Na cena local há quase oito anos, a Killer Queen (única banda cover do grupo inglês, Queen, no Nordeste) nunca tinha ido tão longe em suas ambições, mas assim como o grupo que influenciou a criação do cover, decidiu ir mais além e ousar com um projeto que aborda todas as fases da banda liderada por Freddie Mercury. Inspirados logo após presenciarem um grande espetáculo cover dos Beatles aqui em Fortaleza, a galera decidiu montar o seu próprio projeto, que será fecundado no dia 14 de setembro, pouco mais de  uma semana depois da data de aniversário de 67 anos da majestade Mercury.

Queen All Ages”, ou Queen em Todas as Eras é um projeto inovador e inédito no País, pois mostrará em um único show (eles prometem até 3 horas de puro rock n’ roll), todas as épocas da banda, que vai desde os primórdios com Seven Sea Of Rhyes (do disco Queen II), passando por Killer Queen (primeiro sucesso expressivo do grupo inglês) até The Show Must Go On (última música do último disco com Freddie ainda vivo, Innuendo). O Queen é considerado uma das mais importantes bandas de rock de todos os tempos, quebrando paradigmas e levando milhões de pessoas a seus shows. Emplacou diversas músicas de sucesso, como We Will Rock You, We Are The Champions, Crazy Little Thing Called Love, Love Of My Life e Bohemian Rhapsody.

á a Killer Queen iniciou suas atividades no final de 2005, em Fortaleza. Passou por várias formações até se estabilizar na atual. O grupo, atualmente, tem dois formatos de shows; um voltado para barzinhos e pubs, mais curto com pouca troca de figurinos e com um foco maior para as canções “Lado-A” da banda britânica, que é o Queen Hists Project; e o mais novo formato de show, o QUEEN ALL AGES.

A banda tem tocado nas principais cidades do Norte e Nordeste, como em  Fortaleza, Recife, Parnaíba, com reconhecimento por parte de Fã Clubes do Brasil e do Mundo. Em 2011, o Ítalo Mercury foi contratado pela TV Globo para interpretar o sósia de Freddie Mercury durante o Rock in Rio daquele ano.  A repercussão foi tão positiva que ele foi convidado a cantar e ser entrevistado no Programa “Altas Horas” e até saiu em jornais e revistas de circulação nacional.

Então tá marcado! É sábado, dia 14 de setembro, às 21 horas no BNB Clube da Santos Dumont. E preparem o fôlego porque serão três horas de muito rock n’ roll da majestade do rock.

Ah, o Rock Nordeste deu uma palavrinha com o Ítalo “Mercury” Arruda para tirar algumas dúvidas dos fãs da banda.

De onde vocês tiraram a ideia de fazer esse tipo de espetáculo?

Ítalo A fonte inspiradora desta ideia foi uma banda cover dos Beatles de São Paulo que esteve em Fortaleza com essa proposta de espetáculo (ele se refere ao “O Maior Espetáculo Beatle do Mundo“, com a banda All You Need is Love). O encantamento foi geral dos integrantes da banda Killer Queen frente a este formato de show. Daí nós adaptamos a uma realidade local e da nossa própria banda.

O evento consiste em quê?
Ítalo – O espetáculo consiste de um inédito e inovador tributo à Banda Queen no Brasil e no Mundo, intitulado de “QUEEN ALL AGES”. Trata-se de um show que lembrará toda a carreira do Queen, interpretado pela Killer Queen, que trará à cena cearense de rock, uma Produção “pesada” com efeitos especiais, vídeos, figurinos e adornos “vintage”, resgatando uma atmosfera vivenciada durante as quase três décadas de trajetória musical da banda britânica.

Quais as músicas selecionadas para o show?
Ítalo – As músicas selecionadas ainda não têm autorização da banda pra serem reveladas, por se tratar de uma surpresa aos fãs e admiradores do Queen, mas posso adiantar que este show privilegiará canções, tanto as mais populares tocadas nas rádios, como as “B-sides” de todos os álbuns, turnês e vídeo clipes da Majestade do Rock! O objetivo é atingir aquele fã mais fervoroso, como aquele Admirador da banda britânica e do rock clássico como um todo!

O que o Queen representa para os cinco integrantes da Killer Queen?
ÍtaloPosso responder esta pergunta, com toda convicção, como representante de todo o grupo, que o QUEEN, para nós músicos e “pobres mortais”, é aquele tipo de grupo musical que veio pra ficar, pra somar e até multiplicar com a sua contribuição “eclético-musical” à cultura pop mundial!
Quatro Músicos com um altíssimo nível intelectual dentro e fora da música! Tocar e cantar Queen é algo totalmente agregador e de um aprendizado fantástico para nós, pois, a cada canção executada vira um novo desafio pra banda Killer Queen, pois, a banda britânica não se limitava à apenas notas, acordes e arranjos característicos do rock de sua época. Pelo contrário contrário, buscavam e pesquisavam elementos musicais em outros ritmos mundiais, como a música clássica, o jazz, o blues, a country e a dancing music, como as músicas: “39´” e “BACK CHAT e tantas outras influências!

 

O que? Killer Queen em “Queen All Ages”
Quando? Dia 14 de setembro, a partir das 21 horas
Onde?
BNB CLUBE – Av. Santos Dumont, 3646 – Aldeota.
Fone: (85) 4006-7200 / 4006-7204

 

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Durante a apresentação, os músicos da orquestra vestiam camisas de bandas de rock and roll. FOTO: Uli Batista
Durante a apresentação, os músicos da orquestra vestiam camisas de bandas de rock and roll. FOTO: Uli Batista

Na quinta-feira, 27 de agosto, o icônico Theatro José de Alencar, no Centro de Fortaleza, ficou lotado por fãs de música erudita, rock e heavy-metal. A Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho (Orcec) emocionou o público presente com clássicos do QUEEN, IRON MAIDEN, METALLICA, DEEP PURPLE e BEATLES.

Com o grande sucesso da apresentação, a Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho anunciou um segundo concerto, a ser realizado na última semana de outubro e em um espaço ainda maior.

Orquestra Eleazar de Carvalho prepara nova apresentação com repertório rock and roll para outubro

Após o sucesso da apresentação do espetáculo Jazz Rock Concert no Theatro José de Alencar na última quinta-feira (29), a Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho (Orcec) prepara um novo espetáculo com repertório permeado por músicas do rock e metal. A apresentação está prevista para acontecer na última semana de outubro e dessa vez será em espaço aberto para comportar um número maior de espectadores, segundo o maestro da Orquestra, Arthur Barbosa. Devido a capacidade do teatro – que comporta 800 pessoas -, uma grande fila de fãs ficou do lado de fora.

Nessa nova apresentação, o repertório será marcado por composições de grandes nomes da Soul music e do Pop, como o grupo Coldplay. Segundo o maestro, todas as músicas de rock tocadas na última apresentação serão executadas novamente ao vivo. Apesar das informações divulgadas, o local e a data do novo concerto ainda não foram confirmados.

Na última quinta-feira (27), o público lotou as galerias do Theatro José de Alencar para conferir uma apresentação “histórica”, conforme a própria orquestra afirmou em um comunicado no seu perfil no Facebook. “Jazz Rock Concert foi uma experiência histórica, que requer uma reflexão profunda. A celebração, a comunhão orquestra e público, o encontro não concretizado. São muitos os sentimos, e uma única certeza: Fortaleza e Ceará clamam, vivem, respiram música”, postou a Orquestra em seu perfil.

Os músicos executaram canções como “Fear of The Dark” – do Iron Maiden -, “Master of Puppets” – do Metallica -, “Smoke on The Water” – do Deep purple – e “Hey Jude” – dos Beatles-.

“Nós queremos uma orquestra popular”, diz maestro

O evento contou com a participação da solista Suzanna Barnes. FOTO: Uli Batista.
O evento contou com a participação da solista Suzanna Barnes. FOTO: Uli Batista.

“Fazemos música erudita, que é nossa mola mestre, mas queremos uma orquestra que as pessoas conheçam”, disse Arthur Barbosa. O maestro afirma que apresentações com repertório formado por músicas populares, como a realizada na última quinta-feira, aproxima o grande público à música erudita. “Depois do concerto muitas pessoas vieram falar comigo dizendo que nunca tinham assistido uma orquestra ao vivo e que passaram a ver o nosso trabalho com outros olhos”, diz.

“Na verdade, as pessoas gostam de música erudita, elas não têm acesso à ela, o que acaba provocando medo e até um certo preconceito no público”, afirma o maestro.

A apresentação com músicas de rock and roll foi a segunda, em 2013, a lotar o Theatro José de Alencar. Em março, o concerto de música erudita com a participação do violonista italiano Emmanuele Baldini, aluno de conceituados conservatórios e vencedor de diversos prêmios musicais internacionais, lotou as galerias do teatro fortalezense.

A Orquestra segue realizando suas apresentações tradicionais com músicas eruditas em outras apresentações. Para acompanhar as atividades dos músicos, basta clicar no link.

 

 

Fonte:  http://whiplash.net  |  http://blogs.diariodonordeste.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

Uma plateia enorme, vibrante e que cante todas as músicas do artista. Esse é o cenário ideal imaginado pelas bandas, especialmente em festivais do porte do Rock in Rio. E essa combinação perfeita entre artistas inspirados e uma plateia cheia de energia gera bons registros, reunidos aqui.

Veja, reveja e se prepare para mais uma edição do festival.


1. Queen – “Love of My Life” (1985)

Em ótima fase, Freddy Mercury e cia vieram ao Brasil para a primeira edição do Rock in Rio. Na balada “Love of My Life”, Mercury, visivelmente feliz e emocionado, “rege” a plateia presente. A própria banda disse, mais tarde, que este show é considerado como um dos melhores de sua carreira.

2. Ozzy Osbourne – “Crazy Train” (1985)

Você já imaginou uma cláusula no contrato de um artista impedindo-o de morder animais no palco do Rock in Rio? Pois é, o lendário Ozzy Osbourne sofreu essa “retaliação” em seu contrato. A cláusula inusitada foi incluída por conta do episódio em que Ozzy, sem saber que se tratava de um animal de verdade, arrancou a cabeça de um morcego em um show em 1983.

 Nesta apresentação, Ozzy não só poupou a vida de animais como dedicou sua energia a um dos melhores shows do festival. Em determinado ponto da apresentação, o músico aparece vestido com uma camisa do Flamengo.

 

3. Iron Maiden – “Fear of the Dark” (2001)

De volta ao Brasil após 20 anos com edições realizadas em outros países, o festival trouxe algumas bandas que se apresentaram na versão de 1985, como o Iron Maiden – que tinha, dois anos antes, reintegrado o vocalista Bruce Dickinson e o guitarrista Adrian Smith. O show foi tão especial para a banda que foi transformado em CD e DVD e lançado no ano seguinte.

 

 4. Metallica – “Master of Puppets” (2011)

A banda, que volta ao País na edição deste ano, está em ótima forma graças a energia do novo baixista Robert Trujillo, que entrou no Metallica em 2003. Era visível a felicidade estampada no rosto dos integrantes do Metallica durante as mais de duas horas de show.

 

5. Barão Vermelho – “Pro Dia Nascer Feliz” (1985)

Uma das maiores bandas nacionais na época do festival, o Barão Vermelho fez uma apresentação marcante que até hoje é lembrada por muitos. Ao final de “Pro Dia Nascer Feliz”, Cazuza entoa: “um dia lindo pra todo mundo amanhã. Por um Brasil novo, com uma rapaziada esperta”, uma referência ao fim da ditadura militar.

 

6. Cássia Eller – “Smeels Like Teen Spirit’ (2001)

Uma das intérpretes mais completas de sua geração, Cássia Eller estava no auge da carreira quando se apresentou no Rock in Rio de 2001. Neste cover do Nirvana, Cássia mostra sua faceta mais pesada, sem perder a habitual irreverência e improvisação. Na versão de Cássia para “Smells”, o filho de Cássia Eller, Chicão, então com 8 anos, toca percussão.

7. Deftones – “Change (In The House of Flies)” (2001)

Ainda com Chi Cheng no baixo (o músico morreu no início deste ano após passar mais de 4 anos em um estado semiconsciente depois de ter sofrido um acidente em 2008) e curtindo o sucesso comercial do álbum “White Pony” – considerado por muitos o melhor disco da banda- , o Deftones fez uma apresentação simples, mas vibrante, nesta edição do Rock in Rio.

 

Fonte: http://br.omg.yahoo.com
Dica de: Roberto Mercury

Freddie for a day

A música e o game Angry Birds parecem andar mesmo lado a lado. Além da edição Rock in Rio a Rovio anunciou, nesta segunda-feira, um campeonato mundial em homenagem ao ídolo e ex-vocalista do Queen Freddie Mercury.

A iniciativa está em sua segunda edição e celebra o Freddie for a day – data que relembra o cantor e é organizada pelo Mercury Phoenix Trust, que busca conscientizar sobre o HIV e AIDS ao encorajar que os fãs se vistam como o astro.

A versão especial do game possui seis fases – todas inspiradas por Freddie Mercury – além do personagem Freddie Bird, criado em 2012 para homenagear o vocalista. Assista ao trailer do campeonato:

 

Fonte: http://divirta-se.uai.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O que Charles Chaplin, Freddie Mercury, Monteiro Lobato e o personagem dos videogames Mario têm em comum? Os seus inconfundíveis bigodes, claro.

Com essa ideia na cabeça, e a necessidade de criar uma campanha de impacto para a revista Sexy, da editora Rickdan, a agência Innova encontrou uma forma, no mínimo, inusitada para dar vasão ao conceito “os mais deliciosos assuntos”.

Em quatro anúncios que homenageiam as personalidades citadas, bem como as artes que os fizeram famosos (cinema, música, literatura e games), a agência utilizou a nudez de uma modelo para divulgar a variedade cultural da publicação.

“Para a produção dessa campanha tivemos a fundamental participação e o apoio do cliente, disponibilizando uma modelo e o fotógrafo, Luti Melhado, além de um pouco de banco de imagem. Foi um trabalho, no mínimo, divertido”, afirma Sergio Barros, diretor de criação da agência, que dividiu a criação com o redator Humberto Pacheco.

www.meioemensagem.com.br


Agora em setembro começa a ser veiculada a primeira campanha publicitária para a Revista Sexy criada pela Innova, após conquista da conta da Editora Rickdan.

Os anúncios querem mostrar a variedade editorial da revista, que todos os meses traz matérias sobre música, cinema e artes, entre outras. Em cada anúncio, um tema diferente é apresentado.

A agência também é responsável pela remodelagem da marca Sexy, que mantém os principais elementos utilizados até então.

Ficha Técnica:

Diretor de Criação: Sergio Barros
Redator: Humberto Pacheco
Diretor de Atendimento: Gustavo Sampaio
Atendimento: Marco Desiderio
Diretor de Planejamento: Rafael Leão Jardim
Diretor de Mídia: Sérgio Ricardo Gentile

www.ccsp.com.br


Confira os anúncios abaixo.

 
 
 
 
Fonte: www.meioemensagem.com.br  |  www.ccsp.com.br
Dica de: Roberto Mercury

 A cinebiografia de Freddie Mercury provavelmente não sairá do papel agora que o ator Sacha Baron Cohen desistiu de interpretar o líder do Queen. A informação foi divulgada pelo roteirista do longa, Peter Morgan, à BBC. Morgan já havia roteirizado “A Rainha” e “Frost/Nixon”.

Baron Cohen estava ligado ao projeto desde setembro de 2010, mas desistiu em julho deste ano. De acordo com a imprensa internacional, o motivo foi “diferenças criativas”.

Os membros da banda e o ator não chegaram a um acordo sobre a linguagem do filme. Os integrantes do Queen queriam um filme “limpo”, livre para adultos e adolescentes, enquanto Cohen queria um filme mais “pesado”, centrado na homossexualidade de Mercury.

Mercury morreu em 24 de novembro de 1991 de complicações por causa da Aids. É a primeira vez que Brian May, Roger Taylor e John Deacon, membros remanescentes da banda, permitem que direitos autorais de suas músicas sejam usados em um filme sobre o grupo.

 

Fonte: http://cinema.uol.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

Além dos shows agendados para o Palco Mundo, a Orquesra Sinfônica Brasileira irá fazer a abertura do Rock In Rio, na sexta, dia 13. O concerto terá arranjos de músicas de artistas que já tocara no festival, como Metallica, Guns N’Roses, Queen, Iron Maiden e Coldplay.

A regência será do maestro Roberto Minczuk, que comandará 62 músicos, além de uma banda composta por baterista, baixista e guitarrista. A apresentação acontece entre as 17h e 17h30, e o programa inclui citações às seguintes músicas:

Beethoven – Sinfonia nº 5 em Dó menor, Op. 67 (1º movimento)
Allegro con brio
Beethoven – Sinfonia nº 7 em Lá maior, Op. 92 (4º movimento)
IV. Allegro con brio
Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº4 (Apenas o 3º Movimento)
III. Aria (cantiga) – Arranjo. Nelson Ayres

Eduardo Soute Neto – Suite do Rock
Help
Satisfaction
Every breath you take
Tempos modernos
Pintura íntima
Lança perfume
Love of my life
Eleonor Rigby
Será
Loosing my religion
Sunday bloody sunday
Sweet child of mine
Pro dia nascer feliz
Rock in Rio Theme

Nelson Ayres – Rock in Tails
Strauss, R – Assim Falou Zarathustra
Survivor – Eye of the Tiger
Van Halen – Jump
Metallica – Master of Puppets
Queen – Bohemian Raphsody
Coldplay – Viva la Vida
Iron Maiden – Fear of the Dark

Todos os ingressos para o Rock In Rio já foram vendidos. O festival acontece nos próximos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22, no Parque Olímpico Cidade do Rock, no Rio. As atrações principais do festival são Bruce Springsteen, Metallica, Iron Maiden, Muse e Bon Jovi. Clique aqui para saber tudo sobre o Rock in Rio.

 

Fonte: www.rockemgeral.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Paris, 1999. Em uma das peregrinações pela Europa, sempre com roteiros ligados à história do rock, o jornalista Sérgio Pereira Couto visitava o prédio onde Jim Morrison morreu na famosa Rue de Beautreillis. Parado em frente ao local, sem ninguém por perto, ele procurava pela janela do apartamento do líder do The Doors quando um senhor surge e aponta a direção correta. Sérgio fez o seu tão esperado registro fotográfico e, ao se virar para agradecer a informação, a pessoa havia sumido da mesma forma abrupta e imperceptível que chegou. “Ao contar esse ‘causo’, todos me falaram a mesma coisa: que o velho era o próprio Jim Morrison e que ele estava ‘tirando sarro’ de mim ao apontar para o local onde ele ‘supostamente’ morreu. De fato, foi uma experiência de arrepiar”, conta o jornalista.

Ter vivenciado uma estória como essa dá a dimensão exata do envolvimento de Sérgio Couto com o rock e seus personagens. Não é à toa, portanto, que ele tenha tido a ideia de reunir em livro tudo de inusitado que rodeia esse clássico universo musical. “Boatos sempre foram um atrativo para despertar o interesse das pessoas pelas celebridades. O mundo do rock, entretanto, tem histórias que ultrapassam essa barreira e se misturam de tal maneira com a vida real que criam verdadeiras lendas, ídolos que fascinam fãs e interessados no assunto”, afirma o autor.

‘O rock errou?’

“Os maiores boatos, lendas e teorias da conspiração do mundo do rock” aborda estórias que envolvem grandes nomes da música como Beatles, Kurt Cobain, o já citado Jim Morrison, Alice Cooper e Rolling Stones, todos prodigiosos em excentricidades e capazes de fornecer um extenso material, tanto que o projeto original engloba pelo menos seis livros. As obras podem ser lançadas posteriormente, dependendo da recepção do público ao atual volume. “Dei preferência aos boatos mais conhecidos, como a morte de Paul McCartney ou o sincronismo do Dark Side of The Moon, do Pink Floyd, com o filme O Mágico de Oz”, diz Sérgio Couto.

Perguntado se as bandas atuais conseguiriam rivalizar com as clássicas e, quem sabe, daqui a algum tempo poderiam render um livro similar, Couto é descrente: “Acho possível, mas difícil. As bandas de antigamente eram mais suscetíveis a essas estórias porque não havia internet. Hoje, com a massificação da mídia e o modo instantâneo como a notícia se propaga, pode sim haver alguns ‘causos’, mas logo perdem a graça porque são fáceis de serem provados como farsa. Estraga a fantasia”.E por falar em internet, a reunião de curiosidades musicais e outras listas do tipo são facilmente encontradas em milhares de páginas online, o que leva à pergunta: qual é o diferencial que o livro traz aos leitores? O argumento de Couto ataca a superficialidade que muitas vezes está vinculada à instantaneidade da informação na era virtual. Assim, as estórias narradas, de acordo com ele, sempre vêm acompanhadas do contexto histórico da banda a que faz referência. “Pode parecer que não, mas há pessoas hoje que conhecem as bandas mais clássicas apenas de nome. Não sabem muitos detalhes da trajetória ou do contexto histórico em que tais músicas foram criadas e como surgiram as lendas abordadas”, diz.

O autor exemplifica a tese com a vaga ou nenhuma lembrança entre as pessoas de que o suposto caso de Mick Jagger com David Bowie surgiu da época do projeto We Are The World, quando lançaram o single Dancing In the Streets, por exemplo, e que esse foi o real motivo pelo qual os dois se encontravam. “Foi o primeiro? Por que Bowie, que já gravou com Freddie Mercury e John Lennon, nunca foi acusado de ter caso com esses astros? E quem era afinal Angela Bowie, que fez a acusação em programas de TV e depois voltou atrás?”.

Teorias e conspirações 

Como se vê, muitas perguntas e nenhuma resposta concreta. Teorias, por outro lado, são numerosas. E com a experiência de quem já escreveu um livro sobre sociedades secretas, Couto não vê muita diferença entre as “conspirações” roqueiras e as que têm origem religiosa ou política. “O contexto religioso é sempre presente. Tanto que bandas como Dio, Black Sabbath, Metallica e outras, abusam da simbologia de mitos e lendas em suas músicas, o que gera suas próprias lendas”, comenta.Ele cita também como exemplo a criação do Clube dos 27, os artistas que morreram ao atingir essa idade. Segundo o jornalista, a lista dos integrantes vai muito além dos “J” famosos (Janis Joplin, Jim Morrison) e engloba até mesmo músicos que nunca foram citados como sendo do meio, como Pigpen, do Grateful Dead, Dave Alexander, dos Stooges, Pete de Freitas, do Echo and the Bunnymen, dentre outros. E o lado político também não é esquecido. “A origem das mascotes é outro exemplo. O Eddie, do Iron Maiden, ser uma representação distorcida do Império britânico ou uma representação do roqueiro depois de morto parece mais um delírio do que a verdadeira intenção do criador do personagem”.

Ainda assim, estejam certos ou errados, que tenham um fundo de verdade ou não passem de devaneios de fãs, esse boatos, lendas e teorias da conspiração na história do rock servem a um propósito bem definido e totalmente válido, segundo o jornalista: “É um livro para ler e discutir em mesa de bar com os amigos roqueiros”. Realmente, melhor objetivo não há.

 

Fonte: www.diarioonline.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

Baseada no livro homônimo de Piper Kerman e adaptada porJenji Kohan (Weeds), a série acompanhará Piper (Taylor Schilling), uma moradora do Brooklyn cuja relação com Alex (Laura Prepon), uma traficante na faculdade, resulta em sua prisão e detenção em uma penitenciária federal. Sem qualquer experiência para lidar com o novo ambiente, Piper mergulha na cultura das prisões femininas e encontra aceitação, lágrimas e amor entre as detentas. Jason Biggs viverá o noivo de Piper.

 Fonte:  http://omelete.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

O Brasil, mas precisamente Jundiaí, tem nova banda tributo ao Queen‏‎!!

“We Will Rock You”

Tributo ao Queen

Banda formada com o objetivo de fazer um Tributo e não um cover da maior banda de rock de todos os tempos… Queen!!

Integrantes:

Bentivi Bents – Vocal
André Ferracini – Guitarra
Iberê Ferraz – Baixo
Pacote – Teclado
Marcelo Ferracini – Bateria

Informações:

www.facebook.com/tributoaoqueen

Contato: (11) 97564-7611

Fonte: www.facebook.com/tributoaoqueen
Dica de: Roberto Mercury

Gravações de shows históricos trazem dois dos maiores monstros sagrados que já passaram pelos palcos: James brown e Freddie Mercury

James Brown no Harlem
“Poderoso Chefão do Soul”, James Brown (1933-2006) era um demônio no palco com suas danças gingadas, seus gritos poderosos e sua banda afiadíssima e cheia de balanço. Só que seus primeiros discos não passavam toda essa intensidade. Até que, em 1962, ele resolveu bancar a gravação de um show no Apollo, lendário templo da música negra no bairro nova-iorquino do Harlem. O LP que saiu em 1963 vendeu bem, influenciou dezenas de artistas e transformou Brown num gigante. Para comemorar o cinquentenário desse marco artístico, Best of Live at The Apollo: 50th Anniversary (Universal, R$ 28 em média) compila as melhores faixas dos três LPs de Brown no Apollo (além do primeiro, ele repetiu a dose em 1967 e 1971), mais duas de uma gravação de 1972. Em Night Train, Sex Machine, Soul Power e There It Is, o pai do funk dá uma aula de como empolgar uma plateia. E um ouvinte.

Queen na Cortina de Ferroimortais ao vivo - queen
O carisma do cantor Freddie Mercury (1945-1991) num palco foi uma das razões que levou o Queen a conquistar tantos fãs pelo mundo. Outra razão foi o pioneirismo da banda em ir a países que não recebiam grandes shows de rock em estádios – como o Brasil em 1981. Isso se repetiu com o primeiro megashow de rock num país da famigerada Cortina de Ferro comunista.

O espetáculo na Hungria em 1986 acaba de ganhar uma edição remasterizada no Brasil: com dois CDs e um DVD, Hungarian Rhapsody: Live in Budapest (Universal, R$ 38 em média) tem o grupo afiado diante de 80 mil pessoas. Além dos clássicos do Queen, há curiosidades como uma canção de ninar húngara (Tavaszi Szél Vizet Áraszt) e uma sequência de covers (Baby I Don’t Care, Hello Mary Lou e Tutti Frutti). O DVD tem um extra sobre toda a turnê de 1986, a última da banda. A seguir, Mercury foi tomado pela aids que o mataria.

 

Fonte: http://vip.abril.com.br/
Dica de: Roberto Mercury

Marcando o que teria sido 67º aniversário de Freddie Mercury, o evento para angariar fundos terá lugar no dia 05 de setembro no One Mayfair, em Londres, com performances de Roger Daltrey do The Who, e de Al Murray do Planet Rock, entre tantos outros convidados.

O concerto será em apoio à Mercury Phoenix Trust.

A noite também contará com um sorteio para ganhar uma viagem VIP para Nova York, entre outros brindes.

Todas as receitas vão para The Mercury Phoenix Trust, instituição de caridade de AIDS criada em nome de Freddie Mercury.

 

Fonte: http://stayheavy.com
Dica de: Roberto Mercury

Os texugos são responsáveis pela transmissão de tuberculose bovina, diz o Governo britânico, agendando uma campanha de erradicação. As organizações de proteção animal acusam o executivo de ter “interesses escondidos” e prometem fazer o possível para evitar o “massacre”.

As autoridades sanitárias do Reino Unido estão preparando uma grande campanha sobre os texugos: de controle, diz o Governo, de massacre, acusam as organizações de proteção animal. Em causa está a propagação da tuberculose bovina, os texugos são acusados pelas autoridades de serem o principal veículo do contágio.

Uma das figuras públicas que mais tem  se insurgido contra “o massacre dos texugos” planeado pelo Governo britânico é Brian May. O guitarrista do Queen, que é vice-presidente da Royal Society for The Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA), fala em “interesses escondidos” por detrás da intenção do executivo: “a atual campanha contra a RSPCA é escandalosa. É tudo por dinheiro e poder, interesses escondidos, acordos e votos secretos”.

Brian May é um dos principais ativistas do Badger Night Walkers (“badger” é o nome em inglês para texugo), um grupo criado pela organização Badger Protection League em resposta ao anúncio, feito pelo Governo em abril, da campanha de controlo dos texugos agendada para o verão. O guitarrista Slash é outro dos músicos envolvidos numa iniciativa que tem cativado apoio em vários quadrantes, como ‘sir’ David Attenborough, o mais famoso repórter da vida animal e da natureza.

As organizações não-governamentais acusam ainda o Governo de pressão e de espionagem, referindo que as contas do Twitter estarão a ser vigiadas para intercetar a marcação de protestos e manifestações. Ao mesmo tempo, nos últimos dias têm crescido as acusações, por parte dos agricultores que se dedicam à criação de gado, de pressões efetuadas por ativistas, como “chamadas inoportunas, uso de alarmes próximos a propriedades, cartas abusivas” e até “um ataque incendiário”.

A guerra de palavras já transitou para a via judicial. Um juiz já emitiu uma ordem de restrição, proibindo os ativistas de se manifestarem nas áreas onde está prevista a campanha de controlo dos texugos. Como esta área é muito vasta, o presidente da associação britânica de agricultores, Peter Kendall, questiona a utilidade de uma decisão que é apenas “uma tentativa de parar com os protestos legítimos”, abrindo a porta a protestos ilegais e com piores consequências.

“Nós somos realmente chatos”, assume Jay Tiernan, o porta-voz do movimento ativista: “vamos usar todas as alíneas possíveis da legislação para tornar a vida deles num inferno”. “O protesto pode ser mal visto e desconfortável para os agricultores, mas o nosso direito fundamental de fazê-lo deve ser salvaguardado”, exige Mark Jones, veterinário e diretor executivo da Humane Society Internacional.

Ontem à tarde, Tiernan tornou-se no primeiro ‘preso político’ desta polémica, sendo detido sob a acusação de invasão de área proibida e de “atitude suspeita”.

O início da campanha estava previsto para ontem, nas áreas piloto de Somerset e Gloucestershire, mas os protestos conseguiram um adiamento temporário. Quando ocorrer, “o massacre dos texugos” deve exterminar a tiro mais de 5000 exemplares.

Mais, muitas mais são as assinaturas recolhidas por uma petição lançada por Brian May, com mais 263 mil nomes. “Nós vamos lutar pacífica e decentemente, mesmo que o outro lado se comporte de modo vil”, justificou o ativista.

 

Fonte: www.ptjornal.com
Dica de: Roberto Mercury

Na semana que antecedeu o primeiro Rock in Rio, em 1985, uma paranoia baixou na capital fluminense: a cidade provavelmente iria entrar em colapso com o festival, e tudo iria parar. André Midani, executivo da indústria fonográfica, me convidou para almoçar uma semana antes do evento para conversarmos sobre os artistas da gravadora que ele presidia (a Warner) e que viriam ao Brasil, mas não se falou em outra coisa na mesa: engarrafamentos, alternativas aéreas de helicóptero, Rio parado. Caos.

O que ninguém previu –nem mesmo a meteorologia– foi o lamaçal que tomou conta da Cidade do Rock. E, para alguns, foi uma espécie de “plus” do festival. Tanto que havia flanelinhas perto de hotéis vendendo terra em sacos plásticos garantindo que era a “legítima lama do Rock in Rio”.

Numa entrevista, Brian May, guitarrista do Queen, me disse: “Sabemos que o Brasil é um país tropical e, em março de 1981, quando fomos proibidos de tocar no Maracanã [pelo então governador Chagas Freitas], choveu também. A chuva faz parte da paisagem de países tropicais e estamos preparados para isso”.

Nina Hagen também disse aos jornalistas que “se chover vai ser melhor para todo mundo, vai aliviar o calor”. Chris Squire, do Yes, durante uma feijoada, era só sorrisos e me disse: “A gente já tocou até debaixo de raios. Não vai ser uma chuvinha de verão no Rio que vai tirar a nossa empolgação de tocar aqui”.

E de 11 a 20 de janeiro choveu pesado. Assim como em Woodstock, em 1969, a lama virou um ícone. Tanto que quando Roberto Medina –que não gostou do lamaçal– resolveu as questões de drenagem nas outras edições do Rock in Rio, teve gente reclamando e pedindo a lama de volta. Até hoje.

O Rock in Rio de 1985 foi realizado num terreno de 250 mil metros quadrados na Barra da Tijuca, na divisa com o bairro de Jacarepaguá, e contava com o maior palco do mundo já construído até então: com cinco mil metros quadrados de área, além de dois enormes fast foods, shopping com 50 lojas, dois centros de atendimento médico e uma grande infra-estrutura para atender a quase 1,5 milhão de pessoas –o equivalente a três Woodstocks.

Pior do que lama, chuva e confusão do trânsito, foi o ataque do então governador do Estado do Rio, Leonel Brizola, que anunciou, em plena época do festival, que iria demolir a Cidade do Rock assim que terminasse o evento. Muita gente achou que era piada. Mas não era.

Fonte: www.boainformacao.com.br
Dica de: Roberto Mercury

Adele está no top 10 da lista de discos mais vendidos do Reino Unido. O álbum ’21’, segundo lançado pela cantora Adele, em 2011, vendeu mais de quatro milhões de cópias no Reino Unido

O segundo álbum de Adele (23), intitulado 21, se encontra na oitava colocação da lista dos discos mais vendidos da história do Reino Unido, depois de comercializar mais de quatro milhões de cópias na região européia, conforme informou nesta terça-feira, 28, a Official Charts Company, empresa que elabora a classificação.

Para obter a posição, ela precisou superar o “rei do pop”, Michael Jackson (1958 – 2009), que ocupava o oitavo lugar com Bad, e a consagrada banda Queen, que agora está na décima colocação com Greatest Hits II. O Greatest Hits, da banda de rock inglesa, lidera o ranking.

Porém, o tamanho sucesso das composições da cantora britânica já era esperado, já que ela chegou a conquistar seis categorias no Grammy Awards de 2012 (Álbum do Ano e Melhor Álbum Pop com 21; Gravação do Ano, Melhor Música do Ano e Melhor Curta Musical com Rolling in The Deep; e Melhor Performance Solo Pop com Someone Like You), além de duas premiações no Brit Awards deste ano (Álbum do Ano com 21 e Melhor Cantora).

Confira lista dos dez álbuns mais vendidos da história do Reino Unido:

1 – Greatest Hits – Queen
2 – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles
3 – Gold: Greatest Hits – ABBA
4 – What’s The Story Morning Glory – Oasis
5 – Thriller – Michael Jackson
6 – Brothers In Arms – Dire Straits
7 – The Dark Side Of The Moon – Pink Floyd
8 – 21 – Adele
9 – Bad – Michael Jackson
10 – Greatest Hits II – Queen

 

Fonte: http://caras.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury