No program Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, a cantora e atriz Leilah Moreno canta Bohemian Rhapsody.
Para Assistir Clique Aqui
Fonte: http://globotv.globo.com
Dica de: Roberto Mercury
No program Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, a cantora e atriz Leilah Moreno canta Bohemian Rhapsody.
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Fonte: http://globotv.globo.com
Dica de: Roberto Mercury
Apresentando os grandes sucessos do Queen, o Classical Queen está de volta aos palcos de Sampa.
Blackmore Rock Bar
Dia: 22/02/2013
Alameda dos Maracatins, 1.317
Moema – São Paulo – SP
Telefones: (11) 5041-9340
www.blackmore.com.br

São Lourenço Country Clube
Dia: 23/02/2013
Endereço: R. José Costa Soares, 400
São Lourenço – MG, 37470-000, Brasil
Telefone:+55 35 3331-1015

Maiores Informações: www.classicalqueen.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Quer ganhar os livros biográficos do Queen e Led Zeppelin, da editora Lafonte??
É fácil!! Fotografe a sua paixão pelo rock e envie para desafio@tvosp.com.br
A promoção vai até o dia 01/03/2013!
Participe!!
Maiores informações: www.facebook.com/tvo.sp

Fonte: www.facebook.com/tvo.sp
Dica de: Roberto Mercury
Marcos Veras faz show de calouros no palco
No programa “Encontro com Fátima Bernardes”, da TV Globo, Sósias de Freddie Mercury e Axl Rose cantam hits!! Clique Aqui para Assistir
Com dicas de: Roberto Mercury e NandoTassaraCidinha, via twitter @cidanando
Disco serviria para que fãs pudessem “compor” suas canções a partir das bases criadas pelos mitos da guitarra
Uma sessão bastante comum nas revistas de música inglesa é aquela em que leitores e famosos mandam perguntas para algum músico responder. O convidado da mais recente edição da “Kerrang” foi Brian May, o guitarrista do Queen. A grande supresa foi a questão que Tony Iommi (ao lado) do Black Sabbath fez para o seu amigo. Tony quis saber quando eles iriam fazer “aquele álbum de riffs juntos” e que May sabia do que se tratava. Brian disse então que sabia sobre o que Iommi estava falando e que o tal projeto deveria ser um segredo, mas que agora não era mais.

A ideia não deixa de ser interessante. May (á direita) conta ter ficado abismado com a quantidade de riffs jamais usados que Iommi tinha arquivados em seu estúdio. O músico do Queen sugeriu então que eles fizessem uma compilação desses riffs para que então as pessoas pudessem criar suas próprias canções a partir deles.
Infelizmente quem gostou da ideia de poder ser “parceiro” desses dois ícones do rock ainda terá de esperar um pouco.
O projeto ainda deve demorar a tomar vida, até porque Tony no momento está ocupado não só com a volta do Black Sabbath mas também em cuidar de sua saúde – ano passado ele foi diagnosticado com um linfoma e precisou parar todas as suas atividades para se tratar.
Fonte: www.vagalume.com.br
John Bull Pub
Data: 15/02/2013
Avenida das Rendeiras, 1046
Lagoa da Conceição
CEP 88.062-400
Florianópolis – SC
Fone: (48) 3232-8535
Site: www.johnbullpub.com.br

Jack Music Bar
Data: 16/02/2013

Maiores informações: www.classicalqueen.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Programa “Quem Não Faz Toma”, da Uol Rádio Rock 89, sorteia o livro “40 Anos do Queen”
Quer ganhar o livro “40 anos do Queen” da editora Escala? O livro é sensacional. Tem a história da banda, réplicas de ingressos, banners, posters, adesivos, etc.
Para concorrer é só compartilhar a foto e escrever o nome de uma música do Queen.
Para participar acesse a Fanpage do programa www.facebook.com/quemnaofaztoma
Fonte: www.facebook.com/quemnaofaztoma
Dica de Roberto Mercury
Vocalista da banda Lurex, Reinaldo Amand é Freddie Mercury no palco

A admiração pela banda inglesa Queen levou o vocalista e tecladista Reinaldo Amand Machado a formar há 12 anos a banda Lurex, que faz cover do grupo britânico. A aparência física e o timbre de voz parecidos com Freddie Mercury fizeram com que Machado atuasse como vocalista do grupo. Na temporada de shows, o bigode fica maior. E, para ficar mais próximo do ídolo, Machado aprendeu a tocar piano e usa camiseta do Super Man, do Flash Gordon, jaqueta de couro e calça apertada. “Tenho todas as roupas dele”, diz.
O Lurex faz, em média, de oito a 10 shows do Queen por mês. “A ideia é transportar o público para as décadas de 70 e 80”, diz Machado. Além de atuar na banda, o vocalista é funcionário público. Mas prefere não revelar os ganhos com o show. “É uma boa forma de complementar a renda”, resume.
Para ver outros Clique Aqui
Fonte: www.em.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Fonte: http://g1.globo.com
‘Não sei sambar, deixei acontecer’, diz ‘Freddie Mercury’ da Mocidade
Humorista deu show de animação em homenagem a Freddie Mercury. ‘Perdi vários quilos no desfile’, disse.

Famoso por seu personagem “Freddie Mercury Prateado”, Eduardo Sterblitch deu um show de samba no pé e animação à frente do carro da Mocidade Independente que homenageava o cantor Freddie Mercury.
Cercado de 80 foliões com a mesma fantasia, Eduardo garantiu que não sabe sambar na madrugada desta segunda-feira (11).
“Eu não sei sambar, deixei acontecer. Acho que eu perdi vários quilos nesse desfile. De uma bobagem, que é esse personagem, saiu uma coisa superlegal”, contou.

Fonte: http://carnaval.uol.com.br
A ala das baianas representou a Era do Disco, com diversos vinis colados no figurino e o sutiã com pontas usado pela cantora Madonna. Os passistas se transformaram em punks e metaleiros para representar os diferentes estilos presentes no festival. Uma das alegorias tinha cinquenta sósias de Freddie Mercury, vocalista da banda Queen, que se apresentou no festival na edição de 1985. Entre os destaques do carro estava o ator Eduardo Sterblitch, que criou o personagem Freddy Mercury Prateado, do programa “Pânico”.
Fonte: http://oglobo.globo.com
Criatividade e irreverência para escolher o visual

Fonte: http://oglobo.globo.com
Sósia de Freddie Mercury é destaque na Mocidade

Fonte: http://oglobo.globo.com
Rock e Samba dão o tom do desfile da Mocidade
No segundo carro, por exemplo, a edição do primeiro Rock in Rio reservou uma homenagem ao cantor Freddie Mercury, representado por vários integrantes, inclusive, o comediante Eduardo Sterblitch, que ficou conhecido pelo personagem de TV Freddie Mercury prateado.
Para ver pedaço do vídeo Clique Aqui
Fonte: SilverDennis
Graças a: Roberto Mercury
Bowie teve muitos parceiros musicais importantes, a começar pelo guitarrista Mick Ronson e pelo cantor-performer-Stooge-mito-
Vamos aproveitar então para lembrar outros amigos-parceiros notórios de Bowie.
Bowie vs Jagger
Mick Jagger, citado constantemente entre os ‘casos’ de Bowie, é uma das mais claras influências musicais do artista: ‘Diamond Dogs’ bebe na fórmula rock’n’roll dos Rolling Stones e ‘Aladdin Sane’ traz até uma versão de ‘Let’s Spend the Night Together‘.
É discutível o quanto Bowie roubou da sensualidade magricela de Mick Jagger – sem medo de ser bem mais abusado, é claro – e se foi depois de Bowie que Mick começou a aparecer de batom e lápis de olho. Fato é que quando finalmente gravaram juntos o resultado, infelizmente, não foi dos mais brilhantes.
Bowie vs Lennon
Uma lenda da música pop diz que o homem que deu três tiros em John Lennon em 1980, havia planejado matar David Bowie, mas escolheu alguém que representava com mais propriedade os ideais da década de 1960. Verdade ou não, o fato é que Bowie e Lennon foram amigos próximos por boa parte da década de 70. Bowie já se referiu a Lennon como ‘meu maior mentor’ e gravou uma canção clássica dos Beatles como uma tentativa de começar sessões de estúdio juntos.
Lennon é creditado como co-autor de ‘Fame’ que, assim como a versão de ‘Across the Universe’, está no álbum ‘Young Americans’, de 1975.
“Eu realmente gostaria que tivéssemos gravado mais juntos”, disse Bowie em uma apresentação na Universidade de Berkeley, na Califórnia, em 1999. “Imagino o que poderíamos ter feito juntos. Mas nós apenas estávamos nos divertindo e rindo a maior parte do tempo”.
Bowie vs Morrissey
Outra lenda britânica, Morrissey teve sua canção ‘I Know It’s Gonna Happen Someday’ (do álbum ‘Your Arsenal’, produzido por Mick Ronson) gravada por Bowie em 1993. Mas na gravação abaixo (apenas áudio) é Moz quem chama Bowie ao palco, para cantar uma versão de ‘Cosmic Dancer’, do T-Rex. Histeria.
Recentemente, os dois senhores se envolveram numa disputa relativa à uma fotografia. Em resumo: o relançamento de um single de Morrissey traria uma foto antiga dos dois juntos, tirada na noite desse show aí de cima. Mas Dave não quis liberar. Pode ser uma treta entre as gravadoras de ambos. Mas também pode ser porque Morrissey andou falando demais em entrevista. Quem sabe? Detalhes no Guardian.
Bowie vs Freddie

Aqui estamos falando de poder. A ambiguidade sexual de Freddie Mercury deve muito ao que Bowie fez nos anos 70, é claro. Mas foi na década seguinte que dois dos maiores astros da música de todos os tempos cantaram juntos. Nascia um clássico: ‘Under Pressure’.
Fonte: http://mtv.uol.com.br
Dica de: Roberto Mercury

A Mocidade vai levar para a Passarela um dos personagens mais marcantes da história do Rock in Rio — o líder do Queen, Freddie Mercury, — em dose dupla. Ele estará representado no segundo carro pelo cabeleireiro Paulo Robert e pelo ator Eduardo Sterblitch, que o interpreta no programa Pânico, na Rede Bandeirantes. A alegoria é toda envolvida por calças jeans, que foram doadas pela comunidade.
Paulo, que desfila há 32 anos, conta que este ano o Carnaval terá um gostinho especial: “Eu e Freddie temos um biotipo parecido e sou um destaque performático, o que vai me ajudar a compor o personagem bem próximo do que ele é”.
Para parecer com o cantor, ele cortou e pintou os cabelos e encomendou prótese de bigode que custou R$ 600. “Sou fã de Freddie e o vi no Rock in Rio (em 85). Isso também me ajudou”.
Fonte: http://odia.ig.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Cerimônia bem-humorada é realizada aos domingo em igreja. ‘Atração’ faz sucesso entre ateus londrinos.
Uma ‘igreja ateísta’ no norte de Londres está se provando um sucesso entre os não-crentes. Alguns, no entanto, acreditam que a iniciativa pode se tornar uma nova religião.
Inaugurada no mês passado como ponto de encontro para ateus, a Assembleia de Domingo é, nas palavras de seu mestre de cerimônias, o comediante Sanderson Jones, ‘parte um show de pessoas batendo os pés, parte igreja ateísta e em geral uma celebração da vida’.
Em um domingo pela manhã, o grupo de mais de 300 pessoas se reúne no espaço de uma igreja desconsagrada para a celebração.
Ao invés de hinos, os não-religiosos ficam de pé para cantar músicas de Stevie Wonder e da banda Queen.
Nó vídeo da matéria abaixo pode-se ouvir eles cantando Don’t Stop me Now
Há uma leitura de Alice no País das Maravilhas e uma palestra de um físico de partículas, Dr. Harry Cliff, que explica as origens da teoria da matéria escura.
Parece uma apresentação de comédia stand-up. Jones e a co-fundadora Pippa Evans fazem piadas uns com os outros e animam a plateia como os veteranos do circuito de stand-up que eles são.
No entanto, há momentos mais sérios.
O tema desta manhã é ‘fascinação’ – uma reação, segundo Jones, à crítica de que os ateus não conhecem esse sentimento.
Os participantes têm que abaixar as cabeças por dois minutos em contemplação ao ‘milagre’ da vida e, em seu sermão de encerramento, Jones fala sobre como a morte de sua mãe influenciou sua jornada espiritual e sua determinação por aproveitar ao máximo cada segundo, consciente de que a vida é muito breve e que nada virá após dela.
Para ler a matéria completa Clique Aqui
Fonte: http://g1.globo.com
Os malucões do Flaming Lips revelaram o vídeo oficial de sua versão de estúdio para o clássico “Bohemian Rhapsody”, do Queen. A música em si não ficou ruim. O que impressiona mesmo é a capacidade que Wayne Coyne e companhia possuem para criar clipes estranhos. Dêem o play e tirem suas próprias conclusões (atenção: a produção apresenta conteúdo NSFW).
A próxima viagem da banda é regravar a íntegra do álbum de estreia do Stone Roses. Ficamos no aguardo.
Fonte: www.collectorsroom.com.br
Dica de: Roberto Mercury
Lady Gaga postou uma foto no Twitter onde aparece com cabelo curto, castanho e encaracolado e escreveu na legenda:
“Tudo o que eu preciso é fazer música e amar meus fãs.”
Nesta quarta-feira (6), foi revelada pelo jornal britânico The Mirror a bizarra lista de exigências para a turnê Monster Ball, ocorrida entre 2009 a 2011, que foi anexada ao processo que uma ex-funcionária move contra Gaga por falta de pagamento de horas extras.
Um dos pedidos é que um manequim com cabelo pink e volumoso fosse colocado no camarim.
São 14 páginas de exigências que incluem também uma boneca em tamanho real com pelos pubianos pink, pôsteres de David Bowie, Elton John e Queen, lençóis de cetim prateados, sofás de couro branco, rosas brancas ou amarelas.
Foi revelado também que a cantora se refere a si mesma como a Rainha do Universo.
Jennifer O’Neill diz ter trabalhado 7.168 horas extras e pede US$ 300 mil como pagamento, além de indenização.
Fonte: http://ofuxico.terra.com.br
Por Doctor Robert
1983 foi um ano em que o Queen resolveu tirar férias. Além do intervalo merecido na rotina de gravações em estúdio e turnês mundiais, o clima entre os membros do grupo não era exatamente o melhor naquele período: no ano anterior, após o fracasso comercial com o álbum “Hot Space”, onde basicamente o vocalista Freddie Mercury forçou a barra para que os demais aceitassem a orientação black/disco, a relação entre eles ficou estremecida, algo que só piorou quando o vocalista se mudou para Munique e passou a ter “companhias indesejadas” ao seu redor (basicamente pessoas interesseiras e viciadas em drogas), numa mudança de comportamento e atitude que desagradou aos demais.

Durante este tempo combinado entre eles para esfriar a cabeça e o clima melhorar, Brian May se encontrava em Los Angeles e após algumas conversas informais com alguns músicos conhecidos que se encontravam na cidade, resolveu reservar dois dias (21 e 22 de abril) no estúdio Record Plant para tocar e gravar com estas pessoas, por puro entretenimento.Um dos convidados era ninguém menos que Eddie Van Halen, conhecido de Brian desde o final da década de 1970, quando o Van Halen era a banda de abertura do Black Sabbath (cujo guitarrista Tony Iommi é amigo de longa data de Brian). Além de Eddie, reuniram-se naquele estúdio o baterista do REO Speedwagon, Alan Gratzer, o baixista Phil Chen e o tecladista Fred Mandel (ambos músicos de estúdio, bastante requisitados).
A primeira ideia de Brian May era a de recriar o tema de um seriado de TV inglês (bastante parecido com aqueles japoneses no estilo “Ultraman”, “Jaspion” e etc.) chamado “Star Fleet”, por sugestão de seu filho Jimmy, que era apaixonado pelo programa. O guitarrista achou interessante transformar o tema, de autoria de Paul Bliss, em um hard rock.
Segue depoimento de Brian, constante na contracapa do trabalho: “Tendo sido introduzido nesta realidade pelo meu filho, fiquei igualmente obcecado com tudo e tive a ideia de fazer uma versão hard rock do tema principal da série. Alguns meses depois, estava em Los Angeles com tempo livre. E descobri que quatro músicos, com quem há muito pretendia tocar, estavam na mesma cidade, à distância de um telefonema. Para minha surpresa, eles adoraram as ideias que eu tinha. Assim, enchi-me de coragem, aluguei um estúdio, e lá fomos nós”.
“Nenhum de nós tinha feito algo do tipo antes – não havia nenhuma companhia por detrás, não haviam planos para lançamento do álbum, não havia nenhuma organização de base a apoiar-nos, só havíamos nós. Tudo por diversão”.
Diversão era a palavra-chave, porém ela parece não transparecer tanto na faixa-título, a primeira a ser gravada. “Em STAR FLEET, gravada no primeiro dia, pode pressentir uma espécie de sensação de alegria nervosa: a nova situação em que nos encontrávamos produziu um estranho e diferente tipo de energia entre nós”, relata Brian. Não exatamente engessados, mas os músicos aqui seguiam alguns arranjos pré-determinados, e iam se soltando aos poucos (a introdução, por exemplo, com os harmônicos característicos de Eddie Van Halen, surgiu no decorrer das gravações).
Mas foram nos outros dois temas, gravados no dia seguinte, é que os músicos começaram a se soltar e a se divertir, em especial os dois gênios das 6 cordas. Sobre elas, Brian diz: “Em LET ME OUT (uma antiga canção da minha autoria que encontrou uma nova vida) e em BLUES BREAKER, que foi puramente espontânea, podemos ouvir um grupo de pessoas muito mais relaxadas, desfrutando a inspiração provocada pelo estilo e técnica de cada um”.
Ainda sobre a faixa “Let Me Out”: “No último solo de LET ME OUT, Edward tortura a corda mais aguda da guitarra até a sua morte audível, e depois percorre as outras cinco cordas com naturalidade. Os outros pormenores eu deixarei para a sua imaginação. Não é difícil perceber quem tocou o quê!”.
Para os fãs dos dois guitarristas, estes se soltam realmente é na longa jam-session chamada de “Blues Breaker”. No mais tradicional estilo de “duelo”, Brian e Eddie desfilam solos e mais solos, e inclusive algumas risadas são ouvidas ao final da gravação – demonstrando o quanto os músicos estavam se divertindo. A curiosidade fica por conta da dedicatória ao ídolo Eric Clapton, que algum tempo depois iria criticar a homenagem, dizendo-se envergonhado com ela: “Aquilo não é blues”.
À época, Brian May não tinha o menor propósito em lançar comercialmente as gravações: “Eu poderia ter mantido as fitas guardadas numa gaveta, como uma gravação privada de uma das melhores experiências da minha vida. Mas as poucas pessoas a quem eu fiz ouvir as fitas imploraram para que fossem lançadas e, na verdade, ficarei muito feliz se outras pessoas conseguirem desfrutar disto da mesma maneira que eu o fiz”.
O guitarrista então se viu convencido pelos pedidos e resolve reunir as canções no formato de um mini-LP, sob o nome de “Star Fleet Project”, com a faixa título e “Let Me Out” formando o Lado A, e “Blues Breaker” ocupando o Lado B, como uma maneira de Brian desafiar o velho padrão das gravadoras de lançar apenas compactos e LPs. Convidou o alemão Reinhold Mack (então produtor do Queen) para mixar as gravações, e o velho amigo e parceiro de banda Roger Taylor para incluir alguns backing vocals em “Star Fleet”, com os devidos créditos: “Tentei moldar STAR FLEET em algo semelhante a um “álbum convencional”. Agradeço ao Roger pela ajuda que me deu nos vocais dos coros. Mas acabei por não mexer em nada mais da gravação original. O resto é apenas uma mixagem nua e crua”. E no final, Brian agradecia e recomendava: “Obrigado! Desfrutem disto!”.
“Star Fleet Project” permanece até hoje como um artigo raro, de colecionador. Foi lançado oficialmente apenas na época, em vinil, tendo suas músicas relançadas como faixa-bônus em duas ocasiões, cerca de uma década depois: primeiramente junto ao single de “Back To The Light”, faixa título do álbum solo que Brian May lançaria em 1992, e depois como partes integrantes do mini-álbum japonês “Ressurection”, lançado no ano seguinte.
Se não há nada de grandioso, vale pela curiosidade e pela raridade de ver Brian May e Eddie Van Halen, dois dos maiores guitarristas da história do rock, reunidos e se divertindo.
Faixas:
1. “Star Fleet” (Bliss/arr. May) 8:04
2. “Let Me Out” (May) 7:13
3. “Blues Breaker” (May/Van Halen/Gratzer/Chen/Mandel) 12:41
Produzido por Brian May – Mixado por Mack
Músicos:
• Brian May – guitarra, vocal
• Eddie Van Halen – guitarra, backing vocals
• Alan Gratzer – bateria
• Phil Chen – baixo
• Fred Mandel – teclados
• Roger Taylor – backing vocals em “Star Fleet”
O episódio da série “Glee” que irá ao ar na próxima quinta-feira (07/02/2013), intitulado de “Diva”, fará uma homenagem a um dos maiores “divas” do sexo masculino de todos os tempos: Freddie Mercury.
A música será o clássico “Don’t Stop Me Now”!! Não é surpresa que a música tem uma grande dose de divertimento. Musicalmente falando a música é bem simples comparando com o que a lendária banda fez.
Fonte: www.cartermatt.com
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