Strømpriser sammenligningBoligalarm best i testBredbåndsleverandørBilforsikring

05 canções pouco conhecidas do Queen que merecem a sua atenção !

▪️Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon nos deram um legado de canções consagradíssimas, como We Are The Champions, We Will Rock You, Love Of My Life, Bohemian Rhapsody, dentre outras.

▪️Contudo, como ocorre com qualquer grupo musical, o Queen possui um repertório bastante vasto. Entre 1973 e 1991 foram lançados 14 discos de estúdio com composições autorais inéditas (isso sem mencionar o valoroso material lançado após a morte de Freddie).

▪️Então, que tal darmos uma repassada no catálogo do Queen, indo além daqueles mega sucessos executados nas rádios e incluídos nos Greatest Hits da vida ?

▪️Abaixo, listadas 05 dessas faixas mais obscurasda Banda, canções menos famosas que merecem mais atenção !

 

1) Flick Of The Wrist –

Quarta faixa do Disco Sheer Heart Attack de 1974, Flick Of The Wrist aborda a exploração que os membros da Banda sofriam nas mãos de seus empresários.

É, praticamente, uma precursora de Death On Two Legs. O título, traduzível como movimento do pulso, faz alusão justamente ao movimento da mão no ato de assinatura de um contrato. Isso é corroborado logo no primeiro verso, em que é relatada a ameaça do empresário –  Deslocarei a sua coluna se você não assinar.

A letra constrói a descrição do patrão como uma figura monstruosa, um chefe explorador de qualquer ramo, um empresário que incute na mente do trabalhador a ideologia capitalista mais cínica, que seduz você com sua máquina de fazer dinheiro.

 

2) White Man –

Do Álbum A Day At The Races de 1976, uma das músicas mais pesadas do Queen.

Escrita por Brian May, a letra é sobre as guerras entre colonos e nativos americanos. Sobre a invasão colonização europeia no continente americano.

O eu lírico se identifica como um dos descendentes dos habitantes originais do continente americano – deste solo que meu povo veio / neste solo permaneço / mas o imigrante construiu rodovias / sobre o nosso sangue e areia .

E o Homem Branco que dá nome à canção é justamente o interlocutor indignado que vocifera as atrocidades cometidas pelo colonizador europeu em nome da civilização.

 

3) Dead On Time –

Do Álbum Jazz de 1978, a canção aborda a eterna pressa do homem contemporâneo. A letra dialoga com o ouvinte, chamando-o de um tolo, que está  sempre pulando / nunca feliz onde pousa, sempre correndo – rápido – rápido – rápido, para trabalhar o máximo possível e enriquecer.

É a descrição do homem moderno sob pressão, em incurável desespero – você está morto ! encerra a canção de súbito, seguido de um som de trovão, exibindo, assim, o resultado de se viver uma vida correndo contra o tempo, sempre com a sensação de eterno atraso, vivendo atrás de um insaciável ideal de sucesso imposto pela sociedade.

 

4) Put Out The Fire –

A sexta faixa do Álbum Hot Space de 1982. É um típico rock vibrante. O título já diz tudo –  Apague O Fogo, sendo este ‘fogo  – as armas de fogo.

Essa música é sobre uma pessoa que resolve todos os seus problemas matando as que ele considera responsáveis. É sobre vigilantismo e tolerância.

Trata-se de um manifesto contra o mito de que a população deve andar armada. Você sabe, armas nunca mataram ninguém / você pode perguntar à qualquer um / pessoas são baleadas por pessoas / pessoas com armas.

Música muito boa do Queen !

 

5) Machines – ( Or Back To Humans ) –

Do disco The Works de 1984.

A mecanização do mundo, o ser humano cada vez mais ciborguizado e dependente de máquinas. Algo similar ao nosso presente, nessa era do algoritmo, dos smartphones, da eterna vigilância que impomos a nós mesmos e aos demais.

O tema do homem controlado pela tecnologia e a desumanização causada pelo culto ao maquinário. –  é software, é hardware / é batimento cardíaco, é partilha de tempo /a vida sexual é quantidade / é auto-perpétua.

O refrão – de volta à humanos, torna-se assim um desesperado apelo para os ouvintes nessa bela e dramática composição.

▪️Músicas com som excepcional e letras que nos fazem pensar.

Apreciem !

Fonte para base e composição de texto –
blog.poemese.com
Por Flávio Pereira Senra

Bohemian Rhapsody é eleita a maior canção de todos os tempos pelos ouvintes de ouro do Reino Unido

A icônica canção do Queen de 1975 , Bohemian Rhapsody, foi eleita a maior canção de todos os tempos pelos ouvintes do Gold, à frente de Hotel California pelos Eagles que ficou em segundo.

Imagine, de John Lennon, ficou em terceiro lugar, à frente de Bridge Over Troubled Water, de Simon e Garfunkel, em quarto, e Always on My Mind, de Elvis Presley, em quinto.

Além da primeira colocação, o Queen ficou com mais 13 músicas entre as 300 escolhidas, totalizando 14 músicas!

São elas:

Posição  31 – DON’T STOP ME NOW
Posição  84 – I WANT TO BREAK FREE
Posição 116 – UNDER PRESSURE
Posição 118 – KILLER QUEEN
Posição 127 – SOMEBODY TO LOVE
Posição 155 – RADIO GA GA
Posição 209 – A KIND OF MAGIC
Posição 224 – WE WILL ROCK YOU
Posição 244 – WE ARE THE CHAMPIONS
Posição 259 – WHO WANTS TO LIVE FOREVER
Posição 261 – ANOTHER ONE BITES THE DUST
Posição 262 – CRAZY LITTLE THING CALLED LOVE

Posição 270 – HAMMER TO FALL

 

Clique aqui para ver o gráfico completo

 

Fonte: queenonline.com

 

Show será realizado no dia 3 de setembro

O Foo Fighters reuniu-se com a Paramount e a família de Taylor Hawkins para prestar uma homenagem ao falecido baterista da banda. O evento mundial de música, intitulado The Taylor Hawkins Tribute Concert, será lançado por meio do Paramount+, porém com estreia transmitida ao vivo e gratuita na Pluto TV.

O show acontece oficialmente no dia 3 de setembro de 2022 no Estádio de Wembley, em Londres. Entre os convidados, estão confirmadas as presenças de Travis Barker, Liam Gallagher, James Gang, Brian Johnson, John Paul Jones, Ke$ha, Greg Kurstin, Brian May, Mark Ronson, Luke Spiller, Roger Taylor, Rufus Taylor, Lars Ulrich, Wolfgang Van Halen entre outros.

Os fãs brasileiros poderão assistir à transmissão ao vivo do show a partir de 12h30 (horário de Brasília) na Pluto TV. Segundo a Paramount, a apresentação ficará disponível no serviço de streaming Paramount+ a partir do domingo, 4 de setembro. No mesmo dia, a MTV e a Paramount Network exibirão os melhores momentos e conteúdos especiais às 20h.

Taylor Hawkins faleceu aos 50 anos, em Bogotá, na Colômbia, durante a turnê do Foo Fighters na América do Sul. A causa da morte não foi revelada.

 

Fonte: https://www.omelete.com.br

 

MORE OF THAT JAZZ

(13ª música do 7º álbum)

 

– Epílogo do álbum e segunda canção escrita por Roger Taylor para o mesmo, More Of That Jazz leva a assinatura do seu criador: uma introdução, solo de bateria e um riff de guitarra repetitivo e áspero que acompanha o conjunto com uma voz carrancuda que grita que não quer mais esse jazz.

– No que diz respeito ao título, Roger afirmaria:

Não tem nada a ver com o tipo de música jazz. Isso não significa nada e tudo ao mesmo tempo. É sobretudo uma palavra visualmente forte, que soa bem e possui uma estética intensa.

 

– Seja o que for, o baterista parece criticar este estilo de música, que para ele parece repetitiva:

All you’re given/Is what you’ve been given/A thousand times before/

Just more, more/More of that jazz”

(Tudo que você recebeu/É o que você tem/Mil vezes antes/

Apenas mais, mais/Mais desse jazz)

 

 – A canção, que o próprio autor renega, não fica na memória e é uma forma lamentável de concluir um álbum certamente desigual, mas que contém, no entanto, alguns temas eternos, como Don’t Stop Me Now e Fat Bottomed Girls.

– Além de seu papel como baterista, Roger assume as funções de guitarrista, baixista e cantor nessa música.

– O verdadeiro achado é a adição, no final da música, de trechos de outras músicas do álbum para criar um novo verso a partir de 3:13. Aparecem, sucessivamente, algumas mostras de Dead On Time, Bicycle Race, Mustapha e If You Can’t Beat Them, novamente Dead On Time, Fun It e, finalmente, a introdução a cappella de Fat Bottomed Girls, que se funde, deve-se reconhecer que maravilhosamente, com o riff de More Of That Jazz, que reaparece in crescendo.

 

Roger Taylor sempre assumiu suas influências. Em primeiro lugar, a de John Bonham, o baterista do Led Zeppelin, de quem pega emprestado o uso dos tímpanos e do gongo no palco.

 

Vídeo oficial de More Of That Jazz

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

 

Uma semana a homenagear Freddie Mercury. É isto que vai acontecer a partir de 1 de setembro no Hard Rock Cafe, em Lisboa. Até ao dia 8 são várias as surpresas para os fãs do artista. Há um cocktail especial e ainda um concerto com os grandes clássicos.

O Killer Queen é a bebida de edição limitada que pode pedir durante esta semana. Junta vodca, infusão de tangerina, sumo de ananás e Sprite. O rebordo do copo é composto por uma mistura de açúcar, sal e ananás fumado.

Todas as receitas deste cocktail revertem a favor da fundação ‘The Mercury Phoenix Trust’. Foi criada em memória do artista e apoia a luta contra a Aids.

No dia 5 de setembro, quando Freddie Mercury faria 76 anos, o Legendaty Burger será servido com um acessório inspirado no famoso bigode. Na terça-feira, 6 de setembro, acontece o concerto dos One Vision, uma banda de tributo aos Queen. A entrada custa 7€ por pessoa.

Na loja terá uma coleção de t-shirts exclusivas que poderá comprar.

 

Fonte:  https://www.noticiasaominuto.com

 

O guitarrista Brian May formou o Queen no começo dos anos 70 e, ao lado de Freddie Mercury, conquistou o mundo com hits como “Bohemian Rhapsody” e “We Will Rock You”. Mas, anos antes, o acadêmico Brian May já tinha dado início a sua formação em física, interrompida pela carreira musical. Foi apenas em 2007 que ele completou seu PhD e se formou Doutor em Astrofísica

Conforme publicado pela Classic Rock, recentemente, aos 74 anos, foi a vez dele receber o título de Doutor em Ciências pela University of Hull. Uma cerimônia foi realizada com a presença do Chanceler e o vice-Chanceler da universidade, bem como os formandos e suas famílias. Brian May não pôde participar pessoalmente por estar em meio a uma turnê europeia, mas participou em vídeo com um inspirador discurso de agradecimento:

“Lamento que meus compromissos tenham me impedido de estar aí comemorando pessoalmente com vocês hoje, mas devo ressaltar o grande prazer com que aceito este título. Eu lhes asseguro que minha presença virtual não afeta o orgulho e a honra que sinto em ter me formado com a turma de Ciência e Engenharia da Universidade de Hull de 2020.

“Gostaria de começar parabenizando do fundo do coração a todos vocês que concluíram suas graduações, mestrados ou doutorados. E, claro, que vocês façam tantos amigos para toda a vida quanto eu fiz.”

“Quando embarquei em minha carreira acadêmica como físico no Imperial College em 1965, não sabia que haveria um hiato musical de 40 anos na conclusão de meu doutorado em astrofísica, de 2007. Minha paixão pelo assunto não diminuiu com o passar do tempo, nem meu desejo de cumprir minha jornada acadêmica.”

“Então eu espero que isso inspire vocês, de alguma forma, a seguirem suas próprias jornadas, terem seus próprios contratempos, e descobrirem do que vocês são capazes. Pode ser preciso uma dose de paciência no meio do caminho, mas vocês podem conquistar o que almejam.”

 

Fonte: https://whiplash.net

 

 

Material arquivado e guardado do Queen.

– Quem sabe quantas obras-primas ainda escondidas nos arquivos do Queen haverão …

– Demos, ensaios, solfejos, partituras inacabadas … quanto material empoeirado, e talvez empilhado em caixas anônimas.

– Quem sabe, dado o enorme sucesso hoje, após o filme reacendendo a paixão dos fãs e despertando novos seguidores, não decidam tirar a poeira.

– Esta é uma das perguntas que muitas vezes é feita à Peter Freestone, já que ele é encontrado com frequência em Montreux e é sempre muito prestativo com os fãs –

Eu não acho que seja realmente uma questão de não querer lançar material. É mais sobre o estado dos vocais. Eu sei que o Queen trabalhou em muito mais músicas do que elas foram lançadas, mas na maioria dos casos, se eles entendiam que a música não levava à lugar nenhum, eles à deixariam de lado pensando que tinham algo para trabalhar, se não houvessem músicas boas o suficiente para o Álbum … essas músicas que realmente não poderiam ser retrabalhadas em algo adequado para ser ouvido. Acho que os fãs merecem algo mais completo.

– Provavelmente, todos nós discordamos do pensamento de Freestone, porque os fãs jamais se decepcionariam, nem mesmo com uma simples vocalização de Freddie para aquecer a voz, ou um riff improvisado do baixo de John, dos picos de Roger na bateria, da criação de um sucesso de um golpe de guitarra de Brian, ou até mesmo de uma discórdia de Freddie com alguém, durante uma demo, recurso que ele usava para se inspirar.

– Enfim, acho que ficaríamos surpresos com o que eles tentaram gravar e acabaram deixando de fora.

– Houveram alguns comentários de um dos arquivistas do Queen – Greg Brooks – quando ele postou no queenonline, há muitos anos. Alguns fãs lhe enviaram perguntas sobre músicas que nunca viram a luz do dia, e ele afirmou que achava que haviam muitas que poderiam ter sido sucessos. Apenas a opinião dele, é claro !

– Quem sabe, elas só precisam de algum trabalho para se tornarem ótimas músicas do Queen.

– Certamente, grandes coisas poderiam aparecer em relançamentos ou antologias. Brian e Roger afirmaram ao longo dos anos que não querem fazer um exercício de ” raspagem de barril “, que já lançaram tudo o que vale a pena publicar…

– Mas poderiam haver muito mais músicas à serem retrabalhadas, além das incompletas que valem a pena ser mexidas … E as faixas que estão realmente prontas, mas simplesmente esquecidas ? Músicas que eles não gostaram e deixaram de fora no último minuto?

 

– Veja aqui um exemplo

Queen – The March Of The Black Queen (Takes 3 à 5) (demo não lançada)

Esta faixa estreou na 20ª Convenção Internacional do Clube de Fãs em Prestatyn. Esses takes são tentativas de backing track (piano, baixo, bateria/percussão). As tomadas 3 e 4 são tentativas malsucedidas, enquanto a tomada 5 é quase uma tentativa completa.

https://youtu.be/xrGSqMyQ3eA

 

– E aqui uma demo do Álbum Innuendo – My Secret Fantasy.

Esta faixa é pesada em teclados de sintetizador. Os vocais de Freddie são muito antigos e as letras são simplistas. Os vocais são um pouco ásperos, provavelmente apenas para serem usados como um guia vocal. Soa como uma faixa de John Deacon com alguma entrada de Freddie.

 

-Para finalizar, aqui uma coleção de 05 Cd’s bootlegs (gravações não oficiais)

Queen – The Vaults – Demos And Rare Things 1971-1991

Queen – The Vaults – Demos E Coisas Raras 1971-1991

 

– Concertos – Raridades – Gravações não oficiais

– Autor: Ace Bootlegs – 07 de Setembro de 2016.

– Data: 1971-1991

– Rótulo: Desconhecido

– Médio: 5 CDs (mp3 256 kbps)

– Duração: 298:31 minutos

– Fonte: Vários

– Qualidade do som: 8/10 à 10/10.

– A capa, porém, parece uma farsa. É um desvio da capa do Bootleg ” Jovens Nobres do Rock “, do selo Tarentura. Apenas o título foi apagado e substituído.

– Selo – Magicland Records –

– Formato – 04 x CD, Compilation, Deluxe Edition, Limited Edition, Numbered, Unofficial Release

– Países – Europa em geral.

– Lançado – 2019

– Gênero – Rock

– Os títulos seguirão nos comentários, com pequenas informações.

Lista de títulos:
CD1 (1971-1974) – 59:46
1. Silver Salmon (demo inédita – versão #1 – como dito na fita) (2:10)
2. Silver Salmon (demo inédita – versão #2 – como dito na fita) (2:58)
3. Silver Salmon (demo não lançada – versão #3 – fonte desconhecida) (4:13)
4. Silver Salmon (demo não lançada – versão #4 – remasterizada) (3:10)
5. Polar Bear (versão demo do estúdio Queen – fonte desconhecida) (3:47)
6. Keep Yourself Alive (acetato – Retomada curta – fonte de vinil) (3:29)
7. Keep Yourself Alive (acetato – Short Re-take – remasterizado por Stark) (3:29)
8. Keep Yourself Alive (Retomada de longa data – fonte: CD – trivial?) (4:04)
9. Funny How Love Is (take 5 – fonte: fita da convenção – remasterizado por Bobek) (2:51)
10. The March Of The Black Queen (take 3 – fonte: Convention Tape – remasterizado por Everly) (1:07)
11. The March Of The Black Queen (take 4 – fonte: Convention Tape – remasterizado por Everly) (1:00)
12. The March Of The Black Queen (take 5 – fonte: fita da convenção) (3:25)
13. Great King Rat (take 5 – fonte: fita da convenção) (1:28)
14. Killer Queen (trecho HQ) (versão demo – fonte desconhecida) (0:30)
15. Doing Alright (mix instrumental – vocais removidos – falso, mas muito bem feito) (3:04)
16. Liar (1991 HR off. release – fonte: CD – ?) (6:26)
17. Mad The Swine (1991 HR off. release – fonte: CD – ?) (3:21)
18. Immigrant Song (cover do Led Zeppelin – gravado ao vivo – fonte ?) (1:06)
19. Bama Lama Bama Loo (ensaio em estúdio 73 – fonte desconhecida) (1:58)
20. Hangman (gravado ao vivo em Birmingham – fonte ? ) (6:10)
CD2 (1975-1982) – 61:14
1. Somebody To Love (intro de refrão alternativo – trecho – fonte: fita de convenção) (0:08)
2. Love Of My Life (versão acapella – fonte: disco 5.1 DTS) (2:59)
3. Good Company (versão alternativa – fonte: promo DTS “A Night At The Opera”) (3:04)
4. Bohemian Rhapsody (edição em vinil francês – fonte: vinil) (3:04)
5. Feelings (demo inédita de 1977 – fonte: fita da convenção) (2:03)
6. The Hero (Versão Rara dos Créditos Finais do Flash Gordon – fonte: Flash Gordon DTS) (3:45)
7. Imagine (John Lennon feat. Freddie Mercury – o crossover mix) (2:03)
8. Play The Game (versão acapella ‘scratch’ alternativa – fonte desconhecida) (2:48)
9. Sail Away Sweet Sister (versão demo – fonte: fita da convenção) (3:30)
10. Sandbox (versão demo – fonte: fita da convenção) (3:00)
11. Calling All Girls (versão acapella – fonte desconhecida) (2:04)
12. Save Me (a versão completa do sintetizador – a chamada ‘demo completa’ – fonte midi de Brian) (3:44)
13. Action This Day (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (3:43)
14. Staying Power (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (2:13)
15. Back Chat (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (4:39)
16. Las Palabras De Amor (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (4:30)
17. Cool Cat (take 2 – com David Bowie nos vocais – fonte desconhecida) (3:33)
18. Under Pressure (improvisação – sessão de saída – fonte desconhecida) (3:20)
19. Feel Like (versão demo – pré Under Pressure – fonte: fita de estúdio vazada) (5:04)
CD3 (1984-1986) – 57:16
1. The Machines (versão demo – improvisação de introdução – fonte desconhecida) (1:23)
2. The Machines (versão instrumental – fonte desconhecida) (5:08)
3. Keep Passing The Open Windows (demonstração da fita doméstica de Freddie – fonte: fita privada vazada) (2:48)
4. Keep Passing The Open Windows (tomada de estúdio inicial – fonte: fita de estúdio vazada) (4:46)
5. I Want To Break Free (versão instrumental – fonte: provavelmente Greatest Karaoke Hits) (4:11)
6. Hammer To Fall (versão instrumental – fonte: provavelmente Greatest Karaoke Hits) (3:35)
7. It’s A Hard Life (tomada inicial – introdução alternativa – fonte: fita da convenção) (1:40)
8. It’s A Hard Life (instrumental bem feito com backing vocals – fanmix) (4:25)
9. Radio Ga-Ga (versão instrumental – fonte: provavelmente Greatest Karaoke Hits) (5:38)
10. Is This The World We Created (mistura alternativa de piano + guitarra – falsa, mas bem feita) (2:10)
11. Thank God It’s Christmas (nunca lançada em ‘Peace In The Middle East Mix’) (6:09)
12. A Kind Of Magic (Highlander Alternative Version – fonte: Highlander French DVD) (3:15)
13. New York (trecho de Highlander – fonte: DVD francês de Highlander) (0:41)
14. Princes Of The Universe (Highlander Alternative Version – fonte: Highlander French DVD) (1:48)
15. Princes Of The Universe (Reprise – fonte: Highlander French DVD) (1:22)
16. We Are The Champions (experiência de 1985 para o filme Highlander – John & Roger – fonte: fita vazada) (trecho) (0:18)
17. Who Wants To Live Forever (Mini Disc Skip Demo 1) (0:38)
18. Who Wants To Live Forever (Mini-disco Skip Demo 2) (5:05)
19. Who Wants To Live Forever (Highlander Alternative Version – fonte: Highlander movie) (2:16)
CD4 (1988-1989) – 66:23
1. A New Life Is Born (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (0:59)
2. Hang On In There (jam – versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (2:59)
3. Rain Must Fall (versão demo – fonte: fita da convenção) (1:11)
4. I Guess We’re Fallin’ Out (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (2:35)
5. The Miracle (tomada alternativa – fonte desconhecida) (1:43)
6. The Invisible Man (tomada alternativa – fonte desconhecida) (1:24)
7. I Want It All (tomada alternativa – fonte desconhecida) (1:25)
8. I Want It All (versão instrumental alternativa – fonte desconhecida) (3:37)
9. My Baby Loves Me (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (3:37)
10. Breakthru (versão instrumental – fonte: provavelmente Greatest Karaoke Hits) (4:14)
11. Scandal (tomada alternativa – fonte desconhecida) (1:43)
12. Stealin’ (versão demo de 12 minutos – fonte: fita de estúdio vazada) (11:43)
13. Stealin’ (versão alternativa – fonte: fita de estúdio vazada) (3:58)
14. Hijack My Heart (versão demo – overdub de bateria – fonte: fita de estúdio vazada) (3:27)
15. Too Much Love Will Kill You (tomada alternativa – fonte: fita de estúdio vazada) (2:00)
16. Too Much Love Will Kill You (vocais de Brian – fita demo de Bell Boy) (4:56)
17. Too Much Love Will Kill You (piano instrumental – fonte desconhecida) (4:34)
18. Dog With A Bone (música da convenção de 1989 – fonte: gravação da placa de som da convenção) (4:46)
19. Dog With A Bone (música da convenção de 1989 gravada – completa – fonte: convenção gravada de 1989) (5:32)
CD5 (1990-1991) – 53:52
1. Innuendo (versão explosiva – fonte: lançamento único raro) (6:46)
2. I’m Going Slighly Mad (edição promocional da fita Innuendo Hits) (1:17)
3. Headlong (edição promocional do Innuendo Hits – versão alternativa) (1:04)
4. Headlong (versão alternativa – vocal, bateria, baixo) (3:03)
5. My Secret Fantasy (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (2:32)
6. Freedom Train (versão demo – out-take – fonte: fita de estúdio vazada) (0:45)
7. Robbery (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (2:03)
8. Ride The Wild Wind (versão instrumental alternativa – fonte desconhecida) (1:39)
9. Hitman (versão alternativa – Brian nos vocais – fonte: fita de estúdio vazada) (0:58)
10. Delilah (versão demo – fonte: fita de estúdio vazada) (4:18)
11. Delilah (edição promocional do Innuendo Hints – versão alternativa) (1:38)
12. Self Made Man (demo inédita – fonte: fita de estúdio vazada) (4:38)
13. Self Made Man (Irish Club Mix) (2:47)
14. Face It Alone (out-take 1 – fonte: fita da convenção) (1:39)
15. Face It Alone (out-take 2 – fonte: fita da convenção) (1:33)
16. Mother Love (versão alternativa – fanmix bem feito) (5:53)
17. You Don’t Fool Me (demo vocal de Roger – out-take – fonte: fita de estúdio vazada) (0:17)
18. Let Me Live (versão banida – fonte: CD único banido) (4:39)
19. The Show Must Go On (Fanmix) (6:43)

Fontes –

Ace-bootlegs.com

Go On

 

Texto por: HD iTube

A nossa querida “Glô” lançou durante a semana alguns vídeos em chamada pro Rock In Rio 2022 com algumas personalidades que fizeram parte desse mega evento. Nessa segunda homenagem temos uma arte do Queen!

Fonte: Canal HD ITUBE

Dica de Roberto Mercury

DON’T STOP ME NOW

(12ª música do 7º álbum)

 

– Reconhecível por sua embriagadora melodia, seus estribilhos a três vozes e seu break de voz com bateria, Don’t Stop Me Now é uma das canções mais conhecidas do Queen e uma das favoritas do público.

– Escrita por Freddie, este hino ao excesso descreve de maneira implícita os abusos de todo o tipo em seu ambiente. Nessa época, Freddie leva uma vida sem freios, sexualmente liberado, que divide com vários casais, e consume narcóticos cada vez mais.

– Estes excessos o distanciam pouco a pouco dos seus amigos do Queen, que preocupam-se com seu modo de vida, como Brian May diria mais tarde:

Parecia-me que se tratava de uma canção cheia de bom humor, é certo. Mas mesmo assim me perguntava: ‘Estamos falando aqui de nos colocar em perigo?’, porque nesse momento estávamos muito preocupados por Freddie, e essas perguntas persistiam.

 

– Publicado em 26 de janeiro no Reino Unido, o segundo 45 rpm extraído de Jazz tem um êxito relativo e se situa no 9º lugar das paradas.

– Porém com o tempo seria imposto como um clássico do grupo:

Praticamente se tornou o maior sucesso do Queen – conclui Brian May -, […] uma espécie de hino para as pessoas que querem aproveitar os prazeres que oferece a vida.

 

– Interpretada a 156 pulsações por minuto, Don’t Stop Me Now continua sendo um tema fácil, porém muito festivo.

– O solo de Brian é um dos mais famosos, admirado por gerações de guitarristas que sonham em reproduzir este som, obtido graças ao deslocamento dos micros da Red Special.

Screenshot do video original.

 

Sobre a personagem Lady Godiva que é citada na canção, falamos detalhadamente nesses posts:

(20+) Queen Fatos & Fotos | Facebook

(20+) Queen Fatos & Fotos | Facebook

 

Vídeo oficial de Don’t Stop Me Now

 

Vídeo com 10 horas e 47 segundos de Don’t Stop Me Now

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

MTV Originals, a nova série musical da Paramount Global, em parceria com a Adidas, foi lançada no dia 24 de agosto no Canal do YouTube da MTV UK e apresenta novas versões inéditas da icônica faixa queen, Radio Ga Ga, de Bow Anderson, Che Lingo e Self Esteem, com inspiração de Roger Taylor.

Roger Taylor disse:

É fascinante trabalhar com artistas tão jovens originais, e é incrível fazer parte de um projeto que lhes dá a possibilidade de serem eles mesmos enquanto reimaginam uma faixa tão icônica.

Durante o MTV Originals, o público verá a Adidas e Roger Taylor abrirem as portas do lendário Abbey Road Studios para os artistas, dando-lhes acesso às hastes mestres e partituras ao sucesso do Queen de 1984 Radio Ga Ga. Imersos em uma atmosfera tão inspiradora com Roger Taylor, lendário baterista do Queen e escritor de Radio Ga Ga, os três artistas vão liberar sua criatividade e gravar sua própria nova visão sobre a lendária canção.

Os Estúdios Abbey Road, que tem sido o lar de artistas de The Beatles a Frank Ocean e Little Simz, é o parceiro global de estúdio de gravação da Adidas e os principais engenheiros de gravação e masterização da indústria trabalharão ao lado de cada artista para entregar sua visão do sucesso.

Os três artistas apresentados em MTV Originals representam os artistas musicais mais emocionantes e criativos da próxima geração.

Próxima grande exportação da Escócia, Bow Anderson transforma adversidades (românticas, físicas ou emocionais) em uma fonte de força. Vindo de uma formação dançante e esportiva, Bow sabia ter sucesso que teria que colocar no enxerto, como o pop que ela é atraída hoje reflete no recente single Selfish: do bombástico da clássica Motown a modelos femininas empoderadas como Rihanna.

Este é um projeto tão emocionante. Eu não posso expressar o quão feliz eu estou para ser parte dele. As fitas do Queen fazem parte das memórias da minha infância e agora tenho a chance de trabalhar em uma de suas faixas mais icônicas! diz ela.

Roger Taylor e Bow Anderson

O rapper sul-londrino Che Lingo explora o lado mais profundo e sincero da música rap. Com seu aclamado e premiado álbum The Worst Generation (lançado pela gravadora Idris Elba 7Wallce), uma ladainha de faixas em destaque em jogos importantes como FIFA22 e NBA2K, o rapper estabeleceu-se como um dos MCs mais versáteis do Reino Unido.

Che Lingo diz:

Estou realmente honrado por trabalhar lado a lado com um dos gigantes da música mais celebrados de Roger Taylor, em uma das músicas mais inesquecíveis de todos os tempos.

Che Lingo

A indicada ao BRIT, Rebecca Lucy Taylor, também conhecida como Self Esteem, é uma estrela pop sem remorso, cujo single hino I Do This All The Time foi gravado no ano passado e viu seu álbum Prioritize Pleasure nomeado pelo  The Guardian e The Sunday Times  O Álbum do Ano de 2021 (e todos os outros álbuns da lista do ano vão!). As indicações de prêmios para Prioritize Pleasure incluem NME e o Prêmio Mercury 2022. Após uma temporada de festivais lotada, ela acaba de esgotar o Eventim Apollo de Londres. Sua sagacidade afiada e realista ganhou muitos fãs e a viu aparecer no Celeb Gogglebox, no programa The Morning de Vick Hope e no BBC Breakfast.

Rebecca Lucy Taylor

A série contará com três episódios para cada artista, totalizando nove episódios: um episódio de herói, um videoclipe ao vivo e um videoclipe lírico. A partir de 24 de agosto, a série irá ao ar no canal da MTV UK no YouTube e estará disponível para audiências em todo o mundo, juntamente com conteúdo exclusivo de bastidores que serão ao vivo nos canais do YouTube, Instagram, Facebook, Snapchat e Twitter da MTV. Cada videoclipe também irá ao ar na MTV Music no Reino Unido.

Produzida pela Velocity International, estúdio de conteúdo de marca de serviço completo da Paramount, a série musical exclusiva se liga à campanha da Adidas, Made Originals. Inspirada e remixando o passado enquanto cria o futuro, a campanha tem como objetivo definir uma nova era de originalidade, já que a marca comemora os 50 anos.

 

Vídeo do Encontro entre Che Lingo e Roger Taylor

Fonte: www.udiscovermusic.com

https://interactivadigital.com/

www.queenonline.com.br

ANOTHER ONE BITES THE DUST 

 

A música

▪️Another One Bites the Dust foi gravada no Musicland Studios em Munique, Alemanha, e é reconhecida pela sua linha de baixo pulsante.

▪️A canção foi escrita por John Deacon em 1980 para o Álbum The Game. Alguns afirmam que a linha de baixo que John adicionou à faixa foi inspirada no clássico Good Times de 1979, da Banda de R&B Chic. Na verdade, Bernard Edwards, co-fundador do Chic, afirmou que Deacon passou algum tempo com a Banda em seu estúdio, de onde ele tirou inspiração para essa música.

▪️A canção, em 1981, ganhou um American Music Award de Favorite Rock Single, e também recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo com Vocal. O Queen perdeu o prêmio para Against the Wind  de Bob Segere.

▪️De acordo com Freddie, essa música foi criada e lançada com base na inspiração e contribuição de ninguém menos que o ícone pop Michael Jackson, embora Crystal Taylor afirme que grande parte do staff já havia sugerido isso.

 

Curiosidades

1. Another One Bites the Dust é talvez a mais icônica de todas as canções do Queen. Esta faixa é frequentemente usada em conjunto com cenários de batalha, já que o termo coloquial mordendo a poeira se refere à uma pessoa morrendo, além do som pesado geral da música.

2️. A música também é comumente usada em eventos esportivos, voltados para o oponente derrotado.

3️. Esta música estaria no filme de 1982 de Sylvester Stallone, Rocky III. No entanto, ela foi eventualmente substituída por Eye of the Tiger (1982) por Survivor.

4️. Algumas pessoas afirmam que, se o refrão da música for tocado ao contrário, especialmente perto do final da música, ele secretamente contém uma referência à drogas.

5️. Alguns também presumem que Steve (personagem da canção) seja alguém semelhante à John Herbert Dillinger – um ladrão de Bancos norte-americano, considerado por alguns como um criminoso perigoso, e por outros idolatrado como um Robin Hood do século XX. Isto porque muitos americanos culpavam os Bancos pela depressão dos anos 30 e Dillinger só roubava Bancos.

John Herbert Dillinger – o suposto Steve de Another One Bites the Dust

 

O clipe

▪️O videoclipe de Another One Bites the Dust foi filmado na Reunion Arena em Dallas, Texas, em 09 de Agosto de 1980.

Arena Reunion

▪️A trilha começa com o cenário de um cara (Steve) caminhando pela rua à caminho de um tiroteio. Esta seção foi realmente inspirada por gangsters históricos da vida real. Na verdade, diz-se que o termo mordida para pó foi especificamente relacionado aos mafiosos de Chicago durante o período de proibição da história americana.

▪️No entanto, no segundo verso, o tema da música muda para um relacionamento amoroso. Aqui encontramos Freddie afirmando que seu parceiro o abandonou e no processo o deixou sem nada. E ele sarcasticamente pergunta à essa pessoa se ela realmente encontrou contentamento em fazer isso.

▪️No final, a Banda está basicamente exclamando que não importa que oposição surja, eles estão preparados para ela. Eles vão se manter fortes até o final do confronto! O Queen parece ter a intenção de transmitir que é uma forte recusa em se curvar aos inimigos.

Uso em treino médico

▪️As canções Another One Bites the Dust e Stayin’ Alive dos Bee Gees foram usadas para treinar médicos profissionais para prover o número correto de compressões do peito por minuto, enquanto faziam CPR (massagem cardíaca).

▪️Ambas as músicas possuem perto de 104 batidas por minuto, e 100-120 compressões peitorais são o recomendado pela British Heart Foundation.

Top 10 das músicas para fazer massagem cardíaca (CPR)

 

▪️Another One Bites the Dust tornou-se a canção mais vendida do Queen nos Estados Unidos.

 

Vídeo oficial

 

 

Fonte – Song Meanings

08 de Fevereiro de 2021.

LEAVING HOME AIN’T EASY

(11ª música do 7º álbum)

 

– Depois do nascimento do seu primeiro filho, James (a quem chama Jimmy), em 15 de junho de 1978, Brian May se sente mais atormentado do que nunca com a ideia de abandonar sua casa para voltar à sua vida de estrela do rock, entre o estúdio e as turnês.

-Para este álbum, gravado entre Suíça e França, sua ausência seria mais prolongada que os verões anteriores, quando o Queen trabalhava nos estúdios britânicos.

– Porém, Brian é um músico famoso, uma figura, e seu destino é voltar para a estrada. Ele é consciente disso, e cada nova canção que escreve sobre o tema destaca um pouco mais o paradoxo de sua situação. É um personagem preocupado e ambivalente, que se interroga uma vez mais sobre sua condição.

– As canções Good Company, Long Away ou Sleeping On The Sidewalk já mostravam seu estado de ânimo, enquanto que muitos outros, assinados por ele próprio, versavam sobre sua capacidade de aproveitar a vida e seus prazeres (Now I’m Here, Tie Your Mother Down).

– Leaving Home Ain’t Easy leva definitivamente a assinatura de Brian, pleno de emoção, incerteza e melancolia.

– A voz é muito cuidada e a letra deixa clara a sinceridade de seu autor. A melodia e a interpretação de Brian com a voz são comovedoras e reforçam a intenção.

– No minuto 1:52, o break, em que a mulher do narrador intervém e lhe implora que fique, é o momento mais emblemático da canção. Sua força é o fruto de sua produção, que detalha o guitarrista:

A parte em que canta a mulher? Sou eu. Nós desaceleramos a fita para gravar minha voz, que parece acelerada [quando a fita passa à velocidade normal].

 

Brian May, sua esposa Chrissie Mullen e seus dois filhos, James e Louisa,

no aeroporto de Fukuoka, no Japão, em 19 de outubro de 1982.

 

Vídeo oficial de Leaving Home Ain’t Easy

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 

O filme Highlander, estrelado por Sean Connery e Christopher Lambert e com música do Queen ganhará uma edição especial que será lançada no dia 31 de outubro.

Será lançado uma edição com resolução 4K UHD.

É uma edição especial de colecionador, e incluirá um livreto de 64 páginas, a história em quadrinhos prequel #1 Way of the Sword (Caminho da Espada), um conjunto de emblemas, cartões de arte e pôster.

O conjunto de dois discos também incluirá novos extras, incluindo o primeiro e extenso documentário Making of.

Custará 40 libras (por volta de R$ 241,00) e a pré-venda  já está disponível aqui.

 

 

 

 

Fontes: www.queenonline.com e @studiocanaluk

 

Freddie Mercury Tribute Concert

A enorme Fênix sendo montada durante a construção do palco do Freddie Mercury Tribute Concert no Estádio de Wembley, em Londres, em 14 de Abril de 1992.

O show aconteceria seis dias depois !

Créditos – Freddie Mercury: The Greatest Of All Time

A organização e os bastidores, segundo Crystal Taylor

▪️Esta é uma postagem que Crystal Taylor compartilhou alguns anos atrás sobre o Freddie Mercury Tribute Concert, realizado no Estádio de Wembley há exatamente 29 anos.

▪️Um relato longo, mas cheio de emoção.

Obrigada, Crystal !

Lembro-me de assistir à um programa de premiação na TV para o Queen e Roger disse que eles iam fazer um show no Estádio de Wembley para homenagear Freddie.

Não pensei mais nisso até alguns meses depois, quando foi anunciado. Crédito total para o Queen por ter feito isso e por conseguir que uma boa linha de estrelas aparecesse.

Assim que vi, liguei para Rog e disse que adoraria me envolver de alguma forma. Até disse que varreria o palco se fosse preciso, apenas queria estar lá.

Roger disse que adoraria que eu cuidasse dele, dizendo – Você é o melhor. Achei que era uma coisa adorável de se dizer e ele também me disse para ligar para Gerry Stickells no escritório, o que eu fiz, e fui à Pembridge Road para encontrar Gerry.

Ele me disse que tinha o emprego perfeito para mim – Artista de Ligação...

Crystal Taylor

O que diabos é isso ? Acho que foi nessa época que todos na estrada começaram a receber novos títulos. Roadies se tornaram técnicos e assim por diante …

De qualquer forma, o que eu tinha que fazer era garantir que todos os artistas estivessem no lugar certo, na hora certa e subissem no palco quando eu chamasse por eles !

Ao vivo para 72.000 pessoas e ao vivo na TV ! Nossa, isso poderia dar terrivelmente errado se alguém não estivesse onde deveria estar quando eu chamasse. Felizmente, tudo correu bem no dia.

Eu fiz alguns ensaios de semanas e foi ótimo encontrar a maioria de nossa antiga equipe e eu já conhecia muitas das Bandas, então foram algumas semanas divertidas.

Meu maior medo em relação à todos que estavam se apresentando era Liza Minnelli. Ela é uma cantora e atriz muito famosa com uma mãe famosa. Ela andava com Sinatra e o Rat Pack. Ela é amiga íntima de todas as outras pessoas famosas do mundo. Tive uma louca visão dela exigindo um camarim totalmente branco com orquídeas brancas e champanhe Cristal gelado à perfeição. Ela apareceria com uma comitiva de milhares. Cabeleireiros, maquiagem, guarda-roupa, zeladores, gerentes, contadores, assistentes, etc …

Então seu dia de ensaio chegou, ela marchou com sua comitiva de … um … Um assistente, é isso ! Eu fui, me apresentei e ela disse Olá, querido.

Eu derreti …  Que querida !

Para todo mundo, era uma alegria estar por perto. Quando Lisa Stansfield apareceu eu disse oi e perguntei se eu poderia pegar alguma coisa para ela e ela disse Não, está tudo bem, amor. Eu vou apenas beliscar e fumar um cigarro, depois vou tomar um café.  … Boa moça !

E chegou o dia !

Os Gunners, os Leppards e Extreme foram todos ótimos, mas estranhamente não me lembro de nada sobre o Metallica. Não os conheci, não vi seus ensaios e nem o show. Nenhuma lembrança deles … estranho …

Tudo correu bem e sem problemas e todos tiveram o melhor desempenho que puderam. Alguns eram melhores do que outros, mas não vou rebaixar ninguém por um mau desempenho. Todos eles tentaram.

George Michael, que era fabuloso, disse depois que Somebody To Love foi a música mais difícil que ele já cantou, mas ele fez um trabalho incrível !

Chegou o fim e a Champions estava sendo cantada ! Eu finalmente relaxei. Meu dia tinha acabado e eu fui bem e nada deu errado, então olhei para a tela … e foi horrível … Havia Freddie em sua capa e coroa e eu fiquei muito deprimido vendo isso …

Terry Giddings veio e ficou comigo e eu olhei para ele e, assim como eu, ele tinha os olhos vermelhos e lacrimejantes. Ele disse –  Não diga uma p….a de uma palavra !  Se eu tivesse dito, nós dois teríamos caído em lágrimas e isso não daria uma boa aparência. Tínhamos finalmente nos despedido de um querido amigo e isso foi perturbador para nós dois.

Quando a Banda estava indo embora, peguei uma toalha e joguei sobre os ombros de Roger e saímos juntos e paramos na rampa para olhar a multidão, então ele me deu um abraço e disse: Isso é como nos velhos tempos !

 

Eu respondi – E esta é a última vez …

E foi …

Nós conversamos no camarim por um tempo, então eu voltei e peguei minha primeira cerveja do dia e eu estava em um torpor estranho. Eu me senti muito mal. Uma senhora japonesa veio e disse oi e demorou um pouco para perceber que era Misa Watanabe, uma boa amiga de Freddie.

Houve uma festa depois e quando eu saí de casa pela manhã, eu tinha toda a intenção de ir e realmente ficar nela, na verdadeira tradição do Queen, mas eu não queria ir, então dei meus passes de festa para um amigo meu, um roqueiro japonês  …

Então, eu e minha namorada fomos para casa.

Quando entramos, fiz uma xícara de chá e liguei a TV e a primeira coisa que ouvi foi  Ontem no Estádio de Wembley  e o filme que eles estavam exibindo era eu andando no estacionamento com Robert Plant …

Finalmente sorri e fui para a cama.

Um dia estranho de emoções.

Crystal Taylor

 

Backstage Tributo Freddie Mercury 1992

 

Fonte –

Fã Clube Queen –

Histórias de Crystal Taylor

FUN IT

(10ª música do 7º álbum)

 

– Detestável ou genial, fora de lugar ou vanguardista, estas são as definições que poderiam descrever essa canção composta por Roger Taylor.

– A letra, que elogia a alegria de dançar como meio de liberação do corpo, é fiel aos cânones do álbum. Se integra à perfeição na discografia de Roger, que transformou os prazeres e alegrias da vida em algo comercial há vários anos.

– A produção da música é toda uma revolução na discografia do Queen. Desde o primeiro compasso, a banda não esconde sua decisão de virar a página da década de 1970, deixando para trás a época em que se inspiravam em Led Zeppelin ou Jimi Hendrix.

– O som da bateria é frio e seco. Com a intenção de preparar seus fãs para a metamorfose que sofrerá o som da banda, Roger inclui no seu kit de bateria um novo “brinquedo” que se escuta desde o primeiro compasso da canção: um sintetizador Pollard Syndrum Quad 478.

– Apesar de sempre terem lutado contra o sintetizador, inimigo do rock’n’roll, citando a modelagem de sons e a falta de naturalidade de suas amostras de áudio, o Queen finalmente cede ao seu charme eletrônico, sempre prontos para explorar novos territórios musicais.

– Como segunda surpresa na realização de Fun It, Roger e Freddie dividem a parte vocal.

– O primeiro se encarrega das estrofes e, o segundo, dos prés-estribilhos, e, em continuação, ambos se reúnem para cantar os estribilhos.

 

Roger Taylor parece surpreendido na companhia de Clem Burke e Debbie Harry, da banda Blondie.

 

Vídeo oficial de Fun It

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita dos Santos Melo

 


VIDA, MORTE E LEGADO DE FREDDIE MERCURY!

Receba em casa uma experiência exclusiva com a caixa Queen!

Considerado por muitos simplesmente o maior cantor de todos os tempos, ele viveu sempre em busca incessante pela excelência musical com o Queen e pelo amor. Quando Freddie Mercury morreu, em 1991, com apenas quarenta e cinco anos, seus fãs ficaram em choque ao saber que o astro vinha lutando contra a Aids. O anúncio de que estava doente foi feito pouco mais de vinte e quatro horas antes de sua morte, e fez o mundo olhar para uma doença destrutiva e fatal.

Em Somebody to Love, os autores Mark Langthorne e Matt Richards revelam em detalhes a vida e a obra de Freddie Mercury, tanto a maneira versátil de compor quanto sua capacidade de atingir notas perfeitas. A tumultuada vida pessoal, a luta contra a Aids e a perseguição dos tabloides sensacionalistas também são reveladas sob o olhar de amigos íntimos e colegas músicos, ao mesmo tempo que é narrada a evolução da doença que assombrou o mundo nos anos 1980.

O valor é de: R$ 229,01

Para comprar Clique Aqui


Fonte: https://www.belasletras.com.br

 

.Álbum The Miracle –

Aconteceu apenas algumas vezes, mas foi uma irritação …. 
– Roger Taylor.

▪️Era Fevereiro de 1988, o grupo paralelo de Roger Taylor – The Cross – estava tocando ao vivo, e as barras de chocolate Cadbury Flake estavam sendo jogadas no palco.

▪️O motivo – Os jornais tinham acabado de publicar uma história sobre o caso de Roger com a modelo Deborah Leng, a ” garota Cadbury Flake ” dos famosos anúncios de TV sugestivos.

▪️O casal havia se conhecido no ano anterior e agora eram um casal. Mas, enquanto isso, Roger se casou com Dominique Beyrand – sua parceira de longa data e mãe de seus dois filhos – para garantir suas finanças. O casamento durou apenas 24 dias antes de Roger partir.

➡️ É uma situação complicada .…  – disse ele discretamente ao Daily Mail. E agora barras de chocolate estavam caindo aos seus pés, enquanto ele se apresentava.

▪️Roger não foi o único à ter sua vida privada espalhada pelos jornais. A imprensa ainda estava perseguindo Freddie, à medida que os rumores sobre sua saúde aumentavam.

➡️ Enquanto isso, Brian …

▪️O relacionamento de Brian e da atriz Anita Dobson estava secreto, pois Brian ainda era casado com sua primeira esposa – Chrissie Mullen.

▪️John Deacon apenas manteve a cabeça baixa, esquiando em Biarritz normalmente.

 

– Todo esse drama emocional foi representado no 13° Álbum do Queen.

▪️The Miracle foi o Queen de volta após um longo hiato mutuamente acordado. Nas palavras deles, estavam ” em uma pausa.

Nós não tínhamos nos separado ‘, insistiu Roger, mas tomamos a decisão de passar algum tempo separados

▪️No entanto, ninguém ficou ocioso nos 17 meses entre o final da Magic Tour e o início do trabalho do Queen em The Miracle, em Janeiro de 1988.

®️ Freddie conseguiu dois singles de sucesso – Barcelona – e um cover de The Great Pretender do The Platters.

®️ Brian May supervisionou o LP solo de Anita Dobson e produziu a Banda de Heavy Metal paródia Bad News (com atores cômicos Adrian Edmondson e Rik Mayall). A capa deliberadamente desesperada de Bohemian Rhapsody do Álbum foi um ponto de discussão. Mas Freddie viu o humor, disse Brian.

®️ John Deacon também desviou para a comédia. Ele co-produziu e tocou no top 5 hit ‘ Stutter Rap ‘ – um pastiche de hip-hop de Morris Minor and the Majors (com o ator Tony Hawks).

®️ Roger deu um passo adiante e formou o The Cross, satisfazendo suas fantasias de estrela do Rock, tornando-se seu vocalista. O Álbum de estréia do The Cross – Shove It – teve Freddie cantando em uma música – Heaven For Everyone – e Brian tocando em outra, mas não entrou nas paradas. A vantagem foi que Roger conheceu sua garota Flake em uma gravação de vídeo para o single ‘ Cowboys And Indians ‘. Debbie era backing-vocal.

▪️Havia uma diferença fundamental com The Miracle. Antes de gravar, o Queen concordou em dividir os créditos de composição entre os 4 membros do grupo.

Tomamos uma decisão que deveríamos ter tomado há 15 anos,  disse Brian na época. Também ajuda quando escolhemos singles, porque é difícil ser imparcial sobre uma música que é puramente de sua autoria.

▪️As sessões começaram com cada membro apresentando suas demos, cerca de trinta no total, no Olympic Studios de Londres. Estas depois se transformaram em músicas do Queen no Town House e no Montreux’s Mountain Studios, com mediação do co-produtor David Richards.

▪️Enquanto haviam divergências artísticas, todos tinham um financiamento e um interesse especial em cada faixa. As músicas de Roger – Breakthru e The Invisible Man – reforçaram os pontos positivos deste novo arranjo. Nenhuma das músicas estava tão longe do pop pesado e superprocessado que ele estava fazendo com o The Cross, mas o Queen deu personalidade às músicas. Durante The Invisible Man (inspirado no romance do autor de ficção científica vitoriano H.G. Wells), Roger grita o nome de Freddie antes de começar à cantar. Freddie então anuncia John Deacon e Brian May à medida que a música progredia.

A mensagem – Este foi um esforço de grupo !

▪️Enquanto isso, Freddie enxergou um vocal gospel em uma de suas músicas inéditas – A New Life Is Born – , na introdução da rocker Breakthru.

▪️I Want It All de Brian foi o primeiro sucesso do The Miracle. Com um riff ousado e uma letra mais ousada, era mais uma do que Roger chamou de ” canções de declaração do Queen “. Mas estava destinada à nunca ser tocada ao vivo com Freddie.

▪️O vídeo da performance do diretor David Mallet foi cuidadosamente filmado para disfarçar a condição de Freddie. Ele havia perdido peso e deixou crescer a barba, para esconder as marcas do Sarcoma de Kaposi em seu rosto.

Freddie estava realmente muito doente ” – admitiu Brian. ” Não dá para perceber pelo vídeo, mas achei um pouco difícil … “

▪️A natureza da doença de Freddie era tal que ele parecia mais saudável na promo para o seguimento Breakthru. No vídeo, ele se juntou à seus companheiros de Banda em cima de um trem à vapor, percorrendo o interior de Cambridgeshire. Deborah Leng também fez uma aparição, marchando pela pista em uma saia preta curta e maquiagem dramática nos olhos.

▪️Mais tarde, Brian disse que a música inteira era uma metáfora para Roger  ir para o próximo capítulo de sua vida.

▪️Uma das outras músicas de Roger, o Rock de ritmo médio dos anos 80 – Hijack My Heart – sugeriu o mesmo. Não entrou no Álbum, mas se tornou o lado B de The Invisible Man. Na música, Roger fez uma serenata com voz rouca para uma garota em um carro esportivo, cujo sorriso ‘ me atingiu bem no meio dos olhos ‘. O playboy residente do Queen parecia um adolescente apaixonado.

▪️O resto de The Miracle passou entre Rock barulhento, baladas mecânicas e as canções aleatórias de John e Freddie. Rain Must Fall da dupla foi um número de soul animado do tipo ouvido em comédias românticas dos anos 80 – talvez durante uma cena em que dois jovens amantes bebem ponche de rum e dançam conscientemente em uma praia do Caribe.

▪️My Baby Does Me moveu a mesma história ao longo do casal, agora fazendo sexo no bangalô sobre a água enquanto Brian May toca um solo na varanda do lado de fora.

▪️Em contraste, o duplo golpe de Party e Khashoggi’s Ship foram um adoçante para a negligenciada base de fãs roqueiros do Queen. A última foi uma faixa de batidas inspiradas no estilo de vida endinheirado do traficante de armas – Adnan Khashoggi.

▪️A música de Brian – Scandal – era um comentário frustrado sobre os recentes desentendimentos dele e de Freddie com a imprensa (os filhos de Brian, aparentemente, souberam de seu caso com Anita Dobson pelos jornais).

▪️A canção The Miracle e Was It All Worth It sugeriam que a Banda lançasse um olhar pesaroso sobre o passado e se perguntasse se eles ainda tinham um futuro.

▪️Sobre The Miracle, Brian disse –

É um conceito corajoso, porque você está falando de um homem ( Freddie ), que sabe que tem uma sentença de morte pendurada sobre ele.

▪️O vídeo de The Miracle teve a Banda interpretada por 04 mini atores. Os quatro meninos, vestidos com perucas encaracoladas, ternos de arlequim e bigodes colados, foram então acompanhados no palco pelos verdadeiros membros do Queen.

▪️Os espectadores não puderam deixar de notar como a jaqueta amarela de Freddie pendia dele de uma maneira que nunca aconteceu em 1986 …

▪️A letra de abertura de Was It All Worth It foi surpreendentemente sincera, considerando a condição de Freddie.

? O que resta para eu fazer na minha vida ? Compramos uma bateria, toquei minha própria trombeta ?

▪️Para uma Banda ansiosa por se manter relevante, essa música sugeria que o fim estava próximo.

▪️The Miracle foi lançado em Maio de 1989. Sua imagem de capa dos quatro rostos da Banda fundidos através do software de computador Quantel Paintbox agravou a impressão do Queen reunido.

▪️O Álbum alcançou o número um no Reino Unido e em vários países europeus, além de produzir cinco sucessos no top 30 do Reino Unido. Ele só alcançou o número 24 nos EUA e qualquer chance que o Queen tinha de conquistar a América desapareceu completamente com o anúncio de que eles não estariam em turnê em nenhum lugar.

➡️ Eu não acho que um homem de 42 anos deva estar correndo de collant – brincou Freddie, desviando de uma pergunta embaraçosa com humor.

▪️Freddie insistiu que sua doença fosse mantida em segredo, então coube à Brian e Roger promoverem o Álbum e garantir ao mundo que seu vocalista estava bem, mas simplesmente não queria fazer uma turnê.

➡️ A tensão de esconder a verdade era difícil. Acho que isso afetou todos nós ! – admitiu Brian anos depois.

▪️O Queen tinha um Álbum de grande sucesso, mas já estava com tempo emprestado. Que The Miracle aconteceu, agora parece milagroso em si mesmo.

▪️Vídeo de The Cross com Debbie Leng como backing-vocal. Eles cantam Cowboys And Indians.

 

▪️Vídeo da propaganda do Cadbury’s Flake, em 1987, com Debbie Leng.

 

Fonte –
Magnifico !
The A to Z of Queen
Mark Blake

DREAMERS BALL

(9ª música do 7º álbum)

 

– Após a virada para o rock iniciada com News Of The World, o ouvinte está no seu direito de pensar que o grupo havia abandonado definitivamente o ar music-hall de sua composição em favor dos temas mais rock que tinha para oferecer.

– A experimentação de Brian May, alquimista de som, equipado com sua Red Special, foi deixada de fora depois de The Millionaire Waltz, dando lugar a riffs estrondosos de It’s Late, Fat Bottomed Girls e Dead On Time.

– Porém parece que o retorno à produção de Roy Thomas Baker teria reenviado o grupo aos seus primeiros amores, ao conceber um tema como Dreamers Ball, composto por Brian May.

– Embora a música siga o visual do blues por sua partitura de guitarra e uma linha de acordes muito clássica que a acompanha, a voz de Freddie, assim como o ritmo swing da bateria, nos transportam à cidade de New Orleans, tão querida para os músicos do Queen desde o seu primeiro concerto na cidade, em abril de 1974.

– A partir de 1:45, quando inicia o solo da guitarra elétrica, é possível imaginar o Queen vagando por Rampart Street, no coração do bairro francês da cidade. Brian retoma a imitação dos numerosos metais de uma banda de jazz com suas guitarras harmonizadas.

– Dreamers Ball destaca os diferentes tipos de música que Freddie e sua banda apreciam, que definitivamente não parecem prontos para serem rotulados em um estilo pop rock que é muito estreito para eles.

– Porém, seria a última vez que o Queen iria desenvolver esta estética musical e esta cor, representativos de A Night At The Opera e A Day At The Races.

– E é o que o grupo está se preparando para iniciar: uma mudança radical de direção nos próximos álbuns.

 

Freddie Mercury durante um dos três concertos oferecidos no Pavillon de Paris, em fevereiro e março de 1979.

 

Vídeo oficial de Dreamers Ball

 

Dreamers Ball, (Live in Paris ‘79)

 

 

Fonte: Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones, de Benoît Clerc)

Tradução: Helenita dos Santos Melo

Data de lançamento: 22 de agosto de 1980

Álbum: The Game

Melhor posição nas paradas: 7° lugar na parada britânica; 1° lugar na parada americana

Lado A: Another One Bites The Dust (John Deacon)

Lado B: Dragon Attack (Brian May)

 

O Queen sempre gostou de experimentar e ultrapassar os limites não apenas do estúdio e de sua equipe criativa, mas de si mesmos como artistas e músicos, e geralmente era Freddie ou Brian quem instigava os momentos mais memoráveis.

No início de 1980, John – o calado que se contentava em escrever canções estritamente pop – abriu um novo caminho para o Queen ao introduzi-los ao funk com sucesso.

John explicou modestamente logo após o lançamento da música:

Eu ouvia muita música soul quando estava na escola, e sempre me interessei por esse tipo de música. Eu estava querendo fazer uma faixa como ‘Another One Bites The Dust’ por um tempo, mas originalmente tudo que eu tinha era a linha e o riff de baixo. Aos poucos, fui preenchendo e a banda acrescentou idéias, como uma música para dançar, mas não tinha ideia que se tornaria tão grande quanto era.  A música foi tirada do nosso álbum e algumas das estações de rádio negras dos EUA começaram a tocá-la, o que nunca tínhamos feito antes.

Another One Bites The Dust, porém, era puro funk, e continha pouquíssimos elementos do tipo Queen: não havia guitarra, solo, a bateria era nítida, firme e seca, e apresentava uma linha de baixo proeminente emprestada de Good Times do Chic.

As harmonias vocais eram limitadas a ocasionais double-tracking em alguns versos e refrões, e apenas a voz de Freddie distinguia a música como sendo do Queen.

Foi esse nível de anonimato que permitiu que vários disc jockeys americanos – especificamente, em Nova York, Filadélfia e Detroit – rotulassem a música como um single praticamente desconhecido de uma obscura banda negra de R&B (Rhythm and blues).

Uma vez que o sucesso da música começou a crescer, Elektra e EMI a lançaram como single em agosto de 1980 – apesar dos protestos de Roger – alcançando um modesto número 7 no Reino Unido, mas se tornando o segundo single número 1 do Queen nos EUA, solidificando a popularidade da banda e fazendo de 1980 um de seus anos mais lucrativos, tanto em termos de vendas de ingressos quanto de discos.

Esta música foi escrita porque eu sempre quis fazer algo na direção da música negra. Não é uma música típica do Queen e eu não sei se vamos fazer algo parecido novamente. Tivemos divergências sobre essa música. Nossa empresa queria essa música como um single porque foi muito bem-sucedida em estações de rádio negras. Roger tentou evitar isso, porque ele disse que é muito disco e isso não é bom para a reputação do Queen,disse John em uma entrevista.

 

Como Brian explicou em 1993,

John Deacon estando totalmente em seu próprio mundo, veio com essa coisa, que não era nada parecida com o que estávamos fazendo. Estávamos indo para o som de bateria grande: você sabe, bastante pomposo em nossa maneira usual. E Deaky diz: “Não, eu quero que isso seja totalmente diferente: vai ser um som de bateria muito apertado. Foi originalmente feito para um loop de bateria. Roger fez um loop, meio que sob protesto, porque ele não gostou do som da bateria gravado dessa maneira. E então Deaky colocou esse groove. Imediatamente Freddie ficou violentamente entusiasmado e disse: “Isso é grande! Isso é importante! Vou gastar muito tempo com isso. Foi o início de algo muito grande para nós, porque foi a primeira vez que um de nossos discos atravessou para a comunidade negra. Não tínhamos controle sobre isso; simplesmente aconteceu. De repente, fomos forçados a lançar este single porque muitas estações de Nova York estavam tocando. Isso mudou esse álbum de um milhão de vendas para três milhões de vendas em questão de três semanas ou mais.

A canção foi gravada na primavera de 1980 no Musicland Studios, durante as sessões principais de The Game, e apresentava John tocando baixo e guitarra rítmica, sintetizador e piano.

Mas a banda não tinha certeza do potencial comercial da música e inicialmente optou por mantê-la como faixa do álbum.

Apesar de várias histórias persistirem, a mais conhecida é a de que Michael Jackson, então logo após seu álbum Off The Wall de 1979 e construindo uma (breve) amizade com Freddie, sugeriu que a banda lançasse a música como um single.

Crystal Taylor, assistente pessoal de Roger, disse que não foi Michael quem sugeriu isso, mas a própria equipe.

Dirigido por Daniella Green, o vídeo mostra a banda tocando a música normalmente, com pouquíssimos enfeites; apenas durante a seção do meio, quando Freddie saltita pelo palco com vários bonés de beisebol multicoloridos com chifres de diabo colados neles, o vídeo realmente fica interessante.

 

Ao vivo, a música recebeu poucas exibições durante as primeiras apresentações em 1980. Somente após seu sucesso nas paradas é que finalmente se tornou um pilar no set list, sendo tocada em todas as turnês entre 1980 e 1986. A música permaneceu como um número de bis até 1982, mas foi adiantado no set list para a turnê “Queen Works!”, em 1984. Inexplicavelmente, um remix de Wyclef Jean foi lançado em 1999 no lançamento do álbum Greatest Hits III.

A música foi relançada neste formato em setembro de 1998 em apoio ao filme americano Small Soldiers (Pequenos Guerreiros), mas está completamente fora de lugar entre as outras músicas do álbum.

Em 2003, a banda lançou uma versão diferente da faixa, mixada pelo baterista Roger Taylor e com vocais de Annie Crummer.

 

Dragon Attack

Foi escrita por Brian May e é uma canção de puro rock. A canção foi concebida após uma noite no clube Sugar Shack, em Munique, onde os músicos passavam as suas noites durante a gravação de The Game. Voltando ao estúdio no meio da noite, eles fizeram uma sessão de gravação que culminou com a música mais pesada do álbum. A letra se refere a Mack (Reinhold Mack, o produtor da música e do álbum), e quando Freddie canta “Take me Back to The Shack”, há pouca dúvida de que o local foi uma grande inspiração para Brian May.

Como o próprio diz:

Passávamos muito tempo no Sugar Shack, geralmente até o dia raiar , vivendo em um mundo de fantasia de vodca e garçonetes e muito rock. No começo foi saudável e estimulante, eu tenho que dizer, mas após uns meses, as coisas foram indo ladeira abaixo e ficávamos mais no clube do que no estúdio. Todos nós tínhamos dificuldades emocionais e espirituais, e a música Dragon Attack é um retrato figurativo de toda essa loucura. Munique era nosso estímulo, mas também a nossa queda.

 

Fontes:

Queen all The Songs: The Story Behind Every Track – Bernoît Clerc

Queen: Complete Works. George Purvis

Site: Queen Vault

 

 

O aniversário de 71 anos de John Deacon foi comentado por Brian May e Roger Taylor 25 anos depois que o baixista do Queen deixou a banda após a morte de Freddie Mercury.

Tendo se aposentado da indústria da música, ele agora vive uma vida tranquila no sudoeste de Londres, mas ainda mantém um relacionamento comercial ativo com o grupo que não vê pessoalmente há décadas.

Sexta feira marcou o 71º aniversário do nosso querido e sumido John Deacon, que se aposentou da indústria da música em 1997.

Brian May e Roger Taylor prestaram homenagem à lenda No Instagram.

Brian escreveu:

Feliz Aniversário Deacy!!! Aqui celebramos o aniversário do incrível John Deacon em estéreo. Esta conversão impecável para 3-D foi concluída ontem à noite por nossa querida amiga e colaboradora Sarah Falk, também conhecida como @blueprintblues. “Olhar para esta captura de Deacon em pleno voo – em estéreo – faz com que esses dias de glória pareçam tão próximos que eu poderia tocá-los. Espero que você tenha um ótimo dia John. Bri.

Roger Taylor, 73 anos, também se juntou às comemorações, colocando uma foto sua com Deacon durante os anos do Queen juntos, com a legenda: Feliz Aniversário JD.

 

Fonte: https://www.express.co.uk/