Em uma entrevista bem humorada, o baterista Taylor Hawkins, do Foo Fighters, brincou com o fato de Brian May, guitarrista do Queen, ganhar mais de R$ 15 milhões por ano com “We Will Rock You”, mencionando que seria o “plano de aposentadoria” perfeito.

A informação surgiu quando a Rolling Stone pediu para que o músico mencionasse cinco músicas que gostaria de ter escrito, e o hit do Queen foi a primeira escolha.

Eu escutei que o Brian May ganha, tipo, 5 milhões de dólares por ano com essa música. Aí está seu plano de aposentadoria: ‘We Will Rock You’. Eu não preciso fazer nada esse ano porque eu vou ganhar 5 milhões de dólares por ano com ‘We Will Rock You’.

‘Vá se fod**’

Sério? Vá você se fod**. Eu não vou a lugar algum. Eu ganho 5 milhões de dólares por causa de ‘We Will Rock You’.

Além das brincadeiras, o músico entrou um pouco em detalhes sobre a estrutura da música. Apesar de não ser uma canção muito “técnica” ou complicada, Hawkins demonstrou admiração pela capacidade criativa do Queen de transformar algo simples em um grande hit de estádio:

Eu acho que é uma dessas coisas que você precisa acreditar muito pra conseguir começar. Você consegue imaginar chegar no estúdio com seus amigos tipo, ‘Ok, é isso o que a gente vai fazer. Nós vamos bater palmas, bater nosso pé no chão e fazer tipo, ‘boom boom cha’ e cantar ‘we will rock you’ sem parar. E aí eu escrevo as letras tipo, ‘Cara, nós vamos longe um dia’.’

Eu acho que ele fala sobre a vida, sobre a trajetória da vida, acho. Não importa porque ela fala ‘we will rock you’ sem parar. Todo jogo de futebol, baseball, basquete eles tocam essa porra de música.

Fonte:  www.diarioonline.com.br

O guitarrista do QUEEN, Brian May, gravou algumas partes de guitarra que poderiam ter entrado na música “Catcher In The Rye” do GUNS N’ ROSES, do álbum Chine Democracy. May foi um dos muitos músicos que participaram do longo processo de produção e gravação do demorado álbum do GUNS, mas suas colaborações terminaram não entrando na versão final do álbum, embora versões demo com a participação dele tenham chegado a vazar.

Segundo Brian: “Quando eles estavam fazendo aquele álbum, depois de sabe Deus lá quantos anos, ele estava conversando com o Roy Thomas Baker [antigo produtor do QUEEN], que estava fazendo produção para eles na época, e eles vieram com a idéia de entrar em contato comigo para ajudá-los a trabalhar num direcionamento. Eu fui encontrá-lo e ele me passou praticamente o álbum inteiro. Foi uma longa noite, conversando, pensando, tentando encontrar potenciais direções, e então eu fiquei alguns dias apenas testando coisas. Eles usaram uns 10 guitarristas em seguida disso! Eu tenho umas mixagens brutas dessas faixas em algum lugar no meu arquivo, mas eu não vou deixar ninguém escutá-las em respeito ao Axl. Foi divertido, fazer algo para ajudar um amigo.”

 

Fonte: http://whiplash.net/

No vídeo abaixo, compilado e editado por Emmanuel Havok (emmahavokrock) estão as dez melhores músicas do Queen, confira.

Fonte: http://whiplash.net

“O primeiro single seria um sucesso em qualquer década”, publicou o Hits Daily Double

O site Hits Daily Double fez uma publicação nesta semana que agradará os fãs de Harry Styles: segundo a matéria, o disco de estreia do cantor em sua carreira solo lembra grandes hits do rock dos anos 70 e 80, soando como David Bowie e Queen.

Styles deve lançar o primeiro single entre o final de abril e início de maio, e a canção seria um sucesso “em qualquer década que fosse lançada”, diz ainda o site.

O integrante do One Direction divulgará o álbum através da gravadora Columbia Records, e conta com apoio total do selo. O presidente, Rob Stringer, já declarou que o LP está “muito próximo”, e que todos estão “muito animados”.

Veja letras, traduções e muito mais de Harry Styles no Vagalume!

 

 

Fonte: www.vagalume.com.br

Brian May disse que o jogo de tabuleiro foi criado há mais de um ano. A ideia é levar os fãs por uma viagem na história da banda.

“Estou animado, foi ótimo trabalhar nele”, disse o músico em seu site. “Foi como fazer um álbum! Fizemos mudanças estéticas e estratégicas no jogo, que combinam com o tema”.

Em vez de se tornar um magnata “imbecil”, o Queen Monopoly desafia os fãs a construirem a carreira da banda desde o início, evitando os “perigos” reais do mundo do rock como “impostos, prisão e falência”. Os jogadores também são desafiados a “comprar locais de shows”, de acordo com a descrição do jogo.

E, é claro, os “peões” do jogo foram renovados para se adequarem a temas relacionados com a banda. Veja se consegue adivinhar o que cada um representa, olhando para a imagem, acima,  divulgada no Instagram do músico.

O jogo deve ser lançado em Maio desse ano.

 

Fonte: http://whiplash.net

O show realizado em memória ao então recentemente falecido Freddie Mercury – o chamado “Freddie Mercury Tribute Concert” – foi um dos eventos mais bonitos da história da música. A apresentação ocorreu ao longo de todo o dia 20 de abril de 1992, no estádio de Wembley, em Londres, na Inglaterra.

Freddie Mercury havia falecido cerca de cinco meses antes, mais exatamente no dia 24 de novembro de 1991. Ele se foi devido a uma broncopneumonia causada pela Aids. Por isso, os demais músicos do Queen optaram por fazer a homenagem a Mercury.

O intuito era filantrópico: os lucros do evento foram revertidos à Mercury Phoenix Trust, associação criada para combater a Aids. A organização ainda existe e é gerida pelos remanescentes da banda – o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor e o baixista John Deacon – e o empresário Jim Beach, que cuidou da carreira do grupo.

Além dos integrantes remanescentes do Queen, dezenas de convidados próximos aos músicos da banda e de Freddie Mercury estiveram presentes no evento. Artistas do rock e do pop, cascudos e revelações, marcam presença, como Def Leppard, Robert Plant, Tony Iommi, Guns N’ Roses, George Michael, David Bowie, Seal e outros. Até o U2, que fez uma performance ao vivo à distância, via satélite, diretamente de Sacramento (Estados Unidos), deixou a sua contribuição.

Com tantos monstros reunidos em um mesmo local, ninguém apostaria que uma banda até então considerada “revelação” seria um dos grandes destaques do evento. Mas foi o que aconteceu: o Extreme se apresentou para as mais de 72 mil pessoas presentes e, ainda hoje, a performance do grupo é lembrada como uma das mais afiadas daquele dia.

É verdade que o Extreme não era formado por novatos. A média de idade dos integrantes girava em torno dos 30 anos e a banda existia desde meados de 1985. Até então, dois álbuns haviam sido lançados – o debut autointitulado, em 1989, e “Extreme II: Pornograffitti”, em 1991.

As vendas do debut foram modestas, enquanto “Pornograffitti” catapulou o quarteto de Boston (Estados Unidos) para o sucesso mundial, especialmente, graças ao hit “More Than Words”. Outras músicas, como “Decadence Dance”, “Get The Funk Out” e “Hole Hearted”, também tiveram êxito nas paradas, mas é pela famosa canção acústica, guiada somente por violão e voz, que a banda ainda é lembrada pelo público geral.

Naquela época, já existia a mentalidade de que o Extreme era uma banda “de um hit só”. Não se esperava tanto da apresentação do quarteto, tanto que o grupo foi o segundo a se apresentar – logo depois do Metallica, que abriu o evento com três músicas de seu disco mais recente, o multiplatinado “Black Album”.

Em uma performance impressionante, o Extreme fez valer o nome do evento e prestou uma homenagem a Freddie Mercury e ao Queen. Nenhuma música de seu repertório autoral foi tocada, mas, sim, um medley de 13 minutos de duração com 10 músicas da banda britânica.

Qualquer semelhança com a performance do Queen no Live Aid, em 1985, naquele mesmo estádio – e também baseada em um pot-pourri – não é mera coincidência. Veja o repertório do medley tocado pelo Extreme:

– “Mustapha”
– “Bohemian Rhapsody”
– “Keep Yourself Alive”
– “I Want To Break Free”
– “Fat Bottomed Girls”
– “Bicycle Race”
– “Another One Bites The Dust”
– “We Will Rock You”
– “Stone Cold Crazy”
– “Radio Ga Ga”
– “Bohemian Rhapsody” (reprise)

Parecia um ato arriscado por parte do Extreme. Uma banda considerada “revelação” prestar-se a fazer uma apresentação deste tipo?

Mas as dúvidas caem por terra logo após os primeiros acordes do show. Não à toa, Brian May apresentou-os como: “possivelmente, mais do que qualquer outra banda no planeta, (são) as pessoas que entenderam perfeitamente o que foi o Queen ao longo de todos esses anos, bem como o que Freddie foi ao longo desses anos”.

Ao longo da performance, nota-se a influência que o Queen exerceu na sonoridade e na musicalidade do Extreme. Os vocais em coro, o entrosamento, a cozinha seca, a guitarra levemente exibicionista, a voz potente em uma interpretação expansiva… tudo muito bem amarrado. Guardadas as devidas proporções, eram como os sucessores do quarteto britânico.

Depois do medley arrepiante, ainda sobrou tempo para que o vocalista Gary Cherone e o guitarrista Nuno Bettencourt fizessem uma boa performance de “Love Of My Life”, do Queen, aliada ao hit próprio, “More Than Words”. Visualizar todo o estádio cantando ambas as músicas na filmagem abaixo é um momento sublime.

Os artistas que se apresentaram na sequência – Def Leppard, Bob Geldof, Spinal Tap (!), U2 e Guns N’ Roses – apenas tocaram músicas próprias ou regravações já lançadas por eles anteriormente. Nenhuma homenagem ao Queen.

Só depois, o Queen subiu ao palco com diversos convidados e apresentou um repertório de pouco mais de 20 músicas. Daí em diante, foram só os clássicos do quarteto britânico.

Gary Cherone chegou a subir ao palco novamente, para uma interpretação de “Hammer To Fall” com o Queen e com Tony Iommi, amigão de Brian May. Também uma boa performance.

odo o “Freddie Mercury Tribute Concert” é incrível. Cada momento da apresentação mereceria um texto a parte. No entanto, ninguém surpreendeu mais naquele dia do que o Extreme.

Minha afirmação a seguir é arriscada, mas esta apresentação foi, provavelmente, o último ato gigantesco por parte do Extreme. Em setembro daquele ano, a banda lançou o bom “III Sides To Every Story”, mas o retorno não foi o mesmo de “Pornograffitti”.

O alternativo “Waiting For The Punchline” saiu em 1995 e foi um fiasco em vendas. A banda acabou no ano seguinte e Gary Cherone teve uma passagem abaixo da média pelo Van Halen. A reunião aconteceu em 2007, mas, desde então, só na base do revival: apenas um disco, intitulado “Saudades de Rock”, foi lançado, no ano de 2008.

Fonte: http://whiplash.net

Veja abaixo o lyric video oficial de “Radio Ga Ga”, lançada pelo Queen no álbum de 1984, “The Works”.

Fonte: http://whiplash.net

O fim de carreira dos Black Sabbath levou a Loudwire a pensar noutras despedidas dos palcos, ao longo da história do rock e do metal – pelo que a revista decidiu elaborar uma lista com as dez melhores.

Desta fazem parte os Black Sabbath, evidentemente, mas também nomes como Freddie Mercury, Ramones ou Ronnie James Dio, entre outros.

Sem qualquer ordem específica, a lista aborda não só as despedidas mais trágicas – por força da morte de um artista – mas também as que antecederam o fim prematuro de uma banda.

10 grandes despedidas em palco:

– Black Sabbath, 4/02/17
– Pantera, 26/08/01
– Ronnie James Dio, 29/08/09
– The Rev (Avenged Sevenfold), 2/08/09
– Paul Gray (Slipknot), 31/10/09
– Nirvana, 1/03/94
– Layne Staley (Alice In Chains), 3/07/96
– Freddie Mercury (Queen), 9/08/86
– Motörhead, 11/12/15
– Ramones, 6/08/96

 

Fonte: http://blitz.sapo.pt

Novo CD será lançado em abril e traz 13 músicas, sendo 5 composições de Brian e Kerry Ellis

Brian May e Kerry Ellis anunciaram o lançamento de um novo e muito aguardado segundo álbum de estúdio, intitulado “GOLDEN DAYS”.

O álbum traz 13 faixas, que inclui cinco composições originais de Brian e Kerry Ellis.

O CD será lançado em 07 de abril, mas já se encontra em pré-venda no site Oficial do Queen e na Amazon.

Para comprar: Official Queen Store / Amazon

Músicas:

1. Love In A Rainbow (Brian May, Kerry Ellis)

2. Roll With You (Brian May, Kerry Ellis)

3. Golden Days (Brian May)

4. It’s Gonna Be All Right (The Panic Attack Song) (Brian May)

5. Amazing Grace (John Newton, Trad. Arr, Brian May)

6. One Voice (Ruth Moody)

7. If I Loved You (Oscar Hammerstein II, Richard Rodgers)

8. Born Free (John Barry, Don Black)

9. Parisienne Walkways (Phil Lynott, Gary Moore)

10. I Who Have Nothing (Carlo Donida, Mogol, Jerry Leiber, Mike Stoller)

11. The Kissing Me Song (Brian May, Kerry Ellis)

12. Story Of A Heart (Björn Ulvaeus, Benny Andersson)

13. Can’t Help Falling In Love (Hugo Peretti, Luigi Creatore, George David Weiss)

 

 

Fonte: www.queenonline.com
Dica de: David Neto

Alírio Nettotopou e Livia Dabarian interpretam os melhores sucessos da carreira do cantor

Os fãs brasileiros de Freddie Mercury vão gostar da novidade. O cantor Alírio Nettotopou e sua parceira, a cantora Livia Dabarian, definiram o melhor repertório da carreira de um dos maiores artistas que o mundo já viu e criaram o espetáculo Freddie Mercury Revisited.

O show tem releituras em versões intimistas para voz e piano dos grandes momentos da trajetória musical de Freddie Mercury, tanto da época em que era vocalista do Queen, como da carreira solo. Sucessos como We Are the Champions, Under Pressure e Love of My Life fazem parte do repertório, que promete emocionar o público.

Depois do sucesso em Nova York, em dezembro do ano passado, o espetáculo chega ao Brasil no próximo dia 13 de maio, no Teatro Bradesco, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda pelo site Ingresso Rápido e os valores váriam de R$30,00 a R$ 190,00.

 

Fonte: entretenimento.r7.com

A pastora Lola canta melhor que muita gente, segundo sua dona Annie

Um vídeo que mostra uma cachorrinha “fazendo coro” em uma versão karaokê de “We Are The Champions”, do Queen, viralizou na internet.

Annie Aul, dona da cachorrinha Lola, postou o vídeo em que ela está dirigindo e cantando em uma estrada na Flórida.

A pastora Lola está sentada no banco de trás e, quando começa o refrão, ela começa a latir junto, “cantando melhor que muita gente”, segundo Annie.

Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro

Grupo cover recria músicas e visual da banda liderada por Freddie Mercury. Banda foi a única do Brasil a figurar no site oficial do Queen na internet.

Antonio Lobato, vocalista do grupo cover Classical Queen (Foto: Divulgação/Classical Queen)
Antonio Lobato, vocalista do grupo cover Classical Queen (Foto: Divulgação/Classical Queen)

A banda cover “Classical Queen” volta a Campinas nesta quinta-feira (23) para uma única apresentação no Teatro Iguatemi para lembrar os maiores sucessos do Queen, banda inglesa que surgiu no cenário cultural no final dos anos 70.

O grupo brasileiro se lançou em 2004 com a proposta de recriar, com o máximo de detalhes, as performances da banda que ficou mundialmente famosa sob a liderança do vocalista Freddie Mercury, falecido em 1991.

No “Classical Queen”  Antonio Lobato assume a posição de Mercury nos vocais, piano e violão. Fernando Gamba a de Brian May, na guitarra e backing vocals, Júlio Abrileri é John Deacon no baixo e backing vocals e Anderson Macedo marca o ritmo na bateria e backing vocals como Roger Taylor.

Serviço:

Quando: 23/Fevereiro
Horário: 21h
Onde: Teatro Iguatemi 3º piso do Iguatemi Campinas- Av Iguatemi, 777
Telefone: (19) 3294-3166 – www.teatrogt.com.br
Preços: Inteira: R$ 80,00
Meia-Entrada: R$ 40,00
Pela internet: www.ingressorapido.com.br

 

Fonte: http://g1.globo.com/sp

No último dia 13 a estátua de Freddie Mercury, em Montreux, amanheceu pinchada. Pernas, o tronco e rosto estavam cobertos de tintas nas cores amarela e verde. A polícia se recusou a comentar.

A estátua do famoso vocalista do Queen é considerada parte integrante da cidade e uma decoração urbana. Os moradores de Montreux se manifestaram com palavras duras contra os autores.

 

Fonte: http://www.tio.ch
Dica de: David Neto

Jornal do SBT, Matéria chapecoense Parodia I Want to Break Free

Esses artistas, além de despontarem em suas carreiras, também se destacam pelo alto QI e participação em projetos invejáveis

Reprodução / Instagram

Um levantamento do site Super Interessante mostra dez celebridades que se destacam pelo alto nível de inteligência e envolvimento em projetos inovadores. 

1 – Brian May, além de ser guitarrista da banda Queen, é doutor em Astrofísica pela Imperial College London, publicou uma tese sobre Velocidade Radial na Nuvem de Poeira Zodiacal. Além disso, ainda publicou obras sobre o Big Bang e a evolução do Universo.

 

 

 

 

 

 

 

2 – Asia Carrera, que protagonizou mais de 300 filmes pornográficos, tem 150 pontos de Q.I., faz parte da Mensa (sociedade de gênios), e adora estudar Economia e Física Quântica.

FOTO: Reprodução / Instagram
Reprodução / Instagram
 

3 – Além de ser baterista da banda Blur, Dave Rowntree é graduado em Ciências da Computação pela Politécnica de Thames. O músico também já escreveu três artigos sobre a Renderização Não-Fotorealista.

FOTO: Reprodução/ Facebook
Reprodução/ Facebook
 

4 – Alex James, baixista da banda Blur, também participou do projeto da missão espacial Beagle 2. Faz parte da Associação Astronômica Britânica e trabalha no Departamento de Astrofísica da Universidade de Oxford.

FOTO: Reprodução / Facebook
Reprodução / Facebook
 

5 – O ator, diretor e lutador Dolph Lundgren também é mestre em Engenharia Química pela Universidade de Sydney. Com um Q.I. de 160, ele fala sete idiomas: sueco (sua língua materna), inglês, alemão, francês, espanhol, japonês e italiano.

FOTO: Reprodução Facebook
Reprodução Facebook
 

6 – Além de atriz, Natalie Portman é formada em Psicologia pela Universidade de Harvard, e publicou estudo sobre os processos de retenção de memórias. A bela também fala sete línguas: inglês, francês, hebraico, alemão, japonês e espanhol.

FOTO: Reprodução
Natalie Portman
 

7 – Dexter Holland, além de liderar a banda The Offspring, é graduado em Biologia pela Universidade do Sul da Califórnia e mestre em Biologia Molecular.

FOTO: Reprodução / Facebook
Reprodução / Facebook
 

8 – O premiado ator James Woods tem o impressionante Q.I. de 180. Estudou Ciências Políticas no MIT e realizou pesquisas sobre Análise de Defesa e Teoria dos Jogos. 

FOTO: Reprodução / Instagram
Reprodução / Instagram
 

9 – Famosa por atuar em ‘Anjos Incríveis’, Danica Mckellar deixou a carreira artística para se dedicar ao cursou Matemática na Universidade da Califórnia e tornou-se co-autora de um teorema matemático sobre o alinhamento de campos magnéticos. 

FOTO: Reprodução / Instagram
Reprodução / Instagram
 

10 – Com um Q.I. de 160, Quentin Tarantino nunca fez faculdade, mas é um dos maiores especialistas em Cinema e Cultura Pop de todos os tempos. 

FOTO: DIVULGAÇÃO
Quentin Tarantino
 

 

 

Fonte: http://www.otempo.com.br

Adam Lambert e os dois membros remanescentes do Queen que seguem na estrada – o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor – fizeram uma aparição surpresa na edição que foi ao ar no último dia 2 no talk show apresentado por James Corden na televisão americana.

A aparição serviu para divulgar a próxima turnê que o lendário grupo fará pelos EUA e Canadá entre julho e agosto. O grupo participou de um divertido quadro em que o apresentador disse que acreditava que ele, e não Lambert, deveria estar cantando com a banda.

A declaração serviu de mote para que os dois cantassem uma série de hits do grupo – “We Will Rock You”, “Don’t Stop Me Now” e “Somebody To Love” entre eles.

Veja como foi o encontro e ouça os hits imortais do Queen!!

 

Fonte: https://m.vagalume.com.br
Dica de: Tainara Taylor

A parceria tem acontecido desde 2011 e já passou pelo Brasil

Queen e o cantor Adam Lambert divulgaram datas de sua nova turnê norte-americana. Os shows serão todos realizados em estádios e começam dia 23 de Junho em Phoenix, no Arizona, e de lá passarão por mais 24 cidades.

A turnê foi especialmente desenhada para esse porte de show e trará hits do Queen como “Another One Bites the Dust”, “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “We Are the Champions”, entre outras.

Apesar do público ser em sua maioria formado por fãs da lendária banda, os seguidores de Adam Lambert não ficam de fora. Membros dos fã-clubes tanto de Queen quanto do vocalista irão poder comprar os ingressos antes da abertura para o grande público.

Confira as datas da turnê:

23/Junho – Phoenix, AZ @ Gila River Arena
24/Junho – Las Vegas, NV @ T-Mobile Arena
26/Junho – Los Angeles, CA @ Hollywood Bowl
29/Junho – San Jose, CA @ SAP Center
01/Julho – Seattle, WA @ Key Arena
02/Julho – Vancouver, BC @ Pepsi Live at Rogers Arena
04/Julho – Edmonton, AB @ Rogers Place
06/Julho – Denver, CO @ Pepsi Center Arena
08/Julho – Omaha, NE @ CenturyLink Center
09/Julho – Kansas City, MO @ Sprint Center
13/Julho – Chicago, IL @ United Center
14/Julho – St. Paul, MN @ Xcel Energy Center
17/Julho – Montreal, QC @ Bell Centre
18/Julho – Toronto, ON @ Air Canada Centre
20/Julho – Detroit, MI @ The Palace of Auburn Hills
21/Julho – Cleveland, OH @ Quicken Loans Arena
23/Julho – Uncasville, CT @ Mohegan Sun Arena
25/Julho – Boston, MA @ TD Garden
26/Julho – Newark, NJ @ Prudential Center
28/Julho – Brooklyn, NY @ Barclays Center
30/Julho – Philadelphia, PA @ Wells Fargo Center
31/Julho – Washington D.C. @ Verizon Center
02/Agosto – Nashville, TN @ Bridgestone Arena
04/Agosto – Dallas, TX @ American Airlines Center
05/Agosto – Houston, TX @ Toyota Center

 

Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Por Doctor Robert

 

O ano era 1977. O Queen já havia gravado seu nome mundialmente entre as grandes bandas de rock desde que “Bohemian Rhapsody” tomou de assalto as paradas de sucesso cerca de dois anos antes. Após mais duas turnês mundiais, o quarteto inglês vinha tocando em espaços cada vez maiores, com ingressos cada vez mais disputados, inclusive no Japão e no tão sonhado mercado norte-americano, onde a abertura de sua última excursão ficou a cargo do Thin Lizzy – e cujo concerto no lendário Madison Square Garden teve a venda total de assentos em poucos minutos…

Num dos concertos desta mesma turnê, só que em Birmingham, na Inglaterra, os músicos foram pegos de surpresa após o final do show quando a plateia começou a cantar em coro para a banda “You’ll Never Walk Alone”, tema de um antigo musical chamado “Carrossel”. Aquilo ficou na memória dos músicos, e quando o Queen voltou ao estúdio para gravar seu novo álbum, Brian May e Freddie Mercury se propuseram a compor um tema para ser entoado junto ao público no encerramento de seus shows, uma espécie de “hino” para celebrarem juntos ao final das apresentações. Carregando esse sentimento e mais as experiências junto às viagens pela América e Europa, há quarenta anos atrás nascia um divisor de águas na carreira do Queen, o magistral “News Of The World”.

Imagem

Até então em sua discografia o Queen vinha mantendo seu padrão musical envolvendo instrumentais intrincados, trabalhos vocais extremamente burilados, que assim como as guitarras eram gravados em diversas camadas. Desta vez, porém, a banda optou por uma musicalidade mais direta, sem deixar de passear por diversos ritmos e influências diferentes: Freddie vinha com arranjos de piano com acordes de jazz, Brian deixando claro em sua guitarra o quanto estava encantado com o blues norte-americano, o baterista Roger Taylor flertando com uma pegada ainda mais agressiva e o baixista John Deacon apresentando composições suaves e delicadas. Assim como no trabalho anterior (“A Day At The Races”) dispensaram a presença de um produtor para o disco, mas contando mais uma vez com os préstimos do então engenheiro de som Mike Stone (chamado por Brian de “gênio dos estúdios”), creditado como co-produtor – Stone posteriormente viria a produzir depois álbuns para o Journey, Asia, Whitesnake, entre outros.

Voltando à história do “hino para as massas”, “News Of The World” abre com a dobradinha “We Will Rock You” e “We Are The Champions”, que dispensam qualquer tipo de apresentação. Duas músicas que parecem se complementar tão perfeitamente que fica meio que impossível ouvir uma sem se lembrar da outra. E elas foram trabalhadas para que fosse assim mesmo: foram lançadas juntas, como lado A e B em single, foram compostas para serem o encerramento do show da banda (e desde sempre executadas assim), de modo a envolver a plateia e colocar todos para cantarem em coro. Até as rádios na época as executavam em seguida, sem interrupção. O que a banda mal podia imaginar era a dimensão que isso iria tomar, com ambas as faixas transcendendo as margens do rock, da música em geral, e se tornarem hinos também do esporte. Até hoje arenas ao redor do mundo das mais diversas modalidades esportivas ecoam a primeira em seus intervalos, envolvendo as torcidas, e a segunda como a celebração dos vencedores dos torneios nas finais.

Imagem

Em “We Will Rock You” nenhum instrumento além da guitarra de Brian é tocado. A banda gravou a si mesma batendo os pés e as palmas das mãos diversas vezes, fazendo sobreposições e acrescentando delays e overdubs até chegarem à sonoridade que queriam, dando a impressão de uma multidão executando os sons. Os delays foram calculados em proporção de números primos, numa técnica de estúdio conhecida como “reverberação não-harmônica” e o resultado final foi regravado em loop na fita master, repetindo a batida por exatos 2 minutos, quando se encerra o solo de guitarra. Uma versão com diferentes arranjos, executada por toda a banda (conhecida como “Fast Version”) também foi gravada, e seria usada na abertura dos shows pelas próximas quatro turnês do Queen. Essa versão de estúdio ficou de fora do álbum original, tendo sido lançada apenas em suas reedições remasterizadas em CDs (e antes disso na coletânea “Best Of The Best – King Biscuit Flower Hour”, do extinto programa de rádio King Biscuit, da estação americana D.I.R.).

Embora Freddie Mercury houvesse dito algumas vezes que “We Are The Champions” já tinha sua estrutura escrita anos antes, ela só foi de fato concluída durante as gravações de 1977, evocando mais uma vez o sentimento da “plateia levantando as mãos e cantando” nos shows. Com vários acordes de jazz em seu piano (por incrível que pareça, Freddie se considerava um pianista horrível) e uma forte carga emocional nos vocais, é com certeza uma das performances mais marcantes do frontman em sua carreira, com os demais músicos o acompanhando com a sutileza e elegância necessárias.

Imagem

Porém resumir “News Of The World” a apenas essas duas faixas seria um pecado mortal. O álbum segue com uma pancada na boca do estômago chamada “Sheer Heart Attack”, cortesia do baterista Roger Taylor, composta originalmente para o álbum de mesmo nome. Segundo o próprio autor, inúmeros fatores influenciaram para que a faixa fosse deixada de lado, inacabada. Mas com a explosão do movimento punk no período, parecia ser o cenário perfeito para dar um “cala a boca” naqueles que desdenhavam do poder de fogo do quarteto, que era um dos alvos preferidos dos seguidores de Sex Pistols e afins – a letra da música, aliás, dá umas boas alfinetadas nos punks: “There’s a lot of space between your ears” (“há muito espaço (vazio) entre suas orelhas”); “I feel so inarticulate” (“me sinto tão inarticulado”)… Roger assume quase toda a instrumentação aqui: bateria, baixo e guitarra-base (os pequenos solos que a costuram são de Brian), e chegou a cantar na versão demo, mas na gravação final a banda acabou optando por Freddie.

“All Dead, All Dead” traz um pouco de quietude e mansidão após o rolo compressor da faixa anterior, com Brian cantando sobre a inconformidade da separação pela morte, e dividindo o piano com Freddie, fazendo uma bela dobradinha com “Spread Your Wings”, uma das mais belas composições do calado baixista John Deacon. Aqui o show novamente é de Freddie, soltando sua voz e passeando pelo piano enquanto canta a história de Sammy, um jovem solitário e sonhador, que trabalha na limpeza de um bar, desdenhado pelo seu patrão e encorajado pelo narrador a seguir suas aspirações. Brian também se destaca, com um belíssimo solo, que costumava se estender ao vivo (como pode ser conferido no álbum “Live Killers”).

“Fight From The Inside” é outra ótima composição de Roger Taylor, que fecha o lado A do vinil. Aqui ele assume mais uma vez o baixo e a guitarra-base, além da bateria e dos vocais principais. Curiosamente seu riff de guitarra inicial é citado por Slash como um de seus favoritos em todos os tempos. O único outro membro a participar desta gravação foi Brian, com a adição de algumas guitarras.

No lado B o Queen expandiu ainda mais a sua diversidade rítmica do play. E, junto a isso, Freddie e Brian, mais especificamente, trouxeram à tona um pouco do que experimentaram nas noites na estrada. Em “Get Down, Make Love”, como o próprio nome sugere, Mercury explora a temática sexual que voltaria a abordar depois com menos sucesso em “Body Language”, do controverso “Hot Space”. Os efeitos sonoros da faixa ficaram a cargo da guitarra Red Special de Brian May conectada a diversos pedais (mais notadamente um Electroharmonix Frequency Analyzer) e a um antológico Eventide Harmonizer, processador de áudio que virou febre naquela década. Foi mais uma música a permanecer no setlist fixo da banda, desde seu lançamento até a turnê do já citado “Hot Space”.

Brian traduziu suas noitadas no campo musical compondo um blues despretensioso em “Sleeping On The Sidewalk”, onde ele também assume os vocais principais, contando a história de um trompetista de rua descoberto, contratado e explorado pela gravadora e empresários. Consta que a faixa foi gravada “ao vivo” em estúdio, com os músicos tocando juntos em apenas um take. Embora tenham realizado outras gravações, prevaleceu a primeira, sem overdubs no instrumental (apenas o vocal foi regravado).

John Deacon aparece com mais uma composição, a semi-acústica “Who Needs You”, onde ele e Brian tocam seus violões com um certo acento latino-hispânico. Brincando com o estéreo, como os Beatles costumavam fazer, concentraram os vocais de Freddie apenas no canal de áudio direito e a guitarra solo de Brian no canal da esquerda. Roger acrescenta a percussão, com o auxílio de Brian nas maracas e Freddie no cowbell. Um momento mais descontraído e divertido.

E finalmente chegamos a uma das faixas mais subestimadas não só do álbum, mas também da carreira toda do Queen. “It’s Late”, uma pérola de seis minutos e meio de Brian May, traz uma abordagem lírica teatral dividida em três atos, mostrando alguém dividido entre a mulher que ama e a amante – intercalando seus diálogos com ambas nas três divisões. Se o vocal de Freddie Mercury é um show à parte, não podemos ficar indiferentes ao trabalho de Brian na guitarra, novamente com uma pegada calcada no blues e com um solo antológico cheio de bends e tappings, inspirado, segundo o próprio, em Billy Gibbons do ZZ Top e Rocky Athas, guitarrista texano de quem May se tornou grande fã. Uma pequena obra de arte…

Finalizando a viagem musical, a depressão toma conta de Freddie, contando como se sentia após se esbaldar na noite e voltar para casa solitário. Esse sentimento se traduz em “My Melancholy Blues”, que, apesar do nome, remete às baladas standards de jazz. Sem nenhuma guitarras, o lamento pessoal do vocalista é acompanhado apenas por seu piano, um contrabaixo suave de Deacon e uma bateria sutil de Taylor. O clima “pós-festa com ressaca” torna a faixa perfeita para encerrar este grande trabalho, que foi o disco que catapultou o Queen ao estrelato na América do Norte, tendo sido quatro vezes platina somente por lá, e se tornando seu álbum mais vendido no mundo até então.

Imagem

Mas não terminamos ainda… Seria injustiça encerrar o texto sem mencionar a capa antológica desenhada pelo artista Frank Kelly Freas. A ilustração foi um remake de uma original feita por ele mesmo para a capa da revista de Ficção Científica “Astounding Science Fiction”, em outubro de 1953, cuja cópia Roger Taylor tinha em sua casa. Ao invés de segurar apenas um homem morto, como no original, agora o robô gigante segurava os próprios membros do Queen mortos, com Taylor e Deacon caindo e May e Mercury ainda na sua mão. Mais uma curiosidade: reza a lenda que Freas não conhecia a banda (não era fã de rock, apenas ouvia música clássica) e só aceitou a empreitada após ouvir algumas músicas do grupo, que ele classificou como intrigantes… Por fim, uma homenagem satírica à capa e ao Queen foi feita pela série animada “Family Guy” em 2012, no episódio “Killer Queen”, onde Stewie Griffin fica traumatizado ao ver a ilustração.

Imagem

Queen – News Of The World (1977)

Produzido por Queen – Co-produzido por Mike Stone

Freddie Mercury – vocais, piano, cowbell em “Who Needs You”
Brian May – guitarras, violões, backing vocals, vocais principais em “All Dead, All Dead” e “Sleeping on the Sidewalk”, maracas em “Who Needs You”
Roger Taylor – bateria, percussão, backing vocals, vocais principais em “Fight from the Inside”, guitarra-base e baixo em “Fight from the Inside” e “Sheer Heart Attack”
John Deacon – baixo, violões em “Who Needs You”

Uma incrível versão de “Bohemian Rhapsody”, do Queen, surgiu no YouTube recentemente. Na ocasião, ela foi tocada em um tradicional instrumento chamado realejo (fairground organ), de mais de 100 anos. Nele, a sequência de arranjos é pré-determinada em papel.

Assista:

Fonte: http://whiplash.net