Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Absolute Queen Tributo

📅06/07 – Clube Esportivo da Penha – São Paulo – São Paulo

📅11/07 – Wec Fia Endurance Championship – Autódromo de Interlagos – São Paulo – São Paulo

 

Bohemian Rock

📅10/07 – Agroporto – Porto Feliz – São Paulo

📅11/07 – TorresmoFest – Valparaíso de Goiás – Goiás

 

Elvis Balbo & Queen Legend

📅11/07 – Arena Tatuapé – São Paulo – São Paulo

 

Lurex

📅06/07 – Mês do Rock – Shopping do Avião – Contagem – Minas Gerais

📅06/07 – Arraial do Jererê – Jeremias Artes e Bar – Belo Horizonte – Minas Gerais

 

Queen Tribute Brazil

📅06/07 – Avai Moto rock – Praça Central – Avai – São Paulo

Vocalista: Mateus Brum

​​

 Special Queen

📅06/07 – Donna Gourmet – Guarulhos – São Paulo​

📅 11/07 – Moto Fest – Tupã – São Paulo

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Após 40 anos da apresentação, Brian May e Roger Taylor relembraram a decisão de subir no palco do festival

A apresentação da banda britânica Queen no megaconcerto beneficente Live Aid de 1985 entrou para a história, mas quase não aconteceu, segundo os integrantes Brian May, 77, e Roger Taylor, 75.

Em entrevista ao veículo britânico Radio Times, os dois relembraram que a banda — especialmente o vocalista Freddie Mercury — inicialmente não ficou muito empolgada com o convite feito por Bob Geldof, organizador do evento.

“Não estávamos em turnê nem tocando, e parecia uma ideia maluca, esse papo de colocar 50 bandas na mesma programação”, disse o guitarrista Brian May ao Radio Times em uma entrevista publicada nesta terça-feira (1).

“Achamos que seria um desastre. O Freddie, em particular, disse: ‘Não estou com a vibe certa pra isso’. Ele não era o líder da banda, mas se ele decidisse que não queria, não tinha quem o fizesse mudar de ideia. Então deixamos de lado.”

No entanto, Geldof voltou a procurá-los e, com a expectativa crescendo em torno do evento, o Queen decidiu participar.

“Eu disse ao Freddie: ‘Se a gente acordar no dia seguinte ao Live Aid e não tiver participado, vamos ficar bem tristes.’ E ele respondeu: ‘Ah, que se dane, vamos fazer’”, contou May.

Geldof informou à banda que eles teriam apenas 17 minutos no palco, o que tornou o planejamento do setlist um desafio.

O baterista Roger Taylor também contou que estavam nervosos. “Não participamos do single do Band Aid e nos sentíamos mais veteranos em comparação com muitos dos artistas mais jovens. Não era necessariamente o nosso público, porque fomos incluídos na última hora”, disse.

“E ainda era de dia, o que não gostamos, porque as luzes do palco perdem o efeito. E foi tudo tão improvisado que só restava torcer para que os elementos se encaixassem”, acrescentou Taylor. “Não diria que duvidávamos das nossas habilidades, mas havia… uma apreensão técnica.”

Mesmo com tudo isso, a banda fez uma de suas apresentações mais memoráveis. Freddie Mercury também protagonizou uma das imagens mais marcantes do Live Aid, quando comandou o público de 72 mil pessoas em Wembley a bater palmas em sincronia com “Radio Ga Ga”, com quase todos os braços erguidos no ar.

“Não era uma plateia do Queen”, lembrou May. “Subimos no palco sem saber se o público ia nos acompanhar.” “Eles nem pensaram. Simplesmente fizeram”, disse. “Parecia que cada mão estava no ar.”

Relembre o show do Queen no Live Aid

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

Anita Dobson, esposa do guitarrista, revelou a curiosidade e diz que ele é “acumulador”

Quem nunca teve seus hobbies, não é mesmo? Para fãs de rock e metal, o sonho é ter prateleiras cheias de discos, itens de sua banda favorita e muito mais.

Mas além da música, outros temas podem ser motivo de coleção, como filmes, esportes, etc. Esse é o caso de Brian May, lendário guitarrista do Queen que é um ávido fã e colecionador de Star Wars.

Anita Dobson, esposa do guitarrista revelou a informação durante presença no lançamento do novo espetáculo do Cirque du Soleil, em Londres (via Music News). Além da saga, May também possui itens de astronomia e de sua banda.

“Brian é um colecionador de brinquedos de Star Wars. E coisas de astronomia, coisas do Queen. Ele é um grande colecionador. Dobson também revelou que seu marido além de comprar para ele, também presenteia seus netos. (via NME).

Seu personagem favorito é Yoda, descrito por Anita como “o homenzinho verde”. Ela também acrescentou que o guitarrista “ama” colecionar produtos relacionados a “criaturas pré-históricas”.

A atriz também disse que sempre sente a necessidade de “fazer uma limpeza” e que doa grande parte de suas roupas a um hospício local, entretanto, nota que “tem muita coisa” em sua casa. “Do jeito que eu vejo, meu marido é um acumulador e eu sou uma semi-acumuladora”, brincou.

“Tento diminuir o acúmulo de coisas que chegam. Meu marido é muito inteligente, então qualquer coisinha que chega e você acha que é inútil ele diz: ‘Não, não se livre disso porque pode ser útil.’ E é”.

 

Fonte: www.wikimetal.com.br

 

Mesmo adoradas pelo público, essas músicas jamais foram número 1

Nem sempre o sucesso nas paradas reflete a importância de uma música na cultura pop. Prova disso é a lista elaborada por um site especializado que destaca 10 clássicos do rock que, apesar da aclamação e longevidade, nunca atingiram o 1º lugar nos rankings musicais.
As canções marcaram gerações, embalaram filmes, estádios e corações, mas jamais lideraram as paradas oficiais. Confira:

 Lista completa:

  1. “Purple Haze” – Jimi Hendrix (1967)
    A faixa psicodélica que revolucionou a guitarra elétrica e a sonoridade do rock.
  2. “Free Bird” – Lynyrd Skynyrd (1973)
    Com solo lendário, virou símbolo do southern rock e hino de despedidas.
  3. “Rock You Like a Hurricane” – Scorpions (1984)
    Sucesso global, mas que nunca chegou ao topo nos EUA ou Europa.
  4. “Comfortably Numb” – Pink Floyd (1979)
    Um dos solos mais emocionantes da história do rock progressivo.
  5. “Here Comes the Sun” – The Beatles (1969)
    Uma das mais ouvidas da banda, mas sem liderança nos charts da época.
  6. “You Shook Me All Night Long” – AC/DC (1980)
    Presença obrigatória em festas e shows, mas nunca foi número 1.
  7. “Stairway to Heaven” – Led Zeppelin (1971)
    Talvez o maior clássico do rock a nunca entrar no topo por decisão da própria banda, que não lançou a música como single.
  8. “Tiny Dancer” – Elton John (1971)
    Redescoberta em trilhas sonoras, a música ganhou o coração do público, mas não liderou as paradas.
  9. “Don’t Stop Me Now” – Queen (1978)
    Hoje uma das canções mais queridas do Queen, mas que não brilhou nas listas de sucesso na época.
  10. “Landslide” – Fleetwood Mac (1975)
    Com letra íntima e melodia suave, é considerada uma das mais belas da banda — e mesmo assim, sem pódio.

Fonte: https://atl.clicrbs.com.br

Jamais leve a sério um top 10 de bandas de rock da Inglaterra que não inclua em algum lugar o Queen — eternizado por sua inconfundível mistura de hard rock com música clássica. Rock ópera nunca foi tão literal!

Quando o Queen entrou em estúdio para gravar seu terceiro álbum, “Sheer Heart Attack” (1974) eles ainda estavam tentando emplacar. Sem dinheiro para alugar um estúdio por meses (como os Beatles) ou montar um estúdio em seu quarto de hotel (como os Stones), Freddie e companhia tinham que gravar onde desse, quando desse e em toque de caixa.

Dessa forma, quando Brian May pegou pneumonia no começo da produção, eles não puderam parar. O baterista Roger Taylor foi quebrando um galho na guitarra conforme a gravação prosseguia — algumas delas até ficaram na versão final.

Recuperado, o guitarrista titular chegou nos estágios finais, quando muita coisa já tinha sido definida. Coube a ele prestar sua mágica musical como uma cobertura, como um banho a ouro.

Um ótimo exemplo disso foi a faixa “Killer Queen”, o maior destaque do álbum. Conforme publicado pela Far Out Magazine em entrevista para a Vulture Brian May relembrou “Killer Queen” como a melhor música do Queen (em termos de guitarra):

“Eles já tinham gravado [na minha ausência] algumas harmonias de ‘Killer Queen’ e os vocais do refrão, mas achei que estava muito agressivo, e que não combinava muito com a música. O solo de ‘Killer Queen’ é em três partes. Acho que ninguém tinha tentado algo assim antes. São três linhas que não apenas caminham lado a lado em harmonia, como ainda funcionam como contraponto, se complementando.”

“‘Killer Queen’ para mim é um exemplo perfeito do meu estilo de tocar guitarra. Não é algo super empolgante, pesado ou explosivo, mas combina perfeitamente com a música. Eu amo essa canção como uma obra de arte. É como imaginar uma pintura barroca: cada coisa tem seu espaço e pode ser apreciado de forma clara, sem embolação.”

O Queen foi uma das bandas mais influentes e inconfundíveis de todos os tempos, fruto da tensão entre quatro indivíduos que pouco tinham a ver um com o outro. Musicalmente, entretanto, o match entre eles eram simplesmente perfeito:

Freddie Mercury com seu vocal potente, extenso e preciso, dono de um carisma capaz de cativar estádios lotados; o multi guitarrista Brian May, uma sinfonia ambulante, era quem mais gostava de rock pesado, e dominava a sobreposição instrumental como ninguém; o baixista John Deacon, um devoto de Paul McCartney era discreto como um fantasma, mas musicalmente sempre marcava presença com suas melodias dentro da melodia; e o baterista Roger Taylor, dono do maior ego e da voz mais aguda (dois feitos incríveis para alguém que tem na banda Freddie Mercury), combinando o peso e a solidez de John Bonham com a versatilidade e sutileza de Phil Collins.

Fonte: https://whiplash.net

A SWISS apresentou oficialmente seu primeiro Airbus A350-900 com uma pintura especial e inédita que transforma a aeronave em uma verdadeira galeria de arte voadora. Batizada de “SWISS Wanderlust”, a nova identidade visual foi revelada na fábrica da Airbus em Toulouse, na França, e presta uma homenagem criativa às paisagens, ícones culturais e tradições da Suíça.

Meses atrás a SWISS revelou este esquema de pintura utilizando um modelo do A350 no Flight Simulator 2024, mas era esperado que a aeronave fosse de fato pintada.

A pintura do A350-900 não é convencional: em vez de tinta, a SWISS utilizou 360 películas de alta precisão cortados a laser e aplicados manualmente em uma área total de 380 m² da fuselagem e dos motores. O processo, inédito para a Airbus, exigiu o uso de software 3D personalizado para mapear com exatidão cada elemento do design no corpo da aeronave, respeitando todas as normas de segurança, durabilidade e aerodinâmica.

Entre os diversos elementos que compõem o design estão pontos turísticos famosos, edifícios históricos, símbolos da natureza suíça e até personalidades como Freddie Mercury. A companhia aérea convida os passageiros e fãs da aviação a participar de uma experiência interativa no site swiss.com/treasurehunt, onde é possível explorar os detalhes da pintura em realidade aumentada e participar de uma caça ao tesouro com prêmios exclusivos — incluindo uma viagem a bordo do novo A350 na cabine SWISS Business Class.

Antes de chegar à Suíça no fim do verão europeu, o A350-900 passará por uma série de testes de sistemas, motores e voos de verificação final em Toulouse. As rotas inicias para esta aeronave em específico ainda não foram definidas pela SWISS.

 

Fonte: https://aeroin.net
Com dica de Roberto Mercury – Via Grupo de Whatsapp Queen Net

Show beneficente que reuniu ícones da música ganhará reexibição completa na rádio Greatest Hits

Para comemorar os 40 anos de um dos maiores eventos musicais da história, o Live Aid será retransmitido em uma programação especial pela Greatest Hits Radio, do Reino Unido.

No dia 13 de julho, que também é o Dia Mundial do Rock, a rádio exibirá um especial de 10 horas intitulado Live Aid Relived, trazendo as performances originais de artistas como Queen, David Bowie, Paul McCartney, The Who, entre outros.

A apresentação será conduzida por Simon Mayo, veterano da rádio britânica, que esteve presente como espectador no evento histórico, realizado em 1985 no estádio de Wembley, em Londres. Mayo comentou (via Billboard):

Eu estava lá como um pagante há 40 anos e mal posso esperar para reviver aquele dia extraordinário. Menos a parte de achar um lugar para estacionar em Wembley, é claro.

O especial também contará com depoimentos de artistas como Martin Kemp, do Spandau Ballet, e membros do elenco do musical Just For One Day, inspirado no Live Aid.

A transmissão será encerrada com o último episódio da série documental Live Aid: 40 Years On, que traz entrevistas com nomes centrais da organização do evento, como Bob Geldof, Midge Ure, Roger Taylor e Brian May, do Queen, e Harvey Goldsmith.

Show histórico do Queen

Entre os momentos mais aguardados está a reexibição do lendário set de 21 minutos do Queen, considerada uma das melhores performances ao vivo da história.

Liderada por Freddie Mercury com seu carisma avassalador, a performance se transformou em uma marco histórico na carreira da banda, e redefiniu o conceito do Rock ao vivo.

Live Aid

Transmitido originalmente para cerca de 1,9 bilhão de pessoas em 150 países, o Live Aid arrecadou mais de £114 milhões para o combate à fome na Etiópia. O evento aconteceu tanto no estádio de Wembley, quanto no estádio JFK, na Filadélfia, Estados Unidos.

Bob Geldof, um dos organizadores do evento, declarou:

Obrigado à Greatest Hits Radio por, com sorte, lembrar às pessoas que elas não são impotentes diante da monstruosidade humana. Não há momento melhor do que agora para compreender o que a música pode alcançar.

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Com dica de: Roberto Mercury – Via Grupo de Whatsapp Queen Net

 

 

Roger Taylor sempre teve papel central no Queen, não só como baterista, mas também como compositor e vocal de apoio em algumas faixas. Com um estilo mais direto e avesso a invenções mirabolantes, ele costumava ser cético em relação a ideias muito fora da curva – e uma dessas desconfianças quase barrou uma das músicas mais famosas da banda.

Em 1977, durante a produção do álbum “News of the World”, Brian May apareceu com uma proposta inusitada: uma música praticamente sem instrumentos, construída apenas com palmas, batidas de pé e vocais. Para Roger, aquilo era tudo menos rock. “Lembro que Roger tinha sérias dúvidas a respeito. E ele definitivamente não queria que fosse a primeira do álbum. Ele disse: ‘Nenhuma estação de rádio vai tocar isso! Não parece uma música de rock'”, contou May em conversa com a Guitar World (via Far Out).

A canção em questão era “We Will Rock You”. Na visão de May, o objetivo era fazer algo que o público pudesse participar, algo simples e direto, que gerasse envolvimento imediato. E foi isso que defendeu durante a discussão interna. “Normalmente eu não ganhava essas discussões, mas dessa vez ganhei”, disse. O resultado foi que a faixa não só entrou no álbum como foi escolhida para abrir o disco, logo seguida de “We Are the Champions”, criando uma dobradinha imbatível.

Taylor não estava totalmente errado: 70% da faixa não tinha acompanhamento musical e nem mesmo bateria. Mas foi justamente isso que a transformou em um hino, o tipo de música que qualquer pessoa pode acompanhar com palmas e pisadas. A voz de Freddie Mercury, com um toque bluesy, ajudava a amarrar a proposta minimalista com força e presença.

A ironia é que, mesmo nascendo de um impasse, “We Will Rock You” virou uma das músicas mais tocadas da história do rock. Sua estrutura simples se tornou padrão em eventos esportivos, comerciais e apresentações ao vivo. E mesmo Taylor, que no início achou que ninguém tocaria a música no rádio, passou a reconhecê-la como uma das marcas registradas da banda.

 

Fonte:: https://whiplash.net

A carreira de Axl Rose sempre chamou atenção não só pelas músicas do Guns N’ Roses, mas também por suas referências espalhadas em covers e participações especiais. Apesar de já ter sido considerado uma das vozes mais potentes do rock, ele mesmo costuma apontar outro nome quando fala em técnica e versatilidade.

Ao longo dos anos, Axl revelou diversos ídolos, mas existe um vocalista que ele coloca acima de todos. Um artista que não se prendeu a um estilo fixo e transitou entre rock pesado, baladas, pop, ópera e até funk, mudando de voz como poucos. Em uma lista feita para a Rolling Stone (via Far Out), Axl citou esse cantor como seu favorito de todos os tempos. Segundo ele, era alguém capaz de “abraçar tantos estilos diferentes com tanta naturalidade”.

Não é surpresa que ele estivesse falando de Freddie Mercury, líder do Queen. A escolha faz sentido: Freddie tinha uma elasticidade vocal rara, cantava faixas suaves como “Love of My Life” e, no mesmo show, partia para sons acelerados como “Stone Cold Crazy”. Essa habilidade inspirou Axl a testar seus próprios limites, mesmo dentro do hard rock.

Axl sempre destacou a forma como Freddie misturava presença de palco, técnica e emoção. Para ele, ver o Queen ao vivo era muito mais do que ouvir hits; era assistir a uma aula de como cantar cada música de um jeito único. Essa admiração ficou registrada no Freddie Mercury Tribute Concert, em 1992. Axl foi convidado a homenagear o ídolo e dividiu vocais com Elton John em “Bohemian Rhapsody”. O momento é lembrado até hoje como um dos mais marcantes daquele tributo histórico.

Para quem quiser notar a influência, basta reparar em como Axl alterna vozes dentro de músicas como “Paradise City” ou “Estranged”. Mesmo criticado em fases mais recentes, ele nunca escondeu de quem veio a maior parte de sua inspiração. Na dúvida, ele próprio responde: ninguém supera Mercury.

Fonte: https://whiplash.net

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📆21/06 – TorresmoFest – Brasília – Distrito Federal

📅27/06 – The Rocks – Franca – São Paulo

📅28/06 – Empório Choperia – Uberlândia – Minas Gerais

📅29/06 – TorresmoFest – Ourinhos – São Paulo

 

Classical Queen

📅28/06 – House of Legends – São Paulo – São Paulo

 

Lurex

📅21/06 – XI Mostra de Artesanato e Cultura – Resende Costa – Minas Gerais

Opera Queen

📅21/06 – Teatro Municipal de Uberlândia – Uberlândia – Minas Gerais

 

 

Queen Experience

📅26/06 – Teatro Municipal de Uberlândia – Uberlândia – Minas Gerais

 

Queen Music Tribute

📅23/06 –Festival Rango & Rock – Rio Claro – São Paulo

 

Queen Tribute Brazil

📅21/06 –terra Parque Resort – Pirapozinho – São Paulo

Vocalista: Fabricio Fonseca


 

Special Queen

📅21/06 – Santo Rock – Santo André – São Paulo​

📅22/06 – Indaiatuba Shopping – Indaiatuba – São Paulo​

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Stone Cold Crazy… thrash metal antes que o termo fosse inventado. Revista Q

 

Mais uma playlist disponível.

Desta vez, o Queen no estilo Heavy

Clique no link abaixo e divirta-se!

 

 

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I’m a racing car, passing by like Lady GodivaI’m gonna go, go, goThere’s no stopping me…

 

De acordo com uma nova pesquisa conduzida pela empresa de energia EDF, o single de 1979 do Queen do álbum Jazz é a faixa número 1 para os britânicos começarem o dia e irem para o trabalho.

 

Com 71% dizendo que ouvir suas músicas favoritas no caminho para o trabalho os coloca em uma mentalidade positiva e quase um terço (27%) acreditando que ajuda a reduzir os níveis de estresse antes de chegar às suas mesas.

 

As 10 melhores músicas para deslocamento são:

1. Don’t Stop Me Now, Queen
2. Beautiful Day, U2
3. Go Your Own Way, Fleetwood Mac
4. Mr. Brightside, The Killers
5. Livin’ On A Prayer, Bon Jovi
6. I Wanna Dance with Somebody, Whitney Houston
7. Adventure of a Lifetime, Coldplay
8. Don’t Look Back in Anger, Oasis
9. Gimme! Gimme! Gimme!, ABBA
10. We Found Love, Rihanna

 

 

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O Leilão White Label em auxílio ao The BRIT Trust retorna

– O único leilão conhecido do mundo de prensagens de teste white label ocorrerá em 7 de outubro de 2025.

– Centenas de lotes raros para ir a leilão, incluindo itens assinados por artistas e uma cópia de teste original de Bohemian Rhapsody do Queen de 1975, que este ano comemora seu 50º aniversário

O leilão de prensagens de teste raros e colecionáveis1 até o momento gerou mais de £ 160.000 para a instituição de caridade da indústria da música, The BRIT Trust, que trabalha para melhorar vidas por meio do poder da música e apoia centenas de causas em todo o Reino Unido que promovem educação e bem-estar, incluindo The BRIT School, Nordoff e Robbins, ELAM, Music Support, e Key4Life.

Os detalhes completos dos itens do leilão serão anunciados oportunamente, mas os organizadores podem revelar que um dos lotes de estrelas será uma rara prensagem de teste de 7 ” de marca branca do icônico single Bohemian Rhapsody do Queen.

A música inovadora, que, em dois períodos em 1975 e depois em 1991, passou um total de 14 semanas em primeiro lugar nas paradas oficiais de singles, tem I’m In Love with My Car em seu lado B.

Ele apareceu no aclamado quarto álbum de estúdio da banda, A Night At The Opera, e foi gravado no Rockfield Studios entre agosto e setembro de 1975 e depois lançado pela EMI Records em 31 de outubro daquele ano – então o leilão coincide com seu 50º aniversário.

Produzido por Queen e Roy Thomas Baker, que infelizmente faleceu em abril, o item foi gentilmente doado por David Munns OBE, que em 1975 estava encarregado do marketing da EMI e estava envolvido com a campanha do Queen.

O Leilão de Gravadoras está sendo organizado por seu fundador, Johnny Chandler, apoiado por Gennaro Castaldo, da associação de gravadoras BPI, e Julian Stockton, da JMSPR. Ele será novamente apresentado por memorabilia musical e especialistas em discos de vinil baseados em Newton-Le-Willows, Omega Auctions.

O evento é possível graças à generosidade de muitos artistas e gravadoras que todos os anos doam os itens do lote, incluindo a Universal Music UK, que lidera a contribuição para ele, a Sony Music UK e outras gravadoras / empresas, incluindo AWAL, BMG, Cherry Red Records e Warner Music UK, entre outros.

O fundador e organizador do White Label Auction, Johnny Chandler, disse:

Com apenas um punhado produzido antes de um lançamento para que artistas, gerentes e gravadoras possam verificar se o áudio está exatamente como deveria ser, essas prensagens de teste de marca branca podem ser altamente colecionáveis e, como as últimas cinco edições do leilão mostraram, há demanda por eles de colecionadores de todo o mundo. Como sempre, estou animado para este próximo leilão, até porque temos uma joia incrivelmente rara no single ‘Bohemian Rhapsody’ de 7″ para comemorar o 50º aniversário de seu lançamento. Mais uma vez, agradecemos antecipadamente a todos que tornam possível o leilão White Label, pois continuamos a apoiar o importante trabalho do The BRIT Trust.

 

Dan Muscatelli-Hampson, Gerente de Leilões da Omega Auctions, acrescentou:

O amor pelo vinil se estende desde os fãs casuais até os colecionadores mais fervorosos, e agora também estamos vendo uma nova geração de admiradores chegando, ajudando o mercado de gravações colecionáveis e memorabilia musical a permanecer flutuante. Este leilão é o único desse tipo no mundo, que a Omega Auctions tem o orgulho de sediar. Ele claramente tocou artistas e fãs, e convidamos colecionadores de todo o mundo a se juntarem novamente a nós para licitar esses itens raros.

 

Fonte: www.queenonline.com

Durante os anos 1980, o Rainbow viveu uma guinada de sonoridade que deixou parte do público tradicional incomodado. A transição do som épico e fantasioso dos tempos de Ronnie James Dio para faixas mais acessíveis ao rádio fez com que muita gente acusasse Ritchie Blackmore de “vender a alma”. Mas foi nesse momento mais criticado que o guitarrista do Queen, Brian May, enxergou algo especial.

A música em questão é “Since You Been Gone”, lançada em 1979, com vocais de Graham Bonnet (youtube). Simples, direta e dançante, ela trazia os mesmos quatro acordes que sustentam boa parte do pop rock desde os Beatles. Mas, segundo May, isso não a torna descartável. Pelo contrário: “É um ótimo disco pop, mas isso não tira o fato de que, na minha opinião, é um ótimo rock. Acho que é perfeita”, afirmou em conversa com a Planet Rock, com transcrição da Far Out.

Para ele, o que Blackmore fez ali foi capturar a essência do rock radiofônico sem abandonar a personalidade. “Você nunca sabia o que esperar quando ia ver o Deep Purple com o Blackmore, mas também o Rainbow”, comentou. “Aquilo era só dele, era selvagem e perigoso.” A observação de May reforça que, mesmo em sua fase mais pop, Blackmore ainda impunha presença com sua guitarra afiada, que cortava a mixagem com precisão cirúrgica.

O solo de “Since You Been Gone” é um bom exemplo disso: conciso, eficaz e sem exageros. Nada de escalas infinitas ou exibições virtuosísticas gratuitas, apenas o necessário para dar brilho à melodia. Para May, esse tipo de decisão mostra maturidade musical e respeito ao formato da canção, sem sacrificar o impacto.

Apesar da crítica de parte dos fãs mais radicais, a fase “mais pop” do Rainbow também cumpriu o papel de apresentar a banda a novos públicos. E se alguém duvidar do valor artístico disso, vale lembrar que o próprio Brian May — um guitarrista que sempre equilibrou peso e melodia — fez questão de destacar aquela canção como exemplo do que ele considera a combinação perfeita entre energia e apelo popular.

Fonte: https://whiplash.net

 

O guitarrista do Queen elencou uma canção menos óbvia do grupo como sendo a sua predileta: “Sempre achei que ela tinha uma magia estranha e única dentro dela”

Há uma canção do Queen que, mais que qualquer outra, o guitarrista Brian May se recusa a tocar ao vivo, apesar de ser a sua predileta.

Em conversa online com os fãs, o Queen – hoje compostos por Brian May e Roger Taylor, a que se junta o vocalista Adam Lambert – foram questionados acerca das suas canções preferidas da sua própria banda. Se Taylor optou por clássicos como ‘Bohemian Rhapsody’ ou ‘Under Pressure’, May escolheu ‘The Miracle’, tema de 1989 que dá título ao álbum com o mesmo nome, o penúltimo antes da morte de Freddie Mercury.

“Nem toda a gente a conhece”, disse. “Sempre achei que ela tinha uma magia estranha e única dentro dela. Especialmente porque o Freddie a compôs numa altura em que lhe era muito difícil ser otimista”. Em 1989, relatam as várias biografias do grupo e do seu vocalista, Mercury procurava um “milagre”, a cura ou um tratamento eficaz para a doença que consumia a sua saúde e energia, a sida. A canção, com composição atribuída ao grupo (mas desenvolvida sobretudo por Mercury e o baixista John Deacon), é um ‘hino’ de otimismo, elencando alguns dos ‘milagres’ da humanidade, como o Taj Mahal, o mito da Torre de Babel, e até Jimi Hendrix, um dos ‘heróis’ da banda.

‘The Miracle’, do mesmo álbum de ‘I Want It All’, foi lançada numa altura em que o Queen já tinham dado aquele que seria o último concerto da carreira do grupo com Freddie Mercury, em 1986, em Inglaterra. O videoclip ganharia alguma notoriedade, uma vez que os papéis de Freddie Mercury e companheiros seriam interpretados por várias crianças, juntando-se a banda ‘real’ mais adiante.

Fonte: https://expresso.pt/blitz

“Mother Mercury, look what they’ve done to me…”

 

 

Fonte: queenonline.com

Rodney Aldemar Fernández adaptou a letra de Bohemian Rhapsody para uma das línguas oficiais do Paraguai; confira como ficou.

Lançada em 1975, no álbum A Night at the Opera, a música Bohemian Rhapsody é um dos clássicos da banda britânica Queen. Cinco décadas depois, a canção ganhou versão em língua guarani, interpretada pelo paraguaio Rodney Aldemar Fernández.

Publicada no YouTube no mês de janeiro, a adaptação feita por Rodney teve impulso nas últimas semanas, ao circular também por outras plataformas. Há cortes do vídeo, por exemplo, distribuídos em grupos de WhatsApp e redes sociais.

A adaptação da letra em inglês para o guarani, em termos de significado e sonoridade, exigiu um trabalho complexo. O inglês integra a família linguística indo-europeia, enquanto o guarani vem da família ameríndia, com estruturas e características distintas.

Nascido em Caazapá, no interior do Paraguai, Rodney vive na cidade argentina de Buenos Aires, onde trabalha na construção civil. Conforme o artista, a difusão de seu trabalho em guarani na internet faz parte de um sonho cultivado pelo imigrante.

“É recém o começo de um sonho, que continua crescendo. Em breve, chegarão mais projetos e novas canções”, escreveu o cantor, em resposta ao elogio de um internauta.

No vídeo gravado em um estúdio em Buenos Aires, no qual canta Bohemian Rhapsody em guarani, Rodney está acompanhado pelo pianista Gustavo Corrado.

A publicação mais recente de seu canal, feita há sete dias, traz uma versão de When I Was Your Man, de Bruno Mars. Ou, em guarani, Che Ha’erõ Guare Nde Kuimba’e.

Fonte: www.h2foz.com.br

 

Guitarrista recorre ao clássico álbum A Night at the Opera para escolher a composição que considera “ofuscada pelos hits”

Ao longo de sua existência com Freddie Mercury, o Queen empilhou dezenas de hits. Chega ao ponto de outras músicas de extrema qualidade em seu catálogo acabarem ofuscadas.

Para o guitarrista Brian May, a principal delas talvez seja “The Prophet’s Song”. O épico de oito minutos abre o lado B de A Night at the Opera (1975).

Questionado pela jornalista Devon Ivie, da Vulture, sobre qual seria a música mais subestimada da banda, ele recorreu a essa preciosidade. Por estar presente no álbum que também conta com hinos antológicos como “Bohemian Rhapsody” e “Love of My Life”, a faixa não teve a devida atenção.

Ele comenta:

“Há um milhão de coisas que eu gostaria que, de certa forma, tivessem recebido mais atenção. Mas suponho que ‘The Prophet’s Song’ prevaleça. Era a antítese de ‘Bohemian Rhapsody’ e estava no mesmo álbum. Sempre achamos que ambas eram obras importantes, mas ‘Bohemian Rhapsody’ foi tocada nas rádios e se tornou a música principal. Só poucas pessoas que se aprofundaram no Queen ao longo dos anos realmente sabem o que ‘The Prophet’s Song’ significa.”

No entanto, Brian May nega qualquer tipo de frustração com o fato de a música não ter se tornado tão popular. Autor de “The Prophet’s Song”, o guitarrista acredita que ela tem seu valor reconhecido pelos fãs mais dedicados.

Ele declarou:

“Não vou dizer que estou infeliz porque é normal. É mesmo. As pessoas que curtem esse tipo de coisa curtem muito. Elas entendem e captam. Podem considerar ‘The Prophet’s Song’ uma enciclopédia do Queen tanto quanto ‘Bohemian Rhapsody’ foi do outro lado. Embora não chegue nem perto de um bilhão de reproduções (no streaming). Ambas estão no mesmo álbum, e as pessoas que realmente querem curtir o Queen estão cientes do que encontrar ali.”

Queen e “The Prophet’s Song”

Com exatos 8 minutos e 21 segundos, “The Prophet’s Song” é a canção (com vocal) mais longa de todo o catálogo do Queen. Brian May já declarou que a compôs após ter sonhado com uma grande enchente enquanto estava doente durante as gravações do disco Sheer Heart Attack (1974).

A Night at the Opera, álbum do qual a faixa faz parte, saiu em 28 de novembro de 1975 pela EMI/Elektra. Estima-se que mais de 3 milhões de cópias tenham sido vendidas somente nos Estados Unidos. O single “Bohemian Rhapsody” acumula mais de 10 milhões de unidades comercializadas no mesmo país.

Fonte: https://rollingstone.com.br

 

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Bohemian Rock

📆13/06 – TorresmoFest – Uberlândia – Minas Gerais

📅14/06 – Rock in Arena – Machado – Minas Gerais

📅15/06 – Torresmo Fest – Cuiabá – Mato Grosso

📅18/06 – Jump Barbecue – Jundiaí – São Paulo

📅20/06 – Mambucaba Moto Fest – Angra dos Reis – Rio de Janeiro

 

Classical Queen

📅14/06 – Festa da Menina Izildinha – Monte alto – São Paulo

📅15/06 – Cervejaria Madalena  – Santo André – São Paulo

📅18/06 – Jack Pub – Sorocaba – São Paulo

📅19/06 – Santo Beer – Poços de Caldas – Minas Gerais

📅20/06 – Cadillac Bar – Santos – São Paulo

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅13/06 – Teatro Mooca – São Paulo – São Paulo

 

Lurex

📅13/06 – Beerstock Pub – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅14/06 – Rock Sessions – Conselheiro Lafayete – Minas Gerais

 

Opera Queen

📅14/06 – Clube Rio Negrense – Rio Negro – Paraná

📅19/06 – Teatro das Artes – São Paulo – São Paulo

 

Queen Vision

📅14/06 – Macaco Caolho – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Special Queen

📅13/06 – Mister Rock Bar  – São Paulo – São Paulo​

​​​​​📅14/06 – Toka Gastrobar – Artur Nogueira – São Paulo​

📅15/06 – Park Shopping Mogi – Mogi Mirim – São Paulo​

📅19/06 – Festival de Flores e Morango – Caraguatatuba – São Paulo​

📅20/06 – Hocus Pocus – São José dos Campos – São Paulo​

 

Thiago Millores

📅13/06 – Bar Bukowski – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Lesley-Ann Jones ficou em contato com a suposta filha biológica do astro ao longo de três anos até concluir sua investigação

A biógrafa britânica Lesley-Ann Jones rebateu alguns comentários de fãs que não acreditaram em sua revelação recente a respeito de Freddie Mercury (1946-1991). Segundo a autora, o lendário vocalista do Queen teve uma filha em segredo com a esposa de um amigo em 1976.

Jones trará a história na sua próxima biografia, ‘Love, Freddie’, que chegará ao público em setembro. Na semana passada, ela antecipou ao jornal britânico Daily Mail muitos detalhes sobre o acontecimento bombástico.

Em seu perfil no X (ex-Twitter), ela se manifestou após sua descoberta bombar nas redes sociais e na imprensa internacional. “Sou muito grata por todo o carinho em relação ao meu próximo livro”, disse. “E para aqueles que insistem que os diários de Freddie Mercury foram ‘falsificados com IA’, que a filha dele ‘não existe’ e que eu inventei tudo: aguardem e vejam!”, instigou. “A verdadeira história dele, contada com as próprias palavras, é incrível. Eu o amo ainda mais por isso. E vocês também vão amar”.

Em um outro post, a autora deu a entender que um teste de DNA foi feito para garantir a veracidade da informação. “Só mais uma coisa: para aqueles que estão ‘exigindo’ a prova de um teste de DNA, caso contrário não vão acreditar — fiquem tranquilos, a verificação necessária foi feita, equipes jurídicas estiveram envolvidas, mas essas medidas são privadas e não são compartilhadas publicamente. Obrigada”, concluiu.

A filha secreta de Freddie Mercury

Segundo a publicação, o lendário vocalista do Queen concebeu a criança acidentalmente durante um caso com a esposa de um amigo próximo em 1976, um ano depois do sucesso de ‘Bohemian Rhapsody’. A existência da filha biológica do astro, considerado um ícone LGBTQIA+, era conhecida apenas pelo seu círculo mais próximo, incluindo seus pais e irmã, o restante dos membros da banda e o amor de sua vida, Mary Austin.

A filha de Mercury, que agora tem 48 anos, não terá sua identidade revelada na obra. Sabe-se apenas que ela mora na Europa, onde é médica e também mãe. Foi ela quem se apresentou à biógrafa para contar sua história ao mundo.

De acordo com ‘B’ (como a filha é chamada no livro), o cantor lhe entregou 17 volumes de diários pessoais detalhados quando ela tinha 15 anos, pouco antes de ele morrer, em 1991; esses escritos, que foram mantidos em segredo até agora, formaram a base do novo livro que será publicado em setembro.

No primeiro capítulo do livro, há uma carta escrita à mão pela filha de Freddie na qual ela diz: “Freddie Mercury era e é meu pai. Tivemos um relacionamento muito próximo e amoroso desde o momento em que nasci e ao longo dos últimos 15 anos de sua vida”.

Fonte: https://revistamonet.globo.com/