O famoso EeeeOoohh de Freddie Mercury ❗

 

▪️De acordo com o site Express UK, por causa do grande número de apresentações no Live Aid, cada artista tinha pouco tempo para passar o som e fazer o show. Mas Freddie queria testar o retorno do microfone e o alcance da própria voz no estádio.

▪️Então, ele decidiu brincar com a plateia, enquanto se aquecia e pediu para os espectadores imitarem as melodias que cantava.

 

▪️Assim, Freddie conseguiu conquistar a plateia em poucos minutos, e marcar a história da música !

 

? E por que a maioria dos cantores não faz improvisação vocal no palco como Freddie fazia ?

 

? Por que não interagem com o público como ele ?

 

▪️Convenhamos que é necessário ter peito para fazer as improvisações vocais com a participação do público na escala que Freddie fazia. Poucos teriam c……. ões, mesmo que fossem os primeiros à pensar nisso …

 

▪️E se as pessoas não respondessem ou respondessem friamente ?

 

▪️Como Brian disse em uma entrevista sobre o Live Aid, o desempenho estava indo muito bem e seria um desastre se a improvisação não fosse bem, com um público que não eram apenas os fãs do Queen.

 

▪️Mas Freddie era muito seguro e auto confiante .

 

▪️Com Freddie não havia rotina, coreografia e quase nenhuma barreira. O público foi tratado como amigo. Era apenas uma diversão amigável, ao invés de alguém tentando orquestrar momentos que fariam todos se sentirem tolos e manipulados.

 

▪️O Queen era tudo sobre os fãs e encorajava a participação do público de maneiras criativas.

 

▪️Além disso, tornou-se uma marca registrada de Freddie ….. que qualquer um que tentar agora, seria acusado de copiá-lo e de tentar ser ele ….. e seria ridicularizado por isso !

 

▪️Parece que o eeeeoooohh é só dele !

▪️All right !

 

EEEEOOOO Live Aid

 

 

Fonte – Uk Express

Brian May não é apenas o lendário guitarrista do Queen, ele também é um astrofísico, que obteve um phD em astrofísica pelo Imperial College de Londres em 2007. Em muitas entrevistas ao longo dos anos ele falou sobre ciência e os mistérios do universo. Em uma entrevista com o guitarrista do Sex Pistols Steve Jones em 2017 (Transcrito pelo Rock and Roll Garage), May disse o que ele acha que acontece após a morte.

Acho que o que vemos em nossas vidas pode ser uma visão muito limitada do universo. Então eu acho que poderia ser muito mais e poderia haver algum lugar fora do que consideramos como existência. Acho que é possível. Espero que sim, seria bom pensar que seria algum tipo de fim para tudo, algum significado.

Em entrevista à RT em 2011, ele também falou sobre o assunto, dizendo:

Estou inclinado a pensar que nossa visão do universo é muito simplificada. De uma forma que um besouro rastejando sobre um pedaço de papel tem uma visão limitada do universo. Acho que também temos uma visão muito limitada do universo.

Então essa existência que conhecemos, pode ser uma parte muito pequena de todo o quadro. E eu estou animado para pensar que pode ser assim. Não estou contando com isso! Porque talvez no final da sua vida seja isso, não sei. Uma coisa é certa, você não pode usá-lo como desculpa. Você não pode dizer, ‘OK, esta vida é muito ruim, mas a próxima…’ Você tem que fazer o melhor de onde você está.

O que está além de nossa galáxia na opinião de Brian May

Na mesma entrevista com o guitarrista Steve Jones, Brian May falou sobre o mistério do que está além de nossa galáxia, dizendo:

Você sabe o que me fascina, temos uma ideia em nossas mentes que entendemos o que o universo é agora. Achamos que é essa coisa que está se expandindo e começou a partir de um ponto e está ficando maior o tempo todo. Mas a coisa é, nós não temos ideia de como é grande em qualquer momento. Então não temos como medir o tamanho do universo.

 

Só sabemos o tamanho do universo observável, que é uma pequena bolha. Porque a velocidade limitada da luz. Então não temos nenhum conceito fora do universo observável. Então as pessoas falam “este é o número de galáxias no universo”. Não é verdade, não é verdade. O que eles falam é “este é o número de galáxias que podemos ver”. O que há fora disso? Ninguém tem a menor pista. É o mesmo lá fora que o interior? Ninguém sabe.

Steve Jones então perguntou a Brian May se há algum tipo de parede ou a galáxia continua para sempre e ele disse:

Parece-me que isso continua para sempre. Não há evidências que sugiram que, se formos para o limite, começamos pela terra e vamos para a borda do universo observável, em algum lugar nessa esfera, não há evidências que sugiram que o que veríamos a partir desse ponto seria diferente do que veríamos aqui em essência.

Agora, se é infinito, há um número infinito de vocês e um número infinito de mim, por definição. Então, mesmo o conceito de diferentes universos em nosso universo, talvez haja um número infinito de possibilidades. Então isso faz você pensar. Nesse caso, tem que haver vida lá fora. Tem que haver.

Brian May foi introduzido como membro do Queen no Rock and Roll Hall of Fame em 2001 por Dave Grohl e Taylor Hawkins.

 

Fonte: http://rockandrollgarage.com/

Queen The Greatest: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora. Uma série de 50 semanas no YouTube celebrando momentos-chave na história do Queen nos lembrando por que o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

 

Queen The Greatest chega ao fim com um olhar em duas partes para Queen + Adam Lambert. Esta semana analisa como a colaboração permitiu que Brian e Roger revisitassem alguns locais e cidades favoritos, ao mesmo tempo em que desfrutaram de novas experiências espetaculares.

Adam Lambert:

Você sabe, por que eu tenho todas essas coisas no palco? Porque eu quero tudo.

Enquanto a série Queen The Greatest chega ao fim com este penúltimo episódio, trazemos a história em dia com um olhar para – Uma década de Queen + Adam Lambert.

Adam, Brian e Roger discutem sua relação brilhante e simbiótica e são vistos em performances definidoras em sua Asia Tour 2014, que viu um retorno memorável ao Japão para o Queen, e em sua turnê Festival Europeu de 2016, destacando o Festival da Ilha Wight. performance de Who Wants To Live Forever que pegou até Roger e Brian de surpresa.

Quando a resposta às suas primeiras incursões no palco juntos em 2012 provou que o desejo de ver a música do Queen tocada ao vivo era mais forte do que nunca, Queen + Adam Lambert embarcou em uma série de turnês que abrangeram todos os continentes.

Como resultado, fãs novos e antigos tiveram a oportunidade de ver um show do Queen em toda a sua majestade e, embora essa colaboração tenha sido um novo empreendimento empolgante, também significou que Brian e Roger poderiam mais uma vez revisitar algumas de suas cidades e locais favoritos.

 

Adam Lambert:

É o relacionamento simbiótico mais brilhante que você poderia sonhar porque, você sabe, alguém poderia dizer: ‘Ah, bem, Adam, você sabe, se não fosse por você, eles não estariam fazendo esses locais com esses países’, mas é o mesmo para mim. Se não fosse por eles, eu também não estaria tocando em arenas ao redor do mundo.

 

Adam Lambert:

Eu senti mais uma sensação de… magia. Foi legal que eles voltaram a fazer isso de novo.

 

Roger Taylor:

O Japão foi fantástico. A última vez que fomos, foi absolutamente mágico. Isso, eu acho, mais do que em qualquer outro lugar parecia nos velhos tempos.

 

Roger Taylor:

Isso trouxe de volta as memórias em particular da primeira ida ao Japão e a reação fantástica.

 

Adam Lambert:

O que significou muito para mim em voltar a alguns desses locais famosos nos quais o Queen deixou sua marca, foi ver Brian e Roger sendo nostálgicos sobre isso. Isso significou muito para mim. Foi muito legal fazer parte daqueles momentos deles relembrando a primeira vez que estiveram lá e como era, e sabendo também que havia membros da plateia que provavelmente estavam lá pela primeira vez também.

 

Também houve oportunidades para todos eles desfrutassem de experiências completamente novas juntos. Há muitos destaques para escolher, mas a primeira aparição do Queen no mundialmente famoso Festival da Ilha de Wight em 2016 resultou em uma noite verdadeiramente memorável.

 

Adam Lambert:

Uma vez que eu superei minha própria cabeça, ‘Oh Deus, eles vão me comparar com Freddie? Oh Deus, eu sou bom o suficiente? ‘ Percebi que esta é uma experiência única na vida para ser um recipiente e apenas atuar. 

 

E um dos momentos de destaque daquela noite, uma performance imponente de Who Wants To Live Forever, demonstrou a combinação poderosa que eles se tornaram.

 

Roger Taylor:

Eu nunca ouvi isso cantado assim. Isso é, isso é especial.

 

Brian May:

Ele ainda é espantoso, até onde ele consegue levar as coisas é extraordinário. Às vezes eu estou aqui tocando Who Wants To Live Forever, e ele está lá fazendo suas coisas. E quando ele entra nessa coisa estratosférica no meio, muitas vezes eu digo ‘Uau’.

 

Semana que vem: Uma década de Queen + Adam Lambert – Parte 2

 

Fonte: www.queenonline.com

???︎?

(5ª música do 1º álbum)

 

– Escrita em colaboração com o guitarrista Mike Bersin na época em que Freddie cantava no grupo Ibex, esta balada rock foi originalmente chamada de Lover.

– Após retrabalhar o tema com seus colegas do Queen, Freddie reivindica sua autoria, considerando que ele é o único que tem direito à ela, já que é o autor da letra, para espanto de seus amigos, que também afirmam ter participado em sua composição.

– O fato de dividir os créditos e, portanto, os royalties futuros foi um dos motivos de discórdia dentro da banda em 1973. A questão permaneceria espinhosa até o lançamento de The Miracle em 1989, em que, a partir daquele momento, os músicos decidirão compartilhar a autoria das músicas do Queen.

– Apesar de sua eficácia e do fato de ser muito apreciada pelo público durante seus shows, Liar não se beneficiaria de ser lançada como single no Reino Unido.

– O aspecto litúrgico desta peça faz parte dos temas recorrentes do álbum, que são a religião e a mitologia.

 

Freddie se confessa quando canta:

I have sinned dear Father/

Father, I have sinned/

Try and help me, Father/

Won’t you let me in?

(Eu pequei, querido Pai/

Pai, eu pequei/

Tente me ajudar, Pai/

Você vai me deixar entrar?).

– A atmosfera piedosa da estrofe é reforçada pela presença, no minuto 1:08, do som de um órgão de igreja.

– A produção de Liar tem uma força excepcional. Terminada a curiosa parte da percussão no início da música, a introdução é caracterizada pela bateria e pelo riff de guitarra, que parece ter sido cortado sob medida para a entrada do grupo em palco.

Freddie (à esquerda) posando com integrantes do grupo Ibex, em agosto de 1969.

 

Vídeo oficial de Liar

 

 

Fonte: “Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones”, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita Dos Santos Melo

 

 

▪️Os meninos do Queen eram totalmente conscientes da sua imagem, uma parte importante de seu legado.

▪️De vídeos musicais pioneiros à apresentações ao vivo, e os próprios Álbuns.

▪️Abaixo, a inspiração para cada capa do LP de Álbuns de estúdio.

 

01) Queen

Uma foto tirada durante o show no Marquee Club em Londres em Dezembro de 1972.

Essa foi a escolhida para abrilhantar o Álbum de estreia.

Foi tirada por Douglas Puddifoot, que mais tarde a reformulou com filtros de papel transparente.

 

02) Queen II

Foto inspirada na pose icônica de Marlene Dietrich.

Foi clicada por Mick Rock.

▪️“ Lembro-me que Brian e os outros estavam preocupados porque não queriam parecer muito pretensiosos. Freddie, em vez disso, ficou animado, logo dizendo: ‘Eu ficarei na frente. Serei Marlene Dietrich. Que pensamento mais delicioso ! ”

Mick Rock

 

03) Sheer Heart Attack 

A capa mostra uma Banda ensopada de suor, com muita vaselina e glitter, também clicada por Mick Rock.

▪️” Foi idéia de Freddie que queria mostrar a Banda completamente exaurida, após a conclusão do Álbum. Foi agoniante ! ”

 

04) A Night At The Opera 

O título é de um filme dos Irmãos Marx, e a arte da capa apresenta o logotipo da Banda, que foi desenhado por Freddie, em um fundo branco.

Uma espécie de brasão.

David Costa foi o criador da arte original, baseado no esboço original de Freddie Mercury.

 

05) A Day At The Races 

O nome do Álbum, assim como o de seu antecessor A Night At The Opera, foi baseado no nome de um filme dos Irmãos Marx.

A capa é uma sequência de ANATO, projetada como duas partes no estilo ” use sua ilusão ” – preto com branco do original.

Assim como A Night At The Opera, a arte original também foi feita por David Costa, que será leiloada pela Gardiner Houlgate agora em 09 de Março de 2022.

O leiloeiro Luke Hobbes à avaliou próximo de £ 10.000 – dez mil libras esterlinas, próximo de R$ 70.000,00.

 

06) News Of The World 

A capa da Revista de Ficção Astouding Science Fiction de 1953 inspirou a capa do Álbum News Of The World do Queen em 1.977.

A original traz um robô mutilador com um homem morto na mão e a legenda : ” Please, fix it Daddy ” – Por favor, conserte isso Papai .

Quem se encantou com a figura foi Roger Taylor, fã de ficção. Assim, entraram em contato com o desenhista da capa original Frank Kelly Freas .

Frank replicou o desenho substituindo o ” homem morto ” pelos membros do Queen, ” igualmente mortos ” , com um robô gigante tendo matado acidentalmente a Banda.

▪️Curiosidade 01 – daí vem o nome do robô em News Of The World – Frank !

▪️Curiosidade 02 – A arte original desta capa foi vendida em Leilão em 2021 em Nova York por R$ 325.000,00.

 

07) Jazz 

A capa é um Spirograph geométrico com o nome da Banda e um pequeno ciclista 18 vezes ….

Sim, eu contei ! ?

Assim como no News Of The World, a capa foi proposta por Roger Taylor, que lembra de ter visto uma foto semelhante no Muro de Berlim.

O título do Álbum parece ser escolhido aleatoriamente, porque as músicas tem pouco à ver com o gênero ou a arte.

Também se comenta que o título tenha sido inspirado no Festival anual local de Jazz em Montreux.

Aparentemente, Freddie adorou o festival.

 

08) The Game 

Os quatro, todos durões, duros como couro. Na frente de um riser de bateria.

A foto usada na capa do CD da EMI é diferente da foto original usada no LP e no cassete.

 

 

09) Flash Gordon

Representa a nave da batalha com a logomarca do filme.

Embaixo a frase para identificação –

Trilha Sonora Original Por Queen.

 

 

10) Hot Space 

A capa do Álbum, idéia de Freddie, é baseada em um estilo de impressão de tela de Andy Warhol, mostrando os quatro membros em quadros policromáticos separados.

▪️Nota – Andy Warhol foi um pintor e cineasta norte-americano, bem como uma figura maior do movimento de pop art.

 

 

11) The Works 

A sessão de fotos para o Álbum The Works foi feita em Los Angeles em 1983.

O fotógrafo foi o renomado americano George Hurrell, famoso por seu jogo de sombras em imagens.

Em Hollywood, Hurrell era uma lenda. Quando ele trabalhou com o Queen, ele tinha 78 anos, e seus negócios ainda o mantinham ocupado diariamente.

Para Freddie, não parecia verdade que ele pudesse ser fotografado por George Hurrell, já que foi ele também o fotógrafo da foto inspiradora de Marlene Dietrich, para o Álbum Queen II, de 1974.

 

12) A Kind Of Magic 

O artista Roger Chiasson produziu a ilustração da capa do Álbum A Kind Of Magic.

Os desenhos se assemelham muito aos desenhos animados da Banda no Álbum.

Os desenhos originais de Roger Chiasson dos 04 bonecos também foram vendidos em Leilão, em 2008, por somente R$ 3.000,00.

 

13) The Miracle

The Miracle é uma capa incrível !

Os rostos combinados tinham um significado oculto – naquele Álbum, eles priorizaram o trabalho coletivo. Todas as letras foram creditadas pelo Queen, não apenas por um ou outro membro.

Uma simbiose.

 

14) Innuendo 

A capa do Álbum foi desenhada por Queen e Richard Gray. Os livretos e capas do single do Álbum são de Grandville ou inspirados em suas ilustrações.

Grandville era conhecido por suas representações únicas de rostos de animais e objetos semelhantes, com expressões humanas. Para a contracapa de Innuendo, Gray usou uma versão do desenho de Grandville, a peça central do qual era um leão com uma tuba de latão no lugar de sua cabeça.

 

15) Made In Heaven 

Enquanto discos póstumos são bastante comuns, aqueles gravados com o artista já sabendo que vai partir são mais raros — e mais tristes também …

▪️Capa do disco – Mountain Studios e Montreux.

A capa do disco traz a foto da estátua de Freddie, erguida em Montreux, na Suíça, cidade que não apenas abriga o lendário festival de Montreux como também um estúdio onde o Queen finalizou o Álbum.

Com fotos diferentes do mesmo local, traz a obra ao final de tarde no CD e pela manhã no LP, sendo que a contracapa tem os outros integrantes do Queen, Brian May, Roger Taylor e John Deacon olhando para os Alpes no CD e olhando para o nascer do Sol no LP.

 

 

Fonte – Albumcovergallery.blogspot

Matéria CNN Brasil – Queen com ‘We are the Champions’ e ‘Imagine’, de John Lennon, na Ucrânia

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

 

Os valores podem variar de acordo com o estado dos discos. Confira a lista que separamos para você!

Com o advento da internet no mundo contemporâneo existe um número significativo de plataformas que nos possibilitam escutar nossas músicas preferidas a qualquer momento do dia em nossos smartphones. Porém, o que muitos jovens da geração Z não sabem é que nas décadas que antecederam suas vidas, os discos de vinil (obviamente antes dos CDs) eram o meio pelo qual as pessoas ouviam suas músicas e álbuns favoritos.

A era dos discos de vinil se foi, no entanto, seu legado, hoje, ainda é muito presente.

Nessa perspectiva, iremos transcorrer acercas dos 10 vinis mais caros do mundo. Confira:
O primeiro disco é o The Who Sell Out, sendo o terceiro álbum de estúdio do The Who. Esse é um álbum conceitual organizado com canções não relacionadas intercalando com comerciais falsos. O álbum foi feito no intuito de parecer-se com uma transmissão da rádio pirata Radio London. Seu lançamento foi feito em 1697, a versão que mais vale é a com um pôster de borboleta dentro do disco, custando entre R$3 mil e R$5,5 mil.

O segundo disco é o disco de Jimi Hendrix, Axis: Bold as Love. Lançado em 1967, é o segundo álbum de estúdio The Jimi Hendrix Experience. A versão que possui um valor significativo é a primeira prensagem britânica em mono, chegando a custar até R$4 mil reais.

O terceiro disco foi lançado por Kate Bush, intitulado The Sensual World, lançado em 1989. Em 2019, esse disco foi relançado em vinil acetato azul com somente 50 cópias (uma tremenda raridade). Hoje, esse disco chega a custar até R$5,5 mil, obviamente, dependendo de sua condição.

O quarto disco é da banda Nirvana, intitulado Bleach. Esse álbum foi lançado em 1989, nos Estados Unidos pela gravadora Sub Pop. O que realmente vale é a terceira prensagem desse álbum que venho com manchas brancas e vermelhas e acompanhado de um compacto de 7 polegadas. Por essa razão, essa terceira prensagem custa, em média, entre R$4,4 mil e R$5,5 mil.

O quinto disco é do Pink Floyd, intitulado The Dark Side Of The Moon. Esse disco foi lançado em 1973 e correspondeu a uma pequena e importante mudança no som da banda, caracterizando-se pela diminuição na duração das canções e a adaptação para uma sonoridade um pouco mais direta e com mensagens mais claras. A primeira prensagem desse disco, ao contrário das outras, tinha um triângulo azul no meio do vinil, por isso é uma raridade. Essa prensagem custa hoje em média R$6,7 mil.

O sexto disco é de Ozzy Osbourne, intitulado Diary of a Madman. Esse disco foi lançado em 1981, porém, foi lançado em acetato azul pela UNICEF com 50 cópias. Estima-se que essas cópias podem valer até R$7,5 mil dependendo das condições do vinil.

O sétimo disco é o primeiro a ser lançado pelo Led Zeppelin em 1969. A primeira prensagem saiu com letras azuis ao invés de de laranjas, por isso esse disco vale tanto. Um fato curioso é que esse disco, na época, foi detonado pela crítica apontando vários erros envolvidos na produção, afirmando que a voz de Robert Plant era fina e estranha. Contudo, hoje, esse disco está avaliado em torno de R$10 mil.

O oitavo disco, um vinil que possui 7 polegadas e é do Queen, contendo de um lado Bohemian Rhapsody e do outro I’m In love with my car. Apenas 200 cópias deste disco foram feitas, podendo chegar hoje a custar R$27 mil.

O nono disco é um single da banda Sex Pistols chamado God Save The Queen. A banda havia fechado um contrato com a gravadora e assim que esse disco foi gravado a gravadora rompeu o contrato por considerar a banda desordeira. Nesse sentido, havia 25 mil cópias desse single e por conta dos problemas mandaram destruir 20 cópias e o restante foi distribuído para a empresa. Esse disco, hoje, pode custar até R$83 mil.

O décimo e último disco dessa lista é o White Album dos Beatles, lançado em 1968. Um álbum duplo, com uma capa branca com nada nela, apenas o nome da banda em alto relevo, que foi feito com a ideia de ter um contraste com a arte de capa de seu álbum anterior Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Esse disco tem “serial number”, e as primeiras cópias 0000001, 0000002, 0000003, 0000004 ficaram com os membros da banda. Nesse sentido, Ringo Starr ficou com a cópia 0000001 e escutou em seu vinil durante um tempo e, posteriormente, guardou em um banco por 35 anos. Esse disco, então, foi leiloado por aproximadamente R$5 milhões. Todavia, quanto mais baixo o serial number do disco, mais ele vale, podendo chegar até R$100 mil.

 

Fonte: https://pronatec.pro.br
Via Grupo de WhatsApp Queen Net – Por Fabiano

 

Álbum: Queen II

Data de lançamento: 08 de março de 1974

Melhor posição nas paradas: 5° lugar na parada britânica; 49° lugar nos Estados Unidos

Ficha técnica

Freddie Mercury: vocais, piano, cravo

Brian May: guitarra, vocais, piano

John Deacon: baixo, violão

Roger Taylor: bateria, percussão, vocais

Gravação: agosto de 1973 no Trident Studios, Londres

Produtores: Queen e Robin Geoffrey Cable (Nevermore e Funny How Love Is), Queen, Robin Geoffrey Cable e Roy Thomas Baker (The March Of The Black Queen), Queen e Roy Thomas Baker (todas as outras faixas)

 

Queen II foi lançado menos de 1 ano depois do seu antecessor, e neste álbum podemos ver  todo o talento da banda. Este disco abriu caminho para o sucesso que a banda tem até hoje.

Apesar de terem recebido duras críticas no trabalho anterior, a banda permaneceu unida e começou a trabalhar no que seria um dos melhores álbuns que eles lançaram. Em agosto de 1973 (menos de 1 mês depois do lançamento do álbum de estreia, a banda voltou ao Trident Studios com Roy Thomas Baker e Mike Stone, e exigiu dos Sheffields o tempo de estúdio necessário para completar este álbum em vez de gravar durante o tempo de inatividade.

O resultado dessa reunião permitiu que o Queen completasse o álbum dentro de um mês; a banda tinha várias ideias que queriam explorar, e foram capazes de realizá-las completamente com o tempo adicional concedido.

O álbum recebeu o título provisório de Over The Top. O quarteto estava fervilhando de ideias e aproveitando que, na época, estava muito em voga álbuns conceituais, o Queen resolveu que o seu futuro álbum seria dividido em Lado 1, que era o lado branco e teria 4 canções escritas por Brian (Procession, Father To Son, White Queen (As It Began), Some Day, One Day, e uma composta por Roger: The Loser In The End).

Já o lado 2, foi chamado de Lado negro e continha 6 canções compostas por Freddie (Ogre Battle, The Fairy Feller’s Master-Stroke, Nevermore, The March Of The Black Queen, Funny How Love Is, Seven Seas Of Rhye). O álbum foi muito bem trabalhado e surgiram muitas obras-primas como Nevermore, Ogre Battle e The March of The Black Queen.

Queen II é uma coleção superior de música complexa repleta de camadas de guitarra, overdubs vocais e letras ambíguas. Alguns até argumentaram que é a própria versão da banda de um álbum conceitual, como Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band de 1967, que todas as bandas tentaram imitar desde então.

Após a gravação do álbum, o Queen saiu em turnê como banda de apoio da Mott the Hoople. Durante as apresentações, os membros da banda ganharam mais confiança no palco e o sucesso estava começando a aparecer, à medida que a banda era reconhecida.

Então, entre 1° de março e 2 de abril de 1974, a banda saiu em turnê como atração principal e aos poucos percebeu o interesse crescente do público pela sua música. A fim de melhorar o visual no palco, a estilista Zandra Rhodes desenhou novos looks para os músicos.

A capa do álbum com a fotografia dos 4 membros da banda foi de autoria do fotógrafo Mick Rock. A foto foi inspirada na atriz alemã Marlene Dietrich que enfrentou Adolf Hitler e não participou da propaganda nazista. Outra inspiração seria o álbum With the Beatles, lançado em 1967.

                                     Marlene Dietrich           Freddie Mercury

Álbum dos Beatles

Freddie, na posição das seis horas, é ladeado por John e Roger em ambos os lados, enquanto Brian, sendo o mais alto, aparece acima de Freddie. Com olhos encapuzados e feições brancas e cerosas, os quatro rostos carrancudos olham sem emoção. Vestido todo de preto e contra um fundo totalmente preto.

Não havia nenhum significado oculto na fotografia, e ela contrastava lindamente com a parte interna, que é exatamente o oposto da capa: a banda está toda vestida de branco, Freddie escondendo tudo menos a metade superior do rosto com uma capa branca.

No dia 21 de fevereiro de 1974, o destino da banda mudou, por pura sorte, quando eles se apresentaram no programa Top Of The Pops da BBC. O convidado original do programa era David Bowie, que teve que cancelar a sua participação no programa e o Queen foi chamado para substituí-lo e fez muito sucesso.

A turnê norte-americana – que era um sonho para a banda – teve que ser interrompida em Nova York. No dia 13 de maio, antes de um show em Boston, Brian não se sentiu bem e a banda foi obrigada a cancelar a turnê. O guitarrista foi carregado para o assento do avião pelos outros membros da banda e teve que passar várias semanas em recuperação. Então, para o resto da banda, só havia uma coisa a fazer: recomeçar o trabalho como um trio, até o guitarrista ficar bom.

Sobre o álbum Roger Taylor falou para a Sounds poucas semanas depois do lançamento do álbum:

Considerando o abuso que tivemos ultimamente, estou surpreso que o novo LP tenha se saído tão bem. Acho que é basicamente porque as pessoas gostam da banda. 

Sobre o álbum, Brian falou:

Para mim, Queen II era o tipo de música emocional que sempre quisemos tocar, embora não pudéssemos tocar a maior parte no palco porque era muito complicado. Estávamos tentando levar as técnicas de estúdio a um novo limite para grupos de rock – estava realizando todos os nossos sonhos porque não tivemos muitas oportunidades para isso no primeiro álbum. Passou pela nossa cabeça chamar o álbum de Over The Top.

 

Músicas que compõe o álbum:

 1 – Procession

 

2 -Father To Son

 

3 – White Queen (As It Began)

 

4 – Some Day, One Day

 

5 – The Loser In The End

 

6 – Ogre Battle 

 

7 – The Fairy Feller’s Master-Stroke

 

8 – Nevermore

 

9 – The March Of The Black Queen

 

10 – Funny How Love Is

 

11 – Seven Seas Of Rhye

 

Fontes:

http://www.queenpedia.com/

http://queenvault.com/

Livros: Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

George Purvis. Queen: Complete Works, Edição do Kindle.

 

 

My Fairy King

(4ª música do 1º álbum)

– Para muitos observadores, My Fairy King é o primeiro passo para o trabalho de composição que levaria Freddie a The March Of The Black Queen no Queen II e depois Bohemian Rhapsody.

– As semelhanças estão na própria estrutura dessas canções, que Freddie concebe ao unir várias partes musicais, como nos atos de uma ópera, que se articulam e se complementam.

My Fairy King, muito complicada de reproduzir no palco, foi executada com pouca frequência naquela época, mas Freddie improvisou algumas notas durante os shows “Hot Space Tour” em 1982 e The Works Tour em 1984.

A inspiração para seu nome artístico está na própria letra.:

Mother Mercury, look what they’ve done to me

(Mãe Mercúrio, veja o que eles fizeram comigo).

E então afirma que se identifica com o personagem. Por isso, será chamado Freddie Mercury.

– Na letra está o lirismo onde o cantor é um entusiasta, com suas criaturas e seus personagens imaginários, e, como no caso de Great King Rat, para escrevê-la ele se inspira, sem dúvida, em suas memórias de infância.

– A música apresenta uma homenagem repetida ao poema The Pied Piper of Hamelin (O Flautista de Hamelin), de Robert Browning (1842), no qual o prefeito encarrega o herói de manter os ratos fora da cidade.

My Fairy King” começa assim:

In the land where horses born with eagle wings/

And honey bees have lost their stings/

There’s singing forever/

Lion’s den with fallow deer/

And rivers made from wine so clear

(No país onde nascem cavalos com asas de águia/

E as abelhas perderam o ferrão/

A canção é eterna/

O leão vive com o veado/

E os rios cristalinos carregam o vinho).

 

E esse é o poema de Browning:

The sparrows were brighter tan peacocks here/

And their dogs outran our fallow deer/

And honey-bees had lost their stings/

And horses were born with eagles’ wings”

(Aqui os pardais eram mais brilhantes que os pavões/

E seus cachorros corriam mais rápido que nossos veados/

E as abelhas perderam seus ferrões/

E os cavalos nasciam com asas de águia).

– Grandes autores encontram sua inspiração em sua própria cultura. O tema desta fábula medieval já aparecia em um dos contos imortalizados pelos Irmãos Grimm: Der Rattenfänger von Hameln (O Flautista de Hamelin), que apareceu em Deutsche Sagen (Lendas Alemãs) em 1816.

 

Ilustração de Kate Greenaway (1846-1901) para “The Pied Piper of Hamelin”, de Robert Browning, que inspiraria Freddie Mercury a compor “My Fairy King”.

 

Conto O Flautista de Hamelin, em português:

 

Vídeo oficial de My Fairy King:

 

 

Fonte: “Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones”, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita Dos Santos Melo

 

 

 

04 de Março de 1977

 

– Drowse é lançada como lado B do single Tie Your Mother Down da Elektra nos EUA.

– Roger vinha se mostrando cada vez mais versátil como compositor desde sua estreia em Modern Times Rock’n’Roll em 1973. Seu esforço de GlamRock – Loser In The End – não foi bem recebido pela crítica, mas a sombria e sinistra Tenement Funster foi um passo na direção certa, e I’m In Love With My Car provaria seu poder de permanência como uma favorita ao vivo por quase cinco anos.

– Em vez de continuar na veia do Hard Rock, Roger se tornou introspectivo para sua quinta música para o Queen, remontando aos dias simples da juventude.

– Drowse é uma música requintada, uma das melhores que Roger já escreveu e certamente uma de suas melhores performances vocais.

– Lembra a sua adolescência, quando ele e seus amigos “arrastavam a calçada com pés infinitamente incansáveis” e ampliavam suas mentes “mais no salão de bilhar do que fariam (eles) nos corredores da escola”.

– Essencialmente jovem demais para aproveitar o que os adultos poderiam desfrutar, mas já ultrapassado a fronteira da inocência da infância, Roger se vê entediado e levado “à lágrimas de ira “com“ o fantástico devaneio das tardes de Domingo”.

– Musicalmente, a música é uma conquista, pois apresenta sons de guitarras acústicas e rítmicas, tocadas por Brian e Roger, e uma das primeiras tentativas de Brian na guitarra Slide, que sobe sem esforço ao longo da música.

– Lançada como o lado B americano de Tie Your Mother Down, Drowse escapou de uma colocação no repertório ao vivo.

– As palavras finais sobre as quais Roger finalmente se desvanece, durante anos a causa de muita especulação, foram reveladas em 1984 – “Acho que serei Clint Eastwood…

Jimi Hendrix era demais…

Vamos tentar William, o conquistador …

Agora, de quem mais eu gosto?”

 

Vídeo de Drowse

https://youtu.be/jo4d5zlKzlU

 

– E, se você aumentar o volume o suficiente, poderá ouvir a resposta de Roger à sua própria pergunta – “Brian May”.

 

Fonte – Georg Purvis – Queen: Complete Works

 

 

Post de Tigerlily Taylor vem meses depois de ela mostrar que havia perdido um dente da frente

Tigerlily Taylor fez a temperatura subir nas redes sociais nesta quinta-feira (3), quando publicou uma sequência de fotos usando uma lingerie ousada.

A britânica de 27 anos, que é filha do baterista do Queen, Roger Taylor, compartilhou os registros no Instagram. Neles, ela aparece com uma combinação de sutiã e calcinha fio dental de renda esverdeados.

“Você é tão bonita”, elogiou uma seguidora, enquanto outra escreveu: “Meta de corpo”.

“Estonteante”, concordou mais um admirador.

Veja o post a seguir:

No mês passado, a influencer revelou que estava apostando numa nova rotina de exercícios físicos com seu personal trainer e ainda estava usando equipamentos de eletroestimulação muscular, conforme reportou o Daily Mail. Para mostrar os resultados de quatro semanas de treino, ela publicou um “antes e depois” no Instagram (veja abaixo).

TIGERLILY TAYLOR MOSTROU SEU ANTES E DEPOIS NO INSTAGRAM (FOTO: REPRODUÇÃO / INSTAGRAM)
TIGERLILY TAYLOR MOSTROU SEU ANTES E DEPOIS NO INSTAGRAM (FOTO: REPRODUÇÃO / INSTAGRAM)

Já no último mês de outubro, Tigerlily agitou a rede social com um post em que aparecia tomando um banho de champanhe. Nele, ela também revelou que havia perdido um dos seus dentes da frente.

“Estou com um dente da frente faltando e posto fotos dele quando estou de ressaca. Vou colocar outro, mas é muito engraçado”, disse na ocasião.”

TIGERLILY TAYLOR, FILHA DO BATERISTA DO QUEEN ROGER TAYLOR (FOTO: REPRODUÇÃO INSTAGRAM)
TIGERLILY TAYLOR, FILHA DO BATERISTA DO QUEEN ROGER TAYLOR (FOTO: REPRODUÇÃO INSTAGRAM)

 

Fonte: https://revistamonet.globo.com
Via: Grupo de WhatsApp Queen Net – Por: Beto Mercury

 

A música I´m in Love With My Car, é mencionada no filme Bohemian Rhapsody, e é uma canção que oferece inúmeras anedotas sobre o Queen.

Na gravação do álbum A Night at the Opera em 1975,o Queen dividiu o trabalho de escrita em duas partes. No primeiro, cada um ficou fechado individualmente em um estúdio, gravando demos curtos e pequenas ideias. Para então gravar na segunda parte das gravações.

Roger Taylor, baterista da banda muito bem também na guitarra, permanece fechado uma noite inteira em seu estúdio na companhia de Jonathan Harris, seu roadie, o homem encarregado de montar e desmontar sua bateria antes e depois de cada show.

 

Alfa Romeo Spider vs Triumph TR4

Harris, como Taylor, era apaixonado por carros. Mas os dois frequentemente discutiam. Taylor com o dinheiro ganho com os primeiros discos tinha comprado um Alfa Romeo Spider: O meu primeiro carro novo, conta ainda hoje o baterista da banda. Harris, em vez disso, comprou um Triumph TR4 de 1964 usado, um belo Roadster verde garrafa.

 

Alfa Romeo                                                   Triumph

         

                                                                 

Os dois viviam em discussões intermináveis ​​sobre as qualidades de seus respectivos carros: quando Harris lhe disse que

dirigir o Roadster era melhor do que acariciar uma mulher na cama,

Roger Taylor disse:

Estou apaixonado pelo meu carro.

 

Queen: I´m In Love With My Car

Um texto cheio de duplos significados em que a fronteira entre a paixão por carros e o sexo é muito fina. A canção é uma das poucas que é cantada por Taylor e não por Freddie Mercury: e no início nem precisava fazer parte do disco. A biografia da banda conta inúmeras discussões entre Bryan May, Roger Taylor e Freddie Mercury sobre se incluir uma música tão diferente das outras do álbum.

A história é falsa de que Mercury se recusou a canta-la. Também é falso que Bryan May não queria publicá-la para não perturbar o ego do cantor. No final, a música foi inserida: terceira canção do lado A, letras e música de Roger Taylor. A banda gosta da canção: ao ponto de May enriquecê-la com um longo solo de guitarra convencendo Mercury a inseri-la no lado B de Bohemian Rhapsody, o primeiro single do álbum.

 

História e realidade sobre o Queen

A canção também é mencionada no filme de biografia feito por Bryan Singer e inteiramente dedicado à banda, que a aprovou e produziu. A citação sobre ele é do mais alto nível. E é sobre o executivo da EMI Ray Foster, o homem que vai discutir com o Queen na véspera do lançamento do álbum, trazendo a banda um passo mais perto de romper com a gravadora.

No filme Foster, interpretado por Mike Myers (um grande fã da banda, diretor e protagonista de Austin Powers e da saga Wayne’s World) sugere que I´m In Love With My Car é o single certo para lançar:

Esta é a música que os jovens ouvem em volume total no carro balançando a cabeça, 

diz ele.

 

Na realidade, Mike Myers pediu e conseguiu mudar aspas de seu personagem: porque em seu primeiro “Wayne’s World” (Quanto mais idiota melhor no Brasil) – ele e seus amigos a bordo de um AMC Pacer está apenas balançando a cabeça que eles ouvem em pleno volume para a letra de Bohemian Rhapsody. Uma contra-citação para grandes fãs.

 

 

 Versão ao vivo de I’m in live with my Car gravada em Montreux, na primeira data de sua última turnê.

 

Vídeo oficial da música

 

Um grande sucesso

I’m in live with my Car nasceu depois de uma longa discussão entre Jonathan Harris e Roger Taylor. Mas Taylor para ver a capa de seu single chegará a ameaçar deixar a banda: no encarte o baterista escreve dedicado a Jonathan Harris, o cara que sempre corre até o fim.

Em uma entrevista de 1986, Roger Taylor confessou que estava trancado em um armário ameaçando abandonar um show até Mercury e May concordarem em lançar sua música no lado B do primeiro single. Ao vivo I’m in live with my Car , ainda hoje, nas turnês que a banda com o cantor Adam Lambert, é a única canção inteiramente cantada porTaylor, sem nunca sair da bateria.

Em outra entrevista em 1998, Taylor admitiu que o lançamento desse disco foi seu maior sucesso comercial: 

Quando na época cada um de nós era o compositor, e não assinávamos como um grupo, estar no lado B de uma música de enorme sucesso como ‘Bohemian Rhapsody’ acabou sendo um cheque no banco. Eu continuo recebendo muito dinheiro, todos os anos, graças a essa música. Escrevi em 25 minutos. Tocando sozinho com um violão esquecido na frente de um gravador de bateria.

 

 

Fontes: https://www/.automotorinews.it

Perfil queenforeverblog_andrea/ no Instagram

Great King Rat

 

– Para a letra de Great King Rat, Freddie se inspira em uma famosa canção de ninar inglesa do século XVIII chamada Old King Cole.

– Os seguintes versos são encontrados recorrentemente:

Old King Cole was a merry old soul/

And a Merry old soul was he”

(O velho rei Cole era um velho alegre/

E um velho alegre ele era de fato).

Difícil ignorar a alusão de Freddie no refrão:

“Great King Rat was a dirty old man/

And a dirty old man was he”

(Grande Rei Rato era um velho sujo/

E um velho sujo ele era).

 

– Como de costume, Freddie se recusou a explicar a letra, dizendo que escrevia de acordo com a sonoridade das frases e não com seu significado:

Eu odeio explicar o que me inspirou a autoria de uma música. Eu acho terrível, realmente terrível,

ele responderia mais tarde quando solicitado por esclarecimentos sobre a letra de Bohemian Rhapsody.

– Devemos notar que, embora a sombra de Jimmy Page seja percebida na performance de Brian May e na longa série de “bends” de duas cordas entre os 5:00 e 5:13, encontramos também Ricky Nelson e seu “Hello Mary Lou”.

– Grande admirador do rock’n’roll da década de 1950, Brian May afirma:

Escutar aquela gente (Ricky Nelson) tocar suas ‘bends’ na guitarra era incompreensível para mim. Não entendia como podiam fazer. Devo ter escutado o solo de ‘Hello Mary Lou’ um milhão de vezes para averiguar como ele havia feito!

 

O cantor Ricky Nelson, autor de Hello Mary Lou,

interpretada com frequência pelo Queen até 1986.

 

Canção de ninar Old King Cole

 

 

Ricky Nelson – Hello Mary Lou

 

Vídeo oficial de Great King Rat

 

 

Fonte: “Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones”, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita Dos Santos Melo

 

 

Doing All Right

 

– Composta por Brian May e Tim Staffell na época do Smile, a música é inicialmente intitulada Feeling Alright e depois Doin’ Alright e, finalmente, Doing All Right.

– Ambos os amigos a escreveram quando dividiram um apartamento em Ferry Roads, no bairro de Barnes, em Londres, onde também moraria Roger Taylor.

– Esta balada com um refrão ágil é tocada nos primeiros shows do Queen e é muito apreciada por seus fãs.

– Ela garante uma renda vitalícia para Staffell, que ainda se lembra divertido:

Nunca pensei que fosse uma grande música.

Mas os direitos autorais me ajudaram a apreciá-la!

– Esta é uma das poucas músicas compostas com um músico “não-Queen”.

– Durante as sessões, Brian May interpreta as secções de piano, aproveitando o famoso Bechstein de 1897 disponível no lugar. Famoso por ter sido utilizado pelos Beatles em agosto de 1968 durante a gravação de Hey Jude no Trident Studios (os Fab Four também trabalharam no Abbey Road Studios para produzir este tema), é Elton John que o imortaliza em 1970 ao gravar Your Song, a canção mais famosa do seu segundo álbum homônimo.

– Freddie não muda nada da versão original e canta o tema igual como a interpretação de Staffell.

– Desde a produção do primeiro álbum, os quatro músicos instauram uma regra: quem compõe a canção, impõe a direção artística e os outros três se unem à sua visão.

– Ao ser Doing All Right uma criação de Brian que já havia sido gravada pelo Smile em 1969, Freddie se conforma em reproduzir a versão de Brian e Tim, sem deixar realmente a sua marca.

 

Brian May e Tim Staffell

 

Vídeo oficial:

 

Fonte: “Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones”, de Benoît Clerc

Tradução: Helenita Dos Santos Melo

 

Classificado como o 30º melhor baixista de todos os tempos pelos usuários do MusicRadar e responsável por duas das melhores linhas de baixo de todos os tempos por Under Pressure e Another One Bites The Dust, Deacon foi a base da abordagem orquestral do Queen ao rock, embelezando e apoiando a música em todos os lugares certos.

Para celebrar seu legado de baixo nível, pedimos a alguns dos mais ilustres baixistas, incluindo Lee Sklar, Mark King e Billy Sheehan, que respondessem por que eles amam a músia de Deacon.

Eis o que eles tinham a dizer…

 

1) Lee Sklar (Phil Collins, Toto, James Taylor)

“Eu me apresentei no primeiro festival do Rock In Rio em 1985 com James Taylor – estávamos diante do Queen naquele show. Tudo que tenho a dizer é que levei um dia para levantar minha mandíbula do chão. Sentei-me com a boca ágape assistindo um dos shows mais profissionais que eu já tinha visto. Sou um grande fã do Queen e John criou algumas partes maravilhosas do baixo.”

 

2) Mark King (Level 42)

“O papel de John no Queen é muitas vezes negligenciado, dado os personagens maiores do que a vida com os dois, mas tendo tocado muitas de suas linhas de baixo com Brian e Roger, e tendo tido o prazer de ficar ao lado do palco vendo-o se apresentar em turnê na Alemanha em 1986, fiquei admirado com sua capacidade de sempre fazer a coisa certa para essas grandes canções. Top man e um jogador de topo.”

 

3) Billy Sheehan (Mr Big, Winery Dogs, Sons Of Apollo)

“O Queen era uma banda enorme, músicos de verdade – eu era um grande fã do Queen. John não era instantaneamente perceptível. A voz e a guitarra geralmente significam tudo para o público, mas o público não percebe que o baixo e a bateria são provavelmente o elemento mais importante. Ele era um grande, grande, sólido baixista e eu amo quando um cara pode saltar entre gêneros e fazê-lo convincentemente.”

 

4) Nathan East (Eric Clapton, Whitney Houston, Michael Jackson)

“John não só colocou o baixo para os grandes sucessos do Queen, mas ele compôs vários de seus top 10 singles, como Another One Bites The Dust, onde o baixo identifica e leva a música para casa. Ele fez todo o caminho para o meu bairro.”

 

5) Neil Fairclough (Queen + Adam Lambert, Elio Pace)

“É muito especial tocar as linhas de baixo do John. O Fairy Fellers Masterstroke é um tour de force, assim como A Valsa Milionária. Ouvi dizer que John nunca quis ser dito as progressões do acorde, porque ele queria fazer suas próprias coisas. Há a parte de funcionalidade do baixo que John executou muito bem, e depois há as partes adoráveis que ele criou sem pisar nos dedos de ninguém. Quando você ouve a parte de trás de Sail Away Sweet Sister, é uma parte adorável e você está realmente dizendo ‘Continue, continue!'”

 

6) Neil Murray (Brian May, Black Sabbath, Whitesnake, Rainbow)

“Tendo tocado muitas das linhas de baixo de John Deacon ao vivo cerca de 3.000 vezes, sou um grande admirador de sua criatividade e solidez como baixista. Um bom sujeito, também!”

 

7) Paul Turner (Jamiroquai, Annie Lennox, Take That)

“Meu pai era um grande fã do Queen, e A Day At The Races e A Night At The Opera foram dois álbuns que dividimos o tempo ouvindo várias vezes – e mais! O senso de melodia e contraponto de John, e sua habilidade de adicionar sub-ganchos e corridas de bom gosto, foram ingredientes-chave na música da banda. Qualidade.”

 

8) Phil Spalding (Robbie Williams, Tina Turner, Elton John, Mike Oldfield)

“Há alguém no mundo da música que não esteja familiarizado com os riffs de introdução de Under Pressure ou Another One Bites The Dust? Há evidências poderosas e irrefutáveis da influência duradoura de John na cultura da música popular. Freddie Mercury uma vez me disse: “Eu sempre preciso saber o que o baixo está fazendo.”

“John sempre apoiou a música e o cantor perfeitamente, como se ele fosse um baixista moderno da Motown. Ele sempre tocava a coisa certa para cada música, dando aos seus colegas de banda mais extravagantes o espaço que precisavam para fazer suas respectivas coisas. Queen sem a sensibilidade musical de John teria sido uma banda muito diferente.”

9) Dave Swift (Jools Holland)

“Considerando que John era conhecido por seu comportamento silencioso, ele muitas vezes exibia algumas peças destemidas e audaciosas em Queen. Ele claramente não tinha medo de tocar linhas de baixo expostas e preenche os registros superiores do instrumento. Ouça por todas aquelas saborosas enchimentos de trigêmeos, e alguns verdadeiramente bodacious jogando ‘o fim empoeirado’!”

 

https://www.musicradar.com/

O texto, de minha autoria teve como fonte a versão em espanhol do seguinte livro:  “Queen All The Songs: The Story Behind Every Track”, de Benoît Clerc.

Sou parceira e colaboradora do Queen Net, e administrei por um tempo, a página Queen Fatos e Fotos.

 

Benoît Clerc

Benoît Clerc é músico profissional há mais de quinze anos. Clerc também compõe músicas para cinema e televisão. Em 2018, ele formou sua própria produtora, a Tivoli Songs. No mesmo formato, escreveu sobre David Bowie, Prince e Led Zeppelin.

 

Keep Yourself Alive

 

– Escolhida pelo grupo para defender seu primeiro trabalho, Keep Yourself Alive foi lançada como single em 6 de julho de 1973 na Grã-Bretanha e no resto da Europa, poucos dias antes do álbum.

 

– A EMI cuida da promoção e envia uma cópia para a BBC, embora o álbum, apresentado com a tradicional capa branca das tiragens destinadas à imprensa, não tenha nenhuma inscrição. A gravadora omite o nome do grupo, assim como o título da música.

 

-O single cai nas mãos de Mike Appleton, produtor da famosa transmissão da BBC 2 The Old Grey Whistle Test, e seu apresentador, Bob Harris. Ambos são seduzidos pela energia que emite. O videoclipe ainda não existe, mas eles tomam a liberdade de ilustrá-lo com algumas imagens retiradas do filme da campanha presidencial de Franklin D. Roosevelt em 1932 e agendam o single para 23 de julho de 1973.

 

– A partir do dia seguinte, a central telefônica da BBC 2 recebe inúmeras ligações de telespectadores, intrigados com a música misteriosa.

 

– Se era uma manobra da EMI para despertar a curiosidade dos programadores de rádio, a técnica parecia funcionar. A EMI informa a Harris e Appleton que têm nas mãos o single de seus novos talentos e, a partir desse momento, iniciam a campanha de promoção do primeiro álbum do Queen.

 

Clip da BBC:

 

Vídeo oficial de Keep Yourself Alive:

 

Fonte: “Queen – La Historia Detrás de Sus 188 Canciones”, de Benoît Clerc – Tradução: Helenita Dos Santos Melo

Queen The Greatest: uma celebração de 50 dos melhores momentos da história do Queen até agora. Uma série de 50 semanas no YouTube celebrando momentos-chave na história do Queen nos lembrando por que o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

Queen The Greatest Episódio 48. Queen no Cinema – Tomada 3: Bohemian Rhapsody

Em 2018, a tão esperada cinebiografia, Bohemian Rhapsody, chegou às telas de cinema e assumiu as bilheterias de surpresa. Não só estabeleceu novos recordes e desfrutou de um incrível sucesso em cerimônias de premiação, como também introduziu uma nova onda de fãs à música atemporal do Queen.

Esta é uma banda que foi revolucionária e continua sendo. É sobre ser o seu eu mais autêntico, e rainha é o epítome da inclusividade, e eu acho que é isso que o mundo realmente precisa agora. Rami Malek.

Anunciado pela primeira vez em setembro de 2010 como um filme focado nos anos formativos da banda que antecederam a aparição do Queen no histórico show do Live Aid, em 1985, quando a banda famosamente tomou o evento de tempestade, o público teria que esperar até outubro de 2018 para ver a história do Queen transferida para a tela do cinema. A esmagadora resposta mundial confirmaria que a espera tinha realmente valeu a pena.

O Queen The Greatest desta semana oferece uma terceira parte de Queen Nos Cinemas – e desta vez é o blockbuster Bohemian Rhapsody.

Em 2018, o filme Bohemian Rhapsody foi lançado com muita expectativa, e literalmente pegou as bilheterias mundiais de tempestade, estabelecendo um novo recorde para o filme biográfico de maior bilheteria de todos os tempos.

Mas a jornada até aqui não tinha sido fácil, com a ideia de levar quase uma década para ser realizada…

Brian May:

Estávamos um pouco relutantes no início porque, você sabe, é difícil fazer um filme que faria justiça a Freddie. E o que aconteceu ao longo dos anos, porque foi sugerido muito para nós, o que aconteceu foi que percebemos que se não nos envolvesse, então alguém faria isso, e então você não seria capaz de proteger o tipo de legado de Freddie.

Roger Taylor:

Eu acho que muitas pessoas, eles pensam sobre Freddie, e a mídia tendem a pensar, ‘Oh, flamboyant’, o que quer, sabe? E eles se lembram dele para outras coisas, e eles tendem a esquecer que ele era um músico brilhante. Acho que o filme presta boa atenção ao fato de que Freddie era um músico real, muito grande.

Brian May:

Todos sentimos que queríamos retratar a humanidade de Freddie, retratá-lo como um ser humano, como Roger diz, como um músico. E tinha que ser verdadeiro, e tinha que ser não muito indulgente, e tinha que ser vigilante, e, eu acho que Freddie diria, número um, tinha que ser divertido. E eu acho que você tem que rir, você tem que chorar, e eu acredito que as pessoas vão fazer neste filme.

Brian May:

A atuação de Rami (Malek) no papel de Freddie absolutamente nos surpreendeu, a primeira vez que o conhecemos. Nós meio que vimos Freddie nele e pudemos sentir sua paixão, e tudo foi colocado em torno disso, eu acho.

Rami Malek:

No começo eu pensei que seria tão assustador ser aquele artista extremamente libertado e audacioso que ele estava no palco que transcendia tudo sobre música. E então eu pensei, ‘OK, há um ser humano lá que eu poderia me conectar’. Agora, eu só queria descobrir como aquele ser humano com todas essas excentricidades e pensamentos confusos poderia ser tão ousado e ousado no palco.

Brian May:

Nós não conseguimos vê-lo em pleno ‘shtick’ até o primeiro momento quando as câmeras rolaram no Live Aid. Nós dois descemos para vê-lo, e foi, eu não sei qual é a palavra, ele só enviou arrepios na sua coluna porque as imagens eram tão perfeitas do local e tudo sobre ele, incluindo os bastidores.

E então esses caras vêm e eles são nós. E eles mergulharam no fundo do poço. Isso foi como o melhor desempenho que eles tiveram que fazer logo no início, o que é difícil, mas eles tiveram se saíram bem.

 

Roger Taylor:

Eles se aproximaram muito de nós, quero dizer, visualmente e como atores, e o que tornou particularmente estranho assistir por nós. Depois de algumas visualizações você começa a acreditar completamente ‘ah, que era nós… Oh não, não é. São outras pessoas. Mas, fenomenal.

 

Além de estabelecer novos recordes de bilheteria para um filme biográfico, Bohemian Rhapsody ganhou quatro Oscars, incluindo melhor ator para Rami Malek, que também recebeu o Globo de Ouro, Screen Actors Guild e BAFTA awards por sua interpretação de Freddie.

Mais importante, porém, introduziu uma nova onda de fãs ao Queen, que estavam descobrindo a música pela primeira vez. A trilha sonora oficial do filme alcançou o top 10 em 25 países durante 2018/2019, tornando-se um dos álbuns mais vendidos do Queen em quase 40 anos e seu segundo maior álbum de todos os tempos nos EUA.

Rami Malek:

Eu quero que todos sejam expostos ao Queen. A música é tão poderosa. As letras são tão poderosas. Eles são universais. E eu acho que, você sabe, eu não sei se o Queen alguma vez quis ser social ou politicamente consciente em sua música, mas não posso ajudá-lo. Quero dizer, esta é uma banda que foi revolucionária e continua sendo. É sobre ser o seu eu mais autêntico, eo Queen é o epítome da inclusividade, e eu acho que é isso que o mundo realmente precisa agora.

 

Próxima semana: Uma Década de Queen + Adam Lambert – Parte 1

 

Fonte: www.queenonline.com

 

O guitarrista do Queen Brian May quebrou o silêncio sobre a crise Rússia-Ucrânia e mostrou seu apoio à Ucrânia, lembrando suas grandes memórias em torno da Praça da Liberdade em Kharkiv em 2008.

Brian May é conhecido por ser o guitarrista de sua banda de rock co-fundada, Queen. Ao longo de sua carreira com a banda, Brian May lançou 15 álbuns de estúdio, 10 álbuns ao vivo, 2 EPs, 16 álbuns de compilação, e muito mais coisas. Após a trágica morte do lendário cantor Freddie Mercury, a banda de Brian May, Queen, está acompanhada por vários músicos, e eles estão arrasando com Adam Lambert desde 2011.

Fora de sua carreira no Queen, Brian May, que já contribuiu com inúmeros artistas, lançou dois álbuns de estúdio solo durante sua carreira solo. Estreou em 1992 com Back To The Light, o segundo álbum solo de May foi Another World de 1998. Seu terceiro álbum foi um álbum de trilha sonora intitulado Furia. Devido ao seu enorme sucesso com a banda, Brian May foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame como membro do Queen.

Com o sorriso que ele colocou no rosto e sua visão positiva sobre os incidentes, Brian May é um dos artistas que é amado pela maioria dos fãs de rock e metal. Fora de sua vida musical, Brian May tem tentado ser útil à vida na Terra e preservar os valores que ele acredita em si mesmo. Ele atualiza seus canais de mídia social para revelar os lados positivos dos incidentes negativos.

Recentemente, Brian May enviou um post nas redes sociais sobre a crise Rússia-Ucrânia, relembrando seu show em Kharkiv, na Ucrânia. Amaldiçoando a guerra, May admitiu que aqueles tempos eram ótimos. Ele também expressou seu ataque devastador à liberdade da Ucrânia. De acordo com Brian, é de partir o coração que o mundo possa assistir e deixar isso acontecer.

 

Tantas grandes lembranças de grandes tempos na Ucrânia.  Esta foto é da nossa noite de show inesquecível na Praça da Liberdade, Kharkiv em 2008, escreve Brian na legenda.

 

Parece inacreditável que a vida pacífica da Ucrânia possa ser tão sem sentido despedaçada no século 21. E parece insuportável que o mundo possa assistir e deixar isso acontecer. Estamos todos rezando pela paz por vocês, queridos amigos. Bri.

 

Fonte: https://www.metalcastle.net/

Álbum: The Works

Data de lançamento: 27 de fevereiro de 1984

Melhor posição nas paradas: 2° lugar na parada britânica; 23° lugar nos Estados Unidos

 

Ficha técnica

Freddie Mercury: vocais, vocais de apoio, piano

Brian May: guitarra

John Deacon: baixo, violão

Roger Taylor: bateria

Produtores: Queen, Reinhold Mack

Engenheiro de som: Reinhold Mack

Engenheiro de som assistente: David Richards

Estúdio de gravação: Musicland Studios, Munique

O álbum The Works foi precedido pelo tão comentado, amado e odiado Hot Space que não teve o sucesso esperado.

Por isso, após mais uma turnê cansativa, a banda resolveu dar um tempo e trabalhar em projetos fora do Queen. Brian, Freddie e Roger estavam trabalhando em álbuns solo.

Brian trabalhava no que viria a ser o Star Fleet Project; Roger, seu segundo álbum solo, Strange Frontier, e Freddie trabalhava no seu primeiro álbum solo, Mr. Bad Guy.

John também fez alguns trabalhos leves, mas foi o que menos teve contato com música nesse período.

Por conta disso, começaram os rumores de que a banda iria se separar.

A banda foi sondada para fazer a trilha sonora do filme Um Hotel Muito Louco, mas como também estava gravando o novo álbum, não pode levar o projeto adiante.

A música Keep Passing the Open Windows foi escrita e gravada para o filme, antes deles desistirem do projeto.

Ao invés de seguir o tipo de som do álbum anterior, Hot Space, que não foi muito bem recebido, eles voltaram a usar o tipo de som que funcionava melhor.

E o que foi visto no álbum foi um retorno à época ilustre da banda, com mistura de canções pop, rock pesado e baladas.

Tear It Up lembra muito a batida de We Will Rock You; Man On The Prowl foi escrita para se parecer com Crazy Little Thing Called Love.

Infelizmente, as canções de rock (as já mencionadas Tear It Up e Hammer To Fall, ambas as faixas, aliás, escritas por Brian) ficaram em segundo plano em relação a materiais mais pop como Radio Ga Gaga de Roger, e I Want To Break Free de John, ambos com envolvimento extensivo de Freddie em arranjos.

Sintetizadores e baterias eletrônicas foram finalmente integrados com sucesso na música do Queen.

Os fãs puristas torceram um pouco o nariz para isso, mas deve-se lembrar que na época (1984), os sintetizadores e as baterias eletrônicas eram a última tendência.

 

O álbum alcançou o segundo lugar na parada britânica. Todos os singles do álbum alcançaram os Top 20 na Grã-Bretanha:

Radio Gaga alcançou 2ª posição;

– I Want To Break Free, 3ª posição;

– It’s A Hard Life, 6ª posição;

– Hammer To Fall, 13ª posição.

Contudo, nos Estados Unidos, o desempenho não foi bom.

Um dos fatores foi que eles tinham acabado de mudar para a gravadora Capitol e a gravadora se meteu em um escândalo envolvendo artistas independentes, e em represália, houve meio que um boicote aos artistas da gravadora por parte das redes de rádio.

Por outro lado, o empresário pessoal de Freddie, Paul Prenter, ajudou a prejudicar a reputação da banda ao ser desagradável com os meios de comunicação que queriam falar com eles.

O álbum foi remasterizado e relançado em 1991 pela Hollywood Records , com três faixas bônus: o B-side I Go Crazy, e remixes estendidos de Radio Ga Ga e I Want To Break Free. Remixes estendidos de It’s A Hard Life, Man On The Prowl, Keep Passing The Open Windows e Hammer To Fall também foram criados, enquanto um remix instrumental de Machines (ou ‘Back To Humans’) também foi criado para o mercado americano. Essas faixas apareceram na coleção The 12”, em 1991.

 

Músicas do álbum

1. Radio Gaga

 

 2. Tear It Up

 

3. It’s A Hard life

 

4. Man On The Prowl

 

5. Machines (Or Back to Humans)

 

6. I Want To Break Free

 

7. Keep Passing The Open Windows

 

8. Hammer To Fall

 

9. Is ThisThe World We Created…?

 

Fontes:

– Queen All the Songs: The Story Behind Every Track. Benoît Clerc.  (Edição em inglês).

– www.queenpedia.com

– www.queenvault.com

 

 

Hyde Park – 18 de Setembro de 1976

 

®️ “Bem-vindos ao nosso piquenique junto à Serpentine.” – Freddie Mercury – 1976

 

▪️Após o sucesso de A Night At The Opera, o Queen queria retribuir aos fãs britânicos sua lealdade e apoio ao longo dos últimos anos, realizando esse show gratuito.

▪️Estima-se que entre 150 – 200 mil pessoas compareceram ao Hyde Park, o que ainda hoje é um recorde para o local. Este show cimentou o Queen no topo das Bandas de Rock.

▪️Freddie irrompeu no palco através de um alçapão no chão, vestindo uma malha branca especialmente feita, mais tarde trocada por uma malha preta com uma virilha cravejada de pedras.

▪️Depois de 39, Freddie audaciosamente executa – You Take My Breath Away – sozinho ao piano, até mesmo acertando muitas das notas de falsete que ele cortaria nas versões de 1977.

▪️O show havia passado meia hora após o término programado (um toque de recolher estritamente imposto pelas autoridades). A polícia ameaçou prender a Banda se eles voltassem ao palco, e Freddie foi citado mais tarde dizendo que preferia não ficar preso em uma cela com um collant de malha.

 

▪️O setĺist para o Hyde Park foi –

– Bohemian Rhapsody (parte do Rock)

– Ogre Battle

– Sweet Lady

– White Queen (As It Began)

– Flick of the Wrist

– You’re My Best Friend

– Bohemian Rhapsody (seção de balada)

– Killer Queen

– The March of the Black Queen

– Bohemian Rhapsody (final)

– Bring Back That Leroy Brown

– Brighton Rock

– Guitar Solo com Brian

– Son and Daughter

– 39

– You Take My Breath Away

– The Prophet’s Song

– Stone Cold Crazy

– Keep Yourself Alive

– Liar

– In the Lap of the Gods…Revisited.

 

▪️Danny Clifford, um renomado fotógrafo de Rock and Roll mundialmente conhecido, teve a sorte de entrevistar Freddie minutos antes dele aparecer no palco.

 

Eu estava vagando pelos bastidores … e lá estava ele, em um macacão branco, recebendo um microfone. Faltando minutos para o início do show, perguntei de brincadeira –

 

– Quem é você ?

– Ele respondeu alegremente, parecendo apreciar a minha pergunta – “Freddie …… ”

– Eu perguntei à ele se eu poderia tirar algumas fotos …..

– “Claro que você pode, querido menino !” – foi sua resposta.

 

➡️ Com um corpulento assistente de palco à minha esquerda dando-lhe instruções de última hora, Freddie fez algumas poses para mim, parecendo o Conde Drácula.

((surpreendentemente relaxado, pensei, considerando que ele deveria subir ao palco à qualquer minuto.))

 

➡️ Em algum lugar legal ? “. Eu perguntei à ele …… Freddie apenas sorriu e apontou para o buraco acima de sua cabeça.

➡️ Com isso, o som da guitarra de Brian May tocou e a plataforma em que Freddie estava começou a levitar, subindo direto para o palco para o início do show. Voltei para a frente da multidão em alta velocidade para capturar Freddie, agora vestido com uma malha branca, em todo o seu esplendor e glória carismática. ”

        

➡️ Curiosidades –

▪️Kiki Dee também se apresentou neste dia . Sua expectativa era de que Elton John pudesse comparecer para que pudessem juntos cantar Don’t Go Breaking My Heart.

Como ele ficou impossibilitado de ir, ela cantou com uma réplica de papelão de Elton em tamanho natural.

▪️O grupo Supercharge também se apresentou e, com muita irreverência, são filmados e fotografados no palco com uma boneca tipo inflável.

 

 

Fontes: www.dannyclifford.com

queenlive.ca

 

– You Take My Breath Away remasterizado.

 

Todo o concerto