Resident Evil surgiu em 22 de março de 1996 com o jogo Resident Evil 1 lançado pela Capcom para o PlayStation original (PS1). O game foi um sucesso absoluto, vendendo cerca de 2.75 milhões de cópias em todo o mundo. De lá para cá, a série ganhou inúmeros novos títulos e se tornou um dos principais nomes do survival horror, consolidando o gênero no mercado.

Agora, com seu novo capítulo inédito Resident Evil Village, a franquia tem presença nos consoles de nova geração, Xbox Series X/S e PlayStation 5 (PS5). Em comemoração aos seus 25 anos, confira três curiosidades envolvendo o Queen e a popular série de terror Resident Evil.

Referências ao Queen

1) Os irmãos Jill e Claire Redfield, dois protagonistas do jogo, certamente são grandes fãs da banda Queen. Em Resident Evil 2, o famoso colete rosa de Claire possui estampada a frase “Made in Heaven” (“Feito no Paraíso”, em português), que é o nome dó último álbum do Queen com a sua formação mais famosa. Chris também tem uma jaqueta com a mesma frase.

2) Em Resident Evil Code: Veronica, Claire veste uma jaqueta com as palavras “Let Me Live” (“Me deixe Viver”), nome da terceira música justamente do disco Made in Heaven.

 

3) Já em Resident Evil Zero, o personagem Billy Coen tem uma tatuagem com os dizeres “Mother Love” (“Amor de Mãe”, em português), que também é uma música desse mesmo álbum.

 

 

Fonte: www.techtudo.com.br

Greg Brooks, arquivista oficial do Queen, fala sobre um projeto pessoal em mãos há muitos anos.

Há apenas alguns anos, Greg publicou uma nova edição do livro In His Own Words , um livro baseado em entrevistas com Freddie Mercury. É a coisa mais próxima de uma autobiografia do próprio Mercury que fez muito sucesso com seus fãs.

Anteriormente, Brooks estava falando sobre o lançamento de um livro / guia que cobriria tudo relacionado ao merchandising ou memorabilia existente do grupo. Esse livro sofreu inúmeros atrasos ao longo do tempo.

Mas agora parece que estamos chegando à data final de sua edição. O próprio Greg Brooks confirmou isso em sua conta do Facebook . O livro sairá em outubro deste ano de 2021, com a oportunidade de fazer a reserva em setembro, provavelmente perto do aniversário do Freddie.

O que é “I Want It All”

Em outubro de 2019, Greg Brooks publicou em sua conta no Facebook, informações sobre o projeto:

“É um imenso álbum de fotos de capa dura colorida sobre memorabilia do Queen, em todas as suas formas mais estranhas e maravilhosas. Demorou 12 anos para ficar pronto e é totalmente focado na era Queen com Freddie. É baseado principalmente na coleção pessoal extraordinária e única de Brian May, coletada ao longo de quase 50 anos, desde 1970. Trabalhar com esta coleção coleção há 18 anos  é alucinante. Portanto, mal posso esperar para ouvir sua reação, verdadeiros fãs do Queen, a esses mais de 45 anos de tesouros sob o mesmo teto: milhares de objetos foram cuidadosamente fotografados ao longo de uma década.

“Haverá páginas panorâmicas quádruplas dobradas e muitas boas surpresas durante a leitura. Algumas das imagens serão antecipadas diretamente do livro na minha página do Facebook [ LINK ] . Espere para ver o que você sempre quis saber. Também haverá coisas que você nunca viu antes; Eu posso garantir isso. ”

“Reunir os detalhes de uma obra desta magnitude, por natureza e escala, de forma precisa, reunindo informações sobre a origem de todos os objetos mostrados, não é uma coisa comum. E é por isso que tenho o orgulho e o prazer de acrescentar que utilizei os grandes Jim Jenkins e Adam Unger para verificar todas as informações, imagens e reproduções, oferecendo-me excelentes sugestões. Para isso, posso ter certeza de que todas as informações passaram por mãos de especialistas. Nunca antes colaborei com fãs / especialistas com tanto profissionalismo e integridade, e espero poder fazê-lo novamente no futuro.”

“Embora o livro já esteja em sua primeira fase de design gráfico, ele já é extraordinário. Garanto uma atualização constante no desenvolvimento dos trabalhos sempre que considerar do seu interesse, acrescentando informações sobre outros projetos em que possa estar envolvido. Eu farei isso como eu puder e quando puder. E tentarei não aborrecer Jim e Adam mais, especialmente porque, no caso de Jim, temos que salvá-lo para a próxima convenção do Queen Fan Club. ”

Fontes: https://comunitaqueeniana.weebly.com

www.aqueenofmagic.com

 

Há  40 anos atrás, o Queen, uma das maiores bandas da história se apresentava no Brasil pela primeira vez, no Estádio do Morumbi.

Em uma época que grandes shows eram raros no país, a banda se apresentou nos dias 20 e 21 de março de 1981, levando um total de quase 200 mil pessoas ao Morumbi.

Diferente do que foi retratado no filme Bohemian Rhapsody, que conta a história do Queen, o primeiro show deles no Brasil foi em São Paulo, e a banda se surpreendeu duas vezes:

Primeiramente porque esperavam tocar no Maracanã, mas a organização dos shows não conseguiu a liberação do governo para realização do evento.

Segundo, porque não esperavam ver em um país tão distante, onde não se fala inglês, as pessoas conhecendo as letras e pulando sem parar durante as músicas.

É preciso lembrar que não existia internet, celular e não era um mundo tão globalizado e conectado naqueles tempos. Logo, receber novidades ou informações de outros países, era algo que dependia muito de jornais, revistas ou do que as TVs e rádios escolhiam trazer.

Com o preço dos ingressos custando de 250 cruzeiros [geral] a 1.500 cruzeiros [pista], atualmente R$ 42,00 e R$ 250,00, uma multidão lotou o Morumbi naquela sexta-feira e sábado.

Preço dos ingressos Queen Morumbi – 20 e 21 /3/1981

ingressopreçopreço atual
GeralCr$ 250R$ 42,00
ArquibancadaCr$ 300R$ 50,00
Cadeira numeradaCr$ 600R$ 100,00
PistaCr$ 1.500R$ 250,00

Repercussão internacional

Para se ter uma ideia do que representava a vinda do Queen, muitas pessoas de outros países vieram a São Paulo para assistir as apresentações. Isso rendeu até uma matéria em uma TV Argentina que cobriu a passagem de som:

O Brasil já havia recebido artistas como Alice Cooper, Genesis, Frank Sinatra e outros, mas a vinda de uma banda como o Queen, era algo raro por aqui.

A surpresa positiva para a banda

Com esses ingredientes, a própria banda, inicialmente decepcionada por não tocar no Rio de Janeiro, se surpreendeu com a recepção e vibração do público em São Paulo.

O próprio Freddie Mercury declarou em entrevistas posteriormente, que não esperava que o público pudesse conhecer tantas músicas e que ele conseguiria interagir tanto com todos.

O show do Queen no Morumbi não marcou apenas o público, mas a própria banda.

Confira abaixo dois momentos em que o vocalista reage à forma com que o público canta com ele e interage nas músicas durante os clássicos “Love of my life” e “Somebody to love”:

 

 

Vestimenta de peso

O baixista John Deacon ainda ganhou uma camisa do São Paulo, que vestiu no segundo dia de apresentação da banda.

Para quem esteve por lá, foi inesquecível.

Aos fãs da banda, que não puderam presenciar, é possível sentir um pouco da emoção com vídeos no YouTube, já que a apresentação foi transmitida pela TV Bandeirantes e virou um DVD anos depois.

 

 

Fontes: Acervo Estadão

www.arqtricolor.com

 

Queen – The Greatest comemora os 50 anos da banda com uma série semanal que reúne as  melhores canções, performances e conquistas da história da Queen até agora – começando com a história por trás de Keep Yourself Alive. 

Nas próximas 50 semanas, os episódios serão lançados no canal do Queen no YouTube , começando com o episódio um que está disponível agora e vai atrás da música que começou tudo: Keep Yourself Alive, o primeiro single da banda de 1973.

Brian May , que compôs a música, diz: “Eu não tinha certeza se era um compositor, mas simplesmente tive essa ideia”, começou May. “Estranho o suficiente, a letra de ‘Keep Yourself Alive’ pretende ser uma espécie de comentário. Eles foram feitos para ser um pouco irônicos ”.

May continuou: “Mas eu aprendi muito cedo com essa música que é muito difícil ser irônico em uma música porque as pessoas acham que é verdade. Basicamente, todo mundo sempre pensou que ‘Keep Yourself Alive’ era uma música alegre sobre como é bom estar vivo, mas na verdade é mais sobre fazer a pergunta: ‘A vida é mais do que isso?’ ”

Começando em 19 de março e continuando semanalmente até março de 2022, o canal do Queen no YouTube levará os fãs do Queen em uma jornada única e notável – uma chance de revisitar alguns dos momentos mais icônicos da banda e descobrir alguns aspectos da história. Comemorando momentos importantes na história do Queen, a série de clipes semanais nos lembrará por que o Queen e sua música continuam a ser amados em todo o mundo.

Os clipes que fazem parte desta série de 50 semanas serão apresentados em ordem cronológica “… dos primeiros shows do Queen no Rainbow e no Odeon de Londres por vastas arenas em todo o mundo em uma jornada que culmina com as mais recentes conquistas recordes da banda com Adam Lambert. ”

Entre os conteúdos esperados nesta série estão imagens de shows, filmes de bastidores, histórias por trás de algumas das maiores canções do Queen e algumas imagens inéditas dos extensos arquivos da banda.

Na próxima semana, a série fará a cobertura do show do The Rainbow de 1974, e a faixa Killer Queen .

Assista ao primeiro vídeo aqui:

 

Fontes:

www.elespectador.com

www.loudersoun

www.wror.com

No mês de março de 1981, o Queen fez a sua primeira apresentação no Brasil, no estádio do Morumbi na cidade de São Paulo.

E para comemorar os 40 anos desse primeiro show a loja virtual Bb6 Music (http://bb6music.com.br ) está organizando uma série de três lives, com apresentação do músico e pesquisador Alecsandro Amaro da Bb6 Music.

 

Dia 19 de março de 2021 (sexta-feira) as 20 horas, a conversa será com Marcelo Facundo Severo, músico e autor do livro “Queen em Discos e Canções”.

Dia 20 de março de 2021 (sábado) as 18 horas, o entrevistado será Antônio Henrique Seligmam, colecionador de itens relacionados à banda.

Dia 21 de março de 2021 (domingo) no horário das 19 horas, o convidado será William Nilsen, escritor e fundador do primeiro Fã-clube do Queen no Brasil.

 

Onde assistir:

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCP0g_m5zQymx5aFnMqh37eQ

Facebook: https://www.facebook.com/bb6music

 

 

 

 

O single: “A Kind Of Magic” foi lançado em 17 de março de 1986, tendo como lado B a instrumental “A Dozen Red Roses For My Darling”. Foi a primeira vez que um álbum do Queen tinha o mesmo nome de uma música. Ambas as músicas foram escritas por Roger Taylor para o filme “Highlander, o guerreiro imortal”. Enquanto Roger Taylor e Brian May voaram pra Los Angeles para assistir cenas do filme, Freddie Mercury retrabalhou a música. Roger aprovou os novos arranjos e a música foi escolhida para ser lançada como um dos singles do álbum. Existem duas versões da música: uma que aparece no ábum, e é mais conhecida. A segunda versão, menos “pop” e com mais passagens instrumentais e reproduzindo os créditos no final do filme.

Videoclipe: O vídeo de “A Kind Of Magic” mostra May, Taylor e Deacon disfarçados de mendigos. Então Mercury aparece como um mágico que os transforma em estrelas de rock. Foi filmado no Playhouse Theatre de Londres em 3 de março de 1986. A direção ficou a cargo de  Russell Mulcahy (o mesmo do filme “Highlander, o guerreiro imortal”). O teatro estava abandonado e depois do lançamento do vídeo, foi restaurado e se tornou um espaço cultural para a cidade de Londres. Foi o primeiro vídeo do mundo a ser lançado como um VHS-single.

O single foi lançado bem antes do álbum (o álbum foi lançado em 02 de junho de 1986) e alcançou o terceiro lugar na parada britânica. Já o álbum, atingiu o primeiro lugar na mesma parada.

 

Letra e tradução da música

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

A kind of magic – Um um tipo de mágica

One dream one soul one prize one goal – Um sonho, uma alma, um prêmio, um objetivo

One golden glance of what should be – Um olhar de ouro do que deveria ser

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

One shaft of light that shows the way – Um raio de luz que mostra o caminho

No mortal man can win this day – Nenhum homem mortal pode vencer este dia

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

The bell that rings inside your mind – O sino que toca dentro de sua mente

Is challenging the doors of time – Está desafiando as portas do tempo

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

The waiting seems eternity – A espera parece uma eternidade

The day will dawn of sanity – O dia vai amanhecer de sanidade

Is this a kind of magic – Isso é um tipo de mágica

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

There can be only one – Só pode haver um

This rage that lasts a thousand years – Essa raiva que dura mil anos

Will soon be done – Logo terá acabado

This flame that burns inside of me – Essa chama que queima dentro de mim

I’m hearing secret harmonies – Estou ouvindo harmonias secretas

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

The bell that rings inside your mind – O sino que toca dentro de sua mente

Is challenging the doors of time – Está desafiando as portas do tempo

It’s a kind of magic – Isso é um tipo de mágica

It’s a kind of magic – Isso é um tipo de mágica

The rage that lasts a thousand Years – Essa raiva que dura mil anos

Will soon be will soon be – Logo terá, logo terá

Will soon be done – Logo terá acabado

This is a kind of magic – É um tipo de mágica

There can be only one – Só pode haver um

This rage that lasts a thousand years – Essa raiva que dura mil anos

Will soon be done, done – Logo terá acabado, acabado

Magic, it’s a kind of magic – Mágica, isso é um tipo de mágica

It’s a kind of magic – Isso é um tipo de mágica

Magic magic magic magic – Mágica, mágica, mágica, mágica

Ha ha ha it’s magic – Ha ha ha é mágica

It’s a kind of magic – É um tipo de mágica

 

Vejam o clipe da música

 

Trailer do filme

Fontes

Livros: Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Sites:

www.queenpedia.com

www.queenvault.com

 

 

Várias canções famosas do Queen são tocadas por uma Orquestra Sinfônica: “The Show Must Go On”, “Who Wants to Live Forever”, “We Are The Champions”, “Don´t Stop Me Now”  e “Thank God It´s Christmas”.

O sucesso “The Show Must Go On” foi lançado em 1991 e faz parte do álbum “Innuendo”, o último com Freddie Mercury ainda vivo.

A Epic Orchestra preparou sua própria versão deste grande sucesso.

Assista:

 

“Who Wants to Live Forever” foi lançada em 1986, fazendo parte do álbum “A Kind of Magic”.  A música também foi trilha do filme “Highlander, o guerreiro imortal, estrelado por Christopher Lambert.

Aqui está a versão isntrumental da música tocada pela Epic Orchestra:

 

“We Are The Champions” é a música mais tocada em finais de campeonato ao redor do mundo.

Veja como ficou sua verão instrumental:

 

“Don´t Stop Me Now” faz parte do álbum Jazz, lançado em 1978.

Veja a versão da Epic Orchestra:

 

“Thank God It´s Christmas” foi lançada como single no ano de 1984.

 

Fonte: zloteprzeboje.tuba.pl

 

 

O Queen anunciou uma série de clipes que irá celebrar 50 momentos históricos da trajetória da icônica banda que já foi liderada pelo lendário Freddie Mercury.

The Greatest será disponibilizado no YouTube durante 50 semanas começando na próxima sexta-feira, 19 de Março e você pode conferir o trailer do projeto logo abaixo.

Segundo um comunicado de imprensa, a série levará o público aos primeiros shows do grupo no Rainbow e no Odeon de Londres, além de mostrar outros grandes shows deles pelo mundo e as conquistas mais recentes da banda com o vocalista Adam Lambert.

“Junto com filmagens espetaculares de shows, passagens de som, bastidores e raro acesso pós-show, podemos explorar as histórias por trás das músicas, sucessos e faixas do álbum, retiradas das extensas filmagens que existem no arquivo oficial, ao mesmo tempo em que descobrimos e compartilhamos raridades que nunca foram vistas antes.”

Todos esses momentos retratados nos clipes farão com que todos “lembrem do impacto que o Queen manteve por cinco décadas e continua até hoje”, como descreveu a banda.

Queen – The Greatest

O criador e produtor da série é Simon Lupton, que já trabalhou nos documentários Queen: Rock the WorldQueen: Behind the RhapsodyQueen: Days of Our LivesQueen on Fire: Live at the Bowl Queen Live em Wembley ’86.

De acordo com Lupton, a história do Queen é “diferente de qualquer outra”. Ele espera que o projeto faça com que os fãs comemorem as conquistas, canções atemporais e as marcantes performances realizadas por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor.

“Embora estejamos revisitando alguns de seus marcos mais famosos e lendários, espero que também haja algumas surpresas ao longo do caminho para entusiasmar as pessoas, sejam elas fãs fervorosas ou novatas curiosas. Esta história tem tantos capítulos para explore, e quem sabe … pode muito bem haver alguns novos ao longo das próximas 50 semanas!.”

 Assista ao espetacular trailer no player abaixo:

Fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

QUEEN É UMA DAS BANDAS MAIS ESPETACULARES DA HISTÓRIA. LEMBRAMOS SUA TRAJETÓRIA POR MEIO DESSAS VERSÕES FEITAS POR OUTROS ARTISTAS.

Falar de estrelas da música seria impossível sem falar da mítica banda britânica dos anos 70, Queen. Um grupo que nasceu em Londres com o objetivo de realizar o sonho artístico de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon. E eles conseguiram. Desde que os integrantes do grupo subiram ao palco pela primeira vez, mostraram que não eram uma típica banda de rock e que iam realizar seu sonho, fazer o mundo todo vibrar com sua música.

Mais de 50 anos se passaram desde então e, mesmo em meados de 2021, o Queen continua fazendo história com suas canções. Não importa o tema, ‘The Show Must Go On’, ‘Bohemian Rhapsody’, ‘We Will Rock You’ ou a icônica ‘We are the Champions’, não há geração que não as tenha ouvido, dançado e cantado no topo de seus pulmões. Por isso, e para comemorar o meio século da banda, vamos uma viagem por algumas das versões que grandes estrelas da música fizeram das canções do Queen. Quatro membros que deixaram de ser uma banda do Reino Unido para se tornarem lendas da música.

 

PANIC! AT THE DISCO – ‘BOHEMIAN  RHAPSODY’

Mencionar as canções mais icônicas do Queen resultaria em uma longa lista de faixas. Músicas em que ‘Bohemian Rhapsody’ seria um das fundamentais. Um single que foi lançado pela primeira vez em 1975, como parte do álbum ‘A Night at the Opera’, e que, mesmo depois de 46 anos de seu lançamento, ainda faz parte da playlist de milhares de pessoas ao redor do mundo. “Bohemian Rhapsody’ foi a música escolhida pelo grupo Panic! At The Disco para cantar em um dos shows de sua turnê mundial, ‘The Death Of A Bachelor Tour’, em 2017. Uma interpretação fantástica que fez vibrar milhares de milhares de pessoas, como se fosse a própria banda Queen.

 

ELTON JOHN – ‘THE SHOW MUST GO ON’

1991, ano em que a banda britânica lançou o álbum ‘Innuendo’. Um projeto discográfico com o qual regravaram seu nome e o de suas canções na história da música, tendo como tema, ‘The Show Must Go On’, um dos maiores sucessos do Queen. ‘The Show Must Go On’ é uma música que dá arrepios só de ouvir os primeiros versos. Um single que foi regravado pelo próprio Elton Jhon em inúmeras ocasiões, sendo sua atuação em 1997 uma das mais especiais. Nesse ponto, ele subiu ao palco com os membros do Queen, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, para cantar a música. Um desempenho brilhante que faz você querer ver de novo e de novo.

 

5 SECONDS OF SUMMER – ‘KILLER QUEEN’

A estreia do filme em homenagem ao Queen, ‘Bohemian Rhapsody’, em 2018, contou com uma banda sonora composta por canções interpretadas por grandes artistas da cena musical atual, sendo 5 Seconds Of Summer uma delas. A banda australiana foi escolhida pelo próprio Brian May para fazer parte do projeto, sendo ‘Killer Queen’ o tema escolhido. Uma música que o Queen lançou ao mundo pela primeira vez nos primeiros anos de sua carreira, 1974, e com a qual eles conseguiram vibrar por várias gerações. Sem dúvida, uma versão única e original do Queen, mas no mais puro estilo 5 Seconds Of Summer.

 

JESSIE J – ‘WE WILL ROCK YOU’

Com os cabelos ao vento e vestindo um macacão de diamantes, Jessie J conseguiu fazer vibrar os milhares de participantes na Cerimônia de Encerramento das Olimpíadas de Londres em 2012. Uma apresentação onde a artista britânica contou com a presença dos membros do Queen para interpretar o mítico tema de ‘We Will Rock You’. Uma canção de rock que a banda lançou em 1977 e foi incluída em seu álbum, ‘News of the World’.

‘We Will Rock You’ é um single que sempre terá a marca indiscutível do Queen e nunca será esquecido. Prova disso foi a atuação de Jessie J, onde a artista cantou a letra da música com as vozes do público em forma de coral, conseguindo recriar um dos shows icônicos que o grande Freddie Mercury veio realizar em sua época.

 

KATY PERRY – ‘DON’T STOP ME NOW’

Katy Perry conseguiu ser considerada ao longo dos anos como uma das artistas mais importantes da música pop. Uma cantora que conseguiu levantar a voz para milhões de pessoas como uma estrela no intervalo do ‘Super Bowl 2015’ e até mesmo na posse do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Portanto, ver sua homenagem a uma das bandas mais importantes dos anos 70 e 80, o Queen, é uma sensação indescritível. Katy Perry subiu ao palco do Festival ‘Hurricane’ na Alemanha em 2009 para cantar, entre outras canções, a lendária ‘Don’t Stop Me Now’ da banda britânica. Uma música lançada em 1979 e com a qual Katy fez os milhares de participantes dançarem, cantarem e pularem. Sem dúvida, uma performance maravilhosa onde Katy Perry mais uma vez brilhou com sua própria luz.

 

SHAWN MENDES E TEDDY – ‘UNDER PRESSURE’

‘Under Pressure’ foi um single com o qual Queen e David Bowie conseguiram revolucionar a cena musical em 1981. Uma música incluída no álbum da banda, ‘Hot Space’ e que foi número 1 em países como o Reino Unido e os Países Baixos. E não é por menos que a união de vozes lendárias como a de Freddie Mercury e David Bowie foi algo totalmente inesperado e único. Uma música com ritmo pop / rock que já foi tocada por artistas como Shawn Mendes. O artista canadense foi escolhido para fazer parte da trilha sonora do filme ‘Bohemian Rhapsody’, de 2018.

 

GREEN DAY – ‘WE ARE THE CHAMPIONS’

Quando se trata de performances épicas, nada melhor do que o Green Day. A banda americana homenageou a banda britânica com a apresentação da música ‘We are the Champions’ no ‘Reading Festival’ em 2004. Uma performance memorável em que Billie Joe Armstrong, o vocalista principal, se envolveu tanto no papel que começou a canta a letra com fita preta localizada na área do bigode em alusão a Freddie Mercury. Uma performance que se tornou o fecho perfeito da noite e com a qual o público não pôde deixar de cantar a plenos pulmões com o Green Day: “We are the Champions”.

 

LADY GAGA COM ADAM LAMBERT – ‘ANOTHER ONE BITES THE DUST’

Adam Lambert é um artista que em 2014 anunciou sua turnê mundial com a banda britânica, a ‘Queen + Adam Lambert Tour’, que teve datas de 2014 a 2015 na América do Norte, Austrália, Nova Zelândia, Ásia, Europa e América do Sul e continuam até hoje. Uma turnê em homenagem à época de ouro do grupo liderado por Freddie Mercury que passou pela cidade de Sydney, Austrália, onde se apresentou com a própria Lady Gaga. Adam Lambert e Lady Gaga juntaram-se aos membros do Queen para cantar a música ‘Another One Bites The Dust’ em 2014. Uma música composta por John Deacon que viu a luz em 1980, que se tornou outra grande música do Queen, e com o qual, Adam Lambert e Lady Gaga sabiam como se adequar.

https://youtu.be/Pt87cHr6H90

 

GEORGE MICHAEL – ‘SOMEBODY TO LOVE’

12 de novembro de 1976, o Queen lançou ‘Somebody to Love’, uma canção escrita pelo próprio Freddie Mercury com a qual a banda voltou para colher uma longa lista de sucessos. Uma música que fez parte do álbum ‘A Day at the Races’ e com a qual conseguiram vender mais de 2.000.000 de cópias nos Estados Unidos, 200.000 no Reino Unido e 50.000 na Itália. Uma música que faz parte da história e com a qual George Michael queria homenagear o artista no ‘Concerto de Tributo para a Conscientização da AIDS’ ( também conhecido como “Tributo à Freddie Mercury) de 1992. Uma homenagem luxuosa que o artista bordou maravilhosamente.

 

BRITNEY SPEARS, BEYONCÉ, PINK E ENRIQUE IGLESIAS – ‘WE WILL ROCK YOU’

Você consegue imaginar ver Britney Spears, Beyoncé, Pink e Enrique Iglesias juntos ao ritmo da mítica ‘We Will Rock You’ do Queen? Eles o fizeram vestidos como se fossem gladiadores e Carlo Magno. Uma união dos sonhos que fez parte de um comercial e onde também participaram Brian May e Roger Taylor, que ficaram entre o público torcendo pelos artistas. Sem dúvida, uma homenagem mais original que faz parte de um dos comerciais de televisão mais icônicos da história. E não é à toa, ver tantas lendas da música juntas não é algo que acontece todos os dias.

Fonte: https://happyfm.es/musica/

Mais de 30 anos se passaram desde o lançamento de Highlander, o guerreiro imortal, um dos filmes mais icônicos do cinema dos anos 80.

O filme, dirigido pelo diretor australiano Russell Mulcahy, conta a história do bravo Connor MacLeod e que alterna entre um passado antigo na Escócia e o presente em Nova York, onde Connor vive com o nome de Russell Nash.

Em 7 de março de 1986, o filme estrelado por Christopher Lambert foi exibido nos cinemas. O filme é lembrado por muitos também (senão acima de tudo) pela trilha sonora em que há inúmeras canções do Queen.

Entre as músicas  está  Who wants to live forever,  um dos maiores sucessos cantados por Freddie Mercury. Aqui estão os cinco fatos mais interessantes sobre Highlander, o guerreiro imortal.

 

1) FIASCO DE BILHETERIA, TRIUNFO NOS ANOS SEGUINTES

Embora agora seja um culto ao cinema e tenha sido capaz de produzir outras sequências, uma série de TV, quadrinhos e livros, na bilheteria  Highlander foi uma verdadeira decepção. Na verdade, quando foi lançado, o filme provou ser um verdadeiro fracasso considerando que havia custado 16 milhões de dólares, mas arrecadado menos de 13. A história, contada através da alternância de flashbacks entre a Escócia antiga e a Nova York contemporânea, a sangrenta os duelos entre os protagonistas, as cenas românticas, a interpretação de Christopher Lambert e a trilha sonora de Queen não foram, a princípio, apreciadas pela crítica e pelo público. Eles seriam então refeitos, com juros, nos anos seguintes.

 

2) LAMBERT NÃO DEVERIA SER O PERSONAGEM PRINCIPAL E ELE NÃO SABIA INGLÊS

Como costuma acontecer nos filmes mais famosos, mesmo para Highlander o protagonista principal não era a primeira escolha. Na verdade, parece que o diretor do filme havia pensado em Mel Gibson para o papel de ator principal. Apenas aquele que, 10 anos depois, ganharia o Oscar por atuar em Braveheart (no Brasil Coração Valente) , outro filme ambientado na Escócia. A recusa de Mel Gibson levou Russell Mulcahy a recorrer a Christopher Lambert que, apesar de ter nascido no estado de Nova York, ser francês, não conhecia bem a língua inglesa, tanto que teve que seguir as aulas de um professor de língua materna para atuar na o filme. O resultado, porém, foi extraordinário: Lambert aprendeu rápido e até agiu sem sotaque.

 

3) SEAN CONNERY PERDEU UMA APOSTA COM O DIRETOR

Entre os protagonistas do filme está também o lendário Sean Connery que interpreta Juan Sánchez Villa-Lobos Ramírez, um mestre espanhol das armas de origem egípcia que revela sua imortalidade a Connor e depois o treina no uso de armas e lhe revela tudo os segredos dos imortais. Devido à agenda lotada da estrela escocesa, todas as cenas com Ramirez foram filmadas em pouquíssimo tempo. Por isso, Sean Connery apostou com Russel Mulcahy que nunca conseguiriam finalizar o filme, mas perdeu a aposta.

       

 

4) O ROTEIRO ERA UMA DISSERTAÇÃO

Pouca gente sabe que o roteiro de um dos filmes mais famosos dos últimos 35 anos nasceu na verdade de uma tese de graduação. Gregory Widen, o escritor de Highlander , disse que pensou na história do filme enquanto estava de férias na Escócia. Durante o passeio, ele estava visitando um museu em Edimburgo quando se deparou com uma armadura que o fez se perguntar o que poderia ter acontecido se o proprietário ou quem quer que tivesse usado aquela armadura nos tempos antigos ainda estivesse vivo. Widen decidiu escrever o roteiro como uma dissertação (ele estava matriculado na Universidade da Califórnia na época) e intitulou-o Cavaleiro das Trevas . Uma tese que mais tarde, vendida como roteiro do filme, rendeu a ele US $ 200.000.

 

5) A LENDÁRIA TRILHA SONORA DO QUEEN

Quando se trata de  Highlander,  é difícil separar o filme de sua trilha sonora. O sucesso de Russell Mulcahy também se deve à música de seu filme que leva a assinatura do Queen. Essas obras-primas, no entanto, corriam o risco de nunca serem produzidas porque, na realidade, outros artistas como David Bowie, Sting e Duran Duran foram contatados antes da banda de Freddie Mercury. Além disso, parece que o Queen no início teve que escrever apenas uma música, mas depois eles se deixaram levar e se inspiraram no filme. Nasceram canções famosas como  Princes of the Universe, Who Want to Live Forever  e  A Kind of Magic.

                               

 

 Algumas músicas do filme: 

 

https://tg24.sky.it

Em 9 de março de 1974, o Queen fez algo que já fez várias vezes até agora. Eles entraram na parada de singles do Reino Unido pela primeira vez, quando ‘Seven Seas Of Rhye’  estreou no modesto No. 45.

A música, é claro, ocupou seu lugar de direito na história do Queen, tanto por ser sua descoberta nas paradas quanto por representar a banda no auge de seus poderes de rock. Mas quando Roger Taylor falou com o Record Mirror em 1975, ele revelou que não esperava que fosse um bom trabalho e que ele pensou que seu single de estreia anterior, que não era um item de parada, teria um desempenho melhor.

“Além de ‘Killer Queen’,” ele disse, “que foi obviamente cativante, eu não penso em nossos singles como sendo imediatamente comerciais. Por exemplo, quando ‘Seven Seas of Rhye’ foi um sucesso, fiquei muito surpreso. A intenção era apenas chamar a atenção para o álbum. Eu pensei que ‘Keep Yourself Alive’ era uma música muito mais comercial. Acho que provavelmente é uma vantagem não saber exatamente o que vai vender, “porque então você não fica inibido na escolha de um”.

Quando ‘Rhye’ fez sua estreia nas paradas, o álbum em que estava, Queen II, era novo nas lojas, e o single e o LP subiriam nas paradas do Reino Unido em conjunto. Depois dessa entrada no 45º, ‘Seven Seas Of Rhye’ subiu para o nº 30 e depois para o nº 15, onde parecia ter estagnado antes de subir novamente, atingindo o pico no nº 10 em meados de abril. O Queen II começaria no 35º lugar, mas em duas semanas estava entre os dez primeiros, com um pico no quinto lugar. O ímpeto de vendas do Queen estava realmente em andamento.

 

Fonte: https://www.udiscovermusic.com

 

Lançado em 08 de março de 1974, menos de 1 ano depois do seu antecessor, o álbum Queen II mostrou todo o seu talento e abriu caminho para o sucesso que tem até hoje. Ele alcançou a o quinto lugar nas paradas do Reino Unido após seu lançamento.

Apesar de terem recebido duras críticas no trabalho anterior, a banda permaneceu unida e começou a trabalhar no que seria um dos melhores álbuns que eles lançaram. Menos de um mês depois do lançamento do Queen I, a banda já estava começando a gravar o segundo álbum, desta vez tendo utilizado o estúdio durante o dia e com todas as ferramentas à disposição. O álbum recebeu o título provisório de “Over The Top”. A banda estava fervilhando de ideias e aproveitando que na época, estava muito em voga álbuns conceituais, o Queen resolveu que o seu futuro álbum seria dividido em Lado 1, que era o lado “branco” e teria 4 canções escritas por Brian (Procession, Father To Son, White Queen (As It Began), Some Day, One Day, e uma composta por Roger: The Loser In The End). Já o lado 2, foi chamado de “Lado negro” e continha 6 canções compostas por Freddie (Ogre Battle, The Fairy Feller’s Master-Stroke, Nevermore, The March Of The Black Queen, Funny How Love Is, Seven Seas Of Rhye). O álbum foi muito bem trabalhado e surgiram muitas obras-primas como “Nevermore”, “Ogre Battle” e “The March of The Black Queen”.

Após a gravação do álbum, o Queen saiu em turnê como banda de apoio da Mott the Hoople. Durante as apresentações, os membros da banda ganharam mais confiança no palco e a o sucesso estava começando a aparecer, à medida que a banda era reconhecida. Então, entre 1° de março e 2 de abril de 1974, a banda saiu em turnê como atração principal e aos poucos percebeu o interesse crescente do público pela sua música. A fim de melhorar o visual no palco, a estilista Zandra Rhodes desenhou novos looks para os músicos.

A capa do álbum com a fotografia dos 4 membros da banda foi de autoria do fotógrafo Mick Rock. Segundo fontes extraoficiais, a foto foi inspirada na atriz alemã Marlene Dietrich que enfrentou Adolf Hitler e não participou da propaganda nazista. Outra inspiração seria o álbum “With the Beatles”, lançado em 1967.

         

Marlene Dietrich           Freddie Mercury                                 Álbum dos Beatles

 

No dia 21 de fevereiro de 1974, o destino da banda mudou, por pura sorte, quando eles se apresentaram no programa Top Of The Pops da BBC. O convidado original do programa era David Bowie, que teve que cancelar a sua participação no programa e o Queen foi chamado para substituí-lo e fez muito sucesso.

Na turnê norte-americana, que era um sonho para a banda, teve que ser interrompida em Nova York. No dia 13 de maio, antes de um show em Boston, Brian não se sentiu bem e a banda foi obrigada a cancelar a turnê. O guitarrista foi carregado para o assento do avião pelos outros membros da banda e teve que passar várias semanas em recuperação. Então, para o resto da banda, só havia uma coisa a fazer: recomeçar o trabalho como um trio, até o guitarrista ficar bom.

 

Músicas que compõe o álbum:

 1 – Procession

 

2 -Father To Son

 

3 – White Queen (As It Began)

 

4 – Some Day, One Day

 

5 – The Loser In The End

 

6 – Ogre Battle 

 

7 – The Fairy Feller’s Master-Stroke

 

8 – Nevermore

 

9 – The March Of The Black Queen

 

10 – Funny How Love Is

 

11 – Seven Seas Of Rhye

 

Fontes:

http://www.queenpedia.com/

http://queenvault.com/

Livro : Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Queen em discos e canções – Marcelo Facundo Severo

Vídeo compartilhado no canal do YouTube da Polícia Militar de Minas Gerais mostra músicos da corporação tocando no hall do Palácio da Liberdade a música I Want to Break Free, do Queen.

Trajado à la Freddie Mercury, com bigodão e uma camisa do Michey, o cabo Cláudio canta trecho da música da banda inglesa acompanhado de bateria, teclado e guitarra. Os outros integrantes trajam o uniforme da Polícia Militar.

Na sequência do vídeo aparece o mesmo bigodudo cantando Emoções, de Roberto Carlos e encerra com a participação de mais dois PMs cantando de novo na escadaria do Palácio da Liberdade a música Do Seu Lado, da banda mineira Jota Quest.

O vídeo foi compartilhado nas redes sociais no quadro Musicando Segurança, apresentado pelo sargento Rafael, do Centro de Atividades Musicais da PMMG. A gravação foi feita no ano passado, numa live no Palácio da Liberdade com a Academia Musical Orquestra Show da PMMG.

 

Fonte: www.otempo.com.br

 

Em uma entrevista à revista Total Guitar, o guitarrista do Queen reflete sobre o legado de BoRhap e como sua majestade orquestral surgiu

Talvez fosse de se esperar que o guitarrista que liderou a votação da Total Guitar para o maior guitarrista de rock de todos os tempos devesse ter escrito e executado o solo favorito de nossos leitores, com o majestoso gênio operístico de Bohemian Rhapsody levando o primeiro lugar como melhor guitarra solo de todos os tempos .

Parece apropriado. Bohemian Rhapsody é muitas coisas. Parece tão audacioso agora quanto no seu lançamento em 1975. Quem mais, se não o Queen, poderia ter cruzado a linha entre o teatro e o hard rock, entre o figurino e a extravagância e o poder de uma guitarra elétrica caseira e um Vox AC30 com overdrive ?

A Night At The Opera , o título do álbum foi uma provocação suficiente para uma indústria musical inclinada à complacência, contanto que a máquina continuasse produzindo. Os sons levaram o rock para outro lugar. Em algum lugar mais ousado.

Bohemian Rhapsody tem uma estrutura de história aristotélica, e é o grande milagre do Queen que eles pudessem ter pegado estilos até então incompatíveis e costurando-os juntos tão perfeitamente – elevando o rock como uma forma de arte.

Aqui, Brian May revela algumas das escolhas criativas feitas na música, o equipamento por trás de seu tom e como Mercury guiou a composição.

 

 

O que você lembra sobre a gravação de Bohemian Rhapsody e como você criou o solo para ela? 

“Essa faixa estava evoluindo há um tempo. Era muito o produto de Freddie. Sabíamos que era algo muito especial. Foi gravado em pedaços, como acho que todos sabem. Nós ensaiaríamos e gravaríamos. Faríamos isso até acertarmos. As várias partes foram colocadas juntas.

“Freddie colocou um vocal guia, e então começamos a fazer todas as harmonias vocais com várias faixas. Já havia uma guitarra base lá, é claro. E em algum lugar durante esse processo, conversamos sobre onde haveria um solo, e essa parte Freddie não havia mapeado.

“Ele disse que queria um solo lá, e eu disse que gostaria de efetivamente cantar um verso na guitarra. Eu gostaria de levá-lo para outro lugar. Eu injetaria uma melodia diferente. Já havia muita cor lá, mas eu gostaria de ter a mão livre. E eu podia ouvir algo em minha cabeça naquele ponto – muito antes de entrar lá e tocar. “

Enquanto vocês se lembram disso, vocês podem imaginar todos vocês no estúdio? É engraçado, porque você vê isso no filme Bohemian Rhapsody . 

“É reproduzido com bastante fidelidade, a maneira como o personagem de Brian May diz, ‘Ok, que tal isso?’ E Freddie disse, ‘Oh, adorável – mas você pode tentar um pouco mais disso?’

E a ideia que você teve na cabeça – foi exatamente assim que o solo saiu?

“Sim. Eu basicamente cantei. Eu considero a guitarra nessa situação como uma voz. Eu podia ouvir essa melodia e não tinha ideia de onde ela vinha. Essa melodia não está em nenhum outro lugar da música, mas está em uma sequência de acordes familiar, então ela se encaixa perfeitamente. E, claro, o trabalho do solo de guitarra é trazer aquela voz extra, mas então é um link para o que todos agora chamam de ‘seção operística’. Você sabe que gosta de algo muito diferente. “

O solo exigiu várias tomadas?

“Saiu muito facilmente. Não fiz muitas tomadas. Foi uma daquelas ocasiões em que você faz algumas tomadas e depois volta e escuta a primeira e a primeira é quase exatamente o que você quer. Você só precisa aparar um pouco e polir. “

E o clímax da música é muito pesado na guitarra. 

“A parte em que todo mundo bate cabeça? Isso é apenas riffs, e isso foi muito mais ideia do Freddie do que minha. Ele tinha aquele riff em sua cabeça e eu apenas toquei o que ele queria lá. Acho que ele apenas cantou para mim, o que ele queria. Fizemos isso ao vivo no estúdio. “

Os diferentes tons daquela música, desde os sons limpos no solo até a distorção na parte pesada – como isso funcionou?

“É tudo sobre Vox AC30 e o reforço de agudos – que foi inspirado por Rory Gallagher. Na verdade, há muito pouco mais na minha guitarra. Regra geral, não existem caixas de efeitos. Usei delays e outras coisas, mas o tom fundamental que você ouve é a guitarra e o reforço de agudos e o AC30. E o AC30 dá aquela garganta incrível, que é variável.

“Quanto mais você aumenta, mais ele entra em saturação. Não distorce muito, e você ainda está na posição de cerca de nove anos e meio onde ainda pode tocar acordes e eles ainda soam como acordes. Não parece um grande peido [risos]. “

“Portanto, é uma coisa única e sabemos por que isso acontece agora, porque o AC30 é fundamentalmente um amplificador classe A e, por causa da forma como as válvulas são usadas, elas são enviesadas no meio do caminho, não se distorcem até que você dirija muito, muito forte, e então eles entram suavemente nessa distorção. Então essa é a coisa toda. Eu fico tão acostumada a ser essa a maneira que a guitarra fala, eu acho isso certo. “

 

“Bem, há tantos bits e peças no Bohemian Rhapsody que usei quase todas as configurações de tom. Lembro-me de ter pensado: ‘Isso é divertido!’ Eu posso usar todos eles! Então, quando você chega ao final, eu estive rastreando isso e octavando e usando todos os tons diferentes, e você pode ouvir.

“Há muitas mudanças diferentes de cor. E então há aqueles pequenos trechos orquestrais bem no final, trechos muito doces, que é um som diferente de novo. O solo principal é uma das minhas combinações favoritas de captadores que você não consegue na maioria das guitarras.

“Mesmo se você tiver três captadores em uma guitarra – o que frequentemente você tem, em Fenders e todos os tipos de guitarras – você geralmente não tem a opção do que eu faço. Eu tenho uma opção onde posso ter o captador da escala e o captador do meio em série, mas fora de fase. E nesse cenário quase tudo se cancela, e tudo o que resta são todos aqueles harmônicos, os agudos, e é isso que eu uso para o solo. Ele grita.

“Mesmo em volume baixo ele grita com você. E se você aumenta muito o volume, ele fica meio leitoso … Não sei se consigo descrever. É um tipo de saturação que só acontece em frequências muito altas, então é um som bem penetrante, mas também tem um tipo estranho de calor que não distorce.

“Então foi isso que usei para o solo, e sempre usei. E toda vez que entro nesse cenário, ele faz aquela coisa, dá um salto de harmonia e meio que me faz pensar no solo de Bohemian Rhapsody assim que faço isso. “

Há algo sobre o tom desse solo, talvez a maneira como você escolhe ou as palhetas de metal que usa?

“A escolha tem um pouco a ver com isso, definitivamente. Tudo isso acrescenta aquele tom incisivo. Hoje em dia estou usando cada vez menos a palheta e acho que posso obter toda essa gama de som usando os dedos. É estranho. Eu nem sei o que é isso. Talvez porque eu jogo cada vez mais em casa, e nem sempre tem uma palheta à mão, você acaba usando os dedos.”

“Mas também descobri que obtenho mais expressão com os dedos hoje em dia, e gosto assim. Provavelmente ao vivo eu nunca farei isso, porque ao vivo as pessoas querem ouvir do jeito que estava no disco. Mas é sempre um pouco diferente a cada noite. Embora eu esteja tocando aquele solo quase nota por nota, sempre sai diferente, por causa dos diferentes sentimentos que passam pela minha cabeça ou dos dedos caindo em lugares diferentes …

“Mas isso é o mais próximo de uma cena definida que eu tenho, eu suponho. Normalmente também é o lugar do show que eu estou saindo de um buraco no chão com muita fumaça e sendo muito dramático, e tendo trocado de roupa, sabe? Esse solo é um bom lugar para entrar em cena. E na última turnê, um amigo meu, o cyborg – o que as pessoas começaram a chamar de Bri-bog – ele fez aquele solo sob minha orientação. “

Bohemian Rhapsody foi a obra-prima de Freddie, então isso tornou mais um desafio para você criar aquele solo?

“Houve muita interação, e acho que foi parte da magia que tínhamos. Demos muita força um ao outro, realmente, mas de uma forma muito positiva. Estávamos sempre empurrando um ao outro para tentar coisas.

“Sabe, um dia Freddie estava com um grande sorriso no rosto quando eu entrei no estúdio e ele colocou uma fita cassete no player e disse: ‘Ouça isso, querido. Isso vai te surpreender. ‘ E o que ele fez foi passar a manhã inteira juntando todos os solos de guitarra que ele pôde encontrar no trabalho que fizemos, e ele os juntou.

“Foi incrível. E um dos meus maiores arrependimentos é não conseguir encontrar essa fita. Eu nunca jogo nada fora. Eu sou um pouco acumulador. Portanto, deve estar em algum lugar. Mas Freddie estava muito orgulhoso das coisas que eu fiz e que fizemos juntos. “

Em todos esses solos, há algum que seja favorito? 

Killer Queen sempre foi uma das minhas favoritas. E, novamente, isso sempre esteve na minha cabeça. Foi algo um pouco mais complexo, uma aventura em colocar harmonias de guitarra no solo. Foi um grande passo para o desconhecido, aquele solo, e tem uma melodia que eu coloquei lá que não aparece em nenhum outro lugar da música, então em certo sentido eles são bastante comparáveis, isso e Bohemian Rhapsody.”

O solo em Crazy Little Thing Called Love é outro dos seus melhores. 

“Aquele é realmente um pastiche de James Burton. James foi meu herói e estou feliz em dizer que ele se tornou um amigo agora. E seu solo em Hello Mary Lou , o álbum de Rick Nelson, foi muito influente em mim. E o solo em Now I’m Here? Isso tem muito a ver com The Who, Pete Townshend e Mott The Hoople, que naturalmente figuram na letra da música e inspiraram a coisa toda.

Eu cresci com Clapton e obviamente Jimi Hendrix e The Who, e está tudo aí. Você pode ouvir isso em mim, definitivamente. E Django Rheinhardt, estranhamente

 Você estava ciente dessas influências quando criou essas músicas? 

“Não, eu acho que está tudo aí inconscientemente. Mas eu sei que está tudo lá, da mesma forma que há muitas outras coisas lá. Todos aqueles arranjos maravilhosos que The Temperance Seven fizeram, estão todos lá inconscientemente e eu sei que recorri a eles. Mas eu cresci com Clapton e obviamente Jimi Hendrix e The Who, e está tudo aí.

“Você pode ouvir isso em mim, definitivamente. E Django Rheinhardt, estranhamente. Quando eu estava crescendo, não havia muita música de guitarra no álbum. James Burton foi a primeira vez que ouvi alguém dobrando cordas assim. E isso tudo em mim também. E tenho grande prazer em dizer a James Burton o que ele fez por mim. “

Qual é a marca de seus melhores solos? 

Killer Queen funcionou tão bem. Eu provavelmente colocaria isso como aquele que talvez eu gostaria que as pessoas se lembrassem de mim.

“Suponho que sejam os que se tornam orquestras. Meu sonho era usar o violão como instrumento de orquestra e tive a sorte de realizá-lo. O solo do Killer Queen foi a primeira vez que eu realmente consegui transmitir a harmonia, e todas essas harmonias se movem, elas não estão apenas seguindo umas às outras em paralelo – todas interagem como uma pequena banda de jazz faria.

“Eu fui mais longe na Good Company. Na verdade, comecei a emular uma banda de jazz completa nisso. Mas com Killer Queen , funcionou tão bem. Eu provavelmente colocaria isso como aquele pelo qual gostaria que as pessoas se lembrassem de mim. E posso oferecer mais uma coisa – meu solo de guitarra favorito de todos os tempos.

Prossiga!

“É Clapton, Key To Love , do álbum Blues Breakers de John Mayall. É a música de alta paixão mais quente que já ouvi na minha vida – até hoje. Eu simplesmente amo isso. Rasga totalmente, e eu nunca vou superar isso. Essa é uma das minhas grandes inspirações.”

O tom desse solo é incendiário …

“Incendiário é uma boa palavra, sim. Ele queimou naquele solo! A faixa inteira gira em torno desse solo. Cada vez que o coloco, estou apenas esperando … John Mayall é ótimo, mas você está esperando pelo momento em que Eric arranca e de repente ele está batendo nas notas principais. É incrível. Absolutamente arrepiante.

 

Fonte: www.guitarworld.com

 

Objetivos: Fornecer aos participantes conhecimento relativo a História da Música e Teoria Musical, com o foco relacionado a música do grupo britânico Queen.

Público alvo: músicos que desejam ampliar o seu conhecimento sobre estes assuntos bem como pessoas que não tocam nenhum instrumento mas querem saber mais sobre a música do Queen.

  • Duração do curso: aproximadamente 6 meses com aulas semanais de 1hora
  • Investimento: Promocionalmente primeira turma a R$ 80,00/mês
  • Horários: Provisoriamente às quintas-feiras as 20:00hs
  • Formato do curso: Online por plataforma Google Meet, com material didático digital fornecido pelo professor
  • Professor: Marcelo Facundo Severo (Músico, pesquisador e escritor. Autor dos livros:’ Queen Magic Works’ e ‘Queen em discos e canções’)

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50 anos atrás, em 1º de março de 1971, John Deacon, juntou-se aos três aspirantes a músicos de rock londrinos Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor. E embora o trio já tivesse conseguido adquirir o nome que os glorificava antes da entrada do Deacon, é nesta data, quando a formação clássica do Queen foi finalmente formada, que é considerada o dia da fundação de um dos mais brilhantes e populares grupos da história do rock.

Pré-Queen

O novo nome do grupo foi dado por Farrokh Bulsara, que depois virou Freddie Mercury, que era um jovem extravagante e expressivo nativo de Zanzibar com uma exótica origem mista persa-indiana. Antes de se juntar ao Queen, Freddie já havia tentado sua sorte em dois grupos que nunca haviam feito isso em lugar nenhum, estudou para ser designer de moda e ganhava a vida como vendedor em um dos mercados cobertos que surgiram em Londres nos anos 60, onde roupas coloridas brilhantes eram vendidas para hippies, instrumentos musicais, souvenirs orientais e outras parafernálias contraculturais. A poucas quadras do mercado, no prédio do Imperial College, fundava-se o grupo Smile, cujo baterista Roger Taylor vinha de vez em quando ao mercado para ganhar dinheiro. Foi através de Taylor que Freddie conheceu Smile, e quando Staffel, um fã de rhythm and blues clássico, saiu, insatisfeito com a mudança da banda em direção ao ganho de força do hard rock e, o mais importante, a falta de sucesso e perspectivas, Freddie ofereceu seu serviços como vocalista. Tendo tocado apenas um concerto com o Smile em 27 de junho de 1970 em um evento de caridade na pequena cidade provinciana de Truro, Bulsara ofereceu ao grupo um novo nome – Queen.

Os veteranos May e Taylor a princípio não ficaram entusiasmados com a ideia. E não porque não gostassem do nome Queen. Acontece que a palavra “(Queen)” rainha em inglês desde o século 19 significa homens extravagantes, de aparência feminina, geralmente gays. E embora Freddie ainda estivesse longe de se assumir e, além disso, naquela época ele próprio, aparentemente, ainda não estava totalmente ciente de si mesmo como homossexual, ele era certamente extravagante e feminino.

E ele, é claro, ficou impressionado com o significado subversivo escondido no novo nome, um tapa na cara da sociedade britânica, que em 1967 havia acabado de legalizar as relações homossexuais e ainda estava longe de se livrar da homofobia.

“Isso é ótimo, meus queridos, as pessoas vão gostar”, Freddie assegurou a seus novos parceiros. E ele os convenceu. Bem, ao mesmo tempo, ele mudou seu nome e a si mesmo, substituindo o som estranho do ouvido inglês de Bulsara por um Mercury (mercúrio) sonoro, associado ao mercúrio prateado fluido e ao deus romano do comércio de pés rápidos, Mercúrio.

Então o Queen, com o vocalista cada vez mais destacado Freddie Mercury, fez seu show de estreia no Imperial College.

Seis meses depois, em 1º de março de 1971, cansado da sucessão de baixistas que se substituíam, o Queen, após ouvir vários novos candidatos na sala de palestras do mesmo Imperial College, finalmente aceitou John Deacon no grupo.

Por conta disso, é no dia 1º de março – o dia da formação final do Queen, que se celebra o aniversário da banda.

O início

Os primeiros dois anos foram difíceis. Até que surgiu uma oportunidade para testarem novos equipamentos no estúdio De Lane Lea. O Queen aproveitou a oferta lucrativa de serem cobaias e a oportunidade de fazer suas próprias demos como compensação.

Freddie se revelou não apenas um vocalista brilhante e expressivo e um pianista bastante adequado para o rock, mas também um compositor totalmente original e confiante.

No entanto, ainda não havia contrato – as negociações com várias gravadoras por um motivo ou outro foram interrompidas. Um deles, porém, durante a busca por um contrato, ofereceu ao grupo um estúdio próprio – naquelas horas em que não estava envolvido por outros performers que tinham contrato.

Essas horas acabaram sendo completamente desumanas – das três às sete da manhã mas o Queen também ficou feliz com isso.

Além disso, as perspectivas do show pareciam ainda mais deprimentes. Sua apresentação em uma das faculdades de Londres no início de 1972 foi assistida por … seis pessoas. Depois de várias outras tentativas malsucedidas, a banda interrompeu todas as apresentações ao vivo por oito meses e se concentrou inteiramente no trabalho de estúdio – nas primeiras horas da manhã ou, mais precisamente, à noite.

No final do outono, o álbum, que acabou sendo uma mistura bizarra de rock progressivo e heavy metal, estava pronto. Só que ainda não havia ninguém para liberá-lo – o contrato tão esperado nunca chegou a ser feito.

Em novembro e dezembro, eles fizeram alguns shows em clubes de Londres, incluindo o lendário Marquee, e conseguiram chamar a atenção da BBC. Em fevereiro de 1973, um álbum inédito e até mesmo inédito foi tocado nas ondas do canal de música BBC Radio 1 que apareceu vários anos antes.

E um mês depois, o contrato foi assinado – e não com ninguém, mas com a principal e mais poderosa baleia da gravadora britânica, a empresa EMI, no estábulo da qual estavam os Beatles e o Pink Floyd, sem mencionar dezenas e centenas de artistas menos famosos.

Assim, agarrando-se com unhas e dentes, escalando para o sucesso, não desistindo e não perdendo a fé em si mesmo, o Queen fez o seu caminho para o tão esperado “início de vida”.

Sem sintetizadores!

O primeiro álbum gravado, chamado simplesmente de Queen, foi lançado em julho de 1973, e uma semana antes apareceu um single com uma das canções nele incluídas – Keep Yourself Alive. Nem o álbum nem o single tiveram muito sucesso, embora também não tenham passado despercebidos.

Queen, estagnado em uma longa espera pela oportunidade de gravar e lançar o material que havia acumulado na época, praticamente sem pausa, imediatamente, em agosto de 1973, sentou-se para gravar seu segundo álbum .

O álbum Queen II subiu significativamente mais do que seu antecessor, alcançando o quinto lugar nas listas de popularidade de álbuns britânicos, e o single Seven Seas of Rhye entrou em décimo lugar no Top 20 britânico.

Mas, acima de tudo, talvez, o Queen II seja lembrada hoje por seu design. Usando como modelo a icônica fotografia de Marlene Dietrich do filme Shanghai Express de 1932, o artista Mick Rock colocou os rostos de quatro músicos em uma combinação de diamantes contra um fundo preto e, em primeiro plano, Mercury cruzou os braços, assim como o grande atriz.

“Essa imagem afirmava ser um estrelato, que eles ainda não possuíam naquele momento”, Mick Rock admitiu muitos anos depois em suas memórias. O que, no entanto, não incomodou os próprios músicos. Rock lembra que Mercury gostava de citar Oscar Wilde: “Muitas vezes o que parece pretensioso hoje, amanhã se torna o padrão de gosto. O principal é ser notado.”

Emprestado por Mick Rock de Marlene Dietrich, a composição da fotografia tornou-se para Queen não menos icônica do que para ela. Foi essa imagem gigantesca que foi projetada nas telas por muitos anos durante uma apresentação de concerto do hit mais famoso do grupo Bohemian Rhapsody – naqueles fragmentos em que complexas overdubbing em estúdio não se prestavam à reprodução ao vivo.

Em grande medida, essa decisão foi forçada – em maio, no meio da turnê americana para promover Queen II, lançada em março, Brian May desmaiou com hepatite. A turnê teve que ser interrompida, todos voltaram para casa, o guitarrista ficou internado por várias semanas e o resto de repente teve tempo livre.

“Ninguém poderia imaginar que teríamos de repente duas semanas para escrever Sheer Heart Attack. Não tínhamos escolha a não ser usar esse tempo, ainda não podíamos fazer mais nada – Brian estava no hospital”, lembra Mercury.

Em julho, May se recuperou, as gravações começaram e, em 8 de novembro de 1974, Sheer Heart Attack foi lançado, tornando-se o terceiro álbum da banda a ser lançado em menos de um ano e meio.

A popularidade recém-alcançada foi devido ao sucesso sem precedentes do grupo, que apareceu duas semanas antes do álbum, com o single Killer Queen, que alcançou o segundo lugar nas paradas britânicas e se tornou o primeiro sucesso de pleno direito do grupo no exterior, que finalmente o transformou no que quer que seja a corrente principal do rock mundial.

Essa música era de tirar o fôlego, cada novo álbum abria novos horizontes.

Eles abraçaram a sofisticação composicional do progressivo, absorveram e desenvolveram a mais complexa e empolgante polifonia vocal, que ainda estava aberta pelos Beatles e Beach Boys, mas fizeram tudo isso com uma facilidade charmosa e desarmante.

O álbum estava cheio de uma variedade de gêneros leves e despretensiosos – music hall, ragtime, ritmo caribenho. E o mais importante, ele exalava um humor incendiário, quase completamente ausente no progressivo.

Era impossível ouvir o hit principal do álbum Killer Queen sem sorrir – uma música, como disse seu autor Freddie Mercury, sobre uma prostituta de uma sociedade secular. “Queria dizer que há prostitutas na classe alta, embora prefira que o ouvinte interprete ele próprio esta canção, para nela encontrar o significado que lhe é mais próximo.”

A canção soa como um folheto de propaganda sarcástico para a heroína, que mantém caro champanhe Moët et Chandon em seu boudoir, como a Rainha Maria Antonieta, condescendentemente aconselha os pobres a “comerem bolos”; conhece todas as regras de etiqueta, fala como uma baronesa, festeja com caviar e seu perfume vem direto de Paris.

Em geral, “um meio de relaxar as pessoas da classe de Khrushchev e Kennedy.” “Um apetite insaciável, brincalhão como um gatinho, garantido para explodir sua mente. Recomendado a preço de banana.”

O álbum inteiro foi imbuído de graça e leveza, engenhosidade musical e incrível frescor. E a cereja no topo foi a programática, quase como um manifesto, a inscrição na capa: “Sem sintetizadores!”

Em uma época em que seus colegas preenchiam a textura de seus álbuns com eletrônicos que estão rapidamente entrando no arsenal dos músicos de rock, o Queen ironicamente provocou os concorrentes, enfatizando o som direto e natural de seus álbuns.

O auge do sucesso e glória

O sucesso de Sheer Heart Attack e Killer Queen impulsionou o grupo para a liga principal do rock mundial, e seu próximo álbum, A Night at the Opera, com o título, sedutoramente espirituoso, emprestado da obra-prima da comédia dos irmãos Marx “Night at the Opera “, era aguardada com grande expectativa de ambos os lados …

Havia vinhetas espirituosas e divertidas como Lazing on a Sunday Afternoon, Seaside Rendevouz e I’m in Love with My Car, nas melhores tradições de Sheer Heart Attack, e roqueiros como Sweet Lady, You’re My Best Friend e até uma curta versão instrumental do hino do Reino Unido “God Save the Queen” Em maio de 1995, colocada no finale na forma de um código final, no qual, é claro, um trocadilho com o nome do grupo foi tocado.

Apesar dessa diversidade estilística, é difícil dizer até que ponto o álbum teria atendido as expectativas se não fosse pelo Bohemian Rhapsody. O hit mais famoso, grandioso e popular do Queen merece um artigo detalhado separado. A canção, infelizmente, é exagerada e sobrescrita além de qualquer medida, o que, no entanto, não diminui seu mérito artístico geralmente notável.

A composição se estendeu por seis minutos, apenas superando a resistência dos chefes da EMI, que consideraram muito longa e difícil de lançar em um single, se tornou um sucesso no mundo todo.

Em 2018, após o lançamento do filme de mesmo nome, o Universal Music Group anunciou que Bohemian Rhapsody estava à frente de todas as outras canções do século XX em termos de número de streams online. E os músicos do Queen, desde então, se tornaram megastars da música pop e do show business. Eles alcançaram o que queriam – subir ao topo do sucesso. Esta ascensão coincidiu com seu pico musical Bohemian Rhapsody.

E se ao longo do caminho do sucesso – comercial, fama, estrelato – eles escalaram cada vez mais alto, em alturas verdadeiramente transcendentais.

De álbum para álbum, as canções tornaram-se mais simples, diretas e previsíveis. Eles tinham cada vez menos, como parecia desde os primeiros álbuns, de inesgotável engenhosidade e frescor cativante. Mas cada vez mais pompa se tornou. Uma ironia tão sutil foi substituída por um auto-elogio (“We Are the Champions”).

O Queen agora invariavelmente se apresentava em estádios enormes, onde a música, por definição, tinha que ser alta e acessível. A aparência também mudou. Mercury cortou seus longos cabelos, adquiriu um bigode preto e começou a aparecer no palco exclusivamente em jeans brancos justos em seu corpo esguio e a mesma camiseta branca que quase desnudava seu torso. Se o Queen como um grupo realmente não se encaixava na estética do glam-rock que dominou a música pop britânica dos anos 70, então o próprio Mercury, gradualmente substituindo a imagem do grupo aos olhos do público por sua própria imagem, tornou-se uma das mais marcantes manifestações.

Para o Queen, outra apoteose foi a apresentação no concerto Live Aid em apoio às crianças famintas da Etiópia apresentado por Bob Geldof em 13 de julho de 1985 no Estádio de Wembley em frente a uma audiência televisiva global de quase 2 bilhões de pessoas.

Queen, liderado pelo irreprimível Mercury, eclipsou todas as estrelas do mais alto nível que dividiram o palco com eles, incluindo Elton John, Madonna, Mick Jagger, David Bowie e até Paul McCartney.

Para Mercury – já como artista solo – o ápice, talvez, tenha sido a gravação da música Barcelona com a diva da ópera espanhola Montserrat Caballe, que se tornou, após a morte do cantor, o ponto culminante da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992.

Depois de Mercury

Freddie Mercury morreu como resultado de complicações da AIDS em 24 de novembro de 1991. Sua última turnê com o Queen aconteceu cinco anos antes – em 1986, embora o último álbum, Innuendo, gravado pelo já doente Mercury com o grupo, tenha sido lançado no ano de sua morte – em 1991.

Em maio de 1995, Taylor, May e Deacon colocaram a instrumentação que faltava nas partes do vocal e do piano de Mercury, que não foram finalizadas ao nível das canções finalizadas, e lançaram o álbum do Queen com o título simbólico Made in Heaven.

Em janeiro de 1997, três músicos do Queen se apresentaram com Elton John e o balé de Maurice Béjart em Paris, em um concerto em memória de Mercury televisão American Idol,. Esta foi a última aparição no palco de John Deacon, que decidiu deixar a música.

Elton John, no entanto, exortou fortemente May e Taylor a não colocar um ponto final na história do grupo. “Vocês precisam continuar tocando. É como manter uma adorável Ferrari na garagem, esperando pelo motorista”, disse ele.

May e Taylor obedeceram e vêm se apresentando sob o nome do Queen com outros vocalistas há muitos anos. No início, era um veterano do cenário rock britânico Paul Rogers, que se tornou famoso nas décadas de 60 e 70 como integrante das bandas cult Free and Bad Company.

Então, em 2009, May e Taylor atuaram como convidados no final do popular programa de televisão American Idol. A partir de 2011, junto com o segundo colocado do programa Adam Lambert, eles tem se apresentado com um novo grupo chamado Queen + Adam Lambert.

O Queen entrou na história da música rock justamente na sua composição clássica, a meio século a que este artigo foi dedicado.

Fonte: https://www.bbc.com/russian/

Queen anunciou nesta segunda-feira (01), através de seu site oficial, o lançamento de um jogo musical para dispositivos móveis. Queen: Rock Tour, que chega para os sistemas iOS e Android, é o primeiro jogo oficial do grupo britânico a ser lançado. Ele foi programado para celebrar os 50 anos do Queen para unir seus fãs de longa data e uma nova geração que é ligadona em jogos eletrônicos.

O game dará aos usuários a capacidade de recriar momentos icônicos do Queen e tocar como Freddie Mercury, Brian May, John Deacon ou Roger Taylor, que se apresentarão em 10 locais históricos em todo o mundo, recriando as turnês da banda.

O jogo inclui 20 dos maiores sucessos dos caras, como “We Will Rock You”, “Radio Ga Ga” e “Don’t Stop Me Now”, enquanto que altas pontuações desbloquearão curiosidades e imagens exclusivas dos arquivos oficiais do Queen.

“Dedicamos enorme atenção aos detalhes da história, autenticidade e arte do Queen para criar um tributo adequado a uma das bandas mais significativas da história do rock e pretendemos estabelecer novos padrões de como os jogos de música focados em banda poderiam ser executados no celular hoje”, disse o diretor criativo da desenvolvedora Gamesloft, Cedric Ratajczak.

Links para as lojas iOS e Android AQUI. No player abaixo você tem uma ideia sobre o jogo.

Fonte: https://www.radiorock.com.br

Esse álbum foi lançado no dia 27 de fevereiro de 1984. Foi precedido pelo tão comentado e odiado Hot Space que não teve o sucesso esperado. Por isso, após mais uma turnê cansativa, a banda resolveu dar um tempo e trabalhar em projetos fora do Queen. Brian, Freddie e Roger estavam trabalhando em álbuns solo. Brian trabalhava no que viria a ser o Star Fleet Project; Roger, seu segundo álbum solo, Strange Frontier, e Freddie trabalhava no seu primeiro álbum solo, Mr. Bad Guy. John também fez alguns trabalhos leves, mas foi o que menos teve contato com música nesse período. Por conta disso, começaram os rumores de que a banda iria se separar.

A banda foi sondada para fazer a trilha sonora do filme “Um Hotel Muito Louco”, mas como também estava gravando o novo álbum, não pode levar o projeto adiante. A música Keep Passing the Open Windows foi escrita e gravada para o filme, antes deles desistirem do projeto. Ao invés de seguir o tipo de som do álbum anterior, Hot Space, que não foi muito bem recebido, eles voltaram a usar o tipo de som que funcionava melhor. E o que foi visto no álbum foi um retorno à época ilustre da banda, com mistura de canções “pop”, rock pesado e baladas. Tear It Up lembra muito a batida de We Will Rock You; Man On The Prowl foi escrita para se parecer com Crazy Little Thing Called Love. Infelizmente, as canções de rock (as já mencionadas Tear It Up e Hammer To Fall , ambas as faixas, aliás, escritas por Brian) ficaram em segundo plano em relação a materiais mais pop como Radio Ga Gaga de  Roger, e I Want To Break Free de John , ambos com envolvimento extensivo de Freddie em arranjos. Sintetizadores e baterias eletrônicas foram finalmente integrados com sucesso na música do Queen. Os fãs puristas torceram um pouco o nariz para isso, mas deve-se lembrar que na época (1984), os sintetizadores e as baterias eletrônicas eram a última tendência.

O álbum alcançou o segundo lugar na parada britânica. Todos os singles do álbum alcançaram os Top 20 na Grã-Bretanha: Radio Gaga alcançou 2ª posição; I Want To Break Free, 3ª posição; It’s A Hard Life, 6ª posição e Hammer To Fall  13ª posição. Contudo, nos Estados Unidos, o desempenho não foi bom. Um dos fatores foi que eles tinham acabado de mudar para a gravadora Capitol e a gravadora se meteu em um escândalo envolvendo artistas independentes e em represália, houve meio que um boicote aos artistas da gravadora por parte das redes de rádio. Por outro lado, o empresário pessoal de Freddie, Paul Prenter, ajudou a prejudicar a reputação da banda ao ser desagradável com os meios de comunicação que queriam falar com eles.

O álbum foi remasterizado e relançado em 1991 pela Hollywood Records , com três faixas bônus: o “B-side” I Go Crazy, e remixes estendidos de Radio Ga Ga e I Want To Break Free . Remixes estendidos de It’s A Hard Life , Man On The Prowl , Keep Passing The Open Windows e Hammer To Fall  também foram criados, enquanto um remix instrumental de Machines (ou ‘Back To Humans’) também foi criado para o mercado americano, principalmente por Brian. Essas faixas apareceram na coleção The 12 ” , em 1991.

Músicas do álbum

1. Radio Gaga

 

 2. Tear It Up

 

3. It’s A Hard life

 

4. Man On The Prowl

 

5. Machines (Or Back to Humans)

 

6. I Want To Break Free

 

7. Keep Passing The Open Windows

 

8. Hammer To Fall

 

9. Is ThisThe World We Created…?

Fonte: Queenpedia.com

No dia 25 de fevereiro de 1974, o Queen fazia o lançamento do single da versão final de “Seven Seas Of Rhye, tendo como lado B a música “See What a Fool I´ve Been” As músicas fazem parte  do segundo álbum da banda, intitulado “Queen II”. Esta versão da música atingiu a 10ª colocação nas paradas britânicas em 1974. A música se tornou um hit após ser tocada para 10 milhões de pessoas que assistiram a apresentação que a banda fez no programa “Top Of The Tops” em 21 de fevereiro de 1974.

Uma versão instrumental foi lançada no álbum de estreia da banda, chamado simplesmente de Queen. A ideia inicial era começar o segundo álbum com essa música, mas a primeira faixa do segundo álbum acabou sendo a instrumental “Procession”. A música, composta por Mercury fala sobre o Reino de Rhye, que é uma clara referência à vila inglesa de Rhye. Essa vila era uma antiga cidade portuária em East Sussex e era, na Idade Média, um centro de comércio marítimo. Ela foi perdendo a sua importância com o tempo à medida que o litoral recuava. Muito se discute sobre o verdadeiro sentido da música: uns acham que seria um mundo imaginário criado por ele e por sua irmã enquanto viviam em Zanzibar. Outra versão diz que a música seria uma crítica ao lado escuro das religiões.

A música termina com um coro de amigos da banda cantando “I Do Like To Be The Beside The Seaside” (“Eu gosto de estar à beira-mar”).

Letra e tradução

Seven Seas Of Rhye    Os sete mares de Rhye

 

Fear me you lord and lady preachers     Temam-me, senhor e senhora pregadores

I descend upon your earth from the skies     Eu desço sobre sua terra desde os céus

I command your very souls you unbelievers     Eu comando muitas almas, seus incrédulos!

Bring before me what is mine     Traga diante de mim o que é meu

The seven seas of Rhye     Os sete mares de Rhye!

 

Can you hear me you peers and privy councillors     Vocês podem me ouvir, nobre e conselheiros privados

I stand before you naked to the eyes     Eu estou diante de vocês, pelado a seus olhos

I will destroy any man who dares abuse my trust  E eu destruirei qualquer homem que ouse abusar da minha confiança

I swear that you’ll be mine    Eu prometo que vocês serão meus

At the seven seas of Rhye     nos sete mares de Rhye

 

Sister I live and lie for you     Irmã, eu vivo e morro por você

Mister do and I’ll die     Senhor, Faça e eu morrerei

You are mine I possess you     Vocês são meus! Eu possuo vocês!

Belong to you Forever     Pertenço a vocês para sempre

 

Storm the master marathon I’ll fly through     Da mais magistral maratona eu voarei

By flash and thunder fire I’ll survive     Pelo raio e pelo fogo do trovão eu viverei

I’ll survive I’ll survive     eu vou sobreviver! Eu vou sobreviver!

Then I’ll defy the laws of nature     Então eu desafiarei as leis da natureza

And come out alive     e vou sair vivo!

 

Begone with you you shod and shady senators     Partam, seus engravatados e sombrios senadores

Give out the good leave out the bad evil cries     distribuam o bem, esqueçam os gritos do mal

I challenge the mighty titan and his troubadours Eu desafio o poderoso Titã e seus trovadores

 

And with a smile… E com um sorriso

 I’ll take you to the Seven Seas of Rhye   eu levarei você para os sete mares de Rhye!

 

I Do Like To Be The Beside The Seaside    Eu gosto de estar à beira-mar

 

Fontes:

Livro: Queen all the songs: the story behind every track – Bernoît Clerc

Sites:

www.Queenpedia.com

www.vagalume.com.br

www.queenvault.com

www.brasil.elpais.com

BRIAN MAY compartilhou uma memória incrível dos primeiros dias “obscuros” do Queen, antes de se tornarem famosos e antes de John Deacon entrar. O baixista da banda na época revelou que Freddie estava “pronto para sair”, mas Brian tem conselhos inspiradores para qualquer aspirante a banda.

Em 1971, o Queen ainda era uma banda desconhecida, que ganhou o segundo lugar em um show estudantil atrás de Yes. No fim de semana, Brian foi lembrado daqueles dias pelo agente que contratou as duas bandas para o show e disse palavras de sabedoria para as futuras estrelas do rock. Mas o homem que John Deacon substituiu como baixista do Queen também se lembrou do confronto acalorado após o show e do momento “Freddie  anuncia que não quer continuar.”

O Queen tocou em uma festa de estudantes na Kingston Polytechnic em 20 de fevereiro de 1971.

O baixista na época era Doug Bogie, o terceiro na formação recém-nomeada depois de Mike Grose e Barry Mitchell.

Pensando no Queen reinando supremo no Live Aid em toda sua pompa majestosa, é difícil imaginar uma jovem banda amontoada na parte de trás de uma van após um show local. Mas Doug deu uma visão vívida sobre as tensões  que a banda estava passando enquanto tentavam encontrar um som, uma formação e um contrato de gravação.

Doug disse: ” Achei que fizemos dois shows excelentes e emocionantes.

“No entanto, na parte de trás da van emprestada após o show do Yes na Kingston Polytechnic, havia uma daquelas discussões desmontando tudo: ‘então tudo está terrível’, ‘é uma perda de tempo’, e Freddie anuncia que não deseja continuar.

“Então, como o novo garoto que não sabe nada de suas atividades e relacionamentos anteriores, eu simplesmente aceito que esse é o fim do experimento!

“Uma pena, mas não incomum com bandas com membros criativos.”

Mas dez dias depois, a peça final do quebra-cabeça se encaixaria.

Em 1º de março de 1971, a banda convidou formalmente o estudante John Deacon de 19 anos para se juntar a eles.

Brian, em particular, falou abertamente sobre as lutas para garantir um contrato com uma gravadora e uma visibilidade mais ampla. A banda anterior dele e de John, Smile, tinha um contrato com uma gravadora, mas não conseguiu causar qualquer impacto nas paradas.

Logo após o show em Kingston, o Queen viu o Yes começar sua constante ascensão à fama como líderes da cena do rock progressivo. Seu terceiro álbum, The Yes Album, foi lançado naquele mês e alcançou a posição número 4 no Reino Unido.

No dia 1º de abril a banda apareceu no Top of teh Pops, ao lado de Olivia Newton-John, T-Rex, Elvis e a trupe de dança Pan’s People.

A fama e a fortuna do Queen ainda estavam a alguns anos de distância. Mas, olhando para aqueles dias no início de 1971, Brian foi filosófico ao postar a imagem de um anúncio promocional para o show, enviada a ele por Conroy.

Ele disse: ” Tive que compartilhar isso! Um e-mail hoje de um velho amigo – Paul Conroy, que, há 50 anos, foi um agente muito influente na cena do Rock em ascensão em Londres. Ele estava presente quando estávamos fazendo testes para baixistas , nos ajudou a encontrar um caminho para o circuito ao vivo e tocou nossas primeiras demos para o então poderoso Tony Stratton-Smith – chefe da Charisma Records ”

Brian acrescentou: ” Pelo que me lembro, ele passou – e assinamos com a Trident e o resto é … erm … uma história obscura! Obrigado Paul.”

A lenda do Queen adicionou uma mensagem para qualquer aspirante a banda: “. E – uma mensagem para todas as bandas jovens que podem se preocupar com o seu nome ser pequeno em um pôster, ou folheto, ou anúncio, pois isso é … bem, com certeza melhor do que não estar aí, e … quem sabe aonde isso pode levar !!! Tivemos sorte. Vou te contar uma história … !!! Bri “.

Veja aqui a postagem de Brian

Fonte: www.express.co.uk