O Queen Net nasceu de forma tímida, em 1999, idealizado por Alexandre Portela e Bruno Cavalcante, e a intenção a princípio era a de fazer um site onde se pudesse expressar todo o amor, carinho e admiração pelo Queen. Com o tempo, fomos fazendo amigos com o Queen como algo em comum, e fomos crescendo. Em 2003 o Queen Net passa a categoria de Portal, contando com a interação com os usuários. Com isso muitos fãs que antes se sentiam isolados por não terem por perto outros fãs com quem compartilhar sua paixão pela banda, se conheceram e foram formadas grandes amizades, sejam elas virtuais ou mesmo pessoais. Contamos hoje com uma gama de vastas informações: biografia, discografia, composições, reportagens, letras traduzidas, entrevistas, depoimentos, notícias, fotos, filmografia, shows, premiações… E não só do Queen, mas da carreira solo de seus integrantes. Temos mais de 6400 membros associados, e  passamos a categoria de fã-clube. É um grande desafio realmente, mas garra, força, amor, respeito, coragem e determinação não faltam aos Membros e Equipe de nosso Portal.

No dia 26 de novembro de 2017, foi criado o grupo de WhatsApp Queen Net, onde reunimos fãs de todas as regiões do Brasil. É um grupo onde respeitamos a opinião de cada membro, trocamos muitas informações sobre a banda e sobre rock em geral. Além disso fazemos enquetes e reuniões virtuais para a integração de todos os membros.

No ano de 2019 realizamos nosso primeiro encontro de fãs, na cidade de Poços de Caldas em Minas Gerais.

Todos, sem exceção, que tenham amor, carinho e respeito pela banda, estão convidados a fazer parte do Queen Net – Queen Fã Clube do Brasil.

Nesta pandemia, resolvemos fazer uma homenagem para a banda e gravamos We will Rock You. Esperamos que gostem!

Acessem nossas redes sociais: @queennetbrasil | Linktree

Muitas pessoas dizem que os Beatles são a segunda maior banda de rock do mundo, porque a primeira colocação estaria reservada à realeza, à sua majestade, o Queen. A banda de Freddie Mercury (1946-1991), Brian May, John Deacon e Roger Taylor revolucionou o rock e a música pop ao investir na inovação e naquilo que ninguém ainda havia feito. A sonoridade e o estilo do Queen fizeram (e ainda fazem) da banda britânica um ponto de transformação no mercado fonográfico e em produções musicais. 

Apesar da morte de Mercury, em 1991, a banda ainda manteve sua formação por alguns anos, mas John Deacon decidiu se aposentar em 1997. De lá para cá, Brian May e Roger Taylor já se apresentaram ao lado de Paul Rodgers e, desde 2012, o ex-American Idol Adam Lambert se apresenta à frente do grupo. Mesmo após 50 anos desde o início do grupo, o Queen ainda é relevante. Principalmente por ter inspirado tantos artistas gigantes que estão por aí até hoje.

Freddie Mercury podia rechaçar o título de líder do Queen, mas seu talento era algo que extrapolava os limites. Não só os dons artísticos e performáticos, mas sua atenção ao detalhe e sua coragem em mergulhar em águas profundas da música para trazer aos discos do Queen uma sonoridade única. A banda trouxe o erudito ao rock. As músicas do Queen eram constantemente feitas à base de experimentações e mistura de gêneros musicais.

A banda soube colocar o público para participar ativamente dos shows

Parte da mágica dos shows do Queen vinha também da interação da banda com o público. Fosse no bater de palmas de “We Will Rock You” ou no “ê ô” na introdução de “Under Pressure“. Sem esquecer da performance de “Radio Ga Ga” no emblemático show do LiveAid, no estádio de Wembley, em Londres, ou no coro arrepiante de “Love Of My Life“, no Rock in Rio de 1985.

Trabalhos inovadores levam tempo e experimentação

“Bohemian Rhapsody” não nasceu do dia para a noite. A música, a mais apoteótica da banda britânica, começou a ser pensada por Mercury ainda no fim dos anos 1960, quando o Queen ainda nem existia de fato. Brian May já revelou que, antes de ser gravada e finalizada, a música foi totalmente imaginada na cabeça de Freddie. Parte das experimentações feitas nela, foram testadas em faixas anteriores como “My Fair King” e “The March of the Black Queen”.

Por conta disso, o vocalista basicamente guiou todos os outros integrantes durante a gravação da faixa, que levou tempo e foi feita por partes usando até mesmo diferentes estúdios. Algumas sessões chegaram a durar até 12 horas e várias camadas de gravação nas fitas, que foram usadas até o limite.

O Queen soube unir a música erudita ao rock n’ roll. Era um show de pura qualidade na letra, melodia e execução de músicas. Não à toa estão aí até hoje, mesmo sem Freddie.

 

A magia do quarteto

Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon tinham, cada um, seu papel na  banda. É claro que Freddie exercia uma função de destaque por conta da personalidade única e da extensão vocal impressionante, mas os outros três integrantes do grupo também se destacavam. Era como se o Queen fosse um verdadeiro time, em que cada um desempenhava uma função.

Brian e seu talento quase sobrenatural na guitarra dava às músicas nuances que poucas vezes se observaram em outras bandas de rock. Roger Taylor, além do talento como baterista, sabia usar de agudos nos backing vocals que marcaram alguns dos maiores hits da banda, como “Bohemian Rhapsody”. Já Deacon sempre foi um compositor de mão cheia e deu ao Queen hits como “Another One Bites the Dust”, “You’re My Best Friend” e “I Want To Break Free“.

O trabalho em grupo era reconhecido por Freddie Mercury. “Eu não sou o líder da banda, eu sou o vocalista”, disse, certa vez.

 

Influência para todo tipo de artista

Astros do pop, do rock, da música indie e de tantos outros gêneros costumam citar o Queen como influência em suas carreira. De Marilyn Manson, passando por Nirvana até chegar em Lady Gaga. A Mother Monster costuma dizer que tirou seu nome artístico de um dos maiores hits da banda britânica, “Radio Ga Ga”.

Fonte: www.hypeness.com.br

 

A música Jesus foi incluída no primeiro álbum da banda intitulado Queen

O começo não foi fácil para o Queen. No início da carreira, para gravarem o primeiro álbum, eles usavam o estúdio de gravação em horários alternativos, quando as outras bandas faziam pausa nas suas gravações.

Neste álbum, podemos ver várias músicas de sucesso como Seven Seas of Rhye, Keep Yourself Alive e Liar, só para citar algumas. 

No lado B entretanto, encontramos uma joia rara e não muito conhecida chamada Jesus.

Essa música foi uma das cinco canções que o Queen gravou na demo no Trident Studios, em 1972.

A música foi fortemente influenciada por Jesus Cristo Superstar,  um musical de ópera-rock de Andrew Lloyd Webber, com letras de Tim Rice, lançada em 1970. O arranjo de hard-rock e a seção de guitarra estendida, juntamente com os vocais de apoio para “All going down to see the Lord, Jesus”, fazem a música parecer muito teatral.

Por conta do estilo e o comprimento do solo de guitarra de Brian May, o som da banda inicialmente foi rotulada como Rock Psicodélico. No lançamento do primeiro álbum, a banda foi criticada por adicionar muita complexidade e por editar muito as suas músicas. 

É um mistério por que Freddie Mercury, um não-cristão, escreveu esta música. Mercury nasceu  em Zanzibar e cresceu na fé zoroastriana Parsi. O Zoroastrismo é uma religião fundada na Pérsia e se baseia-se nos ensinamentos do príncipe Zoroastro que viveu  na região em 1.000 a.c. O princípio do Zoroastrismo é a prática do bem, independente de qualquer outra circunstância. É considerada uma das primeiras religiões monoteístas. 

Voltando à música Jesus: a letra se desenrola às custas de duas histórias gospel: Jesus curando o leproso e o nascimento de Jesus. Esta estranha combinação de histórias pode ser evidência da falta de conhecimento cristão de Freddie, mas talvez elas tinham um significado especial para este homem de fama tardia. Infelizmente, nunca saberemos. 

Letra e tradução da música:

And then I saw Him in the crowd    E então eu o Vi na multidão

A lot of people had gathered round Him    Muitas pessoas estavam ao Seu redor

The beggars shouted the lepers called Him    Os pedintes gritavam, e os leprosos o chamavam

The old man said nothing   O homem velho não disse nada

He just stared about him   Ele Olhou fixamente apenas sobre ele

All going down to see the Lord Jesus    Todos se abaixem para ver o Senhor Jesus

All going down to see the Lord Jesus    Todos se abaixem para ver o Senhor Jesus

All going down                                                Todos se abaixem

Then came a man before His feet he fell    Então veio um homem e se jogou aos Seus pés

Unclean said the leper and rang his bell    Sujo, o leproso disse eu sou seu sino

Felt the palm of a hand touch his head      Sentiu a palma de uma mão tocar em sua cabeça

Go now go now you’re a new man instead   Vá agora vá agora você é um novo homem

All going down to see the Lord Jesus     Todos se abaixem para ver o Senhor Jesus

All going down to see the Lord Jesus     Todos se abaixem para ver o Senhor Jesus

All going down                                                  Todos se abaixem

It all began with the three wise men      E então eu o Vi na multidão

Followed a star took them to Bethlehem  Seguindo uma estrela que os levou até Belem

And made it heard throughout the land  E foi ouvido por toda por toda a terra

Born was a leader of man                           Nascido como líder do homem

All going down to see the Lord Jesus    Todos se abaixem para ver o Senhor Jesus

All going down to see the Lord Jesus    Todos se abaixem para ver o Senhor Jesus

All going down                                                  Todos se abaixem

It all began with the three wise men         Toda historia começou com os três homens sábios

Followed a star took them to Bethlehem    Seguindo uma estrela que os levou até Belem

And made it heard throughout the land      E foi ouvido por toda por toda a terra

Born was a leader of man                              Nascido como líder do homem

All going down to see the Lord Jesus    Todos se abaixem para ver o Senhor Jesus

All going down to see the Lord Jesus    Todos se abaixem para ver o Senhor Jesus

All going down                                            Todos se abaixem

 

Fontes: www.aqueenofmagic.com

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

O lenda do Queen Brian May revelou por que ele nunca usa palheta clássica de guitarra – preferindo algo que você poderia pegar no chão. Em uma entrevista fascinante, ele também descreveu a criação de sua primeira e icônica guitarra Red Special que ele diz que “é como um pedaço do meu corpo”.

O Queen está comemorando seu 50º aniversário. Incrivelmente, o instrumento icônico do guitarrista é ainda mais antigo do que isso. Em uma entrevista fascinante, Brian deu uma visão extraordinária de como ele sempre forjou seu próprio caminho, desde a construção manual de sua guitarra original (que ele ainda usa hoje) até decidir jogar fora as palhetas da guitarra em favor de algo bastante inesperado.

Brian nunca usa uma palheta de guitarra de plástico para persuadir esses riffs extraordinários das cordas.

Ele disse: “Eu costumava usar palhetas muito flexíveis porque eu achava que era bom para obter velocidade. Mas eu gradualmente descobri que eu queria mais e mais dureza na escolha, e quanto mais rígida ela é, mais você sente o que está acontecendo na corda em seus dedos.”

A solução era algo que qualquer um poderia literalmente encontrar no chão.

Brian acrescentou: “Então, no final, eu peguei uma moeda, e foi simplesmente perfeito. Era tudo o que eu precisava. E eu mudei a maneira como eu segurei a palheta, tipo de dobrar um dos dedos ao redor, e eu nunca voltei a partir desse ponto.

“O sixpence tem outra grande vantagem – é difícil o suficiente para, você sabe, dar-lhe todo esse contato, também é macio o suficiente para não quebrar suas cordas de aço porque é feito de níquel-prata, ou o que seja.

“E ele tem essa linda borda serrilhada, e se você transformá-lo em um ângulo para as cordas, você tem um tipo adorável de som.

“Então, para mim, a guitarra é como uma voz, e esse som é uma das consoantes que ajuda a fazer a guitarra falar.”

https://youtu.be/em3apUUjnoU

Para quem quer saber, o seis pence não está mais em circulação. A moeda clássica, incrivelmente, datava de 1551 e foi finalmente retirada de circulação em 1980. Se Brian tem um estoque especial ou encontrou uma moeda de substituição, ele não diz.

Mais tarde, na entrevista, ele também dá detalhes extraordinários sobre como ele construiu sua primeira guitarra, a Red Special. O instrumento agora é fabricado e Brian tem sua própria gama de guitarras, mas sempre volta para aquela original.

Ele disse: “Eu sou capaz de usar um par desses no palco e eles são ótimos. Mas a original é outra coisa, é como um pedaço do meu corpo.

Foi construído à mão em casa com seu pai, Harold, entre agosto de 1963 e outubro de 1964.

Brian disse: “Não tínhamos dinheiro, e é por isso que fizemos a guitarra. Não poderíamos comprar um Stratocaster ou um Gibson. Era inimaginável… Então decidimos fazer a guitarra, eu e meu pai.”

A Red Special original era assim chamada porque era manchada por marrom-avermelhado por muitas aplicações de um verniz comumente usado em pisos e guitarras.

Brian revelou por que também é apelidado de lareira: “Era tudo feito de um material que estava por aí, e era uma lareira de cem anos, um pedaço daquele que eu fiz o pescoço, tudo com ferramentas manuais – cinzéis, planos, porta-vozes e lixas”.

Brian deliberadamente projetou a guitarra depois de ver Jeff Beck tocando ao vivo e observando como ele poderia fazer sons diferentes apenas movendo a guitarra na frente do amplificador.

Mesmo que tenha sido feito de uma lareira de carvalho e uma antiga mesa familiar, Brian fez inovações para mantê-la o mais leve possível.

Ele disse: “Não é tão pesado quanto um Gibson Les Paul. Tem menos peso porque eu coloco esses bolsos acústicos nele, então muito dele é esvaziado.

“Isso é muito deliberado para tentar fazer com que ele funcione da maneira certa. Então eu alego ser a primeira pessoa a fazer uma guitarra elétrica. 

Para quem quer saber mais, a estrela também publicou um livro, Brian May’s Red Special: The Story of the Home-made Guitar that Rocked Queen and the World..

Fonte: www.express.co.uk

“Queen The Greatest”: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história do Queen até agora. Uma série de 50 semanas no YouTube que celebra os momentos-chave da história do Queen nos lembrando porque a banda e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

Episódio 13: Queen: 1977 We Are The Champions – The Show Stopper

A música mais cativante do mundo … ou “A música mais egoísta e arrogante já escrita”?

O “Queen The Greatest” da semana passada analisou o fenômeno cultural que é We Will Rock You e, portanto, nem é preciso dizer que a única música a seguir nesta semana é sua peça complementar, We Are The Champions.

Esta composição de Freddie Mercury de 1977, que pode ser vista sendo gravada aqui em fascinantes imagens de arquivo, é amplamente considerada como um dos maiores hinos do rock já escritos, ocupa um lugar no Grammy Hall of Fame e, em 2011, foi identificada por uma equipe de pesquisadores científicos da Goldsmiths University de Londres como ‘a canção mais cativante já escrita’.

Mas, apesar de se tornar uma das canções mais instantaneamente reconhecidas na história do pop, a faixa não teve um início auspicioso com a mídia desafiando a banda, e Freddie em particular, por falta de “modéstia” em inventar uma canção tão “arrogante”.

[Entrevistador] “E apenas o Queen poderia inventar o título, We Are The Champions. Quero dizer, para onde foi a modéstia? ”

Roger e Freddie chegaram ao momento em um estilo característico:

Roger Taylor: “Bem, não há nenhum. Sem modéstia alguma. Depois da crítica que recebemos da imprensa musical inglesa, quero dizer, quem se importa? Não temos nada a perder agora.”

Freddie Mercury: “Oh, eu sou um desgraçado frio e sem coração. Não, não tem absolutamente nada. É apenas comercial puro, chame do que quiser. É a música mais egoísta e arrogante que já escrevi.”

Brian May se propõe a explicar:

“Acho que todos nós ficamos levemente chocados, porque parecia tão, meio arrogante. Mas é claro, basta pensar um momento para perceber que We Are The Champions não significa apenas eu e meus amigos, significa todos nós.”

“Mas, você sabe, veio dele e havia uma espécie de deliciosa arrogância em Freddie e eu acho que, se eu for sincero, eu acho, você sabe, o primeiro significado disso provavelmente foi que nós éramos, você sabe , maldito certo. Fomos arrastados por todos os tipos de inferno pelas pessoas, mas saímos vitoriosos.”

Freddie Mercury:Basicamente, é uma coisa de participação. Só estou pensando em como nós, talvez, vamos adaptá-lo no palco e como as pessoas vão … É um grupo público de AVC, na verdade. ”

E foi isso que rapidamente se tornou, o final perfeito para cada show do Queen de 1977 em diante, um momento de união e comemoração que a banda e os fãs poderiam compartilhar.

Quando o Queen se mudou para o rock de estádio na década de 1980, canções como We Are The Champions eram o ajuste perfeito, e era compreensível que fossem adotadas por fãs de esportes e entoadas em locais de todo o mundo, garantindo à música seu status lendário.

Como um símbolo de unidade e união, a música ressoou mais uma vez de uma forma que talvez nem mesmo Freddie ousasse imaginar quando, em 2020, no auge da pandemia global, ela prestou um tributo adequado aos trabalhadores da linha de frente por meio de uma nova versão apresentando Queen + Adam Lambert renomeado “You Are The Champions”.

Próxima semana: Queen In Japan (Parte 1)

Fonte: www.queenonline.com

 

 

 

 

 

A revista MOJO tem o prazer de apresentar a primeira de duas revistas de luxo, reunindo seus melhores textos sobre o Queen.

“Muito foi escrito sobre nós ao longo dos anos, mas ninguém antes tentou um relato tão aprofundado”, escreve o guitarrista do Queen, Brian May, em seu prefácio da primeira das duas edições especiais do MOJO do grupo.

“Os redatores da revista são extremamente bem informados e apaixonados por colocar todos tópicos juntos. O que eles reuniram aqui permanecerá único nos próximos anos … ”

Dando um mergulho profundo no extenso arquivo MOJO de entrevistas exclusivas e recursos escritos por especialistas, Queen: The Works 1970-1979 traça a extraordinária primeira década do grupo, desde seus dias como uma banda de rock lutando no oeste de Londres até sua conquista do mundo em meados de Anos 70 com os incomparáveis ​​álbuns A Night At The Opera e A Day At The Races, e mais além, por meio do single We Are The Champions / We Will Rock You, até seu álbum de jazz de grande sucesso e sua infame festa de lançamento em Nova Orleans em 1978.

Com o grupo abrindo generosamente seus arquivos fotográficos, este suntuosa revista de 132 páginas está repleta de imagens raras e icônicas e vem em uma embalagem especial brilhante com espaço para acomodar a sucessora, The Works 1980-2021, que acompanha o Queen na MTV dos anos 80 e Live Aid, até a morte trágica e prematura de Mercury em 1991 e sua atual formação ao vivo com o vocalista Adam Lambert.

Revista Queen 1980-2021

Juntas, essas duas edições representam a história definitiva da roupa mais criativamente audaciosa e extravagantemente espetacular do rock.

A compra pode ser feita aqui: : www.greatmagazines.co.uk/mojo-specials

A segunda revista, The Works 1980-2021, a ser lançada em 29 de julho de 2021, também está disponível para encomenda.

Fonte: www.queeenonline.com

 

Em mais uma etapa da série de entrevistas com Peter Freestone feita por Mercury Roadrunner e divulgada no Queenchat, vamos conhecer um pouco mais sobre a relação entre Freddie e os membros da banda e também a relação entre Freddie e os livros.

PS:  Muitas pessoas te perguntam sobre Freddie, m mais as devemos lembrar que na verdade você era muito próximo de todos os membros do Queen. Minha pergunta é sobre cada um deles. Quais são suas memórias ou histórias especiais? Vamos começar com Brian.

PF: Tem uma fotografia. Havia Brian, eu e a segurança de Brian. Estávamos perto da piscina. Não me lembro qual hotel. Eu estava deitado na grama ao sol e Brian estava lá e estávamos conversando. E então seu guarda-costas veio e apenas sentou em mim. Tem uma foto dele na internet. E Brian ficou sentado rindo. Ele apenas riu e riu e riu, e não fez nada para me ajudar.

PS: Alguma memória especial sobre Roger em todos aqueles anos com o Queen?

PF: Novamente, isso foi na América do Sul onde ele e eu fizemos uma corrida de kart, havia uma pista de kart incrível perto de uma das cidades. Eu estava lá com Roger, havia um grupo nosso lá fora. Tivemos uma corrida incrível. Porque ele adora carros, ele está sempre dirigindo. Ele decidiu que seria campeão de corrida de kart. Foi divertido. Todas as coisas que fizemos são divertidas. John tinha a família com ele [na América do Sul] por algum tempo. Eu costumava ser babá de seus filhos. Acho que eram três meninos na época. Há fotos minhas com os filhos de John brincando no aeroporto. Eu estava lá para ter certeza de ficar de olho neles. Os tempos de folga foram ótimas lembranças.

Freddie e os livros

PS:  Freddie, em uma de suas entrevistas, disse que não considerava a leitura de livros uma atividade muito interessante. Você poderia, por favor, tentar se lembrar se houve algum livro ou livros que tiveram um significado importante para Freddie?

PF: Nos doze anos que o conheci, nunca vi um livro em suas mãos. Ele lia revistas, como a Architectural Digest, porque adorava mobiliar coisas dentro da casa, nas propriedades que possuía. Mas nunca o vi lendo um livro. Mas, dizendo isso, com a inteligência que tinha, deve ter lido livros. Acho que provavelmente são coisas que ele aprendeu na escola. Ele era muito inteligente. Terminei o internato aos onze e ele continuou até os dezessete, então provavelmente teria aprendido muito mais do que eu. Mas nunca o vi com um livro nas mãos.

PS: Nesse caso, você poderia tentar se lembrar de alguma peça de teatro ou libreto de ópera de que tenha gostado por causa do enredo ou dos personagens?

PF: Começou como uma peça, mas depois foi transformado em filme. Ele viu a peça em Londres quando a montaram. E se chamava “As Mulheres”. Ele achou isso fascinante. Era uma comédia sobre como as mulheres lidavam com o divórcio, a separação e o amor e todo esse tipo de coisa. Foi muito perspicaz. Ele amou tudo. Você tinha que ouvir com atenção para entender a piada. Em muitos desses filmes, eles fazem frases curtas e rápidas. Ele prestava atenção a esse tipo de coisas. Ele foi porque queria ver a peça. Na maioria das vezes, ele ia ver peças por causa das pessoas que estavam nelas. Seus amigos o convidariam para um show. Comprei os ingressos e levei-o para ver a peça “Little Foxes” em Nova York, e não porque ele estivesse interessado na peça ou no que está acontecendo, foi puramente porque Elizabeth Taylor era a estrela. Muitas vezes, ele ia a essas coisas por causa de quem estava, e não do que era.

PS: Houve algum libreto de ópera de que ele mais gostou por causa da história ou dos personagens?

PF: Não especificamente para história e personagens, porque qualquer coisa que Montserrat pudesse cantar, ele simplesmente adorava ouvir a voz dela. Ele não precisava saber a história por trás disso. Ainda bem porque na maioria das óperas você não entende a história, porque essa mãe perdeu esse filho, ele foi levado por outra pessoa, ou ela roubou outro, e aí esse filho se apaixona por essa pessoa, mas é dele irmã. Você sabe, você realmente não quer saber as histórias de óperas, você só quer ouvi-las.

PS: Falando sobre você, quais são seus livros e escritores favoritos?

PF: Depende muito do meu humor no momento. Na verdade, gosto bastante de Stephen King, mas não tudo o que ele fez. Quer dizer, gosto do estilo geral de sua escrita, de seus livros. Óperas, tenho cerca de 1.500 óperas em mp3 e em CD físico. E vou ouvir um todos os dias. Depende muito do humor. Principalmente coisas escritas por Rossini, Bellini, Donizetti e Verdi. O enredo é quase sempre o mesmo, exceto se for baseado em um fato histórico. É sempre uma história de amor, às vezes termina bem e outras vezes ela morre de tuberculose ou morre de outra coisa. Como eu disse, geralmente você não presta atenção às palavras. Eu pergunto a tantas pessoas, quando ouvem uma música pela primeira vez, elas ouvem a música ou ouvem a letra? A grande maioria das pessoas escuta a música primeiro. É o mesmo com a ópera. Ele tinha que ser capaz de ler música, embora pudesse dizer que não, porque fez aqueles exames de piano. Você tem que ler música. Mas eu não acho que ele estava tão interessado em comprar uma escola. Ele não se sentava ao piano e tocava algo com base nas notas. Isso ele não poderia fazer, ele apenas criaria ele mesmo.

PS: Falando sobre Stephen King, como você o mencionou, você gosta do livro “The Shining” e do filme com Jack Nicholson?

PF: Muito bom. Esse eu gosto muito. Eu gosto de “The Shining”(“O Iluminado” aqui no Brasil). Achei a adaptação do livro realmente muito, muito boa. Outro que eu gosto dele foi “Salem’s Lot”( “A hora do vampiro” aqui no Brasil); há uma minissérie feita daquilo que realmente reflete o livro muito, muito bem. Como Stephen King está envolvido com os filmes de seus livros na maior parte do tempo, eles tendem a ser versões muito melhores dos livros do que tantos filmes. Muitos filmes devem ser baseados em um livro do que ter todas as ideias do próprio diretor e como deveria ser e tudo mais. Então, quando você olha para o filme, você realmente se pergunta se está olhando para o filme certo.

PS: Devo concordar com isso. Como amigo próximo de Freddie, como escritor e amante de livros, aqui vai uma pergunta especial: com quem você poderia comparar Freddie entre personagens de ficção de livros?

PF: [risos] Oh irmão! Não há um. [risos] Não em qualquer coisa que eu li e que Freddie pudesse comparar. Quer dizer, talvez haja um pouco de Freddie em tantos personagens diferentes. Por exemplo, Sir John Falstaff. Não me lembro em qual peça de Shakespeare ele está, mas ele está em algumas óperas. E só esse personagem, posso ver um pouco do Freddie ali. Posso ver Freddie em qualquer coisa apaixonada. Qualquer coisa com uma história de amor, porque é isso que ele sempre estava procurando. Alguém específico, não, não acho que exista. Então, um livro teria que ser escrito em torno dele.

Continua…..

Acesse aqui as matérias anteriores:

1) Live Aid: Assistente de Freddie Mercury conta histórias dos bastidores – Queen Net

2) Assistente Pessoal de Freddie Mercury conta histórias – Queen Net

3) Freddie Mercury contou por que seu álbum se chamou “Mr. Bad Guy” – Queen Net

4) Freddie Mercury curtia Prince e admirava Madonna e Montserrat Caballé – Queen Net

5) Assistente de Freddie Mercury conta como era conviver com ele – Queen Net

6) Peter Freestone conta os bastidores das gravações de vídeos – Queen Net

7) Elton John apoiando Freddie na doença e outras histórias do seu Assistente – Queen Net

8) Peter Freestone: Últimos momentos de Freddie – Queen Net

9) Roupas de Freddie em shows – Queen Net

10) Lembranças da família de Freddie e primeira turnê na América do Sul – Queen Net

Fontes: www.queenchat.boards.net

www.vk.com/queenrocks

 

Friends Will Be Friends foi composta por John Deacon e Freddie Mercury. O vocalista queria presentear seu público com outro hino atemporal como We Are The Champions. Com uma melodia eficaz e um refrão facilmente memorável, a música tinha um ótimo potencial para se tornar um sucesso. Mas ela não obteve o mesmo que a A Kind Of Magic conseguiu, ficando apenas no 14° lugar na parada britânica. A música – que faz parte do 12° álbum da banda, intitulado A Kind of Magic – foi lançada em 9 de junho de 1986, tendo como lado b Seven Seas of Rhye.

O videoclipe da música foi filmado em 15 de maio de 1986, nos Estúdios JVC em Wembley, onde o grupo se preparava para a sua futura turnê, intitulada Magic Tour, que seria a última de Freddie Mercury. O vídeo mostra a banda no palco, com um público entusiasmado formado por membros do fã-clube oficial, onde cada participante tinha uma camisa onde estava escrito: “Sou um fã do Queen (I´m a Queen fan).

Letra da música

Another red letter day
So the pound has dropped and the children are creating
The other half ran away
Taking all the cash and leaving you with the lumber
Got a pain in the chest
Doctor’s on strike what you need is a rest

It’s not easy love but you’ve got friends you can trust
Friends will be friends
When you’re in need of love they give you care and attention
Friends will be friends
When you’re through with life and all hope is lost
Hold out your hands because friends will be friends right till the end

Now it’s a beautiful day
The postman delivered a letter from your lover
Only a phone call away
You tried to track him down but somebody stole his number
As a matter of fact
You’re getting used to life without him in your way

It’s so easy love because you got friends you can trust
Friends will be friends
When you’re in need of love they give you care and attention
Friends will be friends
When you’re through with life and all hope is lost
Hold out your hands because friends will be friends right till the end

It’s so easy love because you got friends you can trust
Friends will be friends
When you’re in need of love they give you care and attention
Friends will be friends
When you’re through with life and all hope is lost
Hold out your hands because friends will be friends right till the end

Friends will be friends
When you’re in need of love they give you care and attention
Friends will be friends
When you’re through with life and all hope is lost
Hold out your hands because right till the end
Friends will be friends

Fontes:
Livros:
Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc
Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Sites: www.queenpedia.com
www.queenvault.com

Alirio Netto, vocalista da banda “The Queen Extravaganza” assinou contrato com a Frontiers Music Srl para a gravação de vários álbuns. O álbum de estreia, “All Things Must Pass” será lançado no dia 06 de agosto. E já foi disponibilizado o single e videoclipe da faixa título do trabalho.

Alirio é cantor e ator brasileiro, sendo uma das vozes mais reconhecidas no país e está se tornando um nome emergente entre os maiores do país. Ele causa grande impressão com uma voz de um alcance incrível, onde quer que esteja: palco, estúdio ou em musicais.

Ele diz:

Me considero um compositor muito eclético quando se trata de estilos de rock. Meus compositores favoritos no momento, e também grandes influências, são Chris Cornell, George Harrison e, obviamente, Queen”.

 

Falando sobre o significado do primeiro single do álbum, ele comenta:

“O poder está constantemente mudando de mãos e você precisa tentar aproveitá-lo ao máximo enquanto o tem. Mas isso também passará e, quando isso acontecer, você terá sido verdadeiro consigo mesmo ou corrompido pelo sistema?”.

 

O álbum de estreia de Alirio abrange uma variedade de estilos de rock e hard rock, junto com grandes melodias e baladas apoteóticas. O baterista Adriano Daga (produtor ganhador do Grammy) e o baixista Felipe Andreoli (Angra) são alguns dos músicos do álbum. E há também um dueto com ninguém menos que o vocalista do Journey, Arnel Pineda.

 

“Estou emocionado e sinceramente agradecido em fazer parte da família Frontiers”, ele afirma. E continua dizendo: “Este álbum é muito especial para mim, não apenas por contar com amigos realmente próximos e conhecidos mundialmente, mas especialmente pela paixão e verdade que eu coloquei em cada nota deste álbum. Este é provavelmente o trabalho mais honesto da minha carreira. Ter uma gravadora dessa magnitude acreditando na minha música, em um momento tão difícil para o mundo, é uma grande bênção”.

 

Alirio liderou a banda Khallice cantando rock. a banda assinou contrato com a gravadora de rock progressivo Magna Carta para o lançamento de seu álbum de estreia, “The Journey”. Alirio também foi integrante da banda de metal Age of Artemis, que lançou dois discos, sendo um deles produzido pelo renomado cantor e produtor Edu Falaschi (ex-Angra). Recentemente, se juntou à banda Shaman, como substituto de Andre Matos.

O cantor também interpretou personagens em diversos musicais, incluindo o protagonista “Galileo” em We Will Rock You, a produção musical oficial do Queen. Posteriormente, foi anunciado como o novo vocalista da banda Queen Extravaganza, o que levou Roger Taylor a comentar:

 

“Alirio não é apenas um cantor soberbo, mas também é um grande showman”.

 

Alirio também dublou o personagem “Lefu” em A Bela e a Fera, live action da Disney.

Desempenhou o papel de Jesus na produção oficial mexicana de Jesus Christ Superstar, e atuou como Judas na produção oficial brasileira do mesmo espetáculo, pelo qual foi indicado ao prêmio de Melhor Ator Principal de 2014, pelo jornal Estado de São Paulo. Com isso, as portas se abriram e se apresentou em alguns dos principais programas de TV do Brasil, como o maior talk show do país, o Jô Soares, além do Altas Horas, Faustão, The Noite, Jornal Hoje, Jornal do SBT, Jornal da Globo e Programa Todo Seu. Participou do programa televisivo Good Morning LA, nos Estados Unidos, junto com o Queen Extravaganza.

Músicas:
1. All Things Must Pass
2. Let It All Burn (feat. Hugo Mariutti)
3. Here I Am
4. Back To The Roots
5. The First Time
6. Edinburgh
7. Back To The Light (feat. Andria Busic)
8. I’m Still Here (feat. Andria Busic)
9. Grey (feat. Arnel Pineda)
10. You Hate (feat. Alberto Rionda)
11. Breeze (faixa bônus da versão digital)
12. Come With Me (faixa bônus da versão digital)
13. Gipsy (Feat. Lívia Dabarian) (faixa bônus da versão digital)
14. Mentiras (feat. Alberto Rionda) (faixa bônus da versão digital)
15. Nada Se Compara (faixa bônus da versão digital)

 

Fonte: https://alirionetto.com/

 

 

Dada a carreira de décadas de sua mãe Madonna como uma das figuras mais bem sucedidas do pop, não é de admirar que David Banda tenha uma tendência para se apresentar.

Em um novo vídeo compartilhado por Madonna no Instagram, o jovem de 15 anos foi visto personificando o falecido vocalista do Queen Freddie Mercury enquanto cantava junto “Another One Bites the Dust”.

Para aumentar a autenticidade de sua performance, o adolescente emulou o lendário músico vestindo uma braçadeira de joias, uma pulseira e uma peruca.

Segurando um microfone, David começou sua performance de pé de costas para a câmera, antes de girar e dar seus melhores movimentos de dança enquanto cantava pequenas partes da letra.

Ele parecia bem a voantade, enquanto dançava ao redor da sala de estar da família, onde fotos de Madonna e seus filhos eram vistas ao fundo.

Deixando a filmagem falar por si mesma, Madonna — que atualmente está trabalhando em um novo álbum — legendou o vídeo: “Another One Bites the Dust………….. #freddiemercury #davidbanda”.

O post atraiu elogios de um grande número de seguidores de Madonna, enquanto alguns comentaram que David não parecia conhecer a letra da faixa clássica, que foi lançada em 1980.

O precoce David aparece frequentemente na página de mídia social de sua mãe mostrando suas habilidades de performance, particularmente dançando.

Madonna, nascida em Michigan, adotou David do Malawi no sudeste da África em 2006, quando ele tinha 13 meses de idade.

Ela já admitiu anteriormente que, de todos os seus filhos, ela tem mais coisas em comum com David, e disse à Vogue britânica em uma entrevista em 2019: “O que ele tem mais do que tudo é foco e determinação. Tenho certeza que ele conseguiu de mim.”

Fonte: www.newsweek.com

Em uma entrevista para o express.co.uk, Roger Taylor respondeu se Freddie ainda estaria na ativa se estivesse vivo.

Há 50 anos atrás, Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon se juntaram e formaram o Queen, uma das maiores bandas de todos os tempos. Mas este ano fazem 30 anos desde a morte de Freddie e como John não está mais na ativa também, só restou a Roger e Brian seguirem firmes com Adam Lambert.

Na entrevista, quando Roger Taylor foi perguntado o que Freddie teria pensado do Queen fazer 50 anos e se ele ainda estaria se apresentando com o Queen em 2021 se ele tivesse vivido.

O baterista do Queen disse que gosta de pensar que o cantor ainda estaria com a banda e ter uma atitude de “se ainda estiver funcionando, continue!”

Roger disse: “Teria sido fascinante ver, se ele tivesse vivido, o que estaríamos a fazer.

“Se ainda estaríamos juntos… Gosto de pensar que sim. Éramos muito próximos como uma unidade e nunca terminamos.”

Freddie lançou seu único álbum solo em Mr Bad Guy de 1985, mas continuou com o Queen até sua morte em 1991.

Nesse período, eles tiveram sua última turnê com A Kind of Magic de 1986 e seguiram com os álbuns The Miracle e Innuendo.

Após a morte de Freddie, Brian, Roger e John lançaram Made in Heaven de 1995 com gravações póstumas do famoso vocalista.

Refletindo sobre outros grupos de rock de sua época, o baterista do Queen disse: “Eu não consigo entender essas bandas que se separam”.

Roger, que estava promovendo seu novo álbum solo Outsider, continuou: “Eles chegam a um certo ponto em que os egos tomam conta ou algo assim e os indivíduos se tornam grandes demais para a banda. E isso não aconteceu conosco.”

Olhando para trás na era do rock clássico, o baterista de 71 anos sente que o Queen teve tanta sorte de ter vindo de “aquele período glorioso com todas as melhores bandas”.

Ele acrescentou: “Tudo veio daquele período bastante curto, da Grã-Bretanha, quando ele tinha as melhores bandas do mundo.”

“Tivemos Led Zeppelin e The Who. Jimi Hendrix era essencialmente daqui, embora fosse americano. Estas foram as melhores bandas na minha opinião. Parece que somos bons nisso, o Reino Unido.”

No ano passado, a mesma pergunta foi feita para Brian May que respondeu:

“Acho que como todos nós, Freddie teria momentos de: ‘Oh Deus, é hora de eu desistir!’

“Mas então você não pode. É assim que somos. Você vive sua vida, dedicada à música como nós.

“Você pode ouvir a filosofia de Freddie em coisas como Was It All Worth It, aquela faixa que fizemos.”

Brian disse como Freddie vivia um dia de cada vez e não tinha problemas em mudar de ideia sobre as coisas.

Ele disse: “Eu acho que mesmo que tenha havido momentos em que ele não se sentiu capaz de continuar, se sua saúde estivesse bem, ele teria voltado todas as vezes – eu realmente sinto isso. Porque era a vida dele. A música era totalmente a vida do Freddie. Ele viveu e respirou. Então, ele nunca teria se afastado dela por muito tempo.

Brian disse que essa era a sua opinião, apontando como ele e Freddie passavam muito tempo juntos.

Mas acrescentou: “Eu acho que Freddie estava muito ciente de que o Queen estava para sempre. Uma força poderosa e seu melhor veículo. Esse é o meu sentimento.”

www.express.co.uk

 

 

Continuando a série de entrevistas com Peter Freestone feita por Mercury Roadrunner e divulgada no Queenchat, vamos saber um pouco mais sobre a família de Freddie e como foi a turnê na América do Sul.

 

Família de Freddie

PS: Quais são suas memórias sobre a família de Freddie?  Quais são as suas memórias sobre Bomi e Jer.

PF: Provavelmente os vi cinco vezes em toda a minha vida. Ele tentou muito manter sua vida musical totalmente separada de sua família. O lado musical dele realmente não combinava com a fé zoroastriana estrita deles. Ele não queria empurrar misturar as coisas (original: push their noses in it.). Ele os levaria a um show a cada turnê pela Europa quando eles [Queen] estivessem em Londres, e pronto.

PS: Mesmo que você visse os pais dele cinco vezes ou algo assim, você consegue se lembrar, em geral, da impressão que você tem do pai dele? Como podemos ver sua mãe, Jer, em alguns documentários. Mas como era seu pai?

PF: O pai dele era apenas quieto, muito, muito quieto. O que era incomum naquele tipo de família, porque normalmente era o homem que era dominante e as mulheres eram submissas. Mas era exatamente o contrário com essa família. A mãe falou muito mais. Provavelmente tive mais a ver com eles depois que Freddie morreu do que quando ele estava vivo, porque conversei com eles para descobrir o que precisavam para o serviço e tudo mais. O mundo inteiro o teve por vinte anos ímpares, ele era propriedade do mundo, então eu senti que era certo, particularmente neste momento, que seus pais conseguissem o que precisavam. Eles nunca deveriam enterrar seu filho. Isso não deveria acontecer. Então, para eles serem capazes de lidar com a coisa toda, eu achei que era o certo acomodá-los com o funeral e tudo mais. É por isso que digo que provavelmente falei mais com eles do que em qualquer outro momento antes.

PS: Você tem, talvez, algum tipo de memória de Freddie passando um tempo com sua irmã, Kashmira?

PF: Ela veio para Garden Lodge menos vezes que os pais dele, porque ela morava em uma cidade diferente, ela morava em Nottingham. Se os pais deles tivessem ido ao Garden Lodge, talvez, seis vezes, ela teria estado lá, talvez, três. Eles falavam ao telefone de vez em quando, provavelmente nem tanto quanto com sua mãe. Não era uma família unida como tantas pessoas acreditam que as famílias deveriam ser, mas então eu entendi perfeitamente, entendi perfeitamente seus sentimentos ali.

PS: Você encontra alguma semelhança entre Kashmira e Freddie? Eles são parecidos um com o outro?

PF: Acho que sim. Mas descobri muito mais nos anos mais recentes do que enquanto Freddie estava vivo. Ela gosta da vida que Freddie deu a ela. E a maneira como ela honra Freddie porque Freddie deu a ela 25% de seu dinheiro. E ela está comprando essas joias e cigarreiras de boa qualidade realmente elegantes e tudo mais, e então ela as empresta para o Museum  Victoria and Albert em nome de Freddie. Então, ela está desfrutando do dinheiro, mas deixando o mundo saber que é apenas por meio de Freddie. Eu a admiro por isso. Se Freddie visse realmente o que ela está fazendo, ele ficaria nas nuvens porque ela está desfrutando do dinheiro. Muitas pessoas simplesmente não podem, mas ela está, definitivamente está desfrutando.

PS: Ela tem todo o direito de fazê-lo.

PF: Sim, muito mesmo, porque ela está fazendo o que, acredito, Freddie teria desejado que ela fizesse. Porque ele gostava de seu dinheiro, então é por isso que ele deu a ela para que ela pudesse aproveitar sua vida, curtir as coisas. E, como eu disse, as coisas que ela compra ela empresta a museus em nome de Freddie. Então, ele ainda está lá, ele ainda está representado. Eu acho isso perfeito.

 

Turnê na América do Sul

PS: Nosso próximo tópico é sobre a primeira turnê do Queen na América do Sul, pois foi muito especial. Quais são suas memórias favoritas sobre este, se você pode tentar se lembrar?

PF: A lembrança que ficou na mente foi a escolta policial que tínhamos no primeiro show na Argentina. Há fotos por todo o lugar, com John Deacon brincando com a arma e eles viajando em um caminhão blindado e esse tipo de coisa. Isso foi algo incrível. É algo que você poderia dizer aos seus netos que estava lá, é uma daquelas coisas. Os shows em si foram maravilhosos porque Freddie estava tocando para o maior público que ele já havia tocado naquele momento. E ele adorou, ele adorou estar no palco. As memórias que tenho são mais fora do palco do que no palco. Houve uma viagem muito, muito rápida do hotel ao aeroporto depois do show na Venezuela, porque o presidente morreu naquele dia e eles iam fechar o país para entrar em luto oficial. Se a banda, o set e tudo ainda estivessem lá, nunca teríamos sido autorizados a sair. Não havia voos, não havia nada. Então, nós dirigimos tão, tão rápido para sair antes que o bloqueio acontecesse lá. Foi fantástico. E então, é claro, havia o México, em Puebla, onde havia um estádio muito antigo. E nos bastidores, você simplesmente não acreditaria no que estava lá. Estava quebrado, cimento e concreto velhos. Sem fechaduras nas portas. Havia um banheiro para o qual tivemos que fazer uma placa, então quando você entrava colocava “Noivo”, e quando saía colocava “Vago”. Não havia fechadura na porta. E então, é claro, era aí que estava o problema com a multidão. A banda não sabia de nada, nenhum de nós sabia até depois. O motivo pelo qual baterias e tudo mais foram jogados neles no palco foi porque, aparentemente, antes que os fãs pudessem entrar, a polícia tirou todas as baterias de gravadores, câmeras e tudo, para que nada do show pudesse ser gravado ou filmado. Mas então, quando eles estavam dentro, a multidão poderia comprar suas baterias de volta. E a multidão pensou que isso era parte de um acordo com o Queen e é por isso que eles começaram a atirar coisas neles.

PS: Concertos muito radicais, certo?

PF: Mas quando Freddie estava no palco, ele gostava muito. Realmente cumpriu seus sonhos.

 

Acesse aqui as matérias anteriores:

1) Live Aid: Assistente de Freddie Mercury conta histórias dos bastidores – Queen Net

2) Assistente Pessoal de Freddie Mercury conta histórias – Queen Net

3) Freddie Mercury contou por que seu álbum se chamou “Mr. Bad Guy” – Queen Net

4) Freddie Mercury curtia Prince e admirava Madonna e Montserrat Caballé – Queen Net

5) Assistente de Freddie Mercury conta como era conviver com ele – Queen Net

6) Peter Freestone conta os bastidores das gravações de vídeos – Queen Net

7) Elton John apoiando Freddie na doença e outras histórias do seu Assistente – Queen Net

8) Peter Freestone: Últimos momentos de Freddie – Queen Net

9) Roupas de Freddie em shows – Queen Net

 

Fontes: www.queenchat.boards.net

www.vk.com/queenrocks

 

Roger Taylor faz uma aparição especial no novo single de Gary Kemp (guitarrista e compositor do Spandau Ballet), ‘Too Much’, lançado hoje, dia 4 de junho de 2021.

A música faz parte do novo álbum de Gary, intitulado “Insolo”

O comunicado à imprensa sobre o lançamento diz: Para a bateria no TOO MUCH, Gary recorreu a alguém que conhecia desde meados dos anos 80: “Durante a gravação, enviei algumas músicas para o meu amigo Roger Taylor do Queen, perguntando se ele gostaria de tocar bateria. Ele escolheu isso e estou tão feliz que ele fez. A força em sua execução parece ajudar a letra e elevar a música no momento certo. ”

A bateria de Roger Taylor começa a 1min 55 segs.

Fonte: Queenonline.com

“Queen The Greatest”: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história da Rainha até agora. Uma série de 50 semanas no YouTube que celebra os momentos-chave da história do Queen nos lembrando porque o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

“Bate, bata, bata palmas …”
“Thump, thump clap …”

Continuando a celebração de uma das canções mais instantaneamente identificadas do Queen, o episódio desta semana de “Queen The Greatest”, retorna a Brian May falando exclusivamente para a série sobre o a música do Queen “We Will Rock You e como ele conseguiu aquele solo de guitarra matador.

Com seu ritmo e letra instantaneamente reconhecíveis, não é surpresa que a música se tornou um dos hinos mais duradouros da banda e merecidamente ganhou um lugar no Grammy Hall of Fame. Nesta entrevista especial para a série semanal Queen The Greatest no YouTube, Brian compartilha mais alguns insights sobre a evolução fascinante deste clássico e os segredos do icônico solo de guitarra da faixa.

“Eu queria que a música fosse fora do padrão, eu queria que fosse excepcional em todos os sentidos. Então eu queria quebrar todas as regras e normalmente o solo de guitarra vem no meio, e então você volta e tem o último verso e finaliza a coisa. Eu não queria isso, queria que toda a música estivesse lá, e então veio o solo de guitarra do nada. ”

“Eu podia ouvir algo na minha cabeça, mas não tinha certeza do que era. E, na minha memória, acho que fui lá apenas uma vez, fiz apenas uma tomada. ”

“Eu apenas pesquei, podia sentir algo dentro de mim e não sabia realmente o que era, estava apenas brincando com a sensação do que estava vindo pelos meus fones de ouvido. Então eu voltei e escutei, e a parte que eu realmente gostei foi algo em que tropecei por acidente. Aquele pequeno riff ficou preso na minha cabeça e pensei que era a maneira de terminar a música. Então, copiamos a fita, cortamos, colocamos três versões dela juntas e é isso que você ouve no final da faixa. Na verdade, eu não toquei três vezes, apenas toquei uma vez e duplicamos e colocamos com fita adesiva. Isso é o que você está ouvindo. “

Revelado nesta entrevista exclusiva, os aspirantes a guitarra de Brian May podem aprender mais sobre como Brian conseguiu um dos solos mais reconhecidos e distintos de todos os tempos.

“Acho que o que mais me orgulho é o fato de a música ter se tornado parte da vida pública, então, quando todo mundo vai, qualquer um vai bater, bater, bater palmas, de qualquer forma, é isso que é. O maior elogio é quando as pessoas pensam que ninguém o escreveu, apenas acham que sempre existiu. Então We Will Rock You se tornou tipo, eu não sei, algo que é tradicional e remonta à Idade da Pedra, e isso me deixa feliz. ”

“E traz alegria, aproxima as pessoas e essa é provavelmente a melhor coisa de tudo porque We Will Rock You e We Are The Champions foram concebidos dessa forma, no sentido de tentar aproximar as pessoas, e toda vez que ouço isso acontecendo em uma partida de futebol ou um evento esportivo em qualquer lugar do mundo, eu acho ‘sim, meio que funcionou. Une as pessoas, faz com que as pessoas sintam que têm algum tipo de poder ao se unirem. É um bom sentimento para a humanidade, eu acho, união é uma coisa ótima. ”

 

Fonte: Queenonline.com

Após a turnê para divulgação do álbum The Works, o Queen estava planejando umas merecidas férias. Mas o sucesso estrondoso do show do Live Aid no dia 13 de julho de 1985 mudou os planos. Após o show eles se sentiram revigorados e resolveram entrar no estúdio para gravar algo. Em setembro de 1985 eles entraram no Mountain Studios e duas semanas depois nascia One Vision, e a partir daí, eles decidiram trabalhar em seu décimo segundo álbum de estúdio. Durante as sessões, a banda foi abordada pelo diretor Russel Mulcahy que queria que a banda fizesse a música tema do filme Highlander, estrelado por Christopher Lambert e Sean Connery. Após assistir uma prévia de 20 minutos do filme, a banda ficou tão empolgada que acabaram fazendo a trilha sonora completa.

Então, no segundo semestre de 1985, eles começaram a trabalhar nas músicas para Highlander.  Como antes, a banda caiu em velhos hábitos, muitas vezes trabalhando solo em suas próprias canções, o que explica as estranhas formações de instrumentação: John toca guitarras rítmicas em Pain Is So Close To Pleasure e Don’t Lose Your Head, e decidiu não ter qualquer guitarra em One Year Of Love. Who Wants to Live Forever, de Brian, é, essencialmente, um dueto entre Freddie e Brian, com acompanhamento orquestrado pela Orquestra Filarmônica de Londres; a percussão foi tocada pela orquestra e programada por Brian. A faixa-título foi escrita completamente por Roger antes de ser levada por Freddie, que adicionou o riff de baixo e a transformou de uma canção de rock cinematográfico (como ouvido nos créditos finais de Highlander) em uma canção pop contagiante. No filme pode ser encontrada também uma versão cover de New York, New York.

O álbum foi lançado em 2 de junho de 1986, e álbum alcançou a posição número um no Reino Unido apesar da indiferença da crítica especializada. Nos Estados Unidos, o álbum ficou no modesto 47° lugar.

O álbum apresentava nove canções, sendo que uma – One Vision – foi lançada em novembro de 1985 e fez parte da trilha sonora do filme Águia de Aço, estrelado por Louis Gosset Junior. Supõe-se que o álbum tenha vendido tão bem não apenas por causa da arrogância do Queen no Live Aid, mas também por causa do anúncio da maior turnê do Queen no Reino Unido / Europa até hoje, que começou uma semana após o lançamento do álbum.

O álbum se tornou o primeiro novo lançamento do Queen a aparecer em CD, e um material adicional foi emitido: remixes estendidos de A Kind Of Magic e Friends Will Be Friends (intitulado A Kind Of ‘A Kind Of Magic’ e Friends Will Friends Will Be Friends …, respectivamente) e uma versão instrumental de Who Want To Live Forever (intitulada Forever) foram lançados como material bônus. Em 1991, quando a Hollywood Records adquiriu o catálogo anterior do Queen, apenas Forever e o remix estendido de One Vision foram lançados.

Músicas do álbum:

Fontes:
Livros:
Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc
Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Sites: www.queenpedia.com
www.queenvault.com

Depois de muito mistério em suas redes sociais, Roger Taylor anunciou de surpresa, a data de lançamento de seu novo álbum solo denominado “Outsider” acompanhado de uma  turnê solo de 14 shows no Reino Unido para divulgação do novo álbum. O lançamento será em cd, vinil e cassete.

“Esta é minha modesta turnê, eu só quero que seja muito divertida, muito boa musicalmente, e quero que todos aproveitem. Eu estou realmente esperando por isso. Vou tocar músicas do Queen também? Absolutamente!”

Aproveitando que a turnê europeia e britânica de Queen + Adam Lambert só ocorrerá em 2022, Roger decidiu pegar a estrada para um conjunto de shows intimistas. Os próximos shows –  suas primeiras apresentações do Queen em mais de duas décadas – mostrarão seus talentos distintos de percussão, vocal e composição, que têm sido essenciais para a produção ao vivo e gravada do Queen desde 1970.

Marcando suas primeiras apresentações ao vivo fora do Queen em mais de duas décadas, Taylor fará uma turnê pelo Reino Unido em outubro, fazendo 14 shows que coincidirão com o lançamento de seu último álbum solo Outsider em 1º de outubro.

Como compositor de muitos dos maiores sucessos e faixas adoradas do Queen, incluindo A Kind of Magic, Radio Ga Ga, I’m In Love With My Car, Sheer Heart Attack e These Are the Days of Our Lives, além de ser um dos vocalistas mais distintos do rock, Taylor promete uma turnê solo com uma incursão entusiástica pelo Queen e seus próprios clássicos, enquanto também inclui novas canções escritas em lockdown que aparecem no novo álbum Outsider do multi-instrumentista.

“Há algum tempo, todos nós estamos apenas tentando sobreviver”, diz Taylor. “Agora, estamos de volta ao básico, eu e alguns grandes amigos musicais voltando para tocar um pouco de rock. Obviamente, incluiremos parte das músicas clássicas do Queen e alguns dos meus trabalhos solo anteriores, mas também apresentaremos a eles algumas das novas coisas. Então, esperamos que as pessoas venham. ”

A turnê 2021 de Taylor será aberta na Newcastle O2 Academy, sábado, 2 de outubro, seguida por datas em todo o Reino Unido que terminam na O2 Shepherd’s Bush Empire em Londres, sexta-feira, 22 de outubro.

A lenda do rock se apresentará com uma banda especialmente montada para a turnê composta pelo tecladista do Queen + Adam Lambert, Spike Edney, além do guitarrista Jason Falloon e tecladista do Goldfrapp Angie Pollock e o baixista Charlie Jones.

Outsider é o primeiro álbum de material novo de Taylor desde Fun On Earth de 2013. Na última década, o baterista também lançou uma faixa solo ocasional refletindo sobre sua visão de mundo e observações em canções como Journey’s End e Gangsters Are Running This World. Seu mais recente foi Isolation, que foi escrito e gravado em resposta ao primeiro lockdown no ano passado.

Com muito de Outsider gravado durante o lockdown, este novo álbum encontra Taylor em um clima reflexivo. Em todo o registro, ele transmite uma sensação palpável de reclusão, preocupação com o passar do tempo e, de forma reveladora, dedica-o “a todos os forasteiros, aqueles que se sentem deixados à margem”.

Sobre a gravação do álbum Outsider após Isolation, Taylor diz: “Eu tive um pouco de impulso criativo e de repente me vi com um álbum, que foi adorável. Foi uma surpresa!

“Acabei de me encontrar no estúdio e eles surgiram um após o outro. Foi realmente um prazer. ”

Um projeto altamente pessoal, a instrumentação de Outsider é quase inteiramente executada por Taylor, com seus vocais amplamente contidos combinando com o ambiente contemplativo do álbum. Mas Taylor se soltou ao longo do caminho com uma incursão em algum blues-rock pesado, bem como uma GRANDE recauchutagem surpresa carregada de adrenalina de uma canção clássica de 1965, que é exatamente a diversão na terra de que precisamos nestes tempos desafiadores.

Datas da turnê de Roger Taylor ‘Outsider’:

Apresentado por Phil McIntyre Live.

Sábado, 2 de outubro – NEWCASTLE, O2 Academy
Dom, 3 de outubro – MANCHESTER, Academia
Ter, 5 de outubro – YORK, Barbacã
Quarta, 6 de outubro – CARDIFF, Salão de St. David
Sexta, 8 de outubro – LIVERPOOL, O2 Academy
Sábado, 9 de outubro – NORWICH, University East Anglia (UEA)
Segunda, 11 de outubro – BATH, Fórum
Ter, 12 de outubro – BOURNEMOUTH, O2 Academy
Qui, 14 de outubro – PLYMOUTH, Pavilhões
Sexta, 15 de outubro – NOTTINGHAM, Rock City
Domingo, 17 de outubro – BEXHILL, Pavilhão De La Warr
Ter, 19 de outubro – GUILDFORD, G Live
Quarta, 20 de outubro – COVENTRY, HMV Empire
Sexta-feira, 22 de outubro – LONDRES, O2 Shepherd’s Bush Empire

A pré-venda começará dia 08 de junho as 6 horas da manhã (horário de Brasília) e pode ser feita aqui: https://shop.emi.com/rogertaylor/

Os fãs que fizerem a pré-venda do álbum pelo site oficial de Roger antes das 16h de segunda-feira, 7 de junho, terão acesso antecipado à pré-venda dos ingressos para a turnê!

 

Fonte: www.queenonline.com

Em uma entrevista dada à Total Guitar, Brian May revelou um dos segredos do som de Eddie Van Halen, que faleceu em outubro de 2020.

Primeiramente, May descreveu o que sentiu quando viu Eddie pela primeira vez pessoalmente em um show em que o Van Halen abriu para o Black Sabbath, em Munique, na Alemanha. Brian estava lá para ver Tony (Iommi, do Black Sabbath).

“Fiquei pasmo com Eddie. Nunca vi algo daquele jeito na minha vida. Foi como ver Jimi Hendrix pela primeira vez”, ele disse.

Continuando, o entrevistador comentou que tanto Brian quanto Eddie tinham uma coisa em comum: os dois usavam guitarras construídas por eles: Eddie tinha a sua clássica Frankenstrat, enquanto Brian se apresentava com a icônica Red Special.

Constantemente, os dois trocavam informações sobre guitarras e em uma dessas conversas, Brian descobriu o segredo do “brown sound” (nome dado ao timbre da guitarra de Eddie Van Halen)

Brian diz: “Conversamos sobre o que ele chamava de ‘brown sound’. Ele falou que era muito influenciado pela forma como a minha guitarra soava, pela amplitude dela. Ele queria algo daquela forma. E era uma questão de onde colocar o captador, em qual ponto abaixo das cordas. É algo técnico”, afirma.

Eddie afirmava que as guitarras não vinham adequadas de fabrica com um bom posicionamento para os captores. Ele próprio alterava todos os seus instrumentos.

“Ele dizia que os captadores não ficavam no lugar certo nas guitarras, então, ele os movia. Ficava com um visual bem individual, mas o que realmente tornava o som peculiar era a posição do captador. Era um centésimo de uma polegada de variação para obter o harmônico perfeito e o ‘brown sound’”, declara.

E Brian termina dizendo que também era necessário ter o amplificador correto, mas a posição do captador é que permitia o “brown sound”, e claro, a habilidade de Eddie com a guitarra também!

Fonte: https://whiplash.net/

 

Mais um trecho da entrevista com Peter Freestone feita por Mercury Roadrunner e divulgada no Queenchat.

Aqui Peter fala sobre as roupas usadas por Freddie nos shows.

PS: Na turnê do Hot Space, podemos ver flechas nas roupas de Freddie. O que havia de tão especial para Freddie nessas flechas?

PF: Não sei. É apenas algo que entrou em sua mente. Elas também estão no vídeo de “Body Language”. Acho que é apenas algo que o fascinou na época. Ele apenas decidiu que gostava de flechas.

PS: Entendo. E de onde exatamente você comprou todos aqueles coletes e jaquetas com setas para ele, para shows?

PF: Na verdade, foram todos feitos nos Estados Unidos, foram feitos para ele. Eles compraram as camisetas e as pintaram. E com as jaquetas de couro e as outras jaquetas, eles simplesmente as fizeram. Havia aquele casaco grande que ele tinha. Ele só o usou, eu acho, uma ou duas vezes. Com as setas reais costuradas nele. Ele literalmente usou duas vezes, eu acho. A razão pela qual ele não o usou foi porque ele não podia tirar no palco, porque assim que ele começou a suar o cassaco grudou nele. Então, não havia como ele simplesmente tirá-lo. É por isso que ele parou de usar. Mas foi apenas uma fase pela qual ele passou.

PS: Falando sobre as camisetas do Freddie, Freddie costumava usar algumas camisetas com logotipos de diferentes estabelecimentos gays, diferentes clubes gays, como Haven, The Works. E a questão é: como exatamente ele costumava obter essas camisetas? Elas foram dadas a ele como presentes ou ele as comprou?

PF: A maioria era. Quero dizer, obviamente, nós nos oferecemos para pagar, mas então o gerente disse: “Não, não, não. Pegue, pegue. ” Porque, é claro, vai ser uma boa publicidade para eles, não é?

PS: Com um superstar vestindo suas camisetas. Por falar em clubes, você já visitou o famoso Studio 54 em Nova York?

PF: Sim, íamos lá com bastante frequência. Normalmente na noite de domingo. E era bom, era bom. Era domingo, porque ele ia ao The Saint no sábado. Era divertido, era bom. Era muito, muito diferente por causa da história que estava ligada a ele. Mas era bom, era grande o suficiente para as pessoas se esconderem. Se você quisesse ser visto em uma fotografia – sim, tudo bem, muito bem. Mas se você não queria ser fotografado, então havia muitos lugares onde você poderia simplesmente ficar de pé ou sentar, ou o que quer que seja.

PS: De que forma era diferente?

PF: Quer dizer, a sensação do lugar. Porque gastaram muito dinheiro no interior. Com toda a iluminação diferente, palco, tudo estava lá. Tinha um pouco de glamour.

PS: Gostaria de perguntar a você, no seu entendimento, Freddie era algum tipo de pessoa espiritual? Talvez não fosse religioso, mas meio que crente, já que podemos ver muitas letras de suas canções onde ele menciona Deus.

PF: Ele não seguia nenhuma religião organizada, porque é algo sobre o qual ele nunca falou, porque ele sentia que isso e política eram, de fato, muito privadas para uma pessoa. Mas eu acredito que ele tinha uma fé, ele tinha sua fé, mas não de uma forma que reconheceríamos.

PS: Voltando ao nosso tópico sobre clubes, você poderia tentar se lembrar da história sobre Freddie conhecer um dos membros do Village People em um dos clubes?

PF: Estou tentando lembrar em qual clube estávamos. Na verdade, poderia ter sido o The Works, onde o conhecemos, porque sei que foi apenas um encontro casual. Então fomos a alguma promoção que o Village People estava fazendo. E nós estávamos lá, nos encontramos com David Hodo; ele era o operário da construção. Eles se tornaram bons amigos e se encontravam com frequência em clubes sempre que Freddie estava em Nova York. Mas foi apenas um encontro casual.

PS: Correram alguns rumores de que algum acidente aconteceu com Freddie quando ele conheceu um dos membros do Village People em um clube. Você se lembra de algo assim?

PF: Acidente, não. Teve aquela vez em um dos clubes, havia um grupo nosso e David estava lá conosco. Fui ao banheiro e disse a Freddie: “Apenas fique aqui”. E ele disse: “Sim, sim, sim”. E então eu fui ao banheiro e quando voltei, é claro, ele não estava lá onde deveria estar. E então David veio, me encontrou e disse: “É melhor você vir e dar uma mão ao Freddie”, eu disse: “Por quê? O que?” Ele disse: “Você tem que ver”. Viramos a esquina e lá estava Freddie pulando em um grande recipiente de rede onde estavam todos os copos de plástico das bebidas que você acabou de jogar fora. Ele estava apenas pulando para cima e para baixo, porque alguém realmente colocou algo em uma de suas bebidas, e ele simplesmente ficou … feliz. [risos] Então, David e eu, nós apenas o levantamos, o pegamos e o colocamos no bar e não o deixamos ir a lugar nenhum.

PS: Voltando aos tempos do Hot Space, você pode realmente ser visto nos bastidores do show Milton Keynes Bowl, e você está caminhando junto com Freddie para o palco. Você pode compartilhar alguma lembrança especial sobre esse show?

PF: O show em si, não. Mas na noite anterior ao show, ele foi mordido na mão por seu namorado na época, Bill Reid. Ele o mordeu e tirou sangue entre o polegar e o indicador. Então, Freddie estava tendo um pouco de dificuldade em tocar piano naquele show. No que diz respeito à música, foi outro grande show ao ar livre do Queen.

PS: Falando sobre a turnê Hot Space, no geral, qual foi o momento mais específico ou, talvez, a sua memória pessoal dela?

PF: Não, na verdade não. Uma turnê se mistura com a próxima, seja na Europa ou na América. Quando você está realmente em turnê, é basicamente o mesmo todas as noites – passagem de som, show, saída, hotel, viagem para o próximo lugar. Tornou-se muito rotineiro.

PS: Como telespectador, você viu apenas um show do Queen, certo?

PF: Sim, o show que eu vi foi um dos shows de Wembley em 1986. Foi na sexta à noite. Ele tinha amigos dos Estados Unidos e queria que eu cuidasse deles. E então Joe realmente cuidou dele para o show.

PS: E você não viu do palco, mas como um espectador?

PF: Sim. Estávamos todos sentados no camarote real, que era, mais ou menos, a área VIP. Você não consegue uma boa visão nem nada, e isso está em qualquer show. É bem ao lado ou algo assim. Você realmente não vê nada. É realmente um lugar onde as celebridades podem sentar-se para que o público possa ir vê-las. Era para isso, realmente.

Continua…. Muitas curiosidades estão por vir….

Acesse aqui as matérias anteriores:

1) Live Aid: Assistente de Freddie Mercury conta histórias dos bastidores – Queen Net

2) Assistente Pessoal de Freddie Mercury conta histórias – Queen Net

3) Freddie Mercury contou por que seu álbum se chamou “Mr. Bad Guy” – Queen Net

4) Freddie Mercury curtia Prince e admirava Madonna e Montserrat Caballé – Queen Net

5) Assistente de Freddie Mercury conta como era conviver com ele – Queen Net

6) Peter Freestone conta os bastidores das gravações de vídeos – Queen Net

7) Elton John apoiando Freddie na doença e outras histórias do seu Assistente – Queen Net

8) Peter Freestone: Últimos momentos de Freddie – Queen Net

 

Fontes: www.queenchat.boards.net

www.vk.com/queenrocks

No dia 30 de maio de 1980, o Queen entrou para a “era dos sintetizadores” com o lançamento do single Play The Game, uma balada cativante de Freddie Mercury cheia de romantismo.  Ela representa uma transição bem sucedida para uma década que foi marcada pelo uso de sintetizadores em vários tipos de correntes musicais novas como new wave e hip-hop. Foi o terceiro single lançado do álbum The Game (os lançamentos anteriores foram “Crazy Little Thing Called Love” e “Save Me”). O single subiu para o 14° lugar nas paradas britânicas. Neste single, Roger Taylor estreia o seu sintetizador Oberheim OB-X, o que permitiu ao Queen criar sons revolucionários. O vídeo da música apresenta efeitos visuais notáveis e Freddie Mercury segura um microfone sem fio na mão, objeto revolucionários para os cantores dos anos 80. O vídeo foi filmado em 29 de maio de 1980 no Trillion Studios de Londres e teve Brian Grant assinando a direção. O vídeo é considerado inovador porque apresenta técnicas inovadoras como câmera lenta e reversa, tonando o vídeo um produto inconfundível para a época. Mas o detalhe chamou a atenção dos fãs do Queen foi fato de que John Deacon não estava usando seu baixo Fender Precision, mas sim um Kramer Custom DMZ 4001 e Brian May também não estava usando a sua querida guitarra Red Special e sim uma Fender Stratocaster. Mas a maior mudança aconteceu no visual de Freddie Mercury que apareceu com um bigode que se tornaria sua marca eterna. Na década de 80, usar um bigode significava um pertencimento à comunidade gay, embora a sexualidade do cantor ainda fosse um segredo. O vídeo de “Play the Game” representa um verdadeiro renascimento para o Queen, que conseguiu modernizar sua imagem no espaço de um único vídeo.

A Human Body

Foi composta por Roger e deveria integrar o álbum, mas foi substituída por “Coming Soon”. Nesta música, Roger Taylor presta uma homenagem à Robert Falcon Scott, um renomado explorador britânico que perdeu a vida em 1912 durante uma expedição à Antártida. As conquistas de Robert são muito comemoradas no Reino Unido. Mas ele é um personagem polêmico porque acredita-se que foi por causa de seus erros de comando que toda a sua equipe morreu quando retornaram ao acampamento base após chegarem ao Polo Sul

Nesta música Roger Taylor toca bateria e guitarra e canta a parte principal, com Brian May e Freddie Mercury sendo os vocais de apoio no refrão.

Fontes:
Livros:
Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc
Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Sites: www.queenpedia.com
www.queenvault.com

 

“Queen The Greatest”: uma celebração de 50 dos maiores momentos da história da Rainha até agora.

Uma série de 50 semanas no YouTube que celebra os momentos chave da história do Queen nos lembrando porque o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

Episódio 11: Queen: 1977 We Will Rock You (Parte 1) – Rocking the World

Queen The Greatest ”, uma celebração oficial do Queen no YouTube de um ano das canções, performances e conquistas mais extraordinárias da história do Queen até agora, esta semana revisita uma música que se tornaria não apenas um dos maiores sucessos do Queen, mas também um dos faixas mais reconhecidas na história do rock, We Will Rock You.

Em uma entrevista exclusiva e totalmente nova com Brian May, o lendário guitarrista e compositor compartilha como esta canção icônica escrita para o álbum “News Of The World” de 1977 ganhou vida, o show específico que inspirou sua criação … e o que aconteceu para esta música ter significado para ele:

 “Bingley Hall. Este grande salão em Midlands. Estava arfando. Está tudo suado e quente, o ambiente é ótimo. Todo mundo está pulando para cima e para baixo,  fazendo barulho, e o que eles fazem é cantar junto. Naquela época, era realmente novo, tenho que lhe dizer. Você simplesmente não ia a shows onde as pessoas cantavam para bandas de rock. Mas nesta ocasião particular, eles não pararam. Acho que adormeci pensando – ‘o que um público poderia fazer, o que você poderia pedir a eles para fazer?’ Eles estão todos amontoados lá, eles não podem fazer muito, mas podem bater os pés, podem bater palmas suas mãos, e eles podem cantar. ”

“Só me ocorreu que todos fazíamos parte desse cenário em que somos todos jovens e cheios de entusiasmo, achamos que podemos mudar o mundo e vamos lá … vamos sacudir você! We Will Rock You significa que vamos mudar o mundo, e sentimos que podemos fazer isso quando somos jovens. “

“E então … olhando para o futuro, para quando você envelhecer, o que acontecerá quando você envelhecer e todas essas coisas meio que explodirem, e você fica lá e pensa ‘o que aconteceu, eu mudei o mundo? O que aconteceu, quem sou eu e o que é o mundo para mim agora?

“Eu gostaria de deixar o planeta sabendo que acabei de fazer uma pequena diferença na quantidade de decência que existe no mundo. Não tenho certeza se posso fazer isso, mas ainda estou tentando. Então, em poucas palavras, é disso que se trata o We Will Rock You. ” Brian May.

Fonte: Queenonline.com