Stone Cold Crazy… thrash metal antes que o termo fosse inventado. Revista Q

 

Mais uma playlist disponível.

Desta vez, o Queen no estilo Heavy

Clique no link abaixo e divirta-se!

 

 

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I’m a racing car, passing by like Lady GodivaI’m gonna go, go, goThere’s no stopping me…

 

De acordo com uma nova pesquisa conduzida pela empresa de energia EDF, o single de 1979 do Queen do álbum Jazz é a faixa número 1 para os britânicos começarem o dia e irem para o trabalho.

 

Com 71% dizendo que ouvir suas músicas favoritas no caminho para o trabalho os coloca em uma mentalidade positiva e quase um terço (27%) acreditando que ajuda a reduzir os níveis de estresse antes de chegar às suas mesas.

 

As 10 melhores músicas para deslocamento são:

1. Don’t Stop Me Now, Queen
2. Beautiful Day, U2
3. Go Your Own Way, Fleetwood Mac
4. Mr. Brightside, The Killers
5. Livin’ On A Prayer, Bon Jovi
6. I Wanna Dance with Somebody, Whitney Houston
7. Adventure of a Lifetime, Coldplay
8. Don’t Look Back in Anger, Oasis
9. Gimme! Gimme! Gimme!, ABBA
10. We Found Love, Rihanna

 

 

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O Leilão White Label em auxílio ao The BRIT Trust retorna

– O único leilão conhecido do mundo de prensagens de teste white label ocorrerá em 7 de outubro de 2025.

– Centenas de lotes raros para ir a leilão, incluindo itens assinados por artistas e uma cópia de teste original de Bohemian Rhapsody do Queen de 1975, que este ano comemora seu 50º aniversário

O leilão de prensagens de teste raros e colecionáveis1 até o momento gerou mais de £ 160.000 para a instituição de caridade da indústria da música, The BRIT Trust, que trabalha para melhorar vidas por meio do poder da música e apoia centenas de causas em todo o Reino Unido que promovem educação e bem-estar, incluindo The BRIT School, Nordoff e Robbins, ELAM, Music Support, e Key4Life.

Os detalhes completos dos itens do leilão serão anunciados oportunamente, mas os organizadores podem revelar que um dos lotes de estrelas será uma rara prensagem de teste de 7 ” de marca branca do icônico single Bohemian Rhapsody do Queen.

A música inovadora, que, em dois períodos em 1975 e depois em 1991, passou um total de 14 semanas em primeiro lugar nas paradas oficiais de singles, tem I’m In Love with My Car em seu lado B.

Ele apareceu no aclamado quarto álbum de estúdio da banda, A Night At The Opera, e foi gravado no Rockfield Studios entre agosto e setembro de 1975 e depois lançado pela EMI Records em 31 de outubro daquele ano – então o leilão coincide com seu 50º aniversário.

Produzido por Queen e Roy Thomas Baker, que infelizmente faleceu em abril, o item foi gentilmente doado por David Munns OBE, que em 1975 estava encarregado do marketing da EMI e estava envolvido com a campanha do Queen.

O Leilão de Gravadoras está sendo organizado por seu fundador, Johnny Chandler, apoiado por Gennaro Castaldo, da associação de gravadoras BPI, e Julian Stockton, da JMSPR. Ele será novamente apresentado por memorabilia musical e especialistas em discos de vinil baseados em Newton-Le-Willows, Omega Auctions.

O evento é possível graças à generosidade de muitos artistas e gravadoras que todos os anos doam os itens do lote, incluindo a Universal Music UK, que lidera a contribuição para ele, a Sony Music UK e outras gravadoras / empresas, incluindo AWAL, BMG, Cherry Red Records e Warner Music UK, entre outros.

O fundador e organizador do White Label Auction, Johnny Chandler, disse:

Com apenas um punhado produzido antes de um lançamento para que artistas, gerentes e gravadoras possam verificar se o áudio está exatamente como deveria ser, essas prensagens de teste de marca branca podem ser altamente colecionáveis e, como as últimas cinco edições do leilão mostraram, há demanda por eles de colecionadores de todo o mundo. Como sempre, estou animado para este próximo leilão, até porque temos uma joia incrivelmente rara no single ‘Bohemian Rhapsody’ de 7″ para comemorar o 50º aniversário de seu lançamento. Mais uma vez, agradecemos antecipadamente a todos que tornam possível o leilão White Label, pois continuamos a apoiar o importante trabalho do The BRIT Trust.

 

Dan Muscatelli-Hampson, Gerente de Leilões da Omega Auctions, acrescentou:

O amor pelo vinil se estende desde os fãs casuais até os colecionadores mais fervorosos, e agora também estamos vendo uma nova geração de admiradores chegando, ajudando o mercado de gravações colecionáveis e memorabilia musical a permanecer flutuante. Este leilão é o único desse tipo no mundo, que a Omega Auctions tem o orgulho de sediar. Ele claramente tocou artistas e fãs, e convidamos colecionadores de todo o mundo a se juntarem novamente a nós para licitar esses itens raros.

 

Fonte: www.queenonline.com

Durante os anos 1980, o Rainbow viveu uma guinada de sonoridade que deixou parte do público tradicional incomodado. A transição do som épico e fantasioso dos tempos de Ronnie James Dio para faixas mais acessíveis ao rádio fez com que muita gente acusasse Ritchie Blackmore de “vender a alma”. Mas foi nesse momento mais criticado que o guitarrista do Queen, Brian May, enxergou algo especial.

A música em questão é “Since You Been Gone”, lançada em 1979, com vocais de Graham Bonnet (youtube). Simples, direta e dançante, ela trazia os mesmos quatro acordes que sustentam boa parte do pop rock desde os Beatles. Mas, segundo May, isso não a torna descartável. Pelo contrário: “É um ótimo disco pop, mas isso não tira o fato de que, na minha opinião, é um ótimo rock. Acho que é perfeita”, afirmou em conversa com a Planet Rock, com transcrição da Far Out.

Para ele, o que Blackmore fez ali foi capturar a essência do rock radiofônico sem abandonar a personalidade. “Você nunca sabia o que esperar quando ia ver o Deep Purple com o Blackmore, mas também o Rainbow”, comentou. “Aquilo era só dele, era selvagem e perigoso.” A observação de May reforça que, mesmo em sua fase mais pop, Blackmore ainda impunha presença com sua guitarra afiada, que cortava a mixagem com precisão cirúrgica.

O solo de “Since You Been Gone” é um bom exemplo disso: conciso, eficaz e sem exageros. Nada de escalas infinitas ou exibições virtuosísticas gratuitas, apenas o necessário para dar brilho à melodia. Para May, esse tipo de decisão mostra maturidade musical e respeito ao formato da canção, sem sacrificar o impacto.

Apesar da crítica de parte dos fãs mais radicais, a fase “mais pop” do Rainbow também cumpriu o papel de apresentar a banda a novos públicos. E se alguém duvidar do valor artístico disso, vale lembrar que o próprio Brian May — um guitarrista que sempre equilibrou peso e melodia — fez questão de destacar aquela canção como exemplo do que ele considera a combinação perfeita entre energia e apelo popular.

Fonte: https://whiplash.net

 

O guitarrista do Queen elencou uma canção menos óbvia do grupo como sendo a sua predileta: “Sempre achei que ela tinha uma magia estranha e única dentro dela”

Há uma canção do Queen que, mais que qualquer outra, o guitarrista Brian May se recusa a tocar ao vivo, apesar de ser a sua predileta.

Em conversa online com os fãs, o Queen – hoje compostos por Brian May e Roger Taylor, a que se junta o vocalista Adam Lambert – foram questionados acerca das suas canções preferidas da sua própria banda. Se Taylor optou por clássicos como ‘Bohemian Rhapsody’ ou ‘Under Pressure’, May escolheu ‘The Miracle’, tema de 1989 que dá título ao álbum com o mesmo nome, o penúltimo antes da morte de Freddie Mercury.

“Nem toda a gente a conhece”, disse. “Sempre achei que ela tinha uma magia estranha e única dentro dela. Especialmente porque o Freddie a compôs numa altura em que lhe era muito difícil ser otimista”. Em 1989, relatam as várias biografias do grupo e do seu vocalista, Mercury procurava um “milagre”, a cura ou um tratamento eficaz para a doença que consumia a sua saúde e energia, a sida. A canção, com composição atribuída ao grupo (mas desenvolvida sobretudo por Mercury e o baixista John Deacon), é um ‘hino’ de otimismo, elencando alguns dos ‘milagres’ da humanidade, como o Taj Mahal, o mito da Torre de Babel, e até Jimi Hendrix, um dos ‘heróis’ da banda.

‘The Miracle’, do mesmo álbum de ‘I Want It All’, foi lançada numa altura em que o Queen já tinham dado aquele que seria o último concerto da carreira do grupo com Freddie Mercury, em 1986, em Inglaterra. O videoclip ganharia alguma notoriedade, uma vez que os papéis de Freddie Mercury e companheiros seriam interpretados por várias crianças, juntando-se a banda ‘real’ mais adiante.

Fonte: https://expresso.pt/blitz

“Mother Mercury, look what they’ve done to me…”

 

 

Fonte: queenonline.com

Rodney Aldemar Fernández adaptou a letra de Bohemian Rhapsody para uma das línguas oficiais do Paraguai; confira como ficou.

Lançada em 1975, no álbum A Night at the Opera, a música Bohemian Rhapsody é um dos clássicos da banda britânica Queen. Cinco décadas depois, a canção ganhou versão em língua guarani, interpretada pelo paraguaio Rodney Aldemar Fernández.

Publicada no YouTube no mês de janeiro, a adaptação feita por Rodney teve impulso nas últimas semanas, ao circular também por outras plataformas. Há cortes do vídeo, por exemplo, distribuídos em grupos de WhatsApp e redes sociais.

A adaptação da letra em inglês para o guarani, em termos de significado e sonoridade, exigiu um trabalho complexo. O inglês integra a família linguística indo-europeia, enquanto o guarani vem da família ameríndia, com estruturas e características distintas.

Nascido em Caazapá, no interior do Paraguai, Rodney vive na cidade argentina de Buenos Aires, onde trabalha na construção civil. Conforme o artista, a difusão de seu trabalho em guarani na internet faz parte de um sonho cultivado pelo imigrante.

“É recém o começo de um sonho, que continua crescendo. Em breve, chegarão mais projetos e novas canções”, escreveu o cantor, em resposta ao elogio de um internauta.

No vídeo gravado em um estúdio em Buenos Aires, no qual canta Bohemian Rhapsody em guarani, Rodney está acompanhado pelo pianista Gustavo Corrado.

A publicação mais recente de seu canal, feita há sete dias, traz uma versão de When I Was Your Man, de Bruno Mars. Ou, em guarani, Che Ha’erõ Guare Nde Kuimba’e.

Fonte: www.h2foz.com.br

 

Guitarrista recorre ao clássico álbum A Night at the Opera para escolher a composição que considera “ofuscada pelos hits”

Ao longo de sua existência com Freddie Mercury, o Queen empilhou dezenas de hits. Chega ao ponto de outras músicas de extrema qualidade em seu catálogo acabarem ofuscadas.

Para o guitarrista Brian May, a principal delas talvez seja “The Prophet’s Song”. O épico de oito minutos abre o lado B de A Night at the Opera (1975).

Questionado pela jornalista Devon Ivie, da Vulture, sobre qual seria a música mais subestimada da banda, ele recorreu a essa preciosidade. Por estar presente no álbum que também conta com hinos antológicos como “Bohemian Rhapsody” e “Love of My Life”, a faixa não teve a devida atenção.

Ele comenta:

“Há um milhão de coisas que eu gostaria que, de certa forma, tivessem recebido mais atenção. Mas suponho que ‘The Prophet’s Song’ prevaleça. Era a antítese de ‘Bohemian Rhapsody’ e estava no mesmo álbum. Sempre achamos que ambas eram obras importantes, mas ‘Bohemian Rhapsody’ foi tocada nas rádios e se tornou a música principal. Só poucas pessoas que se aprofundaram no Queen ao longo dos anos realmente sabem o que ‘The Prophet’s Song’ significa.”

No entanto, Brian May nega qualquer tipo de frustração com o fato de a música não ter se tornado tão popular. Autor de “The Prophet’s Song”, o guitarrista acredita que ela tem seu valor reconhecido pelos fãs mais dedicados.

Ele declarou:

“Não vou dizer que estou infeliz porque é normal. É mesmo. As pessoas que curtem esse tipo de coisa curtem muito. Elas entendem e captam. Podem considerar ‘The Prophet’s Song’ uma enciclopédia do Queen tanto quanto ‘Bohemian Rhapsody’ foi do outro lado. Embora não chegue nem perto de um bilhão de reproduções (no streaming). Ambas estão no mesmo álbum, e as pessoas que realmente querem curtir o Queen estão cientes do que encontrar ali.”

Queen e “The Prophet’s Song”

Com exatos 8 minutos e 21 segundos, “The Prophet’s Song” é a canção (com vocal) mais longa de todo o catálogo do Queen. Brian May já declarou que a compôs após ter sonhado com uma grande enchente enquanto estava doente durante as gravações do disco Sheer Heart Attack (1974).

A Night at the Opera, álbum do qual a faixa faz parte, saiu em 28 de novembro de 1975 pela EMI/Elektra. Estima-se que mais de 3 milhões de cópias tenham sido vendidas somente nos Estados Unidos. O single “Bohemian Rhapsody” acumula mais de 10 milhões de unidades comercializadas no mesmo país.

Fonte: https://rollingstone.com.br

 

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Bohemian Rock

📆13/06 – TorresmoFest – Uberlândia – Minas Gerais

📅14/06 – Rock in Arena – Machado – Minas Gerais

📅15/06 – Torresmo Fest – Cuiabá – Mato Grosso

📅18/06 – Jump Barbecue – Jundiaí – São Paulo

📅20/06 – Mambucaba Moto Fest – Angra dos Reis – Rio de Janeiro

 

Classical Queen

📅14/06 – Festa da Menina Izildinha – Monte alto – São Paulo

📅15/06 – Cervejaria Madalena  – Santo André – São Paulo

📅18/06 – Jack Pub – Sorocaba – São Paulo

📅19/06 – Santo Beer – Poços de Caldas – Minas Gerais

📅20/06 – Cadillac Bar – Santos – São Paulo

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅13/06 – Teatro Mooca – São Paulo – São Paulo

 

Lurex

📅13/06 – Beerstock Pub – Belo Horizonte – Minas Gerais

📅14/06 – Rock Sessions – Conselheiro Lafayete – Minas Gerais

 

Opera Queen

📅14/06 – Clube Rio Negrense – Rio Negro – Paraná

📅19/06 – Teatro das Artes – São Paulo – São Paulo

 

Queen Vision

📅14/06 – Macaco Caolho – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Special Queen

📅13/06 – Mister Rock Bar  – São Paulo – São Paulo​

​​​​​📅14/06 – Toka Gastrobar – Artur Nogueira – São Paulo​

📅15/06 – Park Shopping Mogi – Mogi Mirim – São Paulo​

📅19/06 – Festival de Flores e Morango – Caraguatatuba – São Paulo​

📅20/06 – Hocus Pocus – São José dos Campos – São Paulo​

 

Thiago Millores

📅13/06 – Bar Bukowski – Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Lesley-Ann Jones ficou em contato com a suposta filha biológica do astro ao longo de três anos até concluir sua investigação

A biógrafa britânica Lesley-Ann Jones rebateu alguns comentários de fãs que não acreditaram em sua revelação recente a respeito de Freddie Mercury (1946-1991). Segundo a autora, o lendário vocalista do Queen teve uma filha em segredo com a esposa de um amigo em 1976.

Jones trará a história na sua próxima biografia, ‘Love, Freddie’, que chegará ao público em setembro. Na semana passada, ela antecipou ao jornal britânico Daily Mail muitos detalhes sobre o acontecimento bombástico.

Em seu perfil no X (ex-Twitter), ela se manifestou após sua descoberta bombar nas redes sociais e na imprensa internacional. “Sou muito grata por todo o carinho em relação ao meu próximo livro”, disse. “E para aqueles que insistem que os diários de Freddie Mercury foram ‘falsificados com IA’, que a filha dele ‘não existe’ e que eu inventei tudo: aguardem e vejam!”, instigou. “A verdadeira história dele, contada com as próprias palavras, é incrível. Eu o amo ainda mais por isso. E vocês também vão amar”.

Em um outro post, a autora deu a entender que um teste de DNA foi feito para garantir a veracidade da informação. “Só mais uma coisa: para aqueles que estão ‘exigindo’ a prova de um teste de DNA, caso contrário não vão acreditar — fiquem tranquilos, a verificação necessária foi feita, equipes jurídicas estiveram envolvidas, mas essas medidas são privadas e não são compartilhadas publicamente. Obrigada”, concluiu.

A filha secreta de Freddie Mercury

Segundo a publicação, o lendário vocalista do Queen concebeu a criança acidentalmente durante um caso com a esposa de um amigo próximo em 1976, um ano depois do sucesso de ‘Bohemian Rhapsody’. A existência da filha biológica do astro, considerado um ícone LGBTQIA+, era conhecida apenas pelo seu círculo mais próximo, incluindo seus pais e irmã, o restante dos membros da banda e o amor de sua vida, Mary Austin.

A filha de Mercury, que agora tem 48 anos, não terá sua identidade revelada na obra. Sabe-se apenas que ela mora na Europa, onde é médica e também mãe. Foi ela quem se apresentou à biógrafa para contar sua história ao mundo.

De acordo com ‘B’ (como a filha é chamada no livro), o cantor lhe entregou 17 volumes de diários pessoais detalhados quando ela tinha 15 anos, pouco antes de ele morrer, em 1991; esses escritos, que foram mantidos em segredo até agora, formaram a base do novo livro que será publicado em setembro.

No primeiro capítulo do livro, há uma carta escrita à mão pela filha de Freddie na qual ela diz: “Freddie Mercury era e é meu pai. Tivemos um relacionamento muito próximo e amoroso desde o momento em que nasci e ao longo dos últimos 15 anos de sua vida”.

Fonte: https://revistamonet.globo.com/

Lançada originalmente em 1979, Don’t Stop Me Now tornou-se uma das canções mais marcantes do Queen, sendo reconhecida até os dias atuais como sinônimo de energia e vitalidade. Composta por Freddie Mercury, a faixa integra o álbum “Jazz” e, mesmo após mais de quatro décadas, permanece como trilha sonora de festas, filmes e eventos esportivos ao redor do mundo. Seu refrão cativante, aliado ao ritmo acelerado, contribuiu para que a música obtivesse um status singular dentro da história do rock.

O sucesso de Don’t Stop Me Now não se restringe ao período de seu lançamento. Ao longo dos anos, a canção foi constantemente eleita por pesquisas e listas como uma das músicas mais animadas já produzidas, ultrapassando fronteiras geracionais e culturais. Sua presença em campanhas publicitárias e longas-metragens reforça o caráter atemporal do hit, que atrai fãs de diferentes faixas etárias e estilos musicais.

Por que Don’t Stop Me Now é considerada tão animada?

A composição de Freddie Mercury destaca-se por seu andamento acelerado e letras que evocam uma sensação de liberdade e entusiasmo. Elementos como o piano pulsante, os vocais marcantes e os backing vocals sincronizados resultam em uma experiência sonora envolvente. Vários estudos e rankings, como os realizados por plataformas de streaming e instituições especializadas em música, frequentemente apontam Don’t Stop Me Now como a canção que mais eleva o astral devido ao seu ritmo e harmonia.

A seguir, alguns fatores que tornam essa música irresistível para listas de reprodução animadas:

  • Estrutura crescente: a progressão harmônica e a entrada dos instrumentos aumentam gradativamente a intensidade.
  • Letra positiva: as palavras remetem à sensação de poder e otimismo, estimulando o ouvinte a “não parar”.
  • Performance vocal: Freddie Mercury imprime personalidade e carisma em cada nota, elevando ainda mais o clima festivo.

Quais são as curiosidades sobre Don’t Stop Me Now?

Ao longo dos anos, Don’t Stop Me Now colecionou diversas curiosidades. Por exemplo, apesar do enorme reconhecimento que a faixa tem hoje, inicialmente ela não figurou entre os maiores singles do Queen no Reino Unido. Foi somente com o passar do tempo que ganhou amplo destaque, auxiliada pelo poder das trilhas sonoras e a cultura pop.

Durante a gravação, nota-se a predominância do piano, tocado pelo próprio Freddie Mercury. A canção conquistou diferentes públicos ao ser utilizada em séries, comerciais e até memes na internet, reforçando sua versatilidade. Para os torcedores de futebol, a música é adotada frequentemente como trilha para celebrações de gols e vitórias, ampliando ainda mais seu alcance global e inclusão em momentos marcantes do esporte. Em 2022, a faixa foi eleita, em uma pesquisa com psicólogos britânicos, como uma das músicas mais capazes de melhorar o humor, demonstrando seu impacto até mesmo em áreas da saúde mental.

Como Don’t Stop Me Now continua influenciando o cenário musical em 2025?

Mesmo tantos anos após seu lançamento, Don’t Stop Me Now permanece em alta. No cenário musical atual, muitos artistas e bandas citam a influência da faixa ao compor canções animadas e empolgantes. Além disso, ela é parte integrante de playlists em plataformas como Spotify e Deezer, sendo referência para quem busca músicas com energia positiva.

O Queen, liderado por Brian May e Roger Taylor, ainda mantém a canção nos repertórios de seus shows, consolidando Don’t Stop Me Now como um hino eterno para públicos de todas as idades. Sua relevância, comprovada por transmissões em rádios, televisão e serviços digitais, confirma o poder da música em unir gerações em torno de sentimentos de alegria e celebração. Em 2023, a faixa atingiu o marco de um bilhão de streams no Spotify, reafirmando sua popularidade no universo digital.

Qual o legado de Don’t Stop Me Now?

Don’t Stop Me Now construiu um legado sólido não apenas na história do Queen, mas também na cultura musical global. Sua mensagem de perseverança e diversão é constantemente revisitada, servindo como inspiração em momentos de superação e festa. O dinamismo presente em cada acorde garante que, ano após ano, a faixa permaneça relevante e atual, consolidando seu espaço como uma das músicas mais animadas de todos os tempos.

 

Fonte: www.correiobraziliense.com.br

Revelação estaria inclusa no livro “Love, Freddie”, que tem lançamento previsto para setembro deste ano; suposta filha fala sobre ter estado “escondida” até agora

O cantor Freddie Mercury, vocalista da banda Queen, teria mantido uma filha em segredo, revelada agora, já com 48 anos de idade. As informações são do site britânico The Mirror.

A revelação estaria inclusa no livro “Love, Freddie” — escrito pela biógrafa já conhecida por outros livros sobre o cantor,  Lesley-Ann Jones — que tem lançamento previsto para 5 de setembro deste ano.

A suposta filha não teve a identidade revelada, mas sabe-se que ela atua como médica na Europa e nasceu em 1976, tendo vivido 15 anos com o pai, que morreu em 1991. Sua existência só era conhecida por seu círculo mais próximo, incluindo seus pais e sua irmã adotiva. Os membros da banda Queen também sabiam, assim como o amor da vida de Mercury, Mary Austin.

A menina seria resultado de um caso que o astro teve com a esposa de um amigo próximo. Ela herdou os diários do pai, que agora serão transformados no livro de Jones.

“Freddie Mercury foi e é meu pai”, diz uma declaração da mulher na obra literária. “Tivemos um relacionamento muito próximo e amoroso desde o momento em que nasci e ao longo dos últimos 15 anos de sua vida.”

“Ele me adorava e era devotado a mim. As circunstâncias do meu nascimento podem parecer, para a maioria das pessoas, incomuns e até ultrajantes”, continua ela. “Isso não deveria ser nenhuma surpresa. Isso nunca diminuiu seu compromisso de me amar e cuidar de mim. Ele me estimava como um bem precioso”, esclarece.

Em 1991, Mary Austin recebeu metade da herança de Freddie Mercury após sua morte. Segundo publicação do The Mirror, a suposta filha não foi sustentada pelo testamento do cantor, mas tinha por um acordo legal privado para que o segredo fosse mantido.

 

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

A encantadora loja de presentes  Museum of Brands (Museu das Marcas) em Notting Hill agora também exibe produtos da London Stereoscopic Company de Brian May.

Os produtos vão do livro Queen em 3-D aos visualizadores estereoscópicos projetados pelo próprio Brian, ao livro que mostra os fotos em 3D na Lua na visão dos astronautas que tiveram o privilégio de caminhar nela..

Você poderá explorar as maravilhas do museu e viajará por um incrível Túnel do Tempo cheio de tesouros do passado desde os dias vitorianos até o presente. Na era vitoriana, entre os cavalos de balanço, as bonecas misteriosas, latas e louças luxuosas, você encontrará estereoscópios antigos, a inspiração por trás do design do século 20 de Brian.

Avançando para os anos 60, tudo sobre o primeiro pouso na lua … então, dez anos depois, os produtos do Queen fazem uma aparição no túnel.

E espere até chegar à década da sua infância, onde você provavelmente redescobrirá os jogos que jogou, aquela banda, o rádio em que ouviu, a marca que usou, os doces, a barra de chocolate… evocando memórias há muito esquecidas.

Para a melhor experiência nostálgica e, claro, para conferir a loja de presentes, visite o Museu de Marcas >> www.museumofbrands.com

 

Fonte: www.queenonline.com

O Queen é um dos nomes mais icônicos e influentes da história da música, com sucessos que atravessam gerações. Sob a liderança do lendário Freddie Mercury, o grupo marcou o mundo com clássicos como “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “Radio Ga Ga”, “We Are the Champions”, “Don’t Stop Me Now” e “The Show Must Go On”.

Formada em 1970, a banda manteve sua formação original — Freddie Mercury, Brian May (guitarra), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria) — até 1991, ano da morte de Mercury. A união desses quatro talentos resultou em uma discografia marcante e em performances lendárias.

Em entrevista à Classic Rock, Roger Taylor revelou que quase se juntou ao Genesis no início da carreira do Queen. Embora não tenha recebido um convite formal, tudo indicava que o grupo desejava que ele ocupasse a vaga de John Mayhew.

“Bem, eles me convidaram para ir ao estúdio e depois fomos ao pub. Eles não disseram: ‘Você quer entrar para o grupo?’, mas tenho a impressão de que era isso que eles queriam porque o baterista tinha saído da banda.

Para ser sincero, eu não entendia muito bem a música deles. Era um pouco progressiva demais para mim. Mas todos eles são pessoas adoráveis”.

No final, Roger decidiu permanecer no Queen — uma escolha que se revelou acertada. O Genesis, por sua vez, encontrou um novo baterista, chamado Phil Collins. E o resto é história.

Fonte: https://whiplash.net

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

 

Bohemian Rock

📅30/05 – Torresmo Fest – Dourados – Mato Grosso do Sul

📅 31/05 – Valhalla Pub – Caieiras – São Paulo

 

 

Classical Queen

📅31/05 – Golden Beer Tap House – Botucatu – São Paulo

 

Elvis Balbo & Queen The Legend

📅31/05 – Estação Locanda – Itaipava – Rio de Janeiro

 

Freddie Mercury Cover

📅30/05 – Floresta Bar – Fortaleza – Ceará

 

Lurex

📅31/05 – Mulligans Experiencie – Lagoa Santa – Minas Gerais

📅31/05 – Lake Wine – 13h – Sete Lagoas – Minas Gerais

📅01/06 – Garagem da Orla – Belo Horizonte – Minas Gerais

 

Opera Queen

📅01/06 – Teatro do Planalto – Brasília – Distrito Federal

 

Queen Of Magic

📅30/05 – Galpão 17 – Brasília – Distrito Federal

 

Queen Music Tribute

📅31/05 – Center Vale Shopping – São José dos Campos – São Paulo

 

Queen Tribute Brazil

​​📅30/05 – Teatro Dom Pedro – Ribeirão Preto – São Paulo

Vocalista: Fabricio Fonseca​

📅31/05 – Samauma American Bar – Barretos – São Paulo​

Vocalista: Fabricio Fonseca

​​​📅06/06 – Motoencontro – Cuiabá – Mato Grosso​

Vocalista: Fabricio Fonseca

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Estocolmo, Suécia – Terça-feira, 27 de maio de 2025: Três ícones da música foram homenageados com o Polar Music Prize 2025 hoje à noite em uma cerimônia de gala realizada em Estocolmo, Suécia. Queen, Herbie Hancock e Barbara Hannigan receberam o prêmio do Rei Carlos XVI Gustavo da Suécia. Os laureados recebem um prêmio em dinheiro de um milhão de coroas suecas (aproximadamente £ 77 mil libras esterlinas e US$ 102 mil).

A cerimônia e o banquete aconteceram no The Grand Hotel em Estocolmo, Suécia, e foram apresentados pela mezzo-soprano e jornalista Boel Adler. A noite contou com música ao vivo de um elenco espetacular de artistas, incluindo o cantor/compositor indicado ao GRAMMY® e vocalista do Queen, Adam Lambert, com uma apresentação arrasadora dos sucessos do Queen Who Wants to Live Forever e Another One Bites the Dust. O Ghost, número 1 na parada de álbuns da Billboard 200, também subiu ao palco com o guitarrista do Opeth, Fredrik Åkesson, para uma versão eletrizante de Bohemian Rhapsody.

Outras apresentações foram de dois artistas cinco vezes vencedores do GRAMMY® – a contrabaixista e cantora de jazz Esperanza Spalding e o pianista e produtor Robert Glasper – que se uniram em Trust Me e Watermelon Man, de Herbie Hancock. O pianista francês Bertrand Chamayou fez uma apresentação surpresa impressionante de Stars (do Pentagram No. 3, Rudhyar) e Trois Beaux Oiseaux De Paradis (Ravel), com um discurso comovente dedicado a Barbara Hannigan.

O pianista argentino premiado com o GRAMMY® Leo Genovese, além de duas das vozes mais eminentes da Suécia, Miriam Bryant e Erik Grönwall (do H.E.A.T e do Skid Row), músicos do Musikhögskolan Ingesund e o renomado Coro de Câmara Eric Ericson também cativaram o público, que incluía os laureados anteriores do Polar Music Prize, Nile Rodgers (2024), Max Martin (2016), Anne-Sophie Mutter (2019) e Michael Pärt (filho de Arvo Pärt – 2023).

Ao receber o Polar Music Prize, Roger Taylor, do Queen, disse:

Quando começamos nossa banda… tínhamos ambições, mas nunca sonhamos com a jornada que nos viria. Tivemos a sorte de nossas quatro personalidades extremamente diferentes se unirem para criar uma química maravilhosa.

O Polar Music Prize é excepcional porque, ao contrário de outros prêmios, reconhece a totalidade da carreira de um artista. Que honra ser incluído na brilhante cavalgada de laureados anteriores. Uma verdadeira companhia olímpica, de fato. Estamos muito orgulhosos de sermos os ganhadores deste prêmio incrivelmente prestigiado.

Brian May agradeceu à Suécia em nome do Queen e acrescentou:

Neste momento especial, penso em como aquele jovem Brian May, em 1974, se sentiria se soubesse que estaríamos vivendo esse tipo de sonho 50 anos no futuro.

Herbie Hancock disse:

Que honra incrível estar com vocês aqui esta noite, para receber o prestigioso Prêmio Polar de Música. Sinto-me profundamente honrado. Aceito este prêmio não apenas por mim, mas em nome de todos os músicos e sonhadores que ousam acreditar que a criatividade e a conexão humana podem mudar o mundo.

“Eu realmente acredito que a música e as artes podem iluminar o caminho para um mundo mais pacífico e compassivo, e é vital que nós, os artistas, retribuamos e compartilhemos nosso conhecimento e experiências com as gerações mais jovens, nossos líderes de amanhã.

Barbara Hannigan disse estar profundamente grata por todas as colaborações que me nutriram”, acrescentando: “Sinto-me honrada por estar entre esses laureados da “realeza musical” e por compartilhar as honras esta noite com as lendas que são Herbie Hancock e Queen.

O Polar Music Prize foi fundado em 1989 pelo falecido Stig Stikkan Anderson, uma lenda na história da música sueca e editor, letrista e empresário do ABBA, para celebrar a excelência musical. Stig Anderson acreditava que a música era tão importante para a sociedade quanto, por exemplo, a ciência, a medicina e a literatura, e deveria ter um prêmio que refletisse isso.

Entre os vencedores anteriores do Polar Music Prize estão Paul McCartney, Bruce Springsteen, Peter Gabriel, Chuck Berry, Ennio Morricone, Led Zeppelin, Patti Smith, Stevie Wonder, Nile Rogers, Paul Simon, Kronos Quartet, Joni Mitchell, Elton John, Metallica, Iggy Pop, Ravi Shankar, Renée Fleming, Miriam Makeba, Wayne Shorter, Sofia Gubaidulina e muitos outros.

O evento de 2025 foi transmitido ao vivo na Suécia pela TV4 Play e TV4.

www.polarmusicprize.org.

Foto: Annika Berglund/Polar Music Prize

 

Fonte: queenonline.com

No dia 27 de maio, foi realizado em Estocolmo, na Suécia, a entrega do Prêmio Polar Music 2025.

O evento aconteceu no Grande Hotel, em Estocolmo, e contou com a presença da Família Real Sueca.

O Queen, Herbie Hancock e Barbara Hannigan receberam o prêmio do rei Carl Gustaf XVI.

Na cerimônia, aconteceram apresentações de Adam Lambert,  e da banda Ghost com o guitarrista do Opeth Fredrik Âkesson.

Vejam os vídeos das perfromances.

 

 

 

 

 

Foto: Annika Berglund/Polar Music Prize

 

Fonte: queenonline.com

Divulgação semanal de shows dos shows cover e Tributo do Brasil.

Se você conhece alguma banda que não esteja nesta lista, mande um email para contato@queennet.com.br informando o nome da banda, a data do show e o local.

Nesta semana teremos shows de:

Bohemian Rock

📅23/05 – Torresmo Fest – São José dos Campos – São Paulo
📅24/05 – Torresmo Fest – Londrina – Paraná – Paraná
📅25/05 – Mega Burger – Sorocaba- São Paulo
📅30/05 – Torresmo Fest – Dourados – Mato Grosso do Sul

 

Classical Queen

📅24/05 – Shopping Vitória – Vitória – Espírito Santo

📅25/05 – Shopping Vitória for Kids– Vitória – Espírito Santo

 

Eternal Queen

📅24/05 – Rock’n Speto Pub – Barueri – São Paulo

 

Lurex

📅23/05 – Woodstock Bar – 1:30h – Sete Lagoas Minas Gerais

Opera Queen

📅24/05 – Lambreta Rock Bar – Palmas – Tocantins

📅25/05 – Lambreta Rock Bar – Palmas – Tocantins

📅29/05 – Teatro Municipal Procópio Ferreira – Guarujá – São Paulo

 

Queen Music Tribute

📅23/05 – Teatro Gazeta – São Paulo – São Paulo

 

 

Queen Of Magic

📅24/05 – Porks Ceilândia – Ceilândia – Distrito Federal

 

 

Queen Tribute Brazil

📅24/05 – Alameda Rodoserv – Bauru – São Paulo

Vocalista: Fabricio Fonseca

​📅25/05 – Evento Motociclístico – Av. Jacu Pêssego, esquina com Av. Laranja da

China

São Miguel Paulista – São Paulo

Vocalista: Fabricio Fonseca

​​📅30/05 – Teatro Dom Pedro – Ribeirão Preto – São Paulo

Vocalista: Fabricio Fonseca​

 

Special Queen

📅24/05 – Speel Tap House Cervejaria – Catanduva – São Paulo

 

Fonte: Instagram das bandas e cantores

Tem guitarristas que são sinônimo de seu modelo favorito: Jimi Hendrix com a Stratocaster, Slash com a Les Paul, Tony Iommi com a SG… Certos guitarristas tem uma coleção de guitarras todas do mesmo modelo — tipo o guarda-roupas da Mônica, que é cheio de vestidos vermelhos iguais.

Mas há também aqueles que, assim como Jeff Beck, vêem a guitarra como uma mera ferramenta. Para eles, ter um instrumento de estimação seria como um serralheiro ter um serrote de estimação.

E tem ainda aqueles que, assim como Brian May, possui uma guitarra com a qual tem uma relação tão profunda que praticamente usa a mesma a carreira toda. A guitarra dele, a Red Special, é literalmente única — ela não foi fabricada em massa e sim foi construída em casa de forma artesanal.

Conforme publicado pela Far Out Magazine, May relembrou o nascimento da sua tão amada Red Special:

“Desde pequeno eu queria desesperadamente ter uma guitarra. Então, quando eu tinha sete anos, meus pais economizaram o que puderam pra comprar um violão — que eu tenho até hoje! Meu pai me ensinou os acordes usando o banjolele [mistura de banjo com ukulele] dele. Não demorou muito pra eu dar um jeito tornar ele elétrico e ligar em um amplificador feito em casa.”

“Com dezesseis anos, eu queria muito ter uma guitarra elétrica de verdade, mas não tinha nem como a gente pagar por uma. Então, meu pai e eu começamos a construir uma.”

“Eu tinha dezessete anos. Meu pai era um ótimo engenheiro eletrônico e um verdadeiro artesão, então a gente decidiu ‘Bora fazer uma guitarra!’ Eu não podia comprar uma Stratocaster, uma Gibson, nada disso. Então pensamos: ‘Podemos construir uma guitarra — e quem sabe talvez a gente consiga até criar algo melhor do que tudo que já foi feito’.”

Em entrevista para a Radio X, May respondeu às perguntas mais buscadas sobre ele no Google. As primeiras foram a respeito da construção de sua primeira guitarra:

“Minha guitarra foi feita com partes que algumas pessoas considerariam lixo. Parte é de uma antiga lareira, que é o braço, o corpo é um pedaço de carvalho que veio de uma muito antiga mesa que estava no quarto vago do meu pai. A alavanca foi feita com um pedaço de aço de baixo carbono que eu cortei, o suporte veio do cargueiro de uma bicicleta, e tem um pedaço de uma agulha de costura da minha mãe na ponta. As molas eu tirei da válvula de uma motocicleta, uma Norton 500cc, se não me engano. Ela foi feita assim porque eu não tinha dinheiro para comprar uma guitarra. Ela é assim, e ainda funciona, e ainda existe!”

Brian May hoje em dia tem um monte de réplicas de sua guitarra Red Special, mas ele usa a original sempre que possível (salvo raríssimas exceções) — tanto nos seus dias de Queen quanto em carreira solo.

Fonte: https://whiplash.net

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