumindo a liderança em momentos diferentes, criando canções únicas e memoráveis que abrangeram toda a gama musical.

 

 

– Queen era um supergrupo antes mesmo de o termo ser cunhado. Compreendendo que, por meio da colaboração, eles poderiam alcançar praticamente tudo o que quisessem, os membros individuais sacrificaram um certo nível de fama e fortuna pessoal em troca de um legado duradouro para a Banda como um todo.

– Eles eram uma Banda no verdadeiro sentido da palavra.

– Fonte para base e composição de texto –

blog.ttisi.com

 

LET ME LIVE

(3ª música do 15º álbum)

 

– Em 2 de setembro de 1983, enquanto o Queen grava seu álbum The Works no Record Plant de Los Angeles, Rod Stewart entra pela porta do estúdio na companhia de um visitante de cortesia, o virtuoso guitarrista Jeff Beck, a quem Brian May admira.

– Em 1976, na época de A Day At The Races, uma primeira jam-session com Rod levou à composição de um tema, Another Piece Of My Heart.

-Graças ao encontro improvisado de 1983, os músicos voltam a revisá-lo. Porém novamente se reserva e a colaboração termina ali.

– Em 1994, a canção é recuperada e é revisada para Made In Heaven.

– Roger Taylor compõe a letra, já que Freddie havia gravado uma única estrofe em 1983. Como fato excepcional, a parte vocal é compartilhada entre Freddie, na primeira estrofe; Roger, na segunda; e Brian, na terceira.

– A produção é preciosa: moderna, brilhante e com uma leveza que recorda baladas como It’s A Hard Life e Play The Game.

– Porém o elemento chave do tema é o seu coro gospel, composto por dois coristas da nova Brian May Band: Catherine Porter e Miriam Stockley, além de Gary Martin e Rebecca Leigh-White.

– Temendo ter que enfrentar um julgamento por plágio, John, Brian e Roger decidem editar a parte gravada pelo coral.

– A frase que finalmente se conserva é Take a piece of my heart (Pegue um pedaço do meu coração).

– É a segunda vez em que o Queen se faz acompanhar por um coral.

– A primeira vez foi em 20 de abril de 1992, durante o The Freddie Mercury Tribute Concert, quando o grupo interpreta Somebody To Love com George Michael, um coral gospel canta ao fundo para apoiar a voz do cantor.

Rod Stewart, que grava sua própria estrofe de Let Me Live em 1983, foi substituído por Roger Taylor, cuja voz se parece muito com a sua.

 

Vídeo oficial de Let Me Live

 

Demo Let Me Live, com Rod Stewart. É muito simpático Freddie ao dizer Sorry… Sorry

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Roger Taylor –

Biólogo ou Dentista ?

– Roger terminou a Faculdade de Odontologia ?

– Não, Roger Taylor não terminou o curso de Odontologia. Ele se formou em Biologia!

 

– Há muita confusão em torno dos últimos estágios da educação de Roger Taylor.

– Apesar de ser um aluno brilhante, as distrações de sua crescente carreira musical parecem ter atrasado a conclusão de suas qualificações escolares e universitárias.

– Os anuários da Truro School mostram que Roger completou seus O-levels em 1965 e seus A-levels em 1967. No entanto, o anuário de 1968 indica que ele fez um ano de repetição de nível A, presumivelmente para obter melhores notas para qualificação universitária.

– Ao longo de sua carreira de sexto ano na Truro School, é evidente que a prioridade de Roger era ser músico, e não dentista. Sua Banda na época – The Reaction – era uma das mais populares do circuito musical da Cornualha e ele dedicava muito tempo ensaiando, apresentando e promovendo suas muitas apresentações.

– É claro que Roger iniciou seu curso de Odontologia, no London Hospital Medical College, em Setembro ou Outubro de 1968. Sabemos que ele respondeu ao anúncio de Brian May para um baterista do tipo Ginger Baker / Mitch Mitchell  em Outubro de 1968 e que o primeiro show do Smile, apoiando o Pink Floyd, foi em 26 de Outubro de 1968.

London Hospital Medical College

 

– Várias biografias afirmam que Roger abandonou o curso de Odontologia em Dezembro de 1969. Segundo todos os relatos, ele não gostou do curso e isso, combinado com sua busca entusiástica por ambições musicais, parece ter contribuído para resultados decepcionantes nos exames.

– Alguns relatos afirmam que Roger Taylor tirou um ano da universidade, mas não está claro se isso foi depois de abandonar o curso de Odontologia, ou mais tarde, depois de se matricular em um curso de Biologia, na Polytechnic of North London.

Polytechnic of North London

– Algumas biografias afirmam que ele iniciou o curso de Biologia em Outubro de 1970, enquanto outras favorecem Outubro de 1971. Também foi documentado que o primeiro ano de Odontologia de Roger foi autorizado a contribuir para o curso de Biologia, o que significa que ele provavelmente só teve que completar dois anos no Politécnico do norte de Londres.

– Nem todas essas possibilidades podem ser enquadradas no período de tempo conhecido entre a chegada de Roger à universidade em Outubro de 1969 e sua formatura em Junho/Julho de 1972.

– É relatado que Roger se formou no verão de 1972, na mesma época em que John Deacon se formou na Universidade de Londres com uma especialização em eletrônica.

– Com base em pesquisas para This Day In Music’s Guide To Queen e eliminando eventos e/ou datas, que entram em conflito com fatos conhecidos, possivelmente a linha do tempo mais provável é aproximadamente a seguinte –

1) Outubro de 1968 – Roger Taylor inicia um curso de Odontologia no London Hospital Medical College.

2) Dezembro de 1969 – Roger abandona a universidade.

3) Janeiro – Setembro de 1970 – Roger tira um ano dos estudos.

4) Outubro de 1970 – Roger ingressa em um curso de graduação em Biologia na Polytechnic of North London.

5) Julho de 1972 – Roger se forma em Biologia na Polytechnic of North London.

 

Por Phil Chapman

Quora Queen

 

Álbum: Queen II

Data de lançamento: 08 de março de 1974

Melhor posição nas paradas: 5° lugar na parada britânica; 49° lugar nos Estados Unidos.

 

Ficha técnica

Freddie Mercury: vocais, piano, cravo

Brian May: guitarra, vocais, piano

John Deacon: baixo, violão

Roger Taylor: bateria, percussão, vocais

Gravação: agosto de 1973 no Trident Studios, Londres

Produtores: Queen e Robin Geoffrey Cable (Nevermore e Funny How Love Is), Queen, Robin Geoffrey Cable e Roy Thomas Baker (The March Of The Black Queen), Queen e Roy Thomas Baker (todas as outras faixas)

 

Queen II foi lançado menos de 1 ano depois do seu antecessor, e neste álbum podemos ver  todo o talento da banda. Este disco abriu caminho para o sucesso que a banda tem até hoje.

Apesar de terem recebido duras críticas no trabalho anterior, a banda permaneceu unida e começou a trabalhar no que seria um dos melhores álbuns que eles lançaram.

Em agosto de 1973 (menos de 1 mês depois do lançamento do álbum de estreia, a banda voltou ao Trident Studios com Roy Thomas Baker e Mike Stone, e exigiu dos Sheffields o tempo de estúdio necessário para completar este álbum em vez de gravar durante o tempo de inatividade.

O resultado dessa reunião permitiu que o Queen completasse o álbum dentro de um mês; a banda tinha várias ideias que queriam explorar, e foram capazes de realizá-las completamente com o tempo adicional concedido. O álbum recebeu o título provisório de Over The Top.

O quarteto estava fervilhando de ideias e aproveitando que, na época, estava muito em voga álbuns conceituais, o Queen resolveu que o seu futuro álbum seria dividido em Lado 1, que era o lado branco e teria 4 canções escritas por Brian (Procession, Father To Son, White Queen (As It Began), Some Day, One Day, e uma composta por Roger: The Loser In The End).

Já o lado 2, foi chamado de Lado negro e continha 6 canções compostas por Freddie (Ogre Battle, The Fairy Feller’s Master-Stroke, Nevermore, The March Of The Black Queen, Funny How Love Is, Seven Seas Of Rhye). O álbum foi muito bem trabalhado e surgiram muitas obras-primas como Nevermore, Ogre Battle e The March of The Black Queen.

Queen II é uma coleção superior de música complexa repleta de camadas de guitarra, overdubs vocais e letras ambíguas. Alguns até argumentaram que é a própria versão da banda de um álbum conceitual, como Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band de 1967, que todas as bandas tentaram imitar desde então.

Após a gravação do álbum, o Queen saiu em turnê como banda de apoio da Mott the Hoople. Durante as apresentações, os membros da banda ganharam mais confiança no palco e o sucesso estava começando a aparecer, à medida que a banda era reconhecida.

Então, entre 1° de março e 2 de abril de 1974, a banda saiu em turnê como atração principal e aos poucos percebeu o interesse crescente do público pela sua música. A fim de melhorar o visual no palco, a estilista Zandra Rhodes desenhou novos looks para os músicos.

A capa do álbum com a fotografia dos 4 membros da banda foi de autoria do fotógrafo Mick Rock. A foto foi inspirada na atriz alemã Marlene Dietrich que enfrentou Adolf Hitler e não participou da propaganda nazista.

                                              Marlene Dietrich          Freddie Mercury

Outra inspiração seria o álbum With the Beatles, lançado em 1967.  Freddie, na posição das seis horas, é ladeado por John e Roger em ambos os lados, enquanto Brian, sendo o mais alto, aparece acima de Freddie. Com olhos encapuzados e feições brancas e cerosas, os quatro rostos carrancudos olham sem emoção. Vestido todo de preto e contra um fundo totalmente preto. Não havia nenhum significado oculto na fotografia, e ela contrastava lindamente com a parte interna, que é exatamente o oposto da capa: a banda está toda vestida de branco, Freddie escondendo tudo menos a metade superior do rosto com uma capa branca.

 

 

Queen II-[C]Queen II é o segundo álbum de estúdio da banda britânica de Queen, lançado em 8 de março de 1974 no Reino Unido p

 

No dia 21 de fevereiro de 1974, o destino da banda mudou, por pura sorte, quando eles se apresentaram no programa Top Of The Pops da BBC. O convidado original do programa era David Bowie, que teve que cancelar a sua participação no programa e o Queen foi chamado para substituí-lo e fez muito sucesso.

A turnê norte-americana – que era um sonho para a banda – teve que ser interrompida em Nova York. No dia 13 de maio, antes de um show em Boston, Brian não se sentiu bem e a banda foi obrigada a cancelar a turnê.

O guitarrista foi carregado para o assento do avião pelos outros membros da banda e teve que passar várias semanas em recuperação. Então, para o resto da banda, só havia uma coisa a fazer: recomeçar o trabalho como um trio, até o guitarrista ficar bom.

Considerando o abuso que tivemos ultimamente, estou surpreso que o novo LP tenha se saído tão bem. Acho que é basicamente porque as pessoas gostam da banda.

 Essas palavras foram ditas por Roger Taylor para Sounds poucas semanas após o lançamento do segundo álbum do Queen

Para mim, Queen II era o tipo de música emocional que sempre quisemos tocar, embora não pudéssemos tocar a maior parte no palco porque era muito complicado. Estávamos tentando levar as técnicas de estúdio a um novo limite para grupos de rock – estava realizando todos os nossos sonhos porque não tivemos muitas oportunidades para isso no primeiro álbum. Passou pela nossa cabeça chamar o álbum de Over The Top, disse Brian. 

 

Músicas do álbum

 1 – Procession

 

2 -Father To Son

 

3 – White Queen (As It Began)

 

4 – Some Day, One Day

 

5 – The Loser In The End

 

6 – Ogre Battle 

 

7 – The Fairy Feller’s Master-Stroke

 

8 – Nevermore

 

9 – The March Of The Black Queen

 

10 – Funny How Love Is

 

11 – Seven Seas Of Rhye

 

Fontes:

http://www.queenpedia.com/

http://queenvault.com/

Livros: Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

George Purvis. Queen: Complete Works, Edição do Kindle.

 

Quer saber mais sobre este álbum? Veja abaixo algumas matérias feitas pelos nossos colaboradores.

1 – Queen II: o álbum com dois lados opostos por Renato Gurgel

2 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 2/15 – Queen II – por Helenita dos Santos Melo

3 – Os Bastidores do Álbum QUEEN II – Por Sheila Pauka

 

 

 

 

O novo álbum de Adam Lambert, High Drama, já está disponível para streaming e compra @ https://adamlambert.lnk.to/HighDrama

High Drama, é uma coleção maravilhosamente diversificada de capas com um toque de reviravolta, mantidas juntas pela voz única em uma geração de Adam e pelo talento característico.

As canções vão desde a mais recente, My Attic, de Pink, Getting Older, de Billie Eilish, uma re-ipaginação épica de rock de West Coast, de Lana Del Rey, até a bela interpretação do clássico Mad About The Boy, de Noel Coward. Mais duas faixas de destaque são a versão atmosférica de Ordinary World, do Duran Duran, e uma versão gloriosamente camp, glam rock, de Holding Out for a Hero, de Bonnie Tyler.

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Vídeos Oficiais

 

 

 

Fonte: www.queenonline.com

MADE IN HEAVEN

(2ª música do 15º álbum)

 

– Depois de It’s A Beautiful Day, que constitui a introdução do álbum, podemos passas às coisas mais sérias.

– Na mesma linha que Let Me In Your Heart Again, gravada pelo Queen no final de 1983 durante as sessões de The Works, Made In Heaven é uma balada boa, potente e melódica.

– Gravada em 1985 no Musicland Studios de Munique por Mack, então coprodutor dos álbuns do Queen, a canção de Freddie Mercury havia sido composta para seu álbum solo Mr. Bad Guy.

– À semelhança de I Was Born To Love You, Made In Heaven é extraída de Mr. Bad Guy para uma segunda vida, e nesta ocasião com os arranjos do Queen.

– Da versão original do tema ficam somente a voz e o sintetizador, gravados por Freddie. Uma vez retiradas as faixas de guitarra de Paul Vincent, o piano de Fred Mandel, o baixo de Stephan Wissnet (também engenheiro de som assistente de Mack) e a bateria de Curt Cress, o Queen pode colocar seu selo nesta música.

– Brian May declarou que havia dedicado vários meses para editar o tema no seu estúdio pessoal de Allerton Hill até encontrar a estrutura perfeita.

– Graças a estes novos arranjos, o tema adquire uma cor mais moderna e mais rock. Com certeza Freddie teria querido que sua canção recuperasse a vida. Da sua parte, Brian declararia que o trabalho realizado em Made In Heaven o transforma no melhor tema misto de toda a discografia do Queen

 

Freddie no videoclipe de Made In Heaven, canção

gravada para seu álbum Bad Guy em 1985.

 

Vídeo oficial de Made In Heaven

 

Made In Heaven, videoclipe com Freddie Mercury

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Queen América do Sul 1981!

– Todas as fotos e descritivos por Peter Hince.

SUCESSO SUL – AMERICANO

 

–  A turnê pela América do Sul tem sido um dos maiores sucessos do Queen. Essas fotos dão uma ideia da escala dos shows e da magnitude da conquista.

 

1 – Esta vista do palco e estádio é no Morumbi, São Paulo nos dias 20 e 21 de Março. Esta foi tirada um dia antes do show.

 

2 – Esta fotografia do palco de Mar Del Plata na Argentina foi tirada dentro do estádio. (Observe o cara colocando as bandeiras) Esse show foi no dia 4 de Março.

 

3 – Novamente no Estádio do Morumbi. Os caras estão colocando a grama artificial para proteger o campo de jogo.

 

4 – No Aeroporto de São Paulo ao final do passeio. O equipamento está sendo carregado no avião de carga 747 Jumbo fretado pela própria Banda.

 

5 – Uma visão da bateria de Roger no Velez Sarsfield em Buenos Aires. Este show foi em 8 de Março. ( Estádio José Amalfitani ).

 

6 – Um policial militar brasileiro guardando o equipamento de John. Isso foi no Estádio do Morumbi, em São Paulo.

 

7 e 8 – Roupas de palco da Banda antes de um show. ”

       

 

– Peter Hince.

Via Queen Rare Archive

 

O cronista da NiT, Nuno Bento, perguntou ao chatbot como seria um novo tema do vocalista dos Queen em 2023 e a ferramenta respondeu

Há sensivelmente dois anos, no aniversário da morte de Kurt Cobain, foi-nos apresentada uma nova música dos Nirvana criada por inteligência artificial (IA) — “Drowned In The Sun”. Na altura, a reação generalizada foi que a música soava, na melhor das hipóteses, como uma cópia barata dos Nirvana. Era evidente que a IA não podia substituir o rasgo criativo de uma banda de humanos a criar a música. Dois anos volvidos, estamos face ao ChatGPT, uma ferramenta de IA que aterrou entre nós como um ovni cheio de aliens que não conseguimos ver, mas que vai revolucionar a forma como vivemos. Só ainda não sabemos exatamente como.

Quando olho para o ChatGPT e penso no impacto que pode ter, em particular nas profissões mais criativas, lembro-me da entrevista que David Bowie deu à BBC em 1999, onde descreveu o advento da internet como “uma forma de vida alienígena, que vai mudar completamente as nossas vidas”. O jornalista reagiu à aparente hipérbole de Bowie com escárnio, duvidando do impacto que a world wide web, “apenas mais uma ferramenta”, iria ter. E olhem para nós, hoje, 100 por cento dependentes da net para tudo — das redes sociais (que vieram para nos aproximar, mas em vez disso vilipendiaram a interação humana) até à realização das mais ínfimas tarefas como ir ao banco (quando foi a última vez que foram a um balcão?) — incluindo, obviamente, para ouvir música.

repercussão da inteligência artificial será sentida mais rapidamente pelos jornalistas, escritores, tradutores, comediantes, guionistas e outros produtores de conteúdos e escrita criativa. A rapidez com que o ChatGPT produz um texto sobre qualquer tópico é aterradora. Pedi-lhe para escrever um rap sobre a NiT e dois segundos depois, voilá (podem ler o resultado no final do texto). Mais alarmante será o impacto na vida dos estudantes, professores e de todo o sistema de ensino. Vai ser preciso repensar a relação dos estudantes com a tecnologia, muito além da clássica proibição. É preciso perceber que, para o bem e para o mal, estas ferramentas vieram para ficar. E vão infiltrar-se em todos os campos, incluindo o da música.

A primeira pergunta que fiz ao ChatGPT foi “és capaz de compor canções?”. A resposta foi negativa, mas ele (ela?) explicou porquê. A conversa foi em inglês, e a tradução é minha: “Sou um modelo linguístico de IA, posso gerar texto com base em padrões e regras que aprendi com a vasta quantidade de informação com que fui treinado. Isto inclui gerar texto que se parece com poemas e letras de músicas. Porém, compor uma canção requer não só texto, como também composição musical e arranjos, algo que vai além das minhas capacidades. Existem outras ferramentas de IA que podem ajudar a compôr músicas, mas ainda estão em fase inicial de desenvolvimento e podem não conseguir replicar de forma exata a criatividade e emoção que um humano imprime ao seu trabalho”.

Notem que a resposta refere que “ainda não” compõe (o que veremos mais à frente que não é totalmente verdade), mas dá a entender que caminhamos para lá. Por outro lado, admite que escreve letras, pelo que lancei novo desafio ao ChatGPT: “Podes compor a letra para um novo tema do Freddie Mercury, se ele fosse vivo?”. A resposta foi afirmativa. Segundo a ferramenta, a música que Freddie escreveria em 2023 chama-se, imaginem, “I’m Alive”.

Versos: “In the darkness of the night, I feel the fire burn so bright / A passion deep inside, it’s calling out to me / I hear the rhythm of the beat, it’s moving to my feet / I close my eyes and I feel the sound, it’s setting my heart free”

Refrão: “I’m alive, I’m alive, the music’s taking me higher / I’m alive, I’m alive, the beat’s my heart’s desire / I’m alive, I’m alive, I feel the power of the sound / I’m alive, I’m alive, and I won’t let it bring me down”

Verso 2: “I see the world around me, it’s moving to the beat / People dancing to the sound it’s like a symphony / I feel the energy in the air, it’s like a wave of light / I’m caught up in the moment, it’s like a dream in sight”

Refrão

Ponte: “The music’s like a drug, it’s running through my veins / I’m addicted to the beat, it’s driving me insane / I’ll never let it go, it’s like a part of me / The music’s in my soul and it’s setting me free”

Refrão

Outro: I”‘m alive, I’m alive, I’m alive…”

Notem como o bot percebe a estrutura e processa o espólio da lírica dos vocalista dos Queen e daí tenta produzir algo de original. O que fazer disto? Nada. A letra assemelha-se a um pastiche de uma música dos Queen, mas é demasiado explicativo, e desprovido da nuance que fez de Mercury, o Freddie Mercury. O desafio seguinte foi compor a lírica de um tema novo do John Lennon, mas o resultado foi ainda mais ridículo. Deixo-vos apenas o refrão:

“All we need is love, love is all we need / Let’s come together, and plant the seed / All we need is love, love is all we need / Let’s make a change, let’s plant the seed”

Quem sabe alguma coisa acerca de Lennon e da sua relação com o passado, percebe que o cantor jamais escreveria algo a roçar a paródia como o que acabaram de ler. É evidente que esta ferramenta de inteligência artificial ainda está a dar os primeiros passos no que diz respeito a emular outros artistas. Mas a estrutura está toda lá. Para quem quer compor uma música, basta dar as instruções sobre a temática e o mood, e num espaço de segundos, tem metade do trabalho feito. Mais: se fizerem as perguntas certas, podem até ter todo o trabalho feito.

Já sabia que não fazia canções completas, mas se tinha a letra, só faltava a melodia. Voltei então à carga com a música do Freddie Mercury. Desta vez, perguntei se me podia escrever a melodia para uma canção do Freddie e, surpresa, o ChatGPT anuiu. Se tiverem um piano à mão, podem experimentar:

Verso 1: Gm7 — C7 — Fmaj7 — Bbmaj7

Refrão: Eb — Bb/D — Cm — Abmaj7

Ponte: Fm — Bbm — Ab — Eb/G — G7 — Cm — Fm — Bbm — Eb — Ab

Após uma nega inicial, conseguimos extrair a tentativa de uma música nova do Freddie Mercury em 2023. Mesmo sem a opção de reprodução final, dá para ter uma ideia do quão potente é esta ferramenta. Será suficiente para nos dar o próximo John, ou o próximo Freddie? Claro que não. Mas para o mainstream, chega e sobra. Não é que o Top 40 de hoje em dia não pareça que tenha sido produzido com recurso a inteligência artificial. O “mesmismo” já está instalado na corrente dominante há muitos anos, por isso a transição não será chocante.

Quem irá sentir mais a chegada da IA serão os DJs e produtores de reggaeton, que convergiram no tal mesmismo. As ferramentas estarão agora à disposição de ainda mais gente. Os próprios gigantes do mainstream Max Martin, Beyoncé, ou Taylor Swift, terão de estar mais atentos. Aliás, não será difícil prever que muitos destes compositores comecem a recorrer à IA para os auxiliar. Quanto às bandas de humanos, com instrumentos gravados ao vivo, serão cada vez mais uma coisa de nicho, tipo vinil na era do streaming.

O impacto da inteligência artificial na música será gigantesco, provavelmente só comparável à introdução dos sintetizadores nos anos 70. As funcionalidades do ChatGPT ainda são limitadas neste campo, mas outras ferramentas de IA se seguirão. O Top 40 estará ao alcance de todos.

P.S.: O rap da NiT, como prometido:

“Yeah, yeah, yo
Listen up, let me tell you ‘bout a site
That’s bringing Portuguese lifestyle to light
NiT, it’s the name you gotta know
From food to fashion, they got the flow

They’re serving up the latest news
On everything you gotta choose
From the hottest restaurants in town
To the newest trends that are going down

You wanna know what’s good to eat?
NiT’s got the complete deets
They’ll tell you where to find the best food
And leave you in a Portuguese mood

Fashion, beauty, and lifestyle too
NiT knows what’s new
They’ll keep you in the loop
And have you feeling like a fashion troop

And if you’re looking for some fun
NiT’s got you on the run
They’ll give you tips on where to go
And make sure your night’s a show

So if you wanna keep it real
And live the Portuguese appeal
NiT’s the site to see
They’ll keep you up with the scene, guaranteed.”

Fonte: https://www.nit.pt

 

 

Por sua personalidade extrovertida e suas performances extravagantes, o carismático vocalista David Lee Roth ficou mundialmente conhecido nos anos 70 e 80 como frontman do Van Halen. Co-fundador da banda, emprestou sua energia por meio de sua voz a alguns dos maiores clássicos do rock, como “Ain’t Talkin’ ‘Bout Love”, “And The Cradle Will Rock…” e “Panama”.

Conforme publicado pela Rock and Roll Garage, em entrevista de 2020 para Joe Rogan, o assunto era o filme Bohemian Rhapsody, quando Dave falou sobre Freddie Mercury e o Queen.

“Será que eles [que fizeram o filme Bohemian Rhapsody] já viram Freddie [Mercury] ao vivo? Eu vi Freddie ao vivo no Forum [em Los Angeles]: eu estava lá para a vigésima fileira, quando ‘Bohemian Rhapsody’ tinha acabado de sair.” Eu o vi em seu ápice absoluto — seu auge do auge. Produção de palco é outra história, mas Freddie era o que ele trazia, era muito mais do que apenas aquilo que você via no palco. Suas sensibilidades musicais não eram apenas três acordes e uma atitude.”

“Não engula essa palhaçada”, prosseguiu, “se Keith [Richards] sentar aqui e disser ‘Tudo que você precisa é três acordes e atitude’. Você tem que conhecer inversões, modais… Ah, vai se f*der, Keith [risos]! Ele sabe isso tudo, truques de afinação e essas coisas todas. Mas Freddie trouxe uma riqueza de ouvir a diferentes tipos de música: quer seja orquestral, big band, bistrô, ou algo que você ouve em uma cafeteria na França.”

“Ele não tentou cantar música negra; ele cantava música europeia, não-negra. [Tentar cantar música negra era] o que estávamos muito acostumados, até mesmo na música country. […] Foi nisso que eu tentava aprender: tentar soar como Motown, tentar soar como Wilson Pickett…”

Em outubro de 2020, David Lee Roth homenageou Eddie Van Halen com a faixa “Somewhere Over the Rainbow Bar and Grill”, de 2014. Aquele foi o primeiro de cinco singles lançados por ele entre 2020 e 2022. Em outubro de 2021, Dave anunciou que se aposentaria, e em janeiro do ano seguinte faria seu último show. No entanto, suas últimas apresentações, como atração residente em Las Vegas, foram adiadas e posteriormente canceladas sem maiores explicações.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

Entre os principais conteúdos estão Freddie Mercury: The Final Act, Summer of Soul e Bisping

A história do extraordinário capítulo final da vida de Freddie Mercury e como, após sua morte o Queen organizou o “Freddie Mercury Tribute Concert” para celebrar sua vida e desafiar os preconceito em torno do HIV/AIDS. Pela primeira vez, a história de Freddie é contada juntamente com as experiências daqueles que testaram positivo para o HIV e perderam entes queridos durante o mesmo período.

Classificação: 10 anos Duração: 1h30min

Para ver todos Clique Aqui

 

Fonte: https://mundoconectado.com.br

IT’S A BEAUTIFUL DAY

(1ª música do 15º álbum)

 

– Durante as sessões de gravação de The Game em 1980, Freddie Mercury grava no Musicland Studios de Munique esta breve melodia acompanhando-se ao piano.

-Conhecida pelos fãs com o nome de It’s A Beautiful Day (Original Spontaneous Idea, abril 1980), este outtake de estúdio seria utilizado em 1994 para criar o tema It’s A Beautiful Day.

 – Em Made In Heaven encontramos um grande número de referências à ausência de Freddie, começando pelo título do álbum, que pode traduzir-se como Feito no Céu.

– Iniciá-lo com este hino à vida é uma escolha criteriosa, porque anuncia o tom da obra, mais bem alegre e cheia de esperança, apesar de estar tingida por uma indubitável melancolia.

– A canção It’s A Beautiful Day (É um dia bonito) é uma preciosa homenagem a Freddie, que soube estar com a cabeça bem alta, mesmo apesar da sua perda de saúde.

– A letra sublinha o entusiasmo do cantor, que clama para quem o queira escutar:

 

It’s a beautiful day/The sun is shining/I feel good/And no-one’s gonna stop me now

(É um lindo dia/O sol está brilhando/Eu me sinto bem/E ninguém vai me parar agora)

 

– John se encarrega pessoalmente das orquestrações, realizadas com o sintetizador.

– Brian insere em continuação as partes da guitarra.

– Roger produz alguns rolos e batidas de pratos muito bem-vindos.

– Os ruídos do canto dos pássaros são adicionados, o que ajuda a dar a esta introdução ao álbum uma cor positiva e alegre.

De volta ao ano 1981, durante as sessões de The Game em Munique, onde Freddie gravaria alguns fragmentos do que chegaria a converter-se em It’s A Beautiful Day.

 

Vídeo oficial de It’s A Beautiful Day

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

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