CD single Face It Alone já está disponível para pré-venda!

Devido à demanda, o novo single do Queen, Face It Alone, retirado do Box Set The Miracle será lançado em CD Single em 25 de novembro.

Já está disponível a pré-venda na Loja QueenOnline, limitada a um por cliente.

Faixas:

1. Face It Alone
2. Face It Alone (Versão Karaokê)

 

Fonte: www.queenonline.com

ACTION THIS DAY

(5ª música do 10° álbum)

 

– Roger Taylor, que tinha o costume de incluir nos álbuns do Queen suas composições de letras leves e despreocupadas (Tenement Funster, I’m In Love With My Car), parece ter desenvolvido certo gosto pelas referências históricas.

– Depois da letra sobre as aventuras do capitão Robert Falcon Scott na Antártida em A Human Body (lado B de Play The Game), nesta ocasião cita Winston Churchill.

– Durante a Segunda Guerra Mundial, o primeiro ministro britânico anexou uma etiqueta vermelha, na qual se lia Action This Day (Fazer hoje), em letras maiúsculas de cor preta, sobre as notas mais importantes que enviava cada dia aos seus colaboradores e comandantes militares.

– A canção de Roger encerra o lado 1 do vinil Hot Space, cansativo para o fã do Queen, não preparado para este dilúvio de sintetizadores e caixas de ritmos.

– Por sua vez, o lado 2 contém ritmos mais fiéis à música do grupo.

– Freddie e Roger repartem as partes vocais, em um jogo de perguntas e respostas de muito sucesso, fazendo aparecer as diferentes tessituras do baterista: grave nas estrofes e aguda nos estribilhos.

– A voz de Freddie é brilhante e de uma afinação perfeita.

– Uma pequena curiosidade na metade da canção: um solo de saxofone totalmente anacrônico que recorda as piores músicas dos filmes eróticos italianos da década de 1970. Este pequeno toque de metais se atribui ao saxofonista italiano Dino Solera, que reside em Munique e trabalhou junto com Mack e Giorgio Moroder em 1976 no tema Classically Elise do Munich Machine, o grupo de Moroder.

– Esta versão enjoativa de Für Elise (Para Elise) de Beethoven, sem dúvida, proporciona a Roger Taylor a curiosidade de colaborar com Dino Solera, que contribui com um solo cuja falta de alma está em desacordo com a ausência de virtuosismo.

 

Winston Churchill e o vice-almirante Bertram Ramsay, um dos heróis da Segunda Guerra Mundial.

 

Vídeo oficial de Action This Day

 

Classically Elise, com Munich Machine

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

 

– A cinebiografia do Queen foi escrita por muitos anos, com nomes como Sacha Baron Cohen e Ben Whishaw ligados para interpretar Freddie Mercury em diferentes pontos.

– Eventualmente, Brian May e Roger Taylor encontraram Rami Malek, que ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua interpretação do falecido cantor.

– Quando Bohemian Rhapsody chegou aos cinemas no final de 2018, o filme foi recebido com críticas mornas dos críticos, mas passou a ganhar mais de US $ 900 milhões em todo o mundo.

– Depois de conquistar mais Oscars do que qualquer outro filme em 2019, o sucesso de Bohemian Rhapsody continuou no lançamento em casa.

– De acordo com o Official Film Chart, o filme de Freddie Mercury é o filme mais vendido no Reino Unido nos últimos quatro anos de existência do gráfico.
– Desde então, Bohemian Rhapsody vendeu 1,92 milhão de cópias, compostas por 1,25 milhão de cópias físicas (em DVD, Blu-ray e 4K UHD) e 662 mil downloads digitais.

– O filme do Queen superou musicais de sucesso recentes como The Greatest Showman e o maior filme de todos os tempos, Vingadores Ultimato.

– Aqui estão os 10 maiores filmes da história de quatro anos do Official Film Chart:

 

1. Bohemian Rhapsody
2. Mamma Mia! Here We Go Again
3. Avengers Endgame
4. The Greatest Showman
5. No Time To Die
6. Frozen 2
7. Toy Story 4
8. Jurassic World – Fallen Kingdom
9. Joker
10. Spider-Man: Far From Home

 

O filme de Freddie Mercury, Bohemian Rhapsody, supera Avengers Endgame em uma conquista incrível

 

 

Fonte: www.express.co.uk

Os falsetes de Freddie Mercury
▪️Descrita como  uma força da natureza com a velocidade de um furacão, a voz poderosa de Freddie, junto com seu famoso rastejar e falsete penetrante foi celebrada por gerações de aficionados do Rock.
▪️No falsete, Freddie já alcançou ao vivo um Ré de Soprano (D6) com controle e agilidade considerável para um interprete do sexo masculino.
▪️Portanto, é indiscutível seu virtuosismo em controlar sua grande extensão vocal.
➡️ Mas, o que é um falsete ?
▪️O falsete ( voz falsa ) é uma técnica inerentemente não natural para os homens, que lhes permite cantar acima de sua faixa normal, esticando suas cordas vocais, talvez até o ponto de ruptura. Ou, mais precisamente, as cordas vocais são contraídas em movimento, em vez de esticadas.
▪️E Freddie foi um intérprete que realmente se entregou bastante à suas performances ao vivo …. porém no final dos anos 80, evitava algumas notas agudas, colocando interlúdios no lugar de alguns versos cantados, o que lhe conferia mais longevidade vocal em meio à uma agenda extremamente lotada de shows.
▪️Abaixo, algumas preciosidades em falsete de Freddie Mercury.
– Soul Brother
– Cool Cat
– Under Pressure
– You Take My Breath Away
– Exercises In Free Love
– Impromptu

– Don’t Stop Me Now
– Bohemian Rhapsody

– In The Lap Of The Gods… Revisited

– Rock In Rio Blues

– Pain Is So Close To Pleasure

 

Fonte – falsetes.com

Adventure seeker on an empty street…

O Queen lançou uma versão do videoclipe da música I Want It All remasterizado em HD.

 

Ficha técnica:

– Remasterizado em HD.

– Digitalização 4K de filme de 35 mm por Simon Marbrook no Final Frame.

– Conformidade de edição por Chris Frankland.

– Restauração por Luke Davis.

– Classificação por Pete Lynch.

 

Fonte: www.queenonline.com

BODY LANGUAGE

(4ª música do 10° álbum)

 

– A publicação do single Body Language em 1982 supostamente para os fãs é o pior presságio antes da aparição do álbum. O que esses sons futuristas das bandas FM do Reino Unido têm a ver? Todo mundo pergunta.

– Para Freddie Mercury, o tema põe em perigo o plano artístico, porém, o Queen não foi criado com base em riscos?

– Sem guitarra (exceto por algumas aparições), a canção desespera Brian May, inquieto pela direção artística que está adotando a banda:

Lembro de haver discutido com Freddie, porque uma parte do que compunha estava destinado de maneira evidente à comunidade gay. Eu lhe disse: ‘Seria conveniente que este tema fosse mais universal, já que nós temos amigos de todas as tendências’. Está bem ser inclusivo, porém o que não está muito bem é deixar uma parte de fora. E eu me sentia um pouco excluído deste tema explicitamente gay.

 

– Sua publicação como single inicia o declive do Queen nos Estados Unidos.

– O torvelinho de baixo sintético de Body Language não deixa de recordar a famosa I Feel Fine de Donna Summer, produzido por Giorgio Moroder no Musicland, em Munique.

– Assim, não resulta incongruente encontrar Mack na co-produção de Body Language em 1982, quando Freddie tem unicamente uma coisa em mente: que sua música toque nos clubes noturnos onde ele gosta de passar as noites, de Munique a New York.

– Concentrado neste objetivo, Freddie controla do princípio ao fim a produção da canção; se encarrega da programação da caixa de ritmos e toca o baixo com o sintetizador Roland Jupiter-8.

 

Freddie se interessa por uma camiseta de muito bom gosto (Bastardo Arrogante) em um mercado de New Orleans, em setembro de 1981.

 

Vídeo oficial de Body Language

 

I Feel Fine, com Donna Summer

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

No dia 8 de novembro de 2022,  a SEGA lançou o jogo Sonic Frontiers.

No novo trailer divulgado, a música-tema é Don’t Stop Me Now.

Sonic Frontiers saiu para Nintendo Switch, Playstation 4, Playstation 5, PC, Xbox One e Xbox Series S/X — inclusive com localização de texto em português brasileiro. Ele terá também uma DLC gratuita temática Monster Hunter.

O primeiro jogo do Sonic saiu em 1991, para o Mega Drive (chamado nos EUA de Sega Genesis). O mascote foi desenvolvido com a intenção de competir com o Mario e acabou se tornando, até hoje, uma das franquias de maior peso da SEGA.

https://youtu.be/CuTcBAkyNL4

Fonte: www.jbox.com.br

– No dia 5 de novembro, o Rolls Royce Silver Shadow 1974 de Freddie Mercury foi vendido em leilão, em Londres, na Sotheby’s

– O carro foi comprado há vários anos pela cantora pop ucraniana Verka Serdyuchka (Andriy Danilko). Serdyuchka, que é um grande fã do Queen, originalmente comprou o veículo para ajudar a estabelecer um museu do Queen na Ucrânia.

    Verka Serdyuchka

– A guerra na região, no entanto, mudou seus planos e ele decidiu leiloar o antigo meio de transporte de Freddie e doar todos os lucros para o Superhumans Center, um hospital especializado em próteses, cirurgia reconstrutiva, apoio psicológico e reabilitação para pessoas feridas durante o conflito na Ucrânia.

– O hospital abrirá suas portas no início da primavera de 2023 e servirá para ajudar heróis e civis ucranianos a restaurar suas vidas e saúde.

– O carro foi vendido por £ 286,250. Essa soma ajudará a treinar médicos e instalar os melhores cuidados com próteses disponíveis no Superhumans Center.

 

Fonte: www.queenonline.com

 

Somebody to Love

Data de lançamento: 12 de novembro de 1976

Melhor posição nas paradas: 2° lugar na parada britânica e 13° lugar na parada americana

Lado A: Somebody to Love

Lado B: White Man

– É o primeiro single do álbum A Day At The Races. 

– Somebody to Love é uma música composta por Freddie e foi inspirada na cantora americana Aretha Franklin a quem Freddie amava, como diz Brian:

Ele amava Aretha Franklin.

– É a primeira incursão da banda no gospel, com Brian, Roger e Freddie formando um coro gospel. A música fala sobre solidão, tristeza, isolamento e amor.

– Sobre o single, Roger Taylor diz:

Tem muito de Freddie nesta música. Nós tentamos manter a música solta, do tipo gospel. Acho que é a música mais solta que já fizemos.

 

– Freddie considerava a música melhor do que Bohemian Rhapsody:

Do meu ponto de vista, ‘Bohemian Rhapsody’: OK, grande sucesso. Mas eu acho que uma música como ‘Somebody To Love’ é, na minha opinião uma composição melhor, uma música melhor.

– O vídeo da música foi filmado no Wessex Sound Studios, e foi dirigido por Bruce Gowers, que Já havia trabalhado com a banda em Bohemian Rhapsody e You´re My Best Friend.

 

– No vídeo, a banda foi filmada tocando e gravando os vocais, todos os quatro cantando em um só microfone. Foram adicionadas fotos do concerto do Hyde Park ocorrido em 18 de setembro.

 

– No dia 20 de abril de 1992, no Tributo a Freddie Mercury, George Michael cantou uma versão de Somebody To Love, que fez muito sucesso ao redor do mundo e levou a música ao topo das paradas.

 

Curiosidades:

– Anne Hathaway cantou esta música durante um número musical no filme Ella Enchanted (  Uma Garota Encantada) de 2004.

 

– Em outubro de 2009, um remake do elenco da comédia musical da Fox TV Glee cantou esta música no episódio The Rhodes Not Taken.

 

– A música foi usada em um comercial para o Honda Ridgeline que estreou durante o Super Bowl de 2016. No local, um bando de ovelhas cantam esta canção, tendo ouvido quando foram transportadas em uma Ridgeline com um sistema de áudio  que com certeza é bastante útil para ensinar canções para ovelhas.

 

Fontes:
Livros:
Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis

Songfacts

 

. Os dentes à mais de Freddie Mercury realmente ajudaram sua voz ?

▪️ Logo no começo da cinebiografia Bohemian Rhapsody, um jovem Freddie explica à Roger e Brian o motivo de ter o lábio superior projetado para frente : Nasci com quatro dentes a mais. Isso aumenta o alcance da minha voz .

▪️Apesar da cena ser fictícia, Freddie, de fato, creditava aos incisivos extras parte do sucesso de uma das vozes mais admiradas da história da música e que, geração após geração, provoca arrepios toda vez que uma canção do Queen é tocada.

▪️A largura da boca — maior para abrigar os dentes a mais — de fato  pode  ter ajudado a potencializar a voz de Freddie, explicam 3 especialistas, além do controle respiratório.

▪️Cientificamente não há como comprovar que sua arcada dentária peculiar era de fato responsável, mas podemos fazer uma analogia com o violão, no qual as cordas vibram e a caixa reverbera. O tamanho da caixa do violão está intimamente ligado ao som que ele produz.

▪️Observando os dentes de Freddie, o cirurgião dentista Rogério Pavan, que há mais de 20 anos estuda e trata a arcada dentária em seus pacientes, afirma que as pessoas que tem a formação do queixo mais para trás, a face mais curta e a parte superior da boca muito à frente da inferior, podem atingir notas mais altas e uma voz mais grave. O queixo para trás favorece essa voz mais grossa.

  Dr Rogério Pavan

▪️Entretanto, as contra indicações são – dificuldade ao respirar ao longo dos anos – falta de apetite – insônia – ansiedade – dores estomacais … alguns desses sintomas Freddie apresentava.

➡️Para mim o que ficou claro neste caso foi a capacidade que ele teve de aplicar na vida a famosa frase : Quando a vida te dá um limão, faça uma limonada .

▪️Ao invés de se deprimir ou deixar que esse suposto defeito destruísse sua autoestima, ele encontrou uma maneira de reverter em benefício próprio.

▪️Não é só a voz que faz um cantor, mas a personalidade artística. É isso que faz dele excepcional.

 

Fontes –
Dra. Claudia Assis – Ortodontista
Dra. Claudia Pacheco – Fonoaudióloga
Dr. Rogério Pavan – Ortodontista
Odontologia Integrada – Correio Braziliense

 

Bohemian Rhapsody é oficialmente o single mais vendido dos anos 70 no Reino Unido
Poderia honestamente ter sido qualquer outra coisa por qualquer outro ato?

1. Bohemian Rhapsody
Artista: Queen
Lançado: 1975
Pico oficial da parada de singles: número 1 (1975 e 1991)
Vendas totais no Reino Unido: 2,62 milhões

– Tendo estabelecido recentemente um recorde nas paradas oficiais no início deste ano, com Greatest Hits se tornando o primeiro álbum na história das paradas do Reino Unido a atingir 7 milhões de vendas, o Queen agora também pode reivindicar o single mais vendido da década de 1970 com Bohemian Rhapsody.

– Sua obra-prima, nada soou como Bohemian Rhapsody antes ou depois. O segundo single mais vendido na história das paradas oficiais, Bohemian Rhapsody teve a honra de se tornar o número 1 duas vezes; uma vez em seu lançamento original em 1975 por nove semanas, e depois mais uma vez em 1991 após a morte do efervescente frontman do Queen, Freddie Mercury.

(Fonte: Official Charts Company)

Clique aqui para ver o recurso completo e a lista.

 

Fonte: www.queenonline.com

A bem recebida série Queen the Greatest de 50 partes do Queen, que atraiu impressionantes 15,6 milhões de visualizações retorna com dois episódios especiais de The Miracle.

Fomos revigorados por termos dois anos de folga, e isso ajudou a fazer o álbum começar bem. John Deacon

 

Eu acho que somos muito nós e ele volta para o nosso início em muitos aspectos.Roger Taylor

Queen The Greatest – The Miracle Parte 1

– A bem recebida série do YouTube Queen The Greatest, de 50 partes, do Queen, teve impressionantes 15,6 milhões de visualizações em seu quase 1 ano de duração, março de 2021 – março de 2022 retorna para dois episódios especiais para marcar a iminente reedição do álbum The Miracle de 1989 da banda, que chega em um conjunto especial para colecionadores com 8 discos em 18 de novembro.

– O primeiro dos dois novos episódios do Especial The Miracle apareceu nesta sexta-feira, 11 de novembro.

– Ele é novamente criado pelo diretor de conteúdo regular da banda Simon Lupton, responsável pela série Queen The Greatest, bem como vários projetos visuais de banda e projetos solo.

– A parte 1 desta retrospectiva do décimo sexto e mais importante álbum da banda abre as cortinas sobre como o álbum se originou e com material de entrevista de arquivo de todos os quatro membros da banda e cenas dos bastidores, este primeiro episódio revela o que tornou este disco único do Queen, por que demorou dois anos para chegar e como isso mudaria a dinâmica da banda para sempre.

– Quando The Miracle chegou às prateleiras em maio de 1989, havia uma espera de dois anos e meio desde o último lançamento do Queen – agonia para os fãs, mas como John e Brian explicam, vital para a banda.

John Deacon: A espera de 1986, eu acho, realmente, foi depois que fizemos a turnê (Magic), estávamos todos absolutamente exaustos e, basicamente, não queríamos trabalhar juntos ou nos ver por um tempo.

E então, no final daquele segundo ano, meio que nos encontramos e Freddie sugeriu que tentássemos um pouco de tempo no estúdio.

Fomos renovados depois de dois anos de folga, e isso ajudou a dar um bom começo ao álbum.

 

Brian May: Estes são alguns dos nossos melhores momentos de estúdio. Nós tomamos a decisão de que todas as músicas que escrevemos serão creditadas a todos nós, então isso libera um pouco de energia positiva em nós.

 

Jim Beach: Eles se tornaram cada vez mais próximos, sem qualquer dúvida, e o compartilhamento de créditos de escrita foi um grande avanço.

– Essa união recém-descoberta ecoou no inovador design da capa do álbum criado por Richard Gray, com as quatro faces da banda transformadas em uma única imagem, e enquanto os fãs corriam para comprá-lo, garantindo assim o status Platinum dentro de uma semana de lançamento, ficou claro que a espera valeu a pena.

– A nova maneira coletiva de trabalhar da banda produziu uma série de singles de sucesso com videoclipes icônicos – começando com a poderosa ‘I Want It All,  seguida por Breakthru, Invisible Man, Scandal e a faixa-título, ‘ The Miracle.

– Para Freddie, a última faixa resumia perfeitamente a proximidade renovada que a banda havia encontrado no estúdio.

Freddie Mercury: Essa é uma das músicas em que todos contribuímos. É o mais próximo que já estivemos, em termos de realmente escrevermos juntos, e isso é bem verdade. Nós quatro realmente colocamos tudo nisso; alguém entrava com uma linha e dizia ‘oh, isso é terrível’ e a mudava, e então, na verdade, de certa forma eu odeio isso porque tenho que continuar cantando as letras diferentes todos os dias, até que meio que concordemos o último. Eu diria liricamente, The Miracle é uma divisão de quatro vias definitiva.

– O álbum alcançou enorme sucesso global, mais notavelmente revigorando o apoio nos EUA, que muitos atribuíram a Brian, Roger, Freddie e John produzindo um disco que estava repleto de energia, vigor e inventividade do clássico Queen.

Roger Taylor: Acho que seria muito bobo se tentássemos, digamos, soar como Prince ou o que quer que esteja acontecendo na época. Temos que manter nossas armas e realmente fazer um álbum do tipo que sentimos que as pessoas queriam de nós. Então, não, não está na moda, na verdade, e não é fortemente influenciado por fontes externas, acho que é muito nós e remonta aos nossos primórdios de várias maneiras.

 

Freddie Mercury: Nós decidimos que só voltaríamos a ficar juntos se realmente quiséssemos, e parecia os primeiros dias para nós, e é por isso que ficamos muito animados e dissemos ‘Ah sim! Isso vai ser ótimo’, e saiu um monte de faixas. Na verdade, acho que lembro que tivemos que escolher entre algo como 30 faixas para chegar a essas últimas 10.

Queen The Greatest  Especial The Miracle Part 2 chega em 25 de novembro.

 

Fonte: www.queenonline.com

BACK CHAT

(3ª música do 10° álbum)

 

– Quando John começa a compor o tema Back Chat, as tensões estão em brasa no seio da banda.

– As discussões são intermináveis e frequentes, sobretudo entre Brian e John. Roger geralmente está ausente, e Freddie sempre trata de ser o conciliador.

E sim, não havia muita guitarra. Brian não gostava muito disso e ia embora, e logo Deaky fazia o mesmo, relata Mack, que assume o papel de mediador e procura tranquilizar os músicos quando se dignavam a assistir as sessões de gravação.

 

– O produtor, que acompanhará o Queen até o álbum A Kind Of Magic (1986), acabaria declarando a propósito de Hot Space:

É mais fácil conceber e ter um filho que terminar este álbum.

 

– Depois do êxito internacional de Another One Bites The Dust, a admiração de Deacon pela música soul funk fica clara.

– John grava as partes dos sintetizadores e as guitarras rítmicas, e deixa a Brian muito pouco espaço para expressar-se:

Ele não necessitava de um solo de guitarra […] Discutimos sobre isso, já que Deacon não estava disposto a renunciar ao que havia feito para este tema, à semelhança da bem conhecida intransigência dos músicos de soul. Porém isto não correspondia com nossa maneira de trabalhar. Procurei chegar a um acordo para me deixar injetar um pouco de rock na sua música. Uma noite sugeri que ele me deixasse ver o que eu poderia acrescentar e ele concordou. Então eu tentei algumas coisas, – recorda Brian May .

– Roger Taylor mergulhou em Back Chat com suas experimentações sonoras. Em 1:40 ele interpreta um solo de percussões com um instrumento que revolucionaria o trabalho dos bateristas: a bateria eletrônica Simmons.

John Deacon, sempre disposto a interpretar uma rítmica funk que domina com perfeição. Adepto da Fender Stratocaster, ele usa seu som preciso e incisivo em suas composições.

 

Vídeo oficial de Back Chat

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Jazz

Data de lançamento: 10 de novembro de 1978

Lado 1:

  1. Mustapha
  2. Fat Bottomed Girls
  3. Jealousy
  4. Bicycle Race
  5. If You Can’t Beat Them
  6. Let Me Entertain You

 

Lado 2:

  1. Dead On Time
  2. In Only Seven Days
  3. Dreamers Ball
  4. Fun It
  5. Leaving Home Ain’t Easy
  6. Don’t Stop Me Now
  7. More Of That Jazz

 

Melhor posição nas paradas: 2° lugar na parada britânica e 6° lugar na parada americana.

 

– O ano de 1978 foi o ano de transição para o rock, pois a música disco e a new wave estavam no topo das paradas de sucesso.

– Mas o Queen estava indiferente às tendências musicais e não queria repetir a fórmula do álbum anterior News of The world, mas ao mesmo tempo a banda não tinha uma direção específica para o próximo álbum. Para tentar clarear a situação, a banda convocou Roy Thomas Baker para coproduzir o próximo álbum.

– A banda foi aconselhada a fixar uma residência temporária fora da Inglaterra para fugir dos altos impostos. Portanto, Jazz, o sétimo álbum da banda foi o primeiro a ser gravado fora da Inglaterra.

– As sessões de gravação começaram na cidade de Nice na França, no Superbear Studios. No final de julho, as sessões de gravação mudaram para os Estúdios Mountain em Montreux, que a banda mais tarde comprou.

– Apesar do título do álbum muito pouco de jazz há nele. A música Dreamer´s Ball, composta por Brian, foi inspirada pela grande quantidade de músicos de jazz do Festival de Jazz de Montreaux, é a que mais perto chega de uma música de jazz.

– A música Bicycle Race foi escrita por Freddie após ele presenciar a passagem da Tour de France (uma competição anual de ciclismo de estrada realizada na França, disputada em etapas) por seu hotel.

– Além de Dreamer´s Ball, a banda se mantém firme em seu rock (Fat Bottomed Girls, If You Can’t Beat Them, Let Me Entertain You, Dead On Time e Don’t Stop Me Now) e balada (Jealousy, In Only Seven Days, e Leaving Home Ain’t Easy), funk (Fun It), uma superprodução típica do Queen (Bicycle Race), hard rock laborioso (More Of That Jazz) e indeterminado (Mustapha).

– A capa do álbum foi inspirada em círculos concêntricos vistos por Roger enquanto visitava o Muro de Berlim na primavera de 1978.

– O primeiro single, Fat Bottomed Girls / Bicycle Race (o primeiro single A-side duplo da banda desde Killer Queen / Flick Of The Wrist em 1974), foi o alvo de uma campanha de marketing, em que sessenta e cinco mulheres nuas estavam em bicicletas alugadas na Halford’s Cycles e enviadas para corridas ao redor do Estádio de Wimbledon.

– O vídeo da sessão de fotos do dia foi mais tarde usado para o filme promocional que acompanha Bicycle Race, embora tenha sido um pôster incluído nos primeiros lançamentos do álbum que causou mais polêmica: proibido nos EUA, a segunda impressão incluía um formulário de pedido para que o pôster fosse enviado.

– O segundo single do álbum, Don’t Stop Me Now, foi mais bem-sucedido, alcançando a posição 9 no Reino Unido (em oposição à posição 11 do primeiro single), enquanto as paradas nos Estados Unidos foram mais decepcionantes: Fat Bottomed Girls / Bicycle Race alcançou a posição 24, enquanto Don’t Stop Me Now mal alcançou o Top 100, alcançando a posição 86.

– O terceiro single, Jealousy, não apareceu em nenhuma parada. O álbum foi lançado em CD em 1991, com duas faixas bônus: remixes dance (o que mais?) De Fat Bottomed Girls e Bicycle Race.

 

Músicas do álbum

 

Fontes:

Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis

www.queenpedia.com

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

 

A primeira troca vocal de Freddie

▪️Troca vocal é a chamada improvisada para a multidão, que mais tarde veio à definir quase todos os shows lendários do Queen.

▪️A improvisação icônica do público nasceu da vontade de Freddie de envolver e entreter a multidão. Ele sabia que fazer com que cada show fosse único para o público sempre os conquistaria.

▪️O primeiro exemplo conhecido foi em 01 de Dezembro de 1978, em Montreal, onde Freddie faz a troca vocal com o público durante Now I’m Here.

▪️Embora seja apenas breve esta noite, ao longo dos próximos anos seria amplamente expandido.

▪️Tornou-se uma marca registrada de suas performances mais importantes.

▪️Tanto quanto ” Ay-Oh! ” tornou-se uma maneira de se relacionar com o público, era tanto sobre a personalidade exuberante de Freddie ser capaz de encantar tantas pessoas ao mesmo tempo.

▪️As multidões continuaram à crescer ao longo dos anos 70 e 80, mas Freddie ainda conseguiu fazer com que cada pessoa assistindo a Banda se sentisse envolvida.

▪️Ao longo da Queen Magic Tour em 86, que foi a última turnê da Banda junto com todos os quatro membros originais, ” Ay-Oh! ” tornou-se um momento que a multidão esperava e realmente correspondeu.

▪️Infelizmente, Knebworth foi a última vez que uma multidão experimentaria a chamada e resposta clássica de Freddie.

▪️Com Freddie não havia rotina, coreografia e quase nenhuma barreira. O público era sempre tratado como amigo. Era apenas uma diversão amigável, ao invés de alguém tentando orquestrar momentos que fariam todos se sentirem tolos e manipulados.

▪️Queen era tudo sobre os fãs e encorajava a participação do público de maneiras criativas.

– ” Essa é a parte do meu papel, eu tenho que conquistá-los, caso contrário não é um show de sucesso. É meu trabalho garantir que eu os conquiste e faça com que sintam que se divertiram.”
(Freddie Mercury)

 

▪️Aqui, neste vídeo de Montreal em 78, à partir dos 42:30 minutos, você pode ouvir a primeira chamada/resposta que se tem conhecimento.

 

▪️Fontes –
Queen Live Ca
Queen Online

O Queen anunciou recentemente o lançamento da edição de colecionador do álbum The Miracle para o dia 18 de novembro.

O Box transborda com raridades, outtakes, instrumentais, entrevistas e vídeos, incluindo a última entrevista que John deu no set do vídeo para o single Breakthru. O conjunto ricamente embalado também inclui um livro de 76 páginas com fotos inéditas, cartas manuscritas originais do fã-clube da banda, críticas da imprensa da época e extensas notas de encarte com lembranças de Freddie, John, Roger e Brian tanto no making of do álbum quanto em alguns de seus vídeos mais icônicos.

Amplamente reconhecido como o álbum mais forte do Queen nos anos 80 – e um de seus mais inspirados – o lançamento de The Miracle, em 1989, foi um sucesso global. O disco alcançou o 1º lugar no Reino Unido e em vários mercados europeus importantes, até mesmo restabelecendo a banda nos Estados Unidos, onde recebeu Disco de Ouro.

Fontes: www.queenonline.com e www.rockbizz.com.br

Para comemorar os 70 anos do Official Singles Chart (Parada Oficial de Singles) do Reino Unido, a Official Charts Company se uniu à BBC Radio 1, BBC Radio 2 e BBC Sounds para revelar as músicas mais ouvidas de cada ano, de 1952 a 2022.

A Radio 2 marcará o aniversário transmitindo cada uma das músicas mais ouvidas de 1960 a 1999 durante seus shows Sounds Of The 60s, 70s, 80s e 90s no sábado 12 e domingo 13 de novembro. Um programa único na BBC Sounds, Most Streamed Songs of the 50s, apresentado por Ricky Wilson, mostrará as músicas de 1952-1959.

O Queen tem três músicas na lista As Canções Mais Transmitidas do Reino Unido dos Últimos 70 Anos que acaba de ser anunciada pela Official Charts e BBC Radio 1 e 2.

1975 Bohemian Rhapsody

1979 Don’t Stop Me Now by Queen

1980 Another One Bites The Dust

 

Veja aqui a lista:

Músicas oficiais mais transmitidas: 1952-1959 

1952      Singin’ In The Rain – Gene Kelly

1953      Thats Amore – Dean Martin

1954      I’ve Got A Woman – Ray Charles

1955      Tutti Frutti – Little Richard

1956      I Walk The Line – Johnny Cash

1957      Jailhouse Rock – Elvis Presley

1958      Johnny B Goode – Chuck Berry

1959      Put Your Head On My Shoulder – Paul Anka

 

Músicas oficiais mais transmitidas: 1960-1969

1960      At Last – Etta James

1961      Stand By Me – Ben E King

1962      Cry To Me – Solomon Burke

1963      Be My Baby – Ronettes

1964      My Girl – Temptations

1965      I Can’t Help Myself – Four Tops

1966      Paint It Black – Rolling Stones

1967      Ain’t No Mountain High Enough – Marvin Gaye & Tammi Terrell

1968      (Sittin’ On The) Dock Of The Bay – Otis Redding

1969      Here Comes The Sun – Beatles

 

Músicas oficiais mais transmitidas: 1970-1979 

1970      Your Song – Elton John

1971      Take Me Home Country Roads – John Denver

1972      Tiny Dancer – Elton John

1973      Jolene – Dolly Parton

1974      Sweet Home Alabama – Lynyrd Skynyrd

1975      Bohemian Rhapsody – Queen

1976      Go Your Own Way – Fleetwood Mac

1977      Dreams – Fleetwood Mac

1978      September – Earth Wind & Fire

1979      Don’t Stop Me Now – Queen

Músicas oficiais mais transmitidas: 1980-1989

1980      Another One Bites The Dust – Queen

1981      Don’t Stop Believin’ – Journey

1982      Africa – Toto

1983      Sweet Dreams (Are Made Of This) – Eurythmics

1984      Wake Me Up Before You Go Go – Wham

1985      Summer Of ’69 – Bryan Adams

1986      Livin’ On A Prayer – Bon Jovi

1987      I Wanna Dance With Somebody – Whitney Houston

1988      Everywhere – Fleetwood Mac

1989      We Didn’t Start The Fire – Billy Joel

 

Músicas oficiais mais transmitidas: 1990-1999

1990      Thunderstruck – AC/DC

1991      Smells Like Teen Spirit – Nirvana

1992      Creep – Radiohead

1993      What Is Love – Haddaway

1994      Juicy – The Notorious B.I.G

1995      Wonderwall – Oasis

1996      No Diggity – Blackstreet Ft. Dr Dre

1997      Bitter Sweet Symphony – Verve

1998      Iris – Goo Goo Dolls

1999      No Scrubs – TLC

 

Músicas oficiais mais transmitidas: 2000-2010 

2000      Dancing In The Moonlight – Toploader

2001      How You Remind Me – Nickelback

2002      Lose Yourself – Eminem

2003      Mr Brightside – The Killers

2004      Let Me Love You – Mario

2005      I Bet You Look Good On The Dancefloor – Arctic Monkeys

2006      Naïve – The Kooks

2007      Fluorescent Adolescent – Arctic Monkeys

2008      I’m Yours – Jason Mraz

2009      Party In The USA – Miley Cyrus

2010      Love The Way You Lie – Eminem Ft. Rihanna

 

Músicas oficiais mais transmitidas: 2011-2022

2011      Someone Like You – Adele

2012      Let Her Go – Passenger

2013      Riptide – Vance Joy

2014      Thinking Out Loud – Ed Sheeran

2015      Cheap Thrills – Sia

2016      Say You Won’t Let Go – James Arthur

2017      Shape Of You – Ed Sheeran

2018      Someone You Loved – Lewis Capaldi

2019      Dance Monkey – Tones & I

2020      Head & Heart – Joel Corry Ft. MNEK

2021      Bad Habits – Ed Sheeran

2022      As It Was – Harry Styles

 

Fontes: www.queenonline.com e www.officialcharts.com

 

DANCER

(2ª música do 10° álbum)

 

Já não formávamos um grupo.  Tínhamos agendas diferentes. Eu passava por um período muito difícil, com muitos momentos sombrios, diria Brian May.

– Não obstante, Brian realiza uma composição moderna e assina Dancer, com estrofes sensuais à vontade e estribilhos muito chamativos.

– A parte forte da canção é, sem dúvida, o solo de guitarra, que ruge em cada espaço que deixa a voz de Mercury.

– A intervenção da guitarra, com a ajuda de bends melosos, reforça a sensualidade do tema. É outro método do guitarrista para derreter corações… e corpos.

– Por último, temos que destacar que o estribilho recorda White Man, composto por May para o álbum A Day At The Races em 1976.

Dancer, um tema subestimado, é uma das joias de Hot Space.

? Brian, preparado para pressionar o botão play da caixa de ritmos Linn LM-1, o quinto componente em Hot Space.

 

Vídeo oficial de Dancer

 

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Sheer Heart Attack

Data de lançamento: 8 de novembro de 1974

Músicas do álbum:

Lado 1

1. Brighton Rock
2. Killer Queen
3. Tenement Funster – (2:48)
4. Flick Of the Wrist – (3:19)
5. Lily Of The Valley – (1:49)
6. Now I’m Here – (4:10)

 

Lado 2:

1. In The Lap Of The Gods
2. Stone Cold Crazy
3. Dear Friends
3. Misfire 
3. Bring Back That Leroy Brown
4. She Makes Me (Stormtropper in Stilettoes)
5. In The Lap Of The Gods… Revisited

 

Melhor posição nas paradas: 2° lugar na parada britânica e 12° lugar na parada americana.

 

– Depois de uma noite de seis noites no Uris Theatre em maio de 1974, Brian May começou a sentir uma nova e estranha sensação que nunca sentira antes. Esses sintomas foram os primeiros sinais da hepatite, causada por uma agulha contaminada quando a banda precisou se vacinar antes dos shows na Austrália no início do ano.

– Com o guitarrista doente, todos os planos de sua primeira turnê nos Estados Unidos apoiando Mott the Hoople fracassaram. A banda então voou de volta para casa e decidiu como seria seu futuro enquanto Brian se recuperava.

– Enquanto Brian se recuperava no hospital, Freddie, Roger e John trabalhavam em novas músicas para o novo álbum, não planejado.

– As sessões começaram em julho de 1974 no Trident Studios, com a banda reduzida a um trio. Nestas sessões saíram 13 canções: seis músicas foram escritas por Feddie, quatro foram escritas por Brian.

– John e Roger escreveram uma cada um, e Stone Cold Crazy foi creditado como uma composição dos quatro, embora tenha começado como uma canção Wreckage, escrita por Freddie.

– Após se recuperar da hepatite, Brian foi acometido por uma úlcera duodenal, o que o fez ficar de fora de boa parte das sessões, com a sua parte sendo introduzida depois.

– Neste álbum, a banda se permitiu experimentar coisas novas, deixando para trás os temas conceituais do antecessor (Queen II).

– Além do hard rock, o grupo também explorou glam rock (Tenement Funster), heavy metal antigo (Stone Cold Crazy), music hall (Bring Back That Leroy Brown), arena rock (In The Lap Of The Gods … Revisited) e chiclete pop (Killer Queen, Misfire).

– Duas baladas imponentes, Lily Of The Valley de Freddie e Dear Friends de Brian, também estiveram presentes, como é esperado em qualquer álbum do Queen.

– Mais instrumentos também foram introduzidos, John tocou quase todas as guitarras em sua própria composição, a maioria das acústicas guitarras em outras canções e contrabaixo em Bring Back That Leroy Brown;

– Brian dedilhou um ukulele-banjo em Bring Back That Leroy Brown e também tocou um piano em Now I’m Here e Dear Friends; Freddie tocou órgão Hammond em Now I’m Here e jangle piano em Killer Queen e Bring Back That Leroy Brown.

– Mick Rock foi responsável pela foto icônica do álbum.

– A produção do álbum ficou a cargo de Roy Thomas Baker e do engenheiro de som Mike Stone

– O álbum foi lançado para um público desavisado em novembro de 1974, logo após o single Killer Queen / Flick Of The Wrist, que tinha se saído muito bem nas paradas do Reino Unido, alcançando a segunda posição e permanecendo no Top 20 por anos.

– Mais surpreendentemente, o single ficou nas paradas dos EUA, tornando-se a primeira entrada nas paradas da banda, alcançando a 12ª posição e abrindo caminho para novos sucessos, embora os Estados Unidos tenham sido ignorados para o single seguinte.

– Em 2011, a Universal Records relançou o álbum com algumas faixas bônus: ‘Now I’m Here’ (versão ao vivo, Hammersmith Odeon, dezembro de 1975), ‘Flick Of The Wrist’ (versão da BBC, outubro de 1974), ‘Tenement Funster’ (versão da BBC, outubro de 1974), ‘Bring Back That Leroy Brown’ (um mix a cappella), ‘In The Lap Of The Gods … Revisited’ (ao vivo versão, Estádio de Wembley, julho de 1986)

 

Fontes:

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis

www.queenpedia.com

 

– Todos nós já ouvimos a história de como Freddie gostava de Prince – como ele assistia e forçava os outros à assistir à um vídeo de show específico do Prince repetidamente. Freddie gostava da audácia e ousadia que ele podia mostrar ao se apresentar no palco.

         

– Como não podemos imaginar por que alguém teria que ser forçado à assistir Prince ! Já ouviram Purple Rain de 1984 e I Wanna Be Your Lover, de 1974, não é mesmo?

– Além disso, a admiração era mútua.

        

– Então comenta-se que Prince escreveu  3 Chains O ‘Gold  em 1994, como um tributo à Freddie e Bohemian Rhapsody. O fato de ter sido lançada logo após Wayne’s World pode ser mais uma indicação. Alguns fãs concordam, outros não.

– Os boatos dizem que, no início, as letras deveriam ser sobre Freddie, mas Prince mudou depois. No entanto, você pode ouvir a influência ao ouvir a música.

         

– Além da parte musical, quando Prince entrou em cena pela primeira vez em 1978/1979, pensamos que ele canalizou o estilo do traje de Freddie, antes de adotar o visual eduardiano pelo qual ele se tornaria famoso depois. Prince também se expressava por meio de suas canções.

                

– 2 showmen – cada um talentoso à sua maneira.

 

3 Chains O ‘Gold

 

Fonte – Go On
Prince.org

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