DEAD ON TIME

(7ª música do 7º álbum)

 

– Composta durante o intervalo entre os meses no estúdio e as turnês que o deixam longe da família, em Dead On Time, Brian May trata novamente sobre o sentido da vida e o tempo que transcorre com muita pressa.

– Desde Good Company no álbum A Night At The Opera, o guitarrista não deixou de questionar-se sobre suas decisões sobre o tema, e Leaving Home Ain’t Easy, no lado B do 33 rpm Jazz, se adicionará à lista das canções que refletem suas inquietudes.

– O riff e o solo de guitarra de Dead On Time são autênticos momentos de virtuosismo, interpretados a uma velocidade que não deixa lugar à dúvida, e Brian os executa com perfeição em uma velocidade de 144 pulsações por minuto.

– Ao perguntar ao guitarrista se a composição do solo de Dead On Time foi um quebra-cabeça para ele, tendo em conta sua rapidez, respondeu da maneira mais sincera:

Era algo do que eu estava muito satisfeito, porém as pessoas pareciam não dar importância. Na verdade, é um detalhe que ninguém nunca me falou. ‘Fat Bottomed Girls’ era simpática, porém muito banal. Eu pensava que as pessoas se interessariam mais por ‘Dead On Time’, porém nunca gozou de muita difusão.

– Uma tarde, enquanto o grupo trabalhava nos Super Bear Studios no sul da França, explodiu uma tempestade e os raios iluminaram o céu. Brian May pegou um gravador portátil para captar todos os sons possíveis: trovões, chuva e vento, que se incorporariam na mistura da música, a partir dos três minutos, no momento em que Freddie exclama You’re dead (Você está morto).

– De maneira muito respeitosa, na contracapa do álbum, nos créditos, a banda afirma, com sobriedade, sobre os ruídos:

Thunderbolt courtesy of God (Raio por cortesia de Deus)

 

Brian May e seus riffs estrepitosos, tanto no palco quanto no estúdio.

 

Vídeo oficial de Dead on Time

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Por que o Queen dos anos 80 falhou na América?

Uma série de fatores levou à isso

 

– Os EUA realmente odiavam disco nos anos 80, e uma vez que o Queen se entregou totalmente à ela com Hot Space, sua popularidade decaiu.

– A música disco adquiriu um status muito negativo, especialmente entre os fãs de Hard Rock. Assim que o Queen começou à se mover em uma direção mais Dance Music com HS, começaram à ser referenciados como ” os caras do Álbum Disco. ”

-De maneira mais geral, o Queen mudou seu estilo de Rock Progressivo / Hard Rock em direção à estilos de música Pop. Isso alienou a base deles, os fãs de Hard Rock.

– O videoclipe I Want to Break Free foi muito controverso nos EUA. Foi visto como engraçado em muitos países, mas moralmente errado nos Estados Unidos.

– O vídeo e a música foram banidos de várias estações de Rádio e eles pararam de o reproduzir. Os americanos, muito conservadores, não gostaram do que o Queen tinha feito, e meio que caíram em desgraça.

– Nesse ponto, o Queen praticamente cimentou sua irrelevância na cultura mainstream americana.

– Freddie não gostou da forma como o Álbum tinha afundado na América, então ele parou de fazer turnês por lá, depois de 82, o que os tornou ainda mais impopulares … e quanto mais impopulares eles eram, menos provável que a Banda quisesse fazer uma turnê lá novamente, focando no resto do mundo, onde estavam sendo bem recebidos.

– E sem turnês, os fãs americanos se afastaram.

– Este foi o prego no caixão!

– Depois veio The Works, um Álbum com uma variedade de gêneros e humores. Os próximos dois Álbuns à seguir teriam o mesmo destino ( sem turnê, supostas brigas entre Queen e Capitol Records sobre quais discos deveriam ser lançados, nenhum de seus Álbuns anteriores em circulação nas lojas de discos ).

– Em outras palavras, escândalos promocionais, turnês, mudança de gênero musical com o público em geral e a vida privada de Freddie, tudo isso contribuiu para o tiro pela culatra do Queen nos anos 80.

– Havia também uma fofoca rolando, mas não sei se procede, de que as Companhias de Seguro dos EUA queriam testes de HIV/AIDS ou não cobririam as turnês dos EUA, então eles não foram porque Freddie não queria fazer um teste.

– Não sei até que ponto isso seria verdade, já que 1982 era muito cedo para se falar em AIDS e ainda mais, em testes.

– No que diz respeito ao entretenimento, você não ostentava nos anos 80. Os anos 70, tudo bem, mas nos tornamos conservadores nos anos 80. Aliás, o setor privado sempre foi homofóbico.

– The Game foi o Álbum de estúdio de maior sucesso comercial do Queen na América, graças aos seus dois sucessos número 01 – Another One Bites The Dust e o rockabilly Crazy Little Thing Called Love. No entanto, o sucesso do Álbum também marcou o fim de um capítulo da história do Queen e marcou o início da dramática queda de popularidade da Banda nos EUA durante a maior parte dos anos 80 – mesmo quando o Queen permaneceu enorme em outras partes do mundo.

 

 Sempre pensei que havia um instante em que éramos a maior coisa do mundo “, disse Brian, no programa de Rádio In The Studio With Redbeard. Another One Bites The Dust meio que conquistou, porque de repente passou para o mercado negro de R&B. De repente, em vez de um milhão de Álbuns, estávamos vendendo três ou quatro milhões de Álbuns. E naquela época, isso era o máximo que qualquer um já havia feito. Isso foi antes dos dias de Thriller, onde as coisas ficaram totalmente fora de controle. Mas era grande. Acho que não percebemos que as coisas seriam diferentes. Estávamos meio que estragados por esse ponto.

 

– Embora sua fundação tenha sido no Hard Rock – caracterizado por valores de produção muito elaborados, harmonias vocais complexas em várias camadas, a majestosa guitarra de Brian e os vocais exagerados de Freddie – o Queen quebrou a fórmula em algumas ocasiões ao se envolver em outros gêneros.

– O Queen estava se aventurando em território amigo do Pop, longe de seus primórdios do Rock Progressivo e Glam.

– Em 30 de Junho de 1980, The Game foi lançado. Foi o Álbum de estúdio mais vendido da Banda nos Estados Unidos. Com o sucesso do disco e a turnê que incluiu uma apresentação de três noites no Madison Square Garden de Nova York, o Queen solidificou sua popularidade na América.

– E o lançamento de Greatest Hits, que contou com Crazy Little Thing Called Love, Another One Bites The Dust, Save Me e Play The Game, acumulou mais de cinco milhões de vendas no Reino Unido. Nos EUA, vendeu oito milhões de cópias.

– Mas o Queen não conseguiu manter o ritmo por muito mais tempo e começou um declínio vertiginoso na popularidade nos EUA …

– Vejam o relato dessa fã –

Sinto que não estava sozinha com minha insatisfação, relembrou Susan Mitcham-Magro, que viu o Queen no Boston Garden em 1982 durante a turnê Hot Space . O que originalmente me atraiu para o Queen parecia ter sido substituído por uma sensação mais disco.

 

– Não apenas o Hot Space despertou uma reação mista dos fãs, mas também de alguns membros da Banda.

Acho que Hot Space foi um erro, mesmo que apenas em termos de tempo “, disse Brian em 1989. Entramos muito no Funk e foi bastante semelhante ao que Michael Jackson fez em Thriller. Mas o momento estava errado. Disco era uma palavra suja.

 

– Durante a turnê Hot Space, Freddie disse ao público durante um show no Milton Keynes Bowl em 1982 (mais tarde lançado como Queen on Fire em 2004) –

Agora, a maioria de vocês sabe que lançamos alguns novos sons na última semana. Se valer a pena, vamos fazer algumas músicas na categoria Funk Black, seja lá como você chamar. Isso não significa que perdemos nossa sensação de Rock And Roll, ok ! Quero dizer, é apenas um registro sangrento ! As pessoas ficam tão animadas com essas coisas. Nós só queremos experimentar alguns novos sons.

 

– O Queen tocou nos EUA mais uma vez, e seu show em 15 de Setembro de 1982 no L.A.’s Forum seria a última vez que os quatro membros originais se apresentaram juntos no palco nos Estados Unidos.

– Brian lembra o que Freddie disse à ele –

Eu provavelmente terei que morrer, antes que a América nos queira ..

– Infelizmente, o renascimento da popularidade do Queen na América começou após a morte de Freddie, de complicações devido à AIDS em 1991, graças em grande parte à inclusão de Bohemian Rhapsody no filme Wayne’s World, e com a indução do Rock and Roll Hall of Fame da Banda em 2001. Com a sua música se tornando um marco regular em comerciais e filmes, o Queen reentrou na consciência dos americanos.

– Em uma carreira histórica marcada por destaques como Bohemian Rhapsody, Live Aid e as turnês sul-americana e Magic, a era The Game de 1980 representou um período mágico para o Queen na América, que nunca seria recapturado ou repetido.

– É como dizem- Se não está quebrado, não conserte

 

Fontes –

Medium

today.yougov.com

Reddit.com

 

 

LET ME ENTERTAIN YOU

(6ª música do 7º álbum)

 

– Composta por Freddie Mercury, Let Me Entertain You é uma zombaria à imprensa musical britânica, que fez do Queen e suas aspirações de se tornar a maior banda de rock do mundo, um alvo de suas críticas.

– Freddie, que até ri de si mesmo, se dirige aqui ao seu público como se fosse um mestre de cerimônias anunciando o espetáculo:

Let me welcome you, ladies and gentlemen

I would like to say hello

Are you ready for some entertainment?

Are you ready for a show?”

 

(Sejam bem-vindos, senhoras e senhores

Eu gostaria de dizer olá

Vocês estão prontos para algum entretenimento?

Vocês estão prontos para o espetáculo?)

 

– Grande admirador do music-hall, o cantor se inspira, sem dúvida, na comédia musical Gypsy: A Musical Fable, cujas primeiras representações se realizaram na Broadway em 1959.

– A obra narra a vida de uma artista de striptease chamada Gypsy Rose Lee, interpretada pela atriz Sandra Church, que canta uma das canções mais famosas do livreto: Let Me Entertain You:

I’ll make you feel good/

I’d want your spirit to climb/

So let me entertain you/

We’ll have a real good time

 

(Eu vou fazer você se sentir bem/

Eu gostaria que seu espírito subisse/

Então deixe-me entretê-lo/

Nós vamos nos divertir muito)

 

– Na canção do Queen, os planos se complicam quando, a partir da segunda estrofe, Freddie se lança à uma crítica mordaz do mundo do espetáculo:

I’ve come here to sell you my body

I can show you some good merchandise

(Eu vim aqui para te vender meu corpo

Eu posso te mostrar uma boa mercadoria)

 

– Depois, sai do seu personagem para apropriar-se totalmente da canção na terceira estrofe, até chegar ao sarcasmo:

 

Hey!/If you need a fix/

If you want a high/Stickells’ll see to that/

With Elektra and EMI/We’ll show you where it’s at

 

(Ei!/Se você precisa de uma dose/

Se você quer ‘viajar’/Stickells verá isso/

Com Elektra e EMI/Vamos mostrar-lhes onde está)

 

– Quando Freddie anuncia na segunda estrofe Stickells will see to that (Stickells verá isso), ele se refere a Gerry Uncle Grumpy (tio mal-humorado) Stickells, o gerente de turnê das viagens estadunidenses da banda desde 1975.

– Dave Marsh, da Rolling Stone Magazine, quem tem uma opinião irrevogável sobre cada canção do álbum, escreve:

Quando Mercury canta em ‘Let Me Entertain You’ que vende seu corpo e utiliza todos os meios possíveis para dar emoção ao seu público, não fala de sacrificar-se pela sua arte. Não faz mais que confessar sua indecência, principalmente porque ele é muito grosseiro para se sentir envergonhado.

 

– A introdução contém a assinatura característica do Queen, que lembra o solo de Get Down, Make Love do álbum News Of The World, em que Roger apoia cada tempo com a bateria, junto com o baixo de John. A continuação é mais rítmica, e os riffs de guitarra se fundem com os padrões da bateria.

– No final da música se escuta como Brian, Roger, Freddie e uma voz feminina não identificada pronunciam de maneira desordenada as frases que poderia dizer o público ao sair de um concerto do Queen:

 

Where’s my back stage pass?

(Onde está o meu pass para os bastidores?)

 

That Brian May, he’s outta sight man!

(Esse Brian May é um homem fora de série, cara!)

 

That was a bit of alright, wasn’t it?

(Não estava nada mal, certo?)

A atriz de teatro Gypsy Rose Lee (1911-1970), cuja vida inspirou a comédia musical Gypsy: A Musical Fable.

 

 

Vídeo oficial de Let Me Entertain You

 

Sandra Church canta Let Me Entertain You na comédia musical Gypsy: A Musical Fable

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

 

Serj Tankian unirá forças com o guitarrista da banda Queen, Brian May, no próximo mês.

Ele é um cantor, compositor, poeta, multi-instrumentista e ativista político armeno-americano, e é o vocalista, tecladista e compositor da banda de metal System of a Down.

Os lendários músicos tocarão juntos no festival Starmus, evento que ocorrerá entre os dias 5 e 10 de setembro em Yerevan, na Armênia.

De acordo com a rádio dos Estados Unidos Z99 FM, Rick Wakeman, ex-tecladista do Yes, também se juntará a Serj e Brian, fazendo parte da lista de músicos confirmados.

Novos nomes devem ser anunciados em breve.

O festival Starmus promove a comunicação científica e a música. Além das apresentações, o evento terá discursos de ganhadores do Prêmio Nobel, astronautas, cientistas e autores.

 

Fonte: https://siteofadown.com/

 

Dica de: Roberto Mercury

 

 

Queen – Os primeiros anos de Reinado – Parte 02/02

Continuando com nossa análise sobre o Queen nos primeiros anos, seguimos aqui dando uma olhada na história ao vivo do Queen nos anos 70 –

1974 –
▪️O ano começa com sua primeira viagem fora da Europa e uma aparição no Sunbury Music Festival na Austrália. Foi uma das piores experiências da Banda, tanto que a sua aparição no dia seguinte foi cancelada.

▪️Em Março, a Banda inicia uma turnê pelo Reino Unido para promover seu novo Álbum Queen II, e então embarca em sua primeira viagem aos EUA. Mais uma vez eles tocam como Banda de apoio ao Mott The Hoople em uma turnê de quatro semanas começando em Abril.

▪️A Banda presta mais atenção ao visual no palco e contrata os serviços de Zandra Rhodes para desenhar alguns de seus figurinos.

▪️A turnê do Queen é interrompida abruptamente quando Brian desmaia de hepatite após o show de Nova York em 11 de Maio, e voam para casa, para Brian se recuperar.

▪️A Banda logo está de volta à estrada e inicia sua segunda turnê como atração principal, com dezenove shows em dezoito locais diferentes em todo o Reino Unido. A Banda Hustler é a Banda de apoio, e o setlist contém grande parte do material do novo álbum Sheer Heart Attack.

▪️Com mais dinheiro para investir em um novo show de palco, a Banda veste novos figurinos para esta turnê e adiciona um equipamento de iluminação completo com efeitos de palco de última geração.

▪️Para encerrar a turnê do Queen do ano, eles embarcam em uma turnê européia composta por dez shows em seis países, realizados em um período de duas semanas e meia.

▪️A turnê teria sido mais longa se não fosse o caminhão que transportava seus equipamentos se envolver em um acidente e não conseguir chegar aos locais restantes programados.

1975 –
▪️No início de Fevereiro, o Queen voa para Nova York para uma turnê americana de 40 shows, a primeira delas como atração principal.

▪️Infelizmente outros shows no final de Fevereiro e Abril serão cancelados quando Freddie desenvolve problemas com sua garganta.

▪️Sua primeira turnê no Japão também começa em Abril, e todos os quatro membros estão visivelmente impressionados ao descobrir mais de 3.000 fãs gritando reunidos para recebê-los no aeroporto.

▪️O fenômeno é batizado de ” Queen Mania ” e ocorrerá novamente em todas as turnês japonesas à seguir.

▪️Após os ensaios no Elstree Studios, e também no local da gravação do vídeo Bohemian Rhapsody, a Banda inicia sua terceira turnê pelo Reino Unido.

▪️Começa no território familiar do Queen com dois shows no Liverpool Empire e termina na véspera de Natal com o renomado show Hammersmith Odeon, que também é televisionado e transmitido ao vivo pela rádio à noite.

▪️Com novos figurinos, equipamento de iluminação e efeitos de palco, o show de palco agora começa com a silhueta iluminada de Freddie atrás de uma tela para as palavras de abertura da seção de ópera do single número um Bohemian Rhapsody, e depois sobe no palco para a parte Rock da música.

▪️O Queen é agora a Banda de topo da Grã-Bretanha, e são tão conhecidos internacionalmente em todo o mundo como em casa, e acima de tudo, um grande espetáculo de concertos ao vivo.

1976 –
▪️Em Janeiro, o Queen voa para Nova York para os ensaios antes de sua terceira turnê americana – e sua segunda como atração principal.

▪️A turnê de trinta e três shows – A Night At The Opera – começa em Connecticut e termina seis semanas depois com quatro shows em Los Angeles e um em San Diego, em 12 de Março.

▪️A mesma turnê chega ao Japão em 22 de Março, quando a Banda começa sua segunda turnê lá, e então continua com sua primeira turnê na Austrália – uma visita de onze dias com oito concertos em cinco locais diferentes para tocar.

▪️A Banda se apresentou lá apenas uma vez antes (no Sunbury Music Festival em Melbourne, dois anos antes), mas essa experiência infeliz os deixa apreensivos com essa viagem de volta. Eles não precisam se preocupar, pois todos os oito shows estão esgotados, e o Álbum e o single alcançaram o número 01 nas paradas.

▪️Depois que as sessões de gravação para um novo Álbum do Queen começaram no verão de 1976, a Banda também começou os ensaios para alguns shows no Reino Unido.

▪️Em Setembro eles fazem dois shows na Escócia, um show ao ar livre no País de Gales e um grande show gratuito no Hyde Park de Londres.

▪️Devido à seca de 1976 e às más condições do parque como resultado disso, o show chega perigosamente perto de ser cancelado. Ele recebe o aval, no entanto, e estima-se que entre 150.000 e 200.000 pessoas estejam presentes em um dos melhores shows do Queen

1977 –
▪️O ano começa com uma turnê pelos EUA de divulgação do Álbum A Day At The Races, com Thin Lizzy como Banda de apoio, na maioria das datas. A turnê é apropriadamente apelidada de Queen Lizzy Tour. Afinal, é o ano do Jubileu de Prata da Rainha Elizabeth II.

▪️O Queen estava tocando em auditórios muito grandes nesta turnê, incluindo multidões de até 20.000 pessoas por noite, como o Los Angeles Forum.

▪️Eles também alcançaram uma de suas maiores ambições, em 05 de Fevereiro, ao tocar no Madison Square Garden de Nova York, para uma multidão de peso.

▪️Uma turnê européia, a primeira em mais de dois anos, está marcada para Maio e Junho, incluindo onze datas no Reino Unido e culminando em duas noites sucessivas no Earls Court Arena de Londres.

▪️Esses shows especiais também são filmados e uma noite está disponível em um bootleg de vídeo há anos.

▪️Em 06 de Outubro, o Queen fez um mini-concerto único no New London Theatre Centre, para os fãs que viajaram para Londres para ajudar como parte da platéia ao vivo para gravar o vídeo promocional do novo single We Are The Champions.

▪️Uma segunda parte da turnê pelos EUA começa em Portland em Novembro, com a Banda agora em turnê com mais de sessenta toneladas de equipamentos, incluindo um equipamento de iluminação Crown especialmente modificado que foi revelado pela primeira vez nos shows em Earls Court em Junho.

A grandeza da Rainha !

Abaixo, um vídeo de um compilado do Queen nos anos 70.

 

▪️Fontes –

– Planet-rogerocks
– Fairy King
– Queen Live Archive

▪️Se você se interessou, e quer ler a 1a parte, ela está aqui ?

Queen – Os Primeiros Anos de Reinado – Parte 01/02 – Por Sheila Pauka

 

IF YOU CAN’T BEAT THEM

(5ª música do 7º álbum)

– Com seu ar de hino hard rock FM, If You Can’t Beat Them apresenta o Queen na década de 1980 um pouco mais cedo para o resto das bandas. A canção, que conta com uma cor mais moderna que os outros temas do álbum, anuncia o espírito que reinará no trabalho seguinte, The Game, com um pop dominante e coberto de reverberação, um tratamento sonoro típico das realizações da década vindoura.

– O tema está composto por John Deacon, sempre disposto a conseguir um êxito para o Queen. Não vem publicado em single e nem passará à posteridade, mesmo que suas raras versões ao vivo, como no Pavillon de Paris nos dias 28 de fevereiro e 1 de março de 1979, demonstrem que funciona bem entre o público.

– A estrutura da canção, com suas estrofes melódicas e seus estribilhos cantados em coro, parece feita sob medida para a MTV, que veria a luz em 1981. Não resta dúvidas de que um tema como If You Can’t Beat Them abriria a porta para êxitos como We’re Not Gonna Take It de Twisted Sister ou Runaway de Bon Jovi.

– Brian May se encarrega de todas as partes da guitarra, o que parece estranho em uma música assinada por John, já que o baixista costumava tocar em suas composições algumas partes de guitarra, sobretudo a acústica.

– Os coros adquirem um lugar preponderante nos estribilhos. No entanto, mesmo que sejam harmonizados ou em uníssono, parecem simples se são comparados com o trabalho realizado em um álbum como A Night At The Opera.

Brian reconheceria em 1991:

Alguns de nossos coros no álbum ‘Jazz’ tiveram muito sucesso, mas perderam o entusiasmo de nossos inícios.

– Embora o título da música pareça um lema pessoal para Freddie (Se você não pode vencê-los), é um mantra muito semelhante ao que o grupo adotaria antes de subir ao palco em cada concerto:

Blind’em and deafen’ em!  (Cegue-os e ensurdeça-os!).

Enquanto Freddie Mercury optou pelo couro, John Deacon escolheu uma roupa mais… acadêmica para esta época!

 

Vídeo oficial de If You Can’t Beat Them

 

If You Can’t Beat Them (Live in Paris ‘79)

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Queen !

Os Primeiros Anos de Reinado

Parte 01/02

Os anos mais incríveis e criativos do Queen vão de 1970 até 1977, com muita qualidade, audácia e criatividade.

Suas músicas setentistas tinham aquela magia, uma inspiração espetacular, uma mistura de sons e melodias libertas …. Eles tinham liberdade para compor ..

Vejamos abaixo –

1970 –

As primeiras aparições da Banda foram em pequenas reuniões de estudantes em Londres. Os ingressos eram distribuídos somente para pessoas que eles confiavam, para após o show, receberem um feedback construtivo, positivo ou negativo. Eles estavam testando a Banda e queriam saber no que melhorar.

Essa talvez seja a característica mais bacana do Queen, que já existia desde então, eles são super profissionais SEMPRE !

A primeira apresentação do grupo foi em 27 de Junho de 70, no City Hall de Truro em Cornwall, no Sudoeste da Inglaterra.

O baixista Mike Grose só sobrevive três shows, e é substituído por Barry Mitchell, que toca com o grupo por mais onze shows

Mike Grose 1970 –

27 Junho – UK, Truro, City Hall ( com Mike Grose )

18 Julho – UK, London, Imperial College ( com Mike Grose )

25 Julho – UK, Truro, PJ’s Club ( com Mike Grose )

 

Barry Mitchell – 1970/1971 –

23 Agosto – UK, London, Imperial College ( com Barry Mitchell )

04 Setembro – UK, London, Swiss Cottage Private School ( com Barry Mitchell )

16 Outubro – UK, London, College of Estate Management Hall ( com Barry Mitchell )

30 Outubro – UK, St Helens, College of Technology ( com Barry Mitchell )

31 Outubro – UK, Liverpool, Cavern Club ( com Barry Mitchell )

14 Novembro – UK, Hertford, Ballspark College ( com Barry Mitchell )

05 Dezembro – UK, Egham, Shoreditch College ( com Barry Mitchell )

18 Dezembro – UK, St Helens, College of Technology ( com Barry Mitchell )

19 Dezembro – UK, St Helens, Congregational Church Hall ( com Barry Mitchell )

09 Janeiro 1971 – UK,Ewell, Technicall College ( com Barry Mitchell )

18 Janeiro 1971 – UK, London, Marquee Club ( com Barry Mitchell )

 

1971 –

Em Fevereiro entra Doug Bogie para o baixo, saindo após somente 02 shows, dando lugar à John Deacon, e essa formação permanece a mesma até 1991.

Eles ensaiaram pesado durante quatro meses para mostrar o novo grupo em Julho. Os shows atraíram em média setenta pessoas. No ticket eles convidavam as pessoas para uma boa diversão com boa música de uma Banda que precisa desesperadamente de opiniões.

No dia 17 eles saem para uma turnê que vai até Agosto, e terminam o ano com mais dois bem aclamados shows em Londres.

 

Doug Bogie – 1971 –

19 Fevereiro – UK, London, Hornsey Town Hall ( com Doug Bogie )

20 Fevereiro – UK, London, Kingston Polytechnic ( com Doug Bogie )

 

1972 –

Os quatro membros da Banda se desenvolveram bem durante 71 e 72, mas ainda continuavam sendo estudantes. A Banda começou a ganhar aos poucos uma boa reputação com o público, mas mesmo assim Brian e John não queriam se prender totalmente.

Para eles, naquele momento, o Queen era só um passa tempo enquanto estudavam, o que reflete o pouco número de shows neste ano.

Eles passaram a maior parte do ano mostrando sua gravação demo, com cinco músicas, para as companhias fonográficas, mas já estavam ficando desiludidos.

Porém, em Março, no show em Forest Hill, eles acabam despertando o interesse de Barry Sheffield, que trabalhava para a gravadora Trident, levando à assinar um contrato com a Banda em Novembro. Eles terminam de gravar seu primeiro Álbum no fim do ano.

1973 –

Em Abril, o Queen toca no legendário The Marquee Club em Londres, com uma grande festa no local organizado pelo gravadora para divulgar a Banda.

Em Julho, sai o primeiro Álbum na Inglaterra, e em Setembro, nos USA.

Em Agosto, eles começam à trabalhar no que se tornaria o Álbum Queen II. Muito do repertório deste Álbum já estava sendo executado pela Banda ao vivo e em ensaios.

Eles viajam para fora da Inglaterra pela primeira vez, com datas na Alemanha, Luxemburgo e França.

Em Novembro eles embarcam para sua primeira turnê de porte pelo Reino Unido, abrindo para o então super loucos e badalados Mott The Hoople.

 

A gravadora apresentando a banda

Freddie Mercury, vocal principal, teclados ocasionais. Compositor e letrista. Nascido em 5 de setembro de 1946, em Zanzibar, educado na Índia. No início da vida tornou-se campeão de tênis de mesa e especialista em hóquei. Ele estudou na Ealing School of Art e tornou-se designer gráfico e ilustrador. Ele teve aulas de piano na 4ª série e cantou com seu primeiro grupo aos 14 anos. Em 1970 ele formou o Queen com Roger e Brian. Ele lista suas influências como Jimi Hendrix e Liza Minelli, sua ambição de se tornar uma lenda e aparecer em um show de Liza Minelli.

Freddie Mercury pode ser a única pessoa no rock de Zanzibar. Brian May o único astrônomo e Roger Meddows Taylor o único estudante de odontologia. Eles são, respectivamente, o vocalista, guitarrista e baterista do Queen e membros fundadores da agora banda de quatro homens da Grã-Bretanha.

Queen estava no glitterrock muito antes da onda chegar. Freddie estava estudando arte na faculdade em 1968 quando conheceu Brian e Roger que estavam com uma banda chamada Smile (eles lançaram um single nos EUA). Brian convidou Freddie para se juntar à sua nova banda, Queen, depois que o Smile se separou. O baixista John Deacon, o quarto Queen, juntou-se em 1971.

Brian e Freddie são os compositores do grupo. Costumam escrever individualmente com ajuda mútua e ocasionalmente colaboram. A primeira chance do grupo veio quando os produtores John Anthony e Roy Baker os convidaram para fazer algumas demos. Depois de levar as fitas para várias gravadoras de Londres, eles acabaram assinando um contrato com a EMI.

Seu primeiro álbum pela Elektra, Queen, também produzido por Anthony e Baker, é extraído de material de três anos. “Desde o início, o grupo manteve seu conceito original”, disse Brian. “Este álbum é uma maneira de tirar todas as nossas frustrações do nosso sistema que se acumularam ao longo dos anos.” 

 

Brian May, guitarra, vocais. Compositor e letrista. Ele tem 23 anos. Câncer, nascido no país. Ele tem um B.Sc. em Física e lecionou em uma escola abrangente. Ele também foi astrônomo por quatro anos. Ele construiu seu violão com madeira de uma lareira de 100 anos e conheceu Roger em um grupo chamado Smile em 1968. Um fã devoto de Jimi Hendrix e adora os Beatles. Ele lista suas influências como Clapton, Beck, Davy O’List (do The Nice), Smile. Sua ambição é ser um pinguim?

Roger Meddows Taylor, bateria, vocais. Compositor e letrista. Ele tem 23 anos, leonino, nascido em Norfolk. Ele estudou na Dental College em Londres e odiou. Roger toca bateria e guitarra desde os 12 anos; ele formou um grupo chamado Smile com Brian. Enquanto trabalhava em uma loja de cavalheiros, ele conheceu Freddie Mercury e a Rainha foi formada. Ele lista suas influências como Yardbirds, Who, Dylan, Hendrix, Lennon, ele mesmo e lista sua ambição como “Ser Super Novo”.

 

John Deacon, baixo. Nascido em 19 de agosto de 1951, em Leicester. John Deacon começou tocando guitarra base aos 12 anos, mas mudou para baixo quando tinha 14. Ele tocou com alguns grupos enquanto estava na Beauchamp Grammar School. Mais tarde, ele recebeu um primeiro diploma de honra em eletrônica do Chelsea College. Em fevereiro de 1971, ele se tornou o último Ás do Queen. Lista influências como Yes, The World e 60 Cycles. Seus gostos são coletes de borracha brilhantes, galochas apertadas, corda, elástico, barbante encerado, capas de chuva, linóleo e chapéus-coco e o estranho copo de Claret.

Elektra

ELEKTRA RECORDS Mg por Erker/Autum Norma AD

 

Começa a magia !

Continua …

Fonte – Planet-rogerocks

 

 

 

Em 8 de agosto de 2022, a editora latino-americana Partwork Planeta lançou, em associação com a Queen Productions Ltd. e a Universal Music Group, Queen The Vinyl Collection. Com 25 álbuns, estará disponível para compra em combinação com o jornal El Mercurio.

Edição por edição, Queen The Vinyl Collection, composta por álbuns únicos, duplos e triplos, constrói-se em uma biblioteca de carreira da discografia histórica do álbum do Queen. Com obras de arte supervisionadas e projetadas pelo diretor de arte do Queen, Richard Gray, cada álbum é apresentado em mangas de alta qualidade reprisando e, em alguns casos, refrescando a obra original. Os LPs especialmente pressionados aparecem em vinil preto de 180g, com todos os títulos dominados e cortados no mundialmente renomado Abbey Road Studios em Londres para alcançar a melhor qualidade de som possível.

Queen The Vinyl Collection abrange a carreira da banda desde seu primeiro álbum, ‘Queen’, em 1973, até ‘Made In Heaven’, lançado em 1995, que compreende as últimas gravações de estúdio de Freddie e material adicional das sessões anteriores de estúdio da banda. Além dos 15 álbuns de estúdio do Queen, o Queen The Vinyl Collection apresenta todos os três títulos clássicos de Greatest Hits (incluindo o atualmente indisponível ‘Greatest Hits III’), e ‘On Air’, uma coleção de gravações da BBC Radio da banda. A coleção é completada com seis álbuns ao vivo, entre eles o longa live killers e live at Wembley Stadium, em LP triplo.

Cada álbum é acompanhado por uma revista ilustrada de 8 páginas contendo as histórias por trás das renomadas gravações do grupo. Com notas do arquivista e escritor do Queen Greg Brooks (em consulta com o publicitário do Queen Phil Symes e o fã especialista de longa data Jim Jenkins) traduzidas para o espanhol, cada edição revela detalhes fascinantes sobre a criação do álbum, incluindo as sessões de gravação pungentes para os dois últimos álbuns com Freddie, e as principais faixas, e apresenta citações e insights de todos os quatro membros da banda, bem como fotos raras, mangas de registro e arte de pôster.

Queen The Vinyl Collection é uma série de 25 partes disponível no Chile. Cópias de álbuns únicos serão vendidas por US$ 19.990 (Pesos Chilenos); álbuns duplos a $24.990; e álbuns triplos a $29.990. Mais informações para consumidores locais estão disponíveis online aqui.

 

QUEEN THE VINYL COLLECTION

1. A Kind Of Magic

2. A Night At The Opera

3. Queen

4. Innuendo (2LP)

5. Queen II

6. Made In Heaven (2LP)

7. The Miracle

8. Greatest Hits (2LP)

9. Sheer Heart Attack

10. Live Killers (2LP)

11. Greatest Hits II (2LP)

12. A Day At The Races

13. Live At The Rainbow ’74 (2LP)

14. The Works

15. Queen On Fire: Live At The Bowl (3LP)

16. News Of The World

17. Greatest Hits III (2LP)

18. The Game

19. Live At Wembley Stadium (3LP)

20. Hot Space

21. Queen Rock Montreal (3LP)

22. Flash Gordon

23. A Night At The Odeon (2LP)

24. Jazz

25. On Air (3LP)

 

Fonte: Queenonline.com

BICYCLE RACE

(4ª música do 7º álbum)

 

– Em 19 de julho de 1978, quando a banda ainda ensaia as canções que fariam parte do sétimo álbum, o Tour de France, algumas de cujas etapas tradicionalmente saem do território francês, passa por Montreux.

– Trata-se da 18ª etapa, que levaria os ciclistas de Morzine a Lausanne, na Suíça.

– A meio caminho dessa jornada, durante a qual os atletas percorreriam 137 quilômetros, as estrelas do ciclismo contornam o lago Leman e depois atravessam a cidade de Montreux, sob o olhar atônito de Freddie Mercury.

– O cantor sente repentinamente uma paixão por esse acontecimento esportivo e sucumbe aos encantos dos corredores de pernas fibrosas e excelente musculatura. Decide então compor Bicycle Race, e sugere a Brian May que proponha sua própria versão do acontecimento, o que ele faria ao compor Fat Bottomed Girls.

– Ambas as canções aparecem no mesmo 45 rpm, com duplo lado A, como a banda já havia feito previamente com Killer Queen / Flick Of The Wrist em 1974 e We Are The Champions/ We Will Rock You em 1977.

– O objetivo dessa manobra é dar as mesmas oportunidades a ambos os temas para alcançar êxito, Bicycle Race seria o primeiro single oficial de Jazz.

– Consegue posicionar-se no 11º lugar das listas britânicas uma vez publicado, com o apoio de uma sessão fotográfica e um clip inesquecível.

– O clip teve um aroma de escândalo!

Lembro da enorme decepção da banda – afirma divertido o produtor do álbum, Roy Thomas Baker -, porém nenhum de nós pôde estar presente, porque estávamos exilados!.

– Em 17 de setembro de 1978, sessenta e cinco mulheres, modelos de profissão, são contratadas para dar voltas de bicicleta no circuito de Wimbledon Greyhound Stadium de Londres.

– O detalhe, que não escapa aos numerosos jornais e revistas presentes nesse dia, é que todas elas estavam totalmente nuas sobre suas bicicletas.

– Quando os produtores devolveram as bicicletas, no dia seguinte à filmagem do clip Bicycle Race, a loja Halford’s Cycles ficou sabendo do uso tão original que haviam dado às suas bicicletas e exigiu a substituição dos sessenta e cinco acentos.

– Como um gesto de zombaria para a Elektra, que havia retirado os cartazes com as ciclistas nuas dos álbuns, Freddie Mercury, durante o concerto no Madison Square Garden em Nova York em 17 de novembro de 1978, executa Bicycle Race cercado por várias garotas em bicicletas, vestidas apenas com uma tanga.

Quatro modelos que participaram da filmagem de Bicycle Race.

 

Vídeo oficial de Bicycle Race

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Knebworth Park

9 de agosto de 1986, 120 mil pessoas ouviram Freddie Mercury falar pela última vez.

Boa noite e bons sonhos.

Esses fãs testemunharam o que ficou marcado como o último show de Freddie Mercury à frente do Queen. Era o show de Knebworth Park.


O ano de 1986 deveria ser um ano em que o Queen não iria para a estrada, mas o show do Live Aid mudou tudo.
Além da banda ter ficado animada para tocar ao vivo, outro fator que pesou foi o fato de que os ingressos para os seus shows se esgotavam rapidamente.

Foi neste ano que foi lançado o álbum A Kind of Magic e o consequente lançamento da turnê Magic Tour, que percorreu toda a Europa e teve o seu final no dia 9 de agosto de 1986 no Knebworth Park, na Inglaterra.

Mais uma vez, os Estados Unidos ficaram de fora da turnê porque as vendas não encorajaram a banda a ir. Japão e Austrália também não foram contemplados com shows e havia rumores de que em 1987 a banda sairia em turnê mundial (ledo engano….).


A banda reestruturou o set list e adicionou quatro músicas do novo álbum ( A Kind Of Magic): One Vision, A Kind Of Magic, Who Wants To Live Forever e Friends Will Be Friends.

É surpreendente a inclusão de In The Lap Of The Gods… Revisited tocada pela última vez em 1977)  e de um medley acuústico de rock com (You’re So Square) Baby I Don’t Care, Hello Mary Lou (Goodbye Heart), and e Tutti Frutti.

Os ensaios começaram em maio de 1986 nos estúdios JVC.

O tamanho do palco impressionava: quase 20 metros de comprimento, com duas asas de 12 metros, dando a Freddie muito espaço para correr.

Em uma entrevista durante os ensaios, Roger comentou:

Vamos tocar no maior palco já construído em Wembley, com o maior show de luzes já visto. Acho que provavelmente somos a melhor banda ao vivo do mundo no momento, e vamos provar isso. Ninguém que venha nos ver ficará desapontado. Será maior que a própria grandeza. Isso fará com que Ben-Hur se pareça com os Muppets.

Status Quo, Big Country, Marillion e Belouis Some foram as bandas de apoio para esse show de Knebworth. O público pode ver a banda chegando de helicóptero no local.


Já havia evidências de que, para Freddie, aquela seria a última turnê. Brian explica:


Acho que foi em algum lugar na Espanha, houve uma pequena discussão que estourou, e John ficou bastante duvidoso sobre alguma coisa, e Freddie se virou e disse: ‘Bem, eu não vou fazer isso para sempre, esta é provavelmente a última vez’, e isso foi um pouco chocante. Eu não sabia se isso tinha sido uma resposta instantânea ou se havia algo mais em sua mente… acho que ele realmente sabia com o que ia lidar.

Link do show:

 

Fontes: queenconcerts

Queen: Complete Works – George Purvis

A influência do Queen nos artistas contemporâneos

– Por Steve Baltin para a Forbes –

®️ Uma forte medida da grandeza e do legado de um artista é a frequência com que são citados por outros artistas como favorito ou influência.

. Quem são os artistas que são mais mencionados ?
▪️Lá em cima, perto do topo, talvez perdendo apenas para os Beatles, é e foi o Queen.

▪️É fácil ver porque o Queen conseguiu influenciar uma gama incrivelmente ampla de músicos – eles são uma das Bandas mais versáteis que o Rock já teve.

▪️Nas inúmeras entrevistas que fiz ao longo dos anos, eles foram citados por inúmeras superestrelas. O mais impressionante é a diversidade de artistas que eles influenciaram.

➖️ KATE PERRY

As primeiras músicas que ouvi foram Killer Queen e Don’t Stop Me Now. Todas as analogias que estão em Don’t Stop Me Now são incríveis.

Em 2014 a cantora lançou um perfume com o mesmo nome Killer Queen, com o slogan  Possua Seu Trono.

➖️ ROB ZOMBIE, da extinta Banda White Zombie –

As primeiras músicas de verdade que eu amei quando criança, e eu comecei muito jovem na música – ouvia coisas ainda no jardim de infância – eram Alice Cooper, Elton John, Kiss e Queen. Você escuta Bohemian Rhapsody e pensa – aqui está, uma dessas músicas. 

➖️ Dom Howard, baterista da Banda inglesa Muse, ao se declarar o maior fã do Queen

Eu sempre amei o Queen. Eu amo como a diversidade musical deles se espalhou por todo o lugar.

➖️ Brann Dailor, baterista e vocalista da Banda americana Mastodon, colocou o Queen no topo de sua lista

We Are The Champions e We Will Rock You, o combo Queen, bem como Bohemian Rhapsody são hinos totais do Rock. 

➖️ Brendon Urie, vocalista de Panic! At The Disco, foi fortemente influenciado pelo Queen.

Eu fiz bateria e vocais de fundo onde eu estava interpretando personagens diferentes. Estava fazendo coisas operísticas como o Queen para músicas como Victorious e Emperor’s New Clothes.

➖️ Tom Chaplin, vocalista da Banda de Rock Keane

O que provavelmente teve o maior impacto sobre mim, certamente foi o Queen. Os maiores Álbuns dos Beatles foram Vermelho e Azul, mas o Queen ” I ” e II, a primeira e a segunda metade da produção do Queen, foi muito influente para mim quando criança. Eu basicamente, por muitos e muitos anos, só queria ser Freddie Mercury, provavelmente ainda o faço em muitos aspectos. 

➖️ Brandi Carlile, cantora e compositora norte-americana

Freddie deu o seu máximo o tempo todo e ele deixou isso no palco. Tenho a sensação de que mesmo que ninguém nunca tivesse ido ver o Queen, se houvesse apenas 25 pessoas na platéia, ele ainda estaria lá sem camisa, com um microfone gritando no topo dos pulmões. Ele foi o melhor frontman que já existiu.

➖️ Karen O, vocalista e líder da Banda de Art Rock e Indie Rock Yeah Yeah Yeahs

Freddie Mercury é realmente uma grande estrela do Rock na minha cabeça. Eu sempre achei que ele era tão forte e um artista maravilhoso, realmente uma contradição de várias maneiras também. Então ele foi incrível.

➖️ Ben Harper, DJ e músico norte-americano

Não se engane, Freddie Mercury poderia estar cantando ópera com Pavarotti !

➖️ Shelby Lynne, cantora norte-americana –

Freddie foi o melhor artista. Eu ainda estou presa no Queen. Você os ouviu em vinil ultimamente? Eu sim.

➖️ James Bay, cantor, guitarrista e compositor britânico –

Tudo o que você precisa observar são os vinte minutos que ele fez no Live Aid. Você só diz … uau … Você fica tão extasiado que poderia levar duas horas, e são apenas 20 minutos matadores.

▪️Mas de todos os depoimentos de Freddie Mercury que tive de artistas que compartilharam comigo, um se destaca mais do que qualquer outro.

▪️O falecido George Michael é um dos maiores artistas pop masculinos de todos os tempos, sem dúvida um ícone por si só. Quando falei com ele, ele creditou à Freddie por ajudá-lo a encontrar sua motivação como artista.

Absolutamente meus mentores musicais seriam Stevie Wonder, Queen, Elton e talvez Pink Floyd. Esses eram os discos e foi nessa época que, na década de 70, todo o processo de mentoria aconteceu apenas quando eu estava sentado e estudando os arranjos com meus fones de ouvido.

E ver pessoas como Freddie Mercury, era perceber que isso era algo que você queria visar em termos de presença física no palco. 

▪️Eu tive a sorte de falar com o baterista do Queen, Roger Taylor, em Setembro de 2011 e discutimos o apelo duradouro da música da Banda, que ele absolutamente creditou na época à diversidade.

Uma das coisas que contribuiu para isso é que fizemos muitos tipos diferentes de registros. Não era como uma série de discos lançados no mesmo estilo. Havia muita variedade e qualidade lá. Havia qualidade na construção, no conteúdo melódico, na peça e no canto.

Fomos do Hard Rock ao quase Rockabilly, passando de um pouco Funky para grandiosidade, cobrimos muitos terrenos e talvez essa seja uma das razões, juntamente com o fato de eu achar que era música popular básica de qualidade. 

▪️E grande parte da magia da lenda do Queen é o status lendário de Freddie Mercury como um dos principais líderes da história do Rock.

▪️Certamente, mesmo antes de Bohemian Rhapsody, a lenda de Mercury havia crescido muito.

▪️E o sucesso da turnê do Queen + Adam Lambert mantém a música por aí.

▪️Mas quando se trata disso, o Queen permanece vibrante e popular nos últimos 50 anos, pela mesma razão que toda música faz – as canções.

Steve Baltin para Forbes em 2019.

JEALOUSY
(3ª música do 7º álbum)

 – A letra de Jealousy é explícita, porém não se conhecem as circunstâncias que impulsionaram Freddie Mercury a escrever esta doce balada jazzística.

– Dirigida ao que considera um defeito desagradável, confessa até que ponto seus ciúmes unicamente o conduziram à solidão e à preocupação:

Oh jealousy look at me now/Jealousy you got me somehow/
You gave me no warning/Took me by surprise

(Oh, ciúme, olhe para mim agora/Ciúme, você me pegou de alguma forma/
Você não me avisou/Me pegou de surpresa).

– Na banda imperava a lei do silêncio, segundo a qual não era necessário que ninguém explicasse suas letras:

Você poderia pensar que comentávamos a letra entre nós – diria Brian -, porém nunca o fizemos. Não explicar as letras aos demais era como uma lei tácita entre nós.

– Foi justamente essa maneira de pensar que ele detalharia alguns anos depois nas páginas de Total Guitar:

Na verdade, sempre pensei que explicar demais as canções era uma má ideia. Lembro de sentir-me decepcionado ao escutar o que Paul Simon dizia com respeito às suas letras – isso destruiu minha imaginação.

– Que assim seja. Ninguém saberá a que romance Freddie Mercury estava se referindo quando escreveu a bela Jealousy.

– Acompanhado por seu piano, a bateria de Roger e o baixo Fender Precision Fretless (sem trastes, para que seu som se assemelhasse a um contrabaixo acústico) de John, Freddie desenvolve sua canção em três minutos, sem deixar a Brian mais que um espaço restringido para sua guitarra acústica posterior ao estribilho.

– Desaparecida devido a um erro de mixagem em 1978, a faixa de bateria contendo o bumbo é a que está praticamente ausente da versão original de Jealousy.  Ela voltou ao tema durante a reedição em sua versão remasterizada em 2011.

? Single “Jealousy / Fun it lançado pela EMI no Brasil em 1979.

 

Vídeo oficial de Jealousy

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc)

Tradução: Helenita dos Santos Melo

The Invisible Man
Lado A: The Invisible Man
Lado B: Hijack My Heart
Data de lançamento no Reino Unido: 7 de agosto de 1989
Melhor posição no Reino Unido: 12ª. Posição
Produtores: Queen & David Richards

The Invisible man

The Invisible man nos leva a um mundo imaginário e amado de seu autor, Roger Taylor. A música é inspirada no romance de mesmo nome de H.G. Wells. Ela nos leva à presença do homem invisível entre nós, uma personagem que é ao mesmo tempo adaptável e impossível de capturar.

Roger fala sobre a música:

Eu a fiz, mas então todo mundo contribuiu. Não me lembro de onde veio a ideia. Acho que veio de um livro que estava lendo e parecia se encaixar no padrão rítmico que eu tinha em mente.

A música possui uma pequena semelhança a música de Huey Lewis e The News chamada I Want A New Drug (e com letras que lembram Ghostbusters de Ray Parker Jr. ).

 

 

Pela primeira ( e única ) vez em uma música do Queen, cada membro da banda é mencionado pelo nome logo antes de seus respectivos solos instrumentais, com a contribuição de Brian sendo um solo de guitarra magistral e sobre-humano.

O vídeo foi produzido pelos Torpedo Twins (Rudi Dolezal & Hannes Rossacher, nos Estúdios Pinewood em Londres em 26 de julho de 1989 (no dia do aniversário de 40 anos de Roger) e foi muito elogiado pelos seus efeitos especiais.

Nele, os membros da banda podem ser vistos como figuras de um vídeo game chamado The Invisible man e durante uma sessão do jogo o menino aperta o botão errado, e a banda é transferida da tela para a vida real, causando estragos no quarto do menino e, aos poucos, na família.

https://youtu.be/pz7XApRKtH4

 

A atriz que interpreta a filha adolescente é Danniella Westbrook, familiar para os britânicos como Samantha Mitchell em EastEnders.

Uma mixagem de 12″ foi construída, com uma introdução única de flauta sintetizada e trazendo o tempo de execução para pouco menos de seis minutos.

 

Essa mixagem também foi lançada como faixa bônus na versão em CD de 1989 ( e reedições de 1991 e 2011 ) , enquanto uma mistura híbrida única de agosto de 1988, combinando a demo auto-cantada de Roger com elementos da versão padrão do Queen, também apareceu como faixa bônus na reedição de 2011 de The Miracle.

 

 

Hijack My Heart

Essa música é um b-side, uma música que só foi lançada em single, nunca sendo lançada em álbuns oficiais.

Ela reflete a personalidade de Roger Taylor pois contém seus temas favoritos: mulheres bonitas em carros potentes, encontros inesperados, as alegrias de se apaixonar, e o prazer de saber que algo muito bom pode acontecer a qualquer momento.

Esta música tem mais em comum com as músicas dos álbuns solo anteriores de Roger Taylor – Fun in Sapce e Strange Frontier – do que com o Queen.

Fazia quase uma década desde que Roger cantava os vocais principais em uma música do Queen, mas aqueles que anseiam pela voz rouca e aguda do baterista ficariam agradavelmente surpresos com Hijack My Heart, música saída das sessões do The Miracle.

Com a regra tácita persistindo ao longo dos álbuns da década de 1980 de que Freddie deveria ser o vocalista principal, não é surpreendente que Hijack My Heart não fosse um candidato sério para The Miracle, mas é de se esperar que uma concessão tenha sido feita, já que é uma música particularmente forte.

O final desbotado contém algumas linhas de baixo deliciosas, embora uma versão demo que vazou em 2006 contenha um belo piano tocando, ausente da versão final.

A música escapou de lançamento em compilações retrospectivas até a quarta edição de The Singles Collection, e foi devidamente adicionada como faixa bônus na reedição de 2011 de The Miracle.

 

Fontes: Queen: Complete Works – Georg Purvis

Queen all thevsongs – The Story Benhind Every Track – Bernoît Clerc

 

 

 

A parceria Mott The Hoople & Queen

 

– Mott The Hoople era uma popular Banda britânica de Glam Rock, apadrinhados por David Bowie, do início dos anos 70, que levou o nome do livro homônimo de meados dos anos 60, escrito por Willard Manus.

– Em 1974, o Queen era uma Banda promissora, e Mott The Hoople estava em sua fase final. O Glam Rock estava acabando, e o vocalista do Mott – Ian Hunter – estava perdendo rapidamente o interesse no grupo.

 

– O Queen foi a Banda de abertura da turnê de 1974.

 

– O grupo formou um vínculo estreito e o Queen se referiu em seu single de 1975 – Now I’m Here – com a frase Down in city, just Hoople and me.

 

– Mais tarde naquele ano, o Queen lançaria Killer Queen e veria sua carreira decolar, enquanto Hunter deixaria Mott em Dezembro.

 

. Mott The Hoople ensinou o Rock à Rainha

– Brian e Roger creditam à Mott The Hoople a inspiração à abraçar sua exuberância e se tornarem estrelas do Rock de pleno direito nos anos 1970.

– Os roqueiros do Queen admitem que estavam na estrada com a Banda, onde cultivaram sua persona teatral.

Câmera Bell Howell

Brian explica:

Foi quando aprendemos à ser estrelas do Rock. Assim que você pensava que o dia havia acabado, um dos Mott entrava no seu quarto, carregado de garrafas e tudo o mais, e você ia embora de novo. Era muito, muito completo e muito, muito emocionante.

 

– E Roger está convencido de que foram os fãs liberais de Mott The Hoople que encorajaram o Queen à desenvolver sua Banda de Glam Rock.

Mott era perfeito para nós. Eles tinham uma audiência insana, de mente aberta, muito Rock ‘N’ Roll. Eles eram liberados, coloridos – não a multidão normal de Rock … Os shows ficaram maiores, mas foi difícil.

– Mott The Hoople e Queen estrearam em 02 de Outubro de 1972 no Central Hall, em Maidstone, Inglaterra.

– Em 1973, a Banda fez 56 concertos, sendo 20 com o Queen, também na Inglaterra.

– Em 1974, foram 34 concertos, sendo 15 com o Queen, pelos EUA.

– Dentro desses, um show memorável em 01 de Maio de 74 – Queen, Aerosmith e Mott The Hopple – no The Farm Show Arena em Harrisburg, Pennsylvania/EUA.

– Em 31/01/1976, Freddie, Brian e Roger finalizam sua participação no Álbum solo de Ian Hunter All-American Alien Boy.

 

– Durante a turnê americana Mott The Hoople de 1974, o membro da banda Morgan Fisher foi equipado com uma câmera Super-8 para documentar eventos.
Do documentário Mott The Hoople – Under Review.

 

Fonte para base e composição de texto –

Concertsarquive.org

 

Nota – Morgan Fisher, que foi tecladista na turnê Hot Space do Queen, foi integrante da Mott The Hoople.

Morgan Fisher

 

 

O músico, cantor e compositor Edinho Santa Cruz se apresentará mais uma vez no evento que celebra a memória e a obra de Freddie Mercury, Freddie Celebration Days.

Edinho possui uma carreira consolidada no Brasil e no exterior, e é autor de diversas trilhas sonoras de novelas da Rede Globo.

É autor também da primeira homenagem a Freddie Mercury, a música Song For Freddie.

 

Já se apresentou em diversos programas de TV e eventos de grandes companhias, e trabalhou por quatro anos no Domingão do Faustão como diretor musical, à frente de sua banda.

Atualmente, Edinho Santa Cruz está trabalhando na promoção de seu último DVD Jogo do Silêncio, gravado ao vivo com convidados especiais e uma grande orquestra.

 

A primeira vez que vim aqui em Montreux, fui convidado por Jim Beach em 1995.

Então, naquele momento, ele me apresentou a David Richards no Mountain Studios para fazer meu tributo a Freddie.

Desde então, comecei a sonhar em voltar a Montreux para homenagear Freddie.

Hoje, estou confiante de que meu sonho está se realizando.  eu estou tão feliz.

E esta é uma grande energia estar aqui com todos vocês!

Edinho Santa Cruz

 

Edinho fará um Concerto Acústico em Montreux no sábado, dia 3 de setembro às 10:30 da manhã, horário de Brasília.

Saiba mais sobre a carreira de Edinho acessando suas redes sociais

https://edinhosantacruz.co/

https://www.facebook.com/edinhosantacruzoficial

https://www.instagram.com/edinhosantacruz/

 

Freddie Celebration Days

É um evento gratuito que que ocorre desde 2003 e acontece por volta do dia 5 de setembro, data de aniversário de Freddie Mercury.

É organizado pela organização sem fins lucrativos Montreux Celebration e conta com a participação de vários artistas e do público em geral.

 

Saiba mais em: Montreux Celebration – Freddie Celebration Days

 

Programação do evento em 2022:

Freddie Celebration Days 2022 (montreuxcelebration.com)

FAT BOTTOMED GIRLS
(2ª música do 7º álbum)

– Em 13 de outubro de 1978 é lançado o primeiro single extraído do álbum Jazz, um 45 rpm com dois lados A e nenhum lado B.

– O tema principal Bicycle Race, foi composto por Freddie Mercury, e o segundo, Fat Bottomed Girls é obra de Brian May.

– Trata-se de um tema rock, muito melódico e eficaz, cuja origem explica o sensato Brian:
Acho que o estribilho veio na minha cabeça […]. Uma melodia e algumas palavras […]. E então ‘Fat Bottomed Girls’ se tornou uma música sobre as garotas que apoiam os músicos fora do palco. As ‘groupies’, mas não só elas.

– A letra, divertida e como mínimo atrevida, narra a viagem inicial do jovem May frente ao gênero feminino:

I was just a skinny lad/Never knew no good from bad/
But I knew life before I left my nursery/Left alone with big fat Fanny/
She was such a naughty nanny/Heap big woman, you made a bad boy out of me

(Eu era apenas um garoto magrelo/Nunca soube distinguir o bem do mal/
Mas eu conheci a vida antes de deixar meu berçário/Deixado sozinho com a grande e gorda Fanny/
Ela era uma babá muito travessa/Uma mulher grande, fez de mim um bad boy).

– Uma música desse estilo daria o que falar nos nossos dias, mas a década de 1970 permitiu uma certa audácia e permissividade para esse tipo de “canalhice”, que os membros do Queen não dispensavam exatamente!

– Desde a introdução, encontramos as harmonias vocais que deram notoriedade à banda, com um estribilho a cappella intenso e melódico.

? Single Bicycle Race e Fat Bottomed Girls.

 

Vídeo oficial de Fat Bottomed Girls

 

Fonte: QueenLa Historia Detrás de Sus 188 Canciones,  de Benoît Clerc
Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Quem escreveu mais canções no Queen ?

Abaixo, de forma abrangente, por Álbum de estúdio.

QUEEN 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Brian – 4, Roger – 1

 

QUEEN II

Pontuação do Álbum –

Freddie – 6, Brian – 5, Roger – 1

 

SHEER HEART ATTACK

Pontuação do Álbum –

Freddie – 7, Brian – 5, Roger – 2, John – 2

Contando Stone Cold Crazy para todos.

 

A NIGHT AT THE OPERA 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Brian – 5, Roger – 1, John – 1

A DAY AT THE RACES 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 4, Brian – 4, Roger -1, John -1

 

NEWS OF THE WORLD 

Pontuação do Álbum –

Brian – 4, Freddie – 3, Roger -2, John – 2

 

JAZZ 

Pontuação do Álbum –

Freddie -5, Brian – 4, Roger -2, John – 2

 

THE GAME 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Brian – 3, Roger -2, John – 2

Contando Rock It (Prime Jive) e Coming Soon para Roger e Freddie.

Contando Sail Away Sweet para Brian e Freddie.

 

FLASH GORDON 

Pontuação do Álbum –

Brian – 7, Freddie – 5, Roger – 4, John – 2

HOT SPACE 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Brian – 4, Roger -3, John – 3

Contando Under Pressure para todos + David Bowie.

Contando Cool Cat para Freddie e John

 

THE WORKS 

Pontuação do Álbum –

Brian – 4, Freddie – 4 , Roger – 1, John – 1.

Contando Machines (or ‘Back to Humans’) para Brian e Roger.

Contando Is This the World We Created…? para Brian e Freddie.

Sem pontuar as demos.

A KIND OF MAGIC 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 5, Roger – 3, John – 4, Brian – 3

Fora singles.

 

A Banda creditou todos os 04 membros quase igualmente com as composições de A Kind Of Magic em diante, por isso há duplicidades.

 

THE MIRACLE 

Pontuação do Álbum –

Freddie – 7, Brian – 4, John – 5, Roger – 3

Fora bônus.

INNUENDO

Pontuação do Álbum –

Freddie – 7, Brian – 5 Roger – 3, John – 1

Contando All God’s People para Freddie e Mike Moran.

Contando I’m Going Slightly Mad para Freddie e Peter Straker.

 

MADE IN HEAVEN

Foi um esforço colaborativo, reunido após a morte de Freddie.

Pontuação cumulativa –

Freddie Mercury: 73

Brian May: 61

Roger Taylor: 33

John Deacon: 26

 

Por Mark Dundore, compositor / arranjador e professor que mora na Pensilvânia.

Nota – Informações adicionais e checadas por Sheila Pauka.

 

O Festival Rock In Rio 2022 começa no dia 2 de setembro e por conta disso, a organização do Rock In Rio convida o público a se preparar para a edição de 2022, por meio de um mergulho na história do festival, desde 1985 até 2019.

Em parceria com Globoplay, Multishow e Conspiração, foi lançada, no dia 2 de agosto, a série documental Rock in Rio – A História.

Em cinco episódios, o público, artistas e organizadores que estiveram juntos por momentos de paz e alegria no Rock in Rio e foram impactados pela grandiosidade do festival, relembram os bastidores, os sucessos, os momentos emblemáticos, as paixões, os desafios e a força da marca Rock in Rio.

Os episódios, de cerca de meia hora de duração cada um, foram lançados com exclusividade no Globoplay, e irão ao ar no Multishow entre os dias 12 e 16 de setembro, às 23h.

Roberto Medina explica:

Enquanto nos preparamos para o momento do grande reencontro, daquela que será a edição mais antológica de todas, entregamos para o público esse grande presente que é o documentário, Rock in Rio – A História.

 

E complementa:

Os episódios não só trazem um contexto sobre a cena musical nos anos 1980, como também mostram que o festival foi fundamental na consolidação de grandes nomes nacionais e internacionais, se tornando parte da história e da cultura do nosso país, passando por todas as transformações de cada época, com a música e o público, mostrando o nosso trabalho em direção a um mundo melhor.  Tivemos muitos desafios para construir a primeira edição do festival e para dar seguimento a esse sonho, que é o de termos o maior evento de música do mundo para chamar de nosso, uma festa de todas as tribos, do rock ao pop, do rap a mpb, do jazz ao funk. O documentário mostra de maneira belíssima os bastidores e imagens inéditas, além de performances memoráveis ao longo desses 37 anos de trajetória.

 

Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 10 milhões de visitantes nestas 21 edições. Em 37 anos, o festival ganhou o mundo e tornou-se um verdadeiro parque de experiências, mas muito além disso, cresceu e ampliou a sua atuação, sempre com o olhar no futuro e na diversidade, na riqueza das diferenças.

Dirigido por Patricia Guimarães e produzido por Andrucha Waddington, Renata Brandão e Mariana Vianna, com roteiro de Rodrigo Pinto, a série original Globoplay Rock in Rio – a História chega embalada pela energia e pela contagem regressiva para o retorno da vida ao vivo.

Os episódios chegam à plataforma de streaming com depoimentos de grandes nomes do cenário musical brasileiro e internacional como Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Alceu Valença, Ney Matogrosso, Brian May, Andreas Kisser, Charles Gavin, Roberto Frejat, além de Fernanda Abreu, Emicida e os músicos do Black Eyed Peas.

Roberto Medina finaliza:

Desde a sua primeira edição, o Rock in Rio abraça e propõe a união das diferenças, valorizando a diversidade, ponto comum entre os episódios do documentário, que conta com nomes relevantes das mais variadas cenas musicais. Um exemplo disso foi o show de Sepultura e Zé Ramalho, em 2013, no Palco Sunset, onde o público de metal daquele dia abraçou o cantor e entoou muita MPB, fechando o encontro com Admirável Gado Novo.

Teresa Penna, diretora do Globoplay, Globo Filmes e Giga Gloob comenta:

Para o Globoplay, é uma honra trazer esse conteúdo e mostrar ao público todas as transformações vividas pelo festival ao longo de mais de três décadas, contadas por artistas, organizadores e pelo público. A história do ‘Rock in Rio’ reflete a história da música de forma geral, principalmente para nós brasileiros. É uma trajetória que conecta a música e o público ao cenário cultural do país.

 

Primeiro episódio – Que a vida começasse agora

No primeiro episódio, em um país que ansiava pela liberdade após um longo período de ditadura militar, acontece o primeiro festival de música internacional do Brasil, aclamado pela crítica e público.

Ney Matogrosso e Brian May, contam como o Rock in Rio influenciou suas carreiras.

Não à toa, o Queen quebrou o recorde de público do festival, tocando para aproximadamente 300 mil pessoas, no dia 11, e outras 250 mil, no dia 18 de janeiro de 1985, e são consideradas por muitos, até hoje, as melhores performances da Cidade do Rock. Certamente o momento mais lembrado do Queen no Rock in Rio foi a performance da música Love of My Life, com o público cantando a plenos pulmões — cena que entrou para a história e foi retratada até no filme Bohemian Rhapsody, de 2018. Outro exemplo emblemático da primeira edição do festival é retratado no primeiro episódio quando o Barão Vermelho canta “Pro Dia Nascer Feliz” em um contexto de retomada da democracia no Brasil.

https://youtu.be/gblZ2drKK1M

 

Segundo episódio – Que a gente não parasse mais de sonhar

Esse episódio mostra a segunda edição do festival, que foi realizada no icônico estádio de futebol do Maracanã, em janeiro de 1991. A edição consolidou o Brasil no mapa do show business mundial e a série traz Andreas Kisser, que relembra o início de uma longa história com o festival, que retorna em 2022 em três momentos: participando de um show com sua banda Sepultura ao lado da Orquestra Sinfônica Brasileira, abrindo o Palco Mundo no dia 2 de setembro; como integrante da All Stars Rock Band, uma das atrações da Rock District no dia 10; e ainda para o show 1985 – Uma homenagem no Palco Sunset no dia 09 de setembro, compartilhando o palco com Alceu Valença, Blitz, Ivan Lins, Elba Ramalho, Pepeu Gomes, Luisa Sonza, Liniker, Agnes Nunes e Xamã. O segundo episódio traz, ainda, toda a transformação do estádio do festival para hospedar o Rock in Rio, depois de tantos anos da primeira edição, além dos artistas Charles Gavin e Frejat falando sobre as dificuldades dos músicos brasileiros em meio a grandes atrações internacionais.

 

Terceiro episódio – Por Um Mundo Melhor 

Este episódio conta como a marca Rock in Rio encontrou o formato ideal para grandes festivais e consolidou o propósito Por Um Mundo Melhor, fazendo o país inteiro parar para refletir sobre a necessidade de nos unirmos em uma só direção e com a necessidade de promover o bem. A terceira edição, lá em 2001, reforça o mix de sonoridades e culturas que o festival busca trazer em todas as edições, sob reações diversas do público, como na apresentação de Carlinhos Brown que, apesar de super criticado na época, levantou um cartaz pedindo paz e concedendo um depoimento falando que aquilo era tudo que o festival queria dizer. A partir de 2004, o Rock in Rio se abre para edições internacionais, com o episódio retratando ainda as edições em Lisboa, Madri e Las Vegas.

 

Quarto episódio – Todos num só coração

O Rock in Rio realiza a primeira de muitas edições emblemáticas, 2011, onde a música se alia ao entretenimento criando um espaço único de expressão cultural, com os anseios do público se refletindo nos palcos do festival. Como convidados, a rainha Ivete Sangalo rememora a alegria ao ser convocada para tocar no Rock in Rio. Ivete é a artista que mais tocou no Palco Mundo do Rock in Rio Brasil e em todas as edições do Rock in Rio Lisboa. O emblemático trio Black Eyed Peas também fala sobre sua relação com a música brasileira e sua inesquecível experiência no festival, em 2019, quando colocou toda a Cidade do Rock para dançar com os seus maiores hits.

 

Episódio 5 – Três últimas edições do Festival

Apresenta as últimas edições do Rock in Rio Brasil e suas inovações, como a criação do Espaço Favela, palco que potencializa o talento e a diversidade dos artistas das favelas cariocas. No documentário, Emicida pondera sobre a escalada de atrações das periferias até o reconhecimento internacional, e a cantora Fernanda Abreu, junto com a atriz e cantora Lellê, falam sobre o funk e sua história marcada pelo preconceito.

A série encerra com o Rock in Rio recebendo o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade e do Estado do Rio de Janeiro e se preparando para o reencontro com os fãs, em setembro de 2022, naquela que será a maior e melhor edição de todos os tempos. Neste ano, a vida ao vivo está de volta após o adiamento provocado pela pandemia e o público pode esperar por um festival histórico. Os números impressionam. Além dos 670 artistas, serão cinco brinquedos de parque temático, mais de 90 marcas e 200 espaços de ativação, 240 produtos oficiais e mais de 500 licenciados, 800 executivos no Rock in Rio Academy assistindo a dez palestras e 112 conteúdos no Rock in Rio Humanorama.

 

Fontes: g1.globo.com

www.radiorock.com.br

br.bolavip.com

 

 

MUSTAPHA

(1ª música do 7º álbum)

 

– É inútil aumentar o volume na primeira vez que se escuta Mustapha, já que um som com o volume baixo proposto no início da música é uma astúcia de Roy Thomas Baker.

– Até a guitarra chegar no minuto 1:19, o produtor mixa a música em mono. Nesse preciso instante, a entrada da guitarra coincide com a transição para a mixagem estéreo, à qual se acrescenta um ligeiro aumento no volume geral. O som então literalmente explode!

– O primeiro tema deste álbum, que começa com uma canção semelhante à dos muezzins que convida à oração, é desconcertante e intrigante.

– Freddie chama com uma voz distante e reverberante:

Ibrahim, Ibrahim, Ibrahim,

Allah, Allah, Allah, Allah will pray for you

(Ibrahim, Ibrahim, Ibrahim, Alá, Alá, Alá, Alá rezará por ti).

 – Sem dúvida alguma o cantor homenageia a sua infância em Zanzibar, na Tanzânia, que abandona para dirigir-se à Índia aos sete anos. O jovem Farrokh Bulsara, então praticante do zoroastrismo, estava rodeado por um grande número de amigos muçulmanos, já que o islã era praticado por mais de 99% da população da ilha.

– A sonoridade e a pronúncia da língua que utiliza Freddie nesta canção são muito próximas ao árabe. Porém o cantor construiu a canção desde cedo, inventando frases e expressões para que as palavras resultem sonoras, excluindo qualquer mensagem com conteúdo religioso. Inclusive, ele confirmaria:

Trata-se de algo sem sentido de A à Z. Não é nenhum idioma em particular, com exceção de algumas passagens.

Na verdade, se encontra uma única frase em inglês no texto:

Allah will pray for you

(Alá rezará por ti).

 – O restante da letra, como a intraduzível Mustapha Ibrahim, al havra kris vanin, não é mais que uma hábil mistura de sonoridades que confundem o ouvinte.

Mustapha é uma curiosa escolha para iniciar o sucessor de News Of The World.

– Embora o álbum anterior tinha como objetivo atingir um público mais amplo, propondo hits universais (We Will Rock You e We Are The Champions), parece que o Queen não tinha medo de desestabilizar os seus fãs com o seu novo trabalho.

– O produtor John Tatlock afirmaria em sua colaboração com a revista on-line The Quietus que provavelmente [se trata] do tema de abertura de álbum mais estranho de toda a história dos álbuns de rock.

– Dave Marsh, grande difamador do Queen na redação da revista Rolling Stone, manifestaria uma opinião mais forte sobre este tema:

Mustapha’ […] tem tanto a ver com a cultura do Oriente Médio como um ‘souvlaki’ [popular prato grego composto por carne e, por vezes, legumes, grelhados no espeto] comprado num restaurante ao virar a esquina.

 

– Por mais que pese para Marsh, a música é lançada como single na República Federal da Alemanha, Yugoslavia, Espanha e Bolívia durante o ano de 1979.

– Nos concertos, Freddie se limita a cantar a introdução do tema a cappella. Porém depois do pedido de muitos fãs, Mustapha seria interpretada integralmente durante o The Game Tour em 1980.

Um Freddie suado sob os holofotes durante o tour Live Killers.

O grupo declararia que as novas luzes exalavam um calor quase insuportável no palco.

 

Vídeo oficial de Mustapha

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc)

Tradução: Helenita dos Santos Melo

O papel de Brian May e Freddie Mercury no Queen.

              Quem era realmente o líder da Banda, musicalmente falando ?

▪️Todos os membros do Queen se tornaram os músicos mais influentes e icônicos da história da música, tendo o frontman Freddie Mercury nos holofotes.

▪️Entretanto, muitas pessoas consideram Brian como o líder do Queen, pois ele tomava decisões quando se tratava de inovações no som e no futuro do grupo.

▪️Já a grande maioria considera que o líder sempre foi Freddie, pois ele sempre esteve sob os holofotes e chamou a atenção da imprensa.

 

Freddie 

▪️Freddie foi um cantor extremamente versátil, com uma voz tão flexível que cantava qualquer estilo musical, com poder, variedade, emoção e fluidez.

▪️Era um showman enérgico, com um dom natural que se harmonizava com sua voz, na qualidade de músico no sentido mais amplo da palavra.

▪️Mas não era apenas sua voz que tornava suas performances tão atraentes para as pessoas. Além de ter uma voz extraordinária, ele sabia dar show. Ele tinha a habilidade de mover o público, fazê-lo chorar, rir, ficar animado. Ele tinha um carisma impressionante e conseguia segurar o público na palma da mão.

▪️Freddie tinha vários estilos para escrever sua música, desde a ópera em Bohemian Rhapsody ou o coral em Somebody To Love, ao som metálico e Rock de Princes Of The Universe e Stone Cold Crazy, passando por baladas como Love of My Life e You Take My Breath Away.

▪️E se Freddie era a alma piloto do Queen, Brian era seu motor, alimentando as canções que os elevaram à uma estratosfera ocupada por apenas algumas Bandas de Rock selecionadas.

 

Brian

▪️Brian era um compositor mais do que capaz, sua destreza permitindo-lhe fundir elementos de folk, prog, metal e pop clássico em visões que eram tão grandiosas quanto ambiciosas.

▪️Brian criou incontáveis ​​solos de guitarra icônicos, momentos de palco atemporais com o público e contribuindo com a música lendária da Banda que sempre existiu, crescendo e evoluindo. Suas orquestrações na música eram, e são ainda, admiráveis, combinadas, equilibradas e arranjadas entre si.

▪️Também há várias pessoas que pensam que Brian May é o principal contribuidor das ideias musicais para as canções, o compositor principal e o principal criador de conceito.

▪️Além disso, esses fãs apontam o fato de que Brian foi o membro à falar sobre os planos e projetos futuros da Banda durante a maioria das entrevistas, ao invés de Freddie, o que pode levar à esse pensamento, quando se trata de moldar o sentido musical.

………………

 

▪️No entanto, essas declarações por si só não bastam para nomear um membro como o líder da Banda.

▪️Eu creio que cada membro do grupo trouxe uma pitada única de magia ao seu som e, ao longo dos anos seguintes, o mundo ascendeu coletivamente à um estado de Queenmania.

 

Fonte – Parte de rockcelebrities.com

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