Em 1983, dois dos maiores guitarristas da história do rock, Brian May (Queen) e Eddie Van Halen, juntaram forças no projeto Star Fleet Project, um mini-álbum que misturava hard rock, jam sessions e experimentalismo. O disco foi dedicado a Eric Clapton, lenda do blues britânico — mas a homenagem não foi bem recebida.

Em entrevista à revista Musician em 1986, Clapton não poupou palavras ao descrever sua reação ao disco. “Um dos lados era uma coisa meio fusion — bem interessante, ótimo de ouvir — e o outro lado era uma jam de blues”, disse ele. “Foi tão horrível. E eles dedicaram aquilo a mim. Me mandaram uma cópia, e eu coloquei pra tocar esperando algo… e, sabe, eu me senti quase insultado por eles terem me mandado aquilo.”

Clapton, que sempre foi seletivo com os rumos do rock pesado, não via Van Halen como um verdadeiro seguidor de sua escola de guitarra. Apesar de reconhecer a técnica, ele criticou a falta de intencionalidade nas notas: “Se ele era tão afinado comigo e perdeu esse ponto, então perdeu tudo. É loucura ter aprendido tanto de mim. Ele podia simplesmente estar ciente do que eu fazia e dizer: ‘Ah, isso é um pouco como Buddy Guy’ ou ‘isso lembra fulano’. Colocar em perspectiva. Ficar obcecado por uma pessoa só…”

Apesar do ataque, Brian May não respondeu negativamente em público. Pelo contrário, demonstrou respeito em entrevista resgatada pela Far Out Magazine: “É um dos grandes privilégios do sucesso — você passa a interagir com seus heróis. Trabalhar com alguém como o Eric Clapton, que é totalmente meu herói… Esses momentos nunca te deixam.”

Fonte: https://whiplash.net

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Bohemian Rock

📅 16/08 – Clay Highway – Curitiba – Paraná
📅 17/08 – Torresmo Fest – S.J. dos Pinhais – Paraná
📅 21/08 – Festival de Inverno – Alfenas – Minas Gerais
📅 22/08 – Churrascaria Empório –  Jarnaúba- Minas Gerais
📅 23/08 – Buffet Duca e Nazareth – Montes Claros – Minas Gerais

 

 

Classical Queen

📅16/08 – Easy Rider Clube AABB – Limeira – São Paulo

📅23/08 – Santo Beer Fest – Mogi Guaçu – São Paulo

 

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅16/08 – Teatro UP Experience – Curitiba – Paraná

 

 

Freddie Mercury Cover

📅16/08 – Parna Rock – Downtown Pub – Recife – Pernambuco

 

 

Lurex

📅16/08 – Encontro de Motociclistas – Ponte Nova – Minas Gerais

📅17/08 – Festival FIGA – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅17/08 – Sabores da Praça – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅18/08 – Iron Rock – Contagem – Minas Gerais

 

 

Queen Of Magic

📅16/08 – Moto Cristal – Praça Cordelino Lopes – Cristalina – Distrito Federal

 

Queen Tribute Brazil

📅16/08 – Clube Ítalo Brasileiro – São Carlos – São Paulo

Vocalista: Fabrício Fonseca

 

Special Queen

📅16/08 – Festival Volta ao Mundo – Jaguariúna – São Paulo

 

Thiago Millores

📅22/08 – Conexão Rio – Parque Rita Lee – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Fonte: Instagram das bandas/cantores

Mais uma playlist disponível: Rock ‘n’ Roll.

Minha voz soa um pouco como a do Elvis Presley em ‘Crazy Little Thing Called Love’. Não era algo que eu estivesse tentando fazer, naturalmente, foi pura coincidência. É tudo cantado bem baixo, então logo você chega perto do Elvis, especialmente com uma música tão típica dos anos 50. Freddie Mercury

 

Queen – Rock N Roll

 

veja as outras playlists lançadas aqui:

Compilações oficiais do Queen

‘Se o Freddie tivesse realmente tido uma filha, seria surpreendente para mim’, afirmou Mary Austin

A ex-namorada, melhor amiga e herdeira oficial do músico Freddie Mercury (1946-1991) tornou pública sua incredulidade em relação à existência de uma filha secreta do artista. Hoje aos 74 anos, Mary Austin expôs ao jornal britânico The Times suas dúvidas em relação à mulher que diz ser a filha do vocalista do Queen.

Mary Austin namorou com Freddie Mercury entre 1969 e o fim dos anos 1970. Após o término, eles seguiram próximos. Ela esteve ao lado dele durante seus últimos anos de vida, tendo sido a principal beneficiária da herança do cantor. O hit ‘Love of My Life’ (‘amor da minha vida’, em tradução livre) foi inclusive dedicado pelo músico a Austin.

Quando mercury morreu, Mary Austin ficou com uma fortuna estimada em £187,5 milhões (R$ 1,4 bilhão), além da maior parte dos bens pessoais do músico e uma mansão de 28 quartos na Inglaterra.

A mulher que diz ser a filha secreta de Mercury tem 48 anos. Ela ainda não revelou sua identidade e tem se identificado apenas como “B”. No próximo mês de setembro ela terá sua história apresentada no livro ‘Love, Freddie: Freddie Mercury’s Secret Life and Love’ (‘Com Amor, Freddie: A Vida e o Amor Secreto de Freddie Mercury’, em tradução livre), obra da escritora Lesley-Ann Jones.

“B” diz ser o fruto de um affair de Mercury com a esposa de um amigo. Ela alega que apenas pessoas extremamente próximas ao músico, incluindo seus colegas de banda, sabiam de sua existência. Ela também diz ter 17 cartas escritas à mão pelo músico, entregues pouco antes dele morrer em 1991.

Mary Austin disse na entrevista ao The Times sobre o relato de “B”: “O Freddie tinha uma abertura imensa, não consigo imaginar que ele teria optado ou seria capaz de manter algo tão glorioso em segredo, seja de mim ou de outras pessoas mais próximas dele”.

la ainda afirmou: “A verdade é que eu simplesmente não sou guardiã desse segredo. Nunca soube de nenhuma filha ou de nenhum diário secreto. Se o Freddie tivesse realmente tido uma filha sem eu saber de nada sobre isso, seria surpreendente para mim”.

Austin depois insistiu: “Isso [a existência da filha] teria trazido uma alegria imensa para o Freddie, e para todos que se importavam com ele — incluindo os pais de Freddie. Acredito que eles a teriam acolhido com todo o amor em seus corações. Mas não me lembro de Freddie nunca ter falado sobre criar uma família”.

Muito da relação entre Freddie Mercury e Mary Austin foi retratado no filme ‘Bohemian Rhapsody’ (2018), no qual Rami Malek deu vida ao artista e a namorada dele foi interpretada por Lucy Boynton.

Ela relatou que tinha cerca de 15 anos quando Mercury morreu em 1991: “Após sua morte, tive que aprender a conviver com os ataques contra ele, com as deturpações sobre ele e com a sensação de que meu pai agora pertencia a todos”.

“B” ainda afirmou: “Chorei e lamentei a morte do meu pai, enquanto fãs de todo o mundo lamentavam Freddie. Quando você tem 15 anos, isso não é fácil. Tive que me tornar adulta sem ele e viver todos os momentos e eventos marcantes sem o seu apoio”.

Ela concluiu dizendo: “Por 30 anos, tive que construir minha vida e minha família sem ele e aceitar que ele não estaria presente para compartilhar os momentos felizes conosco. Por 30 anos, enquanto o resto do mundo reinterpretava a vida de Mercury, sua música e tudo o que ele tinha sido, eu precisava ter meu pai apenas para mim e para minha família. Como eu poderia ter falado antes?”.

Fonte: https://revistamonet.globo.com

 

Revelação bombástica será detalhada em biografia prevista para setembro deste ano

A filha que Freddie Mercury (1946-1991) teria mantido em segredo falou pela primeira vez desde que veio à tona sua existência, detalha o Daily Mail nesta sexta-feira (8). A revelação bombástica foi feita pela biógrafa Lesley-Ann Jones, que antecipou à imprensa, em maio, as descobertas que trará em sua próxima obra, ‘Love, Freddie’.

Apresentada apenas como ‘B’, para manter sua identidade em sigilo, a mulher que se apresenta como filha de Freddie Mercury fez uma declaração emocionante antes de o livro ser lançado em setembro. “Eu não queria compartilhar meu pai com o mundo inteiro”, começou. “Após sua morte, tive que aprender a conviver com os ataques contra ele, com as deturpações sobre ele e com a sensação de que meu pai agora pertencia a todos”.

Ela continuou falando sobre a dificuldade de lidar com o fato que seu pai era um ídolo mundial. “Chorei e lamentei a morte do meu pai, enquanto fãs de todo o mundo lamentavam Freddie. Quando você tem 15 anos, isso não é fácil. Tive que me tornar adulta sem ele e viver todos os momentos e eventos marcantes sem o seu apoio”, acrescentou.

“Por 30 anos, tive que construir minha vida e minha família sem ele e aceitar que ele não estaria presente para compartilhar os momentos felizes conosco. Por 30 anos, enquanto o resto do mundo reinterpretava a vida de Mercury, sua música e tudo o que ele tinha sido, eu precisava ter meu pai apenas para mim e para minha família. Como eu poderia ter falado antes?”

Segundo a reportagem, o lendário vocalista do Queen concebeu a criança acidentalmente durante um caso com a esposa de um amigo próximo em 1976, um ano depois do sucesso de ‘Bohemian Rhapsody’. A existência da filha biológica do astro, considerado um ícone LGBTQIA+, era conhecida apenas pelo seu círculo mais próximo, incluindo seus pais e irmã, o restante dos membros da banda e o amor de sua vida, Mary Austin.

Recentemente, Mary teria colocado em dúvida a história de ‘B’ em declaração a um jornal. Não fica claro em que momento ela teria se posicionado sobre o assunto, mas a suposta filha de Freddie Mercury rebateu: “Estou arrasada com a suposta resposta de Mary Austin. Por 34 anos, a verdade sobre a vida de Freddie foi distorcida, deturpada e reescrita, mas ela nunca disse nada – com exceção de seu comentário sobre o filme ‘Bohemian Rhapsody’, que ela chamou de ‘licença artística’. Aqui, ela ainda não leu o livro e, mesmo assim, aparentemente faz essa declaração. Eu não entendo o porquê.”

Mary Austin namorou com Freddie Mercury entre 1969 e o fim dos anos 1970. Após o término, eles seguiram próximos. Ela esteve ao lado dele e cuidou da saúde do ex durante seus últimos anos de vida, tendo sido a principal beneficiária da herança do cantor. O hit ‘Love of My Life’ (‘amor da minha vida’, em tradução livre) foi inclusive dedicado pelo músico a Austin.

A filha de Mercury, que agora tem 48 anos, não terá sua identidade revelada na obra. Sabe-se apenas que ela mora na Europa, onde é médica e também mãe. Foi ela quem se apresentou à biógrafa para contar sua história ao mundo.

A autora da nova biografia disse que foi procurada pela mulher há cerca de três anos e que, após duvidar da veracidade da história, chegou à conclusão de que ela falava a verdade. Ela contou, ainda, que ‘B’ foi beneficiada financeiramente pelo músico por meio de um combinado por ‘baixo dos panos’. “Ela nunca pediu dinheiro. Ela não quer reconhecimento. Tanto Freddie quanto o padrasto a deixaram extremamente rica. Ela não foi sustentada pelo testamento de Freddie, mas por um acordo privado e legal, então ninguém a encontrará mencionada lá”, afirmou.

Em um post nas redes sociais, a autora deu a entender que um teste de DNA foi feito para garantir a veracidade da informação. “Só mais uma coisa: para aqueles que estão ‘exigindo’ a prova de um teste de DNA, caso contrário não vão acreditar — fiquem tranquilos, a verificação necessária foi feita, equipes jurídicas estiveram envolvidas, mas essas medidas são privadas e não são compartilhadas publicamente. Obrigada”, concluiu.

De acordo com ‘B’ (como a filha é chamada no livro), o cantor lhe entregou 17 volumes de diários pessoais detalhados quando ela tinha 15 anos, pouco antes de ele morrer, em 1991; esses escritos, que foram mantidos em segredo até agora, formaram a base do novo livro que será publicado em setembro. No primeiro capítulo do livro, há uma carta escrita à mão pela filha de Freddie na qual ela diz: “Freddie Mercury era e é meu pai. Tivemos um relacionamento muito próximo e amoroso desde o momento em que nasci e ao longo dos últimos 15 anos de sua vida”.

Fonte: https://revistamonet.globo.com

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Absolute Queen Tributo

📅09/08 –– Espaço Gastronômico – Jaguariúna – São Paulo

 

Bohemian Rock

📅 09/08 – Torresmo Fest – Uberaba – Minas Gerais
📅 15/08 – Viva São Roque – São Roque – São Paulo

 

Classical Queen

📅10/08 – Rock in Rib´s Trimais – São Paulo – São Paulo

📅15/08 – Shopping Taubaté – Taubaté – São Paulo

 

Elizabeth Queen Tribute Band

📅08/08 – Balbúrdia – Itajaí – Santa Catarina

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅10/08 – Teatro Municipal de Santo André – Santo André – São Paulo

📅15/08 – Teatro da Liga – Joinville – Santa Catarina

 

 

 

Freddie Mercury Cover

📅09/08 – Cantinho do Frango Aldeota – Fortaleza – Ceará

📅10/08 – Shopping Riomar Kennedy – Fortaleza – Ceará

 

 

Lurex

📅08/08 – Expocachaça – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅09/08 – Shopping do Avião – Contagem – Minas Gerais

📅11/08 – Mirante Luzeiro – Santa Luzia – Minas Gerais

 

Queen Music Tribute

📅15/08 – Teatro Clara Nunes – Diadema – São Paulo

 

Queen Of Magic

📅08/08 – Barns Bar e Cozinha – Ceilândia – Distrito Federal

 

Queen Tribute Brazil

📅09/08 – Orquestra Sinfônica de Tatuí & Queen Tribute Brazil – Concha Acústica de Tatuí – São Paulo

Vocalista: Mateus Brum

📅15/08 – Evento Brasília Auto Indoor – Parque da Cidade – Brasília – Distrito Federal

Vocalista: Mateus Brum

 

Special Queen

📅08/08 – Lata Velha – Osasco – São Paulo

📅15/08 – 8º Festival de Inverno de São Sebastião da Bela Vista – São Sebastião da Bela Vista – Minas Gerais

 

Thiago Millores

📅08/08 – Dark Side – Pilar – Duque de Caxias – Rio de Janeiro

📅09/08 – Sting Tatoo – Fragoso – Magé – Rio de Janeiro

 

Fonte: Instagram das bandas/cantores

Mais uma compilação lançada pelo Queen

Desta vez, vamos viajar pela compilação Slightly Mad

 

Acho que as pessoas que compram nossos discos… estão acostumadas a ver a gente inventando algo diferente a cada vez, então se adaptam.

Estou sempre procurando algo diferente… as músicas são diversas. Mudamos os climas, somos adaptáveis. Freddie Mercury

Clique aqui para ouvir a nova playlist SLIGHTLY MAD, compilada especialmente para o álbum, supervisionada por Roger Taylor e Brian May.

 

Acesse o link abaixo e veja as compilações já lançadas

 

Compilações oficiais do Queen

 

Fonte: queenonline.com

 

John Deacon se afastou do Queen após a morte do amigo em 1991, deixando a vida pública em 1997

O baixista John Deacon surpreendeu os fãs do Queen ao deixar seus 28 anos de reclusão para participar de um projeto beneficente de seus ex-colegas de banda. O artista de 73 anos deu início ao seu afastamento do grupo em 1991, logo após a morte do amigo Freddie Mercury (1946-1991), deixando de vez o conjunto e a vida pública em 1997.

Deacon vive no interior da Inglaterra e não é visto em público há vários anos.

O site da revista inglesa New Musical Express (NME) noticia que Deacon topou autografar uma edição do álbum ‘A Night At the Opera’ (1975) do Queen para um leilão da Mercury Phoenix Trust marcado para acontecer no próximo dia 6 de setembro.

O leilão beneficente em homenagem a Mercury vai angariar fundos para diferentes organizações voltadas para o auxílio de pessoas com AIDS – doença que vitimou o cantor. O evento será no cassino Barrière Montreux, na cidade suíça de Montreux.

De acordo com a NME, o autógrafo de Deacon no disco a ser leiloado é o primeiro dele desde 1997, quando oficializou sua saída do Queen. O álbum também conta com os autógrafos dos outros dois membros da banda ainda vivos, Brian May e Roger Taylor.

Boatos dão conta que Deacon mora atualmente na mesma casa na qual vivia nos anos 1970 quando o Queen deu início às suas atividades. No filme ‘Bohemian Rhapsody’ (2018) ele foi interpretado por Joseph Mazzello – famoso por ter vivido o garotinho do clássico ‘Jurassic Park’ (1993).

A imprensa internacional relata que Deacon ainda é consultado por Brian May e Roger Taylor para a provação de todo e qualquer projeto relacionado ao nome do Queen – apesar dele não ter tido nenhum envolvimento na produção de ‘Bohemian Rhapsody’.

Fonte: https://revistamonet.globo.com

 

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Bohemian Rock

📅01/08 – ROTA 270 – Cotia – São Paulo

📅02/08 –– Jump Barbeque – Jundiaí – São Paulo

📅03/08 –– Torresmo Fest – Rio Verde – Goiás

 

Classical Queen

📅02/08 – Mister Rock – São Paulo – São Paulo

📅02/08 – Food Play – São Paulo – São Paulo

 

Elizabeth Queen Tribute Band

📅08/08 – Itajaí – Santa Catarina

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅06/08 – Teatro Claro Mais – São Paulo – São Paulo

 

Lurex

📅01/08 – Jack Rock Bar – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅03/08 – Via ao Vivo – Via Brasil – Belo Horizonte – Minas Gerais

 

Opera Queen

📅02/08 – Museu Armador B. da Veiga – Rio Claro – São Paulo

 

Queen Music Tribute

📅01/08 – Teatro Santos Dumont – São Caetano do Sul – São Paulo

 

Queen Of Magic

📅01/08 – Pier 21 – Brasília – Distrito Federal

 

Queen Royal Tributo

📅07/08 – Willi Willie Bar – São Paulo – São Paulo

 

Queen Tribute Brazil

📅30/07 a 03/08 – Vilalleta – Monte Verde – Minas Gerais

 

Special Queen

📅01/08 – Golden Square Shopping – São Bernardo do Campo – São Paulo

📅02/08 – Canoas Shopping – Canoas – Rio Grande do Sul

📅03/08 – Parque da Cidade – São Bernardo do Campo – São Paulo

📅08/08 – Lata Velha – Osasco – São Paulo

 

Thiago Millores

📅08/08 – Dark Side – Duque de Caxias – Rio de Janeiro

 

Fonte: Instagram das bandas/cantores

A guitarra elétrica é símbolo absoluto do rock’n’roll, mas sua história vai além dos solos e das poses em cima do palco. E poucos guitarristas encarnaram tão bem essa versatilidade quanto Brian May, do Queen. Ainda assim, o próprio May nunca escondeu suas raízes e sempre fez questão de reverenciar quem abriu caminho — como James Burton, o lendário guitarrista de Elvis Presley.

Em entrevista resgatada pelo site Far Out Magazine, Brian May afirmou: “No lado mais rock’n’roll, tem James Burton, um dos fundadores da guitarra no rock, que tocou com Elvis e Ricky Nelson. Tive a sorte de tocar com ele. Ele é uma inspiração real. Não é só o som — é o fato de que ele consegue dobrar as cordas e fazer a guitarra falar”.

James Burton é uma figura essencial na transição do country e do rockabilly para o rock’n’roll moderno. Seu estilo fluido e inovador influenciou gerações de guitarristas que vieram depois dele, incluindo os que, como May, levaram o instrumento para novas alturas com técnicas refinadas e timbres únicos.

Apesar de o Queen ter sido visto por muitos nos anos 1970 como uma banda “pop demais” para figurar entre os nomes mais rebeldes da década, ninguém duvidava da competência técnica de seus integrantes. O próprio May era a alma instrumental do grupo, com suas sobreposições de guitarras, harmonias intrincadas e um senso melódico que beirava o sinfônico.

O jornalista Callum MacHattie, que assina o texto, explica: “A base disso tudo, como ele mesmo aponta, estava nas raízes do blues e do rock dos anos 1950. Essa influência sólida permitiu a May não apenas se destacar nos épicos do Queen, mas também adaptar seu estilo a incursões inesperadas do grupo por gêneros como o funk e o disco, especialmente nos álbuns da virada para os anos 1980”.

Para Brian May, a guitarra continua sendo uma forma de linguagem. E se hoje o instrumento é símbolo universal do rock, isso se deve a pioneiros como James Burton — músicos que fizeram a guitarra, literalmente, falar com o público.

A influência de Elvis Presley em Freddie Mercury

Mas a conexão com Elvis não para por aí. Segundo May, o próprio Freddie Mercury era um grande fã do Rei do Rock. Em entrevista à Rolling Stone Brasil, o guitarrista revelou: “Freddie adorava Elvis, sem dúvida. Ele usava muitos dos maneirismos de Elvis nos vocais e na atitude. Sempre disse que queria soar como ele”. A influência era visível nos trejeitos de palco e na intensidade emocional das interpretações do vocalista do Queen.

Fonte: https://whiplash.net

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Absolute Queen Tributo

📅26/07 – Estádio Municipal – Rio das Pedras – São Paulo

 

 

Bohemian Rock

📅26/07 – TorresmoFest – Taguatinga – Distrito Federal

📅27/07 –– Festa de Sant´ana – Roseira – São Paulo

 

 

Classical Queen

📅26/07 – Caetanos Bar – São Paulo – São Paulo

📅26/07 – Manifesto – São Paulo – São Paulo

 

 

Freddie Mercury Cover & Queen Tribute Brazil

📅26/07 – Matão Rock – Matão – São Paulo

 

 

Lurex

📅26/07 – 13º Encontro de Motociclistas – São João Del Rey – Minas Gerais

📅27/07 – Inverno Cultural – Caxambu – Minas Gerais

 

 

Opera Queen

📅26/07 – 2ª Edição da Buenata 2025 – Bueno Brandão – Minas Gerais

 

 

Queen Legend & Elvis Balbo

📅27/07 – Ucsteatro – Caxias do Sul – RS

 

 

Queen Music Tribute

📅01/08 – Teatro Santos Dumont – São Caetano do Sul – São Paulo

Queen Tribute Brazil

📅26/07 – Aniversário dos Falcões Motoclube – Antiga fábrica da Philips – Guarulhos – São Paulo

Vocalista: Fabrício Fonseca

📅26/07 – Motorock – Matão – São Paulo

Vocalista: Italo Arruda

📅30/07 a 03/08 – Vilalletta – Monte Verde – Minas Gerais

Vocalista: Fabrcio Fonseca

 

             

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Antes de se tornar um dos maiores nomes da história do rock, o Queen quase tropeçou logo na largada. Embora hoje seja difícil imaginar a banda longe do estrelato, seu primeiro single passou longe de empolgar o público, e nem os próprios integrantes guardam boas lembranças dele. Lançada em 1973, “Keep Yourself Alive” ficou fora das paradas, foi rejeitada por rádios e, até hoje, causa frustração em Brian May, que a considera uma das faixas mais fracas do grupo.

A música, incluída no disco de estreia Queen, era uma composição do próprio May. Ele escreveu os versos ainda em dúvida sobre seu talento como compositor. “Eu não tinha certeza de que era um compositor”, disse ele em entrevista de 2021 resgatada pela Far Out. “Tive apenas uma ideia. Curiosamente, a letra de ‘Keep Yourself Alive’ era para ser um comentário irônico, mas aprendi bem cedo que é muito difícil ser irônico em uma canção, porque as pessoas levam tudo ao pé da letra.”

O grupo chegou a gravar a faixa várias vezes. A primeira versão, registrada nos estúdios De Lane Lea, agradava a banda por ter, nas palavras de May, “aquela certa mágica”. No entanto, eles se convenceram de que havia algo errado com a mixagem. Começou então um processo interminável de remixes. “Houve pelo menos sete ou oito mixagens diferentes, feitas por grupos diferentes de pessoas”, lamentou o guitarrista.

Mesmo com toda essa dedicação, o resultado final não convenceu nem o público nem as rádios, que chegaram a rejeitar a faixa em cinco ocasiões distintas. Pressionado, o Queen acabou optando por uma versão intermediária, feita pelo engenheiro Mike Stone, que ao menos agradou a maior parte da banda. Para May, no entanto, aquilo foi um compromisso abaixo do potencial. “Na minha cabeça, ‘Keep Yourself Alive’ nunca ficou realmente satisfatória. Nunca teve a mágica que deveria ter tido.”

Curiosamente, esse fracasso inicial não impediu o grupo de alcançar o sucesso em pouco tempo. Já no ano seguinte, em 1974, “Seven Seas of Rhye”, lançada no disco “Queen II”, entrou no Top 10 do Reino Unido. E logo depois, “Killer Queen”, de Sheer Heart Attack, ampliou o sucesso ao conquistar paradas internacionais. Mesmo assim, o episódio do single de estreia mostra que nem mesmo uma banda como o Queen escapou das inseguranças e tropeços no começo da carreira.

O caso de “Keep Yourself Alive” também evidencia como a busca por perfeição pode, às vezes, atrapalhar mais do que ajudar. O próprio May reconhece que o excesso de controle e mudanças acabou diluindo a força da música. A ironia da letra se perdeu, a mixagem original foi deixada de lado e, no fim, o single acabou lançado com uma versão da qual o autor nunca gostou.

Hoje, “Keep Yourself Alive” é vista com mais simpatia pelos fãs e frequentemente incluída em coletâneas e shows ao vivo. Mas, para Brian May, ela sempre será o retrato de um início inseguro, marcado por boas intenções, mas por decisões que, segundo ele mesmo, mataram a mágica que a faixa poderia ter.

Fonte: https://whiplash.net

Foram divulgados pela página oficial da banda várias playlists que pode ser ouvidas por várias plataformas de música.

Listamos a seguir as playlists lançadas e seus respectivos links de acesso

Clicando em cima do nome de cada compilação você será direcionado para a página oficial com os links para as diversas plataformas de música.

Queen Epic

    Exageramos em todos os álbuns do Queen. Mas isso é o Queen. – Freddie Mercury.

 

Queen Heavy

    Stone Cold Crazy…thrash metal antes do termo ser inventado. Q Magazine.

 

Queen Riffs

Às vezes você faz um pequeno riff e simplesmente acrescenta algumas palavras a ele… Brian May.

 

Queen Pop

Não quero mudar o mundo com a nossa música. Não há mensagens ocultas em nossas músicas… elas são para diversão, para consumo moderno… ouça, curta. Freddie Mercury.

 

Queen Anthems

Eu escrevi uma música chamada We Are The Champions, que é uma espécie de hino, mas não pela paz mundial. É em uma direção diferente. Freddie Mercury.

 

Queen Funk

Estou sentindo um boogiezinho chegando, o que você acha?… Entre no ritmo, baby! Freddie Mercury – Live At Wembley.

 

Queen Ballads

Sou um verdadeiro romântico, assim como Rodolfo Valentino. Gosto de compor músicas românticas sobre amor porque há muito espaço para elas, e elas também têm muito a ver comigo. Freddie Mercury. 

 

Queen Slightly Mad

Acho que as pessoas que compram nossos discos… estão acostumadas com a gente inventando algo diferente a cada vez, então se adaptam. Estou sempre procurando algo diferente… as músicas são diversas. Mudamos os climas, somos adaptáveis. Freddie Mercury

 

Queen Rock ‘n’ Roll

 Minha voz soa um pouco como a do Elvis Presley em ‘Crazy Little Thing Called Love’. Não era algo que eu estivesse tentando fazer, naturalmente, foi pura coincidência. É tudo cantado bem baixo, então logo você chega perto do Elvis, especialmente com uma música tão típica dos anos 50. Freddie Mercury.

 

Queen B-Sides

Freddie me disse um dia que tinha uma surpresa para mim: ‘Eu escrevi uma música sobre você, mas precisa do seu toque!’. Curiosamente, acho que nós dois estávamos trabalhando em músicas separadamente, que se referiam um ao outro. Não me lembro qual era a minha, já que muitas das minhas músicas eram indiretamente voltadas para ele (além de serem cantadas por ele!). Enfim, entramos no estúdio e ele tocou essa música. Agora, se era realmente sobre mim, eu não sei. Mas eu achei fabulosa. Sei que ele a compôs em uns 15 minutos! Quanto ao motivo de não incluir no álbum (The Game), bem, Freddie a compôs deliberadamente como lado B para preencher uma lacuna, então imagino que o álbum já estivesse pronto. Brian May sobre ‘Soul Brother’

 

Queen Acoustic

Estávamos olhando para todas as músicas que tínhamos, e pensamos que a única coisa que não tínhamos era uma dessas coisinhas acústicas… Eu apenas disse: ‘Brian, por que não pensamos em algo aqui?’, e aquela música evoluiu em cerca de dois dias, ele entrou no acústico, e eu sentei ao lado dele, nós trabalhamos juntos.” Freddie Mercury em ‘Is This The World We Created?’

 

Fonte: www.queenonline.com

Não é todo dia que um dos guitarristas mais celebrados do rock resolve imaginar em voz alta como teria sido sua carreira se não tivesse feito parte da própria banda. Mas foi exatamente isso que Brian May respondeu ao ser perguntado sobre qual grupo ele escolheria, caso o Queen não tivesse existido.

A pergunta foi feita em uma sessão de perguntas e respostas para The Guardian. “Provavelmente os Beatles”, respondeu Brian, emendando em seguida um comentário que mostra o quanto a criatividade da banda de Liverpool sempre o fascinou:

May contou que ficou tocado ao assistir a série “Get Back”, sobre as sessões dos Beatles. “Fiquei um pouco triste vendo o primeiro episódio, porque me lembrou de nós – às vezes o Queen em estúdio era assim: ‘Estamos aqui, e as coisas não estão se encaixando’. Achei que eles estavam num momento doloroso. Mas no segundo episódio, senti que eles estavam realmente se reencontrando. Aquilo é um manual de como estar em um estúdio.”

Mas os Beatles não foram a única banda que Brian May citou como sonho distante. “Se não fossem os Beatles, poderia ter sido o Led Zeppelin. Se eles me deixassem entrar.” O tom da frase diz muito: meio brincadeira, meio admiração.

Quando o assunto virou para colaborações, Brian também revelou um arrependimento. Não por ter recusado algo, mas por não ter tido oportunidade de dividir estúdio com um certo ex-Beatle. “Raramente recuso uma colaboração. Mas me arrependo de não ter tido a chance de trabalhar com John Lennon.” Ele explicou que achava Lennon um daqueles parceiros que forçavam o melhor do outro músico, alguém que empurrava e puxava, desafiava e inspirava, como acontecia com o próprio Queen. “Acho que a gente teria se dado bem. Eu teria que trabalhar muito pra acompanhar e confiar nos meus instintos. Consigo imaginar a gente se entendendo.”

Entre sonhos não realizados e parcerias que nunca aconteceram, Brian May deixou claro que, para ele, música sempre foi mais do que tocar guitarra, era estar perto de quem fazia arte de verdade. Seja nos Beatles, no Zeppelin ou no Queen.

 

Fonte: https://whiplash.net

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅19/07 – TorresmoFest – Goiânia – Goiás

📅25/07 – Cervejaria Imperatriz – Sorocaba – São Paulo

 

Classical Queen

📅18/07 – Festival de Inverno de Monte Sião – Monte Sião – Minas Gerais

📅20/07 – Motorcycle Rock Limeira – Limeira – São Paulo

 

 

Elvis Balbo & Queen Legend

📅18/07 – Teatro Lauro Gomes – São Bernardo do Campo – São Paulo

📅24/07 – Teatro Bourbon – São Bernardo do Campo – São Paulo

           

 

Eternal Queen

📅19/07 – Brothers Rock Bar – Ribeirão Pires – São Paulo

 

Lurex

📅18/07 – Rota 667 Pub – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅18/07 – Hope Music Bar – Betim – Minas Gerais

📅20/07 – VII Festival de Inverno de Bom Sucesso – Bom Sucesso – Minas Gerais

 

Queen Music Tribute

📅25/07 – Teatro Gazeta – São Paulo – São Paulo

 

Queen Tribute Brazil

📅18/07 – Motorrock – Lençóis Paulista – São Paulo

Vocalista: Fabrício Fonseca

 

Special Queen

📅18/07 – Refúgio – Pirituba – São Paulo​

📅 19/07 – Lord Lion – Votuporanga – São Paulo
📅 20/07 – Mogi Park Shopping – Mogi-Mirim – São Paulo

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

‘Não foi correto’, lamentou Bob Geldof sobre cena do filme de 2018

A performance do músico Freddie Mercury (1946-1991) com seus colegas de Queen no concerto Live Aid de 1985 é constantemente citada como uma das apresentações mais espetaculares da história. Cinebiografia do cantor, o longa ‘Bohemian Rhapsody’ (2018) retratou com detalhes o espetáculo, com o ator Rami Malek reproduzindo de forma minuciosa os trejeitos da lenda do rock.

A apresentação de Mercury com o Queen no festival de 1985 foi tratada pelo criador do evento, o também músico Bob Geldof, em entrevista recém-publicada pelo jornal New York Times. O artista disse que o longa de 2018 “não foi correto” em seu retrato do espetáculo.

No filme que rendeu a Malek o Oscar de Melhor Ator em 2019, a apresentação do Queen é apontada como maior causa para o sucesso das doações angariadas pelo festival em sua luta contra a fome na Etiópia. A produção mostra os telefonemas voltados para as doações tocando de forma ininterrupta após o espetáculo de Mercury.

No entanto, segundo Bob Geldof, na verdade, os telefonemas só estouraram para valer, fazendo do festival um sucesso, após o show de David Bowie (1947-2016) – realizado logo depois da apresentação do Queen.

 

“O filme não foi correto”, declarou Geldof sobre a produção de 2018. “O Queen foi completamente, absolutamente brilhante. Mas as linhas telefônicas colapsaram depois que o David Bowie se apresentou’”.

Geldof então contou como David Bowie participou do festival estando bastante emocionado pelas imagens que havia visto de crianças passando fome na Etiópia. O cantor decidiu surpreender os espectadores do show interrompendo seu espetáculo após o hit ‘Heroes’ para reproduzir as mesmas imagens.

O organizador do festival disse: “O David estava chorando [antes do show] e disse que cortaria uma música do set para mostrar as imagens. Foi um momento extraordinário durante o show, porque no final de ‘Heroes’, que o público estava cantando, ele introduziu o clipe em silêncio e pediu para as pessoas enviarem dinheiro. Foi como um tapa na cara. O Bowie arrasou. Esse foi o momento chave”.

Além do Oscar de Melhor Ator para Malek, ‘Bohemian Rhapsody também levou as estatuetas de Melhor Edição, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som.

Assista a seguir ao trailer do longa e, depois, à apresentação do Queen no Live Aid de 1985. Para fechar, a performance de David Bowie para ‘Heroes’, um dos grandes hits da sua carreira.

Fonte: https://revistamonet.globo.com/

Quem vê o Queen apenas como a banda de “Bohemian Rhapsody” e “We Will Rock You” costuma esquecer que, em estúdio, Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor brincavam com qualquer estilo que lhes desse na telha, e faziam isso como poucos. Rock operático, pop grandioso, pitadas de funk, baladas delicadas ou glam carregado de humor: tudo coexistia num mesmo disco, e ninguém estranhava.

Mas mesmo numa discografia tão diversa, algumas músicas se destacam por destoar de tudo, inclusive do próprio Queen. São faixas que parecem ter saído de outra banda, algumas tão pesadas que poderiam fazer frente ao Sabbath, outras que soam como esboço de gêneros que só nasceriam anos depois. Vamos ver quatro delas, apontadas pela Classic Rock.

A primeira dessas surpresas é “Son And Daughter”, do álbum de estreia, quando o Queen ainda era, acima de tudo, um grupo de hard rock cravado na escola Zeppelin-Sabbath. O riff principal é um paredão de som que, segundo críticos, rivaliza com os pesos pesados da época – e a banda nunca mais soaria tão crua e primitiva assim.

Outra viagem inesperada é “She Makes Me (Stormtrooper in Stilettos)”, de ‘Sheer Heart Attack” (youtube). Com Brian May cantando em clima nebuloso, violão suave e atmosfera quase etérea, soa como um shoegaze dois décadas antes do shoegaze existir. Uma balada flutuante, perdida num disco que passeia do glam ao ragtime sem pedir licença.

Já “The Prophet’s Song”, em “A Night at the Opera” (youtube), é a resposta de Brian May a quem acha que “Bohemian Rhapsody” era insuperável em grandiosidade. São mais de oito minutos de tempestade sonora, vozes sobrepostas, clima apocalíptico e um final de guitarras que recoloca tudo nos trilhos. Um épico que mostra que Mercury não era o único gênio do grupo.

Por fim, “Get Down, Make Love”, de “News of the World” (youtube), expõe o lado mais obscuro e lascivo de Freddie. Com gemidos, efeitos eletrônicos e batida sensual, é funk rock sem pudor, muito antes do “Hot Space” oficializar o flerte com o disco. Não à toa, Trent Reznor e o Nine Inch Nails captaram essa energia suja quando regravaram a música nos anos noventa.

Para quem acha que Queen é só hino de estádio e ópera rock, essas quatro faixas provam que, entre uma coroação pop e outra, a banda sempre teve um cantinho reservado para a estranheza, o peso e o inesperado.

Fonte: https://whiplash.net

Hoje a partir das 14:41 será reapresentado o show do Live Aid, em comemoração aos 40 anos do evento.