BRIAN MAY VISITARÁ A ARMÊNIA PELA PRIMEIRA VEZ PARA AGITAR O FESTIVAL INTERNACIONAL STARMUS VI

Neste mês de setembro, o STARMUS, o festival internacional de Ciência e música fundado por Garik Israelian e Brian May, acontecerá em Yerevan, Armênia. Mais de 50 palestrantes se reunirão nesta sexta celebração do STARMUS, incluindo laureados com o Nobel, astronautas, cientistas, autores e estrelas da música icônicas, para melhorar e promover a comunicação científica e a música.

Co-fundador do Queen, músico, cantor, compositor, astrofísico e estereoscopista, Dr. Brian May acaba de confirmar sua presença na Armênia no início de setembro de 2022. Mais conhecido como o guitarrista da banda de rock Queen, e por seus hits internacionais compostos pela banda, incluindo We Will Rock You, The Show Must Go On, Tie Your Mother Down, “I Want It All, Too much love will kill you, Hammer to Fall, Save Me e Who Wants to Live Forever, Dr. May também é astrofísico e comunicador científico. Em 2020, foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela Total Guitar Magazine.

Brian May desempenhou um papel significativo na campanha Rock Aid Armenia em 1988, quando ele convidou pessoalmente muitos músicos de classe mundial (como David Gilmour, Tony Iommi) para se juntar ao projeto para apoiar a Armênia, mas até agora ele nunca foi capaz de visitar.

Dr. Brian May conheceu o Dr. Garik Israelian, um dos principais astrofísicos do mundo, do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias, em 1998. Anos mais tarde, Israelian ajudou May a completar sua tese de doutorado e obter seu PhD em astrofísica pelo Imperial College London em 2007.

A amizade entre May e Israelian levou à colaboração com uma lenda duduk armênia Jivan Gasparyan. Em 2005, eles tiveram uma única apresentação juntos no concerto de 46664 em homenagem a Nelson Mandela, realizado em Tromso, Noruega.

 

 

Brian May trabalhou com Montserrat Caballe em uma versão única de “Is this the world we created” do Queen para seu álbum The Island of Christianity: Armenia & Artsakh (www.caballearmania.com).

Em 2011, Brian May e Garik Israelian iniciaram o STARMUS – uma nova forma ousada e única de colaboração entre arte e ciência. O conceito de popularização da ciência, juntamente com o compartilhamento da música, deu origem a um fascinante festival global que reuniu algumas das mentes mais brilhantes do planeta. Seu objetivo é inspirar e educar a próxima geração de exploradores e regenerar o espírito da descoberta. Desde então, todos os 5 festivais foram realizados (Na Espanha, Noruega e Suíça) e o dia 6 acontecerá na Armênia em setembro de 2022 (starmus.com/Armenia).

Os fundadores publicaram 3 livros Starmus que incluem todas as palestras e destaques dos três primeiros festivais.

Brian May estará na Armênia para o festival STARMUS VI neste ano para se apresentar do palco principal. STARMUS VI Armênia também receberá músicos de classe mundial como Rick Wakeman, Serj Tankian, a banda Sons of Apollo, Andrey Makarevich e Tigran Hamasyan.

Mais sobre STARMUS pode ser encontrado @ https://starmus.com

 

Fonte: www. queenonline.com

MY MELANCHOLY BLUES

(11ª música do 6º álbum)

 – Com My Melancholy Blues, o Queen tenta, pela primeira vez, uma incursão no jazz. E Freddie passa brilhantemente no teste, dando a News Of The World um tema final que completa a paleta musical do álbum, que inclui rock, punk, chachacha, blues e até rap.

– O tema é uma pura concentração de melancolia, como justamente indica seu título. A atmosfera que se desprende lembra as canções do filme Cabaret, que Freddie tanto admira, como Heiraten (Married), e incluindo Maybe This Time, interpretado por Liza Minnelli, ídolo do cantor.

– Tudo leva a crer que Freddie fala de si mesmo na letra, mencionando sua nova situação de estrela:

I’m causing a mild sensation/With this new occupation/

I’m in the news/I’m just getting used to my new exposure

(Provoco uma sensação agradável/Com esta nova ocupação/

Estou nas notícias/Estou me acostumando à esta nova visibilidade).

– O Queen voltará a repetir o ambiente cabaret-jazz no álbum seguinte com Dreamers Ball, composto por Brian May.

– Freddie interpreta a canção no piano Bösendorfer Imperial do studio 1, que possui um som brilhante.

– O instrumento conta com uma peculiaridade: é o único piano de concerto que cobre oito oitavas, graças às suas noventa e sete teclas (diferentemente das oitenta e oito habituais).

– John inaugura seu novo baixo Fender Precision Fretless que, como seu nome indica, possui um braço sem trastes. Já foi usado no palco quando o grupo interpreta ‘39, tem um som que se assemelha a um contrabaixo acústico e corresponde com a atmosfera jazz que Freddie deseja imprimir nessa canção.

Com My Melancholy Blues, Freddie Mercury rende homenagem às divas

que admira: Aretha Franklin e Liza Minnelli.

 

 

Vídeo oficial de My Melancholy Blues

 

Heiraten (Married) do filme Cabaret

 

Maybe This Time, do filme Cabaret

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc)

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

®️ Covers cantados pelo Queen !  Parte 02/02

Estamos de volta com as últimas canções de outros artistas, cantadas pelo Queen.

Se você se interessou, e perdeu a 1a parte, ela está aqui

Covers By Queen – Por Sheila Pauka

▪️Saturday Night’s Alright For Fighting

Escrita por Elton John.

Tocada no Earls Court Arena, Londres, em 77.

▪️Shake, Rattle and Roll

Escrita por Bill Haley & His Comets.

Tocada no The Golders Green Hippodrome, em 13 de Setembro de 73.

 

▪️Silent Night 

Escrita por Joseph Mohr.

Tocada em Hammersmith em 26 de Dezembro de 79 – Somente Áudio.

 

▪️Stupid Cupid

Escrita por Neil Sedaka.

Tocada periodicamente durante o Rock & Roll Medley de muitas turnês, geralmente entre 1973 e 1977. Nunca tocou em sua totalidade, geralmente servindo como introdução para várias outras músicas cover.

Londres – 1977.

 

▪️Tavaszi Szél Vizet Áraszt

Escrita por Sándor Veress.

Tocada em Budapeste, em Julho de 86.

https://youtu.be/RPZdgyuixPA

 

▪️Three Blind Mice

Escrita por Thomas Ravenscroft.

Tocada no A Night At The Odeon em 24 de Dezembro de 75, durante o solo de guitarra de Brian May.

https://youtu.be/KplMhzGtzcE

 

▪️Tutti Frutti

Escrita por Little Richard.

Tocada em várias situações. Aqui em 11 de Julho de 86, no Wembley.

 

▪️Waltzing Matilda

Escrita por John Collinson.

Tocada por Queen + Adam Lambert, em Brisbane, em 01 de Setembro de 2014.

https://youtu.be/66EduE4Lc8Y

 

▪️White Christmas

Escrita por Irving Berlin.

Tocada em Inglewood, em 22 de Dezembro de 77.

 

▪️You’re So Square) Baby I Don’t Care 

Escrita por Jerry Leiber.

Tocada em Wembley, em 86.

 

Fonte –

▪️Parte de informações – The Queen Performance Index.

▪️Autorias das músicas e vídeos feitas por Sheila Pauka.

Em junho, o início das comemorações do Jubileu de Platina da Rainha Elisabeth II (Platinum Party at the Palace)  foi aberta com um vídeo surpresa do Urso Paddington tomando chá com Sua Majestade a Rainha Elizabeth II.
Quando Queen e Adam Lambert abriram o show no memorial da Rainha Vitória do lado de fora do Palácio de Buckingham, as palmas e batidas de We Will Rock You podiam ser ouvidas.

Para o deleite do público, tanto The Queen quanto Paddington fizeram as batidas de We Will Rock You batendo suas xícaras de chá.

Agora Brian May falou sobre o evento histórico e como isso foi realmente tudo ideia dele.

Falando em uma sessão especial de perguntas e respostas para o Concerto ao Vivo Rhapsody Over London  de Queen + Adam Lambert, o ator de 75 anos foi perguntado como eles se prepararam para o espetáculo real.

Brian admitiu:

Foi muito difícil porque toda a turnê foi planejada antes que o pedido do Jubileu chegasse. E tivemos duas noites de folga, uma noite de folga e duas noites de folga e a outra noite de folga se tornou o Jubileu, então foi muito difícil para nós fisicamente fazermos cinco noites seguidas. No final, acho que fizemos nove shows em 10 dias. Foi uma loucura! Então meio que doeu, mas a experiência foi ótima sim! É um caso único e casos assim são bastante aterrorizantes. Não é o mesmo que estar em turnê e saber onde você está. Não é nossa empresa, não é nossa produção. É o palácio com todo o seu povo… meses de preparação apenas para aqueles poucos minutos.

Roger Taylor disse:

Claro, foi maravilhoso porque nossa parte foi precedida pela própria rainha conversando com Paddington Bear e depois fazendo o pequeno We Will Rock You [clink clink] em sua xícara de chá. Foi fantástico!”

Brian confessou:

Eu pedi isso. Eu disse: ‘A rainha tocaria’ e eles não nos deram uma resposta. E não sabíamos até o dia anterior. Eles disseram: ‘Ah, podemos conseguir alguém da Royal para fazer isso por você’.”

Claro, eles ficaram encantados que a rainha Elizabeth II concordou em fazê-lo e Adam Lambert estava totalmente no escuro, admitindo:

Vocês sabiam antes de mim! Eu não sabia até depois do show! Ouvi algo lá atrás, pensei: ‘Ouço alguém falando’ porque eles estavam passando a fita de vídeo. E então, depois do show, eu fui no YouTube e vi e disse ‘Lindo!’ Eu adorei, muito legal!

Fonte: www.express.co.uk

IT’S LATE

(10ª música do 6º álbum)

 

– Depois de trabalhar o tema em Now I’m Here e She Makes Me (Stormtrooper In Stilettoes), Brian May implicitamente revisita seu relacionamento romântico com a misteriosa Peaches.

– O guitarrista, então parceiro de Chrissie Mullen, se apaixonou pelos encantos dessa jovem, que conheceu na primavera de 1974 em Nova Orleans, na abertura da turnê americana do Queen para o Mott the Hoople.

– Embora Brian nunca cite a enigmática Peaches, a letra é clara. Narra o triângulo sentimental em que o autor está preso. A estrutura da letra é precisamente pensada pelo guitarrista, que explica seu trabalho ao radialista Redbeard em 2017:

 

É uma história muito pessoal que concebi em três partes. A primeira foca no personagem, que está na companhia da esposa. A segunda ocorre em um quarto, em algum lugar. O rapaz está na companhia de outra mulher, por quem está apaixonado e que não pode deixar de amar, sem saber administrar a situação. Na última parte, ele se encontra com sua esposa novamente, tentando explicar a situação para ela e dar sentido ao que aconteceu. Eu acho que se eu tivesse que reescrever hoje, eu faria de forma idêntica.

– O epílogo do episódio Peaches acontece durante a noite de lançamento do álbum Jazz em Nova Orleans, em 31 de outubro de 1978, durante a qual Brian May sai da festa mais cedo para procurar a bela americana em toda a cidade:

Conhece aquela sensação, quando tudo vai bem, quando tudo está perfeito, magnífico, mas no fundo sente um imenso vazio? […] – pergunta o guitarrista em 1998—. Eu me apaixonei alguns anos antes em Nova Orleans e esperava vê-la naquela noite, mas ela não estava lá. Eu não a encontrei, mas ela o fez mais tarde.

 

– Ainda com sua parceira Chrissie Mullen, Brian será atormentado por muito tempo pela desordem que esse reencontro lhe causa e pelo conflito que ela desencadeia entre a vida de uma estrela do rock e a vida familiar.

– Então comporia a bela e explícita Leaving Home Ain’t Easy (Não é fácil sair de casa), para o álbum Jazz.

– Durante a apresentação de It’s Late nas sessões da BBC em outubro de 1977, o Queen toca o intervalo erótico de Get Down, Make Love no meio da música, realizada por Mercury e May, começando no minuto 3:08.

– Em 1983, em um vídeo filmado pela produtora Star Licks, Brian May explica precisamente como interpretar o solo de It’s Late.

– Emocionante para seus fãs, o vídeo detalha a técnica do guitarrista e oferece a partitura completa do solo.

Freddie e Brian, vestindo um de seus trajes desenhados por Zandra Rhodes, que se move

com cada movimento de seus braços.

 

Vídeo oficial de It’s Late

 

It’s Late(BBC Sessions)

Tutorial de Brian sobre o solo de It’s Late

 

 

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc)

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

– O que significa a palavra cover ?

– Trata-se de interpretação, ou nova gravação de uma música de outrem, já gravada e geralmente conhecida.

– E todos nós já escutamos pelo menos uma vez um cover ! Seja ele bom ou ruim, não tem como não compararmos com as músicas originais.

– O Queen também se aventurava nessa faceta, homenageando os compositores e suas célebres canções. Veja a lista à seguir :

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®️ Covers cantados pelo Queen !

Parte 01/02

▪️Bama Lama Bama Loo
– Escrita por Richard Penniman.
– Interpretada pelo Queen durante as turnês do Queen e Queen II.

Tocada no The Golders Green Hippodrome, 13 de Setembro de 1973.

 

▪️Be Bop A Lula
– Escrita por Gene Vincent.
– Tocada pelo Queen nos primeiros concertos.
Tocada no The Golders Green Hippodrome, 13 de Setembro de 1973.

▪️Big Spender
– Escrita por Cy Coleman e Dorothy Fields.
– Tocada pelo Queen durante várias turnês.
– Tocada uma vez pela Banda de Brian May em Halle, Alemanha, durante a turnê Back To The Light.
Rainbow 1974

https://youtu.be/O8-EEQ9WTb0

 

▪️Danny Boy
– Escrita por Frederick Weatherly.
– Tocada pelo Queen em Dublin em 22/11/1979.
Slane Castle – 05 de Julho de 86

 

▪️El Noi De La Mare
– Escrita por Andrés Segovia.
– De acordo com algumas fontes, foi tocado por Brian durante seu solo de guitarra em 08/01/86 em Barcelona, embora outras fontes tenham contestado isso.

 

▪️Gimme Some Lovin’
– Escrita por The Spencer Davis Group.
– Tocada em Mannheim 1986.

 

▪️Hello Mary Lou (Goodbye Heart)
– Escrita por Gene Pitney.
– Tocada em Wembley 86

 

▪️Imagine
– Escrita por John Lennon
– Tocada em Londres, 09 de Dezembro de 1980.
( somente o áudio)

 

▪️Immigrant Song
– Escrita por Led Zeppelin.
– Tocada em Berlim em 1986

 

▪️Jailhouse Rock
– Escrita por Jerry Leiber e Mike Stoller.
– Uma das músicas favoritas do Queen para se apresentar ao vivo – Jailhouse Rock – foi tocada durante quase todas as turnês entre 1970 e 1985, muitas vezes como parte do Rock ‘N’ Roll Medley. Alegadamente, uma versão de estúdio foi gravada durante as sessões para o Álbum de estreia, mas isso ainda não foi confirmado.

Montreal – Novembro 1981

E

 

▪️Lucille
– Escrita por Little Richard.
– Tocada em Earls Court Arena, Londres, em 1977.

 

▪️Mannish Boy
– Escrita por Muddy Waters.
Edimburgo 1977

 

▪️Mull Of Kintyre
– Escrita por Paul McCartney e Wings.

 

▪️Not Fade Away
– Escrita por Buddy Holly.
– Tocada em Wembley em 1984.

Continua ….

 

Fonte –
– Parte de informações – The Queen Performance Index
– Autorias das músicas e vídeos feitas por Sheila Pauka.

WHO NEEDS YOU

(9ª música do 6º álbum)

 

– O Queen nunca havia tentado uma incursão na música latina, mas decide tentar em Who Needs You, composta por John Deacon.

– A música esconde por trás de seus arranjos doces um texto picante, no qual o narrador está determinado a se vingar de uma namorada que abusou de sua ingenuidade.

É Freddie Mercury quem interpreta o tema, e diz à garota:

 You were oh so, so sophisticated/Never interested in what I’d say/

I had to swallow my pride/So naive you took me for a ride/But now I’m the one to decide.

(Você era tão, tão sofisticada/Você nunca se importou com o que eu diria/

Tive que engolir meu orgulho/Tão ingênuo, você me levou para um passeio/Mas agora cabe a mim decidir).

 

– A música nasceu em estúdio, de forma espontânea, segundo o baixista:

Eu a compus com a ajuda de uma guitarra clássica, e correspondeu perfeitamente à cor que lhe queria dar. Nós também tentamos uma versão reggae. Nossas músicas mudam constantemente quando estamos no estúdio.

 

Who Needs You, com o seu ritmo cha-cha-cha, tem tudo o que se espera de uma música que se ouve à beira-mar, com uma bebida na mão e os cabelos ao vento, interpretada pela orquestra local.

– Mas por trás de sua leveza, sua produção esconde alguns tesouros de produção autênticos, como os diferentes solos de guitarra clássica majestosamente executados por Brian May.

– A guitarra base é tocada por John, as maracas são tocadas por Freddie e Brian, cada um de um lado do aparelho de som.

– A voz de Freddie é suave e delicada, e o cantor ainda usa sotaque espanhol quando diz:

I like it, I like it! (Eu gosto, eu gosto!),

em pleno solo principal de Brian no minuto 1:34

– Como a voz de Freddie Mercury está localizada no lado direito do estéreo, basta ouvir esta parte da mixagem e aumentar o volume para ouvir o cantor sussurrando:

¡Oh, muchachos!” (Oh, rapazes!), no minuto 1:22

 

– Esta intervenção de Freddie é uma amostra do ambiente leve e descontraído que reinava no estúdio durante a gravação desta balada com ar latino.

John Deacon e seu lindo sorriso (screenshot de uma entrevista).

 

– Vídeo oficial de Who Needs You

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Álbum Made In Heaven

Faixas Bônus

Yeah

Untitled Hidden Track – Faixa 13

 

▪️O Álbum Made in Heaven, lançado em 1995, traz a emotiva frase – Dedicado ao espírito imortal de Freddie Mercury – e muitas de suas músicas foram descartadas tempos antes.

▪️Algumas, entretanto, saíram como inéditas. Todas foram remasterizadas e depois recicladas para Made in Heaven. Um ótimo trabalho, aliás !

®️ O CD traz duas faixas-bônus –

 

➡️ Uma chama-se Yeah.

– Com colossais quatro segundos, Yeah é a faixa oficial mais curta na discografia do Queen. Consiste em uma amostra improvisada de Freddie da introdução da música Don’t Try Suicide do Álbum de 1980 – The Game. Esta amostra também é tocada durante a faixa anterior – It’s A Beautiful Day (Reprise).

Ha também referência à ela na canção Action This Day, oriunda do Álbum Hot Space.

 

➡️ A outra, no entanto, não tem um nome fixo – é várias vezes chamada de Mystique ou Untitled Hidden Track, Faixa 13 ( Faixa Oculta Sem Título ).

▪️Aqui já se destaca uma música mais suave, basicamente instrumental, e foi criada por David Richards, Brian e Roger como uma colagem de som.

▪️Sobre a letra, o máximo que se presencia durante a faixa inteira é uma frase de Freddie Mercury, que se solta no ar – Are you running ? – ( você está correndo ? ), ecoada várias vezes, e não se sabe exatamente se foi Freddie à proferi-la.

▪️Nota-se também o tamanho da música – 22 minutos e 33 segundos.

➡️ Esta faixa representa a carreira do Queen e a passagem de Freddie Mercury para o Paraíso, ao Mundo Espiritual.

▪️Como já dito, a música tem 22 minutos de duração, que representa o número de anos que vai desde o primeiro ao último Álbum lançado pelo Queen – 1973 Queen – 1995 Made In Heaven.

▪️Há muitas representatividades na faixa – você pode ouvir os sons e relacioná-los com a vida de Freddie, por exemplo, quando ele era criança (sons de bicicleta no início).

▪️Existe um crescente de bons sentimentos na música nos primeiros 08 minutos, que corresponde à ascensão no mundo da música por parte do Queen de 1973 até 1981 – 08 anos.

▪️Do minuto 15 à 17, ela ganha um tom mais grave e trágico, simbolizando o diagnóstico de Aids de Freddie e o divórcio e pensamentos suicidas por parte de Brian May.

▪️A música atinge o ponto mais trágico ao minuto 18, altura em que o inevitável acontece e Freddie parte.

▪️À partir daí, os sons celestiais voltam e até chegam à aumentar de intensidade, representando a viagem de Freddie Mercury para o Paraíso, culminando com um som de cápsula espacial à levantar vôo, que simboliza a partida de Freddie do Planeta, agora que todas as suas músicas foram utilizadas.

▪️Mesmo no fim da canção, Freddie congratula o tributo dos seus amigos com um simpático  Fab !  ( vindo de Fabulous ) e a música termina ..

 

➡️ David Richards fala sobre ela –

Isso foi iniciado por mim me divertindo com o sampler ASR10. Peguei os acordes de abertura de It’s A Beautiful Day e os fiz repetir para sempre. Em seguida, adicionei Freddie falando através de ecos estranhos. Brian e Roger ouviram e vieram adicionar alguns efeitos próprios e nós pensamos nisso como um Requiem surreal. 

Era o fim do Álbum e todos nós estávamos nos sentindo muito emocionados ! “

 

➡️ Letra da música –

 

? Estás a correr ? Você está correndo ? Você está correndo ?

Ha ha ha Hhuu hhuu

Fab ! ?

 

▪️Yeah

 

▪️Untitled Hidden TrackFaixa 13

 

Fonte – Queen é uma Religião

 

 

 

SLEEPING ON THE SIDEWALK

(8ª música do 6º álbum)

 

Nunca escrevi uma canção com tanta rapidez em toda a minha vida!, Brian May confessaria sobre esse tema blues.

– Novamente, semelhante a Long Away, incluída em A Day At The Races, o guitarrista aborda um assunto pelo qual sente carinho: a vida de um artista na estrada, com seus momentos de solidão e desencanto.

Sleeping On The Sidewalk narra as desventuras de um trompetista que, começando do nada, se torna uma estrela graças ao apoio de seu produtor, e finalmente acaba na rua.

– É um lamento que não abandona o grupo, determinado a não perder os frutos do seu trabalho.

– A música foi concebida durante uma jam-session, embora Freddie Mercury não estivesse presente. Mike Stone está atrás do console, Roger Taylor atrás de suas caixas e John Deacon carrega seu baixo Fender Precision.

– Brian May pede que eles toquem uma música que ele havia acabado de escrever, seguindo uma escala clássica de blues.

– Segundo a lenda, o grupo começou a tocar sem saber que o gravador os estava gravando, embora Brian May mais tarde afirmasse que todos sabiam.

– O guitarrista queria mudar o método de trabalho para esta música:

Naquela época, na Inglaterra, a forma tradicional de gravar era que todos os músicos tinham que estar separados. A guitarra tinha que estar em sua pequena cabine; a bateria, escondida o mais longe possível […]. Não havia chance de tudo combinar antes de ser fundido em uma fita. Então eu disse à mim mesmo que seria divertido trabalhar ao contrário, agrupando todos nós no estúdio, um de frente para o outro. Assim, nada poderia ser modificado e poderíamos experimentar a mesma sensação que nos concertos.

 

– Mike Stone começa a gravar, a banda começa a tocar, e o primeiro take é aquele guardado para o álbum.

Brian May e um dos seus inúmeros pares de tamancos, que sempre combina c

om o guarda-roupa quando não está no palco.

 

Vídeo oficial de Sleeping On The Sidewalk

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Festival caótico marcou primeira passagem da banda pelo país, com direito a “profecia” de Freddie Mercury que acabou se cumprindo

Em janeiro de 1974 o Queen viajou até a Austrália para participar do Sunbury Pop Festival. Vendido como o Woodstock local, o evento estava em sua terceira edição e arrastaria um público de 30 mil pessoas.

À época, a banda estava colhendo os primeiros frutos do sucesso no Reino Unido, com seu álbum de estreia. Dois meses mais tarde, sairia o segundo LP. Porém, em outros territórios, ainda eram desconhecidos.

Não ajudou em nada o fato de a apresentação ter atrasado em duas horas. O quarteto precisou enfrentar a ira do público, que respondeu com vaias e arremessos do que houvesse em mãos no palco. O momento foi registrado em áudio e pode ser conferido abaixo.

Reza a lenda que, ao sair do palco, Freddie Mercury teria dito:

“Quando voltarmos à Austrália, o Queen será a maior banda do mundo!”

A profecia se concretizou na turnê seguinte pela nação, em 1976, divulgando “A Night at the Opera” a uma legião de seguidores já familiarizada.

Xenofobia contra o Queen

Ao contrário do que se pode imaginar, um elemento patriótico também foi levado em conta por quem foi ao evento. Era a primeira edição em que o Sunbury abria espaço para bandas estrangeiras.

Algo que seria adorado em tempos atuais não caiu bem junto aos atendentes, que usaram até mesmo termos xenófobos, de acordo com alguns registros.

O festival ainda teria mais uma edição em 1975, com o Deep Purple de headliner (e uma briga homérica entre os roadies da banda e o AC/DC). Com grandes perdas financeiras – apenas metade do número de pessoas foi em comparação ao ano anterior –, a solução foi não mais realizar a partir de então.

Fonte: https://igormiranda.com.br

 

Desfazend0 mit0s!


O Queen NÃO aumentou o volume no Live Aid.
Veja como realmente aconteceu !

▪️Por STEFAN KYRIAZIS
Express Co Uk
21 de Novembro de 2021.

➡️ O Queen NÃO aumentou o volume da mesa de som no Live Aid para roub@r o show. Era simplesmente impossível, de acordo com o único homem que sabe os motivos.

Então, como Freddie Mercury e a Banda soaram muito melhor do que quase todo mundo ?

▪️A lenda persiste, mas faz uma injustiça à Banda. A ideia é que o engenheiro de som de longa data do Queen – Trip Khalaf enganou com um truque s0rrateiro.

Até mesmo Brian May disse –

Enviamos nosso brilhante engenheiro para verificar o sistema, então ‘ ele definiu todos os limitadores para nós ‘. Estávamos mais barulhentos do que qualquer outra pessoa !

▪️O responsável pelo som de todo o Estádio no dia – Malcolm Hill – diz que era completamente impossível alguém aumentar o volume. Então, o que realmente aconteceu ?

▪️A verdade é que o Queen roub0u a cena porque eles eram melhores do que a maioria das Bandas da época de 02 maneiras principais.

▪️A empresa de Malcolm Hill – a Hill Pro Audio – estava encarregada dos sistemas de som no Estádio de Wembley para o Live Aid.

Malcolm Hil

– Sua empresa até recebeu uma carta formal da The County Hall London, elogiando-os por manter os níveis de som rígidos implementados e exigidos.

▪️Hill disse ao Express Online –

Ninguém no palco ou ao redor dele teria qualquer controle ou mesmo conhecimento da operação do sistema de som … O sistema era controlado por um rack do processador, à 100 metros de distância, no meio do campo, escondido e fora do caminho, ao lado da plataforma de mixagem.

Basicamente, era impossível para qualquer um aumentar o limite de som !

O SPL (nível de pressão sonora) é a medida objetiva para o nível do som, em vez do sentido subjetivo de ‘ volume ‘. É medido em decibéis, sendo uma escala logarítmica em que 0dB é o limiar de audição para um ser humano normal . Um show de Rock típico costuma atingir cerca de 100 dB, o que é 10.000.000.000 vezes mais potente do que o menor som que você pode ouvir.

Trip Khalaf merece crédito total por seu uso habilidoso e ótimo do sistema, mas não por quaisquer truq€es ou favoritismo ! ‘

 

 

Trip Khalaf

 

▪️Em termos leigos, o Queen não era realmente mais alto, mas ” soava ” mais alto. E o Queen soou melhor do que a maioria das outras Bandas em Wembley por duas razões muito impressionantes.

1️⃣ Em primeiro lugar, o talentoso engenheiro de som do Queen era um dos poucos que sabia como maximizar adequadamente a saída dentro dos limites para que o Queen soasse mais claro e mais alto.

Brian estava certo quando disse que Trip os fez soar mais alto.

Hill explica –

Trip Khalaf, do Queen, apenas caminhou até a mesa de mixagem, que nunca tinha visto antes em sua vida, montou tudo e o resto é história. Você não seria capaz de lançar Bohemian Rhapsody tão audível se o som deles não fosse enorme. 

Hill disse ao Express Online que The Who, Status Quo e Dire Straits eram realmente bons pelo mesmo motivo.

Mas muitos outras Bandas descaradamente não estavam tão bem preparadas e não tinham seus próprios engenheiros qualificados –

A falta de uma passagem de som realmente parecia derrubá-los e então eles entraram em pânico.

2️⃣ Havia um outro fator, é claro, que realmente diferenciava o Queen e estava acima do resto.

Hill acrescenta –

O Queen não veio e fez seu set normal, eles ensaiaram um set específico que funcionaria sem passagem de som e um slot de 15 minutos.

O organizador do Live Aid – Bob Geldof – e Brian May, reconheceram a compreensão precisa do Queen sobre a importância de entregar um conjunto repleto de sucessos adaptado ao evento e ao limite de tempo disponível para cada um.

▪️Empilhados em cima dos talentos extraordinários dos 04 homens no palco e do calibre de sua música, tudo estava perfeitamente combinado para provar que o Queen era o ato supremo do Estádio ao vivo da época.

▪️É divertido imaginar um pouco de truqu€s atrevidos – e funciona bem em um filme -, mas é muito mais gratificante saber que o Queen soou tão bem pura e simplesmente por causa do seu próprio talento envolvido.

▪️Nota 01 –

A carta endereçada à Malcolm Hill agradecendo por manter o som nos decibéis combinados, e diz o seguinte –

➡️ ” Diretor-Geral e Secretário do Conselho MF Stonefrost –

Para Casa Hollingbourne,
Malcolm Hill Associates, Hollingbourne,
Kent ME17 1QI

Querido Mike,

Ref. Concertos no Estádio de Wembley –

Por favor, encontre em anexo uma cópia do meu relatório sobre as medições de ruído feitas nos recentes concertos do Estádio de Wembley.

Os níveis de ruído nos shows de Bruce Springsteen foram significativamente maiores do que os níveis no show do Live Aid.

O concerto Live Aid reuniu as diretrizes GLC e os níveis de ruído de controle definidos no mixer.

Devo estender meus parabéns à você e sua equipe de som pela excelente produção sonora, dado o pouco tempo disponível para mudar de Banda para Banda.

Se você precisar de mais informações sobre este relatório, ou se eu puder ser de alguma ajuda no futuro, entre em contato comigo.

Com os melhores cumprimentos,

Jim Griffiths

▪️Nota 02 –

Este post foi uma colaboração conjunta de Cláudia Falci dos grupos Queen Net – Fã Clube do Brasil e Queen Eternamente e Sheila Pauka do grupo ??Freddie Mercury & Queen??.

®️ Queen – Anos 70 ou 80 ?

 

▪️Ah o Queen …

▪️Uma Banda de Rock cuja fusão de Heavy Metal, Glam Rock e teatralidade a tornou um dos grupos mais populares da década de 70.

A fantasia e a magia misturadas, caprichosa e maravilhosamente  !

®️ Anos 70 –

▪️Eles começaram em 1973, e tiveram seu primeiro grande sucesso com Killer Queen em 1974 e, claro, Bohemian Rhapsody veio em 1975.

▪️O Queen foi uma grande Banda de Rock Progressivo nos anos 70, produzindo, em seus três primeiros Álbuns, 03 dos melhores LPs já lançados.

▪️O Rock Progressivo é um estilo musical que surgiu na Inglaterra, na segunda metade dos anos 60, buscando uma fusão da música Pop e do Rock com outros gêneros de harmonia mais complexa.

.               Isso é muito Queen anos 70 !

▪️Os Álbuns Queen e Queen II não apenas antecipam o que os quatro britânicos se tornariam ao longo de seus 15 Álbuns de estúdio, mas também dão um vislumbre de um caminho que eles podem ter tomado.

▪️Isso é o Queen em poucas palavras – de alguma forma igualmente Nerd e Hardcore.

▪️Nos anos 70, as linhas de guitarra cantantes e cheias de alma de Brian, com tanto lirismo e riqueza, davam o som de uma orquestra completa.

 

®️ Anos 80 –

 

▪️À partir de 1980, a linha sem sintetizadores  que o Queen exibia orgulhosamente em suas capas de LP era coisa do passado. E uma vez que os sons sintetizados entraram na música do Queen, o papel da guitarra de Brian também mudou.

▪️E depois há a voz sedosa e flexível de Freddie, que ele propositalmente atacou com cigarros no início dos anos 80 porque gostava do som mais machista que lhe dava.

▪️O Queen começou a nova década de 80 com uma série de saídas, uma tendência que continuaria em grande parte ao longo dos anos.

▪️E os anos 80 foi a era mais proeminente e memorável do Queen com seus enormes shows em Wembley e outros estádios, seus hits mais famosos e a energia louca de Freddie que ela compartilha com seu público em todos os shows.

.                         ®️ Conclusão

▪️Mas eu creio que adaptaram-se bem à ambos os períodos. Eles meio que transcenderam qualquer gênero em particular, porque tinham um estilo único que ainda se mantém até hoje.

▪️Apesar das mudanças nas atitudes musicais da Banda (sem mencionar suas mudanças de atitude em relação ao trabalho em conjunto), eles permaneceram um conjunto com todos os membros originais até a morte de Freddie em 1991.

E você, prefere anos 70 ou 80 ?

 

Fontes –

Fazerperguntas.com

Queen Quora

 

No sábado (23), a noite no Theatro São Pedro será para celebrar sucessos de cantoras de diferentes décadas com o Divas do Pop. No domingo (24), em sessão dupla, haverá a oportunidade de apreciar clássicos de uma das maiores bandas de rock da história — trata-se do concerto Especial Queen. Os dois espetáculos serão realizados pela Orquestra de Câmara da Ulbra e pelo Vocal Takt, dentro da série Concertos Populares.

Em sua estreia no sábado, a partir das 21h, o Divas do Pop trará 13 canções de nomes como Aretha Franklin, Amy Winehouse, Adele, Cher, Cyndi Lauper, Lady Gaga e Madonna, entre outras. Os arranjos vocais são de Iuri Corrêa — que também assina as orquestrações —, Plínio Spinato e Guilherme Roman. O espetáculo ainda conta com o baterista Marquinhos Fê e o guitarrista André Flores. Além da orquestra, o Vocal Takt estará no palco nos dois dias com 12 integrantes: três sopranos, três tenores, três baixos e três contraltos.

A regência de ambos os concertos será de Tiago Flores, maestro da Orquestra de Câmara da Ulbra. Segundo Flores, foram priorizadas cantoras representativas para o Divas do Pop. Ele frisa que o objetivo do espetáculo não é fazer uma apresentação que se limite ao cover dessas cantoras, mas sim que enfatize as músicas e os vocais, junto com orquestra, guitarra e bateria.

— A ideia é valorizar um vocal superforte, com orquestra de cordas dando uma avaliação timbrística nessas músicas — explica o maestro. — É ter uma amostragem do que dá para fazer com essas músicas, com cantores e cantoras que são profissionais, juntando com a sonoridade da orquestra.

Especial Queen

Para celebrar o Queen, a orquestra e o grupo vocal voltam a subir ao palco do São Pedro no domingo, às 18h e às 21h — este segundo horário surgiu como sessão extra, devido à alta procura de ingressos. Diferente do Divas do Pop, o Especial Queen já é um sucesso consolidado: foi realizado em três ocasiões desde 2016, ano em que estreou. De acordo com Flores, a procura sempre foi muito grande por esse espetáculo, sendo realizado em sessões “superlotadas”.

— A recepção costuma ser bastante positiva. O público canta e vibra muito, fica pedindo bis. Há um retorno bacana pelas redes sociais. O boca a boca também funcionou, tanto que quando a gente repetiu o espetáculo pela segunda vez, os ingressos esgotaram rapidamente. Esse show é sensacional — atesta Flores.

Especial Queen tem repertório inteiro dedicado à banda britânica integrada por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor em sua formação clássica. A orquestra e o grupo vocal devem apresentar clássicos como Bohemian RhapsodyLove of My LifeDon’t Stop Me NowWe Are The ChampionsSomebody To LoveUnder Pressure Radio Gaga.

Os arranjos de Especial Queen também são assinados por Iuri Corrêa. O espetáculo conta, ainda, com Marquinhos Fê na bateria e Ângelo Primon na guitarra. Na adaptação das músicas para a apresentação do grupo vocal e da orquestra, Flores relata que buscou-se uma sonoridade parecida com a da banda, mas não totalmente igual.

— O Queen tinha só voz masculina, e o Takt tem voz feminina também. Procuramos realizar algo em que a gente mantivesse essa ideia dos vocais fortes do Queen, com alguns solos no meio. E aí tem a questão também da orquestra dar uma variação do timbre, uma maneira diferente de apresentar essas músicas. São algumas coisinhas que tem o nosso arranjo e que não tem o do Queen — diz o regente.

Por fim, Flores garante que o público pode se surpreender tanto com Divas do Pop quanto com o Especial Queen:

— Como não são simplesmente espetáculos de covers, as pessoas irão deparar com coisas diferentes do que elas estão acostumadas a ouvir quando ligam o rádio, a TV ou qualquer aparelho. Primeiro, a energia da coisa ao vivo. Segundo, uma amostra de como dá para fazer uma música com vocal e orquestra de uma maneira que fica muito legal. Com pitadas de coisa erudita com uma pegada popular.

 DIVAS DO POP

  • Neste sábado (23), às 21h, no Theatro São Pedro (Marechal Deodoro, s/nº), em Porto Alegre.
  • Ingressos a partir de R$ 30 pelo site da Sympla ou na bilheteria do teatro.

ESPECIAL QUEEN

  • Neste domingo (24), às 18h e às 21h, no Theatro São Pedro (Marechal Deodoro, s/nº), em Porto Alegre.
  • Ingressos a partir de R$ 30 pelo site da Sympla ou na bilheteria do teatro.

Fonte:www. gauchazh.clicrbs.com.br

 

O projeto Música Transforma terá sequência no dia 29/07, com a apresentação do show “Queen ao Piano”, de Bruno Hrabovsky. O espetáculo, que apresenta releituras da famosa banda britânica, já foi exibido em diversas cidades do país. As músicas são reproduzidas apenas com o piano, dando um arranjo bem diferente em relação ao rock tradicional do grupo. A solenidade, além de contar a história, passa pelos maiores sucessos do conjunto, em ordem de lançamento. Com valor de entrada a partir de R$25, a performance ocorre no auditório da Unibes Cultural, ao lado da estação Sumaré do Metrô.

Nascido em Curitiba, Bruno Hrabovsky é instrumentista, já tendo passado por mais de 90 cidades com o espetáculo “Rock ao Piano”. O pianista também realizou shows lotados com outro projeto de sucesso, o “Pink Floyd ao Piano”. Estudante do instrumento de teclas desde os 6 anos de idade, Bruno já gravou diversas versões de músicas famosas, quase sempre do estilo Rock, fazendo a divulgação de seu trabalho em redes sociais. Suas apresentações são dedicadas a homenagear as referidas bandas.

Segundo Bruno Assami, diretor executivo da Unibes Cultural, o projeto Música Transforma, que teve início em maio, é um importante espaço para que as pessoas possam se conectar com artistas independentes. “A música continua como um dos agentes culturais mais ricos que temos, podendo contar histórias e mostrar o quão diversa é nossa cultura. Além disso, oferecer a oportunidade para que o público se aproxime de diferentes artistas é uma das nossas bases. Seguimos agindo para transformar o nosso panorama cultural”.

O concerto contará com o seguinte set list: “Keep Yourself Alive”, “The Loser in the End”, “The March of the Black Queen”, “Stone Cold Crazy”, “Love of my Life”, “You Take My Breath Away”, “Somebody to Love”, “Spread Your Wings”, “Don’t Stop Me Now”, “Sail Away Sweet Sister”, “Under Pressure”, “Radio Ga Ga”, “Princes of the Universe”, “Scandal”, “Innuendo”, “Mother Love”, “No one but you” e “Bohemian Rhapsody”.

Serviço:
Música transforma – Show Queen ao Piano
Local: Unibes Cultural – Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré – São Paulo/SP
Ao lado da estação Sumaré do Metrô
Data: 29/07
Horário: 19h
Valor: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)

 

Fonte: https://www.radiorock.com.br/

 

Cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, de 2018, permanece colaborando para que lucros da banda sejam altos, mesmo anos após seu lançamento

GET DOWN, MAKE LOVE

(7ª música do 6º álbum)

– Freddie Mercury assina apenas três músicas em News Of The World, e os membros do Queen consideram Get Down, Make Love uma evocação da Nova York gay, ambiente que o cantor frequenta regularmente desde seu retorno das turnês americanas.

– Embora o músico não reivindique abertamente sua homossexualidade, ele não esconde sua vida privada desenfreada:

Nova York é a cidade do vício, e eu sou uma verdadeira put@ quando estou lá!.

– Esta música é a primeira em que Freddie evoca o abandono sexual e as alegrias da carne, como faria com mais frequência no início dos anos 80, particularmente no álbum Hot Space.

– Na letra de Get Down, Make Love, encontramos frases muito explícitas:

You take my body/I give you heat/You say you’re hungry/I give you meat

(Você pega meu corpo/Eu te dou calor/Você diz que está com fome/Eu te dou carne).

 

– Nesta época, o cantor muda seus figurinos de palco. Reza a lenda que após seu encontro com Glenn Hughes, o notório motociclista bigodudo do Village People, Freddie decide adotar sua imagem. Assim aparece um Freddie vestido de couro, com óculos escuros e boné combinando, expondo seu torso peludo sob as correntes de ouro.

– A passagem mais curiosa da canção é o seu intervalo, entre 2:37 e 3:18, descrito como intermediário erótico por Brian May.

-Notas de guitarra se fundem com a voz de Freddie, ao ritmo de batidas repetidas do baixo de John e do bumbo de Roger.

– Obtém-se um efeito psicodélico que funciona muito bem quando misturado com os gemidos do cantor.

– A banda de rock industrial Nine Inch Nails, liderada pelo carismático Trent Reznor, propôs, em outubro de 1990, uma versão sulfurosa de Get Down, Make Love como faixa bônus em seu single Sin.

Couro e óculos de motociclista: Freddie adota por um tempo alguns códigos de

vestimenta da comunidade gay de Nova York.

Vídeo oficial de Get Down, Make Love

 

Get Down, Make Love, com Nine Inch Nails

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Anunciada a nova máquina de pinball Queen !

QUEEN E PINBALL BROTHERS ANUNCIAM NOVA MÁQUINA DE PINBALL: QUEEN – LIVE IN CONCERT!

Com mais de 300 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, a icônica banda de rock britânica Queen é uma das maiores bandas de todos os tempos.

Formado em Londres em 1971, o Queen lançou 15 álbuns de estúdio, excursionou extensivamente e produziu shows inovadores de cinema, vídeo e teatro por mais de 5 décadas e continuam atraindo multidões ao redor do mundo.

Chegou a hora de homenagear esta banda lendária com uma máquina de pinball baseada em suas músicas verdadeiramente fascinantes – todas tocadas AO VIVO!

O jogo estará disponível em duas edições diferentes: Champions Edition e Rhapsody Edition.

Rhapsody Edition é limitado a uma série de 1000 jogos numerados e vem com um certificado de autenticidade que virá com vários complementos exclusivos. As duas edições serão diferentes na aparência.

Pinball Brothers trabalhou em estreita colaboração com a banda para garantir sua aprovação e apresenta as seguintes músicas ao vivo: A Kind Of Magic, Another One Bites The Dust, Bohemian Rhapsody, Hammer to Fall, I Want To Break Free, Killer Queen, One Vision, Play The Game, Radio Ga Ga, Seven Seas Of Rhye, Somebody To Love, We Will Rock You, We Are The Champions e Who Wants To Live Forever.

Funcionalidades do jogo

O jogo apresenta 14 músicas ao vivo acompanhadas de chamadas da banda, gravadas exclusivamente para o jogo. Em destaque também está a lendária guitarra Red Special de Brian May, na forma de um campo de jogo superior onde você pode bloquear as bolas para iniciar a multiball Red Special. Ou você pode visitar o épico Estádio de Wembley para bloquear bolas para iniciar mais uma das muitas bolas múltiplas do jogo.

Colete autógrafos, instrumentos, membros da banda, passes de turnê e pôsteres no caminho para chegar ao modo final do assistente I Want it All!.

O jogo é apresentado com um show de luzes RGB de tirar o fôlego e um sistema de som HiFidelity, incluindo um alto-falante de graves de 8”. É difícil imaginar uma maneira melhor de experimentar o Queen ao vivo, seja no clube ou na sua própria sala de estar. Será realmente imersivo!

Para detalhes completos e pedidos, acesse www.pinballbrothers.com/Queen – Pré-encomendas são feitas clicando na guia DISTRIBUIDORES no site aqui.

 

Fonte: www.queenonline.com

   Álbum Queen 1973

             

®️ Sim, era um disco de estreia, e a Banda ainda iria passar pelas naturais mudanças que advém de suas evoluções como músicos e compositores, mas, ainda assim, analisando hoje, percebemos que já havia uma identidade em formação naquele trabalho.

– “Queen”, de 1973, ostentava influências de Led Zeppelin, de Sweet e de Rock Progressivo, mas apresentava também os primeiros indícios do que se tornaria o “ modo Queen ” de fazer música.

– A capa, simples e monocromática à primeira vista, trazia subliminarmente uma ideia de grandiosidade incontida e, desde logo, o brilho da estrela de Freddie Mercury, que absorvia e alimentava a energia emanada dos holofotes.

– Ela é representada por uma foto tirada durante o show no Marquee Club em Londres em Dezembro de 1972, por Doug Puddifoot.

– Houveram insatisfações com a produção do disco, naturalmente, e o principal incomodado foi Roger Taylor em relação ao som de sua bateria, mas não havia mais tempo para aprimorar todos os detalhes, pois os cronogramas de lançamento/turnê/gravação eram bem mais apertados no período.

– O disco precisava sair e, apesar de um detalhe ou outro que seus criadores gostassem de mudar, conseguiu posições satisfatórias e um status de clássico que permanece indelével até hoje.

 

Lado A

. A música de abertura – Keep Yourself Alive – é uma canção vibrante e empolgante, com um refrão irresistível, e que escancara desde cedo o perfeccionismo de Brian May, que sobrepôs sete linhas de guitarra em sua gravação.

 

. Doing All Right – reminiscente do acervo de músicas do Smile, oscila entre balada e Rock pesado.

 

. Great King Rat – o estilo de Rock pesado surge mais bem representado nesta canção, onde Brian pontua alguns momentos do solo com um pedal de wah-wah.

 

. My Fairy King – repleta de imagens surreais em sua letra e que faz também citações ao poema The Pied Piper of Hamelin.

 

Lado B

. O lado B, da versão em vinil, abria com as batidas e palmas de – Liar – composição de Freddie com peso, variações e um solo melódico interrompido aos 4:15m para uma guinada rítmica, onde os vocais irão interagir com a percussão e a guitarra retornará com mais volume.

 

 

– Depois de seu impacto, foi correta a opção de inserir a balada agridoce The Night Comes Down na sequência, composta por Brian May, quando a Banda Smile chegou ao fim.

▪️Seu andamento combina com as reminiscências de infância do autor, Brian May.

 

. Subitamente – Modern Times Rock’n’Roll – explode nos alto-falantes, tem seu ritmo acelerado, uma pegada proto-punk e é a típica música de fazer todo mundo dançar em shows, mas não é a melhor composição de Roger Taylor.

 

. A próxima – Son And Daughter – diminui a levada, mas investe em uma cadência que remete ao proto-Heavy Metal do começo da década.

.E nos traz o inesquecível I – WANT – YOU na letra.

 

.Jesus – foi com essa cadência que os conduziu para o encerramento com Jesus, de teor obviamente religioso.

 

.No final do disco, a última faixa – Seven Seas of Rhye.

▪️Neste Álbum, temos apenas a versão instrumental desta composição, porque Freddie não havia terminado de escrever a letra. A versão cantada seria gravada no Álbum  Queen II.

▪️O termo Rhye de seu título, refere-se à um mundo fictício criado por Freddie e sua irmã Kashmira Bulsara.

 

▪️A crítica, as plateias, o mercado, todos ainda precisavam ser conquistados, mas hoje nós olhamos para esse período como historiadores e sabemos aquilo que em pouco tempo tornar-se-ia notório.

▪️Em 1973, um gigante surgiu na Inglaterra e fez com que o mundo se inclinasse perante a majestade de seu nome!

 

Álbum Queen

Data de Lançamento: 13.07.1973

Gravadora: EMI

 

Fontes para base e composição de texto-

– Roadie Metal Cronologia: Queen – Queen (1973)

Por Anderson Frota

– Plano Crítico

Por Luiz Santiago

FIGHT FROM THE INSIDE

(6ª música do 6º álbum)

 

– Para sua segunda contribuição no álbum, Roger Taylor compõe esta canção de rock com base em um riff repetitivo e intenso, embora muito atraente.

– A música, escrita antes do verão de 1977, faz parte de um conjunto de quatro músicas que o baterista trabalhou em seu estúdio pessoal.

– Ele manteria duas (I Wanna Testify e Turn On The TV) para seu primeiro projeto solo (lançado em agosto, em 45 rpm).

– É verdade que contrasta com Spread Your Wings, mas permite encontrar o equilíbrio que se procura no álbum:

Roger tem mais coisas do que o resto do grupo. Você só precisa escolher qual música trará equilíbrio ao álbum, dirá Brian May.

– O baterista, que interpreta o tema, passa a ser considerado um cantor no grupo.

 

– Na BBC Radio 1, durante a entrevista que o Queen dá em dezembro de 1977, o apresentador diz:

Permitam-me agora apresentá-los os membros do Queen.

Roger, anunciado na bateria, especifica:

E, ocasionalmente, nos vocais.

– A voz de Roger é taciturna e acompanha a mensagem enquanto ele canta:

Fight from the inside/Attack from the rear

(Lute por dentro /Ataque por trás).

 

A minha voz parece uma lixa!, diria ironicamente em 2006.

– A comparação é sempre mais lisonjeira que a de Freddie na mesma época:

A voz dele tem a frequência de um apito de cachorro!

Assim como Phil Collins, amigo da banda, Roger Taylor

assume os papéis de baterista e cantor no palco com muita habilidade.

 

 

Vídeo oficial de Fight From The Inside

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

Helenita dos Santos Melo é gaúcha de Cachoeira do Sul e mora em Bolzano (Itália) há mais de 18 anos.
Ela administra as páginas “Queen – Fatos & Fotos” no Facebook e Instagram.

Administra também a página “Queen Online Brasil” com Luciana Machado e Denise Scaglione, no Facebook.

Junto com Sheila Pauka administra o grupo “Freddie Mercury & Queen”.

O Queen foi coroado a maior banda de rock de acordo com uma nova pesquisa.

Um estudo, conduzido pela Betfair, pediu aos britânicos que escolhessem sua banda favorita e os roqueiros de bohemian rhapsody chegaram ao topo, até mesmo batendo os Beatles para levar o título.

O Queen – que foi liderado pelo falecido Freddie Mercury e foi hoje com o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor- foi a escolha principal com 1 em 4 (26%) escolhendo a banda.

Os Beatles seguiram de perto em segundo lugar, com 15% dos participantes escolhendo os Fab Four, enquanto os Rolling Stones ficaram em terceiro lugar com 6% dos votos.

Outras bandas de rock muito amadas que entraram no Top 10 incluíram Fleetwood Mac (5%), Oasis (5%), Pink Floyd (4%) e Metallica (3%).

A pesquisa foi realizada para marcar as comemorações dos  60 anos dos The Rolling Stones.

Com a banda – composta por Mick Jagger, Ronnie Wood – recentemente completando duas noites esgotadas no BST Hyde Park, não há surpresa por que eles ainda são considerados um dos maiores de todos os tempos.

Os fãs também foram convidados a selecionar qual música dos Rolling Stones eles acham que é a mais icônica, com seu hit de 1965 (I Can’t Get No) Satisfaction liderando a votação com 26%. Foi seguido de perto por Paint It Black com 14% dos votos e Brown Sugar em terceiro lugar.

 

Veja as 10 melhores bandas de rock de todos os tempos de acordo com a nova enquete:

  1. Queen
  2. Os Beatles
  3. Os Rolling Stones
  4. Guns N’ Roses
  5. Fleetwood Mac
  6. Oasis
  7. Pink Floyd
  8. BI
  9. Metallica
  10. Led Zeppelin

 

Sobre esta enquete, Brian comentou em seu Instagram:

Este também foi um belo presente de aniversário! Muito obrigado pessoal!!! Às vezes eu tenho que me beliscar para acreditar que tudo isso está acontecendo – Jeeeez !! Grato ! E meu aniversário está indo muito bem, obrigado! Absolutamente sobrecarregado com todas as mensagens gentis. Obrigado pessoal!!! Bri

 

Fonte: www.radiox.co.uk

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