O álbum Queen Greatest Hits terminou o ano de 2021 como o quinto álbum mais vendido no Reino Unido.

Este álbum é 23x platina e alcançou a invejável marca de mais de 6,9 milhões de cópias vendidas e vendas globais de 25 milhões de cópias.

O álbum foi lançado há 40 anos e já é detentor da coroa como o álbum mais vendido do Reino Unido de todos os tempos.

Lançada pela primeira vez em 1981, a coleção de hits clássicos do Queen tem aparecido regularmente nas paradas de álbuns do Reino Unido nos anos seguintes, acumulando um total de mais de 978 semanas na parada e passando a maior parte de 2021 no Top 10.

Agora, no final do ano, que marcou o histórico 50º marco da banda, e também o 40º aniversário do álbum, Greatest Hits termina 2021 como o quinto álbum mais vendido do ano na parada de roundup da Official Charts Company 2021.

Inacreditável

disse o baterista Roger Taylor.

Não é o único destaque do álbum para 2021: seu lançamento em julho  como uma edição especial de colecionador Greatest Hits em CD e cassetes coloridos viu o álbum se recuperar para as fileiras superiores da parada semanal de álbuns atingindo o número 2.

De acordo com a Official Charts Company, que o coroou como o álbum mais popular da Grã-Bretanha nos últimos 60 anos, uma em cada quatro famílias britânicas já possui uma cópia do álbum.

Abrangendo o primeiro ato triunfante do Queen, de 1974 a 1980, ‘Greatest Hits’ inclui alguns dos clássicos do rock mais gravados do mundo, incluindo o “Bohemian Rhapsody” e o “We Are The Champions”, que foi nomeado a canção mais cativante de todos os tempos por uma equipe de cientistas em 2011.

 

Top oficial dos álbuns de 2021 (fonte: Official Charts Company)

1. Adele – 30

2. Ed Sheeran – =

3. ABBA – Voyage

4. Olivia Rodrigo – Sour

5. QUEEN – GREATEST HITS

6. Dua Lipa – Future Nostalgia

7. Ed Sheeran – Divide

8. Elton John – Diamonds

9. Fleetwood Mac – 50 Years: Don’t Stop

10. Dave – We’re All Alone In This Together

 

10° Álbum “HOT SPACE” – (1982)

Staying Power

– O arranjo de sopros foi adicionado por Arif Mardin (que também produziu Chaka Khan e adicionou sessões de sopros para o Bee Gees e Aretha Franklin).

– Essa música era tocada no “Hot Space Tour”, embora muito mais rápida e pesada, com baterias reais no lugar da eletrônica e com guitarras e teclados no lugar dos sopros (esse arranjo não possuía baixo, uma vez que John Deacon tocou uma guitarra junto com Brian May. O som do baixo foi feito por Freddie em um teclado Roland Jupiter .

– Ela também foi tocada na turnê de “The Works”, apesar de ser com menos frequência do que na turnê de “Hot Space”.

– No Japão, a canção foi lançada em julho de 1982, e nos Estados Unidos, em novembro do mesmo ano.

– Em ambos os países, a canção falhou nas paradas. A contribuição de Mardin foi gravada no Record Plant Studio, na cidade de Nova York.

 

Dancer

– O baixo dessa música foi tocado num sintetizador (Oberheim OB-Xa) por Brian May.

– A canção em si – uma mistura de rock e disco – é uma espécie de sucessor para Dragon Attack (do álbum The Game), em que há a fusão de elementos pesados com os dançantes, como fazia o Led Zeppelin.

– A mensagem de telefone no fim da canção é em alemão (“Guten Morgen, sie wünschten, geweckt zu werden.”) e foi gravada em um hotel em Munique.

– Ao pé da letra, essa mensagem pode ser traduzida como “Bom dia, essa é uma ligação para você acordar”.

– A letra da canção é notável por ser a única do Hot Space que faz referência ao nome do álbum: “Hot space let’s go!”.

 

Back Chat

– A música, escrita por John Deacon, está entre as faixas do álbum mais influenciadas pela “black music”.

– Deacon, que era o único membro do grupo a ter uma formação “soul” ao invés de “rock”, decidiu não incluir nenhum elemento de música “rock” nesta canção.

– Isto causou uma discussão acalorada dentro do grupo, particularmente com Brian May, que foi então resolvida inserindo, no entanto, um solo de guitarra.

– Brian usa uma Fender Telecaster no vídeo em vez da sua Red Special.

– Além de tocar o baixo, John toca guitarra rítmica, piano elétrico e sintetizador nessa canção.

 

Body Language

– O título completo da música, conforme impresso na capa do single e na lista de faixas na capa traseira do álbum é “Body Language ↑ ⬱”.

– O significado e a pronúncia das setas nunca foram explicados pelos membros da banda.

– A música, escrita por Freddie Mercury, mostrou aos fãs do grupo e críticos a mudança de direção dos sons do Queen, do hard rock ao dance pop eletrônico.

– “Body Language” quase não contém sons de guitarra elétrica; se não alguns acordes e um riff curto de duas notas no final.

– Essa música é abertamente sobre sexo, com muitos gemidos de Freddie Mercury e um vídeo que era tão atrevido que a MTV não quis reproduzi-lo.

 

Action This Day

– É uma das duas canções de Roger nesse álbum e foi claramente influenciada pelo movimento da “new wave” que acontecia nessa época.

– Essa faixa é guiada por uma bateria eletrônica e possui um solo de saxofone sintético, tocado pelo produtor Reinhold Mack em um Oberheim OB-Xa.

– O nome “Action This Day” veio de um slogan que Winston Churchill anexava para documentos urgentes, e recapitula o tema de consciência social que Roger defendeu em muitas de suas canções.

– A banda tocou essa canção na turnê deste álbum com um arranjo mais convencional, trocando a bateria eletrônica e o baixo sintético por um arranjo de rock.

– A canção é feita num dueto entre Roger e Freddie, e o refrão é cantado pelos dois juntos.

 

Put Out the Fire

– É uma canção anti-armas de fogo escrita por Brian May, que possui vocais principais de Freddie e Brian cantando em falsete no final de cada verso.

– Brian gravou essa canção sob o efeito de álcool (depois de muitas tentativas frustradas).

-A primeira estrofe teoricamente fala do assassinato de John Lennon, em versos como:

They called him a hero (‘eles o chamaram de herói’), falando de Lennon;

In the land of the free (‘na terra da liberdade’), se referindo à América;

But he wouldn’t shake my hand boy (‘mas ele não quis apertar minha mão, menino’), incerto, mas Lennon assinou uma gravação de Mark Chapman;

He disappointed me (‘ele me desapontou’), Chapman estava aparentemente desapontado com a rejeição de Lennon por Deus e/ou por sua última canção;

So I got my hand gun, and I blew him away (‘Então eu peguei minha arma e atirei nele)

– A morte de Lennon era recente e bruta para muitas pessoas e fãs, como os membros do Queen (os Beatles tiveram uma grande influência sobre a banda).

– O fato da canção “Life Is Real (Song For Lennon)” de Freddie vir imediatamente após essa faixa não é coincidência.

 

Life Is Real (Song for Lennon)

John Lennon morreu em 8 de dezembro de 1980. No dia seguinte, Freddie Mercury dedicou “Imagine”, durante um show do Queen, em Londres.

“Life is Real (Song for Lennon)” possui um arranjo esparso baseado no piano e um tom melancólico. Ela também é uma das poucas músicas do Queen cuja letra foi escrita antes da canção (como “Killer Queen”).

O título pode ser uma referência ao trecho “love is real” (amor é real), da canção “Love”, feita por Lennon em 1970, ou à frase “nothing is real” (‘nada é real’), da canção “Strawberry Fields Forever” dos Beatles.

Ela começa com quatro notas de piano que soam como sinos, lembrando os sinos iniciais de “(Just Like) Starting Over” e de “Beautiful Boy”, ambas de Lennon.

As duas primeiras palavras (“Guilt stains”) tem uma diferença entre as duas notas (apesar de serem em uma chave diferente) que é praticamente idêntica às duas primeiras notas da canção “Mother”.

 

Calling All Girls

– Roger Taylor compôs essa música na guitarra e tocou os sons de fundo durante a pausa da canção.

– É a primeira canção de Roger (apesar de possuir os vocais de Freddie) a ser lançada como single (embora apenas em alguns países como Estados Unidos e Austrália, mas não na Inglaterra).

– Ela não conseguiu criar um impacto muito grande nas paradas, ficando em #60 nos EUA e #33 no Canadá, apesar de seu videoclipe ter sido baseado no filme “THX 1138”, de George Lucas.

– Roger Taylor e Brian May expressaram abertamente desdém pelo vídeo em comentários, e Roger afirmou que a mensagem da música não tinha nada a ver com robôs (que fazem uma aparição de destaque).

– “É uma combinação de guitarra acústica e elétrica. Acho que Roger fez as faixas de feedback perto do final do intervalo. Você nunca sabe de onde as coisas vêm. Roger tocava muito violão. Ele está sempre pronto para tocar guitarra.”

(Brian May em uma entrevista para “On The Record”, em 1982)

 

Las Palabras de Amor (The Words of Love)

– A canção foi interpretada pelo compositor e cantor italiano Zucchero Fornaciari durante o Freddie Mercury Tribute Concert, o show em memória de Freddie Mercury realizado em 1992 no Estádio de Wembley, em Londres.

– A letra de Brian May para Las Palabras de Amor foram inspiradas pelo relacionamento próximo do Queen com seus fãs latino-americanos e foram interpretadas como uma alegoria à Guerra das Malvinas.

– Para a performance simulada do videoclipe, Brian é visto tocando um piano de cauda, ​​embora ele tenha tocado apenas sintetizadores na gravação.

– Ele também cantou os vocais principais para a linha harmonizada this night and evermore.

– Durante o “Queen + Paul Rodgers Rock The Cosmos Tour”, por ocasião da promoção de seu novo álbum de estúdio após a morte de Freddie Mercury, a música foi tocada e apresentada na Argentina, Chile e Espanha.

 

Cool Cat

– “Cool Cat” é uma composição de Freddie Mercury e John Deacon.

– Originalmente, a música apresentava David Bowie nos backing vocals e algumas linhas do texto falado. De acordo com Freddie em uma entrevista na TV em 1982, Bowie estava descontente com os resultados e solicitou que seus vocais fossem removidos dias antes do lançamento do álbum principal.

– Com exceção do piano elétrico (tocado por Freddie), todos os instrumentos são tocados por John, incluindo bateria, guitarra e sintetizadores.

– Na versão de estúdio, Freddie canta a música inteiramente em falsete, assim como em “Pain Is So Close to Pleasure”.

– A versão alternativa com os vocais de Bowie ainda intactos está amplamente disponível em várias gravações “bootleg” de um teste de “Hot Space” em vinil de 1982, prensado nos Estados Unidos.

 

Under Pressure

– David Bowie havia agendado um horário no “Mountain Studios” para gravar a faixa “Cat People (Putting Out the Fire)”. Ele chegou ao estúdio depois de ter ido ao pub e encontrou o Queen em plena sessão musical.

— Foi uma noite extremamente longa — afirmou Brian.

— Estávamos tocando músicas de outros artistas só por diversão — contou Roger.

Até que David disse: “Que tolice, por que a gente não compõe uma canção?”

O resultado foi a coprodução “Under Pressure”, inicialmente intitulada “People On The Streets”.

— Aconteceu por acaso, meus queridos, Freddie explicou mais tarde.

– Brian recorda a gravação de outra forma:

— Foi muito difícil, pois éramos quatro garotos precoces, além do David, que já era precoce por todos nós. Houve muita exaltação… Uma batalha feroz entre Freddie e David. Só uma ou outra sugestão minha foi acatada.

– “Reza a lenda” que o guitarrista do Queen também lembrou o momento em que David não gostou do baixo icônico que acompanhava a música e não teve escrúpulos em dizer isso a John Deacon.

Mas John respondeu: “Com licença? Eu sou o baixista, certo? Este é o meu modo!”

O videoclipe da música não tem a presença do Queen e nem mesmo de David Bowie devido aos compromissos em turnês dos artistas.

– Deacon criou o icônico riff de duas notas, embora tenha chegado muito perto de desaparecer! De acordo com Roger Taylor no documentário “Days of our Lives”, John criou o riff, depois a banda foi comer pizza antes de voltar para continuar os ensaios. Ao retornar, John havia esquecido completamente sua idéia! Felizmente, Roger finalmente se lembrou como era a linha do baixo!

– Reinhold Mack, que fez o trabalho de produção do álbum “Hot Space”, contou uma história divertida sobre a gravação vocal de “Under Pressure”, onde cada um dos dois cantores gravava seus vocais improvisados ​​em salas separadas para que eles não pudessem ouvir o que o outro estava fazendo.

Mack disse: “Freddie está fazendo todos os seus vocais e vejo pelo canto do meu olho David enfiando a cabeça e ouvindo. Então Freddie desceu e David subiu, e Freddie ficou bastante impressionado como David estava se contrapondo ao que ele (Freddie) tinha feito antes. Fred disse ‘O que você acha disso?’ e eu disse: ‘Bem… é meio fácil se você ficar escutando atrás da porta!’

E Freddie diz: ‘Que danado!’”

 

Postagens anteriores:

1 -Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 1/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

2 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 2/15 – Queen II – por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

3 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 3/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

4 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 4/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

5 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 5/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

6 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 6/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

7- Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 7/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

8 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 8/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

9 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 9/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

 

Scott Thompson, mais conhecido como Carrot (cenoura) Top, é um comediante americano cujo apelido deriva do seu grande cabelo ruivo. Ele faz comédia situacional (sitcom) e muito humor sobre si mesmo. Desde julho de 2008, tem o seu próprio programa no Hotel Luxor, em Las Vegas, Nevada. Ao longo dos anos, o humorista ruivo tem celebridades que vêm ver seu show, mas para ele, um dos destaques foi com Brian May e Roger Taylor. Mal esperava ele o que aconteceria a seguir.

 

O humorista americano Carrot Top usando a camisa do Queen Live Killers (Foto: GettyImages)

Falando no podcast The Joe Rogan Experience, Carrot Top contou a Rogan como anos atrás ele foi informado depois de um show que uma das lendas do rock estava na plateia.

O comediante de 56 anos, um grande fã da banda, disse à sua equipe que não podia acreditar, compartilhando com Rogan: “O engraçado é que eles me disseram depois, então eu não sabia que ele estava lá fora. Então me disseram,

Roger Taylor quer voltar e dizer oi!

Isso foi inacreditável!

O comediante disse como o baterista do Queen era bom nos bastidores, tirando fotos com sua equipe e ele. Mas quando Carrot Top disse à Roger que estava indo para Londres com sua namorada em breve, Roger disse: “Você deve ficar em casa sim?”

Na época, Carrot pensou que o roqueiro estava dizendo que ele deveria ficar na casa dele, mas com o tempo percebeu que ele não estava e concordou que eles deveriam pelo menos se encontrar para uma bebida.

Então Carrot Top foi para a Inglaterra com sua namorada e eles foram ver Stonehenge, onde ela não estava se sentindo muito bem.

Ele disse ao Rogan:

Minha namorada estava no leito de morte. Eu não sei se ela estava tão doente ou simplesmente não queria olhar para as rochas.

Mesmo assim, o comediante ainda estava desesperado para ver Roger, sabendo que sua casa ficava a apenas cerca de uma hora de distância, em Surrey, mas ela não aceitou, dizendo:

Não vamos para a casa de um dos seus estúpidos amigos. Tenho que voltar a dormir, estou morrendo. 

A estrela de Las Vegas explicou como sua namorada não tinha ideia de quão grande era a banda de rock, mesmo tendo ouvido falar deles, afirmando de volta para ela:

 É o Queen! Nós temos que ir! É Roger Taylor certo?

Descrevendo a casa de campo da lenda do Queen, Carrot Top disse:

Então chegamos lá e não só é um castelo, é [como] Downton Abbey, é muito louco.

Roger Taylor em seu castelo “de Downton Abbey”

Esta é a mesma casa onde Roger tinha a estátua gigante de Freddie do musical We Will Rock You instalada em seu jardim.

Estátua de Freddie Mercury do musical We Will Rock You

De volta à história, e o comediante e sua namorada tomaram chá com o baterista antes de ela olhar para ele de uma maneira que dizia:

Nós realmente temos que ir, eu preciso ir dormir. Estou me sentindo tão mal.

Mas pouco antes de eles estavam prestes a ir embora, Roger de repente perguntou-lhes:

Você quer ver o meu estúdio?

Claro, o comediante sabia que não podia recusar.

Carrot Top descrevendo a casa de Roger disse:

Fomos lá para cima e passamos por todos esses lindos discos de ouro do Queen. Toda a casa tinha apenas registros e registros.

Ao ver um clássico de 1979, ele apontou dizendo:

Oh Live Killers, esse era o meu álbum favorito.

Quando chegaram ao estúdio, havia todos os famosos kits de bateria que você poderia pensar, tudo configurado. Um de cada álbum e, claro, o icônico Live Aid de 1985.

O comediante disse a Rogan:

Estava perdendo meu chão e minha namorada disse: ‘Uau, você realmente gosta de bateria.

Carrot Top disse a Roger:

Ela gosta da sua bateria!.

E disse a Rogan:

Ele está surdo de tocar bateria por todos esses anos, graças a Deus.

Mais tarde naquela noite, a estrela do Queen veio ao seu encontro no bar do hotel em que eles estavam hospedados, pois era o aniversário do comediante.

A estrela de Las Vegas disse:

E o que ele me traz para o bar? Aquele álbum de ouro do Queen Live Killers da parede. O disco tinha até uma inscrição que dizia como foi apresentado para Roger Taylor, mas o baterista insistiu e Carrot admitiu: “Eu peguei, tive que pegar”.

Ele acrescentou que Brian veio ver seu show de comédia no Luxor.

Carrot terminou dizendo que:

estrelas do rock do Queen não podem ser fãs mais agradáveis, doces e amorosos.

 

Fonte: www.express.co.uk

 

Dica de Fernando Lima do Grupo de WhatsApp Queen Net

O icônico guitarrista Brian May, do Queen, é conhecido por ser um ferrenho defensor dos direitos dos animais. Em post recente no seu Instagram oficial Brian May, o músico se revoltou contra o jornalista Charles Moore, do jornal britânico Daily Telegraph, por escrever uma reportagem defendendo a prática da caça à raposa na Inglaterra.

De acordo com Brian May, o esporte tradicional em seu país é ilegal desde 2004, mas grupos de comunidades de caça como o Fox-Hunting estão conseguindo brechas na lei para continuar o que chamou de “banho de sangue”.

“Eles treinam cães e alegam que eles vão caçar para controlar pragas, mas na verdade eles criam raposas bebês apenas para soltar na natureza e caçar no futuro. Eles são mentirosos e brutos. Eles têm amigos influentes, que os ajudam a infringir a lei. Um exemplo é essa matéria recente publicada no Daily Telegraph. Chocante! Ela foi escrita pelo jornalista Charles Moore, um jornal não devia incitar práticas ilegais. Que vergonha!”, diz o texto.

A revolta de Brian May contra a prática ilegal de caça à raposa repercutiu e ganhou adeptos. Nos comentários de seu post, a vocalista Alissa White-Gluz, do Arch Enemy, fez coro e chamou o costume de “repugnante”. “Obrigado por fazer com que as pessoas se atentem para isso”, disse Alissa.

 

Fonte: https://whiplash.net

 

Roger Taylor ❗
O baterista mais musical –

▪️Roger Taylor é um dos bateristas mais musicais e um grande cantor.

▪️O sangue do Rock ‘N’ Roll corre em suas veias.

▪️Roger sempre foi um membro muito ativo e vocal do Queen. Ele escreveu sucessos famosos como Radio Ga Ga e A Kind Of Magic. Além disso, ele foi o primeiro artista à lançar um Álbum solo em 1981 – Fun In Space.

▪️Roger tem uma abordagem ativa e sua ascensão à fama começou na década de 1960. Este foi o momento em que ele se juntou à Brian May, e mais tarde, Freddie Mercuy e John Deacon para formar o Queen.

▪️Roger nasceu em Kings Lynn, Norfolk, em 26 de Julho de 1949. Seu fascínio pela música começou no final dos anos 50, quando ele ainda era jovem. Sua família mudou-se para a Cornualha, onde ele aprendeu à tocar ukulele como seu primeiro instrumento.

▪️Em 1966, Roger já havia se tornado um baterista experiente do Reaction, a Banda mais famosa da Cornualha. Ele também se tornou o vocalista. Em 1967, Roger decidiu estudar Odontologia, mas manteve um olhar atento para a música. Mesmo durante a Faculdade, ele continuou trabalhando com diferentes Bandas para acompanhar a velocidade da indústria e a natureza exigente.

▪️Em 1968, ele formou outro grupo – o Smile com Brian May. A Banda tocou com energia nos anos seguintes. E então, Roger abandonou o desejo de se tornar um dentista, além de mudar seu curso para Biologia, no qual se formou, e se dedicou à sua paixão desde sempre – A Música  ?

▪️Além disso, ele passou muito tempo na cidade observando como outras Bandas se apresentavam. Teve contato com grandes nomes como Led Zeppelin, uma de suas inspirações. Ao longo dos anos, Roger trabalhou em uma ampla gama de projetos que o colocaram em destaque como um dos melhores baterista do mundo.

▪️Aqueles ao seu redor dizem que ele tem uma personalidade encantadora que mantém as pessoas mais próximas. Ele não é apenas um baterista, mas um inovador que sabe como criar grandes idéias.

▪️Vamos então às suas obras musicais dentro do Queen –

▪️Esta lista de canções do Queen escritas por Roger Taylor mostra apenas as canções dos Álbuns de estúdio do Queen e não as dos Álbuns solo.

▪️E também como bônus, por último, as canções em parceria com outros membros do Queen.

▪️Abaixo, em ordem alfabética, e os Álbuns pertencentes –

– A Human Body – The Game
– A Kind Of Magic – A Kind Of Magic
– Action This Day – Hot Space
– Coming Soon – The Game
– Don’t Lose Your Head – A Kind Of Magic
– Drowse – A Day At The Races
– Escape From The Swamp – Flash Gordon
– Fight From The Inside – News Of The World
– Fun It – Jazz
– Heaven For Everyone – Made In Heaven
– Hijack My Heart – The Miracle
( creditada à todos os membros do Queen)
– I’m In Love With My Car – A Night At The Opera
– In The Death Cell (Love Theme Reprise) – Flash Gordon
– In The Space Capsule (The Love Theme) – Flash Gordon
– Modern Times Rock ‘n’ Roll – Queen – More Of That Jazz – Jazz
– Radio Ga Ga – The Works
– Ride The Wild Wind – Innuendo
( creditada à todos os membros do Queen)
– Rock It (Prime Jive) – The Game
– Sheer Heart Attack – News Of The World
– Tenement Funster – Sheer Heart Attack
– The Invisible Man – The Miracle
( creditada à todos os membros do Queen)
– The Loser In The End – Queen II
– These Are The Days Of Our Lives – Innuendo.
( creditada à todos os membros do Queen)

▪️Parcerias com outros membros do Queen –

– Breakthru – The Miracle
Freddie Mercury & Roger Taylor
– Innuendo – Innuendo
Freddie Mercury & Roger Taylor
– Machines (or ‘Back to Humans’) – The Works
Brian May & Roger Taylor
– Marriage Of Dale And Ming (And Flash Approaching) – Flash Gordon
Brian May & Roger Taylor
– Thank God It’s Christmas – The Works
Brian May & Roger Taylor

                   

▪️Aprecie esse solo destaque para sua bateria Ludwig “ Ringer ” Timpani. A energia e a paixão são visíveis. Você pode sentir …
▪️Nota – Postado em 08 de Março de 2021 por Tony Simerman ?

Roger Taylor – Um Artista Versátil ❗

Fontes –
Shanemcdonald.ie
Zerotodrum.com

 

Veja as matérias anteriores:

  1. Composições individuais do Queen – 01/04 – John Deacon – Por Sheila Pauka – Queen Net
  2. Composições individuais do Queen – 02/04 – Brian Harold May – Por Sheila Pauka – Queen Net
  3. Composições individuais do Queen – 03/04 – Freddie Mercury – Por Sheila Pauka – Queen Net

 

Roger Taylor, baterista do Queen, refletiu sobre o “erro” que a banda cometeu ao visitar a África do Sul durante o Apartheid, em 1984.

O regime de segregação racial foi implementado no país em 1948 e ficou em vigência até 1994 durante o governo do Partido Nacional. À época, os direitos da maioria dos habitantes da nação, pessoas pretas, foram cerceados pela minoria branca que estava no poder.

Durante vários anos, bandas e artistas promoveram um grande boicote cultural ao país contra o regime. Menos o Queen, que em seu esforço em manter a política fora de suas músicas, acabou se metendo em uma polêmica bem grande.

A banda tocou em Sun City e virou alvo de críticas pelas Nações Unidas e pela União dos Músicos do Reino Unido. Em uma entrevista recente, Taylor disse que mudou sua perspectiva e, hoje, já pensa que a viagem foi um “erro”.

Ah merda, nós fomos criticados por isso. Rod Stewart, Barry Manilow. Eles não foram, mas nós sim. Fomos lá com as melhores intenções possíveis, na verdade. Não ganhamos dinheiro com isso. Me lembro até de que Brian foi entregar alguns dos prêmios no festival de Soweto. Fomos com as melhores intenções, mas ainda acho que foi um erro.

Por muitos anos depois, a banda defendeu seu direito de tocar no país. Os membros também acreditavam que as apresentações para uma plateia mista poderiam “até ajudar a apressar o fim do Apartheid”.

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

O ícone do Black Sabbath, Tony Iommi, reafirmou recentemente sua vontade de fazer colaborações musicais com Brian May, guitarrista do Queen, que também é um grande amigo seu.

Como seria um projeto entre os dois grandes e influentes guitarristas? Isso é uma grande incógnita, mas Iommi já discutiu essa possibilidade muitas vezes no passado.

Ele e May esboçaram algo assim pela primeira vez quando o guitarrista do Queen visitou Iommi logo após o seu diagnóstico de linfoma em 2012. O guitarrista do Sabbath é conhecido por manter pilhas e pilhas de riffs de guitarra por perto e, depois de tocar alguns deles pra May, uma ideia foi formada

Nós podemos muito bem encontrar alguma maneira de trabalhar juntos neles,” Iommi disse depois ao The Birmingham Mail em 2013.

Mas como o projeto ainda não se concretizou, o cofundador do Black Sabbath foi questionado sobre ele novamente numa parte de uma nova entrevista que foi ao ar no dia 9 de dezembro.

Nós ja estávamos vindo conversando sobre isso há anos, realmente estávamos,” Iommi agora conta ao Classic Rock, “dai a pandemia destruiu tudo. Brian veio na minha casa um pouco antes disso tudo começar.

Ele continua, “Foi um dia incrível; sentamos lá fora no quintal e ficamos tocando riffs. Eu toquei pra ele algumas das coisas que eu tinha e ele disse, ‘Hm, incrível, você tem que fazer alguma coisa com isso ai.’ Dai ficamos conversando sobre isso sem parar. Seria bom, um dia, fazermos isso.

May está “muito ocupado agora fazendo todo tipo de coisas,” Iommi conta, “e é ótimo que ele tenha se mantido ativo. Nunca dá pra dizer o que pode acontecer. Seria bom. Eu estou aberto pra muitas coisas agora, de verdade.

Fonte: www.nikkiax.com

 

9º Álbum FLASH GORDON – (1980)

Flash’s Theme

Flash foi escrita por Brian May e é a música tema do filme de 1980, Flash Gordon.

– Existem duas versões da música. A versão do álbum (intitulada Flash’s Theme) está basicamente nos créditos de abertura do filme, com todos os diálogos retirados da primeira cena.

– A versão do single, por outro lado, contém trechos de diálogos de várias partes do filme, incluindo a memorável exclamação do personagem interpretado por Brian Blessed que diz: Gordon’s alive! (Gordon está vivo!). Esta é a versão incluída na coleção Greatest Hits de 1981.

Flash é cantada em dueto por Freddie Mercury e Brian May, com Roger Taylor nas harmonias agudas. Brian toca todos os instrumentos, exceto a seção rítmica.

– Nesse álbum existem apenas duas canções “tradicionais” com letras cantadas, Flash’s Theme e The Hero, as restantes faixas são canções atmosféricas com grandes trechos de diálogo retirados do filme.

 

In the Space Capsule (The Love Theme)

– Música composta por Roger Taylor.

– O produtor Dino De Laurentiis pediu à banda para compor a trilha sonora do filme no início dos anos 1980.

– Como em seu predecessor The Game, há uma mudança estilística notável em sua música que se desvia do som clássico do rock orientado para a guitarra.

– Como produtor, Reinhold Mack apresentou à banda técnicas de gravações mais novas e sofisticadas, incorporando o sintetizador e influências pesadas da música disco e da cena do funk.

 

Ming’s Theme (In the Court of Ming the Merciless)

– Música composta por Freddie Mercury.

– O ator Max von Sydow, pseudônimo de Carl Adolf von Sydow (Lund, 10 de abril de 1929 – Paris, 8 de março de 2020), era sueco, naturalizado francês.

Foi ele a interpretar o terrível Imperador Ming no filme, tema dessa música.

– O álbum recebeu uma recepção menos favorável do que a média.

– Na América, depois de muitos anos (e do grande sucesso de The Game), foi seu primeiro insucesso.

– No entanto, o single Flash foi um sucesso e alcançou a posição 10 na parada do Reino Unido.

 

The Ring (Hypnotic Seduction of Dale)

– Música composta por Freddie Mercury. A personagem Dale (tema dessa música) foi interpretada pela atriz Melody Anderson.

– Foi um dos primeiros grandes filmes a ter trilha sonora composta por uma famosa banda de rock.

– O próprio produtor Dino De Laurentiis disse que não conhecia o Queen e que a banda havia sido recomendada a ele.

-Roger Taylor, por ser fã de quadrinhos e grande fã de ficção científica, ficou imediatamente entusiasmado com o projeto, muito menos os outros membros da banda.

– A banda viu apenas 20 minutos de filmagem, com base nos quais eles tiveram que escrever a música que acompanha as imagens.

 

Football Fight

– Música composta por Freddie Mercury.

– O Queen teve muito pouco tempo para compor e gravar a trilha sonora já que na mesma época gravaram e lançaram o álbum de sucesso The Game no mesmo ano e partiram para o The Game Tour, portanto as gravações tiveram que ser feitas em apenas seis semanas.

– As partes da banda foram gravadas nos estúdios Townhouse, Advision, The Music Centre e Utopia. As partes orquestrais no Anvil Studio sob a direção de Howard Blake.

– A primeira vez na história do Queen que o álbum foi co-produzido por Brian May.

– O outro produtor (a pedido explícito do guitarrista) foi Reinhold Mack, que se revelou um colaborador válido durante a gravação de The Game.

 

In the Death Cell (Love Theme Reprise)

– Música composta por Roger Taylor.

– Surpreendentemente, a banda queria que o material fosse lançado como álbum oficial do Queen, e não apenas como trilha sonora.

– O álbum consiste inteiramente de faixas instrumentais, exceto The Hero e Flash’s Theme.

– Essa última música foi a única do álbum, com o título simples de Flash em uma versão diferente da que aparece no álbum, com alguns diálogos extraídos de várias partes do filme.

Football Fight foi incluída como o lado B do single.

 

Execution of Flash

– Música composta por John Deacon.

– O álbum foi acima de tudo uma tentativa mais avançada, do que o anterior The Game, no campo da música eletrônica.

– A banda escreveu peças instrumentais reais (não peças de fundo), e a maioria das composições não tinha texto, com influências orquestrais e, em sua maioria, incluía sintetizadores.

– Brian May disse que no início dos anos 70, os membros da banda estavam muito nervosos sobre o uso do sintetizador, mas durante as gravações de Flash Gordon eles se sentiram mais confortáveis ​​com o som sintético dele e puderam tirar proveito dos recursos.

– Isso se deveu em parte às inovações introduzidas pelo produtor Reinhold Mack, mas também à influência de Roger Taylor, que já havia experimentado sintetizadores e samplers em seus projetos solo.

 

 

The Kiss (Aura Resurrects Flash)

– Música composta por Freddie Mercury.

– O álbum foi lançado seis meses após o grande sucesso de The Game, apenas duas semanas antes do Natal de 1980.

– Comparado aos álbuns do Queen em geral, não teve muito sucesso comercial, mas não foi uma grande queda em termos de forma e estilo.

– A obra alcançou sucessos importantes na Grã-Bretanha, onde passou quinze semanas na classificação e alcançou a 10ª colocação.

– Nos Estados Unidos, Flash Gordon foi o primeiro verdadeiro insucesso após os sucessos dos anos 70, chegando apenas à posição 23 da “Billboard Top 200”.

 

Arboria (Planet of the Tree Men)

– Música composta por John Deacon.

– Os críticos ficaram perplexos e desnorteados na época do lançamento do álbum. A maioria deles reclamou que, embora na verdade seja uma trilha sonora, o álbum ainda foi lançado como um álbum completo do Queen.

-O crítico do Record Mirror escreveu: “Um álbum de tamanho verdadeiramente épico ganhando cinco estrelas de mérito igualmente épicas”.

– Sounds escreveu: “Como trilha sonora, Flash Gordon é verdadeiramente extraordinário”.

– O crítico de Entertainment Weekly referindo-se geralmente às reações negativas despertadas pelo álbum, escreveu: “Se o fato de gostar deste álbum me torna um pecador, então não quero mais ser inocente”.

 

Escape from the Swamp

– Música composta por Roger Taylor.

– Curiosamente, o álbum foi lançado no mesmo dia do assassinato de John Lennon.

– Foi relançado mundialmente em 27 de junho de 2011.

– Nos Estados Unidos e Canadá foi lançado em 27 de setembro de 2011) como parte do 40º aniversário da banda.

– A reedição adiciona um EP de faixas relacionadas.

 

Flash to the Rescue

– Formação do álbum:

Freddie Mercury: vocais principais e de apoio, sintetizadores

– Brian May: guitarra principal, backing vocals, sintetizadores, piano, órgão, co-vocais principais em “Flash’s Theme” (“Flash to the Rescue” também é de Brian)

– Roger Taylor: bateria, tímpanos, backing vocals, sintetizadores

– John Deacon: baixo, guitarra, sintetizadores

– Howard Blake: arranjos orquestrais adicionais

 

Vultan’s Theme (Attack of the Hawk Men)

– Música composta por Freddie Mercury.

– Essa música em si é menos conhecida no repertório do Queen, nunca lançada como single e nunca tocada ao vivo.

– No entanto, a popularidade do filme fez com que fosse “emprestada” por alguns compositores de música para o videogame “Apache Strike Theme”.

– Nenhum dos jogos que usam a música jamais deu os créditos ao Queen, mas a música é muito reconhecível.

– Devido às restrições de hardware da época, nenhum jogo realmente usava uma gravação das músicas, todos eles usavam um rearranjo com as mesmas notas.

 

Battle Theme

– Música composta por Brian May.

– Brian May assinou boa parte das músicas, incluindo o título homônimo e genérico, Flash.

– Esse álbum é um conjunto de atmosferas cósmicas das quais emergem principalmente sintetizadores, percussões e guitarras em menor grau.

– Os países produtores do filme foram Reino Unido, Estados Unidos e Itália.

 

The Wedding March

– Música composta por Richard Wagner, com arranjos de Brian May. Abaixo, partes de uma entrevista de Brian para a BBC Radio One, em 1983:

– “Então, é um tipo diferente de abordagem, mas eu gosto de fazer essas coisas.”

– “É uma espécie de indulgência, na verdade, mas, ao mesmo tempo, achei que seria engraçado que a ‘Marcha das Bodas’ fosse assim.”

– “Porque, toda a nossa gente, que conhece a nossa música, reconheceria isso imediatamente como um dos nossos tratamentos.”

– “Qualquer outra pessoa no cinema pensaria nisso como uma estranha ‘Marcha Nupcial’. Era para ser uma piada musical de qualquer maneira, no filme, então estava apenas aumentando a piada, na verdade!”

 

Marriage of Dale and Ming (And Flash Approaching)

– Música composta por Brian May.

– Roger Taylor também é um dos compositores dessa música.

– Alguns momentos agradáveis ​​[não neutros] se destacam como o tema de amor composto por Roger Taylor (“In the Space Capsule” e “In the Death Cell”).

– Destaque também para o enérgico título de “Football Fight” de Freddie Mercury.

– Início da trama do filme: “O traiçoeiro imperador galático Ming, O Terrível, localiza o planeta Terra e decide aniquilá-lo para combater o tédio. Usando sua tecnologia alienígena, Ming desencadeia vários desastres naturais e sitia a superfície do planeta, atacando-o com meteoritos. Um desses meteoros colide com um avião particular no qual viajam Flash Gordon, jogador do New York Jets, e a jornalista Dale Arden.”

 

Crash Dive on Mingo City

– Música composta por Brian May.

– O filme “Flash Gordon” dura 111 minutos e é catalogado como filme de aventura e ficção científica.

– Duas grandes atrizes italianas atuaram no filme: Ornela Mutti (Princesa Aura) e Mariangela Melato (Kala).

Flash Gordon (filme) foi dirigido por Mike Hodges, inspirado no personagem homônimo dos quadrinhos de ficção científica criados em 1934 por Alex Raymond e já protagonista de três séries de filmes entre 1936 e 1940.

 

Flash’s Theme Reprise (Victory Celebrations)

– Música composta por Brian May.

– A capa desse álbum é amarela brilhante (referência à história em quadrinhos).

– Inclui o título estilizado do filme que cerca o planeta de Ming capturado pelo raio de Flash Gordon.

– Em subtítulo vermelho, na parte inferior da capa, está indicado: “Original Soundtrack Music by Queen”.

 

The Hero

– Música composta por Brian May.

– Texto da composição:

“So you feel that you ain’t nobody

Always needed to be somebody

Put your feet on the ground

Put your hand on your heart

Lift your head to the stars

And the world’s for your taking

So you feel it’s the end of the story

Find it all pretty satisfactory

Well I tell you my friend

This might seem like the end

But the continuation

Is yours for the making

Yes you’re a hero”

– O filme foi colossal, com um custo de produção estimado em 35 milhões de dólares. O final aberto parece dar origem a uma sequência que nunca foi realizada.

– Após o seu lançamento, o filme foi apreciado apenas por alguns críticos. No papel do vilão Ming, Max von Sydow recebeu elogios, enquanto o protagonista Sam Jones não foi apreciado, recebendo, inclusive, uma indicação nada lisonjeira ao “Razzie Awards” de Pior Ator Principal. Depois disso Sam Jones não interpretou papéis importantes.

– Ao longo dos anos, o filme foi reavaliado e lembrado como um cult do cinema de ficção científica.

 

 

Postagens anteriores:

1 -Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 1/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

2 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 2/15 – Queen II – por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

3 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 3/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

4 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 4/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

5 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 5/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

6 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 6/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

7- Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 7/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

8 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 8/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

LIVE AID – O Evento De Um Bilhão de Visualizações – 28 de Dezembro

https://youtu.be/inlVzD_gij4

Para celebrar mais de um bilhão de visualizações nos canais oficiais LIVE AID e LIVE 8 no YouTube, Band Aid e YouTube estão organizando uma noite de novas entrevistas, imagens raras e documentários sobre o lendário evento musical de 1985.

Sintonize no dia 28 de dezembro às 14 horas no horário de Brasília no canal oficial do YouTube: https://youtu.be/inlVzD_gij4

Toda visão gera dinheiro para o Band Aid Trust.

Data: 28/12/2021 – Terça feira – Hora: 14 horas de Brasília.

 

Fonte: www.queenonline.com

Olá pessoal!

Estamos disponibilizando os links para download dos calendários Queen Net de 2022.

Esperamos que gostem!

*Para fazer o download, acesse o link desejado e quando a página abrir, clique na setinha do lado direito da tela e salve o arquivo em seu computador/celular/tablet.*

 

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Thank God It’s Christmas

Data de lançamento: 26 de novembro de 1984

Melhor posição nas paradas: 21° lugar na parada britânica e não chegou nas paradas americanas

Lado A: Thank God It’s Christmas

Lado B: Keep Passing The Open Windows / Man on the prowl

Autores: Brian May e Roger Taylor

 

Em meados de 1984, Brian e Roger resolveram escrever uma canção de Natal e cada um propôs uma música, como Brian  mesmo explicou:

“Roger e eu tivemos a ideia de uma canção de Natal em julho de 1984. Cada um de nós apareceu com uma fita demo e nos decidimos que a de Roger era a melhor”

A música de Roger  tinha uma melodia mais apropriada para o Natal.

Apesar disso, a música não foi bem recebida e acabou completamente esquecida pelo sucesso Do They Know It’s Christmas do Band Aid (músicos liderados por Bob Geldolf para arrecadar fundos para a Etiópia). A banda não participou do projeto por ter tocado em Sun City, na África do Sul, em pleno apartheid.

 

A canção foi gravada em julho de 1984, em Londres, antes da turnê Works, com vocais de Freddie em overdub.

 

Foi lançada em CD em 1999 na compilação Greatest Hits III.

 

Apareceu também como o lado b de A Winter’s Tale em 1995.

 

E no single do CD Under Pressure em 1999 (Rax Mix).

 

Há uma versão da música também no Cd promocional lançado pela Hollywood Records em 1992.

 

 

Sobre ter gravado a música no verão, Brian explicou:

“Bem, a parte engraçada é que você tem que gravar músicas de Natal no verão (meio do ano), porque se você começar a fazer a música no Natal, claro que o Natal já terá acabado antes que você termine a música.

 

Produção

A bateria eletrônica  LinnDrum de Taylor lidera o ritmo com a voz perfeita de Mercury se encaixando perfeitamente.  As camadas de sintetizadores são muito mais fortes que as guitarras, conferindo a faixa um aspecto frio, mas que é compensado por uma adaptação ao período natalino, incluindo os sinos característicos de Natal.

 

 

A música de Brian, I Dream of Christmas, fez parte do álbum de Anita Dobson (que viria a ser esposa de Brian) chamado Talking of Love, lançado em 1988.

 

Fontes:

Queen: Complete Works: (edição revisada e atualizada) por Georg Purvis

Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

www.queenvault.com

www.queenpedia.com

www.discogs.com

 

B-Sides – See What A Fool I´ve Been – Queen Net

B-Sides – Hijack My Heart – Queen Net

 

Freddie Mercury

▪️Um breve prelúdio para descrever como era Freddie Mercury compondo –

▪️Abaixo, Peter Hince descreve Freddie buscando inspiração ….. quase um transe ….. uma espécie de magia …..

➡️ ” Em Munique, muitas vezes testemunhei a forma mágica de Freddie invocar a criatividade.

Quando procurava uma palavra, uma frase, um acorde, uma idéia, uma memória ou qualquer coisa que pudesse contribuir para seu trabalho, ele abaixava a cabeça e colocava as mãos ao lado da cabeça, os dedos ligeiramente afastados.

Em seguida, ele balançava as mãos e os dedos ligeiramente – como se estivessem vibrando.

Se sentasse, ele colocaria os cotovelos sobre a mesa e focaria os olhos para baixo, o tempo todo com as mãos espalmadas tremendo e vibrando como se fossem antenas sintonizadas com uma força invisível.

Ele murmurava para si mesmo e não demorava muito para encontrar o que estava procurando ….. e se levantava bruscamente e batia as mãos com um estalo, geralmente com um grito alto de SIM !

Foi bastante notável ! ”

▪️Assim, prosseguindo com o quadro de composições por cada membro do Queen, hoje será nossa lenda – Freddie Mercury.

▪️Aqui vai uma lista de canções do Queen, escritas por Freddie, separadas por Álbum, e não deixa de ser uma leitura muito interessante.

▪️E como bônus, por último, as canções em parceria com outros membros do Queen.

▪️Então, vamos lá

1) Álbum Queen

– Great King Rat

– Jesus

– Liar

– Mad the Swine

– My Fairy King

– Seven Seas of Rhye – (instrumental)

 

2) Álbum Queen II

– Funny How Love Is

– Nevermore

– Ogre Battle

– The Fairy Feller’s Master-Stroke

– The March of the Black Queen

– Seven Seas Of Rhye

 

3) Álbum Sheer Heart Attack

– Bring Back That Leroy Brown

– Flick of the Wrist

– In the Lap of the Gods

– In the Lap of the Gods… Revisited

– Killer Queen

– Lily of the Valley

 

4) Álbum A Night At The Opera

– Bohemian Rhapsody

– Death on Two Legs (Dedicated to…)

– Lazing on a Sunday Afternoon

– Love of My Life

– Seaside Rendezvous

 

5) Álbum A Day at the Races 

– Good Old-Fashioned Lover Boy

– Somebody to Love

– The Millionaire Waltz

– You Take My Breath Away

 

6) Álbum News Of The World 

– Get Down, Make Love

– My Melancholy Blues

– We Are the Champions

 

7) Álbum Jazz 

– Bicycle Race

– Don’t Stop Me Now

– Jealousy

– Let Me Entertain You

– Mustapha

8) Álbum The Game 

– Crazy Little Thing Called Love

– Don’t Try Suicide

– Play the Game

 

9) Álbum Flash Gordon 

– Football Fight

– Ming’s Theme (In the Court of Ming the Merciless)

– The Kiss (Aura Resurrects Flash)

– The Ring (Hypnotic Seduction of Dale)

– Vultan’s Theme (Attack of the Hawk Men)

 

10) Álbum Hot Space 

– Body Language

– Life Is Real (Song for Lennon)

– Staying Power

 

11) Álbum The Works

– It’s a Hard Life

– Keep Passing the Open Windows

– Man on the Prowl

 

12) Álbum A Kind Of Magic 

– Princes of the Universe

 

13) Álbum The Miracle 

– Stealin’ (B-side)

– Was It All Worth It

 

14) Álbum Innuendo 

– All God’s People

( Freddie & Mike Moran)

– Delilah

– Don’t Try So Hard

– I’m Going Slightly Mad

( Freddie & Peter Straker).

 

15) Álbum Made In Heaven 

– I Was Born to Love You

– Made in Heaven

▪️Parcerias com outros membros do Queen

– One Vision

Álbum A Kind Of Magic

Freddie Mercury, Brian May , Roger Taylor e John Deacon.

 

– Under Pressure

Álbum Hot Space

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor, John Deacon & David Bowie

 

– Is This the World We Created…?

Álbum The Works

Freddie Mercury & Brian May

 

– Stone Cold Crazy

Álbum Sheer Heart Attack

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor & John Deacon.

 

– Bijou

Álbum Innuendo

Freddie Mercury & Brian May

 

– Mother Love

Álbum Made in Heaven

Freddie Mercury & Brian May

 

– Cool Cat

Álbum Hot Space

Freddie Mercury & John Deacon

 

– Friends Will Be Friends

Álbum A Kind of Magic

Freddie Mercury & John Deacon

 

– Pain Is So Close to Pleasure

Álbum A Kind of Magic

Freddie Mercury & John Deacon

 

– My Baby Does Me

Álbum The Miracle

Freddie Mercury & John Deacon

 

– Rain Must Fall

Álbum The Miracle

Freddie Mercury & John Deacon

 

– The Miracle

Álbum The Miracle

Freddie Mercury & John Deacon

 

– Breakthru

Álbum The Miracle

Freddie Mercury & Roger Taylor

 

– Innuendo

Álbum Innuendo

Freddie Mercury & Roger Taylor

 

– Party

Álbum The Miracle

Freddie Mercury, Brian May & John Deacon

 

– Khashoggi’s Ship”

Álbum The Miracle

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor & John Deacon.

 

– The Hitman

Álbum Innuendo

Freddie Mercury, Brian May & John Deacon

 

– You Don’t Fool Me

Álbum Made In Heaven

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor & John Deacon.

 

– Let Me Live

Álbum Made In Heaven

Freddie Mercury, Roger Taylor & Brian May.

 

– A Winter’s Tale

Álbum Made in Heaven

Freddie Mercury, Brian May, John Deacon & Roger Taylor

▪️Nota – Escrita por Freddie, mas creditada à todos os membros.

 

– Yeah

Álbum Made In Heaven

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor & John Deacon.

 

– It’s a Beautiful Day

Álbum Made in Heaven

Freddie Mercury, Brian May, John Deacon & Roger Taylor

▪️Nota – Escrita por Freddie, mas creditada à todos os membros.

 

– It’s a Beautiful Day (Reprise)

Álbum Made in Heaven

Freddie Mercury, Brian May, John Deacon & Roger Taylor

▪️Nota – Escrita por Freddie, mas creditada à todos os membros.

 

Fonte –

Shane’s Queen Site

Livro Queen nos Bastidores de Peter Hince

 

▪️Nota – Segue uma playlist com essas canções, desenvolvida pela administradora da página – QueenNet – Fã Clube do Brasil – Cláudia Falci.

 

Veja as músicas desta postagem aqui: Músicas de Freddie Mercury – YouTube

 

Veja as matérias anteriores:

  1. Composições individuais do Queen – 01/04 – John Deacon – Por Sheila Pauka – Queen Net
  2. Composições individuais do Queen – 02/04 – Brian Harold May – Por Sheila Pauka – Queen Net

8º Álbum “THE GAME” – (1980)

Play the Game

– A música começa com uma série de ruídos repentinos tocados em um sintetizador Oberheim OB-X. O álbum “The Game” foi um ponto de virada significativa para a banda: por muitos anos, eles orgulhosamente observaram nas capas dos discos que nenhum sintetizador era usado em seus discos.

– A capa do single foi a primeira vez que Freddie exibiu seu bigode e que se tornaria o seu visual por muitos anos, embora na época os fãs “hardcore” do Queen não gostassem da mudança de imagem, chegando ao ponto de atirarem barbeadores descartáveis ​​no palco.

– Também no vídeo, Brian May toca uma “Fender Stratocaster”, ao invés da “Red Special”, provavelmente devido ao risco de danos envolvidos na cena em que Freddie arranca a guitarra de Brian para, em seguida, lançá-la de volta a ele.

– Essa cena em que Freddie arranca a guitarra, foi editada ao contrário no vídeo, para que fosse mais fácil para Brian tocar o solo depois de “pegar” a guitarra.

– Nota-se também que, no mesmo vídeo, Freddie veste uma camiseta com o logotipo “Flash”, do filme “Flash Gordon”, do qual o Queen editou a mesma trilha sonora no mesmo ano.

 

Dragon Attack

– A canção, composta por Brian May, foi resultado de uma improvisação dos quatro membros do Queen, ele a compôs inspirado nessa improvisação.

– Brian achou as partes interessantes e as editou todas juntas. Então ele também compôs alguns arranjos de “heavy guitar”, para tornar o som mais completo, e adicionou alguns sons da banda.

– É considerada a primeira música “funk metal”, gênero que acabaria se desenvolvendo anos depois.

– A música era uma das favoritas ao vivo sendo tocada de 1980 a 1985 e depois o Queen incluiu a música em seu setlist com Adam Lambert.

– No lançamento de “Another One Bites The Dust” no Reino Unido, ela foi apresentada como lado B.

 

 

Another One Bites the Dust

– John Deacon fala sobre sua composição:

”’Bites the dust’ (literalmente ‘Morda o pó’) é uma frase de cowboy e, no começo, era tudo o que eu tinha. Quando fomos ao estúdio, eu realmente tinha uma série de textos que ninguém havia lido até agora.

Não os fiz ler, pois fiquei realmente envergonhado com o que havia escrito! Havia uma história curta e, no final de cada verso, ‘Another one bites the dust’ (Outro morde o pó). Gravamos a base e foi um pouco mais difícil, enquanto a dos cowboys foi mais tranquila e agradável. E então eu decidi editar o texto… tive que escrever três versos diferentes”.

-Michael Jackson convenceu o Queen a lançar a música como single, acreditando fortemente em seu potencial comercial. Em 1981, foi incluída na coleção “Greatest Hits”.

– Nenhum sintetizador foi usado: todos os efeitos são criados através do piano, guitarra e bateria, com sucessivas fitas em “playback” tocadas de trás para frente em várias velocidades. Por fim, os efeitos sonoros foram filtrados através de um harmonizador.

– John Deacon tocou quase todos os instrumentos: baixo, piano, guitarra elétrica e bateu palmas. Roger Taylor então adicionou um “loop” de bateria e Brian May contribuiu com outra parte da guitarra e um “Eventide Harmonizer”.

– A faixa foi incluída na trilha sonora preliminar de “Rocky III”, antes de ser substituída por “Eye of the Tiger”, do Survivor.

 

Need Your Loving Tonight

– Composição de John Deacon, a música é caracterizada por um riff de guitarra hard rock e ao mesmo tempo pela pegada típica das canções do baixista, que nesta música também toca violão acústico.

– O texto fala do protagonista que está disposto a fazer qualquer coisa para ver a ex-amante novamente.

– Só foi tocada esporadicamente no “The Game Tour” no início dos anos 1980.

– Durante as apresentações ao vivo da música, Brian May e Roger Taylor fizeram os backing vocals e Freddie Mercury tocou piano durante o solo de guitarra de Brian (ambos ausentes na versão de estúdio).

– A melodia é muito influenciada pelos Beatles, embora tenha mais de um riff de guitarra base, dando a música uma sonoridade power pop.

 

Crazy Little Thing Called Love

– Freddie Mercury escreveu essa música enquanto o Queen gravava o álbum “The Game” (1979), na Alemanha. Ele escreveu enquanto tomava um banho de espuma em seu quarto no “Munich Hilton”.

– Peter Hince, chefe da equipe de estrada do Queen e seu “roadie”, lembrou à revista “Mojo” em setembro de 2009: “A idéia da música veio a ele enquanto estava no banho. Ele emergiu, envolto em uma toalha, eu entreguei a ele o violão e ele elaborou os acordes.”

– Freddie reconheceu que talvez seu talento limitado no violão tenha ajudado a moldar a música: “‘Crazy Little Thing Called Love’ levou cinco ou dez minutos. Fiz isso no violão, e de uma maneira foi uma coisa muito boa porque eu estava restrito, conhecendo apenas alguns acordes.”

– No palco, era uma parte importante do show. Brian May costumava usar três guitarras diferentes durante a música: o primeiro verso era tocado por Freddie sozinho com seu violão, depois Brian se juntava com um “Ovation Acoustic”; antes do terceiro verso, ele já havia mudado para um “Telecaster” no qual fazia o solo. Durante a parte do single, Brian mudava novamente para a “Red Special”. A partir de 1984, Freddie substituiu o acústico por outro “Telecaster”.

– No videoclipe Freddie aparece dançando com dançarinos e dançarinas. O look da calça com joelheiras era uma homenagem a skatistas, em voga naquele momento.

 

Rock It (Prime Jive)

– Roger Taylor compôs “Rock It (Prime Jive)” após o lançamento do álbum “Jazz”. Neste álbum, o cantor ficou decepcionado com suas próprias composições, e nas sessões de “The Game”, resolveu trazer elementos novos à sua música.

– A gravação da música gerou uma discussão entre a banda. Roger Taylor queria cantá-la, mas o produtor Reinhold Mack preferia que Freddie Mercury gravasse os vocais.

– Duas versões para “Rock It” foram gravadas para John Deacon e Brian May escolherem a melhor.

– Brian ficou a favor da versão de Freddie, enquanto Deacon preferiu à de Roger. No fim das contas, a versão final mesclou a voz dos dois cantores, com Freddie cantando a introdução, enquanto Roger o restante da canção. O baterista também toca guitarra neste registro.

– Ao vivo era Freddie quem cantava.

 

Don’t Try Suicide

– Essa é uma composição de Freddie Mercury e nunca foi tocada ao vivo.

– Não possui sintetizadores e há um jogo entre baixo e bateria, com solos de Brian.

– No álbum “Made in Heaven”, há uma música de quatro segundos chamada “Yeah”, que é um fragmento de “Don’t Try Suicide”.

– A história exata por trás dessa música é desconhecida, mas é improvável que ela tenha sido escrita devido ao suicídio de um amigo da banda, já que a música tem uma abordagem muito leve de um assunto sério.

– Esta música foi apresentada em um filme chamado “Teenage Suicide: Don’t Try It!” e parece ser um pouco um número anti-suicídio.

 

Sail Away Sweet Sister

– Composição de Brian May. Com o subtítulo “To The Sister I Never Had”, essa música mostra uma jovem amadurecendo e deixando o ninho. Não está claro se a música foi escrita da perspectiva de um amante ou parente.

– Nunca foi tocada ao vivo pelo Queen, mas foi pelo Guns N ‘Roses e pelo próprio Brian durante a turnê mundial em 1998.

– Gravada nas sessões preliminares no início de 1979 ao lado de “Crazy Little Thing Called Love”, “Save Me” e “Coming Soon”.

– Embora Brian normalmente tocasse piano em suas próprias canções, desta vez ele pediu a Freddie para gravar por causa de seu “timing” e senso de ritmo perfeitos. Freddie canta no meio da música também, enquanto Brian canta os versos e refrões.

– Essa música é apoiada pela voz delicada de Brian e baixo de John (que é um pouco o instrumento principal do disco e tem um solo no final da faixa), com um solo de guitarra de partir o coração, e Freddie cantando algumas linhas.

 

Coming Soon

– Música escrita por Roger Taylor.

– Freddie e Roger compartilham os vocais principais.

– A música havia sido iniciada durante as sessões do álbum “Jazz”.

– Nesta música foram usados sintetizadores.

– O teclado em questão pertencia a Roger e era um Oberheim OBX.

 

Save Me

– Foi composta por Brian May, que tocava piano além da sua habitual Red Special, a música foi inspirada por um amigo cujo relacionamento acabou.

– Brian também toca sintetizadores e violões (acústico e elétrico de doze cordas).

– A música foi tocada ao vivo de 1979 a 1982. Ao vivo a canção apresenta uma curta entrada de piano ausente da versão de estúdio.

– Para este single, foi gravado o primeiro vídeo promocional animado do Queen, no qual ele mistura uma performance ao vivo com uma animação.

– Esse vídeo foi filmado em Londres durante a turnê de dezembro conhecida como “Crazy Tour”.

 

Postagens anteriores:

1 -Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 1/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

2 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 2/15 – Queen II – por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

3 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 3/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

4 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 4/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

5 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 5/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

6 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 6/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

7- Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 7/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

 

 

 Brian May manteve os fãs atualizados sobre sua batalha no COVID e pediu-lhes que continuassem sendo cautelosos.

Ele revelou que pegou o vírus durante uma pequena festa de aniversário e deu a seus seguidores uma atualização de seus sintomas no “Dia 8”.

No Instagram, ele escreveu:

“Dia 8 para mim – o 8º dia após meu corpo ter sido invadido por organismos Coronavírus suficientes para me derrubar. Em primeiro lugar, acho que estava um pouco otimista demais ontem, imaginando que o vermelho” A linha T “estava parecendo mais fraca. É um kit de teste diferente hoje – mas as linhas parecem com a mesma intensidade hoje. Portanto, estou assumindo que a batalha dentro do meu corpo ainda está em andamento”.

Ele acrescentou:

“Também parece – aquela tosse seca e sibilante voltou hoje, e há uma espécie de fonte de irritação de um lado dos meus seios da face. Eu também continuo caindo no sono – não de uma forma pacífica, mas de uma espécie de “Não consigo manter os olhos abertos nem mais um segundo”. Por isso, é um trabalho muito bom que isso aconteceu em um momento em que NÃO estou tão ocupado como de costume. “

O roqueiro acrescentou que, embora os testes de fluxo lateral fossem um “guia útil”, você poderia ter um teste negativo e, de fato, ser infeccioso o dia todo e a única maneira de ter cuidado é tomando precauções.

Ele acrescentou:

“Repito … é muito aparente agora que, embora o teste seja um guia útil, se você obtiver um resultado negativo amanhã de manhã, você não pode garantir 100% que não está infectado e infeccioso. Portanto, para o bem de todos ao seu redor, mantenha o cuidado – máscaras, distância social, bom senso – e só vá a uma reunião em um espaço fechado se tiver certeza de que o risco vale a pena. “

Mayprimeiro confirmou a notícia de que havia contraído o vírus no fim de semana, escrevendo:

“Sim. O dia chocante finalmente chegou para mim. A temida linha vermelha dupla. E sim – definitivamente SEM simpatia, por favor – foram alguns dias realmente horríveis , mas estou bem. E vou contar a história. POR FAVOR, tomem cuidado extra, gente boa. Essa coisa é incrivelmente transmissível. Você realmente NÃO quer que isso atrapalhe o SEU Natal. Com amor – Bri. “

 

Não é a primeira vez que Brian May – que é casado com a ex- estrela do EastEnders , Anita Dobson – foi sincero sobre seus problemas de saúde.

No ano passado, o roqueiro Queen revelou que havia sofrido um ataque cardíaco e estava “muito próximo da morte”.

“Eu tinha três artérias congestionadas e corria o risco de bloquear o suprimento de sangue ao meu coração”,

revelou o guitarrista.

“Havia muita pressão de alguns quartos para fazer uma cirurgia de coração aberto, onde eles viram sua caixa torácica e fizeram uma ponte de safena tripla …”

Muita gente falava: ‘Se você não fizer isso, está desperdiçando sua única oportunidade e vai se arrepender para o resto da vida’.

Mas eu tinha outras pessoas me dizendo: ‘Olha, você não precisa fazer isso, você poderia colocar três stents e você pode andar esta noite.’ “

Acrescentou, tranquilizando os fãs:

“Não morri, saí … Estou aqui e estou pronto para detonar”.

Logo em seguida, o músico foi às redes sociais para agradecer aos fãs e à mídia por sua “torrente de amor e apoio”.

“É simplesmente inacreditável”, ele falou. “Isso vai soar muito estranho, mas eu meio que sinto que morri e ainda assim fui capaz de ir ao funeral e ver todas as homenagens …”

 

Fonte: https://www.radiox.co.uk/

 

“Queen The Greatest”: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora.

Uma série de 50 semanas no YouTube que celebra os principais momentos da história do Queen, nos lembrando porque o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

Queen The Greatest Episódio 40. Queen: 1992 – The Freddie Mercury Tribute Concert.

Determinados a dar ao seu melhor amigo a maior despedida da história, Roger, Brian, John e o empresário Jim Beach preparam um concerto de celebração que se tornaria uma das noites mais memoráveis ​​da história da música.

“Roger deu o pontapé inicial, Roger levantou-se uma manhã e disse: ‘Olha, estamos fazendo isso direito’ e fez alguns telefonemas.” Brian May

“E Brian disse: ‘Bem, se você pode conseguir esse lote, eu vou, eu vou’.”  Roger Taylor

Relembrando um evento que não foi apenas um dos maiores e mais significativos da história do Queen, mas também de toda a história do rock, o episódio desta semana de Queen The Greatest revisita o Concerto de Tributo a Freddie Mercury de 20 de abril de 1992.

O episódio mostra Roger e Brian refletindo sobre a fabricação daquele dia histórico, acompanhados por Joe Elliott e Taylor Hawkins relembrando sua aparição no palco na frente de 80.000 pessoas e ao vivo no rádio e na TV para um bilhão de pessoas em 76 países ao redor do mundo.

A esmagadora demonstração de amor que se seguiu ao trágico falecimento de Freddie convenceu Roger, Brian, John e o empresário Jim Beach de que deveria haver algum tipo de evento para celebrar a vida e as conquistas de seu melhor amigo.

A ideia do show foi concebida na noite em que Freddie perdeu sua luta pela vida. Brian, Roger e John se reuniram na casa de Roger e decidiram que organizariam algum tipo de homenagem a Freddie, cuja forma exata tomaria forma nos próximos meses, com o show anunciado formalmente em 12 de fevereiro na cerimônia do BRIT Awards, onde Roger e Brian recebeu um prêmio em nome do Queen por sua contribuição excepcional para a música.

Roger Taylor:   “Elaboramos uma lista de pessoas que gostaríamos de estar no show.”

Brian May “Roger deu o pontapé inicial, Roger levantou-se uma manhã e disse: ‘Olha, estamos fazendo isso direito’ e fez alguns telefonemas.”

Roger Taylor:   “E Brian disse: ‘Bem, se você conseguir esse lote, eu irei,

eu irei’.”

Todos os artistas que foram contactados aceitaram o convite para se apresentar ao lado deles no Wembley Stadium de Londres, um verdadeiro quem é quem do rock e do pop em homenagem a Freddie.

Brian May:   “Então, de repente, estamos nos apresentando com David Bowie e Robert Plant. Você sabe, você olha ao redor e quem é este, você sabe, Tony Iommi está ao meu lado, que é um amigo de longa data, você sabe, os artistas mais incríveis de nossas vidas. ”

Joe Elliott:   “Fui a primeira pessoa a cantar com o Queen depois que Fred morreu. Fazer isso no palco na frente de 80.000 pessoas e um bilhão de pessoas na TV. Puta merda. “

 Joe Elliott: “Você nunca pensaria que seria possível colocar uma pessoa no lugar de Fred porque não havia como eu ter feito outra coisa senão, digamos, o material do rock. Com o Freddie Mercury Tribute Show, você precisou de 20 personagens para chegar perto de puxar o casaco dele ”

 Brian May:   “A tarefa de encontrar uma pessoa que pudesse fazer tudo o que Freddie fazia, teria sido praticamente impossível. Toda a gama de canções do Queen é considerável. É um catálogo muito, muito colorido, com todos os tipos de abordagens vocais necessárias. ”

Roger Taylor:   “Ele trouxe para casa o fato de que Freddie era tão incrivelmente talentoso em tantos níveis e como era difícil para qualquer um cobrir tanto terreno quanto Freddie cobriu.”

Taylor Hawkins:   “Eu não acho que ninguém pensou que iria aparecer e ser o próximo Freddie Mercury. Não é fácil, cara. ”

O show foi embalado com inúmeros momentos extraordinários que vivem muito tempo na memória – mas tão memorável é a mensagem de conscientização da AIDS que a partir daquele momento tornou-se inextricavelmente ligada ao nome de Freddie.

 Roger Taylor:   “Obviamente, perder Freddie trouxe tudo para nós. Você sabe, em grande estilo. E muitas outras pessoas que conheço, quer dizer, com o passar do tempo, torna-se mais, mais uma ameaça e a ameaça está crescendo, eu acho. Não acho que a consciência esteja crescendo. Portanto, este parece, especialmente para nós, um bom momento para fazer isso. ”

À medida que a noite emocionante, embora triunfante, chegava ao fim, todos os que assistiam esperavam que esta não fosse a última vez que veriam e ouviriam falar do Queen.

Brian May:   “Está feito. E Joe Elliott estava ao meu lado quando saíamos e ele simplesmente agarrou meu braço e disse: ‘Brian, olhe para isso’. ”

 Joe Elliott:   “Eu disse: ‘Você precisa ficar aqui e olhar para isso porque você nunca, nunca verá isso novamente. Se este é o fim, que caminho a percorrer ‘.

Brian May:   “E pela primeira vez, olhei para fora e pensei: ‘Ah, que incrível’ essa quantidade de amor foi derramada para o nosso amigo.”

Roger Taylor:   “Boa noite Freddie. Nós te amamos.”

Brian May:   “De certa forma, o show é muito importante para nós porque é a nossa maneira de dizer adeus ao Freddie também. E acho que precisamos fazer isso antes que nossas mentes possam realmente seguir em frente. É algo que tínhamos em nossas mentes, desde o ponto em que ele morreu. E é muito difícil pensar nisso depois disso, não é? ” 

Roger Taylor:   “Isso mesmo. Sim.” 

 Brian May:  “Essa é a única coisa que posso focar neste momento é naquele dia. Quando acabar, haverá um novo mundo lá fora de alguma forma. ”

Graças ao Mercury Phoenix Trust, a luta contra a AIDS faz parte do legado eterno de Freddie, e conforme a série de Queen The Greatest continua, veremos como este não foi o fim para o Queen ou sua música, mas na verdade o começo de um novo capítulo emocionante.

Liza Minnelli:   “Obrigada Freddie. Queríamos apenas informar que estávamos pensando em você. Fique seguro!”

Após o Concerto de Tributo em 1992, Brian May, Roger Taylor e Jim Beach criaram o The Mercury Phoenix Trust (MPT) em memória de Freddie Mercury após sua morte de HIV / AIDS em 1991. O Trust é uma parte central do legado de Queen e Freddie , com a paixão e o poder por trás da música formando a base do MPT.

O MPT alcançou milhões na luta contra o HIV / AIDS em todo o mundo até o momento, fornecendo mais de £ 17 milhões para mais de 1,5 mil projetos em 57 países. O MPT financia predominantemente organizações menores que avalia e examina à medida que trabalham efetivamente em nível de base, onde governos, ONGs maiores e mercados não costumam chegar.

Para saber mais e doar: http://www.mercuryphoenixtrust.com

Próxima semana: Queen: 1996 – Made In Heaven

Crédito: Fotografia de Neal Preston

 

Fonte: www.queenonline.com

. Composições individuais do Queen – 02/04 – Por Sheila Pauka – Brian Harold May –

▪️Dando continuidade ao quadro de composições por cada membro do Queen, hoje será nosso Doc Brian May.

▪️Antes, peço licença à página e seguidores para trazer uma notícia um pouco angustiante sobre a saúde de Brian, mas com nossas vibrações e energias positivas, será somente uma lembrança ruim que ficará para trás.

▪️Hoje pela manhã, 18 de Dezembro de 2021, Brian postou no seu Instagram a notícia de que havia contraído o vírus da Covid. Segue seu texto e desabafo –

Sim. Finalmente chegou o dia chocante para mim. A temida linha vermelha dupla. E sim – definitivamente SEM simpatia, por favor – foram uns dias verdadeiramente horríveis, mas estou bem. E eu vou contar a história. POR FAVOR, tenham um cuidado extra lá fora, gente boa. Esta coisa é incrivelmente transmissivel. Você realmente NÃO quer que isso estrague o SEU Natal.

Com amor – Bri

▪️Temos certeza de que Brian superará esse momento e será somente uma amarga lembrança.

 

. E continuando ….

 

. As 10 melhores canções de Brian May ❗

Brian May – o infinitamente criativo mestre dos riffs e especialista em Queen.

▪️Se Freddie era a alma piloto do Queen, Brian era seu motor, alimentando as canções que os elevaram à uma estratosfera ocupada por apenas algumas Bandas de Rock selecionadas.

▪️Ele é um compositor mais do que capaz também, sua destreza permitindo-lhe fundir elementos de folk, prog, metal e pop clássico em visões que eram tão grandiosas quanto ambiciosas.

▪️Vejam só abaixo

 

10) The Prophet’s Song – ( A Night At the Opera, 1975 )

▪️As sementes de um dos números mais expansivos e exigentes do Queen foram plantadas enquanto Brian se recuperava de uma doença durante as sessões de Sheer Heart Attack. Ele sonhou com uma grande inundação, canalizando as imagens para este épico de Rock progressivo bombástico, com muitos efeitos e o cânone vocal de Freddie Mercury.

 

 

09) Brighton Rock – ( Sheer Heart Attack,1974 )

▪️O romance à beira-mar entre Jimmy e Jenny se desenrola sobre o cenário dramático de pompa-rock de Brian. O destaque é um enorme solo de guitarra marcado por atraso e eco. A versão extensa no Live Killers a encontra correndo solta em um estilo de tirar o fôlego.

 

08) Dead On Time – ( Jazz, 1978 )

▪️Indiscutivelmente a música do Queen mais subestimada de Brian, Dead On Time apresenta um dos melhores vocais de Freddie. Brian está em uma forma espetacular, tão ágil quanto truculento e pesado. A gravação de Brian de um trovão durante uma violenta tempestade, o levou à compartilhar os créditos da composição com Deus.

 

07) Hammer To Fall – ( The Works, 1984 )

▪️The Works lembrou à todos nós que Brian era o mestre do riff poderoso. Apesar das conotações da Guerra Fria e das alusões ao Grim Reaper, rapidamente se tornou um favorito eufórico ao vivo.

 

06) Fat Bottomed Girls – ( Jazz, 1978 )

▪️Brian compartilha os vocais com Freddie nesta celebração da forma feminina mais plena. As meninas de olhos azuis e “ Fanny gorda ”, a babá travessa. Lançado como um A-side duplo com Bicycle Race, a outra coisa que fez seu mundo do Rock girar foi o riff de guitarra de Brian.

 

05) 39 – ( A Night At The Opera, 1975 )

▪️A intrigante guinada de Brian para o ” sci-fi ” exigiu que ele assumisse o vocal principal neste conto estranhamente cativante sobre viajantes espaciais que voltam para casa para descobrir que a teoria da relatividade de Einstein existe e que todos os seus entes queridos agora estão mortos ou enfermos.

O uso de violão de 12 cordas revela os elementos mais folclóricos e estranhos aqui.

 

04) The Show Must Go On – ( Innuendo, 1991 )

▪️Essencialmente a despedida de Freddie, com Brian oferecendo um solo medido e um arranjo adequadamente dramático, The Show Must Go On foi escrita como um testemunho duradouro da direção implacável de Freddie. Ele oferece uma performance grandiosa, apesar das reservas de Brian sobre se a saúde dele o permitiria até mesmo cantá-la. Engolindo uma vodca forte, Freddie garantiu à ele: ” Eu farei isso, p…a, querido ! “.

 

03) Keep Yourself Alive – ( Queen, 1973 )

▪️Ninguém comprou o single de estreia do Queen, apesar de seus sons de guitarra com várias faixas, vocais de chamada e resposta e refrão matador. Cheio de efeitos em fases, é também um exemplo majestoso do perfeccionismo do estúdio de Brian, provando que a Banda teve um senso elevado de grandiosidade desde o início. Brian foi mais difícil de agradar, lamentando mais tarde que ” nunca teve aquela magia que deveria ter.”

 

02) We Will Rock You – (News Of The World, 1977)

▪️U2, Nirvana, Prince e Stone Temple Pilots são apenas alguns dos que cobriram este hino. Freddie lidera a carga de rap’n’clap ( bater mãos e pés), é claro, mas é o solo estrondoso de Brian que traz a emoção.

 

01) Now I’m Here – (Sheer Heart Attack, 1974)

▪️Escrito no hospital depois que Brian foi abatido por hepatite, Now I’m Here foi escrita, como disse Freddie, “ para mostrar às pessoas que ainda podemos fazer Rock’N’Roll …. não esquecemos nossas raízes. ”

Foi também uma saudação às datas de apoio do Queen com Mott The Hoople em 74.

De sua introdução barulhenta ao refrão explosivo, este é o Queen em seu estado mais brilhante.

 

Fonte: www.loudersound.com – Por Rob Hughes – 20 de Julho 2021.

 

 

▪️E, por último, mas não menos brilhante, uma curiosidade ❗

▪️Não é uma composição de Brian, mas ela foi editada numa versão dele na guitarra e Roger Taylor na bateria.

▪️Estamos falando da vinheta de abertura (fanfarra) do filme Bohemian Rhapsody – da 20th Century Fox .

▪️Brian compartilhou no seu Instagram, em 2018, o momento em que assistiu à abertura, apesar da mensagem – ” Por favor, evitem usar qualquer dispositivo eletrônico durante a exibição ” – no início do filme.

– ” OK – eu sou um menino mau, mas não pude resistir em capturar esse momento, sentado no pequeno teatro em Nova York na estréia do nosso filme nos EUA – BOHEMIAN RHAPSODY.

– Esta foi minha primeira oportunidade de testemunhar o efeito que meu arranjo da FOX FANFARE teria em um público não composto de fãs do Queen como tal !

– E o início da jornada do filme nos EUA. Calafrios na espinha ! E agora, enquanto o filme continua batendo recordes em todo o mundo (obrigado pessoal !), não resisto à compartilhar esse primeiro momento provisório ! ”

▪️Abaixo, o momento da estreia da vinheta e a abertura oficial do filme.

 

Até a próxima !

Se cuidem e cuidem uns dos outros !

 

Veja mais em: Composições individuais do Queen – 01/04 – John Deacon – Por Sheila Pauka – Queen Net

7º Álbum “JAZZ” – (1978)

 

Mustapha

– Relato de Peter Hince no seu livro “Queen Unseen”:

Existem muitos colégios exclusivos para garotas nessa região da Suíça, maiores de idade e vindas de todas as partes do globo. Uma menina do Oriente Médio, não inteiramente desprovida de atrativos e filha de algum árabe riquíssimo, traduziu a letra e deu a pronúncia correta para a canção de inspiração islâmica de Freddie, Mustapha.

 – Me-está-pra-mijá – Estou prestes a estourar.

– Vocês estão tirando sarro da minha música, seu por*a? De novo?

– Nós, Freddie? Nunca!”

– Escrita por Freddie Mercury com fortes influências árabes, o single foi lançado apenas na Bolívia, Alemanha, Iugoslávia e Espanha; cada versão nos diferentes países é diferente uma da outra.

– As palavras no texto consistem em uma mistura de inglês, árabe, persa e algumas palavras inventadas. Algumas das palavras inteligíveis da música são “Mustapha”, “Ibrahim” e as frases “Allah, Allah, Allah, we’ll pray for you”, “salaam alaykum” e “alaykum salaam”.

– Em apresentações ao vivo, como em “Live Killers”, Freddie costumava cantar os vocais de abertura de “Mustapha” no lugar da complexa introdução a “Bohemian Rhapsody”, passando de “Allah, will pray for you” para “Mama, just killed a man…”.

– No entanto, algumas vezes a banda tocava uma versão quase completa da música, com Freddie ao piano.

 

Fat Bottomed Girls

– Escrita por Brian May, a música foi executada nos shows da formação oficial da banda, juntamente aos projetos com Paul Rodgers e Adam Lambert.

– Essa canção celebra os talentos de uma “groupie” bastante gordinha que acompanhou a banda em sua turnê pelos Estados Unidos.

– O single duplo foi lançado em outubro de 1978. “Bicycle Race” contém a frase: “Fat bottomed girls, they’ll be riding today, so look out for those beauties, oh yeah”, enquanto “Fat Bottomed Girls” também inclui o verso “Get on your bikes and ride”, completando assim uma dupla referência cruzada entre as duas canções do single.

– No palco, Freddie cantou a música inteira, com Roger e Brian fazendo harmonias.

– Tanto a guitarra quanto o baixo são tocados em afinação drop-D para essa música, uma raridade para o Queen.

 

Jealousy

Jealousy (Ciúme) foi escrita por Freddie e apresenta Brian tocando um violão acústico Hallfredh.

– Esse violão recebeu uma ponte de madeira de substituição, cinzelada, com um pequeno pedaço de fio de traste colocado entre ela e as cordas, que ficavam suavemente acima. As cordas produzem o efeito “zumbido” de uma cítara.

– Este efeito já havia sido usado em “White Queen (As It Began)” do álbum Queen II.

– Todos os vocais foram gravados por Freddie.

– Existe um tango famoso chamado “Jalousie (Jealousy)”, composição do violinista e compositor dinamarquês Jacob Gade. Este tango foi apresentado pela 1ª vez em 14 de setembro de 1925.

 

Bicycle Race

– Foi inteiramente composta pelo frontman Freddie Mercury. A inspiração veio a ele ao assistir a uma etapa do “Tour de France” de seu quarto de hotel na Riviera Francesa.

– Apesar da letra da música repetir várias vezes que o protagonista quer andar de bicicleta, ironicamente Freddie, segundo Brian May, não gostava de andar de bicicleta.

– A canção é notável por seu vídeo com uma corrida de bicicleta com 65 mulheres nuas, ao redor do estádio de Wembley, que foi editado ou até mesmo proibido em vários países.

– Onde quer que o Queen tocasse, as lojas de bicicletas vendiam sinos comprados pelos fãs que os traziam ao show para tocá-los durante a música.

– O álbum continha um pôster das mulheres na corrida de bicicleta. Ele foi deixado de fora de algumas cópias para as lojas que não queriam vendê-lo, mas os fãs poderiam fazer o pedido pelo correio, se desejassem. Um biquíni foi adicionado para cobrir a bu*da na capa do single, e em alguns lançamentos nos EUA um sutiã também foi adicionado.

 

If You Can’t Beat Them

– É outra composição de John Deacon.

– O estilo é hard rock.

– Também era uma das favoritas da banda para tocar ao vivo no final dos anos 1970.

– Brian toca todas as guitarras.

– Contém um solo de guitarra de mais de dois minutos.

 

Let Me Entertain You

Foi escrita por Freddie Mercury, voltado para o público. A linha “We’ll sing to you in Japanese” (“Cantaremos para vocês em japonês”) é uma referência ao “Teo Torriatte”, de Brian May, do álbum “A Day at the Races” (1976).

– A música também contém uma referência ao seu empresário de turnê, Gerry Stickells, com a frase “Hey! If you need a fix, if you want a high, Stickells will see to that” (“Ei! Se você precisar de uma dose, se quiser um barato, Stickells cuidará disso.”)

– E então, na linha seguinte, Freddie menciona as gravadoras do Queen na época (Elektra e EMI) com a linha “With Elektra and EMI; we’ll show you where it’s at!” (“Com Elektra e EMI; mostraremos onde está!”).

– A ideia de um riff de guitarra em sextas paralelas foi reutilizada mais tarde em “The Hitman”, do álbum “Innuendo”.

– É o tema que fecha o lado A do álbum, e é sobre uma noite de festas e excessos.

 

Dead on Time

– Peter Hince no seu livro Queen Unseen:

Certa noite, fomos brindados com um evento astronômico especial, sobre o qual Roy e Brian sabiam tudo. A maioria de nós estava ansiosa para assisti-lo e o observamos através de um telescópio. Em seguida, desencadeou-se uma tremenda tempestade elétrica, que parecia interminável. Brian teve uma inspiração: com seu gravador portátil, gravou sons de trovões, relâmpagos e chuva para sua canção ‘Dead on Time’.”

– Essa música apresenta alguns dos trabalhos de guitarra mais rápidos e agressivos de seu compositor, bem como uma bateria intensa de Roger Taylor.

– Executado em ritmo acelerado para o Queen, foi considerado pelos fãs como um número ao vivo ideal, mas curiosamente nunca foi tocado em um show. Brian May apenas incorporaria trechos em seus solos de guitarra durante a turnê “Jazz”.

– A canção lembra “Keep Yourself Alive” do álbum de estreia autointitulado do Queen. No último refrão, as palavras “keep yourself alive” são cantadas, e na letra anexada ao álbum, essas palavras são escritas em maiúsculas.

– A música termina com o som de um raio, seguido por Freddie gritando “You’re dead!” (“Você está morto!”). O raio foi realmente gravado por Brian em um gravador portátil durante uma violenta tempestade. As notas do encarte do álbum atribuem o raio a Deus!

 

In Only Seven Days

– Assim como outras canções de John Deacon apresentadas anteriormente, “In Only Seven Days” é basicamente uma balada pop rock, de arranjo melancólico.

– O tema é sobre um homem tímido que em sete dias de férias não consegue interagir amorosamente com uma mulher, voltando para casa solitário.

– A faixa tem interpretações vocais de Freddie.

-Deacon também tocou violão acústico e elétrico nesta música.

– No single foi o lado B de “Don’t Stop Me Now”.

 

Dreamer’s Ball

– É um blues acústico de Brian May feito em homenagem a Elvis Presley, que morreu um ano antes do álbum ser lançado.

– É tocado com a Red Special e tem uma ótima introdução, com um desenvolvimento lento e uma vibe muito retro.

– Ao vivo Roger fez backing vocals em falsete e Brian também cantou, mas na versão de estúdio apenas Freddie canta.

– Era apresentada regularmente no “Jazz Tour” ao lado de “Love of My Life” e “‘39”.

– Normalmente Freddie costumava brincar quando terminava de cantar essa música: “As coisas que você tem que fazer por dinheiro!”

 

Fun It

– É uma faixa funk de Roger Taylor com uma “vibe disco”, onde ele e Freddie Mercury dividiram os vocais. Roger fez os vocais principais, enquanto Freddie foi o backup.

– Ele usou pads Syndrum e tocou a maioria dos instrumentos. Pode ser visto como um precursor de “Another One Bites the Dust”, especialmente com a introdução desta faixa.

– É uma das menos favoritas do álbum, e isso pode ser porque nunca foi tocada em nenhum show, ou porque não atingiu o nível desejado, em comparação com as outras músicas.

– Roger e Freddie cantam alternadamente os versos da música para finalmente culminar a melodia com o refrão “Don’t shun it, fun it!” (“Não fuja disso, divirta-se!”). O melhor exemplo disso é o minuto 2:11 da música, onde, com fones de ouvido, Freddie é ouvido no lado direito e Roger no lado esquerdo, cantando a frase “Everybody, everybody gonna have a good time tonight, time tonight”.

– Os efeitos sonoros usados ​​para esta composição não foram criados com sintetizadores, mas de forma tradicional por Brian May com a ajuda de sua guitarra elétrica e um pedal de distorção.

 

Leaving Home Ain’t Easy

– É uma balada de Brian May.

– Ele também cantou todos os vocais (solo e harmonia).

– A letra da música fala de um personagem que sai de casa porque sente que não tem outra opção e que seria o mais conveniente para ele, apesar da dor que isso representa.

– Brian usou um violão da marca Hairfred.

– Em “White Queen (As It Began)” e “Jealousy” Brian usou o mesmo tipo de violão.

 

 

Don’t Stop Me Now

– Essa música foi considerada por um estudo britânico como a música mais feliz da história. No YouTube tem um clip onde ela roda durante 10 horas e 47 segundos!!!

– A canção tem uma parte que Freddie cita uma mulher que vem nominada como Lady Godiva: “I’m a racing car passing by, like lady Godiva”.

Lady Godiva era uma nobre anglo-saxônica, esposa do conde Leofrico de Coventry (Inglaterra).

– Segundo a lenda, ela cavalgou nua pelas ruas de Coventry para obter a supressão de um tributo adicional imposto pelo marido a seus súditos.

Lady Godiva pediu várias vezes para removê-los, mas o marido sempre recusou.

Cansado de suas súplicas, ele disse a ela que só ouviria seu pedido se andasse nua nas ruas da cidade. Lady Godiva entendeu literalmente e, após a publicação da proclamação, onde todas as pessoas eram aconselhadas a manter as portas e janelas fechadas, ela cavalgou nua por Coventry, coberta apenas pelos cabelos compridos.”

– Há uma frase na música na qual Freddie grita “200 graus, é por isso que eles me chamam de Sr. Fahrenheit”.

Ele está fazendo uma referência ao calor, o que significa que ele é quente, excitante e pronto. Está estabelecendo uma ligação entre Fahrenheit, uma escala para medir calor, e o fato de que termômetros, a ferramenta para medir calor, usam mercúrio. Ele está explicando por que se chamava Mercúrio (Mercury).

– Usando várias metáforas, o narrador diz nunca querer parar de viver tão intensamente. A sua letra possui um caráter eufórico e poético. Por ser uma canção extremamente conotativa, há várias formas de interpretação dessas metáforas.

– No dia 5 de setembro de 2011, foi feita uma homenagem aos 65 anos que Freddie teria feito se estivesse vivo: o motor de pesquisa Google utilizou “Don’t Stop Me Now”, além de mostrar imagens do cantor em tinta a óleo num “doodle”.

 

More of That Jazz

– Escrita por Roger Taylor, é uma fita em “loop”.

– O baterista toca a maioria dos instrumentos.

– Roger canta como vocal principal.

Ele canta todos os vocais, atingindo algumas notas muito altas (com pico em um E5).

– Também contém clipes curtos de muitas músicas do álbum, incluindo “Dead on Time”, “Bicycle Race”, “Mustapha”, “If You Can’t Beat Them”, “Fun It” e “Fat Bottomed Girls”.

 

 

Postagens anteriores:

1 -Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 1/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

2 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 2/15 – Queen II – por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

3 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 3/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

4 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 4/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

5 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 5/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

6 – Álbuns do Queen – Curiosidades – Parte 6/15 por Helenita dos Santos Melo – Queen Net

 

 

Em 1985, o Queen foi convidado pelo diretor do filme Highlander, Russel Mulcahy, para compor uma música para a trilha sonora do filme. Para ajudá-los na composição, o diretor do filme convidou os membros da banda para assistir a trechos do filme, que ainda estavam sendo editados. Que me lembre, viram algo como meia hora do filme, o que foi suficiente para despertar a inspiração e criatividade dos membros do Queen. Tanto que, indo embora dessa exibição de trechos do filme, no banco de trás do carro, Brian May já compôs a linda e arrepiante Who Wants to Live Forever.

Como não podia ser diferente em uma banda formada por quatro gênios musicais, todos os membros compuseram música inspirada no filme:

– Freddie Mercury compôs “Princes of the Universe”;

– John Deacon compôs “One Year of Love”;

– Brian May compôs “Who Wants to Live Forever” e “Gimme the Prize (Kurgan’s Theme)”; e

– Roger Taylor compôs “A Kind of Magic” e “Don’t Lose Your Head”.

Todas essas músicas entraram na trilha sonora de Highlander e foram incluídas no álbum do Queen intitulado “A Kind of Magic”, lançado em 1986. No disco, além das músicas do filme, foram incluídas “Friends Will Be Friends”, “Pain Is So Close to Pleasure” e “One Vision”, esta última lançada anteriormente, ainda em 1985, e que entrou na trilha sonora de outro filme, Iron Eagle.

O álbum fez muito sucesso e marcou a última turnê do Queen, naquele mesmo ano de 1986. Duas das músicas que fizeram muito sucesso nesse disco foram “One Vision” e “A Kind of Magic”. O curioso é que, mesmo as duas músicas fazendo muito sucesso e sendo bastante conhecidas do público, eu diria que a maioria das pessoas não percebe que as duas músicas estão intimamente ligadas.

Já repararam que as duas músicas têm a primeira estrofe toda iniciada com a palavra “one”? Vejamos “One Vision”:

One man, one goal
One mission
One heart, one soul
Just one solution

Agora, “A Kind of Magic”:

One dream, one soul
One prize, one goal
One golden glance of what should be

Mais do que isso! Repararam que as duas músicas têm “one soul” e “one goal”, só invertida a ordem de qual vem primeiro?

Além disso, enquanto tem “One flash of light” em “One Vision”, em “A Kind of Magic” tem “One shaft of light”!

Mas isso não é simples coincidência! O motivo é que, inicialmente, as duas músicas foram parte de uma única música!

Antes, vamos voltar à história. Como já disse o Roger Taylor em entrevista de 1985 (e que pode ser revista aos 3:40 do episódio 31 de “Queen The Greatest”, Roger começou a compor a letra de uma música baseada no famoso discurso “I have a dream”, de Martin Luther King. Mas, como Roger conta na entrevista, a banda mudou todas as palavras escritas por ele, que já não sabia mais sobre o que se tratava “One Vision”. Perguntado pelo entrevistador quem fez isso, Roger respondeu: “Maldito Freddie”!

Mas, fato é que, até o “maldito Freddie” inventar de colocar, junto com o Brian, a mão na letra do Roger, já que o John assumiu que chegou tarde e não teve muita participação nisso (o que é comprovado no mencionado vídeo do episódio 31 de “Queen The Greatest”), “One Vision” era “A Kind of Magic” e vice-versa.

Para mostrar como isso é verdade, na imagem abaixo eu marquei, em azul, as partes da letra que ficaram em “One Vision” (primeira coluna) e, em amarelo, as partes da letra que ficaram em “A Kind of Magic” (segunda coluna). Em verde, os trechos que ficaram nas duas músicas. Na terceira coluna (da direita), a letra da música original, quando “One Vision” e “A Kind of Magic” eram uma única música. Como podem ver pelas cores (azul de “One Vision”, amarelo de “A Kind of Magic” e verde das duas), realmente a letra é basicamente metade de cada uma:

Agora, sim, com vocês, a origem de “A Kind of Magic” e de “One Vision”:

Como dá para perceber, apesar da batidinha programada, diferente do que ficaria na versão final, a melodia da música original é basicamente de “A Kind of Magic”. A letra que ficou para “One Vision” foi, aí sim, complementada pelo Freddie e pelo Brian, inclusive com um trecho citando mais explicitamente a ideia original baseada em Martin Luther King (“I had a dream…”). E a nova letra ganhou uma nova roupagem melódica, com o inconfundível riff de guitarra do Brian.

Com relação à letra, ainda, dá para perceber que “A Kind of Magic”, além do próprio título, acabou incorporando outros elementos que vieram do filme Highlander, como “one prize”“no mortal man can win this day” e, claro, “there can be only one”!

Enfim, mais uma vez, Queen sendo Queen. Conseguiram fazer uma música virar duas incríveis e de enorme sucesso cada uma!

Fonte: One Kind of Vision ou A Vision of Magic | Piano Branco (wordpress.com)

Pré-encomenda – Queen: As It Began (edição revisada e atualizada) de Jacky Smith e Jim Jenkins

O livro Queen: As It Began (Edição Autorizada e Revisada), será lançado no dia 24 de março de 2022. É de autoria de Jacky Smith e Jim Jenkins e possui capa dura com 400 páginas.

“Uma fonte de muito prazer para qualquer pessoa interessada na história interna da fabricação desse fenômeno incomum conhecido como Queen.” Brian May

A edição original desta biografia reverenciada e autorizada do Queen explorou todos os aspectos da carreira do lendário grupo desde o início até 1992. Recentemente revisada e atualizada com a cooperação e visão de Brian May e Roger Taylor, e com base em entrevistas exclusivas com os membros da banda, este novo livro autorizado e atualizado completa a história da era de Mercury e os anos imediatamente após a morte de Freddie. Com inúmeras fotografias extras e um novo prefácio de Brian May, Queen – As It Began: Authorized and Revised é um retrato confiável e informativo do período mais fundamental do Queen.

Em 1970, quando o astrônomo estudante Brian May e o dentista estagiário Roger Taylor decidiram reconstruir sua banda Smile em torno de um novo vocalista conhecido então como Freddie Bulsara, eles estavam preparando o palco para a grandeza musical. Com a chegada do baixista John Deacon em 1971 e um novo nome artístico para Freddie Mercury, a formação clássica do Queen estava completa. Quatro anos depois, seu primeiro número um – a inimitável ópera de seis minutos ‘Bohemian Rhapsody’ – trouxe à banda um sucesso global e garantiu sua reputação internacional.

Começando no início da história de cada membro da banda – desde sua infância até seus esforços musicais iniciais – Queen – As It Began conta exatamente como o grupo se formou e como eles esgotaram suas turnês em estádios internacionais com seus shows ao vivo excepcionais.

Atualizado até o final de 1996, esta edição revisada cobre os anos após a morte de Mercury, enquanto informações adicionais descobertas desde a publicação original foram adicionadas ao longo. Como Brian May explica em seu prefácio, Jacky Smith e Jim Jenkins foram testemunhas do funcionamento interno da banda durante grande parte de sua história, tornando-os perfeitamente posicionados para contar essa história.

Rico em detalhes e apresentando uma série de novas ilustrações e fotografias Queen – As It Began é uma leitura obrigatória para todos os fãs antigos e novos.

Jacky Smith dirige o Fã Clube Oficial Internacional do Queen há 40 anos.

Jim Jenkins é um especialista confiável do Queen e é um fã do Queen desde o início.

O livro pode ser encomendado diretamente do sita oficial da banda por £20.00 (vinte libras): Clique aqui

ou na Amazon (na versão em inglês), por R$ 160,00: Clique aqui

 

Fontes: Queenonline.com e Amazon.com.br

O Queen Net nasceu de forma tímida, em 1999. Idealizado por Alexandre Portela e Bruno Cavalcante, a intenção a princípio era a de fazer um site onde se pudesse expressar todo o amor, carinho e admiração pelo Queen – a maior banda de rock de todos os tempos. Com o tempo, fomos fazendo amigos, conhecendo pessoas que tinham o Queen como algo em comum… Crescendo…

Em 2003 passamos a categoria de Portal, contando com a interação com os usuários e muitos fãs que antes se sentiam isolados por não terem por perto outros fãs com quem compartilhar sua paixão e apreço pela banda, se conheceram e formaram grandes amizades, sejam elas virtuais ou mesmo pessoais.

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