Let me In Your Heart Again
– É um single do Queen, escrito por Brian May e lançado no Álbum Queen Forever em 2014 com novos arranjos, e foi remixada por William Orbit usando os vocais originais de Freddie.
– A canção foi originalmente gravada durante as sessões do Álbum The Works, no segundo semestre de 1983, mas nunca foi incluída na lista de faixas final.
– Os fãs finalmente conseguiram ouvir a versão Queen da balada quando ela foi incluída em seu LP Queen Forever 2014 com partes de guitarra recém-gravadas e novos backing vocals de Brian e Roger.
– A canção foi lançada com o objetivo de arrecadar fundos para uma campanha da Coca-Cola para a Global Fund como forma de combater a AIDS, tuberculose e malária.
– Brian disse em 2014 –
Já se passaram 23 anos desde que o mundo perdeu nosso amado Freddie Mercury. Fizemos um progresso extraordinário na luta contra a AIDS naquela época. Mas não podemos simplesmente descansar no fato de que o tratamento está disponível. Devemos garantir que ele seja fornecido . Roger e eu estamos orgulhosos de emprestar esta música redescoberta para a campanha RED, na esperança de que a voz poderosa de Freddie possa inspirar o mundo mais uma vez. 
– O LP Queen Forever também inclui as faixas de Freddie – Love Kills e There Must Be More To Life Than This, esta última uma colaboração com Michael Jackson.

– Versão da Coca Cola.

– Versão de 2014.

Os vocais de Freddie chegam à ser insanos, dedicação à música, à melodia, uma interpretação digna de uma lenda.

Na madrugada de quinta (dia 20/10) para sexta (21/10), as 4 horas da manhã (horário de Brasília) aconteceu o lançamento mundial da música Face It Alone

Novo vídeo impressionante de Face It Alone dá uma poderosa dimensão visual à grande canção perdida do Queen.

A intenção era criar, apesar de como as letras poderiam ser interpretadas, um vídeo otimista que celebrasse o fato de que o período durante o qual essa música foi gravada foi um dos mais prolíficos e coesos da história da banda.

Três décadas desde que a canção foi gravada nas sessões de 1988 para The Miracle, o impressionante novo vídeo de Simon Lupton para Face It Alone dá uma poderosa dimensão visual ao grande hino perdido do Queen.

Originalmente lançada em 13 de outubro, Face It Alone é a primeira nova música do Queen a apresentar os vocais do falecido Freddie Mercury em oito anos, descrita por Brian May como linda e tocante.

Agora, como criador de conteúdo confiável do Queen, Lupton captura toda a magia e desafio da canção em um vídeo dramático que toca em temas de solidão, bravura e o poder redentor da amizade.

O significado da canção foi interpretado que quando algo catastrófico ocorre em sua vida, seu instinto é se cercar do que é mais querido e mais importante para você. Mergulhar em seu trabalho, e cercar-se com seus colegas de banda, deu a Freddie esse controle. É claro que, no final, você tem que enfrentá-lo sozinho – mas as pessoas ao seu redor podem ajudar como você encara isso, ele explica.

De animação e efeitos de caleidoscópio à recriação dos amados Estúdios Mountain da banda em Montreux, juntamente com imagens evocativas dos vídeos de canções que estavam criando na época de The Miracle, o novo vídeo Face It Alone é o complemento perfeito para a balada recém-descoberta que Roger Taylor chama de uma pequena joia.

#FaceItAlone

Fonte: www.queenonline.com

VULTAN’S  THEME  (ATTACK  OF  THE  HAWK  MEN)

(12ª música do 9º álbum)

 

– Em Vultan’s Theme (Attack of the Hawk Men), encontramos o truque típico de filmes de super-heróis, frequentemente copiado dos filmes de ação da década de 1980.

– A composição, com o selo de Freddie, captura o ataque à nave imperial por parte dos homens falcões, liderados por Vultan, personagem interpretado pelo ator britânico Brian Blessed.

 

? Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de Vultan’s Theme (Attack of the Hawk Men)

 

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de  Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Steve Vai sobre o Queen e Brian May –

Brian é um gigante gentil e atencioso …

– Steve Vai é um guitarrista, compositor e produtor musical estadunidense. Em Outubro de 2012, a Revista Guitar World abriu uma votação entre seus leitores para relacionar os 50 guitarristas mais rápidos da história …… Steve ficou na 4a posição …..

Estudei o Queen ….. O Queen teve um impacto tremendo na minha vida, foi uma das primeiras Bandas que vi, e quando você encontra música quando é adolescente – quando está passando por essas mudanças, quando está começando a desenvolver sua própria independência, sua própria perspectiva, os hormônios estão fazendo efeito – você começa a sentir pressão contra as pessoas que estão tentando fazer com que você seja de uma certa maneira, e você pode ficar muito intenso.

– Eu tive várias coisas que aconteceram comigo que poderiam ser consideradas um tanto traumáticas, e você procura por algo que lhe dê uma oportunidade de escapar que seja bom. Quando eu ouvi o Queen e toda aquela boa música dos anos 70 … conquistou um lugar especial que nunca vai embora.

E para minha sorte, eles eram músicos absolutamente brilhantes. Não há nada disso, nem remotamente parecido. Foi como uma mudança de paradigma, e o que Brian estava fazendo, e a forma como as estrelas se juntaram com ele e a Banda. E toda a visão geral de Brian do som e das partes de guitarra, simplesmente não havia nada igual.

– Vou mandar fazer um pôster dessas fotos e pendurá-las no meu quarto, então, toda vez que eu ver, o jovem de 14 anos em mim verá que os sonhos podem se tornar realidade …..

Eu toco a sua guitarra, se você tocar a minha !

– Não tenho como quantificar a qualidade de vida que esse homem ( Brian ) me deu e tantas outras. Não consigo nem imaginar como minha vida teria sido se não fosse por suas contribuições históricas. E só poderia desejar que alguns de vocês tivessem a oportunidade de conhecê-lo algum dia e experimentar o gigante gentil e atencioso que Brian é …….

– Sempre que estou com ele, tenho a sensação de um lugar quente e seguro. E toda vez que ele põe as mãos na guitarra, o som que sai me inspira e humilha, mesmo que seja apenas uma nota. É bastante inacreditável …..

– Esse lugar seguro e quente também está em cada nota que ele toca. Não posso ser mais grato ao Universo pelo presente de Brian May estar neste mundo.

 

Steve Vai

Junho 2019 no V Starmus Festival Zurique

Tributo à Stephen Hawking

 

– Who Wants To Live Forever

 

 

Fonte – loundersound.com

 

Jana Carolina é uma pensionista austríaca, tem 71 anos e um problema cardíaco grave.

Ela mora na cidade de Kamegg distante  mil quilômetros de Montreux na Suíça, onde está a estátua de Freddie Mercury.

Ela é uma fã apaixonada de Mercury. O quarto dela está cheio de pôsteres de Freddie. Agora Carolina realizou um sonho especial.

 

 

Em um belo dia, no final de setembro, ela pegou suas economias (4 mil euros) e pegou um taxi da Áustria para a Suíça para ver a estátua de seu ídolo.

 

Eu realmente queria ver a estátua de Freddie Mercury em Montreux, Suíça. O aniversário dele foi em 5 de setembro. Mas como eu chegaria lá? Com o trem é difícil, com o avião não era possível, então achei que seria bom com um táxi, mas isso certamente não seria barato. Mas esse era o meu desejo na vida, eu pensei e fiz isso, se eu morrer depois eu não me importo. 

 

Ele era tão bonito
Mesmo durante a cirurgia cardíaca em 2017, eu pensei:

Eu tenho que perseverar, porque eu realmente quero ver e tocar a estátua de Freddie.’ É um personagem maravilhoso como ele está lá, eu o amo. Meu quarto inteiro parece um museu, CDs e fotos etc. Eu o adoro muito.

Ela levou presentes, um gato de pedra (ele era um fã de gato), vela etc. e ficou totalmente emocionada no local.

As pessoas em todo o mundo não se esqueceram dele. Tanta gente estava lá”, diz ela, radiante. “As pessoas cantavam suas músicas. Foi tão lindo.

 

O quarto dela está cheio de pôsteres do Freddie. Quando ela sai de casa, só usa roupas com imagens de Freddie.

Fonte: /www.msn.com/de-ch  e www.meinbezirk.at

 

Via queenrocks.ru no Instagram

 

 


Na madrugada de quinta para sexta -feira, no horário das 4 da manhã ???(horário de Brasília), ocorrerá o lançamento mundial do vídeo da música ‘Face It Alone’, lançada mundialmente na última quinta-feira, dia 13 de outubro.
E aí pessoal, vamos acordar mais cedo para prestigiar nossa banda querida? ??
O Queen merece nosso esforço!
Clique no vídeo e ative o sininho para ser notificado quando a estreia começar.

 

Fonte: www.queenonline.com

FLASH  TO  THE  RESCUE

(11ª música do 9º álbum)

– Composto a partir de Flash’s Theme e seus famosos truques de piano, Flash To The Rescue se limita a adicionar algumas notas de sintetizador e alguns diálogos do filme.

 

 

? Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de Flash to the Rescue

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de  Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Face It Alone, a canção de 1988 que o Queen lançou , é a ponta do iceberg de um arquivo ainda por esgotar. Ao longo dos anos, algumas raridades foram sendo reveladas de forma não oficial.

Conheça inéditos como Affairs ou Silver Salmon (do Smile) e as versões embrionárias das canções com a voz de Freddie Mercury que a reedição de novembro vai revelar.

O Queen lançou uma música inédita com Freddie Mercury gravado em 1988. Face It Alone fará parte de uma edição especial do álbum The Miracle, de 1989, com edição agendada para 18 de novembro.

A mesma edição deluxe do penúltimo álbum do Queen lançado no tempo de vida do vocalista Freddie Mercury contará com mais dois temas até hoje não editados: Dog With a Bone e I Guess We’re Falling Out, também provenientes das mesmas sessões de gravação.

Não é segredo, porém, que nos arquivos do Queen constam ainda algumas raridades com Mercury ainda por lançar. Algumas são meros exercícios inacabados, noutros casos há margem para que, tal como sucedeu em Face It Alone, as técnicas de engenharia de som contemporâneas (e os acréscimos de Brian May e Roger Taylor) permitam transformar o que era domínio numa canção de pleno direito.

Ao longo dos anos, o YouTube tornou-se repositório de algumas dessas pérolas escondidas, motivando longo debate entre fãs. Abrimos o baú:

Affairs (1989)

 

A New Life Is Born (1988)

https://youtu.be/k_jYCZjIGLU

 

 

Back To Storm (1984, 1985 ou 1986)

 

Grand Dame (1989)

 

 

Robbery (1990)

https://youtu.be/5KuDm-odU0o

 

Sandbox (1979)

 

Self Made Man (1990)

https://youtu.be/k_jYCZjIGLU

 

I Guess We’re Falling Out (1988; é um dos inéditos da reedição de The Miracle)

My Secret Fantasy (1990)

Dog With a Bone (1988; é um dos inéditos da reedição de The Miracle)

 

Fonte: Expresso.pt

Teo Torriatte

( Let Us Cling Together ).

(手 を とりあっ て, Te o Toriatte)

– Depois do Álbum A Night At The Opera, e se tornando populares em todos os outros lugares, o Queen decidiu dar um pequeno obrigado em forma de música aos fãs japoneses, que os amavam tanto. Prova dessa teoria seria que Teo Torriate foi lançado como single no Japão.

– Lá, o Queen foi chamado de ク イ ー ン ( Rainha ). Você pode ver Brian May usando uma camiseta escrita Queen em japonês em um vídeo tutorial de guitarra.

 

               

 

– Trata-se de uma entre três canções do Queen cantada em uma língua que não o inglês ( futuramente viriam espanhol, árabe e persa ).

– Ao contrário do que muitos acreditam, não é uma música dedicada à alguém chamado Teo, mas sim a transcrição fonética da expressão japonesa vamos dar as mãos (手 を と り 合 っ て ) ou de mãos dadas.

– Embora tenha sido composta por Brian May, parece que Freddie insistiu em incluir uma parte da letra da música em japonês.

– É uma bela canção, não muito conhecida do grande público, exceto o japonês, pois ela possui versos no idioma da Terra do Sol Nascente. O single foi lançado em 25 de Março de 1977, três meses após o lançamento do Álbum à qual faz parte – A Day At The Races. Para o lado B do single, foi escolhida a bela Good Old-Fashioned Loverboy.

– Assim disse Brian May em uma entrevista

Eu escrevi a música Teo Torriatte (Let Us Cling Together) sobre esse forte vínculo que nós, como Queen, sentíamos com o povo japonês.

– A tradução das palavras do inglês para o japonês, ficaram a cargo da intérprete Chika Kujiraoka, uma amiga de Brian que eles conheceram durante uma de suas turnês no Japão. Mais uma vez o grupo se aventurou a cantar em uma língua estrangeira e se saiu muito bem, pois a música alcançou fácil o topo das paradas japonesas.

    Chika Kujiraoka

 

Metáforas na letra –

– As falas quando eu tiver partido não são sobre morte, mas sobre deixar o Japão, e o verso vamos nos agarrar é sobre como manter o bom relacionamento entre a Banda e seus fãs. O verso ouça minha música é sobre relembrar boas memórias e mantê-las perto de seus corações, e o verso eles vão dizer que somos todos tolos é um pedido para que seus fãs não sejam influenciados por críticas negativas.

– A propósito ….. Em 2.011 essa música foi incluída no Álbum Songs for Japan para ajudar nos esforços de resgate e reconstrução devido ao terremoto e tsunami de 2.011 na região de Tōhoku ( norte do Japão ).

 

Ouça essa delicadeza de canção aqui

 

Songs for Japan

 

 

Fonte –

genius.com

japon-secreto.com

 

 

Teo Torriatte –

Vamos continuar juntos enquanto os anos se passam ..

Oh, meu amor, meu amor

Na calada da noite ..

Deixe nossas velas sempre acesas

Nunca nos deixe esquecer as lições que aprendemos. …

O agradecimento do Queen à recepção de um povo tão caloroso …..

 

Face It Alone – Número 1 em 21 países

… e se você está perguntando, os No.1 no iTunes estavam em:

Áustria, Bélgica, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Letônia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Espanha, Sri Lanka, Suécia, Suíça e Reino Unido.

MAIS! Foi Top 10 no Chile, Chipre, Israel, Itália, México, Turquia, Estados Unidos, Canadá, Peru, Austrália, Irlanda, Argentina, África do Sul, Brasil, Grécia, Eslováquia, Colômbia e Paraguai

A faixa redescoberta do Queen com Freddie Mercury Face It Alone foi lançada como single digital na última quinta-feira, 13 de outubro, e está disponível em vinil de 7″ a partir de 18 de novembro.

Ouça / Pré-encomenda Agora: https://Queen.lnk.to/FaceItAlone

Fonte: www.queenonline.com

ESCAPE FROM THE SWAMP
(10ª música do 9º álbum)

– Quando Roger Taylor grava seus rufares de bateria em Escape From The Swamp, mal sabia ele que sua ideia seria adotada em todos os filmes de ação das décadas de 2000 e 2010.

– Estes rufares, hoje em dia imprescindíveis nos programas de televisão com tensão (concursos de talentos, de canto ou de qualquer outro tipo), se encontram a partir desse momento sintetizados e disponíveis nos programas de música assistidos por computador como os Action Strikes, propostos pelo pacote de aplicações Komplete da Native Instruments.

– Em 1980, Roger prefere usar suas mãos, suas marretas e seus tímpanos Ludwig Ringer para obter um resultado mais natural do que os produtos da época.

 Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de Escape from the Swamp

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Queen The Miracle Collector’s Edition

Listagem de conteúdo

VINIL LP: The Miracle

Corte de LP original perdido há muito perdido

The Miracle como nunca ouviu antes. Originado de uma fita mestra de março de 1989, reintegra Too Much Love Will Kill You como foi originalmente planejado, na posição exata no Lado Um alocado em 1989, aninhado entre I Want It All e The Invisible Man. A capa do LP atualizada apresenta o álbum com uma capa gatefold pela primeira vez em sua história.

CD 1: The Miracle

O álbum como originalmente lançado em CD, remasterizado por Bob Ludwig em 2011 a partir das mixas master originais de primeira geração.

CD 2: The Miracle Sessions

Uma janela fascinante para o processo criativo da banda com tomadas originais muito procuradas, demos e versões iniciais, incluindo o novo single Face It Alone, entre seis faixas inéditas, duas das quais apresentam vocais de Brian May.

Apresentado aqui pela primeira vez: When Love Breaks Up, You Know You Belong To Me, I Guess We’re Falling Out, Dog With a Bone, Water, and Face It Alone.

Assim como revelador – e certamente será valorizado pelo hardcore do Queen – são as trocas faladas entre os quatro membros do Townhouse, Olympic e Mountain Studios, dando aos ouvintes uma imagem única de sua amizade e dinâmica de trabalho.

CD 3: ALTERNATIVE MIRACLE

Recria a continuação proposta para o álbum, Alternative Miracle. Originalmente considerada na época, esta compilação de faixas extras de The Miracle, B-sides, versões estendidas e versões individuais foi cancelada devido a um cronograma de lançamento pesado.

CD 4: MIRACU-MENTALS 

Instrumentais e backing vocals das dez músicas que compõem The Miracle.

CD 5, AS ENTREVISTAS DE RÁDIO THE MIRACLE

A banda discute, em suas próprias palavras, o processo criativo por trás do álbum. A primeira entrevista, Queen for an Hour, foi transmitida pela BBC Radio 1 em 29 de maio de 1989. O apresentador Mike Read fala com a banda para o que seria a entrevista final do grupo. Nesta entrevista, Freddie sugere pela primeira vez que seus dias de turnê acabaram.

A segunda entrevista apresenta Roger Taylor e Brian May conversando com o apresentador Bob Coburn e atendendo chamadas telefônicas ao vivo no popular programa de rádio americano Rockline

BLU-RAY / DVD: The Miracle Videos

The Miracle Videos inclui os cinco vídeos promocionais de música e conteúdo bônus em ambos os formatos Blu-ray e DVD.

I want it all

Breakthru

The Invisible Man

Scandal

The Miracle

 

Mais:

As Entrevistas The Miracle

Entrevistas com Roger, Brian e John no set do filme Breakthru em junho de 1989, por Gavin Taylor.

John Deacon não deu mais entrevistas desde aquele dia.

The Making of the Miracle Videos:

Este recurso contém imagens dos bastidores dos vídeos I Want It All, Scandal, The Miracle e Breakthru.

The Making of the Miracle Album Cover:

O designer gráfico do Queen, Richard Gray, fala sobre e demonstra como ele fez a capa do álbum The Miracle.

 

The Miracle

EDIÇÃO DE COLECIONADOR – 2022

Produtores Executivos: Brian May e Roger Taylor

Todas as faixas escritas por Queen

Exceto: Too Much Love Will Kill You (May, Musker, Lamers),

My Melancholy Blues (Mercury) e You Know You Belong To Me (May)

Conteúdo supervisionado por Justin Shirley-Smith, Kris Fredriksson e Greg Brooks.

Compilação e restauração de áudio Kris Fredriksson

Projeto gerenciado por Emma Donoghue

Em uma leitura sempre fascinante e às vezes divertida, o livro de arte hardback The Miracle Collector’s Edition também olha para trás em duas páginas sobre como os críticos da época responderam a The Miracle em seu lançamento original.

 

Queen The Miracle por Maura Sutton. Revista Raw. Maio de 1989

The Miracle vê o Queen mais uma vez redefinindo o Rock ‘N’ Roll em seus próprios termos, ignorando estoicamente aqueles muito limitados ou estúpidos para chegar ao ponto.

O vocalista Freddie Mercury sempre atraiu a maior quantidade de críticas muito ocupadas rastejando até seus próprios traseiros para reconhecer os espiritismos auto-depreciativos do homem, ou para reconhecer o fato de que ele é um dos maiores vocalistas de Rock de todos os tempos. Exemplos? Cada faixa, eu receio. Breakthru e Scandal provam que ele ainda pode alcançar as notas de topo com facilidade, enquanto Rain Must Fall e My Baby Does Me o apresentam cantando e cantando com intensidade comovente. Lindo.

Nenhuma canção individual credita desta vez, então é difícil avaliar as contribuições de composição do baterista Roger Taylor ou do baixista John Deacon, mas aposto que Deacon teve mais do que uma mão nos momentos mais funkeiros de Khashoggi’s Ship. Enquanto isso, The Invisible Man soa claramente tayloresco, com suas passagens rítmicas e baixos.

Os arranjos são bastante extraordinários, resultado da capacidade da banda de se aventurar em qualquer gênero musical que eles muito bem agradam, sem dúvida alimentado por excursões individuais de membros em campos tão diversos quanto Ópera e Metal. Tanto a faixa título quanto mais perto de ‘Was It All Worth It’ apresentam o tipo de engenhosas reviravoltas orquestrais que têm permanecido a marca registrada da banda desde os dias de The March Of The Black Queen (‘Queen II’ – 1974) quando Ninguém tocou sintetizador.

Eu poderia continuar, mas o espaço não permite

Vamos apenas dizer que o Queen sempre será o coração culto do Rock ‘N’ Roll… e é tão bom tê-los de volta.

 

QUEEN I Want It All (Parlophone) – Neil Perry. Sons. 6 de maio de 1989

Eles podem ser uma instituição de longa data, mas o Queen ainda sabe como enfrentar os jovens roqueiros malcriados de hoje quando o desejo os leva. Em um retorno tipicamente extravagante à forma, o Queen colocou seus sapatos disco de lado por um tempo e voltou para sua própria marca gloriosa de power metal.

Não há outro som tão quente e doce quanto a guitarra de Brian May, e aqui ele luta com o velho e engraçado Freddie em modo camp e grind, enquanto I Want It All constrói um clímax de enchimento de estádio. Rock teatral com coragem.

 

Paul Elliott. Sounds. May 27, 1989

THE MIRACLE é um bom, antiquado e adorável álbum do Queen. É uma extensão de tela ampla que vai do funk borbulhante ao rock tomp, passando pelo tipo de melodramas épicos e excêntricos que engrossaram os primeiros álbuns.

‘The Miracle’ é um entretenimento fantástico  Queen.

 

 

Fonte: www.queenonline.com

33 anos depois, Queen lança Box do clássico álbum de 1989.

Box Set com 8 discos: Vinil LP/5CDs/DVD/Blu-ray, que será lançado em 18 de novembro.

Pré-venda disponível em: https://Queen.lnk.to/TheMiracle

O Box Inclui The Miracle Sessions, contendo mais de uma hora de gravações de estúdio inéditas, incluindo seis músicas inéditas – além de áudio íntimo da banda no trabalho no estúdio.

Amplamente reconhecido como o álbum mais forte do Queen nos anos 80 e um dos mais inspirados, o The Miracle lançado em 1989 foi um sucesso global alcançando o primeiro lugar no Reino Unido e vários mercados europeus, até mesmo restabelecendo a banda nos EUA, onde recebeu um álbum de ouro. Brian May sempre citou a faixa-título como sua música favorita do Queen de todos os tempos.

As sessões extremamente prolíficas de The Miracle começaram em dezembro de 1987 e se estenderam até março de 1989. Foi um dos períodos mais importantes da história do Queen. Quinze meses antes, em 9 de agosto de 1986, a poderosa Turnê Europeia (Magic Tour) do Queen havia terminado em alta, diante de um público estimado de mais de 160.000 pessoas no Knebworth Park, na Grã-Bretanha. Quando a banda deixou o palco naquela noite – brindando ao show principal de sua maior turnê.

Até hoje – eles dificilmente poderiam ter previsto que Knebworth marcaria uma linha na história. Este seria o último show ao vivo do Queen com Freddie e o primeiro de uma cadeia de momentos cruciais que levariam a uma longa separação para a banda.

Levariam 15 meses e uma reestruturação radical da dinâmica interna da banda antes que o Queen se reagrupasse no Townhouse Studios de Londres em 3 de dezembro de 1987 , para começar a trabalhar em seu décimo terceiro álbum de estúdio. Pela primeira vez o Queen dividiria os créditos de composição igualmente, independentemente de quem concebeu cada música, um consenso de opinião que teria resultados férteis.

Dividir os créditos foi uma decisão muito importante para nós. Deixamos nossos egos fora da porta do estúdio, e trabalhamos juntos como uma banda de verdade – algo que nem sempre foi o caso. Eu gostaria que tivéssemos feito isso 15 anos antes, diz Brian.

 

Roger comentou:

As decisões são feitas por mérito artístico, então ‘Todo mundo escreveu tudo’ é a linha, ao invés de ego ou qualquer outra coisa no caminho. Parece que trabalhamos juntos melhor agora do que antes. Somos personagens de bastante altos e baixos. Temos gostos diferentes de muitas maneiras. Costumávamos ter muitas discussões no estúdio, mas desta vez decidimos compartilhar todas as composições, o que acho muito democrático e uma boa ideia.

Este show de unidade foi elegantemente transmitido pela capa do diretor de arte da banda Richard Gray para The Miracle , que mostra as quatro faces do Queen fundidas em uma.

A arte da capa representa a unidade do grupo na época: uma fusão perfeita de quatro pessoas se tornando uma. Também estávamos lidando com a deterioração da saúde de Freddie e nos unindo para apoiá-lo, disse May.

Enquanto Freddie não podia mais fazer turnês, o Queen continuou sendo uma banda de incrível desenvoltura criativa. Como John Deacon insinuou, eles canalizaram sua química ao vivo para o estúdio:

Nas primeiras semanas de gravação, fizemos muito material ao vivo, muitas músicas, algumas jams e ideias surgiram.

Party’ e o rock bruto ‘Khashoggi’s Ship’ evoluíram naturalmente, imediatamente disse Freddie.

Inspirada por algo que Anita Dobson diria, e mais tarde adotada para protestos anti-apartheid, a massiva I Want It All foi – embora escrita antes da banda entrar no estúdio – uma expressão contundente dos poderes de rock pesado do Queen.

Nós nunca conseguimos tocar essa música ao vivo com Freddie. Seria uma espécie de núcleo básico do show do Queen, tenho certeza, porque era muito participativo – projetado para o público cantar junto – muito hino, disse May.

Roger disse:

Muitas das faixas [Miracle] têm material de primeira tomada nelas; tentamos preservar esse frescor. Tentamos capturar todo o entusiasmo que tínhamos ao tocarmos juntos como uma banda.”

A escrita de Queen também refletia suas circunstâncias pessoais. O drama arrancado das manchetes de Scandal foi o golpe pessoal de May na intrusão da imprensa nos respectivos assuntos pessoais dos membros da banda. Elogiado por Deacon, a faixa de Freddie, Was It All Worth It,  foi interpretado em retrospecto como uma reflexão sobre a saúde do cantor.

Um outro ingrediente na mistura foi David Richards, que trabalhou com o Queen desde sua participação como engenheiro assistente em Live Killers . Depois de mais créditos em A Kind of Magic e Live Magic, Richards se aproximou para co-produzir The Miracle, elogiado por May por sua proeza técnica de garoto prodígio.

Os meses no estúdio deram origem a mais de 30 músicas, mais do que o Queen poderia precisar para um álbum. Dez faixas foram selecionadas para formar o lançamento, com outras mais tarde aparecendo como B-sides ou faixas solo, ou transportadas para os álbuns Innuendo e Made in Heaven . Cinco singles de sucesso apoiaram o álbum.

Diz Brian: Tínhamos todos esses pedaços de faixas, e alguns deles estavam pela metade, alguns deles eram apenas uma ideia, e alguns deles estavam quase finalizados, e meio que aconteceu por conta própria. Há algumas faixas que você sempre quer lançar e trabalhar, e assim elas são finalizadas, e há algumas faixas que você pensa: ‘Ah, isso é ótimo, mas eu realmente não sei o que fazer com isso neste momento. ‘, então eles naturalmente são deixados de lado.

A maioria dessas faixas de sessões restantes permaneceu intacta nos arquivos do Queen nos últimos 33 anos.

Enquanto isso, para o hardcore do Queen, um dos elementos mais esperados do novo box set é o CD The Miracle Sessions com takes originais, demos e takes brutos do álbum completo, além de seis faixas adicionais nunca antes ouvidas, incluindo duas com Brian nos vocais.

Tentador o suficiente para que este disco de mais de uma hora ofereça a primeira exibição oficial de músicas quase míticas como Dog With A Bone,  I Guess We’re Falling Out,  You Know You Belong To Me e a pungente Face It Alone,  lançado como single em outubro. Adicione a isso, o tesouro afundado que abrange desde takes originais e demos até cortes brutos que sinalizam o álbum The Miracle se tornaria.

Mas talvez as verdadeiras pedras preciosas do CD The Miracle Sessions sejam os segmentos falados que encerram as tomadas musicais. Enquanto a fita do estúdio continua rolando em Londres e Montreux, os quatro membros são pegos em sua forma mais sincera, dando aos ouvintes a estranha experiência de estar entre Freddie, Brian, John e Roger enquanto eles brincam, debatem, trocam piadas. e mostrar alegria e frustração ocasional.

Com a banda chegando ao estúdio com escasso material mapeado, essas sessões encontraram o Queen em sua forma mais inspirada e impulsiva, e essa atmosfera se reflete não apenas na música, mas nas trocas familiares que a pontuam. Como Freddie disse:

Acho que é o mais próximo que já estivemos em termos de realmente escrever juntos. Antes de todos nós desmaiarmos, posso apenas tentar isso?

Freddie Mercury (I Want It all)

Eu não quero fazer as partes extravagantes agora… eu vou fazê-las mais tarde.

Ouvidos pela primeira vez na história do Queen, os outtakes falados de The Miracle Sessions convidam os fãs ao chão do estúdio para experimentar a dinâmica sem verniz da banda, mais natural e reveladora do que qualquer entrevista de imprensa ‘oficial’. Essas trocas descuidadas – por vezes maliciosas, encorajadoras, espirituosas, até mesmo afetuosamente vesgas – capturam a banda como eles realmente eram durante o florescimento tardio de The Miracle, zumbindo com entusiasmo renovado em seu retorno ao estúdio e impulsionado por uma química rara que ainda jogou faíscas.

Outra novidade para o box set é a reintegração de Too Much Love Will Kill You. The Miracle foi originalmente planejado para ser um álbum de 11 faixas, mas Too Much Love foi removido no último minuto devido a problemas de publicação não resolvidos.

Mais tarde, a versão original do Queen surgiu em Made in Heaven em 1995, com o vocal principal de Freddie. Enquanto a versão em CD do álbum permanece fiel à familiar ordem de execução de dez músicas, o disco de vinil nesta edição de colecionador marca a primeira vez que ‘Too Much Love Will Kill You’ foi apresentado como parte do álbum, no exato posição no Side One foi alocado em 1989.

Em outras partes, The Miracle Collector’s Edition está repleto de raridades, outtakes, instrumentais, entrevistas e vídeos, incluindo a última entrevista que John deu, do set do vídeo do single ‘Breakthru’. A caixa ricamente embalada também inclui um livro de capa dura de 76 páginas com fotografias inéditas, cartas manuscritas originais do fã-clube da banda, resenhas da imprensa da época e extensas notas de encarte, com lembranças de Freddie, John, Roger e Brian em tanto o making of do álbum quanto alguns de seus vídeos mais icônicos.

Apresentando uma infinidade de insights fascinantes sobre um momento extremamente importante na história do Queen, este é o The Miracle que os fãs estavam esperando.

Continua…..

 

Fonte: www.queenonline.com

MISFIRE – O debut de John Deacon

 

– Primeira contribuição de John Deacon, Misfire faz parte do Álbum Sheer Heart Attack, de 74, e foi lançada em conjunto entre a EMI Records e a Elektra Records.

– A canção brinca com ritmos caribenhos e reggae, demonstrando o amplo espectro de diversidade musical do quarteto inglês.

– Uma música acústica com um ótimo conjunto de vocais de Freddie e um uso engenhoso dos tons agudos de Roger.

– É muito curta, e se funde com a próxima – Bring Back That Leroy Brown.

– Curiosamente, a Banda teve que realmente persuadir John à escrevê-la, devido às suas reservas iniciais em relação à sua habilidade de compor.

– Seus companheiros de Banda muitas vezes notaram em entrevistas como John era muito tímido e cauteloso em apresentar suas sugestões de músicas, não achando que elas eram boas o suficiente para serem consideradas.

– A Banda o persuadiu à sair de sua concha, e ele se tornou uma espécie de arma secreta para o grupo, escrevendo grandes sucessos, citando, por exemplo, You’re My Best Friend, Another One Bites The Dust e Spread Your Wings.

– John fez quase todas as guitarras em Misfire, de acordo com a capa, o que é um feito adorável. Mas ainda há um toque de Brian, lembrando que ele é o guitarrista da Banda.

– Misfire foi produzida por toda a Banda em conjunto com o produtor musical Roy Thomas Baker.

– E John escreve uma canção de amor, mas a preenche com algo extra para fazer Freddie rir.

– Misfire é cheia de metáforas, relacionando à uma música sobre diversão no quarto. Isso pode ser verificado simplesmente ouvindo as letras simbólicas, mas geralmente fáceis de decifrar ….

 

Sua arma está carregada e apontando em minha direção. Há apenas uma bala, então não demore.

Your gun is loaded and pointed my way. There’s only one bullet so don’t delay.

 

Tenho que cronometrar certo, demita-me durante a noite

Gotta time it right, Fire me through the night

…..

Aham …..

– Houveram rumores sobre uma demo inicial de Misfire, gravada durante as sessões de Sheer Heart Attack, entre Julho e Setembro de 1974, mas revelou ser uma demonstração instrumental falsificada.

– A demo rodava um pouco mais devagar que o normal, e esta versão perde o canal estéreo certo, para deixar alguns vocais de Freddie muito fracos.

– No entanto, ela mantém todos os refrões, mas com um pouco mais de truques, poderiam ter feito uma versão quase completamente instrumental, já que os vocais dos versos vêm pelo canal esquerdo e os vocais do refrão pelo direito.

 

Uma ilustração….

 

Versão original

 

Demo

 

Fontes –

Queenpedia

Ava Foxfort

Freddie Mercury será lembrado por muitas coisas. De sua voz e carisma a suas excentricidades, entre as quais está um carro particular. Um Rolls Royce (RR) Silver Shadow de 1974, que era o seu carro pessoal, e agora vai a leilão para caridade.

Adquirida para uso pessoal em 1979, este RR raramente era conduzido por Mercury que, apesar de ter uma licença para dirigir, sempre ter um motorista. Além disso, o Silver Shadow foi o protagonista de uma história em particular. Foi assim que Jim Beach, um dos gerentes do Queen, disse:

Freddie insistiu que assinássemos todos os contratos, todos juntos, na parte de trás do ‘Roller‘, porque este foi o primeiro Rolls que ele já teve.

Após a morte do líder do Queen em 1991, ele foi deixada nas mãos de sua irmã, Kashmira Cook, e agora será leiloado pela RM Sothebys, a fim de ajudar os Super-Humanos da Ucrânia, uma organização que está arrecadando fundos para a criação de um hospital na província ucraniana de Lviv.

O Rolls Royce Silver Shadow foi produzido entre 1965 e 1980. Foi o modelo mais fabricado pela RR e o primeiro da marca a usar carroceria autossustentável. Também se destacou por incorporar o sistema de suspensão hidropneumática com tecnologia da Citroën. A versão leiloada pertence à primeira série (em 1977 o Silver Shadow II foi lançado) e tem o famoso V8 da marca de 6,75 litros que entrega cerca de 190 cv.

 

Fonte: https://ar.motor1.com/

ARBORIA  (PLANET  OF  THE  TREE  MEN)

(9ª música do 9º álbum)

– Anedótica dentro do álbum, esta composição de John Deacon é marcada pelo uso inovador de uma função do Oberheim OB-X, estendendo a melhoria dos sintetizadores da década de 1980: uma modelagem do som de flauta.

 

? Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de Arboria (Planet of the Tree Men)

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de  Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Bicycle Race / Fat Bottomed Girls

Data de lançamento: 13 de outubro de 1978

Autor: Freddie Mercury

Single: Bicycle Race  (Freddie Mercury) / Fat Bottomed Girls (Brian May) (ambos lados A)

Álbum: Jazz de 10 de novembro de 1978

Melhor posição nas paradas: 11° lugar no Reino Unido e 24 ° lugar nos Estados Unidos.

O single é composto por dois lados A.

Bicycle Race

– Quando ouvimos Bicycle Race pela primeira vez, temos a impressão de que ela é uma música pop descartável e sem sentido, mas observando melhor, vemos uma faixa de apoio complexa, mudando o tempo da música tão facilmente como em Bohemian Rapsody e The Millionaire Waltz.

– Em julho de 1978, a banda estava em Montreux e a corrida Tour de France atravessou a cidade, contornando o lago Leman  sob o olhar de Freddie Mercury.

– O cantor decide então compor Bicycle Race, e sugere a Brian May que proponha sua própria versão do acontecimento, o que ele faria ao compor Fat Bottomed Girls.

 

Vídeo

– O vídeo oficial mescla imagens da banda ao longo dos anos com a corrida de bicicletas das garotas nuas no Estádio de Wimbledon em 17 de setembro de 1978.

– Durante anos, esse vídeo censurado foi o vídeo oficial, inclusive aparecendo no Greatest Flix em 1981. Mas no Greatest Vídeo Hits 1 de 2002 o vídeo original sem censura foi lançado.

– No vídeo original, que foi censurado,  sessenta e cinco mulheres, modelos de profissão, completamente nuas, são contratadas para dar voltas de bicicleta no circuito de Wimbledon Greyhound Stadium de Londres.

– Por conta deste uso inusitado das bicicletas, a loja Halford’s Cycles exigiu a substituição dos sessenta e cinco acentos.

– O relançamento do álbum Jazz, em 1991, veio com um remix estendido de 5 minutos.

Recentemente, a música recebeu um certificado de Platina pelos 1 milhão de downloads/transmissões de áudio e vídeo.

Veja aqui

 

Fat Bottomed Girls

– Pela primeira vez na história de banda, eles abordaram um assunto que tentavam evitar: sexo.

Sobre isso Brian falou em 1982:

Perdemos parte do nosso público com isso. Como você pode fazer isso? “Isso não combina com o seu lado espiritual. Minha resposta é que o lado físico é tanto uma parte de uma pessoa quanto o lado espiritual ou intelectual. É divertido, é divertido. Não pedirei desculpas.

– O sexo as vezes é tratado nas músicas de forma muito direta. A nossa não. Na nossa música o sexo é implícito ou é referido brincando, mas está sempre lá”.

-A música possui um refrão memorável com um leve toque country, e uma linha de guitarra estridente e a ruidosa bateria de Roger.

– Todos se divertiram nessa música, o que foi confirmado por Brian em uma entrevista à Mojo em 2008:

Eu escrevi com Freddie em mente, como você faz quando você tem um cantor que gosta de garotas bundudas… ou garotos. A reedição de Jazz de 1991 apresenta um remix sutil de Brian Malouf, com uma introdução diferente.

– A letra, divertida e como mínimo atrevida, narra a viagem inicial do jovem May frente ao gênero feminino:

I was just a skinny lad/Never knew no good from bad/
But I knew life before I left my nursery/Left alone with big fat Fanny/
She was such a naughty nanny/Heap big woman, you made a bad boy out of me

(Eu era apenas um garoto magrelo/Nunca soube distinguir o bem do mal/
Mas eu conheci a vida antes de deixar meu berçário/Deixado sozinho com a grande e gorda Fanny/
Ela era uma babá muito travessa/Uma mulher grande, fez de mim um bad boy).

 

– A música não conseguiu chegar ao Top 10 nas paradas do Reino Unido, sugerindo que o mundo não estava preparado para ela.

– Apesar disso, ela se tornou uma música favorita ao vivo entre 1978 e 1982, com uma versão barulhenta aparecendo no Queen on Fire: Live At The  Bowl de 2004.

– Em 1998, na turnê Another World, a música foi interpretada pela The Brian May Band e novamente no trabalho do Queen + Paul Rodgers e Queen + Adam Lambert.

 

 

Fontes:

– Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis

–  Queen All The Songs – The Story Behind Every Track – por Benoît Clerc

– Página Queen Fatos & Fotos no Facebook

O Queen lançou nesta manhã, horário de Brasília, Face It Alone, uma música inédita cantada por Freddie Mercury que ficou ‘perdida’ durante mais de 30 anos nos arquivos da banda e foi finalmente recuperada!

O single é de arrepiar! É uma balada triste, que parece não ter fim, com Freddie cantando sozinho, sem o tradicional coro da banda. Ela traz de volta a voz forte e comovente de Mercury, acompanhada de um teclado e uma guitarra que choram durante os quatro minutos da canção. É como uma despedida mesmo. Prepare o lencinho.

A gravação, chamada de ‘pequena joia’ pelo baterista Roger Taylor, foi cuidadosamente recuperada e está no canal do Queen no Youtube. (ouça abaixo) Ela diz: “In the end, in the end, you must face it alone” – No final, no final, você tem que enfrentar sozinho”, em tradução livre.

A música foi gravada durante as sessões do álbum The Miracle, lançado em 1989. Ela não foi aproveitada pelo Queen na época e agora se tornou uma verdadeira raridade.

“Encontramos uma pequena joia de Freddie, que meio que esquecemos”, disse Taylor à BBC Radio 2 (via Stereogum). “E foi. É maravilhoso. Na verdade, foi uma verdadeira descoberta”, comemorou o baterista da banda.

Difícil para recuperar

O guitarrista Brian May contou da dificuldade que tiveram para recuperar a gravação, que foi feita em partes e unida agora pela equipe de engenharia do Queen:

“Era meio que escondido à vista de todos”, disse ele. “Nós olhamos para ela muitas vezes e pensamos: ‘Oh, não, não podemos realmente resgatar isso’. E a equipe de engenharia disse: ‘OK, podemos fazer isso e isso.’ É como costurar pedaços… mas é lindo, é tocante”, contou Brian.

E eles conseguiram!

Suspense no lançamento de Face It Alone

Para promover a música, O Queen lançou com uma série de outdoors ao redor do mundo que dizem “Queen – Face It Alone” e incluem uma foto de Mercury e um QR code.

Os sinais apareceram pela primeira vez em Londres e desde então foram vistos no Canadá, México, Japão e outros países.

“Fãs do Queen! Você já viu a notícia? Fique de olhos abertos e compartilhe suas fotos de onde você viu nossos outdoors usando #FaceItAlone”, twittou o Queen na semana passada.

Fãs emocionados

E os comentários no canal do Queen no Youtube são os mais emocionados:

“¡¡Canción buenísima!! Me alegro de que por fin haya salido”, escreveu um fã.

“Momento histórico”, comentou outra.

“Es bellísima”, escreveu outro seguidor.

Bem, vamos acabar logo com esse suspense.

Se você é fã do Queen, prepare o lencinho! Assista ao vídeo de Face It Alone:

Fonte: www.sonoticiaboa.com.br

 

 

THE  KISS  (AURA  RESURRECTS  FLASH)

(8ª música do 9º álbum)

 

– Quando a princesa Aura, interpretada pela jovem atriz italiana Ornella Muti, experimenta ressuscitar Flash Gordon com um beijo, já soa a oportunamente  música denominada The Kiss (Aura Resurrects Flash).

– Composta por Freddie Mercury, é uma das mais bem sucedidas da trilha sonora original. Esta música é encontrada novamente na partitura de Howard Blake para Rocket Ship Flight, não usada no filme. Freddie e Howard trabalham juntos em The Kiss (Aura Resurrects Flash), um tema magnífico graças ao perfeito domínio das vocalizações do cantor.

– Poderia ter figurado no Top 10 das melhores melodias de filmes, junto ao tema principal de Once Upon a Time in America (Era Uma Vez na América, 1984) de Sergio Leone, ou On Earth As It Is In Heaven de The Mission (A Missão, 1986) de Roland Joffé, canções que levam o selo do compositor italiano Ennio Morricone.

– Porém não foi possível devido à falta de êxito do filme Flash Gordon e à sua imagem demasiadamente irônica.

 

? Screenshot do vídeo oficial.

 

Vídeo oficial de The Kiss (Aura Resurrects Flash)

 

 

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de  Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Killer Queen

Data de lançamento: 11 de outubro de 1974

Álbum: Sheer Heart Attack

Melhor posição nas paradas: 2° lugar na parada britânica; 12° lugar na parada americana

Lado A: Killer Queen (Freddie Mercury)

Lado A: Flick of the Wrist (Freddie Mercury)

 

Killer Queen

– No dia 11 de outubro de 1974, era lançado Killer Queen, o primeiro single do terceiro álbum da banda, chamado Sheer Heart Attack. Foi um single com dois lados A. A outra música de trabalho foi Flick Of The Wrist.

– Killer Queen combina letras espirituosas com uma melodia alegre e faz alusão à uma garota de programa de alta classe.

– Alcançou o segundo lugar no Reino Unido e o décimo segundo nos Estados Unidos, tornando-se um pilar na porção medley do show da banda, tocada em todos os shows entre 1974 e 1980, e apenas em algumas datas em 1981 antes de ser descartado para a turnê de 1982, mas trazido de volta em 1984 e 1985.

– A canção foi lançada como lado B nos singles Who Want To Live Forever e Heaven For Everyone em 1986 e 1995, respectivamente, e o título recentemente recebeu a honra de ser aplicado ao vilão em no musical We Will Rock You.

– Brian considerava a música muito comercial, e falou sobre isso em uma entrevista em 1993,

Quando lançamos ‘Killer Queen’, todos pensaram que era o mais comercial. Eu estava preocupado que as pessoas nos colocassem em uma categoria onde pensavam que estávamos fazendo algo leve. Sheer Heart Attack era, na minha opinião, bastante pesado e sujo, e ‘Killer Queen’ era a música mais leve e limpa, e eu estava preocupado em apagá-la. Mas quando ouvi no rádio, pensei: ‘É um disco bem feito e estou orgulhoso dele, então não importa muito’. Além disso, foi um hit, então foda-se. Um sucesso é um sucesso.

 

– Algum tempo depois ele comentou:

‘Killer Queen ’foi o ponto de viragem. Foi a música que melhor resumiu nosso tipo de música, e um grande sucesso, e nós precisávamos desesperadamente dela como uma marca de algo bem sucedido acontecendo para nós.

 

– Por outro lado, Freddie Mercury (autor da música) não a considerava digna de um single:

Estamos muito orgulhosos desse número. Isso me deixou muito orgulhoso. É apenas uma das faixas que escrevi para o álbum, para ser honesto. Não foi escrito como um single. Acabei de escrever um lote de músicas para o álbum Sheer Heart Attack e quando terminei de escrevê-lo, e quando o gravamos, descobrimos que era um single muito, muito forte. Realmente foi. Naquela época, era muito, muito diferente do Queen. Todos eles disseram: ‘Awwwwwww.’ Foi outro risco que corremos, você sabe. Cada risco que assumimos até agora valeu a pena, disse Freddie à Record Mirror em 1976.

Capa Francesa do single

 

A música recebeu 4 prêmios em 1975:

– Prêmio Record Mirror – segundo melhor single

– NME – melhor single

– Prêmio Leão de Ouro da Bélgica

– Um prêmio Ivor Novello, o de maior prestígio. Este foi o primeiro dos seis que a banda receberia ao longo dos anos.

– Sobre a composição da música, Freddie disse ao Melody Maker em dezembro de 1974:

Bem,‘ Killer Queen ’eu escrevi em uma noite. Não estou sendo presunçoso nem nada, mas simplesmente se encaixou. Certas músicas sim…. Mas com ‘Killer Queen’, rabisquei as palavras no escuro em um sábado à noite e na manhã seguinte juntei todos e trabalhei o dia todo no domingo e foi isso…. Foi ótimo.

Capa Alemâ do Single

 

– Durante as sessões de gravações, a banda já sabia que era uma música especial, e segundo Roger foram dadas atenção especial às tomadas e acompanhamento excessivos. Brian não estava participando das gravações porque estava se recuperando de uma hepatite descoberta na primeira turnê americana da banda. Sobre isso, ele comenta:

A primeira vez que ouvi Freddie tocando essa música, estava deitado no meu quarto no Rockfield [Studios], me sentindo muito mal. Depois da primeira turnê americana do Queen, eu tive hepatite, e então tive problemas de estômago muito graves e tive que ser operado. Então, eu me lembro de ficar ali deitado, ouvindo Freddie tocar essa música realmente ótima e me sentindo triste, porque pensei: ‘Não consigo nem sair da cama para participar disso. Talvez o grupo tenha que continuar sem mim. “Ninguém conseguia descobrir o que havia de errado comigo. Mas então eu fui para o hospital e melhorei, graças a Deus. E quando saí de novo, fomos capazes de acabar com ‘Killer Queen’. Eles deixaram um espaço para mim e eu fiz o solo. Eu tinha fortes sentimentos sobre uma das partes de harmonia do refrão, então tivemos outra chance nisso também.

 

Capa sueca do single

 

A música ganhou elogios da banda, e Brian disse ao Guitar For The Practicing Musician:

Não há nada confuso sobre‘ Killer Queen ’. Há uma quantidade fantástica de coisas acontecendo, mas nada atrapalha as outras coisas. Fiquei satisfeito que o solo acompanhasse isso. Tudo está claro como cristal. E quando as três vozes das guitarras estão todas fazendo suas próprias melodias, parece quase acidental que elas vão juntas. Fiquei satisfeito com o resultado.

 

Em uma entrevista à NME em 1974 Freddie disse sobre a música:

As pessoas estão acostumadas com hard rock, música energética do Queen, mas com este single, você quase espera que Noël Coward o cante. É um daqueles chapéus-coco com suspensórios pretos – não que Noël Coward usaria isso. É sobre uma garota de programa de alta classe. Estou tentando dizer que pessoas elegantes também podem ser prostitutas. É disso que trata a música, embora eu prefira que as pessoas coloquem sua própria interpretação para ler o que eles gostam.

 

Vídeo Oficial de Killer Queen

 

Flick Of The Wrist

– É uma música de autoria de Freddie onde ele joga as frustações pelo fato da banda ainda não ter recebido os benefícios financeiros, apesar do grande sucesso ao vivo e das vendas dos álbuns.

– Na música, Freddie assume a postura de um empresário inescrupuloso que manipula um artista ingênuo. É uma música mais acalorada que Death On Two Legs (Dedicated to ……, que expressou sentimentos semelhantes em relação à gestão do Queen. Flick Of The Wrist, mistura-se facilmente com Tenement Funster de Roger e apresenta uma excelente performance de conjunto, completada com um solo de guitarra torturado e uma bateria sem fôlego de Roger.

Flick Of The Wrist  não foi incluída em dos Greatest Hits e não possui vídeo promocional. Porém foi lançada na coleção The Singles Collection – Volume 1 em 2008

– Foi tocada ao vivo entre 1974 e 1976, com uma versão eletrizante aparecendo em Live At The Rainbow ’74.

 

Vídeo Oficial de Flick Of The Wrist

 

Flick of The Wrist – Live At The Rainbow – 1974

 

Fontes:

– Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis

–  Queen All The Songs – The Story Behind Every Track – por Benoît Clerc

 

 

Saiba mais sobre essas músicas acessando as matérias das nossas colaboradoras Helenita dos Santos Melo (Página Queen Fatos & Fotos | Facebook) e Sheila Pauka (Página Universo Queen | Facebook):

 

https://www.queennet.com.br/20/04/2022/noticias/curiosidades/killer-queen-por-helenita-dos-santos-melo/

https://www.queennet.com.br/06/04/2021/noticias/queen-news/queen-the-greatest-episodio-3-killer-queen/

https://www.queennet.com.br/22/09/2022/noticias/curiosidades/quadro-os-maiores-nao-hits-do-queen-flick-of-the-wrist-por-sheila-pauka/

https://www.queennet.com.br/25/04/2022/noticias/curiosidades/flick-of-the-wrist-por-helenita-dos-santos-melo/

 

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