A guitarra elétrica é símbolo absoluto do rock’n’roll, mas sua história vai além dos solos e das poses em cima do palco. E poucos guitarristas encarnaram tão bem essa versatilidade quanto Brian May, do Queen. Ainda assim, o próprio May nunca escondeu suas raízes e sempre fez questão de reverenciar quem abriu caminho — como James Burton, o lendário guitarrista de Elvis Presley.

Em entrevista resgatada pelo site Far Out Magazine, Brian May afirmou: “No lado mais rock’n’roll, tem James Burton, um dos fundadores da guitarra no rock, que tocou com Elvis e Ricky Nelson. Tive a sorte de tocar com ele. Ele é uma inspiração real. Não é só o som — é o fato de que ele consegue dobrar as cordas e fazer a guitarra falar”.

James Burton é uma figura essencial na transição do country e do rockabilly para o rock’n’roll moderno. Seu estilo fluido e inovador influenciou gerações de guitarristas que vieram depois dele, incluindo os que, como May, levaram o instrumento para novas alturas com técnicas refinadas e timbres únicos.

Apesar de o Queen ter sido visto por muitos nos anos 1970 como uma banda “pop demais” para figurar entre os nomes mais rebeldes da década, ninguém duvidava da competência técnica de seus integrantes. O próprio May era a alma instrumental do grupo, com suas sobreposições de guitarras, harmonias intrincadas e um senso melódico que beirava o sinfônico.

O jornalista Callum MacHattie, que assina o texto, explica: “A base disso tudo, como ele mesmo aponta, estava nas raízes do blues e do rock dos anos 1950. Essa influência sólida permitiu a May não apenas se destacar nos épicos do Queen, mas também adaptar seu estilo a incursões inesperadas do grupo por gêneros como o funk e o disco, especialmente nos álbuns da virada para os anos 1980”.

Para Brian May, a guitarra continua sendo uma forma de linguagem. E se hoje o instrumento é símbolo universal do rock, isso se deve a pioneiros como James Burton — músicos que fizeram a guitarra, literalmente, falar com o público.

A influência de Elvis Presley em Freddie Mercury

Mas a conexão com Elvis não para por aí. Segundo May, o próprio Freddie Mercury era um grande fã do Rei do Rock. Em entrevista à Rolling Stone Brasil, o guitarrista revelou: “Freddie adorava Elvis, sem dúvida. Ele usava muitos dos maneirismos de Elvis nos vocais e na atitude. Sempre disse que queria soar como ele”. A influência era visível nos trejeitos de palco e na intensidade emocional das interpretações do vocalista do Queen.

Fonte: https://whiplash.net

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Absolute Queen Tributo

📅26/07 – Estádio Municipal – Rio das Pedras – São Paulo

 

 

Bohemian Rock

📅26/07 – TorresmoFest – Taguatinga – Distrito Federal

📅27/07 –– Festa de Sant´ana – Roseira – São Paulo

 

 

Classical Queen

📅26/07 – Caetanos Bar – São Paulo – São Paulo

📅26/07 – Manifesto – São Paulo – São Paulo

 

 

Freddie Mercury Cover & Queen Tribute Brazil

📅26/07 – Matão Rock – Matão – São Paulo

 

 

Lurex

📅26/07 – 13º Encontro de Motociclistas – São João Del Rey – Minas Gerais

📅27/07 – Inverno Cultural – Caxambu – Minas Gerais

 

 

Opera Queen

📅26/07 – 2ª Edição da Buenata 2025 – Bueno Brandão – Minas Gerais

 

 

Queen Legend & Elvis Balbo

📅27/07 – Ucsteatro – Caxias do Sul – RS

 

 

Queen Music Tribute

📅01/08 – Teatro Santos Dumont – São Caetano do Sul – São Paulo

Queen Tribute Brazil

📅26/07 – Aniversário dos Falcões Motoclube – Antiga fábrica da Philips – Guarulhos – São Paulo

Vocalista: Fabrício Fonseca

📅26/07 – Motorock – Matão – São Paulo

Vocalista: Italo Arruda

📅30/07 a 03/08 – Vilalletta – Monte Verde – Minas Gerais

Vocalista: Fabrcio Fonseca

 

             

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Antes de se tornar um dos maiores nomes da história do rock, o Queen quase tropeçou logo na largada. Embora hoje seja difícil imaginar a banda longe do estrelato, seu primeiro single passou longe de empolgar o público, e nem os próprios integrantes guardam boas lembranças dele. Lançada em 1973, “Keep Yourself Alive” ficou fora das paradas, foi rejeitada por rádios e, até hoje, causa frustração em Brian May, que a considera uma das faixas mais fracas do grupo.

A música, incluída no disco de estreia Queen, era uma composição do próprio May. Ele escreveu os versos ainda em dúvida sobre seu talento como compositor. “Eu não tinha certeza de que era um compositor”, disse ele em entrevista de 2021 resgatada pela Far Out. “Tive apenas uma ideia. Curiosamente, a letra de ‘Keep Yourself Alive’ era para ser um comentário irônico, mas aprendi bem cedo que é muito difícil ser irônico em uma canção, porque as pessoas levam tudo ao pé da letra.”

O grupo chegou a gravar a faixa várias vezes. A primeira versão, registrada nos estúdios De Lane Lea, agradava a banda por ter, nas palavras de May, “aquela certa mágica”. No entanto, eles se convenceram de que havia algo errado com a mixagem. Começou então um processo interminável de remixes. “Houve pelo menos sete ou oito mixagens diferentes, feitas por grupos diferentes de pessoas”, lamentou o guitarrista.

Mesmo com toda essa dedicação, o resultado final não convenceu nem o público nem as rádios, que chegaram a rejeitar a faixa em cinco ocasiões distintas. Pressionado, o Queen acabou optando por uma versão intermediária, feita pelo engenheiro Mike Stone, que ao menos agradou a maior parte da banda. Para May, no entanto, aquilo foi um compromisso abaixo do potencial. “Na minha cabeça, ‘Keep Yourself Alive’ nunca ficou realmente satisfatória. Nunca teve a mágica que deveria ter tido.”

Curiosamente, esse fracasso inicial não impediu o grupo de alcançar o sucesso em pouco tempo. Já no ano seguinte, em 1974, “Seven Seas of Rhye”, lançada no disco “Queen II”, entrou no Top 10 do Reino Unido. E logo depois, “Killer Queen”, de Sheer Heart Attack, ampliou o sucesso ao conquistar paradas internacionais. Mesmo assim, o episódio do single de estreia mostra que nem mesmo uma banda como o Queen escapou das inseguranças e tropeços no começo da carreira.

O caso de “Keep Yourself Alive” também evidencia como a busca por perfeição pode, às vezes, atrapalhar mais do que ajudar. O próprio May reconhece que o excesso de controle e mudanças acabou diluindo a força da música. A ironia da letra se perdeu, a mixagem original foi deixada de lado e, no fim, o single acabou lançado com uma versão da qual o autor nunca gostou.

Hoje, “Keep Yourself Alive” é vista com mais simpatia pelos fãs e frequentemente incluída em coletâneas e shows ao vivo. Mas, para Brian May, ela sempre será o retrato de um início inseguro, marcado por boas intenções, mas por decisões que, segundo ele mesmo, mataram a mágica que a faixa poderia ter.

Fonte: https://whiplash.net

Foram divulgados pela página oficial da banda várias playlists que pode ser ouvidas por várias plataformas de música.

Listamos a seguir as playlists lançadas e seus respectivos links de acesso

Clicando em cima do nome de cada compilação você será direcionado para a página oficial com os links para as diversas plataformas de música.

Queen Epic

    Exageramos em todos os álbuns do Queen. Mas isso é o Queen. – Freddie Mercury.

 

Queen Heavy

    Stone Cold Crazy…thrash metal antes do termo ser inventado. Q Magazine.

 

Queen Riffs

Às vezes você faz um pequeno riff e simplesmente acrescenta algumas palavras a ele… Brian May.

 

Queen Pop

Não quero mudar o mundo com a nossa música. Não há mensagens ocultas em nossas músicas… elas são para diversão, para consumo moderno… ouça, curta. Freddie Mercury.

 

Queen Anthems

Eu escrevi uma música chamada We Are The Champions, que é uma espécie de hino, mas não pela paz mundial. É em uma direção diferente. Freddie Mercury.

 

Queen Funk

Estou sentindo um boogiezinho chegando, o que você acha?… Entre no ritmo, baby! Freddie Mercury – Live At Wembley.

 

Queen Ballads

Sou um verdadeiro romântico, assim como Rodolfo Valentino. Gosto de compor músicas românticas sobre amor porque há muito espaço para elas, e elas também têm muito a ver comigo. Freddie Mercury. 

 

Queen Slightly Mad

Acho que as pessoas que compram nossos discos… estão acostumadas com a gente inventando algo diferente a cada vez, então se adaptam. Estou sempre procurando algo diferente… as músicas são diversas. Mudamos os climas, somos adaptáveis. Freddie Mercury

 

Queen Rock ‘n’ Roll

 Minha voz soa um pouco como a do Elvis Presley em ‘Crazy Little Thing Called Love’. Não era algo que eu estivesse tentando fazer, naturalmente, foi pura coincidência. É tudo cantado bem baixo, então logo você chega perto do Elvis, especialmente com uma música tão típica dos anos 50. Freddie Mercury.

 

Queen B-Sides

Freddie me disse um dia que tinha uma surpresa para mim: ‘Eu escrevi uma música sobre você, mas precisa do seu toque!’. Curiosamente, acho que nós dois estávamos trabalhando em músicas separadamente, que se referiam um ao outro. Não me lembro qual era a minha, já que muitas das minhas músicas eram indiretamente voltadas para ele (além de serem cantadas por ele!). Enfim, entramos no estúdio e ele tocou essa música. Agora, se era realmente sobre mim, eu não sei. Mas eu achei fabulosa. Sei que ele a compôs em uns 15 minutos! Quanto ao motivo de não incluir no álbum (The Game), bem, Freddie a compôs deliberadamente como lado B para preencher uma lacuna, então imagino que o álbum já estivesse pronto. Brian May sobre ‘Soul Brother’

 

Queen Acoustic

Estávamos olhando para todas as músicas que tínhamos, e pensamos que a única coisa que não tínhamos era uma dessas coisinhas acústicas… Eu apenas disse: ‘Brian, por que não pensamos em algo aqui?’, e aquela música evoluiu em cerca de dois dias, ele entrou no acústico, e eu sentei ao lado dele, nós trabalhamos juntos.” Freddie Mercury em ‘Is This The World We Created?’

 

Fonte: www.queenonline.com

Não é todo dia que um dos guitarristas mais celebrados do rock resolve imaginar em voz alta como teria sido sua carreira se não tivesse feito parte da própria banda. Mas foi exatamente isso que Brian May respondeu ao ser perguntado sobre qual grupo ele escolheria, caso o Queen não tivesse existido.

A pergunta foi feita em uma sessão de perguntas e respostas para The Guardian. “Provavelmente os Beatles”, respondeu Brian, emendando em seguida um comentário que mostra o quanto a criatividade da banda de Liverpool sempre o fascinou:

May contou que ficou tocado ao assistir a série “Get Back”, sobre as sessões dos Beatles. “Fiquei um pouco triste vendo o primeiro episódio, porque me lembrou de nós – às vezes o Queen em estúdio era assim: ‘Estamos aqui, e as coisas não estão se encaixando’. Achei que eles estavam num momento doloroso. Mas no segundo episódio, senti que eles estavam realmente se reencontrando. Aquilo é um manual de como estar em um estúdio.”

Mas os Beatles não foram a única banda que Brian May citou como sonho distante. “Se não fossem os Beatles, poderia ter sido o Led Zeppelin. Se eles me deixassem entrar.” O tom da frase diz muito: meio brincadeira, meio admiração.

Quando o assunto virou para colaborações, Brian também revelou um arrependimento. Não por ter recusado algo, mas por não ter tido oportunidade de dividir estúdio com um certo ex-Beatle. “Raramente recuso uma colaboração. Mas me arrependo de não ter tido a chance de trabalhar com John Lennon.” Ele explicou que achava Lennon um daqueles parceiros que forçavam o melhor do outro músico, alguém que empurrava e puxava, desafiava e inspirava, como acontecia com o próprio Queen. “Acho que a gente teria se dado bem. Eu teria que trabalhar muito pra acompanhar e confiar nos meus instintos. Consigo imaginar a gente se entendendo.”

Entre sonhos não realizados e parcerias que nunca aconteceram, Brian May deixou claro que, para ele, música sempre foi mais do que tocar guitarra, era estar perto de quem fazia arte de verdade. Seja nos Beatles, no Zeppelin ou no Queen.

 

Fonte: https://whiplash.net

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅19/07 – TorresmoFest – Goiânia – Goiás

📅25/07 – Cervejaria Imperatriz – Sorocaba – São Paulo

 

Classical Queen

📅18/07 – Festival de Inverno de Monte Sião – Monte Sião – Minas Gerais

📅20/07 – Motorcycle Rock Limeira – Limeira – São Paulo

 

 

Elvis Balbo & Queen Legend

📅18/07 – Teatro Lauro Gomes – São Bernardo do Campo – São Paulo

📅24/07 – Teatro Bourbon – São Bernardo do Campo – São Paulo

           

 

Eternal Queen

📅19/07 – Brothers Rock Bar – Ribeirão Pires – São Paulo

 

Lurex

📅18/07 – Rota 667 Pub – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅18/07 – Hope Music Bar – Betim – Minas Gerais

📅20/07 – VII Festival de Inverno de Bom Sucesso – Bom Sucesso – Minas Gerais

 

Queen Music Tribute

📅25/07 – Teatro Gazeta – São Paulo – São Paulo

 

Queen Tribute Brazil

📅18/07 – Motorrock – Lençóis Paulista – São Paulo

Vocalista: Fabrício Fonseca

 

Special Queen

📅18/07 – Refúgio – Pirituba – São Paulo​

📅 19/07 – Lord Lion – Votuporanga – São Paulo
📅 20/07 – Mogi Park Shopping – Mogi-Mirim – São Paulo

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

‘Não foi correto’, lamentou Bob Geldof sobre cena do filme de 2018

A performance do músico Freddie Mercury (1946-1991) com seus colegas de Queen no concerto Live Aid de 1985 é constantemente citada como uma das apresentações mais espetaculares da história. Cinebiografia do cantor, o longa ‘Bohemian Rhapsody’ (2018) retratou com detalhes o espetáculo, com o ator Rami Malek reproduzindo de forma minuciosa os trejeitos da lenda do rock.

A apresentação de Mercury com o Queen no festival de 1985 foi tratada pelo criador do evento, o também músico Bob Geldof, em entrevista recém-publicada pelo jornal New York Times. O artista disse que o longa de 2018 “não foi correto” em seu retrato do espetáculo.

No filme que rendeu a Malek o Oscar de Melhor Ator em 2019, a apresentação do Queen é apontada como maior causa para o sucesso das doações angariadas pelo festival em sua luta contra a fome na Etiópia. A produção mostra os telefonemas voltados para as doações tocando de forma ininterrupta após o espetáculo de Mercury.

No entanto, segundo Bob Geldof, na verdade, os telefonemas só estouraram para valer, fazendo do festival um sucesso, após o show de David Bowie (1947-2016) – realizado logo depois da apresentação do Queen.

 

“O filme não foi correto”, declarou Geldof sobre a produção de 2018. “O Queen foi completamente, absolutamente brilhante. Mas as linhas telefônicas colapsaram depois que o David Bowie se apresentou’”.

Geldof então contou como David Bowie participou do festival estando bastante emocionado pelas imagens que havia visto de crianças passando fome na Etiópia. O cantor decidiu surpreender os espectadores do show interrompendo seu espetáculo após o hit ‘Heroes’ para reproduzir as mesmas imagens.

O organizador do festival disse: “O David estava chorando [antes do show] e disse que cortaria uma música do set para mostrar as imagens. Foi um momento extraordinário durante o show, porque no final de ‘Heroes’, que o público estava cantando, ele introduziu o clipe em silêncio e pediu para as pessoas enviarem dinheiro. Foi como um tapa na cara. O Bowie arrasou. Esse foi o momento chave”.

Além do Oscar de Melhor Ator para Malek, ‘Bohemian Rhapsody também levou as estatuetas de Melhor Edição, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som.

Assista a seguir ao trailer do longa e, depois, à apresentação do Queen no Live Aid de 1985. Para fechar, a performance de David Bowie para ‘Heroes’, um dos grandes hits da sua carreira.

Fonte: https://revistamonet.globo.com/

Quem vê o Queen apenas como a banda de “Bohemian Rhapsody” e “We Will Rock You” costuma esquecer que, em estúdio, Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor brincavam com qualquer estilo que lhes desse na telha, e faziam isso como poucos. Rock operático, pop grandioso, pitadas de funk, baladas delicadas ou glam carregado de humor: tudo coexistia num mesmo disco, e ninguém estranhava.

Mas mesmo numa discografia tão diversa, algumas músicas se destacam por destoar de tudo, inclusive do próprio Queen. São faixas que parecem ter saído de outra banda, algumas tão pesadas que poderiam fazer frente ao Sabbath, outras que soam como esboço de gêneros que só nasceriam anos depois. Vamos ver quatro delas, apontadas pela Classic Rock.

A primeira dessas surpresas é “Son And Daughter”, do álbum de estreia, quando o Queen ainda era, acima de tudo, um grupo de hard rock cravado na escola Zeppelin-Sabbath. O riff principal é um paredão de som que, segundo críticos, rivaliza com os pesos pesados da época – e a banda nunca mais soaria tão crua e primitiva assim.

Outra viagem inesperada é “She Makes Me (Stormtrooper in Stilettos)”, de ‘Sheer Heart Attack” (youtube). Com Brian May cantando em clima nebuloso, violão suave e atmosfera quase etérea, soa como um shoegaze dois décadas antes do shoegaze existir. Uma balada flutuante, perdida num disco que passeia do glam ao ragtime sem pedir licença.

Já “The Prophet’s Song”, em “A Night at the Opera” (youtube), é a resposta de Brian May a quem acha que “Bohemian Rhapsody” era insuperável em grandiosidade. São mais de oito minutos de tempestade sonora, vozes sobrepostas, clima apocalíptico e um final de guitarras que recoloca tudo nos trilhos. Um épico que mostra que Mercury não era o único gênio do grupo.

Por fim, “Get Down, Make Love”, de “News of the World” (youtube), expõe o lado mais obscuro e lascivo de Freddie. Com gemidos, efeitos eletrônicos e batida sensual, é funk rock sem pudor, muito antes do “Hot Space” oficializar o flerte com o disco. Não à toa, Trent Reznor e o Nine Inch Nails captaram essa energia suja quando regravaram a música nos anos noventa.

Para quem acha que Queen é só hino de estádio e ópera rock, essas quatro faixas provam que, entre uma coroação pop e outra, a banda sempre teve um cantinho reservado para a estranheza, o peso e o inesperado.

Fonte: https://whiplash.net

Hoje a partir das 14:41 será reapresentado o show do Live Aid, em comemoração aos 40 anos do evento.

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Absolute Queen Tributo

📅06/07 – Clube Esportivo da Penha – São Paulo – São Paulo

📅11/07 – Wec Fia Endurance Championship – Autódromo de Interlagos – São Paulo – São Paulo

 

Bohemian Rock

📅10/07 – Agroporto – Porto Feliz – São Paulo

📅11/07 – TorresmoFest – Valparaíso de Goiás – Goiás

 

Elvis Balbo & Queen Legend

📅11/07 – Arena Tatuapé – São Paulo – São Paulo

 

Lurex

📅06/07 – Mês do Rock – Shopping do Avião – Contagem – Minas Gerais

📅06/07 – Arraial do Jererê – Jeremias Artes e Bar – Belo Horizonte – Minas Gerais

 

Queen Tribute Brazil

📅06/07 – Avai Moto rock – Praça Central – Avai – São Paulo

Vocalista: Mateus Brum

​​

 Special Queen

📅06/07 – Donna Gourmet – Guarulhos – São Paulo​

📅 11/07 – Moto Fest – Tupã – São Paulo

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Após 40 anos da apresentação, Brian May e Roger Taylor relembraram a decisão de subir no palco do festival

A apresentação da banda britânica Queen no megaconcerto beneficente Live Aid de 1985 entrou para a história, mas quase não aconteceu, segundo os integrantes Brian May, 77, e Roger Taylor, 75.

Em entrevista ao veículo britânico Radio Times, os dois relembraram que a banda — especialmente o vocalista Freddie Mercury — inicialmente não ficou muito empolgada com o convite feito por Bob Geldof, organizador do evento.

“Não estávamos em turnê nem tocando, e parecia uma ideia maluca, esse papo de colocar 50 bandas na mesma programação”, disse o guitarrista Brian May ao Radio Times em uma entrevista publicada nesta terça-feira (1).

“Achamos que seria um desastre. O Freddie, em particular, disse: ‘Não estou com a vibe certa pra isso’. Ele não era o líder da banda, mas se ele decidisse que não queria, não tinha quem o fizesse mudar de ideia. Então deixamos de lado.”

No entanto, Geldof voltou a procurá-los e, com a expectativa crescendo em torno do evento, o Queen decidiu participar.

“Eu disse ao Freddie: ‘Se a gente acordar no dia seguinte ao Live Aid e não tiver participado, vamos ficar bem tristes.’ E ele respondeu: ‘Ah, que se dane, vamos fazer’”, contou May.

Geldof informou à banda que eles teriam apenas 17 minutos no palco, o que tornou o planejamento do setlist um desafio.

O baterista Roger Taylor também contou que estavam nervosos. “Não participamos do single do Band Aid e nos sentíamos mais veteranos em comparação com muitos dos artistas mais jovens. Não era necessariamente o nosso público, porque fomos incluídos na última hora”, disse.

“E ainda era de dia, o que não gostamos, porque as luzes do palco perdem o efeito. E foi tudo tão improvisado que só restava torcer para que os elementos se encaixassem”, acrescentou Taylor. “Não diria que duvidávamos das nossas habilidades, mas havia… uma apreensão técnica.”

Mesmo com tudo isso, a banda fez uma de suas apresentações mais memoráveis. Freddie Mercury também protagonizou uma das imagens mais marcantes do Live Aid, quando comandou o público de 72 mil pessoas em Wembley a bater palmas em sincronia com “Radio Ga Ga”, com quase todos os braços erguidos no ar.

“Não era uma plateia do Queen”, lembrou May. “Subimos no palco sem saber se o público ia nos acompanhar.” “Eles nem pensaram. Simplesmente fizeram”, disse. “Parecia que cada mão estava no ar.”

Relembre o show do Queen no Live Aid

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

Anita Dobson, esposa do guitarrista, revelou a curiosidade e diz que ele é “acumulador”

Quem nunca teve seus hobbies, não é mesmo? Para fãs de rock e metal, o sonho é ter prateleiras cheias de discos, itens de sua banda favorita e muito mais.

Mas além da música, outros temas podem ser motivo de coleção, como filmes, esportes, etc. Esse é o caso de Brian May, lendário guitarrista do Queen que é um ávido fã e colecionador de Star Wars.

Anita Dobson, esposa do guitarrista revelou a informação durante presença no lançamento do novo espetáculo do Cirque du Soleil, em Londres (via Music News). Além da saga, May também possui itens de astronomia e de sua banda.

“Brian é um colecionador de brinquedos de Star Wars. E coisas de astronomia, coisas do Queen. Ele é um grande colecionador. Dobson também revelou que seu marido além de comprar para ele, também presenteia seus netos. (via NME).

Seu personagem favorito é Yoda, descrito por Anita como “o homenzinho verde”. Ela também acrescentou que o guitarrista “ama” colecionar produtos relacionados a “criaturas pré-históricas”.

A atriz também disse que sempre sente a necessidade de “fazer uma limpeza” e que doa grande parte de suas roupas a um hospício local, entretanto, nota que “tem muita coisa” em sua casa. “Do jeito que eu vejo, meu marido é um acumulador e eu sou uma semi-acumuladora”, brincou.

“Tento diminuir o acúmulo de coisas que chegam. Meu marido é muito inteligente, então qualquer coisinha que chega e você acha que é inútil ele diz: ‘Não, não se livre disso porque pode ser útil.’ E é”.

 

Fonte: www.wikimetal.com.br

 

Mesmo adoradas pelo público, essas músicas jamais foram número 1

Nem sempre o sucesso nas paradas reflete a importância de uma música na cultura pop. Prova disso é a lista elaborada por um site especializado que destaca 10 clássicos do rock que, apesar da aclamação e longevidade, nunca atingiram o 1º lugar nos rankings musicais.
As canções marcaram gerações, embalaram filmes, estádios e corações, mas jamais lideraram as paradas oficiais. Confira:

 Lista completa:

  1. “Purple Haze” – Jimi Hendrix (1967)
    A faixa psicodélica que revolucionou a guitarra elétrica e a sonoridade do rock.
  2. “Free Bird” – Lynyrd Skynyrd (1973)
    Com solo lendário, virou símbolo do southern rock e hino de despedidas.
  3. “Rock You Like a Hurricane” – Scorpions (1984)
    Sucesso global, mas que nunca chegou ao topo nos EUA ou Europa.
  4. “Comfortably Numb” – Pink Floyd (1979)
    Um dos solos mais emocionantes da história do rock progressivo.
  5. “Here Comes the Sun” – The Beatles (1969)
    Uma das mais ouvidas da banda, mas sem liderança nos charts da época.
  6. “You Shook Me All Night Long” – AC/DC (1980)
    Presença obrigatória em festas e shows, mas nunca foi número 1.
  7. “Stairway to Heaven” – Led Zeppelin (1971)
    Talvez o maior clássico do rock a nunca entrar no topo por decisão da própria banda, que não lançou a música como single.
  8. “Tiny Dancer” – Elton John (1971)
    Redescoberta em trilhas sonoras, a música ganhou o coração do público, mas não liderou as paradas.
  9. “Don’t Stop Me Now” – Queen (1978)
    Hoje uma das canções mais queridas do Queen, mas que não brilhou nas listas de sucesso na época.
  10. “Landslide” – Fleetwood Mac (1975)
    Com letra íntima e melodia suave, é considerada uma das mais belas da banda — e mesmo assim, sem pódio.

Fonte: https://atl.clicrbs.com.br

Jamais leve a sério um top 10 de bandas de rock da Inglaterra que não inclua em algum lugar o Queen — eternizado por sua inconfundível mistura de hard rock com música clássica. Rock ópera nunca foi tão literal!

Quando o Queen entrou em estúdio para gravar seu terceiro álbum, “Sheer Heart Attack” (1974) eles ainda estavam tentando emplacar. Sem dinheiro para alugar um estúdio por meses (como os Beatles) ou montar um estúdio em seu quarto de hotel (como os Stones), Freddie e companhia tinham que gravar onde desse, quando desse e em toque de caixa.

Dessa forma, quando Brian May pegou pneumonia no começo da produção, eles não puderam parar. O baterista Roger Taylor foi quebrando um galho na guitarra conforme a gravação prosseguia — algumas delas até ficaram na versão final.

Recuperado, o guitarrista titular chegou nos estágios finais, quando muita coisa já tinha sido definida. Coube a ele prestar sua mágica musical como uma cobertura, como um banho a ouro.

Um ótimo exemplo disso foi a faixa “Killer Queen”, o maior destaque do álbum. Conforme publicado pela Far Out Magazine em entrevista para a Vulture Brian May relembrou “Killer Queen” como a melhor música do Queen (em termos de guitarra):

“Eles já tinham gravado [na minha ausência] algumas harmonias de ‘Killer Queen’ e os vocais do refrão, mas achei que estava muito agressivo, e que não combinava muito com a música. O solo de ‘Killer Queen’ é em três partes. Acho que ninguém tinha tentado algo assim antes. São três linhas que não apenas caminham lado a lado em harmonia, como ainda funcionam como contraponto, se complementando.”

“‘Killer Queen’ para mim é um exemplo perfeito do meu estilo de tocar guitarra. Não é algo super empolgante, pesado ou explosivo, mas combina perfeitamente com a música. Eu amo essa canção como uma obra de arte. É como imaginar uma pintura barroca: cada coisa tem seu espaço e pode ser apreciado de forma clara, sem embolação.”

O Queen foi uma das bandas mais influentes e inconfundíveis de todos os tempos, fruto da tensão entre quatro indivíduos que pouco tinham a ver um com o outro. Musicalmente, entretanto, o match entre eles eram simplesmente perfeito:

Freddie Mercury com seu vocal potente, extenso e preciso, dono de um carisma capaz de cativar estádios lotados; o multi guitarrista Brian May, uma sinfonia ambulante, era quem mais gostava de rock pesado, e dominava a sobreposição instrumental como ninguém; o baixista John Deacon, um devoto de Paul McCartney era discreto como um fantasma, mas musicalmente sempre marcava presença com suas melodias dentro da melodia; e o baterista Roger Taylor, dono do maior ego e da voz mais aguda (dois feitos incríveis para alguém que tem na banda Freddie Mercury), combinando o peso e a solidez de John Bonham com a versatilidade e sutileza de Phil Collins.

Fonte: https://whiplash.net

A SWISS apresentou oficialmente seu primeiro Airbus A350-900 com uma pintura especial e inédita que transforma a aeronave em uma verdadeira galeria de arte voadora. Batizada de “SWISS Wanderlust”, a nova identidade visual foi revelada na fábrica da Airbus em Toulouse, na França, e presta uma homenagem criativa às paisagens, ícones culturais e tradições da Suíça.

Meses atrás a SWISS revelou este esquema de pintura utilizando um modelo do A350 no Flight Simulator 2024, mas era esperado que a aeronave fosse de fato pintada.

A pintura do A350-900 não é convencional: em vez de tinta, a SWISS utilizou 360 películas de alta precisão cortados a laser e aplicados manualmente em uma área total de 380 m² da fuselagem e dos motores. O processo, inédito para a Airbus, exigiu o uso de software 3D personalizado para mapear com exatidão cada elemento do design no corpo da aeronave, respeitando todas as normas de segurança, durabilidade e aerodinâmica.

Entre os diversos elementos que compõem o design estão pontos turísticos famosos, edifícios históricos, símbolos da natureza suíça e até personalidades como Freddie Mercury. A companhia aérea convida os passageiros e fãs da aviação a participar de uma experiência interativa no site swiss.com/treasurehunt, onde é possível explorar os detalhes da pintura em realidade aumentada e participar de uma caça ao tesouro com prêmios exclusivos — incluindo uma viagem a bordo do novo A350 na cabine SWISS Business Class.

Antes de chegar à Suíça no fim do verão europeu, o A350-900 passará por uma série de testes de sistemas, motores e voos de verificação final em Toulouse. As rotas inicias para esta aeronave em específico ainda não foram definidas pela SWISS.

 

Fonte: https://aeroin.net
Com dica de Roberto Mercury – Via Grupo de Whatsapp Queen Net

Show beneficente que reuniu ícones da música ganhará reexibição completa na rádio Greatest Hits

Para comemorar os 40 anos de um dos maiores eventos musicais da história, o Live Aid será retransmitido em uma programação especial pela Greatest Hits Radio, do Reino Unido.

No dia 13 de julho, que também é o Dia Mundial do Rock, a rádio exibirá um especial de 10 horas intitulado Live Aid Relived, trazendo as performances originais de artistas como Queen, David Bowie, Paul McCartney, The Who, entre outros.

A apresentação será conduzida por Simon Mayo, veterano da rádio britânica, que esteve presente como espectador no evento histórico, realizado em 1985 no estádio de Wembley, em Londres. Mayo comentou (via Billboard):

Eu estava lá como um pagante há 40 anos e mal posso esperar para reviver aquele dia extraordinário. Menos a parte de achar um lugar para estacionar em Wembley, é claro.

O especial também contará com depoimentos de artistas como Martin Kemp, do Spandau Ballet, e membros do elenco do musical Just For One Day, inspirado no Live Aid.

A transmissão será encerrada com o último episódio da série documental Live Aid: 40 Years On, que traz entrevistas com nomes centrais da organização do evento, como Bob Geldof, Midge Ure, Roger Taylor e Brian May, do Queen, e Harvey Goldsmith.

Show histórico do Queen

Entre os momentos mais aguardados está a reexibição do lendário set de 21 minutos do Queen, considerada uma das melhores performances ao vivo da história.

Liderada por Freddie Mercury com seu carisma avassalador, a performance se transformou em uma marco histórico na carreira da banda, e redefiniu o conceito do Rock ao vivo.

Live Aid

Transmitido originalmente para cerca de 1,9 bilhão de pessoas em 150 países, o Live Aid arrecadou mais de £114 milhões para o combate à fome na Etiópia. O evento aconteceu tanto no estádio de Wembley, quanto no estádio JFK, na Filadélfia, Estados Unidos.

Bob Geldof, um dos organizadores do evento, declarou:

Obrigado à Greatest Hits Radio por, com sorte, lembrar às pessoas que elas não são impotentes diante da monstruosidade humana. Não há momento melhor do que agora para compreender o que a música pode alcançar.

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Com dica de: Roberto Mercury – Via Grupo de Whatsapp Queen Net

 

 

Roger Taylor sempre teve papel central no Queen, não só como baterista, mas também como compositor e vocal de apoio em algumas faixas. Com um estilo mais direto e avesso a invenções mirabolantes, ele costumava ser cético em relação a ideias muito fora da curva – e uma dessas desconfianças quase barrou uma das músicas mais famosas da banda.

Em 1977, durante a produção do álbum “News of the World”, Brian May apareceu com uma proposta inusitada: uma música praticamente sem instrumentos, construída apenas com palmas, batidas de pé e vocais. Para Roger, aquilo era tudo menos rock. “Lembro que Roger tinha sérias dúvidas a respeito. E ele definitivamente não queria que fosse a primeira do álbum. Ele disse: ‘Nenhuma estação de rádio vai tocar isso! Não parece uma música de rock'”, contou May em conversa com a Guitar World (via Far Out).

A canção em questão era “We Will Rock You”. Na visão de May, o objetivo era fazer algo que o público pudesse participar, algo simples e direto, que gerasse envolvimento imediato. E foi isso que defendeu durante a discussão interna. “Normalmente eu não ganhava essas discussões, mas dessa vez ganhei”, disse. O resultado foi que a faixa não só entrou no álbum como foi escolhida para abrir o disco, logo seguida de “We Are the Champions”, criando uma dobradinha imbatível.

Taylor não estava totalmente errado: 70% da faixa não tinha acompanhamento musical e nem mesmo bateria. Mas foi justamente isso que a transformou em um hino, o tipo de música que qualquer pessoa pode acompanhar com palmas e pisadas. A voz de Freddie Mercury, com um toque bluesy, ajudava a amarrar a proposta minimalista com força e presença.

A ironia é que, mesmo nascendo de um impasse, “We Will Rock You” virou uma das músicas mais tocadas da história do rock. Sua estrutura simples se tornou padrão em eventos esportivos, comerciais e apresentações ao vivo. E mesmo Taylor, que no início achou que ninguém tocaria a música no rádio, passou a reconhecê-la como uma das marcas registradas da banda.

 

Fonte:: https://whiplash.net

A carreira de Axl Rose sempre chamou atenção não só pelas músicas do Guns N’ Roses, mas também por suas referências espalhadas em covers e participações especiais. Apesar de já ter sido considerado uma das vozes mais potentes do rock, ele mesmo costuma apontar outro nome quando fala em técnica e versatilidade.

Ao longo dos anos, Axl revelou diversos ídolos, mas existe um vocalista que ele coloca acima de todos. Um artista que não se prendeu a um estilo fixo e transitou entre rock pesado, baladas, pop, ópera e até funk, mudando de voz como poucos. Em uma lista feita para a Rolling Stone (via Far Out), Axl citou esse cantor como seu favorito de todos os tempos. Segundo ele, era alguém capaz de “abraçar tantos estilos diferentes com tanta naturalidade”.

Não é surpresa que ele estivesse falando de Freddie Mercury, líder do Queen. A escolha faz sentido: Freddie tinha uma elasticidade vocal rara, cantava faixas suaves como “Love of My Life” e, no mesmo show, partia para sons acelerados como “Stone Cold Crazy”. Essa habilidade inspirou Axl a testar seus próprios limites, mesmo dentro do hard rock.

Axl sempre destacou a forma como Freddie misturava presença de palco, técnica e emoção. Para ele, ver o Queen ao vivo era muito mais do que ouvir hits; era assistir a uma aula de como cantar cada música de um jeito único. Essa admiração ficou registrada no Freddie Mercury Tribute Concert, em 1992. Axl foi convidado a homenagear o ídolo e dividiu vocais com Elton John em “Bohemian Rhapsody”. O momento é lembrado até hoje como um dos mais marcantes daquele tributo histórico.

Para quem quiser notar a influência, basta reparar em como Axl alterna vozes dentro de músicas como “Paradise City” ou “Estranged”. Mesmo criticado em fases mais recentes, ele nunca escondeu de quem veio a maior parte de sua inspiração. Na dúvida, ele próprio responde: ninguém supera Mercury.

Fonte: https://whiplash.net

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📆21/06 – TorresmoFest – Brasília – Distrito Federal

📅27/06 – The Rocks – Franca – São Paulo

📅28/06 – Empório Choperia – Uberlândia – Minas Gerais

📅29/06 – TorresmoFest – Ourinhos – São Paulo

 

Classical Queen

📅28/06 – House of Legends – São Paulo – São Paulo

 

Lurex

📅21/06 – XI Mostra de Artesanato e Cultura – Resende Costa – Minas Gerais

Opera Queen

📅21/06 – Teatro Municipal de Uberlândia – Uberlândia – Minas Gerais

 

 

Queen Experience

📅26/06 – Teatro Municipal de Uberlândia – Uberlândia – Minas Gerais

 

Queen Music Tribute

📅23/06 –Festival Rango & Rock – Rio Claro – São Paulo

 

Queen Tribute Brazil

📅21/06 –terra Parque Resort – Pirapozinho – São Paulo

Vocalista: Fabricio Fonseca


 

Special Queen

📅21/06 – Santo Rock – Santo André – São Paulo​

📅22/06 – Indaiatuba Shopping – Indaiatuba – São Paulo​

Fonte: Instagram das bandas e cantores

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