No One But You (Only The Good Die Young)

Data de lançamentos: 5 de janeiro de 1998

Melhor posição nas paradas: 13° lugar na parada britânica.

Músicas (Versão Vinil de 7 polegadas)

 

Lado A: 1) No One But You (Only The Good Die Young)

2) We Will Rock You (Remix de Rick Rubin)

Lado B: 1) Tie Your Mother Down

2) Gimme the Prize (Remix Instrumental do The Eye)

 

Surgimento do single

– Em 17 de janeiro de 1997, os membros remanescentes do Queen se apresentaram junto com Elton John, na premiere do Ballet de Maurice Béjart em Paris cantando The Show Must Go On.

– Inspirado neste evento, May mandou para Roger uma fita demo de No one but you, que ficou esquecida em uma gaveta por meses. Tempos depois, Roger telefona para May e diz que a música é incrível e que deveria ser uma canção do Queen.

– Dedicada à Freddie Mercury, ela evoca o frontman do Queen em cada linha.

– No primeiro parágrafo, há uma referência à estátua do cantor no Lago Geneva em Montreaux:

a hand above the water (Uma mão acima da água)

an angel reaching for the sky (Um anjo alcançando o céu).

 

                   

 

– Mas a música era direcionada também a qualquer pessoa que é tirada de nós muito cedo.

– Sobre a capa do single No One But You, Brian comentou em novembro de 1997:

Eu meio que pensei que todo mundo conhecesse essa história, mas talvez eu devesse mencioná-la, porque realmente foi parte da inspiração da música. É um mito grego em que Dédalo e Ícaro, seu filho, estão presos em um castelo, e a única saída é para cima, pois eles estão no meio do mar. Então eles fazem asas de penas, penas de pássaros e cera, e as prendem a si mesmas, e voam para fora e escapam do castelo. Acho que está ligado Creta, e a lenda diz que Ícaro ficou tão excitado e exultante, que voou muito alto, muito perto do sol, e sua cera derreteu e ele caiu no mar. Portanto, é um conto simbólico muito interessante que tem muito a ver com a música, como você vai perceber ao ouvi-la.

 

Produção

– John Deacon já havia dito que não tocaria mais com a banda, mas nesta música ele tocou uma discreta linha de baixo.

– A canção foi escrita por Brian, que cantou o primeiro e terceiro versos.

– O segundo verso foi cantado por Roger.

– A música é muito apreciada pela sua mensagem e ternura.

– É a última música gravada pelos três membros remanescentes da banda.

– Foi incluída no lançamento Queen Rocks em novembro de 1997.

– Originalmente planejado para um lançamento de single no final de 1997, foi vetada pela Parlophone (subsidiária da EMI).

– Os fãs então criaram uma petição on-line para que o single fosse lançado, sucedendo para um lançamento em janeiro de 1998.

 

Curiosidade:

A música foi cantada ao vivo como Queen no Queensday 2002, na Holanda.

 

Vídeo Oficial da música:

 

Making of de No One But You

 

Letra da Música e tradução: 

No-One But You (Only The Good Die Young)  Ninguém além de você (apenas os bons morrem jovens)

A hand above the water / Uma mão acima da água

An angel reaching for the sky / Um anjo alcançando o céu

Is it raining in heaven / Está chovendo no céu

Do you want us to cry? / Você quer que a gente chore?

And everywhere the broken-hearted / E em todos os lugares o coração partido

On every lonely avenue / Em cada avenida solitária

No-one could reach them / Ninguém poderia alcançá-los

No-one but you / Ninguém além de você

 

One by one / Um por um

Only the good die Young / Apenas os bons morrem jovens

They’re only flying / Eles estão apenas voando

too close to the sun / muito perto do sol

And life goes on / E a vida continua

Without you / Sem você

 

Another tricky situation / Outra situação complicada

I get the drowin’ in the blues / Eu me afogo nas tristezas

And I find myself thinkin’ / E eu me pego pensando

Well, what would you do? /  Bem, o que você faria?

Yes, it was such an operation / Sim, foi a tal operação

Forever paying every due / Para sempre pagando todas as dívidas

Hell, you made a sensation / Diabos, você fez uma sensação

You found a way through / Você achou a passagem

 

One by one / Um por um

Only the good die Young / Apenas os bons morrem jovens

They’re only flyin’ / Eles estão apenas voando

too close to the sun / muito perto do sol

We’ll remember / Vamos lembrar

Forever / Para sempre

 

And now the party must be over / Agora que a festa acabou

I guess we’ll never understand / Eu acho que nunca vamos entender

The sense of your leaving / O motivo de sua partida

Was it the way it was planned? / Foi do jeito que planejou?

And so we grace another table / Então nós enfeitamos outra mesa

And raise our glasses one more time / E levantaremos nossos copos mais uma vez

There’s a face at the window / Há um rosto na janela

And I ain’t never, never sayin’ goodbye / E eu nunca, nunca vou dizer adeus

 

One by one / Um por um

Only the good die Young / Só os bons morrem jovens

They’re only flyin’ too close to the Sun / Eles só estão voando em direção ao sol

Cryin’ for nothing / Chorar por nada

Cryin’ for no-one / Chorar por ninguém

No-one but you / Ninguém, além de você

Quer saber mais sobre a música? Veja aqui

 

Fontes:

– Livros: Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc
Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

– Sites: Queen Vault

Queenpedia

 

Agradecimento especial para Arnaldo Silveira pelas críticas e excelentes sugestões

Tour Queen cancelada na América do Sul – Novembro e Dezembro de 1983

– Na primavera de 1983, foi anunciado que o Queen pretendia retornar à América do Sul para tocar em Estádios maiores, incluindo o Maracanã no Rio de Janeiro, que podia acomodar 206.000 pessoas e era um dos maiores do mundo.

– Foi traçado um roteiro para uma série de 05 datas no Brasil em Dezembro de 1983, e uma data em Montevidéu / Uruguai – 22 ou 23 de Novembro.

– Infelizmente, em uma repetição da primeira jornada da Banda em 1981, a turnê planejada foi atormentada por problemas desde o início – promotores inescrupulosos, gastos enormes de dinheiro e dificuldades de equipamentos – contribuíram para um incômodo sem fim e, após discussões com Jim Beach e Gerry Stickells, a Banda decidiu por cancelar a turnê de uma vez, e focar na continuação de Hot Space.

– Alguns shows na Argentina também estavam planejados para 1983, inicialmente em Janeiro e depois em Outubro, mas nada deu certo porque a moeda argentina continuou à cair sob a ditadura militar, tornando impossível para a Banda ter lucro.

– A Banda não faria uma turnê na América do Sul novamente, embora tocasse no Rock In Rio em Janeiro de 1985.

– O Queen acabaria por nunca visitar o Uruguai, embora em 1992 os uruguaios tiveram um consolo quando Brian May, tocou no Estádio Centenário durante o Montevidéu Rock IV.

 

– 22 de Novembro (talvez 23) – Estadio Centenário – Montevidéu / Uruguai

– 26.11.83 – Porto Alegre / Brasil

– Curitiba / Brasil – sem data conhecida

– 03.12.83 – Morumbi – São Paulo / Brasil

– 07.12.83 – Estádio do Maracanã – Rio de Janeiro / Brasil

– 09.12.83 – Belo Horizonte / Brasil

 

Notas –

O ingresso anexo parece ser somente um teste para divulgação e há em algum lugar um vídeo do Queen chamando para a turnê.

Infelizmente não achei tal material.

Se alguém puder contribuir, agradeço.

Abaixo, uma carta de Jacky Smith, presidente do Fã Clube Queen, falando sobre a turnê.

 

Fonte –

Queen Live Ca

Georg Purvis – “Queen – Complete Works”

 

WHO WANTS TO LIVE FOREVER

(6ª música do 12º álbum)

 

– Sem dúvida alguma, a canção mais emblemática do álbum A Kind Of Magic, Who Wants To Live Forever, ilustra de maneira excepcional a cena mais comovente de Highlander, quando Connor MacLeod (Christopher Lambert), imortal, assiste à sua esposa, prestes a exalar seu último suspiro.

– Brian May relataria em 2003 a origem surpreendente do tema:

Estávamos voltando de ver alguns fragmentos de ‘Highlander’ com Russell Mulcahy, e era nosso primeiro contato com o filme. Eu não havia lido o roteiro (não creio que nenhum de nós tenha lido) e era muito emocional. Realmente me chocou, porque então eu passava por uma época muito triste: a morte de meu pai, o fim do meu matrimônio… ‘Who Wants To Live Forever’ me ocorreu de repente, e quase a teria terminado durante o trajeto no carro. Lembro que cantarolei para meu empresário quando me levava para casa.

– David Mallet realiza um videoclipe em 16 de setembro de 1986 nos armazéns da Tobacco Wharf de Londres, com a National Philharmonic Orchestra e um coro de quarenta crianças.

– A atmosfera do vídeo é solene, e os músicos do Queen interpretam o tema em playback rodeados por milhares de velas.

– Os coros interpretados por Brian e Roger, apoiam a voz de Freddie, muito emotiva. Como em Sail Away Sweet Sister (To The Sister I Never Had), Freddie e Brian compartilham a interpretação vocal principal. O guitarrista canta a primeira estrofe, as duas primeiras frases do break e o final:

Who waits forever anyway?(Quem espera para sempre de qualquer maneira?)

 – Também gravam uma versão alternativa para o filme, na qual Freddie canta todo o tema, privando-o da voz tão particular de Brian, menos potente, porém mais adaptada à doçura de sua composição.

– Em 2014, os fãs são presenteados com uma versão inédita da canção, intitulada simplesmente Forever, incluída na compilação Forever.

– Interpretada com grande delicadeza ao piano por Brian May e sem nenhum arranjo, conserva somente a melodia do tema original.

 

Brian May, solene e elegante durante as filmagens do videoclipe Who Wants To Live Forever, em 16 de setembro de 1986.

 

Vídeo oficial de Who Wants To Live Forever

 

Who Wants To Live Forever, cena do filme Highlander:

https://youtu.be/TqFoiM0zxdY

 

Forever, com Brian May ao piano:

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Ninguém tocou sintetizador!

 

O Queen quebrando suas próprias regras.

Sintetizador é um instrumento musical eletrônico que gera sinais de áudio. Ele pode fazer maravilhas para a expansão do som já sofisticado e com multicamadas.

 

Mas para o Queen, evitar os sintetizadores era algo que eles pareciam usar como uma medalha de honra… até 1980.

 

Em algum ponto nos primeiros dias do Queen, as críticas de alguns shows ou de suas primeiras sessões na BBC elogiaram seu toque de sintetizador, apesar pela aversão da Banda por tal equipamento na época.

– Como resultado, a frase Ninguém Usou Sintetizador  foi inserida nos primeiros Álbuns para indicar que todos os sons foram feitos por instrumentos reais (embora também houvessem truques de fita – retrocesso, aceleração, desaceleração, etc, ao longo da história de gravação).

E chegou a hora em que valia a pena usar sintetizadores devido aos avanços na tecnologia – Álbum The Game.

Abaixo, uma citação de Roger

No começo, os sintetizadores eram o que chamamos de monofônicos, você só conseguia tocar uma nota por vez. Mas então, de repente, eles começaram à fazer aqueles nos quais você poderia tocar acordes e eles se tornaram muito mais úteis como instrumentos musicais, ferramentas e coisas assim. Eu comprei um, levei para o estúdio e Freddie disse – ‘ Isso é bom, vamos lá !

The Game certamente tira vantagem do Oberheim OBX – mais flagrantemente logo de cara na faixa de abertura – Play the Game.

Ninguém tocou sintetizador !

Embora muitas pessoas pensem que a declaração foi uma resposta aos muitos grupos dos anos 70 que incorporaram sintetizadores em suas músicas, o verdadeiro motivo é um esclarecimento, e não uma condenação.

Enquanto gravava no estúdio, Brian gostava de colocar em camadas suas partes de guitarra para criar um som sinfônico exuberante. Muitas pessoas erroneamente presumiram que estavam ouvindo um sintetizador, para desgosto de Brian.

Então, para esclarecer as coisas, a declaração Ninguém tocou sintetizador  foi incluída em cada Álbum do Queen lançado nos anos 70. The Game, dos anos 80, foi o primeiro Álbum à incluir sintetizadores.

E The Game é um Álbum altamente agradável que não é apenas preenchido com músicas incríveis e performances animadas, ele preenche a lacuna entre as tendências teatrais celebradas do Queen.

É demais, é funky, mostra sua alma e você pode dançar. É um Álbum raro que evoca uma era específica, mas ainda soa novo como sempre.

Nota – Devo dizer que não é tão verdade que eles não usaram sintetizador até The Game. Em Queen II, em Seven Seas of Rhye, houve a utilização discreta de um pequeno sintetizador chamado Dubreq Stylophone. Semelhante à um mini órgão, embora não tenha sido creditado.

 

Fonte para base e composição de texto – Queenpedia

Já está disponível para compra no site da Amazon na versão em eBook o livro: Queen no Brasil: A magia continua de autoria de William Nilsen.

Este livro é a segunda edição em formato E-book, a partir da primeira edição luxo impressa e publicada em 2021. Na obra, o autor conta em detalhes e fotos exclusivas e cedidas, sua atuação como Presidente do 1º Fã-clube brasileiro da Banda Queen, durante os períodos em que se apresentou no Brasil, em 1981 (Morumbi, São Paulo) e 1985 (Rock in Rio). Neste período, William Nilsen e Paula Prado, entre outros fãs membros do Fã-clube We Will Rock You acompanharam o grupo de perto, desde sua chegada ao Brasil, aos shows épicos de Freddie Mercury, Bryan May, Roger Taylor e John Deacon.

 

Compre o livro aqui

 

Fonte: www.amazon.com.br

Não faz muito tempo, Adam Lambert, que se apresenta com o Queen, revelou que está se preparando para lançar um álbum de covers, intitulado High Drama, no dia 24 de fevereiro.

E, claro, alguns singles já foram liberados para dar a todos uma boa ideia sobre aquilo que está por vir.

Neste último fim de semana, o músico resolveu atacar novamente e liberou mais uma amostra grátis.

Dessa vez, ele apostou em uma releitura da clássica Holding Out For a Hero, que foi gravada originalmente pela cantora Bonnie Tyler, em 1984…

O álbum High Drama vai ser lançado no dia 24 de fevereiro e Adam Lambert já apresentou algumas releituras bem interessantes.

Nessa nova amostra grátis, o músico fez uso de alguns recursos que marcam as suas apresentações com o Queen. Confira…

Cabe destacar que o cantor já confirmou que o álbum ainda vai contar com versões cover de canções assinadas por artistas como Billie Eilish, Sia, Lana Del Rey, Kings of Leon e muitos outros, ou seja, tudo indica que teremos um tracklist cheio de surpresas.

 

Fonte: purepop.com.br

 

Dica de Roberto Mercury do Grupo de WhatsApp Queen Net

 

FRIENDS WILL BE FRIENDS

(5ª música do 12º álbum)

 

– Composta por Freddie Mercury e John Deacon, esta canção nasce da vontade do cantor de propor ao seu público um hino atemporal, assim como We Are The Champions e Radio Ga Ga. E consegue seu objetivo em parte, graças à melodia do estribilho que é eficaz e fácil de memorizar.

– A canção tem o potencial para converter-se em um êxito quando é publicada em 45 rpm no dia 9 de junho de 1986, porém recebe uma tímida acolhida no Reino Unido e sem alcançar A Kind Of Magic. O grupo a considera um fracasso, já que haviam esperado secretamente que ela se tornasse a dança lenta do verão.

– O vídeo é assinado pela Torpedo Twins (Rudi Dolezal e Hannes Rossacher), que já haviam gravado a banda durante as sessões de One Vision.

– Filmado em 15 de maio de 1986 no JVC Studios de Wembley, onde o grupo prepara seu próximo tour, o videoclipe é clássico, e mostra os músicos no palco frente a um público entusiasta. Os membros do club de fãs do Queen participaram no dia das filmagens, como havia ocorrido com We Are The Champions em 1977.

– No videoclipe se observa John Deacon com um instrumento de forma estranha. Trata-se de um baixo de Warwick, modelo Buzzard, que também tinha sido utilizado no palco do Rose d’Or de Montreux em 11 de maio de 1986, um festival que valeria à pena esquecer. É um instrumento pensado para o playback, já que assim foi realizada a atuação.

 

Freddie em meio aos membros do fã clube do Queen durante as filmagens do videoclipe Friends Will Be Friends.

 

Vídeo oficial de Friends Will Be Friends

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

. O Ano Novo Parsi -Nowruz ou Navroz!

▪️Nowruz (pronuncia-se no-rooz) é uma combinação de duas palavras persas. A primeira palavra now  significa novo e a segunda palavra ruz significa dia – juntos, eles significam Novo dia.

▪️Nowruz é o nome dado às celebrações do Ano Novo para muitas comunidades persas e da Ásia Central. O início exato do ano novo ocorre quando a estação muda do inverno para a primavera, o que geralmente acontece em 20 ou 21 de Março de cada ano.

▪️As festividades de Nowruz refletem a renovação da Terra que ocorre com a chegada da primavera. As atividades que celebram a chegada de Nowruz compartilham muitas semelhanças com outros festivais de primavera, como a Páscoa, celebrada pelos cristãos.

▪️Nowruz é um momento de família e amigos se reunirem e celebrarem o final de um ano e o início do próximo. As crianças têm catorze dias de férias da escola e a maioria dos adultos não trabalha durante as festividades do Nowruz.

▪️Durante o período de férias, amigos e familiares se reúnem na casa uns dos outros para refeições e conversas. A preparação para o Nowruz começa algumas semanas antes do Ano Novo, com uma tradicional limpeza da casa na primavera. Nessa época também é comum comprar roupas novas para a família e móveis novos para a casa.

▪️Existem muitos rituais para Nowruz, mas vou apenas citar os itens principais de Haft-Seen (persa: هفت‌سین‎‎, os sete vistos) presentes na 2a foto abaixo, que consiste em um arranjo de mesa com sete itens simbólicos tradicionalmente exibidos em Nowruz.

▪️A tabela Haft-Seen inclui sete itens, todos começando com a letra Seen (letra S: س) no alfabeto persa.

1)  Sabzeh (سبزه) brotos de trigo, cevada, feijão mungo ou lentilha crescendo em um prato – simbolizando o renascimento.
2) Samanu (سمنو) pudim doce feito de gérmen de trigo, simbolizando riqueza.
3) Senjed (سنجد) simbolizando o amor.
4) Seer (سیر) alho simbolizando a medicina e a saúde.
5) Seeb (سیب) maçã simbolizando a beleza.

6) Somāq (سماق) fruta sumagre simbolizando (a cor do) nascer do sol.
7) Serkeh (سرکه) vinagre simbolizando velhice ( experiência ) e paciência.

▪️Segundo Peter Freestone, Freddie comemorava em grande estilo as crenças do Nowruz, e costumava sempre afirmar.

 Isso é algo consanguíneo, é uma parte de mim. Sempre vou andar por aí como um papagaio persa.

▪️Tenham todos um Feliz Nowruz !

▪️E um 2023 com muito Queen para todos nós !

Fontes para base e composição de texto
– www.tirgan.ca
– Festival Nowruz
– Freddie Mercury Club

Disponibilizamos no link abaixo os nossos calendários para 2023.

Um singelo presente do Queen Net.

Esperamos que gostem!

 

Faça o download dos calendários aqui

 

Sir Brian Harold May
Brian May se torna Sir Brian Harold May ao receber o título de cavaleiro na lista de honras de 2023.

O guitarrista do Queen, Brian May, foi homenageado com o título de Sir na Lista de Honras de Ano Novo de 2023, publicada na sexta-feira, 30 de dezembro.

A citação da Lista de Honras de Brian reconhece Brian como:

Dr. Brian Harold May CBE

Músico, astrofísico e defensor do bem-estar animal. Pelos serviços prestados à Música e à Caridade.

Já portando o título de Dr., além de ter recebido anteriormente um CBE, o músico do Queen recebe agora o título de Cavaleiro, acrescentando o título honorífico de Sir ao seu nome, sendo reconhecido com o título completo de Sir Brian Harold May CBE.

A esposa de Brian há 22 anos, Anita Dobson, pode usar o título de Lady May.

Ao receber seu reconhecimento, Sir Brian respondeu dizendo:

Estou feliz e agradecido por receber esta homenagem. Vou considerar o título de cavaleiro não tanto como uma recompensa, mas mais como um encargo – uma comissão – para eu continuar a lutar pela justiça – para ser uma voz para aqueles que não têm voz. Vou me esforçar para ser digno – para ser aquele Cavaleiro de Armadura Reluzente.

 

Fonte: www.queenonline.com

Em uma entrevista recente, o famoso guitarrista do Queen, Brian May, compartilhou informações sobre os bastidores da música lançada recentemente Face it Alone, gravada no final dos anos 1980, durante a criação do 13º álbum de estúdio da banda Queen, The Miracle.

A maior glória é, claro, a voz de Freddie. É simplesmente magnífico. Você ouve essa qualidade em sua voz. Você ouve a paixão em sua voz. E ele não tem medo. A maneira como ele dobra algumas dessas notas é tão bonita, , disse ele à Total Guitar.

May também confessou que a música é extraordinária, com uma história comovente, já que foi gravada na época em que Freddie Mercury havia sido diagnosticado com HIV. E ele lembrou:

Estávamos lidando com o declínio da saúde de Freddie e nos unindo para apoiá-lo.

Apesar de tudo o que estava acontecendo e da deterioração de sua condição física, o cantor foi quem assumiu a liderança durante as gravações.

Sempre havia um de nós que estava no comando. Ele vinha com as letras e nos guiava por aquele material maravilhoso. E enquanto estávamos trabalhando nisso, ficamos muito animados com isso.

Durante a nota, ele explicou que esta é uma peça de conjunto para a qual todos os quatro membros da banda contribuíram: Freddie, Brian, o baterista Roger Taylor e o baixista John Deacon.

É raro encontrar fragmentos que encapsulam todos os quatro trabalhando juntos”, disse ele. “Mas John está lá, absolutamente ao vivo com Freddie. E o Roger está aí com suas estranhas atmosferas de percussão.

Uma das discussões que tivemos, e uma das razões pelas quais queríamos lançá-lo, é porque é tudo original”, “Consertamos um pouco e acho que, bem, eu sei, se tivéssemos trabalhado mais nisso, teria mudado. Poderia ter se tornado um épico de seis minutos. Mas eu realmente gosto do jeito que é. É muito genuíno. Fale sobre os tempos, disse ele.

Por outro lado, o guitarrista revelou que em seu solo de guitarra

Dá para ouvir que eu toquei esse solo basicamente como uma forma de ir do primeiro para o segundo verso. Era como, “É assim que me sinto agora, provavelmente trabalharemos nisso mais tarde, mas quem sabe o que pode acontecer.” Então o solo acontece um pouco no momento. Sou eu tentando ser uma voz ao lado de Freddie para espalhar a vibração e a mensagem da música. É uma coisa muito real.

 

Os solos

Na nota, May explica que o intervalo principal de sua guitarra em Bohemian Rhapsody, eleito o maior solo de todos os tempos pelos leitores do TG em 2021, chegou a nove compassos. Em sete compassos, seu solo em Face It Alone mais uma vez evita as tradicionais estruturas de quatro/oito compassos.

Ele não estava consciente dessa forma. Não é questão de contar. Mas é uma forma consciente de construir as coisas, então você deixa um espaço aberto para a voz tomar conta de novo. Tão consciente de uma forma inconsciente, eu acho. É assim que construímos músicas, então há espaço para as ideias se desenvolverem e seguirem em frente.

No entanto, ele comentou na nota que há alguns detalhes sobre os quais Brian não tem certeza.

Primeiro, o som estranho e áspero dos arpejos nesta faixa.

O som de fundo básico? Bem, não me lembro muito bem. Então, ou é um teclado ou foi transformado em um som de teclado por meio de um dispositivo, e eu realmente não sei. Entendo o que você está dizendo. Vou ter que voltar e dar uma olhada!

Em segundo lugar, você estava tocando aquele solo com palheta ou estilo de dedo? Parece muito pessoal da maneira que o estilo de dedo costuma fazer, mas também soa como o tilintar de metal em uma corda.

Você está fazendo todas as perguntas certas e eu não tenho todas as respostas certas! Eu acho que provavelmente seria apenas com o dedo. É uma peça bastante sensível. Claro, com o dedo você pode mexer nele, então ainda tem uma espécie de borda metálica, mas tem muito mais sensação. Então acho que foi feito com o primeiro dedo.

Em sua referência ao vídeo revolucionário Bohemian Rhapsody de 1975, ele disse:

É como parece no vídeo Rhapsody, muito brevemente. Às vezes isso me faz sorrir, porque eu não sabia que estava fazendo isso há tanto tempo. Ele estava martelando com a mão direita em vez de rasgar.

A Total Guitar lembrou que The Miracle foi o primeiro álbum do Queen onde, como expressão de unidade, os créditos de composição de todas as canções foram atribuídos ao grupo como um todo. Mas, como Brian diz agora, sempre havia um de nós que comandava o grupo.

E com Face It Alone, esse era Freddie.

Ele criou a letra e nos guiou por esse material adorável. E enquanto trabalhávamos nisso, ficamos muito empolgados.

 

 

Fonte: https://rdsradio.hn/

Via Rebeca Lang Fernandez, do grupo Bohemian Rhapsody – Bs As do Facebook.

PAIN IS SO CLOSE TO PLEASURE

(4ª música do 12° álbum)

 

Pain Is So Close to Pleasure é muito criticada por vários fãs no momento de lançamento, que suspeitam que se trata de uma reminiscência dos anos de Hot Space, por ser parecida (isto é muito relativo) com o tema Cool Cat, também composto pelo duo Deacon-Mercury.

– Embora seja verdade que sua cor muito Motown ressalta o amor do baixista do Queen pela soul music, a canção é de uma composição justa, com refrões muito eficazes.

– Como ocorre frequentemente com as canções de John, a letra (também escrita com Freddie) oferece uma lição de moral ao ouvinte, ao explicar que a vida é fruto do equilíbrio diário, e que o bem e o mal convivem com frequência:

 Sunshine and rainy weather go hand in hand together all your life

(O sol e o tempo chuvoso andam de mãos dadas por toda a sua vida)

 

– Com um título como Pain Is So Close to Pleasure (A dor está tão perto do prazer), seria de esperar uma música um pouco mais “suculenta” da parte de Freddie Mercury!

– Do ponto de vista instrumental, por outro lado, a canção é sólida.

– O coprodutor Mack precisaria:

John é muito organizado e tem um espírito matemático. Desde a hora em que chega no estúdio, tem uma ideia precisa do que quer fazer.

– A introdução do tema recorda a de We All Are One de Jimmy Cliff, publicada em 1983 no álbum The Power And The Glory.

Pain Is So Close to Pleasure é convincente e melódica, animada com um ritmo muito soul. John Deacon grava a parte do baixo e a guitarra rítmica, deixando um pequeno espaço para Brian May no final do tema para adicionar um discreto solo.

– É uma pena que esta linda balada, vítima da sua época, ideal para animar um dia chuvoso, não tinha tido mais êxito, pelo menos por seus refrões inebriantes.

Apesar de seu aspecto sério, John Deacon marcaria o som do Queen com suas canções leves, coloridas e alegres.

 

Vídeo oficial de Pain Is So Close to Pleasure

 

We All Are One, com Jimmy Cliff

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

O baixista do Nirvana, Krist Novoselic, relembrou como ele se nocauteou jogando seu próprio baixo para o alto durante o MTV Music Awards de 92, e como isso o levou a socializar casualmente com o grande guitarrista do Queen, Brian May.

Ocorrendo durante o auge da popularidade dos gigantes de Seattle, o MTV Music Awards de 1992 foi um evento triunfante para o Nirvana, já que o clássico da banda Smells Like Teen Spirit rendeu a eles dois prêmios de prestígio – um de Melhor Novo Artista em um Vídeo e outro de Melhor Vídeo Alternativo.

Ao mesmo tempo, o evento também foi objeto de alguma controvérsia para a banda liderada por Kurt Cobain devido a uma intensa briga nos bastidores entre Guns N’ Roses e Nirvana desencadeada pelos comentários de Courtney Love, durante os quais Duff McKagan e Krist Novoselic quase chegaram a golpes.

E enquanto nenhum nocaute ocorreu nos bastidores, o baixista do Nirvana conseguiu se bater na cabeça depois que um arremesso de baixo deu errado. Novoselic comentou o ocorrido durante entrevista ao Bass Player:

Oh, isso foi ótimo! Começamos a tocar essa música e meu amplificador simplesmente não funcionou. Então pensei: ‘Vou jogar esse baixo e sair andando’. Bem, o baixo ficou preso nas luzes da TV, e então bum!, caiu na minha cabeça.

Então eu saio do palco, e esses paramédicos vêm e dão uma olhada em mim e colocam um curativo e eu tive que assinar todos esses formulários de liberação para não processar ninguém. Foi na frente de 200 milhões de pessoas, certo ?

Após os paramédicos cuidarem do baixista, ele se viu diante de ninguém menos que Brian May, parecendo levemente preocupado com uma taça de champanhe nas mãos:

Então eu estou todo irritado, certo, e eu fico tipo ‘Que diabos!’ e atrás deles está um sujeito incrível, com uma taça de champanhe. É Brian May! Apenas parado lá educadamente. Ele diz ‘Aqui está, meu bom homem’ e me entrega esta taça de champanhe.

 Eu estava tipo ‘Você é Brian May! Como você está?’ e ele disse, ‘Mais importante, como você está?’ Momentos depois, Dave Grohl entrou. Ele estava procurando por mim por toda parte, apenas para me encontrar desfrutando de um tranquilo copo de espumante com o Sr. May.

Mesmo depois de tantos anos, Krist ainda se lembra de seu tempo com Kurt Cobain e Dave Grohl com muito carinho:

 Tive muita sorte de trabalhar com Kurt: ele era um compositor tão talentoso e tinha um ouvido de verdade para um refrão, então, para mim, tocar baixo com ele foi superfácil.

 

Fonte: ultimate guitar.com via Página do Brian May no Facebook.

 

 

 

 

 

 

 

 

. Os Produtores do Queen –

Todas as pessoas que ajudaram o Queen à produzir os seus 15 Álbuns de estúdio –

▪️Um produtor musical supervisiona e gerencia a gravação de som e a produção de uma Banda ou música de um artista, que pode variar desde a gravação desta até a gravação de um Álbum conceitual extenso.

▪️Eles podem reunir idéias musicais para o projeto, colaborar com os artistas na seleção de covers ou canções originais do artista / grupo e ajudá-los à melhorar suas canções, letras ou arranjos.

▪️Um produtor também pode selecionar músicos de sessão para tocar partes de acompanhamento de seção de ritmo ou solos, co-escrever, propor alterações aos arranjos da música e treinar os cantores e músicos no estúdio.

Abaixo, os 06 que acompanharam o Queen em seus 15 Álbuns de estúdio –

– Roy Thomas Baker

 

– John Anthony

 

– David Richards

 

– Justin Shirley-Smith

Engenheiro de estúdio sênior e co-produtor do Queen. Justin foi o assistente de David Richards no Mountain Studios de 1984 e trabalhou em várias sessões de gravação do Queen desde o Álbum The Miracle.

 

– Reinhold Mack

 

– Mike Stone

 

– E o próprio Queen fazia a produção, com uma certa frequência.

1. Álbum Queen 1973

Produção de Roy Thomas Baker, John Anthony e o próprio Queen.

 

2. Queen II

Roy Thomas Baker e Queen.

 

3 . Sheer Heart Attack

Roy Thomas Baker e Queen.

 

4. A Night At The Opera

Roy Thomas Baker e Queen.

 

5. A Day At The Races

Queen.

 

6. News Of The World

Queen e Mike Stone.

 

7. Jazz

Queen e Roy Thomas Baker.

 

8. The Game

Queen e Reinhold Mack.

 

9. Flash Gordon

Queen.

 

10. Hot Space

Queen e Reinhold Mack.

 

11. The Works

Queen e Reinhold Mack.

12. A Kind Of Magic

Queen, Reinhold Mack e David Richards.

 

13. The Miracle

Queen e David Richards.

 

14. Innuendo

Queen e David Richards.

 

15. Made In Heaven

Queen.

 

Fonte – Wikipedia

 

ONE YEAR OF LOVE

(3ª música do 12º álbum)

 

One Year Of Love é o único tema proposto por John Deacon para a trilha sonora original de Highlander e se adapta em todos os aspectos à ambientação do filme.

– Podemos escutá-la aos 28:20, quando Connor MacLeod/Highlander (Christopher Lambert) conhece Brenda Wyatt (Roxanne Hart) em um bar cheio de fumaça, em New York.

– Todos os clichês dos filmes da década de 1980 se reúnem em uma única cena, e a canção de John combina à perfeição com a ambientação da sequência.

– Outra versão, interpretada ao piano, aparece aos 64:04, quando o protagonista encontra a agente de polícia no seu apartamento.

– A letra da canção explica que o narrador, vítima de uma ferida amorosa, não será capaz de amar nunca mais. Deacon recorda na letra o destino maldito de Highlander, que, sendo imortal, está condenado durante toda a eternidade a ver morrer as mulheres que ama, uma após outra, até o final dos séculos.

– Trabalhada com Mack no Townhouse Studios de Londres no final de 1985, One Year Of Love é a última canção que se grava para Highlander, quando as filmagens chegam ao fim.

– Para o solo, muito bem adaptado à ambientação do tema, seu autor tem um convidado de exceção: o saxofonista Steve Gregory, que havia brilhado dois anos antes ao aparecer na canção Careless Whisper de George Michael, com uma das mais famosas linhas de saxofone da história da música pop.

– Para os arranjos de cordas do tema, John Deacon chama o tecladista Lynton Naiff, cujo trabalho é evidente a partir dos 3:09.

– A realização fixa definitivamente esta música na sua epoca, em particular graças ao (ou por causa) uso massivo do sintetizador Yamaha DX7, cujo som marcará uma época.

– Freddie se envolve, como é habitual, em seu trabalho, colocando sua potente voz ao serviço de uma interpretação muito inspirada.

Cena do filme Highlander.

 

Vídeo oficial de One Year of Love

 

Belíssima cena no bar do filme Highlander

 

Careless Whisper, com George Michael

 

Belíssima cena no bar do filme Highlander

 

Careless Whisper, com George Michael

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Em 26 de dezembro de 1979, o Queen participou de uma série de concertos (Concerts For The People of Kampuchea) para arrecadar fundos para a população do atual Camboja.

Esse show não foi lançado oficialmente, o que se tem são gravações amadoras com qualidade não muito boa.

O show foi restaurado pelo membro do QueenChat Dry Paint Dealer Undr.

Na postagem realizada no QueenChat ele diz:

Por cerca de um ano, intermitentemente, tenho trabalhado na limpeza dessa fonte de Queen ao vivo no Hammersmith Odeon e finalmente acho que tenho um resultado que vale a pena compartilhar.

 

 

Dica de Arnaldo Silveira

Fonte: QueenChat

 

O Queen e o Concerts For The People Of Kampuchea ( Camboja )

26 à 29 de Dezembro de 1979

– Vários anos depois que George Harrison e Ravi Shankar organizaram o Concerto para Bangladesh em 1971, seu colega Beatle Paul McCartney, junto com o Secretário Geral da ONU – Kurt Waldheim – organizaram uma série de shows em Dezembro de 1979 para beneficiar as vítimas do Camboja devastado pela guerra.

– Paul McCartney ficou desanimado com a ideia de reunir o grupo e, em vez disso, organizou uma cadeia de concertos com apresentações de músicos e artistas notáveis ​​como Queen, The Who, Wings, Elvis Costello, The Clash e outros.

– Os quatro concertos, que aconteceram durante o feriado de Natal no Hammersmith Odeon de Londres, apresentaram Quem é Quem  – literalmente – de estrelas do Rock clássico britânico.

– Entre 1975 e 1979, Kampuchea (Camboja) perdeu até metade de sua população por causa da guerra, fome e doenças. Uma tragédia nacional, cujas proporções podem não ter paralelo na história.

– Embora os shows do Live Aid de 1985 tenham superado a programação beneficente do Kampuchea, Paul McCartney e Kurt Waldheim organizaram um show espetacular.

– O Queen foi o único artista na noite de estreia.

– A série de concertos terminou com a Rockestra de Paul McCartney, uma coleção de estrelas de músicos que replicou o Tema Rockestra de Paul.

– O show foi filmado e transmitido pela BBC 1 e várias gravações de áudio foram feitas por membros do público que, desde então, apareceram em bootlegs.

– Um conjunto de dois discos, – Concerts For the People of Kampuchea – foi lançado 16 meses depois pela Atlantic Records, em Março de 1981.

– A performance do Queen (que abriu os shows) está apenas parcialmente disponível em formato de vídeo.

 Setlist

Jailhouse Rock

We Will Rock You

Let Me Entertain Yoy

Somebody to Love

If You Can’t Beat Them

Mustapha

Death on Two Legs (Dedicated to…)

Killer Queen

I’m in Love With My Car

Get Down, Make Love

You’re My Best Friend

Save Me

Now I’m Here

Don’t Stop Me Now

Spread Your Wings

Love of My Life

’39

Keep Yourself Alive

Drum Solo ( solo de bateria )

Guitar Solo ( solo de guitarra, incluindo In the Space Capsule

Brighton Rock

Crazy Little Thing Called Love

Bohemian Rhapsody

Tie Your Mother Down

Encore 1 –

Sheer Heart Attack

Encore 2 –

We Will Rock You

We Are the Champions

God Save The Queen

 

– Now I’m Here

Fonte – Queen Concerts

– Julho de 1979, o Queen estava terminando as sessões de gravação em Munique, e eles foram abordados por Paul McCartney, que perguntou se eles teriam interesse ​​em participar de uma série de shows para arrecadar dinheiro para o povo de Kampuchea (atual Camboja), que estava sofrendo as consequências de uma guerra.

 

– O evento foi organizado por Paul McCartney e Kurt Waldheim (Secretário Geral da ONU – Organização das Nações Unidas).

 

Kurt Waldheim

 

– O concerto de encerramento marcou a última apresentação do grupo The Wings (formado por Paul McCartney e sua esposa Linda McCartney).

Paul McCartney

 

– O Queen concordou em participar do concerto e se apresentou como banda única na primeira noite, 26 de dezembro de 1979.

–  Além do Queen, The Clash, Ian Dury and The Blockheads, The Pretenders, Rockpile, The Specials e Elvis Costello and The Attractions, Paul McCartney e Wing e The Who.  foram todos convidados para se apresentar.

– Além dessas bandas, havia também um supergrupo especialmente formado para a ocasião chamado Rockestra.

– O Queen não fez nenhuma mudança em seu repertório padrão, executando seu set bem ensaiado adicionado Save Me e Crazy Little Thing Called Love que haviam sido lançadas.

– O público começou a cantar a última música por conta própria, fazendo com que a banda voltasse com uma reprise.

–  Musicalmente, a banda estava unida, entregando um ótimo set que espelhava de perto o álbum Live Killers, mas com material adicional suficiente – especialmente uma crescente Somebody To Love e a soberba If You Can’t Beat Them, ambas ausentes de  aquele álbum – para tornar a experiência única.

– Apesar de ser a última noite da turnê, a voz de Freddie ainda é muito boa, mas ele não consegue atingir as notas altas tão facilmente quanto no início da turnê.

– Save Me ainda não havia alcançado seu status de clássico do Queen – seu single seria lançado no mês seguinte, graças à resposta positiva do público na Crazy Tour – mas Now I’m Here sempre foi uma faixa poderosa.

– Todo o show do Queen foi filmado, mas ainda não apareceu em nenhum lugar oficialmente, exceto algumas filmagens lançadas nos documentários The Magic Years e Champions Of The World, geralmente visto com Peter Ustinov apresentando a banda, o que ele fez para a retransmissão de 1980.

– Vamos torcer para que ele seja lançado oficialmente algum dia…

 

 

Set list

Jailhouse Rock

We Will Rock You (rápido)

Let Me Entertain You

Somebody To Love

If You Can’t Beat Them

Mustapha/’Death On Two Legs (Dedicado a……/Killer Queen/T’m In Love With My Car/Get Down, Make Love/You’re My Best Friend

Save Me

Now I  ‘M Here

Don’t Stop Me Now

Spread Your Wings

Love Of My Life

´39

Keep Yourself Alive

Brighton Rock

Crazy Little Thing Called Love

Bohemian Rhapsody

Tie Your Mother Down

Sheer Heart Attack

We Will Rock You

We Are The Champions

God Save The Queen

 

Vídeo do show completo

 

Fontes: Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis
www.queenconcerts.com

A KIND OF MAGIC

(2ª música do 12º álbum)

 

– Originalmente composta por Roger Taylor para o filme Highlander, Freddie Mercury volta a trabalhar na canção em fevereiro de 1986 enquanto o baterista, em companhia de Brian May, viaja a Los Angeles para assistir a coordenação da música com o filme.

– Roger aprova os novos arranjos, mais adaptados ao propósito do tema e torna-se o segundo single do álbum homônimo.

– Existem duas versões da canção. A mais conhecida, naturalmente, é a que faz parte do álbum. A segunda, com maior influência de Roger, é menos pop, acentua algumas passagens instrumentais e aparece durante os créditos no final do filme.

– É a primeira ocasião em que um álbum da banda leva o título de uma canção, o que confere ao tema uma importância especial, e sublinha o talento como compositor do baterista.

– Para sua publicação como single em 17 de março de 1986, A Kind Of Magic está acompanhada de um videoclipe de Russell Mulcahy, o diretor de Highlander.

– Rodado no Playhoyse Theatre de Londres em 3 de março de 1986, o vídeo mostra John, Roger e Brian como sem-tetos, como fez Phil Collins no videoclipe de That’s All, proposto pelo seu grupo, Genesis, em 1983.

– Freddie aparece como um famoso mago, que transforma nossos mendigos em estrelas de rock. Com seus instrumentos, os músicos se movem por esse teatro que, abandonado há muitos anos, seria reabilitado depois desta filmagem, para converter-se em um destacado centro cultural de Londres.

– Também são encontrados no videoclipe personagens em quadrinhos de Roger Chiasson, que ilustra a capa do álbum (concebido por Richard Gray).

– O tema foi todo um êxito no Reino Unido, onde alcança sem demora o n° 3 das listas.

– Roger aproveita uma ausência de Brian para pegar emprestada a sua Red Special, o que esteve a ponto de provocar uma discussão e que Brian relataria em 2014:

Eu havia saído do estúdio (apenas nos reuníamos, todos íamos e vínhamos), quando apresentei o fragmento onde a letra diz: ‘I’m hearing secret harmonies’. Roger se apropriou da minha guitarra, a conectou ao meu amplificador e aos meus efeitos, e tocou esta parte sobre as harmonias […]. Sempre vivi esse fato como uma violação, e isso me faz sentir estranho toda vez que eu a escuto […]. Pessoalmente, eu não haveria tocado dessa maneira.

– Quando os músicos se encontram em Munique em setembro de 1985 com a intenção de compor a oito mãos, Roger Taylor propõe um primeiro tema.

– Unicamente conservam a letra que serve de base para One Vision.

A melodia é retomada algumas semanas mais tarde para dar lugar a A Kind Of Magic.

Brian, Roger e John como mendigos, são transformados em estrelas do rock por um Freddie Mercury elegante e com chapéu no videoclipe de A Kind Of Magic, realizado por Russell Mulcahy.

 

Vídeo oficial de A Kind Of Magic

 

A Kind Of Magic, versão alternativa para o filme Highlander

 

 That’s All, do grupo Genesis

 

A Kind Of Magic, 11 de julho de 1986 em Wembley

https://youtu.be/c2_xWTSyCuU

 

A Kind Of Magic, 12 de julho de 1986 em Wembley

https://youtu.be/D2yymMhjRu8

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

. Hammersmith Odeon 1975

– Brian May fala sobre Bohemian Rhapsody – tocada no concerto no lendário Hammersmith Odeon, a casa de espetáculos em Londres.

– A gravação ocorreu no dia 24 de Dezembro de 1975, durante a data final da turnê do Álbum A Night At The Opera.

– A filmagem do concerto – muito pirata – originalmente transmitida ao vivo para uma audiência de milhões na BBC TV e rádio na noite de Natal em 1975 – foi completamente restaurada para o lançamento em 08 de Outubro de 2015, intitulada Queen – A Night At The Odeon – Hammersmith 1975, com data de publicação para Novembro de 2015.

– A nova versão foi estreada no antigo Olympic Studios, e esteve presente Brian May, que passou pela experiência incomum de se ver mais jovem, tocando o que foi então, o show mais importante de sua carreira.

Foi muito estranho ….. Parece que estou vendo outra pessoa ….. aquele menino … eu pareço tão magro ! ……. pareço muito sério e a linguagem corporal é tão diferente agora – eu era bastante tímido naquela época. Havia muito barulho e energia ao tocar, mas meu corpo está diferente do que sou agora. Hoje em dia, sinto um canal no corpo em direção ao barulho que está saindo, mas, naquela época, parece que vem do nada.
(Brian rindo, falando exclusivamente para a Rolling Stone no evento)

– No entanto, o show – a data final da turnê A Night At The Opera do Queen no Reino Unido, mostra a Banda em uma forma tipicamente extravagante, com muita pirotecnia, um final com balões, confetes e bonecos infláveis por todos os lados, e uma exibição vintage de Freddie.

Foi ótimo na época. Havia muita adrenalina, muita alegria porque todos os nossos fãs que nos seguiram na turnê se esforçaram para estar lá. Roger estava muito doente – ele parecia muito bem, mas estava se sentindo muito mal. Acho que ele vomitou depois, mas você não saberia só de assistir ……

– A turnê também marcou a estreia ao vivo de Bohemian Rhapsody, que na época do show do Odeon, estava em uma corrida de nove semanas no topo das paradas do Reino Unido.

– Ao vivo, no entanto, apareceu como parte de um medley com Killer Queen e The March Of The Black Queen, já que a Banda não sentiu que seria capaz de recriar a música completa ao vivo.

Nunca tocamos Bohemian Rhapsody na íntegra, porque a parte do meio é uma pequena obra de arte, é algo que é pintado em uma tela e você não pode realmente reproduzir isso – ou, pelo menos, preferimos não tentar recriar as partes operísticas. É uma escolha que fizemos no início ……. Pensamos – ‘ não queremos ficar parados tentando reproduzir 140 vozes no estúdio ’. Você não pode realmente fingir que está fazendo isso no palco.

– De acordo com Brian, o Queen só começou a pensar em como as músicas funcionariam ao vivo mais tarde em sua carreira, quando escreveu hinos como We Will Rock You e We Are the Champions, com a participação do público em mente.

A filmagem de A Night At The Odeon, no entanto, mostra um tipo diferente de público.
Eles cantam junto em algumas coisas, mas não muito ……. naquela época, as pessoas iam à um show de Rock para ouvir – e pular e gritar e berrar, mas não para cantar cada palavra como fazem agora. E não há ninguém com telefones celulares na audiência, ninguém fazendo selfies – não é estranho ?

– Queen – A Night At The Odeon – Hammersmith 1975 é lançado em CD, DVD, Blu-Ray, vinil, digitalmente e em uma versão box super deluxe em 20 de Novembro de 2015.

Setlist – Queen – A Night at the Odeon – Hammersmith 1975 –

– Now I’m Here
– Ogre Battle
– White Queen (As It Began)
– Bohemian Rhapsody
– Killer Queen
– The March Of The Black Queen
– Bohemian Rhapsody (Reprise)
– Bring Back That Leroy Brown
– Brighton Rock
– Son and Daughter
– Keep Yourself Alive
– Liar
– In The Lap Of The Gods… Revisited
– Big Spender
– Jailhouse Rock Medley
– Seven Seas Of Rhye
– See What A Fool I’ve Been
– God Save the Queen

 

Bohemian Rhapsody Hammersmith Odeon 24/12/75
https://youtu.be/M-9ERM0Jr4U

Fonte para base e composição de texto –
Rolling Stone
Por Mark Sutherland
12/10/2015

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